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T1351 revista de seguros maio de 1951 parte 2 ocr

Page 1

,..

~----~

R(VISTA 0( S(G~ROS

ANUA. RIO I.) Jl:

SEGU R OS Uma obra putc:t sorvir o

8 8 GURO S

E

Re sln m a ind a a lguns c-x bmp l ar o~ da

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N ú merG

e

-

So lo

305

Tele fo ne , 52· 5506

D E

JAN E I RO

Fu ndad or:

<: AND IDO DE O LI VE I RA R ~J cl a t o r

Chcfo :

DE

CA RVALII O

Di re tores:

v.

BORB A E DAVID CA M PI STA F."

Técnico :

Co nsult or CA In OS

ll AND EIRA

DE

M ELL O

Secrc tório A.

REG I S SILVA Reda to res :

ÁV IO

RAYMUNDO CORR~A 50

BRA Sil ,

P.PI N!IO,

MilTON

DE

O.

CASTf l lAR .

S UM ÁR IO O Sê g uro e o dólo Cu lto de Sea uro -

Abi l io d e Carv a lh o. David Campista Fi lh o .

Ho me n s do Seg uro -

Re d a ção ... lui z M l~ n ­

Dio Co r11Ín(' nt o l do Seg uro d on ça . ~ r··J U ro

Dotal

cr

Pr ~ mi o

ún ico -

Amil -

co r Sontos. S"lJuro O

de

Sc: f) l l! O

J osé Gu e rra .

Animai s Mrrnd o

no

-

An gc• l o

Mnri o

Ct' rn r• . f•píri h>

de

Cla sse

-

Alfr e d o

de

Fi

yu e ir e do . <ten ur'o Pr ivado e Seg uro Soc iol Campi sta lrupo ~ l o

Oo vid

Fi lho .

Úni co --

Alu iz io B. Pe ixoto.

El imi na ndo

Ac iden tes O . M. Sal lc s.

do

Tra balh o

Dia Co nt inental do Segu r o -

Hom enag ens

pre stad o s p e lo s se gurador e s do Rio d e Jan e iro , Perna mbu co e Mi nas GProis . No t ic iori o -

REVi STA

Re g is tro .

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SEGUROS

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Adlll i ni stro ção :

11 7-31)

AP.ILI O

Cr$

Mo i o de l 9S J

Bro nco,

R I O

s i m pl e~

Bra si l ,

Bra s il,

ANO XXXI

l OS É

YORKSHIRE (Julll'anee Co . Ltd . F1uulada om 111U

CA P ITAL I ZA ÇA O

A S S I N A T U R A S:

Rio

TH1I:

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UQI:I I Q

Av.

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Fl l.IAJS : R io a c J • ~ael r o :'1!\o l'aulu

NUM . JS9

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--

-

Seguro e o Dolo

En t re as condições de forma ção do contrato d e segu ro, o consentim ento da seguradora é essencial c daí decorre não ser l egal à convenção vi ciad fl por declarações não v erdadeiras do segurado. O s vícios d e consen timento são, em · pri nc1p10 , os mesmos do direito comum. O dolo toma sua fisionomia própria. Enquanto de ordinário ele consi ste em atos positiv os, tendo por fim de ci dir uma das partes a contratar, pensando n'um possível lucro , no s eguro , o dolo compreen d e até a simples dis simula ção e memo o silêncio relativamen t e à iminên cia do risco, ainda que o conhecimento dos f atos ocult os n ão tenha impedido a seguradora de contratar. Declara o Códig o Civil que se o segurado não f izer d eclarações verdadeiras e completas, omitindo circunstâncias que possam influir na aceitação da proposta ou da taxa do prêmio, p erderá o direi to ao va lor do seguro (A rt. 1.444). O seg ura do co nh ece muito m elh or qu e a seguradora os p erigos qu e ameaçam a pess oa ou a coisa ga rantida e p or i s to , as d eciarações ou omissões d e boa f é s usce ptí v eis d e diminuir a opi ni5o do risco <ITrast am à nulidade da ope ração. P ara evi ta r con testações, éJS seg urad oras d e v cn1 faz er constar nas apóii ces os p ontos precisos sôbrr os quais deve m se r f eitas as d eclarações do seg urado. A apreciação d o risco s up õe a cst imaçào das p robabilidad es do sin ist ro e a avalinc;ão das qu::m t ias seguradas. N os seg uros t errestres, on de muitos el emen tos podem ser apreciados pela própria seg uradora e geralme nte, visto a s ua exp eriên cia, melhor qu e o seg urado, o m esm o ri g or não d ev e ser admi tido. Chama-se prêmio puro ou líquido a soma exata qu e todos os seg urados d ev eriam verter na caixa comum, se a única despesa desta última fôsse a i n denização dos sinistros. É pois a quota parte de cada seg urado n a carga t otal do s risco s ou o p reço do ri sco segurado. 54 3


Chama-se prêmio industrial, comercial, bruto ou prêmio da tarifa, b prêmio líquido acrescido dos impostos, donde o nome de prêmio bruto que também se dá. Quando esta mutualidade confere aos interessados uma participação remuneratória, no fim do exercício , sôbre os prêmios embolsados, a sua forma, no quadro do direito, é a comum a tôdas as organiza~·ões deste gênero. O contrato de seguro é antigo na sua forma originária. N ão ac!mit e lucro para o segurado, que só tem direito a uma indeni~ação correspondente ao dano sofrido. Quando o seguro era quasi desconhecido no Brasil, dizem que as primeiras comP(lnhias, que se estabeleceram, mandaram ateiar alguns in· cêndios, fazendo os respectivos pagamentos, como propaganda. Contam que ·a Ouro Preto chegou um agenciador de seguro contra fogo e o povo o expulsou, porque dada a topografia da cidade, cada casa presa do fogo desabaria sôbre as que estivessem em plano inferior e maior sería a desgraça. O retrahnento· da confiança pública e também o desconhecimento da s vantagens da instituição, criaram o seguro fiado. O proponente do seguro passava uma letra de terra a sei!J mezes de prazo. No caso de sinistro, as seguradoras passavam letras para sua liquidação. Este atrazado hábito veiu a ser despresado , pois em face do Códigc. Civil, o pagamento deve ser em dinheiro (art. 1.458). Casos houve em que a Companhia veiu a falir e os portadores de letras foram prejudicados. Para angariar freguesia, duas Companhias bahianas davam de graça o prêmio referente ao sétimo ano do seguro. Mais tarde, o Regulamento de Seguros proibiu esta prática. O prêmio a prazo tem sido inconveniente e é fundamentalmente ilegal. Prêmio vem de primus, isto é, em primeiro lugar. Ao prêmio. se adicionam as taxas fi3cais, que gravam o contrato de seguro, .sem as quais não é valida a apólice. O Fisco não espera. O comerciante ou industrial que não pode pagar o seu seguro não está em boas condições; logo a Companhia não deve substituir o dinheiro do contrato por uma vaga promessa de pagamento. Há alguns anos, as seguradoras aceitaram o seguro de um barco ordinário, sem que o prêmio fôsse vertido. Pagaram elas os selos da apólice e após anos de promessas do arma dor - promessas falsas como aquelas dos jogadores - não conseguiram recuperar essas despesas. É realmente o cúmulo calotear o seguro! Se tivesse havido qualquer acidente no barco, o seguro teria pago. Como não houve, o indelicado segurado não se acha obrigado ao pagamento. O navio de idade de cincoenta anos é considerado impróprio para o tráfego marítimo. Vinte e cinco anos o tempo útil, entretanto, aqui, se seguram navios daquela idade. Convida-se assim o armador a promover um naufrágio por conta do seguro. H á quem pense infelizmente que o calote seja um ato de inteligência; que não pagar é ser fiel ao dever e quem paga o que deve se afastá do dever. Outra prática abusiva é a das Companhias permitirem que os corretores, que levam apólices a cobrança retenham a entrega do dinheiro rece·· bido. Alguns, mais escrupulosos, põem o dinheiro a juro no banco; outras giram com ele. Não há muito tempo um desses desorganizados, cujo fim foi lamen tado pelos seus amigos, morreu voluntariamente, retendo grandes impor544

MAIO

DE

1951


tâncias de prêmios. Viu-se que outros corretor~ incorriam na . fllesma falta. Destinar a outros o dinheiro que lhe foi confiado para determinado fim, ou retê-lo, chega às fronteiras do Código Penal. Dinheiro cobrado, dinheiro entregue. A obrigação essencial da seguradora é indenizar o segurado, no ca.>o de sinistro. Se ele não recebesse os prêmios estipulados acabaria não podendo honrar os seus compromis~os. Não há indenização sem prejuízo. Há anos, uma Companhia aqui es· tabelecida segurou certa importância em moeda papel, que o Tesouro Na· cional enviara para o Aere. O navio que conduzia o dinheiro naufragou a uma profundidade de nove metros, na região amazônica. A Companhia nos consultou sôbre a Jiquidaçã·o e o nosso paracer foi de não haver prejuízo real para a União Federal. As notas naufragadas não representavam valôr intrínseco. Se fôssem de um particular, sim. Para o Govêrno, eram apenas promessas de pagamento por ele .feitas e nada mais. No ináxi.mo, o valor delas seria o da impressão. Se a Companhia seguradora indenizasse, a União teria um lucro , o que não é admissível em seguro. Houve portanto recusa por parte da seguradora. Quando a Procuradoria da República lembrou-se de uma ação judicial duvidosa, senão te· merária, alegamos o trastempo e assim foi julgada a demanda. Abilio de Carvalho QUESTÕES MA RITIMAS e de Seguros Geral

A\ '-'.... JLO

JBHA\_SIL Advogado

1\ V. f<IO BRANC~, 116, soloa 1.102/ 4 (Edil. do ~onco de Credito Rcol de Min11 Gereis)

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BRASIL

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Companhia de Seguros Gerais

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Sédc: A V. lP IH.ANGA, 1. 216, - 1.• ao 13." andares, São Paulo Telefones: 32-4173 e 32--+17-t Caixa Postal: - 796 -· End. Telegráfico: - A:ZIL Capital inteiramente realizado: - Cr$ 5. 000.000,00 Reservas : - Cr$ 50.000.000,00

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DIRETORIA: Dr. Hcladio Capote Valente, Presidente Dr. Raimundo Carrut, Superintenderrte D·r. Antonio Alves Braga, Produção Sr. Ar111ando de Albuquerque, Secretário Dr. C1•rard Combe d'Alma, Assistente <ia Dire loria

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SEGUROS: FOGO. TRANSPORTES EM GERAL, ACIDENTES DO TRABALHO ACIDENTES PESSOAIS, ACIDENTES EM TRÂNSITO. AUTOMóVF.TS RESPONSABILIDADE CIVIL, AERONÁUTICOS, ROUBO, VIDROS E LUCROS CESSANTES.

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Culto do Seguro David (A

Insti tuir o eclosão fesa

do

dia

continental

sentimento

de

propósito

do

culto

seguro

e,

do

« Dia

resultou

portanto,

de

da de-

do seguro privado, não significando, por isso, o

regi stro Se

de

um a

data

a

idéia

meramente comemorativa .

fecundou-se

ao

calôr

das

Campista lõilho

Continental

do

Seguro» )

não é

Viver

apenas

ter existência

real, objetiva,

p : rém perm anecer em espírito na memória e lembrança das gerações futuras -

é o

prestígio e milagre dos

cultos .

terras

de

Desta

concepção chegaremos ao paradoxo de um

Espanha, a primeira nação que traçou ao seguro dire-

dos contos de Anatole France, no qual s'ustenta a tése

trize s jurídicas nas Ordenanças de suas maiores cidades,

de que os personagens criados pela imaginação existem

teve

com

ai

magnífica encontrou

florescência ambiência

na

na

América

ordem

lat ina,

porque

emocional

de

que

mais flagrante

influência e realidade

entes objetivamente vivos. criadora,

do homem um

idéias e entidades humanas que, deste modo, permanecem

porém o homem , o primeiro animal que sente.

A fatôr

ordem de

dia

inspiração

continental

mento

do

emocional do

a

de

D.

ao

dúvida ,

seguro,

despertou

sul

a ssecuratória ,

figu ro

sem

culto

seguro ;

do s segurad o res

ciência

Chile

do

foi,

dentre

os

expresso

assim

americanos

e

devota -

dos

cultores

Del

ressalta

no

Pedregal ,

um

dos fixadores da dato de 14 de Maio, mês de mansuetude luminosa no clima Sul Americano. Da í,

modora

vem

das

irradiando

Conferências

perenemente

Hemisféricas

O

fôrça

naquele

oni ·

sublime

de

Jesús

seus

o

de

que

aconteceu

Nazareth

com

instituições reuniões

romanas que se

e da

têm

grandeza

realizado

latina.

em

Wash -

figu~a

serena

de con·

taumaturgo que, falando

de amôr e de perdão,

lan-

çou as bases de uma doutrina, mais do que nenhuma capaz

conduzir

de

para

mitigar a

o

bem

culto, crescendo em

as

dôr e o aspirações

sofrimento e de das

homens.

O

fervor pelos séculos em fára, di-

presente às civilizações cristãs .

das

··e

denado por Poncius Pilotos, não passava de um jovem

vinizar o

Dessas

a

que, ao tempo em que fora

pureza de suas sacerdotizos , o fôgo teção

pensamentos,

problemas.

ideal que o templo de Ves ta ce(ebrovo ao manter na sagrado em pro·

de

culto transfigura, consagra e perpetúa.

Foi

outra ,

a

contfnua

entre os vivos como inspiradores de seus atas

decisores

no

o

qu ais

Guilherme

destacado

invocação

do que os

acontece mediante fé

falo Koyserl i ng , ao con si dera r que é a al ma que foz homem, não o hemo sapiens de Lin eu,

pela

Assim

doce Nazareno, tornando-o

maior e sempre

E assim, Jesus, mais do que nunca, vive entre os

que sofrem

e que

pedem, fazendo por suas palavras

ington, no México, no Chile, os temas do seguro apre -

que os homens se compreendam e, por se compreende-

sentam-se

em

seus

rem, amem

de

de

sentido

vistas

compreensão

no

sustentação • do

aspéctos

diversos

continen tal

es pírito

e

numa

internacional,

preeminência

do

comunhão

solidariedade

Platão é mais assíduo ao convívio dos sóbios do

na

que ao tempo em que dizia, nos jardins de Academus,

pelo

das faculdades da alma e das teorias do amôr e da

resultando

seguro

privado

alcance de seus objetivos no vida dos noçõe s. Assim , buscando as

i lumi nar

o

recesso

Conferência s Hemisféricas

dos para

problemas , um

clima

apelam de

e perdoem .

de

com-

pre ensivo liberdade onde se desenvolverem as atividades

beleza . Também

Aristoteles ,

como

Machiavel,

continuam

os inspiradores da política e de suas intrincadas conjunturas.

do seguro privado, difundindo pois o espírito de pre -

Tudo isso é a florescência do culto que, aplicado

vidência que implica em propagar os meios de d efes a

à instituição do seguro, permitir6 que se perpetue, evo-

que carece a vida econômica dos povos .

luindo em todas as suas aspiraçê5es .

Un icamente poderá

o

produzir

luminosa

regime frutos

evidência

na

do

livre

benfasejos , experiência

empreendimento prerrogativa

de

países

em

diversos .

É o missão de nobre e elevada significação que se

cometem

Seguro,

às

porque

celebrações lhe

mente se oficia

institue

do o

Dia culto

Continental que

através das Conferências

do

continuadaHemisféricas,

A escritor,

primeira é

a

necessidade,

segurança.

do

homem,

Por isso, a

disse

homem

certo

primitivo

procurou as cavernas e mais tarde, ao raiar da civi· fizaçãa,

as

cidades

lacustres

mental

da

técnica e enriquecendo a teoria .

trás - lhe atualmente o seguro em tudo quanto necessite

Instituições , enfim,

que

homens,

exista,

pensamentos

.sómente

encontrará

e valores,

tudo

permanência

e

A vida em

e

tomar precauções e

REVISTA

DE

homens.

SEGUROS

alimentação.

E essa

funda·

segurança

suma , escreve Kaysarling, é essencial-

mente

dos

necessidade

de garantia.

eternidade por meio do culto , que lhes rendam o amôr veneração

a

a

protegido

estruturando e vivificando a doutrino , desenvolvendo a

-

prover

pudesse,

infinitos vida

perigos ,

onde

contra

uma

aventura :

a

cada

instante

assumir riscos; e

é

necessário

a cada

instante

547


o resultado final é imprevisível, portanto ; o la_do risco é

definitivamente

Urgia ,

pois,

e-struturar,

organizar

e

velha idéia dos mercadores ori e ntais.

predominante.

O progreuo é um semeador de riscos. « Desenvolve-

Os

primeiros

d es astre s qu e

feriram

im aginação

a

se o civilização material, escreve Ripert , exigindo como

no mais fremente apelo à proteção das riquezas, desa·

resgate o sacrifício de vida s humanas ou a

fiando o s engenhos humanos, foram os naufrogios e o

mutilação

de corpos . As estatísticas afirmam o quanto custa , em

fogo.

fér-

Chegar um navio o salvamento no porto do des-

reas, um ano de circulação de automóveis , a extração

tino significava o su cesso de uma aventura , tontos os

de tantas toneladas de carvão » .

perigos e surpresos do fortuna do mar .

acidentes,

um

quilômetro

tudo

Em

pululam

de

exploração

risccs,

tanto

de

mais

vias

complexos

Aconteceu

e

então,

por

Surges , Barcelona , Se vilha e outro• cidade• do Europa, seguro

a

é

ciência

do

risco, ciência

da

defaso contra o risco, por neutralizar suas consequên cios,

restaurar riquezas feridos , ressuscitar valores

apreciáveis

a í,

o

imenso

alcance

do

função

do

denadas

seguro no economia dos noções , ao qual o progres so

rança

suscita

goso

e

imprescindível

expansão,

internacionalizando-se

onde haure vitalidade poro suas garantias, em vez n~a

de estagnar-!.e. Brotou,

pois , do

dade humano

instinto de defeso

na

solidarie -

de cooperação de sacrif ícios, o

criador do seguro, •urgindo ouim, <;lo do

e,

homem em

o

mistér

expantoneidode

d~

busco de segurança,

espírito

•entimento de

atividades à

intercâmbio por

solvo

a

no s

d e tentat iva

de

que

de

negoc ia s.

as

utilidades

aleatório,

ch ei o s

tenta tiva , na

de garantio

fase

do

e

acumulada s, de

perigos.

como Assi m,

de encontrar

certo

no domi·

empirismo

no · seu aspécto primário de

seguro marítimo,

peri·

portanto,

Fazia -se ,

anciedad e

sôbre

insegu·

incerto

se estruturasse

que

construiu-se

de plena

est ariam con-

diante

to rnavam

tran sportes

em

à

expansão,

decadência,

transporte s

uma formo nic.

chegavam

necessitadas

fatalmente

dos

garanti-los

burocracia.

comércio.

de

Porém , os saturação

Revela-se

Trieste , Vene10,

no tran scorrer dos séculos XIV e XV , tornando -se pro101

pe -

recidos.

Gênova,

desenvolvi.

~ões.

o

Amsterdom,

grande

me nta

Oro,

passavam

que

"":Jiores, quanto complexas as at ivi dades das explora-

o

din~eiro

precaução e de defesa da s ben• adquiridos contra o >

dado a risco, contrato de risco, mais tarde proibido por

perigos . envolventes que oferece a

se u caráter de esp:culaçõo

O o-indo o

homem

datado

de

Keyserling quem

f6rça

imtinto•

considero -

leão, nem

do

natureza . inseguros

Impunha-se,

é

não possue

nem

a armadura do crocodilo,

nem

d0

precarios

a oro :. ho trás em suas víscera s; não atinge ao equilí-

praças

brio

do

conjunto

do

natureza,

oponagio

nativo

de

teligência Chega,

consegue

à

pai•

suprir

idade

as

do

imperfeições

técnico

que

à

primeiro

jogo.

fez

o

seguro

que,

embora

sentir que

imediatamente

apareceram

navegação

os

pelo

que

centros

comerciais

considerável

trouxera

o

e outras

desenvolvimento

comércio

in ternacional

suo realidade. Propago -se por lodo

congênitas.

pe lo

garantias,

desenvolveram -se

cic!. i

no

e

logo,

uma nova fôrça viera estimular o intercâmbio de negó·

a velocidade do cervo, nem a organização técnico qüe

todos os animais, senão no momento em que sua in-

desde

Europa uma fébre de negó·

cio•, os Ordenan ça s de França e dos cidade• de Es·

vez, vem dando ao homem suo posição normal. A . éro

ponha, o Guidon de lo mer . o s apólices de Veneza

da

de· Gênova , o

o

té cnica

represento,

então,

primeiro período de

paro

o

animal - homem ,

maturidade vital, o que

bo•lo

ativ idade

técnico

da

paro o

tecnizac;õo,

caráter

jurídico.

prende

poro

fôrça

alimentar esse

animal , então , se de s-

impulso.

vinho

Já

florescendo

a

éra

à

riqueza

pública; sob o

perigos

bens

tradição

que

ao

do

técn ica ,

quando

infinitos

muitos

Entretanto,

me rcadores com

mercadorias ,

contra

incerteza do acaso, corriam

valores.

atravessarem

' ricas tre

e

suas

que

ens inava

assírios ,

caravanas

extensos

perigos ,

sinistro

persas,

convencicnando em

modo , pela cooperação de sacrifícios

remota

babilôn icos ,

carregadas

desertos ,

recaísse

operação

e

impregnando

a

O• lombordos, e migrando poro o davam

mais premente se manifestava a anciedade de proteção

de

premuniam -se dividirem

um

deles.

d e,

suportáveis, ate-

convenção de

Inglaterra , fun-

bancos e segurosi deram seu nome a uma ruo

Londres

café

de

na

qual

David

se

llo yd,

estabel eci am , transformando

onde

existiu o

mai s

tarde em

centro de reunião d e negócio• marítimo• no lloyd '• de Londres, grande instituição famoso por suo consentânea com a lebroda exatidão

en -

De.:;te

t

lombo rd o •. ~do isso io

traçando regras ao contrato d e seg uro s, e struturando a

poro explicar o impulso que conduz todo ser humano e a

do•

pelo e

potencialidade

respeito

organita~õo

índole e espírito do seguro e ce• às

que

oferece ,

responsabilidades

como pelo qu e assume.

No Inglaterra , onde , ao influxo animador da roi· n ha

Elisabeth , o

navegação tonto se

vid o , o que constitu ía

nuariam os consequências do desastre que seria fatal

negócios

àquele sôbre o qual recaísse. Esboçava-se , as si m, pelo

c· co mo

instinto de defeso, o princípio de divisão

marít imos esses

cresceram

negócios

ha vi a

desenvol-

motivo de orgulho nacional , os em

idêntica

firmavam -se,

progressão

concertavam-se e

risco e

di>eutiom -se no estabelecimento de David Lloyd os pre·

da mutualidade que viria constituir os bo•e• sõbre que

cei fas de direito que •urgiam dos u•os e co•lumes da·

se

quelo

548

asse_ntar

a

técnico

do

seguro.

do

praça, na mais puro e expontôneo legitimidodt

MAIO

DE


poro conf irrnor o \Jellao adogjo romano -

ex

fcato

jus

guuclo

otitur.

Intensificou -s e daí o evolução do seguro que, dia

o dia, consignava

progressos

c l)rov es

ri sco s dos

ro lslo . :

a

1i!:CO:.

lidadt.:

c.ivil.

moi •.

de

mora;mc, ~

lro nsporles su l is

do-:

fid t: lidode,

do

<:c.·g u ro~ u~di f o

nações

e os grossos

ma rca ntes ,

indole

fic aranl

d~

c

po -

du

Surgind o ci ência ,

a

firH

em

estatístico

para

até então

do

Ja

"'i ca·

estabelecer,

outrossim , do

domínio

tério . Chega va , .assim , o

po sso do

oferec er

no

da

a

ci ê ncia

à

seguro

co mo

do

c do

i dade

novo

d~

elementos

e mpiris mo

pela

úlri mo

e

de

do d~

titu ição

o seguro

artificioso .

~

O jogo, observo Vi vente, sem pr e acom panhou o se -

cindível

tão imenso

à economia e

povo s como

especulações,

cessidade

indeclinável

de

o

sentiram

os

intervir

nos

própria

umo

exi s-

sistema

da

in tervenção

que

produziró

govêrnos

a

emprêsas

do

na

Estado

se ri a

o

:mpertinên ·

ne -

serô

o

d&fesa

a

do

da

po rtanto

nacional,

de um

Oxalá ,

que

de

esreve

fortalecimento

da

ins -

privada

econõmia

defesa

do

e do

interêsse

su -

o de prover ao bem estar social

então

o

agente

do

Poder público elevado e im·

apaixonado do

possamos,

no

culto

seguro.

que

hoje

celebramos,

formular à clarivi dência do legi slador bra sileiro os ope·

para

varia

Nacional

imbuído

à luz d e suo jov em inta-ligência, amadurecida

cultura

los Estado

Departamento

função que deste modo se torna ra

portonte

do abismo das

estabelecer a controle da s operaçõe s. O

ou pela s

c

Capitalização,

Desempenhava,

e inconte stá vel utilidade , impres-

tência de riquezas e a atração sinis tro 'lventuras

bon s frutos

•eguro ,

à paz econômica .

inquietante .

dos

no

ourras

seg u ro privado , e que o <.lefeso devida aos

premo do Estado -

Ante

como

entre

da convicção si ncera de que a verdadeiro finalidade da

lutava

somb ra

produziró do

diretor. dQ

Pr i vados

controle

olea -

ouro

pelo

Seguros

seguro,

puro

de

>il

cer -

p re vidêncic1

uma

liberal ,

existe

burocra ia.

seg urado s,

guro como

se

íncompreensão

da especulação que o equipararam oo jogo e opostas. leg í timo contra

Estado

lns iitu içãa

qu e no; fala Hetnard, depois d e pa ssar pelos tormentos

o seguro

povo, policial

e

A'" primeira hl pór er-e- coon·eçou - u f'i!alizar -se no Bra -

sé culo

vinho

a

es tiolamento

o;;c:loção

cada

rígido

control e

f ortal ecerão

r e .~ pon sa bi

de

mais

e entre ambos, a regime mixto como o nosso.

O

con.bi c.d e "' via s d e formaç ão.

teza

o

Inglaterra,

do

seguro

privado,

esperando

que

ele

as

recebo

na serenidade de uma compreensão luminosa e criadora.

se-

Capital

e Reservas mars de

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Matriz - RUA DO CARMO, 71-4° Andar 1110 Tel~fonea:

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187~

OCTA l'IO

FERl!Eli!A -

JOU

NOVA L

AUGUSTO

D 'OLIYaiiU.

OC1'A l'IO FBRl!EIIIA NOVA L JUNIOR

HC)MENS DO SEfj-URO .-\ partir do próximo núm ero ele Junho. a "R'('(.' ista de Segu1'0S" iniciará uma séri e de entreYistas de invidualidades que. exerce ndo qua lqu er parcela de autoridade sôbre o seguro c a capitalização. são os respon sa veis pela :narrha dessas in stituições econômicas em nossa terra . Dirigirá os traba lhos desta no\·a seção o mai s nOYO dos nossos redatores. t> S r. ;\I ilton l'astellar. assistente da Diretora da " !\ jax ". o r!Llill ingressa agora também no seio da iamilia da '· Rnúta dr Srg~t ros " cnm ta rd a a aitu : a da sua inteligência. REVISTA

DE

SEGUROS

Pelo apo:o que merecer da previdencia nacional a recem-criada seção. o nosso antel ipado agradecimfnto. _....... MINISTRO LAUDO

DE CAMARGO

Foi há pouco aposentado, por ter atingido o idade d<· >etento

anos,

o

Ministra

do

Supremo Tribunal

Fe-

deral, Dr. laudo de Camargo . G r andes

monifestaçães

lhe foram

feitas

pelos ele -

me nto s pol ít ico s do poi s, magistrados, advogados e in< t;tuições . Pode -se

d i:c.e r

que

estes

aplauso)

provinham

da

cer teza que lodO$ tinham de ter visto um juiz sereno c culto , e, ao 111 e) mo

tempo , um grande homem de bem.

549


.@TJUl/lC{}Lk l/4/Ul nmJa

dii;;a n/I vidá

de HOSMOS ;\ inauguração do '· Edifício Kosmocap'' neste 1951 que se inicia cheio de promessas de fec undas

rc~li ; a<;ües ,

co nsti -

tu irá, v erd adeiram e nte, o marco d e uma nova e tapa na vida

de Kosmos. O monum ental l'd ifí l'io que estú sendo erguido à 11ua Sete de Setembro, Esq. da Rua do Carmo, não r·ppn'scn ta, apenas, a sede co ndi zen te com o prestígio e o renome de _ Kosmos, é mais uma gara ntia aos portadores de seus títulos!

*

Ano da i na uguraçõ ~ do "Edifício Ko smoca;:/1

MAIO

DE

19


...,

Dia Continental do Seguro ·'. Seus objetivos e sua importencia (Oi<eurso pronunciado, em

Reci f e, nas solenidades do « Dia Contin en tal da Segure », em

1951).

pr1r TTT?. \fENDONÇ.-\

·O llusso "i) ia CuJJlinc:nta l ". ddillitiva mCnte in stituído pela li Cnn ferência llcmisférica de Seguros ( a qual se realizou no .\léxico em 19-+8), hú três anos. contado u em mrso, vent sendo condignamente ccl<:ilrado cn1 todos os países que integram aquele organi mo internacional. qu e é a Con i c.:rência H emisférica. criado com u fim de promo1·er a defesa e n desem ·oh ·inJ eJito clu seguro pn \'ado nas Américas . A idéia de assentar-se uma data comum, para celebração simultânea em todo o Continente Americano, foi sugerida pela Delegação Chilena, através el e um Projeto de Resolução em que claramente se fixavam os alevantados objetivos que a criação de um "Dia Continental elo Seguro., teria e1n mi ra. Entre ou-

ue

() ulljdii·O primurdicd• u lllaiOr alcan ce. aquc.:le que se teve especialmente em vista. a (I cnar-sc o .. n;a Co ntin e~ta l elo Seguro". foi. conto é fúcil depreender dos claros c inequí1·ocos termos elo Projeto de H.esoluçào ;q.re~Cntarlo pelos segttraclores chilenos. o ele exercitar-se. a! r a \'éS elos mais adequados a fos de divulgação. e atendidas as condições'· ioca io: de cada país. um;( p1'opagancla neutra c coleti1·a. capaz ele le~rar ao g rande público elas naçõ es amencanas 11111 conheci met1to exato elas idéias fundamentais da Previsão c ·elo Seguro. Propaganda. portanto. mas propaganda neutra e roleti·i!a, eis, em poucas palavras. a finalidade precípua da data de hoj e. Seria, entretanto. ele real utilidade. ou ele importância. a criaçt'to de um .. Dia do Seguro" . de àmhito contin ental. para o exercício da prol;agancla elas iclé!as da Previsão' Procuremos uma resposta para essa indagação. posto que. procurando-a. te, emos ao mesmo tempo en-

tras, foi. essa, uma oportuna c importante contribui ção dos seguradores chilenos para a Conferência elo \J éxico. A id éia consultou . com efeito, uma im periosa necess ;dade dos mercados seguradores, já não dizemos ele todas. mas de granel<: contrado os relevantes motivos que tanta im parte das nações americanas. rc1·elando os portância emprestam ao Dia que os segurachilenos, com o apresentar tal idéia àquele dores american os. elege am para., anualmente. conclave. um agudo senso da realidade: uma renderem cu lto ao eguro. êsse valioso in scompreensão exata do estado e1n que. em t n1me1Íto. que é. a se n ·iço da civilização. ii1atéria de p1 evidência. ainda se encontram · A propagai,-da·. isso é upin ·ão hoj e in JlOnderáveis camadas eras populações ameri - ·coiltrover sa. assume um papel ele· relevant·: canas. importância no domínio elas relações econô\ 'ejamos. aqu1. qua1s os ohjet;I'O visados llllca · ele um povo. Exercitada inteligentepela celebraçüo. em cada ano. de um "Dia mente. J;Oss ui a propaganda um irrecusáYel Continental do Seguro. c. logo em seguida. pocle r ele persuassão. Tem ela. não se- pode façamos uma referência. mesmo que de pasneg-ar. o condão de faze· o homem. ora experimentar necessidacks antes para e]e dessagem. a certos fatores que condicionam a conhecidas. ora adquir·r conciência da exata atividade seguradora - fatores êsses comuns. posição ou da importância d e uma necessidade senão à totaliclacle, au JJtenos à maior ia elos países americanos para atinarmos. dêssc que. embora nüo ignorada. ele antes relegava. amesquinhava, recusando-se a reconhecer-lh e modo, com as razões. as ma;s profundas, ela u ·a maior sig nif icação e, por isso. deiiando de inc\i scutÍ\·el importância assumi da pela insti procura r os me1o. capazes ele satisfazê-la . tui ção da data que hoje comemoramos. REV ISTA

DE

SEGUROS

551


Vejamos o caso ..no segu ro. O homem, no decurso da s ua' existência. en t"renta nu merosos riscos que ameaçam, não só a sua integridade física, como também o seu patri mônio, a sua riqueza, e, até mesmo, a sua capacidade - tanto aquela que em si ele poten cialmente possui, quanto a qne o meio lhe oferece - de prover à própria subs istência. ~sses riscos, rondimdo-o sempre, não lhe an tolham senão um futuro de incertezas e dúvidas; e as dúvidas e incertezas qu e o a ssaltam geram-lhe uma nova necessidade. a se alinhar entre as várias a que ele busca atender : a necessidade de garantia, de tranquilidade. de eliminação da alea que o ameaça, a si e aos seus empreendimentos econômicos. Necessi dade. pois, não só econômica mas, sobretudo , psicológica, cuja satisfação somente é alcançada, por compl eto, através das ga ra11tia s que o seguro oferece . Garantia, não de que os riscos deixem de ter realização através dos sinistros, ma s de que, manifestando-se. não causem eles os males que, na falta da cobertura securatória. inevitàvelm ente teriam lu gar. Essa é, em linhas gerai s. uma elas f in a lidades econômicas preenchida~ pelo seguro. O conheónento dessa finalidad (·, entretanto. está largamente difundido cn1 tucl(J ' ' Conti nen te A met icano? Podemos af inna r. sem medo ele incidir em êrro, que é gen eralizada . no seio das populações ameri cana s, a con ciência dos ri scos a que o seguro dá cobertura? Ou que a necessidade de garantia, cuja satisfação é encont rada atraYés do seguro, seja sentida em toda a sua extensão e colo cada na sua de,·ida posição? Infelizmente. não. Sabemos que, principalment e no Brasil. ?. imprevidência alinha legiões; que é, na verdade, considerável o número dos que não se apercebem da extensão e da quantidade dos riscos que conspit am contra o bom êxito da atividade diária do homem ; que, finalmente. nem todos. embo ra reconhecendo a necessidade do seguro. sabem situá -la em sua posição exata. Ao seguro, ass1rn grande , incalculável mesmo, é o serviço que, no Continente Americano, a propaganda pode ainda prestar. Não 552

só cumprindo a tarefa ciclópica ele fazer despertar a· necessidade de garantir contra os 1iscos seguráveis en tre q uantas pessoas que, em todos os setores de popu lação, ainda não a tenham experimentado - corno ainda realizando o trabalho. sem dúvida de grande ::~lcance, ele conduzir a necessidade do seguro, na mente ele muitos que tal necessidade já co· nhecem . ao verdadeiro gráu em que ela deve se r tida. ; \i nda 111ais ressa lta, ainda em maior evidência coloca. o papel ela propaganda no descnvol vime nto do seguro americano. uma análise percucicnte das condições que apresenta o quadro da prvidência na maioria dos países elo nosso hemisfério . ~o mecanismo da fo rmação dos preços do seguro, como sabemos, não só exercem in t luência os fatores condicionais da oferta, tai s como o custo do risco e as despesas de operações, mas, também, os que. apreciados pelo tomador elo seguro, vão fixar a intensidade ela procura. ~sses últimos f atores são os que determinam o chamado wsto psicológico elo seguro. No complexo mecanismo da procura. elo seguro entram, cada um exercendo maior ou menor in f luência, fatores ele naturezas diyersas: os de ordem econri mica. os dt: índole culttn a l, os de caráter ps icológico. Assim é que. os diversos riscos contra os quais precisam os homens de se guardarem formam, à intensidade do desejo de segurar- se, uma escala que, a começar pelo segu : o de viela. cuja necessidade é de um modo ge ral mai s sentida, vai até ao seguro ele r esponsabilidade civil, cuja compreen são já exige um certo gráu de educação c uma cerra capacidade de assimilação de complexas r egras jurídica . Não é fácil, com efeito, precisar o gráu de in fluência que cada um dêsses fatpres pode exercer na formação ela procura do seguro. Aqui, porém, interessa -nos menos a medida dessa in fluência . do que as condições apresentadas pelas populações americanas. sob aqueles três aspécto!': o econômico. o cultural e o psicológico. E tai s condições , podemos a fi m1ar sem hesitação, a inda são de molde a reclamar um intenso t rabalho no sentido de que, fomentando-se a sua melhoria, o seu de. MAIO

DE

1951


sen voh·imentn. possam a

f'rc\'isão. e con se-

- · deve se ;· realizado um trahalh :-1 tl e g rande

qnentemente ,, Seguro. alcançar um nível hem

ntlto. como coroamento da atiYidat\..:: anual :

mais elevado que o atualmente atingido.

o trabalho assaz prO\·eitosos el e tt tll<i. propa

O tator psicológ-ico. êsse é, tnlvez. o ele m:1 io r impurtânci :t na medida da intensidacle do de ~ej" de ,;egu· ar -se . J)ní por que muitos n?.o lwsiten1 na nplicaç:io. ao seguro. da "teo-

~~anda urutm

(sem a preocupação de disputar-se prcfen;ncias) e. além de neutra, rn-

!rti'i 'lt. Tal é o g rande objetivo elo "u:a Con -

tinental do Seg-uro' ' : tal é. por isso. a inpor-

ria da utilidad e final". teor ia essa que. em],ora dC!,aixo de se\'(:ras resrri(ties qu;\nto às

tiincia ele que se reyeste a data.

ut ;liclacle:s matcrinis. te,·e ingresso na Econo-

crita a significação do dia de hoje, visto que

mia l'ulít:ca . Essa teoria. qne constitui ine-

11111 rntlro objeti,·o é. com ele. alcançado: a cnn i ratcmização entre os seguradores. No reginte <k Ii berali smo econc'J111icu em que vi 1 L'tn as nações americanas. regime qne se

gárclmentc uma sutil anúlise psico lógica das necessidades do humem. comporta não sú a apreciaçiio da utilidade final de ttma riqneza. isoladatn<.:nte. como tantbénl. c aí es tá o seu aspécto relativista. a comparação entre uma c mais necessidades. O seguro. por exemplo.

se compararmos a sua necessidade com as elemais neces,., iclades atuais elo homem ( numa l'f>mparação extettsi\·a a todas as can 1adas sociais). encont rálo-emos. estabelecida para isso wna como que hierarquia das necessidades, em um ponto assaz baixo da escala . com uma red uzida ut i! idade final. Lsso é. <..:111 ú ltima aná lise. o que aincb no,; oferece. hoje em dia. o quadro da pn' vi clrncia na ma:oria dos países ameri canos: o segure, cnm utn:J. utilidade final Jltlll t'<> expre~­ St\·a: o ~ . <'g u o cnlocacln em un1 dc,s últimos lugar es da hi ..: rarqu:a das nece,.;sidades hu lllanas . l'omn. !;ois. situ;'t-lo em sua r!L·,·i·!a posi ção. Qual o in strnmento yue tcrú o c 11 nd ~tn d · realizar um trabalho capaz d e. realm ente. ren -

. \ êsse limite. porém. n:-to fica circuns-

baseia na concorrência dos interesses individuais como

fórmu la adequada :'t segurança

dt· interesse coleti,·o. é natural , e indispen sá,· el n1'' smo. pois nisso se i uncbmenta a or dem a riYalidade. a competência. a

L~tabelecicla.

distntta . Xo segmo. etttiio. por ser ele uma in st:tu ição que apresenta uma notá,·el caraderístiea econômica - a oferta não sofre as rest riçües . cotlltllb a outras ati\'iclades. impostas ]' ela quantidad ::- de matérias primas disponí,-cis - a concorrência alcança. por isso. uma intensidade bem maior. ;\1as. enquanto a dis]' Ut8. na aquis ição ele negúcit >'; gera, entre os ptoii ssi()nai s do seguro. din•rg(~ncias e in lOlll]l:ttihilidacles. ao mesn1n outros aspéctos

d<>. l nst:tuição. pois ela os tem e tmtitos. como que conclamam os seus sen·idores :'t união . it coesão. ú mútua compt-eens~to. <'.• manutenção d e um cet to nÍYel de cordialidade nas suas 1clações profissionais.

de . os frutos esperados, nêsse senr:cln? lncl u bitàYelment e. a propaganda.

.-\

propaganda

que. como sut i! a rma psicológica . poderú fa zer aumentar. no espírito do h()n H' t•l. a capa cidade de pre,·isão c o desejo ele garantias contra os mnles que pos sa m pet turbar 011 impedir a sua atiYidade. .-\í estú por que clecicliu a Conferência elo .VIéx;co in stituir um "Dia Continental do Seguro " : aí está por que os seguradores american os emprestam tanta importância à data de hoje. Uma data excepcional em que, além da propaganda durante todn o :11 1n efetuada - propaganda parcial e, quasi setn\Jrt . exercida individualmente junto a cacb ~egurado REVISTA

DE

SEGUROS

É. assim. a con f raternizaçào, um outro grande obje t;,.o da data el e hoje. E não só

<\qui e.m Pernamlmco. mas em vários outros 1incões das .-\mé. ica s. seguradores e securit:it·ios. como nós. estarão hoje. em louvável e enaltecedora confraternização. rendendo uma homenagem à nobre instituição a que servem . e regos i janclo-se. em comemorações como esta a que estamos presentes. de poderem serví-la. Que o seguro - devemos fazer ta is votos no dia de hoje - se clesenyo\va cada vez mais no Brasil, em nome, mesmo, dos foros de civilização de há mttito conquistaclos pela nossa Pútria! 553


URBANIA Companhia Nacional de Seguros Sb: UE: l~ U/\ l'ORTUC i\1 , N."' 11 . 1." 1\ND.-\R C!\ lX/\ J'OSTJ\L N." 7SCJ - Fnd. Te!. l i R BAN l i\ Ci<Lt< k

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554

MAIO

DE

1951


Seguro Dotal a Prêmio U nico AMILCAR SANTOS .h::;pccial para n REVISTA DE SEGUROS

Insistem alguns jornais - ajudados aliás por átos menos avisados de certos organismos governamentais - em proclama .irregularidades na execução dos chamados seguros dotais a prêmio único, e, conse qüentemente, em sonegação do impôsto de renda, acobertada pelas sociedades qu e operam em seguros de vida. Apresentam o problema de uma fórm é, peculiar, induzindo aos que não estão corr. êle familiarizado (a maioria aliás), a uma apreciação errônea e pouco abonadora, para as sociedades que operam em tal modali dade de seguros. Nada, entretanto, menos verdadeiro. As sociedades operam em planos aprovados pelo órgão fiscalizador das operações de seguros, aprovação essa que só é dada após estudos minuciosos e sempre rigorosos. Ser ia, então, necessário, para concretizar-se a figura delituosa que proclamam os jornais, uma série de fraudes e lança· men'w" fals.Js , incompatíveis com a na tureza d a negócio, o interê3se das sociedades e a própria fiscalização das o perações. Sonegar, conforme ensinam os léxicos, significa ocultar, deixando de descrever ou mencionar, nos casos em que a lei exige a descrição ou menção. Significa mais, deixar de pagar, ocultar fraudulen tamente. Ora, nos seg uros dotais a prêmio único, como em qualquer outro seguro, não têm as sociedades interêsse algum em deixar de fazer os lançamentos usuais da ope· ração, em ocultar o recebimento de prêmios . Realizando operações de seguros, cujos planos, por serem legais e regulares,

HELLADIO CAPOTE VALENTE CARLOS DE ALBUQUERQUE

mereceram aprovação do órgão fiscaliza · dor competente, nenhum temor podem ter da canstatação dessas operações. Menos, ainda, para favorecer os segu· rados, pois, o interêsse desses , está, justamente, na possibilidade dessa constatação. em face das declarações à Divisão do Impôsto de Renda, para a dedução que a lei lhes concede. O resgate ou o empréstimo, feito logo após a realização do contrato - e que tanta celeuma tem causado - são concessões que a lei faculta, na realização de qualquer seguro de vida, servindo até - o empréstimo - como uma das fórmas de aplicação das reservas matemáticas, permitida pelo regulamento das operações de seguros. Não há, portanto, sonegação do Impôsto de renda, nem falsidade ·ou fraude, na realização dos seguros dotais a prêmio único. Há, isso sim, diminuição na arrecadação dêsse impôsto, em virtude de uma legislação defeituosa na parte que se refe. re às deduções provenientes dos contratos de seguros. Corrija-se a lei do impôsto de r enda ; retire-se a faculdade de dedução dos prêmios dos seguros dotais a prêmio único ou estabeleça-se uma percentagem máxima para essa dedução, qualquer que seja o vi-l·· lôr do seguro, e, com .isso, lucrarão, não só o g.)vêrno com uma maior arrecadação, ccmo principalmente a instituição do seguro cujos alicerces são abalados, com essa :> campanhas de descrédito público, provenientes de interpretações errôneas e desabonadoras.

ROGER DE CARVALHO MANGE CYRO AMARAL ALCANTARA

ADVOGADOS

R'UA BENJAMIN CONSTANT 171 -

7" andar -

FONE 2-1029

SÃO PAULO , __ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _.-o-.<~:AI_D_D_I_D_D_D_D_Q_I_I_I_I_D_II_I_I_I-.


ATLANTICA CIA. NA .JONA L I )E SECUROS

Cf i\. DI~ SECUl\OS DI •: J\C. TR.'\R ,\ LHO Ci\I'IT .\1 , E 1\ES I·: In ·.\s

('r$

l ()_(j- l g_ (í .'i-1 ,~0

I NC f.:N I >I O - - T J{/\ NS I 'CHGES -- C.'\SlOS - - 1\ C II)I ·~ N'I ' I •:S L' ES S()AJS AUTUl\ltYV I·: I S - HESL'ONSJ\1\IJ.ILMDE CIV Il . - .'\I,: IW N i\lJTWCJS · . LUCI~üS U•:S '. \NTI •:S E , \CIIWN ' I ' I ·~S I)() TR :\ Bl \1 .110 Surmsais em S.\() 1',\l'CO -- ll. I fOI~ 1/. 0i'JT I ·~ c N I T I ~ I\t '> l J\GENCTJ\S El\1 TODO S OS I•:ST. \I)()S IH> BI\ 1\Si l .

Shf,, l'nípria .'\V . FI\J\NKUN

I ~UOS I ;: \TLT .

137 (1-.LI. ,\tbJJtica) T cldon e --- -12--1-137 ( rê·de intcma) R'io de Janeiro

A

OCEANICA COMPANHIA BRASILEIRA DE SEGUROS (Antiga "ASTORIA'')

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P1•ado Fmnco, lJr. Naymundo lJini::: Barreto e Nrlso11 Ribeiro - -o- -

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DR. RICARDO

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556

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1951


Seguro de Animais Jo_. ,; ria Costa Gl! enp I l;~ ( ':uh•irn dP St•guros de .\.nimai:-; da '·TitP Yorkshire .LnsuranrP Co. Ltrl " no Rrasil

O DoenrtH'II1o mais antig-o qn<· ,.;p <·olilH•<·<• sôlm• o 8Pgnro dl' nnit11ais ( Li\·p Stot·k ln~n ­ !'llllCl') <•st:í <HT!lli\·ado comn docunwnto l1ist6rit·o no I'Stritório da .\latriz 1'111 Londres, da l'ompnnhiH Lollll•m (:u;~r;~ntel'". (: datauo LlP ~..J. dr· ,Julho dP 171R <' 1Pm <·oml> 1í1nlo: "Fnrtlwr Pn>pofals from 111<' Offir,•, for TllP lnfurn11<·<· oi' Horfps". 1 wli~idn t<>mn s<' ,·(; ainda na nrtogrn fiH inglêzn <lo iníeio tlu S(>('n lo XVIlJ. 1-l:í 233 anos dos nos,;<b dias de l1oje já se segunwflm 1·nYalos llll Jngi;J1·<'rra! Estl' dornmento qn<' Y<'m 1ransni1<• na ínt<•gra 110 LiYro ".\ Pnwti<·nl Trentis<' on LiY<' Stoek ln .,Lnnnc-<•" por .\ rt l111r \\'. Chnrrhi li. A. ('. L. 1., l~d i<;iio <1<· 1 !J~Fl. l'oi l:nnh<;m moti,·o dt• nm t•xnm<· intPrr•ssan1<· f<·i1<• por n. Lntkii"OI!d n'nma ('l!lll.l'l'f·nria sôi)J'(· " :t s:<UIIto 110 ''i\1an<·h<•:s1<•r .Lnslll':ttl•·<• l t•s1 ituh •" <'111 l!J2ü, puhli<·:HIH 11o "Post :\la.:..:·azilll' n11d lns 11 · rance '!\fo11i 1o r" daqu<'il' 1111's mo ano. () mais <·m·ip. so H:Hill<'ln organiz11~iío (.ra a formn prinJi1i ,··t d<• nt<'nd<·r ao pag-amr!1to rom o <·fl pita! obtido dos próprios ~<'gurados. i\aqLwle docnnwnto s< ' lt• rpw: ''qualquPr pP:;sÔa pagnndo - 15 -- p<•n. ('(' por um <·;1\·alo dt• - :) - libras, - 2 -- sl1i' · lings I' - (i - P<'ll<"<' por um <"ando de• - 1 O libra~ . I' :) - shilling,; por um NL\·a!n d<· - ~I) - lihrns, 1<•nJ o <!irrito dr s<'g-nrar s<•us <·avalos" . A êss<· <liniH•iro êlt•s l'll:1ntnvam "dinhriro dr <'11· trad<~' ' <· <·r;J dt •s1inado a a1<'nd<•r i1:; despêsns r]., r;;rrdrírio para pag anwhw dt• patente, imp1•.-;' o. <'111pn•g;Hlos, impn•ssos e out ras tlesp<•sas. C'nriP so tamh(.m s<•ría ,·f.r qnais Pram as taxas l'tllJradas IHH!UI'I<· t<'mpo. "O ilinhPiro dP <·ontrihni ~Ül'ti", qnl' <·m l'<'sen·ado para o pngnnwntn <i<· ind<•ni~.n<;iit•s l'I'H ;;i\nwntt• "n111 fnr111ing" pnr:t um e·a\·alo dt• - 5 - lihms, --2 - "l'artltin~s" para um <·a,•nl<> d<' - 10 - lihrns, - :1 - "tnr 1hi.ng::.'' pam um r·a\·a!o d<• - 15 - libras <' u1n "tw nny" p:.Jra nm t:a\·n1o d<' - 20 - lihras. Por ~s~P

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DE . SEGUROS

F.ra ns~im nma YPrdadt-irn sociedarlt• nnítnn tll' nwld<•s sPmelhantes ao das atuais. limitadn n 5.000 sóeios, <' <·om a inclusão j:í <in iMin d<· ·'apólir<• rrmidn ou saldada". lf:í um lapso dl' tPmpo desdt- 1'718 no:; Hll': tdus do "srculo passado em que as i nfonBn<;';<., sôhrl' !'s1 <' spg-uro sr tornam mais raras <' nn" JH 'i'!1 1i l<:m acompanhnr dr perto o dese nvo lvimc•nto do nPg-ócio. Fina lmente em 1912 foi forJIHHia n ·'!,i,·<· SLo<:k Tariff Association" na l ng-lah·rra. I nl<'rês:s<·s t·orporificados 110 negó<: io do 8<'· !:,Tiro d<• Animai:; começaram regtÜa1nwnte n" primeiro trr<;o tlo século 19. ~o s Estados 1'ni dos Pstr seguro foi iniciado em 1928 com a for .. nin ~ :io d<• nma ( 'ompanhia chamada "Northnmpton C't>nnly l lu1 sP . \.:;sncia1 ion ., na Pensyln1n in. :\a América do Xort<• a idéin progn•t.liu muiLu <' 110 prineípio do IIO:S:SO sécnlu muita:; Companhias si' fumlanun parn ê>sse fim. dH'· gn11tlo n !Ja\'<'r 1:l cll'la:s ::;Ú no Estado dt• lndinna. J )<'pois, llllla 111:Í l'Xp('l'iência do 1wgócio dr Pntão foi n •du zi11do f·sst• nÚmC'ro atP a<> prqu(•no mÍ IH<'· ro fiiH' l1oj<' opPra naq1H' IP país <• Cauaehí. :\ ~ prin!'ipais ho.i<• alí existrnt<•s siio: n "HAR.Tj.'() J{J) LJ\'E ~TOCK lNSURANCE COMPA ;\Y", espPcialista na matél'ia, a "TllE INS l 'HANCE COMPANY üF NORTH AlVIERTCA". <' a " 1:\DF.Nl\JTY [:\I'SURANCE COMP!\\"Y OF :\OHTII _\~'lFiiUCA". ~a lnglat<'ITfl <'Xi,. 1<'111 lioj<• mais d<• 30 firmas as::;oeiadas da " I, I V E STOC'K 'I' AR J I·' F ASSOCIATION" qtw operam 110 Tamo de ~t·;;· uro de _\.nimai:s. Sem nenhnm:1 dúYida <•ntn• Pias n Companhia que opprn l!oj1' na lng lat rrra <'0111 <I maior C':dt•nsií.o t•m '' I .iY<' Stock lnstU'HIIc<'" t~ a "YO RKSHlR.E'', Pia oprJ'H não sbnu•ntP na lnglaterra, tomo t•m vários outros paíst•::;, inelusi\·e Arg<'nti11a I' Brasi l, 110 <'OII · ti 11!'11 tl• Dui- Americano. O S<•guro cl<' Animais dos moldes atuais J'l' tPg<' os propri..t:"n·il) ~ dos animnis ,;rgurado,; contra a m01te dos nwsmos ororrida por qnalqu<'l rausa. ta l <·OmiJ l'ogo, níio. molrstia ou acidPnh•. inrln ~ i,·r o >i<lnifíf'in d1> animal por motiYos d< ltnmanicladr. (; <'si ritnmentl' um11 forma de s<•gnro dr t<'rmo tll' Viela . c~talw!eciclo por prazos cl< 30 dias a 1 ano. O prazo mítximo é d!' nm an11. As apólices deste :-.rguro não robrrm n deprC'cin~iío do ,·nlôr, pênln dl' capariclndr para o filll :L 557


que é destinado o animal, o desaparecimento on o roubo bem como a mórte ;result11nte de qua 1. -- · qn<•r operação ou interven~ão não necf'SS<Írias :í pres<'n·ação da vida do animal, como cllstm~iio, marea<;iío a fôgo, etc. Em resumo, é, co rno j(1 fo i dito, um seguro de termo Je vida. Os animai::; siio s<·gura(l05 mecl ianl!• nm !'XH nw l"rf"Niniírio qn1• r evel<' Pstarem êiPs !'111 V<'l'" .fPita saúclP. Satisfeita::; as condi~Õ<'~ de idnll<•. ,·a lôr, nwio Plll qnP Yi1·em P, risco moral Je S<'ll" propri!'t:írios. Í' emitidtt a apólicP. K a:; ''l'ondi . <;Ões G1•rais da Apólice" e::;tão !•numPnHlas :1' ohrig;u;Õ<';; do Segurndv, das quais as prinripai" s ~o: o n1·isu imrdialo á Cia. Srguradora d<·nnll1·ia11tlo qualqurr nlteração de saúdP do anim•1l s<•gn rado; <' o aYi;;o do morte com pn•st<•za l:d qu 1· pPrmil a 110 ,;pgurador encontrar a tan·assa do animal morto dentro de 24 horas da O<·urrí'·H · 1·in da mortP. A:; dassl's cll' animais serYidas pPio :-wguru atual são o::; Bovinos <' Equino::; (Cattl,• anel Horsps) ll<' nírias raças. Ev,•ntnalmellb'. 11:1 Europa <' América <l~ ~ortP são també'm a<:Pilns os asini11os c os muares. Dos bovinos, tanto ns raçm; leiteinl8 co mo as d!' em·tc (M.ilking Bn•eds anel Bed-bn•eds) ti'm larga aceitação no ::;l'guro, e dos Equinos, o maior conting,•nt<' é fnrneeitl •l pela "Raça Ing!Pza de Corridas'' comp reenclPn· do o:-; animais <'111 t"aneira nos Hipródromos eomo os qu<' <'stão ''m rrprodução nos "Haras" d<• criac;ão. O SPgun> de Vida dos a nirnai s sP ndo uma aplicação iclêntita ao Sl>gnro de Yida <lu" sere:; humanos, resulta logo qu<' a <·aractnístien primeira em amhos os casos (; a nwsma, isto f>, a indiviclua li:r.açi'io. A c<'r1 idiio de icladP i! o homem torrespond<· o "pPdigT<'<'" llo animal. F:m ambos os documentos eonstam n data do nascin1<'nto <' os ttoi1H'S elos ant<'passados d(• dnas on mais g<'· rac;õt•s a:crndentes. 1\ s opNaçõcs do St·gnro li<• Animais, <'nl g-Pra l, como no nosso país, só atingrm uma ,·ntPgorin de animais, f!Ul' sno os nnimais d{• "purosangur'' portadon·s de "IJ<'dign'<'". llornn1t'nk rst<' fom<'cido pdo Hegistro Ü<'Jwalógicu no qn ti o animal est:í inscrito. Os registros dos t"anllodP nírias raças se· chamam "Stud-Booeb" <' n~ d<' Bo1·inos S<' chamam "HPrd.Bocwks". As 1":1 - x11s atualmentP t'm vigor para o sPgnro dt•ss<':-· animais são pràtiramcnte equivalentes Pm 1od<•·, os países dos continentes europeu ou anwri1·an•l do norte ou do sul. As taxas oscilam c•m lmw do valôr de 5% para os Equinm; e Pntre 8 P JO% para os Bovinos. Os limites ele idade para a aceitação sii.o fixados para cada Pspécie e exisl·e uma Pscala d<· sôbre-taxas para as idades acima dessrs limite,. Além da. apólice anual do seguro Lle l"id;l, cxist1· a apólice para o risco de transporte dos animais . NPstP ponto as ori<•ntn~ôes se dirit1Pm: nns np<'•558

!ices inglPzas cujo padrão é a dos "Lloyd's" dt Londres, está incJttída a cobertura também par~ a:; viagens qu<• o animal segurado fizer dentrr· <las fronteiras do país, viagens essas por terr· nu sôbre água. Nas apólices americanas estr _.~eo d~ transporte está excl uído da cobertk··· dns arólices clP vida e co nsta ele uma apóliN l'SpPeinl d<· I ransporll' . l\o Hrasil o tipo adol:ado é P::;te último: uma apó licP pnra 1·iJn <' nutra para. trausportr. A apólicl' dP seguro de TrnnsportP dP Animai• (t.:omu a da York::;hin•) dift·n· da apólice co· mnm do seguro dP trnm;port(• nrste ponto cs~rn <·ia! : lTm animal l'nt ,·iagPm po!lt• srr segurad' por uma apólitl' sirnpll':S (],. sPg- nro dP transporte (h•nrstrc ou marítimo) d<· qualquer compa nhi~ qup opere ne::;t" ramo . .Ylm; a cobertura que êlt· IPm em tal caso é limitada 110 caso l'lll que '' animal morra <·m <·on::;Pqnêntia de acidente tl• I nmsportaclor (d(•:-warri lam <'nto on fôgn elo trem. naufrágio do Yn por, ele.). Sí o transportad01 eorrrr tlir<'ito " o animal morr<'r <'111 <·onscquên. (·in d<• acidente d<•IP próprio (eumu quéda ou po1 rnolésüa), oconido durante a 1·iagem, . o risco niio ~stá cobNto t• não lHí dirPito á indenização. Em resum o, pela apóli<:<' <·omum dl' Transporlt· o animal viaja <'omo uma nwrcadoria qualquer <' snj<•ita i1s rn<•smas contigi\nci~s <' <•obrrturas. (·unw s<· fô:>s<' um fanlo <I<' nlgodiio on ele chnr· qn<•. O S<•gnro de Tr:1nsporte, <·onsla. de nmR ap<Íiil"l' <'SJ)('tÍfica .:uj;t colwrtnra altança todas as <·an:-;Hs d<• morte durante n trajdo, como f' go. rúio, a1·identc• ou moléstia. A úniea t•xceção r a rnortP n·sulbwt!• dP pnrto ou a horto ocorridos durante· a viag-c•m . Essa <'Xeeçiío é (lp ordem geral nas Hpólil'l's (lpsst• gi\npro. E a irwlusiio d<•ss-• 1·is<·o sPrÍa nwt.ivo Je uma sôb r r-taxa <>Sprc·illl por uwio d<• um <•rHlôsso ú apólict• respectiYa. """ h1xa:-; pnra o H·guro tlt• Trnusportr I"&• ri111n <·om as di:-;tânci:-~s pPrcorridas <' o meio dr 1rnn,.;porl c· usado : RodovilÍrio, l<\•rrori1írio, Ma. rítir,w on Af>n•1>. 1:; c·urioso notar qu<• a taxn da.' Yiu~·pn~ aérea:; é menor qu<' a das tern• lrrs ou marítimas n•:spP<-tivamente romparadas. É con· lli\ii(l PstnbPiccida na apólice que os animais de· l"<'lll 1·iajnr 8empre acompanhados de tratador ' [onagem para todo o tempo de viagem. A : lie<• de Transporte tem de especial, que ela '' 'Pm data marcada de início ou de fim do p<>ríod dP eobertura. Ela é efdiva por todo o tempt c1ue durnr a Yiajem, seja êle qual fôr, inclusiw durnntP as baldeações, caso houver no seu trajeto. O Segnro de Aiümais quer seja clr Yida quer de Transporte, é nma operação rápida r que ::;e efetua dentro de um ou dois dias aprnas. A proposta sendo assinada c entregue á Compa• 11hia. <~ prm·irlPnrindo no rnp;;mo dia o <·x~mt• MAIO

DE

1951


· i\rio c·n jo laudo sPndo f:worávc•l, pcrmilog:o H Pmi~~iío da apólicr. Animais que <'111· m pnrn Yiagcns curtas ou longas são srgu. até 1 l1 ora n ntc•;; do l'mharqno on ll'mpo Cun 1 o d<'~<·nl · oh· inwn!o das atiYidadc•s pecuáo pn·c;o dos rq>rodutor<'~ tc•m sn!Jido scmprP ~ SI' niio l'ôs:;P n prnh•çiio do sl'gnro a proprieWidl' de· nnimnis 1le• alto pn•ço S<'ria mais Ul11 1ranqnilidadc de· ~<'us proprietá. iJH·<·nti,-o 1Í nwlhora d<' "él(!l·age" ponto de 1·ist a Pronômi<'o <:om r o de• "S port" . . \ 1{> Hl20 o n•tord clP pl'<'ÇO llP iminutl Sc•gnrnclo e·rn o ela égun elP corrid ns "Su•pt rP" JWrtl'ne·e•ntP :10 Duqnr dr 1\. e•st minst<·r; por 10.000 libra s . .1\c•:;sr nno Lorcl Furnrss, se•gurou a égua de• H anos "Salamandra" qnc rs!n ra pn•nha de • "'l'h e Tdrareh", por lG.OOO libras. O filho nasc·ido lles:;n <:obertnra foi o famos0 "snlmon TrouL" ]IH<' tlc "I{ing Salmon" a[ ,!!:!'111111[] 111111111111 [] 111111111111 [ lllllllllllll [] 111111111111 [] 11111111111'.:,; rin~,

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M AIO

DE

19.51


O Seguro no · Mundo ANGELO MARIO CER'NE Observações de sua recente viagem à Europa.

A ins"tituição elo seguro é, em seu conlt'xto e execução, igual em tôdas as partes. .\ssim mesmo. existem melhorias que podem ser introduzidas aquí e a.1 Í. A impressão I!UC se tem ao entrevistar os "big-shots" do $eg-tH> estrangeiro é.• que êles têm tluase uma ruriosidade igual àquela que nos leva a lhes fala;·. Naturalmente, êles possuem uma baga::cm de experiências que pe;mite uma cert:l surerioridade sôbre nós, mas, também, têm tidP su · prêsas c: decepç5cs neste ou naquele ramo QU setor. Resumindo, a expansão do seguro. em qualidade técnica (cobertura ej ou taxas) e e111 quantidade, depend e do meio onde se coloca o seguro. Esta lição. que obtivemos depois de dell'Oradas cnnyersas com seguradores americanos. argentinos. chilenos, mexicanos, cubano-;. peruanos, colombianos, venezuelanos, inglêses, f -ancêses, suíços e alemães, obriganos a reconhecer esta dura realidade: o seguro, para seu progresso, depende exclusivamente dos seus propagadores, isto é, de nós mesmos. Se nos dedica-mos com afinco e competência ú divulgação de um certo ramo de seguro, êste, com u tempo, será compreendido e adquirido. Esta constância de educação do segurado é o segredo do êxito do negócio. Cada país adota un1 tí.1eio de inculcar o seguro . de modo correto. Geralmente, êste papel preponderante cabe aos corretores e agentes, mas, também as · Companhias devem estar preparadas para colabo -ar éom êstes, dando instruções detalhadas e explicando as liquidações de sinistros, como estas se procêssaram, sem se jogar na direção da emp êsa a culpa de uma liquidação ~enos satisfatória para o segurado. !ste ponto é nevrálg:co, porque, deixando um cliente em dúvida sôbre a liquidação do sinistro, criamos um propagandista contra o· seguro.- Os seguradores europeus e norte-americanos são multo cuidado~

VISTA.

DE

SEGUROS

sos neste ponto. As nossas investigações nos ensinaram algum novo detalhe de racionalização do segwo e coberturas adicionais, mas, ao mesmo tenq o, sentimo-nos orgulhosos em seguir os ~a( r us princípios que sempre nos orientaram. O seguro, no mundo. continua pujante, apesar das grandes dificuldades causadas pe- . las desvalorizações de moeda. Estas desvalo: izações já não mais se processam no terreno estrito do meio monetár_io. como outrora, o ·· que era uma injustiça; hoje em dia, procurase rebaixar todos os quadrantes de valores financeiros. a saber: papel-moeda, títulos, , ;p1Ó-veis. mercadorias e metais preciosos. Des-;: ta forma. o seguro _de vida não tem sofrido..: mais que o natural el~li)obrecimento da eco~ nom!a geral de um país. · · Focalizando êste problema, apontamos o. próximo plebiscito a se realizar na ?uiçã~' país de tradicional economia estável ~m t:noeda fo ;·te, firme e valiosa. Trata-se de pôr em vigor o sistema ela moeda "brulée (queimada). Pretendein fazer-se emissões de papel- · moeda de valor por períodos curtos e certos. Findo o período. a mesma se rá queimada. Os detento ·es dessa moeda. findo o prazo, terão perdido o seu valor aquisitivo. A intenção é evitar a capitalização. para· haver mais circu~. !ação e maio~ desenvolvimento ·das fontes de riqueza do pàís. Ex.aminando o · problema-· não pelo indivíduo. · mas pelo conjunto -;. pe_rcebe-se Ot1~ a intendío é evitar a noc;sihili~: dade de se formar t1111 n(v·leo de valorização. pelo que fôr m::1is fácil na con iunt11ra econômica vig-orante na Suica. po- meio ela in-. versão no que dá ma:s. Se se corta esta possib:lidade, pela pouca durabilidad~ .do tempo de valor da moeda, ter-se-á uma estahilidade. sem o enriquecimento do país, devido à impossibilidade da capitalização, o que, com visão a longo alcance, é o empobrecimento do país . 561


Asim mesmo, nes~ e quadro econômico que será 1esolvido pelo voto d e todo o ilustre e conciencioso povo S uiço, o seguro de vida f ié<'. em sit uação privilegiada. A liás. em igua l posição ficou o seguro nos países onde hou ve quebra de valores monetá r ios, porq ue o seguro é uma p revidên cia e não especulação; a ssim , a previdência garan te sempre, den tro dos tênn os dos valor es méd ios do paí s. As ,·alor izaçiíes bruscas de

certas riquezas brasi léiras não se devem petir, se os nossos dirigentes observarem fórm ulas indicadas pela s leis ele para não have r desni velamentos lo rizações dentro do nosso paí s. D esta fo rma , em sã conc1encm, a inda confiar no êxito do seguro pelo que se vê através diver sos pa íses de economias mamente dif erentes.

Com pa nh':a de Seguros de V ida

Previdência do Sul Fu m1ad a e1n 1()0CJ

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C ifra s apuradas <·rn 31- 12- lSISO C r ~ 22-L 212 . ..Jl4,lU .\ t i,·u real 2 13 .225.951),20 1-:.ese n ·as c fund vs 2. 0-1 0. Y66. 557,00 l' lll

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Capital . ..... ........ Reserva s . . . . . . . . . . . . . . Prê mio s e m 1950 .

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562

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pa ra o no ss o prog resso , incluin do a s rep rese ntada • em su a s di•tribuiçõ es

compa nhia s

no ssa •

M A IO

DE

1951


Espírito

de

Classe

ALFREDO DE FIGUEIREDO (Diretor da Emprêsa Usina Catende S/A.) Especial para a "REVISTA DE SEGUROS"

No complexo das atividades econômicas tio país destaca-se, pela sua profunda signi ficação social, a indústria do seguro. Seja por que ângulo for que se observe tal indústria. há-ele ."t: encontra r sempre o resultado fecundo ele l!lna alta · iin;tlidade humana. :\ssegurando a necessá ria tranquilidade l ; ~ i1n prescindí\·c] confiança no futuro sc m]Jl l' ·ncerto dos dcst inu s do homem e dos seus t lnpre cndim cnto econômicos, u Sc.~llrll •:t>lls(tui UI li elcnJento de paci ficaçã u. Ulll iatur ck progres so. l!lll impulso de produti\·irlacl e. :-·e us largl >" recursos finance iros n;-1u se est;JgJJaJu na~ c:ti xas fortes. i\1ohiliz;llll-sc c lll O\ ' iJncJJtant- s ~· pa a " ;ncrcmento da riqueza r CdJiic;•. c 1 ;1rticular. I'OSsib;litando c facilitando a concJ-ctizaç~tu el e in;ciati\·a~ arrr~j:tda ~ a reali za!.Jto ele plan os grandi osos. \'os grand es centros c;Yilizaclos jú não ,: 111ais prccis<• f:tze"-Sc propagand a du seguro, p<~rque e m tai s centws h<'t uma nJ ental idad e l;cnt formaria: de un1 llH>do geral compreendes,: pcrf citalll l' Jllc que os fin s de tal instituição tdt rapassa111 as iruntciras do indi\·idualismo e se J> "ojetaJn IH> campo social. recompomlu dl·sequilíhrius fr-equentes e in e\·itúveis. E nosso nteio, porém, muita gente ainda interpreta o Seguro como uma simples e cômoda modalidade de auferir lucros. Os proyentos, é certo, não estão separados das atiYidacles do que se dedicam ao comércio do Seguro - nem de outra ·forma poderia ser - mais isso não constitui o seu fim precípuo. Até pouco tempo, eu mesmo não possuía uma idéia exata sôbre êste assunto; hoje. porém, a-pesar-de ser ainda um novato na matéria. começo, já, a penetrar-lhe a alta e nobre significação. Investida a "Emprêsa Usina Catende S/ A. " nas funções de R~presentante, em Reei (e. da Companhia de Seguros · Previdente, do Rio ele Janeiro, a mim, como um dos dh-eREVI STA

DE

SEGU ROS

tores da supracitada emprêsa, me foi confiada a chefia da carteira, entrando eu, por isso. em contacto íntimo com as atividades seguradoras, elas qua ;s até então tinha apenas uma noção vaga e defeituosa. Adquirindo, nada obstante a pouca experiência que ainda tenho du ramo, conhecimentos 111ais precisos sôbre as suas finalidades c o seu mecani smo, sintome hoje. por tal nw ti\·o, anim ado pela causa do Seguro c al;men!t> a espc .. ança de ver essa instituição melhor con1pree ndida e cada vez 111 ais prestigiada nt> c< mcc it o do públic{J. Sem pretender an·ura r-11te em pesquisador p ofttndo das atuai:-, necC'ss idades do mercado segurador. Jllas apenas leYado por um sadio desejo de cooperação para o en grand~­ rinJ ento do Seguro. entend o que é necessário estabelecer um inte; cà mb;o de amizade, um clima ele mútua confiança, um entrelaçati.lento de íntimas relações entre a<1u cles que dedicam a sua atividade a tão nobre in stituição. Diretores, representantes, cnr. e•ores e agentes de companhias de\·iam formar como que uma f<t mília. Que se cunHmiquem. se aproximem c es treitem as suas relações profissionais e pessoais. Em minha última viagem ao sul do país, ti ve a feliz oportunidade de manter contacto com as mais altas e expressivas figuras daquele centro segurador. Minha impressão foi magnífica, excedendo á mais. otimista expectativa. O largo acolhimento que me f<?i dispensado, a nímia gentileza com que sempre fui . atendido no trato elos assuntós cujas' s'o1uç'ões buscava, o espírito de camaradagem reinante entre todos,- tudo isso que vi e constatei induziu-me a formular um apêlo amigo aos nossos amigos pernambucanos, no sentido de imitarmos a elegância de maneiras. o cavalheirismo expontâneo dos nossos colegas sulistas. Será dêste modo que alcançaremos evitar certos clesajustamentos ainda verificáveis ~n 563

.'"


nosso melO. Quando todos que, em Recife, labutam no Seguro, se compreenderem num sentido de harmonia construtiva, de cot>peração since a. de entendimentos lealdosos, muitos êrros nossos serão sanados e tudo se ajustàrá nos moldes de uma perfeita estabilidade de interesses recíprocos. evitando-se choques e -atritos prejudiciais. Felizmente - assim me posso expressar jubiloso - [oi essa falta de íntima comunicabilidade. entre os nobres elementos que forniam ~·. classe segtJ · adora, a única decepção. qu e sofri nos cuntactos mantidos com os proiissi onai s desta nossa laboriosa classe. Na medid2. de 'minhas fô rças e possibilidades, não poupart~i t abalho para corrigir êsse defeito, par:>. pr ~e nch c r essa lacuna, de que são rcspon sÚYc·s os nos us hábitos arraigados de r,rU\-: ncianus amigos elo comodismo, cheios de retraimento, impo ntuai s nas obrigações c mi steres associativos. Existem em nossa classe pessoas ele fina e esmerada educação, verdade:ros "gentlemen " . com perfeito conhecimento do intercâmbio social e que, fóra de Pernambuco, brilham nos me ios mais seletos c encantam pela fidalguia do trato. O que lhes fa lta é uma iniciati,·a, uma decisão para que

se entrelacem as . afinidades de in teres e . as bõas relações que de~:em ex istir entre as pe>soas que se dedicam a uma mesma atividade econômica. Há o nosso órgão de classe, o nosso "Comité Local Pernambucano de Seguros", hábil e superiormente dirigido por amigos como Sigismunclo Rocha e Luiz :Mendonça. e outros mais, tornando-se necessário prestigiar a ação dêsses devotados cumpanhei ros. comparecendo às reuniões, debatendo os problemas, solucionando os casos emergentes, estimulando os que se dedicam nestas mes111as atividades . Comecemos a cruzada para um entendimento perfeito, para uma sa lut ar troca de idéias entre elementos prcstant e. desta cla>se,objetiYando a defesa de int eresses sagrados das rrspectÍYas c01 npan hi as e d e: nossos a mi gos c clientes. De,-e1nos esforça r-nos para fazer compreender, pelo público, os nobres desígnios e a mi ssão redentora do Seguro. no campo social , retalhado pelas conntl sõcs politicd,. idc.JIógicas c finan ce iras . Façamos, em Segu r (I. a Jlll Ií(c a ela bôa vizinhança.

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G u A N A BA RA

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11

COMPANHL\ DE SEGURO S

SEDE : AVENIDA RIO BRANCO, 128, 6." Aud. Te/. : 42-6010 - End. T eleg. P ALLAS Seguros contra os riscos de : incêndio, raio, explosão de gás, transportes, acidentes pessoais, automóveis, responsabilidade civil e equinos.

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Superintendente

SUCURSAl R[O DE JANEIRO - Av. P resiucmte Wilson 198, 2.•, a/201/lJl- Tel. 42-9172

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Capital e Reservas mais de Cr$ 12.000.000,00 o DIRETORIA: Dr. Hermano de Villemor Amaral Presidente Manoel Pereira de Araujo Freitas - Diretor Mauricio Dias Reguffe - Diretor

GERENTE GERAL: W aldemar Gameiro AGe.NCIAS: SÃO PAULO Carlos Wild S/ A Comissões e Representações i.va 15 de No.vembro, 197

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MINAS GERAIS Represen taçõe• A stro Lida. Rua Carijó s, 51 7 Belo Horizonte Licidia B. Travessos Rua S'ilva Jardim , 326 Juiz de Fora PARANÁ Gabriel Leão da Veiga Rua João Negrão, 1359 Curitiba MARANHÃO A . Cruz & Filhos Rua Cândido Mendes, 1 24 São Luiz AMAZONAS Figueiredo & Cio . Lida. Rua Marechal Deodoro, 275·281 Manaus

PERNAMBUCO Uzina Catende S/ A Rua do A·polo, l 07 Reci f e BAHIA Irmãos Ol iveira lida. Rua Bélg ica, l Salvador CEARÁ Escritório Técnico de Segur<ils Lida . Rua Ma jor Fecundo, 265 Fortaleza SERGIPE Companhia Industrial de Aracajú S/ A Av. Barão Rio Branco, 324 Arocajú PARÁ A. Daria Rua Santo Antonio, 73 Belém RIO G. DO SUL Paixão Junior & C. Lida . Rua Marechal Floriano, 181 Caixa Postal 308 Porto Alegre

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566

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~ MAIO

DE

1951


Seguro Privado e Séguro CARACTERíSTICAS

Soc;ial

DISTINTIVAS David Cimphlt Filho

A previdência no Brasil, na conformi dade de preceito constitucional, desenvolve sua ·ação ·benfaseja e reparadora em dois campos distintos e por forma diversa. O seguro privado explorado por sociedades anônimas, mútuas ou cooperativas, e o seguro social, a cargo do Estado, atr~­ buido aos Institutos de Previdência Social. O primeiro recompõe o equilíbrio eco-

nômico nas relações individuais, ressarcindo danos oriundos de casos fortuitos, e o outro provê as classes menos favorecidas de assistência econômica, preservando-as da indigência, covergindo ambas para <~ tranqüilidade e confiança na vida econômica e bem estar social. Seguro privado, procura-o o interhse particular, daí a reparação provir da iniciativa particular na dedução natural de um princípio de mutualidade, isto é, curase um patrimônio individual ferido, C'Om os próprios recursos de patrimônios similares. Seguro social visa o interêsse coletivo destinando -se às çlasses debilmente econô· micas para as quais a assistência médica e hopitalar torna-se difícil ante a modestia dos salários. rCom a saúde exposta a perigos, estaria o indivíduo ainda mais sob ameaças da miséria em sua velhice, a medida que . decressesse até se extinguir sua capacidade de trabalho. Vem daí, o Estado. movido à cooperação, para intervir diretamente no meio em que vive o assalariado suprindo-lhe as falhas e dotando as entidades produtoras do seguro social das prerrogativas do poder público. Fixam-se, assim, as características nítidas do seguro social pela generalidade do objetivo - o bem estar do povo - distinguindo-se do seguro privado cujo ponto de REVISTA

DE

SEGUROS

vi::.ta se inspira no interêsse particular tanto do segurado como da companhia seguradora.

_ O fim clareia, portanto, o campo .de aplicação, isto é, a condição das pessoas a que o seguro se destinar, como os ri sc ::.. que se propõe cobrir. Ao abordarmos os riscos, a separaçãu entre seguro social e privado cada vez m:::: se acentúa. Nos seguros de pessoas, os riscos no domínio privado são de mais fácil e ime· diata determinação pela particularidade das condições do segurado, por isso, de limitada extensão; enquanto no domínio social, as peculiaridades individuais confundemse no segurado em blóco," tornando ·o risco difuso, complexo, indeterminado e de ili· mitada extensão. Deste modo, o seguro privado oferece elementos certos para fixação do prêmio, ao contrário do seguro social que por não poder fazê-lo, de tal se despreocupa, exigindo o prêmio como fator de receita para enfrentar as despesas com seus associados, não considerado, portanto, como preço do risco, segÚndo a técnica; tanto assim que se compõe das contribuições de três entidades - o segurado, em· pregador e o Estado. Essa característica distintiva do segurá social investe-o de função mais de assistência do que propriamente de seguro, obedecendo, aliás, ao espírito da política social que consiste no assistir o Estado às classes proletárias.

o

Porém o Estado assiste com produto da arrecadação da taxa de previdência, obrigatoriamente imposta à col·e tividade, deparando-nos a divergência culminante entre seguro individual ou privado e seguro s·o cial, ao observar-se que numerosas pessoas que nenhum benefício venham lo567


grar com o seguro obrigatório, ont ribuem em favôr rle tlm!l :minoria que dele se· aproveita. Patenteia-se aí, a - aplicação do princí· pio de solidariedade-coletiva, como nitidamente ressalta o caráter de assistência do seguro social. No Brasil, a contribuição do Estado não logra sair do terreno ideal da teoria, pÓis o que d~ tal se tem notícia, é o crescimento astronômico das quotas em atrazo a ponto de tornar-se impr ovável sua efetivação no futuro. Distintos quanto ao objetivo aos bene· ficiários, a natureza dos riscos e diversidade . d·o s respectivos prêmios, a separação entre tais seguros acentua-se no tocante a organização de sua exploração. Seguro privado ou individual atribue· se a livre emprêsa, à economia privada, e o seguro social ou público ao Estado através de suas autarquias. O primeir-o constitui a indústria de seguros que animada pe· lo espírit o mercantil, as pira ao progresso pela simp lificação das normas administra· tivas e sentimento de responsabilidade, enquanto no segundo, o senso da responsabili dade por condição inerente ao poder público, dílue-se na burc cracia que é a arte de_complicar as cousas simples ento rpecendo a ação do ·seguro. · A ausência do sentimento de responsa bilidade implica na despreocupação de f o· menta ao seguro soCial, na desestima ao valôr de suas realizações,· e daí, voltarem os Institutos de Previdência suas vistas para negócios estranhos a sua finalidade. Mais do que qualquer outra instituição, as autarquias estão sujeitas a intromis· são de políticos. O vulto de suas arrecadações irradia uma influência sideral na inspiração de negócios. Estes, nem ao menos procuram revestir-se de aparência consentânea a investimentos de fundos, conforme há tempos aconteceu com uma pre. tendida aquisição de certo imóvel com o fim de subtrair um estabelecimento bancár io da ameaça de insolvência; porém reve· lam sem pejo, aplicação eleitoral à dema~68

gogl.a polít ica, conforme r cent mente sU· edeu com um depósitp :de 22 milhõea de cruzei r os em estabelecimento bancário suspeito de contestável indoneidade. ~sses fatos que tiveram repercussão de escândalo público, denunciam, todavia, o desvio dos Institutos de Previdência de suas legítimas diretrizes, dentro das quais encontrariam muito qu e fazer em. pról do seguro social. inst ituição ainda em fase di: cres iment.o em plena evolução. · Nenhuma razão existe para estabelecer ant ítese fundamental e irredut ível entre o seguro privado e seguro social, pois t odos respondem em princípio por idêntica idéia - proteção de valores, resguardo de bens, sejam materiais ou humanos, variando, tão somente, a forma de que se revestem na vida jurídica e econômica. Ambos tem sua razão de ser, como seu campo próprio de ação, aos quais deverão se circunscrever, evitando interferência em campo estranho, sempre prejudicial à bôa marcha da orga· nização e para ambos indubitàvelmentc nocivos.

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Fundada

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MAIO

DE

19$1


Companhia de Seguros .·Gerais

Patriarca»

esta a primeira oportunidade que se nos apre senta de analisar e comentar as atividades da «A Patriarca », que vem, desde

1943, elevando a

su o

2 . 476 . 955,50

insti -

tuição do seguro em nosso país. Vamos servir-nos para a presente análise, dos dado s con stantes do último Relatório da Diretoria da '!.A Patriarca », correspondente ao exercício social findo a 31 de Deze mb ro do ano passado e do balanço que o acompanhou . Di.z o Relatório e diz muito bem que o exercício findo foi dos mais auspiciosos para a Companhia , ap resen tando um excedente da receita sôbre as despesás' de Cr$

2. 476 . 955,50 , o qual

corresponde

a

cêrca de 23% sab re os prêmios a rreca dado s. Trata -se de um resultada realmente a uspicioso e qu e

merece,

p or

isto

mesmo ,

ser

d evidame nt e

p ost o

em destaque . A receita

bru ta

passado ,

não

técnicas,

atingiu

da

considerado

a

Cr$

«A Patriarca o

reversã o

no

exercíci o

do s

reserva s

14.564 . 373,70,

acei ta s pel a Cc mpanh ia . no valôr d e Cr$ ......... . 1O. 909 . 1 20 ,50. O s si nistro s liqu ida dos durante o 1950 totalizaram

Cr$

a Cr$

de Cr$ 404 . 724,40, correspondente li soma da segunda e da quarta das verbas constantes da discri minação no quadro acima estampado . O capital realizado e reservas montavam a Cr$ 1 3. 620 . 257,40, em 31 de Dezembro de 1950. O ativo: excluídas· as contas de compensação, ele va -se a Cr$ 14 . 761 . 005,20, assim desdobrado r Imobilizado Imóveis Ações e titulas Móveis e Instalaçõe s

9. 435 . 734,70 60S . S17,0D 298 .1 61,50

10.342 . 713,20

Realizável A curto prazo A longo prazo

1 . 733. 777,40 320 . 563,70

2 . 054 . 341 , 1o

3 . 875 . 66 3,30, inclui -

das as despesas decorrentes dos processos de liqui dação . Foram recuperados, porém , por via de resseguros e po r s al v ad~ s e ressarcimentos Cr$ 1 . 127 . 055 ,90. A cifra a carga da Companh ia ficou , pois, reduzida

Examinando atentamente os números acima . transcritos, chegamos à conclusão de que as reservas da •'/. A Patriarca » tiveram, no ano passado, um acrescimo

figurando

neste total, em p rimeiro lugar, os prêmios do s seguros

ano de

500 . 000,00

aplicação

Disponível Caixa

e

2. 363.950,90

Banco s

14 . 761.005,20

2 . 7 48 . ó07,40, a qual corres -

pond e aproximadamente a 31 ,5% sôbre os prêmios , líquidos de cancelamentos e resseguros , proporção estu que deve ser considerada dent ro da faixa que a experiência indica como normal . Como já dissemos acima, foi

O pass ivo exigível montava apenas a Cr$ 640 . 747,80, podendo -se aferir, por ai, dó situação de folga com que trabalha' a Companhia. Ainda se

apurado

um

ex-

cede nte de Cr$ 2 . 47ó . 955 ,50, ao qual foi dada a

quizessemos ser demasiadamente realistas e lncluissemos aí a verba' referente aos sinistros a liquidar,

aplicação segui nte :

no va16r de Cr$ 646.874,50, encontrarlamos a soma

Amortização in teg ral do saldo de lucros e perdas · transferido$ de

de Cr$ 1 • 287 . 622,30, como sendo o montante do passi vo exigível, muito inferior ao total das disponibilidades, que, como vimos acima, montavam a Cr$ . •

exercí cio s anteriores Reforço da s reservas técnica s,

1 . 497.690,70 em

Outra

do

consequência aumento veri ficado na arrecadação de prémias Amortizações e depredações nas contas de «Móvei s, Utensllios e

322 . 050,00

Instalações Créditos feitos nas contas de reservas

74.540,40

patrimoniais . .. .•••. . .•. .. . Saldo liquido final, colocado li dis -

82 . 674,40

posição da assembléia geral, que deve rá delibort" a respeito de EGl'R O~

2 . 363.950,90. indicaçã.o

do

margem

de

segurança

que

oferece a «A 'Patriarca », tem6-la no falo de que os se us valores ativo s suparam em mais de quatro v6zes as suas reservas técnicas , a que quer dizer, traduzido em outros termas , que oferece ela uma cobertura efetiva de quatro cruzeiros para cada cruzei~o de responsabilidade perante os seus segur-ados. Finalizando esta rópida anólise, não podemos fazê-la sem congratular-nos com os srs. Alcides Estevão de Carvalho, Dr. Paulo Pimentel Portugal e Acc:acio Fonseca , presidente, vice-presidente e superintendente dessa seguradora, os quais, têm sa bido imprimir aos

169


n.eg0<:10 ~

·cfõ'

, O Agente cuidadoso - ~ - to<l o,.; a>;sin• o tievf'nl ser -- !.raia dt• · ~·oloenr npólices, cujos planos ~~ concli çi'íPs mais ,.;1• ajustem às convcniêntins particularf's dt• t·nd n "a,;o, de forma que sPja sent ido, por st;g· urados <' lwncfieiários, a mlia dilsse importante pit· l.rimôniu, cuja mtlllUtenc-;iio, c<lllS(·q iiPntPn! Pil· U>, !'<P r:Í fP itn a todo o r nst o.

e mprê so . uma orien taçã o do • mo i• sa d io s

o con•truli v.a s, de modo a colocó - lá e m posição de de• toqu e

junto ó s suo • congê neres. No marcha e m q ue se proce ssa ram o s ativida d es

da

«A Patriarca » , em

1950, é d e a ugu ra r quo mais

e mai s se re force , no fut uro , o si tuação qu e jó con so-

g~ i u conquistar e m apena s sole anos d e funci on a men to. Não lhe faltam recu rso s poro isto e os resu ltado s obtidos

no

pa u ado exe rcício

são

ma is

do q ue

um a

O <·onf r:í rio •1Íio aéonh•<·t•ria . ~~· o Agf'll· 1'111 ,;i. t·uidassr •i·· fazer >wgu~os quP lh es propon·it•lt:l><~t>m, cl.· il1ll•tli ato, u maior lucro po,;sínl. A caducitlHclP, então, reprcsrntari a u llll'lll •r pre.i uit:u, porq u•• '' 11111 ior, por ccrl.o, sPria o tl1·s· ro nt PnbUII PII fo de St>gurados P IH'III'fi<·iárill,., CfiH' p11 s~a rium a st>r, <'111 eonst•qurneia, opo sitores do SP!riii'O dP Vida. E t•stn hcla in,;· I it.niçnn, eom tudo em SI' H fH,·nr pa r~t sN pnr todo~ Pnn ltPCÍlla, JHIS><a ria a ,.;cr <'PJHk· nada, ))01' ll llO COillj)I'!'!'IHlidn Jl ll l' 'lllelll d P[:l poderia ani'Prir ill(:ontf1 ,·pi,; hP111 'i'ÍI.'ios adf'· qm1clo rpt<' fôss<' , bP Jll I'PIHinzido q n<' fôssr . " trabalho, n ar:iín do AgP ntro.

prom ess a , porque são uma palpitant e real ida de.

te, pen,.;nndo llllitmnwntt•

São Paulo » ··companhia Nacional de Seguros de Vida «

Sob o título "Servir para SerYi r -~e· · , publicou o boletim "Atualjdades'', editado pela "Silo Paulo" - Companhia Nacional dt> Segnros d.• Vida, a oração prollllneiada. prll• ~up c rint Pndcnt.• (-teral de Agênci11s da CompHnhin , no <'lH'<' ITlllllt'll · to _ da .2.' ~essii o dó V[ Co H ~n·~-.;o dn Clube do:-. .\Iilionários da Zona Xort e, rl':tli ~. adn <'111 \T :w.PiP. n o~ dias :10 e :n df. i\larço últ.im ...

P rnfissiío r~t n nossa! Qmlllfo mai~ nPia v in• n1n~ lnni>< 1'1ll'anlnmrt1 · tos nPi a Plwontrmno>< 1 HPnPfi Pin ('111 s na fin :di•l:ld•· " ,.;:1'isl'az f'lll ,.;p11s Jllf'los, · · ~ pir ilnn ht H• Id• · . nl•~ 111 dl' lllnf•·rinlnwn( P. !•:111 IIOSS(I f rah:lffl0 1 )'OI S, 1111'11-; :1 1111· ~·o" · t·nntÍ t l li<' HHI:-\ dc •sf'tl\ ·oh·(•Jtdn n

Foram esta:; as ~na,; palaYras : " Profi ssiíll intPl'PSi'<l llh• PS( a llP>iSll ! . Quanto mai s neb.l Yi\- 1'1lHl~ ma i ~ <'IH'nnf :lmr>n to~ nela encontramns !

..;~f'PillO S ., .

J\ sua finfl lida de, Pm s1, l'lll'f ·!Ta llllW

nobreza sem par. porque ob.it>f i,·a. por I'XCP· tência, o bem na famílill, et>lula l[p ··nj ll · boa formação e de cuja união. dPJWnd t• a . melhor ·Pstrutura · da so•·iedadt>. Uma soCiedade bPm fo rm11da , ~t. o poc!P por forçn da hôa formaçiío das f'amÍ · lias que · a f'OUstituem. E 0 sng·um ri" vida roncorre d!' modo cada vpz m11i ~ ><nh~t anr ial para essa Plcvadn f inalidlldt•. ~er

Se · Pm ~c u propósito é assim dig-nifiéantP :'1 nossa profisf<ão, tamhhn Pia o ~~ no ~e u Pxcn•tcw, proprianwniP di to. por(]ne i>11da profissiona l euu,;eiPntc - f· o mo t odus o;; que constituem esta as:;cmblt:ia - encontram no servir-se, invariavelmente, uma deco rr~nc ia do sewir. N Pnhum t•nida dr> ti. rar pa.rtido em benefício próprio, senão beneficiando, antes, nm lar, uma família. contribuindo CO!l} uma apólice de Srgnro cl t> Vida parn a maior seguran <;a clrssc lar, de,;. sa família . S70

Jllfll :' q tH'

pnd•·rmos o p rnptís it o dr· '!'n ·ir, i"'~''llll ' spr vind11 6 qnr• rfp,·pn•nws ~•· r >' I'ITid n~ . r· qtwn 111 IIIPihor spn·i nnns II!Pilwr .~f 'l Tirlos I:rml11~1 r f-ip~nndo IP11111s I HJ Jnf'SIIIO Bo! Pfill1, 11 linÚf p d<· rf'i <'llt::\o dH '•Siíu Paulo " parn 1 1:--o ...: ( ·g· ~tros inc]i,·iduais fui (•lt•\·<lflo dt• Cr$ 200 .000,00 j•n ra. .. Cr$ 400.000,00, a partir dt• Jant•in• I'· pa ,.;.<ndo .

(~·,~ · ·~ ...• · . ..! ~ .!i~<!i~~~®~~/!J(i·~(i"

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PAULO 8 . JACQUES

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ADVOGADO

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A ÇÓ ES DE S<EGUROS

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es p eciolmc nl c refere nte s a

sinistro s doloso s

(os -

~

sistêncio a inquéritos Policiai s, proce ssos - crime

r. ,

e no Tri b unal Marí tim o, etc. ), e a ções de ressa rci .

(•..

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rnento s.

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ESCRITORIO :

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Rua México 148 -

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(• l

~

Sola 806 - 8" ondor.

:

RESIDENCIA :

•

Rua Raimundo Corrêa 27 - ap . 50-4 -

~ 37 -7897

~

~

.!)@®~®®t!X!X!X!X!X!X!>@~~ MAiO

DE

195 1


IMPOSTO UNI CO 11

Aluído B. Peixoto Economista Especial poro o REVISTA DE SEGUROS Nosso plano de Imposto Único para o• negócios

da Taxa de Educação e Saúde, s&bre uma arrecadação

de seguros está firmado nos seguintes argumentos: ai a orual multiplicidade de taxas deve ceder lugar a uma

em prêmios de seguros por parte das emprlsas no montante de 2 . á38 . 448 mil cruzeiros. Essa receita provém

uniformidade racional; bl fusão dos dois tipos de im postos (lmp6sto s6bre prêmios ou de fiscalização e s61o

dos seguintes ramos: Vida- 40.204 mil cruzeiros, Aci· dentes Pessoais 5 , 187 mil cruzeiros, Aci.de,ntes do Trabalho 1O. 604 mil cruzeiros e Ra'mo~ Elemento·

proporcional) numa única modalidade. Todavia, êste plano serd inexequivel se não levar· 111os em cÕnsideração os seguintes fatores : ai o seguro, entre nós, nlio pode, de maneira nenhuma ser mais en· carecido do que já está, bl o Tesouro Público não concordará com qualquer diminuição de receita. Por con seguinte temo• propósitos a realizar o

barrelrc~s

a ven -

ter.

Tomando por base dados do ano de 1949 (ver quadro abaixo) verificamos que a indústria de seguros proporcionou C10 erário público uma receita de 248.309 111il cruzeiros decorrente da aplicàção do lei do Saio (imp6sto proporcional), do lmp6sto de Fiscalização e

QUADRO DEMONSTRATIVO DOS IMPOSTOS

Fiscal.

I

I

Propor.

I--- -- - I I I Vida I 31.1n I 8 . 949 Ac. Peuoai• I 3 . 048 I 2 . 063 Ac. Trabalho .f 16 . 940 I 2 . 528 Elementares . f 115 . 009 I 66.921 l I - · - - ·-·· -- --·--·--- - -

I

Total

I

! 166 . 174 t3l 180 . 461 !41

I

I

I

I

183 . 314 mil cruzeiros, cuja correspondlncia per·

mentores) e os 26% r~stantes s&bre seguros de Pes· só as (vida e faculdades humanas). Considerando porém que, dos 2. 63S. 448 mil cru• zeiros da receita de prlmios obtidos pelas sociedades do seguros, 1 . 2ó9. 876 mil cruzeiros ,ou seja 48 ,-., são decorrentes dos seguros que interessam li vida e fa· cu Idades humanas, temos que êsses 48% rendem 26% de impostos e os demais 52% rendem 74% • ••

I 1 l E PR~MIOS 121 DI 1949

. E. Sd.

Soma

I I

I l

I

l ,.

Pr~mios

(Cr$ 1.000,00)

IMPOSTOS RAMOS

re s -

centual , na mesma ordem , dá : 16,3% 1 2,1% 1 7,9% e 73,7% . Arredondando as decimais vemos que 74% dos impostos provêm dos seguras s&bre Bens (ramos ele·

71

76 136 384

I

I

f 1 . 674 !41

I

40 . 204 5 . 187 19 . 604 183 . 314

I I I I

%

I I Cr$

I I I

de Seguros

I

1 .000 ~

.

"

I

.--

1 16,3 ( 803 . 6941 30,4 1 2,1 I = 26,31 73 . 7481 ' 2,8(=48 1 7 ,9( 392.434J -14,8 1 73,7 1 1.368.5721 52,0

I

I I

248 . 309 1 100,0

I

I I

' I

12 . 638.448,100,0

( 1) ( 2)

Dados do «Boletim do D. N. S. P. C.:.. Dados da «Anuário de Seguros:.. ( 3) Arrecadação de abril de 1949 a março de 1950. (4 l Arrecadação d~ março de 1949 o fevereiro os seguros de Pess6o s (acidentes pessoais, addentes de 1950. do trabalho e vida). Ora, sabemos pela demonstração da primeira parte dêste trabalho (ver nlimero 355 des· Com um arranjo matemático adequado verificamos, la Revista), que a taxa de impostos que Incide s&bre lambém, que o contribuição dos modalidades de seguros os Ramos Elementares é, despresados alguns . fatores de lnfima lmport&ncia , 15,6%1 logo, a taxa ~o,.;s. ao erário público se apre•enta da seguinte maneira: a receita proveniente dos seguros de Pess&os está para

pondente aos seguros de Vida, Acidentes Pessoais e

a receito proveniente dos seguros de Bens, assim como 3 (três ) está para 8 (oito) . Isto é , os seguros cha-

Acidentes do Trabalho (como um s6 grupo) será 5,8~. #.rredondando, mais uma vez, as decimais temosa Taxa única para os seguros de Bens 16% 1 taxa 6nlca paro os seguros de Pess&as :..:.. 6% .

rnados Roma• Elementares contribuem , em virtude de fatores diversos, com 2,7 vezes mais impostos do q~e REVISTA

DE

SEGUROS

$71


A

de decimai s seria ln conven ie nte.

primeira vista par&:e haver um ligeiro aumento

de 0,4%

para o prim eiro caso e 0,2%

poro o se-

gund o ; mos não a há pelos seguintes motivos : 1. 0 )

de

Acreditamos

acôrdo com o processo fiscal e m vigor a tabela de se l agem

um

estabelece

proporcional ao

« min im um »

prêmio ; 2.'-' )

sôbre

a

sito

incidência

desaparecen do , pe lo

d~ s aparecerá ,

Sêlo,

em

consequência , o

t erminar,

efeito da

lembrar

vigôr,

e

cada

ramo ,

são

que o próprio impôsto. De maneiro que êsses arredon -

exige de cada

dam~nt :s

tado

do is

obj e tivos :

1. ~· )

não

preju -

que

atingido

res p eitado

de

de

acôrdo

de

o

o

nosso

interêsse

o

vária s

de

guias

normas em taxas para de

recolhi·

consome material, tempo e

que

Emprêsa

co m as

multiplicidade

do

necessárias

impo~tos,

menta

a

lendo e

e m virtude

Taxa de Educação e Saúde que às vezes é maior do atingem

que

sim plifica ção

dório de não diminuição do Receita Públ ica, ba sta, para

fu -

são dos dJis impostos em um único , a incidência da lei

do

de

de

Seguros ,

funcionário s altamente

um

número avul-

especializados em leis

dicar o crório público com a dim inuic;ão da receita p ro -

e regulamentos fiscais numa dispersão de esfôrços que

vocada pelo elim inação d a incidência do Taxa d e Edu -

o

cação

110sso

e

Saúde;

2.'-' )

uma

perce ntag em

acompanhado

=

=

~

~

Companhia de Seguros

Capital

"

A mais antigd do notl~ do pais e Reservas CrS 18 391 .987,00 ,.. y

~==

Ramos em que opera : ~=:: FOGO , TRANSPORTES , CASCOS , ACIDENTES PES -

§l

SOAIS,

ª= ...

RESPONSABilllPADE CIVIL , LUCROS CE!'ISANlES E . AUTOMÓVE IS .

:

Sédo: Edifício Arnaldo Basto s (Edifício Próprio) Av e nida Gu.ararapes, 21 O - 2' andor.

§

...

~

Endereço telegrófico : PHOEN IX

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Caixa Postal 104 Telefon e 7646 RECIFE PERNAMBUCO

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Agente em

JOHN

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outra• ~

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ão Paulo

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BOA VISTA, ~45 Sala:. 112/3 ;; Caixa Postal 604 S

111 I111 t 1111111111111 [ 1111111111111 t liiiiiiiiiiiiUIIIIIIIHIII t11111111111ã

J .A .N E l R O

Companhia Nacional de Seguros Gerais AV. RIO BRANCO, 91 • 5 .• And. Telefone 43-7745 SEGUROS

lncendlos Tranaportes Ac. peaaoals· e

Ros p

DIRETORIA

CAPITA L

572

S.ubscrlt_Q

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[Admcu leleoralico :

RloRis c o.

Rio de Jancira

Civil .

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DR , 8ARTHOL.DMEU

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MAI!IO GUIM&F!liES REI S

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RIO DE JANEIRO

I...

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I

R UA "SÃO BENTO, 26, 1."

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Mantem

Walter, cokercio & Representações· S/ A. Tel'efone 23-1855

w

oindà ogéncias em toda• as principais praças do país.

Agentes :

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SÃO PAUlO WILSON JEANS & CIA. LTD,o\. Rua Três de Dezem bro , 38, 4. ' sobreloja.

UNION

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evitar. Eis o

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Agent es em :

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RIO -- WILSON JÉANS & CIA . LTDA . Av. Rio Branco, 26·A • 8' an~ar.

deve

Fn ci(>nando no Brasil J esde I 870 FUNDADA EM I BG I

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ASSUR~NL[ ~ GOMPAN.Y LIMITE O ·· ~

:........ COMMtRGIAL

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Fundoda em 1 869

pode

Seguros Terrestres e Marítimos

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i= Phmnix Pernambucana ~= "-§~= §ª = :::

raci onal ização

maior propósito .

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gllllllll Clllllllllllll [ liiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIIICliiiiiiiiiiiiC lllllllllll_g

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mc derna

~'f$IOENTE

ANACL.'ETO - DO - NAS CIMII NTD - SE CRF U• ro

.

DA . FREDERICO RADL. ER DE 'QUINO JUNIOR -

. $U,ER INTEN !ENTE'

Cr s 3 .000 ,000 100

MA IO

DE

19ll


Elimin-ando Acidentes do Trabalho O . M . Solles Especipl 'P"'n o " REVISTA DE ~EGUROS »

A

Companhia

talando -se Rio,

teve

:6bre

em

então,

a

mécfia

<1cidentes

qve

Nacional

1933,

em

d ezenas de

os

403

Cir11ênio

de

São

Po rtland,

Gonçalo -

dos

seus

em pregado s

ind ustriório s)

afastaram

vitimados

d e finitiva

ins-

Estado

ou

de

lu iciada

por

Deve-se

preciosa

intenso

campanha

lí sico

dos

de

seus

p roteção

auxiliares ,

O

o

instalação

em

Abri l

do

de

de ss a

pr ovidência

declínio

q.ue

afasta

de

de

ded icad os

em

cada

c:xe.·clcio,

a

Interno

do

que,

orientado s pela

para

de

ocisua

na

DE

número

Prevenção

grande

CIMENTO

Fóbrica

de

e

Janeiro.

poro

·sários aos seus, quanto útei s ao país .

sado em saber que talvez a seu próximo -

.orgoni~oção industri al

.se nês se dia ,rório

_cada

homem

110

pod ero so

do cimento Mouó , Completa ram-

prede stinado , dois anos

de Guaxindíba

iescra vizom o

mourejam

ficou à

em

incapacidade. paro . a . luta

de

anexo,

os

conhecimento

da

seus

felizes

público,

resultados

sempre

interes parente,

es tá são e salvo, graças aos obs ·

tinados cuidadas de uma

plêiad e de homens extrema -

do s nos seus intuitos generosos •

ciais

O

significado ,

sob

e

econômicos,

dêsse

os

seus fato

vário s

aspéctos

auspi cio so,

é

so -

eviden -

ciado pelo interêsse profissional , inclusive no selar d!l seguros, com que são vistos os felize > cometimentos d ~

dia . Testemunhas . da _pe rseverança

.:;,itório1

gráfico

amigo ou vizinho -

que o ope -

libertado d e acidentes que

o

da

do

qu e

dão

PORTLAND .

meros

todo s os

(C~ ,

C . I . P. A .

A<identes)

atuais

poro

obse uã "

funcion6riC$

da

A dato última de 13 de Maio foi ogradóvelmente

catft ·

deu a

'morte ou da invalidez , centenas de moços. tão neces -

marcante

sctndÓ

, ,

vit6rig

administradores

verificados, desde a

1933,

.N ACIONAL Rio

c:alf1dO

inconte!.lávelrnente

Companhia ,

missão

perda de tempo

COMPANHIA

magnífico

da

vida

número

quinquenal

Estatística

vt:m

ponha , sen tido e vivida de hora effl hora, à

t e mpo réario-

dentes com

exemplo

re\f é ses

sequer no grande fábrica de Gua•indibo .

( 44

men te do tra ba I h o. e O integrido~ e

tais

qu o no último de 1950, não se registrou ""' único acidení~

do

permitimo-nos

expôr

aqui

dêsse com

gesta os

h uma -

breves

Companhia Nacional de Cimento Portland :

nú -

~llllllllllrllllllllll_lll rlllllllllllll t Jllllllllllll [ llllllllll.ltllllllll U111 t lllllllllllll tl llllllllllllt li II II i 111111 t lllllllllll :i: lllllllllllll t l 111111111 llÍ":

~

SUN Insuranc.e Office Limited.

i

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CAPITAL DECLARADO E REALIZADO PARA O BRASIL Cr$ 1.000.000,00

i

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FOGO - TRANSPORTES- TRANSITO- VIDROS

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Agentes: S. A. WHITE MARTINS

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Beneditlnos·1 a 7

Rio

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REVISTA

DE

SEGUROS

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573


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Seguros

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FOGO TRAN SPORTES - CASCOS --- R'OURO - ACIDENTES PESSOAIS RESPO:\TSABTLT DADE C l V IL AUTOM óVEIS

c i;:;

Sed a no Brasil:

AVENIDA 'RIO BKANCO, 128 - 4. Andor

TE-LEFONE 52 -4018

0

~

Rio de Janeiro . Representante Geral: Dr. ANDRt MIGLIORELLI

i

ii w

Sucursal em

i=

SÃÓ PAULO , Gerente:

= ii ~

rua Dr. Fa!cão Filho , RICARDO BONOMO

1O. • -

56,

Caixa Po stal n. 7387

Agencias em

5

PORTO ALEGRE , rua Siqu e ira Campos, Agenda Brasileira de Re presentaçõ es FORTALEZA, rua Pessoa Anta, 73, c. Companhia P. Machado Exp'ortação e SÃO LUIZ, Maranhão, rua ·P ortugal 199, MARTINS, IRMÃO & CIA .

S

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1 . 193 , - S.'' Lida . postal 185 Importação

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( Rede interno)

I

Capital ré a'lzado Cri 3 000000,00

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Mat riz:

Avenldo

Presidente

Varga •,

290

-

11. • -

Rio de Janeir o

DIRETORIA

VIVIAN LOWNDES ·,

DONALD DE AZAMBUJA LOWNDES

P"RIESTDENTE

VICE• .. RESIOENT&

LUIZ SERPA COELHO

NESTOR RIBAS CARNEIRO

DlftKTOft

DrftltTOIIt· SUPEIIIINTENDENTif

CONSELHO FISCAL

Dr. Reul Go11111 de Meios Dr, Joio de Alconl.lre Dr. Antelo Morlo c.,ne

SUPLENTES

Johonnet M. F. X. Drolshosen fren~sco S. R. de Brito Filho Morclllo Mourio Guh..riet

CONSELHO

Ql:ft~N TII

CONSULTIVO

C.rlo• Gul11rd Atulor JooqJIIM Moroe1 Cotorlno Autullo Morque1 Volente Be•lo'•l• Ferrelre G. Filho Lula Cerlo1 Ped.,nelre• Roberto Cerdoso

Sucursais: SAO PAULO-RECIFE-FORTALEZA-SAL VADOR-P. ALEGRE-B. HORIZONTE

..

..

~--------------------~.-u~,._..~~---,,~, ~...., 574

MAIO

DE

1951


Séde : SAO T'r\ULO KLI .<\

.JOSJ'i.

HONIFAUO

27R - J.v

CA IX A

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ADALBENTO FF.RRF.If?A DO I '.LLLF. -- . lth•n(lado IJireto :· do Banco. Sul Americano do Brasi l S. :\ . Diretor da TmohiJiaria Ttaóca Ltda. ]'residente da Companhia l ~rasi l ei ra de F iação. \ ' ice- Presidente ela P<lllam Propaganda e Pr01noção cndas

de ·\'

nN.

Sk.

LU/7. DE MORAJ.:.S BARROS - /ldvogado Di retor do Banco Sul Americano do Brasil S. .~. Diretor da [mobiliária Ttaóca Ltda. GERALDO

GUiLHERME

BRACSAK

Chefe Geral ·da Produção

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SR. ROMEU LEAL Gerente Administrati\·ú

SR.

CARLOS Tesoureiro

BRECH

A PRUDEJ\'CJA CAPIT.rlLJZAÇAO foi autorizada a funcionar pelo Decrc'o n ." 19.380. de 22 dr Outubro de !930. do Govêrno Federal, e é fiscalizada pelo Depa· tamento Nacional de S eguros Privados c CapitalizaÇão.

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Rep_resentação Geral paríi u Brasil : Av. Presidente Yargas n.o -+6J-.-\, 5~- - ~11dar R IO DF J A :\TE TRfJ

Font: 23-2-+2r ,

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Agência Geral para o Est. de São lJaulu : 7." e 8." a11dar R ua São Bento n ." 500 Fones : 3-6696, 3-9397, .3 - 5CJ63 t' ~-589Q SÃO PA 1'T.()

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Hrasi l t·nl 2 de Ag-osto do nno ant(•rior, pelo Vt·· (·rcl<> 11. " 25.29±. Dntnvn, poi!>, tlc nwno de dois anos o func ionnm rnto da emprêsn, no Brnsi l, fjlll\11tl0 St' !'l1CCl'l'Oll O Último exe1·cício SO!:inl. \ ·;ut ws cstnbclrccr rápido, porém C' lueidnlil'll, nonl'ron to cutre os dados dos dois ú ltimo,; baL, , ~o~ da "Cumpanltia", pelos quais ver{L o leitor : lol t~·" tli ~tfi.M ia ]H' 1'<'mT irln. Pm tãr, 4' Lirtr. esp n<:•, dt• IPI11Jl(J . ( ' wne~t·tno s l•l'ln,.; <·tJJt!tl ,.; tlt· l't•eeita: lnd ice<

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dP o de1·ido d c~lnq ue é a eonrspondrnl <• <~s r endas de inYersõcs, que ating·irnm no rxPreírio p11,.;. sado a Cr$ 381. 176,50, proYenirntes, nfl. qun i tota lidade, a juro,; dr títulos de renda e dr dr11 t't sitos bancários. P assando rm n •Yista o AtiYo na data do t>iJ . (Prrnmrnro do~ sens dois últimos hnlnn~os, PllCo:Jl · trnmw; os srgninlt>,; dados: : indices

1949 Títulos

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1949 = 100

1950

3. 1 25 1 179,30

3 . 578.748,30

345 . 108 ,20

382 . 868,00

114 111

1 . 019 . 542 ,30

5.322 . 969 ,00

522

2 . 399 . 458,30

8. 135 . 200,00

'339

1 . 362.761,80

1 . 428 . 842,1

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105

8 . 252 . 049,90

18 . 848 . 627,40

228

países até onde tem ela cstrnd ido a sua 1·êdc dt• Agências. Fnndncln. em 1855 - há quasi um século, por tanto, - na cid ndc ele Xt>\\'nrk, Estado de New 577


.lt-rsey, nn Amcrl cn elo Norlr, goza n "!Ciremcn's'' ti o. eXp!,tiênCÍil Hdf(llÍriclfl CO\ (fio- Jnrg-o P~pt\~0 flP· tempo num meio colno o em qur orig-ini1rinmrnt•• sr estnbelereu, no qual n t6enica ,, o :HT<>.io se irmanam, como dnn,.; fo rçns :s inérg·itns r ,.;i nl'ronizndns, pnrn os tdi.os cometimPnt·os <ln indÍI ~t rin, íl<• <·ompr·cio, dns lrt rfts, cií'o ru·ins r nrh·s r Pm torln~ " qnaisqner dns mnltifonnrs mnni l'rst n ~ ii p;; rln 1•spírito criador do homem. De um meio assim tão bem dotada pl'la cnpnl·idade de seu poYo, ex pandiu-se a "' Firl 'lllCn',;" .mnnc]o n fo rn, rm bu ~ca de novos •·nn1pus d .. :tti vidnlles. C'llmprindo notar que o nrftsi I. :t vis1:1 1l<· itu' qnh·ocns mnnif r stnçõrs de autoridadr, ofirinis P nir mesmo clt• nossa lrgisln ç1ío. fo i do~ úll"imns H parti<·ipar de sua eooprra~iío no r.:~ mp o 1lo ~ 1'!-:111'0, poi s, c-omo já dissemos, sua i nst n1H ç1ío o>nt r1• nós sr <ll'n soml'n t-1' no prinu•iro srnwstn•

- - 'l'ítnlos dr l'Ptitla - - I J 8~ 7-Lf>17 .:-!09 .34; x :1 .._, IH11Hío~ - l lB:f; fl. O!l.C) . R::l7. !)0 ; T111óveis ~ - ~ - · :i . ·u7 . tlOO . 00 . Por ê:-;l t·,; dados, bem se podt :ll'nl in r :1 pnt Prwi: d idaclP da "Wiremen's", que t·ttloi·a, prc•,t'JI!t'lll <' llt<•, l' nf n· :b 111:1 in r1 •s empr~ tlt• ~l'g'lii'O III J Billlt(]tt.

d!' 1!)40.

.K:In (., poi,.;, dP n<lmimr o sUCI'~SO dn "F~ r cmen's. 1'111 n· nós. :-<oh :, aç:iío t·onjng-ndn de dou for<;as - o t·<JtH·Pif., mnndial dt• (jlll' p;oza n organ izat;iíco c• " pn•st íg-iu p1•sso11 l Jo ]) r. Hrnu1!Jair, qn <' (., "" •·:1~0. l"'l'<· i,.;anu•nfP ''t hP ri,~· l d mnn in t hP rig·llf l'lnl·t •".

Pl'lo hnlnn ~n <In Cnsa. Mntriz. 1'111 :31 1lr D t•· '-<•mhm d<' l !)40. último que temos <'111 miio, o A t i. m tln Compnnl1ia r levn.sc n 1 T S~ !Jl .178.G;'iii.1 O. ou sPjam ccren d!' i! ois h i Ihiies <lr rr nz"i rns, ent !'(' c·njns Yl'rhn s pocli nm ser cll'stnefHlns a,.; sl'~·nintl's :

(Jpt'·nt n ('otnpn11l1ia tw,.; rn1111>s d<· 'l'r:ln s porf< •s. Cn s<·ns, ltPsfHlnsn hi lidndc· .\ <·i dr·ntrs P rssonis, J\ lt(•llllÓveis, Vidm,.;, Ronl10, l.u.·ros ('pssan tr s, C1rcvPs r 1'111nn ltos. i\ sll n A).!'P n<'i:l On.nl para o Hrasil l'~!Ít í'Oilo l inda ;, "J\nwril':lll lnt enwti"nnl l ' nderwri!fl'l HPprl'sl'ufn~iir:-; Sj .\ ." , dP qn~: é prPsi<lr•nte o eonlt<'ci.Jo "rpputado tÍ><: ni <:o Plll qu <'sfc•I'S lignd~s fl•r :-;Pguro. nr. O.Jilou ele· RPlltt<' lnir. qnr (>, tnmlX.m, JWes idc•ntl' do S in cl i,·ato d11s Ji:1Hprf.sns dr Spgur os PrinHios ('npital iz :H~iío do Hio 1ll' .l:illPi rn.

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Dia Continental do Seguro :'vlais unta \'Í::z o SI \fD f C."\ TO DAS EMPRSSAS DE SEGUROS PRIVADOS E CAPlTALlZAÇ~O DO RIO DE JANEI RO comemorou, em 14 ri e maio, o " Dia Continental do Seguro" - comemoração essa que também é realizada. na mesma data. em todas as nações do continente americano. :\ Diretoria do Sindicato aproveitou essa uportuu idade para inaugurar a sua nova sécle à Rua Senador · Dantas n. 74 - 13. 0 pavi- .. 0

mento, que está ago . :~ dotada de instalações condignas , de acôrdo, portanto, com a grande dass<.> f!U C representa. i\ l.arcado para as 17 horas o início da solenidade, já às 16, 30 as dependências do Sindicato se encontravam repletas de convidados. Precisatnente ús 17.-+5 c sob prolongada salq. rle palmas, o Presiuente elo Sindicato, ·nr . Dr. O dilon de Beattdair, abrindo a ses-

Porte do os•istêncio ós comemoroçé5es do «,Dia Continental do Segu ro » no Rio.

são, convidou para fazerem parte da mesa o SNR. DR. NILANDE MEDRADO DIAS, que vinha representar o Prefeito do Distrito Federal SNR. DR. JOÃO CARLOS VITAL - o primeiro Presidente do Instituto de Resseguros do B: asil e a quem as Seguradoras tanto devem - e que só por motivo de força maior é que não comparecia; o SNR. DR. LOURIVAL DE AZEVEDO SOARES. Diretor do D . N . S . P. C. , muito tem feito pelo seguro e que sempre tem dado acoIIEVISTA

DE

SEGUROS

lhimento cord\.al aos Dir~tor es das Sociedades de Seguros e de Capitalização; o SNR. DR. PAULO DA CÃM,ARA atual Presidente cio Instituto de Resseguros do Brasil, tam.bén.t g-rande amigo das Companhias; o SNR. DR. PEDRO V ALENZUELA V ALDERRAMA, Presidente da Caja Reaseguradora do Chile; e que se encontrava de passagem pelo Rio de janeiro, e o SNR. DR. DAVID CAMPISTA FILHO que dentro de poucos momentos faria uma Conferência sôbrc o seguro privado '*


l<d itllando que sendo a ~aJa llJuitn' pcqucll(l" podiam. iriT t li 7Jnc·nt< '. f'a :i.e'1· tlcl:'i

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rumo

deseja\·n.' .. ntras

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da s Lptt' ;e encont rnv:ut1 11" J<'t:inlu. ru JI11>. pur t·xt' mpln. o S:\R. DR' . . \ . ITI. C. \R S . \~ TOS. .t·x -D íretor

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l.cr:t l dn D. \J. ~ . I' . (' .. ,, DF -

l'l ' T _·\DD S'\' 1 ~. m~ . fOSÉ . \l ' Cl'~TO. ,,

SEN_ \ DOR S\'H. IIL 'CO :\f. \fJI-.: 1~. ,, S\: 1~ . DI~ . . \ D.\LRERT<l ll .\1\ CY. llird,,r do 11epartam ento l .cga l elo I . R . IL. a S f.:\: li 0-

Person al idades c.!o

. .

~cç;uro p

l.:.n,\ J>ULCE 'H>I·U\~,Ã O . qnc cs ta\'a rc. prescntando o Vice- Prl'sidentt- cJ,, 1. R. B .. SNR. DR. RODRTGO D I·: .\ :\DR:\DE :\lÉDICIS. o S"\TR. DH.. \ ' IL'E\TTE DE P .\'l. LO GALLIEZ c o S:\TH. DI<. :\\' GE1.0 . L\ RIO CER:\E. Conscll ,t·ir,, dll I . R'. R. O Presidente d o Sind ical" dis ~ l'. t ntão, que a data era d fc,;ta para t<,c\,,,;, 11111a \'(·z '11\e se comemora\·a c DL\ CO\'T I:\f.: \:T.\L I lO SEGURO . sugerido C'! n I C)-f(> 1\\tllla rcu-

mesa que pre si diu a s comemorações do << D:a C .... nt.nental do

$~·-~·to » ,

reolisodos no sede do Sindicato dos Empresas de Seguros e Capitalização da Rio de Janeiro, Da esquerdo para a direita estão os · senhores Dr. David Campista Fithp, conferencista , cuja o ração · · vai em oulro logqr; Dr. Pedro Volenzuelo Vald errama , Presi dente da Ca ja Rea segurada rq do Chile; o•. ,Nilanc.lc Medrado Di cs, representando o Sr. Prefeito do D. Federal ; ,Dr, qç~ijop, _de ''} Beaucla i•·. Presidente do Sin dicato; Dr, Lourival de Azevedo Soare s, Direto r Geral da DNSPC ;.. Dt. Paulo d(l. Camoro, Pres iden te da I . R. 8 . ; e Dr. Carlo s l ea l Jayrçlon, ,.,-/ J .. • Di ret or do Serviço Atuarial do MTIC, . .....- )~~· " ,'. .-~\r• . :,..:..c.. -\l... '"";-:~ S.. .:~·:;..~: .~ . t

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R~f~rindo -se

I Temisf é r ica de S eguros. realizada em .'\m·a

à ];>t)hliçaçà() feita nos jornais sôhre a HISTORI :\ DO EGCI~O J\0

York, c que:. em vi ·1tude de deliberação da 2 ." (_',on fer ência, reali zada en 1 19-1-R,. no l\ léxico.

a melhor [orma que a Diretoria ach o u para

nitto do Comité Pe rntane,nle ela 1.'' Conferência

naquele menH:nto en1

todos os pa íses das

.\méricas esta 1·a sendo comemo rada essa data:

J-\RA SI L. o Snr. Presidente declarou que foi comem orar o DIA CONTINE?\Ti\1..., D<) SEG U RO realizando-se, ou trossim . a Confe-

c len o. telegramas ele congratulações recebi-

rência que, dentro cl~ poucos minutos, te l' iam

dos ·de di,· er~as personalidades e A ssociações

a satisfação de ouvir do S?\ 1{. DK DA \"JD

de Seguros da América do ?\orte, Equador.

CAMPTST.

Cuba e Perú . bem como -elos Sindicatos dos E . taclos, do Snr. Diretor Geral do D. N. S.

técnico· em seguro c a quc111 rendia as suas

P.

C., dos .Comités ele Segmos estaduais.

Companhias ele Seguros, etc. 580

FILHO. indiscut ivelmente um

homenagens. Aludindo à s no vas instal ações <ia casa o Snr. Dr. Odil.or~ de Beauclair declarou q.ue . MAIO

DE

19..51


representavam um grande esforço e uma aspiração da Diretoria pois tornava-se necessária uma sécle onde os Seguradores pudessem receber, sem acanhamento. as autoridades que o ,·isitam. os Direto :·es elas ..-\ ssociações ele Seg-uros estrangeiras. realizar as suas ·assembléias ge rai s. etc. "Temos portanto, agora declarou o Snr. Presidente instalações de que nos podemo. orgulhar. graças it boa yontacle das "Cotnpanhias de Segu ros c ele Capitali_zaç;'io. '' Fsta Casa é nos~a. é de todos nós - acres. cCntou o Snr. J)r. Odilon de Beauclair. Disse. ainda. o Snr. Presidente que as alua:s in slaiaL:r)('s d., Sindicato rq)resenta,·am o g rand e sonho dos Diretores, que passaram pcl;_, Casa .. alguns d()s quaís in f;li~t!IC! ttc j:t dt·saparecidus, rotuo os .Snrs. DR. J0.'\0 J> 1 ~­ ])J~ElfU DO COCTO FERR ,\Z _IL'\.:10.1~. 1 rinH.:in' I 'rcs:denlc ela .. . \ ssociac:âo el e Com p;itthiüs de- Seg11 · os" antecessôra d!i Sindicat o; 1'.\l:LO C0~11~S DE 1L\TTOS que múitlls s cn· i~os prcsto11 durante o tempo . ct.it cjue éxer!'l't' " cargo ele Diretor Secretário Geral: DI~. Cl('T ,\ YIO D.\ nOCJ-T.\ MT"R'.\ND.\ - o Jlrcsirlentc - cl:plontata ~ que tantos ass11ntos 1 e~o lu · u nunta ocasião em que se tornnu ne..-< Cssúri;l, unta ação trabalhosa: (' c.\ I~ r.o :'lri ~ TZ 11111 dos fundadores ela "Cia. lnt er·nacional de Seguros-'' e (b antiga · ~ Associação dr. Companh'as de Seguros " . que deixou em todo~ uuta g --ande saudade pelo espírito fino de que era dotado. pelos conhecimentos técnicos profümlos i'tue possuía de todos os ramos d~. egu ros e a quem mui tos recorriam par;\ receber os seus en ~ inatnent<~s. O Sn r. Dt'. Odilon de Beauclair rcferiu -~e bastante comol'i'do a esses g randes Seguradores e solicitou · aos p--esentes. como homenagem a esses Diretot'es e prm·a de saudade. um minuto de si lênc;ó •""'-:. o que foi feito. O Slit'. lk D .\VTD C\1rPIST_ \ FIL H O fez então. um a brilhante Conferência que ,·ai tránsc·rita em outro local. sendo que depois ele suas últintas palavras recebeu uma ~afva - cfe palmas c os agraderilllentos e felicitações do Snr. LJr. Odilon de Béauclaír pelo seu explcndido trabalho. J7alou a seguir o Snr. PEDRO V ALEN-

ZUEL\

VALDERRAMA, Presidente da "Caja I~ easegurad ora do Ch ile", para fazer uma sa uda ç~io aos Seguradores elo Brasil gentileza essa que fo ! agradecida pelo Presidente ' do Sind icato. que, em segu ida, leu uma tarU.1. da Cia. de Seguros "A t-gos Fluminense", nos seguintes termos : « Rio de Janeiro , 14 de maio de 1951. limo . Sr. Dr. Od ilon de Beauclair Nesta Capital Co rdioi ' saudações Desejava atender' pessoalmente ao ··insistente convite

qu e· foi leito à m / Companhio, mos hoje, o meu estoao de· s·aúde

não

memorável

perm(te

o

meu

comparecimento

a

essa

reunião .

Me u colega

Snr.

João

Rodrigues Teix e ira

Junior,

representará a velho Argos Fluminense .

Aproveitando a feliz oportunidade da inauguração da Séde do Sindicato das Emprêsos de Seguros, nêste 14 el o

maio, que coincide com o

Seguros ,

pedia

o

presentes p ropo s. to

V.

a

est a

quf'

S.

solenidade, em

faço

Sindicato,

homenageando,

hoje

já

sido

o

senta

o

grand e Edifício

à

de

aos

sala

das

« Solo

sócio:i

que

do

Carlos

Vi -

data, além

obra

o

com

reuniões

João nesta

importante

Imobiliária

noss,os

concordariam

nacional,

desta

da

se

igualmente,

vulto

realizador

o

dar

n~me

nosso tal » ,

dia Continental de

consultasse

de

que

Segurado ras

êsse ter

repre-

Reunidas,

f : i o. primeiro administrador do In stituto de Resseg uro s do Brasil, que, tontos e tão grandes benefícios trou xe ao seguro nacional.

Envio, Pres.fdente e pela

pois,

á

competen~e

zondo

ô

testo

o

meu

apertado

abraço · ÓÕ digno

todos os seus companheiros de Diretoria , e· at iva

dêste

odministro~ão

nosso

tão

que' vêm

reali·

util Siricfí'co.to" e:. com

o

m~i. or consideração, subscrevo-me,

d'e Ass.

V.

« Américo

s·. Rodrigues »

l'osta {:Jll d:scus~ão a propost·a do Snr. •\mérico Rodrigues. foi a mesma unantmt mente apruntcla, sob aplausos. O Snr. Dr. _\NGELO :MARTO CEltXE. a quem foi dada a palavrá, declarou pelo microfone. que havia chegado h~ dias ela. E uropa. onde l'i sitara d!,·ersas associações el e classe. estando. por esse motivo, habilitado a asseverar que as instalações do Sin - . dicato do Rio eram as melhores e as ma1 s elegantes das que tivera ocasião de l'('r. Disse, (élmbém , o Diretor-Supe.ji) l


rintendente da " Cia. Internacional de Segu1 us" , que. na Europa eram, em geral, remunerados os cargos de administração dos órgãos seguradores e que no Brasil isso não acontecia; e que como os atuais Diretores do Sindicato elo Rio têm sido de um esforço incalculável , na defesa da classe, propunha que com uma vibrante salva de palmas, os presentes demonstra ·sem á Diretoria a sua gratidão, o qu e foi feito prolongadamente.

Por fim o Sr. ODILON DE BEAU· CLAIR solicitou ao Dr. LOURIVAL DE AZEVEDO SOARES, Diretor do D. N. S. P. C. , que oficialmente declarasse inau· gurada a nova séde do Sindicato o que foi feito com os aplausos de tod os os presentes, depois do que foi ence rrada a sessão. A pós o "cocktail" o fe n·c ido pela Di· retoria, terminou o fes tival que decor reu com grandes clemonstra<;ões d l: so lidariedades.

O Dia Continental do Seguro em Pernambuco Foi, êstc ano, comemorado com todo o brilhanti s· Por iniciativa do «Comité local Pernambucano de Seguros », o que aderiram

senão par meio do palavra . Auim é que, embora •• trate de um dia útil como é o de hoje, não podemo1

mo, em Pernambuco , o <s: Dia Continental do Seguro » . numerosas seguradoras, foi

deixar de tomar um pouco do vosso tempo, fazendo· nos ouvir, ainda que de moda simples e resumido.

levado a efeito, no «Salão Azul » do GRANDE HOTEL.

Não vos assusteis, portanto, vendo-me tomar dP

do Recife , um banqu e te assaz concorrido, do que, ali6s,

palavra, parque não é um discurso quo vou pronun ·

dó mostra, o flagrante fixado no cliché q•Je vai estam ·

ciar, mas uma saudação aos que aqui se acham, e que

podo no rodapé desta p6gina.

emprestam, com suo presença , brilhanti smo li esta n: ssa

Alóm de vórios representantes e diretores das sociedades de . seguros em operações no Recife , compore·

festa .

ceram ao

~gope

o Dr. Hélio Tavare s, representando o

Prefeito da cidade, o Presidente da Associação Comor· cial

de

sr.

PernambiJco

Beroaldo

Melo,

Regional de Seguro s Dr. Addias Tóvora, Seguros

Dr.

IRB

Recife

em

Fernando sr.

Poashaus,

Vonor Moura

e

e

e

Delegado

Inspetor de

Representante

do

Neves , jornalistas e

figuras de desloque nos meias econ6micos locai> . Ao « de sse rt » , dirig iu o Sr. Sigismundo Rocha, Pro · >idento do «Comité lcco l Pernambucano de Seguros », a seguinte

saudação

~ x perimcntamos

aos

presentes: « A sati sfação

qu e

nêste momento não podemos exprimir

Como no ano passado, co.memoromos, nesta dota. o DIA CONTINENTAL DO SEGURO. Sóbre a significaçao dessa efeméride, poupor· me ·ei o trabalho de discorr.f. pois que, dentro de minuto s, no> folar6, com a suo acatada palavra s6bre tudo q uanto ao seguro se refere, o nossa companheiro Luiz Mendonça, nome já conh•· cido e de largo prestigio entro os seguradoras do lodo

o pais. Em 1950, justo é recordar, po rquo nisto vai ""' pouco de vaidade nossa, festividad es fo ra m realizados em

todo

o

Continente

Americano,

comemorativas do

Banquete oferecido pelo Comité local Pernambucano de Segura>, no salão azul do Grande Hotol , em Recife, na passagem do « Dia Contine ntal do Seguro ».


Seguro,

sobressaindo

as

que ,

no

Brasil ,

'

dos

órgão s de

publicidade

do

que

Maior,

foram

a efeito aqui e no Rio de Janeiro, e qu e me seguro,

refeos

tiveram

se-

pois,

ê

o

nosso

contentamento

nos

manifestações

de

os

qu e

mais

regosijo

pelo

Seguro em 1950, promo veu urna

com

o sentido de confraternização do classe seguradora de Pernambuco , pois que , não desmerecerá esta do brilho que aquela teve, não faltando motivos a

entre

hoje,

a festa que realizamos, à qual se pode dar também

lhe empres-

relêvo e importância .

tarem A

presença , para

nós

seguradores

cedora , dos ilustres convidados

(O

muito

desvane-

Prefeito do cidade,

o

re presentado pelo Dr. Hélio Tavares, o Presidente da

se-

Associaçã o Comercial de ·Pernambuco sr. Seraaldo Melo,

figuras do meio segurador local e de pe ss a ·;

o Delegado Regional d e Seguro s Dr. Abdias Távora , o

de que se revestiu tal solenidade ,

sentant e do IRB em Recife sr. Vanor Moura N.wes e o

nós o devemos à f iguro marcante

jornalista

obteve

êxito

alcançou

das

excepcional,

autoridades

com

tio

Inspetor de Seguros Dr. Fernando Paashaus, e de justiça re ferir,

Carlos Bandeira de Melo , que, encontrando-se entre atendeu

ao

desejo

que

monifes toramos

de

ouvir

Paulo do Couto Malta),

Repre-

jó seria razão de

sobra para imprimi,. à nossa comemoração um acentuado brilhantismo.

Agradeço,

autorizada sôbre que st õe s de seguro.

pois,

em

nome

do Comité

local

Por -

Aspecto de quando falava o orador o Sr. luiz Mendonça , Secretari o do Comité local Pernam bucano de Seguro s, sô bre as homenagens prestadas por aquel e Comité à data de 14 de Maio. noss os ilustres convidados contribuíram paro o sucess o comemo raçã o , o seu

honroso comparecimento. E

por fim, que se faça ouvir, sôbre o dia de hoje,

;\. \S GFJ ~. \1S. c111 COill e1110ração an dia l.f de ;\laio. DI\ CO\""TII\f.I\'TAr. J)Q- SE-

GURO: ;, Caríssin1 os co legas . scn h ores:

seguida , o sr. Luiz Mendonça, cujo dis -

Em ol,cdiência its <Ír<k11s en 1anada · ela

que con stitui uma clara e completa ex plon oc;õ o do s

sup rema direção desta casa . estan1 os aqu i. fa/:emlo-nos falar 11 ·~ta s(J icnid ade t;"w s"111p ~t ­

Falou, em

nt es motivo .'i em qu e se fundam e nto a importância

« Dia

Continental

do

Seguro J- ,

vai

local desta ediç ão.

Conlcn~lH: i · t :-; ~·~

prullllllc:acla pelP Sr. Joãn por ncasi;i.o das ~o l e nidad es

peln Sl NDlC \TO DA S E:\'1Df. SEGUROS PRIVADO S E NO ESTADO DE :\•f! DE . SEGUROS

e tão oport 1111<1. (~ Slllllaln<·ntc honroso pa r?. nós es:-;a pn11·a de con iiam:a c J'O · :sso llleSll!(J se ntimo~ a ;.:-ral· icJ :Hi t• da nossa I e::;JlOil SabiJidacie por n;-tn possuirmos os cabec\ais t ica

nccessúrios para o

I HJ I11

desempenho da tare-

fa. :tllas, como soldados que somos e que formam os fileiras déste grandioso exército dos


trahalhaclores elo seguro, é que estamo procurando desempenhar nossa missão. ·Há. no acatamento das órelens, nüo só o espírito hierúrqu:co. como tambén1 a nossa b )a H)lltaclc, o nosso desejo ele cooperação. que por sí sú~ justi fican1 as nossas ia lhas, merecendo o percliio dos nossos carí ssimos colegas e ele tudus aqueles que aquí no~ ouYem. O "Dia Cont in ental do Seguro" fui 111Stituidu pia Scg1uHb Conferência HcnJisféric;~ de Seguros. rcun'da 110 :\f éxico 110 ano dl· 19~~. l'oi de signada a ela ta de 1-J. de .\I ai~> par ~\ as COI11C1110r:IÇ()es c as kst i\· ida(ks do ' · Di;•. Co11l incntal do Seguro ... em hot11t'11agen1

Flagrante

de

quando

proferida sua oração o Sr. Sigi sm unda Comité local Pernambucana d e Seg ura s.

seus verdadei ros princípios e as garantias inest imáveis que presta ao ineliYíduo e à coletividade. Assim. as festividades e comemorações no dia de hoje em todo o Brasil e no di\·ersos países ame· icanos. não só a grande finaliclarle da divulgação e da propaganda desta utilíssima e respeithel instituição ele previdencia, como também é uma justa e significativa homenagem a todos quantos foram 05

ao dia !e abertura ela Primeira Conferência I Iemisférica de Segu ros, reunida em 14 de ma:o ele 1946, em cuja reunião a delegação chilena propôs que se instituísse o Dia Continental do Seguro, tendo sido tal proposição aprovada sómente 110 ano de 19-+8 por ocasião ela Segunda Co11 f crê11cia B em is fé !·ica de Seguros, com a satisfac:iio geral de todos os ·eu participantes. É com o pmpú~itu de que todos os poro~ do nusso Co11tin<:1t le se culllfl ~ Il etn: tn no me·mo dia. das finalidad<'s c conceitos da previdência e assistência. que trm no scgwo o seu Yerdacleiro sustcntitntln. dintlg·ado por todos os llttaclrantcs do Cunt in ente .\mericano o

pioneiros desta gra'ldeza do C'n~enho hu-

mano . Compreensão e s11l idariedacle determinaIam o roteiro te m<lclo pela~ mais destacadas

Racha ,

Presi d e nte

do

figura,; integrad <:s em t<-to novel in ·tituição no nosso Cont in ent t· . procurando, reunido em conferências internacionais em am híente rle corelialidacle c respeito . dar ao seguro o ralor e 0 interesse que rea lmente eleve ter como fator preponderante do equi líbrio econômico e o· cial. Procurando no trabalho, no estudo e na experiência elo campo ela luta. o progresso da ciência assecuratória. no encalço de sua per· feição para o completo be.nefício do indh1duo e ela sociedarle. numa demonstração perfeita de respeito à fraternidade p .. econizarla pelo Cristianisnw. MAl


O ilus't re professor Nogue.iJ:a de Paula a definiç-ão exata de s~guro, . quandd nos diz em uma de suas Obras : · "O seguro é uma instituição . de previdência destinada a prover as necessidades futuras, aleatórias, pela acumulação de reservas -presentes. :s portanto uma parte do quinhão do trabalho posta à margem do c_onsumo imediato para a satisiação de necessidade 'Í1ltura alea1ótia inhe~ 1ente ao proprio fàtor 'humano da produção

a~so e a certeza da pertia, deram ivrma. :l especulação das garantias por iridi· víduos ou grupos, operações temerárias que costituiam verdadeiro jôgo levan.d.o em ~onta as incertezas das viagens e as coisas desconhecidas dos mar.es e a falta absoluta de princípios técnicos que pudessem nortear tais .operaçõ~s . Tinham como era natural, c.omo única garantia à sua especulação, a ProvidênCia U1vina , a qual invocavam seihpre como dáu sula predominante em séus contratos.

Lom i undamentu ucssas necessidades é tJUe o homem na sua manifestaç-ão divina que c a sua mtellgencta, estudou e pôs em prápertelta e àdàptável a tais

Lum u uesenvolvimento Jo comércio marít imo, a navegaçâo tomou grandes proporções c os seguradores! particulares na o pocl1am ma i ' continuar da mesma maneira com o seu negócio, em virtude dos graves e éonstantes preJmzos que os tt:vavam, nao raro, a falencia . ;:,urg•u entao, de acôrdo com o adiantamento ua epoca a 1dem de se formarem sociedades t!IIC puC.lessem tomar a seu cargo ma10res responsabllldaC.les, med1da que se 1mpunlla a todos l'u,· ai)soluta necessidade ele órdem econõnuca. !'~ ssas sociedaçies te;mm forçosamente peta sua propna natureza, que monopolizar o lttgocw Oe seguros, trazemlo como era de espc•a,·, grande cmüllto com os scguradotcs varucutares sobreviVentes das 1alencms a que sl: JUlgavam entao fortes. U~ll então veio a 1e1 cotduorar com a sua parte saneado, a na luLa ruorat em oetesa das garaunas c con~..:'luemeH,cute na detesa elos direitoS de cada u111 e na cl·ononua. em geral. esmbelecendo qul: somente as soc1eaades autonzadas pelo J.:.. sraau pooenam operar em semelhante negociO. 1' 01 na bac:a du l\1editer raneo o iníuu cta teg,smçao oo seguro, detenmnandos regra:; que devtam norteâ-lo como contrato c como garanua da cOisa segurada. lniorma a h1stória que as cidades de 1'izza, Gênova, Barcelona. !<.odes e üleron têm os seus nomes ligados aos importantes princípios dq direito e moralidade nos contratos que regulam as transações de seguros na época.

.l:'assan<io aos acontecimentos de alguns seculos atras, vamos encontrar na história uesta insunnçâo a razão de sua utilidade oentro tio coopera ti v1smo capaz de garantir a econom1a cont. a os azares ela sorte. .. \ lustuna da navegação esta essencialmente 11gaoa a lustona oa c1v1hzação; deste às pirogas usa<Jas pelos atncanos até os grandes transauanucos ae IIOJe a navegação constitUI · ::,empre um gran<.le tator de progresso. utamos aqm a navegaçáo. po.que clela é que nos ve.o a ltte.a c a necesslCiaoe do seguro. na m<-=s111u ptwt.clsta de vanos pa1ses que atlllltalll ,;e,· :>o::guro o legitimo 111110 do mar. \.-umv u::; 111arcs cousutuem um traço de umão t:Jltrc us povos da terra no seu nne,càmblo contmuo, os povos C.lo contmente amencano compreencleram · que ctentro de sua própria casa, oentro ae seu propt1o cont,nente, era necessano muna tratermdade e tmla colaboraçao muno estreita ele toctos quantos nos d1versos pa1ses, militam na grande instituição do seguro. ··- ·-

· - -- '

Nos tempos romanos, a navegação já desempenhaya o seu papel de p1 estação de serviços entre os povos e de acõrdo com a construção e a qualidade dos barcos e navios, os riscos tornavam-se g1 andes, os sinistros frequentes, com danos e prejuízos incalculáveis. Aí é que surgiu na época, a idéia das garantias de viagens em caráter~-rticular, garantias estas feitas por indivíduos r.rotados. REVISTA

DE

SEGUROS

Quanto aos princípois de órdem doutrinária, continúa dizendo-nos a história que a primeira publicação uêsse sentido foi escrita na Itália onde residia, pelo português Pedro Santarém comq qtlerem uns ou Sauterna como

•

.


qnerCnt ·o11hos. Portugal tantbét·tt cwil·rihnltt J, r~ J hantcnten t e para ·a instituição . do seguro. com os seus célebres contPato.s sob a forma de mútuos, entre o armadores portuguêscs para a cobertura de prejuízos causados -à na veg·ação, ·por sociedades n:~gu l amentadas .peJo poder público, que ·dispunha ·em ·urctcnançrt xpedida na época, · q t1e lodos os navi.os de mais de 50 . totteladas seriam ·uh6gados ·a<• registro à paga de uma percentagem sô!Jre a carga, para efeito das garantias das viagens . Daí po r d ia11tc foram aparecendo . as legislações de vá~·ios países e mais obras doutrinárias até u ·écu lo Xl X época au:ea da instituição do seguro, em c1ue surgi~·am em várias partes elo mundo as companhias de seguros já com princípios estatísticos e bases matemáticas, op~rando contra todos os risco que podiam ser cobertos na ocasião, todas elas autorizadas e fiscalizadas pelos poderes públicos.

tle alegria só IJOden t fa lar a liuguagem da g rat iclão ..

. Nós de:;tas l\ l ina · Ge,aí.:;,,. deste recanto sub(•t:IJu do Bt:asiJ c. do Contin~nte americano, ·~nde · tudo é .be l ~ e onde a .natlll'eza .é um. hino ccm$tanLe - .Jf' .. alçgJ'ia ..como . um~L homenagem perntanente au .Criador, ~entimo também. .que a ..nossa ah!1a sente nês.te dia . urna _alegria imensa- cm .. poder, ·.reunidas. num. mesmo. ~m· hi rTte. festivo. e .. .fratemo, enviar daqui. das 1\l terosas as nossas saudações cordiais .e .ami· gas. a . rodos. os nossos irmãos ~brasi l eiros e a ~ot)os os noss<;>s .irmãos elo Continente AmcricanQ, trahall~adores. <lo seguro, . ~1e.sta data gloriosa que .si!11boliza. a frat~rJJ i dade.. sob a ban· deira , "O Dll) CONTINENTAL . D.O. SEGURO".

Ita li a no

ofel'ece seus se r vi~os como Atuá,·io ou Es tat istico.

No B rasil a primeira lei que regulou o seguro foi no período colonial com o decreto de .24 de fevere iro c1e 1808, que autorizava na .Bahia a constituição da Companhia BOA FÉ, a qual teria de ficar subordinada às regu lações da Casa de eguros de Lisbôa. A primeira Companhia genuinamente naciona l o rganizada no Brasi l fo i a Sociedade de Seguros Mút uos Brasileiros, a utorizada e111 29 ele Abril de 1828. Daí por diante em todos os p;J.ises o seguro foi tomando corpo e incremento e o progresso se fez sentir na grandiosa afirmação evo lutiva. até aos nosso~ dias. Ao par da evolução e do progresso das variadas atividades do homem é o seguro nos nossos tempos uma instituição perfeita baseada em estatísticas incontestáveis, firmada em precisões matemáticas e trabalhada rom a mais absoluta técnica, sendo por isso considerado o anjo da guarda da economia do indivíduo e da sociedade. Trazendo para aqui um pouco da histó~ia elo seguro, todos nós cheios de admiração por todos aqueles trabalhadores incançáveis que nos legaram esta in stituição de incalcu lável valor, os nossos corações cheios

ATUÁRIO sol teiro, 3l ' a nos,

Correspondência para Dr. P ittro. c~;·a Via Ann ia Faus t in a 15 press o Pluchino · R oma - l talia

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DE

SEGUROS

~87


~]AlianÇa de Minas-Gerais· .

COMPANHIA DE SEGUROS

l

RUA DOS GOITACAZES,

15,

1.9 andar

SELO · HORIZONTE

·

•

foro& : 2- 41.5 3

"

J SuDJcl'i/o.. C.rf 5. 000.000,00 Capital/ Realizado . . : C•·l .J . 36 1 . 1 ~11.00

DIRETORIA: Dr. Luiz Ade lmo Lo,ll Dr. Trajano de l.flramla Va/,ude Dr. O límpio Felix b. Araujo Cintra fllllu.l Dr. Alfredo Egídio de Souza Aranh11. Sucursal no Rio de Janeiro : RUA DA ALfANDEGA, 81 -A -

(FoGO E Tf\ANSPOttTES) FUNDADA EM 1886 CAPITAL Subsc.-ito e realizado Cr• 1.500.000,00 RESERVAS Em 31 de Dezembro de 1949 Cr$ 4.072.984,60

2.'

Fone s : 23 -0626 e 43 -7396

SEDE: fill A i\1 A RECHAL FLORIANO, 296 (sobr.)

Sucursal otn S6o Paulo RUA

DIREITA,

49 - 2.''

--

Endereço Telegrófico -

Telefon o

J -4930

ALAIUMA »

Caixa Postal, 173 End. Tel. : GAUCHO RIO GRANDE Estado do Rio Grande do

Sul

Agendas na Capital Federal e principais

cidades do Pais .

..:.IIIIIICliiiHIIIIIIICllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllllllllll[lllllllllllll[llllllllllllltlllllllllllll[llllltlllllll[llllllll'

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5 ~ §

5 ~

~ :

" I N D E P E N D E.N C I A, COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS Capital subscrito e realizado Cr$ 1 . 500.000,00

Sedé: Rio de Janeiro .. Rua México 168 .. 3°. Telefone 42-•1030 -

E nd. Telegr. : "INDESEGUR"

Diretores :

VICENTE DE PAULO GALLIEZ {FERNANDO DE LAMARE LUCIANO MARINO CRESPI LUIZ R. DE SOUZA DANTAS

~;:; SUCURSAL DE SÃO PAULO

Rua 15 de Novembro, 228 - 2. I= Õ

Superintendente:

0 ...

Tel. 2-6894

OCTAVIO PUPO NOGUEIRA

Agências em Pôrto Alegre, Curitiba, B. Horizonte, Vitória, Fortaleza, Salvador, Aracajú, Recife e S. Luiz do 'Maranhão

~llllllllllltllllllllllllltlllllllllllllniiiiiiii1JIItllllllllllllltliii1111ÚIIItllllllllllllltllllllltllllllllllllltllllllllllllltliiiiiii11111UIIIIIIIII 588

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I.,

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II

DIRETORIA : Presidente :

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w


visita do novo presidente do ti R B ao Sindicato das Emprezas de Seguros Privados e Cªpitalização do Rio de Janeiro A primeira v1s1ta, em caráter oficial, do Dr. Paulo Leopoldo Pereira da Câmara,

Presidente do Instituto de Ressegu· do Brasil, foi reservada ao Sindicato Emptêsas de Seguros Privados e Capitalização do Rio de Janeiro, tendo sido realizada a 28 de Março último . .

Quiz S. S. demonstrar, com essa prio· ridade, o apreço que tem pelo seguro privado, muito embora militando até agorct em atividade que podemos considerar oposta, qual seja a abrangida pelo seguro social, em cujo seio é magna - pars. No discurso que então pronunciou, re-

.,

. '•

Seguradores presentes por ocasião da visita do Or. Paulo da Camara ao Sinditalo das Empresas de Seg uros Privados e Capitalização do Rio de Janei ro, vendo -s e o Presidente do I . R. 8 . · entre Diretores do Sinditato.

lembrou S. S. o fato de que, desde 1932, se penhado elevados postos na administração tem ocupado do seguro social, dando , po - federal , nos quais soube evidenciar o seu rém, a entender, logo de início, que. agorJ , valôr e a sua competência. passou para ·o "lado de cá'' ... Sua extensa folha de• serviços muito Não é este o momento oportuno, e nem o enobrece e o recomenda, fazendo-o me· é este o nosso objetivo, de por em desta· · recedor do honroso e pesado ca-rgo com que que a capacidade técnica e o tirocínio es. o distinguiu o govêrrto da República. pecializado do atual Presidente do tRB. A sua designação para o elevado pos· que, além de atuário e membro fundador to foi muito feliz, pois correspondeu à do Instituto Brasileiro de Atuaria, é só- adoção na prática - o que é raro - do cio da Econometric Society, tendo desem· princípio consagrado, ma~ quasi sempre REVI STA

DE

SEGUROS


esquecido, de que as funções técnic•s de· vem ser reservadas aos técnicos.

"Meus prezados colegas Temos hoje a satisfação de receber,

11a

nossa

Agradecendo a visita, usou da palavra · séde socinl, o Dr. Paulo da Câmara, Prcsidcnlr o Dr. Odilon de Beauclair, Presidente do do I. R. B. O Dr. Paulo da Câmara está, pod1·· S. E. S. P . C. R. J., que, falando de impro- ríamos dizer, inaug urando a nossa séde, por i· ·o vi so, poude externar muito bem o seu pen- que anteriormente à sua visita só a utilizamo; para rmlizaçiio da As;:;cmbléia Geral Ordin:írin. samento e interpretar os sentimentos di! l~ êle a primeira pessoa qu<' nós, ele fnto, rrrr]w. classe que representava. mos na nossa noYa sí-de. O Dr. Paulo ela Câmara Foram estas as suas palavras jú é conhecido, nnturalm<·JltP. dl' fodo os ]JI'l'SI'Il·

In stantâneo

de

quando

to· . Êle se ocupa há muitos anos ele atividades fltinentcs a seguro c, ültimamente, era o Diretor do Serviço Atuarial do Ministério do Trabalho, In· clústria c Comércio. As Companl1ias que tivernn : oportunidade ele com êle trocar impressões, idéias, clc,·cm já ter formado seu juizo sôbre êsse cidaclã.n que hoje se encontra aqui, em nosso meio. O -])~· . Paulo_ela Câmara é um profundo técnico rm matéria de seguro e, a despeito de ter ocupado cargos de grande responsabilidade, é um cidadãn sin1ples, · absolutamente simples, acessínl a quuJ. quer' pessoa. Súas múltiplas ocupai}ÕPs nm1cn o impediram de dcixa1· sémpte abertas ns portas do seu gabinete. Considero, mesmo, a pri nci paI característica de sua persollalidade a sua sim plicidadc, a sua lacessibilidadc, o seu bom ucolhimcnto. O Dr. Paulo ela Câm•u·rr, como alguns de-

fa la va

o

Dr.

Pau la

Camara

Ycm saber, formou a sua menfnlidatlc no setor !In PrPviclência Social, tendo representado o Brasil em nírios congrrssos 110 cxtrrior. Além di · o eonllece a fundo a Aclministn1<;ão Pública e por isso foi encarregado pelo Go,·êrno ele assumir a Presidência do Instituto ele Resseguros do Brasil. Tl'o mos a scguranl:a de que no I. R B. han:rá um timoneiro, olhando a sua situação não só t~cniea como sua situação outra, no qu<' conccrnc à par· te administrativa. Dr. Paulo ela Câmai·a: nó:; moi. to contamos, muito mesmo, com a sua admiuistra. ç:ão 110 I. R. B., poi'l a despeito da ótima relações que sempre mantivemos com o nosso órgão rc:;srgurador, há ainda muita coisa a fn1,1•r. V. Excia. teriÍ muitos problemas a resolver P h·rá, também, na parte que diz respeito i1s Companhiu. oportunidade de :1pr.i.morar mais ainila o sisll•ru M AIO


até agora adotado. Como disse nossas rela~ões lêni s ido .as melhore:; possí1·eis, mas contamos, Dr. Paulo da Ci\mara, que a sua administração vigi· ltmte e eficiente po:;sa melhonu·, aindn, Pssns r PIaçõcs. Estnmos cônc iu:s da nossa rcspom;a!Jilidade e do papel que o seguro rcprr:;cnta na cconomi11 nacionnl. Graçns a Deus, nos {dtimos tPmpos n nossa ati ,·idaclr YPm srndo Ptwnrnda de uma ma· . ncim mais ciPYHda c j(t podpmo:; HJll'P rnt11r nr. país uma índúslr ia ba.s<'nda em dados tPrni<.:os, uma indú,;trin n lirPl'\:fl<ln. com um pah·imôn io r<'S· peitán•l, <lP fnnna que só dP:srjamos, Dr. Paulc

da Câmara, ser tratados como nós merecemos sE>r tratados. At1tigamente o segur o não era con idP· rado, eomo hoje, uma verdadeira necessidade parn o eomén:io c para n indústria do país. A menta: !idade, fc li"mcntc, evolui u basta nte e atualmc uL1• todos marchamos junto , de braços dados, para o progresso e drsenvolvimcnto da nossa pátria. Estamos errtos, Dr. Paulo da Câmara, de que a sua ação inteligente, tl frente do I. R. B., ao qual P:;tmnos tão ligados, possa de fato nos 1ra .. zr•r dia:; dP tranqü ilirlade, dins de ÍJI'osperic1adc c é com gTanclc sati fação que assinalamo:; a sua n -

'1 -;

'

.

l nslanlôn e o d e quando falava o Dr. Od ilon de Be aucla ir

,ita 'nrst:i easa: Conforme afirmei por cicasitlO d.~ que oc:upat-mr <'om o cstabelec:im<:nto de hm;Ps sã~ ~ua JH>::isf', V. l!:xcia. terá, por partP das Compa.· pan\ o seguro so<"ial no BrasiL A luta .foi l'('a] lllti.a · . d!' ~rguru:;, _tôtla a col nbora~i"w, t~cYo o mcntP grande <' a bataU1a ainda não foi vcncillu. apotu para o sm·!':sso de sua . allmirustração. _r ós de sorte qut· t.ivc muito qu~_fazcr nêssrs l!J a nos <'slarcmo:s a sru. J:i~lo, JH'OCJ1l'!tllg9 d;u· o . lllttximo de .Ministério <lo Trab~lüÇinclústrin (' Comércio. do nosso <·:sfôn_:o jmra qtw .. 4 );ri!l ·g~~t~o, à frente ~ 'Aí o m!'u contacto lo'm as Companhias <lc Segoudo T. R. B. sPja a mais bri l hm~t!J.,',PqssívêJ'~.. ros, foi sempre muito cordial c ~ 1mnca houYe, dr . , • . , ... , .• ~ .• . _ .. ~ninha parte, desejo algum ' Jc/ prcjudicá -l ns. Sr Termiqado o discurs.o br. Beá üc'iair, · lutas hon1·c furmn pcquenas, .• vism~do tôdas elas que foi saudado~ ~ot dalor~S~ s~Ívà.. p~i- 1:;in clf'tPrmi nado a!Yo: faze1: as .-cbi:;as cltcgarem . nos seus respectivos eixos. mas, falou o ilustr ~ visttant~ -cujas palaA sumindo· a PrcsidÇneia do I. R. J3. · movras reproduzimos em seguida : ..:...... :.~ Livos que escapáram -inteiramente · . . , . ,. h minha vontade, Yisio que fui convocado pelo S r. -PresiclP nLl' "f: n pritneim .v.isita. qup fa(lo . depois qtH' da R<·pública, com suTprêsa para mim, tivt•. des)!assei para o lado de cá.... de logo, de encarar <:crtos aspectos adm in islr :tl iTéc nico i!!' seguros que sou, t.i1·c, desdt• ] !)~2, I'OS ~CJUU mc _têm lomado ~' :ücnç:ío f!\t:ISC tôdn ni\s-

'do

de..

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lJúl'

REVISTA

DÉ

SEGUROS

5?1


scs poucos dias elo minha gestão. Como homem ele negócios 'C)Ue agoro sou, decidi, desde logo, reduzir as despêsas do I. R. B. - Estou reduzindo, tam. bém, o encargo das Companllias. O Dr. BEAU· CLAIR que, expressando sua amiz.ade para comi. go, disse tantas coisas boas a meu respeito, saída<; do seu coração c da sua amizade, tem visto que a minha orientação lá, tem sido essa . Mas, desde logo declarei que a função do Instituto de Resseg-uros do Brasil não é pura e simplesmente recf'· her prêmios das Companhias de Seguros c fazt>r ressegurus. impedindo que êles sejam feitos no rs· h'augeiro . Isso representa relativamente p_ouco M f'Conomia nacim1al, mas o que o Instituto drn visar (. ampliar o campo do seguro no Brasil. Desde logo verifiquei a necessidade de fnci litnr o resseguro de novos ramos, que atunlmcntP as Cop~pnnhias não têm desenvolvido 11as suas <:arteira,. -- Assim, penso que o I . R. R ainda trm muito que fazrr. Natumlmrntf' isso ~) podrní SN feito em ha. es técnicas, S<'gnras. Pnrn tanto tr. 11ho a felicidade de contar com os tf.cniros do I. R . B. e terei, ainda, a felicidade d<' poder levar tllll tecnico de valor incontestável, jú couh~ido dos Senhores, visto que foi o Liquidante dn "Adriútica", Sr. EMILIO PEREIRA. Assim, o Departamento Técnico terá de nfastar·sr um pon. co da sun rotina de hoje, parn entrar numa roti . na mais ampla. Para isso tenho qu1• contar com as Companhias do Scguro3. O Departamento Finan. ceiro, na realidade, tem pouco a fazer porque os recursos do I. R. B. s1io muito limitados. Nós não devíamos pensar qur somos uma Institni«,:iío mnito grande, porque, na ren lidadf', ><r formos vrrificar ltttal o nosso capital, thegaremos à. conclusão de quo é muito inferior ao dos Institul.o!< Je Pré+ tlência Sóchll o no do muitas Caixas de Aposenta. uori.as e Pensões. No DcpartamPnto L(•gal .tum. héni não · há muito quo fazer. 99% 6 do Departamento Técnico c aí é que deverá situar-s«', com mais fôrc,:a, a nossa atuação. As divergências que tive com as Companhias de Seguros uo passado foram tão somente no to. cante no seguro de Acidentes de Tr abalho. A mi·

nha situação nesse sentido foi haseada em um•1 convicção profunda, oriunda do estudo feito por um leigo que sou da Constituição Federal. Ai. realmente, estive contra o ponto de vista das Com panhias, mas sempre num plano superior, idcol6gico. E agora, que estou do lado de cá, nem mahêssc motivo de divergência tenho, porquanto 'l I . R. B. não lidn com seguros de Acidentes dl> Trn.hnllw. É com imenso prazer que mP ponl10 em eontacto com o Sindica.tu. m !SÜI hPia sédc. Serei, nf• I . R. B., um nwro administratlor, naturalmente do~ intcrês <'S da.~ Compnnhim; qup coincidam com os intrrêsses do I. R R.. <' ron1 o,;; do país. Essfl fun<;iw d1• administrador SP tornou muito fácil porque os contribuintes do I. H.. B. são as Com. pnnhias de Seguros c os i.ntPrêsses delas devem coincidir com os intPrêsses 11m,nais do I. R. B Asi<Í.m é a orientnç1io Cjllf' darf•i 11a. Presidênri" <1·· I. R. B. Agradf•ço, muito de coração, as bondosas pn. l ann~ elo ilnstrc P residente, Dr. Odilon de &:m(·lair. n qnPm me liga uma amizade já data d<· muitos anos (' que cada vez mui~ se consolid~ ..\ todos eu peço que · me auxiliem a levar aYnntr «'ssn ohrn qnp é df' todos os Scnl10rcs".

Aplausos prolongados coroaram as últimas palavras do orador. A essa· festa de alta significação para a indústria do seguro privado no Brasil estiveram present es as figuras mais reprc• sentativas do n.:>sso meio segurador, que, previamente- avisad(), foram até a Séde do : , seu s-indicato de clas~~~-_lev.ar o seu apôio e a sua solidariedade às ·h:-9~enagens com que ia. ser ali recebido o Dr. Paulo ~a Câ· mara, em cuja alto descortino, experiência e espírito público muito confiam. Foi serv'ida, após, uma ta~a de cham· panhe.

DIRETORIA Presi dente

-

MA·RIO

Vice-Presidente Secretó rio -

FONSECA

GUIMARÃES

ADOLFO GENTil

RUBEM MOTTA

Tesoureirct ...,_ CA.RI..OS ~A.NTA RQSA

PRAÇA PIO )(, 111- 8.0 e 9.0 andares END. TELEG. : " UNI SEGUROS•

~l3llaJilbJ,a

COMPANHIA OE SEGURO& GERAIS

Sede : RIO DE JANEIRO Capital ru li.. do...

'-Q2

Cr S

:: .ooe.oto.t o

Telefone 23-1715 OPERA NOS RAMOS TRANSPORTES, ACIDENT~S PESSOAIS E AUTOMóVEIS

lNC~NDtO ;

MAIO

l>E

1951


do Diretor Geral do D N SPC

Visita

ao Sindicato das Empre"'

zas de s~guros Privados e Capitalização (Oiu:uuo do Dr. Odolon d~ Bea udair)

De partam e nto

Nacional

de

Seguros

há

muito s

nnos e é com e.norme satisfação que o vernos MFIJ ~

CO i êC)O~.

se r encamin hado

à

Dire toria

Geral

dêsse

De-

partom<!nto, ond e êle formou a sua mentalidad e Estamos

po sitivamente

com

sbr te.

Há

cêrca

e ond e tivemos sempre, de suo part e, uma co . .

de

15 dias recebemos, nesta caso , o visito do

loboroção muito estreita.

Dr.

Paulo do Cômaro e agora recebemos, com

coto já fe z uma visito oficial ao Dr. Lourival e

grande prazer, a visita da Dr. Lourival de Aze -

foi com grande prazer que ouvimo s dêle pala -

vedo Soares, Dire tor do Departamento Nacional

vras

de . Seguros

Co so.

Privado s

e

Capitalização.

O

Dr.

de

encorajamento

Di sse-n o s

Lourival já é conhecida da quase totalidade dos

colaboração , a

Senhores , por isso que vem prestando o brilho

à

testa

do

de

polít ica

do

su a

inteligência

Seguradores

sen tido dessa seria

um

e

o

seu

devotamento

ao

aproximação; disse-nos

vanguordeiro

seguro

do

estava

profundamente

suas

responsabilidades .

mais que privado

compenetrado

10

Departamento qualidades

no• de

mente interessado blema s. uma

questão

desta

do

nossa

mais íntimo possível e que êle,

Dr.

procuraria

Amilcar Santos ,

seguir a

justamente

no

Segures da na

Lourival a convicção de qu e terá , em cada

•obremodo uma

Dr.

pessoa

Lourival,

solução dos

ver

no

com

as pro -

do

no ssa

simpatia, do nosso

no

seu

Dr.

novo

decidido.

Lourival cargo e

tôdas todo o

as

feli -

sucesso

na sua gestão. Em seg uida o Dr. Lourival de Az ev edo Soares, pro nunciou as segui ntes palavra s:

profunac:.

nossos

colabora~or

Desejamo s ao

« Ilustres Srs.

Direto res e d ignissim o s Ass o -

ciados.

Damo s, ao Dr. Lourival, neste momento,

demonstroc;êi o

administração

Departamento ,

um de nós um cidades

agrada

pe ss oais

Dr.

das

Ora, meu5 amigo s, sõo, de fato , notí(ias e

à

fazia

presentes no momento do visitn do Dr . LoiJrivol d e Azevedo Soare s ao z;ndicoto do s Emp res a s de Segv ros Priva d os c Capitalização

que

olviçareira~.

que

A Dire toria da Sindi ·

Ante s de mais nada, peço que me releveis a

demora

nesta

re tribuição

à

vessa

honrosa

aprêço e da certez'a ·de · que · temos à frente do

vi si ta . Mos, tão graves e tão complexos são os

Departamento de Seguros

encargo s que 1 se ap i-ese.ntOrj, no., .comêço de uma

uma

pessoa que co -

nhece as no ss as dificuldades e qu e está d is posta

admini stração de grande r~sponsabilidade, como

e nos auxiliar. Quero, de minha porte; levar ao

é

REVISTA

DE

SEGUROS

a

do

Deportam e nlq

de

Seguros,

que,

mau

593


grado lodo a

dn,

rn e u e mpenha , i mpo ss íve l me fo i

( urnpl'itu e nlo,

dilllidode Foi

e

o ·asse devc t de

o nl !> ,

COr"

cavalheirismo .

olhando,

porém,

lerêssc

q ue

e nt e ndi

Oti ht:d nlr til o

mulado s, afim o

voss o

próprio

in-

que

se

fazia

do s

d e ver,

vo ss o :.

de

d es de

(it oceuos ,

de spachá - lo s com

logo,

tClllnr

edi160 mu

n urgênc ia

mister .

Flagrante de quando falovo o Dr. Lou rival de Azevedo Soares, Diretor G eral do DNSPC , por ocasião de sua vis ita ao Sindicato de Segurado.;es; É- me

grato

dizer

aqu i,

de

público,

qu e

que

lhe

assegurei

rÍdquela

vi"sita,

confirmo os palavras que o voss o honrado Pre-

que o Departamento d e Seguro;

si dente ocobou de transmi tir-vos, a

pre

respeito do

e

cada

vez

mais. o

isto é, de

c~ntinuoria sem·

manter com

esta im

Momento em que falava a Dr. Odilon d e Beauclair, Presidente do Sindicato das Empre sas de Seguras, agradece ndo a visita do Dr. Lourival de Azevedo Soares.

594

no seu discurso de 1. 9 de inaio, aos

portante entidade inteiro e seguro colaboração ,

Govêrno,

obrigação que tonto mais se lhe impõe, quando

trabalhadores, ressaltou o valôr e a importância

é certo que, ainda ontem, o eminente Chofe do

das organizações sindicais. Tenho a certeza, pois,

MAIO


dfl q•l e nado hét · d e ofoslor nesse enlendimenlo

Ue

tuuhJ

( ji O

,d e vol;o poro

O .t

ua tntarth

ilb

que s~ re presento , mo1or deve ser o conv1cçõo tlc qua é mi, l cr t't: Vi tir dad e c boa von tade,

Sii S

c.trovessomo s, quando é lu: nt

· .. tou

nu ·.~ ,vi ço

hú qu e

êm

lftÍtiJ,

pUblico olgo

st: l'vir

Hnnpre

f) ôr

hú

urna

o llo

doso d e

rP:n t'rnrin peH ool. E quanto rllCtior é a outor'idod c

Taça

de

champag ne of erecida

ao

época qud

desmedid o e

em

g ern l

i.-iju .to o afõ d e desprestígio do pod e • civil. ~ pouív~l . m u> senhores, que nes ses viíll e

~r· vir ,

nmi s do qu e

com

qu r,

l od o ,

O tJir o

digni

suo fun ção d

é1

mormen te no

d& '"rvic o

ane>t

no Departam ento

d o S guros,

di<

qu a se todo s empregados no árduo l robalh

Dr. Louriva l d e Azeved o Soares pel o Sin dica to dos Seguradore s

diverg ê ncia

Para o desempe nho d o meu cargo , em con -

entre nós ; mas se ho uve, pos so afirmar que d e la

clu são , vo s a firm o , só peço a Deus qu e me ins-

fiscali zação ,

haja

g ua r do

ap e nas

o

dever .

meu

a

ocorrido

alguma de

lem b rança

hav er

cumprido

Ou e r'o também ossegur'Or'-v o s qu e nõo t enho voidodes

nem

pr'evenções.

Nã o

que o s prim c ir'a s morreram Ycntud e

c

os

pire e a o s senhores que me ajud em. Co m estas dua s fôrças,

segundos,

ainda porq ue

as

ten ho ,

no não

minha

porju ~

condiz e m

com o mi nha formação moral.

a

divin a

co m que Deus

nunca a quem

lha

p ede, e a

nho

de

esperar,

o

di rigir a

direi t o

o

Departamento

at e nd er

não

sómente

de aos

não

falta

humana , que te -

p enso

que

Seguros ,

pod er ei

de

interê sses

fórma

do

Go ·

vê rno , ma s tamb é m a o s interêHes de todos vós » .

f""'\ll"""""'"""""""""""'"j':"";"'ü'"':N""i"õ"N"\11""""""""""""''"""'"'""'~ i Compogni u d' A .s uronces centre l ' lncendi e, les Acidents et Ri squ es Dive rs

"~"-=

i

~

Fundada e m Pari s em 1828

ã _

L" ,\JjiTJ\ 1. S >CI/\L 450.000.000 DE FRANCOS M t\ TWZ. - PLACE VENDOME, 9, PA Rl S, FJ~ANÇJ\

ª=-

::

Co pilol realizada para sua s operaçõe s no Brasil Cr$ 2 . 000 . 000,00

~

"

~

CINOUENTA ANOS DE TRABALHO CONSTRUTIVO N O BRASil

~: _,.

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-

Representante Geral : Pierro Goron -

;:;

INC:e.NDIO -

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Repre sentante Geral Honor6rl o : Luiz José Nunes -

AUTOMóVEIS -

Gerente : Roberto A rg ento

ACIDENTES PESSOAIS .

~

~

"

~IIIUIUIIUIIIIIUIIIIIUUIIWUIIlUlllllllllllltllUUIIIIIIIUI.WIIIIIIIIIIItliiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIMUIM&IWMIIUIIIItiiiiiiiUIIIII~ REVISTA

DE

SEG UROS

595


Companhia de Seguros Marítimos e Terrestres "PELOTENSE" FUNDADA NA CIDADE DE PELOTAS, CM 1.• DE JANEIRO DE 1874 ~~DE- RU A GENEI!Al O ORlO, 725 -

PELOTAS -

RI O GRANDE DO SUL

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R \.1 A

BAGt: (R. G. SUL)

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RODOLF O MO.OliA & Cll. LIOA .

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Companhia Interestadual de Seguros

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DIRETORIA:

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Capital real isado : Cr$ 3. 000.000.00 l-OCO -- Tl~ !\NSrOH.TES - CASCOS - AERONAUT fCOS - AUTOl\lóVEfS -- U . CROS CESSANTFS - AC . PESSOAl. - lmSP. CIVlL. Séde : AV. 13 DE MAIO, 23-Cí. andar - H.lO D I-;: JANEIJ\0 T ele fone 32-Cí114 E nd Telegr. CO l NSER Caixa Postal, 4333

I

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Dr. Jo sé João Abdalla Dr. Franci sco Manhães Fabio faria Souto -

Presi d e nt e Tes oureiro

Superintendent e

Sucursais e Agências nas principais pra ças do País • • • • • • • • • ®®<!X!X!)(!>®®@®@(!)@®<!>(!)<!X!)(!>®®®®®C!X!X!X!.X!X!X!X!X!X!X!X!>®®<~~

DIRETORIA: Presidente Enc. Nelson Ottoni de Ruen4e. Vice-Presidente Dr. Drllult Ernanny de Melle e Silva. Tesoureiro - Dr. Jefferson Mendonsa Coata. Técnico Snr. Robert C. Haaa. CAPITAL

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MAIO

DE

1951


WILSON, iONS & CO. LTD .

EGISTRO

Os da

Regressou da depois

de

A.

no dia

11

de

aus ê ncia

de Maio p. pasde

cêrca

45

da

Rocha

Miranda,

diretor

de

cantil,

Cor-

e

Veic ulas

n.')

o s seus

2~,

ltd. ,

Ltd . » ,

agentes

da

gerais

Seguradora

da Seguradora Industrial e escri tórios

para

a

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Avenida

4.'), S.Q, 6. 9 , e 7. 9 , andares, nes ta

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tran sferiram

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o Dr.

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Sons

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e Comércio e

Rio Branco

dias,

amigos da << Revista de Seguros »

um dos bons

Plácido

Europa

uma

Wilson ,

« AIIiance

dústr ia

VIAGEM

1ado,

srs.

S. A.

Por

decreto

publica do

no

Maio

ano

do

federal

os

2

Oficial »

do

dia

corren te,

assembléia

foram

de Março

Imperial,

de

1 O do

aprovadas

introduzidas

Se guros geral

IMPERIAL

de

« Diá ri o

de

SEGUROS

29.319,

alterações

Companhia da

DE

n .''

de

govêrn~

pelo

nos

último, mês

es tatutos

conforme

seus acionistas,

da

del i beração

rea lizado

o

9

de Fevereiro de 1950.

Muito

estimado

soais, foi gens

pelo s

de sem barcar

ao

seus

excelentes

dotes

pe s-

ilustre viajante alvo de diversas homena-

o

am igos que o foram

Galeão .

no

Inúm eros

f oram

os

rever e lhe dar os seus votos de

lôas Vindas . A

viagem

segundo e de

nos

do

Dr.

declarou

trabalho,

Plácido foi

co

A.

da

me smo

transmitindo-nos

a

Ro cha tempo

sua

M i randa , de turismo

impre ssão

ótima

de quando

poude apreciar na

entusiasmo

sôbre o agradável e p roveitoso contato que

leve com o Bôa s

Europa ,

referindo-se com

Sl ('l'HS;\1 , li .\ Sl I, ,\i\H; I{ICA - ('0\11' :\. \'111 .\ ?\i\(' J()\'.\ L JH; S IWlJ IW S lll•: V ll>i\ l~i\1. (;!' BA / 1. S ul .\ 1~1f.rie · n ·- Com p;ui11in \Jne·io 11 nl ele· Se·~· um~ de• Yida l'oi mdorir.adn pe•lo S r. Mi11islro elo Trnlmll1", l1 1di.Ístrin e• C:omrn·io, e•111 ekspa<"110 ele• 10 el(' marc:o último, a instnlnr 11111n Sn e·uTsnl 11<1 c·idnde• de• ll nn111<1, e·npitnl da H!'p(il>lie·n c]p C'uha. }\e·n. n ~ s i lll . e•le·,·n do n <(IJ<dro o nÚIIII'I'Cl de· S11 e ·nrsai~ ela Sul . \ n H~ rien r•m naíses r•stniii!:'C'im s. ;t sn he•r: - P,,;pnnha, Pc•rú, Equador "- t't.llHI . 0('1~ ,\XI C A CO\IPA\'lliA BRASILEIRA D~ SEGUWS .\ C:ompnnltin (lp S rg nros "Astória", por dclilwrn c:; iío rlr srn:; n<·ioni"tn s, tomaria rm nssrm · hlf.in g;Nn l n · ali~. ndn n J2 UC' Maio do ano pnssn do, mndon a snn d<•nnminac:ão pnra "Orri\nif'a '' Companhia Brasileira de Scgm os. E ssa altern~:in foi aprovada ]JPlo g;o,·ri'IIo f e·drral , prlo de•r rPto n .• 28.965, de 12 de Dr;r,rmhro último, pub licado no "Diário Ofirinl" rl<' 21; do dito mês. DR .

meio segurador do Velho Mundo.

Em

Vinda s.

por

MARIO

avião

da

CERNE

sil,

Panai r, d e curto

viagem

de negócio s à Europa, o Dr. A.ngelo Mario Cerne, nosso

prezado amigo e Direto r

ilustre colaborador desta

da

« Companhia

Inte rnacional

de

com

destino

à

de

O

Se gu-

ilustre

acompanhar

segurador,

de

t Itália ,

Resseguros do Bra si l» , po st o s em que se tem mostrado

Suécia, Noruega

à altura

ráter

responsabilidades

a

eles

é

inerentes,

o

do s elementos dinâmicos da indústria se-

bra sile ira, que êle tem

represe ntado, em

mais

Phoenix Pernambucana » e

Pernambuco .

Rev ista.

Brasil,

guradora

BRASIL

emborcou

Direto r-Gerente da « Cio.

ros » , da « Companhia Comercial de Motores e Veículos »

D1'. Cerne um

VIEIRA

turi sm o,

f ig ura de de staqu e no s meios econômicos e no so cieda d e

e membro efelivo do Conselho Técnico do « Instituto de

das

ELPÍDIO de

Europa , no dia 19 d êste mê s, o Dr. Elpídio Vieira Bra DR.

Regressou,

viagem

visitará

sua no

Portuga l,

turístico

que

digna Ve lho

e

França ,

Inglaterra) sua

viagem

D.

Continente ,

Espanha ,

do

ne ss a

espôsa

se

foz

Lauro

Bastos

diversos

países

Suíça,

Alemanha,

e, nada obstante o ca-

viagem,

entrará

o

Dr.

Elpídio

Bra sil em contacto com o s meios seg uradores dos países que

visito,

colhendo

informações

de

interêsse

para

de uma oportunidad e e com grande brilho , no pa ís e no

um

estrang e iro .

vimento do seguro em tais países . Deverá o Dr. Elpídio

Quando Presid en te qu e se

em

da

o

Dr.

« Federação

de

mostrou

Paris,

muitíssimo

Cerne foi

recebido

Seguradore s

intere ssa do

p e lo

pelo

do

Brasil.

acêrca

do desenvol-

Em cederá

à « REVISTA DE SEGUROS » con-

seu regresso, o

D r.

Elpidio

Bra sil

uma

entrevis ta ,

por

todos

o s títulos interessantes , sôbre o seguro europeu, expon ·

Deixamo s ao

nossos

meno s superficial

vis itar, na Inglaterra, o mundialmente famoso « lloyd's » .

France ses » , seguro

conhecimento

votos

REVIST 11

DE

de

Dr. Cerne,

bõa s-vindas .

SEGUROS

n este

sim ple s regis tro,

os

do

as

impressões

que,

durante

o

su o

viagem 1

pos sa

recolher.

597


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MARITIMO -

FERROVIÁRIO

ACIDENTES PESS'OAIS

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Dr. Robl!rlo (;rinu: ldi Se nbra Nels o n Grima ldi Se abra

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COMPANHIA DE SEGUROS

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Euclide• Aranha Nelo

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Telelones: 2 3 - 0~21 e 23 -078 4

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SÃO PAULO

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598

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MA IO

DE

1951


O

EGURO Ei\I

FRA~ÇA

Em 19-l: os capitais dos novos seguros de vida aceitos na }'rança asc·e!llleram a 201.-±17 milliõcs de francos . O capitais dos srgnros liquidados no mrsmo ano r lp\·aram-sr a 72.2±6 mi lhõrs dr fran('OS . t'Orrcspo ndrnt cs a C!'l"ra <le 3G % sôbr c o Yalôr <los srg uros nccitos. As liqniclaç;õ<·s formn <l(•Yidas tiS sc·g-ninlcs <·au:;as: I .(()!) lllilliiÍI'S Por nwrt c· Por t<• n nina<:iío dn ,..,,Jt ndn :1:1. 121 " ::.o.t2 Por 1·(':--:~. ::cdt~ .. . .. . ...... . :2:~ . iW2 Por <·ad n.. idiid< · . . . . ... . ::. 7.) .)

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PREVIDÊNCIA SOCIAL Visando a unificação dos serviços do Departamento Nacional de Previdêncüt Social, o sr. Fernando de Andrade R-amos, seu diretor geral, por portaria que expediu, criou uma comissão central, para e3tudar a matéria e encaminhar ao Congreso Nacional o repectivo ante -projeto, que servirá à elaboração da lei orgânicn da previdência. A comissão é constituída dos srs. Otavio de Souza Leão, presidente do Conselho Superior da Previdência. Paul :-: Leopoldo Pereira da Câmara, presidente do Instituto de Resseguros do Bra3il, Fioravanti Di Piero, consultor médico do Departamento, Gastão Pinto de Mou ra, diretor do Serviço de Estatística da Previdência e trabalho, Luiz Augusto de França, representante dos empregados, Ibsen de Rossi, representante dos empregadores, Edison Cavalcante, diretor do SAPS e Antenor Fagundes, contador do Banco da Prefeitura. Foi fiJGado o prazo de trinta dia& para que a comissão conclua o seu trabalho, podendo ela constituir sub-comissõe~ presididas por um de seus membros e in tegradas por técnicos especializados e repres entantes de classe, para a elaboração dos seguintes projetos : 1) - Lei Orgânica da Previdência Social; 2) - !Criação da Previdência; 3) - Criação do Instituto Nacional de Assistência Médica Social ; 4) - Criação do Instituto de Seguro Social dos Empregz.. dos Rurais; 5) - Criação do Instituto de Seguros Social dos Empregados Domés· ticos; 6) - Restabelecimento do dispost o no decreto-lei n. 0 7.036, d-e 10 de Novembro de 1944, a fim de deferir, a partir de 1952, o monopólio dos seguros de acidentes do trabalho às 'autarquias de Previdência; e 7) - Criação do Instituto Nacionai de Assistência Alimentar Social. O conceituado vespertino "O Globo", desta Capital, em sua edição de Março do corrente ano, publicou a seguinte nota, a respeito do Instituto de Aposentadorias 600

e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas, sôbre cuja gravidade nos abstemos de pronunciar-nos : "A propósito do qur vem se ndo n I}Ul'lldo 111 · 1AP J<: T C, principalment-e sôbre a tli:spenstt d<· (i12 fu ncion:írios; drssa autarq uia, a reportagem presidenl!'. d ' "OG louo" foi Otll·ir o se u novo prof. Oscar SIP \·euso n. Alc lll.lendo-IIO:S prontnmentl•, o p rof. Stev!' uson rsc lun•<·<•u as ntzÜ<·du alo, IH'nt ('Oillo P1111HH' rnu dri as !' graves irrcg ularid a dl'. qH P <'IWonf ron ao a,;s 11111i r aq urk ~:: 11 -g-u . ·r; a fi 1'111011 : É p ro i'Litldaltt <'llfl ' d ..s: tgTad:Í\'f•l pam 111i1u ittif·iMr tnittlta ;::ys f:i11 Iuntando lll l'didas como . e:;. la. I la ttt Ps n1 :1 funna, [' < 11"<~11 1 , IJLII ' , ,. tlle uu.pô., da r I'IJidt!'citll<'ll(o p1·é\·iu ao 1ninis tru Dnntou ( 'ut•IIHl dm; jusiil'ieativa:s fjlll' 111<' l!'varam a tal ;lf if lllle, n:io poderia t~ i z n , "fo ul. court", qu·· a p1'1ta:; po r 1·X<·<•:-;so ,I e l'ltlll'ioii:Í rios (. q ue ~e pn~o lno l't!ll a di s p<• nsa 1'111 J',t·o. 1:: que a l(Uestiio f ran:-;t"cnd e dl·~S l·s m uli \'o::; --- qu e j:í por si mesnlo:; ;;Prialll ponderá \'I• i::; pa rn aliugir lcrrc" " !fll! ' di~. r Ps p eito ~~ própria :s uh;;i ;;tênciH da insf i! 11i <;iio <·n ,ia presidência m e foi co nfi:ula, c 11 qunl ;;e des pl•ncaria no colapso que a Vl'lll umcar:;ando se oulras p ro \·iJêw.: ias de carúler muito mais rigoroso não forem tomadas. Atente-se, pois, Hllt1•s d<· qunlquer o utra co usidcmção, na situa<;iio f inam·l'ira do TAP E TE C, qu<' em 1945 :segu ndo estimati n~ t1o Sr. Lui;r, Si.tJ1Ües Lopc~ - <li:;pun ha ele 700 milhões de cmzciros em di, po nihili dael<•. Vim en co ntrá-l u, po rém, pPlo [p. \'llllÜlrtll'ltto mant1ado rrgora efetua r em t-odos " scton•:-; ( no f in anceiro, 110 de pes::;on l, ele) I'UIIl uma dí1·ida dr mais de 100 milhões e com ltlll "dPficit" mensal de 7 milhões ele cruzeiros. 'l'nl s ituação geraria, fatn lmcnte, o co lapso do lnsti. tuto, que o St'll atuiirio-d1efe h á muit-o lin ha pn·Yi sfo pnra a administração anterior. Esta, l'OI tudo , 1·inha to ntornanclo tão gnt \'C co nj unfHr:1. pPia majoraçüo elas cotll"ribuições dos assoc iad o~ P lança ndo miio de numerário rPcolhid o prlo lAPET C, ma s pertencente a instituições COlll'l 11 Legiüo l ~ rasih•ira ele A ss istê ncia, o SESC, SES [ e out-ras. Não obstante, o presidente qu; m e antecedeu elevou o núm er o de f uncionários de ] .400, aproximadamente, ao tempo em qu1· lhe fo i entrrgue a aelm inistrn ção, para mais dr 5.000, sendo que as últ imas admissões procedida' fornm just-amente do número a que se refere a portaria ele dispensa, ela quai s cer·cll! ele 300 i[,) ago ·to para cá, até m esmo às vésperas do término da ges tão anterior. N. da R. O ,tópico acima transcrito era ilustrado co11 fotoqrafia de um suntuoso edifício, qu• está sendo coa•·

truido em Manáus. para séde dos serviços do IAPETC naquela Capital, no qual lá haviam sido qastos 18 ml· lhões

de

cruzeiros,

sendo

necessários

ainda

mata

10

milhões para conclusão das obras.

MAIO

DE

1951


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J O RGE SANTOS LIMA, Gerente

CONSl:_'L H O FISCAL Efetivo :

Frederico

Tcrves, Manoel Ferreira Gu imarães, Michael J ayme Ro b"tson. Suplentes : Julião H. A. Arp., Haro Ia A • Pack sta lk "

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Cada ano que passa eO

MAIOR ANO DA HISTÓRIA DA

SUL

AMERI~A

Para bem traduzir a confiança crescente que Inspira

dos q ue confiam na Sul Amerlca. No tmpreulonantt volume de seguros novos · Cr$ :!.726.353.234,00 • hâ mala de 553 milhões de avanço sôbre a ci!ra já magnltlca de 1940. Esse é openas um reflexo da absoluta cor• reçl\o com que 11 Sul Amerlca responde pelo• 1eu1 compromisso& e serve !i Famllla Brasileira. Confie também na Sul Amerlca, assegurando a paz e 1 tranqullldode tutvra de seu lar.

a Sul America, esta frase, baseada nos !atos, poderia ser usada como "slogan": cada ano que passo é o maior ano d a história da Sul America. 1950 confil'• mou uma vez mais essa verdade. Basta examinar o resumo do Balanço que a ~egu i r apresentamos. E ncs• íll! Balanço, basto olhar os dadon referentes aos segu• tos nov o~ • prova t:le quo é sempre maior o n ~mero

RE5UMO gg SS.· BALANÇO OA 5UL AIYUiRlCA, llEfEilENfE AO ANO DI 1950 OI no\'uit U&uro•

aceito~.

c:um ua rl!lpecll\'oa p r imeiros prêlnlcla

2.726.353.284,00 11.262.670.417,00

pa101, lltlnalram a quantlà dl!.. . . . . .. . . ... . ... ... ..... . .. . O total do• sClruros em tlíiOt aumentou Plitll . . . . . . . . . . . .. . Os paraml!ntos 101 próprio• !leguradoll I! ao11 tumetlciárlo& doa l!erurados falecido• (alnlstros, liquidações e Jullro•) somaram . , .. . O total de pagàmento• deade a fundação . . . . . . . . . . . . . . .... . 011 pa;amcnto• de Lucroa atrlbuidos ils apólice• de Seguro• em Grupo, lm11ortaram em . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . O ativo elovou·•o em 30 de de:&t!mbro de 11160 A lmportBncla de . , . ,

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Tltulos da Divida Pública , .... •• •• •loo Tttulos de Renda .. .. .. .. .. .. . .. lmóvelll . ... . , , , . Empréstlmob sôbre Hlp., Apólices de Seguros e Outras Garantias Dinheiro em Buncos, a prazo . , . ... . . , . .... . ... .. . .. . .. .. ... . , , Dinheiro l!rn Caixa e Bancos . l'rémios, Juroo e Alugvéls a Receber .. . , ..... . .. ••.• .. , .. , . , , . Outroa Valore• ..•... . • , . . ,,,, , , , , , ; , , ,, o o o f O O

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Sul Ameriea COMPANHIA NACIONAL Di: SEGUROS DE VIDA J'I.INDAJ:IA EM I&N


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