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9.000.000,00 96.135.219,70 108.693.488,80 28.129.151,70 192.412.626,40
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18 .000.000,00 105.111.561,70 113.363.653,30 19.141.651,40 207.105.942,50
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Como ciênCia autónoma, · distinta elas outras ciências filosóficas e sociais, e dando resultados práticos, a economia política não data senão de um pouco ma1s de um século.
Secretário A.
REGIS SILVA
Redatores : ÁVIO BRASIL, BR INHO,
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SUMÁRIO Economia Político -
L. Cassa
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Dr . Abilio d e Carvalho! . Risco Profissional Cara cterístico Pri · veda do Seguro d~ Acidentes do Tra· bolha D-av id · ampista f11ho. Seguro e Meteorologia Luto
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Vida A
visito
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No meiaclo elo século 16, as alterações persistentes elas moedas e suas consequências jurídicas provocaram um exame mais sério ela questão monetária ·cCopernico, Agrícola, Buclelio, Scaruffi).
Cio. Nac. de Seguros de
Nota da Redação . do
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S . E. S. P. C. R.·J. Ainda
Aristóteles ( 384 - 322 antes ele J. C. é o precursor ela ecónomia moderna : ele reina ·como msti:e nas escolas ela lclacle Média; admite uma ciência da riqueza auxiliar da moral ( Crematistica) ; teni icleias exatas sôbre o valor, sôbre a moeda· e sqbre o interesse~ · defende fracamente a escravidão e combate com vigor o comunismo ele P latão.
Aluísio B, Peixoto .
Homens do Seguro Castel lar .
São Paulo -
Na antiguidade, o ascetismo religioso, as castas, o despotismo teocrático e militar· (Oriente)., as doutrinas filosóficas, o espírito ele conqúista, o clespí·ezo pelas artes c pelo pequeno comércio abandonados aos escravos, a plena potência elo Estado resumida na República ele Platão ( 429-348 A. c.)' foram outros tantos obstácul os ao raiar ela econom ia política; não nos resta, portan,to, senão alguns fragmentos elos ·livros clássicos ele fi losofia (Cícero), ela história, (Thuciclicles), ela economia doméstica; (Xenofonte). (Thu ciclicl es), , da ·econom ia doColunelle), ele jurisp rudência (Corpus juris),.
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Jorge
Bonde
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Nota da Redaç ã o. da
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Nacionalização das emprêso$ de $eguros.
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A abunclancia elos metais preciosos da América, o encarecimento dos p reços e as perturbações que eles causam são, estudadas por Bodim ( 1568) e por Stafford (1581) Boclim, em sua R(!lpublica .1576) ,e o piemontez Batera ( 1589), precursor ela téori~ sôbre a população, res·umem o sabor economico clé sua ·época.
Nos pTimeiros anos do século seguinte, partindo desta. 1deia, que se a moeda não era a única riqueza, era ao menos a principal, certos empíricos, que con fundiam a m0eda com o .capital ( Milles, Malynes, De Santis), ensinaram que se podia conservar e aumentar a moeda pela proibição da exportação, pelas tarifas legais sôbre as moedas e sôbre os cambios e por out(as regras restritivas dos contratos individuais estipulados com os estrangeiros. "É o sistema da balança dos contratos". Outros escrjtores, ao contrario, bem que visando o mesmo fim, propuseram, como mcio mais eficaz, um sistema fisca l destinado a procurar um excedente do valor da!! mercadorias exportadas sôbre o valor das mercadorias importadas) e que devendo se pagar em i>rata. teria por efeito aumentar a fortuna nacional. É o sistema da balança d o co1!tér6o, ao qual se liga" o ato de nave· gação de Cromwell" e que roi chamado também Co /b Crlislllo, do nome do ministro que teve a vontade e o poder de fazer uma mai s larga aplicação. Certos escritores (Laffemas, Robinson , l\lilselden , \ Veeler, Montchrétien, Becher, etc.) e a. sua f rente, pelo me rito e in fluência. o inglez Thomaz Mun deram caminho ao comércio ele exportação dos produtos manufaturados sôbre a agricul· t.ura; e lhes deu por esta razão o nome de Mercantis. Promotores de impostos proibitivos sôbre a importação das mercadorias estrangeiras e sôbre a exportação das matérias primas e dos cereais, estavam de acôrdo sob este ponto com os escritores do sistema - economic, dito annonm'ie (termo tomado à antiguidade. "Lei annonarir, lei que entre os romanos impedia o encarecimentos dos viveres). Ammirato, Campanella, Segui e Ta pia desejavam preservar os con· sumidores de toda a carência. Os protecionistas agrarios. ( Graswinckel, Boisguillebert e mais tarde Bandini) reclamaram ao contrário a livre exportação dos grãos e isto para maior bem dos proprietários e dos cu lti vadore . Os ingle,zes Child, Potty. Davenant, o holanclez de la Court . ini111igo nnúo encarniçado das corporações e mais que todos os outros Lock (que escreveu também sôbre a moeda, antecipando assim o livro notavel d'Harris ( 1757) moderaram o mer· cantilismo que tinham combatido sem sucesso de la Croix. Struzzi e melhor que i to Cooke e Dedley North. Antonio Serra brilha no meio dos escritores italianos do 17." século, que escreveram sôbre a moeda. Em seu curto tratado (16 13 ), ele procurou as causas e os remedios da falta de dinheiro. da qual sofria o riquí ssimo reino de Napoles E le demonstrou que a moeda abunda onde fl oresce a indústria c sôhre tudo a indústr;<'. manufatureira e onde o governo se mostra prudente. Expoz admiravelmente a teoria elos pagamentos internacionai s e merece u. após um século e meio de esquecimento, ~ apolog:a que Galiani lhe fe z na segunda edição ( 1780) de seu livro clássico sôbre a moeda. Depois da instituição do banco da Inglaterra ( 1692) e os desastres do sistema Law, os escritos sôbre o crédito tornaram-se muito numerosos. A economia política. penetra no ensino oficial. na Escossia como ramo ela moral; na Prussia, austria e Suecia, como fazendo parte das ci.fncias came1·aisJ· em Nápolis (1754) em Milão (17(5&), em Modéna (1722), em Palermo ( 1779, como curso especial). As teorias restritivas, expostas com muita clareza por Mélon e Forbonnais, aprofundadas por Stenart ( 1767), e dirigidàs por uma corrente liberal por Justi, Genovesi e Sonnenfels. para quem , segundo o livro clássico de Sussmilch ( 1707 - 1767) o aumento da população tem mai s importância do que a abundancia de dinheiro, encontram na pessôa do banqueiro Cantillon (1754), e do filósofo Hume (Pol itical Essayes, ( 1752 ) adversários resolutos e cheios de originalidade. Este abre a estrada aos fisiocratas que apõem um verdadeiro sistema científico ao empirismo dos partidários da balança do comércio. Os af.orismos do doutor Quesnay (Quadro economico. 1758) espalhados e defendidos por Baudeau, Letrosne. Mercier el e la rivieri perfeitaménté désénsolvidos (Reflexões, 1769) mas muito depressa aplicados por Turgot, constituem um sistema completo de direito e· de filosofia social. Partindo da hipotese de uma ordem da natureza ( fisiocratica) que as leis positivas devem manter, Ques56
AGOSTO.
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nny sustenta a liberdade plena e completo da concurrência (deixO/f! fazer, deixar passar da Legondre e de Gournay), e isto afim de que a única classe produtora (agricultores) obtenha com pouco salario, os serviços das classes improdutivas, mas necessárias ( manu fatureiras, comerciantes, pessoas exercendo profissões liberais) ; afim também de aumentar a renda dos proprietários, quer dizer o produto líquido sôbre o qual pesa o imposto, que para evitar dispesas e repercussões inquietantes, deve ser único e direto. Emendada em seu erro fundamental por Condillac ( 1776), pouco apr-e~ ciada por Ortes ( 1774), aceita em parte por Beccaria, Verri, Filangieri, a doutrina dos fisiocratas foi profundamente modificada por Adam Smith (1723, 1790) que, depois de uma viagem à França e uma preparação de dez anos, publicou suas - Recherches sur la natwre et sur les cau#s de la ri.chesse des natiens ( 1776). Esta obra é o maior monumento da economia política moderna; é notavel por sua doutrina, por sua moderação, por sua clareza e pelo vigor do seu metodo. De fato, constitui um s.istema de política econômica, baseada sôbre o produto líquido sôbre o qual pesa o imposto, que para evitar despesas e repertidade que existiria entre o interesse pMticular ,e o interressé público. É precedida de uma introdução teórica magistral, que reconhece como elementos essenciais da produção a term e o trabalho (tornado mais eficaz por sua divis[i,o e pelo auxílio do capital. Estes dois elementos, agindo nas indústrias agrícolas, manufatureiras e comerciais. são reciprocamente solidários. O produto se reparte entre o proprietário, n capitalista e o obreiro, remunerados respetivamente péla rénda, ·o lucro e o safaria. Eles devem concorrer reciprocamente ao imposto, fonté da renda pública ordinária (preferível aos tributos dominicais e aos emprestimos) que o Estado despencle para manter a segurança, espalhar a instrução e abrir e~tradas .
O sistema de Smith foi vulgarisado por J. B. Say ( 1803), que admite os produtos imateriais e junta a teoria das exportações e do consumo; aumentada e corrigida por Malthus e Ricardo (valor, população, renda, lucro e troca· internacional) pm• liverpool e Senior (moeda) por Tooke, Fullarton, Overstone,.. Belgehot (crédito) por Gaschen (troca) ; analisada por Jacques Mill e Maé Cullock, largamente aplicada à filosofia social e à questão operaria, nos "Princípios" clássicos (1848) de Stuart Mill (compreendidos e comentados por Fawcett e depois por Laughlin) ; é preciso quanto ao merito por Cairnes e em parte corrigido por Sidwick; com Longe, Thonton, Cliffe ..,..- Leslie e Walker, ele abandona a teoria do ftM~do dos salários; empresta a lingua dos matetnáticos i!,s obras de Cornot, de Gossen, de Jevons, de Walras; recebe uma fotma dida· tica nos tratados de Florez - Estrada, de Molinari, Carbalo, Ferjaz de Sampaie, (Sarnier, Vissering, naqueles mais notáveis de Courcelle - Sentvil e dé Chérbul iez. naqueles mais recentes e excedentes do holandéz Piérson é do américan~ Walker; nos ramos mais recentes e mais profundos de Marshall e de Gide; enfim nos livros elementares, mas bem escritos da Baudrillart, Levass!!Ur, de Laveleye e Leroy - Boulieu. Na Alemanha, a teoria de Smith. analisada por Kraus, Sat0ríous, reti.ficad9 em certas definições por Hufeland, vem se enxertar sôbre .o trance d~s ci~!'l' cias cronwrais (administrativas) com Jacob, Lotz e sobretudo com R~u. !!,la ~~ enriquece pelas sabias deduções de Thunem (influência .d e rnerc~do sôb!-"e os si~temas de cultura) e d'Hermann ( capita1, valôr, revenda e eeªsume), .retamacias e contimmdas admiravelmente por Mangoldi ; ela toma um ~stilo m~t~ físico nos tratados de Steins e de Schaffle; ela se serve dos progressos da e~ tadcti.ca (Guetelet, ·W appaus, Engel, Rumelin, Knapp, Ltx.is] e ep.larg!l~~ e campe de suas envestigações cen1 as moRografias pe N,eq~t1~U~, !feff~~ff~ ~ eptrt; os vivos de Baunistark, Hanssen, Helferich, Knies, Nasse, Wªgn.er, Sa~, Ceb!l, Brentano, ·Bohm, aos quais é precisp juntar os ~scrit.os ~9§ .Ç. Conte, Naville, Duneyer, Ckeva:Iier, Welewski, .Cequelin, · Fanther, de J.,avt~g!le, Clement, 13at.bie e entre es -vivos de 'Parieu, cle Fontenay, Leroy - Beauliéu, Block, de Foville, Jou.rdan, Villey, Beauregard, etc. REVfSTA
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No seculo 19, se encontra ao mesmo tempo interprete pouco- fieis e adversários determinados das doutrinas de Smith e das dos seus discípulos. • Deixamos de lado as enfafonhas teorias ditas néo-maltusianas e a teoria engenhosa, mas paradoxal, sôbre o crédito de 'M:acleod, e verifiquemos que os discípulos de Bastiat (Paillottet, Prince - Smith de Bruyn Kops, Perry, 'Maclrazo, Carreras y Gonzalez. não fizeram senão pouco progresso à ciência; se embalando no otimismo ele uma harmonia preestabelerida (1850), não viram na ciência econômica senão um meio ele defeza para a sociedade, tendo por fim a aplicação universal e ilimitada da liberdade economica (Escola de Manchester). A Escola romantica (Haller, Miller, Gentz) se declarara, ao contrario, adversaria de toda a liberdade; ela sonha a restauração da Idade Media, das corporações, dos fideicomissos. etc. ' A escola que. com Villenn, Pe· rin, Brants e Devas subordina a ciência. a moral teologica e visa estabelecer, · com os conservadores Le Play, Jannet, de Metz Noblat, a reform. a social, restringe também a diversos respeitos. o campo da liberdade. Se mostram ainda adversários da economia cosmopolita de Smith, os néoprotecionistas, tais como o inglês Biles e especialmente o alemão List e os ame· ricanos Hamilton, Bowen, Corey e seus discípulos (Peshine - Smith, Elder e Tt.om.psont; esta escola patrocina 111/la rconomia nncional, (/UI' possa drsenvol1/l'r as forças produtoras a custa de tarifas rmúto elevadas, temporarias ou pe~ manentes. É preciso, enfim, ajuntar aos adversários de Smith - os filantropos (pessimistas) cujo chefe é Sismondi. que atribuem a concurrência ela desastrosa concentração dos capitais, as crises, o pauperismo e se elevam, sem concluir algo, contra a divisão do trabalho, as máquinas e o progresso; os comunistas (para nada dizer dos anMqu.istas e dos nihilistas, que combatem a propriedade e alguns a família; da mesma forma, os "socialistas" seja que creem com Tourier no trabalho atraente na falanstere; seja que eles peçam com Saint Simon o Estado lndust1'ial e a abolição da h~'redatariedade, seja que reclamam com Loui Blanc o direito ao trabalho e os atelieres naciouais, com Proudhon o crédito gratuito e ó banco do povo, com Lassalle as sociedades cooperativas sttb<,encionadas pelo Estado, ou neguem, na obscura dialetica ele Marx; avançado pelo sutil R'o· berthus, a produtividade do capital ( 1868) e reclamando a expropriação geral (coletivistas) seja qu e eles se limitam a pedir a única expropriação da terra (Colins, Wallace) com ou sem indenização para os proprietários ou ao menos o confisco da valorização do solo (Henri George) seja que eles se con tenrem enfim a fixação de um salán:o mí.nim-0 e do di,-eito à assisth~C'Ía, etc. No domínio teórico, enquanto alguns recusam à economia política o carater de ciência ( Bonamy Price) outros, os positivistas ( Ingram) quereriam fazer simples capítulo de uma sociologia futura. da qual Comte e Spencer. e outros ainda, reuniram os materiais e escrito os prolegómenos. A escola histórica (Roscher, Hilclebrand, Knies, Kantz, Cliffe, Lavéléyé), tão recomendavel por sabias pesquisas sôbre a evolução das doutrinas, às quais os discíplos de Conrar e os mais numerosos ainda de Schmoller, em conjunto dos mais detalhados, sôbre a evolução das instituições. confunde as verdades absolutas da ciência com os dados relativos da arte e quereria reduzir a primeira .a não ser senão a filosofia da escola econômica. Os princípios da escola histórica têm sido acolhidos e modificados em. parte por alguns professsores chamados por seus adversários socialistas de cadeira., porque reclamam do Estado, para salvaguarda dos obreiros, uma legislação social e uma reformá elos impostos já aplicada em parte na Inglaterra e Suissa. Os mais radicais (Wagner, Schaffle, Lange, Scheel, Santer) que pedem que se limite a propriedade territorial e os juros, se aproximam mu:to dos socialistas do Estado. As doutrinas desta escola, reproduzidas nos tratados elo polonez Bilinki e do russo Wreden, resumidas nos livros elementates de B.ischof, d'Held e do sueco Leffler, revistas nas suas definições por Neumann, são desenvolvidas com amplidão, mas sempre com homogeneidacle no manual publicado com 58
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DE
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o auxílio de numerosos e valentes colaboradores por Schonberg ( 188) ; e nos tratados ainda ínacabados de Wagner e de Cohn, notaveis, o primeiro pelo va· lor do método e a segurança ele erucl;ção, o segundo pelo brilho da forma. Uma vigorosa reação, portanto, devida à iniciativa ele E. Dietzel ( 1882) e reforçada pelos au st ríacos Menger, Bohn e Sax, reivindica a autonomia da ciência econômica e o metoclo da Escola cláss;ca, que não deve ser tido corno responsável pelos erros hi stóricos e liberalismo a todo custo de alguns dos seus me· nores di scípulos. No século 19. a lta lia viu aparecer uma multidão de economistas, que enq uanto combatidos pelos governos antes de 1848, foram quasi todos deixados se arrastar a partir de 1859 no turbilhão da política. Passemos sôbre os menos importantes e lembremos Custode, que reuniu os clássicos, Pecchio, que os resumiu, abreviaclarnente, Cagnazzi, Rossi, Bosellini. que · comentou as teorias ele Smith e ele Say, Balsamo, que as espalhou na Sic!lia, Valeriani, fil ológo e jurisconsul-.J, escritor original, mas defeso e obs· curo. Gioja, estatístico eminente, autor do Nuovo Prospelto delle cicnze 'f:conomiche ( 1815 - 17 ) partidário do sistema protetor que foi vivamente combatido por Romagnosi, nos A n1a./cs de statistiqu c e num estilo brilhante por Caltaneo, no Polit ecnico. As doutrinas de Ricardo e de Malthus, explicadas assás obscuramente nos Essais ( 1825 - 27) no napolitano Francesco Tuoco, autor do excentríco mais engenhoso, Maui<• du Crcdit ( 1824 ) expo ·tas com um sucesso notavel por Pellegrino Rossi; no Colegio de França, foram resumidas com uma grande precisão filosofica e acompanhadas de desenvolvimentos humanitarios nos "Príncipes" ( 1840. ele Scialoja). Depois de 1848. as teorias otimistas tomam superioridade na ltalia; elas são processadas por Ferrara, nos Prefacias muito notaveis na "Biblioteca dos Econom :stas"; elas são espalhadas pelos seus numerosos discípulos, e sôbre tudo no tratado ( 1853) e outros escritos elo fecundo Boccardo; são temperadas pela doutrina elegante de Minghetti ( 1859 ) que se torna, com SeJla e Luzzatti, o apostolo dos bancos mutuos populares e um nota vel promotor da legislação social. As novas doutrinas alemans espalhadas com muito entusiasmo por Cusu· mano ( 1873) energicamente combatidas por Ferrara e vivamente defendidas por Luzzatti (Antolog;a 1874) foram portanto aceitas em parte na sábia "Economia de Lompertico e aplicadas por Loria, com pesquisas originais e ousadas, ao estudo da renda territorial ( 1880), da qual quereria clemostrar o carater transitório. As lutas este rei s entre os pretensos partidários e os adversários incompetentes de Smith, tendo chegado ao fim, na ltalia, as doutrinas da Escola in· glesa retomam enfim o domínio; elas são enriquecidas pelos resultados os mais certo s da ciência alemã nos Essais ele Nazzani ( 1881) e posto em relevo· pelo escritor H.icca Salerno, de Viti e sobretudo por Messedaglia, especialistas eminentes, sbre as questões da moeda, do crédito, ela população, do cadastro, além ele mestre na indução estatística, ela qual Gabaglio expõe habilmente o metodo, (1889). L. Cassa ( Tradu,ção de Abilio de C ew>valho) II!IIIIIIIIIICliiiiiiiiiiiiCllllllllllllltJIIIIIIIIIIIICliiiiiiiiUUIIIIIIIHIIICliiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIIIUMIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIICliiiiiiiiiiiiUIIIIIIHII~
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AGOSTO
DE
19 5~
RISCO P ROF lSSl ü N AL. Caracteristica Privada do Seguro de Acidentes do Trabalho David Campista Filho E special para a H.EV lSTA DE SEGUROS
A obrigação de reparar o dano causado a outrem, aparece sob forma legal na mais remota idade do direito. Quando a Lei .Aquilia consagrava o preceito do dammt ·i njuria datum- isto é, o prejuízo que o homem livre inflinge ao patrimôpio de outrem por ato ílicito - reprod uzia aprimorando à civilisação romana, um postulado da Lei das Doze Tabuas. Remonta ali a fonte da responsabilidade civil inspirada na advertência do neminem loedere, regra moral, ao mesmo tempo regra de conduta na expressão de G. Ripert, por dicidir que o ato do homem feito transgressão, obriga seu autor à reparação, se dano houver causado a outrem. Entretanto, a responsabilidade civil baseava-se na culpa, quer dizer, não provada a culpa, nenhuma reparação seria imputavel ao causador do dano. Foi a idéia dominante até o fim do século XIX, s1gnificando que, por se fundar a responsabilidade civil na culpa, seria de certo modo uma responsabilidade penal atenuada. Porém, o direito reflete a evolução e progresso dos povos, e por isso, exigir-se o alargamento de aplicação das regras da responsabilidade civil ante o grande aumento de . acidentes cujas causas complexas e numerosas · derivaram da multiplicação dos maquinismos, da circulação de automóveis, do crescimento, enfim, da civilisação material que se processa com sacrifício de vidas humanas e mutilação de corpos. Os esforços dos juristas, prestigiados pela jurisprudência, tendiam no sentido de eliminar a base de culpa, desta estabelecendo-se uma presunção ; ' e assim se concebeu a responsabilidade do fato das cousa..s inanimadas; lfVISTA
DE
SEG UROS
a teoria do risco criado - isto é, a obrigação daquele que aiou um nsco de reparar os pre juizos causados a outrem pela realização do mesmo risco. Deste modo, imprime-se à base da responsabilidade civil, certa noção mais realista da obrigação de reparar. O direito moderno não mais encara o lado do autor do ato, porém, o lado da vítima, escreveu lüpert. Req.amando reparação, pouco importa à vítima a natureza do ato causador do prejuizo, pois exista ou não culpa, o fato é que o dano subsiste e tem de ser reparado. A sociedade não pode tolerar danos sem a devida reparação, e enquanto assim se criava uma reciprocidade automática entre acidente e indenização, a éra de industrialização atingia à plena florescência pela introdução cada vez maior de maquinismos. Inquietaram-se economistas e filósofos pelo destino do operário subtraído ao trabalho pela máquina que consideravelmente o reduziria, e por se lhe apropriar do e;;forço, multiplicava-o em benefício da indústria. A experiência desde logo revelou a improcedência da previsão acadêmica, porquanto a ação do maquínismo está condicionada ao elemento humano que lhe insufla dinamismo, regula e dirige sua ação produtiva. O elemento humano é o esphito animador do elemento material e assim, a mecanisação do trabalho exige o operário aprimorado em sua função, dignificando-o, e eleva o artifice ao técnico. Entretanto, o que a previsão inquiet~ .,dos economistas não vislumbrou, foi a contingência de acidentes inerentes aos maquinismos. Se o trabalho desta sorte redobrava em força para industrializar a produção, outros61
..
• sim, adquiria novos e m~iores r'iscos a pezarem sôbre a indústria. Foi, pois, nessa amb~ência que surgiu coma fenômeno natural em legítima sequência, o risco profissional fundado na responsabilidade sem culpa e inerente á indústria. O conceito do ri sco profissional abre campo mais vasto à obrigação de indenisar, pois abstraindo-se de que o· acidente resulta de caso fortuito, de culpa do patrão ou mesmo do operário, comete sempre à emprêsa a respectiva respon sabilidade, constituindo, por isso, um fatôr do custo da produção. É certo que a produção industrial expõe os operários a un s tantos riscos, justo, pois, que o patrão que recolhe o util do exercício da atividade laborativa, submete-se em caso de sinistro, ao onus ela indenização, consoante a regra ele moral e equiclade - ubi-commoda ibi et incomnwda. Sob o peso ele tamanhos encargos, urge a defeza da indú stria, que se oferece ao patrão mediante o seguro para cuja garantia transfere as responsabilidades dos riscos pendentes. O r:sco profissional. coberto pelo seguro de acidente do trabalho. induz o patrão ou empregador, como ctualquer segurado, à prittica de med idas d ~ prevenção do ri sco. medidas acaute'iacloras. constantes de condições de h:giene no local elo trabalho e segu ran ça na 1 cgulamentação da atividade do operário. transferindo à companhia segurad ora toda responsabilidade pela reparação ele danos inerentes à indústria. A produção resulta da conjugação de dois fatores - o elemento humano, o operário e - o elemento material, o maquinismo - condicionando-se o trabalho ao ritmo desses elementos, que se integram em atuação recíproca, séde da vida ela indústria. O elemento material está sujeito ao desgaste pelo uso. certo no tempo, e o e'iemento humano ao acidente pelo manejo da maquína, eventual no espaço. Por ambos torna-se responsável o patrão ou empregador afim de que o trabalho não paralise e a indústria continue. Impõe-se, então, imensa responsabilidade superior às suas forças, e a providência que 62
se lhe clepara, aparece no seg11ro, q11e pela faculdade de triturar e dispersar riscos. adquire a capacidade de indenisar prejuízos. Procura seguro todo aquele que tem interesse na conservação da causa, interesse a que se não realize certo risco, que se, por ,·en tura. acon tecer, não lh e acarrete a responsabilid ade da reparação por trans[erida à em1•rrsa seguradora. Vem daí a teoria do interesse sustentada por esc ritores a lemães que adotam o conceito de Kisch como fundamento inamovível "o interesse econêm1ico que uma pessoa possa ter em evitar uma e\·cntualidade recea vel. Citando o di sposto na lei franccza de 1030 que " toda pessoa tendo um interesse na conser\'ação da co usa. pode fazê-la segurar' ', concl uem Picard e Besson : l'assurance portr· sur l'intrrrt, rt In cho.w n'est q11e l'objet du risque. Nos seguros ele responsabilidade tais como • o ele acidentes elo trabalho, o interesse consiste em que o patr:mêmio da indú stria não seja afetado com pagamento ele inidenizações; o seguro cobre o ri sco profissional ela responsahiliclacle do patrão, c o objeto do risco est;'t no acidente suspenso sê>hre o operário. O chef e da indú stria contrata seguros em resguardo do seu interesse: paga o · respectivo prêmio. despesa que grava o custo da produção, a fim de acobertar-se da responsabilidade ele inden izar os operári os da indústria pelos danos so fridos no trabalho; a esses operúrios, nenhuma interferência é permissível na operação que os acautele contra eventuai s lesões. a não ser no momento de receber a indenização devida: figuram · na apólice em cunjunto com a condição exclusiva de empregados na indústria; não são mencionados nominalmente, nem por número determinado. incluídos, porém como fatôr do trabalho cujo valên· se estim•."l. mediante folha de pag-amento dos salários mensais, base para cálculo elo prêmio devido; tanto assim que podendo crescer ou diminuir em número durante o curso do contrato, o prêmi'o a pagar torna-se ajustável ao término do seguro. AGOSTO
DE
1951
biantc ilestc as1x·cto élo 5eguro de acidentes do t r:11!:1lho. nitidam ente se impõe o ·srntif1,, prrsonali sta do risco profi ssiomú, c por isso, Íll C( Jll f l11lc1Ível, a caractCrÍstÍC:J... pri varia do obj eto do seguro, como outrossim, privado o objeto do ri sco - operários que trabalham na ocasião elo sini stro. Tais caracte rí sticas tornam indubitável a finalidad e privada do seguro de acidentes elo trabalho, entretanto, obstina-se no Brasil em destruí-lo' ele tal sentido, não sob pretexto de lhe melhorar a ef ici ência na proteção, porém com intüito de trans feri-lo aos Institutos ele Previdência, como monópolio, na esperança de socorro ao estado precário do seguro social. Pretende-se, pois, insidiosamente criar confusão entre seguro privado e social, afim de consumar-se a usurpação da livre emprêsa em favôr elas autarquias de previdência, porém, desde logo, as sombras da dúvida se dissipam na simplicidade luminosa destas indagações : i\ quem se dest ina o seguro de acidentes elo trabalho ? - Ao chefe da indústria, patrão ou empregador que em seu nome o contrata pagando a necessária taxa - daí o primeiro sinal do seu sentido privado. - E nquanto o seguro social visa a coletividade, as classes menos favorecidas carececloras ele produção que a política social lhes concede, operários, orfãos, viu vas, etc., levados ao seguro compul soriamente e assistidos pelo empregador e o Estado que concorrem com sua contribuição no pagamento das respectivas taxas - por isso, o carater social e de assistência desse seguro. - Qual o ri sco que cobre o seguro de acidentes ? O ri sco profissional que envolve a responsabilidade do patrão ou empregador de reparar os danos sofridos por seus empregados na execução de trabalhos conc~rn entes à atividade comercial ou industrial que constitue sua profissão; consequentemente, segurado é o patrão, empregador, ou a indústria enfim, enquanto, o operano representa o beneficiário elo seguro segundo a condição de objeto do r !SCO.
RE.VISTA . DE
SEGUROS
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Tht ei ram~n'te o oposto ocorre no se-
g·nro socia l cujo risco é molestia, inva lideZ: e mal es qttC af etam :1. pessoa do operário, traballlador. empregado, 110 caso, representando. o segurado, pois que paga o prêmio do seguro na proporção de sua quota. Qual "o valôr pecuniário .expoSto i perda" . no seguro de aeiden,tes e no :cguro social ? No primeiro é o do patrimônio da indú stria resguardado pelo seguro contra a realização do ri sco profi ssional enqual)to no segundo não aparece a determinação desse valôr devido a ausência do princípio de indenização substituído pelo sentido de assi stência elo seguro social. Diante das características que nitidamente separam o seguro social do seguro pri\'ado. no toQante ao espírito, finalidade, estrutura e ex~cução dessas forma s ele previdência. não há porque confucli-los em hostilidade recíproca, pois que redunda em prejuízo da previdência brasileira, prevista pela Con.tituição em setores distintos.
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63
A inaugura ção do ' ·Ed ifi do Ko smocap" neste 1951 que se inicia ch Pio de prom essas J e fec unda s
re~li zações,
consti -
tuirá, v erdad eirainen te, o marco d e uma nova e tapa na vida de Kosmos. O monum en tal •· difi cio qu e esta sendo ergu ido
a
Rua Se te J e Se te mbro,
Esq. da Rua do Carmo, não rt>p resenta, apenas, n sed e cond izente com o prestígio e o renome d e _ Kosmos, é mais uma garantia a os portadore10 de seus
tít ulo~!
* Ano
da
inauguração
do "Edifício Kosmocap"
ACOstO
DE
195t
Seguro e Meteorologia por L ui:: J1f cndonça Especial para a "REVISTA DE SEGUROS"
O Seguro tem, comu ciência qne é. um ca111po de itwestigação próprio ; tem uma fenomcuologia cujas leis constitucnt u sc n objeto particular, delim itando o domíni o das suas pCSl]ttisas e teorizações. Eutretanto, desbordamlo do campo re~ervado e excl usi1·o em que se exercit a a atil'idade cient ífica que lhe é atinente, o Scyuro ainda entretem relaç<ies íntimas com uut rus ramos do saber human o, buscando infil t rar-se 110 domín: o de outras ciências; n~to porqu e a ele caiba ocupar-se com o estudo, exame e in dagação das leis que forn tam os di fe rentes objetos das mes mas, mas, isto sim, porque para o seu próprio p rog resso e desem·oh·imentt,, para a sua cada vez mai s racional est ruturação teóri ca, lh e é indi spensável, como elemento de base, um corpo de doutrina s alimentado por ta11tas ciências quantas se jam as qu e lh e possam, etn virtude dos fin s e obj etos a que se dediquem, pre tar eficiente concurso para um cscorreito desempenho elas suas fum;ões na rida cconõmica e soc ial dos po1·os civili zados. :\ ssim. se procura o Scyuro assintilar C(lnhccimentos científicos ma is a lém da es fera dentro da qual se circunscreve o se u nhjcto e pccí fico. o faz tão só pela necess iriadc imperiosa c indcc linhel rle utili zá- los como Yaliosos instrument os de a u~íli o, e a- fim -de manter-se - com esses subsídi os. já então mai s punjante e credenciado - no encalço das ·fi nali dades que lh e são cometidas. as quai~ assumem uma proeminência que climana elo p róprio carater, que ele (o Seguro) tent , de instituição com profundo sentido social. E1~tre as ciências a cujo poderoso auxílio ele vai recorrer, contam-se; · por exemplo, a Economia, a Filosofia, a Matemática, o Direito. Todavia, não é às relações ex istentes entre o Seguro e qualquer das ciências citada que desejamos, aqui, referir-nos, e alinhavar alguns comen tários. A preocupação 'JliC no · moYe é, precisamente, a de pôr em aEVISTA
DE
SEGUROS
foco o importante subsídio, na prática quasi pou co lembrado. que ao Seguro pode prestar a ciência dos fenômenos atmosféricos a .1!<'/curolrJ.f!ia . ~empre
. P oderíamos fa lar até mesmo ele uma con· tribuição ela Meteoro logia •para a elaboração esquemática dos quadros tarifários - exatamente aquel es que se ocupassem de riscos suscetíveis de serem afetados pelos fenõmenos que aquela ciência estuda. E essa contri b!J.~ção até poderia alcançar certa importância; não, é óbvio, quando se tratasse de ri scos cu ja ta ri fação fosse descan sar os seus alicerces na '' teoria matemática do prêmio'', mas quando us elementos básicos elos critérios taritários fossem extraídos da teoria <]Ue podemos chamar ele "teoria subjetiva". E como, entre nós, têm predominância nos procedimentos tarifári os os princípios da "teoria subjetiva", já se vê que não seria desdenhável, mas ele certo rclêYo. o concurso ela Meteorologia. .\ Ias, limitem o- no~ . nêstes comentários, quanto ao instrumental teórico que a ciência meteorológica poderia colocar, ao alcance do ~eguro. à ligeira referência que foi feita linhas atrás. e salientemos, pois -êsle -é -aqui a -.nosso principal escopo, a importante· -{Õontribuh;ão IJrática que pgçieria. amiúde, .· ser pr~stada ao Seguro pela ·Meteorologia; para sermos mais exatos; ·pelà Meteemlog.ia Legal. No .;;eguro m~rítimo. ~po.\' exemplo. sabido que a· responsabilidade do s~gurador em. geral - ~emanda a t!i>CÍ:stência da " fortuna-domar", é imprescindível, para a constataçãó do nexo ca1,1satentre o risco e. os ~P.~ü!!,,.havidos, a · cel'tidão ou a ·perícia meteor-ólógica-, quando em t:ôrn0 da~ .o.rig~ns -do ?.inistr9 surjam dú· vidas - ao segurador. As -_pepdên~ ·~ litígio.s que possam eclodir, por efeito de incertezas dêsse jaez, somente encontram solução adequada e irr-etorquível mediante o pronunciamento abalizado da Meteorologia.
O rel' ur o esporádico à pa la na esc larecedora ela Meteorologia não caract ·: riza. comq 1·emos, a conduta ou a atitude t;"to sú dos nossos seguradores. 1\las, se o 1·czu é gcnt:· ralizado. não é isso atenuante para que o Seguro deixe de instar unJa colabora~i"to tn ais frequente daquela ciência. E pa ra CJlle os nossqs seguradores a soli citem. a reclam :: m . a uti Ji _ í.em. de u·a maneira mais constante. deven1os por certo empenhar-nos.
Entretanto, segundo constata Sampaio e o diz. não sem certo amargor, em seu importante li vro ·· i\letcorologia Bra -ileir<•.... em nos ·os processos judiciais tem pritn ado pela ausênc·a o depoimento meteorológic<:. não porque os no ·sos Jnstitutos oficiais c especializados e:tejam incapacitados ele exer· cê-lo eficazmente ou se furte·m à prestação do:; esclareci mentos destinados à eliminação dos pontos obscuros na trama processuaL mas po rque a eles raramente se recorre. '·Sem intenção de crítica ~r u censura - diz o auto· rizado cientista brasileiro. em seu livro atrás referido parece-nos que a raridade com que os nossos ad 1·og-aclos. a nossa polícia e l' nosso judiciário propriamente dito, se soco rrem elo depoiillento meteorológico, está Illl ret icu lado menos iino da nossa im·estiga· ~ilo crim inal. e na maior ign orância dos préstimos ela organ ização meteorológica elo país". J·~ r:'rra:::,
Fazemos Yotos. terminando êstes rúpidos cotnentários sôb re o assunto. nu sent :do de que !>c 1·enham estreitar cada vez mais as n: la~ôes entre o Seguro e a Meteorologia. pelo grande impulso que esta pode. indub!tà,·elm :.- ntc. pres· tar ao progresso teórico daquele: c também pelo ,-,Jiioso auxílio que pode a :\1 eteorologia prestar na resoltu;ão elas querelas que da atil'idade segurado ra sempre emergetll.
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AGOSTO
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Luta pelo Seguro Privado A 11 gelo Mario Cem e Especial para a ''REVISTA DE SEGUROS "
Aquel es que compreenderam a minha inl"nção quando abordei o problema . no último PÚmern desta l~c\· ista. c me animaram com suas palauas de cntusiasum. dedico. dentro das mi nhas pa rca ~ habilitações. o planu pelo qual <levemos cn f renta r a batalha. Já tc111 os mais u1n Yaluroso suldad o ao nosso lad o. () Dr . l'aul o Câmara. que não ~de a no s~a opinião col etiva. porém, cont o brilb u da sua int eli gência. tem procurado, com den odo. dcf cndcr os int crêsscs do seguro privado, dentro ela s limitações a qu e o obriga o cargo que exerce. Todos c cada 1.1111 dos qu e 1nilitam no >eguro pri\·ado deviam. dentro c fora das suas atív:dadcs pru fi ssiunai s. tumar posiçiiu na luta. Durante as 2-l- horas do dia. de\'l'lll estar em guarda . I 'or qu e
p e r g un t ar ~u• .
.-\ rr;.posta é simples : P orque. durante as m e ~ma ~ 2-l- h(Iras, há pessoas 111al in formadas, mal ori entadas ou mesn1o na absolul<>. ignorân cia elo que é. do que se rve e do qu r tclll feito o seguro privado no Brasil, criticando ou destruindo a nossa instituição por meio de comentários falado s ou rscritos, projetos de lei. pareceres. etc . Como fazer chegar a essas pessoas o verdadeiro sentido do nosso trabalho ? É difícil. Se vamos pela Yi a oficial, temos tido a surpresa de nã o receber resposta ou , senão, temos de Yolta inYcnlades. como se viu no caso do ofício do 1. A . P. C. ao S. E . S . P . C . R . J . , acêrca do srgurn de Incêndio. Se enviamos pessoas representativas da nossa classe para entrar em con· tácto com êsses elementos, são repelidas com as afirmativas demagógicas de que são tubarões que vão defender exclusivamente os seus interesses. Se saímos a público, é matéria paga c ninguem lê ; enfim, so fremos a pressão dos REVISTA
DE
SEGUROS
tabús que sempre envolvem uma atividade pri\·ada para desmoralizá·la a serviço das forças flctdtas que pretendem explorar as massas. Daí aconselhar. como primeira medida, a ação individual. A doutrina de Cristo venceu , não só pela fé que nela se encerra, como deYido à cateque!ie individual. Debaixo das maiores lutas e perseguições coletivas os missionários, desde Roma através do mundo, ven· cendo herejes e gentios. pela palavra individual c pela força da sua fé . fizerar;n a sua catequese. Na atualidade, conhecemos em detalhes a ação dos comunistas. que se infiltram em toda parte e não perdem uma única oportunidade corno, por exemplo. em questões de arte e ciência. l'ortinari é 0 único artista brasileiro como Arthur Ramos era o único cientista. Nas questões economicas e políticas só êles se interessam pela paz e pelo petróleo brasileiro c assim por diante. E não há um comunista que, em casa. na escola, no bairro, na associa· ção de classe a que pertence. na rua, no café. na reunião de amigos e nas assembléias, perca uma oportunidade para pregar a mesma coisa. Assim, pela ação individual, êles tem progredido no Brasil e noutros países. Diante de tais exemplos frizantes, quer a serviço do bem como do mal, confórme apontamos, porque não tomarmos igual ·atitude ? Devemos falar à nossa espôsa e aos nossos filhos, bem como aos nossos parentes e amigos, quer em público, quer en~ reunião íntima, acêrca dos benefícios e atividades do seguro privado. Deixemos de lado as nossas queixas contra o segurado, fuláno ou contra a Com· panhia X , porque esta retaliação só serve aos nossos adversários. Desforcemos de fulano ·ou da Companhia X no terreno exclusivo dos negócios. Aí teremos oportunidade na certa, porque não há melhor ditado do que aquele 61
que ensma : "Não há bem que sempre dure c nem mal que nunca se acabe". Se o fulano c se a Companhia erraram, êles pagarão ccdo ou tarde pelo mal que fizeram, pois, todos os dias estamos vendo os resultados dêsses erros. As questões de comi ssõcs c taxas erradas não interessam a estranhos ao nosso meio, a niio ser para que possam criticar-nos e apontar-n os como desleais. ='Joutras ati,·idades econômicas usam-se arti fícios semelhantes em concorrência desleal, mas os prejudicados não ammoam aos quatro yentos porque o mal é maior quando divulgado. Portanto, habituemo-nos a curar nossas mazelas dentro elo círculo restrito elo nosso meio e, em público, shme nte apresentemos o lad o bom porque, de fato. é êste lado bom que interessa ao públi co : Scgurar bens, pessoas e interêsses, pelo prêmio mais barato posSÍYel e com a cobertura mais ampla e pagar imediatamente na ocasião do sini stro. O problema de taxas e comi ssões não é IJrasileiro. É universal. Existe na I nglaterra, na Alemanha e na J\ mérica el o No rte, como posso afirmar com conhecimento de causa c, a ·sim mesmo, naqueles países. o scguro é ·eotado entre as a ti ,-idades que melhor scn-em <l(l rúblico. Esqueçamos, por favor. os nossos casos pessoai s e lembremo -nos ele que está em perig-o a nossa instituição e por ela e para ela propaguemos a verdade . •\ s nossas taxas ele seguro e O nosso modo de liqu ida r s;Ío ~ C nle Jhantes aos elos demais país<:s; porque foram os scgu radorcs in gleses. ameriçanos. alemães. italianos e franceses <Jtte nus en-sinar:LJn ; po~ clerÍamos considerar-nos -un s med íocres se, tantos anos, não ti véssemos completa a nossa ionnq.ção qe seguradores .. . Logo, o seguro no Brasil _é tão- bom como o_s melhores que ví pelo mundo. Hú scg-urador<:s .ótim_os .e ruin s em nossa terra como também os há noutras plagas. Ufanemo-nos, pois • . do seguro priYarlo .brasi leiro porque êlc o 11\erece e, não deixemos passar nenhuma ocas i~o ele falar bem dêlc porque, por esta ,-ia indireta, será r:nclhor ouvido c comr reendido por aqueles que o combalcnt.
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DIRETORIA: Dr. Hermano de Villemor Amaral - Presidente Manoel Pereira de Araujo Freitas - Diretor Mauricio Dias Reguffe - Diretor GERENTE GERAL: Waldemar Gameiro
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Capital e Reservas mais de Cr$ 12.000.000,00
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DIRETORIA: Dr. Hermano de Villemor Amaral - Presidente Manoel Pereira de Araujo Freitas - Diretor Mauricio Dias Reguffe - Diretor GERENTE GERAL: Waldemar Gameiro
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AG~NCIAS: SÃO PAULO Comissões Carlos Wild S/ A e Representações i<ua 15 de Novembro, 197
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MINAS GERAIS Representações Astro Lida . Ruo Carij6s, 517 Belo Horizonte Liddio B. Travauos Ruo Silva Jardim, 326 Juiz de Foro PARANÁ Gabriel Leão da Ve iga Ruo João Negrão , 1359 Curitiba MARANHÃO A. Cruz & Filhas Ruo Candido Mendes, 124 São AMAZONAS Figueiredo & Cio . Lido . Rua Marechal Deodoro, 275-281 ESTADO Banco Rua
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Repronuçiio
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SEGUROS »
proibida
Parte )
SEGURO TRAN SPORHS
XI
J)
3. 2 -
SEGURO RODOVIÁRIO
3. 1 -
Riscos . cobertos
Risco s acc essó r:os.
Mediante
menção
obrigatória
na
apólice,
expressQ
declaração em cada averbação e pagamento de prêmio
O
seguro
bertura
ao
de
rocluvió r io
ben s
transporte
em
por
hobitu~lmente
do
e
do
derrapagem
ou
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geral,
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b)
quebra,
derrame
quer
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c)
demais
riscos
de : in·
tran sportador;
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queda
de
rodoviário
riscos 1
con ·
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ou
além
riscos
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cobertura
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acondicionadas
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no
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incêndio,
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percurso
no
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da
das
·borcodores
consignatários;
e
do
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durante
veículo
segurado ,
mercadorias
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nos
incêndio,
mazéns
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destino
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e
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em
ou
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exclusive
armazéns
dos
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viagem
.consequ ê ncias
transportadore s,
segurad a ,
ficando
limitada
ao
prazo
de
30 dias
em
de
início
ou
destino,
contados
24
horas
e/ ou
va samento danos
dia
no
os
em
pela
cada
derrame ,
comprovado
de
início
e
partir
vez que
em
apólice ;
assim ,
e
dono~
quebra,
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SEGUROS
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estão
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ou
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cas os
que
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sejam
ferrov iários
-
de
cobertos
pelo
cobertura
etc.,
risc os roubo ,
·de
perda s
exclusivamente. ·. por
vasamento,
inclusão .. da
armazém
normalmente
-pof'a
direta
vio -
consta-
representante
cob e rtura
aos
acidentes
sOmente
causados
cessári·a . a
que
por
caso
!:. ejom no
de
refere
vasamento ,
diretamente
são
aí
causados
de
quebro,
quando
tais
por
inquérito
s9
não
apólice
do
obrigatória
ou
roubo, ne ~
é que se torna
garantio .esp'ecial , .. mediante
a
expresso. menção
seguro,
na s
como
respectivas
3. 3 -
o
ainda
a
des ta sua
i rKiusão in.dicaçÕQ
averbaçõe s.
roubo
derrame,
viária
perdas
e
acidente
acôrdo ( 2)
é
e
danos
com
geral,
b) dido !;
as
seguro
esti pula ções
expressamente
resultantes
a J terremoto s,
acima;
policial.
cujo
é
expressamente
des -
perdas
um
Riscos
proibido.
De
resultantes chuva,
na
das
apólice;
por
se
si onados
roubo, oriundo de assalto a mão armada , de-
vidame nt,e
salientar
mencionados
par-
merc adoria s
que· qualquer que
procedida
presença
total ou as
cobertura
armazem a
mercadorias
avarias,
diretamente
de
ar-
porte;
donos
água
outros
rodoviário . coberto
R~ ; ;:-;-A
que ou
ou
parcial, e
sejam
e)
em
t o do
perdas
as
d)
total
do
no-s
esta
depósito
carregada s,
na
rtão
pagamento do respectivo prêmio ·.adicional , : sendb "Oindll
suas
depósitOs · dos
vistoria
descarga,
necessária, c)
modo
exteriores,
torizado do tran sportador ( 1).
armazém, . garagem
viagem
de tal
entre e
3. 3 . )
quando
ainda,
da
previstos apólice
de roubo
cobre, acima
ga -
e
pela
item
risco
local
consequência!!.
mercadorias · e/ou
galp-ãO,
o
maior .
inteiros;
suas
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da
(vide
fôrça
dos
seguin tes
não
cobertos
vestígios
ato
vo ~a mento
e
adicionais
concedida
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di ·
llai
parcial ;
para ser
de
viação,
cobertura
proibidas
A
quebra,
extravio
ou
normalmente
ex pressamente
acima
a)
total
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cionadOs:
a
os
objetos;
suas
ou
de
colisão
ou
raio
fortuito
seguro
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permitid a
especiais:
o)
acidentes
caso
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de
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obras
resultantes .de
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capotagem;
pedras
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mesmo e
sequências
trens,
perdas
explosão
acidental
de em
segurado,
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de propriedade
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tem
trânsito
qualqu er
p r oib id o
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Tarifa
Roda-
o
seguro
contra
de,
ciclones,
erupções
catástrofe
do
vulcânicas
natureza
não
e,
em
previJota
(3) atos
do
sanitárias
govêrno
e
danos,
e
autoridades
prejuízos
judiciais,
Çedvados
de
me-
me ·
71
de
dldas
saneamento ,
desinfecçlio
e/ ou
quaren'te·
na ; ) 3G)
GOMPANHIA
c ) contrabando e com ! rci'o ilfcito; d)
guerra,
e reei;Ji'ão ;
guerra
civil,
e) vicio intrínseco dos i n suficiência
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estiver em
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greve,
coisas
S[ GURADO RA BRAS I LEI RA
motin s
Geral
Brasileira s» ;
dolo,
culpa
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se
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o disposto
po ro
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H592 , 3-4593, 3-4594, 3-4595, 3-4596 e 3-4597
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Capital . . . ...•. ... . .•. _ Cr$
20 . 000. 000,00
Reserva mais de . . . . . . . . . Cr$ 100 . 000 . 000 ,00 Os riscos caberia s pelo seguro têm menta e à e<: locodas zém
no
e / ou
ve i culo
e
do
termino
à
destinotório ,
incluindo
portes
o
a
24
nas os
vice -versa . termina do
do
poro
o
viagem
do
veiculo
e/ou
do
Entretanto, no
móximo
os
e
Av. Graça Aranha n.• 206, 8.• Andar
embarcador, no
local
a
Solde Própria TELEFONES: 42-7297 e 42-7193
de útei s
localidade
contados
FILIAL NO RIO DE J-ANEIRO:
trons ·
trê s d ias
condutor à
veículo
segurado,
do
tôdo s
viagens
SEGUROS DE VIDA, FOGO, TRANSPORTES , ACIDENTES PESSOAIS, RESPOl~ SABILIDADE CIVIL, FIDELIDADE E DOENÇAS
arma ·
depós ito
trânsito
depósitos
e
viagem
o
são
porto
retirado
respectivas
seguro
da
sua
durante
entre
chegada
destino
a
do armazém
efetuadas
transportador destino, após
porto
auxiliares
embarcador
com
transportador
baldeações
à
transportador
depósito
segurada
início no mo ·
medida que o s mercadorias segurados
partir
de
P!UAIS E AGENCIAS EM TODO O BRASIL
da s
hora s do dia da chegado.
§'11111111 t l 111111111111 t l lllllllllllltlllllllllllll Ulllllllllllltllllllllll~ 3 .5 -
Tarifa
; A
torifoção
dos
seg ures
rodov iários
é
por uma Tarifa organ izada pela I . R. 8 . em coloboroçõo com
a'
sociedades
I . R. 8.) .
O
tarifoçêlo
variável
de
seguros
( publicoçiio
n"
29
do
critério adotado l e i o de estabelecer uma em
função
do s
dois
~
Seguros Terrestres e Maritimos
regulado
seguint es
la·
"ê~ GOMMERCIAL UNION ASSURANCE ~~= ~
~
GOMPANY LIMITEO
~
tores:
a)
natureza
b)
viagem
Quanto à g·rupadas em C la ~s e
da
1
Fucionando ·no Brasil desde 1870 FUNDADA EM 1861
e
-
a· saber:
Mercadoria s em
g.erol ,
na s classes
2
e
Mercadorias
que,
3
nõo
a
seguir
e/ou
por
seu
caso
de
-
ocorrdicionamento
acidente
rodoviário,
amossomento,
derrame ,
principalmente
as
Classe de
!antes As tos,
3
-
natureza,
tabelo
viagens
de
da
8
e
natureza
suscetíveis,
(fratura),
deterioração
A
em
e
(5)
inflamáveis
e
principalmente
e xplosios
con s·
I" I...
o
grupodas êste
em
gruparoenta
5 cla sses de
di stin ·
ocôrda
com
gido.-, conforme quadro à página· seguinte :
Walter, Comercio & Representações S/ A.
~
~
RIO' DE JANEIRO
" ~
Agente em São Paulo
J
O H N
§"
SPEERS
B RUA BOA VISTA, 245 -
=
" "
RUA SÃO BENTO, 26, 1. 0 Telefone 23-1855
....
( 6) .
foram
procedendo - se
e
sua
quebra
tabelo
Mercadoria s
qualquer do
forem
vosomento
constantes
por
a maior ou menor número de estados por elas abran -
72
Aqentes :
men ·
"
2
vas
.......
e'X pres·
ci onadçiS ; Classe
" ~
natureza da mercadori a , são o s mesm a s trê s ·cJasses,
prevista s
sa:mente
mercadoria
segurado .
Sala 112/3
Caixa Postal 604
" ~
.fr 1111111 t lllllllllllll tlllllllllllll [ llllllllllllltllllllllltllltlllllllllll '~ AGOSTO
DE
1951
Classificação das VIagens
Tarifa Rodoviária
?
I :I' I :I I :I :I :I :I
~
l I :I I ;I
~
~
~
o"" (/1
.: I
. .,.
~ ~~ ~o
Espíril'ó S.Onto . . ... ... ............
~.
........ .
Goiás· . •...... ... . ... . . ....... .. .. ........ . GuopOf"é . . . ............. . . .. . .. . ....... . .•.. Iguaçu· ... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .... . . .. . . . .
Maranhão; .. .. ..... . .. . .. ..... . ... .. . ... . .. Moto Grosso .. . ..... .. .... .. . . . ...... .. .. .. Minas. Gerais ... . . . .... . ...... ... .. . . ..... Pai.ó .. .. ...... .... ... . .. · · · · .... ..... ..... Poi'.Qilkt .. ... ... .... ,... . .... . ..... . .. ..... Pol'onó>
. . . . .
... . . . ....... . ..••......... . .. . . .• ..
•. . . .. . · ... . ... . ... . .......... .. . Piqu í .... . ...... .. ..... .. .. . .. · . . · · · · · · · · · · Pomo flora .. .... . .. . ...... ... ..•... . .. . ... .. Rict. 8ran'co . . ... . . ... ... . . . ........ . ... . . . . Rio, de JaneirO; . ... . ... .......... . ......... . Rio G.ronde dO' Norte .. .... ... . . . . . . . . . . . . . . . Rió, Gl<onde do. Sul· •.. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. .. São Paulo ....... . ... . .. : . ... . .. .. . . . ... .. . Per>~~anlbuco
Santa CoJorina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .......•. . Sergip.e ...•..•... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . •.• ..
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5 I 5 I 5 I 5 I 5 15 13 15 5 5 5 5 5 1 5 5 5 5 I 2I 5 I 5 5 5 5 5 5 5 5 5 I 2I 5 I 5 1- 1- I - I - 11 I • I 3 I 5 I 3 5 ' 5 I • I 5 2 I 5 I 3 I 5 1 - 1 ~ 1 ~ 1 -- 1 5 5 15 15 1. 5 3 15 5 15 1 2 15 l - ~ - ~ - l -- , - l 1 1 2 l 5 1 5 l 5 l 5 l • 2 15 15 13 1 -- ~ 1 ---- 1 5 5 15 5 5 2 15 15 14 1- j ~ - I- - - 1~ j·- \ 1- I + I .. j s- I z 2· I s. I s- I s1- - 1- j- - - 1- - 1- 11 15 15 12 3 15 15 15 - 1 ~ ~ ---- ~ ---- 1 15 1 2 3 15 15 12 - ~ -- 1 -------- 1 15 5 1 2 15 15 1--= l ....... - - - - - - - - 1- 11 2 1 2 15 13 -- 1 ~ \ --'"' -- 1 ----- 1 - j - 1 15 15 13 - 1---1-'-- 1---" - - - - 1- 1- L- j - - - I 1 I 5 I 5 1 - 1 ~ 1 ~ 1 - 1 - - ~ - - ~ - 1 - 1 - - 1- - 1- 11 15
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I· 1 ~ ~ ·~ ~ i I 5I 51 I 5I I 5 li 2 I I I 1 15 3 • S l 5 15 l 5 l 5 5 11 I I I-- -- I-1 1 31 II II 2 I I2 t O ·1
~ ... t o ....:u <..
Aor.e .. . ... . •.... . .•..................•. •. • Alcíg&bs ... . . . .. •... ..•... .. ... .. .. . .. ... • •• Amopq . . . . • . . . . . . . . . . . . .... . . ..... .. . . .. .. . Amazonas ...•. . .. .. .. . .... .. .. •. . . . . . .•... . Bahia ....... . ... . ... . . · · ..... . ... . .....•.. Ceará . .. . . . . .... .. ........ . ... . ... . ...... . D. Fecfêral .. .. . .. . ... .... .. ... . · · · · · · · · · · · . .
.. :
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I
5
I S. j 2
.s I 5 5 5 I 5 5 3I5 2 5 5 ..t 2 14 j 5 J. I 5 • 2 I •-15 5 l s j 5 j ~ l 5 l 5 I 5 5 1"' 5 3·, 2 12 1 5 5 1!$; 14 1 5 5 15 1 5 5 14 15 41 12 14 s
I I 5 3 I • i· 5, I 5 s 2 sl 5 l '- l 5 l 5i l 5 I 2' 15 I S> I 5 I 5' I 5 I s- I 2
5' 5
5 5
I I
S. 5
I
52 5 5 15 :i. 5 \ 5 j 5 l 2' j 5 ! 4l l ~ l • l s 5 3 s, 3 I .$ 5 5 I 5 I 5 5 2 I • 5 15 15 12 ~ ~ 1 5 15 4 - ~ ~ ~ - l ~ l ----- 1 - 1 - j - 1 -- l - l - 1 1 5 15 J> l 5 l i i 5 I J: I t 2 1 s - - ~ - ~ - ~ - - ~ - ~ 1 - 1 - ~ - - 1- - 1- 1- 1- 1 l 4 l 5 l 5 \ 5 l 3 l s, l s. t 5 I ~ - - - ---"--- - 1- 1- - 1- 1- - 1- 1- 1- 1- 1 1 I S I 5 I S I 3 ~ 5 l 5 l s I I - - - ~ - ~ --- - ~ - 1 - 1 - l - 1 - - 1- 1- 1- 1- 1- 1 E l 5 t • l 5 1• 1 t i • I 5 - ~------ - 1- 1- 1- 1- - 1- l - 1- 1- 1- 1- 1 1 l ~ l 5 l 5 l s l 5 I s - ~ - 1- - - - - 1- 1- j- 1- 1- - 1- 1- 1- 1- 1- 1- j - j t l 5 l 5 l 2 14 1 s - - - 1- 1- - - j- 1- - - 1- 1- - 1- 1- 1- 1- 1- 1- - - 11 15 15 15 + - ~ - - ~ ~----- - . - ~. - ~ - - 1- l - 1- l - 1- l - l - 1- l - l 1 I ..t i 2 I s. --..;....- _ ,_ , _ , _ - - - - ~ 1 - 1 - 1 - J - 1 - 1 - I ~ j - l ~ j - j - J ' 12 5 - - - - - - - - - - _ ,_ ,_ ,- 1- · 1- 1- 1- 1- 1- - 1- - - - 1 5· 1- 1- - 1- - 1- - - - 1- - - - - l - l - 1- 1- l - 1- l - 1- l - 1- l - 1- 1 '
1
~L-------------------------------------·----·--------------------~---
I
I
I
Para dentes outro
o
as
ou
seguras
de
destinados
lado
da
a
viagens
rodoviárias
localidades
situadas
fronteira
de
dois
procede
um
Estados, de
tal
cuia$
pesados, o
perlmetro
siderado contínuo . Enquadram-se no
urbano
conceito
é, também,
acima,
por
maneira · que possam ser · conSideradas como uma mesma
as localidades de Bom Jesus do Norte
cidade,
Jesus de ltabapoana
poderão
ser cobradas
as
taxas
mais
baixas
: das previstas pela Tarifa Rodoviária para os dois estados . .Para fins de aplicação dês!~ critério, poderão ser consideradas como uma mesma cidade aquelas
Pôrto
(SC);
União
São João de Meriti
exemplo,
( ES)
e Bom
( RJ); União da Vitória Rio
Negro
(RJ)
(PR)
e
con -
( PR)
Mafra
e Pavuna (DF)
e
(SC) ;
etc .
nomes
De acôrdo com os dois elementos acima citadas
diferentes, tenham um per! metro urbano contínuo . l'ratando-se de localidades separadas por um rio (di -
foram estabelecidas as taxas abaixo, para a cobertura dos riscos rodoviários mencionados no item 3 . 1 . ,
visa de dois estados) mas ligadas por uma ou mais pontes que permitam o trafégo de caminhões ou veí-
que
que, embora pertencendo a dois Estados, colm
constituem,
dada
CLASSE VIAGENS
o. 1
2
0.2
3
0 . 25
0 . 40
4
por
I I I I I I I I I I I I I I
DE
0 . 70
3 . 51 -
Riscos
adicionais
em
1-
2
l
0.2
0 . 25
0 . 35
I
I
I I
I I
3
I I I I I I
0 . 25
cobertura
básica
0 . 35
I
0 . 50
I
0 . 60
I
0.40
I I
0 . 50
1)
mínimos :
a
( 7) .
I
I I
1 . 00
I drogat,
acondicionados Paro a inclusão dos riscos especiais mencionados 3 . 2., devem ser aplicadas as seguintes taxas
dizer,
MERCADORIAS
I 5
assim
pela apólice rodoviária
produtos
em
vidros,
químicos
e
protegidos
farmacêuticos ,
por
de
caixas
madeira ou papelão grosso ; 2)
máquinas
em
geral,
aparelhos,
peças
e/ou
acessórios, excetuados instrumentos científicos e de pre -
cisão; 3) a)
Roubo
b)
Quebra,
0,15% rutura,
derrame,
omassamento, arranhadura
produtos
de
perfumaria
e
toucador,
acondi -
cionados em caixas de madeira ou de papelão gross~ .
vasamento, e
3 . 52 -
amolga-
Viagens mistas ou combinadas
menta Tratando-se c)
0,070 o/0
mercadorias ' d)
viagem
mista
rodo-ferroviária ,
a
Rodoviária, como se o percurso fôsse integralmente feito por rodovia. Sempre que num seguro marítimo forem incluídos
Ou.tras g~ra.ntias não especificadas, a crtiério das companhias, de acôrdo com a periculosidade do risco, nunca inferior porém, a
de
taxa e apólice serão sempre as estabelecidas na Tarifa.
Água de chuva e contado com outras
um ou mais percursos rodoviários e/ou ferroviários com plementares, não serão aplicáveis ao mesmo taxas da 0,070 %
presente tarifa, prevalecendo, entretanto, as respectivas
« b» acima
condições e cláusulas. Em tais casos será cobrada na apólice màrítima a
fica reduzida para a metade, OI! seja 0,7% quando
taxa adicional única e mínima, abaixo indicada, para
se trator das seguintes mercadorias:
Clqueles percursos complementCires. Essa taxa adicional
A taxa adicional
. 74
(.,
referida
na allnea
AGOSTQ
DE
.1951
abrange t6dos o s garantas -i ncluídos no segu ro moríti-
se u
mo :
ou pe lo meno s, de suas conclusões .
o)
excluindo o risco d e incê ndio no s
b)
0,1%
a
... . .. .. ...
portuários
3 . 53 -
Seguros não torifodos
indenizaç'ão
um'a -certidZio
do
mesmo,
casos especiais, e desde que seja prêviamente ouvida
incluindo o risco de incêndio nos armazé ns
de
Estab elecem ainda a s condiçes da apóli ce qu e, em
. . . . .. ... ..
portuários
armazé ns
pedido
0 ,15%
companhia · seguradora
poderão
ser as
mercadorias
sinistrados transportacías para um único depósito ou armazém , d e preferência de propriedade do transportador, ond e será efetuada, então, a respectiva vistoria. Em ca~o de sinistro, a indenização será calculada
As
taxas
previstos
no
Tarifa
Rodoviário
não
se
co m bas e no valor segurado, desde que êste, no má -
aplicam a s·eguros de :
igual ao cu~lo . da s mercad o rias, acrescido
ximo, seja
do s despesas de frete e seguro e mais de 1 O%, admi a)
dinheiros , metais preciosos,
ta, plat ina) pe dras
(coma ouro, pro - ·
e suas ligas, trabalhados ou não, moedas,
preciosas,
semi-preciosas
(diamantes
industriais,
tindo-se esta percentagem como correspondente o des pesa s diversas provação.
não comprovadas e/ou de difícil com ·
etc.), obj etos de orle, títulos de qualquer espécie, bi lhetes de lot eri a , sêlos e estampilhas. b)
bagagens
quando
~ste
acompanhadas
pelo
pa s-
sageiro ( 8)
valor poderá ser aumentado de quantia ou
percentagem
certa
carrespond~nte
a
lucros
esperadas ,
desde que, sob êste titula, tal quantia ou percentagem
c)
mostruários
d)
animais em pé;
de
e)
transportes
viajantes
tenho sido expressamente declarado na apólice ou aver-
comerciai s;
bação.
feitos
nos
perímetros
urbanos
e
Tratando -se de mercadorias de valor variáve l, os
suburbanos . das cidades, caso em que essa cobertura
inden izações poderão ser calculadas segundo a cotação
está sujeita à cobrança de uma taxa que fica a cri -
do mercado do destino do viagem segurado, desde que
tério
conste, expressamente, do ·apólice ou overbaç.ã o a· se -
das companhias seguradoras e que não poderá
se: inferior a O. 025% . Os transportes entre o Distrito
guinte « cláusula de valorização » :
Federal e Niterói, inclusive os percursos nas barcas e pontões, são, para êste fim, equiparados aos transportes suburbanos.
«.Fica
entendido e concordado,
paro
os
devidos fins e efeitos, que o valor declarado nos ave rbações para o seguro das mercado -
3 .6 -
, rios
Seguros feitos por transportadores
por ela cobertos obedece ao
prêço · de
· reposição do mercado de destino, devendo a s
I
A Tarifa Rodoviária permite que as Emprêsas de
indenizações,
em
caso
Transportes mantenham apólices abertas, nas quais aver-
ladas
be m seguros po •· conta dos embarcadores, a pedido ex-
importância segurada ».
na
mesma
base,
de
sinistro,
limitada s,
ser calcu -
à
poré m,
presso dêstes , aplicando- se obrigatóriamente a tais se guros, as cláusulas especiais transcritos em anexo (9) .
Finalmente, convém esclarecer que cs seguros
ro -
doviários são feitos sêmpre com a aplicação da cláu 3.7 -
Sinistros
sula de raleio, com a seguinte redação: dos
«Se as mercadorias · forem seguradas por
si nistros rodoviários o mesmo critério adotado em rela -
quantia in~erior ao seu valor, o segurado será
ção aos seguros ma'rítimos,
considerado como segurador pelo diferença e
De
um
modo
geral,
aplica-se
à
liquidação
estabelecendo . os apólices
que o ápuração dos danos deverá ser feito
por vis -
suportará
toria , realizada, de preferência, no local do acidente
em
caso
de
sinistro, o
propo rção
dos prejuízos que lhe couberem em rateio.
c em presença de representantes do segurador, do trans-
Cada verba, se houver mais de uma na
portador e do segurado. Sempre que tenha havido in-
apólice ou averbação, será separadamente su-
quérito polic ial, o segurado deverá apresentar junto ao
jeita a esta condição, solvo se as taxas para
CARLOS DE ALBUQUERQUE
CYRO..AMARAL ALCANTARA
RUA BENJAMIN CONSTANT 171 - - ;-~ é!nda·r; -
·-~~-·REVISTA
------------- -----"""-"'.:-..--·-, --,.-•.
SÃO PAULO
-
~-·-~- -~...
DE
FONE 2-1029
SEGUROS
....
·- .
-
... ...
' 75
çCidg verbg, for'IIJ ififij!li~~3 .8
Ql!lfllli rJ15411lli,ões A Tarifa l!ggQ.viprjq proiqe terminanteJTienlt a emis ~ . 81
S'ffllro~
-
c~RI!!Jilllnte~re$
l!l•r~g~hnips
i!'!PIIrl~as
de
s9P çje apólices de pr;l!liQ fiJO,
do
englobadgmel\t~
e~trsmv~irll No~
seg~rqJ
portados
do
CQmRiemeri!Ares
estrangeiro
sido segurada fora
cuja
de
mercadoria\
viagem
principal
NOTAS :
im ·
tenha ( 1I
do país, a cobertura devl'ró ficar
perda total, real ou legal, provenientes de
restrita à
excetuando -se
dos
mesmos,
porém,
o
acondicionamento :
de
roubo parcial.
a)
Entende-se por perda total real o perecimento ou
b) lucros
tqtal, r11al ou legal, aplica-
se d11sta regra as merçador!as a grapttl 9Y 511'11 emba-
possi~ilitapdo
a
~prcelgdR
rell11'S~qs
conteudo e vqlor dl' cgdp
Y!l1
qêle\.
de SQo/,,
çló~tulo
a
em envó-
natureza
da
segurado;
prensados devidamente arqueados;
encapados
cintados
arqueados
ou
com
( póg .
da
S
n~
publicação
29
guros
totali-
sen~o
d~
de
a~
ficaram
mel ~ 1 or
de
COI'\d ' ç:c s
(Vi\!!' 1\0tg OQQÍX!l.
das
r c~ g~qdas
IW
ensejo
o~licáyeis
clóusulas
terrestre
eg rç:pl!'lePtl'
teremos
trq~SÇ(~Ye[mÇ>~
~pecigl :
diversos
tran sporte
!'~label!lce~
que
\:lóii~Qs
çql)giçg@s
rodoviórios,
olt~rgQQ\
forme
necessária
2'? gq 11!8 -
n.•
fAr111i;qiÕ~
Nestes casos o sel!lpre à
Ço111 11 viq~ocio do Tç~rifp ~q~qyiária -
\ 2)
seguro
recjy~iciP~
se~~inte
em
~licq~pq
para a col:!ertu.ra rl!\trita pcjmq prevista aplicam-se
o inclusão da
em fardos
d)
permita
-
de cqda vqlyrne,
dade do parti\tR segurgqç.. as taxas da tarifa,
viagem
c)
çje CQf!:jQ ef!1 divl!rsas
qplj~ar-s,-q
P.erclq totAl
isto
IRI) .
vc·lumeS' faturados englobadamente, sem discrimianção de conceito de
metálicos, quando
deixa.· vestígios .
volyme\, formafll \IJ!IO unidade, im-
avaliaçqÇ>
copslplóvei~;
papelão grosso çu
qualque.- outra proteção que os tornem inviolóveis sem
lagem( asJim como ~~~ i:!!li'!S Cl4 cqi\at q~e, ~tm!:lqra trpns -
como ainda os casos <!11
perfeito
04lra prol!>çÕo qui' impeça a vio -
em caixas de
mercadoria e a
' ' a um ou mqjs yql~mes, desde q~te istes sejam perfeitamente suscetfveis de avaliação separada; ellcetuom-
v~rios
mqlq$ enCRPI!das em
lação sem deixar n•,t(gios eJt'lriqr!ls
portar em pelo "'enqs :j/4 elo s,u "olor. p~rcja
a~
clll arCQ\ d!! ferro, !jrQmpos de se -
q~Riqyer
gurRnçq oy
per!la tgtal lega! R qyqria !lot Pll!lS segurados que im -
O cançpito Âll
cai~qs
e111
!lttqdq, !j\IOr(lecjdq'
destruição completa dos bens segurados; entende-se por
portadps em
0'!. ac&rdq CO(tl a etpeçifjcação con§lante do
Tarifa Rodoviória são admitidQt as seQ11intes tipos de
um dos riscos previstos na cobertura bósica da Tarifa Rodoviória,
cobrindo e11pedições
BCif Pt! íadq- !le tempo <111terminodo.,. ou teiq, sem declaração de CRda !!Xpediçõa.
yni -
qo~
se-
gpgljçes
totglmente, de
de
prejudicados,
esclarecer
gergi \
pu-
a
tal
con-
quando
apólice.
( ' • .. ) •
« fica conyl'ncjgl)aqp, I!IHO. todos o s fins e efeitos, que a tura
Of!enq~
Tarifa
~isposi~{ie~
o~
legal,
ri~cp,
prqveniente c!l' um QY "!QiS cjqs cianados nas
Çerpis 1 it'l'l'
Radoviória, excetuando- ce dos
"len-
1, da mesmos
~
' l.
!'
(:!bl -
NÕQ Vl'l!lOS rq;oi,ia para que
a Tori!q Boli viárig ergjb_g ~l.'Pf~S \gl"el'\te Q cql;>ertura de tais riscos , que, o nossQ ver, são perfeitamente seguróveis; admitimos que ~a
o risco do rol(bo pgrciql » .
-
(~}
presente ap6t:ce da cober-
P.ara perc)q total, rçgl
tais
çQ~IH I'.!fO
risccs
bga técniço o recomendo
!' não
bós\co I!Q
sejam se~~rQ ,
incluidos
normalmente
mgs não encq.ntromos
••••••• ~ •• ~ ~ • ~ •.! ••
Luiz Nunes
~
Cla Lfda.
lU, lUA VI~CW.NDE DE INHAÚMA, tt Pav.- Selas 21~ • U~ Telefones 1 23-30~;1 !I 43-194.3 Escrit6rios prqtuhn REPRESENTAÇO!:~
t:M.
Q~R~_L
Agentes no Rio de Janeiro das Companhias de Seguros «L'UNION» Fogo, Ac. Pessoais e Autom6veis
«I'..EL6HE, NSE» Fogo, Transportes e Cascos
«A
VANOUÁR~A»
«RIO
fogg e Transportes
Ofereç11111 eis Cot~~panllias de S.eguros as S!lQS lislat telet6nicas Nós cooperamos para o progresso de todqs os qut •t ocvpam Cooperem
também
para
o
nosso
represeotaqq~
76
incluindo as distribuições
GRANDENSE»
Incêndio e Transportes para 1951 1h• seliuros
compart'hias
nossos
.......... A<;iOSTQ
D.E
1951
razpes
ponçler4veis- para qu01 se impeça ri~co~
são, como
a
sua 'inClu -
aqicionais.
nilioa ;
trinitroanisol;
( trotil,
tolita ,
trinitrOII\elacresol;
trilitra,
trinitrotoluou
trino I, tritol, trintone e
trolita) ;
triplastit e . !!egulomento aprovado pela porta ria n° 575
(4)
de 23 de novembro de 1939 do Ministério da Viação e Obras
Públicas.
A~
( 7)
TAIIELA A
1 de
maio de
rodoviários ~-~~orelhas
. Arte,fqtos de
lquça~.
sanitóriQs, vidro~.
y[qro,
tadrilpos,
lejgs,
acima indicaqas são as constantes
lRB -
ci rcular do (5)
taxa~
da Tarifa Rodoviória com
~idras
~spelhos
mos!licos
e
e
cimento,
Atualmente
( 8)
os
seguros
geral ,
tes da publicação do I . R. B . n. 0
•'11
can1erva
inUrume"tos excejq em cos em
legumes, aa
qualq~er
,e"l
científiços
e
e similares;
PQfCOio<\OS
e
embaloQem precis.~Q ;
de:
mÓ.q~ing~
natural
exceto
ou
de
bagagens,
em
regulame.ntt~dos
sãq
p01las
qispqsições
constan -
item
.. , • . .
latas ;
louça s,
cristais,
e aparelhos; mórmores ,
bryto; roabílios em
partir de
cal
e similares; drogas ,_ produtos químicos e farmacêuticos; frutas
a
geral .
g'nera~
alimentícios,
redu~iu
as ta•os aplicóveis aos i"eguros
similares ;
similares; Azu -
~imilcues;
e
19.-4,9
em
alterações introduzidas pela
Ç>S
Tp 6/49. q.ue
geral; produtos cerâmi -
As
( 1 0)
triamente
clóusulas
aos
seguros
especiais
aplicóveis
rodoviórios
feitos
obriga -
pelos
trans -
portadores sã& as seguintes :
geral e seus similares; produtos engarrafados,
qualquer Qlle seja q sua n<;~t~re.Ja e embalagem ; produtos de perfumarias e toucador; refrigeradores e dios; tecidos de (êj, sêqg, algodão e similares alaodão
em
fardos
-
ró-
(exceto O
prensadas). de
TA.~ELA
(ó)
Áciqqs : fenol,
e
INF~AMÁVEIS
B -
azotidricq,
picrica
picrômico
arseniureto
de
1\iqrogênig;
ch4mbo
de
mercúrio ;
e
crqmatg ou
de
E E)(PLOSIVOS
ou
trinitraf~>nol;
ou
amida
a~aturetqs:
benzita
ou
de
amôoio,
de bi-
amônia ;
çartuchos
embaladas;
dimetildifenilurea;
chedites,
macarite,
diazobenzol;
cianogênio;
semelhantes);
dinitroglicql
qu
d[nitrod~luql
e
qu
emilito;
sulfato
dêstes
rodagem
em
e
a
mercadorias
seguradas
transportadas
a
pedido
por estradas
habit~olmente
veículos
Çlá1,1 s ulq ~
a
de
(Nobel
e
dinihomonoa-
ecrasite,
eritrite;
expresso
2 -
de
empregados
especiais
melinite,
e.sRoletas;
feita em
lic~:nciado~
em
em
e~tado
cqn ~ervaçéjo
perl'lito
provido~
lidite,
gência,
fluorina
~er
tra<upqrte deveró
devidamente mento,
dinit rotetra idro noftali na ;
binitroluql;te,
shimose;
refere-se
centrqlite
dinamite
c;linitrina;
di~itropropri lolicol
cetina ! picrina
cresilite ;
seguro
embarcadores,
gurado, quer não.
hipqclaro;
tri<1itrqbenzol ;
presente
terceiros
em tal mister, quer sejam de propriedade do se -
dimitro-
anídrido
Objeto.
mt~nidos
com
de
nome
caminhões
QO
segurado,
e
funciona-
qe cap.os de lanq impermeóvel e ne.çes~élriQs
os
inclusive
extintor de
apetrqch9s
de emer-
incêndio.
ou dinitronoftalina; fosfeto ou fosfureto de hidrogênio; htlminatq de {llercúrio; isgpurc;ito de « blaltillg ~ .
explosivas:
trodifenilamina ;
mononitronaftolina;
tronaftalina;
nitratos : de
celulos~;
~iroxilina;
qu
glicerina
ou
pjtrqroçmita;
metila,
ozanç;
naftite
ou
CQ!11RIItenlel , lados
nitrofe,netol;
nitro-
quqi~quec
nitroguonidna ;
fuhnioant~,t;
de
guanidina,
plastrotil;
pólvora;
de
p.oJóssio,
roblrit~,
de
b.e lite,
na
tráfego
Q~
p·~~QQ~
trini-
IIIQ.torislas ., Q.judantes d~t
~áQrios
e . devidom'tnte
pqlícia,
f>.fefeit4ra
a~lqfldades
de
ca11>
sódio s,cu•ite,
2.2
outros;
4'
co.nserv.ar
lünenite,
em
Os
segurados
seu
esuitóFie
transR:;)rles, bem como uma nifesto
de
CJalo;
hidrogênio;
tetranitroaAilina;
tlllr·H
sulfeto 0.4
ou
interferência
no
ou
se um
obrigam P.egistro
a ou
cada , tro des J<!US prepostos encarregados dos
lhantes;
de
matricu -
municipal
veículos .
tenite n. 0 3, e outras preparações e explqsivos semesiliciureto
de-
iqqneic;lade comprovada,
permanganato
de zinco; picramide ou trinitroanilina i picratos: de amô nia,
~
ser
nitro-
e
nitroglicol i
p.qpéi~
~erQa
hexqni-
amila ;
etilo
nilrqcritrita;
trinitrina;
:l . 1
piti!s1io; 9elatinas
seme(hcmt~:s;
gelinite e
sulfureto
de
ca•!lo
de caminhão,
tetronJtrometH11-
~ópio
transportada
de cada f\lO por
viagem
dqcumento.s êstes que a
com-
QUESTÕES Maritim1stas e de Seguros Geral
.8\.
BHA\.SIJL
~,..lO
Advogado A V . ll.O. . I&ANCO, 1t6, .- salas 1.102/4 ( Edíf.
do
t;WI~
4~
c;"cllto.
ll-..1 (~
MIM'
(ieral'
77
panhio
seguradora
poderá
· gidos no · ite111
examina r quando
apresentoró,
2.3 -
O
•
porte s
em
veículos
pelo segurado, ver si do
seguro
só abrang e rá
de
terc-e iros,
quando e sta
a
tran s-
e
êste
das
demais
tenha
concordado,
obrigações
no
certi dão
2.
da Tarifa
seg urado
do
coso
Rodoviá -
transportado r
do
item
inquérito
anterior,
respectivo .
arrendado :;
circ un stância
27 . 2 -
ti -
portador
previamente comunicada ao segura -
dor
8.
o
( '' )
ria
• lhe convi e r.
sem
constantes
desp esas
para
salva -
mento, arrecadação, tran sporte e/ou ou -
prejuízo dos
Quando o segurado tran s-
efetuar
it e ns
tros
si mila res
em
benefício
da
merca -
doria sinistrado, serão elas rateados en -
ant eriore s.
tre a s parte s interessadas na
2.4
O seguro não inclui a
sabilidode
civil
do
segurado
para
respon com
dos
valores dos
salvados
proporção
apurados.
ter -
ceiros.
27. 3 -
Para
que
o
pagamento
da indenizações seja efetuado · ao ·segu·
2 . 5 .,-- O s motoristas au ajudantes que,
rodo
transportador
para todas os efeitos do contrai o de seguro
êste
ap resente
são
proprietário
considerados
como
prepostos
dos
se-
é
indispensáve l que
autorização
das
mercad6rias
expressa
do
sinistrados.
gurados, deverão em caso de aciden te, o lém de
salvaguardar de
tâncias
os
diminuição
acârdo
interêsses
com
as
prejuízos,
dar
. . .... . . 3 -
circuns ·
carregadores
Cláusula de ressarcimento.
paro
imediatamente
Fica
comunicação do ocorrido p~~ todos o s meios
efetuad os
ao
sinis tro for con sequ e nte de dolo, culpa ou negligência
seu
dos
dos
alcance.
2 .6 -
O risco d e incê ndio, rai o e sua s
consequêncios,
guradas
en quanto
as
permanecerem
nos
utilizados
pelos
tualmente
mercadorias
armazéns
se-
habi-
para o inicio e destino da viagem
concordado do
que
nos
seguros
transportador, quando
o
representantes ou pre ·
posto s, o segurador efetuará a
pagamento aos
bertos de
própria-
e
por intermédio
do transportador, seus agentes, ficiários,
transportadores
en te ndido
a
bene -
da indenização correspondente ao s riscos co -
p e la
débito
apólice, ao
apre se ntando,
segurado
a
segu ir,
transportador,
efetuar o seu pagamento no
a
que se
nota obriga
prazo máximo de
1O
mente dita, está coberto nos têrmos do item
a ias, contados da data da entrega da referida nota de
3. 1 ( • ) salvo pa ra as mercadorias d e pro·
débito.
priedade dos
transportadores , em
relação às
quais êsses armazéns são considerados como
( •)
o s armazéns do embarcador e do consigna ·
«b» e
tório , a que se refere o cit ado item 3 . 1.
Isto é,
nas condições re fer idas
( • •)
O
nas al íneas
3 . 1. dêste artigo .
«c» da item item
8.2
da
Tarifa
Rodoviária
acima
mencionado te m a seguinte redação :
2.7 o de
veículo
Nos cas os de sinistro em qu e transportado r fique
prosseguir
viagem,
tador é abrigado a inquérito
policial,
o
requerer a
devendo
8.2 -
impossibilitad o
segurad o
justificar o
pedida
de indenização
apresentar ao segurador :
abertura de
para
o
mesm o
82 1 -
ser citada a com panh ia seguradora.
27 . 1 -
Para
o seg urado d e ve rá
transpor-
821 . 1
Além dos documentos exi-
RIO DE
-
EM TODOS OS SINISTROS : carta
de
reclamação,
contendo
umo
JANEIRO
Companhia Nacional de Seguros Gerais AV. RIO BRANCO, 91 - 5 .• And. Telefone 43-7745 SEGUROS
lncendlos Transportes Ac . pessoais e
Resp
Civil
DA. IIARTHOLOMEU
DIRETORIA
78
Subscrito
e
raallsado
ANACLETO
MARIO GUIMARÃES REIS {
CAPITAL
[oderecu Teiearafico : RroRrsco. Rio de Janeiro
DO
NASCIMENTO -
PREIIDENT!
IECRETARit
011. FREDERICO RADLER DE AQUINO JUNIOR -
IUPERINTENDEUE
Cr s 3 .000 ,000,00
AGOSTO
DE
11951
demonstração do val))r da, expedição e outra dos pre-
documentos
que
possam
justificar a
reclamação e
jvlzos sofridos e 821 .2 êst~
certidão do
inquérito
policial, quando
825.3 -
tiver sido levado o efeitc. 82.2 -
EM
CASO
822. 1 -
DE
PERDA
TOTAL
DA
( • • • ) As cláusulas especiaiS que devem ser apli cados obrigotóriamente aos seguro s rodoviários em geral, além das acima mencionadas e aplicáveis aos se· guros feitos por transportadoras (vide • • ) ~ ão as abaixas transcritas:
origina l do conhecimento de embarqu e
equivalente;
822 . 2 documentos
da transportador.
_!_
EXPEDIÇÃO :
ou seu
atestado
que
822.3 -
-
faturas
originais
possam
justificar a
e
quaisquer
Objeto
outros
reclamação
e
prova da p'erda, consistindo numa de -
claraçSo da Emprêsa Transportadora, sôbre o embarque
O . presente seguro refere-se a mercadorias transportadas por estradas de rodagem em veículos habitualmente empregados em tal mister, quer sejam de propriedade do segurado, que r não.
e perda dos volumes seguradas . 2 ·-
82.3
823 . 1 -
original do conhecimento de embarque,
ou seu ' quivalente,
que
lhe
será
sulvados fiquem
em seu
poder;
823 . 2
faturas
originais
devidamente
autenticadas
823 . 3
devolvido
caso
os
segundas
vias ,
de
emitido
pelo
vistoria
representante da Companhia de Seguro, ou outro meio dn prova
admitido 82 . 4 -
824 . 1
-
pelo
contrato de
seguro.
EM CASO DE EXTRAVIO : original
do
conhecimento
de
embar-
que, ou seu equivalente; 824. 2 -
faturas originais ou segundas vias, de-
vidamente autenticadas e 824 . 3 -
atestado do
sô bre o embarque e
transportador, informando
extravio dos
volumes
segurados.
o riginal do conhecimento de embarque,
ou seu
equivalente,
que
salvados
fiquem
seu
825 . 2
em
faturas
lhe
será
devolvido
caso
os
poder; originais
e
pedras ou obras de arte de qualquer natureza e, em geral, qua isquer acidentes de viação diretamente resultantes de caso fc rtuita ou fôrça maior, e extravio de volumes inteiros . 2.1 O seguro inclui, também, os riscos d e in cêndio, raio e suas consequências, durante a perma nência das mercadorias e/ ou do veículo em qualquer obrigo, galpões, armazém, garage ou oficina no percurso da viagem segurada não estando, porém , com preendida nessas coberturas a permanência das mercad orias nos armazéns dos em ba rcadores e dos consig natários. Outros si m, a cobertura dêsses riscos nos a rmazéns e depós itos dos tran sportadores, de início e destino da viagem segurada, fica limitada ao prazo de 30 dias em cada armazém ou depósito de início ou d e destino, contados a partir das 24 horas do dia em que
os mercado rias são aí descarregados, no todo ou em parte.
82.5- EM CASO . DE ROUBO: 825. 1
Compreende-se cobertas os « perdas » e « danos » provenientes de desastres rodoviários e resultantes de : incênd io e explosão do veículo transportador; colisão acidental do mesmo com outros veículos ou objetos; derrapagem e capotagem; incê ndio raia e suas consequêncios imediatas; desmoronamento ou qu eda de f erras,
ou
e
certificado
Riscos cobertas
"
EM CASO DE AVARIAS :
quaisquer
outros
2.2 O seguro abrange ainda porém sámente quando diretamente causados por um acidente rodoviário proven ie nte de riscos previ stos no item 2 as perdas ou danos resultant es de roubo total e/ou parcial, água de chuva, quebra, d'errame, vasamento e outras avarias . - - Ab ~ange, outrossim, o risco de
Companhia de Seguros Marítimos e Terrestres PELOTENSE 11
11
FUNDADA NA CIDADE DE PELOTAS, EM 1.• DE JANEIRO DE 1874 StDE- RUA GENERAL OSORIO, 7ll5 -PELOTAS -
RIO GRANDE DO SUL
AGENTES RIO DE JANEIRO LUIZ NUNES a CtA. bTDA. 134 • R. VISC. DE INHA MA, 2.• BAHIA CELESTINO SILVA · RUA PORTUGAL, 9-SAL VADOR MINAS GERAIS (BELO HORIZONTE) MANOEL JESUS DA ROSA E SILVA AV, AFONSO PENA, 759·2.• s.13
SÃO PAULO POCHON a CIA. LTDA RUA 3 DE DEZEMBRO, 17 • 5.• AP.
RUA
PORTO ALEGRE REN~ LEDOUX URUGUAY, 91
PERNAMBUCO CARVALHO NEVES a CIA. R. DA GAMBÔA DO CARMO, 136-1.•(R ECIFE)
PARANÁ (CURITIBA) A. COUTO a CIA. R. BARÃO RIO BRANCO , 229
SANTA CATARINA
BAG~ (R. G. SUL) RODOLFO MOOLIA & Cll . LTDA.
"PROTETORA" Cio. de Seguros C/Ac. do Trobelho
----------~-----------------
REVISTA . DE · SEGUROS
79
roubo, o'flundo dê dssalto a 'lftão arfn'lildá, ·deVidafne'nfe comprovado por inquérito policial.
todos a par\ir elas 24 i\oráS do dio da chegada. 5 -
3 -
Ex rcto eltéluídos do se!:'f uro ta nles •cte :
erda~
Se as mercadorias forem seguradas por quantia inferior ao seu valor, o segurado será considerado como •egõradeír péla diferenÇCI e suportará , e m coso de sinistro, a proporção dos pr!!juízos que lhe couberem
e 'danos resul-
3. i 'terfelli'ólos , êrclbnês, efúj!lçõ!!"s vu'lcdnicas e , e m geral, qualquer catástrofe ou cattíc1i • ó do notu·· rezo, não previsto acima.
em rateio.
Cada verba, se houver, mai s de uma na apólic e ou ãv'e ffioção, sera seporadáme'n le suieítà a esta condi ção , salvo se as taxas poro cada verb'a , fofem iguais .
3 .2 Atos do govêrno e dul ~ ridcfdl! s judiciais, medidas sanitários e danos e prejuízos derivados de me'"dill"o s ~!! 'stlfi'ê"!lrttenlo, 'éleslntecçêlb e /'óu 'q'(ftf(éntenó . 3 .~ -
'Conttabãn'ao
6 -
Verificação de sinistros
A ocorrênéia de si'rHsfros deverá 'Ser comun icada à cómponhia sé{furódo fa lõgd tjue o seg·u.rodo o sai'l:ro .
de éom'ê'rcio ilícito.
6.1 A apuração éfo s dáii ::> s deVerá ser feita po í vistoria realizada, de preferência , no local do aci dente e em presença de r!!p-resentante s dô sêgurodor, do transportador e do segurado.
3. 4 Guerra, guerra civil , revolução , greve, mo · Iins e rebelião .
3 .5 VíciO ·intrínseco dos bens e causas sêgu radós, insufi<iêncios ou im'propriedode de embalagem, se e sta e s1iver em contravenção, rpor on'alogie>, com o di sfiosto no « Regutamento Geral de' Transportes paro as Eotrodas de Ferro Bfo sileiras » .
61 . 1 Eni casos especiais, cu..., ido a companhia segura'doro , i)Oderõo ser os me rcadorias si'n1 ~ róda"s tró'nsportadas para um único depósito -ou "armazém, de pre ferência de propriedade do transportador, onde seja efetuada a vistoria.
3 . 6 ~ Dolo, culpa e negligência 'do segurado e/ou seús rprepos1os, agentés e rtlpresentól\les .
4 -
Cláusula de rateio
Riscos não cobertos
1 "-- S"úb-'f6§'ação
Começo e fim dos riscos
Uma vez paga a indenização, o companhia seguradora fica sub-rogado e se reserva o exercício de todos
Q segufo começ"a a vigorar des-de o momênto e à medida que as mercadorias segúradas são colocadas no véículo transpclrtador à parta do armazém e/au depósito de embarcador para viagem se"gu rad"a e termina
os direitos e ações que possam competir aos segurados , independenteme'nfe de c(úálquer cessão, transferência ou procuração valendo-lhe como documento o simples re:
caril 'à si/a 'fé1ircfd"à <lo vé'lculo lófri'p'ó 'naélór 'à porta do arrtfbfém é/Ou l(fé'j)ósit'o do des1ino'rór io, ilícluindõ du rarítê ó tr6nsito tõdàs os bdldeâçal>s efétoódos nc>S re spectWós Viogel!s é transpórlé's au'Xiliores entre os de"jr~rto s •ll"o eril'bdfc'õ ór e 'lrCíh !iportàdor é Vice-'Versó. Fi ca entretanto, entendrdo que o s'eguro termina no máxirrto 3 dias úteis após 'o c'hegado dos veículos condutores à localidade de destino no -,.;agem segvroda, con-
cibo de quitação.
7 . 1 - Sendo êsses direitos contestados , o seguro do se obriga, em qualquer tempo, o ratificá -los, assinando os documentos que se fizerem necessários, corren do ô~ rêfpect 1Yas despesas por côllfo da Companhia seguradora.
DIRETORIA: Presidente ~~- Nélsbll Ott61\i do ~e11do. Vice-Presidente Dr. Dreult Eln•n!'Y do Mello 'i SilVe. nsoureiro - Dr. Jefferson MelléiOIIfll to.to. Técnico - Snr. Robett HIU.
·e.
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1843
.12-717g e 32-7979 ( rêde interna )
CA PIT1\ L \UBSCR IT O F RF !\LT ZADO ... .. . .... .. Cr$ 2.250.000.00
Reservas matemáticas em J0-.12-1950 Cr$ 258.319.2o5,8o
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DN. A DA LRERTO FERRFJR A JJO I 'ALU~- A dvogado Direto r elo Banco Sul Americ-ano do Brasil S . !\. Diretor ela Imohil;aria Ita('JCa Lt.cla. l'res: dcnte da Compatlhia Brasileira de Fiaçii o. \ ' ice-l 'rcsidente da l'an am l'ropagancla e l'n>JJH>Ç;in el e \ ' ('nelas nR.
!.Ui :? JJE MOR / I!:.c.,· FJ/11? 1?0.'>' - .- lih ·n,r;ur/,J Di ctor do Banco Sul .'\merican o do Brasil S . ,.\ . fh etor ela Imobiliária lta óca Ltda.
SR.
GERALDO CUJLJJERJ!E Chefe Geral da Produção
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SY L V JO ALVES DE LTA1/1 Comerciante Sócio da firma L ima, Nogueira & Cia., de Santos
DRACS/ lf.:
SR . ROMEU LEAL Gerente A dmini strati,·o S R.
CARLOS T esoureiro .
BRECH
A PRUDENC!/1 CA PITALTZAÇÃO foi autori zada a funcionar pelo Decreto n. " 19 . .180. de 22 de O utubro de 1930. do Govêrno Federal, c é fi scali zada pelo Departamento Nac-ional de Seguros Privados e Capitali zação .
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REVISTA
DE
PRUDENCJ/1 C/IPJTALTZAÇ.riO é u111a envp·r êsa gemúnamentc nacional, com di?·etorrs c ao:onistas BRASJ LEJROS.
SEGUROS
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Habituados a tratar exclusivamente de asspnt os científicos e técnicos ua scára econômica, pois que temos ev itado ele escrever sôbre quaisquer outros que não o sejam, sentimoHo,; com dificuldades c mesmo um certo acanhamento quando, como agora, somos obrigados, por fôrça ele comiicçúo que devemo~ P' uclamar, a comentar, com o prupos1to ele alertar espíritos menos a ,-isados_. sôh rc as g1 :t ves cousequêm:ias cconOI111cas que se csUI •çam quanto aos já famosos .. Seguros 1, utais". Segundo depreendemos da leitura dos jornais, o Diretor da Divisão elo Impôsto de Hcnda pretende demonstrar a existência de larga e grossa fraude, com relação aos contratos elos '·Seguros Dotais 5'', acusando a~; partes contratantes segurado e segurado,· - ele participarem numa operação fictícia e s mulada desses contratos que visam, na opini;-·o de sua senhoria, exclusi1·amente, mediante arranjos de escrituração contábil , forjar meios de evitar o pagamento de in1postus ao erú ri o público, em rirtu de da taxaç~iu a que esta riam sujeitos os rendimentos de uma da · partes n •.. caso, o segurado. A êsse zêlo do Di reto r do lmpôsto de Renda, nossos aplausos ! l\1as, já pensou sua s:. nhoria que êsse seu zêlo pode ser mantido com toda eficácia se cumprir a sua ob1·igaçãn C<Jlll menos a larde ~ A função pública ex ige. d::ntre outras coisas, distinção, elegância, ponderação, tatu, e, sôhretuclo, honestidade ele. p;·opósitos. E sua senhoria parece ignorar essas coisas elementares para '· um admin istracior da coisa pública. Não pretendemos, nem de longe, discutir a possibilidade de os Contadores da DiYisão do Jmpôsto de Renda- exímios peritos, cc ,mo todos o sabem - virem a demonstrar a i icção, a simulação e mesmo a fraude nesses contratos, se acaso êles forem, de fato, irre82
gu iares. O que nos mamos sinceramente c1uc: será lançada a ,-ida dentre.: nós pelo
preocupa - c o procla- é a pn:caric:dadc em inst itui çi'to do seguro de f ato .sle se estar atentaHdu
wntra a dignidade daqueles tl ue nüo tendo _lJartici]Jado das possil'tis irregularidades, venha~1 a sofrer - e o sofrerão sem a menor dí11·icla con1 essa demoliçúo mura l dos a licerce · de uma ati 1·idade economico-sucial que· ape nas começa a amad urecer os seus frutos - quer prC:I·iclenciários, quer econôm icos_. quer soc1a1s. L)elo modo como o Di reto r elo lmpôsto de Renda anuncia c propaga a s ua ação e a de seus auxiliares, num f lag rant e c descomedidu desdem pelas nonnas que regem a adm_ini stração pública, principalmente quanto ao sigi lo que deve manter em tc"m1o d o conhcimento das si tuações elos contribuintes da Fazenda Nac iona l, daquí po1· diante ninguem Gusaria realizar contratos de seguro de vida com receio ele que mais tarde tiYcsse ele cumprunu·, perante a upini i"u1 pública. us se us mais íntimos propósitos, uma ,-ez que s:.: procura dar, no mom ento, un1 aspéctu cri mm uso a êsses contratos . Dentre os g ravíssi mos prtju lzos que: tal atit ud e - essa de tornar público aquilo q ue pela sua natureza é abso lutam ente sigil oso ~
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PAULO 8. JACQUES
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ADVOGADO AÇÓES DE SEGUROS
especialmente referentes o sinistros dolosos •
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sistência a inquéritos policiai s, proce ssos - crime
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e no Tribunal Marítimo , etc.), e ações de ressarci -
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mentes.
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RESIDÊNCIA :
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37-7897
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pode provocar, uma diz r espeito especialmente à própria Fazenda Naciona l : diminuiçfto da renda provenientes d(>S impostos qttc gra1·:un as opcraçúcs de scgu ros ele vida. · im, ·c se atenta contra uma a ti v idade que proporciona ao erário p úbli co uma renda s ubstancial 45 milhões de cruzeiros, em 1950 - é de sê esperar que a própria Fazenda Xacional seja a mais prejudicada. Isso para ·não salientar aspéctos outros -como sejam : desinteresse por parte de fut u ros cand idatos a esses seg-uros, em realizar tais contratos de pre1·idência; impossibi Iidade aos corretores de companhias ele S t~gurus de ,-ida de contin uare m no mi stér que lltt's d;[ u püo para as suas famílias; suspeição dt• uma at iYidacle até em;io honesta e útiL Fazer de um ato de rotina - o cump rimento da obrigação de zelar pelo interesse da Fazenda. Nacional - tabú de competência e aut oridade. quand o isso prejudica os interesses públ icos e pri I"<Hios em tüo grand e escala, parece-nos uma 1·isão muito estreita ele um horizunll' ti'to largo.
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(FOGO E TRANSPORTES) · FUNDADA EM 1886 CAPITAL Subscrito e realindo Cr. 1.500.000,00 RESERVAS Em 31 de Dezembro de 1950
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PORTO ALEGRE, rua Siqu eira Campo s, Ag encia Brasileira de Re presentações FORTALEZA, rua Pessoa Anta·, 73 , c. Companhia P. Machado Expo rta~ão e SÃO LUIZ, Maranhão, rua Portugal 199, MARTINS , IRMÃO & CIA . •
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AGOSTO
DE
1951
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por .l!ilton. de Olit:cira Castellar Espejal para a "1\EVl "L\ D E SEGURO S" O Dr. Odilon de lJ eauclair é o nosso e11tre\·istado de hoje. . I'residente el o S iml: cato das Emprêsas ele Seg-urus L' ri \·ados c Cap itali zaç~t o do H io ele Jane:ro, l\Iemhro do l'onsellw Técnico do l'nst ituto de ]Zesseguros do llra si l. DiretorTcsuurciru do -l'luh de Seguradores e Ban· ouc1 ros . I'res id ente da Amer:ca:1 ln ternacio-
J.ri!I J(I. Us s:: us projetos, os seus problemas e, pr;J!C .pahncntc. as suas dificuldades. que poderiam ser IT nlo\·idas sem ma;ores tropeços se dcpcndcssc somente da a( uaçào do seu pre· sidl' JJtc c de suas conJissiics técn icas. são preocupações d<.: toda hora du ilustr<.: eJJt rn·istado. REVISTA
DE
SEGUROS
na! U nderwriters que rep resenta no Brasil a "Firemen's Insurance Company of Newark", a ntigo e exp rimentado segurador, o Dr. Od ilon de: Beaucla;r ma nteve conosco uma interessante palestra, quc procuran1os reproduzir liuhas abaixo com o máxi mo de fidelidade . .Por força do ambiente, o assunto gi rou em torno do Sindicato. que preside com muito
Reitli7.ou--se a entrev ista na séd~ do S in· di ca to, magrii hcarÍ1ent~ instalada no edi fiei~ '· SegLirado'ras ·rret~~lidas" , ele · propriedad~ da ll liohi li úi·i a Segui·adoras Reunidas, S. A., incor po rada em virtuck de uma deliberação to· inada pelas Companhias ·ue Seguro na -antiga sl:(k du Siuclicato.
O edifício onde está in stalado o Sindicat o é nma das mai s belas construções do Ri o de Janeiro e que honra a arquitetura nacional, sendo apontado. em revistas est rangeiras. comu uma das mais brilhantes realizações no campo dos edifícios para escritórios. l ~ ncont r ámos o Sindi cato em pl eno expediente. Registro de correspondência recebida de tôdas as partes do território hras·h::ro . expedição de circul ares . duas comis~üe,; técnicas trabalhando. enfim. em plen a ati,·idadc o óq~iio de classe que tantos bendícios ,-em proporcionando aos segu rado res.
/.iS TA S iTISI ;E ITO C0.1! SI i\' DICA TO TEM _-lT É AGOR A !
O ÇJ( -E U CO :\',\Ii G (.' !JJ()
tão de reservas de seguro tem que girar em rorno do binômio Liquid ez-Rentabilidade. alguém teve a "genial" id éia de sugerir ao Go,-êrno encarregar-se êle própri o de a plicú-las. Por duas vezes dir ig imo-n os au sr. Presidente <b R epública, a primeira so licitan do ter um representante na comi ssào dc:-;ignada para estudar o assunto e. na segun-da . pedindo ,-ista do traba lh o já apresentad o. l ~sla mo ,; , a li ás . cer tos de que S. Excia .. com se u pr!l\·crhial cquilíbri u c profundo conhec:ntenlo dos hom ens c das cousas. não permitirú que ê:-;sc patr itnúnio re:-;peitá,-cl, não ta ntn pela;; (·i fras que encerra . como pela eleYada dest inaç;i" cspcdfica qu e tem. de fazer face Ú:-; re;;po n:-;abilidades as umida s perante dezena s ou lTIJtel!as de milhares de segurados. sú ia da s tn;-tos das Companhias que souberam con ·tituí-lo com sabedoria e honestidad e.
O trabalho sistemático c per<stente, se yue sem alard es, q uc o nos so S ·nd icato ,-em realizand o atrav és dos a nus. começa a o fc recer seus i rutos. lnd isnll j,·eltnente já se nota pel o tnénos um ini cio de nwdi ficaçào nu n·ato dos negócios relati,·os ao Seg·uro Pri,·ado. ,\ nossa ati,· idacle ,-ai. pouco a pouco. ucupan -
Os Institutos de .-\ posentadorias c Pensões têm nos dado .muito trabalho. O TAPH arrogou-se o monopóli o de operar em Acidentes do Trabalho. Ti ,·cmos que recorrer a um mandato ele segurança. te11dn ga11ho de
dn a posiçúo que lhe cabe como expressão eco nomie<•. do paí s. É claro lllle muito mais poderíamos fa ze r se fossemos ouvidos pelas au tc ridacles. o que nem sempre oco rre. T emo;; a certeza de que a nossa experi ência se ria de muito ,-<dor para o LegislatiY o c o Execut in• . O seguro é uma especialidade. aliús 1Je11t complexa, c somente aqueles que por largcs anos · I idam com seus problemas é que estão em condições de oferecer as soluções adequadas . no benefício da coletivicláde.
Aliança de Minas Gerais
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COMPANHIA DE SEGUROS RUA
DOS GOITACAZES,
15,
1.' andor
!ELO HORIZONTE Fone : 2-4153
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l Subscrito.
Capital) Realizado . .
Crf 5. 000. 000,00 Cri 4 . 361 . 120,00
DIRETORIA: Dr. Dr. Dr. Dr.
QUA iS SÃO SE[ 'S PRl.VCIPATS PROHLE iV!AS ?
Luiz Adelmo Lodl Trajano de Miranda Valvetde Olimpio Pelix tJ, Araujo Cintra Pilho Alfredo Egldlo de Souza· Aranh.t su,ursol no Rio de Janeiro :
Tantas são as preocupações que temns nn momento que não sei por onde principiar. T omemos , por exemplo, a questão ' da aplicáção das reservas. Na fa lsa suposil:ão de que a parte disponÍYel das reservas das Companhias de Seguros se elevasse a cifras ast ronomicas ( antes fosse assim ... ) e esqu ecendo-se de r1ue em tôdas as partes elo tll\ll'ldo e~ta ques86
RUA DA ALFANDEGA, 81 - A -
2.'
fone$ : 23 -0626 e 43 · 7396 Sv,ursol em São Paulo RUA
DIREITA,
49 -2.?
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Endereço Telegrófi'o -
Telefone
3. 4930
ALARIMA :t
AGOiTO
DE
1951
causa por unanimidade no Tribunal de !tecursos. O I A PC está indev idamente realizando seguros contra Acid entes do Trabalho. Como. porém. nào goza de monopóli o (se bem que muitos fiscais têm coagido s egurados nossos C1 '11l a mentirosa a legação de qu e as apólice · das companhias expirarão automáticatncnte em 31 ele <l ezentbro <lêste an{J. o r1ue mot ivou uma decla raçào esc larecedora do uosso S in dicato ) nüo recorremos a m edidas judiciais. Sonws pela line conco rrência. A todos deve set' dado luga r ao sol. Teráo a prefer ênc; a da clientela aqueles que ntelhor a s:: n ·irem . Nada de: priYil égios ou monopóli os que geram ineritávelmente o descaso c o desi nt erêsse. O que o I A PC est;"t fazendo no ramo [ncênd io . porém. é m usa d i f ercnt c. Sem ce rimônia alguma. sua .-\dmin;straç~lO Central instruiu as cli,·ersas Deleg-acias ]{egiona is a r ec usar, pura c simpl esnt en te. as apólices el as Companhias de Seguros que cobrissem ?ens hi potecados ao fn stituto. flle mesmo fa ria o seguro. sem apresentação de unt úni co documento. cobrando. porém. o prêmio " de acôrdo com as ta ri fas usuai s' ". .. Tal atitude incompreensível do 1:\ PC moti YOU enérg ico protesto de nossa rarte junto ao Dt\SPC e ao ";\Iini st ro do Trabalh o. Como não tivéssemos logrado qualquer providência conct·eta. acabúmos de recorrer à jus! iça e Yet·emos. talvez ainda dentro dêste mês . :;e ces ·ará ou não o abuso ... V á rias M un ;c i p"al idad es a um ent aram para ci rras proibi ti ,·as o impôs to de indústrias e profiss6es . .-\ g ra nd e mai oria ate nd eu ~~ nossa élrgum entaç;lO. como a de R ecife. em grande púte g raças à ação p ronta e ef iciente elo nos ·o Com ;té Regional ; urnas po ucas, como ~.- d e \ "itóri a. não 1·oltaram at rás, o que motirou a medida judicial que impetrámos, em nome das associarias .
seguro de Transportes Marítimos parece que gerou uma epidemia . . . A prin cipio eram o l ~nid e e a Costeira l!Ue o desejavam. Agora . é o In stituto elos Marítimos ... Há muita gente. que pensa que fazer seguro é receber prêmio. Sinistros. resseguros. r eservas. etc. não contam. H;'·. inúnteros projetos. un s em a ndamento, outros pa rados . mas há de tudo, como, por exempl o : autorizando as Caixa s Econôm .cas é'. faz er seguro; cria ndo o Seguro Agriu·io; incorporando um Banco .Hipotecário, Agrícola c indust ria l com parte da receita proveniente das operações ele seguro outorgando ao I .\ I' ETC o m onopóli o do seguro de responsai>il idade civil dos transpo rtes coletivos; autorizando o m esmo In stitui u a fazer o seguro dos veícul os que financiar. etc. etc.
(jr-J/f :lfOS DT c·E R Qf ' E HA MUITOS PROJETOS D Ti T.E TS E.H ANDA' .lTEJ\70 l\'0 CO.'\' G T?F:SSO. PODE.l fOS SARE R Sc)R T?T: O Q UE VER-
1\ão pense, todavia . que só a Diretoria, o Departam en to Legal e os f nncionários trabalh am nesta rasa. D ezenas de seguradores, reYesticlos de um ciespreendimento digno dos ma iores lou,·ores, . colaboram nesta obra. São os membros das nossas Comissões Técn icas. Temos uma Comi ssão Técnica para cada ramo c u que cada uma delas realiza, na organização
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Sfío dezena os projetos ~presentados ao Congresso interessando o Seguro PriYado. O REVISTA
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SEGUROS
h- SôBI<.E 0.)' ACWf.NTES DO T!?ABALHO ) Não aceito que os legisladores concedam monopóli o aos [n stitutos ainda mai s que a tnaior ia d êles . senão s ua totalidade, não está em condi ções de aceitar r esponsabilidades em tôdas as partes do território nacional. O ser ,·iço que as compan hias ele seguro vêm prestando desde a implantação da primeira lei de .-\ cident es do Traba lh o em 19 19 não é cousa que se despreze por uma hipótese. A lém di sso, tudo o que é mom1pólio é od ioso. A virtude est{\ em estimul a r um se r viço cada vez m elhor c isso só se consegue pela li vre concorrência Se os Tnstitu t"s trabalharem m elhor que as Companhias. a utomáti ra mcnte ficarão sós. .\'"a da terão. portanto, a receia r de nossa concorrência.
PELO QUE ESTAMO.)' OUVINDO , A DIRETOR f A TRABALH A MUITO ...
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e interpretação de Ta ri f as, no esclarecimento
às Associadas sôbre ·uas dúvidas, na orientação que traçam aos comités regionais, onde, também contamos com pugilos de intemcratos defensores dos nossos interêsses, é cousa que não se póde descre,·er com poucas palanas. E quando pensamos que tudo isto se faz sem l(Ualquer remunerat;ão. roubando horas preciosas do tempo de cada um . sentimo-nos quase que envergonhados pelo pouco que temo" :cito.
Clube de Seguradores e Banqueiros Realizou-se. no dia 27 deste mês às 17 illlras. na rua Senador Dantas. 74 17." anelar . a solen idade ele inaugurac;ão do Clube d ~ Seg-uradores e Banqueiros. A ·na primeira diretoria compõeni-se dos Sms. - Conselho Diretor : .-\ll'aro Pereira, I 'residente Oscar Sant' Anna. \'ice- Presidente Angelo Mar ·u Cerne. 1." Secretúrio - Custód io da Cunha \ ' ieira. 2." Secr etúrir' - Odi lon de Beauelair, Tesoureiro Consel heiros : Donald Lowmles J·:tienne I ·aul Ri cher .I uão Borges Filho -- Manoel Ferreira Guimarães Haul I 'int rJ d :: Carvalh o - Renato A . Pere;ra ela Sih·a. .\s 17 horas . o Monsenhor J kmiqtH.: .\ fa g-alh ;ics procedeu <t benç;io da sed ~ r: . a segnir. l';;ou ch palana. dando por inaugnradu u l'lnbc de Seguradores c Jlanqu :; rns. O Snr. Dr. Oscar Sant '. \nJF!. Viccl'rcsidente. agradeceu a presença do;, con ,.,_ rhdns. fazendo uma oração sô bre us propú:-; itos dessa no\'a instituição. Em nnme dos assnciados. falou 1, Sn r. ]')e putado Carlos Luz . tendo a seguir usado ela. palavra o Snr . Dr. João Carlu~ Vital. Prcicito do Distrito Federal c idealizador elo Clube. A solenidade estiveram P.resentes os Snrs. Dr. Horacio Lafer, l\1inistro ela Fazenda. Dr. Paulo da Câmara. Presidente do Tnstituto de Resseguros do Brasil. Herbert Moses, Presidente da . B. L representante.-; do ~ifinistro do Trabalho c do Presidente do l~anco d() Hrasil, . !\ ]mirante · Doclsworth ;\lart ins. repr-esentaudo o Rotary Uub do l{io de Ja88
ne.iro, Snr. Julio A velaT representando a Associação Comercial do ]{io de Janeiro, Comandante J. G. de .-\ragão, Diretor da Lighl, associados e numerosos con viciados. Foi serviço por essa ocas;ão um "cocktail " aos presentes. A. propósito. cumpre-nos informar que 1· Clube de Seguradores e Banqueiros. ora inaugurado. é o primeiro que se funda no 1-\rasil. à se1nelhan ça elos existentes. com idêntica finalidade. em Nova York. ;\ lexicu . Sant :ago do Chile. l .onclres e em outras grandes cidad es do mundo. .-\lém do salá0 ·de leitura. sala de estar. restaurante. bar. salüu de barbeiro. manicura. duchas e massagen s. conta o Cluh :.: de sen·içu de secretaria e telefones para nso du;; sóc ios. Ac r editamos que essa iniciatiYa seja coroada do melhor êxito e que seja adotada em outros grandes centros elo país. contribuindo, ass·m. para qne ma is e mai s se estreitem as relaçôes entre hanqueircJs e seguradores, interessadas como se acham ambas as classes em trabalhar p ;:lo . progresso das respectivas inst ituiçôes. e. ronseqnentcmentc. pio progresso do Brasil. ;. li tli tli Clllll!: li 1111clllllll t11111 []111111111111 []li tllllllllltlllllllllll~ u
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Rua Floriano Peixoto 2, 1.
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Sauta Catarina
Caixa Postal 184 Endereço te!. Mu T U i\ Fundada em 193 8
S E G U R* O S D E
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da rua 15 de Novembro Telefone : 1190
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Mais de um bilhão de cruzeiros I Desde março de 1947, as responsabilidades da Companhia "Previdência do Sul" para com os seus segurados, em número de 35.000 oproximadamente, sobem a mais de Cr$ 1.000.000.000,00 (um bilhão de cruzeiros) , pOt apólices de seguro de vida em pleno vigor. Ta i s responsabilidades constituem possivelmente a maior, senão a única proteção econômica com que poderão cantor, em dias incertos do porvir, as 150 a 200 mil pessoas que v ivem na dependencia dos que as fizeram beneficiarias daquelas apol ices.
O prezado leitor, - que naturalmente deseja, como todo homem de bem, garantir da melhor maneira possível o futuro dos seus ente' caros, • já conhece, porventura, as excelentes condições em que a "Previdência do Sul" pode liberta-lo de tão absorvente preocupação? Se as não conhece, Slirá prazeirosamente informado, uma vez preencha o cot~pon abaixo e o remeta à sede ou a qualquer dos ·escritorios da '
Complinhia
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AL EG R E (sede)
Cx. Postal 30 BELO HORIZONTE
Cx. Postal 898 RIO DE JANEIRO
Cx Postal 324 CURITIBA
Cx . Posta l 644 RECIFE
Postal 242-A
(x .
SÃO
c,._
PAULO Postal 148
BAÍA
COMPANHIA Dt: SEGUROS DE viDA " PREVI DEN CIA DO SUL ·' Cx. Post al Cidode de .. Peco
envlar•me,
modernos
Nome
compromisso, fnformacões
dt
119uro de
vida
sôbre
dust
11
mat 1
Componhl•
........................ .............................. ............... .... Idade ........... .. ........ .Est. civil ..................................
Res idência (bem legível): Rua ................. . CidadA
IMSTA :DE
sem
111odolldodts
$EGUtOS
................................................................N.• .......................... . .......... .................. .... ..... .... Estado .........................................
89
4 ~
•
•
•
....
• • • • • • • •
·,
Companhia
11o61emoJ lo SE6URO
FIDELIDADE
,
PAULO ANDRE
de Seguros Gerais INctNDIO
~e inun~a~ão
ORisco
LUCROS CESSANTES ACIDENTES PESSOAIS AUTOMÓVEIS RESPONSABILIDADE
CIVIL
QUEBRA DE VIDROS Em
Kansas,
nas
Estadas
Unidas
da
América
da
FIDELIDADE
Norte, ocorreu uma inundação, julho último, cujos pre -
• ,
TRANSPORTES '
juízas a sce nderam a elevadíssimas cifras . A catástrofe ,
Marftimos -
como não podia deix ar de ser, faz. reavivar em no ss a
-
mente a velha idéia da organização de um plano de
cionais -
seguro pelo qual se possa, de um modo racional, pro -
mentares.
mov er
a
cobertura
das
riquezas
muitos
foram
expostas
a
tão
Tl!rrl!stres -
Aéreos
Viagens no Brasil e InternaAcl!ssórios e comple-
CASCOS
de-
va stador evento.
RIO DE JANEIRO Sabe -se
que
os
planos
enge ndrados, e que inúmeros foram,
até
desde os
hoje
RUA VISCONDE DE INHAÚMA, 134 .
São Paulo
do século passado, as tentativas levadas a cabo para
Companhia Anglo Americana
firma r a exploração de tal segura, vitoriosamente, em ba ses sólidas e auspiciosas. b ém
foram
tude
das
as
Entretanto, inúmeras tam-
companhias
levadas
à
ruína
6 .'
meados
em
vir-
indenizações, muitas vezes superiores às suas
de
Representações
de S'eguros.
. .............................. RUA BOA VISTA, 314 • 10.•
po ssi bilidades patrimoniais, a cujo pagamento se viram obrigadas.
E:'lllllllllll [] 111111111111 [ lllllllllllll []111111111111 []111111111111 [] 1111111!,:
Assim,
nada
obstante
o
insistente
trabalho
que
ai (, hoje se tem desenvolvido em busca de um plano sati sfatório, ainda
se
as
perdas
por inundação
acobertam,
mui
si!tc ma pelo qual, desde
há
governamental
n=>
mesmo
muitos séculos, vêm elos
sistem~
send o reparada s: o
auxilio
nos dias atuais
deficientemente ,
de completarem-se , com o
(minguado,
mas
sem pre
efe-
tivo em tais oca si õ es ), as doações individua is, pelo re · curso à caridade pública.
Um sistema, indubitàvelmen-
te, que ofende a cultura econômica do século XX . A compl~xidade dêsse problema securatório, com · provada pela largueza do tempo em que êle se tem mantido
em
pectivas
incógnitas,
sõbre
o
assunto,
Dig amos, que é p la no
equação
pois,
dentro
para
que
(perdôe-nos segundo
me io
da
bl icas
e
da
resolvam
que
nos
estreiteza
encerrar
o
o
êste
eminente
qual
conjugação privadas .
quibilidade
o
os
res-
estendam o s
desta
ligeiro
Com
coluna .
comentário,
mais
internacional
de mais confiança,
pelo
que
seria
entidades
afigura-se-nos,
consórcio
mestre
risco
de
particulares de seguros.
sim,
integrado
o
conce-
enfrentado de
nítidos
isto
seguros,
laivos a por
de
sugestão
número
e
dos
i"
FUNDADA EM 11 • 11 • 1918
ar-
-~~
= w
i " i-=
u
-
~
w
~
"
~
Capital . .. ... ... . .•. . Reservas .. .. .. .. .. .. .. Prêmios em 1950
:
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de
::
-
~
exe-
de Seguros
2
pú-
companhias
natureza
AMERICANA
:= ~ = ~ " = E
I i=
Companhia
I"
por
Esta idéia, por certo, é digna
gumentos . em que se apoio.
90
se
permite
por todos os títulos inverossímil o sucesso do
b eu )
um
sem
não
~
E!_
= ;::;
§ §
RUA
JOS~
Cr$ 2 . 500. 000,00 Cr$ 30 . 75ó.004,10 Cr$ 17 . 705.497,60
ft
~
~
= _
C
MATRIZ BONJFACIO 11 O
São Paulo
§ ~
(Prédio Próprio)
i-
~:1
Sucursal do Rio de Janeiro , RUA M~XICO 3, 7' ANDAit ·· (Prédio Próprio)
i
i
Sinistros pagos desde a lundaçilo Cr$ ó9. 129. 25ó,30
WiiiiiiUIIIIIIIIIIIIt-lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[]tllllllllllli AGOSTO
O!
1951
Companhia Nacional Seguros de Vida
São Paulo
Afigiuro -se- no s,
Na edição do ANUÁRIO DE SEGUROS co rres pon -
porém,
interessante,
ao
alertarmos
dente a 1951, por lamentável êrra de revisão, figu rou,
a atenção dos no ss o s leitores para o êrro a que acima
ao alto das página s 160 e 161, a i ndicaçãa de que a
fizemos, alusão, aproveitarmos a oportunidad e para des -
«São Paulo » -
taca o alguns
Vida,
o
Companhia
conhecido
e
Nacional
justamente
de
Seguro s de
acreditada
números referentes ás atividades da São
PauL...• no a no corrente.
em prês a ,
Quanto aos anos anteriores já
que honra a capacidade d e realização do povo bras ileira,
fizemos e m ocasião próprio, a analise dessas atividades e
havia sido fundada em 1930.
a s comentamos com os louvores e os aplau so s que despertaram
em
no sso
es pírito,
pelo
muito qu e
significam
em pról da difisão do segu ro de vida em no sso meia .
Na realidade, como não ignoram as que com ela
No mês de Julh o dêste ano, par exem plo , conforme
tron soci onom e lh e não desconh ecem a brilhante traj etória ,
foi a « São Paulo » fundada em 1920 , isto é, dez anos
se
antes daqu e le que foi indicado na publicàção referida.
Paulo » , a produção de prê mio s da Companh ia, somen te de
Se tantos e tantos fatos não nos fariam esquecer
vê
da
boletim
seguros
novos,
ena data , que d e ve ser marcada cum alba lapillo na
respondentes a
história do seguro no Brasil, um só bastaria para nô-la
entradas em vigôr.
VISTA
DE
mesmo
ponto,
SEGUROS. por
Marchamos,
via s paralelos ,
assim, em
partindo
busca
da
1
a
Cr$
91.689 .0 00 ,00
pela
4.013.669,50, de
« São cor-
nova s apólices
impressionante ritmo oscencional, que culm inou, no mê s
do
em questão, no regis tro de sses extraordinários resultados,
maior
qu o dão bem amo stra da pujança e da vitalidade da
divulgação dessa medido de alta pre vidência, consub s-
grande e mprêsa de seguros.
tanciado no seguro, atuando cada qual no setor qu e lhe
Há males que vêm para bem . . . É a que ocorreu
é propício. Dize r
atingiu
Cr$
editada
A marcha de seus negócios se tem processada num
tornar se mpre relembroda. É que a fundação da « São Paulo » se deu no mesmo ano em que apareceu a RE-
« Atualidades » ,
no coso presente, que nos of erece u o ensejo de focalizar, de
como
nos
temos
desir,cumbido
de
nossa
mai s uma
vez, a
sig nificação da « São
Paulo »
no âm -
tarefa, nãq é este o nos so propósito no momento e nem
bito da seguro nacional, onde figura como estrela de
é oportuno a ocasião .
raro é intenso brilha .
.. •• •• •• •• •• • • • • •• • •
NOVO COMPANHIA DE
• • • • •• 4 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •
•
SEGUROS
t
MUNDO TERRESTRES
E MARITIMOS
•
M IRAMAR COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS GERAIS
• ITAMARATY COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS GERAIS S E O E:
RUA
DO RIO
CARMO, DE
65/67
JANEIRO
............................................. SUCURSAIS E AGENCIAS NOS ESTADOS
,
DE
SEGUROS
~
91
I
1
e 'iiía•-•••-o••~-...o--o
....... ........._,.,~~~._ ·- ........................ _ ................ • • ...
Sé de : Rua Brigadeiro Tobias, 356, 7. 0 andar São TELEFONES:
Coixo Posto! n .• 72..04
P..aulo 32-7161 32-7162 End. Teleo. "POúSEOURO ..
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TRANSPORTES
DE:
RESP. CIVIL - ACIDENTES PESSOAIS AERON,A\UTICOS
DIRETORIA:
}
Amador Aguiar Galdino Alfredo de Almeida Vasco Santos
Jr.
AU TO MOVE1S
Presidente Vice-Presidente SuperiutenJeute
SUCURSAL RfO D!!: / .-\'l ~[{J - h . P,·,HiJnb W.lur1 D3, 2.•, s/201/2J2- Tel. 42-9172
Representanhu nas seguintes Capitais:PORTO AlEGRE CURITIBA FLORIANOPOLIS SAlVADOR RECIFE JOÃO PESSOA fORTAlEZA IEL~M
MANAUS
~92
·-·-·-·-·-·-·-·---·-·-·-·-·-····-·-·-·-·-·- -
-·-·-·- -·-·-·-·- -
AGOSTO
DE
1951
(.11
A
Visita do Dr. Jorge Bande ao Sindicato das Empresas de Seguros Privados e Capitalização do Rio c:Je Janeiro, em 28 de Julho de 1951 A propósito dessa visita, pediu-nos o Dr. Angelo Mário Cerne que retificossemos alguns
a~s
trevista concedida p e lo Dr. Jorge Bonde brasileiros
e
publicada
no
número
parte das conferências que proferiu em Paris e Madrid,
pontos do en-
de
foi o seguinte : -
seguradores
Junho
« Si as ressegu radore s euro peu s quizerem manter suas
último
posições em nosso continente, necessáriamente lerão que
da Revista de Seguros. Como ilustre
resumo
o
segurador
mudar de meladas e de ações. O ressegurador europeu, publicado
chileno,
não
natural
foi
era
revisto o
que
para poder continuar a trabalhar na mesma escala em
pelo acon-
tecera . Alguns aspectos não foram bem apanhados, não exprimindo,
por iss o,
em
alguns
pontos, o
pe~samento
americanos,
operar
base
à
de
terá
uma
que
conformar-se,
política
de
jó,
em
reciprocidade.
ê
aconselhavel, ainda, que desl igue sua norma de resseguros de sua politica de expansão no campo do seguro
do D" Bonde.
direto
Foi o próprio Dr. Jo rge Bond e que, escrevendo ao Dr. Cerne, most rou alguma s traições da
m ~ mória
aludir
à
circunstância
de
que
o
Dr.
e
não
subordine
a s condições
cantratuois
dos
resseguro s às concessões que os paíse s americanos dõa
daquele
às agências estrangeiras em seus territórios » .
que recolheu a s suas pala vras para da - la s à publicida'de. Devemos
mercados
Na passagem referente à Conferência de Bruxelas,
Bonde
falou na sua lingua materna, o castelhano, o que teria
ao aludir a a ponta de vista ing lês, qu iz o Dr. Bonde '
co.n corrido, apezar da pro funda semelhança entre aquele
explicar que as britânicas olham com certa reserva o
idioma e o po rtuguês, para que a sentido de algumas
estabelecim e nto de uma organ izaçã o européia de segu-
de suas palavras e expressões ou dos pensamentos por
radore s profissionais, porque, acrescentou , o seguro bri·
êl'e enuncia do s, não l e sse fielmente traduzido e inter-
; tônico tem uma organização centenária, que apezar de
pretado. Traduttori , traditOri . ..
;s er nacional, é ao mesmo tem po internaci onal pelas enor- ,
I
Assim, foi
mes ramificações que o seguro inglês tem tido no mundo.
o que ocorreu, por exemplo, no tópico
em que é atribuida ao Dr. Bonde a informação de que
Não se trata, pois, de uma oposição contra o estabele-
há na Europa o temor de nova guerra. O sentido das
rimenta de laços permanentes entre os seguradores eu,-rc-p e us,
palavras par ele proferida s a ês te re spe: to , foi o seguinte, conforme se deduz dos te rmos de sua carta
Dr. Mario Cern e : forma
entusiástica
cional, com
« Na Europa trabalha-se da mesma de
sempre.
Dos
minhas
senão
que
se
trata
de
encontrar a
possível
coordenação do seguro britânico, que, por si, é interna-
ao
uma organização inter-estatal.
As palavras do entrevistado, tal cama foram
observações,
pu-
conclui que ali não há confusão nem psicose de guerra.
blicada s, poderiam parecer uma crítica aos seguradores
Não obstante', contando com a
britânicos, o que, de moda nenhum tinha em mente. No-
eventualidade de uma
nova guerra, que naturalmente subsiste, europeus,
no
afan
de
continuar
o s segurad o res
servindo
ao
curto período de sua entrevista
qui~,
tão somente, de·
monstrar qua is as atuais dificuldades para conseguir-se
seg uro,
estã o transferindo fundos para várias partes do mundo
uma organização simi lar à qu e os seguradores ameri-
livre, com o fim de pod ér honrar os compromi ss o s» .
canos têm
Houve, também, equívoco na in terpret ação de suas
no terreno internacional.
Em artigo escrito pela Dr. Bonde para a revista in-
palavras quanto à referência de que o s <' ingle ses não
glesa «The Review » , a respeito desse a ssunto, expressou
compreendem qu e já passou a é poca de s va maneira de
o seu pensam en to p ela forma seguinte, que procu ramo s
trabalhar» .
traduzir fielmente :
O
entrevistado
não
mente aos ingleses, mas sim
se
oos
referiu
especifica·
seguradores europeus
«Tratando -se de uma revista inglesa, deixei para o
em geral. O qu e disse o Dr. Bonde citando, de memoria,
fim um organismo sui-gene ris, que, apezar de reunir se·
,...,._._~~,..... . .._. ,.,.... , ~~~..-..,....,,.....,,._., .._.,~c..-. t) .... u....t~-. u._.t~.._..,.-.o._.~~o....a-o-•-o-•
I
Companhia de Seguros da Bahia lllcê11dio -
Transportes - Acidentes Pessoais - Fidelidade e Automóveis
.Receita de prê1nios elll 1950 . . Capita l c R eservas em 31-12-1950 Agêucia Geral
PRAÇA F~
O-1-R-0-I-:a
UYISTA
DE
PIO
X,
98 -
110
Cascos
l'r$ 53.299 .331,40 Cr$ 39. 591.117,60
Rio de Janeiro
.t: Andar - FONE 43-8883
_O._...-a·-0·- 0<- ·0._,U._,.,._,.._.U. -
SEGUROS
R esJJ. Civil ~
-L----·----------------------~
93
$JUradores de um único país, é internacional pelas imen-
Se gundo depreendemos
de
posteriores declarações
\ as ramificações que a instituição de seguros britânica
do Dr. Bonde, feitas com mais calma e reflexão, e não
tem em todo o mundo( Trata-se da « Fire Office Com-
apressadamente,
mittee » , cujo presidente é
de e nt re vista s parlam entares, a sua impressão é de que
Mr- A. S.
Hinsh e lwood -
como
acontece
geralmente
nos
caso S
C. B. E. Este organismo que, sem dúvida alguma tem
folia
levado a bandeira do progresso do seguro , por muitos
uma organização estavel, como é a no ssa . É evidente,
ano s, a continentes afastados, de nenhum
modo pod e
o~s
seguradores europeus a coesão necessária para
porém, que lograrão um d ia es ta união , sendo lógico,
ser sub -estimado aa lado da s citadas organizações in-
que se
estabeleçam
ternacionais.
nização
americana
Seu papel se manterá
intacto e com
crescente, ainda quando as
importância interna~
três organ izações
cionais funcionem já em pl ena at ividade e é natural que
laço s e a
perman entes e ntre
eu ropeia.
\'ê,
com
a
orga -
verdadeira
admiração , o esp í rito público que an ima o s ingl eses e a
mara vi lho sa
fortaleza
mo ral
d êsse gra nd e
povo
na
difícil situação econôm ica em qu e se enco nt ro a noção .
« fire Office Committe e » siga dando as normas sa-
No seu modo d e vêr, a organ ização do seguro britânico
dias da prática das operações de seguros aos segura -
é magnífica, en te nd en do e le que o mercado de seguros
a
é e continuará sen do , por muito temp ::>, o
dores britânicos no mundo in t eiro e, como tal, mantenhQ
de Londres
sua influ ência indis cutível no mercado internacional de
pri meiro do mundo.
seguro s.
Aludiu, o Dr. Bonde, a inda , à fo rma cordial com não
que a « Fire Office Committee » o recebeu e à alta qua -
lh e tira importância. Ao contrário, prestigiando a essas
li d ade moral e té cnica dos home ns d e seguro britânico s.
Sua
presença
organizações
nas
organizações
inter~estatais,
internacionais
com sua experiência e ren ome,
rece be delas, por sua vez, a
harmônica inspira5ão de
outras nações.
Referindo-se, com
palav ras
tão claras e
eloquentes à
grandeza e importância do mercado de seguro inglês, quiz o Dr. Bonde, segundo suas própria s palavras, de -
Na prática dos negócios, a nítida concepção inglesa
monstrar a
grata im pressão qu e trou xe da visita que
do seguro conquistará, por esta forma, novos adeptos,
teve opo rtu nidade de fazer o êsse importante cent ro se -
e a gestação do s assuntos gerais do ramo de seguros,
gura do r.
em todo s o s paí ses, se fará à base de normas uniformes
Quan to
à
referência
na
entrevista
publicada
de
e o d efes a da livre e mprêsa de seguro s se dará com
q ue ele su p unha ser d e resultados duvidoso s o seguro
maiores probabilidades de êxito » .
obrigatóri o de viajantes, no
Espanha, houve incompr" -
ª111111111111Cli11111111111Cliiiiiiiiiii1Cl111111111111Clllllllllllll[lllllllllllllr:1111111111111Cliiiiiiiiiii1Cllllllllllllltliiiiii111111CliiiiiiiiiiiiCllllllll§
I A PATRIARCA// I 11
~
~
§_ -~=
~ ~ § · §
~ =
COMPANHIA
DE
Capital Subscrito e Realizado • Aplicados em lmoveis e Titulos Sinistros pagos. . . . . . . . . Capital vinculado para garantia Reservas . . . . . _ . . . . .
~
SEGUROS GERAIS
. . . . . • de Renda. . . • . . . das operações . . . . . . . .
~
Cr$ 10.000.000,00 Cr$ 8.730.725,00 Cr$ 16.490.462,20 Cr$ 5,000.000,00 Cr$ 3.215.533,00
~_:_ §§=-
~ ~~
OPERA EM SEGUROS DE : Fogo - Transportes Marit.i mos e Terrestres - Acidentes Pessoais - Responsabilidade Civil - Automoveis
s
;~: ; = "§-
Aeronauticos
~
§
=
§" ~ ~
~ ~
Séde: São Paulo - Rua Formosa, 409 TELEFONE: Caixa Postal , 207 • A -
~
3-4157
~
End. Teleg rafico ·: • APA TRtARCA"
~
0
Sucursal Rio . de Janeiro - Rua do Rosario, 99- 6 . andar Telefones: 23-5785, 23-6235 e 23-6264
End. Telegráfico:
~
"APATRtARCA"
~IIIIIIIIIIIICliiiiiiiiiiiiCllllllllllllltliiiiiiiiiiiiCllllllllllllltliiiiiiiiiiiiUlllllllllllltliiiiiiiiiiiiCliiiiiiiiiiiiCliiiiiii!IIIICliiiiiiiiiiiiClllllllffi 94
AGOSTO
DE
1951
ensão do reporter. O que ele quiz afirmar, segundo se vê de declaração posterior, é que não está de acôrdo com a idéia vista
de seguro obrigatório, sob um
doutri nário
por ele
esposado
há
ponto de
muito
e é
de
muitos conhecido, conforme teve ocasião de declarar na sua conferência de Bilbao. A sua opinião é de que o
Companhia de Seguros Marítimos T errest.res
União dos Proprietarios FUNDADA EM 1894
seguro obrigatório de viajantes, em um pais de terreno tão acidentado como a Es'panha, é . de muita im portância , sendo para lamentar que êste seguro não haja sido reali -
zado pela iniciativa privada, tornando-se, assim , neces-
~
Capital e Reservas ..•• •• •• • Empréstimo sôbre hipótecas .•• Sinistros pagos •• • •. .• .•••••
6 . 748.973,40 3 . 900 . 000,00 11 . 512 . 750,20
sário esperar a dinâmica e inteligente ação da Diretor de Seguros de Espanha, Don Joaquim Ruiz y Ruiz.
Destinam-se
estas
nossas
palavras
a
desfazer
os
esquívocos e os erros de interpretação que empanaram o brilho da magnífica entrevista concedida pelo Dr. Jorge Bonde aos seguradores brasileiros, quando de sua última pa ssagem
por esta
Capital,
de
-·
Rogando - lhe
rias
de
omissões
sua
e
o
generoso
incorreções
entrevista
em
regresso
ao
Chile
de
à Europa.
sua longa e proveitosa viagem
perdão
pelas
encontradas
nossas
na
páginas,
SEGURO S TERRESTRES, sobr~ prédios, comerciais, mov~is, merca-do· ria~ ~m trânsito e outrO$ riscos. SEGUROS MARITIMOS, sobr~ vapores, navios a v~la ~ outras embarcações, ~ mercadorias ~mbarcadas . Ac~ita procuraç:io para :tdministrar b~n.s d~ qualquer natur~za, r~cebimentos de a~ugu~is a~ prEdios, juros d~ apolices e outros tltulos de renda, m~diant~ modica comlsslio . PAGA TODOS OS SINISTROS A DINHEIRO A. VISTA r~tabel~cim~ntos
involutá · publicação
saudamos
RUA DA QUITANDA N. 87
o
(Ediflclo proprio)
ilustre segurador da republica transandina , cuja brilhante cultura , inteligência especializou, o tadas
na
e dedicação ao
fazem
uma
momento atual
rama
em
que
se
das autoridades mais aca em
questões
ligadas
a
este
TELE,FONES: 23-3113 e 43-3096 Anibal Teix~ira DIRETORIA: Antonio Queíroz da Sil va Dr. Mario dos Santos Parr~ira
importante selar de atividades.
:!llllltlllllllllllll[lllllllllllll[]lllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllltllllllltllllllll~
=
;
"IN DEPENDE N C I A,,
~ "w
Capital
~
-
~ = -
Sll bscrito
e realizado Cr$ 1 . 500 .000,00
~
Séde: Rio de Janeiro • Rua México 168 3°.
~
Telefone 42-4030 -
E
End. Telegr. : " I NDESEGUR"
;;; ~
~ = " ~
§
ª"
DIRETORIA :
w :
Presidente
-"§ Diretores
E
1
VICENTE DE PAULO
GALLIEZ
{FERNANDO DE LAMARE LUCIANO MARINO CRESPI .
1
LUIZ R. DE SOUZA DANTAS
-
I5 I
-
COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS
5
i~
=
SUCURSAL DE SÃO PAULO
-
= ~ -
~-
~
y
i i
~
y
Rua 15 de Novembro, 228 • 2.o •. Tel. 32-6894
~
-
Superintendente
1
OCTAVIO
PUPO
NOGUEIRA
-
E
" y
§
Agências em Pôrto Alegre. Curitiba, B. Hori zonte, Vitória, Fortaleza, Salvador, Aracajú, Recife e S. Lui z do ':M:aranhão
g
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:ÍIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIII U 111111111111 U 111111111111 t lllllllllllll tlllllllllllll t lllllllllllll t lllll!l t lllllllllllll t lllllllllllll t lllllllllllll tllllllllllllltl"' .REVISTA
DE
SEGUR06
95
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. . . . .. . . .. . . . .. . . .. . . . . . . . . . .· -
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Companhia Adriatica de Seguros Riun ionc Atlriatica di Sicurt à Sociedade po r Ações -
Sédc em ~1 il ã o
Capital Soc'al : S ubscrito c reali zado . .. .. ..... . .. . Capital para o Brasil : . .. . . . .. . .. . . .. .. . . ... .. .. . O pera nos
ra n w~ E l c l t tc nt arc ~
L. 2. 400 . 000. 000,00 5. 000.000.00 Cr$
c Vida
Represen tação Geral pa ra o Brasil Av . P residente Vargas n.o -1-63- i\ , 5" anda r RIO DE J ANE I RO
Fone 23-2426
Agência Geral para o Est. àe São Paulo : Rua São Bento n.0 500 7! e 8 ! an da r F ones : 3-6696, 3-9397, 3-5963 e 3- 5899
•
~ ................. ~~~~ .. ~ ::.~ lllllllllllll [] 111111111111 [ lllllllllllll [] llllllllllll []Jillll lll lll c] 111'.:!
ABSOLUTA
SEGU R.\NÇA
--
n
-
-
...
= ...
=
"~ 183 6
"~
1950
;::; ~
Autoriza do o funcionar no Brasil p e l~ Decreto n' J . 2 24 de 23 de Fevereiro de 1864 . Capital e res ervas livres declarados e ..realizados para operações no Brasil. T
CAP lT AL . . . . . . . . Cr$ 1 . 000.000,00 RESE KVAS LIVRES" 2.000.000,00
~
~=-" 1~l~L ~C/~~y~~T~aL I LONDRES
Fundado em 1 845
MATRIZ
PARA
rODO
O
BRASIL
l<.ua Beneditinos, 17 - 3·0 and· Teleg. ROYIN,
fel. : 4 3· 8995 RIO fOGO VIDROS :>OAIS -
DE
MARÍTIMO -
JANEIRO AUTOMÓVEIS -
ROUBO
LUCROS CESSANTES - ACIDENTES PESRESPONSABILIDADE CIVIL TODOS OS RISCOS
AGENCIAS
Paró ,
EM :
Pernambuco,
Baía ,
;::;
~;: ;
FUND O S DE GARANTIA Cap ital po ro o Brasil -
Sãa
Paulo
~
"
E 80 . 000 . 000 Cr$ 2 . 500 . 000 ,00
::.res:;:~~~al Jn;;:s; A v. Ri o Bran co 26-A -
Agencio• e Sucursais em todas as parte• do mundo. O.mazanos,
;::;
i==-
Rio
A gentes em São Paulo
ª=g
;::;
WILSON JEANS & CIA. L TOA .
=; -~
PER N A MB UCO , BAIA, CURITIBA
Rua
==:~
e3P;:OtRI: Tz:Om~A:;Ln3E,:G~sR4~E~"b"loja "_:;~=
e Rio Grande do Sul
F.'IIIJIIII.IIII tl lllllllllllltl IIIIUIIIIIltliiiiiJIIIItl Clllllllllllll tllllltlé1
AGOSTQ. . D~
i U l
da
Ainda o No
proces so
e m qu e
sulto se é obrigado o qu e se refere o art . ereto
ter
recebido ,
segurado ra
local con ·
recolh e r o impô sto tlo sêl::> o 109
4655 , de 3
n. 0
de o
uma do
de
Tabe lo
an exo
Sete mb ro
exarou
o
de
Di re tor
ao
1942 ,
da
De· ant es
Re ce be doria
do Di strito Fed e ral , após alguma s con si d e rações, o se· guint e de spacha: po s1o,
res pond a-se
forço
de
por
qu e
dispos ição
o
cen so-
e xpres sa
do
le i reguladora do ma té ria , é ob rigado a re· co lhe r
o
impo st::>
d e vido
d e ntro
previ sto na noto 3 .'' ao art.
do
prazo
109 do Tabe lo
do O. L. n.'' 4655, de 3 / 9 / 42, qu e r o te· nho o
ou
dúvid a - · a ace itaçã o do apó lice é a to do seg urado e não da seguradora . -
d e sua porte , à aceitação do seguro , que é ato seu . Assim, se o fi sco qu e r ---:. e quer me smo -
nh io
é
devido
desde
a
aceitação
do
segurado•·
1. • ) » .
(nota
não é
o
e ntre tanto ai ·
que
palavra
d eve ,
como
me dida
preliminar,
co -
ao
D.l.
seria na
ap e nas
ne cessário
1.'1 do
nota
n. " 46 55 , d e
a rt.
substitu ir, 109
3 /9 / 4 2,
uma
da Ta be la
d ize ndo -se
única an e xa
« seg uro »
onde se diz « apól ice ». A referida nota pa ss aria , e ntão , a te r a seguinte re dação : «0
de
novo . Comporto
seguradora,
loca.· a le i o se rv iço d o cau sa po r êle advogada , poro
não arrecadado . Po rqu e , es tá cloro ,
imposto
a ssunto
que
o pra zo com e ce o contar-se d es d e o mom e nto do emi s-
apólice pelo segurado e será arrecadado pelo O
companhia acei ta é a proposta e, ba ·
O qu e a
seado nela , é qu e emite a apólice, o qu e corre sponde,
sã o da apólice e d :> se u registro no s livros do compa -
« Isto le nt e,
Aceitação»
imposto
seguro E . ..
e
é d evido
será
no
arre cadado
nada mai s!
momento da pe lo
aceitação
segu rador» .
...
gumo , considerações em tôrno da expres são « ac ei tação da apólice » . A aceitação da apól ice é ato do segurada e não da
seguradora . Quem
trabalha
no
ramo sabe
muito bem que, não raro , o segu rado ra e mit e a apó lice em posta
condições
firmado
frequente
no
em
que
da
candidato
ramo
motivo s técnicos ,
dições
diferentes
pelo
Vida,
julga
foi
qu e
ao
qu'ando
a
segu ro
entã ~ .
e,
da
fato
pro · muita
Companhia ,
inaceitáv e l o
proposto
con sta
segura ,
nas
para
por con -
ganhar
tempo ou para facilitar a conclusão do negóc :o, e mite a apólice
em
plano
diferente,
ou
com
limitaçã o
de
prazo ou majoração de taxa . O
candidato,
em
ca sos
ta is ,
te m
evident e me nt e
ESTABElECIDA. EM 1836
r HE LIVERPOOL &
o direito de recusar, isto é de, não ace itar a apól!ce condi~ões
na !i
mará ,
então,
em
que
nova
foi
emitido .
propo sta,
em
Se
o
aceitar,
su b stituição
à
&
an -
terior. Casos há , entretanto , notoda!llent e no s ramos e le ~entares ,
LONDON
f i r-
em que o segurado não a ss ina o propo sto -
GLOBE ,'NSUR.ANCE CO. LTD. Capital reali zaáo para o Brasil: Cr$ 1.500 .000.00
ficando isto a cargo do corretor, com o permite o le i. então,
Aqui,
recu sa áquele em lice, que
não
não
se,
pode
nega r
o
direita
nome de quem fo i e mitida a
pode nem
de apó -
mesmo se r con si d e rado sim -
ples candidato ao seguro. Todo ê sse de sentendimento entre o fi sco e a s so ciedades
de
seguros
tem
como
ponto
de
partida
FOGO VIDROS PESSOAIS -
Casa Matriz para o Brasil: RUA BENEDITINOS, 17-3.•- R. de Janeiro 1'eletone: 43-291-t
a Ag ~ nci ;:. s
imprecisão de nossas leis , no tocante ao uso de certos vocábulos Como
I
ou
expressões.
dissemo s -
e
isto
não
padece
MARÍTIMOS AUTOMÓVEIS lUCROS CESSANTES ACIDENTES RESoP. CIVIl TODOS OS RISCOS.
nenhuma
em
BAÍA CURITIBA PERNAMBUCO SANTOS e S. PAULO PORTO ALEGRE -
-~-~- ~.--. ~~ ~ .-.c~- ~ -~~ ~ ~-.-.-.1-...- ~~~~-._..._._,.....
ALLIANCE ASSURANCE CO., LTD. ESTABELECIDA EM 1824
OPERA --- Seguros de Fogo, Marítimos, Acidentes de Automóveis e Lucros Cessantes AGENTES GERAIS -WILSON, SONS & CO., LTD. Caixa Postal, 751 -AVENIDA RIO BRANCO, 25- 4.• Andar -Telefone 23-5988
•
T ( I_I_I_D_I_I_I_I_I_a_a_G_I_U_I_U_U_I_I_1_1_1_1_1•-·-·-~-~-~-~-~-·-·-
~o-O._·o.-o~oéiiiiii•0~041·~·u.-..t~..-.~ ..-.~ ~..._,~,.....n~• ~o,.._n.... ,,_
The
lnsurance
c o.
American I n s .
c o.
H o me
Gr e a t
NEW
Sé de: FOGO -
.,....,,._.,~~~..-.~..-.~..._.c.._.t.-..,....._.t~~o~ ~t
I
I I
YO RK RAMOS DTVER'SOS
TRANSPORTES
••• (ia. lmmobiliaria Financeira Americana S. A. Corretores de Seguros em Geral
Rio -
PRAÇA PIO X, I 18,
s· e 9°
andares -
(Ed ifí cio do Banco Boa vista)
CA IXA POSTAL 548 São Paulo
~
Rua 24 de Maio, 250, 11 • andar. -
Caixa Postal 1865
Agentes nos principãis Estodos do Brã sil
·~llllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllll~
~
"REX"
=
i ::
=
• Corretores de Seguros Ltda.
.
I DE :
Distribuição e odiministração de seguros em geral.
~~
Opera no pa ís e no exterior.
,
~
" u
;::; ~
DIRETORIA:
;::; ~
A. J. Peixoto de Castro Junior Dr. Roberto Grimaldi Seobra Nelson Grimold i Seabra Euclides Aranha Neto
;::; GERENTE: M. Aguiar Melgaço
;::;
«CO
RSEG REX
»
:.:iJ. • • • • • • • • • • • • • • • • • ............. . 98 .
;:
" u
;::; Transportes
TELEGRÁFICO :
ANDAR
Cr$ 2. 000.000,00
AGENTES EM TODOS OS ESTADOS ENDERÊÇO
84-8'
CAPITAL SUBSCRITO E REALIZADO
I I
Estudo e classificação de risco.
•
DANTAS,
1
~
SEGURANÇA
.•
SENADOR
"
~
ASSISTÊNCIA
•
RUA
311 •
ORGANIZAÇÃO
ENCARREGA-SE
• Pan-Amer1ca
~
u
: i\ VENIDA RIO BRANCO W • - 9• - salas 921/922 Fone 52-1534
~
COMPANHIA DE SEGUROS
ª==-
Acidentes
Roubo Pessoais dade Civ il.
Equinos Responsabili-
;\"'.,uunml n 111111111111 t lllllltllllll tlllllllllllll clllllllllllll cl 11111111. AGOSTO
DE
1951
,
ITALBRAS -
COMPANHIA
DE SEGUROS
Por osse mbl eio s ge ra is extraordinári as
tc c d a rai s,
<, Auxiliodora » -
com
sede
Set e mbro rente
SEGUROS « ALIANÇA. BRASILEIRA »
ano,
As
de
Seguro s
Aliança
Bra si le ira
t ran sfe riu
sua
do Estada de São Paulo . A administração da Companh ia Diretori a -
Fe rnand :>
Fria s Alve s
Braga ,
de
de
foi també m intei ~ebastião
Rudge l eite,
Oliveira
respect ivamente
e
Por-
Anton io
pre si dente,
Paulo,
realizadas
em
26
de
fo ra m
alt erado s os
de
re spectivos
modif icações
foram
d e nominação
social
estatutos.
os
seguintes :
para
« ltalbras »
Companhia de Seg uros Gera is; elevação do capital 2
para
e xigências
me nte alte rada, sen do es ta a su a atual compo sição :
Sõo
dos acio ni s·
de Seg uros Ge -
1 2 de Março e 3 de Julho do cor-
principais
mudança Como já tiv e mo s o po rtunidade d e noticiar, a Com -
em
1950,
Companhia
GERAIS
6
milh ões
de
cruzeiros;
eliminação
da s
à situação jurídica dos acionistas.
quanto
Tai s alt era ções foram aprovada s pelo govêrno fe d era l,
p e lo decreto n.• 29 . 907 , de
ccrente
ano ,
publ icado
no
17 de Agosto do
« Diario
Of icial »
de
23
do d ito mê s.
vic e·
presid en te , su pe rint e nd e nte e secre tário; Conselho Con sultivo -
Prol. Dr. Bened ito Montenegro, Euclydes de
BANCO NACIONAL DO COMÉRCIO DO RIO DE JANEIRO
Moura Fonseca, Francisco Giobbi , Dr. Henrique Zaidan , Dr. José Luiz Alm eid a Junqueira , Mario A-rias Re quejo ,
Inaugurou -se a 27 d e Julho último a nova sede do
Oliver Tognato, Dr. Orozimbo Octavio Roxo loureiro, Dr.
Banco
Robe rto
rua
Pucci
Fiscal -
e
Rodolfo
Aurelino
Ce rello;
Conselho
Ago stinho Bu e no, lris Migu e l Rotundo e Jair
Ribeiro da Silva.
do
Nacional
do
Carmo
17,
G rato s po ro
Com érc io nesta
pe lo
convit e
à
cerimôn ia .
as sistir
do
Rio
de
Jan eiro,
à
Capital. com
qu e
fomo s
di stinguidos
Com tais elementos, é de esperar qu e a Aliança Brasi leira
conquiste dentro em
pouca uma
posição de
grande destaque no nosso mercado segurador.
VITORIA
(SEGUROS E CORRETAGENS)
Segundo
comun icaçã o
que
nos
foi
LTDA . d irigida
em
circular de 17 de Ju lh o p . passado, retirou-se da firma «REA L> -
ORGANIZAÇÃO
TÉCNICA
REPRESENTAÇÕES
DE
SEGUROS
E
LTDA .
Vitoria
(Seguros
e
Corretag e ns)
Lida .,
com
sede
na
cidad e de Vitoria , ca p ital do Estada do Espírito Santo, o sr. Roberto B. Soletro.
O s nossos amigo s J osé Frazão Figu eire do e Paulo Moreira
Brandã o,
el e mentos
muito
conhec ido s
e
de
Em
da
fotle do ccorrido, a ssu miu a
sociedad e
o
sr.
Antonio
gerência ex clu sivo
G il Ve llo so,
tendo
sido
grand e proj eçã o no meio seg urador d esta ca pital, aca -
admitidos cc mo nov os socios do socie dad e o sr. A.ntonio
bam de fundar a fi rma « Re al » -
Vello Leite. e Má rio Gurg el.
de Seg uros
e
Rep rese ntaçõ es
Org an ização Técnica
ltdo .,
com
sêde
nes ta
Capital , à Av. Pres id en te Vargas, 509, 8. 9 andar, sala 804, cujas
ativ idades
se concentram
e sp ecialm e nte
Agradecemos
o
comunicação ,
com
o s nos sos
voto s
de prosperidade.
na
correta ge m de seg uros e representações .
que
Com
os
nos
fize ra m,
nossos
agradecimentos
deixamos,
aqui ,
p e la
ALMOÇO
comunicação
tombem
os
nossos
O
votos de pleno ê xito.
nosso
particular
amigo ,
Sr.
A.lfredo
de
Fi ,
gueiredo, da grande Usi na Assucareira de (atende, no «A MARITIMA » -
COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS
Est ado d e Pernambuco, ofereceu, no dia 24 deste mês, no Restaurant e do Hotel Serrador, um almoço íntimo, a
Assumiu Companhia Paulo,
o
a
gerência
de
Sr.
geral
Se guros
Palmé ri o
da
Gera is,
Veiga ,
«A
Marítima »
com
pessoa
sede
em
São
altamente
rela -
que compareceram, especialmente convidados, os Srs. i>r. Odilon
de Be auclair, presidente do Sindicato das Em -
prês a s d e Se guros Privados e Capitalização do Rio de
cionada no s me ios seguradores do país nas quais goza de
Jane iro
grande
presentações S.
A.; Waldemar Gameiro, gerente geral
da
de Seguros
prestí gi o,
graças
aos
conhecimentos
técn icos
de que di sp õe,
adqu iridas em lqnga s anos de no ramo de atividade a que se dedica . Agradecendo a
foi
feita,
almejamos
«A Marítimo », REVISTA
DE
uma
comunicação qu e a para
o
proveitosa
SEGU'ROS
novo
labor
gerente
geral
da
Companhia
American
Internacional ~revidente
Underwriters e
José
Re-
Veloso
Borba, diretor gerente da REVISTA DE SEGUROS E DO
propósito nos
administração, '
e
da-
ANUÁRIO DE SEGUROS. O ilustre anfitrião quiz, com a sua proverbial fi dalguia, homenagear a esse grupo de amigos e soube 99
ARI~TIDES
fazê-lo com os o't enções que lhes dispen sou durante o
FERREIRA
DA
SILVA
almoço, que de correu num ambiente de fran co alegria e comorodogem, sem etiqueta s ou
protocolos .
Fal ece u em fin s. de ste mês, o Sr. Ari stides Ferrei ra
Não houve discursos , mos ape nas boa s piada s e « bons
mot s>>, d e
modo a
alegrar ainda
ma is
oq_uelo
da
as
vinha
funçõ e s
de
cionol de Seguros
sr. Alfredo d e Figueiredo, além jle grande ca-
O
Silva , que
doto,
reunião íntima.
pitão
do
indústria,
in screve u-se
ultimamente
na
Ingressou tinta
classe
do
Privados e
na
In spetoria
de se mpenhand::>,
Po rteiro
Seguro s,
longa Na ·
Cap italização.
Repartição ainda
de
d esde
Departamento
ao te mpo do eX ·
mai s ta rde
tran sformada
do.s seguradores, acresce ntando à suo organiza ção os -
no atual De partam e nto , ao qual pre stou o ve lho Aris-
sucareiro uma secção de seguro s, que t e m o seu cargo
tides
o
re prese nta çã o do
Companh ia
Previde nt e
em
muito s e Simpl es,
tod o o
se ntido
Estado de Pernambuco .
não
bon s serviços. bom
só
pe las
port es
e
e de uma fort e dose de magnetismo pessoal , sob e e le
guros,
ao s
qua is
conquistar am ig os e estreitar re laçõ es , a por de grande
caminhava
moderno,
Esp írit o
de
um
dinamismo
cantagiante
e d içã o
inglesa,
q ue se edito
o
de
1951
« Marconi 's
da
mognifico
Internacional
pu -
1 . 150
alentado
im -
ê
present e trabalho é sobremodo ut il poro todos
" ~
formato ,
de
q uan tos
tenham
negócios
muito
com
e nd ereço s comerciais,
o
estrangeiro,
dado
po stais
e
telegráfico s.
u
"~
JORNAL DE SEGUROS
« Jornal
último
número
de Seguros » , editado
do
em
muito
interêsse
poro
col ega
pelo
concei-
Lisboa
o
" ~=:=
Brasil Cr$ 2 500 . 000,00 MARITIMO -
FERROVIÁRIO
ACIDENTES PESSOAIS
;:::;
Av. Presidente Vargas, 502 - 14.• salas 1401/3
§"
F. PA:~·;;,:,~·~~·':,;~;:·:• L'l'DA ~
;:;
nosso
seg uro
em
RUA
"~
gerQI ,
se ndo a sua leitura, pois, muito recomendável. Gratos .
j
RIO DE JANEIRO
i==
O número ora recebido contem, como os ante ri ores, de
= no
Telefone s: 23-0t.21 e 23-0 784
tuado companhia de seguros « A Mund ial » .
mat é ria
~
Capital realizado para as operações FOGO -
"
cujo consulta acons e lhamos o todos o s inte ress ados .
o
§"
o
Agradecemo s o e xemplar com que fomo s brin dados,
Recebemos
-
" §=
Fundada em 1809
§
elevado número de firmas catalogadas, com os respectivos
en-
SEDE EM LONDRES
~
bem
grande
volume
p resso e encadernado. O
se-
delicadament e,
~
de
em
como
companhias d e
C ia . Ingleza é!e Seguros
§
cerca
página s,
e
muita
e orientava .
~
mércio interno e ultramarino.
um
pa cie nte
será servia ,
~
e m Lond res , cujo pricípol objetivo é fo-
de
ê le ,
dos
que
Insurance Company Lirnited
= §
Register» ,
cil:tar as comunicações internacionais e promove r o co Trato-se
representantes
falto
a
i~ Borth British & Mercantile I~
MA,RCONI 'S INTERNATIONAL REGISTER Recebemo s a
suo
Re partição
:_:111llll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[llllllllllll.l:
lh e cabe resolver, o que faz com segu -
rança e presteza digno s de sua brilhante int eligê ncia .
bl icação
prestativo
Paz à sua olmo.
facilidade com qu e se o ssenh o rêio dos assuntos e das q ues tões qu e
e
p e lo
DOA
V IST A,
" 8-t,
SÃ.O PAULO
4."
-==§
"
~
A1lnclo no Estado de Alas6u
~ 1111111 [ lllllllllllll [ lllllllllllll[ lllllllllllll clllllllllllllt liiiiiiiiiiÍ;:
DIRETORIA Pre si dente
MA.RIO
Vice-Presidente -
FONSECA
ADOLFO
GUIMARÃES
GENTIL
Secretário -
RUBEM MOTTA
Tesoureiro -
CARLOS SANTA ROSA
PRAÇA PIO X, 118- 8.• e 9.• anelare END. TELEG. : "UNISEGUROS"
~~
COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS
Sede: RIO DE JANEIRO Capital .ealizado...
100
Cr$
2 000.000.00
Telefone 23-1785
I
OPERA NOS RAMOS TRANSPORTES, ACIDENTES PESSOAIS E AUTOMóVEIS
INC~NDIO,
AGOSTO
DE
1951
·-
~~~-~~-~o.-.o.-o-•-·O·--U-n-~-n-•-•-•-•-•-n-•11111'•-•-•-•-•-•-•-•-•-•-•-,
Fonciêre- lncendie
La
0
AVENIDA'. RIO BRANCO, 128-A, 4. andar, salas 407/409 T E LEFO NE : 52-4018 - RI O DE J ANEIRO
Companhia Franceza de Seguros contra Fogo REPRESENTANTE GERAL PARA O BRASIL
DR. ANDRÉ MIGLIORELLI
-·-·-•-
a- u -•--n--~ --·--•---------...C~I.-.tl.-.cl.-.c~..-.u....c,._c._.. 1 ~~~~
Capital e Reservas mais de Cr$ 12.400.000,00
Matriz - RUA DO CARMO, 71-4° Andar RIO
DE IANI!IIIO
Telefones: 43-4958, 43-4959 e 43-3370 DIRETORIA : FUN DAD A Ellf 187::1
OCTA VIO
FBRRI':liiA -
~
NOVAL
-
IOSS
AUGUSTO
D'OLll'l!ll/fi,A
OCTA VIO FEIIIIBIIIA NOVAL IUNlOII
...................................................
~
Companhia Interestadual de Seguros Capital realisado : Cr$ 3 . 000.000,00 FOGO - TRANSPORTES - CASCOS - AERONAU;riCOS - AUTOMóVEIS - LUCROS CESSANTES - AC. PESSOAIS - RESP. CIVIL. Séde: AV. 13 DE MAIO, 23-6: andar - RI O DE JANEIRO Telefone 32-6114 End T elegr. COINSE R Caixa Postal, 4333
f
l
DIRETORIA :
~
Sucursais e
Dr. José João Abdalla -
Presidente
Dr. Francisco Manhães -
Tesoureiro
~;i;n:::; s;;:o pri::~;:~:en;:;as
do País
.: ·<f""'""'""""""IIJIJI[]JIJIIIIIIIJILIIII;'"U"NIIIIi'"õii'NIIIItllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllli
~J(i)(!li'.!X,! • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •
i-
-ii
Compagnie d' Assurances contre l'lncend ie, les Acidenls el Risques Divers
~
Fundada em Paris em 1828
i=_
CAPITAL SOCIAL 450.000.000 DE FRANCOS MATRIZ- PLACE VENDOME, 9, PARIS, FRANÇA
g 5
=
i ~
i
-
-ji = ::::
i=_
Capital realizado para suas operações no Brasil Cr$ 2 . 000.000,00
::i
CINQUENTA ANOS DE TRABALHO CONSTRUTIVO NO BRASIL
E:
Rua
Washing,~~nc~:~~L· l ~~.~RASI~i~
Representante Geral ' P1erre Goron -
INC:SNDIO -
Represen1onte Geral Honor6rto
AUTOMóVEIS -
1
de Janeiro
Luiz José Nunes -
Gerente
~
= ~
Roberto Argento
ACIDENTES PESSOAIS
~
!
i.tunltiUÚHIUIIUIUIIUWllllltlllllllllllll UUJIIIIIlllltlWU 1111 ftlllllt lllllllllllll t liiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIIICJUIIIIIWHUitHUUIIII OIUtft!
;:: •IIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIU 111111111111 U lllllllllllltlllllllllllll U li 1111111111 []111111111111 [li: lllllllllllll U 111111111111 [lllllllllllll U llllllllllll[liiHI.!.:
!
I
Firemen's Insurance Company of Newark
I= ;:;
Séde : -
~
~
§
I
:= = ~
Cidade de Newark, Estado de New Jersey, Estados Unidos da América do Norte
~
FUNDADA EM 3 DE DEZEMBRO DE 18."5
"~
-
Representante geral para o Brasil
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§
~
American International U nderwriter s
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REPRESENTAÇÕES S. A. ·
~
End. telegráfico : AMINTERSUR
~
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:
~
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ª iª
RIO DE JANE IRO - RU A SENADOR DANT AS, 70 - 74, - 9." Tels. 52-4059, 52-4058 e 52-4057
~
ê ~
SÃ O PAULO
~
RUA
BOA
VISTA
76
::
Capital declarado "e realizado para as suas operações no Brasil C r$ 5.000. 000,00
§-
RAMOS DE SEGUROS EM QUE OPERA NO BRASIL :
:::: ::
C
3.°
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§w =
Incêndio - . Transportes - Cascos - Automóveis - Acidentes Pessoai5 Roubo - Vidros - Responsabilidade Civil Riscos Aeronáuticos - Lucros Cessantes - Greves e Tumultos.
= §. -
ª ;:; w
§
~liiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIII[lllllllllllll[lllll llllllll[ll l ll llllllll[llllllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[liiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIII[llllE
TELEFONE
END. TELEGR:. "C~UZSULCAP"
43 - 1849 ( Rede interna)
Capital r ealizado Cr$ 3 .000.000 ,00
Matriz :
Avenida
Presid e nte
Vargas,
290
•
11 .' -
.
Rio d e Janei ro
DIRETOR I A
VIVIAN LOWNDES
DONALD DE AZAMBUJA LOWNDES VICE·P R ESIDENTE
PR ESIDENTE
LUIZ SERPA COELHO
NEsTOR RIBAS CARNEIRO
DIRETO R
D r RETOR · SUPER JNTENCENTE
GERENTE
'
CONSEL H O
FISCAL
Dr. Raul Gomes de Matos Dr. Joi o de Alcantara Dr. Anseio Mari o Cerne
SUPLENTES
Johannes M . F. X. Drolshagen Francisco S. R. de Brito Filho Marclllo Mourio Guimarães
C~' NSELHO
CONSULT I VO
Carlos Gulsard A guiar Joaquim Moraes Catarino Augusto Marques Valente Benjamim Ferreira G . Filho Luiz Carlos Pederneiras Roberto Cardoso
Sucursais: SAO PAULO-RECIFE-FORTALEZA-SALVADOR-P. ALEGRE-S. HORIZONTE
102
A GOSTO
DE
1.951
p;;•••••••••••••••
Nacionalização das
PEARL
Emprêsas de Seguros longo
parecer,
já
divulgado
pela
MIM
ASSURANCE COMPANY LTD.
imprensa
o Sr. Consultor Geral da República, Dr. Caro Sr. Consultor Geral da República, Dr. Carlos Silva,
concluiu
o
por
entender
«cosmopolita »
e
o
que
ao
princípi~
livre estabeelcer o
atuol é
« misto »
e
Jegis-
em 1864
Fundada
« naciona -
que,
assim,
dispositivos da lei anterior à Constituição , que de o preferência revogados
pela
por um
dêstes
Constituição
regimens
não
1946 .
de
Companhia Inglesa de Seguros Os recursos excedem a of: 190.230.191
Pondo de parte o aspecto doutrin ário do questão foi
objeto
do
-tpenos, aludir
aos
parecer
inconvenientes
nas •undicl, as
acima
suas
vacilações
lodores, agravadas
a
e
citado, que
relações
de
momento
à
trazem
com
indecisões
cada
queremo 5,
o
eco -
comércio
nossos
com
Opera nos ramos de : Incêndio Automóveis Vidros Roubo lucros Cessantes Resp. Civil e Acidentes Pessoa is.
as
Sucursal na Brasil
legis -
inter pre-
Representante geral
cunho nitidamente pessoal daquêles que são 1:ncdos a opinar a O seguro é
dar cump rir.1c.1: ~
respeito ou a
sabidamente um
negócio
de caráter
H. CLAYTON CHAMBERS F. C I. I. Rua Vise . de lnhauma 1 34, 6 . 9 Salas 605 a 61 O
suas operações se acham de tal modo ridículo estreitos
limites
de
cada
querer
pa ís,
confiná -las
insuficientes
TELEFONES :
nos
tem que
transpôr
43 -8400
Expediente . . End. telegráfico :
seguradoras locais . O seg~ro tem
43-7713
Gerência .
se-
como
riam, e como são aliás, as coberturas oferecidas pelas
que transbordar para
fronteiras
e
viver,
desconhecer
isto
é,
.!*****
PEARLCO
.....
*.*********
limitações
territoriais .
Este
entrosamento
e
o
intercâmbio
de
negócio
dêle decorrente, passa , não rara, de spercebido a quem não se acha
bem
recerá, por isto,
familiarizado
exagero
de que o seguro finado, como o
não
de
com
nossa
o
assunto .
porte
pode viver em
seria
o
apenas
teiras territoriais de cada pa ís.
a
Pa -
afirmação
ambiente con-
limitado
pelas fron -
Mas, não há exagero
nenhum. O seguro ação,
precisa
compreendida
de
em
ar
livre,
têrmos,
de
liberdade
evidentemente,
de
ressalvas
ao
parecer
mitam-se, por ora , apenas,
Quanto aos
outros
aspectos
redatores especializados Limitamo-n os
comercial do
o
os e
a
ponto
da
transcrito
aqui
questão,
tão
ROS, ed.
1951, ainda em circulação,
foi grandemente
aumen~ado,
devido
à escassez de papel. A lei natural da
acima
abordarão
apreciar,
negócio
embaraços ao seu
ao
O custo do ANUARIO DE SEGU-
essa
liberdade, para que possa o sbreviver . Nossas
de 'Preço
Aumento
de
"oferta e da procura" nos atingiu ru-
focalizado . ~ossos
os
oportunamente .
somente,
necessidade
li~
o
aspecto
não
criar
desenvolvimento .
demente Tanto é assim que nos vemos na con ti ngencia de elevar os preços dos exemplares, que passam a ser, a partir de 1. 0 de Outubro proximo, de
ATUAR IO Italiano, solteiro, 31 anos,
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Cr$ 100,00
oferece seus serviços como Atuário ou Estatístico.
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A Direção "-"'~--~· ~._o--.t~~..-.o~~~
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SEGUROS
103
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GARANTIA Cr$
EM
SEGUROS
506 . 503 . "JÓ7 ,80
DE
INDENIZAÇOES ATÉ 1950
:::::: : : ===:::::: :: :
- 1:
Companhia de Seguros
VAREJISTAS Capital subscrito e realizado Cr$ 7.500.000,00 Opera em seguros de INCfiNDIO TRANSPORTES ACIDENTES
Sede -
PESSOAIS
Rua Acre 55, 4. 0 e 5.
Telef. 43-1397 (rêcle interna)
0
andares
Caixa Postal 1038
End. Teleg. VAREJISTAS- Rio de Janeiro
104
AGOSlO
DE
19
FUNDADA EM 1924 t
Incorporadores: S O T TO MAl OR & C I A. Capital realizado e Reservas Cr$ 10.597.426,1 O Incêndio- Transportes- Cascos Bagagem de Passageiros- Acidentes Pessoais Automóveis ...;. Resp. Civil e Luc ros Cessantes
.
----o---DIRETORIA
(•
•
COl\TSELitO FISCAL
Vivian Lowndes- Presidl'nte Donald de Azambuja Lowndes - V i c ePresidente Nestor Ribas Carneiro - Gerente Laurence S. Wood - Gerente
lllydio Mdcêdo da Costa Cabral, Jo<ge Sdnlot
Lima e l\'lax Doerzapff, efetivos; e Joaquim l\'lorais Catharino, Luiz Carlos de Araujo Pereira e Antonio Machado de Souza, suplentes.
----o---MATRIZ: Rio de Jdneíro, Av. Presidente Vargas 290 -
Te~efon e : 43-6921
( rid• Inter!" ai -' '·
I
I I
I I I
I
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SUCURSAL: Recife, rua das Palmas, 167, 4° andar. Gerente: -Fausto Alves de Pinho
r\.GENCIAS: - São Paulo -Manaus - Belént - São Luiz - Fortaleza - Natal- João Pessoa- Ma~eió - Ara~ajú - Salvador - Belo Bori· zonte- Juiz de Fora- Goiânia- Joinvile Curitiba - Porto Alegre - Rio Grande Cam1•os e Vitória
. 'I~®®<:~®®®®~ !J@<!l®®~@~®í!)<:if.w.J(?@~~)I.!J@@®@@@(~@~~
·cada ano que passa É O MAIOR ANO DA HISTÓRIA DA
SUL A
ICA
E
Para bem traduzir a confiança crescente q ue inspira a Sul America, esta frase, basead::~ nos fatos , poderia ser usada como "slogan": cada ano que passa é o maior ano da história da Sul America. 1930 confirmou uma vez mais essa verdade. Basta examinar o resumo do Balanço que a seguir apresentamos. E nesse Balanço, basta olhar os dados referentes aos seguros novos - prova de que é sempre maior o número
dos que confiam na Sul America. No impressionante volume de seguros novos- Cr$ 2.726.353.284,00- há ma is de 553 milhões de avanço sõbre a cifra já magnífica de 1949. fjsse é ape:1as um reflexo da absoluta correção com que a St•l America responde pelos seus compromissos e serve à Família Brasileira. Confie também na Sul America, assegurando a paz e a tranquilidade futura de seu lar.
RESUMO DO 55." BA LANÇO DA SUL AMERICA, REFERENTE AO ANO DE 19 50 Os novos seguros aceito~. com os respectivos primeiros prêmi os pagos, atingiram a quantia de . . . . . . . . . . .. ... . . ... . . ..... . O total dos seruros em viror aumentou para .. ... .... . ...... . . . Os pagamentos aos próprios segurados e :tüs beneficiários !lo~ aerurados falecidos (sinistros, liquidações e lucros) somara111 ..... O total de paramentos desde a fundação . . . . . . . . . . . . . . Oa paramentos de Lucros atril.mfdos às a;:tóllccs de Seguros em Grupo, lmpGrtar~m em . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . ....... , .. . O ativo elevou-se em 30 de dezembro ce 1950 à importância de .. . .
DEMONURAÇÃO
DOS VALO IIES
.. ....
2.726.353.284,00 11.262.679.417,00 140.011.344,40 1.308.916.810,00 5.493.585, 70 1.598.714.539,70
CR$
PERCENTAGEM
420.017.983,00 175.089.056,10 235.380.253,50 !i4.G.521.851,70 44.010.%37,20 52.566.912.10 41.097.1:0,20 64.031.115,90
26,27 10,95 15,97 3U9 2,75
1.593. 714.539,70
100.00
DO ATIVO
...... .. .. ..
... ...
Tftulos da Divida Pública . Tttulos de Renda . . .. .. .. .. .. . ..... .. .. . .. .. .. .. .. .. .... ...... Imóveis . ..... . ' ... .. .. .. .... . .. . .... ... .. .... .. Empréstimos sObre Hip., Apólices de Seguros e Outras Garan ti as Dinheiro em Bancos, a prazo . . . .•.... .. . ....... . .. .. .. . .... ... Dinheiro em Caixa e Bancos ···· ···· ········ ···· ·· · .. ... Prêmios, Juros e A!Uilléis ::1 l:eceber . .. ... ...... .... .. ..... .. . Outros Valo1·es . ........ •........... ... ... ~
........ .. ..........
3,%1 Z,57 4,01
A SUL AMERICA- CAIXA POSTAL !lil- RIO /Jo.rjan4o tonhtcer outros d.tulhu da organizarão "Sul America",
peço mvl•r·mJJ publlcaçóts •dln'e o assunto. ~ome
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'Dala do Nue : dla _______mêl_ _ _ _ _ ano _ _ __
Sul
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COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS DE VIDA
___________________________
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FUNDADA EM 1185
-Baltro_ ___ _
Cldade·- -------------....,tado·- - -- - - - - -
CRMICA SEGURO S. A. -
Ava Carlo$ de Carvalho, S~ -
met••• e a
AI~