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T1354 revista de seguros agosto de 1951 ocr

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SÉOE : CIOAOE 00 SALVAOOR·ESTAOO DA BAÍA

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Pr. Dr. José Gaspar, 30 - 13.• e 14.0 Tel. 33-1165- End. Tele-~.: "Bansegur" " DIRETORIA

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9.000.000,00 96.135.219,70 108.693.488,80 28.129.151,70 192.412.626,40

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Séde: SALVADOR, Estado da Bahia

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Dr. Pamphilo d'Utra Freire de Carvalho Dr. Francisco de Sá Anísio Massorra Dr. Joaquim Barreto de Araujo José Abr~u

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Gerente: Arnaldo Gross .

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Economia Politica

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Como ciênCia autónoma, · distinta elas outras ciências filosóficas e sociais, e dando resultados práticos, a economia política não data senão de um pouco ma1s de um século.

Secretário A.

REGIS SILVA

Redatores : ÁVIO BRASIL, BR INHO,

RAYMUN DO CORREA SO·

MILTON

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SUMÁRIO Economia Político -

L. Cassa

Urad. do

Dr . Abilio d e Carvalho! . Risco Profissional Cara cterístico Pri · veda do Seguro d~ Acidentes do Tra· bolha D-av id · ampista f11ho. Seguro e Meteorologia Luto

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Problemas do Seguro -

Paufo André.

Vida A

visito

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No meiaclo elo século 16, as alterações persistentes elas moedas e suas consequências jurídicas provocaram um exame mais sério ela questão monetária ·cCopernico, Agrícola, Buclelio, Scaruffi).

Cio. Nac. de Seguros de

Nota da Redação . do

Dr .

S . E. S. P. C. R.·J. Ainda

Aristóteles ( 384 - 322 antes ele J. C. é o precursor ela ecónomia moderna : ele reina ·como msti:e nas escolas ela lclacle Média; admite uma ciência da riqueza auxiliar da moral ( Crematistica) ; teni icleias exatas sôbre o valor, sôbre a moeda· e sqbre o interesse~ · defende fracamente a escravidão e combate com vigor o comunismo ele P latão.

Aluísio B, Peixoto .

Homens do Seguro Castel lar .

São Paulo -

Na antiguidade, o ascetismo religioso, as castas, o despotismo teocrático e militar· (Oriente)., as doutrinas filosóficas, o espírito ele conqúista, o clespí·ezo pelas artes c pelo pequeno comércio abandonados aos escravos, a plena potência elo Estado resumida na República ele Platão ( 429-348 A. c.)' foram outros tantos obstácul os ao raiar ela econom ia política; não nos resta, portan,to, senão alguns fragmentos elos ·livros clássicos ele fi losofia (Cícero), ela história, (Thuciclicles), ela economia doméstica; (Xenofonte). (Thu ciclicl es), , da ·econom ia doColunelle), ele jurisp rudência (Corpus juris),.

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Jorge

Bonde

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Nota da Redaç ã o. da

aceitação

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Nacionalização das emprêso$ de $eguros.

REVISTA ' DE

SEGUROS ·

A abunclancia elos metais preciosos da América, o encarecimento dos p reços e as perturbações que eles causam são, estudadas por Bodim ( 1568) e por Stafford (1581) Boclim, em sua R(!lpublica .1576) ,e o piemontez Batera ( 1589), precursor ela téori~ sôbre a população, res·umem o sabor economico clé sua ·época.


Nos pTimeiros anos do século seguinte, partindo desta. 1deia, que se a moeda não era a única riqueza, era ao menos a principal, certos empíricos, que con fundiam a m0eda com o .capital ( Milles, Malynes, De Santis), ensinaram que se podia conservar e aumentar a moeda pela proibição da exportação, pelas tarifas legais sôbre as moedas e sôbre os cambios e por out(as regras restritivas dos contratos individuais estipulados com os estrangeiros. "É o sistema da balança dos contratos". Outros escrjtores, ao contrario, bem que visando o mesmo fim, propuseram, como mcio mais eficaz, um sistema fisca l destinado a procurar um excedente do valor da!! mercadorias exportadas sôbre o valor das mercadorias importadas) e que devendo se pagar em i>rata. teria por efeito aumentar a fortuna nacional. É o sistema da balança d o co1!tér6o, ao qual se liga" o ato de nave· gação de Cromwell" e que roi chamado também Co /b Crlislllo, do nome do ministro que teve a vontade e o poder de fazer uma mai s larga aplicação. Certos escritores (Laffemas, Robinson , l\lilselden , \ Veeler, Montchrétien, Becher, etc.) e a. sua f rente, pelo me rito e in fluência. o inglez Thomaz Mun deram caminho ao comércio ele exportação dos produtos manufaturados sôbre a agricul· t.ura; e lhes deu por esta razão o nome de Mercantis. Promotores de impostos proibitivos sôbre a importação das mercadorias estrangeiras e sôbre a exportação das matérias primas e dos cereais, estavam de acôrdo sob este ponto com os escritores do sistema - economic, dito annonm'ie (termo tomado à antiguidade. "Lei annonarir, lei que entre os romanos impedia o encarecimentos dos viveres). Ammirato, Campanella, Segui e Ta pia desejavam preservar os con· sumidores de toda a carência. Os protecionistas agrarios. ( Graswinckel, Boisguillebert e mais tarde Bandini) reclamaram ao contrário a livre exportação dos grãos e isto para maior bem dos proprietários e dos cu lti vadore . Os ingle,zes Child, Potty. Davenant, o holanclez de la Court . ini111igo nnúo encarniçado das corporações e mais que todos os outros Lock (que escreveu também sôbre a moeda, antecipando assim o livro notavel d'Harris ( 1757) moderaram o mer· cantilismo que tinham combatido sem sucesso de la Croix. Struzzi e melhor que i to Cooke e Dedley North. Antonio Serra brilha no meio dos escritores italianos do 17." século, que escreveram sôbre a moeda. Em seu curto tratado (16 13 ), ele procurou as causas e os remedios da falta de dinheiro. da qual sofria o riquí ssimo reino de Napoles E le demonstrou que a moeda abunda onde fl oresce a indústria c sôhre tudo a indústr;<'. manufatureira e onde o governo se mostra prudente. Expoz admiravelmente a teoria elos pagamentos internacionai s e merece u. após um século e meio de esquecimento, ~ apolog:a que Galiani lhe fe z na segunda edição ( 1780) de seu livro clássico sôbre a moeda. Depois da instituição do banco da Inglaterra ( 1692) e os desastres do sistema Law, os escritos sôbre o crédito tornaram-se muito numerosos. A economia política. penetra no ensino oficial. na Escossia como ramo ela moral; na Prussia, austria e Suecia, como fazendo parte das ci.fncias came1·aisJ· em Nápolis (1754) em Milão (17(5&), em Modéna (1722), em Palermo ( 1779, como curso especial). As teorias restritivas, expostas com muita clareza por Mélon e Forbonnais, aprofundadas por Stenart ( 1767), e dirigidàs por uma corrente liberal por Justi, Genovesi e Sonnenfels. para quem , segundo o livro clássico de Sussmilch ( 1707 - 1767) o aumento da população tem mai s importância do que a abundancia de dinheiro, encontram na pessôa do banqueiro Cantillon (1754), e do filósofo Hume (Pol itical Essayes, ( 1752 ) adversários resolutos e cheios de originalidade. Este abre a estrada aos fisiocratas que apõem um verdadeiro sistema científico ao empirismo dos partidários da balança do comércio. Os af.orismos do doutor Quesnay (Quadro economico. 1758) espalhados e defendidos por Baudeau, Letrosne. Mercier el e la rivieri perfeitaménté désénsolvidos (Reflexões, 1769) mas muito depressa aplicados por Turgot, constituem um sistema completo de direito e· de filosofia social. Partindo da hipotese de uma ordem da natureza ( fisiocratica) que as leis positivas devem manter, Ques56

AGOSTO.

DE

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nny sustenta a liberdade plena e completo da concurrência (deixO/f! fazer, deixar passar da Legondre e de Gournay), e isto afim de que a única classe produtora (agricultores) obtenha com pouco salario, os serviços das classes improdutivas, mas necessárias ( manu fatureiras, comerciantes, pessoas exercendo profissões liberais) ; afim também de aumentar a renda dos proprietários, quer dizer o produto líquido sôbre o qual pesa o imposto, que para evitar dispesas e repercussões inquietantes, deve ser único e direto. Emendada em seu erro fundamental por Condillac ( 1776), pouco apr-e~ ciada por Ortes ( 1774), aceita em parte por Beccaria, Verri, Filangieri, a doutrina dos fisiocratas foi profundamente modificada por Adam Smith (1723, 1790) que, depois de uma viagem à França e uma preparação de dez anos, publicou suas - Recherches sur la natwre et sur les cau#s de la ri.chesse des natiens ( 1776). Esta obra é o maior monumento da economia política moderna; é notavel por sua doutrina, por sua moderação, por sua clareza e pelo vigor do seu metodo. De fato, constitui um s.istema de política econômica, baseada sôbre o produto líquido sôbre o qual pesa o imposto, que para evitar despesas e repertidade que existiria entre o interesse pMticular ,e o interressé público. É precedida de uma introdução teórica magistral, que reconhece como elementos essenciais da produção a term e o trabalho (tornado mais eficaz por sua divis[i,o e pelo auxílio do capital. Estes dois elementos, agindo nas indústrias agrícolas, manufatureiras e comerciais. são reciprocamente solidários. O produto se reparte entre o proprietário, n capitalista e o obreiro, remunerados respetivamente péla rénda, ·o lucro e o safaria. Eles devem concorrer reciprocamente ao imposto, fonté da renda pública ordinária (preferível aos tributos dominicais e aos emprestimos) que o Estado despencle para manter a segurança, espalhar a instrução e abrir e~tradas .

O sistema de Smith foi vulgarisado por J. B. Say ( 1803), que admite os produtos imateriais e junta a teoria das exportações e do consumo; aumentada e corrigida por Malthus e Ricardo (valor, população, renda, lucro e troca· internacional) pm• liverpool e Senior (moeda) por Tooke, Fullarton, Overstone,.. Belgehot (crédito) por Gaschen (troca) ; analisada por Jacques Mill e Maé Cullock, largamente aplicada à filosofia social e à questão operaria, nos "Princípios" clássicos (1848) de Stuart Mill (compreendidos e comentados por Fawcett e depois por Laughlin) ; é preciso quanto ao merito por Cairnes e em parte corrigido por Sidwick; com Longe, Thonton, Cliffe ..,..- Leslie e Walker, ele abandona a teoria do ftM~do dos salários; empresta a lingua dos matetnáticos i!,s obras de Cornot, de Gossen, de Jevons, de Walras; recebe uma fotma dida· tica nos tratados de Florez - Estrada, de Molinari, Carbalo, Ferjaz de Sampaie, (Sarnier, Vissering, naqueles mais notáveis de Courcelle - Sentvil e dé Chérbul iez. naqueles mais recentes e excedentes do holandéz Piérson é do américan~ Walker; nos ramos mais recentes e mais profundos de Marshall e de Gide; enfim nos livros elementares, mas bem escritos da Baudrillart, Levass!!Ur, de Laveleye e Leroy - Boulieu. Na Alemanha, a teoria de Smith. analisada por Kraus, Sat0ríous, reti.ficad9 em certas definições por Hufeland, vem se enxertar sôbre .o trance d~s ci~!'l' cias cronwrais (administrativas) com Jacob, Lotz e sobretudo com R~u. !!,la ~~ enriquece pelas sabias deduções de Thunem (influência .d e rnerc~do sôb!-"e os si~temas de cultura) e d'Hermann ( capita1, valôr, revenda e eeªsume), .retamacias e contimmdas admiravelmente por Mangoldi ; ela toma um ~stilo m~t~­ físico nos tratados de Steins e de Schaffle; ela se serve dos progressos da e~­ tadcti.ca (Guetelet, ·W appaus, Engel, Rumelin, Knapp, Ltx.is] e ep.larg!l~~ e campe de suas envestigações cen1 as moRografias pe N,eq~t1~U~, !feff~~ff~ ~ eptrt; os vivos de Baunistark, Hanssen, Helferich, Knies, Nasse, Wªgn.er, Sa~, Ceb!l, Brentano, ·Bohm, aos quais é precisp juntar os ~scrit.os ~9§ .Ç. Conte, Naville, Duneyer, Ckeva:Iier, Welewski, .Cequelin, · Fanther, de J.,avt~g!le, Clement, 13at.bie e entre es -vivos de 'Parieu, cle Fontenay, Leroy - Beauliéu, Block, de Foville, Jou.rdan, Villey, Beauregard, etc. REVfSTA

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No seculo 19, se encontra ao mesmo tempo interprete pouco- fieis e adversários determinados das doutrinas de Smith e das dos seus discípulos. • Deixamos de lado as enfafonhas teorias ditas néo-maltusianas e a teoria engenhosa, mas paradoxal, sôbre o crédito de 'M:acleod, e verifiquemos que os discípulos de Bastiat (Paillottet, Prince - Smith de Bruyn Kops, Perry, 'Maclrazo, Carreras y Gonzalez. não fizeram senão pouco progresso à ciência; se embalando no otimismo ele uma harmonia preestabelerida (1850), não viram na ciência econômica senão um meio ele defeza para a sociedade, tendo por fim a aplicação universal e ilimitada da liberdade economica (Escola de Manchester). A Escola romantica (Haller, Miller, Gentz) se declarara, ao contrario, adversaria de toda a liberdade; ela sonha a restauração da Idade Media, das corporações, dos fideicomissos. etc. ' A escola que. com Villenn, Pe· rin, Brants e Devas subordina a ciência. a moral teologica e visa estabelecer, · com os conservadores Le Play, Jannet, de Metz Noblat, a reform. a social, restringe também a diversos respeitos. o campo da liberdade. Se mostram ainda adversários da economia cosmopolita de Smith, os néoprotecionistas, tais como o inglês Biles e especialmente o alemão List e os ame· ricanos Hamilton, Bowen, Corey e seus discípulos (Peshine - Smith, Elder e Tt.om.psont; esta escola patrocina 111/la rconomia nncional, (/UI' possa drsenvol1/l'r as forças produtoras a custa de tarifas rmúto elevadas, temporarias ou pe~ manentes. É preciso, enfim, ajuntar aos adversários de Smith - os filantropos (pessimistas) cujo chefe é Sismondi. que atribuem a concurrência ela desastrosa concentração dos capitais, as crises, o pauperismo e se elevam, sem concluir algo, contra a divisão do trabalho, as máquinas e o progresso; os comunistas (para nada dizer dos anMqu.istas e dos nihilistas, que combatem a propriedade e alguns a família; da mesma forma, os "socialistas" seja que creem com Tourier no trabalho atraente na falanstere; seja que eles peçam com Saint Simon o Estado lndust1'ial e a abolição da h~'redatariedade, seja que reclamam com Loui Blanc o direito ao trabalho e os atelieres naciouais, com Proudhon o crédito gratuito e ó banco do povo, com Lassalle as sociedades cooperativas sttb<,encionadas pelo Estado, ou neguem, na obscura dialetica ele Marx; avançado pelo sutil R'o· berthus, a produtividade do capital ( 1868) e reclamando a expropriação geral (coletivistas) seja qu e eles se limitam a pedir a única expropriação da terra (Colins, Wallace) com ou sem indenização para os proprietários ou ao menos o confisco da valorização do solo (Henri George) seja que eles se con tenrem enfim a fixação de um salán:o mí.nim-0 e do di,-eito à assisth~C'Ía, etc. No domínio teórico, enquanto alguns recusam à economia política o carater de ciência ( Bonamy Price) outros, os positivistas ( Ingram) quereriam fazer simples capítulo de uma sociologia futura. da qual Comte e Spencer. e outros ainda, reuniram os materiais e escrito os prolegómenos. A escola histórica (Roscher, Hilclebrand, Knies, Kantz, Cliffe, Lavéléyé), tão recomendavel por sabias pesquisas sôbre a evolução das doutrinas, às quais os discíplos de Conrar e os mais numerosos ainda de Schmoller, em conjunto dos mais detalhados, sôbre a evolução das instituições. confunde as verdades absolutas da ciência com os dados relativos da arte e quereria reduzir a primeira .a não ser senão a filosofia da escola econômica. Os princípios da escola histórica têm sido acolhidos e modificados em. parte por alguns professsores chamados por seus adversários socialistas de cadeira., porque reclamam do Estado, para salvaguarda dos obreiros, uma legislação social e uma reformá elos impostos já aplicada em parte na Inglaterra e Suissa. Os mais radicais (Wagner, Schaffle, Lange, Scheel, Santer) que pedem que se limite a propriedade territorial e os juros, se aproximam mu:to dos socialistas do Estado. As doutrinas desta escola, reproduzidas nos tratados elo polonez Bilinki e do russo Wreden, resumidas nos livros elementates de B.ischof, d'Held e do sueco Leffler, revistas nas suas definições por Neumann, são desenvolvidas com amplidão, mas sempre com homogeneidacle no manual publicado com 58

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o auxílio de numerosos e valentes colaboradores por Schonberg ( 188) ; e nos tratados ainda ínacabados de Wagner e de Cohn, notaveis, o primeiro pelo va· lor do método e a segurança ele erucl;ção, o segundo pelo brilho da forma. Uma vigorosa reação, portanto, devida à iniciativa ele E. Dietzel ( 1882) e reforçada pelos au st ríacos Menger, Bohn e Sax, reivindica a autonomia da ciência econômica e o metoclo da Escola cláss;ca, que não deve ser tido corno responsável pelos erros hi stóricos e liberalismo a todo custo de alguns dos seus me· nores di scípulos. No século 19. a lta lia viu aparecer uma multidão de economistas, que enq uanto combatidos pelos governos antes de 1848, foram quasi todos deixados se arrastar a partir de 1859 no turbilhão da política. Passemos sôbre os menos importantes e lembremos Custode, que reuniu os clássicos, Pecchio, que os resumiu, abreviaclarnente, Cagnazzi, Rossi, Bosellini. que · comentou as teorias ele Smith e ele Say, Balsamo, que as espalhou na Sic!lia, Valeriani, fil ológo e jurisconsul-.J, escritor original, mas defeso e obs· curo. Gioja, estatístico eminente, autor do Nuovo Prospelto delle cicnze 'f:conomiche ( 1815 - 17 ) partidário do sistema protetor que foi vivamente combatido por Romagnosi, nos A n1a./cs de statistiqu c e num estilo brilhante por Caltaneo, no Polit ecnico. As doutrinas de Ricardo e de Malthus, explicadas assás obscuramente nos Essais ( 1825 - 27) no napolitano Francesco Tuoco, autor do excentríco mais engenhoso, Maui<• du Crcdit ( 1824 ) expo ·tas com um sucesso notavel por Pellegrino Rossi; no Colegio de França, foram resumidas com uma grande precisão filosofica e acompanhadas de desenvolvimentos humanitarios nos "Príncipes" ( 1840. ele Scialoja). Depois de 1848. as teorias otimistas tomam superioridade na ltalia; elas são processadas por Ferrara, nos Prefacias muito notaveis na "Biblioteca dos Econom :stas"; elas são espalhadas pelos seus numerosos discípulos, e sôbre tudo no tratado ( 1853) e outros escritos elo fecundo Boccardo; são temperadas pela doutrina elegante de Minghetti ( 1859 ) que se torna, com SeJla e Luzzatti, o apostolo dos bancos mutuos populares e um nota vel promotor da legislação social. As novas doutrinas alemans espalhadas com muito entusiasmo por Cusu· mano ( 1873) energicamente combatidas por Ferrara e vivamente defendidas por Luzzatti (Antolog;a 1874) foram portanto aceitas em parte na sábia "Economia de Lompertico e aplicadas por Loria, com pesquisas originais e ousadas, ao estudo da renda territorial ( 1880), da qual quereria clemostrar o carater transitório. As lutas este rei s entre os pretensos partidários e os adversários incompetentes de Smith, tendo chegado ao fim, na ltalia, as doutrinas da Escola in· glesa retomam enfim o domínio; elas são enriquecidas pelos resultados os mais certo s da ciência alemã nos Essais ele Nazzani ( 1881) e posto em relevo· pelo escritor H.icca Salerno, de Viti e sobretudo por Messedaglia, especialistas eminentes, sbre as questões da moeda, do crédito, ela população, do cadastro, além ele mestre na indução estatística, ela qual Gabaglio expõe habilmente o metodo, (1889). L. Cassa ( Tradu,ção de Abilio de C ew>valho) II!IIIIIIIIIICliiiiiiiiiiiiCllllllllllllltJIIIIIIIIIIIICliiiiiiiiUUIIIIIIIHIIICliiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIIIUMIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIICliiiiiiiiiiiiUIIIIIIHII~

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RISCO P ROF lSSl ü N AL. Caracteristica Privada do Seguro de Acidentes do Trabalho David Campista Filho E special para a H.EV lSTA DE SEGUROS

A obrigação de reparar o dano causado a outrem, aparece sob forma legal na mais remota idade do direito. Quando a Lei .Aquilia consagrava o preceito do dammt ·i njuria datum- isto é, o prejuízo que o homem livre inflinge ao patrimôpio de outrem por ato ílicito - reprod uzia aprimorando à civilisação romana, um postulado da Lei das Doze Tabuas. Remonta ali a fonte da responsabilidade civil inspirada na advertência do neminem loedere, regra moral, ao mesmo tempo regra de conduta na expressão de G. Ripert, por dicidir que o ato do homem feito transgressão, obriga seu autor à reparação, se dano houver causado a outrem. Entretanto, a responsabilidade civil baseava-se na culpa, quer dizer, não provada a culpa, nenhuma reparação seria imputavel ao causador do dano. Foi a idéia dominante até o fim do século XIX, s1gnificando que, por se fundar a responsabilidade civil na culpa, seria de certo modo uma responsabilidade penal atenuada. Porém, o direito reflete a evolução e progresso dos povos, e por isso, exigir-se o alargamento de aplicação das regras da responsabilidade civil ante o grande aumento de . acidentes cujas causas complexas e numerosas · derivaram da multiplicação dos maquinismos, da circulação de automóveis, do crescimento, enfim, da civilisação material que se processa com sacrifício de vidas humanas e mutilação de corpos. Os esforços dos juristas, prestigiados pela jurisprudência, tendiam no sentido de eliminar a base de culpa, desta estabelecendo-se uma presunção ; ' e assim se concebeu a responsabilidade do fato das cousa..s inanimadas; lfVISTA

DE

SEG UROS

a teoria do risco criado - isto é, a obrigação daquele que aiou um nsco de reparar os pre juizos causados a outrem pela realização do mesmo risco. Deste modo, imprime-se à base da responsabilidade civil, certa noção mais realista da obrigação de reparar. O direito moderno não mais encara o lado do autor do ato, porém, o lado da vítima, escreveu lüpert. Req.amando reparação, pouco importa à vítima a natureza do ato causador do prejuizo, pois exista ou não culpa, o fato é que o dano subsiste e tem de ser reparado. A sociedade não pode tolerar danos sem a devida reparação, e enquanto assim se criava uma reciprocidade automática entre acidente e indenização, a éra de industrialização atingia à plena florescência pela introdução cada vez maior de maquinismos. Inquietaram-se economistas e filósofos pelo destino do operário subtraído ao trabalho pela máquina que consideravelmente o reduziria, e por se lhe apropriar do e;;forço, multiplicava-o em benefício da indústria. A experiência desde logo revelou a improcedência da previsão acadêmica, porquanto a ação do maquínismo está condicionada ao elemento humano que lhe insufla dinamismo, regula e dirige sua ação produtiva. O elemento humano é o esphito animador do elemento material e assim, a mecanisação do trabalho exige o operário aprimorado em sua função, dignificando-o, e eleva o artifice ao técnico. Entretanto, o que a previsão inquiet~ .,dos economistas não vislumbrou, foi a contingência de acidentes inerentes aos maquinismos. Se o trabalho desta sorte redobrava em força para industrializar a produção, outros61

..


• sim, adquiria novos e m~iores r'iscos a pezarem sôbre a indústria. Foi, pois, nessa amb~ência que surgiu coma fenômeno natural em legítima sequência, o risco profissional fundado na responsabilidade sem culpa e inerente á indústria. O conceito do ri sco profissional abre campo mais vasto à obrigação de indenisar, pois abstraindo-se de que o· acidente resulta de caso fortuito, de culpa do patrão ou mesmo do operário, comete sempre à emprêsa a respectiva respon sabilidade, constituindo, por isso, um fatôr do custo da produção. É certo que a produção industrial expõe os operários a un s tantos riscos, justo, pois, que o patrão que recolhe o util do exercício da atividade laborativa, submete-se em caso de sinistro, ao onus ela indenização, consoante a regra ele moral e equiclade - ubi-commoda ibi et incomnwda. Sob o peso ele tamanhos encargos, urge a defeza da indú stria, que se oferece ao patrão mediante o seguro para cuja garantia transfere as responsabilidades dos riscos pendentes. O r:sco profissional. coberto pelo seguro de acidente do trabalho. induz o patrão ou empregador, como ctualquer segurado, à prittica de med idas d ~ prevenção do ri sco. medidas acaute'iacloras. constantes de condições de h:giene no local elo trabalho e segu ran ça na 1 cgulamentação da atividade do operário. transferindo à companhia segurad ora toda responsabilidade pela reparação ele danos inerentes à indústria. A produção resulta da conjugação de dois fatores - o elemento humano, o operário e - o elemento material, o maquinismo - condicionando-se o trabalho ao ritmo desses elementos, que se integram em atuação recíproca, séde da vida ela indústria. O elemento material está sujeito ao desgaste pelo uso. certo no tempo, e o e'iemento humano ao acidente pelo manejo da maquína, eventual no espaço. Por ambos torna-se responsável o patrão ou empregador afim de que o trabalho não paralise e a indústria continue. Impõe-se, então, imensa responsabilidade superior às suas forças, e a providência que 62

se lhe clepara, aparece no seg11ro, q11e pela faculdade de triturar e dispersar riscos. adquire a capacidade de indenisar prejuízos. Procura seguro todo aquele que tem interesse na conservação da causa, interesse a que se não realize certo risco, que se, por ,·en tura. acon tecer, não lh e acarrete a responsabilid ade da reparação por trans[erida à em1•rrsa seguradora. Vem daí a teoria do interesse sustentada por esc ritores a lemães que adotam o conceito de Kisch como fundamento inamovível "o interesse econêm1ico que uma pessoa possa ter em evitar uma e\·cntualidade recea vel. Citando o di sposto na lei franccza de 1030 que " toda pessoa tendo um interesse na conser\'ação da co usa. pode fazê-la segurar' ', concl uem Picard e Besson : l'assurance portr· sur l'intrrrt, rt In cho.w n'est q11e l'objet du risque. Nos seguros ele responsabilidade tais como • o ele acidentes elo trabalho, o interesse consiste em que o patr:mêmio da indú stria não seja afetado com pagamento ele inidenizações; o seguro cobre o ri sco profissional ela responsahiliclacle do patrão, c o objeto do risco est;'t no acidente suspenso sê>hre o operário. O chef e da indú stria contrata seguros em resguardo do seu interesse: paga o · respectivo prêmio. despesa que grava o custo da produção, a fim de acobertar-se da responsabilidade ele inden izar os operári os da indústria pelos danos so fridos no trabalho; a esses operúrios, nenhuma interferência é permissível na operação que os acautele contra eventuai s lesões. a não ser no momento de receber a indenização devida: figuram · na apólice em cunjunto com a condição exclusiva de empregados na indústria; não são mencionados nominalmente, nem por número determinado. incluídos, porém como fatôr do trabalho cujo valên· se estim•."l. mediante folha de pag-amento dos salários mensais, base para cálculo elo prêmio devido; tanto assim que podendo crescer ou diminuir em número durante o curso do contrato, o prêmi'o a pagar torna-se ajustável ao término do seguro. AGOSTO

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biantc ilestc as1x·cto élo 5eguro de acidentes do t r:11!:1lho. nitidam ente se impõe o ·srntif1,, prrsonali sta do risco profi ssiomú, c por isso, Íll C( Jll f l11lc1Ível, a caractCrÍstÍC:J... pri varia do obj eto do seguro, como outrossim, privado o objeto do ri sco - operários que trabalham na ocasião elo sini stro. Tais caracte rí sticas tornam indubitável a finalidad e privada do seguro de acidentes elo trabalho, entretanto, obstina-se no Brasil em destruí-lo' ele tal sentido, não sob pretexto de lhe melhorar a ef ici ência na proteção, porém com intüito de trans feri-lo aos Institutos ele Previdência, como monópolio, na esperança de socorro ao estado precário do seguro social. Pretende-se, pois, insidiosamente criar confusão entre seguro privado e social, afim de consumar-se a usurpação da livre emprêsa em favôr elas autarquias de previdência, porém, desde logo, as sombras da dúvida se dissipam na simplicidade luminosa destas indagações : i\ quem se dest ina o seguro de acidentes elo trabalho ? - Ao chefe da indústria, patrão ou empregador que em seu nome o contrata pagando a necessária taxa - daí o primeiro sinal do seu sentido privado. - E nquanto o seguro social visa a coletividade, as classes menos favorecidas carececloras ele produção que a política social lhes concede, operários, orfãos, viu vas, etc., levados ao seguro compul soriamente e assistidos pelo empregador e o Estado que concorrem com sua contribuição no pagamento das respectivas taxas - por isso, o carater social e de assistência desse seguro. - Qual o ri sco que cobre o seguro de acidentes ? O ri sco profissional que envolve a responsabilidade do patrão ou empregador de reparar os danos sofridos por seus empregados na execução de trabalhos conc~rn entes à atividade comercial ou industrial que constitue sua profissão; consequentemente, segurado é o patrão, empregador, ou a indústria enfim, enquanto, o operano representa o beneficiário elo seguro segundo a condição de objeto do r !SCO.

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g·nro socia l cujo risco é molestia, inva lideZ: e mal es qttC af etam :1. pessoa do operário, traballlador. empregado, 110 caso, representando. o segurado, pois que paga o prêmio do seguro na proporção de sua quota. Qual "o valôr pecuniário .expoSto i perda" . no seguro de aeiden,tes e no :cguro social ? No primeiro é o do patrimônio da indú stria resguardado pelo seguro contra a realização do ri sco profi ssional enqual)to no segundo não aparece a determinação desse valôr devido a ausência do princípio de indenização substituído pelo sentido de assi stência elo seguro social. Diante das características que nitidamente separam o seguro social do seguro pri\'ado. no toQante ao espírito, finalidade, estrutura e ex~cução dessas forma s ele previdência. não há porque confucli-los em hostilidade recíproca, pois que redunda em prejuízo da previdência brasileira, prevista pela Con.tituição em setores distintos.

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re~li zações,

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tuirá, v erdad eirainen te, o marco d e uma nova e tapa na vida de Kosmos. O monum en tal •· difi cio qu e esta sendo ergu ido

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195t


Seguro e Meteorologia por L ui:: J1f cndonça Especial para a "REVISTA DE SEGUROS"

O Seguro tem, comu ciência qne é. um ca111po de itwestigação próprio ; tem uma fenomcuologia cujas leis constitucnt u sc n objeto particular, delim itando o domíni o das suas pCSl]ttisas e teorizações. Eutretanto, desbordamlo do campo re~ervado e excl usi1·o em que se exercit a a atil'idade cient ífica que lhe é atinente, o Scyuro ainda entretem relaç<ies íntimas com uut rus ramos do saber human o, buscando infil t rar-se 110 domín: o de outras ciências; n~to porqu e a ele caiba ocupar-se com o estudo, exame e in dagação das leis que forn tam os di fe rentes objetos das mes mas, mas, isto sim, porque para o seu próprio p rog resso e desem·oh·imentt,, para a sua cada vez mai s racional est ruturação teóri ca, lh e é indi spensável, como elemento de base, um corpo de doutrina s alimentado por ta11tas ciências quantas se jam as qu e lh e possam, etn virtude dos fin s e obj etos a que se dediquem, pre tar eficiente concurso para um cscorreito desempenho elas suas fum;ões na rida cconõmica e soc ial dos po1·os civili zados. :\ ssim. se procura o Scyuro assintilar C(lnhccimentos científicos ma is a lém da es fera dentro da qual se circunscreve o se u nhjcto e pccí fico. o faz tão só pela necess iriadc imperiosa c indcc linhel rle utili zá- los como Yaliosos instrument os de a u~íli o, e a- fim -de manter-se - com esses subsídi os. já então mai s punjante e credenciado - no encalço das ·fi nali dades que lh e são cometidas. as quai~ assumem uma proeminência que climana elo p róprio carater, que ele (o Seguro) tent , de instituição com profundo sentido social. E1~tre as ciências a cujo poderoso auxílio ele vai recorrer, contam-se; · por exemplo, a Economia, a Filosofia, a Matemática, o Direito. Todavia, não é às relações ex istentes entre o Seguro e qualquer das ciências citada que desejamos, aqui, referir-nos, e alinhavar alguns comen tários. A preocupação 'JliC no · moYe é, precisamente, a de pôr em aEVISTA

DE

SEGUROS

foco o importante subsídio, na prática quasi pou co lembrado. que ao Seguro pode prestar a ciência dos fenômenos atmosféricos a .1!<'/curolrJ.f!ia . ~empre

. P oderíamos fa lar até mesmo ele uma con· tribuição ela Meteoro logia •para a elaboração esquemática dos quadros tarifários - exatamente aquel es que se ocupassem de riscos suscetíveis de serem afetados pelos fenõmenos que aquela ciência estuda. E essa contri b!J.~ção até poderia alcançar certa importância; não, é óbvio, quando se tratasse de ri scos cu ja ta ri fação fosse descan sar os seus alicerces na '' teoria matemática do prêmio'', mas quando us elementos básicos elos critérios taritários fossem extraídos da teoria <]Ue podemos chamar ele "teoria subjetiva". E como, entre nós, têm predominância nos procedimentos tarifári os os princípios da "teoria subjetiva", já se vê que não seria desdenhável, mas ele certo rclêYo. o concurso ela Meteorologia. .\ Ias, limitem o- no~ . nêstes comentários, quanto ao instrumental teórico que a ciência meteorológica poderia colocar, ao alcance do ~eguro. à ligeira referência que foi feita linhas atrás. e salientemos, pois -êsle -é -aqui a -.nosso principal escopo, a importante· -{Õontribuh;ão IJrática que pgçieria. amiúde, .· ser pr~stada ao Seguro pela ·Meteorologia; para sermos mais exatos; ·pelà Meteemlog.ia Legal. No .;;eguro m~rítimo. ~po.\' exemplo. sabido que a· responsabilidade do s~gurador em. geral - ~emanda a t!i>CÍ:stência da " fortuna-domar", é imprescindível, para a constataçãó do nexo ca1,1satentre o risco e. os ~P.~ü!!,,.havidos, a · cel'tidão ou a ·perícia meteor-ólógica-, quando em t:ôrn0 da~ .o.rig~ns -do ?.inistr9 surjam dú· vidas - ao segurador. As -_pepdên~ ·~ litígio.s que possam eclodir, por efeito de incertezas dêsse jaez, somente encontram solução adequada e irr-etorquível mediante o pronunciamento abalizado da Meteorologia.


O rel' ur o esporádico à pa la na esc larecedora ela Meteorologia não caract ·: riza. comq 1·emos, a conduta ou a atitude t;"to sú dos nossos seguradores. 1\las, se o 1·czu é gcnt:· ralizado. não é isso atenuante para que o Seguro deixe de instar unJa colabora~i"to tn ais frequente daquela ciência. E pa ra CJlle os nossqs seguradores a soli citem. a reclam :: m . a uti Ji _ í.em. de u·a maneira mais constante. deven1os por certo empenhar-nos.

Entretanto, segundo constata Sampaio e o diz. não sem certo amargor, em seu importante li vro ·· i\letcorologia Bra -ileir<•.... em nos ·os processos judiciais tem pritn ado pela ausênc·a o depoimento meteorológic<:. não porque os no ·sos Jnstitutos oficiais c especializados e:tejam incapacitados ele exer· cê-lo eficazmente ou se furte·m à prestação do:; esclareci mentos destinados à eliminação dos pontos obscuros na trama processuaL mas po rque a eles raramente se recorre. '·Sem intenção de crítica ~r u censura - diz o auto· rizado cientista brasileiro. em seu livro atrás referido parece-nos que a raridade com que os nossos ad 1·og-aclos. a nossa polícia e l' nosso judiciário propriamente dito, se soco rrem elo depoiillento meteorológico, está Illl ret icu lado menos iino da nossa im·estiga· ~ilo crim inal. e na maior ign orância dos préstimos ela organ ização meteorológica elo país". J·~ r:'rra:::,

Fazemos Yotos. terminando êstes rúpidos cotnentários sôb re o assunto. nu sent :do de que !>c 1·enham estreitar cada vez mais as n: la~ôes entre o Seguro e a Meteorologia. pelo grande impulso que esta pode. indub!tà,·elm :.- ntc. pres· tar ao progresso teórico daquele: c também pelo ,-,Jiioso auxílio que pode a :\1 eteorologia prestar na resoltu;ão elas querelas que da atil'idade segurado ra sempre emergetll.

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Luta pelo Seguro Privado A 11 gelo Mario Cem e Especial para a ''REVISTA DE SEGUROS "

Aquel es que compreenderam a minha inl"nção quando abordei o problema . no último PÚmern desta l~c\· ista. c me animaram com suas palauas de cntusiasum. dedico. dentro das mi nhas pa rca ~ habilitações. o planu pelo qual <levemos cn f renta r a batalha. Já tc111 os mais u1n Yaluroso suldad o ao nosso lad o. () Dr . l'aul o Câmara. que não ~de a no s~a opinião col etiva. porém, cont o brilb u da sua int eli gência. tem procurado, com den odo. dcf cndcr os int crêsscs do seguro privado, dentro ela s limitações a qu e o obriga o cargo que exerce. Todos c cada 1.1111 dos qu e 1nilitam no >eguro pri\·ado deviam. dentro c fora das suas atív:dadcs pru fi ssiunai s. tumar posiçiiu na luta. Durante as 2-l- horas do dia. de\'l'lll estar em guarda . I 'or qu e

p e r g un t ar ~u• .

.-\ rr;.posta é simples : P orque. durante as m e ~ma ~ 2-l- h(Iras, há pessoas 111al in formadas, mal ori entadas ou mesn1o na absolul<>. ignorân cia elo que é. do que se rve e do qu r tclll feito o seguro privado no Brasil, criticando ou destruindo a nossa instituição por meio de comentários falado s ou rscritos, projetos de lei. pareceres. etc . Como fazer chegar a essas pessoas o verdadeiro sentido do nosso trabalho ? É difícil. Se vamos pela Yi a oficial, temos tido a surpresa de nã o receber resposta ou , senão, temos de Yolta inYcnlades. como se viu no caso do ofício do 1. A . P. C. ao S. E . S . P . C . R . J . , acêrca do srgurn de Incêndio. Se enviamos pessoas representativas da nossa classe para entrar em con· tácto com êsses elementos, são repelidas com as afirmativas demagógicas de que são tubarões que vão defender exclusivamente os seus interesses. Se saímos a público, é matéria paga c ninguem lê ; enfim, so fremos a pressão dos REVISTA

DE

SEGUROS

tabús que sempre envolvem uma atividade pri\·ada para desmoralizá·la a serviço das forças flctdtas que pretendem explorar as massas. Daí aconselhar. como primeira medida, a ação individual. A doutrina de Cristo venceu , não só pela fé que nela se encerra, como deYido à cateque!ie individual. Debaixo das maiores lutas e perseguições coletivas os missionários, desde Roma através do mundo, ven· cendo herejes e gentios. pela palavra individual c pela força da sua fé . fizerar;n a sua catequese. Na atualidade, conhecemos em detalhes a ação dos comunistas. que se infiltram em toda parte e não perdem uma única oportunidade corno, por exemplo. em questões de arte e ciência. l'ortinari é 0 único artista brasileiro como Arthur Ramos era o único cientista. Nas questões economicas e políticas só êles se interessam pela paz e pelo petróleo brasileiro c assim por diante. E não há um comunista que, em casa. na escola, no bairro, na associa· ção de classe a que pertence. na rua, no café. na reunião de amigos e nas assembléias, perca uma oportunidade para pregar a mesma coisa. Assim, pela ação individual, êles tem progredido no Brasil e noutros países. Diante de tais exemplos frizantes, quer a serviço do bem como do mal, confórme apontamos, porque não tomarmos igual ·atitude ? Devemos falar à nossa espôsa e aos nossos filhos, bem como aos nossos parentes e amigos, quer em público, quer en~ reunião íntima, acêrca dos benefícios e atividades do seguro privado. Deixemos de lado as nossas queixas contra o segurado, fuláno ou contra a Com· panhia X , porque esta retaliação só serve aos nossos adversários. Desforcemos de fulano ·ou da Companhia X no terreno exclusivo dos negócios. Aí teremos oportunidade na certa, porque não há melhor ditado do que aquele 61


que ensma : "Não há bem que sempre dure c nem mal que nunca se acabe". Se o fulano c se a Companhia erraram, êles pagarão ccdo ou tarde pelo mal que fizeram, pois, todos os dias estamos vendo os resultados dêsses erros. As questões de comi ssõcs c taxas erradas não interessam a estranhos ao nosso meio, a niio ser para que possam criticar-nos e apontar-n os como desleais. ='Joutras ati,·idades econômicas usam-se arti fícios semelhantes em concorrência desleal, mas os prejudicados não ammoam aos quatro yentos porque o mal é maior quando divulgado. Portanto, habituemo-nos a curar nossas mazelas dentro elo círculo restrito elo nosso meio e, em público, shme nte apresentemos o lad o bom porque, de fato. é êste lado bom que interessa ao públi co : Scgurar bens, pessoas e interêsses, pelo prêmio mais barato posSÍYel e com a cobertura mais ampla e pagar imediatamente na ocasião do sini stro. O problema de taxas e comi ssões não é IJrasileiro. É universal. Existe na I nglaterra, na Alemanha e na J\ mérica el o No rte, como posso afirmar com conhecimento de causa c, a ·sim mesmo, naqueles países. o scguro é ·eotado entre as a ti ,-idades que melhor scn-em <l(l rúblico. Esqueçamos, por favor. os nossos casos pessoai s e lembremo -nos ele que está em perig-o a nossa instituição e por ela e para ela propaguemos a verdade . •\ s nossas taxas ele seguro e O nosso modo de liqu ida r s;Ío ~ C nle­ Jhantes aos elos demais país<:s; porque foram os scgu radorcs in gleses. ameriçanos. alemães. italianos e franceses <Jtte nus en-sinar:LJn ; po~ clerÍamos considerar-nos -un s med íocres se, tantos anos, não ti véssemos completa a nossa ionnq.ção qe seguradores .. . Logo, o seguro no Brasil _é tão- bom como o_s melhores que ví pelo mundo. Hú scg-urador<:s .ótim_os .e ruin s em nossa terra como também os há noutras plagas. Ufanemo-nos, pois • . do seguro priYarlo .brasi leiro porque êlc o 11\erece e, não deixemos passar nenhuma ocas i~o ele falar bem dêlc porque, por esta ,-ia indireta, será r:nclhor ouvido c comr reendido por aqueles que o combalcnt.

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sOmente

causados

cessári·a . a

que

por

caso

!:. ejom no

de

refere

vasamento ,

diretamente

são

aí

causados

de

quebro,

quando

tais

por

inquérito

s9

não

apólice

do

obrigatória

ou

roubo, ne ~

é que se torna

garantio .esp'ecial , .. mediante

a

expresso. menção

seguro,

na s

como

respectivas

3. 3 -

o

ainda

a

des ta sua

i rKiusão in.dicaçÕQ

averbaçõe s.

roubo

derrame,

viária

perdas

e

acidente

acôrdo ( 2)

é

e

danos

com

geral,

b) dido !;

as

seguro

esti pula ções

expressamente

resultantes

a J terremoto s,

acima;

policial.

cujo

é

expressamente

des -

perdas

um

Riscos

proibido.

De

resultantes chuva,

na

das

apólice;

por

se

si onados

roubo, oriundo de assalto a mão armada , de-

vidame nt,e

salientar

mencionados

par-

merc adoria s

que· qualquer que

procedida

presença

total ou as

cobertura

armazem a

mercadorias

avarias,

diretamente

de

ar-

porte;

donos

água

outros

rodoviário . coberto

R~ ; ;:-;-A

que ou

ou

parcial, e

sejam

e)

em

t o do

perdas

as

d)

total

do

no-s

esta

depósito

carregada s,

na

rtão

pagamento do respectivo prêmio ·.adicional , : sendb "Oindll

suas

depósitOs · dos

vistoria

descarga,

necessária, c)

modo

exteriores,

torizado do tran sportador ( 1).

armazém, . garagem

viagem

de tal

entre e

3. 3 . )

quando

ainda,

da

previstos apólice

de roubo

cobre, acima

ga -

e

pela

item

risco

local

consequência!!.

mercadorias · e/ou

galp-ãO,

o

maior .

inteiros;

suas

f!

da

(vide

fôrça

dos

seguin tes

não

cobertos

vestígios

ato

vo ~a mento

e

adicionais

concedida

•e jam

di ·

llai

parcial ;

para ser

de

viação,

cobertura

proibidas

A

quebra,

extravio

ou

normalmente

ex pressamente

acima

a)

total

natu -

cionadOs:

a

os

objetos;

suas

ou

de

colisão

ou

raio

fortuito

seguro

o

permitid a

especiais:

o)

acidentes

caso

ra ntias

sejam

arte

quaisquer

de

em

é

adicional,

quer

desmoronamento

de

co~

a

ineren te s

mister,

incêndio,

seguint~s

os

rodagem ,

outros

obras

resultantes .de

normalinente

riscos

tal

veículo

com

imediatasi

os

e dano s resultantes

capotagem;

pedras

reza e,

do

mesmo e

sequências

trens,

perdas

explosão

acidental

de em

segurado,

cobertas tôdas os

finalidad e

por

contra

estro .d as

empregados

de propriedade

cêndio

tem

trânsito

qualqu er

p r oib id o

da

Tarifa

Roda-

o

seguro

contra

de,

ciclones,

erupções

catástrofe

do

vulcânicas

natureza

não

e,

em

previJota

(3) atos

do

sanitárias

govêrno

e

danos,

e

autoridades

prejuízos

judiciais,

Çedvados

de

me-

me ·

71


de

dldas

saneamento ,

desinfecçlio

e/ ou

quaren'te·

na ; ) 3G)

GOMPANHIA

c ) contrabando e com ! rci'o ilfcito; d)

guerra,

e reei;Ji'ão ;

guerra

civil,

e) vicio intrínseco dos i n suficiência

ou

estiver em

de

de

greve,

coisas

S[ GURADO RA BRAS I LEI RA

motin s

Geral

Brasileira s» ;

dolo,

culpa

e

se

esta

o disposto

po ro

TE L E FONES:

a s Estra ·

H592 , 3-4593, 3-4594, 3-4595, 3-4596 e 3-4597

(4)

negligência

se u s prepostos, agentes e

3.4 -

com

de Tran sport es

Stde: RUA DIREITA N . 49- S. PAUW EDIFICIO PRóPRIO

segurado s,

embalagem ,

contravenção, por analog ia,

Ferro

f)

bens ou

impropriedade

no « Regulamento das

revolução,

(Jb)

do

seg urad o

e/ou

Endereço Telegráfico:

repres~ntonte s .

Inicio e fim

~C OSEBRAS "

dos riscos

Capital . . . ...•. ... . .•. _ Cr$

20 . 000. 000,00

Reserva mais de . . . . . . . . . Cr$ 100 . 000 . 000 ,00 Os riscos caberia s pelo seguro têm menta e à e<: locodas zém

no

e / ou

ve i culo

e

do

termino

à

destinotório ,

incluindo

portes

o

a

24

nas os

vice -versa . termina do

do

poro

o

viagem

do

veiculo

e/ou

do

Entretanto, no

móximo

os

e

Av. Graça Aranha n.• 206, 8.• Andar

embarcador, no

local

a

Solde Própria TELEFONES: 42-7297 e 42-7193

de útei s

localidade

contados

FILIAL NO RIO DE J-ANEIRO:

trons ·

trê s d ias

condutor à

veículo

segurado,

do

tôdo s

viagens

SEGUROS DE VIDA, FOGO, TRANSPORTES , ACIDENTES PESSOAIS, RESPOl~ ­ SABILIDADE CIVIL, FIDELIDADE E DOENÇAS

arma ·

depós ito

trânsito

depósitos

e

viagem

o

são

porto

retirado

respectivas

seguro

da

sua

durante

entre

chegada

destino

a

do armazém

efetuadas

transportador destino, após

porto

auxiliares

embarcador

com

transportador

baldeações

à

transportador

depósito

segurada

início no mo ·

medida que o s mercadorias segurados

partir

de

P!UAIS E AGENCIAS EM TODO O BRASIL

da s

hora s do dia da chegado.

§'11111111 t l 111111111111 t l lllllllllllltlllllllllllll Ulllllllllllltllllllllll~ 3 .5 -

Tarifa

; A

torifoção

dos

seg ures

rodov iários

é

por uma Tarifa organ izada pela I . R. 8 . em coloboroçõo com

a'

sociedades

I . R. 8.) .

O

tarifoçêlo

variável

de

seguros

( publicoçiio

n"

29

do

critério adotado l e i o de estabelecer uma em

função

do s

dois

~

Seguros Terrestres e Maritimos

regulado

seguint es

la·

"ê~ GOMMERCIAL UNION ASSURANCE ~~= ~

~

GOMPANY LIMITEO

~

tores:

a)

natureza

b)

viagem

Quanto à g·rupadas em C la ~s e

da

1

Fucionando ·no Brasil desde 1870 FUNDADA EM 1861

e

-

a· saber:

Mercadoria s em

g.erol ,

na s classes

2

e

Mercadorias

que,

3

nõo

a

seguir

e/ou

por

seu

caso

de

-

ocorrdicionamento

acidente

rodoviário,

amossomento,

derrame ,

principalmente

as

Classe de

!antes As tos,

3

-

natureza,

tabelo

viagens

de

da

8

e

natureza

suscetíveis,

(fratura),

deterioração

A

em

e

(5)

inflamáveis

e

principalmente

e xplosios

con s·

I" I...

o

grupodas êste

em

gruparoenta

5 cla sses de

di stin ·

ocôrda

com

gido.-, conforme quadro à página· seguinte :

Walter, Comercio & Representações S/ A.

~

~

RIO' DE JANEIRO

" ~

Agente em São Paulo

J

O H N

§"

SPEERS

B RUA BOA VISTA, 245 -

=

" "

RUA SÃO BENTO, 26, 1. 0 Telefone 23-1855

....

( 6) .

foram

procedendo - se

e

sua

quebra

tabelo

Mercadoria s

qualquer do

forem

vosomento

constantes

por

a maior ou menor número de estados por elas abran -

72

Aqentes :

men ·

"

2

vas

.......

e'X pres·

ci onadçiS ; Classe

" ~

natureza da mercadori a , são o s mesm a s trê s ·cJasses,

prevista s

sa:mente

mercadoria

segurado .

Sala 112/3

Caixa Postal 604

" ~

.fr 1111111 t lllllllllllll tlllllllllllll [ llllllllllllltllllllllltllltlllllllllll '~ AGOSTO

DE

1951


Classificação das VIagens

Tarifa Rodoviária

?

I :I' I :I I :I :I :I :I

~

l I :I I ;I

~

~

~

o"" (/1

.: I

. .,.

~ ~~ ~o

Espíril'ó S.Onto . . ... ... ............

~.

........ .

Goiás· . •...... ... . ... . . ....... .. .. ........ . GuopOf"é . . . ............. . . .. . .. . ....... . .•.. Iguaçu· ... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .... . . .. . . . .

Maranhão; .. .. ..... . .. . .. ..... . ... .. . ... . .. Moto Grosso .. . ..... .. .... .. . . . ...... .. .. .. Minas. Gerais ... . . . .... . ...... ... .. . . ..... Pai.ó .. .. ...... .... ... . .. · · · · .... ..... ..... Poi'.Qilkt .. ... ... .... ,... . .... . ..... . .. ..... Pol'onó>

. . . . .

... . . . ....... . ..••......... . .. . . .• ..

•. . . .. . · ... . ... . ... . .......... .. . Piqu í .... . ...... .. ..... .. .. . .. · . . · · · · · · · · · · Pomo flora .. .... . .. . ...... ... ..•... . .. . ... .. Rict. 8ran'co . . ... . . ... ... . . . ........ . ... . . . . Rio, de JaneirO; . ... . ... .......... . ......... . Rio G.ronde dO' Norte .. .... ... . . . . . . . . . . . . . . . Rió, Gl<onde do. Sul· •.. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. .. São Paulo ....... . ... . .. : . ... . .. .. . . . ... .. . Per>~~anlbuco

Santa CoJorina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .......•. . Sergip.e ...•..•... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . •.• ..

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2

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5 I 5 I 5 I 5 I 5 15 13 15 5 5 5 5 5 1 5 5 5 5 I 2I 5 I 5 5 5 5 5 5 5 5 5 I 2I 5 I 5 1- 1- I - I - 11 I • I 3 I 5 I 3 5 ' 5 I • I 5 2 I 5 I 3 I 5 1 - 1 ~ 1 ~ 1 -- 1 5 5 15 15 1. 5 3 15 5 15 1 2 15 l - ~ - ~ - l -- , - l 1 1 2 l 5 1 5 l 5 l 5 l • 2 15 15 13 1 -- ~ 1 ---- 1 5 5 15 5 5 2 15 15 14 1- j ~ - I- - - 1~ j·- \ 1- I + I .. j s- I z 2· I s. I s- I s1- - 1- j- - - 1- - 1- 11 15 15 12 3 15 15 15 - 1 ~ ~ ---- ~ ---- 1 15 1 2 3 15 15 12 - ~ -- 1 -------- 1 15 5 1 2 15 15 1--= l ....... - - - - - - - - 1- 11 2 1 2 15 13 -- 1 ~ \ --'"' -- 1 ----- 1 - j - 1 15 15 13 - 1---1-'-- 1---" - - - - 1- 1- L- j - - - I 1 I 5 I 5 1 - 1 ~ 1 ~ 1 - 1 - - ~ - - ~ - 1 - 1 - - 1- - 1- 11 15

-~

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· J ~

·

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· 1 •

' I"'

:

::;

o

I· 1 ~ ~ ·~ ~ i I 5I 51 I 5I I 5 li 2 I I I 1 15 3 • S l 5 15 l 5 l 5 5 11 I I I-- -- I-1 1 31 II II 2 I I2 t O ·1

~ ... t o ....:u <..

Aor.e .. . ... . •.... . .•..................•. •. • Alcíg&bs ... . . . .. •... ..•... .. ... .. .. . .. ... • •• Amopq . . . . • . . . . . . . . . . . . .... . . ..... .. . . .. .. . Amazonas ...•. . .. .. .. . .... .. .. •. . . . . . .•... . Bahia ....... . ... . ... . . · · ..... . ... . .....•.. Ceará . .. . . . . .... .. ........ . ... . ... . ...... . D. Fecfêral .. .. . .. . ... .... .. ... . · · · · · · · · · · · . .

.. :

.!

.

I

5

I S. j 2

.s I 5 5 5 I 5 5 3I5 2 5 5 ..t 2 14 j 5 J. I 5 • 2 I •-15 5 l s j 5 j ~ l 5 l 5 I 5 5 1"' 5 3·, 2 12 1 5 5 1!$; 14 1 5 5 15 1 5 5 14 15 41 12 14 s

I I 5 3 I • i· 5, I 5 s 2 sl 5 l '- l 5 l 5i l 5 I 2' 15 I S> I 5 I 5' I 5 I s- I 2

5' 5

5 5

I I

S. 5

I

52 5 5 15 :i. 5 \ 5 j 5 l 2' j 5 ! 4l l ~ l • l s 5 3 s, 3 I .$ 5 5 I 5 I 5 5 2 I • 5 15 15 12 ~ ~ 1 5 15 4 - ~ ~ ~ - l ~ l ----- 1 - 1 - j - 1 -- l - l - 1 1 5 15 J> l 5 l i i 5 I J: I t 2 1 s - - ~ - ~ - ~ - - ~ - ~ 1 - 1 - ~ - - 1- - 1- 1- 1- 1 l 4 l 5 l 5 \ 5 l 3 l s, l s. t 5 I ~ - - - ---"--- - 1- 1- - 1- 1- - 1- 1- 1- 1- 1 1 I S I 5 I S I 3 ~ 5 l 5 l s I I - - - ~ - ~ --- - ~ - 1 - 1 - l - 1 - - 1- 1- 1- 1- 1- 1 E l 5 t • l 5 1• 1 t i • I 5 - ~------ - 1- 1- 1- 1- - 1- l - 1- 1- 1- 1- 1 1 l ~ l 5 l 5 l s l 5 I s - ~ - 1- - - - - 1- 1- j- 1- 1- - 1- 1- 1- 1- 1- 1- j - j t l 5 l 5 l 2 14 1 s - - - 1- 1- - - j- 1- - - 1- 1- - 1- 1- 1- 1- 1- 1- - - 11 15 15 15 + - ~ - - ~ ~----- - . - ~. - ~ - - 1- l - 1- l - 1- l - l - 1- l - l 1 I ..t i 2 I s. --..;....- _ ,_ , _ , _ - - - - ~ 1 - 1 - 1 - J - 1 - 1 - I ~ j - l ~ j - j - J ' 12 5 - - - - - - - - - - _ ,_ ,_ ,- 1- · 1- 1- 1- 1- 1- - 1- - - - 1 5· 1- 1- - 1- - 1- - - - 1- - - - - l - l - 1- 1- l - 1- l - 1- l - 1- l - 1- 1 '

1

~L-------------------------------------·----·--------------------~---

I

I

I


Para dentes outro

o

as

ou

seguras

de

destinados

lado

da

a

viagens

rodoviárias

localidades

situadas

fronteira

de

dois

procede

um

Estados, de

tal

cuia$

pesados, o

perlmetro

siderado contínuo . Enquadram-se no

urbano

conceito

é, também,

acima,

por

maneira · que possam ser · conSideradas como uma mesma

as localidades de Bom Jesus do Norte

cidade,

Jesus de ltabapoana

poderão

ser cobradas

as

taxas

mais

baixas

: das previstas pela Tarifa Rodoviária para os dois estados . .Para fins de aplicação dês!~ critério, poderão ser consideradas como uma mesma cidade aquelas

Pôrto

(SC);

União

São João de Meriti

exemplo,

( ES)

e Bom

( RJ); União da Vitória Rio

Negro

(RJ)

(PR)

e

con -

( PR)

Mafra

e Pavuna (DF)

e

(SC) ;

etc .

nomes

De acôrdo com os dois elementos acima citadas

diferentes, tenham um per! metro urbano contínuo . l'ratando-se de localidades separadas por um rio (di -

foram estabelecidas as taxas abaixo, para a cobertura dos riscos rodoviários mencionados no item 3 . 1 . ,

visa de dois estados) mas ligadas por uma ou mais pontes que permitam o trafégo de caminhões ou veí-

que

que, embora pertencendo a dois Estados, colm

constituem,

dada

CLASSE VIAGENS

o. 1

2

0.2

3

0 . 25

0 . 40

4

por

I I I I I I I I I I I I I I

DE

0 . 70

3 . 51 -

Riscos

adicionais

em

1-

2

l

0.2

0 . 25

0 . 35

I

I

I I

I I

3

I I I I I I

0 . 25

cobertura

básica

0 . 35

I

0 . 50

I

0 . 60

I

0.40

I I

0 . 50

1)

mínimos :

a

( 7) .

I

I I

1 . 00

I drogat,

acondicionados Paro a inclusão dos riscos especiais mencionados 3 . 2., devem ser aplicadas as seguintes taxas

dizer,

MERCADORIAS

I 5

assim

pela apólice rodoviária

produtos

em

vidros,

químicos

e

protegidos

farmacêuticos ,

por

de

caixas

madeira ou papelão grosso ; 2)

máquinas

em

geral,

aparelhos,

peças

e/ou

acessórios, excetuados instrumentos científicos e de pre -

cisão; 3) a)

Roubo

b)

Quebra,

0,15% rutura,

derrame,

omassamento, arranhadura

produtos

de

perfumaria

e

toucador,

acondi -

cionados em caixas de madeira ou de papelão gross~ .

vasamento, e

3 . 52 -

amolga-

Viagens mistas ou combinadas

menta Tratando-se c)

0,070 o/0

mercadorias ' d)

viagem

mista

rodo-ferroviária ,

a

Rodoviária, como se o percurso fôsse integralmente feito por rodovia. Sempre que num seguro marítimo forem incluídos

Ou.tras g~ra.ntias não especificadas, a crtiério das companhias, de acôrdo com a periculosidade do risco, nunca inferior porém, a

de

taxa e apólice serão sempre as estabelecidas na Tarifa.

Água de chuva e contado com outras

um ou mais percursos rodoviários e/ou ferroviários com plementares, não serão aplicáveis ao mesmo taxas da 0,070 %

presente tarifa, prevalecendo, entretanto, as respectivas

« b» acima

condições e cláusulas. Em tais casos será cobrada na apólice màrítima a

fica reduzida para a metade, OI! seja 0,7% quando

taxa adicional única e mínima, abaixo indicada, para

se trator das seguintes mercadorias:

Clqueles percursos complementCires. Essa taxa adicional

A taxa adicional

. 74

(.,

referida

na allnea

AGOSTQ

DE

.1951


abrange t6dos o s garantas -i ncluídos no segu ro moríti-

se u

mo :

ou pe lo meno s, de suas conclusões .

o)

excluindo o risco d e incê ndio no s

b)

0,1%

a

... . .. .. ...

portuários

3 . 53 -

Seguros não torifodos

indenizaç'ão

um'a -certidZio

do

mesmo,

casos especiais, e desde que seja prêviamente ouvida

incluindo o risco de incêndio nos armazé ns

de

Estab elecem ainda a s condiçes da apóli ce qu e, em

. . . . .. ... ..

portuários

armazé ns

pedido

0 ,15%

companhia · seguradora

poderão

ser as

mercadorias

sinistrados transportacías para um único depósito ou armazém , d e preferência de propriedade do transportador, ond e será efetuada, então, a respectiva vistoria. Em ca~o de sinistro, a indenização será calculada

As

taxas

previstos

no

Tarifa

Rodoviário

não

se

co m bas e no valor segurado, desde que êste, no má -

aplicam a s·eguros de :

igual ao cu~lo . da s mercad o rias, acrescido

ximo, seja

do s despesas de frete e seguro e mais de 1 O%, admi a)

dinheiros , metais preciosos,

ta, plat ina) pe dras

(coma ouro, pro - ·

e suas ligas, trabalhados ou não, moedas,

preciosas,

semi-preciosas

(diamantes

industriais,

tindo-se esta percentagem como correspondente o des pesa s diversas provação.

não comprovadas e/ou de difícil com ·

etc.), obj etos de orle, títulos de qualquer espécie, bi lhetes de lot eri a , sêlos e estampilhas. b)

bagagens

quando

~ste

acompanhadas

pelo

pa s-

sageiro ( 8)

valor poderá ser aumentado de quantia ou

percentagem

certa

carrespond~nte

a

lucros

esperadas ,

desde que, sob êste titula, tal quantia ou percentagem

c)

mostruários

d)

animais em pé;

de

e)

transportes

viajantes

tenho sido expressamente declarado na apólice ou aver-

comerciai s;

bação.

feitos

nos

perímetros

urbanos

e

Tratando -se de mercadorias de valor variáve l, os

suburbanos . das cidades, caso em que essa cobertura

inden izações poderão ser calculadas segundo a cotação

está sujeita à cobrança de uma taxa que fica a cri -

do mercado do destino do viagem segurado, desde que

tério

conste, expressamente, do ·apólice ou overbaç.ã o a· se -

das companhias seguradoras e que não poderá

se: inferior a O. 025% . Os transportes entre o Distrito

guinte « cláusula de valorização » :

Federal e Niterói, inclusive os percursos nas barcas e pontões, são, para êste fim, equiparados aos transportes suburbanos.

«.Fica

entendido e concordado,

paro

os

devidos fins e efeitos, que o valor declarado nos ave rbações para o seguro das mercado -

3 .6 -

, rios

Seguros feitos por transportadores

por ela cobertos obedece ao

prêço · de

· reposição do mercado de destino, devendo a s

I

A Tarifa Rodoviária permite que as Emprêsas de

indenizações,

em

caso

Transportes mantenham apólices abertas, nas quais aver-

ladas

be m seguros po •· conta dos embarcadores, a pedido ex-

importância segurada ».

na

mesma

base,

de

sinistro,

limitada s,

ser calcu -

à

poré m,

presso dêstes , aplicando- se obrigatóriamente a tais se guros, as cláusulas especiais transcritos em anexo (9) .

Finalmente, convém esclarecer que cs seguros

ro -

doviários são feitos sêmpre com a aplicação da cláu 3.7 -

Sinistros

sula de raleio, com a seguinte redação: dos

«Se as mercadorias · forem seguradas por

si nistros rodoviários o mesmo critério adotado em rela -

quantia in~erior ao seu valor, o segurado será

ção aos seguros ma'rítimos,

considerado como segurador pelo diferença e

De

um

modo

geral,

aplica-se

à

liquidação

estabelecendo . os apólices

que o ápuração dos danos deverá ser feito

por vis -

suportará

toria , realizada, de preferência, no local do acidente

em

caso

de

sinistro, o

propo rção

dos prejuízos que lhe couberem em rateio.

c em presença de representantes do segurador, do trans-

Cada verba, se houver mais de uma na

portador e do segurado. Sempre que tenha havido in-

apólice ou averbação, será separadamente su-

quérito polic ial, o segurado deverá apresentar junto ao

jeita a esta condição, solvo se as taxas para

CARLOS DE ALBUQUERQUE

CYRO..AMARAL ALCANTARA

RUA BENJAMIN CONSTANT 171 - - ;-~ é!nda·r; -

·-~~-·REVISTA

------------- -----"""-"'.:-..--·-, --,.-•.

SÃO PAULO

-

~-·-~- -~...

DE

FONE 2-1029

SEGUROS

....

·- .

-

... ...

' 75


çCidg verbg, for'IIJ ififij!li~~3 .8

Ql!lfllli rJ15411lli,ões A Tarifa l!ggQ.viprjq proiqe terminanteJTienlt a emis ~ . 81

S'ffllro~

-

c~RI!!Jilllnte~re$

l!l•r~g~hnips

i!'!PIIrl~as

de

s9P çje apólices de pr;l!liQ fiJO,

do

englobadgmel\t~

e~trsmv~irll No~

seg~rqJ

portados

do

CQmRiemeri!Ares

estrangeiro

sido segurada fora

cuja

de

mercadoria\

viagem

principal

NOTAS :

im ·

tenha ( 1I

do país, a cobertura devl'ró ficar

perda total, real ou legal, provenientes de

restrita à

excetuando -se

dos

mesmos,

porém,

o

acondicionamento :

de

roubo parcial.

a)

Entende-se por perda total real o perecimento ou

b) lucros

tqtal, r11al ou legal, aplica-

se d11sta regra as merçador!as a grapttl 9Y 511'11 emba-

possi~ilitapdo

a

~prcelgdR

rell11'S~qs

conteudo e vqlor dl' cgdp

Y!l1

qêle\.

de SQo/,,

çló~tulo

a

em envó-

natureza

da

segurado;

prensados devidamente arqueados;

encapados

cintados

arqueados

ou

com

( póg .

da

S

n~

publicação

29

guros

totali-

sen~o

d~

de

a~

ficaram

mel ~ 1 or

de

COI'\d ' ç:c s

(Vi\!!' 1\0tg OQQÍX!l.

das

r c~ g~qdas

IW

ensejo

o~licáyeis

clóusulas

terrestre

eg rç:pl!'lePtl'

teremos

trq~SÇ(~Ye[mÇ>~

~pecigl :

diversos

tran sporte

!'~label!lce~

que

\:lóii~Qs

çql)giçg@s

rodoviórios,

olt~rgQQ\

forme

necessária

2'? gq 11!8 -

n.•

fAr111i;qiÕ~

Nestes casos o sel!lpre à

Ço111 11 viq~ocio do Tç~rifp ~q~qyiária -

\ 2)

seguro

recjy~iciP~

se~~inte

em

~licq~pq

para a col:!ertu.ra rl!\trita pcjmq prevista aplicam-se

o inclusão da

em fardos

d)

permita

-

de cqda vqlyrne,

dade do parti\tR segurgqç.. as taxas da tarifa,

viagem

c)

çje CQf!:jQ ef!1 divl!rsas

qplj~ar-s,-q

P.erclq totAl

isto

IRI) .

vc·lumeS' faturados englobadamente, sem discrimianção de conceito de

metálicos, quando

deixa.· vestígios .

volyme\, formafll \IJ!IO unidade, im-

avaliaçqÇ>

copslplóvei~;

papelão grosso çu

qualque.- outra proteção que os tornem inviolóveis sem

lagem( asJim como ~~~ i:!!li'!S Cl4 cqi\at q~e, ~tm!:lqra trpns -

como ainda os casos <!11

perfeito

04lra prol!>çÕo qui' impeça a vio -

em caixas de

mercadoria e a

' ' a um ou mqjs yql~mes, desde q~te istes sejam perfeitamente suscetfveis de avaliação separada; ellcetuom-

v~rios

mqlq$ enCRPI!das em

lação sem deixar n•,t(gios eJt'lriqr!ls

portar em pelo "'enqs :j/4 elo s,u "olor. p~rcja

a~

clll arCQ\ d!! ferro, !jrQmpos de se -

q~Riqyer

gurRnçq oy

per!la tgtal lega! R qyqria !lot Pll!lS segurados que im -

O cançpito Âll

cai~qs

e111

!lttqdq, !j\IOr(lecjdq'

destruição completa dos bens segurados; entende-se por

portadps em

0'!. ac&rdq CO(tl a etpeçifjcação con§lante do

Tarifa Rodoviória são admitidQt as seQ11intes tipos de

um dos riscos previstos na cobertura bósica da Tarifa Rodoviória,

cobrindo e11pedições

BCif Pt! íadq- !le tempo <111terminodo.,. ou teiq, sem declaração de CRda !!Xpediçõa.

yni -

qo~

se-

gpgljçes

totglmente, de

de

prejudicados,

esclarecer

gergi \

pu-

a

tal

con-

quando

apólice.

( ' • .. ) •

« fica conyl'ncjgl)aqp, I!IHO. todos o s fins e efeitos, que a tura

Of!enq~

Tarifa

~isposi~{ie~

o~

legal,

ri~cp,

prqveniente c!l' um QY "!QiS cjqs cianados nas

Çerpis 1 it'l'l'

Radoviória, excetuando- ce dos

"len-

1, da mesmos

~

' l.

!'

(:!bl -

NÕQ Vl'l!lOS rq;oi,ia para que

a Tori!q Boli viárig ergjb_g ~l.'Pf~S \gl"el'\te Q cql;>ertura de tais riscos , que, o nossQ ver, são perfeitamente seguróveis; admitimos que ~a

o risco do rol(bo pgrciql » .

-

(~}

presente ap6t:ce da cober-

P.ara perc)q total, rçgl

tais

çQ~IH I'.!fO

risccs

bga técniço o recomendo

!' não

bós\co I!Q

sejam se~~rQ ,

incluidos

normalmente

mgs não encq.ntromos

••••••• ~ •• ~ ~ • ~ •.! ••

Luiz Nunes

~

Cla Lfda.

lU, lUA VI~CW.NDE DE INHAÚMA, tt Pav.- Selas 21~ • U~ Telefones 1 23-30~;1 !I 43-194.3 Escrit6rios prqtuhn REPRESENTAÇO!:~

t:M.

Q~R~_L

Agentes no Rio de Janeiro das Companhias de Seguros «L'UNION» Fogo, Ac. Pessoais e Autom6veis

«I'..EL6HE, NSE» Fogo, Transportes e Cascos

«A

VANOUÁR~A»

«RIO

fogg e Transportes

Ofereç11111 eis Cot~~panllias de S.eguros as S!lQS lislat telet6nicas Nós cooperamos para o progresso de todqs os qut •t ocvpam Cooperem

também

para

o

nosso

represeotaqq~

76

incluindo as distribuições

GRANDENSE»

Incêndio e Transportes para 1951 1h• seliuros

compart'hias

nossos

.......... A<;iOSTQ

D.E

1951


razpes

ponçler4veis- para qu01 se impeça ri~co~

são, como

a

sua 'inClu -

aqicionais.

nilioa ;

trinitroanisol;

( trotil,

tolita ,

trinitrOII\elacresol;

trilitra,

trinitrotoluou

trino I, tritol, trintone e

trolita) ;

triplastit e . !!egulomento aprovado pela porta ria n° 575

(4)

de 23 de novembro de 1939 do Ministério da Viação e Obras

Públicas.

A~

( 7)

TAIIELA A

1 de

maio de

rodoviários ~-~~orelhas

. Arte,fqtos de

lquça~.

sanitóriQs, vidro~.

y[qro,

tadrilpos,

lejgs,

acima indicaqas são as constantes

lRB -

ci rcular do (5)

taxa~

da Tarifa Rodoviória com

~idras

~spelhos

mos!licos

e

e

cimento,

Atualmente

( 8)

os

seguros

geral ,

tes da publicação do I . R. B . n. 0

•'11

can1erva

inUrume"tos excejq em cos em

legumes, aa

qualq~er

,e"l

científiços

e

e similares;

PQfCOio<\OS

e

embaloQem precis.~Q ;

de:

mÓ.q~ing~

natural

exceto

ou

de

bagagens,

em

regulame.ntt~dos

sãq

p01las

qispqsições

constan -

item

.. , • . .

latas ;

louça s,

cristais,

e aparelhos; mórmores ,

bryto; roabílios em

partir de

cal

e similares; drogas ,_ produtos químicos e farmacêuticos; frutas

a

geral .

g'nera~

alimentícios,

redu~iu

as ta•os aplicóveis aos i"eguros

similares ;

similares; Azu -

~imilcues;

e

19.-4,9

em

alterações introduzidas pela

Ç>S

Tp 6/49. q.ue

geral; produtos cerâmi -

As

( 1 0)

triamente

clóusulas

aos

seguros

especiais

aplicóveis

rodoviórios

feitos

obriga -

pelos

trans -

portadores sã& as seguintes :

geral e seus similares; produtos engarrafados,

qualquer Qlle seja q sua n<;~t~re.Ja e embalagem ; produtos de perfumarias e toucador; refrigeradores e dios; tecidos de (êj, sêqg, algodão e similares alaodão

em

fardos

-

ró-

(exceto O

prensadas). de

TA.~ELA

(ó)

Áciqqs : fenol,

e

INF~AMÁVEIS

B -

azotidricq,

picrica

picrômico

arseniureto

de

1\iqrogênig;

ch4mbo

de

mercúrio ;

e

crqmatg ou

de

E E)(PLOSIVOS

ou

trinitraf~>nol;

ou

amida

a~aturetqs:

benzita

ou

de

amôoio,

de bi-

amônia ;

çartuchos

embaladas;

dimetildifenilurea;

chedites,

macarite,

diazobenzol;

cianogênio;

semelhantes);

dinitroglicql

qu

d[nitrod~luql

e

qu

emilito;

sulfato

dêstes

rodagem

em

e

a

mercadorias

seguradas

transportadas

a

pedido

por estradas

habit~olmente

veículos

Çlá1,1 s ulq ~

a

de

(Nobel

e

dinihomonoa-

ecrasite,

eritrite;

expresso

2 -

de

empregados

especiais

melinite,

e.sRoletas;

feita em

lic~:nciado~

em

em

e~tado

cqn ~ervaçéjo

perl'lito

provido~

lidite,

gência,

fluorina

~er

tra<upqrte deveró

devidamente mento,

dinit rotetra idro noftali na ;

binitroluql;te,

shimose;

refere-se

centrqlite

dinamite

c;linitrina;

di~itropropri lolicol

cetina ! picrina

cresilite ;

seguro

embarcadores,

gurado, quer não.

hipqclaro;

tri<1itrqbenzol ;

presente

terceiros

em tal mister, quer sejam de propriedade do se -

dimitro-

anídrido

Objeto.

mt~nidos

com

de

nome

caminhões

QO

segurado,

e

funciona-

qe cap.os de lanq impermeóvel e ne.çes~élriQs

os

inclusive

extintor de

apetrqch9s

de emer-

incêndio.

ou dinitronoftalina; fosfeto ou fosfureto de hidrogênio; htlminatq de {llercúrio; isgpurc;ito de « blaltillg ~ .

explosivas:

trodifenilamina ;

mononitronaftolina;

tronaftalina;

nitratos : de

celulos~;

~iroxilina;

qu

glicerina

ou

pjtrqroçmita;

metila,

ozanç;

naftite

ou

CQ!11RIItenlel , lados

nitrofe,netol;

nitro-

quqi~quec

nitroguonidna ;

fuhnioant~,t;

de

guanidina,

plastrotil;

pólvora;

de

p.oJóssio,

roblrit~,

de

b.e lite,

na

tráfego

Q~

p·~~QQ~

trini-

IIIQ.torislas ., Q.judantes d~t

~áQrios

e . devidom'tnte

pqlícia,

f>.fefeit4ra

a~lqfldades

de

ca11>

sódio s,cu•ite,

2.2

outros;

4'

co.nserv.ar

lünenite,

em

Os

segurados

seu

esuitóFie

transR:;)rles, bem como uma nifesto

de

CJalo;

hidrogênio;

tetranitroaAilina;

tlllr·H

sulfeto 0.4

ou

interferência

no

ou

se um

obrigam P.egistro

a ou

cada , tro des J<!US prepostos encarregados dos

lhantes;

de

matricu -

municipal

veículos .

tenite n. 0 3, e outras preparações e explqsivos semesiliciureto

de-

iqqneic;lade comprovada,

permanganato

de zinco; picramide ou trinitroanilina i picratos: de amô nia,

~

ser

nitro-

e

nitroglicol i

p.qpéi~

~erQa

hexqni-

amila ;

etilo

nilrqcritrita;

trinitrina;

:l . 1

piti!s1io; 9elatinas

seme(hcmt~:s;

gelinite e

sulfureto

de

ca•!lo

de caminhão,

tetronJtrometH11-

~ópio

transportada

de cada f\lO por

viagem

dqcumento.s êstes que a

com-

QUESTÕES Maritim1stas e de Seguros Geral

.8\.

BHA\.SIJL

~,..lO

Advogado A V . ll.O. . I&ANCO, 1t6, .- salas 1.102/4 ( Edíf.

do

t;WI~

4~

c;"cllto.

ll-..1 (~

MIM'

(ieral'

77


panhio

seguradora

poderá

· gidos no · ite111

examina r quando

apresentoró,

2.3 -

O

•

porte s

em

veículos

pelo segurado, ver si do

seguro

só abrang e rá

de

terc-e iros,

quando e sta

a

tran s-

e

êste

das

demais

tenha

concordado,

obrigações

no

certi dão

2.

da Tarifa

seg urado

do

coso

Rodoviá -

transportado r

do

item

inquérito

anterior,

respectivo .

arrendado :;

circ un stância

27 . 2 -

ti -

portador

previamente comunicada ao segura -

dor

8.

o

( '' )

ria

• lhe convi e r.

sem

constantes

desp esas

para

salva -

mento, arrecadação, tran sporte e/ou ou -

prejuízo dos

Quando o segurado tran s-

efetuar

it e ns

tros

si mila res

em

benefício

da

merca -

doria sinistrado, serão elas rateados en -

ant eriore s.

tre a s parte s interessadas na

2.4

O seguro não inclui a

sabilidode

civil

do

segurado

para

respon com

dos

valores dos

salvados

proporção

apurados.

ter -

ceiros.

27. 3 -

Para

que

o

pagamento

da indenizações seja efetuado · ao ·segu·

2 . 5 .,-- O s motoristas au ajudantes que,

rodo

transportador

para todas os efeitos do contrai o de seguro

êste

ap resente

são

proprietário

considerados

como

prepostos

dos

se-

é

indispensáve l que

autorização

das

mercad6rias

expressa

do

sinistrados.

gurados, deverão em caso de aciden te, o lém de

salvaguardar de

tâncias

os

diminuição

acârdo

interêsses

com

as

prejuízos,

dar

. . .... . . 3 -

circuns ·

carregadores

Cláusula de ressarcimento.

paro

imediatamente

Fica

comunicação do ocorrido p~~ todos o s meios

efetuad os

ao

sinis tro for con sequ e nte de dolo, culpa ou negligência

seu

dos

dos

alcance.

2 .6 -

O risco d e incê ndio, rai o e sua s

consequêncios,

guradas

en quanto

as

permanecerem

nos

utilizados

pelos

tualmente

mercadorias

armazéns

se-

habi-

para o inicio e destino da viagem

concordado do

que

nos

seguros

transportador, quando

o

representantes ou pre ·

posto s, o segurador efetuará a

pagamento aos

bertos de

própria-

e

por intermédio

do transportador, seus agentes, ficiários,

transportadores

en te ndido

a

bene -

da indenização correspondente ao s riscos co -

p e la

débito

apólice, ao

apre se ntando,

segurado

a

segu ir,

transportador,

efetuar o seu pagamento no

a

que se

nota obriga

prazo máximo de

1O

mente dita, está coberto nos têrmos do item

a ias, contados da data da entrega da referida nota de

3. 1 ( • ) salvo pa ra as mercadorias d e pro·

débito.

priedade dos

transportadores , em

relação às

quais êsses armazéns são considerados como

( •)

o s armazéns do embarcador e do consigna ·

«b» e

tório , a que se refere o cit ado item 3 . 1.

Isto é,

nas condições re fer idas

( • •)

O

nas al íneas

3 . 1. dêste artigo .

«c» da item item

8.2

da

Tarifa

Rodoviária

acima

mencionado te m a seguinte redação :

2.7 o de

veículo

Nos cas os de sinistro em qu e transportado r fique

prosseguir

viagem,

tador é abrigado a inquérito

policial,

o

requerer a

devendo

8.2 -

impossibilitad o

segurad o

justificar o

pedida

de indenização

apresentar ao segurador :

abertura de

para

o

mesm o

82 1 -

ser citada a com panh ia seguradora.

27 . 1 -

Para

o seg urado d e ve rá

transpor-

821 . 1

Além dos documentos exi-

RIO DE

-

EM TODOS OS SINISTROS : carta

de

reclamação,

contendo

umo

JANEIRO

Companhia Nacional de Seguros Gerais AV. RIO BRANCO, 91 - 5 .• And. Telefone 43-7745 SEGUROS

lncendlos Transportes Ac . pessoais e

Resp

Civil

DA. IIARTHOLOMEU

DIRETORIA

78

Subscrito

e

raallsado

ANACLETO

MARIO GUIMARÃES REIS {

CAPITAL

[oderecu Teiearafico : RroRrsco. Rio de Janeiro

DO

NASCIMENTO -

PREIIDENT!

IECRETARit

011. FREDERICO RADLER DE AQUINO JUNIOR -

IUPERINTENDEUE

Cr s 3 .000 ,000,00

AGOSTO

DE

11951


demonstração do val))r da, expedição e outra dos pre-

documentos

que

possam

justificar a

reclamação e

jvlzos sofridos e 821 .2 êst~

certidão do

inquérito

policial, quando

825.3 -

tiver sido levado o efeitc. 82.2 -

EM

CASO

822. 1 -

DE

PERDA

TOTAL

DA

( • • • ) As cláusulas especiaiS que devem ser apli cados obrigotóriamente aos seguro s rodoviários em geral, além das acima mencionadas e aplicáveis aos se· guros feitos por transportadoras (vide • • ) ~ ão as abaixas transcritas:

origina l do conhecimento de embarqu e

equivalente;

822 . 2 documentos

da transportador.

_!_

EXPEDIÇÃO :

ou seu

atestado

que

822.3 -

-

faturas

originais

possam

justificar a

e

quaisquer

Objeto

outros

reclamação

e

prova da p'erda, consistindo numa de -

claraçSo da Emprêsa Transportadora, sôbre o embarque

O . presente seguro refere-se a mercadorias transportadas por estradas de rodagem em veículos habitualmente empregados em tal mister, quer sejam de propriedade do segurado, que r não.

e perda dos volumes seguradas . 2 ·-

82.3

823 . 1 -

original do conhecimento de embarque,

ou seu ' quivalente,

que

lhe

será

sulvados fiquem

em seu

poder;

823 . 2

faturas

originais

devidamente

autenticadas

823 . 3

devolvido

caso

os

segundas

vias ,

de

emitido

pelo

vistoria

representante da Companhia de Seguro, ou outro meio dn prova

admitido 82 . 4 -

824 . 1

-

pelo

contrato de

seguro.

EM CASO DE EXTRAVIO : original

do

conhecimento

de

embar-

que, ou seu equivalente; 824. 2 -

faturas originais ou segundas vias, de-

vidamente autenticadas e 824 . 3 -

atestado do

sô bre o embarque e

transportador, informando

extravio dos

volumes

segurados.

o riginal do conhecimento de embarque,

ou seu

equivalente,

que

salvados

fiquem

seu

825 . 2

em

faturas

lhe

será

devolvido

caso

os

poder; originais

e

pedras ou obras de arte de qualquer natureza e, em geral, qua isquer acidentes de viação diretamente resultantes de caso fc rtuita ou fôrça maior, e extravio de volumes inteiros . 2.1 O seguro inclui, também, os riscos d e in cêndio, raio e suas consequências, durante a perma nência das mercadorias e/ ou do veículo em qualquer obrigo, galpões, armazém, garage ou oficina no percurso da viagem segurada não estando, porém , com preendida nessas coberturas a permanência das mercad orias nos armazéns dos em ba rcadores e dos consig natários. Outros si m, a cobertura dêsses riscos nos a rmazéns e depós itos dos tran sportadores, de início e destino da viagem segurada, fica limitada ao prazo de 30 dias em cada armazém ou depósito de início ou d e destino, contados a partir das 24 horas do dia em que

os mercado rias são aí descarregados, no todo ou em parte.

82.5- EM CASO . DE ROUBO: 825. 1

Compreende-se cobertas os « perdas » e « danos » provenientes de desastres rodoviários e resultantes de : incênd io e explosão do veículo transportador; colisão acidental do mesmo com outros veículos ou objetos; derrapagem e capotagem; incê ndio raia e suas consequêncios imediatas; desmoronamento ou qu eda de f erras,

ou

e

certificado

Riscos cobertas

"

EM CASO DE AVARIAS :

quaisquer

outros

2.2 O seguro abrange ainda porém sámente quando diretamente causados por um acidente rodoviário proven ie nte de riscos previ stos no item 2 as perdas ou danos resultant es de roubo total e/ou parcial, água de chuva, quebra, d'errame, vasamento e outras avarias . - - Ab ~ange, outrossim, o risco de

Companhia de Seguros Marítimos e Terrestres PELOTENSE 11

11

FUNDADA NA CIDADE DE PELOTAS, EM 1.• DE JANEIRO DE 1874 StDE- RUA GENERAL OSORIO, 7ll5 -PELOTAS -

RIO GRANDE DO SUL

AGENTES RIO DE JANEIRO LUIZ NUNES a CtA. bTDA. 134 • R. VISC. DE INHA MA, 2.• BAHIA CELESTINO SILVA · RUA PORTUGAL, 9-SAL VADOR MINAS GERAIS (BELO HORIZONTE) MANOEL JESUS DA ROSA E SILVA AV, AFONSO PENA, 759·2.• s.13

SÃO PAULO POCHON a CIA. LTDA RUA 3 DE DEZEMBRO, 17 • 5.• AP.

RUA

PORTO ALEGRE REN~ LEDOUX URUGUAY, 91

PERNAMBUCO CARVALHO NEVES a CIA. R. DA GAMBÔA DO CARMO, 136-1.•(R ECIFE)

PARANÁ (CURITIBA) A. COUTO a CIA. R. BARÃO RIO BRANCO , 229

SANTA CATARINA

BAG~ (R. G. SUL) RODOLFO MOOLIA & Cll . LTDA.

"PROTETORA" Cio. de Seguros C/Ac. do Trobelho

----------~-----------------

REVISTA . DE · SEGUROS

79


roubo, o'flundo dê dssalto a 'lftão arfn'lildá, ·deVidafne'nfe comprovado por inquérito policial.

todos a par\ir elas 24 i\oráS do dio da chegada. 5 -

3 -

Ex rcto eltéluídos do se!:'f uro ta nles •cte :

erda~

Se as mercadorias forem seguradas por quantia inferior ao seu valor, o segurado será considerado como •egõradeír péla diferenÇCI e suportará , e m coso de sinistro, a proporção dos pr!!juízos que lhe couberem

e 'danos resul-

3. i 'terfelli'ólos , êrclbnês, efúj!lçõ!!"s vu'lcdnicas e , e m geral, qualquer catástrofe ou cattíc1i • ó do notu·· rezo, não previsto acima.

em rateio.

Cada verba, se houver, mai s de uma na apólic e ou ãv'e ffioção, sera seporadáme'n le suieítà a esta condi ção , salvo se as taxas poro cada verb'a , fofem iguais .

3 .2 Atos do govêrno e dul ~ ridcfdl! s judiciais, medidas sanitários e danos e prejuízos derivados de me'"dill"o s ~!! 'stlfi'ê"!lrttenlo, 'éleslntecçêlb e /'óu 'q'(ftf(éntenó . 3 .~ -

'Conttabãn'ao

6 -

Verificação de sinistros

A ocorrênéia de si'rHsfros deverá 'Ser comun icada à cómponhia sé{furódo fa lõgd tjue o seg·u.rodo o sai'l:ro .

de éom'ê'rcio ilícito.

6.1 A apuração éfo s dáii ::> s deVerá ser feita po í vistoria realizada, de preferência , no local do aci dente e em presença de r!!p-resentante s dô sêgurodor, do transportador e do segurado.

3. 4 Guerra, guerra civil , revolução , greve, mo · Iins e rebelião .

3 .5 VíciO ·intrínseco dos bens e causas sêgu radós, insufi<iêncios ou im'propriedode de embalagem, se e sta e s1iver em contravenção, rpor on'alogie>, com o di sfiosto no « Regutamento Geral de' Transportes paro as Eotrodas de Ferro Bfo sileiras » .

61 . 1 Eni casos especiais, cu..., ido a companhia segura'doro , i)Oderõo ser os me rcadorias si'n1 ~ róda"s tró'nsportadas para um único depósito -ou "armazém, de pre ferência de propriedade do transportador, onde seja efetuada a vistoria.

3 . 6 ~ Dolo, culpa e negligência 'do segurado e/ou seús rprepos1os, agentés e rtlpresentól\les .

4 -

Cláusula de rateio

Riscos não cobertos

1 "-- S"úb-'f6§'ação

Começo e fim dos riscos

Uma vez paga a indenização, o companhia seguradora fica sub-rogado e se reserva o exercício de todos

Q segufo começ"a a vigorar des-de o momênto e à medida que as mercadorias segúradas são colocadas no véículo transpclrtador à parta do armazém e/au depósito de embarcador para viagem se"gu rad"a e termina

os direitos e ações que possam competir aos segurados , independenteme'nfe de c(úálquer cessão, transferência ou procuração valendo-lhe como documento o simples re:

caril 'à si/a 'fé1ircfd"à <lo vé'lculo lófri'p'ó 'naélór 'à porta do arrtfbfém é/Ou l(fé'j)ósit'o do des1ino'rór io, ilícluindõ du rarítê ó tr6nsito tõdàs os bdldeâçal>s efétoódos nc>S re spectWós Viogel!s é transpórlé's au'Xiliores entre os de"jr~rto s •ll"o eril'bdfc'õ ór e 'lrCíh !iportàdor é Vice-'Versó. Fi ca entretanto, entendrdo que o s'eguro termina no máxirrto 3 dias úteis após 'o c'hegado dos veículos condutores à localidade de destino no -,.;agem segvroda, con-

cibo de quitação.

7 . 1 - Sendo êsses direitos contestados , o seguro do se obriga, em qualquer tempo, o ratificá -los, assinando os documentos que se fizerem necessários, corren do ô~ rêfpect 1Yas despesas por côllfo da Companhia seguradora.

DIRETORIA: Presidente ~~- Nélsbll Ott61\i do ~e11do. Vice-Presidente Dr. Dreult Eln•n!'Y do Mello 'i SilVe. nsoureiro - Dr. Jefferson MelléiOIIfll to.to. Técnico - Snr. Robett HIU.

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DN. A DA LRERTO FERRFJR A JJO I 'ALU~- A dvogado Direto r elo Banco Sul Americ-ano do Brasil S . !\. Diretor ela Imohil;aria Ita('JCa Lt.cla. l'res: dcnte da Compatlhia Brasileira de Fiaçii o. \ ' ice-l 'rcsidente da l'an am l'ropagancla e l'n>JJH>Ç;in el e \ ' ('nelas nR.

!.Ui :? JJE MOR / I!:.c.,· FJ/11? 1?0.'>' - .- lih ·n,r;ur/,J Di ctor do Banco Sul .'\merican o do Brasil S . ,.\ . fh etor ela Imobiliária lta óca Ltda.

SR.

GERALDO CUJLJJERJ!E Chefe Geral da Produção

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SY L V JO ALVES DE LTA1/1 Comerciante Sócio da firma L ima, Nogueira & Cia., de Santos

DRACS/ lf.:

SR . ROMEU LEAL Gerente A dmini strati,·o S R.

CARLOS T esoureiro .

BRECH

A PRUDENC!/1 CA PITALTZAÇÃO foi autori zada a funcionar pelo Decreto n. " 19 . .180. de 22 de O utubro de 1930. do Govêrno Federal, c é fi scali zada pelo Departamento Nac-ional de Seguros Privados e Capitali zação .

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REVISTA

DE

PRUDENCJ/1 C/IPJTALTZAÇ.riO é u111a envp·r êsa gemúnamentc nacional, com di?·etorrs c ao:onistas BRASJ LEJROS.

SEGUROS

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..V 1sao --

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rll ní.:::io IJ. h:i.roto Espécial para a REV1ST .\ DE

SI~GUl<.OS {'

Habituados a tratar exclusivamente de asspnt os científicos e técnicos ua scára econômica, pois que temos ev itado ele escrever sôbre quaisquer outros que não o sejam, sentimoHo,; com dificuldades c mesmo um certo acanhamento quando, como agora, somos obrigados, por fôrça ele comiicçúo que devemo~ P' uclamar, a comentar, com o prupos1to ele alertar espíritos menos a ,-isados_. sôh rc as g1 :t ves cousequêm:ias cconOI111cas que se csUI •çam quanto aos já famosos .. Seguros 1, utais". Segundo depreendemos da leitura dos jornais, o Diretor da Divisão elo Impôsto de Hcnda pretende demonstrar a existência de larga e grossa fraude, com relação aos contratos elos '·Seguros Dotais 5'', acusando a~; partes contratantes segurado e segurado,· - ele participarem numa operação fictícia e s mulada desses contratos que visam, na opini;-·o de sua senhoria, exclusi1·amente, mediante arranjos de escrituração contábil , forjar meios de evitar o pagamento de in1postus ao erú ri o público, em rirtu de da taxaç~iu a que esta riam sujeitos os rendimentos de uma da · partes n •.. caso, o segurado. A êsse zêlo do Di reto r do lmpôsto de Renda, nossos aplausos ! l\1as, já pensou sua s:. nhoria que êsse seu zêlo pode ser mantido com toda eficácia se cumprir a sua ob1·igaçãn C<Jlll menos a larde ~ A função pública ex ige. d::ntre outras coisas, distinção, elegância, ponderação, tatu, e, sôhretuclo, honestidade ele. p;·opósitos. E sua senhoria parece ignorar essas coisas elementares para '· um admin istracior da coisa pública. Não pretendemos, nem de longe, discutir a possibilidade de os Contadores da DiYisão do Jmpôsto de Renda- exímios peritos, cc ,mo todos o sabem - virem a demonstrar a i icção, a simulação e mesmo a fraude nesses contratos, se acaso êles forem, de fato, irre82

gu iares. O que nos mamos sinceramente c1uc: será lançada a ,-ida dentre.: nós pelo

preocupa - c o procla- é a pn:caric:dadc em inst itui çi'to do seguro de f ato .sle se estar atentaHdu

wntra a dignidade daqueles tl ue nüo tendo _lJartici]Jado das possil'tis irregularidades, venha~1 a sofrer - e o sofrerão sem a menor dí11·icla con1 essa demoliçúo mura l dos a licerce · de uma ati 1·idade economico-sucial que· ape nas começa a amad urecer os seus frutos - quer prC:I·iclenciários, quer econôm icos_. quer soc1a1s. L)elo modo como o Di reto r elo lmpôsto de Renda anuncia c propaga a s ua ação e a de seus auxiliares, num f lag rant e c descomedidu desdem pelas nonnas que regem a adm_ini stração pública, principalmente quanto ao sigi lo que deve manter em tc"m1o d o conhcimento das si tuações elos contribuintes da Fazenda Nac iona l, daquí po1· diante ninguem Gusaria realizar contratos de seguro de vida com receio ele que mais tarde tiYcsse ele cumprunu·, perante a upini i"u1 pública. us se us mais íntimos propósitos, uma ,-ez que s:.: procura dar, no mom ento, un1 aspéctu cri mm uso a êsses contratos . Dentre os g ravíssi mos prtju lzos que: tal atit ud e - essa de tornar público aquilo q ue pela sua natureza é abso lutam ente sigil oso ~

.

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... !)C!. C!>®'.!>®®®~®®®®®®®®®®®-~

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PAULO 8. JACQUES

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ADVOGADO AÇÓES DE SEGUROS

especialmente referentes o sinistros dolosos •

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DE

1951


pode provocar, uma diz r espeito especialmente à própria Fazenda Naciona l : diminuiçfto da renda provenientes d(>S impostos qttc gra1·:un as opcraçúcs de scgu ros ele vida. · im, ·c se atenta contra uma a ti v idade que proporciona ao erário p úbli co uma renda s ubstancial 45 milhões de cruzeiros, em 1950 - é de sê esperar que a própria Fazenda Xacional seja a mais prejudicada. Isso para ·não salientar aspéctos outros -como sejam : desinteresse por parte de fut u ros cand idatos a esses seg-uros, em realizar tais contratos de pre1·idência; impossibi Iidade aos corretores de companhias ele S t~gurus de ,-ida de contin uare m no mi stér que lltt's d;[ u püo para as suas famílias; suspeição dt• uma at iYidacle até em;io honesta e útiL Fazer de um ato de rotina - o cump rimento da obrigação de zelar pelo interesse da Fazenda. Nacional - tabú de competência e aut oridade. quand o isso prejudica os interesses públ icos e pri I"<Hios em tüo grand e escala, parece-nos uma 1·isão muito estreita ele um horizunll' ti'to largo.

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AGOSTO

DE

1951


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F__J NS DO SEGURO

por .l!ilton. de Olit:cira Castellar Espejal para a "1\EVl "L\ D E SEGURO S" O Dr. Odilon de lJ eauclair é o nosso e11tre\·istado de hoje. . I'residente el o S iml: cato das Emprêsas ele Seg-urus L' ri \·ados c Cap itali zaç~t o do H io ele Jane:ro, l\Iemhro do l'onsellw Técnico do l'nst ituto de ]Zesseguros do llra si l. DiretorTcsuurciru do -l'luh de Seguradores e Ban· ouc1 ros . I'res id ente da Amer:ca:1 ln ternacio-

J.ri!I J(I. Us s:: us projetos, os seus problemas e, pr;J!C .pahncntc. as suas dificuldades. que poderiam ser IT nlo\·idas sem ma;ores tropeços se dcpcndcssc somente da a( uaçào do seu pre· sidl' JJtc c de suas conJissiics técn icas. são preocupações d<.: toda hora du ilustr<.: eJJt rn·istado. REVISTA

DE

SEGUROS

na! U nderwriters que rep resenta no Brasil a "Firemen's Insurance Company of Newark", a ntigo e exp rimentado segurador, o Dr. Od ilon de: Beaucla;r ma nteve conosco uma interessante palestra, quc procuran1os reproduzir liuhas abaixo com o máxi mo de fidelidade . .Por força do ambiente, o assunto gi rou em torno do Sindicato. que preside com muito

Reitli7.ou--se a entrev ista na séd~ do S in· di ca to, magrii hcarÍ1ent~ instalada no edi fiei~ '· SegLirado'ras ·rret~~lidas" , ele · propriedad~ da ll liohi li úi·i a Segui·adoras Reunidas, S. A., incor po rada em virtuck de uma deliberação to· inada pelas Companhias ·ue Seguro na -antiga sl:(k du Siuclicato.


O edifício onde está in stalado o Sindicat o é nma das mai s belas construções do Ri o de Janeiro e que honra a arquitetura nacional, sendo apontado. em revistas est rangeiras. comu uma das mais brilhantes realizações no campo dos edifícios para escritórios. l ~ ncont r ámos o Sindi cato em pl eno expediente. Registro de correspondência recebida de tôdas as partes do território hras·h::ro . expedição de circul ares . duas comis~üe,; técnicas trabalhando. enfim. em plen a ati,·idadc o óq~iio de classe que tantos bendícios ,-em proporcionando aos segu rado res.

/.iS TA S iTISI ;E ITO C0.1! SI i\' DICA TO TEM _-lT É AGOR A !

O ÇJ( -E U CO :\',\Ii G (.' !JJ()

tão de reservas de seguro tem que girar em rorno do binômio Liquid ez-Rentabilidade. alguém teve a "genial" id éia de sugerir ao Go,-êrno encarregar-se êle própri o de a plicú-las. Por duas vezes dir ig imo-n os au sr. Presidente <b R epública, a primeira so licitan do ter um representante na comi ssào dc:-;ignada para estudar o assunto e. na segun-da . pedindo ,-ista do traba lh o já apresentad o. l ~sla mo ,; , a li ás . cer tos de que S. Excia .. com se u pr!l\·crhial cquilíbri u c profundo conhec:ntenlo dos hom ens c das cousas. não permitirú que ê:-;sc patr itnúnio re:-;peitá,-cl, não ta ntn pela;; (·i fras que encerra . como pela eleYada dest inaç;i" cspcdfica qu e tem. de fazer face Ú:-; re;;po n:-;abilidades as umida s perante dezena s ou lTIJtel!as de milhares de segurados. sú ia da s tn;-tos das Companhias que souberam con ·tituí-lo com sabedoria e honestidad e.

O trabalho sistemático c per<stente, se yue sem alard es, q uc o nos so S ·nd icato ,-em realizand o atrav és dos a nus. começa a o fc recer seus i rutos. lnd isnll j,·eltnente já se nota pel o tnénos um ini cio de nwdi ficaçào nu n·ato dos negócios relati,·os ao Seg·uro Pri,·ado. ,\ nossa ati,· idacle ,-ai. pouco a pouco. ucupan -

Os Institutos de .-\ posentadorias c Pensões têm nos dado .muito trabalho. O TAPH arrogou-se o monopóli o de operar em Acidentes do Trabalho. Ti ,·cmos que recorrer a um mandato ele segurança. te11dn ga11ho de

dn a posiçúo que lhe cabe como expressão eco nomie<•. do paí s. É claro lllle muito mais poderíamos fa ze r se fossemos ouvidos pelas au tc ridacles. o que nem sempre oco rre. T emo;; a certeza de que a nossa experi ência se ria de muito ,-<dor para o LegislatiY o c o Execut in• . O seguro é uma especialidade. aliús 1Je11t complexa, c somente aqueles que por largcs anos · I idam com seus problemas é que estão em condições de oferecer as soluções adequadas . no benefício da coletivicláde.

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DIRETORIA: Dr. Dr. Dr. Dr.

QUA iS SÃO SE[ 'S PRl.VCIPATS PROHLE iV!AS ?

Luiz Adelmo Lodl Trajano de Miranda Valvetde Olimpio Pelix tJ, Araujo Cintra Pilho Alfredo Egldlo de Souza· Aranh.t su,ursol no Rio de Janeiro :

Tantas são as preocupações que temns nn momento que não sei por onde principiar. T omemos , por exemplo, a questão ' da aplicáção das reservas. Na fa lsa suposil:ão de que a parte disponÍYel das reservas das Companhias de Seguros se elevasse a cifras ast ronomicas ( antes fosse assim ... ) e esqu ecendo-se de r1ue em tôdas as partes elo tll\ll'ldo e~ta ques86

RUA DA ALFANDEGA, 81 - A -

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Endereço Telegrófi'o -

Telefone

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ALARIMA :t

AGOiTO

DE

1951


causa por unanimidade no Tribunal de !tecursos. O I A PC está indev idamente realizando seguros contra Acid entes do Trabalho. Como. porém. nào goza de monopóli o (se bem que muitos fiscais têm coagido s egurados nossos C1 '11l a mentirosa a legação de qu e as apólice · das companhias expirarão automáticatncnte em 31 ele <l ezentbro <lêste an{J. o r1ue mot ivou uma decla raçào esc larecedora do uosso S in dicato ) nüo recorremos a m edidas judiciais. Sonws pela line conco rrência. A todos deve set' dado luga r ao sol. Teráo a prefer ênc; a da clientela aqueles que ntelhor a s:: n ·irem . Nada de: priYil égios ou monopóli os que geram ineritávelmente o descaso c o desi nt erêsse. O que o I A PC est;"t fazendo no ramo [ncênd io . porém. é m usa d i f ercnt c. Sem ce rimônia alguma. sua .-\dmin;straç~lO Central instruiu as cli,·ersas Deleg-acias ]{egiona is a r ec usar, pura c simpl esnt en te. as apólices el as Companhias de Seguros que cobrissem ?ens hi potecados ao fn stituto. flle mesmo fa ria o seguro. sem apresentação de unt úni co documento. cobrando. porém. o prêmio " de acôrdo com as ta ri fas usuai s' ". .. Tal atitude incompreensível do 1:\ PC moti YOU enérg ico protesto de nossa rarte junto ao Dt\SPC e ao ";\Iini st ro do Trabalh o. Como não tivéssemos logrado qualquer providência conct·eta. acabúmos de recorrer à jus! iça e Yet·emos. talvez ainda dentro dêste mês . :;e ces ·ará ou não o abuso ... V á rias M un ;c i p"al idad es a um ent aram para ci rras proibi ti ,·as o impôs to de indústrias e profiss6es . .-\ g ra nd e mai oria ate nd eu ~~ nossa élrgum entaç;lO. como a de R ecife. em grande púte g raças à ação p ronta e ef iciente elo nos ·o Com ;té Regional ; urnas po ucas, como ~.- d e \ "itóri a. não 1·oltaram at rás, o que motirou a medida judicial que impetrámos, em nome das associarias .

seguro de Transportes Marítimos parece que gerou uma epidemia . . . A prin cipio eram o l ~nid e e a Costeira l!Ue o desejavam. Agora . é o In stituto elos Marítimos ... Há muita gente. que pensa que fazer seguro é receber prêmio. Sinistros. resseguros. r eservas. etc. não contam. H;'·. inúnteros projetos. un s em a ndamento, outros pa rados . mas há de tudo, como, por exempl o : autorizando as Caixa s Econôm .cas é'. faz er seguro; cria ndo o Seguro Agriu·io; incorporando um Banco .Hipotecário, Agrícola c indust ria l com parte da receita proveniente das operações ele seguro outorgando ao I .\ I' ETC o m onopóli o do seguro de responsai>il idade civil dos transpo rtes coletivos; autorizando o m esmo In stitui u a fazer o seguro dos veícul os que financiar. etc. etc.

(jr-J/f :lfOS DT c·E R Qf ' E HA MUITOS PROJETOS D Ti T.E TS E.H ANDA' .lTEJ\70 l\'0 CO.'\' G T?F:SSO. PODE.l fOS SARE R Sc)R T?T: O Q UE VER-

1\ão pense, todavia . que só a Diretoria, o Departam en to Legal e os f nncionários trabalh am nesta rasa. D ezenas de seguradores, reYesticlos de um ciespreendimento digno dos ma iores lou,·ores, . colaboram nesta obra. São os membros das nossas Comissões Técn icas. Temos uma Comi ssão Técnica para cada ramo c u que cada uma delas realiza, na organização

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Sfío dezena os projetos ~presentados ao Congresso interessando o Seguro PriYado. O REVISTA

DI!

SEGUROS

h- SôBI<.E 0.)' ACWf.NTES DO T!?ABALHO ) Não aceito que os legisladores concedam monopóli o aos [n stitutos ainda mai s que a tnaior ia d êles . senão s ua totalidade, não está em condi ções de aceitar r esponsabilidades em tôdas as partes do território nacional. O ser ,·iço que as compan hias ele seguro vêm prestando desde a implantação da primeira lei de .-\ cident es do Traba lh o em 19 19 não é cousa que se despreze por uma hipótese. A lém di sso, tudo o que é mom1pólio é od ioso. A virtude est{\ em estimul a r um se r viço cada vez m elhor c isso só se consegue pela li vre concorrência Se os Tnstitu t"s trabalharem m elhor que as Companhias. a utomáti ra mcnte ficarão sós. .\'"a da terão. portanto, a receia r de nossa concorrência.

PELO QUE ESTAMO.)' OUVINDO , A DIRETOR f A TRABALH A MUITO ...

,.

87


e interpretação de Ta ri f as, no esclarecimento

às Associadas sôbre ·uas dúvidas, na orientação que traçam aos comités regionais, onde, também contamos com pugilos de intemcratos defensores dos nossos interêsses, é cousa que não se póde descre,·er com poucas palanas. E quando pensamos que tudo isto se faz sem l(Ualquer remunerat;ão. roubando horas preciosas do tempo de cada um . sentimo-nos quase que envergonhados pelo pouco que temo" :cito.

Clube de Seguradores e Banqueiros Realizou-se. no dia 27 deste mês às 17 illlras. na rua Senador Dantas. 74 17." anelar . a solen idade ele inaugurac;ão do Clube d ~ Seg-uradores e Banqueiros. A ·na primeira diretoria compõeni-se dos Sms. - Conselho Diretor : .-\ll'aro Pereira, I 'residente Oscar Sant' Anna. \'ice- Presidente Angelo Mar ·u Cerne. 1." Secretúrio - Custód io da Cunha \ ' ieira. 2." Secr etúrir' - Odi lon de Beauelair, Tesoureiro Consel heiros : Donald Lowmles J·:tienne I ·aul Ri cher .I uão Borges Filho -- Manoel Ferreira Guimarães Haul I 'int rJ d :: Carvalh o - Renato A . Pere;ra ela Sih·a. .\s 17 horas . o Monsenhor J kmiqtH.: .\ fa g-alh ;ics procedeu <t benç;io da sed ~ r: . a segnir. l';;ou ch palana. dando por inaugnradu u l'lnbc de Seguradores c Jlanqu :; rns. O Snr. Dr. Oscar Sant '. \nJF!. Viccl'rcsidente. agradeceu a presença do;, con ,.,_ rhdns. fazendo uma oração sô bre us propú:-; itos dessa no\'a instituição. Em nnme dos assnciados. falou 1, Sn r. ]')e putado Carlos Luz . tendo a seguir usado ela. palavra o Snr . Dr. João Carlu~ Vital. Prcicito do Distrito Federal c idealizador elo Clube. A solenidade estiveram P.resentes os Snrs. Dr. Horacio Lafer, l\1inistro ela Fazenda. Dr. Paulo da Câmara. Presidente do Tnstituto de Resseguros do Brasil. Herbert Moses, Presidente da . B. L representante.-; do ~ifinistro do Trabalho c do Presidente do l~anco d() Hrasil, . !\ ]mirante · Doclsworth ;\lart ins. repr-esentaudo o Rotary Uub do l{io de Ja88

ne.iro, Snr. Julio A velaT representando a Associação Comercial do ]{io de Janeiro, Comandante J. G. de .-\ragão, Diretor da Lighl, associados e numerosos con viciados. Foi serviço por essa ocas;ão um "cocktail " aos presentes. A. propósito. cumpre-nos informar que 1· Clube de Seguradores e Banqueiros. ora inaugurado. é o primeiro que se funda no 1-\rasil. à se1nelhan ça elos existentes. com idêntica finalidade. em Nova York. ;\ lexicu . Sant :ago do Chile. l .onclres e em outras grandes cidad es do mundo. .-\lém do salá0 ·de leitura. sala de estar. restaurante. bar. salüu de barbeiro. manicura. duchas e massagen s. conta o Cluh :.: de sen·içu de secretaria e telefones para nso du;; sóc ios. Ac r editamos que essa iniciatiYa seja coroada do melhor êxito e que seja adotada em outros grandes centros elo país. contribuindo, ass·m. para qne ma is e mai s se estreitem as relaçôes entre hanqueircJs e seguradores, interessadas como se acham ambas as classes em trabalhar p ;:lo . progresso das respectivas inst ituiçôes. e. ronseqnentcmentc. pio progresso do Brasil. ;. li tli tli Clllll!: li 1111clllllll t11111 []111111111111 []li tllllllllltlllllllllll~ u

~ Mutua Catarinense

:: ;:;

....

-

... :_====

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de Seguros Gerais

"

Séde:

BLUlVlENAU -

Rua Floriano Peixoto 2, 1.

J ~;;quim

I Prédio

g===

Sauta Catarina

Caixa Postal 184 Endereço te!. Mu T U i\ Fundada em 193 8

S E G U R* O S D E

IINCENDIO T:ANSPORTES

0

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Próprio)

da rua 15 de Novembro Telefone : 1190

"

i

~

~=-=-

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~==-

~·

i "

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r.ittiiiiiiCJIIIIIIIIIIIItliiiiiiiiiHICllllllllllllltlllllllllllll[llllllillh~ ~ .-eosra

oe · t:95t


Mais de um bilhão de cruzeiros I Desde março de 1947, as responsabilidades da Companhia "Previdência do Sul" para com os seus segurados, em número de 35.000 oproximadamente, sobem a mais de Cr$ 1.000.000.000,00 (um bilhão de cruzeiros) , pOt apólices de seguro de vida em pleno vigor. Ta i s responsabilidades constituem possivelmente a maior, senão a única proteção econômica com que poderão cantor, em dias incertos do porvir, as 150 a 200 mil pessoas que v ivem na dependencia dos que as fizeram beneficiarias daquelas apol ices.

O prezado leitor, - que naturalmente deseja, como todo homem de bem, garantir da melhor maneira possível o futuro dos seus ente' caros, • já conhece, porventura, as excelentes condições em que a "Previdência do Sul" pode liberta-lo de tão absorvente preocupação? Se as não conhece, Slirá prazeirosamente informado, uma vez preencha o cot~pon abaixo e o remeta à sede ou a qualquer dos ·escritorios da '

Complinhia

de Seguros

de

Vida

PREVIDÊNCIA DO SUL Caixa Postal 76 - PORTO

AL EG R E (sede)

Cx. Postal 30 BELO HORIZONTE

Cx. Postal 898 RIO DE JANEIRO

Cx Postal 324 CURITIBA

Cx . Posta l 644 RECIFE

Postal 242-A

(x .

SÃO

c,._

PAULO Postal 148

BAÍA

COMPANHIA Dt: SEGUROS DE viDA " PREVI DEN CIA DO SUL ·' Cx. Post al Cidode de .. Peco

envlar•me,

modernos

Nome

compromisso, fnformacões

dt

119uro de

vida

sôbre

dust

11

mat 1

Componhl•

........................ .............................. ............... .... Idade ........... .. ........ .Est. civil ..................................

Res idência (bem legível): Rua ................. . CidadA

IMSTA :DE

sem

111odolldodts

$EGUtOS

................................................................N.• .......................... . .......... .................. .... ..... .... Estado .........................................

89


4 ~

•

•

•

....

• • • • • • • •

·,

Companhia

11o61emoJ lo SE6URO

FIDELIDADE

,

PAULO ANDRE

de Seguros Gerais INctNDIO

~e inun~a~ão

ORisco

LUCROS CESSANTES ACIDENTES PESSOAIS AUTOMÓVEIS RESPONSABILIDADE

CIVIL

QUEBRA DE VIDROS Em

Kansas,

nas

Estadas

Unidas

da

América

da

FIDELIDADE

Norte, ocorreu uma inundação, julho último, cujos pre -

• ,

TRANSPORTES '

juízas a sce nderam a elevadíssimas cifras . A catástrofe ,

Marftimos -

como não podia deix ar de ser, faz. reavivar em no ss a

-

mente a velha idéia da organização de um plano de

cionais -

seguro pelo qual se possa, de um modo racional, pro -

mentares.

mov er

a

cobertura

das

riquezas

muitos

foram

expostas

a

tão

Tl!rrl!stres -

Aéreos

Viagens no Brasil e InternaAcl!ssórios e comple-

CASCOS

de-

va stador evento.

RIO DE JANEIRO Sabe -se

que

os

planos

enge ndrados, e que inúmeros foram,

até

desde os

hoje

RUA VISCONDE DE INHAÚMA, 134 .

São Paulo

do século passado, as tentativas levadas a cabo para

Companhia Anglo Americana

firma r a exploração de tal segura, vitoriosamente, em ba ses sólidas e auspiciosas. b ém

foram

tude

das

as

Entretanto, inúmeras tam-

companhias

levadas

à

ruína

6 .'

meados

em

vir-

indenizações, muitas vezes superiores às suas

de

Representações

de S'eguros.

. .............................. RUA BOA VISTA, 314 • 10.•

po ssi bilidades patrimoniais, a cujo pagamento se viram obrigadas.

E:'lllllllllll [] 111111111111 [ lllllllllllll []111111111111 []111111111111 [] 1111111!,:

Assim,

nada

obstante

o

insistente

trabalho

que

ai (, hoje se tem desenvolvido em busca de um plano sati sfatório, ainda

se

as

perdas

por inundação

acobertam,

mui

si!tc ma pelo qual, desde

há

governamental

n=>

mesmo

muitos séculos, vêm elos

sistem~

send o reparada s: o

auxilio

nos dias atuais

deficientemente ,

de completarem-se , com o

(minguado,

mas

sem pre

efe-

tivo em tais oca si õ es ), as doações individua is, pelo re · curso à caridade pública.

Um sistema, indubitàvelmen-

te, que ofende a cultura econômica do século XX . A compl~xidade dêsse problema securatório, com · provada pela largueza do tempo em que êle se tem mantido

em

pectivas

incógnitas,

sõbre

o

assunto,

Dig amos, que é p la no

equação

pois,

dentro

para

que

(perdôe-nos segundo

me io

da

bl icas

e

da

resolvam

que

nos

estreiteza

encerrar

o

o

êste

eminente

qual

conjugação privadas .

quibilidade

o

os

res-

estendam o s

desta

ligeiro

Com

coluna .

comentário,

mais

internacional

de mais confiança,

pelo

que

seria

entidades

afigura-se-nos,

consórcio

mestre

risco

de

particulares de seguros.

sim,

integrado

o

conce-

enfrentado de

nítidos

isto

seguros,

laivos a por

de

sugestão

número

e

dos

i"

FUNDADA EM 11 • 11 • 1918

ar-

-~~

= w

i " i-=

u

-

~

w

~

"

~

Capital . .. ... ... . .•. . Reservas .. .. .. .. .. .. .. Prêmios em 1950

:

~=;::;

de

::

-

~

exe-

de Seguros

2

pú-

companhias

natureza

AMERICANA

:= ~ = ~ " = E

I i=

Companhia

I"

por

Esta idéia, por certo, é digna

gumentos . em que se apoio.

90

se

permite

por todos os títulos inverossímil o sucesso do

b eu )

um

sem

não

~

E!_

= ;::;

§ §

RUA

JOS~

Cr$ 2 . 500. 000,00 Cr$ 30 . 75ó.004,10 Cr$ 17 . 705.497,60

ft

~

~

= _

C

MATRIZ BONJFACIO 11 O

São Paulo

§ ~

(Prédio Próprio)

i-

~:1

Sucursal do Rio de Janeiro , RUA M~XICO 3, 7' ANDAit ·· (Prédio Próprio)

i

i

Sinistros pagos desde a lundaçilo Cr$ ó9. 129. 25ó,30

WiiiiiiUIIIIIIIIIIIIt-lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[]tllllllllllli AGOSTO

O!

1951


Companhia Nacional Seguros de Vida

São Paulo

Afigiuro -se- no s,

Na edição do ANUÁRIO DE SEGUROS co rres pon -

porém,

interessante,

ao

alertarmos

dente a 1951, por lamentável êrra de revisão, figu rou,

a atenção dos no ss o s leitores para o êrro a que acima

ao alto das página s 160 e 161, a i ndicaçãa de que a

fizemos, alusão, aproveitarmos a oportunidad e para des -

«São Paulo » -

taca o alguns

Vida,

o

Companhia

conhecido

e

Nacional

justamente

de

Seguro s de

acreditada

números referentes ás atividades da São

PauL...• no a no corrente.

em prês a ,

Quanto aos anos anteriores já

que honra a capacidade d e realização do povo bras ileira,

fizemos e m ocasião próprio, a analise dessas atividades e

havia sido fundada em 1930.

a s comentamos com os louvores e os aplau so s que despertaram

em

no sso

es pírito,

pelo

muito qu e

significam

em pról da difisão do segu ro de vida em no sso meia .

Na realidade, como não ignoram as que com ela

No mês de Julh o dêste ano, par exem plo , conforme

tron soci onom e lh e não desconh ecem a brilhante traj etória ,

foi a « São Paulo » fundada em 1920 , isto é, dez anos

se

antes daqu e le que foi indicado na publicàção referida.

Paulo » , a produção de prê mio s da Companh ia, somen te de

Se tantos e tantos fatos não nos fariam esquecer

vê

da

boletim

seguros

novos,

ena data , que d e ve ser marcada cum alba lapillo na

respondentes a

história do seguro no Brasil, um só bastaria para nô-la

entradas em vigôr.

VISTA

DE

mesmo

ponto,

SEGUROS. por

Marchamos,

via s paralelos ,

assim, em

partindo

busca

da

1

a

Cr$

91.689 .0 00 ,00

pela

4.013.669,50, de

« São cor-

nova s apólices

impressionante ritmo oscencional, que culm inou, no mê s

do

em questão, no regis tro de sses extraordinários resultados,

maior

qu o dão bem amo stra da pujança e da vitalidade da

divulgação dessa medido de alta pre vidência, consub s-

grande e mprêsa de seguros.

tanciado no seguro, atuando cada qual no setor qu e lhe

Há males que vêm para bem . . . É a que ocorreu

é propício. Dize r

atingiu

Cr$

editada

A marcha de seus negócios se tem processada num

tornar se mpre relembroda. É que a fundação da « São Paulo » se deu no mesmo ano em que apareceu a RE-

« Atualidades » ,

no coso presente, que nos of erece u o ensejo de focalizar, de

como

nos

temos

desir,cumbido

de

nossa

mai s uma

vez, a

sig nificação da « São

Paulo »

no âm -

tarefa, nãq é este o nos so propósito no momento e nem

bito da seguro nacional, onde figura como estrela de

é oportuno a ocasião .

raro é intenso brilha .

.. •• •• •• •• •• • • • • •• • •

NOVO COMPANHIA DE

• • • • •• 4 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

•

SEGUROS

t

MUNDO TERRESTRES

E MARITIMOS

•

M IRAMAR COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS GERAIS

• ITAMARATY COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS GERAIS S E O E:

RUA

DO RIO

CARMO, DE

65/67

JANEIRO

............................................. SUCURSAIS E AGENCIAS NOS ESTADOS

,

DE

SEGUROS

~

91

I

1


e 'iiía•-•••-o••~-...o--o

....... ........._,.,~~~._ ·- ........................ _ ................ • • ...

Sé de : Rua Brigadeiro Tobias, 356, 7. 0 andar São TELEFONES:

Coixo Posto! n .• 72..04

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TRANSPORTES

DE:

RESP. CIVIL - ACIDENTES PESSOAIS AERON,A\UTICOS

DIRETORIA:

}

Amador Aguiar Galdino Alfredo de Almeida Vasco Santos

Jr.

AU TO MOVE1S

Presidente Vice-Presidente SuperiutenJeute

SUCURSAL RfO D!!: / .-\'l ~[{J - h . P,·,HiJnb W.lur1 D3, 2.•, s/201/2J2- Tel. 42-9172

Representanhu nas seguintes Capitais:PORTO AlEGRE CURITIBA FLORIANOPOLIS SAlVADOR RECIFE JOÃO PESSOA fORTAlEZA IEL~M

MANAUS

~92

·-·-·-·-·-·-·-·---·-·-·-·-·-····-·-·-·-·-·- -

-·-·-·- -·-·-·-·- -

AGOSTO

DE

1951

(.11


A

Visita do Dr. Jorge Bande ao Sindicato das Empresas de Seguros Privados e Capitalização do Rio c:Je Janeiro, em 28 de Julho de 1951 A propósito dessa visita, pediu-nos o Dr. Angelo Mário Cerne que retificossemos alguns

a~s

trevista concedida p e lo Dr. Jorge Bonde brasileiros

e

publicada

no

número

parte das conferências que proferiu em Paris e Madrid,

pontos do en-

de

foi o seguinte : -

seguradores

Junho

« Si as ressegu radore s euro peu s quizerem manter suas

último

posições em nosso continente, necessáriamente lerão que

da Revista de Seguros. Como ilustre

resumo

o

segurador

mudar de meladas e de ações. O ressegurador europeu, publicado

chileno,

não

natural

foi

era

revisto o

que

para poder continuar a trabalhar na mesma escala em

pelo acon-

tecera . Alguns aspectos não foram bem apanhados, não exprimindo,

por iss o,

em

alguns

pontos, o

pe~samento

americanos,

operar

base

à

de

terá

uma

que

conformar-se,

política

de

jó,

em

reciprocidade.

ê

aconselhavel, ainda, que desl igue sua norma de resseguros de sua politica de expansão no campo do seguro

do D" Bonde.

direto

Foi o próprio Dr. Jo rge Bond e que, escrevendo ao Dr. Cerne, most rou alguma s traições da

m ~ mória

aludir

à

circunstância

de

que

o

Dr.

e

não

subordine

a s condições

cantratuois

dos

resseguro s às concessões que os paíse s americanos dõa

daquele

às agências estrangeiras em seus territórios » .

que recolheu a s suas pala vras para da - la s à publicida'de. Devemos

mercados

Na passagem referente à Conferência de Bruxelas,

Bonde

falou na sua lingua materna, o castelhano, o que teria

ao aludir a a ponta de vista ing lês, qu iz o Dr. Bonde '

co.n corrido, apezar da pro funda semelhança entre aquele

explicar que as britânicas olham com certa reserva o

idioma e o po rtuguês, para que a sentido de algumas

estabelecim e nto de uma organ izaçã o européia de segu-

de suas palavras e expressões ou dos pensamentos por

radore s profissionais, porque, acrescentou , o seguro bri·

êl'e enuncia do s, não l e sse fielmente traduzido e inter-

; tônico tem uma organização centenária, que apezar de

pretado. Traduttori , traditOri . ..

;s er nacional, é ao mesmo tem po internaci onal pelas enor- ,

I

Assim, foi

mes ramificações que o seguro inglês tem tido no mundo.

o que ocorreu, por exemplo, no tópico

em que é atribuida ao Dr. Bonde a informação de que

Não se trata, pois, de uma oposição contra o estabele-

há na Europa o temor de nova guerra. O sentido das

rimenta de laços permanentes entre os seguradores eu,-rc-p e us,

palavras par ele proferida s a ês te re spe: to , foi o seguinte, conforme se deduz dos te rmos de sua carta

Dr. Mario Cern e : forma

entusiástica

cional, com

« Na Europa trabalha-se da mesma de

sempre.

Dos

minhas

senão

que

se

trata

de

encontrar a

possível

coordenação do seguro britânico, que, por si, é interna-

ao

uma organização inter-estatal.

As palavras do entrevistado, tal cama foram

observações,

pu-

conclui que ali não há confusão nem psicose de guerra.

blicada s, poderiam parecer uma crítica aos seguradores

Não obstante', contando com a

britânicos, o que, de moda nenhum tinha em mente. No-

eventualidade de uma

nova guerra, que naturalmente subsiste, europeus,

no

afan

de

continuar

o s segurad o res

servindo

ao

curto período de sua entrevista

qui~,

tão somente, de·

monstrar qua is as atuais dificuldades para conseguir-se

seg uro,

estã o transferindo fundos para várias partes do mundo

uma organização simi lar à qu e os seguradores ameri-

livre, com o fim de pod ér honrar os compromi ss o s» .

canos têm

Houve, também, equívoco na in terpret ação de suas

no terreno internacional.

Em artigo escrito pela Dr. Bonde para a revista in-

palavras quanto à referência de que o s <' ingle ses não

glesa «The Review » , a respeito desse a ssunto, expressou

compreendem qu e já passou a é poca de s va maneira de

o seu pensam en to p ela forma seguinte, que procu ramo s

trabalhar» .

traduzir fielmente :

O

entrevistado

não

mente aos ingleses, mas sim

se

oos

referiu

especifica·

seguradores europeus

«Tratando -se de uma revista inglesa, deixei para o

em geral. O qu e disse o Dr. Bonde citando, de memoria,

fim um organismo sui-gene ris, que, apezar de reunir se·

,...,._._~~,..... . .._. ,.,.... , ~~~..-..,....,,.....,,._., .._.,~c..-. t) .... u....t~-. u._.t~.._..,.-.o._.~~o....a-o-•-o-•

I

Companhia de Seguros da Bahia lllcê11dio -

Transportes - Acidentes Pessoais - Fidelidade e Automóveis

.Receita de prê1nios elll 1950 . . Capita l c R eservas em 31-12-1950 Agêucia Geral

PRAÇA F~

O-1-R-0-I-:a

UYISTA

DE

PIO

X,

98 -

110

Cascos

l'r$ 53.299 .331,40 Cr$ 39. 591.117,60

Rio de Janeiro

.t: Andar - FONE 43-8883

_O._...-a·-0·- 0<- ·0._,U._,.,._,.._.U. -

SEGUROS

R esJJ. Civil ~

-L----·----------------------~

93


$JUradores de um único país, é internacional pelas imen-

Se gundo depreendemos

de

posteriores declarações

\ as ramificações que a instituição de seguros britânica

do Dr. Bonde, feitas com mais calma e reflexão, e não

tem em todo o mundo( Trata-se da « Fire Office Com-

apressadamente,

mittee » , cujo presidente é

de e nt re vista s parlam entares, a sua impressão é de que

Mr- A. S.

Hinsh e lwood -

como

acontece

geralmente

nos

caso S

C. B. E. Este organismo que, sem dúvida alguma tem

folia

levado a bandeira do progresso do seguro , por muitos

uma organização estavel, como é a no ssa . É evidente,

ano s, a continentes afastados, de nenhum

modo pod e

o~s

seguradores europeus a coesão necessária para

porém, que lograrão um d ia es ta união , sendo lógico,

ser sub -estimado aa lado da s citadas organizações in-

que se

estabeleçam

ternacionais.

nização

americana

Seu papel se manterá

intacto e com

crescente, ainda quando as

importância interna~

três organ izações

cionais funcionem já em pl ena at ividade e é natural que

laço s e a

perman entes e ntre

eu ropeia.

\'ê,

com

a

orga -

verdadeira

admiração , o esp í rito público que an ima o s ingl eses e a

mara vi lho sa

fortaleza

mo ral

d êsse gra nd e

povo

na

difícil situação econôm ica em qu e se enco nt ro a noção .

« fire Office Committe e » siga dando as normas sa-

No seu modo d e vêr, a organ ização do seguro britânico

dias da prática das operações de seguros aos segura -

é magnífica, en te nd en do e le que o mercado de seguros

a

é e continuará sen do , por muito temp ::>, o

dores britânicos no mundo in t eiro e, como tal, mantenhQ

de Londres

sua influ ência indis cutível no mercado internacional de

pri meiro do mundo.

seguro s.

Aludiu, o Dr. Bonde, a inda , à fo rma cordial com não

que a « Fire Office Committee » o recebeu e à alta qua -

lh e tira importância. Ao contrário, prestigiando a essas

li d ade moral e té cnica dos home ns d e seguro britânico s.

Sua

presença

organizações

nas

organizações

inter~estatais,

internacionais

com sua experiência e ren ome,

rece be delas, por sua vez, a

harmônica inspira5ão de

outras nações.

Referindo-se, com

palav ras

tão claras e

eloquentes à

grandeza e importância do mercado de seguro inglês, quiz o Dr. Bonde, segundo suas própria s palavras, de -

Na prática dos negócios, a nítida concepção inglesa

monstrar a

grata im pressão qu e trou xe da visita que

do seguro conquistará, por esta forma, novos adeptos,

teve opo rtu nidade de fazer o êsse importante cent ro se -

e a gestação do s assuntos gerais do ramo de seguros,

gura do r.

em todo s o s paí ses, se fará à base de normas uniformes

Quan to

à

referência

na

entrevista

publicada

de

e o d efes a da livre e mprêsa de seguro s se dará com

q ue ele su p unha ser d e resultados duvidoso s o seguro

maiores probabilidades de êxito » .

obrigatóri o de viajantes, no

Espanha, houve incompr" -

ª111111111111Cli11111111111Cliiiiiiiiiii1Cl111111111111Clllllllllllll[lllllllllllllr:1111111111111Cliiiiiiiiiii1Cllllllllllllltliiiiii111111CliiiiiiiiiiiiCllllllll§

I A PATRIARCA// I 11

~

~

§_ -~=

~ ~ § · §

~ =

COMPANHIA

DE

Capital Subscrito e Realizado • Aplicados em lmoveis e Titulos Sinistros pagos. . . . . . . . . Capital vinculado para garantia Reservas . . . . . _ . . . . .

~

SEGUROS GERAIS

. . . . . • de Renda. . . • . . . das operações . . . . . . . .

~

Cr$ 10.000.000,00 Cr$ 8.730.725,00 Cr$ 16.490.462,20 Cr$ 5,000.000,00 Cr$ 3.215.533,00

~_:_ §§=-

~ ~~

OPERA EM SEGUROS DE : Fogo - Transportes Marit.i mos e Terrestres - Acidentes Pessoais - Responsabilidade Civil - Automoveis

s

;~: ; = "§-

Aeronauticos

~

§

=

§" ~ ~

~ ~

Séde: São Paulo - Rua Formosa, 409 TELEFONE: Caixa Postal , 207 • A -

~

3-4157

~

End. Teleg rafico ·: • APA TRtARCA"

~

0

Sucursal Rio . de Janeiro - Rua do Rosario, 99- 6 . andar Telefones: 23-5785, 23-6235 e 23-6264

End. Telegráfico:

~

"APATRtARCA"

~IIIIIIIIIIIICliiiiiiiiiiiiCllllllllllllltliiiiiiiiiiiiCllllllllllllltliiiiiiiiiiiiUlllllllllllltliiiiiiiiiiiiCliiiiiiiiiiiiCliiiiiii!IIIICliiiiiiiiiiiiClllllllffi 94

AGOSTO

DE

1951


ensão do reporter. O que ele quiz afirmar, segundo se vê de declaração posterior, é que não está de acôrdo com a idéia vista

de seguro obrigatório, sob um

doutri nário

por ele

esposado

há

ponto de

muito

e é

de

muitos conhecido, conforme teve ocasião de declarar na sua conferência de Bilbao. A sua opinião é de que o

Companhia de Seguros Marítimos T errest.res

União dos Proprietarios FUNDADA EM 1894

seguro obrigatório de viajantes, em um pais de terreno tão acidentado como a Es'panha, é . de muita im portância , sendo para lamentar que êste seguro não haja sido reali -

zado pela iniciativa privada, tornando-se, assim , neces-

~

Capital e Reservas ..•• •• •• • Empréstimo sôbre hipótecas .•• Sinistros pagos •• • •. .• .•••••

6 . 748.973,40 3 . 900 . 000,00 11 . 512 . 750,20

sário esperar a dinâmica e inteligente ação da Diretor de Seguros de Espanha, Don Joaquim Ruiz y Ruiz.

Destinam-se

estas

nossas

palavras

a

desfazer

os

esquívocos e os erros de interpretação que empanaram o brilho da magnífica entrevista concedida pelo Dr. Jorge Bonde aos seguradores brasileiros, quando de sua última pa ssagem

por esta

Capital,

de

-·

Rogando - lhe

rias

de

omissões

sua

e

o

generoso

incorreções

entrevista

em

regresso

ao

Chile

de

à Europa.

sua longa e proveitosa viagem

perdão

pelas

encontradas

nossas

na

páginas,

SEGURO S TERRESTRES, sobr~ prédios, comerciais, mov~is, merca-do· ria~ ~m trânsito e outrO$ riscos. SEGUROS MARITIMOS, sobr~ vapores, navios a v~la ~ outras embarcações, ~ mercadorias ~mbarcadas . Ac~ita procuraç:io para :tdministrar b~n.s d~ qualquer natur~za, r~cebimentos de a~ugu~is a~ prEdios, juros d~ apolices e outros tltulos de renda, m~diant~ modica comlsslio . PAGA TODOS OS SINISTROS A DINHEIRO A. VISTA r~tabel~cim~ntos

involutá · publicação

saudamos

RUA DA QUITANDA N. 87

o

(Ediflclo proprio)

ilustre segurador da republica transandina , cuja brilhante cultura , inteligência especializou, o tadas

na

e dedicação ao

fazem

uma

momento atual

rama

em

que

se

das autoridades mais aca em

questões

ligadas

a

este

TELE,FONES: 23-3113 e 43-3096 Anibal Teix~ira DIRETORIA: Antonio Queíroz da Sil va Dr. Mario dos Santos Parr~ira

importante selar de atividades.

:!llllltlllllllllllll[lllllllllllll[]lllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllltllllllltllllllll~

=

;

"IN DEPENDE N C I A,,

~ "w

Capital

~

-

~ = -

Sll bscrito

e realizado Cr$ 1 . 500 .000,00

~

Séde: Rio de Janeiro • Rua México 168 3°.

~

Telefone 42-4030 -

E

End. Telegr. : " I NDESEGUR"

;;; ~

~ = " ~

§

ª"

DIRETORIA :

w :

Presidente

-"§ Diretores

E

1

VICENTE DE PAULO

GALLIEZ

{FERNANDO DE LAMARE LUCIANO MARINO CRESPI .

1

LUIZ R. DE SOUZA DANTAS

-

I5 I

-

COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS

5

i~

=

SUCURSAL DE SÃO PAULO

-

= ~ -

~-

~

y

i i

~

y

Rua 15 de Novembro, 228 • 2.o •. Tel. 32-6894

~

-

Superintendente

1

OCTAVIO

PUPO

NOGUEIRA

-

E

" y

§

Agências em Pôrto Alegre. Curitiba, B. Hori zonte, Vitória, Fortaleza, Salvador, Aracajú, Recife e S. Lui z do ':M:aranhão

g

~ ~

:ÍIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIII U 111111111111 U 111111111111 t lllllllllllll tlllllllllllll t lllllllllllll t lllll!l t lllllllllllll t lllllllllllll t lllllllllllll tllllllllllllltl"' .REVISTA

DE

SEGUR06

95


h... .. .. . .... •

. . . . .. . . .. . . . .. . . .. . . . . . . . . . .· -

~..........

Companhia Adriatica de Seguros Riun ionc Atlriatica di Sicurt à Sociedade po r Ações -

Sédc em ~1 il ã o

Capital Soc'al : S ubscrito c reali zado . .. .. ..... . .. . Capital para o Brasil : . .. . . . .. . .. . . .. .. . . ... .. .. . O pera nos

ra n w~ E l c l t tc nt arc ~

L. 2. 400 . 000. 000,00 5. 000.000.00 Cr$

c Vida

Represen tação Geral pa ra o Brasil Av . P residente Vargas n.o -1-63- i\ , 5" anda r RIO DE J ANE I RO

Fone 23-2426

Agência Geral para o Est. àe São Paulo : Rua São Bento n.0 500 7! e 8 ! an da r F ones : 3-6696, 3-9397, 3-5963 e 3- 5899

•

~ ................. ~~~~ .. ~ ::.~ lllllllllllll [] 111111111111 [ lllllllllllll [] llllllllllll []Jillll lll lll c] 111'.:!

ABSOLUTA

SEGU R.\NÇA

--

n

-

-

...

= ...

=

"~ 183 6

"~

1950

;::; ~

Autoriza do o funcionar no Brasil p e l~ Decreto n' J . 2 24 de 23 de Fevereiro de 1864 . Capital e res ervas livres declarados e ..realizados para operações no Brasil. T

CAP lT AL . . . . . . . . Cr$ 1 . 000.000,00 RESE KVAS LIVRES" 2.000.000,00

~

~=-" 1~l~L ~C/~~y~~T~aL I LONDRES

Fundado em 1 845

MATRIZ

PARA

rODO

O

BRASIL

l<.ua Beneditinos, 17 - 3·0 and· Teleg. ROYIN,

fel. : 4 3· 8995 RIO fOGO VIDROS :>OAIS -

DE

MARÍTIMO -

JANEIRO AUTOMÓVEIS -

ROUBO

LUCROS CESSANTES - ACIDENTES PESRESPONSABILIDADE CIVIL TODOS OS RISCOS

AGENCIAS

Paró ,

EM :

Pernambuco,

Baía ,

;::;

~;: ;

FUND O S DE GARANTIA Cap ital po ro o Brasil -

Sãa

Paulo

~

"

E 80 . 000 . 000 Cr$ 2 . 500 . 000 ,00

::.res:;:~~~al Jn;;:s; A v. Ri o Bran co 26-A -

Agencio• e Sucursais em todas as parte• do mundo. O.mazanos,

;::;

i==-

Rio

A gentes em São Paulo

ª=g

;::;

WILSON JEANS & CIA. L TOA .

=; -~

PER N A MB UCO , BAIA, CURITIBA

Rua

==:~

e3P;:OtRI: Tz:Om~A:;Ln3E,:G~sR4~E~"b"loja "_:;~=

e Rio Grande do Sul

F.'IIIJIIII.IIII tl lllllllllllltl IIIIUIIIIIltliiiiiJIIIItl Clllllllllllll tllllltlé1

AGOSTQ. . D~

i U l


da

Ainda o No

proces so

e m qu e

sulto se é obrigado o qu e se refere o art . ereto

ter

recebido ,

segurado ra

local con ·

recolh e r o impô sto tlo sêl::> o 109

4655 , de 3

n. 0

de o

uma do

de

Tabe lo

an exo

Sete mb ro

exarou

o

de

Di re tor

ao

1942 ,

da

De· ant es

Re ce be doria

do Di strito Fed e ral , após alguma s con si d e rações, o se· guint e de spacha: po s1o,

res pond a-se

forço

de

por

qu e

dispos ição

o

cen so-

e xpres sa

do

le i reguladora do ma té ria , é ob rigado a re· co lhe r

o

impo st::>

d e vido

d e ntro

previ sto na noto 3 .'' ao art.

do

prazo

109 do Tabe lo

do O. L. n.'' 4655, de 3 / 9 / 42, qu e r o te· nho o

ou

dúvid a - · a ace itaçã o do apó lice é a to do seg urado e não da seguradora . -

d e sua porte , à aceitação do seguro , que é ato seu . Assim, se o fi sco qu e r ---:. e quer me smo -

nh io

é

devido

desde

a

aceitação

do

segurado•·

1. • ) » .

(nota

não é

o

e ntre tanto ai ·

que

palavra

d eve ,

como

me dida

preliminar,

co -

ao

D.l.

seria na

ap e nas

ne cessário

1.'1 do

nota

n. " 46 55 , d e

a rt.

substitu ir, 109

3 /9 / 4 2,

uma

da Ta be la

d ize ndo -se

única an e xa

« seg uro »

onde se diz « apól ice ». A referida nota pa ss aria , e ntão , a te r a seguinte re dação : «0

de

novo . Comporto

seguradora,

loca.· a le i o se rv iço d o cau sa po r êle advogada , poro

não arrecadado . Po rqu e , es tá cloro ,

imposto

a ssunto

que

o pra zo com e ce o contar-se d es d e o mom e nto do emi s-

apólice pelo segurado e será arrecadado pelo O

companhia acei ta é a proposta e, ba ·

O qu e a

seado nela , é qu e emite a apólice, o qu e corre sponde,

sã o da apólice e d :> se u registro no s livros do compa -

« Isto le nt e,

Aceitação»

imposto

seguro E . ..

e

é d evido

será

no

arre cadado

nada mai s!

momento da pe lo

aceitação

segu rador» .

...

gumo , considerações em tôrno da expres são « ac ei tação da apólice » . A aceitação da apól ice é ato do segurada e não da

seguradora . Quem

trabalha

no

ramo sabe

muito bem que, não raro , o segu rado ra e mit e a apó lice em posta

condições

firmado

frequente

no

em

que

da

candidato

ramo

motivo s técnicos ,

dições

diferentes

pelo

Vida,

julga

foi

qu e

ao

qu'ando

a

segu ro

entã ~ .

e,

da

fato

pro · muita

Companhia ,

inaceitáv e l o

proposto

con sta

segura ,

nas

para

por con -

ganhar

tempo ou para facilitar a conclusão do negóc :o, e mite a apólice

em

plano

diferente,

ou

com

limitaçã o

de

prazo ou majoração de taxa . O

candidato,

em

ca sos

ta is ,

te m

evident e me nt e

ESTABElECIDA. EM 1836

r HE LIVERPOOL &

o direito de recusar, isto é de, não ace itar a apól!ce condi~ões

na !i

mará ,

então,

em

que

nova

foi

emitido .

propo sta,

em

Se

o

aceitar,

su b stituição

à

&

an -

terior. Casos há , entretanto , notoda!llent e no s ramos e le ~entares ,

LONDON

f i r-

em que o segurado não a ss ina o propo sto -

GLOBE ,'NSUR.ANCE CO. LTD. Capital reali zaáo para o Brasil: Cr$ 1.500 .000.00

ficando isto a cargo do corretor, com o permite o le i. então,

Aqui,

recu sa áquele em lice, que

não

não

se,

pode

nega r

o

direita

nome de quem fo i e mitida a

pode nem

de apó -

mesmo se r con si d e rado sim -

ples candidato ao seguro. Todo ê sse de sentendimento entre o fi sco e a s so ciedades

de

seguros

tem

como

ponto

de

partida

FOGO VIDROS PESSOAIS -

Casa Matriz para o Brasil: RUA BENEDITINOS, 17-3.•- R. de Janeiro 1'eletone: 43-291-t

a Ag ~ nci ;:. s

imprecisão de nossas leis , no tocante ao uso de certos vocábulos Como

I

ou

expressões.

dissemo s -

e

isto

não

padece

MARÍTIMOS AUTOMÓVEIS lUCROS CESSANTES ACIDENTES RESoP. CIVIl TODOS OS RISCOS.

nenhuma

em

BAÍA CURITIBA PERNAMBUCO SANTOS e S. PAULO PORTO ALEGRE -

-~-~- ~.--. ~~ ~ .-.c~- ~ -~~ ~ ~-.-.-.1-...- ~~~~-._..._._,.....

ALLIANCE ASSURANCE CO., LTD. ESTABELECIDA EM 1824

OPERA --- Seguros de Fogo, Marítimos, Acidentes de Automóveis e Lucros Cessantes AGENTES GERAIS -WILSON, SONS & CO., LTD. Caixa Postal, 751 -AVENIDA RIO BRANCO, 25- 4.• Andar -Telefone 23-5988

•

T ( I_I_I_D_I_I_I_I_I_a_a_G_I_U_I_U_U_I_I_1_1_1_1_1•-·-·-~-~-~-~-~-·-·-


~o-O._·o.-o~oéiiiiii•0~041·~·u.-..t~..-.~ ..-.~ ~..._,~,.....n~• ~o,.._n.... ,,_

The

lnsurance

c o.

American I n s .

c o.

H o me

Gr e a t

NEW

Sé de: FOGO -

.,....,,._.,~~~..-.~..-.~..._.c.._.t.-..,....._.t~~o~ ~t

I

I I

YO RK RAMOS DTVER'SOS

TRANSPORTES

••• (ia. lmmobiliaria Financeira Americana S. A. Corretores de Seguros em Geral

Rio -

PRAÇA PIO X, I 18,

s· e 9°

andares -

(Ed ifí cio do Banco Boa vista)

CA IXA POSTAL 548 São Paulo

~

Rua 24 de Maio, 250, 11 • andar. -

Caixa Postal 1865

Agentes nos principãis Estodos do Brã sil

·~llllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllll~

~

"REX"

=

i ::

=

• Corretores de Seguros Ltda.

.

I DE :

Distribuição e odiministração de seguros em geral.

~~

Opera no pa ís e no exterior.

,

~

" u

;::; ~

DIRETORIA:

;::; ~

A. J. Peixoto de Castro Junior Dr. Roberto Grimaldi Seobra Nelson Grimold i Seabra Euclides Aranha Neto

;::; GERENTE: M. Aguiar Melgaço

;::;

«CO

RSEG REX

»

:.:iJ. • • • • • • • • • • • • • • • • • ............. . 98 .

;:

" u

;::; Transportes

TELEGRÁFICO :

ANDAR

Cr$ 2. 000.000,00

AGENTES EM TODOS OS ESTADOS ENDERÊÇO

84-8'

CAPITAL SUBSCRITO E REALIZADO

I I

Estudo e classificação de risco.

•

DANTAS,

1

~

SEGURANÇA

.•

SENADOR

"

~

ASSISTÊNCIA

•

RUA

311 •

ORGANIZAÇÃO

ENCARREGA-SE

• Pan-Amer1ca

~

u

: i\ VENIDA RIO BRANCO W • - 9• - salas 921/922 Fone 52-1534

~

COMPANHIA DE SEGUROS

ª==-

Acidentes

Roubo Pessoais dade Civ il.

Equinos Responsabili-

;\"'.,uunml n 111111111111 t lllllltllllll tlllllllllllll clllllllllllll cl 11111111. AGOSTO

DE

1951


,

ITALBRAS -

COMPANHIA

DE SEGUROS

Por osse mbl eio s ge ra is extraordinári as

tc c d a rai s,

<, Auxiliodora » -

com

sede

Set e mbro rente

SEGUROS « ALIANÇA. BRASILEIRA »

ano,

As

de

Seguro s

Aliança

Bra si le ira

t ran sfe riu

sua

do Estada de São Paulo . A administração da Companh ia Diretori a -

Fe rnand :>

Fria s Alve s

Braga ,

de

de

foi també m intei ~ebastião

Rudge l eite,

Oliveira

respect ivamente

e

Por-

Anton io

pre si dente,

Paulo,

realizadas

em

26

de

fo ra m

alt erado s os

de

re spectivos

modif icações

foram

d e nominação

social

estatutos.

os

seguintes :

para

« ltalbras »

Companhia de Seg uros Gera is; elevação do capital 2

para

e xigências

me nte alte rada, sen do es ta a su a atual compo sição :

Sõo

dos acio ni s·

de Seg uros Ge -

1 2 de Março e 3 de Julho do cor-

principais

mudança Como já tiv e mo s o po rtunidade d e noticiar, a Com -

em

1950,

Companhia

GERAIS

6

milh ões

de

cruzeiros;

eliminação

da s

à situação jurídica dos acionistas.

quanto

Tai s alt era ções foram aprovada s pelo govêrno fe d era l,

p e lo decreto n.• 29 . 907 , de

ccrente

ano ,

publ icado

no

17 de Agosto do

« Diario

Of icial »

de

23

do d ito mê s.

vic e·

presid en te , su pe rint e nd e nte e secre tário; Conselho Con sultivo -

Prol. Dr. Bened ito Montenegro, Euclydes de

BANCO NACIONAL DO COMÉRCIO DO RIO DE JANEIRO

Moura Fonseca, Francisco Giobbi , Dr. Henrique Zaidan , Dr. José Luiz Alm eid a Junqueira , Mario A-rias Re quejo ,

Inaugurou -se a 27 d e Julho último a nova sede do

Oliver Tognato, Dr. Orozimbo Octavio Roxo loureiro, Dr.

Banco

Robe rto

rua

Pucci

Fiscal -

e

Rodolfo

Aurelino

Ce rello;

Conselho

Ago stinho Bu e no, lris Migu e l Rotundo e Jair

Ribeiro da Silva.

do

Nacional

do

Carmo

17,

G rato s po ro

Com érc io nesta

pe lo

convit e

à

cerimôn ia .

as sistir

do

Rio

de

Jan eiro,

à

Capital. com

qu e

fomo s

di stinguidos

Com tais elementos, é de esperar qu e a Aliança Brasi leira

conquiste dentro em

pouca uma

posição de

grande destaque no nosso mercado segurador.

VITORIA

(SEGUROS E CORRETAGENS)

Segundo

comun icaçã o

que

nos

foi

LTDA . d irigida

em

circular de 17 de Ju lh o p . passado, retirou-se da firma «REA L> -

ORGANIZAÇÃO

TÉCNICA

REPRESENTAÇÕES

DE

SEGUROS

E

LTDA .

Vitoria

(Seguros

e

Corretag e ns)

Lida .,

com

sede

na

cidad e de Vitoria , ca p ital do Estada do Espírito Santo, o sr. Roberto B. Soletro.

O s nossos amigo s J osé Frazão Figu eire do e Paulo Moreira

Brandã o,

el e mentos

muito

conhec ido s

e

de

Em

da

fotle do ccorrido, a ssu miu a

sociedad e

o

sr.

Antonio

gerência ex clu sivo

G il Ve llo so,

tendo

sido

grand e proj eçã o no meio seg urador d esta ca pital, aca -

admitidos cc mo nov os socios do socie dad e o sr. A.ntonio

bam de fundar a fi rma « Re al » -

Vello Leite. e Má rio Gurg el.

de Seg uros

e

Rep rese ntaçõ es

Org an ização Técnica

ltdo .,

com

sêde

nes ta

Capital , à Av. Pres id en te Vargas, 509, 8. 9 andar, sala 804, cujas

ativ idades

se concentram

e sp ecialm e nte

Agradecemos

o

comunicação ,

com

o s nos sos

voto s

de prosperidade.

na

correta ge m de seg uros e representações .

que

Com

os

nos

fize ra m,

nossos

agradecimentos

deixamos,

aqui ,

p e la

ALMOÇO

comunicação

tombem

os

nossos

O

votos de pleno ê xito.

nosso

particular

amigo ,

Sr.

A.lfredo

de

Fi ,

gueiredo, da grande Usi na Assucareira de (atende, no «A MARITIMA » -

COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS

Est ado d e Pernambuco, ofereceu, no dia 24 deste mês, no Restaurant e do Hotel Serrador, um almoço íntimo, a

Assumiu Companhia Paulo,

o

a

gerência

de

Sr.

geral

Se guros

Palmé ri o

da

Gera is,

Veiga ,

«A

Marítima »

com

pessoa

sede

em

São

altamente

rela -

que compareceram, especialmente convidados, os Srs. i>r. Odilon

de Be auclair, presidente do Sindicato das Em -

prês a s d e Se guros Privados e Capitalização do Rio de

cionada no s me ios seguradores do país nas quais goza de

Jane iro

grande

presentações S.

A.; Waldemar Gameiro, gerente geral

da

de Seguros

prestí gi o,

graças

aos

conhecimentos

técn icos

de que di sp õe,

adqu iridas em lqnga s anos de no ramo de atividade a que se dedica . Agradecendo a

foi

feita,

almejamos

«A Marítimo », REVISTA

DE

uma

comunicação qu e a para

o

proveitosa

SEGU'ROS

novo

labor

gerente

geral

da

Companhia

American

Internacional ~revidente

Underwriters e

José

Re-

Veloso

Borba, diretor gerente da REVISTA DE SEGUROS E DO

propósito nos

administração, '

e

da-

ANUÁRIO DE SEGUROS. O ilustre anfitrião quiz, com a sua proverbial fi dalguia, homenagear a esse grupo de amigos e soube 99


ARI~TIDES

fazê-lo com os o't enções que lhes dispen sou durante o

FERREIRA

DA

SILVA

almoço, que de correu num ambiente de fran co alegria e comorodogem, sem etiqueta s ou

protocolos .

Fal ece u em fin s. de ste mês, o Sr. Ari stides Ferrei ra

Não houve discursos , mos ape nas boa s piada s e « bons

mot s>>, d e

modo a

alegrar ainda

ma is

oq_uelo

da

as

vinha

funçõ e s

de

cionol de Seguros

sr. Alfredo d e Figueiredo, além jle grande ca-

O

Silva , que

doto,

reunião íntima.

pitão

do

indústria,

in screve u-se

ultimamente

na

Ingressou tinta

classe

do

Privados e

na

In spetoria

de se mpenhand::>,

Po rteiro

Seguro s,

longa Na ·

Cap italização.

Repartição ainda

de

d esde

Departamento

ao te mpo do eX ·

mai s ta rde

tran sformada

do.s seguradores, acresce ntando à suo organiza ção os -

no atual De partam e nto , ao qual pre stou o ve lho Aris-

sucareiro uma secção de seguro s, que t e m o seu cargo

tides

o

re prese nta çã o do

Companh ia

Previde nt e

em

muito s e Simpl es,

tod o o

se ntido

Estado de Pernambuco .

não

bon s serviços. bom

só

pe las

port es

e

e de uma fort e dose de magnetismo pessoal , sob e e le

guros,

ao s

qua is

conquistar am ig os e estreitar re laçõ es , a por de grande

caminhava

moderno,

Esp írit o

de

um

dinamismo

cantagiante

e d içã o

inglesa,

q ue se edito

o

de

1951

« Marconi 's

da

mognifico

Internacional

pu -

1 . 150

alentado

im -

ê

present e trabalho é sobremodo ut il poro todos

" ~

formato ,

de

q uan tos

tenham

negócios

muito

com

e nd ereço s comerciais,

o

estrangeiro,

dado

po stais

e

telegráfico s.

u

"~

JORNAL DE SEGUROS

« Jornal

último

número

de Seguros » , editado

do

em

muito

interêsse

poro

col ega

pelo

concei-

Lisboa

o

" ~=:=

Brasil Cr$ 2 500 . 000,00 MARITIMO -

FERROVIÁRIO

ACIDENTES PESSOAIS

;:::;

Av. Presidente Vargas, 502 - 14.• salas 1401/3

§"

F. PA:~·;;,:,~·~~·':,;~;:·:• L'l'DA ~

;:;

nosso

seg uro

em

RUA

"~

gerQI ,

se ndo a sua leitura, pois, muito recomendável. Gratos .

j

RIO DE JANEIRO

i==

O número ora recebido contem, como os ante ri ores, de

= no

Telefone s: 23-0t.21 e 23-0 784

tuado companhia de seguros « A Mund ial » .

mat é ria

~

Capital realizado para as operações FOGO -

"

cujo consulta acons e lhamos o todos o s inte ress ados .

o

§"

o

Agradecemo s o e xemplar com que fomo s brin dados,

Recebemos

-

" §=

Fundada em 1809

§

elevado número de firmas catalogadas, com os respectivos

en-

SEDE EM LONDRES

~

bem

grande

volume

p resso e encadernado. O

se-

delicadament e,

~

de

em

como

companhias d e

C ia . Ingleza é!e Seguros

§

cerca

página s,

e

muita

e orientava .

~

mércio interno e ultramarino.

um

pa cie nte

será servia ,

~

e m Lond res , cujo pricípol objetivo é fo-

de

ê le ,

dos

que

Insurance Company Lirnited

= §

Register» ,

cil:tar as comunicações internacionais e promove r o co Trato-se

representantes

falto

a

i~ Borth British & Mercantile I~

MA,RCONI 'S INTERNATIONAL REGISTER Recebemo s a

suo

Re partição

:_:111llll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[llllllllllll.l:

lh e cabe resolver, o que faz com segu -

rança e presteza digno s de sua brilhante int eligê ncia .

bl icação

prestativo

Paz à sua olmo.

facilidade com qu e se o ssenh o rêio dos assuntos e das q ues tões qu e

e

p e lo

DOA

V IST A,

" 8-t,

SÃ.O PAULO

4."

-==§

"

~

A1lnclo no Estado de Alas6u

~ 1111111 [ lllllllllllll [ lllllllllllll[ lllllllllllll clllllllllllllt liiiiiiiiiiÍ;:

DIRETORIA Pre si dente

MA.RIO

Vice-Presidente -

FONSECA

ADOLFO

GUIMARÃES

GENTIL

Secretário -

RUBEM MOTTA

Tesoureiro -

CARLOS SANTA ROSA

PRAÇA PIO X, 118- 8.• e 9.• anelare END. TELEG. : "UNISEGUROS"

~~

COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS

Sede: RIO DE JANEIRO Capital .ealizado...

100

Cr$

2 000.000.00

Telefone 23-1785

I

OPERA NOS RAMOS TRANSPORTES, ACIDENTES PESSOAIS E AUTOMóVEIS

INC~NDIO,

AGOSTO

DE

1951


·-

~~~-~~-~o.-.o.-o-•-·O·--U-n-~-n-•-•-•-•-•-n-•11111'•-•-•-•-•-•-•-•-•-•-•-,

Fonciêre- lncendie

La

0

AVENIDA'. RIO BRANCO, 128-A, 4. andar, salas 407/409 T E LEFO NE : 52-4018 - RI O DE J ANEIRO

Companhia Franceza de Seguros contra Fogo REPRESENTANTE GERAL PARA O BRASIL

DR. ANDRÉ MIGLIORELLI

-·-·-•-

a- u -•--n--~ --·--•---------...C~I.-.tl.-.cl.-.c~..-.u....c,._c._.. 1 ~~~~

Capital e Reservas mais de Cr$ 12.400.000,00

Matriz - RUA DO CARMO, 71-4° Andar RIO

DE IANI!IIIO

Telefones: 43-4958, 43-4959 e 43-3370 DIRETORIA : FUN DAD A Ellf 187::1

OCTA VIO

FBRRI':liiA -

~

NOVAL

-

IOSS

AUGUSTO

D'OLll'l!ll/fi,A

OCTA VIO FEIIIIBIIIA NOVAL IUNlOII

...................................................

~

Companhia Interestadual de Seguros Capital realisado : Cr$ 3 . 000.000,00 FOGO - TRANSPORTES - CASCOS - AERONAU;riCOS - AUTOMóVEIS - LUCROS CESSANTES - AC. PESSOAIS - RESP. CIVIL. Séde: AV. 13 DE MAIO, 23-6: andar - RI O DE JANEIRO Telefone 32-6114 End T elegr. COINSE R Caixa Postal, 4333

f

l

DIRETORIA :

~

Sucursais e

Dr. José João Abdalla -

Presidente

Dr. Francisco Manhães -

Tesoureiro

~;i;n:::; s;;:o pri::~;:~:en;:;as

do País

.: ·<f""'""'""""""IIJIJI[]JIJIIIIIIIJILIIII;'"U"NIIIIi'"õii'NIIIItllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllli

~J(i)(!li'.!X,! • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

i-

-ii

Compagnie d' Assurances contre l'lncend ie, les Acidenls el Risques Divers

~

Fundada em Paris em 1828

i=_

CAPITAL SOCIAL 450.000.000 DE FRANCOS MATRIZ- PLACE VENDOME, 9, PARIS, FRANÇA

g 5

=

i ~

i

-

-ji = ::::

i=_

Capital realizado para suas operações no Brasil Cr$ 2 . 000.000,00

::i

CINQUENTA ANOS DE TRABALHO CONSTRUTIVO NO BRASIL

E:

Rua

Washing,~~nc~:~~L· l ~~.~RASI~i~

Representante Geral ' P1erre Goron -

INC:SNDIO -

Represen1onte Geral Honor6rto

AUTOMóVEIS -

1

de Janeiro

Luiz José Nunes -

Gerente

~

= ~

Roberto Argento

ACIDENTES PESSOAIS

~

!

i.tunltiUÚHIUIIUIUIIUWllllltlllllllllllll UUJIIIIIlllltlWU 1111 ftlllllt lllllllllllll t liiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIIICJUIIIIIWHUitHUUIIII OIUtft!


;:: •IIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIU 111111111111 U lllllllllllltlllllllllllll U li 1111111111 []111111111111 [li: lllllllllllll U 111111111111 [lllllllllllll U llllllllllll[liiHI.!.:

!

I

Firemen's Insurance Company of Newark

I= ;:;

Séde : -

~

~

§

I

:= = ~

Cidade de Newark, Estado de New Jersey, Estados Unidos da América do Norte

~

FUNDADA EM 3 DE DEZEMBRO DE 18."5

"~

-

Representante geral para o Brasil

~

§

~

American International U nderwriter s

=

;:;

= :E

REPRESENTAÇÕES S. A. ·

~

End. telegráfico : AMINTERSUR

~

~

:

~

~

ª iª

RIO DE JANE IRO - RU A SENADOR DANT AS, 70 - 74, - 9." Tels. 52-4059, 52-4058 e 52-4057

~

ê ~

SÃ O PAULO

~

RUA

BOA

VISTA

76

::

Capital declarado "e realizado para as suas operações no Brasil C r$ 5.000. 000,00

§-

RAMOS DE SEGUROS EM QUE OPERA NO BRASIL :

:::: ::

C

3.°

;:;

§w =

Incêndio - . Transportes - Cascos - Automóveis - Acidentes Pessoai5 Roubo - Vidros - Responsabilidade Civil Riscos Aeronáuticos - Lucros Cessantes - Greves e Tumultos.

= §. -

ª ;:; w

§

~liiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIII[lllllllllllll[lllll llllllll[ll l ll llllllll[llllllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[liiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIII[llllE

TELEFONE

END. TELEGR:. "C~UZSULCAP"

43 - 1849 ( Rede interna)

Capital r ealizado Cr$ 3 .000.000 ,00

Matriz :

Avenida

Presid e nte

Vargas,

290

•

11 .' -

.

Rio d e Janei ro

DIRETOR I A

VIVIAN LOWNDES

DONALD DE AZAMBUJA LOWNDES VICE·P R ESIDENTE

PR ESIDENTE

LUIZ SERPA COELHO

NEsTOR RIBAS CARNEIRO

DIRETO R

D r RETOR · SUPER JNTENCENTE

GERENTE

'

CONSEL H O

FISCAL

Dr. Raul Gomes de Matos Dr. Joi o de Alcantara Dr. Anseio Mari o Cerne

SUPLENTES

Johannes M . F. X. Drolshagen Francisco S. R. de Brito Filho Marclllo Mourio Guimarães

C~' NSELHO

CONSULT I VO

Carlos Gulsard A guiar Joaquim Moraes Catarino Augusto Marques Valente Benjamim Ferreira G . Filho Luiz Carlos Pederneiras Roberto Cardoso

Sucursais: SAO PAULO-RECIFE-FORTALEZA-SALVADOR-P. ALEGRE-S. HORIZONTE

102

A GOSTO

DE

1.951


p;;•••••••••••••••

Nacionalização das

PEARL

Emprêsas de Seguros longo

parecer,

já

divulgado

pela

MIM

ASSURANCE COMPANY LTD.

imprensa

o Sr. Consultor Geral da República, Dr. Caro Sr. Consultor Geral da República, Dr. Carlos Silva,

concluiu

o

por

entender

«cosmopolita »

e

o

que

ao

princípi~

livre estabeelcer o

atuol é

« misto »

e

Jegis-

em 1864

Fundada

« naciona -

que,

assim,

dispositivos da lei anterior à Constituição , que de o preferência revogados

pela

por um

dêstes

Constituição

regimens

não

1946 .

de

Companhia Inglesa de Seguros Os recursos excedem a of: 190.230.191

Pondo de parte o aspecto doutrin ário do questão foi

objeto

do

-tpenos, aludir

aos

parecer

inconvenientes

nas •undicl, as

acima

suas

vacilações

lodores, agravadas

a

e

citado, que

relações

de

momento

à

trazem

com

indecisões

cada

queremo 5,

o

eco -

comércio

nossos

com

Opera nos ramos de : Incêndio Automóveis Vidros Roubo lucros Cessantes Resp. Civil e Acidentes Pessoa is.

as

Sucursal na Brasil

legis -

inter pre-

Representante geral

cunho nitidamente pessoal daquêles que são 1:ncdos a opinar a O seguro é

dar cump rir.1c.1: ~

respeito ou a

sabidamente um

negócio

de caráter

H. CLAYTON CHAMBERS F. C I. I. Rua Vise . de lnhauma 1 34, 6 . 9 Salas 605 a 61 O

suas operações se acham de tal modo ridículo estreitos

limites

de

cada

querer

pa ís,

confiná -las

insuficientes

TELEFONES :

nos

tem que

transpôr

43 -8400

Expediente . . End. telegráfico :

seguradoras locais . O seg~ro tem

43-7713

Gerência .

se-

como

riam, e como são aliás, as coberturas oferecidas pelas

que transbordar para

fronteiras

e

viver,

desconhecer

isto

é,

.!*****

PEARLCO

.....

*.*********

limitações

territoriais .

Este

entrosamento

e

o

intercâmbio

de

negócio

dêle decorrente, passa , não rara, de spercebido a quem não se acha

bem

recerá, por isto,

familiarizado

exagero

de que o seguro finado, como o

não

de

com

nossa

o

assunto .

porte

pode viver em

seria

o

apenas

teiras territoriais de cada pa ís.

a

Pa -

afirmação

ambiente con-

limitado

pelas fron -

Mas, não há exagero

nenhum. O seguro ação,

precisa

compreendida

de

em

ar

livre,

têrmos,

de

liberdade

evidentemente,

de

ressalvas

ao

parecer

mitam-se, por ora , apenas,

Quanto aos

outros

aspectos

redatores especializados Limitamo-n os

comercial do

o

os e

a

ponto

da

transcrito

aqui

questão,

tão

ROS, ed.

1951, ainda em circulação,

foi grandemente

aumen~ado,

devido

à escassez de papel. A lei natural da

acima

abordarão

apreciar,

negócio

embaraços ao seu

ao

O custo do ANUARIO DE SEGU-

essa

liberdade, para que possa o sbreviver . Nossas

de 'Preço

Aumento

de

"oferta e da procura" nos atingiu ru-

focalizado . ~ossos

os

oportunamente .

somente,

necessidade

li~

o

aspecto

não

criar

desenvolvimento .

demente Tanto é assim que nos vemos na con ti ngencia de elevar os preços dos exemplares, que passam a ser, a partir de 1. 0 de Outubro proximo, de

ATUAR IO Italiano, solteiro, 31 anos,

Em brochura

Cr$ 100,00

oferece seus serviços como Atuário ou Estatístico.

Encadernado

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Correspondência para Dr. Pietro Cara Via Annia Faustina 15 presso Pluchino Roma • ltalia

A Direção "-"'~--~· ~._o--.t~~..-.o~~~

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QE

SEGUROS

103


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GARANTIA Cr$

EM

SEGUROS

506 . 503 . "JÓ7 ,80

DE

INDENIZAÇOES ATÉ 1950

:::::: : : ===:::::: :: :

- 1:

Companhia de Seguros

VAREJISTAS Capital subscrito e realizado Cr$ 7.500.000,00 Opera em seguros de INCfiNDIO TRANSPORTES ACIDENTES

Sede -

PESSOAIS

Rua Acre 55, 4. 0 e 5.

Telef. 43-1397 (rêcle interna)

0

andares

Caixa Postal 1038

End. Teleg. VAREJISTAS- Rio de Janeiro

104

AGOSlO

DE

19


FUNDADA EM 1924 t

Incorporadores: S O T TO MAl OR & C I A. Capital realizado e Reservas Cr$ 10.597.426,1 O Incêndio- Transportes- Cascos Bagagem de Passageiros- Acidentes Pessoais Automóveis ...;. Resp. Civil e Luc ros Cessantes

.

----o---DIRETORIA

(•

•

COl\TSELitO FISCAL

Vivian Lowndes- Presidl'nte Donald de Azambuja Lowndes - V i c ePresidente Nestor Ribas Carneiro - Gerente Laurence S. Wood - Gerente

lllydio Mdcêdo da Costa Cabral, Jo<ge Sdnlot

Lima e l\'lax Doerzapff, efetivos; e Joaquim l\'lorais Catharino, Luiz Carlos de Araujo Pereira e Antonio Machado de Souza, suplentes.

----o---MATRIZ: Rio de Jdneíro, Av. Presidente Vargas 290 -

Te~efon e : 43-6921

( rid• Inter!" ai -' '·

I

I I

I I I

I

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I ) )

I )

l I l I

,. ~

SUCURSAL: Recife, rua das Palmas, 167, 4° andar. Gerente: -Fausto Alves de Pinho

r\.GENCIAS: - São Paulo -Manaus - Belént - São Luiz - Fortaleza - Natal- João Pessoa- Ma~eió - Ara~ajú - Salvador - Belo Bori· zonte- Juiz de Fora- Goiânia- Joinvile Curitiba - Porto Alegre - Rio Grande Cam1•os e Vitória

. 'I~®®<:~®®®®~ !J@<!l®®~@~®í!)<:if.w.J(?@~~)I.!J@@®@@@(~@~~


·cada ano que passa É O MAIOR ANO DA HISTÓRIA DA

SUL A

ICA

E

Para bem traduzir a confiança crescente q ue inspira a Sul America, esta frase, basead::~ nos fatos , poderia ser usada como "slogan": cada ano que passa é o maior ano da história da Sul America. 1930 confirmou uma vez mais essa verdade. Basta examinar o resumo do Balanço que a seguir apresentamos. E nesse Balanço, basta olhar os dados referentes aos seguros novos - prova de que é sempre maior o número

dos que confiam na Sul America. No impressionante volume de seguros novos- Cr$ 2.726.353.284,00- há ma is de 553 milhões de avanço sõbre a cifra já magnífica de 1949. fjsse é ape:1as um reflexo da absoluta correção com que a St•l America responde pelos seus compromissos e serve à Família Brasileira. Confie também na Sul America, assegurando a paz e a tranquilidade futura de seu lar.

RESUMO DO 55." BA LANÇO DA SUL AMERICA, REFERENTE AO ANO DE 19 50 Os novos seguros aceito~. com os respectivos primeiros prêmi os pagos, atingiram a quantia de . . . . . . . . . . .. ... . . ... . . ..... . O total dos seruros em viror aumentou para .. ... .... . ...... . . . Os pagamentos aos próprios segurados e :tüs beneficiários !lo~ aerurados falecidos (sinistros, liquidações e lucros) somara111 ..... O total de paramentos desde a fundação . . . . . . . . . . . . . . Oa paramentos de Lucros atril.mfdos às a;:tóllccs de Seguros em Grupo, lmpGrtar~m em . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . ....... , .. . O ativo elevou-se em 30 de dezembro ce 1950 à importância de .. . .

DEMONURAÇÃO

DOS VALO IIES

.. ....

2.726.353.284,00 11.262.679.417,00 140.011.344,40 1.308.916.810,00 5.493.585, 70 1.598.714.539,70

CR$

PERCENTAGEM

420.017.983,00 175.089.056,10 235.380.253,50 !i4.G.521.851,70 44.010.%37,20 52.566.912.10 41.097.1:0,20 64.031.115,90

26,27 10,95 15,97 3U9 2,75

1.593. 714.539,70

100.00

DO ATIVO

...... .. .. ..

... ...

Tftulos da Divida Pública . Tttulos de Renda . . .. .. .. .. .. . ..... .. .. . .. .. .. .. .. .. .... ...... Imóveis . ..... . ' ... .. .. .. .... . .. . .... ... .. .... .. Empréstimos sObre Hip., Apólices de Seguros e Outras Garan ti as Dinheiro em Bancos, a prazo . . . .•.... .. . ....... . .. .. .. . .... ... Dinheiro em Caixa e Bancos ···· ···· ········ ···· ·· · .. ... Prêmios, Juros e A!Uilléis ::1 l:eceber . .. ... ...... .... .. ..... .. . Outros Valo1·es . ........ •........... ... ... ~

........ .. ..........

3,%1 Z,57 4,01

A SUL AMERICA- CAIXA POSTAL !lil- RIO /Jo.rjan4o tonhtcer outros d.tulhu da organizarão "Sul America",

peço mvl•r·mJJ publlcaçóts •dln'e o assunto. ~ome

11-WWWW· ______________________________________

'Dala do Nue : dla _______mêl_ _ _ _ _ ano _ _ __

Sul

'l'rot!JIIo______________ c,.ado ?_ _ _ __ T~ftlh~?

COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS DE VIDA

___________________________

nua.___________________ N.'-

FUNDADA EM 1185

-Baltro_ ___ _

Cldade·- -------------....,tado·- - -- - - - - -

CRMICA SEGURO S. A. -

Ava Carlo$ de Carvalho, S~ -

met••• e a

AI~


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T1354 revista de seguros agosto de 1951 ocr by CNseg - Issuu