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T1345 revista de seguros novembro de 1950 ocr

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Hemisférica de

NÚMERO

353

NOVEMRO

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1949

Incêndio, Transporte, Acidentes do Trabalho, Acidentes Pessoais, Hospitalar Operatório, Automóveis, Fidelidade, Responsabilidade Civil e Animais.

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Filiais e Agências em quase todos os Estados

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Capital subscrito e realizado Cr$ 12.000 .000,00

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DIRETOR IA : Dr. A rma ndo de A rru da Pereira -

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Dr. Ed uard o Jafet

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Vice-l'resi dente

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Dr. Jo•é de Pau la e Silva

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Superi ntendente

Anto ni o Devi sate

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Secretari o

Sucursal na Rio de Janeiro

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INC~NDIO TRANSPORTES ACIDENTES PESSOAIS RESPONSABILIDADE CIVIL A UTOMÓVEIS LUCROS CESSANTES

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Rua Carlos de Carvalho, 59 -

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Gia. do Seguros Aiian~a da Bahia I" MOVIMENTO DAS SUAS CARTEIRAS DE SEGUROS INC:Jj,NDIO E TRAN SPORTES, DE 1870 A 1949

PRE:mOS

SINISTROS

ANO

RESPONSABILIDADE

1870 a 1879

274 . 407 . 661 ,5 0

2 . 110 . 429,10

1 . 72 3 . 606,1 o

1880 a 1889

219 . 548 . 666,50

1 . 274.955,80

705 . 262,40

1890 a 1899

487 . 362 . 088,40

2 . 866 . 160, 80

2 . 198.990,90

1900 a 19091

1 . 926 . 231 . 531,00

10.212 . 620,00

7 . 243 . 656,00

1910 a 1919

7. 429 . 043 . 543,00

38 . 484 . 631,00

26 . 465 . 354,00

1920 a 1929

25 . 597 . 750.822,00

122 . 984.615,00

69 . 11 3 . O I I ,00

1930 a 1939

28 . 731 . 803 . 961,00

139. 542 . 357,00

49 . 994 .904,00

1940 a 1949

70 . 843 . 673 . 317,30

445 . 670 . 754,50

180 . 100 . 537,90

1870 a 1939 1940 a 1949

135 . 509.821 . 590,70

762 . 146 . 523,20

337.545 . 322 ,30

64.666 . 148 . 273,40

316 . 475.768,70

157 . 444 . 784,40

70 . 843 . 673 . 31~30

445 . 670 . 754,50

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Renda

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Dinheiro em Caixa e em Bancos

Outras

contas

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49 . 933 . 166,20 43.567 . 562,80 29 . 401.447,80 21 . 493 . 830,50

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VA LORES DO BA L ANÇO 'DE 1949 Títulos de

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144.396 . 607,30

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SÉDE

SALVADOR -

ESTAbO DA BAHIA -

FUNDADA EM 1870

Diretores :

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Dr. Pamphilo d'Utra Freire de Carvalho- Presidente Dr. Francisco de Sá Dr. Joaquim Barreto de Araujo

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OUVIDOR, 66

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TELEFONE : 43-0800

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(ROOE INTERNA)

Gerente : ARNALDO GROSS

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Agência Geral :

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RIO DE JANEIRO

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DE AUTOMóVEIS, FOGO, RISCOS

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MAR!TIMOS e FERROVIARIOS SEGUROS DE

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Edifí cio Castelo -

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151, Av. Nilo Peçanha

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SEGUROS CONTRA FOGO

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Sucursal no Brasil

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Telef. 22-1870 (Rede particular)

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• A mats antiga Companhía de 5eguros do Brasil

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TRABALHO TRANSPORTES AC IDENTES PESSOAIS V IDA

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Edifício Mariana -

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pav. Av. Afonso Pena, 526

CAIXA POSTAL: 426

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DIRETORIA:

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José Osvaldo de Arilujo

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Dr. Carlus Coimbra da Luz

Pre,o,idente.

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Vice- Presidente.

Ageo ! io Sobrinho Secretário .

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SUCURSA IS: Belo Horizonte Rio de Janci ro São Paulo Porto Alegre Salvador Recife

Curitiba Itajaí Juiz de Fóra Itajubá Uberaba Niteroi

Agencias nos demais Estados Endereço Telegrafico BRAMINAS

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NOVEMBRO' 1950


fogueira no Entre os povos pritmttvos, a fogueira era como um sim bolo de segurança. No alto da montanha, ela indicava, na es•·.uridão ela noite, o caminho certo para u~ ,:;uc tTctros que regressavam ao acampamento anunc iando-lhes a paz, avt san<lo-os da guerra. E sempre aces:1 durante a no ite, dava plena segurança ;·~ aldeia, afugentando as feras e inspir::illlu confiança e tranqui liclade a todos. E, quando perdido na floresta, se o homem contemplava aquela luz, sabia onde encontrar abrigo seguro contra as intcmperics. Hoje, em meio à moderna ci vilização, o homem necessita ainda ele um guia no caminho da vida. A lgo que o proteja elo imprevisto ·e o conduza com segurança entre os embates da sorte. A COMl' ANHIA BOAVISTA DE SECU ROS, antiga Equitativa Terrestres,

al~o

da montanha

Acidentes e Transportes S/ A - que acaba de mudar de nome, mantendo. contudo, o mesmo Capital Social, a mesma Diretoria, funcionários e Agentes c que presta como sempre, aos seU'> segurados, a mesma ass ;stência tecnica e os mesmos ser viços eficicn ~es - oferece. com suas ap•)!ices, a gara ntia contr<t os golpes da aclvers:dade. Uma apó· lice da BOA V lSTA é a melhor pmteção para o dia de amanhã.

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[OMPANHIA BOAVISTA DE SEGUROS An:ttra Eq•ltatl va Terr estres, Ac:ldentes e Transpertea S/A AFF ONSO PE:NNA JUNIOlt

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PRESIDENTE

MATRIZ: RIO DE JA N EIR O - AV. 13 DE MAIO, 23: SUCURSAIS E AG t NCI AS E M TO DO O BRASIL

NOVO NOME - MfSMA ORIENTAÇÃO

RE\~ ISTA

DE

SEGUROS

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1950


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YORKSHIRE LAiuranec Co. Ltd . Fundada em 18!4

seguro do Bras i I

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Brc si I,

porte

a

Brasil,

registrado

edição de T950 Preço Cr$ 80,00

Redação Rio

porte

Estrangeiro,

registradg

Número

e

e~vulso

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305

Solo

Telefono ' 52 · 5506 O E

Fundador :

Redator

Chefe :

DE

CARVALHO

Diretores:

José V. Borba e David Campista Filho Técnico :

consultor

BANDE I RA

DE

MELLO

Secretário A.

REGIS

SILVA

Redatores :

AVIO

BRAS I L

CORR~A

e RAYMUNDO SOBRINHO

SUMÁRIO liquida ções d e Seguras de Carval ho .

Abil io

Companhia o de Segura s de Vida no conceito

ju sti ficativo

de

uma

lei

fisca l - · David Compista. Con si d era ções sôbre a elevação do custo de aq uisiçã o d a seguro Luiz Mendonça. Curso d~ Seguros Privados- Paulo Barbosa Jaques.

111 Conferência Hemisférica de Seguros - · Amp lo noticiário. Balanças padronizadas das Emp rêsa s de Seguros Aluí zi o Peixoto. Urbania - Companhia Nacional de Seguros Reportagem . Registra. Aume nto da s os IAP.

contribu ições

para

Açãc• para cobrança de prê mio d e SeQ uro s. REVISTA

DE

FILIAIS: Rio de Janeiro Sl'lo Paulo

NUM.

353

Liquidações de Seguros

JANEIRO

CANO IDO DE OLIVEIRA

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Estranseiro,

ANO XXXI

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Mais ~ um 8éculo de reputaçlío 40111 Jlquldaçõee 10atlsfatórla1 .

SEGUROS

F-fm,cndo prrda do 1W11io por qualquer acidente de m•ar, o Tribunal MaríliJIIO abre inqu.érito para. conhecer as causas do e7 1Cnfo e as responsabilidades náuticas do coJJzandante ou da tripulação. A Compan!Íia Seguradom do casco de1 •e espe·r ar o julgamento daqu.êle Tribunal, para liquidar a sua responsabilidade contratual. Qumzto à. carga perdida, pagará à vista dos roi:JJ.Cci11/elltos, com os rcspectiz•os 1•alores e se o dano é parcial o a·ualiarâ, de .acôrdo COIII o s-egu.rado . Na falta dêste entendimento, poderá pedir uwa vistoria em juí:;o. O que é rmnu.n,' porém é a liquidação am igâz •el. Nr/o precisa a Compan/zia pedir, no caso de incêndio, a prm•a de qu~ o estabelccimCJ:.to sinistrado é do segnrado, por que pode agir pela. 1•erdade sabida. Se o segt~rado, depois de sinistro, veio a ser declamdo falido, o síndico ou comiss-ário te1·n o cuidado de comuni.car à Companhia seguradora, porque nesses casos o que há de fundo rowercial é apenàs a apólice. No caso de cessão do ?le[_(ócio, do 1•alor da apólice at~ de penhora não ·ualerão êstes atos senão depois de co1Jiunicados judicialmmte à ·Companhia segu.radora. Não precisll ela, para liqnidar u.m seguro de negócio on bens 1nÓ1!1'is exigir certidão do Registro de Títulos.

O q·11e é públ-ico e uotório uão precisa A posse d e bens mó·ueis pressupõe a salvo prova em coJ:.trârio . Se há ação judicial contra o segurado 1.·.otifique à S eguradora, quje para pagar dano, as 1;e:.;es bem pequ,eno, não precisa só ex·i gíveis nas vendas de imóveis.

ser provado. propriedade, o au.tor qu.e u.m simples de certidões,

Aqui, há o costume de credores do segurado notificar em às · srguradoras a existência de créditos seus e a~ companhias, por excrsso de ruidado, exige m qur tais 199


credores assistam à liqwidaçiio ou requemw ao JU IZ lla not.1ficaç'ãu ij'U e 'lllll11cfc dar riPnrin. noJ; uotifiranlrs dr !JII f retirn111 o ato aJMrrior.

Nos seqnros lerrrs/rrs. as Co111p.a nhins podrnr lirpiidnr antes do nrq11ivn111en to do inqurrilo poliria!. tôda n 7'1':: q11c o fato srja intrira111.rn tr rns11nl ou q11r. o fáro do ·i nrh.dio lrnlw sido na rnsn 1•i::inhn. Nos sinistros 111nríli111os. as Cmnp.anhins podr111 uiio esperar a der isilo do Trih11 nnl !tfnríti111o, nos rasos nridentnis r portanto 'Ínorrutrs. Uma a{Jn!ronçi'ío Cl'./rr 11111 nm•io fll l IIIM'illlflllo r 11111 1W7>io parado Í' alo rltlposo para o nm•io nhnlrondor. lliro l;d7' f lld o r11lpa prtm o 7W7'io abalroado.

O nhnlronlllrnlo entre li/11 nm •io r n1 111nrrha . à uoit r. r 11'111 1W7Jio que esteja parado no passo J.'•ii7'CfJfÍ7•el, st'lll as lu::i's rr.r;ulanien/arrs. ·indira culpa, do que rsta·i!n parado . Jissns disposiçii rs estão in corporadas ti lrg islaçiio internacional, para r7•itnr a])(l/roalllrntos 110 111ar . TiJdo a zl{'::; iJIIC uni pn;dio passa dr dono por 7'Cllda. 011 herança. o I!·O<Io 71roprirtário tem o r11idado rir ler,ar a apólice dt• srg11ro para srr m 1olada o lransfrrc~ ncia de do111ínio.

S·r sr trata. dr hipoteca, o credor rrsenra ·para si o direito de rscolh er il srg11radora ou, ronsrn.>nr o srguro rxistrntr , lr1m ndo a apólice para a rrsprrli<•a drrlaração ou. endosso. No raso dr sinistro. as co111panhias pedrm o rolnparrr'ÍIIi.<'n/o das duas partes intrrrssadas para o ajustr 011 paga111rnto da indeni::ação . Sr por araso hom•er o foto do indicado proprietário uiio ser o dono. hm•erá cnso de sinw laçiio. qu r afetará o próprio seguro. Diante de siu1.plrs s11.spcito de fi Oiidl' o ser;11rador jJot!e i'.rir;ir a prm•a oriunda do rcyistro dr inltÍ'l'i'is.

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No srguro ronlra acidente p •ssoal. Í' necessário iJUl' o llli'SlllO sr·ja prm•ado. Tn;/ando-se de scyuro de ·z · i~ia. a j>arle inlerrs.wda dc<•crú rwrese ntar rrrtidiio áe idade r de á/J ilo i' proz•a de idl' nlidad e do br!u·fir'iário ussilll ro1110 se liú olf. 1/i:.o teslanli'l:/o ;;urJ p-r~'i nir IJitaliJI! t'r n ~ odif.cuçào relafi7•a ao hencfil'iário. Tixiqia-se anJi,lj'olllenlr u {/erl!:ração aulrntirada de duas pessoas que ti7'."S.\'l' lll <•isto o cada ver. isto i;, aqui.' o que foi daclo aos verm es. O J;li[Jalllf'lllo r1o risco <·tnficado exlill [! ur• a upôlire de Si'[Juro . Ntlo precisa (jltf o sC.fJIIrodo a rl c<:olz •a ; ron1 a sua firllla au.frnticada pdo Tabclir! n O I! 11à0. l1111a. apól.ce podr ro11 1er 11111 ou wais seguros, drrlara o Côd. Colll. Há apólices dr m rrrbaçiio ou flutuanlrs, Clll qnr se la1:.ça nl os elllbonJII fS feitos 7.=rlo segurado. Colllo r n.' qua .'quer lt/11 dêssrs rasos. fira r o seguradora COIII 11 apólice í' O pagalllenlo da quantia scyurada 11ão torna a apólice nula. fOI/lO di::rlll al.rJIIIIS; o ser;11ro fira exli11to . Apólice, lt~ nn.o rolllercia! r de Fa:::r11da. r; pràprialllelllr o il:.slrllnreii/O 111ernwtil; assilll a apólice dr srqnro i; o illslruni!'l:.fo do ronlrato dr seq11ro; 11 apólicr dr car.qa r; o conhec:mento . Apálire i; /c1111hrlll 11111 tí.tulo elli1itido pelo .fJ07 1êi'II O. ll lll ministro do lllais alto trilncllol do piús. j11lgando 11111a ra11sa de seg11ro lllnrítilllo, der/ar on qur o art. ó71 do Código Con1erc ial . qur rxige 11os srgnros sôbrc fazendas a proz~a do rlllbarq 11r. 110 1•alor drrlarado , lllio ti1 .~/w aplicação. f!O rqu r a apólirr falm •a rm m: : cadorias c 11ão em fazendas. 200

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E' pena que os bacharé·i s não conl•eçam algo de e.socrituração mercantil, pois saberiom que nos livros c01nerciais das mercearias ( arma.z'fm.s de g'êneros) encou.trariam lançamentos de fazendas gerais, isto é, tu-do que anda em comércio. Fazenda é o mesmo qu.e propriedade, por isolo, 1tas antigas procura{Ões para adm.inistrar b:ens, os notários referiG1n-se a tôda a sua fazenda, isto é, a todos os seus bens e direitos . E' neste sentido que se diz Fazenda Pública. A palavra indica também a manufatura, as obras e produtos do home1n e das máquinas. , Eva fiando e Adão cavando a terra criaram a sua fazenda . Urna companhia de seguro, con1> a!)ência no Paraná, ajuizou, na secção federal dêste Distl'ito, uma ação para cobrar danos qu.e ela. tinha. indenizado ali a um dos seus segurados. A' ação foi julgada i1nprocea~mte por um jui:: substituto porque a apólice dizia : "A companlua tal, 1·epresentada pelos seus diretores abaixo assinados etc. : entretanto a apólice, e111itida. J:.aquêle Estado, tiuha sido assinada pelo Age11te da Companhia. Tanta juridicidade ·m erece um ponto de espantação!

A apólice pode perder o seu valor qua11do o segurado au11i~? nta o risco sem co1nunicação à segnradora. ou tra.nsferr a coisa segura para local d·i ferente . Nestes casos e outros' semelhantes se di:: que o segnra.do d ecaiu. do direito .à indeni::ação. Nulida de é fato rontenr.porâ11co da e111issào da apólice e nii.o posterior. Nulo é o ato em que se 11ão guardou. a forllla que a !r i nwrdo u gum-dar. "N ulo é o mes111o que irrito e inválido. De todos c~stes têr111os da jnrisprudência, o 111ais ge11ériro é inválido, que desig1za todo o ato ou. títu.lo que não tem z•alidade. nem vigor, nem fôrça. de obrigar. Qua.u.do esta. invalidade prm·rm d 'a lqu111 ·uicio , d e falta de a.fgun~a condição ou. solenidade prescrita pela. lei, é nulo. Quando o ato ou título foi feito com as co ndições e solc11idades da lei. poré111 por circ.u.nstâncias superz•enie J.•.tes nã.o é reconhecido nem ratificado, é irrito.

Nula é uma apólice e111itida. contra a· lei; irrito é o a.juste feito por um jn·ocurador que eJ.:re d et~ os poderes que na procu.raçiio do seu comitente lh e cra.m concedidos. E all!bos êstes atos são inválidos. Nu lo tem 111ais fôrça que irrito. por isto se di:: e111 alguns cas-os, irrito c nulo c 11ão nulo e irrito. "

E' o segu.ro de todos os gê1?.eros um negócio que deve ser concltcído ràpidame;tte, pois os riscos não espera·m. pelos q 11-e dor111 em. C onseq~tente~1~ente, as indenizações devenD ser pagas, wma ·ve:; q,ue o segurado apresente a prova do sinistro e das coisas existentes .,.,o lugar e 1110111ento. A prática não tem para isto muitas exigê ncias. A apólice não é um título ao portado1', pa.ra ser exigida a sua devolução, uma vez liquidada a indenização.

· O formalismo ·n o seguro equivale às práticas burocv-áticas, tão ridículas quanto estravagmffes. Os atos judiciais, tais como a. cessão de crédito, pe11hora !'te. só valem quando notificados à 11artc passiva da obrigação is-to é, ao devedor da obrigação. A exigência d e muitas vias de recibo e de papesinhos, conv indicações inúteis, eq uhrale ao papclório das repartições e basta para espantar os segurados. Abilio de Carvalho REVISTA

DE

SEGUROS


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Companhias de Seguros de Vida no conceito

justificativo

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lei fiscal

David Camp;sta Filho E ·pecial l'ara a REVISTA DE EGURO '

Incrível improbidade demonstram atualmente aqueles que compõem o Poder Público, ao pretenderem justifcar leis que lhes pareçam uteis, com recursos ela mentira e ela ca luni a. Como merecer consenso na acei tação, leis que haurem seus motivos no artificialismo da mentira e armam sua procedência na fal:dade, nem ao menos na falsidade doiracla pela imaginação, porém na falsidade tão flagrante e ousada que chega àJ desfaçatez ? Foi assim . que tresandando a azedume burocrático. apresentou-se ài Câmara dos Deputados uma men sagem do Executivo para pleitear reforma do impôsto ele renda. Vinha para alterar ou suprimir certo dispositivo legal que excluía ele incidência fiscal a importância paga pelo segurado a título de prêmio ele seguro de viela. Tal preceito adotado entre nós, teve em rista a facilidade e desenvolvimento do espírito de previdência, porém esse nobre intuito ter-se-ia desvirtuado na prática, ensejando procedimentos menos escrupulosos em determinada modalidade de seguros, por isso, considerados lesivos àJ Fazenda Pública. Daí, a necessidade de reforma da lei fi scal, e a mensagem que a justifica. A essência da lei ressente-se da autoridade do legi slador, mistér por isso, aos que rêm falar àJ inspiração da lei, igual austeridade dos que fa lam por sua aplicação. Honestidade no estabelecimento ela lei impõe respeito no seu cumprimento. Entretanto, tal não acontece com a expoição ele mo ti vos em que versa a mensagem do Executivo. Despida da magestacle inerente ao Estado, a linguagem daquele documento público, dcscomecle-se em invectiyas contra as comREVISTA

DE

SEG UROS

panhias de seguros ele viela. as qua1s consldem em situação de clec<fclência ante o êx ito triunfal elos Institutos de Prev:clência Social assim: continuando" . ... . .. ..... os negócios elas companh ·as el e seguros ele vida entraram em declínio. porquanto. desaparecendo o fator psicológico, traduzido pela pPeocupação de amparo aos dependentes, ~~ queda ela ''produção " elas emprêsas que operavam naquele ramo tornm~-sc irrepremivel. Para contrabalançar a diminuição el e suas receitas provenientes de contratos de "seguros ele viela em caso ele morte " , as companhias interessadas criaram nO\·os atrativos para conquistar clientes, sendo então di fun chlos planos de "seguros de viela em caso ele viela e ele seguros mixtos ou dotais ". Se os redatores ela mensagem tivessem o escrúpulo natural ele consultar as estatísticas, te-los-iam estas im p~cliclo a que se aventurassem com tamanha ine1xia a afirmativa tão pronta e fartamente desmentida. Aparece aí a primeira fa lsidade em documento público solene, a mentira inicial em que s ~~ fundem razões elo Estado, irremissívelmente iluminadas pela contestação dos números. Segundo o Anuário de S eguros, há sete anos passados. em 1943, as companhia ele seguros ele viela em número ele 6 (Metrópole inclusive) arrecadaram em prêmios, menos resseguros Cr$ 207 .988. 8q ,10 exprimindo o ativo real daquelas sociedades Cr$ 784.265. 504,90. No ano de 1949, cinco companhias Sul America, Equitativa, São Paulo, Previdência elo Sul, Seguradora Rrasileira arrecadaram em prêmios menos resseguros ascendendo o ativo Cr$ 801.655 .117,00 203


• real a Cr$ 2. 372. 552. 584,00. O valor do ativo real triplicou em se1s anos, e a receita de prêmios quasi quadriplicou. Somente a renda de capitais das mesmas companhias passou de 52 milhões em 1943 para 140 milhões em 1949. Positivamente, não é a decadência que os dados ofic;ais atestam , porém a mentira nos argumentos da mensagem. Do flagrante desta inverdacle, passemos a outra da qual deriva - o êxito ela Institu :ção tle Previdência, motivo elo despeito das comp~hl;Jias ele seguros el e viela. Qra. o que se conhece pelas entrevistas ú impr~n sa, elos próprios dirigentes dos Insti tutos, por ocasião do aumento das ·pensões e aposentadorias a que foram obri gados, é que <'. Previdência Social estaria ameaçada el e insolvência, caso se promul gasse a ordem de majoração, tal como saíra do Congresso. É certo que as receitas elos In stitutos são torrenciai s - confluência ele toda a riqueza do país - mas é igualmente certo que sua aplicação se des vi a elas finalid ades legítim as. De· preferênc·a seduzem os negócios ele especulação ou de favor. tai s como aqu isição, por preço vultoso, de imóvei s para sal var ele d ificuldad es estabelecimentos bancários, de pósitos em outros de idon eidade suspeita para incentivo da demagogia eleitoral, e criação ele cargos fartam ente remun erados e absolutamente inuteis. Evidentemente não fa z mossa nem causa inveja à.ls companhias ele seguros ele viela. cuja orientação nos investimentos ele capitais é presidida por lei e máx imo escrúpulo de sua direção que tem conciência ela responsabilidade funcional. Também não é exato se tenham socorrido as companhias de novo plano elo seguro el e viela no intuito ele burlar o fi sco, segundo suspeita a exposição de motivos, porquanto se tr'a ta de modalidade antiga. Nenhuma · ~azão, por isso, lJara que se cond ene a categoria desse seguro, pelo fato de ter ensejado certa manobra suspei tada de fraude, pois tudo que exi ste, vir1ude ou vício, bem ou mal poderá ser mouso que ele tal tivo de fraude, conforme

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se venha fazer. A seguir, a mensagem in veste contra o contribuinte, suposto segurado, nestes termos: - "Acenar com a possibilidade de pagar menos imposto ou não pagar nenhum - e ·em ofensa àl lei - é na verdade um atrat ivo bastante sedutor para a maioria dos cidadãos que vivem no Bras il, onde o civismo infeli zmen te está longe de proporcionar ao indi víduo a satisfação de contribu ir para o custeio da despesas elo Estados". Não pode haver autorjdade para t ributar c arrecada r, quem abusa da a utoridade p:> la m (t apli cação no desmand o elos gastos públicos. É mi stér austeri dade e respeito ao · sa · cri fício el o cont ri buint e que concorre para a despesa pública visand o honesta apli caçüo a bem da co leti vid ade. segun do consLtue de\·er precíJi U O elo Estado.

E ntretanto, não é o que acontece no Brasil ante os exempl os que na atualidade ilus~ ram a viel a po líti ca. bastando in Yo::ar a cri ação delirante de empregos clcciclido p ~ la Câma ra M uni cipal, que toca ao im·erossimel, à loucura, na depredação dos cof res municipais. Os orçamentos públ: cos consignam o destin o ela receita na sua maio ri a ao pagamento de ordenados, assim fo mentand o e criando cada yez ma:s o .f!u;cio nm'ÍSIII O, fa tor el e esteri Ecbde na riqueza nacional, maior peso na elespesa públi ca. Deante di sso, o que então se im põe: se ria a organização de resistência e defesa do contribu inte, po r vulneravel ao ataque do fiscalismo. Portanto, é profundamente contristaclor, que ainda seja acusado de fa lta ele civismo, porque o contribuinte procura resistir em liberalientregar ao delírio dos desmando , dade do favo riti smo, àl voragem elos gastos públicos . o .prod uto ele seu trabalh o. A penas, estes traços clef i nem a mensagem propondo a refo rma elo imposto ele renda, bastante para fazer ressalta r a inepcia em que se articula sua fundam entação, em linguagem que não poude ser austera por versar sôbre falsidades ..

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f.in mais de um quarto de século de existência a COMPANHIA INTERNACIONAL DE SEGUROS vem

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Desde sua fundação liquidou, com a máxima cor~ reção e solicitude, cento e quarenta e cinco milhões de cruze;ros tendo constituido reservas de mais de três de~---··· ·-·---1 zenas de milhões, para vêr sempre proclamada sua , .,1 i Competênc:a, Idoneidade e Segurança. ' ' ' D:RETORIA DR . CARLOS GUINLE C.\RLOS O, R. GUINLE DR. ANGELO MARIO CERNE DURV AL LOPES REIS SEGUROS DE INCÊNDIO * TRANSPORTES * AUTOMÓVEIS * VIDROS ACIDENTES PESSOAIS * ROUBO * RESPONSABILIDADE CIVIL ACIDENTES DO TRABALHO VIDA

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mantendo, como um símbolo, êste lema que justifica o renome de que goza.

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BRASIL Companhia de Seguros Gerais Séde: AV. IPIRANGA. 1. 21 6, - l.o ao 13. andares, São /Pa ul o . Telefones: 2-4173, 2-417 4 e 2-4542 Caixa Postal: - 796 -· End . Telegrâfico: - AZIL 0

Capital inteiramente r r<1 li zado: - Cr$ 5. 000 . 000.00 Reservas : - Cr$ 44. 332.493,80 · ~

DIRETORIA: Dr. Victo r da Silva Freire, Presi dente Dr. Raim 11ndo Ca rnrt, Superintender:'i:e LJr. Au tonio A lves Braga, Produção Sr. A r111andc de A lbuquerque, Secretário !Jr . (,' l'mnl Comúe d'A lma, Assisten te da Direto ria

O montante da nece itn de premios mensais e unicos , anualrucnte verificada , o rendlmento das in\'crsões realizadas tem se apresentado ano a an o em progressão co;c endente, dcr :10nstrando assim o cont •nuo progrésso de 1\0SMOS.

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050 . 40G.75 2. 444. 75!'i.40 5. (i!J'7 . 266',35 6. 785. G'30 .75 8 . 913 . 818 ,40 12 . 2S.J. 0.7!!,00 18 . 007 . 633.30 30 . 882. 720,80 46 . GD9 . 056,80 61. .(16. 245,50 18. 9G3. 6'69.1 O 89 . 759 . ~.3 0,90

106 . 590.001,00

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. '· ··. Agradeccnrl0 nos Srs. portad o;-a" de títulos e ao público em geral pela aceitação que nm· vêm sendo dispen.> :~ da, esperamos continuar a corresponder à con. fiança que ro os foi depos-itada.

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Capital realizado Cr$ 1. 200.000,00 NOVEMBRO

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Considerações sôbre a elevação do custo de . aquisição do Seguro por Lui z Mendonça E si.r cinl p:11a a "REVI S TA DE SEGUROS"

O probl ema que talvez ma1s aflija, hoj e em dia. ao segurad or qu e opera em nosso paÍii - problema, aliás, que tem suscitado as mais inflamadas cl iscussf> es e sôbre o qual é cada vez ma;o r a ateiH,:i"to dos que por el e se inter essam - é o que diz re ~pc it o ao custo de aqui si-

minados níveis ele preços de aquisiçao. 0 que é uma das fórmulas que não lograram ·resul: lado algum, senão o de acirrarem maiores di~ vergênc i a~ mercê .das quebras. de compromisso qu e. em gera l. ocorriam com muito maior brevidade do qu e poderi a ser possível esperar.

ção do seguro. Se êsse custo jú era um tanto pesado du c rante os dias em que estavam sendo ensaiados os primeiros passos no caminho da conflagra· ção que, por fim. envolveu quasi todas as nações, daí em diante. e até os dia de hoje, foi ele e agravando em considerável crescendo, como fruto natural e irreprimível da própria anormaliclacle econômica gerada pelo conflito armado.

O aumento do custo el e aqui sição do se~ guro é um fenômeno de índole primordialment e· econ ômi ca . em que pese a opinião, por muitos abraçada. de que na sua causalidade tntrcm em j ôgo, de maneira preponderante, fatores de ordem moral. Certamente por não atmtarem. ou não quererem atentar nas verdad eiras origens do fenômeno é que os nossos seguradores têm. por vezes, cometido o êrro de enca minhar a solução elo problema do alto custo de aqui s\ão do seguro através ele fórmulas cujo sucesso, como eles próprios apregoam, depend e quasi que exclusivamente, ou exclu sivamente ~ ele . fatores morais. Fórmulas, por consegu;nte. elaboradas sem base nas causas reais do fenômeno que elas procuram atacar por isso. sem possibilidades de atingirem os fin s que visam. Constituem exemplo fr isante disso as tentativas, mais ele uma vez feita s, ele acôrclos entre os seguradores com a finalid ad e de todos respeitarem deter<:,

r.EVIS TA

DE

SEGUROS

O seguro. que na verdade possui um elevado conteúdo cientifico e não menos elevaelas finalidades sociais, ao mesmo tempo não deixa ele ser uma atividade com um caráter essencialmente comercial, no bom sentido clêste termo. O seu exercício, por conseguinte, implica estrita sujeição àls leis gerais que regem os fenômenos econômicos, mórmente no atual regime ele exploração pelo sistema de "prêmio fixo", que é com efeito o mais hábi~, entre quantos outros se tenham estudado, para promover u'a maior aproximação entre as cleiicadas exigências ela teoria do custo do risco e os problemas ele ordem prática que a exploração elo seguro em si en tranha. Su jeita àls leis gerais ela economia, a instituição do segur0 revela-se especialmente Sl;lS· cetível àls influências ela lei ela oferta e da procura. E foi, sem dúvida, a implaCável atuação dessa lei o fator principal entre o comêço destas linhas nos vimos referindo. Ninguém desconhece, em nossos meios seguradores, que ao mergulhar · o país na inf lação monetária provocada pela última Grande Guerra. começou a crescer desde então o número elas sociedades em operações no mer ~ cada nacional, crescimento êsse aliás favorecido · não só pelas contingências econôniico-financeiras. como também, pela' política naci_oi1ali sta que em relação ao seguro segu1a eiltão o 207


Governo. Para ter-se uma Idéia do que foi o aúmento de soci edades em funci onam ento, basta dizer que, no setênio 1940-1 9-ló, 40 sociedades foram organizada·s ( por sin al todas nacionais) , elevando-se de 101 para 1-tl o total delas. "O c u.~t o de aquisiçíio, con stituído elas comi ssões e despesas ele in speção. tão reduzido nas grandes soci edades. é nas pequenas sociedades uma grande despesa, levando mesmo algumas a situações deficitária s. Dada a situação do mercado e os pequenos capitai s iniciais, não podem as sociedad es novas expandir ràlpidamente o. volum e de suas carteiras e forçam a produção pagando comi ssões acima das suas possibilidades". ( " O Seguro Privad o no Bra s il "~ pag. 13 - P ublicação do I.R . B .) . Se essas são as diretrizes seguid as pelas noveis sociedades na formação das suas ca rteiras - e nada autoriza um desmentido àls asserti vas contidas no trecho atrás tran scrito i magine-s ~ qual o panorama oferecido pelo mercado nac:onal de seguros com um a umento cja or~~m de 40 companhias no número elas oci edacles em fun cionamento ·"·

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;s'egl!ro; ài)resentando a oferta uma no-

táVell ~:ihcte-ristica de ordem econônúa sotrg~~lá ; as restrições, imperativas em out t os · rãtiíos , impostas péla quantidade ele nn té·tiãs ·r5timas disponívei s - bem maiores se tornam os efeitos decôrrentes elo aumento elas sociedades que se propõem a explorar tal indústria, principalmnte um aumento como o que se registrou, entre nós. depois de 1940. J;Iouve. pois, e não há negar. um g rande recrudescimento da concorrência entre os seguradores, e _talvez o que mai s tenha influído para que o mercado nacional atingisse àJ satu · ração - ~denunciada por muitos dos nossos abalisados seguradores - haja sido o acentuado desi1ível entre a oferta e a proc ura. Se a oferta sofreu a la rga dilataçào clecorreilte elo aparecimento ele 40 novas ociedades, ·a procura, entretanto. não experimentou ttm?. ascenção capaz ele el evar- se até aos níveis a que foi alçada a primeira. 208

Bste, ao nosso ver, i o tato que mai s con· co rreu para agravar o probl ema do custo de aqui siçüo do seguro em nosso país. Na ve rdade. hou ve um considerável acréscim o nas cifras relativas àJ nossa angariaçãu el e prêmi os. T oda via . cremos que êsse aum ento de procluçáo. bem gra nde ali ás, não f oi de mo elo algum compatí ve] com o aumento ha vid o no núm ero el e sociedades. Não dispomos. in fe li zmente, ele dad os estatí sticos em que possamos a poiar tal a firm ati va. E ntreta nto. a observação pessoal, na lida d iária dos negócios el e seguro, in duz àJ convicção ele que n2. realidade o desequilíbrio entre a oferta e a procura, no ra mo el e seguros, foi. e ainda é, basta nte acentuado. O fenômeno elo aum ent o elo custo ele aq ui sição, repetim os, vai encontrar as suas verdadeiras raizes em fat os el e natureza econômi ca. Po rtanto, somente po r meio de medidas capazes el e encontrar re sonância ela economia elo seguro é que poderemos, senão solucionar, ao menos modera r as consequências elo problema cri ado pelo alucliclo fenômeno. De pouco tempo pa ra cá. jú algumas o:or· renc1as prenun cia m uma próxim a diminuição na luta que se movem os nossos seguradores pela angar ação de p rêmi os. A redução elo número el e sociedad es. em virtud e da li quidação el e algumas. e a ori entação seguida pelo D . N . S . P. C . qua nto i :l ex igência ele cap:tais mínimos para a organi zação de novas sociedades. são fa tores. com efeito, capazes de in· fluir na restri ção ela concorrência. F ica res· tando. assim , opera r- se um aumento na pro· cura, isto é, promover- se u 'a maior expansão elo seguro nacional, tanto no sentido horizontal como no verti cal. a-fim-de que se li)llÍte OI! atenue o desnível entre aq ueles dois ·elementos. desní vel êsse que tem sid o a causa princi· pai do ~enô m en o a que nos vimos referindo. Os nos os segurado res elevem procurar, se na realidade têm grande empenho em reduzir o custo ele aqui sição do eguro, exercer uma NOVEMBRO

1950


·e xpansão horizontal e vertical elo seguro _._ c não a rotineira trilha ela batalha pelo estraçalhamento elas carteiras já formadas. Deixemos de lado essa in veterada mania ele acô r dos que visem r ed uzir a concor rência (em todos os paises têm eles falhado), e essa outra ele pretender que sob rigq rosa fiscali zação ele departamentos cb adm:n istração públi ca venhamos a resolver o problema elo custo de aq ui sição. econômicas e cul turais realm ente capazes de. favorecendo a expansão. elo seguro, redu zi rem a competição entre · os seguradores . O probl ema é ela econômia, e não ela mor al. Vi gi lância e contrôle muito menos poderão solucioná- lo.

propaganda inteligentemente organizada e recorrer a quantos outros processos existam, a-fim-de conseguirem u'a maior expansão do seguro. I-lá . em nosso país, uma tão vasta seara " explorar ; tão elevado ainda é o número elas riquezas c das pessoas ao desamparo das garantias que o seguro pode oferecer. que é r ealmente in explicável a falta de um largo em preendimento elos nossos seguradores ng sentido de reali zar-se a conquista de tai s mercados. mà nnente quando se tem como certo que \"iri<•. isso contribuir g randemente para uma dim inu ·~ão do elevado custo ele aquisição que hoje paga o nosso segurador. :E:sse seria. pois, o caminho a seguir -

DIRETORIA:

II

Pres idente Eng. Nelson Ottoni de Re:rende Vice -Pres idente Dr. Draúlt Ernanny de Mello ~ e Silva.

CAPITAL REALIZADO

E RESERVAS

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Sedé: Rio de Janeiro- Rua México 168- 3°.

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Telefone 42-4030 -

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End. Telegr. : "INDESEGUR"

Presidente :

~="-

Diretores :

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VICENTE DE PAULO GALLIEZ FERNANDO DE LAMARE { LUCIANO MARINO CRESPI LUIZ R,. DE SOUZA DANTAS

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§;:;

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Rua 15 de Nove~bro, 228 · 2.

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g

~ ~

~ ~

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...

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SUCURSAL DE SÃO PAULO

Superintendente :

~

§=

DIRETORIA:

§_-:

i

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§

:Í 11111111111 t 1111111111111 t 1111111111111 tlllllllllllll t 1111111111111 t 1111111111111 t 1111111111111 t 1111111 [li II I11111111 [ lllllllllll IIt lllllllllllll t lllllllllllll t fi. REVISTA

DE

SEG,U ROS

209


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SUC URSAI S:

Augusto Viana Ribeiro pos Santo s Antonio Carlos O sodo d e Barro s Josó Joaquim de Ca rv alho Dr . Augusto Marqu es Valente

BRANCO N. 9 20-5.' ANDAR RIO DE JANEIRO RUA QUINTIN O BOCAYUVA , 107 - 6 ' andar SÃO PA.ULO

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.

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NOVEMBRO

1950


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i ~

Fundada em Paris em 182 8

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" "'

L~UNION

Cc mpagnio d' Ass urances centre l'lnccnd ie, les Acidents et Risqu es Divers

Representanto Geral : Pierre Goron -

INC~NDJO

-

Representan t e Gere i Honorário : Luiz José N unes -

AUTOMóVEIS -

....

Geren te : Roberto A rg ent o

ACIDENTES PESSOJ\.lS

§ __

..

~1111111111 cl 111111111111 tl lllllllllllltl 111111111111 n 111 111111 11 1rl 11111111 1iiiiiiiClll ~; 11111111 rl 111111111111 rlllllllllllll rlllllllllllll tllllllllllllltl 111111.' ~I[] 111111111111 [ lllllllllllll [ lllllllllllll [] 111111111111 [] 111 111 111111 [] 11 1111111\1 11111111 [ lllllllllllll []111111111111 Clllllllilllll [] 111111111111 [ llllll; ;! !li~

J\ TLAS Assurance Company Limited. "~

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Cr$ 33.352 .860,70

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I

; ~~~~·..._n-.o• · - ~~ -~-·- -·-~-·-·-·-·-•-

Cascos

II If

Ii i i

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• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 4 ~· • • • • • • • • • • • • • • • • • •

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•

f

•

DIRETORIA :

: ~~

I

Sr. Pedro Theberge -

Presidente

Sr. Fa bio Arruda Faria Souto -

~ ~

~.: ~ ®

~ ~

Superintendente

Sr . Claud i o Jorge Latour da Silva Maya -

~

Tesoureiro

:

Sucursais e Agências nas p1·incipais praças do País

:

fí;®®®@@@®®@®®®®®®~®®®®®®®®®®®@®®®®<!>®®®®®®®®®®®®®<!)®@®@®®@®®®®®®®@~

RIO

D-E

JANEIRO

Companhia Nacional de Seguros Gerais AV. RIO

BRANCO, 91 - 5 .• And. Telefone 43-7745

SEGUROS

i

lncendlos Transportes Ac. pessoais e

Rasp

21 2

Subscrito

e

reallsado

BARTHDLOMEU

ANACLETO

MARIO GU IMARÃES REIS {

CAPITAL

RI ORI SCO-

Rio de Janeiro

Civil

DR·

DIRETORIA

-Endereço leleuralico :

DO

NASCIMENTO -

PRESIDENTE

SECRETARIO

DR . FREDERICO RAD LER DE AQUINO JUNIOR -

SUPER INTENBENTE

Cr$ 3 .000 .000,00

NOVEMBRO

1950


Curso de Seguros Privados PAULO BARBOSA JACQUE$ Chef e do Divi sã o Tran sportes e Cascos do I. R. B. (E speci al para REVI STA DE &EGUROS) Reprodução proib i da

(2 .' Parte) SEGURO · TRANSPORTES

IX 1)

SEGU RO MA RITIM O (conclusão) 3 - . T...Jbe lo

de

tax as

para

a

cobertura

do s

risco ~

de

« Extravio

e

Roubo >) .

VIAGENS DESTINO

I len_ rc._ 1 . ~-

PROCEDE DO LITORAL DE ~.

G.

do Sul

Paraná

Santa

Catarina

D.

Federal

Rio

d e Jane i ro Santo

Bahia Sergi pe Alagoas

Per nambu c...:Pa raíba 1: .

G.

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A

I

B

I I

B

I

B

I

Santos

B

I

Bahia

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B

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ATÉ

Recife

I

c c

I

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I Camocim

I_

Pa_r6_

I

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I I

o o

I

Manaus

I I I I I I I I B I B I B ~---B-1- C 1 I I I I I 1 I I I I I I i I I -~--c -l--8-1 B 1 11 1 B 1 c --~--c--'<1---c:I c I B I B I B I· B I B--1--c--j-eI c -1 B I - -B--~-- 8 -~-B B I B I o I I I I I I I I : I I I ! I B o I o I c I c I B I B I B I I I I I I I I I 1_1 I B I D I c I c I c I I B I D I1 o- ·1 I I I I l 1 _c_ 1_ c_ 1_ c__ B B 1 1 I I I D 1 I E I E I I o i I I I I I I ~- C-- ~-E-

São Paulo

Espírito

Rio

I I

---~

Pô rto

N ~ rte

Ceará

- B--~-

Piauí

Maranhão

1

Pará

-

~--

Portos l~.

A mazonas

Belém - Manau s

--~-

-~ -

-~ -

-~--

1

I

T A X A S ER PARA

ER PARA

LA PER

CAPE R

A

0 . 4625

B

1 . 825 2 . 200

0 . 4625 1 . 975

c D E

G

4 REVISTA

DE

2.200 2 . 200 2 . 575 1 .000

Demonstração do cálculo das taxas do

SEGUROS

2 . 350 2 . 350 2 . 350 2. 725 1 . 000

r:sc <> de <:xtravío e Rc ubo » :

213


5EGUROS LAPER

--~

VIAGENS

IV

_

_

Duas vezes

Cláus . Cor.

Taxa roubo

ER

I

/_ _ _ 11_1 _ _

I

1-.-5- v_e_z_e_s

Soma

-1--::I

111

Caluna

11

I +

- -- - - - - - o. 175

VI

vez: -

Taxa final

Taxa Extr.

ER

(IV + V)

0.2625

o. 200

0 . 4625

. 050

1 . 575

0 . 250

1 . 825

0.550

. 300

1 . 9 50

o. 250

2 . 200

0 . 550

1 . 550

2 . 325

0 . 250

2 . 575

0 . 500

0.750

o. 250

1 . 000

IV

v

VI

1 . 5 vezes

Duas vezes

Taxa final

Coluna 111

Taxa Extr.

ER IV + V)

A

o. 175

B

0 . 500

0 . 550

C - D- ~

0 . 750 1 . 000

0 .5 00

G

V

SEGUROS CAPER

li

111

Dua s vc =es

Clóus. Cor.

Soma

Taxa roubo

"E R

VIAGENS

o. 175

0 . 2625

0.200

0.4625

0.650

1 . 150

1. 725

o. 250

1 . 975

0 .75 0

0.650

. 400

2. 100

0 . 250

2.350

.000

0 . 650

.650

2.475

0.250

2 . 725

0.5 00

0 . 750

o. 250

, .OO::J

A

O. 175

B

0 . 500

C-D -E

o. :;oo

G

·-··

- - - - - - - - - -- - - - - - -

vi , ta na T. M. F. o od ' c:on a l do E.

OBSERVAÇC ES A taxa de rou bo f.J i obtid a C: cduzindo -sc d a ta xa

de

2. '· - · COLUNA 11 -

A

Poro LAPER

0.625

Pa ro CAP ER

O . 875

0.075

Paro CAP

. . ..

0.225

0 .5 50

Poro

. . .. .

O . 650

ER

COLUNA 111 - · M cl ti pl"c c: ..•! . -se

o

somo

ER

em

da s

obteve-se

50%

poro o ri sco de roub o.

o

aument o

face

E da

LO iun a s I e 11 por um a e meio v~z.c::;

cláu su la

de carrcg:~mcn : o fo i

ebtida da oeguin te forma :

ER prc-

Paro LAP

Para

:! ."

A o toxm

de

f ig uram

em

5. 1 - · Ut i liz ::. rcm qu isi to :.

à

ind is p c n!> áveis

d ..: r:a .s contra

rou b o c dôbro

na

proteção

5 - · Poderão

c >: tro vio tabela,

ser

(.. - · Po ro I . I~. 8 .,

2 14

para

c nced:dos

detent o ras

juntando

a

segurado s

veri f icad .::::

nos

relat iva s a o ~

últ imos

no s

últimos

doi s

d o:.:

de

tais

seg uro s deverã o

estatística

de

prêmios

reduções

as

sol ici tar

ao

c

sini stro s

riscos

reduções

nos

103 . 8 destas ln ssati sfizer e m

os

se-

mentt' do- S(•

a !;

di spos ições a

a

mes mo s,

critério Tar ifa o

da

dos

de

e

destacando

nele~

roubo. »

Riscos acessórios

Sua tarifaçõ o, confo rme com

c:J nce:::sõo

qu e

doi s anos

17 . 2 2 -

Apresentarem,

a

os

c.r . quotas

c. n o ~ , re sultado !> satisfatórios. :. c ciedade -;

truçÕe !;

roubos ; e 5. 2 -

l etra

11:1

dao T . M . F.

a uintes condições :

re -

com

13

de

do s merc o -

em balag en s

p e rfeito

d.o p ~o to

do

pá g i na

au menta o de ta xa previsto < no i tem

4. ' - · COLUNA IV -

I

____j

já esc la rece mo s, de ocôrdo

Tarifa

Marítima ,

sociedade s

Marítima

a

es tá

inteiro-

interessadas,

limiton -

pr escre ver,

em

re lação o ; s

seg ui nt e :

NOVEMBRO

1950


Coso, sejam

al ém

outra :.

no

garantias,

pectivas

taxas

risc o s

seguro

êstes,

ora

ou tr oii

bem

adicionais ,

po rte,

riscos

ou

que: desta para aqu e la .

as

res -

como

qu e

são

apó lice,

ser exp ress omenta me ncionado :;

regra

essa

que

ta m bé m

se

es-

vista :;

n.

11

das

Dispo sições

Gerais

Marítima de Cab :> ta gem) .

o

I . R. B. com

risco

respecti vo

referê nc :a

tarifado ,

taxa

previs ta

a

bá sica

pa ra

um

ou

e

houver

por ex,

fi-

co rres. pond e nt e

se

taxá-lo

de

o

na

do

seguro

a

risc c s aces sórios,

aplicando

a ssi m o

à

uma

rí tima ,

esta

se rem

das

se

tratasse

Ou -

adicionais

te nha

como

um

adicional .

dos

soci edad e

da

d everá

sido

« mais

adicional

portü qu v

do

con·

incluído

amplo

de

q ue

AdiciOnal de pôrto

p.·ocedentes ci ona i:. LAP a

de

CAP

natureza

e,

1 / 8.!'/o

a

2,5%

Canavi eira s,

al guns

mjte .

Pôr to

porto;.

acima

dü

com (•

seg uint es:

Segu ro ,

indicado~,

Propriá ,

Prado,

e a

qu e

a

depois

cadoria

ou

no tiv er

convés de

levar

no ao

qu o e lo daí fôr levantada os si m,

excluído

r.EVISTA

D~

a

se

do

seg uro

do

SEGUROS

d edu z íve l.

a

marí-

por

'erá

do

ris co

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tornariam pa ra

de p re ciaçõ es

ser

integralmente,

valo :

do

franquia

simples

e

está

ou

neces -

o segurado, diferença s

normalmente

não

deduzível ,

indeniZaçõ .:>

A5 franquias via

de

ainda

com

balage m ou forma

de

Ma-

Ben evente, Franco,

relação

ao s

Franco,

excl usã o a~ólice

do a

do

cláusegumer-

condutor,

cess ará

logo

d escarg a, ficando, durante

o trens ·

Já

i mport ânci a

corres po ndente

à

simples,

percentagens mercadoria

pela é,

isto

variáveis

Tarifa não

de

Marítima deduzíveis

acôrdo

com

e o tipo da respectiva

em -

de acondicionamento . Restti~ão

à

quanta

cobertura

d e avaria particular

P. Tarifa

Co -

do

o

1 i' . 5

porto s

variam

qualqu e r desconto .

estabelecidas

regra,

do

Os

sem

e>ta be lecida .

em

veículo

des tino ,

paga

fixad a s

Pôrto a

o

só

caro

na seg unda hipótese, o segurador deduzirá sempre do

natureza

Pôrto

de

não

tr an sportado

pode

a

Luiz

Em

Sua

No primeira hipót ese, desde que os pre-

<·

ter sid o po sto

para a todo

êles

Amarração, S.

Aracatí,

po rão seu

seg uro s

isenção fe ita pelo se -

mais

ref ere m

seja

responsabilidade de

ao s

Ma -

franquias

do s risco s coberto' .

que,

bem

mercado ri a

adi -

que

ati: o d e M ocóu, é possível

est abe lece ndo

a

seguro

Êstes

Alcoboça,

Macau . pa rt ir

geral,

d e isentar o segurador do pagament::>

bá sica

segurados.

os

rado : só começa rá qu (~

ou a

variam

são

Fortaleza

ou

especial

cob ertura

adic ionai s,

Novo,

modo

aplicada s

sinistros,

c

ainda

que

são,

ta is

Vila

um

consequência

pequeno s

!;àriamentc

adic iona is

l'cferid c• adicional , desde q ue incluída na 'u la

em

finalidade é a

emba rqu es

ca sos,

Pene do,

de

é, a franquia corresponde ao limite, acima

1st('

verificado ::;

e:; ta belece

o

tran screver

d(• quol , o segurador re oponde pelas perdas ou dano s

relat ivos u

a

Moteus,

Bro nco,

inclusive ,

conforme

mercador;as

mot-im ,

Areia

qu e

regu-

ca rga

p rocedentes tratamento

o s seguros

em

do s

51ÕO

de

d es tin ado s ao s mes mo s.

sujeito!>

ltap emirim,

1

ou

atualment<:

ra nhão ,

um

Marítjma

sôbre

são variáveis

ou

a s o pera ções

de

d e ver ao

ta xa s constantes da Tari fa

juízo" ultrapassem o valor da franqu ia , a indenização

nõo of erece m condições

obi eto

Tarifa

inc idirão

prevê

A franquia

merca doria s del es

são

ri scos

p a game nto d e sini stros aquém de um determ inado li -

se

~

destinadas,

demai s

derrame ou qu e bro

suj eito .

descarg a

ou

FraT~quias

Ent e nd e-se por franquia a

(Item

poro

•

gurad o ,· quanto à sua responsabilidade, em relação ao

103. i ' das I . Tp.) .

sat isfatórias

1 I 5 °/0

a

timos .

pendentemente das cob ertura s bá sica s concedidas

e

inferi or

roubo

tiv e mo s ense jo

obri g otôriom ente

ü

lare ~

já

da s tab e la s de

ind e-

17 .2 3 -

ser

no e_ntonto , "ôb re as taxa s

extravio,

I 7. 4 -

1 %,

Algu ns porto s qu e

hipótese,

incluir

risco

e m que

para

Conforme

hipótese

se guro

como

aplicação

carregamento » ,

ma is

CAPER »,

cobrada , livre,.;ente

a

mesm a

LAP,

cob ertura

fins

si derar qualqu er

já

nos tax a s pre-

não devendo o taxa apl icáve l o ês te

nenhuma

riscos

garantia CAP, cobrando ainda

a

para de

Ta rif a

ser

deverá

segura e/ a

«cláusu la

I . R. B.

na

ser

em

baía , é permitida

ace ssório s.

aos

( esti pula do

Ca nseque nt eme nt e ,

sociedad e

adicional

deveró

adicional

sa lv..> . se

garant ia

tross im ,

pôrto ou

adici onai r.

CAP .

de um

no · Tarifa,

mesmo

(alínea

a

o

do

~> l u de sco nt o não incidirá,

qualqu er risco a cessório ~

dentro

!:.egur.J ,

«d »,

e mba rcaçlio;

Seguros d e ntro da mesma baía

ten de aos seguros f ei to s sàmente con tra Perda

sociedade,

o

de"a

Em se tratando de seguros efetuad::>s entre praças

To ta I ( P . T. ) ou perda tato I rea I ( P . T . R. ) .

qualquer

ga rantia de

bordo

si tuada ~

entanto,

xado),

pa ra

o concessão de um desconto de 50%

do

pela

lerta

17. 3 -

ob rig a tó -

oce.: sé.rios , julgou conven ie nte esta belecer que, um a vez

c. lém

quel'

ponhit: , d evem

da Tarifa

incluídCJ

de

tarifad o s,

ria s, mos que ficam ao critério de cada Com-

na

No

dos

incluídos

Marítimo

proibe avaria

expressamente

cessÕCI

dE!

cobertura

de

part icular,

guro -;

das

seg uint es

mercadoria s e

para

a os

con se-

art ig os :

- · Artigos suj e ito s o ferrugem ou oxidação (como po: exemplo: objetos d e a p, ferro ou fôlha de ferro; arame s,

c

qu e• se jam

a rtigos

de

se melhant e natureza)

a co nd ic ionado s em

ca ix a

ou

o

não

ser

barrica!> .:

-· Cal , batota s, ce bola s, couro s sa lgados verde, , fruta :

frescas,

legumes

fr esco s;

-· Mercadoria s a granel ou sem embala ge m (ex cei e• ccuro s sêco s,

borracha

e castanho):

Madeiros e m tóros, prancha s o tábo::as:

Sal , se mentes, tripas salgadas, p eixes salga dos o fres co s.

215


17. 6 -

A meteria está regulamentada em todos

Riscos excluldos

d e talhe s Não são abrangidos portontc• livre

a

s ua

dinheiro ,

c

zinco) ,

pela Torifa

taxação , os

metais

em

de

metais

objetos

Marítimo,

seguros

borro

sendo

de :

ração

{exceto ferro ,

preciosos

(como

aço

pelas

« in struções

sôbre

as

ped idos

fação especial » , organizados pelo I. com

as

entidades

R. B. em

representativos

das

deras ( 1) . Ressaltamos, outrossim , que os tarifações

ouro ,

preta, platina) , moedas , pedras preciosos , quadros va -

nõ o es tão re stritos oos seguros marít imos , mos

lioso s,

com

títulos

de

qualquer

espécie,

bilhetes

de

lo -

també m,

aos

17 . 8 -

- · inflamáveis , explosivos, corrosivos e outro s artigo ~

perigosos

e numerados ;

solvo ,

Obviamente ,

- · remessas A

Tarifa

também

pertencentes

como

sejam,

Fôrça ,

Luz,

café > do a ssim

Telefone,

pensadore s,

todo!i às

e

Gás

aplica

Água,

(Federal,

a

seguros

Serviço

a

Estadual

Tatifaçães

atender a e

vult o sos,

guros,

se

apresentam

estabeleceu

(bonde s ),

seguros ou

sôbre

Mun icipal)

menciona .

cu jos

reg ime

de

torifoções

além

comum

especiais,

cond ições

- · volume

de

acôrdo

global

porte > marít:mo s

(cabotagem ,

re stre :-;

de

aéreo s

c:

segurado

não

p e rio ,· a

mercadorias

inferior a

re s ultado s c C~ e ficient <.:

de

satisfaçam

segur.: > s

fluvial do

e

de

que

t rans-

lacu stre),

próp r: ,:,

ter-

com é .·ci o

Cr$ 20 . 000 . 00 0,00,

satisfatórios

n o;

úl -

o

um

con tl u = o r.~

sinistro - prêmio , em idênt ico período , nü o s u-

30% .

Essa

tarifação

es p e cial,

concedida

em

f o( ma

de

re dução percentual sôbre os ta xas .d os tarifas vigente :; , re dução esta .. ; nistros e

que,

prêm ios

seg und .J o no

o

o

revisã.o

re lação p e rc e ntual

ent re

último quinqu ê n io, po d e atingir

a! ú 50% , está su ieita a periód ica ,

aprovação pelo O . N . S . P . C . n .J

máximo ,

de

doi s

em

dois ano s.

par

gro sso,

cujos

uma

embarques ocar·

ou

várias

sinistros

acidentes

1

e / ou

A s tarifações do

majoração d=>s

adiconois

percentual

(perda

desastres de

são concedidas

das

adicionais

taxas

rifa s

c

e, a

exemplo do que ocorre em estão

referentes

sujeitas

a

em

previstas o

riscos

for~a

nas ta· acessórias

relação às tarifoçÕII

revisão

periódica ,

no mó·

dois anos .

NOTAS:

(1)

Vid ú publicação n 9 44 do I . R. B . ~ Normas o In struções Transportes

pgs.

152 a 160 .

( 2)

Há ,

evidentemente ,

uma

impropriedade

tllatr iz

no usa

da expressão de « sinistros fortuito s» . O quo se: teve em vista foi excluir os sini stros decorrentes de riscos e fotos int e iramente alheios e independentes do segurod,:,, computando - se tão sOmente aqueles nos quai1 há sempre uma parcela ainda que pequena d e responsabilidade ou culpo do segurado ou seut prepo stO $ . Há, evidentemente, no ramo tran sporte;, · aJJ

JOUOW

no

JO ! DW

WO)

Dl!J!H~A

a s

:>nb

~ OJI S! U!S

q uência , conforme seja o tipo de embalagem adotada r~e l o e mbarcador, ou em função da ma ior ou menot ate nção e zêlo que ê le ou o consignatário dispensem a o embarque ou desembarque da mercadoria . O obje· tivo do tarifaçã o adicional foi, evidentemente, o de compeli r os segurado s negl igente s ou de scuidados, 001 e mbarcadores qu e ut:l :zem embalagens defic;entes t ins eguras , através da majcração das taxa s dos res· pectivo s seguros, a proporcionar maiore s cuidados • mc lhot• tratomcnto aos seus emborques, adotando pro· vidências capazes de minorar os prejuíz:os ou diminu ir a frequêncio dos sinistros .

u_n_u_n_•_•-•- -t-•-

C a pita l e Reservas m a ts de Cr$ 12.-lOO .UOO,OO

I I' I

sociedades,

fortuitos

viação terrestre ou aéreo) . ( 2) .

liN-•- - •-• - _..._...._._.,_ _.,_ ,_ ,,....,.,,_ ,._ ,._ _._, __

i I

firmas em

a

seguint e s :

médio

adicionais

.com-

apl icável

os segurados que, concom lfontemente,

duas

de

causados

re al , avario

entidades representativos das sociedades de seum

Tarifações

de deter -

ba stante

de

não

ximo, de dois em

seguros ,

resultados

seguros

sistemàticamente,

especiais ,

es p eciais

I . R. B.,

a

de

Pública,

situação excepcional

emprêsas

ao s

retem

total

diversas emprêsas que

firmas

cóvei s

prejuízo s

Companhias ' de

Govêrno,

Vi sand o

a~

marítima ;

não

a

17 . 7 -

serem

mercad ... rio s,

Estradas de Ferro, Ferr.> Carril

como a

minado !;

como

po stais .

ben >

com

quando ,

transpo rtado s por via

sejam

sub -ramas

Inversamente, poderão ser majoradas os taxas apli·

- . cascos d e embarcaçõe s e seu s pertence s e ac cs ~ ório s ,

demais

portes.

te ria e sel o s;

RUA DO CA R MO. 71-4° Andar RIO

-·--:, II

DE JANEIRO

Te'efones : 43-4958, 4.3-4959 e 43-3370 DIRETORIA: OCT.t 1'10

f'USDADA EM 1872

f 'EIII!EIRA NOVA L lOS~ AUGUSTO D'OLIVItliU. - OCTAl.IO FERREIRA NOVAL JUNIOR

~----·--- -·-·- -·-·-·-·-·- -·-·-·-----·-·-·-·-·-·-·-·-·-·-·- --- -·-


·--- -·-·-·-·-·-.....·-·-·-·- -·-·- -·- -·-·-·-·-·-·-·-·-·--·-..

S é d ~ : Rua

Brigade iro Tobi as, 356, 7.

0

andar

São Paulo 2.-7 1õl

f 2.-7 162.

TE L E FONE 5:

Coix o Posto! n .•

2. ~4

. A

2.-312.0 l 2.-7150 -

End . T e leo. "P O R5EGU RO N

CA PITAL SUBSCRITO E .HEALIZADO : Cr$ 10.000.000,00 O PER A EM FO GO -

TRANSPORTES

SE G U ROS

DE:

RESP . CIVIL - ACIDENTES PESSOAIS AERONAUTICOS

DIRETORI A:

}

Dr. J osé Alfredo Je Almeida Dr. José da Cunha Junior Vasco Santos

AUTOMOVEIS

Presiden te Vice-Presidente StJperintende nte

SUCURSAl R IO D E JA NEI RO - Av. Presidente Wilson 198, 2.•, s/201 / 202 - Te!. 42 -9 172

Representan tes nas seg uintes Ca pitais:I'O RTO ALEG RE CUR IT IBA FLORIANO PO LI S SALVA DOR RECI FE JO ÃO

PESSO A FO RTA LEZA BE L~ M

MANA US

.. --- -·- - -·-·-·- -·-·-·-·-·-··---......

...

._..

:Rt VISTA- · 0~ - · SEGU ROS

------------.-: ..· ...... -·-·-·-·-·-· . ;1

._._..._

217


-----~~.._..~ ,,_. , ,._. c, _....-c•.- c..-.c l -. t.._.c.._ ,,. _., .._., .._.~ c•._. ,~,...~ ~~--~•-- c ,....... ,.- ,,-,,- ,, - ,,._,,_.., !

i

The H o me Gr

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lnsurance

A m. e r i c a n I n s .

e a t

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Sé de: FOGO -

I

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I I I i I

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••• Cia. rmmobiliaria Financeira Amerrcana S. A. Corretores

Rio -

P ~ AÇA

São P aulo -

de ~ Seguros

i

em Geral

P l O X, 11 8, 8• e 9° anelares - (Ed if íc io do Banco l3oavista) CA I XA POSTAL 548 Rua 24 ele Maio, 250, 11 • anelar. -

Ii

Caixa P ostal 1865

i

I I i

I

I i

Ag e n te s nos prindpois E :s todo s d o Brãsil

_,_,, __n_,_ , _,___,,_ ,,_._ _ _ _,__,,_,_,_,_,_,_,_ ,_ ,_ ,_ ,_ ,,_ ,,_ ,,_ ,,_,,_ ,i

~lllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltliiiiiiiiiiiiCIIIIIIIIIUitllllllllllllltllllllllllllltllllll l llllllt l l li l ll l lll lltl l llllll~

1=-

"A PATRIARCA// : COMPANHIA

;::; !:::!

!:: !=====--

~= = "

§

DE

Capital Subscrito e Realizado . Aplicados em lmoveis e Titulos Sinistros pagos . • . • • . • • . Capital vinculado para garantia Reservas . . . . . . . . . . . .

SEGUROS GERAIS

. . . . . . . . de Renda. . . . . . . . . . das operações . . . . . . . .

Cr$ 10.000.000,00 Cr$ 8.730.725,00 Cr$ 16.490.462,20 Cr$ 5.000.000,00 Cr$ 3.215.533,00

OPERA EM SEGUROS DE: Aca·dentes Transportes Marítimos e Terrestres Pessoais - Responsabilidade Civil - Automoveis Aeronauticos

Fogo -

g ;:;

!=~"

~

"~==:

Séde : São Paulo ;. Rua Formosa, 409

ro

Caixa Postei, 207 • A -

T E L E .F O N E :

i-. =_

3 - 4 1 5 7

End. Telegrafico: • APATRIAR C A

»

~= -

0

Sucursal Rio de Janeiro - Rua do Rosario, 99 • 6 . andar Telefones: 23·5785, 23· 6235 e 23-6264

End. Telegrá fico:

• APATRIARCA

~

imllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllllt~lllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllll ltllllllllllllltllllnnE 218

NOVEMBRO

1950


11 Conferência I-le misférica de Seguros Gra ~ ns

ieulnr :e m e, lal t!P .ileiro

i1 t'XCPp<·ionnl gp n(ileza de nosso par amigo c eo lnbonttlor Dr. Angelo Ma.ri• • diretor gcrentf' ela Compa nhia .lnt<!l'llacioSegul'Os, P. quP fo i o delegado oficial hrn· à JII Con [crência H cmisféri P-n de Segu-

ros, realizada em Santiago do Chile, de 3 a 11 do mês de outubro p . passado, podemos da r aoH no. ·sos leitores um relato bastante circunstanciado P. sobretudo muito fie l do que ocorreu por ocasião da reunião dos líderes dl\s atividadeói ·e· guradoras dês te Hemisfério .

A d e legação bra si leira , por oca siã o da sessão inaugu ral da 3. • Confe rên cia

Hem is fé rica

H< •n lizo u-se em Sautiago do Chile nos dias 3 n. J 1. de outub.r o último a III Conferência Hemi>;férica de Seguros. Estiveram presentes delegados de 13 países <lo ro ntinente americano com 80 participantes . O Brasil PSt"<>ve representado p elos Sms . Angelr• l\1i't rio Crnw, delegr1do oficial, diretor·gerent·r <la Compr1n hia Intcmr1cional de Seguros, Alcimlo Brito, g<>rente geral da Cin.. Nacional de Seguros de Vida Siio Paulo, Antônio Mnrqu<>,., diretor du Cia. Nacionr1l dr SPguros de Vida Sul América, ClevPiand Botelho, chefe da Divisão Técnica do l. R . B. , Ray moncl Ça rrut, Diretor SuperintcndPnh• da Brasil, Cia. ele Seguros Gerais; c Álvaro •Ribeiro, Presidente da Cia. Nacionfll d·• SPguros Gerais A Inconfidênci a. A delegaçiio brasilcim sob a presidência do Dr. CPrne r etllliu ·se pam decidir a sua ação n;l Conferência, de acôrclo com as recomendações dos S in dicatos Bras ileiros de Seguros e ficou assentad a a representaçiío do Brasil no grupo de discnssõrs tle Temas Gerais, pelo Sr . A lcindo Brito; no grupo Vidn, p elo Sr . Antônio Marquez.; 110 grupo Incêndio, p elo Sr . R.uymond Cnrrut; RE VI STA

DE

SEGU ROS

de

Segu ro s.

no grupo Transportes, pelo Sr. Cleveland Bote· lho e no grupo Responsabilidade Civil e Outros, pelo Sr. Álvaro Ribeiro. Como o Sr. Angelo Mário Cerne foi indicado paru presidir o grupo de Responsabilidade Civil e outros, organizou êlc a eguinte agenda: AGENDA para o Gl'llpo de Di~cussão ~Ôlll·c 0:; Seguros de Responsabilidade Civil e R.amos Diversos Terceira Conferência Hemisféricn de Seguros Smltiago do Chile, 3-J O de outubro de 1950.

1.

2.

Ramos de seg~wos a se1·em discutidos: 1) Acidentes elo Trabalho 2) Seguros de Automóveis 3) Seguros Aeronáuticos 4) Responsabilidaae Civil. S ·ugestõe8 de pontos a se·rem discutúlos : ACIDENTES DO TRABALHO: a) O seguro de A üidentes do 'I'rabülho é um seguro de responsabilidade específica do patrão, vis-à· vis o seu empregudo e ui'w 219


b)

<')

HESPONSABJL1DAJ>E ClVl L:

'm n seguro social ; A ;wsponsabilidaclr ciYi l tlo pntriio, qn·mtdo proYado tlolc; sru ou dr sNI J)I'C'J ,;,;to, por acidente o.fritlo por sc•n <·mprrga(lo além do limite da intlrnizaçiio tlo Ac·itlf'ttte do Trabalho; Medidas que drvPm srr to mndn s pnra l'VÍhtr n r.rrscrn1c• in1.erfPrÍ'nc·ia gm·,: rnnmrntnl no ramo dP srg nros co ntra Acidr t1tPs elo Trahallto.

:t )

O pmhl <'mn ela J"f'Srl'Vn tle s i11i stros, tor·

nndo pr1thcnrncntc in~hívc•l, tlinntP do pntzo enorm e qnc, tt>ori<'flm<•nh\ nssist~ ;,~ vítimns pnra apresrntnn•m SIHI re· t•btmac;iío, <le ncônlo com alg urn:ts leg is· l:t ~ÕPs s nl-an tet;ea nn s <•, tamht~m, :1 de· mora nos julgamento~;

f>, delegaçõo b ra si leira ao lado do Exm c . Sr. Embaixador do Bra si l e Exma. Sra . Barbo sa Carneiro, em Santiago do Chile .

SEGUROS DE AuTOl\16\"EIS: da cláusu la "knoc·k-iorknock" nas Jiquilla ÇÕl',.; ,]r sPg-uros cll' Automóveis; h J A,; vantagens e clcs ,·antng·pns do s<'gnro compreensivo r~,; Automón•is; ,. ) O problcmn da liquidaç.iío dr s inistros, principalmente nos países ondr lní cs•·assrz tle imp01·tac:fio d<• sohrrssaiPntrs :1)

h)

A aplicaçii.o

<·)

3.

St•g uro (·umpnl.,ório aos Vf'Ít-Ulos a mo· 1or. H,<•sttl1 a dos, tPntlênrins <' sugestões orinml<Js d:t -; ua aplitn <;ií o 11os Est.Hclo. Un idos; l~s hHlo!:; pnra fnc-i li1 Hr 11 obtrnçiio de• n•ss<•gm·us, 1c•n•'o rtn vistn ser um rnmo mul1 ifonnr <' mudo pri"so o ri sr·n its eon1in g-i:• nciHs lo<·ai,; .

Semi111írio : 1 -

SfW l ' HO S AERONÃUTlCOS: a) h) r)

Possib ilidnde L' YinhilidadP dr "pool s '' Arron:íuticos no N>n1 inrn1<'; Os prós e contras da grnernlir.n~iío Llos srguros dr "1-ickl'ts'' ; A iuclusiío compulsórin do risco dt• vi11 ·· gens nt!ren s rm linhns n•g nlnrrs, S<' lll sô · hrctaxa parn o s<'guro dP ncitlctürs JH's· SOf\ lS .

220

J"l -

Oportunitlndrs ,·omPr<·iflts: n) Qua l o mrrcn<lo po1<•n<"inl nos dif"Nrn1 <'s p!IÍsPs p:nn <·adn Ulllll dns c·nh•gorins clP srguros 'l h ) A tr qw• ponto j:'t for am êssrs me>n·adoo.; ocupndo::; prlo s<'g-nro I c·) Co mo numrntnr ns opPrac:õrs rlo seguro'? Ü!JOSit:iio elas rumpn nliins privnclns de srguros ~~ crrs(·Pnh• intrrfrrênrin govrrnrulwntn l, a Pxcessos de impostos, à não concessão clr dimhio para rcsNOVEMBRO

1950


sPgurus ou llHlPnizaçõcs, l'tc. As n•ln~iin;; .J,J púi>lit·o P dos sl'f; lll"ll" dos wm a compflltliia seguradora. 1\ Íll1JJorti\neia de se tratnrrm rqnitat.i· vnml'tÜ(• os ~egurndos, de se fomenta· rPm os anúncios das emp1·êsas, de se propon:io nn 1 rm aos srg-nrndos outro, sPJTi<;os além de inclenizn<;iiPs e pn· g·a mrntos d0 s<'gnros, tais eomo rs· forç;ns pm·u se controlaren t ou redu· ztn•m os danos.

lli -

..1.

Lillff tlisf'''"'·"'·r7o: 1

o,

delegados da Argen tina, Bra sil , Bolívia , Equador, Panamá, Venezuela t: a secretário da 3. 11 Conferêncio H emisférica de . S eg uro~ .

O Sr. Alrindo Brito leu um hrillmntc trn· bHlho sÔIH'r a "Liht>rdade ou o Aniqui lamento dG SPgnro Privndu" que Yai ndiante publicado. O Sr. Antônio MarquPz, tnmbém, apn•sf'n· tou uma propostn 110 grupo ele d iscussão Vida, a saber : "lin iformizn çií.tl d(' Contratos l' Çursos lm:· "trutivo:;. ''l' ma H·z que ns cliíu:;u lns tlns npólitrs elos '';;egnros dt• \·ida, ncloladas pcln:s <:ompanhias ~ii• ''uni\·rr;;ais, (' qur as tarifas do · plflnos cliíssi •·• "siio mais ou mrnos iguais Jmvf'nd u pl'qnrnn,; di"frn·n~as enlrP ns diversns companltin;; que opr"rmn num mPsmo país, já que ns t:ílmas dP mor "tn lidadr usadas estão de acôrdo (' Oill as n•sp!-'t:"tints lris " ns fórmu la:; ahuuiais siío gera lmentP "ns mrsmns: porqur ni'w srgtwm as tompanltias "o mPsmo rrit-(>rio no tu<·antt• aos l'Ontratos dos "Ag<'ntrs~

"Com i:sro r ednzÍl"sc·in a proporções míni "mm; o múu hábito de transferência cll• Agcntt': ' ·ele unta ou outra companllia (sejn ou não por "i ni cültiva do próprio produtor) influindo faREVISTA

DE

SEGUROS

"\·oràyelmentc nu eu,;to da ]Jl'o(luc;~o, na (·fttlnei ''dn .lo dos seguros, nns relações entre as !'OmJm"nltias do mes111o ramo e finalnwnLc IHJ servi ço "ele que o segurado é credor . "Assim sugiro: "1." - Qur se adotP rm 1·nda pnís do " ltcmisfl>rio nm eoJl tmt o uniformr, co ntPn"do a c::;cala dP comisstit'S que ""ja previa· "men te aceita por tôdas as companhias. "rom a colnhornção tk seus r rspectivoli "ntuiírios e sens assessori's jurídicos. "2." - qur se institàam cursos complf'·

·'t.os sô brr o s<•guro d<' Yida !' Mien profis· "sional nos órgãos rPprrsPntnt.ivos das "comparwias, ch:1mem ·sr rstas nssorin<;ões, "sindi catos, com ités do srgumdorrs, etc . , "para que tôtb e qualquer companlria possn "n<'les inseren·r os seus agent·rs, fi medida "c1uc os vai r<'crutando. "Com isto ronseguir-se-i a uma uniformiza ~ "ção de orit-'111-ação c normas de trabnlho com "grandrs benefícios para. tôdas ns rompn· "n liias P principnlmentf' o público". O Sr. Clc\·elnnd de Anc!J:aclr Botelho, em <:onjunto com o Sr. Alfredo Cal'los Pestmta JT_, fêz um trabnll10 intitulado "A inclusão compu!· sória d(• vingPns aéreas em linhas r egularrs, sPm .-;obr<'tnxa, 110 ·eguro de acidentes pessoais r de! \-ida", tt>se qur fo i publicada na Revista do I.l't.B. de• outubro último . Além dêsse trabalho, o Bnr s il lPvou uma tese sôbrc a "lndenizaçiio ele Dii·eito Comum nos casos ele Acidentes do Trabalho", <1o Dr. .JOl'gl' Mouri'í.o, advogado da Cia. Inter· Jtacional de Seguros, publicado na REVISTA DE SEGUROS, no número ele setembro. '2:.21


se nhores dekgntlo~, detcnniunda por su11. técnic11, U discurso iunuguhtl do Ministro da Fazenpor sua t'XpPriência e por sul\ lealdndc prul"is;; iu da dó Chilr, fi.xou com proprie!lrttlt• " t·limn pn>· na!, ]Jmduz ir:'t o» esplêndido:; resultados t{llC iroa· ulissor em que ~c procc sou a JU Conie rên~:i. : g inaram seus organizadores c que nús dest' janw~ Hemisférica. As paln.Hns de S . .ExrPlência fô vigorosnmcnte, impulsionados pelo propósito d~ mm as seguint e· : aY:w<;ur sempr e 110 cnmi nho du progTessu. "Seubor - Prrs iclcnt"c, Scnltort•s Delrgatlo~. Desde que a instituiçií.o <lo seguro pôs Pm pviltcitt!ro a VV . SS . , com grata emo~ãu, a;; dênc·ia sua n eccssítria c va liosa COO}Wm<;iío ao tlt·· ~Rudaçõc:; do Uovêr11o c for mulo votos para q u• ' senvolvimento tlo podrr econômico dos pm·os, a <•:;tadia em nosso p:1Ís dos senhores dcl<·gadus chamou a atençiio interessada dos GoYêmos. ~o~~~tran g·c im s seja agmdúvel c estimu le o sc ntinH!rt O do Chilt·, Pm c·njo nnmc tenho a honra tl e to d<• conrmternizat;::ío continental que no. satHlar VV . SS. <' tlar mui cordia is hôas-vi ntlns auirnn.''. aos senltorrs d<•lPgntlos Psirnngeiros, tPvt' P tPm Outros discursos ;mportantl's furam o:; pro· para com PSSH . fort c a in 1·a tw:t do progn•sso n ntttH' i:ulo:; pelo Presidente da Conferência, Sr. preocupaçfio que merecem ns g r:l11d e~-; proiJ it> tn:ts . Lui z 1\: appés e pelo Se~:retúriu l'<·rtn<tllCnte, Sr. de intcrêsses da colcti vid:,dt•. A . L. Kirkpattick, que serão lran se ri!os neo;tf Temos uma !ri que propici ou iodos o~ nwio,.; rdmwro da H.evista. para proteger o seguro prinulo, aumentando-lhe A organi,,a t:ão da ContPrência f"oi perfeita. 9 prrstígio e :wclerando seu dt'Sl'lll·oh"imenio . () O l>t•lt•gndo Cltil eno, Pro f. J org-t• Bnnde e os pro]Jflsito nacionalista clt>ssn lt>i n•,;t•ryuu êsic co· d<'mn is J~entbro:; do Conüté 'l~xl'rut il'o, drpois 111Í>rC"io à::; Compnnhias chilt'nas, porÍ>m niío qui ' t•lci t.os clirig<·nt.<·,; dn. Conferência, roram incansÍt •m·luir ns Companllias cst rnngcirn,; t[LlC já S(' vcis <·om os dt>!t·gndos em gt•ntileza::; !', por uuiro acltHYH.Jn esiabt>lecidas no país r ns dl'ixou l'Jll plr·· ~:Hio, organiznn11n ulll :-:t~n·ir;o de secretaria, re· uo t· xt•r<:Ício das faculdadt's qnP pos::;uiam. dat;ií.o dt> atas, dislriiJui<;ií.o de tralmlhos, inforl.n:l<;Õt>S nos pnrtit·ipan(t>s, <', uulros detalhe:; de A interven<;ão do E s!n do ex<·n·idn por nwio urganizaçiío intNna <lo tollt· lnvc que merec~rnm dn f:iuperintcndênt·ia tle Compnnltins de St·g nro~, os maiorPs lrntvon•:; . i:>ueiedades AllÔnima,; c Boba. · de Cm nvrtio, t>shí Os <lema is grupos tlc dis,·ussÕ<•s tivcrant a dnndo os bons rt>sultnd u::; qm• Lleln t>spPron o ll·presidência de ltouwns já conhecidos c de noYo~ gislador. Longe de coagir a inir:iatint dos sc110mcs no seguro hr·misU·rico a suher : Grupo lw g·urntlure:;, estimula·n t:oopc1·amlo com ela 110 ps· 'êndio: Carlos Urnndjt>an, dPicgado argentino < t.ndn dos novos planos de prott>çiío exigidos pelo autor de um bom trabalho sôbrc lucros ccssnn· progresso das i mlústrias e p elas variadas formas tPS c H.oland lVlattlt(•is, deiPgado venezuelano I' ,la distribuiçiío dos produtos. Vigin o cumpri · autor de uma nova rctln<;iío, mais comprcensi1·n, me11to estrito da::; exigências téeni eas do seguro, da apólic<' dt• trnnsport·c nn has<' da apólice itr impõe a taxa dos prêmios mediante prévia análise minuciosa do:; fatô1es que a compõem; con· g lêsa; grupo Transportes: John Byrnc, Prcsi· dente da Associação rle Srguradores Marítimos trola a inversão dos capitais c H'senns com o Nortr-Amcricnnos c nome C"OnhP<: ido inh•rn ncioobjetivo de sua solidez c devida disponibilidade; J<a)mPntp e Arturo CosLa, da J)plega<;i"w l\1exit•n· atende à clareza c bôa fé na 1·edação das apólice~ na, um dos mais concPituados tr<·ni<·os nwx irnn ·:; c, em geral, prot:ura t[LIC 0ste ramo de comércio cn1 matéria de resseguro; Grupo Vida: Salvador func ione e se apre:;cnte eomo um protetor dos bens expostos ao sinistro. A Superintendência Ct11,1pcnn, del<•gado mexit·atw, hrilltnnte ndvog1Hl<> está colocada entre o segnraclor e segurado como c s ~·g urador daqurle p .:1 Ís u Vitor L"ngrr, da Defiador de equidade e garantia de :;olvência. legação Norte •Ameri t:{t nn, al:llnado técn,i~o de V i <la., do mercado amPntllllO corno t•o tdt!'C<'dor do Quiz também a lei regularizar em formn nt· 111<'1 cndo externo; Gru [AJ Lilwnla<l<• de St•gnros cional a exportação de prêmios,- s ubordinando· :\ c 1 cmns Gera is: J urge l ~andP, dPIPgado Chileno, ao justo princípio da r~ciprocidade c aparelhando-nos com a Caixa Resseguradora do Chile, de cuju nome já f. famoso pelo que t t•m f Pito pelo srguro privado, tendo proferido uma magníficn cujos resultados estamos amplamente satisfeitos. Suas características de empTêsa comercin l autôpal.·st ra sôbrc ."0 SPguro Prin1<lo, o hom senti· noma dirigida pela administração ma,joTiiiiria da ~ do, a liberdade c a ordem" c Carlos Echcverri A ••,;PI, de legado co lomb;ano, ,·clhu t' emrrito se· Companhias de Seguros do País, que sitO seu-; guraclor em seu país. Foi co·prPsidt•flh• rom o acprincipais proprietários, pcrmitirnm· Jhe crescer Jpgado brf!silciro no Grupo de HP;,poll»ahil idadc c em poder econômico e em prestígio naeional e <•s· Outros, o Sr. A1turo Edwarcls, n lho segurador trangeiro, como muitos de VV. SS. podPn: atestar. chileno e p<'rkncentc a nma tradiciona l família dr Explica-se, pois, que o Govêmo da Reptlbliseguradores claqtwlc país. S.S ., nll-m <lc conlteerdOJ ca atribua grande importância a esta Conff'l"f>n· da mntf.ria, foi o f idal>;"o prcs ident·e ela comissil•> r ência. Está certo de que a alta compreensão dos ck recepção . J

22.2

N O YEM,BRO

1950


As principais resoluções tomadas fôram a GHrta ela Declaração ele Princípios da Conferêncit Hemisférica de Seguros, e a creação da Comi;são de Fomento e Desenvolvimento do Segtr ro, para a qual fô ram dei tos o Dr. Angelo Mtí Ú• Cerne, Sr. J ohn Diemancl, de l<'gauo norte-amer:.~ ano c, como Presidente, o Prof. Jorge Banuc . Estas resoluções P outras ele maior importância, ltmbém, publicamos nesta R evista. Os seguradores de V ida foram muito ativos; ::obrctudo devido à Comissão Chilena de Seguradores de Vida, que, muito trabalharam, liderados pelo já conhecido segnrador chileno, Daniel Barrios. A sessão de cncerr·1mcnto foi r ealir.ada, tam hém, <:om a mesma pompa da inaugural, com a presença de Mini stros de Estado daquele paí,; amigo, c foi clrsig naclo 1)ara falar pelos r epresen tantes estrangeiros o Sr. Angelo Mário Ccl'llr, rujo discurso transcrevemos noutro lugar . A parte social foi muito intensa e agradárei. Os chil<•nos foram amab ilíssimos. Estão de parabens os seguradores do continente a mericano pelo êxito de mais uma confc · rência; os seu;; trabalhos e as amizades esta belecidas, já são moti1·os dé estudo c cornentúrio nos círculos tradicionais de seguro, como acontf'CC'P êstc ano em Eastboume, Ing laterra, du rante n reunião do Consêlho D irctor da famosa U nion Internacionale eles Ass ureurs M:aritimes.

já qu" o usa dessa faculdade tem o seu limite racional na

livre

do

deve

seguros,

porque tal

em

obrigação

Os

rep rese ntantes das

Hemisf é rica O!'

13 de

princípios

minarão ~lema,

Seguros

que

sua

das

nações se

futura

d eclaram,

enunciam ação

relacionados

Instituições

reunidas

e

com

a

na

Portanto, devem

de

po sição

suas

ou

com

a

seguradoras.

pactuar

contratos seg~rador,

determinado

desvirtua o caráter essencialmente

as

ter suo

relações

origem

entre

no

segurado

e

segurado!

desejo das partes e não

nO"

111 - · SUPERVIGILÂNCIA DO ESTADO Reconhece -se que o Estado, como fi scalizador das operações de Seguros , presta serviços úteis. Sua ação de fiscalisação

dá

garantias

ao

público,

em

relação com

a eficiência técnica e solvência financeira das entidades

seguradoras, diminue os

efeitos

do

desigualdade eco-

nômica das partes contratantes ' e garante o cumprimento·

f iel

das

obrigações

recíprocas

Essa

fiscalização

do

segurado

e

segu·

radol' .

repartições

ser

discreta,

servidas

por

adestrados,

competentes

e

técnicament e

desligados da IV -

deve

especializados,

e xe rcida

por

funcionários completamente

pol ít ica.

SEGURO SOCIAL O Seguro Social operado pelo Estado e o Seguro

Individual

exercido

pela s

emprêsas

privadas

se

com -

plementam e não se contrapõem . Compete ao primeiro contra

perdas

subsistência

às

o campo

sua

exclusivo

de

rendas

classes

previsão . do

individuais

incapazes Além

Seguro

de

o

mínimo

comprar,

dêstes

limites

po r fica

Privado.

Conferência

maneiro

seguir

de

entidades

mandato soberano do Estado.

do

privada s 111

as

obrigado

geral

meio s próprio s,

Seguros

entre

ser

de bôa fé , qu e é a base de todo seguro .

segura.·

DECLARAÇÃO DE PRINCIPIOS

concorrência

Ninguem

e

sol e ne,

que

perante

os

V -

TRIBUTAÇÃO E POPULARIZAÇÃO DO SEGURO

dete r-

Sendo a Inst itui çã o do Seguro Privado um dos veÍ ·

pro culos

atividades :

mais

fortes

do

progre sso

da

previ sã o

nacional j

tôda tributação que af e te as emprêsas de seguros deve GARANTIAS

PARA

O

SEGURO

PRIVADO

NAS

subordinar-se

à

finalidade

p rimordial

e

suprema

de

todo Estado , que é a de levar os benefícios do seguro

AMÉRICAS

ao maior número de camadas da população. A'

atividades

de

exercida'

par

vendo - se

sem

entraves

provado

que

o

necessidades tem

sido, é

seguros

entidades que

de

de ou

caráter

restrições,

melhor

previsão

devem

serve

das

continuar sendo

Privado,

desenvol·

VI -

CONVERGÊNCIA

DE

INTERESSES

NAS

AMÉRICAS

já que está com -

para

as

populações

O Seguro Privado é uma instituição de caráter , no -

cre scentes americanas

e será, o de livre emprêsa em seguro.

tOriamente

internacional.

Seu

desenvolvimento

tem

sido

se me l hante nos povos americanos, não obstante o grá~.:~ do seu desen volv ime nto ter sido maior em algumas na-

11 -· SEGURO

ções e me nor e m outras . Seus

VOLUNTÁRIO

suas tarefas Tôdq atividade de segura deve basear-se nas leis

problemas são idênticos,

si milare s e suas inquietações iguais.

Por-

tanta, devem e nfrentar o futuro unindo seus esforços .

técnicas do S<;gura, cuja essênci_a é que cada um con· tr!búa d _e acôrdo . com o prê!T'io, na proporção da res·

VIl -

INTERCÂMBIO

ponsabilidade que seja atribuida ao segurador. As Com · panhias de Seguros, por sua vez, devem ter a liberdade do assumir ou

REVISTA

DE

não o s riscos que lhes são SEGUROS

oferecidos ~

Para Seguro s

qu e

êste

Americana

futuro se

comum

transfo~me

da em

Instituição realidade

de prá ·


xima, declara-se, como desejo veemente de st a fer~ncia

Hemi sfé rica

de

Nacionais de Seguros

Sleguros,

que

mantenham

as

111 Con-

Instituições

es treit o contacto, pro-

rão se reunind'o em futuro s Conferê ncia s, em Prazo~

n6o

inf eri ores

pro-

a

dois

a·no s,

comuns

bl emas

e

para

para

deliberar

unificar

sObre

suo

seus

ac:;,õo

conjunta,

movam o intercâmbio de informações e experiências téc -

amoldando -o, de formo flexível , aos re qui si to s da é poca

nicas, tendam a unificar as açõ es prática s e leqais . at é

e da s circunstâncias.

ondn

seja

naci onal,

toso

com o

diri~ente s,

dos

recíprocos

seguro~

so

compatível p romovam

possa

seus

costumes

conhecimento

e f e tuem

pactos

aore se ntar

na

leqis lacão e

bilaterais

todo

e

e

pe ssoal

cooperação

amis-

de

rec:-

impedimento

aue

cada

vês

maior

e mais ampla . VIII

-

ENSINO

DO

SEGURO

XII - · ORGANIZAÇÃO Declaram, ainda, que as normas acima substituirão,

por oro, todo propós ito de aplicar ou pôr em vigor uma Constituição

ou

dn

Comércio

seu

caráter

Estatuto

dos de

esc rito ,

Estados

Secretario

em

Câmara

Wa shi ngton, em

Permanent e

dos

consecução do s objetivos

Hemis féricos , a

à

confiando

Unido s,

Conferências

menci c nados e

o necessária orientação das lnstit.uiçõ es Naciona :s de SeParo

as

é

cedente,

Isto

a

educação

tenham se

nos

e nsino

universitário

que,

com

pela

seguros

de

dos

rela çã o

consegue

Ciência s

e nunciadas

em

de indi s pensável

também

"' · proceda mente

finalidades

o

inclusão

pelo

pre-

necessidade

que

direta

de

i~direto­

ou

conhecimentos

e

guros

por

de

assegurar

contido s

SANTIAGO

o

na

p rev al ecime nto p rese nt e

DO CHILE ,

11

de

um

proferido

cursos

pelo

111

guros,

tes

encerramento .

IX -

noções

EXTENSÃO

americanos.

DOS

« Meu s

LIMITES DA POSSIBILIDADE DO

se

dinâmica

extender

bilidade

de

Americano

a

seguro

na

amplos

setores

é

d os

prot eção

modo

limitações que,

serão

ho je em

essenciol-

mai s

limites

da

efetiva,

contra

os

dia

sentido ver-

gradu almente ,

técnica, o

direito

si tiv o e as possibilidades financeiras impõem

ris -

os po -

ao d esen-

!>en h ores.

por

Esta

te rra,

Fomo s

guro'

separadamente

caráter inteo·nocionol

aberta

In stituições Americano s de Sesâbre

não significa, de nenhum

a

A tc3das

do

In stituição as

seguro,

se us

modo, a

nem

Americano

iniciativa s que

problemas negação do

é uma asp iraçã o de

vêm

Seguros

Esta

prova

de

outros con·

XI - · FUTURAS CONFER~NCIAS

1756

tem

o

do

missão

inaugurava

suo

o

Uni -

tradição glorioso

os

Chilenos,

d es de

cê do , trataram

sua cultura à part e da velha Un iversi dade

Ameri cano, cobre-no s de respeito e admiração pelo que ouvimos

A

e

apreciamo s

nes te s

poucos

dias

que

terra s Chilenas .

impon ê ncia

do

natureza

brava

e

altivo

dêstes

no

que

está

do

independência

Chilena,

o<ima

exposto,

reunidos

no

os

111

Ins -

Con -

fÕréncio Hemisférico de Segu ros , declaram que continua -

quando,

a in da

na

batalho de Maipú, o grande G e nera l Son Mortin dizia ao

bravo

não

General

olv idari a

Be rna rd o

jamai s-

o

O ' Higg ins

nome

nc• dia d e hoje, se ap resen to Realment e, Chileno,

O ' Hi ggins,

ape sa r

de

do

gravemente

últimor.

fôrça s,

bater-se

pelo

p-átrio,

se rvindo

como

exempl o

a

sobretud o ,

de

que

qualq uer momento,

O

Senhor

o ao

Ministro,

honro

que

i lu stre

poro o

o

amo: que o s Chilenos devotam

Americanos de Seguro s,

,

de

d 11 lima, muito antes dout ras do nosso Continente Sul-

e, Inspirados

Se-

realizado em Santiago do

em

já

f'eli p e,

de que

dn formar a

está

tinentes .

tituições

e ncarregados

de

sessão

Ande' soberbos serve de moldura condigno às pág inos

de que os

deliberam

autárq uico .

da

d o p uje nte s intel ec tuai s, o po r d e brilhantes patriota s.

heróica!i

comuns

qu e

versidade de Son

COOPERAÇÃO COM O SEGURO DE OUTRO!> CONTINENTES foto

Hemisférica

ocasião

Contrabalanço o gravidade do missão o honra da

pos sam o s em

O

Maria

distinção .

vimos,

volvim ent o do seguro.

X

Angelo

Chile.

no mais

mais variados

eliminados, dia , o

possi-

tonto

abrangendo cada

da s populaçõe s, quanto no

outorgando

Dêste

formo

seja,

Seguro

Con sequ e ntem e nte , deve

ampliação

horizontal , ou

cos .

do

e progres sis ta.

para

se ntido

tical,

Dr.

Conferência

Hemi sfé rico d e Seguros, 'óro In stituição

menfn

1950,

d o falar por ocasião do en ce rramento do 3 ' Conferê ncia

SEGURO

A

Outubro de

Cerne, Delegado Oficial do Brasil à

de Seguros e pelo intercâmbio de empregados e estudanos

dos

DISCURSO

das

de aperfeiçoamento técnico poro empregados e agentes

entre

contínuo

declaração.

de

independente

estabelecimento

paro

principia s

Segurodo ;o.

e. secundários,

sistemático

Seguros ,

o

Instituição

Primórias

escolas

todo

nome

ferido,

veio,

independência vivi do

do

ao direito à nacional

nacional com

suas

de

sua

arraigado liberdade

se sobrepõe,

pessoal .

repre senta

guardo co ndignamente as tradições

Chile

batalha » .

grand e

interêsse

«o

inválido que,

o

Govêrno,

quo

históricas do Chile,

t<IOVEMBRO

1950


que sempre é o primeiro o dor o brado necessÓrio

prêsa . Mas, a tal direito corres ponde, como de prb ltê,

para

um a lt o e in'sofismável d ever .

a

salvaguarda

da

liberdade

e

da

democracia ,

como at é há pouco vimo s, por ocasião da últ ima con flagração nõc~

mundial,

podemos

portanto,

deixar de

impressionam

a

respondendo a

nos

qualquer

fixar nestes

um:

o

Excia _,

quadros , que

à

amor

V.

sua

e m con sequência,

Em

paz

vieram

nistro ; vieram

perto

vossa

por duas razões:

êsses

si d c• os

reunir - se em

ma iores

contribuintes

~sta

terra, Senhor Mi-

do

sentir

seguro, que

para

os

em

chega:

Delegação

a

teses

d ·

e

ch efiada figura

cidade com

e

nosso

Nos

de

Chilena , com

trabalho s

pelo

Hamel .

na

1946

trabalhos

balho

trabalhos

saindo-se a

grande figura

os

seguradores

buscando,

de

na

economia

privada

das

lamo '' com V. Excia . Portanto,

pa sta

cheia

no ~

delegação ,

tem

Armando

sempre

do professor Jorge Bonde . americanos,

Senhor

foi

Ministro ,

estudiosos

da

matéria

e,

portanto ,

í.umanidade

/,

outro

pról

da

sem

defesa

dos

seguro,

mais

padrão

dos

presta :

a

cJ ,,

razão

dizer,

do

pátr;a, Jaãa

) id e nt...· dCJ C . nselho asseverou

ciativa

privada » .

No

s•

do n...,

na

a

livre

Um

dos

em

iniciativa . representa

que

A mér:c: a

é

pronuncioy

o

no

da

; .;, Jment ~

Santos ,

tuição,

nomes

atual

Pre ·

pó tr:a

sessão

da

ini-

inau g ural

as si m justificou,

numa

de

preci ê ncia

circuns idéio

de

Seria

de

incompreensão,

crise

pela

domínio,

seJ a

qual

fôr

e da cautela , porque lidam contra

os

gurados , com(J

ben s daqueles

para,

em

tempo

dissemo s,

porqu ~

lista com a

a

confiam

a

na

sua

distribu í -los

sinistros; os

do

insti-

ao s

se ·

seguradores,

aproximação

incompatibilidade

dessa

crise,

regime

sacia-

liberdade individual e há tempos vê m se

paro

cimento s,

prepararem

fazerem

inst1tU1ÇÕO

tornarem

uma

superior

troco

a

defesa

contra

daquel es

menos

avisados

para , na un ião • su

dos

sentiram

sabiam

reunind <J

suu

que

próprio,

no s pagamentos

as

de

conhe -

investidas e,

à

finalmente,

na defe sa do s seus interês ses comuns,

cada

vez

d(J que,

para

muitos,

no colon ização e na subsequente eman-

ma .

para

aqueles

Nossa

da vem

luz

imaginação

é

ge -

pelo s -feitos do hemisfério norte

muito se lutou

a

momento qu e atrave ss amo s

Crise

porfia

o

sempre

Cont inente . No entretanto , neste setor mais ao sul,

também

estas

lógica

paí s, Professar Annibal Fre ire :

à

mais atraída

e

in -

congratu -

sobressaltos » .

tido da nistram

grandes

realizações

nem

latina.

O

Govê rno ,

nas

tôdas

acertada

Chile .

iniciativa

porção

sôbre

o

que

mai s fortes .

Os seguradores , poi s, andavam bem avisado s quan -

as

americano ,

algum ,

pelo

e

pri-

o .; azares no mundo e, por outro lado, zelam e adm i-

conceito :

recordamo s

solo

se pa ss ou

cipaçã o

de

seu

foi

atrave ss a .

crise o

ri gores

O

pode

o

no

m? do

labutaram iniciativa

colorido que lhe emprestemos, ela a í está , nos seus

um

iniciativa

Daudt de Oliveira, «o

c.dade

síntese, « Ouand v

d ~,..

livre

outro ,

que

justa,

Reun ião Ple nária do referida Cons el ho, rea lizad"

priv ada que:

cruzada e

lnt eramericano de Comércio e Pro -

q ue

d iscur se.,

Bra si l,

feli :.:

que

nossa

da

qualquer

da

Assim , os seguradores, devem possuir o sexto sen ·

heróica

princípios

que

coletividade .

duç3 o,

na

modéstia,

benefícios

uma

min ha

baseia - se

aqu i

de desnível entre os riqueza s e os me io s de sua uti -

levantado bem alto o nome do Chile . podemo s

no

que égide

ilusório tentar ocultar os contornos da situação que a

J,zação ,

grandes

com -

« Em tôda s as épocas se apontaram crises.

u

os

de

bem descrito por um Ministro da Suprema Tribunal

nêst ü setor de atividade 5Íd<.t

como

Federal d e meu

tinham que d izer ao Govêrno dêste grande país , que profissional , os chilenos têm

esta

ponderando

vimos

reuniri}10S

tido

í mpar a atuação da delegação chilena, sobres-

Portanto ,

não

vada ,

terferi :

sua

po'steriores ,

p ion e iros sob

têm

tóncios ,

companheiro

dê stes vivem ,

vimos

lúzida

i nvestid a s

continental

quadro Iam bé m teve o seu d esenrolar nêste

ainda

York ,

uma

saudoso

Cu

resis ti r

man eira

vida » .

árduo

aqui

Nova a

nossa

gran d e país.

Conferência s Hem isféricos de Seguros; desde a Prime ira,

re alizada

am e ricano s cab e

da

O s progress o s que aqui vemos são frutos do tra -

o primeiro, para

grandes obreiros

pree nde: a

universal .

boa hora, pois , os seguradores do hemisfério

omericono

d"

o amor à

povo s

destru ição

cultura;

o amor à suo pátria e, além disto, o amor à liberdad e e~

Ao :.

d«

mantiveram,

ôngul" corrente

lidadu

mais do

como

vêm

mantendo,

representam que

genérico,

observam

constituem

mundo moderno .

econômica

um

é

A

êstes

congre ssos

interêsse as

uma

platôn ico ,

causas

de

um

necessidade

d e·

característica

focalizada

pela

da

atua -

competição

im-

pela

posse do território, pelo

piedasc;, resultando daí o incalculável progresso.

desbravamento das florestas,

para galgar as serras e

.falare s levam as atividades nacionais de cada país a

vence.· os

rios,

nalidades. -· ~

ou,

a

nacio -

so

Não foi apenas o machado a conquistador

ou

como

para

querem

formação

alguns ,

o

defesa

destruidor

das

de

riqueza s

tiva i

de

do

africano,

invasão

e

e

vieram

dos

que

da · imigração .

nizador o vitorioso e , portanto, a A

Am érica

título de

REVI~TA

DE

tôda

reduto

pode

ficaram

das Foi

iniciati va

o

colo -

privada .

reivindicar, por conseguinte,

histórica do espírito da

SEGUROS

tenta ·

livre em -

projetarem

sai.•

do saio - , mas o braço do espanhol , do português ,

d<..• ín d io,

o

e

dos

limites

nosso s qu~

pelo

mundo

aproveitamento .

não

de

problemas

seja

O

afóra nós

nossas

num

considerado

· privadC! meramente á p itali sta

Daí

para

seu

terreno

o

maior êxito

seguradores

fronteiras ,

têrmos

para

superior,

interêsse

Êstes

da

de

tratarmos

afim

de

segurador

retribui ção de uma atividade ca -

comum . Seguro, Senhor Ministro , coma

V.

Excia .

bem

demonstrou saber, é essencialmente universal, procurando

225


a l~ ng'ir

o

n'áxi mo

luição

do

ri sco.

da

sua . ex pan são

A liá s,

a

ês te

para

di -

perfeita

res p eito

já

aponta -

moc. qu e: «0 c; uém, nem

negócio ne m de

do

de

seg uro

grandes

nacionai s

nem

é

não

nem

de

de

privilégio d e

nin -

pequena s companhia s,

estrangeiras,

porqu e,

ne-

nhuma d e las, d e per si, pod e re te r todos as seg ura s .

r.·

preci so «0

ou

se

Pod e m- se

automó ve is,

químico roupa

su

entre

ex tingu e com

r~cí v el.

po.·

dividir

si » .

seguro não é uma

sub stituir carne

org â nico, feita

a

com

su bstitui » .

instituição qu e se modifica

o tempo,

é

animal

roupa

ma téria

uma

carros por

feita

um

de

plá sti ca,

(Conferê ncia

in stituição

puxado s a outro

lã

ou

mo s,

sôbre

a

impe cavalos

produto

f ibra s por

o

segu ro

não

« Atualidade

da

Segura » , prof e rida P"lo Dr. A. M . Ce rn e no Sindi ca to d~

Seg uradores do Ria Grand e d .:> Sul Logo,

outro :; qu tt

d ef e nsores o

poro

seg uro

palavra s

in iciativa

es tá

estí mulo

Sa í mo ~

sá bias

da

pre se rvação

p ~ d er o s<.•

qu c.=

~ ua s

os

entre

d ês te ao ~

privada

eleme ntos

siste ma

Brasil) .

ecoaram e

da

ma i s

econômico,

levaram

gress u

latino - Am ericano

1938 ,

sob

cs

nós de

efi ci en tes co mo

um

no ss os es forço s.

novam e nt e do Chil e co m aqu e la

o s seg uradores

em idéio

de

au spício s

por

ocas ião

Segu radores ,

da

Caixa

imp ressã o

do

l ')

Con -

rea ·Jiza do

em

Resseguradora

do

Chile . Tud u isso recepção certame

qu e qu e

toca - no s d e muito perto, tiv e mo s hoj e

se

e,

também,

e ncer ra .

Foi

pela

pe la carinho sa magnitud e

lavrado

um

do

marco

na hi stória do segu ra do mund .> e a espírita p ropul sar desta obra foram

a s organizado res da

Conf erê ncia .

A ssi m sendo, nó s, seg uradores vi sitantes, não t emos p al avra~ c;ment o ~,

Liusi vo:;

qu e

exprim a m

ex atam e nt e

ne m out ras qu e traduzam votos

de

congratulações,

o s nossos

agrad e-

fie lm ente c.s pe lo

ab soluto

n esse~

êx ito

cl ...• co nclave. »

A LIBERDADE ou o Aniquilamento do Seguro Privado D i.-~c 11rso

do Sr . Alci11clo Brito, Gerell/c"São Paulo'1 ComJJIIllhia Nacúmal ele .S'evurus de l'i!la e Dl'i<'_r;Oclo rlu Oeml dn

Brasil no Comité P e1·ma/1 (' 11tr' da c" I j'e1·ên cia H emisf é·,".icct de S l'f /11 ros1 p1·o · j'e?'ido po1· oca~iüo da 3." Tcnnião pfe· 11.CÍ1''ia da Jll Conj'e1·ê11rio H emi4é·r irr'· tle Se.IJHros, em Santiow1 1 Chile, ct G d e O·ut1tb'1'1J âe J950.

O momento comporta, cntn• ],oJnPn:-; li n-<•.; d<' naçÕ<•s livr.r•;; aqui reunidos l'lil ~ alll'>l!!,'o do Cliil<' - êst·c sóli do <'stt•io do lib C'rali srnP 11:1s Am ~~­ ricas - que se p)pve urna voz li vrC' pnrn formular um voto de paz e de co ncórdia, nnst io dP iodo,; o:-; 226

poYo:-; do muudu,

nesta lwra dramútita pal'á o dt •sli llo d n <·ivi l izn<:~o. E st.u u s <'gum de que êste l'o1o <·n ln r:·, 11o:-; <•spíri1o:; e Jlos st•JI Iin H'IIIos . wnis íntimos de quantos aqu~ se co ngn•gam 1 h omens de trabalho c de fé, nub ;dos de sailias as;-: i :>:~õcs <' de idt•ais genProsos, <jU e Lll' ixarnm os ·e-qs lares dislantPs c o:-; seus in!<'l'l'SSl'S pessoais para euitlnr .-m <·onft•rPn<,i n, pn•risa nwntl', da. presen·ut:iío e amparo d<• uma. dns mni.-; nobres instituir,:iies cria· das t·om fi n:; so<·iais. Fonnu lando ê,;s<• l'ohJ de pnz e co ncórcÍ)a, sa ht •mos qut•, nt•stt• monwnlo, ao meno,;, a nossa ,.- ,,z l't' )JI't<' os l'oto:; 1le milhiit•s de hom ens, mulli<'r< \~ e <·rinnças, não só da Arnt~rir·n, mns d • lodo o mundo, os .qua is, col'l'<'ndo t.udos os Tiscos. "'''·a nwn(<' s<' llJl<'ITI, inlt•ll1"nntlo r ei n1planhn· 11a ter· m os <•I PYados postu lados de ética, ~~· 1 n os quais " <' il'i l iz>l~ão <> rishi n•gredir[L h hnrlmrie c it sPrvidiw. C h i IP, país de forl:l':; trndi~Õ<'s nn s idéias c wt ar: no; onrlt• S<' fpz com um grande po,·o uma g rande nil( um; tmdt• o dt>S<'nvo lvimento das instl1 ui çii<•s polítitas e sociais, as grada~ões n:l S ci· t'tll·Jas, na:; letras, nas arte:;, na indúst·. ria e no co· ml>rt:IO sempre se pruccs:-;ararn e m dirna, dü ii · ht•rdat.le e o nd e é co:;tnme co lut:~u-su t.ôtla a série de n•cm·sos, ai1Ttlishcamt"Jte, it mercê do LPn ;.ú· blico; Chi le, eis a atmo:..fera propít:ia aos . e:olcn· dimentos dos que, como , nó·, se reunem plol'l1 a dt•fesa de altos problent'-'.s-·comuns entre n'1ç<irs. Que o gê nio dêsle povo nos insva·:!, <·omo inspirou a grande via de progresso que f':u. t!esta 11<pública um .e xl'mplo r um molivo rlf' or~ u!li 'J J)Hnt as dPma is pátria~ da comunhão anu•ri t·rula. Fomos inc·umhidos tle mcncio iH' l' th pont t,; que, relacionados com a~ restrições imtA>:it<'s J-'t'lo pod<•r púb li co ao livre tkse nvolvirn ent•J da iniei::\lva privada no campo do seguro, d ,~v am, Í1 nu<:; > ,- ,~ r, st•r s ubn1C'1 i ~los. a exanw tksta CDnferência. Sen•mos IJ1 I'I' <'S e oiJJl't.ivos nu ~~c · ,; pmpenho c~·, (ard'a c niío dPixan•mos sôhn• a J.. tsa :1ma trsc a S<'l' discutida. No exercício do honroso mantlato t1c delegado do Brasil no Co mi té Permanente da C'onfcrêr..-ia l-Ic·misférira dP Srguros, por dois anos co nsectr 1ivo:-;, tt•mos ncompanhado dr pPrto os Úahalhus nnunis d~·s ta ilm;!re assembléia . Nosso vivo em· JWnho e <'Xame dos aspC'etos esse nciais dos assun· tos até agora trataclos 1 levam - nos a em itir a opi· nii'w de que tC'mos IC'gislado abnndnntcmente, em dPscorntwnsação r:om o CJLII' t<'mos alcançado em I'X<'<·u~~w I' pnít.ita. A circunstância ele que muitos S('g'lll'HdOJ'PS brasileiros )'Hl't.icipam d<•ssa opilllitu <:xplica o fato dt• não t ral\Prmos non1s teses ou proposições iL csia Conferência, sem C'H1ba~·:;·l · da comp lt•xidade dos problemas CJUP se nos drfrol'tam. EntPndeuJos que é chegado o momento 'e inic iarmos estutlos que 1•os lPvcrn .a ir tmnsf,:r mando a Conferênl' ia, de órgiio puramente ]e ;'s· NOVEMBRO

1950


Ja<lor, quP t<•rn sido atÓ agora, em org:w <•xecutivo , nl r:l\· <~s d<• sisl·<'lll:l :ld<•qun<lo n r·:ub pnís, ,.; isi <' lll :t rujo rnn <·ionnnwnt" <J,.,.,., n noss" 1·r r, t·o nsl il ui • objdo lle dis<·ussões c e;;l·udos de unra comis;;iio f'SpPc iaJ dt •sig nadn. para rssc fim. PotlPrÍnmos, Sl'm dú1·ida, proePcl Pr ir aprPrin · ~ii o elas IPis que • Pm nosso país interfpn•m nas im· ti lui r:cH•s (Jp sc•guros privados, n•slringindo-llles e. e·arnpo <' prPjndicandtdhrs o drsenvolvimrnl:o . ConsidPramos, porl>m, qur niio é n nrnsiiio, nc'l" rstP O Jugnr njusl·ado a tais an:ÍJisPS. Ü quadro quf' Pshor::íssi'lnos, ali:ís, po<h•rin rPfl<·~ir a s ituac,:iio ck outrns naçÕ<·s, pois niio sii o nuos os governos nnwri<·nnos Prn p<•rtlla•1os na n pl i<·a ç~w cla economia dirigida, ou seja, na xcstriçiio à lihenl:r<1 ·· irrdi1·idunl fn•niP nos sct.ôn•s <•ronômir·os dP pr:,<lur;iio. Nn il~tlústrin, uo <:omérc-io, como em tudo 1rrais, (. pr<'<·iso ctue se xe:,t.aurc a lih t:nlndc da l<•i iln ofPl-tn <' <ln vrocura, :r l ivre co ncorrên cia, n ~· i1n dP SP n<·ahnr com os contro les, os preços h:; ~.c- , o~ pn•ços tdo, as licenças .~ as subvenções. E' ru•c·c•ss:írio que o::; governos dei xr m dr. ::;pr <·•mwn·i:rnt..-•s, banqueiros P industriai s, que niifl <•ntn' m no mPn·ado sPja fnzenclo sPguros, se.: a c·ompra ndo ou YPnclenclo uti lidades c e .•;,corrcJ: c:.n nssim c·om o comér('io c a indústria, quP _mantrm rss<•s m('smos govPrnos co m taxas e imt: ostos c:.<h din mais Plcvaclos. UrgP, enfim, qu<' cessem tôclas essas forma~ dP dirig ismo <' outros mél o elos ele cxpansíw elo Pstntismo, que tiio some nte oneram os orçanwn tos, I"<'slring<'m a procluçiio, anulam as lllÍ<"iativns, rPduz<•m a pficif>rwia <' Plevam os preço.; . l<.:ssas nwdidas, <·apnzc::; clP r·ontrihuir para ali ,· inr a ag uda l·<·nsiio mundial , nii.o porlPm, é ccrb. ·:<•r tomadas por um país isolaclanwntc•, ou pm· um pPqU<'Ilo gr up o de paÍsl's iiP reduzida Pxpn's sii.o econômicn; nem <:o nsLit uc>m prov idências simpl<'s, qu<' possam S<'r t<•111"adas s<•m g randes sacr;f íe·ios <' sPm uma certa !'I"<'munir;:w c larga aprp<·iação do futuro; mas dev<'m s<•r cxpPrrmrntac!n ~' p<'los mais corajosos <'111 da r a lgo de si em benp· lkio de· um mundo mPilwr. O exemplo frutificn rin, c-omo ncgati,·amPnl:e frutificaram, <:úm iíto danosas conscquôncias, o elas banciras alfanclr g:íria s e o da autosnfiriê1wia <•eo nôrni ca . As naçÕPs, como os indivíduos, uão podem viwr isoladas, <' parece ter clrPgaclo a ocasião clr nprovc•itarcm as liçÕ<'s da dura. cxp<•riência a qur I f:m sido submetidas No Brasil como, êl<:rPclitamos, t•m quase tôda n Am6rica, o spguro é objPio clt• leis PSpcciais r <•st :'1 suhmPtido à fiscaliznc;:íio p<'rrrHr nente do Go ,·frno. As nóssas empresas de seguros privados <·e,nt rilnwm com impostos, sf> los e taxas eujo mouh1nlf' c-onstitui co ns iclcdvPI pan·Pla ela n •ceita tla União r elos Estnclos. Grande parl·c das xescrYas elas empresas está invertida. em títulos do RE'/iSTA

DE

SEGUROS

Uovêrno, corno o ev!{bw1am as estat-.\,·tica::; qfi<·inis, pc•l:r,.; q11nis sP YNifi('n. cpw , rm l!J-1-!), m:ri s dc· Cr:j; 7!">!l.OOO.OOO,OO <Ji'.ss(•,.; tíl !il os <·slnvnm :rhsunidus ])('las e·mpn•sn::; de S<'g uros. Niio obst;,ntP, o GoYêrno c1PI·6m o monopólio dP um dos ramos dP sPguro, <:oncorrc Pm nlguns <' intPrfen• <'111 todos. A ConfPrência H cm i,f(.rira d e S<·g·uros 1'<'111 :rtunndo co m c1Ps<"orlino fre nte aos prohl<•mas qu<' <•nvolvc>rn o sPguro <"onrinPnta.l <' procunrndo soJue·ionú- Jos . .T:í. muit.o r enliwn PquncionmHlo-os <· <·o1w lamnntlo nos sPus estudos as mais Pmillell l<'s JWl'SO IIn lie ladt>:; da economia e dns f inan~a · d:r Arnl-ric-n. Em nossa opiniií.o, tôdm; ns qtwstÕ<•s IJLH' 11os nfPI:<•rn estão w, dcpcndêllcia. da so lnc;:iio ;Hl-via cl<• urn problema maior, que é a md.n · f!UP d<•vprnos primeirarnrntc a.ti11 g ir, SP quizennos so lvPr <·om ln·p,·i da ck, como é nosso empPnlro, as nossas tarcfns. Êssc problema. é o dP convr1H·Pr os Gon•rnos d e que mcll1or S<'rii, não npenns panr n indúsiTia do seguro, <.orno principalmrntP parn o Estado c para o povo, que o seguro, em lôelns as suas for mas, ~ iquo circun scrito tL órhil·a tln ini<· iat.iva pr il'ada. Com ê::osc alto srrYiço prestado nos GoYprnos elos paí:sc•'; que aqui se fazem n ·pr<'f' lri"ar, h•r(t a Co nferência Hemis{érica, al (·nnçndo o mais pr<'mCIÜ<' c mais importante elos se•us dPsÍgnios. Dêle rPsultarfio soluções f áceis para quantos assuntos puzermos em pauta, mrs nossas futuras rruniõcs. Articuladas entre si as várias del<•gaçõrs, ren1ize• ea da tuna em seu próprio país a pa rceln q ur IIH• corresponda na inge;rtc tarefa qur, solidal'in · nwnl C' <'XC'Ctltada, sa lvará da rui na a. instihüc;ii o do s<'gu ro, que• l1:í sét u~os vPm prrstnndo Lrntm< <' Ião nss i na lados srrviçus tL h uma nidaclr. Uma visiio panorâmica da s ituação da s emprPsas sPgurndora s no r.rundo nos mostra, ele u ~11 lado, paÍSf's onde é completa a liberdade da inic iatil·n privndn; ele outro, o intcrvcncionismo Pslntnl l<·vatlo no PXITPmú e, a ci ma (lêles, a IngJate•rrn, S<'mprc a ofprcccr-nos o seu exrmplo fprundo. País dP índo le secularmente libera l, procrde u niio hú muito o Govêrno ingl ês. por . fôrc;:n ll:rs at.uni s iPnclências c legislações traba lhistas n c•x pPriência da. csta.tizaçiio do Seguro; c eis qtw, tiío depressa, vem ele rermdiar esta pnrte elo se n largo plano de intervenção no campo das iniciati vas pri vaclas, após tê-lo executado nos sctorrs ela medicina, elos hospituis, elas empresas banr:írias, da mineração e clü vasta rêclc ferroviár ia . Êstc exemp lo ela Inglateua abjurando como prejudicial aos interêsscs do Estado e do povo o prindpio intcrvcncionist:t no tcrTPno seg urador, níto eomporla. a ltcrnativ:t c não pode, r:onsequcn1<'mPntP, dP ixar dúvida ~;.os Governos da Américn em rp Jaçiio n.o caminho que elevem seguir. Cabe ao espírito eleva do que orienta o.· trabalhos da Co nferência apontar aquêlc ca minho, 22 7


não apcn:ts legislando prindplos, nJns agintlo priJt.ienmPJJh' nn sP ntitlo ,]p <'O JJ\'t•JH·(>-Ios df' que o J'l·t·tHdH•!' iJJ il'JJt.o insol'isl11(1Vt•l tlo flll l]Jio tlin•ito d:1 ini ciativa privada IÍ111ea l'OmpatÍvl'l r•o m ' n•g-imP democr:íti<'o - sn:í a garantia da sohn·vii·Pnrin rlo si'gnro. Assim S(']'Vi JHlo i\ instih1i~iío t•s tanws t·rrtns (]f' < ' stnr SPrv inclo sohre•udo aos nossos paÍsPs , nos intr•rPSSPs rnat('riais P <•spirituais tlt• todos m: povos. E husrantlo inspir:1çií.o JH•sta ( :onfPri"nrin, ollJPmos ronfiant.es para o futuro tla l\ m(.ri('a, <:ujn. gnmdczn., alimPnt.ada pPlas virhlll<•s dns raças varonis qtw a constrnir~un ,. a tmHlur.t•m, SP rlPvam os votos mai.> anlPJli'rs tlt>s nosso,; eoraçÕC!> bras il r iros !

DISCURSO L. líiri.'iJmfril'i> , TJirf'lor d o de St' !Jill'l!s tla ( 'ti111 am tlr· Comf.n·io rlo., E s /.ados I I 11i!l.os ria Amhicu tlo Norte mtmn elas se~<sõe" rla 1f! Coudo sr. A.

7Je JHirltt111flill!

fer ê 11rin H emi-'f hica de S euu ~'"-' · "Sr. Pn•siclPtltf', mru prrsaclo amtgo Dr. Bancle r clPlrgado oficial elo C hilr, mrmhros dn cklegn.çií.o chil ena, repr<'sentantPs elo gO\·êrno,, delPgaclos e am igos: Drpois ele ter ouvido durnntr rstn manhã os hrilhnntrs discursos pronunriados JWio Ministro dn. FazPnda, prlo SuperintPnelent.P dr Compunhins de Seguros Sr. Mcrino, prlo SPnador Sr. Fig-urroa, prlo Sr. Karpé~ P 1wlo Dr. Comp<•an do JVf (.xiro, dPvo confrssar qnP <s i'a oc:-~siiio mr surprPPnclr com nm profundo st•nt.inwnto clr lmmilt1aele quanto no meu curto alcaner no <•sforço el<• tTazPr-lh es u'a mensagem digna clPla. A plena consciênl' ia que tenho da m inha fraqnrlln aumrntn ainda mais qnando n'<'ordo, como muitos de vós o farão, a ocasiii.o sPrnPl hnnt<• a esta, há apenas dois a11os na CidadP do México, t!Uanclo Ralph Braclfurd, o brilhantP r notúvd Vice-Presidente Executivo ela Câmara d<• ComprI'ÍO dos E .tados Unidos, pronunriou sru discurso durante o almoço, S<'me lhant<• a esh•, no dia ela in auguração da Segunda Confprênria HPmisférica ele Seguros. O Sr. Bradford, que aprendeu a fa lar o casteUmno correntemente, quando pm criança viv<'u perto da Fronteira Intcrnn.eional <'ntn• o Méxieo P os Estados Unidos, clru a con hrerr, naquela. oca>.iiio, uma rstimulante mensagem qtw, ainda hoje, alguns daqurles que o ouv iram, mp lrmbrnm sôhrr quilo esplêndido anúnc io ele rstímu lo P ajuda fi losó-fira foi aquêle com qn<• o Sr. Braclforel Pntrercvc aquêle auditório. Tive mnitn c•spC'ran<:n dP que o Sr. Braclforcl pnclPsse :;companltarnos nPsta ora228

s1:10 P qut• rst.lvPss<• dirigindo-lhes a palavra nos· h· nJoiiH'JJtu t'lll mt•u lng11 r. Dur:1ntC' b:-~ s tante 1••JlljJ" 01t• pníprin pt•tJstiU t>m Yir <·, n intl:1 mais, dPsPjava H '<'m<·nt<·mPtlte C!U<' C'hPgassP Psta ol'asião, porprn a violênrin dos aeont.PeimPntos nos Estados l lnitlos , oensionn<la pPia (hwrra th Corria, inr possibi litou -o <lPssa vingt•rn para aqui . Pt·ditnm qtw liH •s trom:rssC' s<•u:; 1 arnht•ns <' a romuni<·ll~fw elo SPLl sinc·rrn pt•sar <liantP <la imposs ihilidnclr de t'JH·ontrar-s<• lH'Ssoalmt•n[~ c pntJ·c· 1·ós. En quizcra t.('r, ainda qnP fôsst• ap••nas Plll pnrtP, a habilidatlt> IJUP Ih<• {> própria para tran sm itir-vos nlgunuts das id é ia s que, t•sto u <·<•rto, f. lt• vos tt·rin trazido st• lht• lJoUVI'SS<' sid.J possÍ\'('1 Yir. O 1Pnlit que llH' foi dt•sig-nndo para t>sta ocas iiio inhtuln-sr: "Nossa lu la ]WI:1 l.ilwrdnclr". Mt•tlitando sôhre i"ste Lcmn, n·trossigo i1 I Conlt'I'PJJ<·ia Hrmisféri ca dP SPguros, n•a I izndn. rm Nova Ynrk Pll l Maio <lL• 1U4ü, pois qu<• foi Pia que c!Pu inít·io i\ nçii.o ngrupnclorn lnt('l'anH•ril'nna em prol (lp maior lih l'l'llí;ã•.l tln int<·rl'l•r0n<·in t•stat.nl no St•g nm. HPrÚrtlando acpw la J)(·asiiío, por um monwnt.o vi"m-me i1 memória o dia rm qup Pnt.rci para. o srrviço ela Cfimarn de Comrn:io elos Estad os Unidos c em que fui inf0rmado sôbrc a açiio ele sua M esa Diretora com rPfPrêneia ao apô io para a aprovaçiio ele umil Co nferênl'ia Hcmisférica cl<• Seguros. Qunndo fui autorizado r m<· deram instruçÕ<'s el e proc:rdPr os p;;;;arativo~ para a ocasião, rebuscando nos anais da ativi .1ad<• dn. Mrsa Dir<'tora ela Câma ra, drsl'ohri quP a idéia nasct>u prinw iramentl' no C hilt> c clPsd<• Pntão pud;• comprovar niío havrr ;;ido outro quP o Dr. Bnndr, <•ntlío eonltPI' itlo m<'U ll]Jcnns tlt> nom< •, porPm qu<' elwgou a s<•r um dos nwus mnis <'stimndos r 'mclltorPs ami gos, o verdadeiro promotor ót idéi~. O Prrsidt~ nte da CâmRra de Comén :io con,·iclou o Sr. John A. D irman d, prrsid<·n1r cb lns urnnte Compnny of North America, p:ll'~ pl·: .~ iclir o Com itP dP PrPparativos dn l : on ~<Trnci.l <' para qtw atuassr eomo SPU prC'sicl< !!~ P <::c, uLivo. Muito mr a lt•grou a cle;,tgnação tlo Sr. Dit'mnn .' l.anto devido à vclhn. amizade qur nos li g:1, r;u~. 11 prlo conceito em que o tenho, de ser um brilha r adiantado c clestacaclís,;tmo lítlPr elo sPguro dr incêndio e rPsponsabilidnclc, nos Estados Unido.-. Sob n direção elo Sr. Diemancl, os planos para a Conferência adquiriram forma concrctn c foram Pnviaclos convit<·s a tôclas a s Companl!in. ele Seguros do Hemisfério Ocidental.

Recordo, como se fôra ontPm, o sP ntimrnto cl<' dúvida c incrrtPza rom CJUP PSl}('l'Úvamos, no Hotel Waldorf-Astoria uc Nova York, n chegadn nntrripadn. dos dPirgndo;, dos div<•rsos nníses. O primPiro a r hrgnr no local ela ConfPri"n~ia foi um <'HV<1 ilwiro baixo e g orcll•, do Brasil, o rhrfr dn dPIPgnçiío hrnsilPirn c nov!lnl<'nt.<• ei 1Pfr da mr. ma pNant:e Pstn. Co nfPrrntia, nosso grande ami .~o, Dr. AngP io Mario CPrnr, que, para muitos dt' NOVEMBRO

1950


nós, clH·gou n ~wr, afntnosamcnte, Angelo. Pouco clepoi~ chPgo:t a delPgaçiio chilena, so b a dirrção de um homem por quem, muito c<>do, eom('CPi a tN grnw](• rcsrH'ito e aclmiraçiw, o Sr. Armando Hanwl, (•nf·iio DirPtor Ü<'ral da Ca ixa Rcsscguradora <lo Chile. A S<'U lado, it sua direita, encontrava-se o Dr. Jorge Banck, a quem rntão co n lwcíamos aprnas romo profrssor de seguros da Universidade do Chil<>, por~m que mais tardr apr<>ciamos como brilhantP autoridade, um erudito, orador, prnsadtJr P trahalhaclor infatigúvel p<>la cn usn da lilwrclade do SPguro. lntPgra Yani também a dPlPga(io rhilPna os Srs. DaniPI Barrios, Viee-ConsPIIwiro da Caixa <' EnriquP L<>igh, GPn•ntP dP "La .AmPricana." Olhando para triís, agora, depois de quaiTo anos, a org·anií\a~iio e abvidadl' da Prinwira Con ferênc ia H(•misfrri,•a dP SPguros parc0em cJpmPntnríssimas. HouYe muitos discur;<os, entrP os quais foram brilhantP::; O'i dos Drs. BandP e CPI"ne. 1-IouYP discursos lle inaugu ração elo PrPsidcrüt> lla C[unara dP Comércio dos Estados Unidos, o saudoso Willi:1m K. Jackson; do Prpfpifo dP NovR York, ntualmc•n((• pmhaixador nortc-aml'ricano Pm México, S. Excia. Willinm O'Dwy<>r; <' pelo SPcnPtúrio cl(• Estado, S. E'i:cia. Spruille BradPn. Existia, no Pntanto, absoluta fa lta ele intereâmb io d<>ntro dP nossos hemisférios acêrca elos probl<>mns com un s ao ramo do sPguro. Assim, pois, parrt·in impossível que pndéss<>mos dPSPW Yoh·pr um plano rclativam<>ntP organiwdo, par:t o intPrcâmbio clP informação térnien, ou que lr. gr:í ss<>mos cumprir qualquer outro programa. Apenas -a d<>lrgac:ão chilPnn , g raças novnmPntP no Dr. Bandc, vinha b<>m pr<>parnda, com nma sériP dr Pstudos e r<>so lu~õcs . Porém, niio houY(' t<>mpo para cl<>batê-Jas, ainda qtw s umàriam<>nh•, com pxcrção ela proposta h•ndrnte a colo· rar n. ConfPrê n<'ia clecididamcnf·p ('111 oposi~iio ao intern•nrionismo do Est:H'Io ou clP qunlquPr Gu· yfrno no n<>gócio do s<>guro, nlrm dos limitPs ck uma r<>gulamPntaçiio ackquadn cl<>ntro ela lib<>rcln de do srgnro como Pmptesa de iniciatin1 pri,·acla. Eni s<>gri ida tPVP lugar a primeira reunião elo Comíté P<>'rmnn<>nte da Conferência, renlizaclft no Rio ck Jali<'iro, em agôsto c]p 1.047, sob a di· n •ção do Dr. C<>rn<'. Novamente a idéia ·ela LihPrdncle do ~wg uro pr<>clominou nas m<>ntcs dos quP m;s istiram <>ssa r.c•tmii\o. Foi confirmada n açii.o da Confprênc ia dP N OYa Y ork c pr<>parada a r<'<·onwndaçiio para a SPg-umla ConfNência da CidaclP . do M(.xico, de Pstabdcccr mais solidamente o princípio da liherdacle do s<>guro . Hoj e <'m dia, Pm qtw n idéia da Pmpr<>sa privada, dirigida por JH'Ssoas qur OJWram em 111 ercndos livr<>s, rcg ulantPntnd a primordialmente por leis (•conÔmlrns tle ntro elo mP<'ani:smo de preços eonl rolado:; <'111 qm· o sistema da livre iniciativa l.ntn fprozlll<'llf<· <·ontra o l(•n(o c persistente intrn·t·ne ionis~~ 'liS TA

DE

SEGUROS

mo <>statal que s ufoca n iniciativn, privada, - é indis pPnsá H•l qup Psta Co nfPrên cia sPja capaz clP n•afirmnr os princípios de nossa fé nn sup<>rio ridad<' dn iniciatiY:t pri,·ada, diretriz dP tôclas nossas atividaclPs, sôbre o sistema pm qu<• tôdas <'las siio co ntroladas pelo mPcanismo Pstatal. EsJH•ro s incc ramPntP que esta. Conferência consiga o restabPiecimPttto dêste princípio.

i .

JI[t, no entanto, outro aspecto de li bPrdad<>. mnis fnndam<>ntal que a liberdade ela ini ciati,·:-pri,·ntla <' qn<> qtwro enunciar ràpidamrnte nos po ucos minutos qu<> ainda me restam. Refiro-me minaçiio injusta, niio só no que se refPrP aos srm: à lihPra~:ão qn<> m<>recc• o indivíduo de tôda doJwgócios ou sua vida privada, ma s tnmbrm Pm ~ ua f acultlatl<• de pPnsar. RPC'PntPmPntP fo i iPaugurnda, na cicladP de• Was hington, n'a mag níf:ca estátua dP José Arti g:as, o fundnclor da indepPndênr ia do Uruguai. Esta Pshítua foi doada ao povo elos Estados l ni dos da A mÍ'rira prlo povo elo Uruguai P simholi~n não só o Pspírito elo meu país, mas, também, en•io qup o dP todo o Hemisfério, porqu<> o con fl'tíclo Pspi ritual <' moral da viela dP Art igns forma a trndiçii.o viva qu<> orienta nossa co nd uta r llh' cl:í s ua hnsP moral.

Pms:wa êlr que a liberdade apenas tinha razão ele existir se fizesse do povo elo Contilwnte o verclacl<>iro <' único dono do seu destino. Proclamou o conc<>ito da rlignidacle ou liberdade ab~;o lut a do indivíduo dP iodo domínio ou contrôiP. pNant<> a pPrsonalidade coletiva do povo. AtunlmPnü• Psta mos presenciando nova fasP tlo r<><·onlwcimPnto universal de que o indivídtw <•st:í com<>çando a cmwenccr-se ele que constitui um <•nh• s<>pn rado, liHe, cuja vida c poder ckrivam dP SPU CrPador <' f(U<' é r<>sponsÍtvP I ap<>nns pprantc êss<> Cr<>ndor c sun consciê11 cia. ftstc· rpeonh<>cimento demonstra ao indivíduo de tôdns as part<>s qn<> o govêrno, as organizações de quais qtwr classPs, os vizinhos, Pmbora pnrcnt.P, têm dirPito a f'xPrcPr um cont.rôle sôbre êlc apcna~ :li"é o ponto rm que êle livremente concPda êssP dirPito. No mom<>nto o mundo está Pmpenhado numa g-twrra "fria". Para restringir a luta física sôbn· c•sta fo rma fundamental da liberdadP, há Hlgunc; nnos, muitos dP nó:-; pensávamos que derrotando o Kais<>r nl<>miio salvaríamos o mundo para a dcmorrac·ia . Apenas vinte e cinco anos mais tardP c• ncontramo-nos novamente em guerra e pensávamos qtw liquidnndo Hitler, Mussoline c Tojo salvaríamos novamente •1 princíp10 democrático. ChegAmes, porém, a conveneer-nos ele que o combatP físico, por meio de armas, é a penas mna for ma. de fazer a g uerra e qu<>, atualmente. uma guerra, a que damos o nome de "fria", uma bata Um tle idéias, se dooenvo lve continuamente. E' est,n , 22 "


fundamentalmente, a batalha do indivíduo p eL• libcrdaclC', lihcrclaclc para viver e agir sob um sistema em qur não mais s,•rá instrum ento elo E stad.n ou de organismos ele espécie alguma. Não é precisamente uma g uen·a entre nações, porém, uma g uerra de ic éras. A gra nclr difcrrnç:t que há n essa batalha, ('ntrc nós c os dcfrnsores elo domínio cTo indivíduo, consiste em que êstcs almejam o aprisionam ento da men te humana, ao r-asso qnc nós prrtrncbmo. a sua lib eração. E' a tMica ela snrprrsa, do tc·rror, do "amordaça mPnto" intrl Pct.u:1l , contra a tática do rclaxamrnlo, da invPstigação, do ccptiC' ismo, da liberdade acadêmica C' intPlrctual c o amadurecimento do .JULZO. Prctenclc>m êles dctrr o prnsamrnto humano c obrigar o indivíduo a acritar tud o. Nós qu errmos quP as p rsso as prnsf'm ind eprn clcntementc, t]nr prnsrm mais c co m maior alcance que> a1itrs e, clc>ssa forma, <;hrg urm a obter decisões li vrf's. A iclria rlêles é a de confo rmismo, embora fo rçado, se necPSsário fôr. A nossa idéia é a <•l cição li vre, apC'nas influí da pel a razão e peln C'onh ecimrnto. Esta é a bata lhe\ f und ame nta l pela liberd a<l.' . E' vrrdadr í]Ue dC'vemos unir-n os para vrntf'l' C'fi ta lu ta clr co mbate f ís•co no campo de Lablha. N cstC' sr ntido, é a lentad or com pr ovar que, anb a violência ela crise cor eana, o povo ela Amé! i .>a Latina fez cansa comum com os Estado,; Unidos, como ocorreu após P c:u l Harbour. E' tar.1hén. eonsolador o fato dr tôdas as rrpúbli ras latino· amrricanas lJavNc•m <~po i[lclo no Co nsêlho de 8cg urnn ça das N<1\Õrs LTn icl ns n n •so lnçiio que on1cna va o "rrssar fogo" c f iz<•rnm um apêlo aos Estados coligados para dar tôda a aj uda possível it R<'púhlira da Cor éia na sua lu ta co ntra H n grP SS~io .

Drv,t' mos vc nct>r Psta gm•rTa no campo dt• hatallm r, 1-<•ndo o Todo P odP!'oso romo g uJ;L <' f ortnlrr.a, triun fa r Pmo~ indiscu1ivrlmcntc. Não dcYcmos, por ém, olvidar o fe ito de Qcl< ' 1•ssa luta. rm rampo de bata lha, é apenns um: . fase, ma ni frstação externa da luta f nnrlnni C' J J·<~I do indiYíduo por sua liberda de individual, qu t· atua !mente se desenYolYc c persistiní não o h ~ h:: n­ tc a tPrminação de tôcla g uf'rra rntrf' nnr:f.<'~ . N C'strt luta principal prl a liberdad.r, C(U<' todos nós dr\·emos rC'eonhrrer c conronlar c>m que apena:> ,;r pode 'ga nhar até o ponto em que eu e vós, <"ada um indiYiclualmcntr, se comportr p era nte o próximo com sua paciência, tolerâ ncia, afeto, g"P IWrosidadr, rcconhecinwnto elo direito ?1. libet" th1dr incliYiclna l r prçn, com a cspcran<;rt de rc· <·<'hcr, ro mo rf'comprnsa, todo o acêrvo eles. a,; mPsmas qua li dnclPS individuais que raractrriza m o liom rm li vre . Do nwsmo rnntlo pdo qual , s<'ll1 dúvida, ga · JJ!Jai'<'IIWS a g twrra no cHmpo tl<• hatalha, fi nalm ~ nit• ganlntrcmos <'>i la Jjalnlhn f'undantc•nlal p<'l:t 230

nossa liberdade indivi.dual. Esta é miul1 a mr ll" sagt•m a. vós, eTc hojr. Estamos todos c ham ado' às armas pela liberdade. Sei qu e não dc>ixar('i·: sem resposta êstc chamado. Estou imcnsamr nt.f' gra to JWio pri \·i ll-gio qu" me fo i co ncrd ido de fa lar nesta o<·asnw. A·~r;1· <l<'ÇO Yossa paC'iên<·iH <' att'n"ií.o e n pn•t· io sinr1· ra· mrnl<• vossa grntil<':r.a. "

Jii

DISCURSO pronunciado Presidente

pelo da

Sr.

11 I

Luis

Kappés,

Conferência He-

rrfisférica de Seguros, em sua sessão ineugural . « Senha: Ministro da Fazenda ; Srs. Delegados; Se· nhora o e

Se nhores:

honra

ser designada Sede da Terceira Conferência

de

Hemisférico

diversas

A

capital

Americano

e

Associações

América

com

a

do

rece be

e

meu

os

e

o

teve a

representantes das

Instituições

simpatia

pa is

Seguradoras

afeto

que

da

nós, chilenos,

sentimo s pe.l os filhas dêste Continente . Honradc• com

c

se mbléia

a

coma

Pres idência

Presid e nte

desta

do

magnífico As-

Comité

Executivo de

Organização da 111 Conferê ncia Hemi sfé rica de Seguros, é- mo

profundamente

grato

apresentar

meus

respeites

ao' senhores Delegados e dar-lhe s me us mais cordiais voto '

de

boas-v indas.

Velho pátria,

à

lutado r

lamentei

Primeira

raçã c· do do e

no

comércio

de

profundamente

Conferência

Hemi sférica

Comité de Seguros da

Estados

Unido s,

em

Novo York no ano de no Cidade do México .

seguro s de minha

encontrar - me

que,

au sente

por

inspi·

Câmara de Comércio

Wa shingt on ,

1946 , e à

teve

lugar e11

seguinte, realizada

E lam en tei -o es pecialmente

p~r·

qu r, a idéia básica de ss a s Conferênci a s, ou seja, reunir c:

Seguradores

darmo -: base$

do

tôdc

do

nosso s

resseguro

clareza

e

di scur so com

América

para

p roced imen to s

em

conhecermos,

técnicos

interamericano,

linhas

que tive a

lat in o-Ame ric ano, do

Chile ,

aniversário ,

qu CI

tive sse

um

definidos no

honra de inaugurar as senões

Resseguradora décimo

ficou

perfeitamente

d co Congresso seu

estu·

e. decidirmos as

por em

interêsse

au spiciado pelo Caiao

mot ivo

da

1938.

Era

especialíssimo

em

seguir dt

perto o intercâmbio de idéias que alí se ia proceder . Porém ,

te mpla: cano s,

que

Seguros I:J· me

amigo ,

agora ,

êste

minhalma

grupo

representam

ma is

as

importantes

grandemente

o

enche

brilhante

Secretário

em

de

Seguradores Amtri·

Emprêsas

do vêr

Geral

e

Associações

Contin e nte entre

das

nós

Conferências Hemisff.

ricas, Sr. A. L. Kirkpotrick . Senhore s: so~•

e

a

temores .

quela

quando

influência

As

do

falei

condições

oportunidade,

naquela

ambiente

os

de

de

e congratu·

ocasião,

universal

angú stia

perigos

que

am eoçovom

NOVEMBRO


mund _.~

e,

especialmente,

nos sa

civil i zação,

d eve ,·

preparar· nos

qu ên cia s acesa o

se

para

catastróficas

no

mundo

obrigações

a

e

qu e

teria

cairiam

sentir

um

a

d o no sso

comércio,

em

livre

de

nos

ter·

econôm ica

para

realizar

previdente

a : s regime s d e

pela

id éi a

atividades

do

nossa s

por

oca sião

justamente

é

parte

do

tivemo s qu e

um

na

superv isa ."

o

const.ituir·se nesto

tenha

ferências,

ao

de

iniciat i va ê xito .

Sr.

Plíni o

fato

d esen volvimento

a

no

i nd jvidua l

e

do

11

Con ferê ncia ,

ficou

es ta be leci do o

dir_!!ito

poré m

n ão

de

o

de

não

ser

q ua ndo

falte

particular

ou

quando

esta

numa

d ~s sos

Como

di sse,

Pessi na ,

«a

grandeza

de

t ~r

da s

co merciai s,

com ércio

Estado

seguro s,

direto,

t i do o

Re ssegu ros ,

deve.

ao

da s

política , porqu e

na

compete

comércio

a

isto,

México ,

do

demon strar qu e

regime

do

segurador

se ntido

d .:>

Por

Cidade

maté ria

ma is

Estado

do s ramo s de

essencialmente

ne sta

outras

tire m .

t ere mo s,

mesma • d isse..

Direto r

dos

d eix ado

indústrias

da

Estado s

prjvada s

Sui ss a

Uni dos

c~ mpo

o

Con -

Cio .

e

livre ao

se ao

esp ír:t o

o

d esenvolveram são

do

uma

probl e ma.

nos so

paí s,

polít i ca Para

de

i sto

di vers o s Governo!:.

amplo

e

sã

contribuíram

compreen ·

grandemente

e

raciocínio

certo

do

atual

Superintend e nte

do

« Pc ol »

g ui :

o

em

c:

loro so -;

nome

si ncera s

dos Seguradores , hom e nagens

de

e

gra ·

direção o lha i'

os

da s

grandes

poro

me nta :;

e

homen s

o

futuro

que

têm

em prêsa s

pe sa

e

os

p re ver

su a s consequências.

6 daqu e les que

responsabil idad e a

obrigação

po ssíve i s

c omér~io

O

na de

a co nt eci·

de

segu ros

não se pod e m desenvolver com

limi -

taçõer. egoístas, porqu e está ba sead o na di sp ersã o d e e

risc o s poderá

do

é

justamente

ocorrer

mundo

co me• se

loqu o

na

um os

i sto

Eur6pa,

« Pool » ,

qu eira

e ntre

por

d eve mos

ou

chamá-lo,

qu e,

órgão

9ue

Seguradores

preven do cri ar

o

qu e

nesta

parte

ressegurador,

receba ,

distribua

americanos

os

e

Nã o

sig nifica

nos sos

velho s

cerrar-n o s num REVISTA

DE

isto

.que

pretendamo s

Resseguradores

SEGUROS

já

está

no

que, maior

neces sàriomente,

Ameri cano

t e riam

as

ca·mo

que

dis -

os

ser

excedescer,

di sto,

a ssi m

evo lu ção

do

agindo

grande

à

não

mundo .

fazemos

Ba sta

República

senão

lançar

do

um

Norte

se·

olhar

para

nos

Yraosp~antad o s

o

para

es pírito

o

solo

americano

infatig ável

de

a

cultura ,

esfôrço

e

de

o

luta

d , ~ povo br: tânic J, naq ue l es emigrados do «. Mayflower» , mundc· v:u com o ss : mbro como aquel es homens cria·

( I

rem ,

neste

poderosa;

lado

tã o

a:: rodece :,

do

dua s

no

lombo

virtude ~

r. ua

às

do

não

lh e

intervenção,

salva

vemos

de

um

como

os

na s frágeis caravelas de Co-

do

numa

de sconheci do s?

qu e,

su.a

mais

que

uma

nova

antigo

raça ,

império

na

qt.tal

espanhol

as

heróicas do aborígene, que sucumbiu junto com

civilização

êle~

nação

teve

que a

Sul:

formar

glórias

a

Europa

mãe o :> filho

América

conseguiram

unem

a

co n sec utiva s, .

hom e no qu u embarca ram so

terrestre,

que

vezes

co me' agrad ece a perigo .

globo

podero sa

tal

c::> mo

luta Qye

as

épica

cont r a

existe,

pois,

elementos

de

l egiões . americana s

por

estranho

correram

em paro

salva r a Europa e h: je estão novamente em lutà para salva : a libe rda d e de um povo, nos preparemo s, todos o

a meri cano s,

i

para

salvar

do seg uro s d e q ualquer

a

bandeira

perig o qu e

do

po ssa

Comércio

ocorrer na

Europa ;• s11

le i

fatal

d ese nvolvem ,

zoçãt>

e

de

Jugo.·

a

novos

seu

da

história

ch egam

g rand eza

e

povos,

conheciinent o

e

a

q ue um

cs

povo s

alto

níve l

e m segui da

que

se ns

crescem, de

civili ·

d e caem ,

recolhem

sua

dando

experiência,

e nsinam entos.

Sco o o

participa -

temor dos

i nv a são

i nfau sto -;

do

co n seq uên ci a s

cristã

so mb r ic~

e

-

cc.nverter-s(l e m fatal

pe nsadores que

c ~ nt ra

de

fanta sma

a me a çador

o

d estruição qu e

do

Ocid e nte,

se

qu e

de

-

suas

nossa

apre se nta

nunca

prevê m

com

civili ·

hoje

mai s

chegasse

a

realidade, o América seri a a he r -

d eira ~ d e po si tá ri a obrigatória da cultura e da s grandes o rg an izaçõe ~

europé ias.

Neste

co so ,

que

o x alá

oco rro jamo ls, devemos es ta r preparado s para (1

cargo

que

das

ncs

mãos

d e ram

seu

dos

velh o s seguradore s do

exemplo,

não

tom~rmo s

se us ensi·namentos

mundo, e

sua

organização . Tud o vosso

isto,

es tudo .

cimento

p esso al

so lidarie dad n e

afa st ar-nos

grand es

O rie nt e

sô ment c

assim,

se nhores Deve mo s de

Del e gados, procurar

no sso s

homen s,

le aldade. em pod ere mos

a

está

entregue

amizade, a

boa

o

a

conhe·

voritade,

o

nosso com érci o ; as si m e

prat icar

a

pol í tica

de

boa

nem

en-

vizinhan ça , p roclamada p e lo grande dirigent e dos des -

ag ressã o

pe -

tin a o d ::s Estados Unido s, o Sr. Franklin D. Roosevelt .

Europ e us,

marco _ d e __hostilidade _.au

hoje,

elas

Europa .

re tro spe ctiv o

ou co·

ções que lhe ce dam os Seg uradore s do Cont ine nte. do :;

negócio

porque,

com

darm o o conta do futuro que aguarda êste Continente .

zaçãc

ti dão . Sôb ro

e

de

exi~·

Enquanto

manter

de

minha s mai s co · admiração

que

amizade nos so

d e nt e;.

Cios. de Seguros , Slr. Luis Merin o, a qu e m rendo, neste mom e nto,

de

riscos

F. '

seus

o tal en to , a capacidade, o dom do povo, a nob re inspiraçã ü

êxi to

de

dos

.-eg ado c. no

seg uradoras .

forço sa me nte,

p ersã o

e mpreen d e do o· de seus ex po en te s» . Felizmente , em

e ntidad es

relações

ímpeto ,

int e rve nção

humana s e,

da s grande s emprêsas

empreendimento .

que

no

ordem

unirmos

relação

ab sorção

uma

é

realizada

do

América

j amais deverá ser aplicada esta

se guro

não

a

paz e a

povos

as

indú stria s e

seg uro

C•

os

p e la

mai s de

q ual

responsabil id ad es

profundo, equânime e

em

tôdas

isto,

grand e;.

(1

fogue ira

as

rant n

Além

necessidade

Contagiados

em

con se·

e em face do atual panorama do mundo .

es tatal qu e,

terceira

de

no sso

Europa .

es tudo compl eto,

na~õ es

é

possív eis

uma

sôbre a

bêrço e

é necessário ser visionário para compreend er

Não o

as

as sumir

r.íve l transe qu e d e rrubou

'' política da

Europa,

diàriamente

afrontar

para

qu e

velha

agigantam

231


Esp,ero fervorosa e ardentemente que êstes nobres propósitos guiem vossos e>p íritos e

lhes dese jo

pleno

Declaro abertas vossa s sessões. »

DISCURSO ESPINOSA

MIERS

Discurso pronunciado pelo sr. Anton io M. Márque ~.

diretor

da

« Sul

America »

-

Companhia Nacional de Seguro s de Vida, p : ,. oca si ão da homenagem prestada à me mario do saudoso segurador chileno Dan · Tristàn

Espinosa

Brasile ira

à

Miers

111

D~>legação

pela

Conferência

~

º~

ê xit o na des incumbê ncia de vo ss as delicada s tarefa s.

TRISTÁN

~lllllllllll[llllllllllllltlllllll;illlltllllllllllllltllllllllllllltlliiiiii i:Ê

Hem isférica

~·

Americana

fi

~

de Seguros

§

FUNDADA EM 11 - 11 - 19 f 8

« Ou isieron

mis compaiieros de la Delegacián Bra -

cilln

pero

muy

sincero

homenoje,

póstuma

nuest ra

ai

qu e fué un gran propulsor d e lo lnstitución d e l Seguro; n ..., sólo en su querida patria, esta gloriosa nación chilena,

que

tan

generosa

e

hidalgamente

nos

acoge ,

sino hasta fuera de sus fronleras . Ese

ilustre

varón

hombre de gran visi ón

chileno,

ciudadano

había

lanzado

em

pro

de

noble cruzada a una

que

mayor gloria

dei

seguro chileno y continental en su calidad de Vicepre si denl ~

=

=

5

~

ª

§ §

§

"

Q

§

E

§_:_

i i ~ ti:-

~

= "= =

~

Capital . . . . . . . . . . . . . . . leservas . . . . . . . . . . . . • . . Prê mios em 1949

:

§

"§_ ~

§

Ejecutivo de la Ch ile na Consolidada y Jefe de

nente , realizado en Ago sto de

RUA JOSÉ

Quiso el destino que su vida y su br i ll~nle correra po : ese

en

la

elevado

in di solubl e

más

capit al

dei

Brasil,

ideal , com" que entre

los

en

plena

hubiera

hombres

un

del

labor vínculo

Segura

del

infausto

Comité ,

pera

acontecimento la

BON1FACIO 11 O (Prédio Próprio)

(Prédio

~

Delegación

enlutó

los

trabajos

Ch ilena

continuá

la -

tal como si don Tri stán aun continuase dirigiéndola . Por

§

=

"~-=

ª=

Próprio)

Companlút de Seg-uros de Vida

Previdência do Sul Fundada c111 190G

Cifras apuradas em 3l-12-1949 Ativo real Cr$ 19 1 .047 .360,80 180 . 362. 438,70 Reservas e f unclos 1. 731.027.098,00 Seguros em vigor -

Han pesado ya Ires ano s desde aquel irreparable q contecimento, pero para nosotros aun está muy vi vo en

nuestra mt:'moria, el recuerdo de tan marcada y distin -

guida personalidad y no s sentimos consolados ai p_o der renovarlo àquí, e n su tierra natal, donde en Paz Des canza, el tribulo d e « saudades » y el lestimon io de od todos lo s aseguradores del Bra sil » .

-

0--

Séde: Andraclas, 1049 - C. Postal 7ü Encl. telegr. "Prev isul " - P.ôrto Alegre ESCRITóRIOS : RIO Avenida

Rio

es o sus triunfos fueron grandes y decisivos.

d~

•g

:;

3

São Paulo

Sinistros pagos desde a fundação Cr$ 64 . 661 . 657,70

borande> en med io del inmenso pesar que la ab rumaba ,

miración

:i!

g "= = ~tlllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[llllliiiiiiii[Jllllll!!ll!l~

de

loc. dos países herm ano s. Ese

2 . 500 . 000 ,00 26 . 643 . 213 ,7 0 Cr$ 18 . 221 . 132,00

Sucu rsal do Rio de Janeiro RUA MÉXICO 3, 7 9 ANDAR

1947 en la ciudad de

Rio de Janeiro .

se llasen

CCrr$$

MATRIZ

lo Delegacián Chilena a. la reunián dei Com ité Perma -

s"

~-

y cultura , dinàmico y perfecto

caballero, cayá en medi o de la sn

ejemplar,

5:

~

~

sileiia, que fuera yo el portavoz de ella en este sen-

~

~

=

d o Seguros .

Companhia

DE JANEIRO Branco,

173,

15° andar

SÃO PAULO RL•a

aõa

Vi sta, 88, 3 • andar

BELO

HORIZONTE

Rio de Janeiro , 418 , 1° andar CURITIBA 15 de Novembro, 300, 2 • dhda r SALVADOR Chile, 25/27, 4 ° andar RECIFE Avenida Guararapes, 50, 3 9 andar

SANTIAGO,

232

Octub re

9

de

1950 .

"NOVEMUO

1 50


PRUDEN.C.IA CAPITALIZAÇÃO RESERVAS DI VERSA S

85,33•/.

E AUMENTO DE"

MENSALIDADES

RESERVAS MATEMATICAS

4.8 9"1. P R ~ MI O S ÚNI CO S

SO RTEI OS ME NS,..IS. LUCROS 10'/, ANO, RESGNES , . ... .! .

APLICAÇAO DA RECEITA'/.

RESERVAS . SUB SCRITO RES PRODUTORES E COBRADORES PESSOAl E DIRETORE S DESPESAS, DEPRECI AÇÓES IMPOSTOS E SEGUR OS "' CI ONI SlA S

ll.82 l6.84 16 ,00 1.1•

4,l?

O RDENADOS GR,..TIOCACÓES. APOSENT"'DOI!I" S Elt

1,14 '/, . , ._ ___

DE SP ESAS GERAIS. DEPR ECIACÓES

4,JY '/ . .,__ __ .

tMPOSTO S E SEGUROS 1.71"1. _ _ ___.

1,7 J

0 .15

DIVIDEND OS

D IR ETO RI A

DR. SILVI O ALVES DE U MA Di reto r-Presid ente Ad vogado - sócio da firm a Lima . Nogueira & Cia. Paulo - Pa raná

Santos -

São

n R. J\ DAL13 ERTO FEH.l<.E JR A DO VALLE D iretor- Superintendente i\cl vogacl o - D iretor el o 11anco Sul American o do Bras il S/ A. - D iretor el a !mobili ár ia l taóca L tcl a. - D iretor- P residente ela C ia. Brasileira de F iação - Diretor V ice- P res idente da Panam- Propaganda S/ A .

rm .

LU IZ DE MORAES BAR'ROS D iretor-Gerente A dvogado - Di retor el o Banco S ul Ameri cano do B rasil S/ A. el a 1mo hiIiá ria Ttaóca Ltda.

D iretor

SR. GE RALDO GU ILH ER ME BR ACSA K D iretor. P roprietári o -

SR.

ROM~U

LEA L

Diretor P rop ri etá rio -

REVISTA

DE

.SEGUROS

Ge rente elo Depa rtamento de P rodução

Gerent e Admin istrativo

233


:;a...

...

...

COMPANHIA DE SEGUROS

11

!Ji

PREVIDENTE

!j

INCÊNDIO E TRANSPORTES

~

I 8 7 2

Capital e Reservas ma1s de Cr$ 12.000.000,00

•

DIRETORIA: Dr. Hermano de Villemor Amaral Presidente Manoel Pereira de Arau jo Freitas - Diretor Mauricio Dias Reguffe - Diretor

,;ERENTE GERAL: Wa 1demar Gameiro AG~NC IAS: SÃO PAULO Carlo s Wild S/ A Comissões e Representações Rua 15 de Novembro, 197

PERNAMBUCO Uzi na (at end e S/ A Rua do Apolo, 107 Rec ife BAH IA I rm ãos Oliv eira Ltda . Rua Bélgica , 1 Salvador CEARÁ Escritório Técnico d e Segur, s Ltda. Rua Major Fe cund o, 265 Forta leza SERGIPE Companhia Industrial de Aracajú S/ A Av. Barão Rio Branco , 324 Araca jú PARÁ A . Doria Rua Santo Antonio, 73 Belém ESTADO DO RIO Banco Mercantil de Niterói S/ A (Repre sen tan te ) Rua da Conceiçã o, 53 Niterói

1.' andar

MINAS GERAIS Representaçõe s Astro Lida . Rua Cari jós, 517 Belo Horizonte Licidio B. Trava ss e s Rua S'ilva Jardim, 326 Juiz de Fora PARANÁ Gabriel Leão da Veiga Rua João N egrão, 1359 Curitiba MARANHÃO A. Cruz & Filhp s Rua Cândido Mendes, 1 24 São Luiz AMAZONAS Figue i redo & Cio . Lida . Rua Marechal Deodo ro, 2 75-28 1 Manaus

---

- - -10>

-

Séde: RUA PRiME IRO DE MARÇO, 49- Rio de Ja neiro Edifíci o P róprio 4;)-4935 REDE INTERNA

234


---

Balanços Padronizados das Emprêsas de Seguros Alu·ízio Peixoto Inspetor ae Seguros (Especial para a REVISTA DE SEGUROS)

D<>sde que fomos traha llinr no Departamrnto Nnl'ionn l dr• Srguros Privados r Capitaliznçií.n vimos aguardando uma oportuniclflde para apresrntar algnrnas sugrstõrs de natun•í\fl t·érnica sô· hrr os Balanços Paclrqnizaclos das Emprêsas de St•guros. E, como nos pm:cce cl1rgac1o o momen· to oportuno, rcso lv<>mos 11ií.o mfiÜ; a<liar í',.;sp anto· compromisso. Dt>ntrc os motivos que nos )e\·aram a <'SSfl rr· soluçiío, um se impôs particularmcnt.e: - as rliJir·uldndl's de ordem prática que vimos encont.rflndo para harmonizarmos o atual "Pl11no" fldotfldo para êsscs balanços com as Jwcessicladcs ele or· dem técnica impostas pela análise contáb i[,pco· nômica . A padronização do,; Balanços elas Emprêsas <1P SPguros, mflndada adotar pela Portaria n." 14, dl' :n de dcz<>mbro de 1047, do Dcpartanwnto Nar ional de Seguros Privados c Capitalização, veio, sf'm dúvida, eli minar as principais dificuldades que decorriam da miscelânia dos balanços ante· riorcs em que predominava, não só, uma multiplicidade dr critérios, cumo, também, um dema$iado número de "contas" com dcnominaçÕ<'s as mais rstapafúrclias. Todavia, ainda persistem, no atua l modêlo ele balanços, impropriecladrs . fnllins qtw pn•judicam s.;riflmcnte fl flnídi sP con· ta hih•C'onômica <', rm rnnsrquên<"in, imprdrm um I'Xam<· ]Wrfeito. A nosso vr•r a comlição cssrncial dr um Padriio ele Balanços é caractr•r izar as "rontm;" 1wl:t sun funçiio <' agrupá-In:; numa ordPm <' numa rs" trutura que impPçam qualqm'r tPntativa, por par te do analista, dt> rstai>elr•crr (·rit6rio pessofll no cxarnc.

Jú o llt•<:rl'to- ll'i 2.ó27 manda qur as Stwil'dnd<'s por Açõrs obsrrvem, na publicação de seus hnlm1ços, a ~wguint<> rPgra: "o ati\·o Sl'rÍl dividido Plll ativo imobilizado (1), estAv<>l ou f ixo, ativo disponívr l, ativo realiz}wel a curto e a longo prazo, contas d<> resultado pendente " co ntns dl' r·om1wnsaçiío; o passivo será dividido em passiYo l'xigível a longo e a curto prazo, " passiYo não Pxigível (2), nrste compreendidos o cap ital r as rr•sNvas legai s r rstatntárias, e comprePndPrá também as contas de rrsultado 1wnd(•nt<' e fiS contas (1<' rompensaçiío". O qur rstá estabelecido pelo citflclo d<'<'rPtol<>i para ns Sociedf!des por AçÕ<'s nií.o foi rPspPitfldo pela portaria n.• 14, citada, pois, Pssn portaria dividiu o passivo elos balanços das <'lllRE VIST A

DE

SEG UROS

pri\::;as de seguros <'111 n,ms um agrupamento con· tiíhil-rc·onômico: - o das "Reservfls Térnicfls". Sem entrarmo·, pol· enquanto, no mérito dfl dPnomina ~iío "Reservas Técnicas" - da qua l discordamos, indagflmos: - Qual a procrclênc:in clPssas "RPsrrvas'' e ctnal o seu, f im ~ RPprl'sPntflm ohriga~õrs rln emprêsa ou são valores pntrimx niflis'l DPnominar certas "contas" ele "Hc>s(•rvn' Té<'nicas" c agrupá-Ias no passivo cl<' um balanço srm i nd ira r a posição c;:;trutural dentro de nw· <·anismo contábil-econômico, não dá, ao nnalist·a, nPnhuma base sólida do que representa êss: ngrupamPnto de "contas" como expressão patrimor~al. Além elo mais êssc agrupamento estít formado elas mais heterogêneas espécies ele sa ldos credores . Uns - a "Reserva de Riscos niío Expirados", por exemplo - são saldos determinados po1· lflnçmnentos baseados na técnica c na experiência indicativas da possibilidade da ocurl'Ôncifl do s inistro, c exprimem uma responsabili dade dos contratos de l:::eguros em vigôr; outros, como a "Rrs<>rva Matemática", são saldos drcor rentes dr cálculos atuariais com precisão matemíttica <' qu<> dPtcrminam a rcsponsabilidadr do srguraclor <' o direito elo segurado, srndo êssr dirPito um "rxigh·rl" com prazo rerto, porém, lon· go; r, outros, aiuda, como a "RrsPrva clP Sinis· tros a Liquidar" c "R~sNva cl<> Sinistros VPnridos" r• a "Rr•sprva de Acidentes não Liquidados". sií.o créd itos líquidos c crrtos com ohrigflção d<' pagflmrnto imediato. Para qur não pareçamos inr·orrrntes !'111 idrntificarmos romo "<•xigível" aquilo qur rst.ií dr•nominado eomo "Reserva s Técniras", abramos, nquí, um parêntC'sis par>t esclarecer o nosso prnsmnc·nlo. A clenominaç:i.J qt1e propugnamos romo (·flpílz cll' identificar a verdadeira f un çã.o e posição, na Pstrutma contábil-econômica, do qu<' S<' t<>rn chamado "Reservas Técnicas", é a de "Pro· visÕPS Técniras". Porém, esta denominaçiío niío abrang<' n totalidade elas "contas" sob aqtwla <1<>nominaçiío. Isto porque, como dissemos acima, Pstiío sob aquele grupo, créditos de origrns as mai:; divr•rsas. Enquanto uns são simplrs apuração aritmética de compromissos süjritos a pa· gamrnto imediato - como os que decorrrm dos s inistros ocorridos ou dos contratos de seguroc; wnridos - out-ros f! a êstrs somrnte é qur chammnos "Provisões Tfcnicas" - são oriundos de créditos provindos da previsão técnico·ntua· 235


rta1, como ns que provem <h apm·açiío matl'máticn dn .· h1hr l n~ fJU<' suj<,iinm os ro nirntos dr seguros d<• vida n 11111:1 pnrii<· ipn ~~o <·Nia do s<'g urado 110 patrimônio Jo ;;wgurndor . CoorclPnnndo o f!UP ncahamos de cxpôr , admit imos: 1) Qu<• o ngrupn:nPnto "RrsPrvas Téc n icas", por si só, não r rprPSPntn uma. pos ição defin ida na <•strutura dos Ba lanços; 2) Qur rstiio sob u'a mrsma denominaçii o vnlon•s <·n ntÍlhil-rronômicos divrrsos <' 3 ) qur são fundnmr11tnis as diferen ça s clr · função l'llÜ'f' "co ntns cx igíH•is" n longo prazo elas elP a curto prazo. Assim Sf'Jielo, cone· lu unos: 1 ) DP\'0 srr l'limi· nSJ.elo o agrupnmPnt.o tont:í hil-Peonômi ro "R<•spr· vas Técn icas" dos Balnn ços dn s Emprrsns <1<· Srguros; 2) A s "contas" denominadas "11 <•s<•n·:1 <l< · H.i sros não 'l!;xpiraclos", "Rrs<'rva MntemMicn" <·

" Res<•rva dP Co ntlngên ci:;" dcwm f igurar comn "<'x ig íwl " a longo prazo <~sob a dcnoniinnçno es· JWC'íl'i c-n dl' "Provi,.;ií<•s 'lY<·n iens"; !' ~) As ' 'contas'' c-hamadas " Hc.·crvas ele Sinisiros a Liquidar", "RrsPl'VH. de Seguros V cnC'idos" c "Reserva de AridentPs nã.o Liquidados " d(•V<'m f ig urar n o "cxi· gí,·cl" n cmto pram c . com ns cl<•nom innçõrs se· gu intPs : "S ini stros a Liq u idnr", "S Pgu r os V enci· elos :t Liqnida r" <' " Ac idr ni·es  pura elos a Liqu idnr'' .

(l)

No texto da lei,

no lugar d e "Imobilizado", está

escrito "imobiliário" , o que d e ve ser, evidentemente , êrro

1ipográfico. (2)

Melhor

seria

"inexigível"

~1111111111 [] 111111111111 []111111111111 []111111111111[ lllllllllllll [ llllllllllll l[ lllllllll llll [l i: lllllllllllll [ ]1111111111

=

~ ~

E ~

por

ser

uma

forma

perfei·ta e com uma só palavra.

u[] 111111111111 [] 111111111111 [] 111111:

Firemen's Insurance

=

~

Company oi Newark I Sécle: -

:

= ~

~

Cidade de N ewark, Estado de N ew J ersey, Estados Unidos da An1érica do Norte

§ E

=

" ~

FUNDADA EM 3 DE DEZEMBRO DE 1855

"~

§ =

Representante geral para o Brasil

~

American lnternational U nderwriters

~

~ ~

R EPR ESENTAÇÕES S. A.

§ §

~-

Av.Rio Branco, 39-7.0 andar-Rio de Janeiro

..... ~

Endereço Telegráfico: "AMINTERSUR" Telefones: 43-9 17Cí e 43-9266 Sucursal em São P aulo : - Rua Boavista, 76, 3."

g

Capital declarado e realizado para as suas operações no Brasil

Cr$

~-"

-·

5

5.000.000,00

RAM O S DE SE GUR OS EM QU E O PERA NO BRASIIL ,

~--

Incêndio - Transportes - Cascos - Automóveis - Acidentes Pessoais Roubo Vidros - Responsab;lidade Civil Riscos Aeronáuticos - Lucros Ce ss ante ~- Greves e Tumu ltos.

" ...

"~lllllllllllll[lllllllllllll[llllllllllll l []l l ll lll lllll[ ]l lllll ll ll ll[]lll l l ll llllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[]llllllllllll[]llllllllllll[]llll l!illll l[ll ll~= ll ....ll._.l_

·~,,._.,,_ ,,._,,._o.-.tl. . . .t). . . .(\._. ( ~(\. . . . (l . . . .

ll._.(,_,,._.,,._.,,._.,,._ll ....(l._.,,_ ,,._.()....()._.(, ....,,.... ,,._. ,, ._., ~- ·!

HELLADIO CAPOTE VALENTE- R.OGER DE CARVALIIO MANGE CARLOS DE ALBUQUERQUE CYRO AMARAL ALCÁNT ARA

!

I

A D V O G A D O S

R'UA BENJAMI N CONSTA NT 171 _ f~~.._.._~l-.<l 236

. . . .(l. . . .

r

andar -

FONE 2- 1029

'

I'

SÃO PAULO ll~l ()~I--(J-II._,.I._.IIC.CJ.-.tl.-.c_)....,..;).....CI.....CI.-.cl.-.tl._().-.tl._().-.c-tl._.t_l_l_l~....

. NOVEMBRO

1950


-

URBANIA

Companhia Nacional

de

Seguros

Uma ausp iciosa comemo ração

Flagrante fotográfico de quando o Sr. Roberto Assis Ferreiro, gerente do Sucursal , usava do palavra.

A « Urbonio » Companhia Nacional c!e Seguro s, querend o

dor

uma

p ro vo

ainda

mai s

robusta

de

estima

ao seguro paulista e do alto conceito em que tem todos quantos,

no

atividade, no

Estado . bandeirant e ,

ofereceu,

Restaurante

zoçõo,

no

dia

Molinaro,

estimulo

e

28 um

se

d e dicam

de

Setembro

1antor

agradecimento

de

aos

o

essa

ult imo,

confrat erni · corretores

e

funci o nári o s do Sucursal do Companhia em São Paulo, co memorando,

as sim,

por

maneira

festiva

e

afetuosa,

Present o

da

ao

« Urbonio » ,

que quiz, com

mente

poro ele e

que

todo o quanto s se da

causa

esteve

Antonio

a

diretor

su perintendent e

Osorio

de

Barros,

da

poro o s homenageados, o

dire toria a ch avam

comum, ou

grondecimento

o

Carlos

êsse se u gesto, exprimir, de modo alta ~

honro so

im portância

ato

Sr.

dava ali

seja a

da

Companhia,

à

colaboração

congregad o s em expansão

que

queria,

e

do en·

como

o passagem de 2. 0 aniversário do fundação daquele se u

o

a cham voltados para o s grandes empreendimentos.

DE

SEGUROS

um

preito d e adm iração e estimo a São Paulo, acompanhar

departamen to. REVISTA

de

torno

dinamismo

tre pidante

de

se u

povo ,

cujas

vistas

se

237


Um aspecto do jantar oferecido pela « Urbania » Companhia Nacional de Seguros aos seus colaboradores de São Paulo .

Durante o jantar, usaram da palavra o Sr. Roberto Ass i'

Ferre ira, g e ren're da Slucursal da Companhia , e o

5: . A·ntonio Ca rlo s . O sorio de Barros, diretor

tã o alta prova de camaradagem e de espírito de coope· ração .

sup~ri nten­

O janta r deco r reu num ambi e nt e d e e xtrema cordia-

de nt o da « Urba n ia » , os quais fala ram em nome da e m-

lidado

presa. Por parte dos funcionários, falou o Sr. V. Dirceu

tornam

O . lima , e e m nom e dos corretores o Sr. Thomaz P.

moi ~

Olanda .

muito

dado s,

tais

os

afeto

o rado res ,

e

carinho,

co me moraçã o ,

so b o

em

soub era m

em

si gno da

p:~l a ·aas

q :; ~

mes ma

da r

re pa ss adas o

devido

co mandant es

band ei ra e

de

do

protocolos reuniões,

e

por

isto

simples

de

fino .l izarmos

registro

aqui

a

estas

notas,

in serimo s,

não

que

a

título

queremos fa-

realce

ze - lc• se m antes fel i c:tar-mos o s di r ig e ntes da «. Urbania >

Companl)ia Nacional d e Se guros , o s quais nos d istinguem

irmanado s

\.o m a sua amizad e, :::l eleva do ges to c.l e compreen são que

acabam d e, dar.

~ -·- ·~·-·-·-·-··-·-··-·-··--·-·--·--·-·-·-·-·-·-· · -· · -

···- · -

I

ALLI A NCE ASSURANCE CO., LTD.,

I

OPE ~ A -- - Segu ro; de Fogo, Marít imos, Acidentes de Automóveis

i

e Lucros Cessantes

I

mesmo,

coman-

e

pe lo '". mes mo s i d ea is , es tava m dando, naquele momento ,

!

etiquetas que tão incomodes

deixando,

grato dos impressões o todos os presentes. Ante $

Todos C. q ue la

sem

EST ~BELECIDA EM 1824

AGENfES GERAIS-WILSON, SONS & CO., LTD. Caixa Post . l, 751 - AVENIDA RIO BRANCO, 37 - Telefone 23-5988

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~lllllllllllt lllllllllllll tlllllllllllll t J111111111111 t liiiiiiiiUtlllllllllllll Clllllllllllll tllllllllllll: tl H1111111111 t lllllllllllll tl IIIIIIIIIIIICllllllllllll~

~

§ ~

FOGO-TRANSPORTES- TRANSITO- VIDROS

§

Agentes: S. A. WHITE MARTIN:>

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CAPlTAL DECLARADO E REALIZADO PARA O BRASIL Cr$ 1.000.000,00

= ~ ~

~

· SUN Insuronce Office Limited.

Beneditinos 1 a 7

-

~

= §~ §

Rio

:

~llllltllllllllllllltllllllli llllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltliiiiiiiiHIItllllllllllllltlUIIIIIIIIIICliiiiiiiiiiiiCllllllllllll~ 238

NOVEMBRO

1950


REGISTRO COMPANHift. Foram

Dlft.

EXCELSIOR DE SEGUROS ap rov adas

g ~ vêrno

p elo

federal,

pe lo De-

crete• n" 28. 831, de 3 dês te mês, publica da no « Diário Oficial »

do

ostatuto '

da Co mpan hia Excel >ior de Seguros pela a s-

dia

1 7,

as

alterações

introduzidas

semb léia geral de seus a ci on is ta s, realizada a

nos

25 de

CONTINENTAl

A

propósito

D:::J

da

SEGURO

bri lhante

conferência

Jo s ·, Augusto Bezerra de Medeiros

que

p ronunci ou

o

Dr.

no Au -

d itóri<• do « In sti tuto de Resseuuros do Bras il» , na oca siã • em

que

Continental

se

do

comemorou,

Seguro » ,

o

no

corrente

Dr.

Od ilon

ano,

de

o

« D ia

Beaucla io,

president e. do Sindica l:> c; a s Emprêsas de Seg uros

Agôsto do ano c: rrente. A!'. prin ci pa is alteraçõe s con sistiram

no aum ent o do

ca p:ta l de Cr$ 3. 200.000,00 para Cr$ 7. 000 . 000,00

Pri-

vado' e Capital izaçãc. cl , !lia de Janeiro, dirigiu àq ue le ilustro parlamentar a carta que a

seguir transcrevemos .

r, no canc e lamen to dos re st riçõ es existentes nos antigos

esta tuto'

quanto

a

qualidade

para

se r a:ionistas. « Rio

de

Janeiro,

23

de

Outubro

de

1950. Exmo. Sn r. Depu tado Dr. José Augusto Bezerra de

JOSÉ ABREU

Medeiros. Tem o s a

gran d e satis-

fação de comunicar a V. Excia. qu e a DireEsteve,

Jcs(,

nesta Capital, e m viagem

Abreu ,

dedicado

e

competente

de recreio, o Sr.

d'retor

da

Com-

na

c•

« Aliança

peiCJ

se u

Sr.

da

Jo sé

Bahia >>

esfôrço ,

trabalho , foi

Abreu

a

como

dedicação,

su o

carre ira

simples

funcional

auxiliar

compet ên cia

e

e

am or

ali, ao

galgando todos as

p osições, at é chegar

ao cargo de d ire tor, ao qual foi

merecidamente condu-

zido

e no qual

tem

sa b!do

às sua s A sso a

no

Rio

e

no s Estado s,

Conferê ncia

p ron unciada por V. Excia . no In stituto de Res -

panh ia d e Se[Juro s « AI:ança da Bah ia » . Iniciou

toria dest e: Sindicato transmi tiu ciadas,

seguro s do

Bra sil » ,

Continental

do Se guro e

ma nif es taram

muito

na

com e moração

que

do

Dia

toda s" e la s se

reconhecidas

com

o s va -

liosos concei tos ex pendido s por V. Excia .

~ con fortador pa ra

honrar e cont in uar as tra -

diçõe' qu e tanto o nobilitaram e nobilitam, fazendo -o

conta:

dignt• da inves tidura que lhe foi confiada.

homem

com

a

públ ico

a indústria do seguro

esclarecida

eminente

si mpatia

como

é

de

V.

um

Excia .

qu e tan to conhece o valor das iniciativas indi-

viduais e o s males que poderiam advir para

SUPER POPULAÇÃO

as Advert e m o'

téc nico s da

ONU ,

especializados

assunto , qu e o desenvolvimento econômico da Asia

no

re la ção à capacidad e geográfica dêsse continente. partir d e

1 800 , a

ro pa to rno u seis vezes mais den sa a

sua

A um

indu stri aliza çã o da

com

o

monopolio

do

se-

pelo Estado .

po -

derá resu ltot num crescimento demográfico exagerado em

Se, a

Segurado ras

guro

Eu-

popu lação, a

Asi a teri a, nessa mes ma ba se, o triplo da atual popu -

Conferência

ensin amento

vocado

contra

de

Excia.

qu e

qualqu er

zadora do seguro pa ises

V.

valioso

deve

tentativa

é, ser

poi s, in-

monopoli -

que deve ser livre nos

d e mocratico s.

lação do mundo. lo

COM

AO~

VISTAS

Diretoria

agradece

CELIBATÁRIOS

a

V.

dêste orgão de classe, que Excia.

os

elevados

conceitos

expendido s na aludida Conferênci a , transmite Dizem

o :;

cientistas

f.!Ue

o

casamento

influi

no

longevidad e. As es tatí sticas revelam que de cem homens solteiro s, pa sso

en tre

que

o s 25

entre

e

o s 45

o s casados

merco de mortos ba ix a pa ra

ano s,

da

28

mes ma

morrem , idade

o

o•

aplauso s

e

agradecimentos

18. Pa ra 78 casados que

Qu eira,

V.

Excia.,

da ções

SINDICATO

GUROS

PR IVADOS

é

vez es

sup eri or

ao

de

aceitar

os

prot es to s

RIO

DE JANEIRO.

DAS E a s.)

EMPRÊSAS

DE

CAPITALIZAÇÃO Od ilon

de

SE DO

Be auclair

Preside nte » .

solteira s. r.E·;;sTA

seis

As-

d C! nosso estimo e con si d e ra çã o . Cordia is sau-

o me sma sorte. Também e ntre a s mulheres, o núm ero de casadas

suas

ao nú·

a tinge m os 45 anos , não há mais de 40 solteiros com

octogená rias

de

socia do s.

DE

SEGUROS

239


PARALISIA

liQUIDAÇÃO DA COMPANHIA DE SEGUROS MAR[TJMOS E TERRESTRES

« UNIÃO

INFANTIL

NOS

ESTADOS

UNIDOS

FLUMINENSE » N o a no pa ssado , 42 . 375 ind ividua s d e am bos os se xo s

Po l po rtaria do Sr. M i nistro do Trabalho , Indú stri a

e

difere nt es

i d a d es

f o ram

víti ma s

da

pa rali sia

o Com ércio, se m núm ero , datada d e 13 d e Setembro

i nfantil , nos Estado s Un i do s. Foi um record . E iss o na-

últ i mo , foi

D. Con -

turalm e nte cau sou g ran d e ala r me no s círcu l o s científicos,

qual i dad e de re p resen -

se nd o unan i me a op i niã o d e qu e o fan t a s.ma do t errível

ch ita

Cid

nom eada a

In speto ra

Dom i ngues pa ra ,

na

d e Segu ro s,

tante do govêrno , promover a liqu idação da Companhia

mal ronda a

nação e dia a

d o Seguro s Marítimos e Terr est r es « União Flum i ne n se »,

e st ragos

população

cuja

a gora

autoriza ção

para

funcionar

fo i

ca ss ada

pel o

d e-

na

dia vai causando mai ores

norte - am e r i cana ,

se haja con seguido l evantar uma

se m

q ue

até

barreira paro

creto n.O 28 . 620 , d e 9 do dito mês .

in t erc epta r- lh e a ação nefasta. Int ensificaram -se nos la -

JOS~ JOAQU I M DE CARVALHO

na da menos de 200 ho mens d e ci enci a .

boratórios a s p es qui sa s, e m qu e se e mp regam a fu ndo

Ti vemo s a sati sfação d e re ce b er a gra t a visi ta co m

CE N TENÁRIO

que no s d sti nguiu o no sso am fg o Sr. José Joa q uim de Carvalho ,

di re tor-g ere nt e da

« Urban ia 1>

-

zação

S/ A .» ,

O «Jo r nal do Com érci o » , de 2 de Jul ho de 185 0,

Co mpanhia

N aci onal d e Seg uro s e p res id ente da « Urban i a Cap itali p rósp era s emp rês a s se diada s na

publ icou

a seg ui nte notíci a : -

capit a l « Fo i

ba hiana. Durante o s mom e nto s e m q ue p e rm a neceu e m noss o

re da ção ,

ti ve mo s oport unidad e

de

mel ho r

conh ecer

data

a

qu e

represent am

no

mei o

em

q ue

exerc i t am

nes ta -;

Sr.

linha s,

Bem ve lh in ho

Jo sé a

Joaqu i m

sn a

de

hon ro sa

Carvalh o

ag ra decemo s,

visi ta :

( .!

qu e

têm

si d o

Verd ad e

(!:'

e n xe rto s,

~(!)

ADVOGADO

<!)

especi alm e nte

sistê ncia a

ref erente s o

sini st ro s do lo so s

(o s-

inq uérito s policiai s, p rocc 5s o s - cr:me

a na Tribuna l Marítima, etc ), e ações de ress arci-

.

mento s.

• :

ESCRITORIO : Rua Méx ico 148 -

:

RESIDÊNCIA :

:

Rua Raimundo Co rrê a 27 - ap . 504 -

~

~ (•~ 1

I ~

~

~

Sal a 806 - 8' a nda r.

:

Junh o ,

o

n'

có d ig o

d e estado

55 6 , com com erci al.

Um

es tá

sécu l ~

de

ida de não

fei t as

é

q ue ma s,

re ju ve n e~cê- l o

para

já de

tem

le'la d o

co rpo

e

algu ns reine ndos

o

é

es p í r ito ,

mes mo

=

~lll!ll[]lllllllllllltliiiiiiiiiiii[] J I • tt H I I H i tJ 1 11111 11111 1Cl llllllllllll~ ~

~ § (o)

A ÇÓ ES DE 8EGUROS

de

sob

b ri ncad eira . Ent r tan to , aí está re si stin d o às i nves tidas

'~~®®®®®@®®@@@{!)®@@®@®@@®~®~J (!)

PAULO 8. JACQUES

25

sec retaria

em 1.' de Jane:ro d e 18 5 1 » .

as

su a !: at iv idad es.

A c•

de

na

Justiça ,

Assi m p ois p r in ci p iará es t a lei a ter execução

marc ha do s n eg óc i os do s dua s companh i a s e o re l evant e pa pel

hoj e publ icada

do s negóci o s da

GUSTAVú

...

Advogado -

~

SILVA Contador

;:;

~

Exclusivam<znte questões sobn. •eguros. Av• rias ;::; ~

;:::;

~

marítimas. Regulação de Av .. ria Grossa. Escritório :

;:;

Rua Barão do Rio Branco, 1156 Caixa Postal, 137 Telegramas: "NEPTUNO"

;:;

~= -

:

37-7897

:

r'~X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!>®@@®<!X!)®@ti)(!)@®<!;<!X!X!X!X!)(!)(!)(!)l! q ·~

__ .:...•

~

Fortaleza

Cearí

~

~llllllllltllllllllllllltllllllllllllltliiii11111111Clllllllllllll[]llllllllf..1

r----~~~;~~~;,:;·--1 I

; 1I

i

1 Ji_

!

1.

f

Conceituada organização de Agentes de Seguros, com ramificação nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, constituída de elementos técnicos de responsabilidade, possu ind o já prestigioso g rupo de Agências de Companhias ele eguros elos ramos elementares, propõe-se a estudar a anexação de mais algumas seguradoras. dando, assim, margem de pulverizar as suas produções em pequenas responsabilidades entre tôcla as suas representadas, oferecendo, clêste modo. resultados ma is compensadores. dentro ele uma produção razoável . mplos detalhes sôbre a organização serão dados aos interessados pelo Sr. J osé V. Borba. diretor da "Revista ele Segu ros", à A v. Rio Branco, 117, 3.", telef. 52-5506.

A,.._.._I~I ---II._,.) ._.O.-.ti~J--(J-.u.- t~~~--~~J.-.t i~ I 4~J--II . . . .I -II~-~I - I I._,. I._.t),_.ll . . . .l ~ l. . . . l . . . . ~~ ~.-..)~

240

NOVEMBRO

1950


Aumento Os ~ontriDuiçõss para os I. A. P. I. O gover no fe d eral , tendo em vista o s motivos qu e no~

invoca

diver sos

justifica .· a

<< con si derando »

necessidade

das

com

que

provid ê ncias

pro curo

que

teve

de

toma i, acaba de ex ped ir o De cre to n.9 28 . 412 , de 24

Con side rand o qu e o n. '' 367, de 31

artigo

4 .',

inciso

I,

da

Lei

1936 , o artigo 4 .9,

de dez e mbro de

inciw I, da Dec ret o -lei n.' 651, de 26 d e agõsta d e 1938 , ~ o artigo 18, al í nea a, da Decre to -lei n.9 7.212 ,

do mês de Jul ho e publicado no « Diá rio Of ici al » do

d~

dia imediata .

cre to -lei n.' 7. 835 , de 6 de agõ sto de 1945 , estaloele·

A <:.

razões

invocada s não

fazem

se não

reforçar

o

ponl<• de vi sta por nó s tã o longamente debatido, de que o;

institutos

de

prev idê ncia

social

sã o

incapazes

de

prove.· às suas próprias necessidade s, sendo nece ss árias , para is to , a s majoraçõe s sucessivos nos taxas de contri-

bu içõe s, que , de 3%

no I. A.

que e ram

P. C. , por

exemplo, já atingem hoje ao dobro . Nes se andar, não ~ abemo!i

até

aonde

Estampamos ,

9 d e abril d e 1940 , combinadas com a citada De -

ceram também em percen tagem variável de 5% a 8% (cin cc• por cento a oito por cento) a taxa de contribuição para

ser

In stituto de

dos

Empregadas

em

interêsse

para

a

classe

do: seguradores , o texto integral do decreto em que stão .

d e 19 de junho de 1950.

Tran sportes

e

Cargas

e

para

o

que ,

para

o

Inst ituto

de

Apo se n -

tadoria e Pensõe s das Marítimas e para o In st ituto de Apo se ntadoria e Pen sões dos Bancário s, a fixação dessa ta xa

Dá providências para o cumprimento da Lei n .' 1.136 ,

Pensões da s ln -

res pectivamente ;

Cons iderando de

Apose ntadoria e

lnslilutc. de Aposentadoria e Pen sões do s Comerciários,

iremos.

por

o

dustriários, para o In st ituto de Aposentadoria e Pensões

variável

de contribuição

encontra

apôio

no citado

artigc. 2.' da Lei n.'1 15 de 30 de dezembro de 1935, combinadc. com o citado Decreto-lei n. 9 7 . 835, de 6 de agô sto de 1945; Con si derando

Pr es ident ~

O qu <·

lh e

confere

da

República , usando da

87,

o art.

incisa

I,

da

atribuição

Constituição

Con s: dcran d ~·

u

os

Instituto s

c.:

Com ércio • a

elevação

da s ta xas

vig a :, tendo sido , na forma

Fcdeo a l, e d~

que

qu e a Le i n.91.136, de 19 d e junho

1950, ao ma jo rar as prest a ções da s aposentadoria s p c nsõe ~

a tualm e nt e mant ida s p el o s In stit uto s de Ap o-

sen tadoria

Pensões,

c::

criou

paro

êstcs

e ncar{] O ne vo

c

de

Apo sentadoria

u Pensões so licitaram ao Mini stro do Trabalho, Indústria da

de

contribuição

em

lei, o uvid o o Serviço

Atuarial de. mesmo Ministério;

Con sideran dc• que, dada a d iversi dad e do s planos d " benef:c ia s doo Institutos d e A.po se ntadaria e Pe nsões u tendo em visto os encargos a ssumi do s por ês te s, em

vulto S<, que, em alg uns, atinge a 100 % da; pre stações

vir tud t\

prese ntem e nt e pa gas ;

pa ss ível e leva r, de modo igual, a taxa d e contribuição

Co nsi d eran do ci ona :

àquêles

bertu ra

d e.•

o

para

a

com

é

nece ss ári o

In stituto s o s meios

novo

prejudiqu<o

qu e

encargo,

cumprimento

de

de

e

pr _ por ~

urgent e

i ndi ~ pen !: áveis

maneiro

su as

que

à co -

não

obri g a ções

se

legais

col e ti vi dade de seg urados ativo s c apo -

sen tado s c se us beneficiário si Considerando

Ins tituto : custeio

qu e

as

respectivos

plano s de

dendo, por isso fazer face

lei

número

. 136,

já

mencionado

não

é

para cada um dê le s ; Considerando, porém, qu e, além da elevação pro poste..: ,

outras

provid ê ncia s

se

fa ze m

necessária s,

no

!;C ntid c.· d e a ssegura r o fiel cumprimento do l ei n.9 1. 136,

dto 19 de junho de 1950, Decreta :

contribuições

em

vigor

nos

d e Apo se ntadoria e Pensões se d es tinam ao

dos

da

be neficio s,

não

po -

ao s novo s compromissos de -

correntes da majora ção dete rminada pela referida lei ; Considerando que, na conformidade da dispôsta no a rli gc. 28 da lei número 159 a 30 de dezembro de 1935,

Ar:. 1.'

As ta xa s de contribuição para os In stitutos

d u Aposentadoria e Pensões ficam e levadas , a partir de

1 d e agõ sta de 1950, para a s seguintes percentagens : a l Para 6%

( seis por cento) a prevista na artigo

4 .' , inci so I, da lei n. 9 367, de 31

de dezembro de

1936 , " no artigo 26, inciso I, do Re gulamento aprovado

combinado com o art igo 3.' da Decreto -lei n." 7 . 835,

pel e, Decre to número 1 . 918, de 2 7 de agôsto de 1937

d u 6 de agôsto de 1945, a contribuição dos emprega-

' ' de stinada ao do :; lndustriários

do • corre sponderá a uma percentagem variável de 5% a 8%

(cinco por cento a oito par cento) da respectivo

salário , conforme

d"

exigir a

previd ê ncia social.

REVISTA

DE

SEGUROS

si tuação

de

cada

j_,ufituição

bl

In stituto

para 6%

de

Aposentadoria

( seis par cento)

e

Pensõe s

a prevista no ar•

ligo 18, alínea a, do Decreto -lei n.9 2 . 122, de 9 de abril de

1940, e na artigo 74 , alínea a, do Regula241


ot ô

Cr$

mai s

de

mente oprovodo pelo Decre to número 5 . 493 , da me s ma dato ,

e

d estinada

ao

In stituto

de

Apo se ntadoria

e

Do

para

c)

6

1/ 2

me n sai s

7•}. 8 :;.

Art. 3.' A partir de 1 d e jan ei ro de 1953, nenhum

Pensõe s dos Comerciários ; ( sei s e

vista no artigo 4 .9, inc is o

50 0 ,00 500,00

Cr$

meio por cento)

a

pre -

I do De cre to - le i n .v 651 , d e

Instituto d e Ap ose ntadoria e

Pe n sõ es pod erá

d is pender

anualm e nt e com a su a admini straçã o mai s de 2

1/ 2

°/.

26 de agô sto de 1938 , modificado p e lo art igo 2.'', do

(do i1 c me io por ce nto)

Decreto - lei n .'' 9 . 683 , d e 30 d e ogô sto de 1946, e no

bu içã o d e seus segurado s re lativo ao exe rcíci o a nt e rior.

artigo 69, inciso I, do Regulamento aprovado pelo De-

do to tal do so fó rio de contri -

Parágrafo ún ico . De ntro d e 90 dias do p u blicação

creto n .' 22 . 367, de 27 d e d e zembro de 1946, e de sti-

d ês lu De cre to , o s In stitutos d e Apo s entadoria

nado ao In stituto de Aposentadoria e Pen sõe s dos Em -

c uja ~

pregado ' em Transporte s e Cargos ;

xad (t n ês t e arti g o , aprese ntarão ao Mini stro do Tra ba lho,

d)

poro

1 / 2%

6

(seis

e

meio

por

ce nto)

a

previsto no artigo 2.' do lei n ." 159 , de 30 de d e zembro do

1935, e destinado ao In stituto d e Apo se ntado ria e

PensÕe $ dos Marítimos .

so

Parágrafo único . O minado

nêste artigo

adicional,

aumento de contribu ição d e te r-

será

arrecadado

independentemente

do s

sob o

formo

contribu içõe s

res p e ct ivo s

ja ne iro

po r

int er mé d i o

Pre vid ê ncia Soc ial , o

do

d es p es a s admin is tra tivas ,

e nquadrar

no

De partamento

plano d e compressão

referido

de

limite ,

modo que at é

de

1953.

de

Arl. 4 .' O pres ente Decreto e ntra em vigor no data d 1t

s uo

p u blica ção,

revogadas

as

di s po sições

em

cont rário .

mentares em vigor.

Art . 2.'

Com é rcio ,

po ss am

de

s uple -

e

I ndú stria

N a cional d e da ~

e Pe nsões

d es pe sas admini st rat ivas ultrapa ssare m o lim ite fi ·

As contribuições poro o Instituto de Apo -

sentadoria e Pensões dos Bancários , previstas no artigo

Rio

de

Janeiro,

Independ ê n cia

e

24 de julho de 1950, 1 29 .9 da

62 .' da

Re pública .

2.' do lei n.• 159, de 30 de dezembro de 1935, possam o partir de 1 de ogôsto de 1950, o ser cob rados na• seguintes bases :

Poro

EURICO

250 ,00

as vencimentos até Cr$

Marcial

6%

Dias

G.

DUTRA

Pequeno

END. TELEGR:. "CRUZSULCAP"

Capital realizado Cr$ 3 .000.000,00

Matriz :

Presid e nte

Avenida

Vargas ,

290

-

11 . • -

Rio d e Janeiro

DIRETORIA

DONALD DE AZAMBUJA LOWNDES

VIVIAN LOWNDES

V ICE- P R ES I DE N TE

PRES I DE NTE

LUIZ SERPA COELHO

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1950. Ano

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São Paulo . NOTICIÁRIO lOWNDES Publicação das Organiza ções lowndes. Assuntos de interêss es gerais, espe cialmente das Organizações. Número 26, de Junho d o 1950 . Rio de Janeiro. NOTICIÁRIO SALIC Publicação . da Sul América Companhia Nacional de Seguros de Vida, exclusi vamente sôbre a marcha dos ncgoc1os. Número 173, de Maio de 1950 . Ano XV . Rio de Janeiro. NOTICIAS DO MERCADO Organisado e escrito pela Protetora Comércio do Mercado. Números 62, 63 , 65 e 66 , de 1· e 15 de Ju-nho, 15 de Junho e 1 de Agosto de f950. Ano 11.1 . Rio - de Janeiro A PREVIÓENCIA Orgão Oflcial do Sindicato dos . Corretores de Seguros · Privados e Capitalização do Rico de Janeiro. Números· 79 e · 8'0, de Maio e Junh o de 1950. Ano LXXXIX. Rio d"e Ja~eiro . A PRUDÊNCIA Publicação da « Pru·dêncid Capitaliza ção » . Números 4/5 e 6 / 7, de Abril - Maio e Junho - Julho de 1950. Ano I. São Paulo . Mensário deREVISTA BRASilEIRA DE PANIFICAÇÃO dicado aos assuntos de panificação e indústrias correlatas. Número 176, de Abril de 1950. Ano XV . Rio de Janeiro.

REVISTA RIO GRANDENSE DE CONTABILIDADE Mensário Técnico de Administração e finanças . Número s 188/189, de Maio e Junho de 1950. Ano XVII. Porto Alegre, R. G. do Sul. REVIST.A. DO SERVIÇO PÚBLICO Orgão de interêsse da administração. Editado pelo Departamento Admi ni strativ o do Serviço Público. Número 1, de Abril d ' 1950. Volume 11. Ano XIII. Rio de Janeiro. SAÚDE Mensário do Serviço Nacional de Educação San itaria . Número s 31 e 32, de Julho e Agosto de 1950. Ano 111. Rio de Janeiro. SU 1• AMERICA Publicação trimestral da « Sul America » -- Companhia Nacional de Seguros de Vida. Número 120, dos meses de Abril, Maio e Junho de 1950. Ano 31 . Rio de Janeiro. Estrangeiras El.

ASECURA.DOR Publicação mensal sôbre seguros . Nú mero s 250, 251 e 252 , de Abril , Maio e Junho d e 1950. Ano XXI. Buenos Aires, Argentina. l "A~. SICURAZIONE Publicação quinzenal de técnica e jurisprudência de seguros. Primeira e Segunda quinzena de Maio e primeira quinzena de Junho d e 1950. Ano LXIV. Genava, ltalia . BOlETIM INFORMATIVO Cronica e Orientação do « Con se jo lnteramericano de Comércio y Produccion » . Números 59 e 60 , de Maio de Junho de 1950. Montevideo, Urug uay.

El ECO DEl SEGURO Revista mensal. Números 1550 a 1551 , de Maio e Junho de 1950. Ano LVIII. Barcelona, Espanha. lOCAl AGENT Números 6 e 7, de Junho e Julho de 1950. Volume 22. St . louis, Missouri , U. America . NOTICIÁRIO DE lAS NACIONES UNIDAS do « Serviçc• de Imprensa do Departamento de Informações Públ icas da ONU . Números 25, 26 , 27 e 28, de 24 d e Junho e 1,8 e 15 de Julho de 1950. Ano V. THE REVIEW Publica çã o de Seguros . Números 3789, 3790 c 3791, de 26 de Maio e 9 e 23 de Ju nho d e 1950. Volume 81. Londres, Inglaterra. REVIST A' FINANCIERA - · Números 1545 , 1546, 1547, 1 548, 154 9 e 1550, 15 e 25 de Maio, 5 , 13 c 25 de Junho e 5 de Julho de 1950. Ano XLIV. Madrid , Espanha. REVISTA DEl SINDICATO VERTI CA l DEl SEGURO Número 76 , de Abril de 1950 . An ;, VIl. Madrid, Espanha . Seguro s, Banca y Bal sa Ed içã o Suplemcn tária . Números 20, 21 , 23, 25 e 27, de 20 e 27 de Ma io, 17 e 24 d e Junho e 8 de Julho d e 1950. Ano VIl. Havana , Cuba. SEGUROS - · Revista men sal. Números 11 O e 111, de Abril e Maio de 1950. Ano X. Santiago, Chile. SEGUROS Revist a mensal. Número 25, de Abril d e 1950 . Volume 111. México. SEGUROS Y BANCOS Revi sta informativa d e estatística , cientifico c f i nanceira . Número 4 30, de Julh o de 1950 . .A.no XXXIII. Bueno s Aires, A rgen tina .

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EFEITO CONSTRUTIVO DO SEGURO DAS RUINAS DA DESTRUIÇÃO SURGEM AS CIDADES DO FUTURO

II IRETOHIA Vivlan Lowndes, Presldentf'; llonald de Azambuja Luwndes, VIce-Presidente; Nestor Rlhas Carneiro, Ger.-nt.-; Jorge l';antos Lima , Gerente . C.O:-iSELHO FISCAl. fF. feth·o) Fred.-ril'o A . Tnves , ~lnno.-1 Ferreira GnimarãeR P :\llehnel James Roh !nson . .Jnlinll H . A. Arp., Haro: d SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL A. Pok11tallf.r e Antonio d.- Cnn·nlho Harhosn .

Companhia

de Seguros

CRUZEIRO DO SUL CAPITt..L

REALIZADO

Matriz: RIO Endereço

Telee-ráfico:

E

RESERVAS:

Cr$

5.241.289,00

AV. PRESIDENTE VARGAS, 290

cSECRUSUL»

Agências em todos os Estados

Telefone:

43-6922

(rêde Interna)


OMAIOR ANO DA HISTÓRIA DA SUL AMERICA MAIS DE 2 BILIÕES DE CRUZEIROS EM NOVOS SEGUROS ACEITOS. Numa progressão continua de serviços prestados à coletividade, a Sul America registr·ou, em 1949, o maior ano de sua história. Demonstração viva da confiança conquistada em 54 anos de trabalho, milhares de novos segurados procuraram a Sul America, que registrou um total de novos seguros aceitos superior a 2 l>iliões de cruzeiros. No mesmo ano, fomrn pagos, a

segurados ou beneficiários, mais de 160 milbões de cruzeiros. Os númer·os falam sempre pela Sul America. E explicam bem a prder· ~ ncia crescente do público pela Companh ia que tem sido, em mais de meio !'éculo, n garantia de uma Proteção segur·a à Fumiliu Brasilcim. Medite nos dados abaixo e confie taml>é rn, à Sul Arnerica. a proteção de seu lar.

RESUMO DO 54.o BALANÇO DA SUL AMERICA REFERENTE AO ANO DE 1949. Os no•·os seguros a c eitos, com o• respectivo• prlmelroe prêmio• patros, atingiram u quaatla de . . . . . . . . .

Z. l78. 080.688,()0

O total dos seguro• em •·ltror aumen tou para ............... . ...........

8 812.148. 877,00

OI pa gnmenlus

~&os próp r ios •e~urnd os e aos bene!lciArloe dOI eegura dos falecidos (si nistros, llqultla~· ões e lucros) som .. ram . . . . . . . . . . .

18 0.87 7 111 , 90

A !unda~: ão . .. . .. .. ....... . ...............

l . t88 .80 G.48G,80

de Lucros at r lbuidn< i•s a pólicn de Seguro em Gru1w lmpor.aram em . . .. ... . . .. .. .. ....... .. ................... . . ..... .

8.15 14. 888,80

O a tivo, excluldu ua contns de compen1açlo, elevou.se, em SI de deze mbro de 1949, à lmport4ncht dt> ........ .. ......................

1 . 870. 728.8 7 4 , 10

O tota l de pugnmentos desde OI pajlamentoe

U$

DEMONSTIIA Çi O DOS VALO RES DO ATI VO Tl~ulos d11 Divida Pública Tltulos de i:entit< .. . ...... . .............. . . .. .... .. . ... .. ..... . lmóvei• . ........... ........... ..... . .... .. . .............. . Emprtalimos eObre Hipotecu, Apólice~~ de Seguro• e Outru Garantiu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ............... .. Dinheiro em Baoces, a prazo .. . ................... .. . .... .... . Dinheiro em Caixa e B>1ocos .. Prêmlo1, Juro• e Aluguéis a Receber .. .. .. . .. . ... ..... .... .. 0 11tro1 Valorea . . . . . . . . . . . . . . . ..

I'EIClNfAGIM

31B. III9.1~~.so

21,ST

137.1'>35.5S2.SO 235. 41>1'> . 76,40

17,11

, 45 Sll . 56~.30 45.796.145,70 36.689.SII7 ,50 33.752.205,10 47.20ll. '\27,110 t.:no. 72CJ.9H,to

u1,o• 52,., S,U 2,611 2.46 S,4.t 100,00

Sol ADleriea CO M PA NHI .\ NACI ONAL DE St:GUROS UF. V IDA - FUNDADA DI l..S


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