Hemisférica de
NÚMERO
353
NOVEMRO
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Incêndio, Transporte, Acidentes do Trabalho, Acidentes Pessoais, Hospitalar Operatório, Automóveis, Fidelidade, Responsabilidade Civil e Animais.
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Capital subscrito e realizado Cr$ 12.000 .000,00
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Dr. Ed uard o Jafet
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Sucursal na Rio de Janeiro
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Rua Carlos de Carvalho, 59 -
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Gia. do Seguros Aiian~a da Bahia I" MOVIMENTO DAS SUAS CARTEIRAS DE SEGUROS INC:Jj,NDIO E TRAN SPORTES, DE 1870 A 1949
PRE:mOS
SINISTROS
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1870 a 1879
274 . 407 . 661 ,5 0
2 . 110 . 429,10
1 . 72 3 . 606,1 o
1880 a 1889
219 . 548 . 666,50
1 . 274.955,80
705 . 262,40
1890 a 1899
487 . 362 . 088,40
2 . 866 . 160, 80
2 . 198.990,90
1900 a 19091
1 . 926 . 231 . 531,00
10.212 . 620,00
7 . 243 . 656,00
1910 a 1919
7. 429 . 043 . 543,00
38 . 484 . 631,00
26 . 465 . 354,00
1920 a 1929
25 . 597 . 750.822,00
122 . 984.615,00
69 . 11 3 . O I I ,00
1930 a 1939
28 . 731 . 803 . 961,00
139. 542 . 357,00
49 . 994 .904,00
1940 a 1949
70 . 843 . 673 . 317,30
445 . 670 . 754,50
180 . 100 . 537,90
1870 a 1939 1940 a 1949
135 . 509.821 . 590,70
762 . 146 . 523,20
337.545 . 322 ,30
64.666 . 148 . 273,40
316 . 475.768,70
157 . 444 . 784,40
70 . 843 . 673 . 31~30
445 . 670 . 754,50
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Outras
contas
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49 . 933 . 166,20 43.567 . 562,80 29 . 401.447,80 21 . 493 . 830,50
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FUNDADA EM 1870
Diretores :
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Dr. Pamphilo d'Utra Freire de Carvalho- Presidente Dr. Francisco de Sá Dr. Joaquim Barreto de Araujo
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Opera no Brasil desde 1872 (Império)
LOWNDES & SONS, LIMITADA Avenida Pnuidente Vargas, 290 ( E~ificlo LOWNDES)
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José Osvaldo de Arilujo
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Pre,o,idente.
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Vice- Presidente.
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Curitiba Itajaí Juiz de Fóra Itajubá Uberaba Niteroi
Agencias nos demais Estados Endereço Telegrafico BRAMINAS
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NOVEMBRO' 1950
fogueira no Entre os povos pritmttvos, a fogueira era como um sim bolo de segurança. No alto da montanha, ela indicava, na es•·.uridão ela noite, o caminho certo para u~ ,:;uc tTctros que regressavam ao acampamento anunc iando-lhes a paz, avt san<lo-os da guerra. E sempre aces:1 durante a no ite, dava plena segurança ;·~ aldeia, afugentando as feras e inspir::illlu confiança e tranqui liclade a todos. E, quando perdido na floresta, se o homem contemplava aquela luz, sabia onde encontrar abrigo seguro contra as intcmperics. Hoje, em meio à moderna ci vilização, o homem necessita ainda ele um guia no caminho da vida. A lgo que o proteja elo imprevisto ·e o conduza com segurança entre os embates da sorte. A COMl' ANHIA BOAVISTA DE SECU ROS, antiga Equitativa Terrestres,
al~o
da montanha
Acidentes e Transportes S/ A - que acaba de mudar de nome, mantendo. contudo, o mesmo Capital Social, a mesma Diretoria, funcionários e Agentes c que presta como sempre, aos seU'> segurados, a mesma ass ;stência tecnica e os mesmos ser viços eficicn ~es - oferece. com suas ap•)!ices, a gara ntia contr<t os golpes da aclvers:dade. Uma apó· lice da BOA V lSTA é a melhor pmteção para o dia de amanhã.
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MATRIZ: RIO DE JA N EIR O - AV. 13 DE MAIO, 23: SUCURSAIS E AG t NCI AS E M TO DO O BRASIL
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Brasil,
registrado
edição de T950 Preço Cr$ 80,00
Redação Rio
porte
Estrangeiro,
registradg
Número
e
e~vulso
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305
Solo
Telefono ' 52 · 5506 O E
Fundador :
Redator
Chefe :
DE
CARVALHO
Diretores:
José V. Borba e David Campista Filho Técnico :
consultor
BANDE I RA
DE
MELLO
Secretário A.
REGIS
SILVA
Redatores :
AVIO
BRAS I L
CORR~A
e RAYMUNDO SOBRINHO
SUMÁRIO liquida ções d e Seguras de Carval ho .
Abil io
Companhia o de Segura s de Vida no conceito
ju sti ficativo
de
uma
lei
fisca l - · David Compista. Con si d era ções sôbre a elevação do custo de aq uisiçã o d a seguro Luiz Mendonça. Curso d~ Seguros Privados- Paulo Barbosa Jaques.
111 Conferência Hemisférica de Seguros - · Amp lo noticiário. Balanças padronizadas das Emp rêsa s de Seguros Aluí zi o Peixoto. Urbania - Companhia Nacional de Seguros Reportagem . Registra. Aume nto da s os IAP.
contribu ições
para
Açãc• para cobrança de prê mio d e SeQ uro s. REVISTA
DE
FILIAIS: Rio de Janeiro Sl'lo Paulo
NUM.
353
Liquidações de Seguros
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Mais ~ um 8éculo de reputaçlío 40111 Jlquldaçõee 10atlsfatórla1 .
SEGUROS
F-fm,cndo prrda do 1W11io por qualquer acidente de m•ar, o Tribunal MaríliJIIO abre inqu.érito para. conhecer as causas do e7 1Cnfo e as responsabilidades náuticas do coJJzandante ou da tripulação. A Compan!Íia Seguradom do casco de1 •e espe·r ar o julgamento daqu.êle Tribunal, para liquidar a sua responsabilidade contratual. Qumzto à. carga perdida, pagará à vista dos roi:JJ.Cci11/elltos, com os rcspectiz•os 1•alores e se o dano é parcial o a·ualiarâ, de .acôrdo COIII o s-egu.rado . Na falta dêste entendimento, poderá pedir uwa vistoria em juí:;o. O que é rmnu.n,' porém é a liquidação am igâz •el. Nr/o precisa a Compan/zia pedir, no caso de incêndio, a prm•a de qu~ o estabelccimCJ:.to sinistrado é do segnrado, por que pode agir pela. 1•erdade sabida. Se o segt~rado, depois de sinistro, veio a ser declamdo falido, o síndico ou comiss-ário te1·n o cuidado de comuni.car à Companhia seguradora, porque nesses casos o que há de fundo rowercial é apenàs a apólice. No caso de cessão do ?le[_(ócio, do 1•alor da apólice at~ de penhora não ·ualerão êstes atos senão depois de co1Jiunicados judicialmmte à ·Companhia segu.radora. Não precisll ela, para liqnidar u.m seguro de negócio on bens 1nÓ1!1'is exigir certidão do Registro de Títulos.
O q·11e é públ-ico e uotório uão precisa A posse d e bens mó·ueis pressupõe a salvo prova em coJ:.trârio . Se há ação judicial contra o segurado 1.·.otifique à S eguradora, quje para pagar dano, as 1;e:.;es bem pequ,eno, não precisa só ex·i gíveis nas vendas de imóveis.
ser provado. propriedade, o au.tor qu.e u.m simples de certidões,
Aqui, há o costume de credores do segurado notificar em às · srguradoras a existência de créditos seus e a~ companhias, por excrsso de ruidado, exige m qur tais 199
credores assistam à liqwidaçiio ou requemw ao JU IZ lla not.1ficaç'ãu ij'U e 'lllll11cfc dar riPnrin. noJ; uotifiranlrs dr !JII f retirn111 o ato aJMrrior.
Nos seqnros lerrrs/rrs. as Co111p.a nhins podrnr lirpiidnr antes do nrq11ivn111en to do inqurrilo poliria!. tôda n 7'1':: q11c o fato srja intrira111.rn tr rns11nl ou q11r. o fáro do ·i nrh.dio lrnlw sido na rnsn 1•i::inhn. Nos sinistros 111nríli111os. as Cmnp.anhins podr111 uiio esperar a der isilo do Trih11 nnl !tfnríti111o, nos rasos nridentnis r portanto 'Ínorrutrs. Uma a{Jn!ronçi'ío Cl'./rr 11111 nm•io fll l IIIM'illlflllo r 11111 1W7>io parado Í' alo rltlposo para o nm•io nhnlrondor. lliro l;d7' f lld o r11lpa prtm o 7W7'io abalroado.
O nhnlronlllrnlo entre li/11 nm •io r n1 111nrrha . à uoit r. r 11'111 1W7Jio que esteja parado no passo J.'•ii7'CfJfÍ7•el, st'lll as lu::i's rr.r;ulanien/arrs. ·indira culpa, do que rsta·i!n parado . Jissns disposiçii rs estão in corporadas ti lrg islaçiio internacional, para r7•itnr a])(l/roalllrntos 110 111ar . TiJdo a zl{'::; iJIIC uni pn;dio passa dr dono por 7'Cllda. 011 herança. o I!·O<Io 71roprirtário tem o r11idado rir ler,ar a apólice dt• srg11ro para srr m 1olada o lransfrrc~ ncia de do111ínio.
S·r sr trata. dr hipoteca, o credor rrsenra ·para si o direito de rscolh er il srg11radora ou, ronsrn.>nr o srguro rxistrntr , lr1m ndo a apólice para a rrsprrli<•a drrlaração ou. endosso. No raso dr sinistro. as co111panhias pedrm o rolnparrr'ÍIIi.<'n/o das duas partes intrrrssadas para o ajustr 011 paga111rnto da indeni::ação . Sr por araso hom•er o foto do indicado proprietário uiio ser o dono. hm•erá cnso de sinw laçiio. qu r afetará o próprio seguro. Diante de siu1.plrs s11.spcito de fi Oiidl' o ser;11rador jJot!e i'.rir;ir a prm•a oriunda do rcyistro dr inltÍ'l'i'is.
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E' pena que os bacharé·i s não conl•eçam algo de e.socrituração mercantil, pois saberiom que nos livros c01nerciais das mercearias ( arma.z'fm.s de g'êneros) encou.trariam lançamentos de fazendas gerais, isto é, tu-do que anda em comércio. Fazenda é o mesmo qu.e propriedade, por isolo, 1tas antigas procura{Ões para adm.inistrar b:ens, os notários referiG1n-se a tôda a sua fazenda, isto é, a todos os seus bens e direitos . E' neste sentido que se diz Fazenda Pública. A palavra indica também a manufatura, as obras e produtos do home1n e das máquinas. , Eva fiando e Adão cavando a terra criaram a sua fazenda . Urna companhia de seguro, con1> a!)ência no Paraná, ajuizou, na secção federal dêste Distl'ito, uma ação para cobrar danos qu.e ela. tinha. indenizado ali a um dos seus segurados. A' ação foi julgada i1nprocea~mte por um jui:: substituto porque a apólice dizia : "A companlua tal, 1·epresentada pelos seus diretores abaixo assinados etc. : entretanto a apólice, e111itida. J:.aquêle Estado, tiuha sido assinada pelo Age11te da Companhia. Tanta juridicidade ·m erece um ponto de espantação!
A apólice pode perder o seu valor qua11do o segurado au11i~? nta o risco sem co1nunicação à segnradora. ou tra.nsferr a coisa segura para local d·i ferente . Nestes casos e outros' semelhantes se di:: que o segnra.do d ecaiu. do direito .à indeni::ação. Nulida de é fato rontenr.porâ11co da e111issào da apólice e nii.o posterior. Nulo é o ato em que se 11ão guardou. a forllla que a !r i nwrdo u gum-dar. "N ulo é o mes111o que irrito e inválido. De todos c~stes têr111os da jnrisprudência, o 111ais ge11ériro é inválido, que desig1za todo o ato ou. títu.lo que não tem z•alidade. nem vigor, nem fôrça. de obrigar. Qua.u.do esta. invalidade prm·rm d 'a lqu111 ·uicio , d e falta de a.fgun~a condição ou. solenidade prescrita pela. lei, é nulo. Quando o ato ou título foi feito com as co ndições e solc11idades da lei. poré111 por circ.u.nstâncias superz•enie J.•.tes nã.o é reconhecido nem ratificado, é irrito.
Nula é uma apólice e111itida. contra a· lei; irrito é o a.juste feito por um jn·ocurador que eJ.:re d et~ os poderes que na procu.raçiio do seu comitente lh e cra.m concedidos. E all!bos êstes atos são inválidos. Nu lo tem 111ais fôrça que irrito. por isto se di:: e111 alguns cas-os, irrito c nulo c 11ão nulo e irrito. "
E' o segu.ro de todos os gê1?.eros um negócio que deve ser concltcído ràpidame;tte, pois os riscos não espera·m. pelos q 11-e dor111 em. C onseq~tente~1~ente, as indenizações devenD ser pagas, wma ·ve:; q,ue o segurado apresente a prova do sinistro e das coisas existentes .,.,o lugar e 1110111ento. A prática não tem para isto muitas exigê ncias. A apólice não é um título ao portado1', pa.ra ser exigida a sua devolução, uma vez liquidada a indenização.
· O formalismo ·n o seguro equivale às práticas burocv-áticas, tão ridículas quanto estravagmffes. Os atos judiciais, tais como a. cessão de crédito, pe11hora !'te. só valem quando notificados à 11artc passiva da obrigação is-to é, ao devedor da obrigação. A exigência d e muitas vias de recibo e de papesinhos, conv indicações inúteis, eq uhrale ao papclório das repartições e basta para espantar os segurados. Abilio de Carvalho REVISTA
DE
SEGUROS
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Companhias de Seguros de Vida no conceito
justificativo
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lei fiscal
David Camp;sta Filho E ·pecial l'ara a REVISTA DE EGURO '
Incrível improbidade demonstram atualmente aqueles que compõem o Poder Público, ao pretenderem justifcar leis que lhes pareçam uteis, com recursos ela mentira e ela ca luni a. Como merecer consenso na acei tação, leis que haurem seus motivos no artificialismo da mentira e armam sua procedência na fal:dade, nem ao menos na falsidade doiracla pela imaginação, porém na falsidade tão flagrante e ousada que chega àJ desfaçatez ? Foi assim . que tresandando a azedume burocrático. apresentou-se ài Câmara dos Deputados uma men sagem do Executivo para pleitear reforma do impôsto ele renda. Vinha para alterar ou suprimir certo dispositivo legal que excluía ele incidência fiscal a importância paga pelo segurado a título de prêmio ele seguro de viela. Tal preceito adotado entre nós, teve em rista a facilidade e desenvolvimento do espírito de previdência, porém esse nobre intuito ter-se-ia desvirtuado na prática, ensejando procedimentos menos escrupulosos em determinada modalidade de seguros, por isso, considerados lesivos àJ Fazenda Pública. Daí, a necessidade de reforma da lei fi scal, e a mensagem que a justifica. A essência da lei ressente-se da autoridade do legi slador, mistér por isso, aos que rêm falar àJ inspiração da lei, igual austeridade dos que fa lam por sua aplicação. Honestidade no estabelecimento ela lei impõe respeito no seu cumprimento. Entretanto, tal não acontece com a expoição ele mo ti vos em que versa a mensagem do Executivo. Despida da magestacle inerente ao Estado, a linguagem daquele documento público, dcscomecle-se em invectiyas contra as comREVISTA
DE
SEG UROS
panhias de seguros ele viela. as qua1s consldem em situação de clec<fclência ante o êx ito triunfal elos Institutos de Prev:clência Social assim: continuando" . ... . .. ..... os negócios elas companh ·as el e seguros ele vida entraram em declínio. porquanto. desaparecendo o fator psicológico, traduzido pela pPeocupação de amparo aos dependentes, ~~ queda ela ''produção " elas emprêsas que operavam naquele ramo tornm~-sc irrepremivel. Para contrabalançar a diminuição el e suas receitas provenientes de contratos de "seguros ele viela em caso ele morte " , as companhias interessadas criaram nO\·os atrativos para conquistar clientes, sendo então di fun chlos planos de "seguros de viela em caso ele viela e ele seguros mixtos ou dotais ". Se os redatores ela mensagem tivessem o escrúpulo natural ele consultar as estatísticas, te-los-iam estas im p~cliclo a que se aventurassem com tamanha ine1xia a afirmativa tão pronta e fartamente desmentida. Aparece aí a primeira fa lsidade em documento público solene, a mentira inicial em que s ~~ fundem razões elo Estado, irremissívelmente iluminadas pela contestação dos números. Segundo o Anuário de S eguros, há sete anos passados. em 1943, as companhia ele seguros ele viela em número ele 6 (Metrópole inclusive) arrecadaram em prêmios, menos resseguros Cr$ 207 .988. 8q ,10 exprimindo o ativo real daquelas sociedades Cr$ 784.265. 504,90. No ano de 1949, cinco companhias Sul America, Equitativa, São Paulo, Previdência elo Sul, Seguradora Rrasileira arrecadaram em prêmios menos resseguros ascendendo o ativo Cr$ 801.655 .117,00 203
• real a Cr$ 2. 372. 552. 584,00. O valor do ativo real triplicou em se1s anos, e a receita de prêmios quasi quadriplicou. Somente a renda de capitais das mesmas companhias passou de 52 milhões em 1943 para 140 milhões em 1949. Positivamente, não é a decadência que os dados ofic;ais atestam , porém a mentira nos argumentos da mensagem. Do flagrante desta inverdacle, passemos a outra da qual deriva - o êxito ela Institu :ção tle Previdência, motivo elo despeito das comp~hl;Jias ele seguros el e viela. Qra. o que se conhece pelas entrevistas ú impr~n sa, elos próprios dirigentes dos Insti tutos, por ocasião do aumento das ·pensões e aposentadorias a que foram obri gados, é que <'. Previdência Social estaria ameaçada el e insolvência, caso se promul gasse a ordem de majoração, tal como saíra do Congresso. É certo que as receitas elos In stitutos são torrenciai s - confluência ele toda a riqueza do país - mas é igualmente certo que sua aplicação se des vi a elas finalid ades legítim as. De· preferênc·a seduzem os negócios ele especulação ou de favor. tai s como aqu isição, por preço vultoso, de imóvei s para sal var ele d ificuldad es estabelecimentos bancários, de pósitos em outros de idon eidade suspeita para incentivo da demagogia eleitoral, e criação ele cargos fartam ente remun erados e absolutamente inuteis. Evidentemente não fa z mossa nem causa inveja à.ls companhias ele seguros ele viela. cuja orientação nos investimentos ele capitais é presidida por lei e máx imo escrúpulo de sua direção que tem conciência ela responsabilidade funcional. Também não é exato se tenham socorrido as companhias de novo plano elo seguro el e viela no intuito ele burlar o fi sco, segundo suspeita a exposição de motivos, porquanto se tr'a ta de modalidade antiga. Nenhuma · ~azão, por isso, lJara que se cond ene a categoria desse seguro, pelo fato de ter ensejado certa manobra suspei tada de fraude, pois tudo que exi ste, vir1ude ou vício, bem ou mal poderá ser mouso que ele tal tivo de fraude, conforme
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se venha fazer. A seguir, a mensagem in veste contra o contribuinte, suposto segurado, nestes termos: - "Acenar com a possibilidade de pagar menos imposto ou não pagar nenhum - e ·em ofensa àl lei - é na verdade um atrat ivo bastante sedutor para a maioria dos cidadãos que vivem no Bras il, onde o civismo infeli zmen te está longe de proporcionar ao indi víduo a satisfação de contribu ir para o custeio da despesas elo Estados". Não pode haver autorjdade para t ributar c arrecada r, quem abusa da a utoridade p:> la m (t apli cação no desmand o elos gastos públicos. É mi stér austeri dade e respeito ao · sa · cri fício el o cont ri buint e que concorre para a despesa pública visand o honesta apli caçüo a bem da co leti vid ade. segun do consLtue de\·er precíJi U O elo Estado.
E ntretanto, não é o que acontece no Brasil ante os exempl os que na atualidade ilus~ ram a viel a po líti ca. bastando in Yo::ar a cri ação delirante de empregos clcciclido p ~ la Câma ra M uni cipal, que toca ao im·erossimel, à loucura, na depredação dos cof res municipais. Os orçamentos públ: cos consignam o destin o ela receita na sua maio ri a ao pagamento de ordenados, assim fo mentand o e criando cada yez ma:s o .f!u;cio nm'ÍSIII O, fa tor el e esteri Ecbde na riqueza nacional, maior peso na elespesa públi ca. Deante di sso, o que então se im põe: se ria a organização de resistência e defesa do contribu inte, po r vulneravel ao ataque do fiscalismo. Portanto, é profundamente contristaclor, que ainda seja acusado de fa lta ele civismo, porque o contribuinte procura resistir em liberalientregar ao delírio dos desmando , dade do favo riti smo, àl voragem elos gastos públicos . o .prod uto ele seu trabalh o. A penas, estes traços clef i nem a mensagem propondo a refo rma elo imposto ele renda, bastante para fazer ressalta r a inepcia em que se articula sua fundam entação, em linguagem que não poude ser austera por versar sôbre falsidades ..
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f.in mais de um quarto de século de existência a COMPANHIA INTERNACIONAL DE SEGUROS vem
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Desde sua fundação liquidou, com a máxima cor~ reção e solicitude, cento e quarenta e cinco milhões de cruze;ros tendo constituido reservas de mais de três de~---··· ·-·---1 zenas de milhões, para vêr sempre proclamada sua , .,1 i Competênc:a, Idoneidade e Segurança. ' ' ' D:RETORIA DR . CARLOS GUINLE C.\RLOS O, R. GUINLE DR. ANGELO MARIO CERNE DURV AL LOPES REIS SEGUROS DE INCÊNDIO * TRANSPORTES * AUTOMÓVEIS * VIDROS ACIDENTES PESSOAIS * ROUBO * RESPONSABILIDADE CIVIL ACIDENTES DO TRABALHO VIDA
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mantendo, como um símbolo, êste lema que justifica o renome de que goza.
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106 . 590.001,00
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. '· ··. Agradeccnrl0 nos Srs. portad o;-a" de títulos e ao público em geral pela aceitação que nm· vêm sendo dispen.> :~ da, esperamos continuar a corresponder à con. fiança que ro os foi depos-itada.
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Considerações sôbre a elevação do custo de . aquisição do Seguro por Lui z Mendonça E si.r cinl p:11a a "REVI S TA DE SEGUROS"
O probl ema que talvez ma1s aflija, hoj e em dia. ao segurad or qu e opera em nosso paÍii - problema, aliás, que tem suscitado as mais inflamadas cl iscussf> es e sôbre o qual é cada vez ma;o r a ateiH,:i"to dos que por el e se inter essam - é o que diz re ~pc it o ao custo de aqui si-
minados níveis ele preços de aquisiçao. 0 que é uma das fórmulas que não lograram ·resul: lado algum, senão o de acirrarem maiores di~ vergênc i a~ mercê .das quebras. de compromisso qu e. em gera l. ocorriam com muito maior brevidade do qu e poderi a ser possível esperar.
ção do seguro. Se êsse custo jú era um tanto pesado du c rante os dias em que estavam sendo ensaiados os primeiros passos no caminho da conflagra· ção que, por fim. envolveu quasi todas as nações, daí em diante. e até os dia de hoje, foi ele e agravando em considerável crescendo, como fruto natural e irreprimível da própria anormaliclacle econômica gerada pelo conflito armado.
O aumento do custo el e aqui sição do se~ guro é um fenômeno de índole primordialment e· econ ômi ca . em que pese a opinião, por muitos abraçada. de que na sua causalidade tntrcm em j ôgo, de maneira preponderante, fatores de ordem moral. Certamente por não atmtarem. ou não quererem atentar nas verdad eiras origens do fenômeno é que os nossos seguradores têm. por vezes, cometido o êrro de enca minhar a solução elo problema do alto custo de aqui s\ão do seguro através ele fórmulas cujo sucesso, como eles próprios apregoam, depend e quasi que exclusivamente, ou exclu sivamente ~ ele . fatores morais. Fórmulas, por consegu;nte. elaboradas sem base nas causas reais do fenômeno que elas procuram atacar por isso. sem possibilidades de atingirem os fin s que visam. Constituem exemplo fr isante disso as tentativas, mais ele uma vez feita s, ele acôrclos entre os seguradores com a finalid ad e de todos respeitarem deter<:,
r.EVIS TA
DE
SEGUROS
O seguro. que na verdade possui um elevado conteúdo cientifico e não menos elevaelas finalidades sociais, ao mesmo tempo não deixa ele ser uma atividade com um caráter essencialmente comercial, no bom sentido clêste termo. O seu exercício, por conseguinte, implica estrita sujeição àls leis gerais que regem os fenômenos econômicos, mórmente no atual regime ele exploração pelo sistema de "prêmio fixo", que é com efeito o mais hábi~, entre quantos outros se tenham estudado, para promover u'a maior aproximação entre as cleiicadas exigências ela teoria do custo do risco e os problemas ele ordem prática que a exploração elo seguro em si en tranha. Su jeita àls leis gerais ela economia, a instituição do segur0 revela-se especialmente Sl;lS· cetível àls influências ela lei ela oferta e da procura. E foi, sem dúvida, a implaCável atuação dessa lei o fator principal entre o comêço destas linhas nos vimos referindo. Ninguém desconhece, em nossos meios seguradores, que ao mergulhar · o país na inf lação monetária provocada pela última Grande Guerra. começou a crescer desde então o número elas sociedades em operações no mer ~ cada nacional, crescimento êsse aliás favorecido · não só pelas contingências econôniico-financeiras. como também, pela' política naci_oi1ali sta que em relação ao seguro segu1a eiltão o 207
Governo. Para ter-se uma Idéia do que foi o aúmento de soci edades em funci onam ento, basta dizer que, no setênio 1940-1 9-ló, 40 sociedades foram organizada·s ( por sin al todas nacionais) , elevando-se de 101 para 1-tl o total delas. "O c u.~t o de aquisiçíio, con stituído elas comi ssões e despesas ele in speção. tão reduzido nas grandes soci edades. é nas pequenas sociedades uma grande despesa, levando mesmo algumas a situações deficitária s. Dada a situação do mercado e os pequenos capitai s iniciais, não podem as sociedad es novas expandir ràlpidamente o. volum e de suas carteiras e forçam a produção pagando comi ssões acima das suas possibilidades". ( " O Seguro Privad o no Bra s il "~ pag. 13 - P ublicação do I.R . B .) . Se essas são as diretrizes seguid as pelas noveis sociedades na formação das suas ca rteiras - e nada autoriza um desmentido àls asserti vas contidas no trecho atrás tran scrito i magine-s ~ qual o panorama oferecido pelo mercado nac:onal de seguros com um a umento cja or~~m de 40 companhias no número elas oci edacles em fun cionamento ·"·
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;s'egl!ro; ài)resentando a oferta uma no-
táVell ~:ihcte-ristica de ordem econônúa sotrg~~lá ; as restrições, imperativas em out t os · rãtiíos , impostas péla quantidade ele nn té·tiãs ·r5timas disponívei s - bem maiores se tornam os efeitos decôrrentes elo aumento elas sociedades que se propõem a explorar tal indústria, principalmnte um aumento como o que se registrou, entre nós. depois de 1940. J;Iouve. pois, e não há negar. um g rande recrudescimento da concorrência entre os seguradores, e _talvez o que mai s tenha influído para que o mercado nacional atingisse àJ satu · ração - ~denunciada por muitos dos nossos abalisados seguradores - haja sido o acentuado desi1ível entre a oferta e a proc ura. Se a oferta sofreu a la rga dilataçào clecorreilte elo aparecimento ele 40 novas ociedades, ·a procura, entretanto. não experimentou ttm?. ascenção capaz ele el evar- se até aos níveis a que foi alçada a primeira. 208
Bste, ao nosso ver, i o tato que mai s con· co rreu para agravar o probl ema do custo de aqui siçüo do seguro em nosso país. Na ve rdade. hou ve um considerável acréscim o nas cifras relativas àJ nossa angariaçãu el e prêmi os. T oda via . cremos que êsse aum ento de procluçáo. bem gra nde ali ás, não f oi de mo elo algum compatí ve] com o aumento ha vid o no núm ero el e sociedades. Não dispomos. in fe li zmente, ele dad os estatí sticos em que possamos a poiar tal a firm ati va. E ntreta nto. a observação pessoal, na lida d iária dos negócios el e seguro, in duz àJ convicção ele que n2. realidade o desequilíbrio entre a oferta e a procura, no ra mo el e seguros, foi. e ainda é, basta nte acentuado. O fenômeno elo aum ent o elo custo ele aq ui sição, repetim os, vai encontrar as suas verdadeiras raizes em fat os el e natureza econômi ca. Po rtanto, somente po r meio de medidas capazes el e encontrar re sonância ela economia elo seguro é que poderemos, senão solucionar, ao menos modera r as consequências elo problema cri ado pelo alucliclo fenômeno. De pouco tempo pa ra cá. jú algumas o:or· renc1as prenun cia m uma próxim a diminuição na luta que se movem os nossos seguradores pela angar ação de p rêmi os. A redução elo número el e sociedad es. em virtud e da li quidação el e algumas. e a ori entação seguida pelo D . N . S . P. C . qua nto i :l ex igência ele cap:tais mínimos para a organi zação de novas sociedades. são fa tores. com efeito, capazes de in· fluir na restri ção ela concorrência. F ica res· tando. assim , opera r- se um aumento na pro· cura, isto é, promover- se u 'a maior expansão elo seguro nacional, tanto no sentido horizontal como no verti cal. a-fim-de que se li)llÍte OI! atenue o desnível entre aq ueles dois ·elementos. desní vel êsse que tem sid o a causa princi· pai do ~enô m en o a que nos vimos referindo. Os nos os segurado res elevem procurar, se na realidade têm grande empenho em reduzir o custo ele aqui sição do eguro, exercer uma NOVEMBRO
1950
·e xpansão horizontal e vertical elo seguro _._ c não a rotineira trilha ela batalha pelo estraçalhamento elas carteiras já formadas. Deixemos de lado essa in veterada mania ele acô r dos que visem r ed uzir a concor rência (em todos os paises têm eles falhado), e essa outra ele pretender que sob rigq rosa fiscali zação ele departamentos cb adm:n istração públi ca venhamos a resolver o problema elo custo de aq ui sição. econômicas e cul turais realm ente capazes de. favorecendo a expansão. elo seguro, redu zi rem a competição entre · os seguradores . O probl ema é ela econômia, e não ela mor al. Vi gi lância e contrôle muito menos poderão solucioná- lo.
propaganda inteligentemente organizada e recorrer a quantos outros processos existam, a-fim-de conseguirem u'a maior expansão do seguro. I-lá . em nosso país, uma tão vasta seara " explorar ; tão elevado ainda é o número elas riquezas c das pessoas ao desamparo das garantias que o seguro pode oferecer. que é r ealmente in explicável a falta de um largo em preendimento elos nossos seguradores ng sentido de reali zar-se a conquista de tai s mercados. mà nnente quando se tem como certo que \"iri<•. isso contribuir g randemente para uma dim inu ·~ão do elevado custo ele aquisição que hoje paga o nosso segurador. :E:sse seria. pois, o caminho a seguir -
DIRETORIA:
II
Pres idente Eng. Nelson Ottoni de Re:rende Vice -Pres idente Dr. Draúlt Ernanny de Mello ~ e Silva.
CAPITAL REALIZADO
E RESERVAS
MAIS
DE
Cr$
12.000 . 000 ,00
SEGUROS GERAIS s • d • : Rio de Janeiro Rua da A•••rnblela 72-5.• pav .-End. Telegráfico " Solidez"
Sueuraal de São Paulo: Rua Barão cte Parananiacaba. 24-6.• anu1u . AG:E:NCIAS E SUB AG:E:NCIAS EM TODO PAíS ª : lllltlllllllllllll[llllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllll l lllllllllltlllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[llllltlllllll[llllllll~
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"INDEPENDENCIA,
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COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS
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Capital su bscrito e realizado Cr$ 1 . 500 .000,00
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Sedé: Rio de Janeiro- Rua México 168- 3°.
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Telefone 42-4030 -
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End. Telegr. : "INDESEGUR"
Presidente :
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Diretores :
-
VICENTE DE PAULO GALLIEZ FERNANDO DE LAMARE { LUCIANO MARINO CRESPI LUIZ R,. DE SOUZA DANTAS
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Rua 15 de Nove~bro, 228 · 2.
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OCTAVIO
PUPO
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Tel. 2-6894
NOGUEIRA
Agências em Pôrto Alegre, Curitiba, B . Horizonte, Vitória, Fortaleza, Salvador, Aracajú, Recife e S. Lu iz do 11aranhiio
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SUCURSAL DE SÃO PAULO
Superintendente :
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DIRETORIA:
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DE
SEG,U ROS
209
URBANIA Companhia Nacional de Seguros SÉDE : RUA PORTUGAL N." 11 - 1." ANDAl\. CAIXA POSTAL N. 0 759 Cidade do Salvador Capital Realizado Reservas . . . . . . . .
Cr$ Cr$
End. TeL Ul<.BANIA Estado ela Bahia
5- 000-000,00 4.750.396,00
OPER'A EM SEGUROS :
lNC~NDIO, TRANSPORTES, MAR1TJi\10S E T I ~ RI~I·:S TI~I ·:S, CIDENTES l'ESSOAI S , RESP . CIVIL, AlJTOi\IóVEI S E 'C!\SCOS DIRETORIA :
SUC URSAI S:
Augusto Viana Ribeiro pos Santo s Antonio Carlos O sodo d e Barro s Josó Joaquim de Ca rv alho Dr . Augusto Marqu es Valente
BRANCO N. 9 20-5.' ANDAR RIO DE JANEIRO RUA QUINTIN O BOCAYUVA , 107 - 6 ' andar SÃO PA.ULO
AVENIDA
RIO
AGB.NCIAS MANÁUS BELÉM SÃO LUIZ FORTALEZA MOSSORÓ NATAL JOÃO PESSÕA RECIFE - · CAMPINA GRANDE TEREZINA MACEIÓ ARACAJÚ VITÓRIA BELO HORIZONTE CURITIBA ITAJAÍ PÕRTO ALEGRE •
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Seguros ele FOGO - TRANSPOl\.TE - ACIDENTES PESSOAI S e elo Tl\.ABALHO - RESPO.NSABILIDADE CIVIL - FIDELl1J r\1JE
Capital e Reservas
Cr$ 20.90-LIJ51,7: J
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São Paulo Av. 9 ele Julho, 40 - 13'/ 14° anelares. Em!. Telegráfico RAMA
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NOVEMBRO
1950
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Fundada em Paris em 182 8
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CAPITAL SOCIAL 1000000 0.000 DE FRANCOS MATRIZ - OPLACE VENDOME, 9, PARIS, FR'A ÇA
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Capital re al izada pa ra sua s operações no Brasi l Cr$ 2 . 000 o000 ,00 CINQUENTA ANOS DE TRABALHO CONSTRUTIVO NO BRASIL SUCURSAL NO BRASIL : Rua Wa shington lui s, 17-6o0 - Rio de Jan eiro
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L~UNION
Cc mpagnio d' Ass urances centre l'lnccnd ie, les Acidents et Risqu es Divers
Representanto Geral : Pierre Goron -
INC~NDJO
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Representan t e Gere i Honorário : Luiz José N unes -
AUTOMóVEIS -
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Geren te : Roberto A rg ent o
ACIDENTES PESSOJ\.lS
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CAPITAL DECLARA DO E RE O \ LI ZADO P ARA O
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FOGO- MARITIMO- CASCO- TRANSITO - VITRINE
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Av. Rio Branco 26 - A - 8.• Rio
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Ri\S !L Cr$ 1.0000000,00
Agentes: WILSON JEANS & CIA. LTDA.
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CALEDONIAN Insurance Compony CAP ITA L DECLARADO E REAL IZADO !'ARA O 131\AS IL Cr$ I 500.0( 0.00
....
= = FO GO - TRANSPORTES - CASCC S- ROU BOS AUTOMOVEIS- VITRINES ... ..... Agentes: WILSON JEANS & CIA. LTDA. Av. Rio Branco 26 - A - ; 8.• Ric = ~1111111{] 111111111111 []111111111111 rllllllllllllltlllllllllllll []111111111111 [ lllllllllllll[ lllllllllllll []111111111111[ lllllllllll/111 []111 i 11111111 [llllllllllll~ "ABANDONOS de NAVIOS" - Avio
·~
Brasil~
O único livro existente no Brasil, sôbre as espécies ele AB :\ND ONOS DE NAVIOS. Já consagrado pela crítica especialisada. In dispensável às Comp-anhias de Seguro, ús emprêsas d t-. transpor tes em g erul, e a quantos tra balham em questões marilimistas. PeJ1clos à "l~EV J STA DE SEGURO~"- .-\v. Rio J3ra nn,, 117. 3•. and. ·ou ú Caixa Posta l, 4974 - Rio . Pre~o o: 50,00. Pelo .reembôlso, 55,00
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Companhia de Seguros da Btthia
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Transportes - Acidentes Pessoais - Resp . Civil - Fidelidade c Automóveis -
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Receita de Prêmios em 1948. mais d e
Cr$ 32.000.000,00
Receita de prêmios em 1949 . o. o o...
Cr$ 4403 11 .231 ,60
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Capital e Reservas em 31-12-1949 . .
Cr$ 33.352 .860,70
Agência Geral no Rio de Janeiro
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DE
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MUNDO
SEGUROS
TERRESTRES
E MARfTIMOS
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NOVO
MUNDO
COMPANHIA DE SEGUROS DE ACIDENTES DO TRABALHO
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NACIONAL
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GEI~AIS
S E D E:
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SUCURSAIS E AGnNCIAS NOS ESTADOS
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Capital realisado: Cr$ 3. 000 .000,00 INC~NDIO-TRANSPORTES EM GERAL Carta Patente n. 311, de 15 de Janeiro de 1945 Séde: A V. 13 DE :MAIO, 23-6. andar - RIO DE JANEmO Telefone 32-6 11 4 End Telegr. COINSER Caixa Postal, 4333 0
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DIRETORIA :
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Sr. Pedro Theberge -
Presidente
Sr. Fa bio Arruda Faria Souto -
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Superintendente
Sr . Claud i o Jorge Latour da Silva Maya -
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Tesoureiro
:
Sucursais e Agências nas p1·incipais praças do País
:
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RIO
D-E
JANEIRO
Companhia Nacional de Seguros Gerais AV. RIO
BRANCO, 91 - 5 .• And. Telefone 43-7745
SEGUROS
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lncendlos Transportes Ac. pessoais e
Rasp
21 2
Subscrito
e
reallsado
BARTHDLOMEU
ANACLETO
MARIO GU IMARÃES REIS {
CAPITAL
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Rio de Janeiro
Civil
DR·
DIRETORIA
-Endereço leleuralico :
DO
NASCIMENTO -
PRESIDENTE
SECRETARIO
DR . FREDERICO RAD LER DE AQUINO JUNIOR -
SUPER INTENBENTE
Cr$ 3 .000 .000,00
NOVEMBRO
1950
Curso de Seguros Privados PAULO BARBOSA JACQUE$ Chef e do Divi sã o Tran sportes e Cascos do I. R. B. (E speci al para REVI STA DE &EGUROS) Reprodução proib i da
(2 .' Parte) SEGURO · TRANSPORTES
IX 1)
SEGU RO MA RITIM O (conclusão) 3 - . T...Jbe lo
de
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de
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SEGUROS
2 . 350 2 . 350 2 . 350 2. 725 1 . 000
r:sc <> de <:xtravío e Rc ubo » :
213
5EGUROS LAPER
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VIAGENS
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0.550
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2 . 200
0 . 550
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2 . 325
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2 . 575
0 . 500
0.750
o. 250
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IV
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VI
1 . 5 vezes
Duas vezes
Taxa final
Coluna 111
Taxa Extr.
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SEGUROS CAPER
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Soma
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VIAGENS
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0.650
1 . 150
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1 . 975
0 .75 0
0.650
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2. 100
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2.350
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0 . 650
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2. '· - · COLUNA 11 -
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5. 1 - · Ut i liz ::. rcm qu isi to :.
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para
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segurado s
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nos
relat iva s a o ~
últ imos
no s
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doi s
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de
tais
seg uro s deverã o
estatística
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as
sol ici tar
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riscos
reduções
nos
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os
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di spos ições a
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mes mo s,
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dos
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Riscos acessórios
Sua tarifaçõ o, confo rme com
c:J nce:::sõo
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doi s anos
17 . 2 2 -
Apresentarem,
a
os
c.r . quotas
c. n o ~ , re sultado !> satisfatórios. :. c ciedade -;
truçÕe !;
roubos ; e 5. 2 -
l etra
11:1
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a uintes condições :
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com
13
de
do s merc o -
em balag en s
p e rfeito
d.o p ~o to
do
pá g i na
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4. ' - · COLUNA IV -
I
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já esc la rece mo s, de ocôrdo
Tarifa
Marítima ,
sociedade s
Marítima
a
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inteiro-
interessadas,
limiton -
pr escre ver,
em
re lação o ; s
seg ui nt e :
NOVEMBRO
1950
Coso, sejam
al ém
outra :.
no
garantias,
pectivas
taxas
risc o s
seguro
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ora
ou tr oii
bem
adicionais ,
po rte,
riscos
ou
que: desta para aqu e la .
as
res -
como
qu e
são
apó lice,
ser exp ress omenta me ncionado :;
regra
essa
que
ta m bé m
se
es-
vista :;
n.
11
das
Dispo sições
Gerais
Marítima de Cab :> ta gem) .
o
I . R. B. com
risco
respecti vo
referê nc :a
tarifado ,
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bá sica
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ou
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houver
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fi-
co rres. pond e nt e
se
taxá-lo
de
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seguro
a
risc c s aces sórios,
aplicando
a ssi m o
à
uma
rí tima ,
esta
se rem
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se
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Ou -
adicionais
te nha
como
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adicional
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AdiciOnal de pôrto
p.·ocedentes ci ona i:. LAP a
de
CAP
natureza
e,
1 / 8.!'/o
a
2,5%
Canavi eira s,
al guns
mjte .
Pôr to
porto;.
acima
dü
com (•
seg uint es:
Segu ro ,
indicado~,
Propriá ,
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qu e
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depois
cadoria
ou
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convés de
levar
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qu o e lo daí fôr levantada os si m,
excluído
r.EVISTA
D~
a
se
do
seg uro
do
SEGUROS
d edu z íve l.
a
marí-
por
'erá
do
ris co
e
tornariam pa ra
de p re ciaçõ es
ser
integralmente,
valo :
do
franquia
simples
e
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ou
neces -
o segurado, diferença s
normalmente
não
deduzível ,
indeniZaçõ .:>
A5 franquias via
de
ainda
com
balage m ou forma
de
Ma-
Ben evente, Franco,
relação
ao s
Franco,
excl usã o a~ólice
do a
do
cláusegumer-
condutor,
cess ará
logo
d escarg a, ficando, durante
o trens ·
Já
i mport ânci a
corres po ndente
à
simples,
percentagens mercadoria
pela é,
isto
variáveis
Tarifa não
de
Marítima deduzíveis
acôrdo
com
e o tipo da respectiva
em -
de acondicionamento . Restti~ão
à
quanta
cobertura
d e avaria particular
P. Tarifa
Co -
do
o
1 i' . 5
porto s
variam
qualqu e r desconto .
estabelecidas
regra,
do
Os
sem
e>ta be lecida .
em
veículo
des tino ,
paga
fixad a s
Pôrto a
o
só
caro
na seg unda hipótese, o segurador deduzirá sempre do
natureza
Pôrto
de
não
tr an sportado
pode
a
Luiz
Em
Sua
No primeira hipót ese, desde que os pre-
<·
ter sid o po sto
para a todo
êles
Amarração, S.
Aracatí,
po rão seu
seg uro s
isenção fe ita pelo se -
mais
ref ere m
seja
responsabilidade de
ao s
Ma -
franquias
do s risco s coberto' .
que,
bem
mercado ri a
adi -
que
ati: o d e M ocóu, é possível
est abe lece ndo
a
seguro
Êstes
Alcoboça,
Macau . pa rt ir
geral,
d e isentar o segurador do pagament::>
bá sica
segurados.
os
rado : só começa rá qu (~
ou a
variam
são
Fortaleza
ou
especial
cob ertura
adic ionai s,
Novo,
modo
aplicada s
sinistros,
c
ainda
que
são,
ta is
Vila
um
consequência
pequeno s
!;àriamentc
adic iona is
l'cferid c• adicional , desde q ue incluída na 'u la
em
finalidade é a
emba rqu es
ca sos,
Pene do,
de
é, a franquia corresponde ao limite, acima
1st('
verificado ::;
e:; ta belece
o
tran screver
d(• quol , o segurador re oponde pelas perdas ou dano s
relat ivos u
a
Moteus,
Bro nco,
inclusive ,
conforme
mercador;as
mot-im ,
Areia
qu e
regu-
ca rga
p rocedentes tratamento
o s seguros
em
do s
51ÕO
de
d es tin ado s ao s mes mo s.
sujeito!>
ltap emirim,
1
ou
atualment<:
ra nhão ,
um
Marítjma
sôbre
são variáveis
ou
a s o pera ções
de
d e ver ao
ta xa s constantes da Tari fa
juízo" ultrapassem o valor da franqu ia , a indenização
nõo of erece m condições
obi eto
Tarifa
inc idirão
prevê
A franquia
merca doria s del es
são
ri scos
p a game nto d e sini stros aquém de um determ inado li -
se
~
destinadas,
demai s
derrame ou qu e bro
suj eito .
descarg a
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FraT~quias
Ent e nd e-se por franquia a
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gurad o ,· quanto à sua responsabilidade, em relação ao
103. i ' das I . Tp.) .
sat isfatórias
1 I 5 °/0
a
timos .
pendentemente das cob ertura s bá sica s concedidas
e
inferi or
roubo
tiv e mo s ense jo
obri g otôriom ente
ü
lare ~
já
da s tab e la s de
ind e-
17 .2 3 -
ser
no e_ntonto , "ôb re as taxa s
extravio,
I 7. 4 -
1 %,
Algu ns porto s qu e
hipótese,
incluir
risco
e m que
para
Conforme
hipótese
se guro
como
aplicação
carregamento » ,
ma is
CAPER »,
cobrada , livre,.;ente
a
mesm a
LAP,
cob ertura
fins
si derar qualqu er
já
nos tax a s pre-
não devendo o taxa apl icáve l o ês te
nenhuma
riscos
garantia CAP, cobrando ainda
a
para de
Ta rif a
ser
deverá
segura e/ a
«cláusu la
I . R. B.
na
ser
em
baía , é permitida
ace ssório s.
aos
( esti pula do
Ca nseque nt eme nt e ,
sociedad e
adicional
deveró
adicional
sa lv..> . se
garant ia
tross im ,
pôrto ou
adici onai r.
CAP .
de um
no · Tarifa,
mesmo
(alínea
a
o
do
~> l u de sco nt o não incidirá,
qualqu er risco a cessório ~
dentro
!:.egur.J ,
«d »,
e mba rcaçlio;
Seguros d e ntro da mesma baía
ten de aos seguros f ei to s sàmente con tra Perda
sociedade,
o
de"a
Em se tratando de seguros efetuad::>s entre praças
To ta I ( P . T. ) ou perda tato I rea I ( P . T . R. ) .
qualquer
ga rantia de
bordo
si tuada ~
entanto,
xado),
pa ra
o concessão de um desconto de 50%
do
pela
lerta
17. 3 -
ob rig a tó -
oce.: sé.rios , julgou conven ie nte esta belecer que, um a vez
c. lém
quel'
ponhit: , d evem
da Tarifa
incluídCJ
de
tarifad o s,
ria s, mos que ficam ao critério de cada Com-
na
No
dos
incluídos
Marítimo
proibe avaria
expressamente
cessÕCI
dE!
cobertura
de
part icular,
guro -;
das
seg uint es
mercadoria s e
para
a os
con se-
art ig os :
- · Artigos suj e ito s o ferrugem ou oxidação (como po: exemplo: objetos d e a p, ferro ou fôlha de ferro; arame s,
c
qu e• se jam
a rtigos
de
se melhant e natureza)
a co nd ic ionado s em
ca ix a
ou
o
não
ser
barrica!> .:
-· Cal , batota s, ce bola s, couro s sa lgados verde, , fruta :
frescas,
legumes
fr esco s;
-· Mercadoria s a granel ou sem embala ge m (ex cei e• ccuro s sêco s,
borracha
e castanho):
Madeiros e m tóros, prancha s o tábo::as:
Sal , se mentes, tripas salgadas, p eixes salga dos o fres co s.
215
17. 6 -
A meteria está regulamentada em todos
Riscos excluldos
d e talhe s Não são abrangidos portontc• livre
a
s ua
dinheiro ,
c
zinco) ,
pela Torifa
taxação , os
metais
em
de
metais
objetos
Marítimo,
seguros
borro
sendo
de :
ração
{exceto ferro ,
preciosos
(como
aço
pelas
« in struções
sôbre
as
ped idos
fação especial » , organizados pelo I. com
as
entidades
R. B. em
representativos
das
deras ( 1) . Ressaltamos, outrossim , que os tarifações
ouro ,
preta, platina) , moedas , pedras preciosos , quadros va -
nõ o es tão re stritos oos seguros marít imos , mos
lioso s,
com
títulos
de
qualquer
espécie,
bilhetes
de
lo -
també m,
aos
17 . 8 -
- · inflamáveis , explosivos, corrosivos e outro s artigo ~
perigosos
e numerados ;
solvo ,
Obviamente ,
- · remessas A
Tarifa
também
pertencentes
como
sejam,
Fôrça ,
Luz,
café > do a ssim
Telefone,
pensadore s,
todo!i às
e
Gás
aplica
Água,
(Federal,
a
seguros
Serviço
a
Estadual
Tatifaçães
atender a e
vult o sos,
guros,
se
apresentam
estabeleceu
(bonde s ),
seguros ou
sôbre
Mun icipal)
menciona .
cu jos
reg ime
de
torifoções
além
comum
especiais,
cond ições
- · volume
de
acôrdo
global
porte > marít:mo s
(cabotagem ,
re stre :-;
de
aéreo s
c:
segurado
não
p e rio ,· a
mercadorias
inferior a
re s ultado s c C~ e ficient <.:
de
satisfaçam
segur.: > s
fluvial do
e
de
que
t rans-
lacu stre),
próp r: ,:,
ter-
com é .·ci o
Cr$ 20 . 000 . 00 0,00,
satisfatórios
n o;
úl -
o
um
con tl u = o r.~
sinistro - prêmio , em idênt ico período , nü o s u-
30% .
Essa
tarifação
es p e cial,
concedida
em
f o( ma
de
re dução percentual sôbre os ta xas .d os tarifas vigente :; , re dução esta .. ; nistros e
que,
prêm ios
seg und .J o no
o
o
revisã.o
re lação p e rc e ntual
ent re
último quinqu ê n io, po d e atingir
a! ú 50% , está su ieita a periód ica ,
aprovação pelo O . N . S . P . C . n .J
máximo ,
de
doi s
em
dois ano s.
par
gro sso,
cujos
uma
embarques ocar·
ou
várias
sinistros
acidentes
1
e / ou
A s tarifações do
majoração d=>s
adiconois
percentual
(perda
desastres de
são concedidas
das
adicionais
taxas
rifa s
c
e, a
exemplo do que ocorre em estão
referentes
sujeitas
a
em
previstas o
riscos
for~a
nas ta· acessórias
relação às tarifoçÕII
revisão
periódica ,
no mó·
dois anos .
NOTAS:
(1)
Vid ú publicação n 9 44 do I . R. B . ~ Normas o In struções Transportes
pgs.
152 a 160 .
( 2)
Há ,
evidentemente ,
uma
impropriedade
tllatr iz
no usa
da expressão de « sinistros fortuito s» . O quo se: teve em vista foi excluir os sini stros decorrentes de riscos e fotos int e iramente alheios e independentes do segurod,:,, computando - se tão sOmente aqueles nos quai1 há sempre uma parcela ainda que pequena d e responsabilidade ou culpo do segurado ou seut prepo stO $ . Há, evidentemente, no ramo tran sporte;, · aJJ
JOUOW
no
JO ! DW
WO)
Dl!J!H~A
a s
:>nb
~ OJI S! U!S
q uência , conforme seja o tipo de embalagem adotada r~e l o e mbarcador, ou em função da ma ior ou menot ate nção e zêlo que ê le ou o consignatário dispensem a o embarque ou desembarque da mercadoria . O obje· tivo do tarifaçã o adicional foi, evidentemente, o de compeli r os segurado s negl igente s ou de scuidados, 001 e mbarcadores qu e ut:l :zem embalagens defic;entes t ins eguras , através da majcração das taxa s dos res· pectivo s seguros, a proporcionar maiore s cuidados • mc lhot• tratomcnto aos seus emborques, adotando pro· vidências capazes de minorar os prejuíz:os ou diminu ir a frequêncio dos sinistros .
u_n_u_n_•_•-•- -t-•-
C a pita l e Reservas m a ts de Cr$ 12.-lOO .UOO,OO
I I' I
sociedades,
fortuitos
viação terrestre ou aéreo) . ( 2) .
liN-•- - •-• - _..._...._._.,_ _.,_ ,_ ,,....,.,,_ ,._ ,._ _._, __
i I
firmas em
a
seguint e s :
médio
adicionais
.com-
apl icável
os segurados que, concom lfontemente,
duas
de
causados
re al , avario
entidades representativos das sociedades de seum
Tarifações
de deter -
ba stante
de
não
ximo, de dois em
seguros ,
resultados
seguros
sistemàticamente,
especiais ,
es p eciais
I . R. B.,
a
de
Pública,
situação excepcional
emprêsas
ao s
retem
total
diversas emprêsas que
firmas
cóvei s
prejuízo s
Companhias ' de
Govêrno,
Vi sand o
a~
marítima ;
não
a
17 . 7 -
serem
mercad ... rio s,
Estradas de Ferro, Ferr.> Carril
como a
minado !;
como
po stais .
ben >
com
quando ,
transpo rtado s por via
sejam
sub -ramas
Inversamente, poderão ser majoradas os taxas apli·
- . cascos d e embarcaçõe s e seu s pertence s e ac cs ~ ório s ,
demais
portes.
te ria e sel o s;
RUA DO CA R MO. 71-4° Andar RIO
-·--:, II
DE JANEIRO
Te'efones : 43-4958, 4.3-4959 e 43-3370 DIRETORIA: OCT.t 1'10
f'USDADA EM 1872
f 'EIII!EIRA NOVA L lOS~ AUGUSTO D'OLIVItliU. - OCTAl.IO FERREIRA NOVAL JUNIOR
~----·--- -·-·- -·-·-·-·-·- -·-·-·-----·-·-·-·-·-·-·-·-·-·-·- --- -·-
·--- -·-·-·-·-·-.....·-·-·-·- -·-·- -·- -·-·-·-·-·-·-·-·-·--·-..
S é d ~ : Rua
Brigade iro Tobi as, 356, 7.
0
andar
São Paulo 2.-7 1õl
f 2.-7 162.
TE L E FONE 5:
Coix o Posto! n .•
2. ~4
. A
2.-312.0 l 2.-7150 -
End . T e leo. "P O R5EGU RO N
CA PITAL SUBSCRITO E .HEALIZADO : Cr$ 10.000.000,00 O PER A EM FO GO -
TRANSPORTES
SE G U ROS
DE:
RESP . CIVIL - ACIDENTES PESSOAIS AERONAUTICOS
DIRETORI A:
}
Dr. J osé Alfredo Je Almeida Dr. José da Cunha Junior Vasco Santos
AUTOMOVEIS
Presiden te Vice-Presidente StJperintende nte
SUCURSAl R IO D E JA NEI RO - Av. Presidente Wilson 198, 2.•, s/201 / 202 - Te!. 42 -9 172
Representan tes nas seg uintes Ca pitais:I'O RTO ALEG RE CUR IT IBA FLORIANO PO LI S SALVA DOR RECI FE JO ÃO
PESSO A FO RTA LEZA BE L~ M
MANA US
.. --- -·- - -·-·-·- -·-·-·-·-·-··---......
...
._..
:Rt VISTA- · 0~ - · SEGU ROS
------------.-: ..· ...... -·-·-·-·-·-· . ;1
._._..._
217
-----~~.._..~ ,,_. , ,._. c, _....-c•.- c..-.c l -. t.._.c.._ ,,. _., .._., .._.~ c•._. ,~,...~ ~~--~•-- c ,....... ,.- ,,-,,- ,, - ,,._,,_.., !
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The H o me Gr
c o. II c o. I I I
lnsurance
A m. e r i c a n I n s .
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NEW
Sé de: FOGO -
I
Y O RK
T R ANSPOWfES -
I I I i I
RAMOS DIVERSOS
••• Cia. rmmobiliaria Financeira Amerrcana S. A. Corretores
Rio -
P ~ AÇA
São P aulo -
de ~ Seguros
i
em Geral
P l O X, 11 8, 8• e 9° anelares - (Ed if íc io do Banco l3oavista) CA I XA POSTAL 548 Rua 24 ele Maio, 250, 11 • anelar. -
Ii
Caixa P ostal 1865
i
I I i
I
I i
Ag e n te s nos prindpois E :s todo s d o Brãsil
_,_,, __n_,_ , _,___,,_ ,,_._ _ _ _,__,,_,_,_,_,_,_,_ ,_ ,_ ,_ ,_ ,,_ ,,_ ,,_ ,,_,,_ ,i
~lllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltliiiiiiiiiiiiCIIIIIIIIIUitllllllllllllltllllllllllllltllllll l llllllt l l li l ll l lll lltl l llllll~
1=-
"A PATRIARCA// : COMPANHIA
;::; !:::!
!:: !=====--
~= = "
§
DE
Capital Subscrito e Realizado . Aplicados em lmoveis e Titulos Sinistros pagos . • . • • . • • . Capital vinculado para garantia Reservas . . . . . . . . . . . .
SEGUROS GERAIS
. . . . . . . . de Renda. . . . . . . . . . das operações . . . . . . . .
Cr$ 10.000.000,00 Cr$ 8.730.725,00 Cr$ 16.490.462,20 Cr$ 5.000.000,00 Cr$ 3.215.533,00
OPERA EM SEGUROS DE: Aca·dentes Transportes Marítimos e Terrestres Pessoais - Responsabilidade Civil - Automoveis Aeronauticos
Fogo -
g ;:;
!=~"
~
"~==:
Séde : São Paulo ;. Rua Formosa, 409
ro
Caixa Postei, 207 • A -
T E L E .F O N E :
i-. =_
3 - 4 1 5 7
End. Telegrafico: • APATRIAR C A
»
~= -
0
Sucursal Rio de Janeiro - Rua do Rosario, 99 • 6 . andar Telefones: 23·5785, 23· 6235 e 23-6264
End. Telegrá fico:
• APATRIARCA
~
imllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllllt~lllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllll ltllllllllllllltllllnnE 218
NOVEMBRO
1950
11 Conferência I-le misférica de Seguros Gra ~ ns
ieulnr :e m e, lal t!P .ileiro
i1 t'XCPp<·ionnl gp n(ileza de nosso par amigo c eo lnbonttlor Dr. Angelo Ma.ri• • diretor gcrentf' ela Compa nhia .lnt<!l'llacioSegul'Os, P. quP fo i o delegado oficial hrn· à JII Con [crência H cmisféri P-n de Segu-
ros, realizada em Santiago do Chile, de 3 a 11 do mês de outubro p . passado, podemos da r aoH no. ·sos leitores um relato bastante circunstanciado P. sobretudo muito fie l do que ocorreu por ocasião da reunião dos líderes dl\s atividadeói ·e· guradoras dês te Hemisfério .
A d e legação bra si leira , por oca siã o da sessão inaugu ral da 3. • Confe rên cia
Hem is fé rica
H< •n lizo u-se em Sautiago do Chile nos dias 3 n. J 1. de outub.r o último a III Conferência Hemi>;férica de Seguros. Estiveram presentes delegados de 13 países <lo ro ntinente americano com 80 participantes . O Brasil PSt"<>ve representado p elos Sms . Angelr• l\1i't rio Crnw, delegr1do oficial, diretor·gerent·r <la Compr1n hia Intcmr1cional de Seguros, Alcimlo Brito, g<>rente geral da Cin.. Nacional de Seguros de Vida Siio Paulo, Antônio Mnrqu<>,., diretor du Cia. Nacionr1l dr SPguros de Vida Sul América, ClevPiand Botelho, chefe da Divisão Técnica do l. R . B. , Ray moncl Ça rrut, Diretor SuperintcndPnh• da Brasil, Cia. ele Seguros Gerais; c Álvaro •Ribeiro, Presidente da Cia. Nacionfll d·• SPguros Gerais A Inconfidênci a. A delegaçiio brasilcim sob a presidência do Dr. CPrne r etllliu ·se pam decidir a sua ação n;l Conferência, de acôrclo com as recomendações dos S in dicatos Bras ileiros de Seguros e ficou assentad a a representaçiío do Brasil no grupo de discnssõrs tle Temas Gerais, pelo Sr . A lcindo Brito; no grupo Vidn, p elo Sr . Antônio Marquez.; 110 grupo Incêndio, p elo Sr . R.uymond Cnrrut; RE VI STA
DE
SEGU ROS
de
Segu ro s.
no grupo Transportes, pelo Sr. Cleveland Bote· lho e no grupo Responsabilidade Civil e Outros, pelo Sr. Álvaro Ribeiro. Como o Sr. Angelo Mário Cerne foi indicado paru presidir o grupo de Responsabilidade Civil e outros, organizou êlc a eguinte agenda: AGENDA para o Gl'llpo de Di~cussão ~Ôlll·c 0:; Seguros de Responsabilidade Civil e R.amos Diversos Terceira Conferência Hemisféricn de Seguros Smltiago do Chile, 3-J O de outubro de 1950.
1.
2.
Ramos de seg~wos a se1·em discutidos: 1) Acidentes elo Trabalho 2) Seguros de Automóveis 3) Seguros Aeronáuticos 4) Responsabilidaae Civil. S ·ugestõe8 de pontos a se·rem discutúlos : ACIDENTES DO TRABALHO: a) O seguro de A üidentes do 'I'rabülho é um seguro de responsabilidade específica do patrão, vis-à· vis o seu empregudo e ui'w 219
b)
<')
HESPONSABJL1DAJ>E ClVl L:
'm n seguro social ; A ;wsponsabilidaclr ciYi l tlo pntriio, qn·mtdo proYado tlolc; sru ou dr sNI J)I'C'J ,;,;to, por acidente o.fritlo por sc•n <·mprrga(lo além do limite da intlrnizaçiio tlo Ac·itlf'ttte do Trabalho; Medidas que drvPm srr to mndn s pnra l'VÍhtr n r.rrscrn1c• in1.erfPrÍ'nc·ia gm·,: rnnmrntnl no ramo dP srg nros co ntra Acidr t1tPs elo Trahallto.
:t )
O pmhl <'mn ela J"f'Srl'Vn tle s i11i stros, tor·
nndo pr1thcnrncntc in~hívc•l, tlinntP do pntzo enorm e qnc, tt>ori<'flm<•nh\ nssist~ ;,~ vítimns pnra apresrntnn•m SIHI re· t•btmac;iío, <le ncônlo com alg urn:ts leg is· l:t ~ÕPs s nl-an tet;ea nn s <•, tamht~m, :1 de· mora nos julgamento~;
f>, delegaçõo b ra si leira ao lado do Exm c . Sr. Embaixador do Bra si l e Exma. Sra . Barbo sa Carneiro, em Santiago do Chile .
SEGUROS DE AuTOl\16\"EIS: da cláusu la "knoc·k-iorknock" nas Jiquilla ÇÕl',.; ,]r sPg-uros cll' Automóveis; h J A,; vantagens e clcs ,·antng·pns do s<'gnro compreensivo r~,; Automón•is; ,. ) O problcmn da liquidaç.iío dr s inistros, principalmente nos países ondr lní cs•·assrz tle imp01·tac:fio d<• sohrrssaiPntrs :1)
h)
A aplicaçii.o
<·)
3.
St•g uro (·umpnl.,ório aos Vf'Ít-Ulos a mo· 1or. H,<•sttl1 a dos, tPntlênrins <' sugestões orinml<Js d:t -; ua aplitn <;ií o 11os Est.Hclo. Un idos; l~s hHlo!:; pnra fnc-i li1 Hr 11 obtrnçiio de• n•ss<•gm·us, 1c•n•'o rtn vistn ser um rnmo mul1 ifonnr <' mudo pri"so o ri sr·n its eon1in g-i:• nciHs lo<·ai,; .
Semi111írio : 1 -
SfW l ' HO S AERONÃUTlCOS: a) h) r)
Possib ilidnde L' YinhilidadP dr "pool s '' Arron:íuticos no N>n1 inrn1<'; Os prós e contras da grnernlir.n~iío Llos srguros dr "1-ickl'ts'' ; A iuclusiío compulsórin do risco dt• vi11 ·· gens nt!ren s rm linhns n•g nlnrrs, S<' lll sô · hrctaxa parn o s<'guro dP ncitlctürs JH's· SOf\ lS .
220
J"l -
Oportunitlndrs ,·omPr<·iflts: n) Qua l o mrrcn<lo po1<•n<"inl nos dif"Nrn1 <'s p!IÍsPs p:nn <·adn Ulllll dns c·nh•gorins clP srguros 'l h ) A tr qw• ponto j:'t for am êssrs me>n·adoo.; ocupndo::; prlo s<'g-nro I c·) Co mo numrntnr ns opPrac:õrs rlo seguro'? Ü!JOSit:iio elas rumpn nliins privnclns de srguros ~~ crrs(·Pnh• intrrfrrênrin govrrnrulwntn l, a Pxcessos de impostos, à não concessão clr dimhio para rcsNOVEMBRO
1950
sPgurus ou llHlPnizaçõcs, l'tc. As n•ln~iin;; .J,J púi>lit·o P dos sl'f; lll"ll" dos wm a compflltliia seguradora. 1\ Íll1JJorti\neia de se tratnrrm rqnitat.i· vnml'tÜ(• os ~egurndos, de se fomenta· rPm os anúncios das emp1·êsas, de se propon:io nn 1 rm aos srg-nrndos outro, sPJTi<;os além de inclenizn<;iiPs e pn· g·a mrntos d0 s<'gnros, tais eomo rs· forç;ns pm·u se controlaren t ou redu· ztn•m os danos.
lli -
..1.
Lillff tlisf'''"'·"'·r7o: 1
o,
delegados da Argen tina, Bra sil , Bolívia , Equador, Panamá, Venezuela t: a secretário da 3. 11 Conferêncio H emisférica de . S eg uro~ .
O Sr. Alrindo Brito leu um hrillmntc trn· bHlho sÔIH'r a "Liht>rdade ou o Aniqui lamento dG SPgnro Privndu" que Yai ndiante publicado. O Sr. Antônio MarquPz, tnmbém, apn•sf'n· tou uma propostn 110 grupo ele d iscussão Vida, a saber : "lin iformizn çií.tl d(' Contratos l' Çursos lm:· "trutivo:;. ''l' ma H·z que ns cliíu:;u lns tlns npólitrs elos '';;egnros dt• \·ida, ncloladas pcln:s <:ompanhias ~ii• ''uni\·rr;;ais, (' qur as tarifas do · plflnos cliíssi •·• "siio mais ou mrnos iguais Jmvf'nd u pl'qnrnn,; di"frn·n~as enlrP ns diversns companltin;; que opr"rmn num mPsmo país, já que ns t:ílmas dP mor "tn lidadr usadas estão de acôrdo (' Oill as n•sp!-'t:"tints lris " ns fórmu la:; ahuuiais siío gera lmentP "ns mrsmns: porqur ni'w srgtwm as tompanltias "o mPsmo rrit-(>rio no tu<·antt• aos l'Ontratos dos "Ag<'ntrs~
"Com i:sro r ednzÍl"sc·in a proporções míni "mm; o múu hábito de transferência cll• Agcntt': ' ·ele unta ou outra companllia (sejn ou não por "i ni cültiva do próprio produtor) influindo faREVISTA
DE
SEGUROS
"\·oràyelmentc nu eu,;to da ]Jl'o(luc;~o, na (·fttlnei ''dn .lo dos seguros, nns relações entre as !'OmJm"nltias do mes111o ramo e finalnwnLc IHJ servi ço "ele que o segurado é credor . "Assim sugiro: "1." - Qur se adotP rm 1·nda pnís do " ltcmisfl>rio nm eoJl tmt o uniformr, co ntPn"do a c::;cala dP comisstit'S que ""ja previa· "men te aceita por tôdas as companhias. "rom a colnhornção tk seus r rspectivoli "ntuiírios e sens assessori's jurídicos. "2." - qur se institàam cursos complf'·
·'t.os sô brr o s<•guro d<' Yida !' Mien profis· "sional nos órgãos rPprrsPntnt.ivos das "comparwias, ch:1mem ·sr rstas nssorin<;ões, "sindi catos, com ités do srgumdorrs, etc . , "para que tôtb e qualquer companlria possn "n<'les inseren·r os seus agent·rs, fi medida "c1uc os vai r<'crutando. "Com isto ronseguir-se-i a uma uniformiza ~ "ção de orit-'111-ação c normas de trabnlho com "grandrs benefícios para. tôdas ns rompn· "n liias P principnlmentf' o público". O Sr. Clc\·elnnd de Anc!J:aclr Botelho, em <:onjunto com o Sr. Alfredo Cal'los Pestmta JT_, fêz um trabnll10 intitulado "A inclusão compu!· sória d(• vingPns aéreas em linhas r egularrs, sPm .-;obr<'tnxa, 110 ·eguro de acidentes pessoais r de! \-ida", tt>se qur fo i publicada na Revista do I.l't.B. de• outubro último . Além dêsse trabalho, o Bnr s il lPvou uma tese sôbrc a "lndenizaçiio ele Dii·eito Comum nos casos ele Acidentes do Trabalho", <1o Dr. .JOl'gl' Mouri'í.o, advogado da Cia. Inter· Jtacional de Seguros, publicado na REVISTA DE SEGUROS, no número ele setembro. '2:.21
se nhores dekgntlo~, detcnniunda por su11. técnic11, U discurso iunuguhtl do Ministro da Fazenpor sua t'XpPriência e por sul\ lealdndc prul"is;; iu da dó Chilr, fi.xou com proprie!lrttlt• " t·limn pn>· na!, ]Jmduz ir:'t o» esplêndido:; resultados t{llC iroa· ulissor em que ~c procc sou a JU Conie rên~:i. : g inaram seus organizadores c que nús dest' janw~ Hemisférica. As paln.Hns de S . .ExrPlência fô vigorosnmcnte, impulsionados pelo propósito d~ mm as seguint e· : aY:w<;ur sempr e 110 cnmi nho du progTessu. "Seubor - Prrs iclcnt"c, Scnltort•s Delrgatlo~. Desde que a instituiçií.o <lo seguro pôs Pm pviltcitt!ro a VV . SS . , com grata emo~ãu, a;; dênc·ia sua n eccssítria c va liosa COO}Wm<;iío ao tlt·· ~Rudaçõc:; do Uovêr11o c for mulo votos para q u• ' senvolvimento tlo podrr econômico dos pm·os, a <•:;tadia em nosso p:1Ís dos senhores dcl<·gadus chamou a atençiio interessada dos GoYêmos. ~o~~~tran g·c im s seja agmdúvel c estimu le o sc ntinH!rt O do Chilt·, Pm c·njo nnmc tenho a honra tl e to d<• conrmternizat;::ío continental que no. satHlar VV . SS. <' tlar mui cordia is hôas-vi ntlns auirnn.''. aos senltorrs d<•lPgntlos Psirnngeiros, tPvt' P tPm Outros discursos ;mportantl's furam o:; pro· para com PSSH . fort c a in 1·a tw:t do progn•sso n ntttH' i:ulo:; pelo Presidente da Conferência, Sr. preocupaçfio que merecem ns g r:l11d e~-; proiJ it> tn:ts . Lui z 1\: appés e pelo Se~:retúriu l'<·rtn<tllCnte, Sr. de intcrêsses da colcti vid:,dt•. A . L. Kirkpattick, que serão lran se ri!os neo;tf Temos uma !ri que propici ou iodos o~ nwio,.; rdmwro da H.evista. para proteger o seguro prinulo, aumentando-lhe A organi,,a t:ão da ContPrência f"oi perfeita. 9 prrstígio e :wclerando seu dt'Sl'lll·oh"imenio . () O l>t•lt•gndo Cltil eno, Pro f. J org-t• Bnnde e os pro]Jflsito nacionalista clt>ssn lt>i n•,;t•ryuu êsic co· d<'mn is J~entbro:; do Conüté 'l~xl'rut il'o, drpois 111Í>rC"io à::; Compnnhias chilt'nas, porÍ>m niío qui ' t•lci t.os clirig<·nt.<·,; dn. Conferência, roram incansÍt •m·luir ns Companllias cst rnngcirn,; t[LlC já S(' vcis <·om os dt>!t·gndos em gt•ntileza::; !', por uuiro acltHYH.Jn esiabt>lecidas no país r ns dl'ixou l'Jll plr·· ~:Hio, organiznn11n ulll :-:t~n·ir;o de secretaria, re· uo t· xt•r<:Ício das faculdadt's qnP pos::;uiam. dat;ií.o dt> atas, dislriiJui<;ií.o de tralmlhos, inforl.n:l<;Õt>S nos pnrtit·ipan(t>s, <', uulros detalhe:; de A interven<;ão do E s!n do ex<·n·idn por nwio urganizaçiío intNna <lo tollt· lnvc que merec~rnm dn f:iuperintcndênt·ia tle Compnnltins de St·g nro~, os maiorPs lrntvon•:; . i:>ueiedades AllÔnima,; c Boba. · de Cm nvrtio, t>shí Os <lema is grupos tlc dis,·ussÕ<•s tivcrant a dnndo os bons rt>sultnd u::; qm• Lleln t>spPron o ll·presidência de ltouwns já conhecidos c de noYo~ gislador. Longe de coagir a inir:iatint dos sc110mcs no seguro hr·misU·rico a suher : Grupo lw g·urntlure:;, estimula·n t:oopc1·amlo com ela 110 ps· 'êndio: Carlos Urnndjt>an, dPicgado argentino < t.ndn dos novos planos de prott>çiío exigidos pelo autor de um bom trabalho sôbrc lucros ccssnn· progresso das i mlústrias e p elas variadas formas tPS c H.oland lVlattlt(•is, deiPgado venezuelano I' ,la distribuiçiío dos produtos. Vigin o cumpri · autor de uma nova rctln<;iío, mais comprcensi1·n, me11to estrito da::; exigências téeni eas do seguro, da apólic<' dt• trnnsport·c nn has<' da apólice itr impõe a taxa dos prêmios mediante prévia análise minuciosa do:; fatô1es que a compõem; con· g lêsa; grupo Transportes: John Byrnc, Prcsi· dente da Associação rle Srguradores Marítimos trola a inversão dos capitais c H'senns com o Nortr-Amcricnnos c nome C"OnhP<: ido inh•rn ncioobjetivo de sua solidez c devida disponibilidade; J<a)mPntp e Arturo CosLa, da J)plega<;i"w l\1exit•n· atende à clareza c bôa fé na 1·edação das apólice~ na, um dos mais concPituados tr<·ni<·os nwx irnn ·:; c, em geral, prot:ura t[LIC 0ste ramo de comércio cn1 matéria de resseguro; Grupo Vida: Salvador func ione e se apre:;cnte eomo um protetor dos bens expostos ao sinistro. A Superintendência Ct11,1pcnn, del<•gado mexit·atw, hrilltnnte ndvog1Hl<> está colocada entre o segnraclor e segurado como c s ~·g urador daqurle p .:1 Ís u Vitor L"ngrr, da Defiador de equidade e garantia de :;olvência. legação Norte •Ameri t:{t nn, al:llnado técn,i~o de V i <la., do mercado amPntllllO corno t•o tdt!'C<'dor do Quiz também a lei regularizar em formn nt· 111<'1 cndo externo; Gru [AJ Lilwnla<l<• de St•gnros cional a exportação de prêmios,- s ubordinando· :\ c 1 cmns Gera is: J urge l ~andP, dPIPgado Chileno, ao justo princípio da r~ciprocidade c aparelhando-nos com a Caixa Resseguradora do Chile, de cuju nome já f. famoso pelo que t t•m f Pito pelo srguro privado, tendo proferido uma magníficn cujos resultados estamos amplamente satisfeitos. Suas características de empTêsa comercin l autôpal.·st ra sôbrc ."0 SPguro Prin1<lo, o hom senti· noma dirigida pela administração ma,joTiiiiria da ~ do, a liberdade c a ordem" c Carlos Echcverri A ••,;PI, de legado co lomb;ano, ,·clhu t' emrrito se· Companhias de Seguros do País, que sitO seu-; guraclor em seu país. Foi co·prPsidt•flh• rom o acprincipais proprietários, pcrmitirnm· Jhe crescer Jpgado brf!silciro no Grupo de HP;,poll»ahil idadc c em poder econômico e em prestígio naeional e <•s· Outros, o Sr. A1turo Edwarcls, n lho segurador trangeiro, como muitos de VV. SS. podPn: atestar. chileno e p<'rkncentc a nma tradiciona l família dr Explica-se, pois, que o Govêmo da Reptlbliseguradores claqtwlc país. S.S ., nll-m <lc conlteerdOJ ca atribua grande importância a esta Conff'l"f>n· da mntf.ria, foi o f idal>;"o prcs ident·e ela comissil•> r ência. Está certo de que a alta compreensão dos ck recepção . J
22.2
N O YEM,BRO
1950
As principais resoluções tomadas fôram a GHrta ela Declaração ele Princípios da Conferêncit Hemisférica de Seguros, e a creação da Comi;são de Fomento e Desenvolvimento do Segtr ro, para a qual fô ram dei tos o Dr. Angelo Mtí Ú• Cerne, Sr. J ohn Diemancl, de l<'gauo norte-amer:.~ ano c, como Presidente, o Prof. Jorge Banuc . Estas resoluções P outras ele maior importância, ltmbém, publicamos nesta R evista. Os seguradores de V ida foram muito ativos; ::obrctudo devido à Comissão Chilena de Seguradores de Vida, que, muito trabalharam, liderados pelo já conhecido segnrador chileno, Daniel Barrios. A sessão de cncerr·1mcnto foi r ealir.ada, tam hém, <:om a mesma pompa da inaugural, com a presença de Mini stros de Estado daquele paí,; amigo, c foi clrsig naclo 1)ara falar pelos r epresen tantes estrangeiros o Sr. Angelo Mário Ccl'llr, rujo discurso transcrevemos noutro lugar . A parte social foi muito intensa e agradárei. Os chil<•nos foram amab ilíssimos. Estão de parabens os seguradores do continente a mericano pelo êxito de mais uma confc · rência; os seu;; trabalhos e as amizades esta belecidas, já são moti1·os dé estudo c cornentúrio nos círculos tradicionais de seguro, como acontf'CC'P êstc ano em Eastboume, Ing laterra, du rante n reunião do Consêlho D irctor da famosa U nion Internacionale eles Ass ureurs M:aritimes.
já qu" o usa dessa faculdade tem o seu limite racional na
livre
do
deve
seguros,
porque tal
em
obrigação
Os
rep rese ntantes das
Hemisf é rica O!'
13 de
princípios
minarão ~lema,
Seguros
que
sua
das
nações se
futura
d eclaram,
enunciam ação
relacionados
Instituições
reunidas
e
com
a
na
Portanto, devem
de
po sição
suas
ou
com
a
seguradoras.
pactuar
contratos seg~rador,
determinado
desvirtua o caráter essencialmente
as
ter suo
relações
origem
entre
no
segurado
e
segurado!
desejo das partes e não
nO"
111 - · SUPERVIGILÂNCIA DO ESTADO Reconhece -se que o Estado, como fi scalizador das operações de Seguros , presta serviços úteis. Sua ação de fiscalisação
dá
garantias
ao
público,
em
relação com
a eficiência técnica e solvência financeira das entidades
seguradoras, diminue os
efeitos
do
desigualdade eco-
nômica das partes contratantes ' e garante o cumprimento·
f iel
das
obrigações
recíprocas
Essa
fiscalização
do
segurado
e
segu·
radol' .
repartições
ser
discreta,
servidas
por
adestrados,
competentes
e
técnicament e
desligados da IV -
deve
especializados,
e xe rcida
por
funcionários completamente
pol ít ica.
SEGURO SOCIAL O Seguro Social operado pelo Estado e o Seguro
Individual
exercido
pela s
emprêsas
privadas
se
com -
plementam e não se contrapõem . Compete ao primeiro contra
perdas
subsistência
às
o campo
sua
exclusivo
de
rendas
classes
previsão . do
individuais
incapazes Além
Seguro
de
o
mínimo
comprar,
dêstes
limites
po r fica
Privado.
Conferência
maneiro
seguir
de
entidades
mandato soberano do Estado.
do
privada s 111
as
obrigado
geral
meio s próprio s,
Seguros
entre
ser
de bôa fé , qu e é a base de todo seguro .
segura.·
DECLARAÇÃO DE PRINCIPIOS
concorrência
Ninguem
e
sol e ne,
que
perante
os
V -
TRIBUTAÇÃO E POPULARIZAÇÃO DO SEGURO
dete r-
Sendo a Inst itui çã o do Seguro Privado um dos veÍ ·
pro culos
atividades :
mais
fortes
do
progre sso
da
previ sã o
nacional j
tôda tributação que af e te as emprêsas de seguros deve GARANTIAS
PARA
O
SEGURO
PRIVADO
NAS
subordinar-se
à
finalidade
p rimordial
e
suprema
de
todo Estado , que é a de levar os benefícios do seguro
AMÉRICAS
ao maior número de camadas da população. A'
atividades
de
exercida'
par
vendo - se
sem
entraves
provado
que
o
necessidades tem
sido, é
seguros
entidades que
de
de ou
caráter
restrições,
melhor
previsão
devem
serve
das
continuar sendo
Privado,
desenvol·
VI -
CONVERGÊNCIA
DE
INTERESSES
NAS
AMÉRICAS
já que está com -
para
as
populações
O Seguro Privado é uma instituição de caráter , no -
cre scentes americanas
e será, o de livre emprêsa em seguro.
tOriamente
internacional.
Seu
desenvolvimento
tem
sido
se me l hante nos povos americanos, não obstante o grá~.:~ do seu desen volv ime nto ter sido maior em algumas na-
11 -· SEGURO
ções e me nor e m outras . Seus
VOLUNTÁRIO
suas tarefas Tôdq atividade de segura deve basear-se nas leis
problemas são idênticos,
si milare s e suas inquietações iguais.
Por-
tanta, devem e nfrentar o futuro unindo seus esforços .
técnicas do S<;gura, cuja essênci_a é que cada um con· tr!búa d _e acôrdo . com o prê!T'io, na proporção da res·
VIl -
INTERCÂMBIO
ponsabilidade que seja atribuida ao segurador. As Com · panhias de Seguros, por sua vez, devem ter a liberdade do assumir ou
REVISTA
DE
não o s riscos que lhes são SEGUROS
oferecidos ~
Para Seguro s
qu e
êste
Americana
futuro se
comum
transfo~me
da em
Instituição realidade
de prá ·
xima, declara-se, como desejo veemente de st a fer~ncia
Hemi sfé rica
de
Nacionais de Seguros
Sleguros,
que
mantenham
as
111 Con-
Instituições
es treit o contacto, pro-
rão se reunind'o em futuro s Conferê ncia s, em Prazo~
n6o
inf eri ores
pro-
a
dois
a·no s,
comuns
bl emas
e
para
para
deliberar
unificar
sObre
suo
seus
ac:;,õo
conjunta,
movam o intercâmbio de informações e experiências téc -
amoldando -o, de formo flexível , aos re qui si to s da é poca
nicas, tendam a unificar as açõ es prática s e leqais . at é
e da s circunstâncias.
ondn
seja
naci onal,
toso
com o
diri~ente s,
dos
recíprocos
seguro~
so
compatível p romovam
possa
seus
costumes
conhecimento
e f e tuem
pactos
aore se ntar
na
leqis lacão e
bilaterais
todo
e
e
pe ssoal
cooperação
amis-
de
rec:-
impedimento
aue
cada
vês
maior
e mais ampla . VIII
-
ENSINO
DO
SEGURO
XII - · ORGANIZAÇÃO Declaram, ainda, que as normas acima substituirão,
por oro, todo propós ito de aplicar ou pôr em vigor uma Constituição
ou
dn
Comércio
seu
caráter
Estatuto
dos de
esc rito ,
Estados
Secretario
em
Câmara
Wa shi ngton, em
Permanent e
dos
consecução do s objetivos
Hemis féricos , a
à
confiando
Unido s,
Conferências
menci c nados e
o necessária orientação das lnstit.uiçõ es Naciona :s de SeParo
as
é
cedente,
Isto
a
educação
tenham se
nos
e nsino
universitário
que,
com
pela
seguros
de
dos
rela çã o
consegue
Ciência s
e nunciadas
em
de indi s pensável
também
"' · proceda mente
finalidades
o
inclusão
pelo
pre-
necessidade
que
direta
de
i~direto
ou
conhecimentos
e
guros
por
de
assegurar
contido s
SANTIAGO
o
na
p rev al ecime nto p rese nt e
DO CHILE ,
11
de
um
proferido
cursos
pelo
111
guros,
tes
encerramento .
IX -
noções
EXTENSÃO
americanos.
DOS
« Meu s
LIMITES DA POSSIBILIDADE DO
se
dinâmica
extender
bilidade
de
Americano
a
seguro
na
amplos
setores
é
d os
prot eção
modo
limitações que,
serão
ho je em
essenciol-
mai s
limites
da
efetiva,
contra
os
dia
sentido ver-
gradu almente ,
técnica, o
direito
si tiv o e as possibilidades financeiras impõem
ris -
os po -
ao d esen-
!>en h ores.
por
Esta
te rra,
Fomo s
guro'
separadamente
caráter inteo·nocionol
aberta
In stituições Americano s de Sesâbre
não significa, de nenhum
a
A tc3das
do
In stituição as
seguro,
se us
modo, a
nem
Americano
iniciativa s que
problemas negação do
é uma asp iraçã o de
vêm
Seguros
Esta
prova
de
outros con·
XI - · FUTURAS CONFER~NCIAS
1756
tem
o
do
missão
inaugurava
suo
o
Uni -
tradição glorioso
os
Chilenos,
d es de
cê do , trataram
sua cultura à part e da velha Un iversi dade
Ameri cano, cobre-no s de respeito e admiração pelo que ouvimos
A
e
apreciamo s
nes te s
poucos
dias
que
terra s Chilenas .
impon ê ncia
do
natureza
brava
e
altivo
dêstes
no
que
está
do
independência
Chilena,
o<ima
exposto,
reunidos
no
os
111
Ins -
Con -
fÕréncio Hemisférico de Segu ros , declaram que continua -
quando,
a in da
na
batalho de Maipú, o grande G e nera l Son Mortin dizia ao
bravo
não
General
olv idari a
Be rna rd o
jamai s-
o
O ' Higg ins
nome
nc• dia d e hoje, se ap resen to Realment e, Chileno,
O ' Hi ggins,
ape sa r
de
do
gravemente
últimor.
fôrça s,
bater-se
pelo
p-átrio,
se rvindo
como
exempl o
a
sobretud o ,
de
que
qualq uer momento,
O
Senhor
o ao
Ministro,
honro
que
i lu stre
poro o
o
amo: que o s Chilenos devotam
Americanos de Seguro s,
,
de
d 11 lima, muito antes dout ras do nosso Continente Sul-
e, Inspirados
Se-
realizado em Santiago do
em
já
f'eli p e,
de que
dn formar a
está
tinentes .
tituições
e ncarregados
de
sessão
Ande' soberbos serve de moldura condigno às pág inos
de que os
deliberam
autárq uico .
da
d o p uje nte s intel ec tuai s, o po r d e brilhantes patriota s.
heróica!i
comuns
qu e
versidade de Son
COOPERAÇÃO COM O SEGURO DE OUTRO!> CONTINENTES foto
Hemisférica
ocasião
Contrabalanço o gravidade do missão o honra da
pos sam o s em
O
Maria
distinção .
vimos,
volvim ent o do seguro.
X
Angelo
Chile.
no mais
mais variados
eliminados, dia , o
possi-
tonto
abrangendo cada
da s populaçõe s, quanto no
outorgando
Dêste
formo
seja,
Seguro
Con sequ e ntem e nte , deve
ampliação
horizontal , ou
cos .
do
e progres sis ta.
para
se ntido
tical,
Dr.
Conferência
Hemi sfé rico d e Seguros, 'óro In stituição
menfn
1950,
d o falar por ocasião do en ce rramento do 3 ' Conferê ncia
SEGURO
A
Outubro de
Cerne, Delegado Oficial do Brasil à
de Seguros e pelo intercâmbio de empregados e estudanos
dos
DISCURSO
das
de aperfeiçoamento técnico poro empregados e agentes
entre
contínuo
declaração.
de
independente
estabelecimento
paro
principia s
Segurodo ;o.
e. secundários,
sistemático
Seguros ,
o
Instituição
Primórias
escolas
todo
nome
ferido,
veio,
independência vivi do
do
ao direito à nacional
nacional com
suas
de
sua
arraigado liberdade
se sobrepõe,
pessoal .
repre senta
guardo co ndignamente as tradições
Chile
batalha » .
grand e
interêsse
«o
inválido que,
o
Govêrno,
quo
históricas do Chile,
t<IOVEMBRO
1950
que sempre é o primeiro o dor o brado necessÓrio
prêsa . Mas, a tal direito corres ponde, como de prb ltê,
para
um a lt o e in'sofismável d ever .
a
salvaguarda
da
liberdade
e
da
democracia ,
como at é há pouco vimo s, por ocasião da últ ima con flagração nõc~
mundial,
podemos
portanto,
deixar de
impressionam
a
respondendo a
nos
qualquer
fixar nestes
um:
o
Excia _,
quadros , que
à
amor
V.
sua
e m con sequência,
Em
paz
vieram
nistro ; vieram
perto
vossa
por duas razões:
êsses
si d c• os
reunir - se em
ma iores
contribuintes
~sta
terra, Senhor Mi-
do
sentir
seguro, que
para
os
em
chega:
Delegação
a
teses
d ·
e
ch efiada figura
cidade com
e
nosso
Nos
de
Chilena , com
trabalho s
pelo
Hamel .
na
1946
trabalhos
balho
trabalhos
saindo-se a
grande figura
os
seguradores
buscando,
de
na
economia
privada
das
lamo '' com V. Excia . Portanto,
pa sta
cheia
no ~
delegação ,
tem
Armando
sempre
do professor Jorge Bonde . americanos,
Senhor
foi
Ministro ,
estudiosos
da
matéria
e,
portanto ,
í.umanidade
/,
outro
pról
da
sem
defesa
dos
seguro,
mais
padrão
dos
presta :
a
cJ ,,
razão
dizer,
do
pátr;a, Jaãa
) id e nt...· dCJ C . nselho asseverou
ciativa
privada » .
No
s•
do n...,
na
a
livre
Um
dos
em
iniciativa . representa
que
A mér:c: a
é
pronuncioy
o
no
da
; .;, Jment ~
Santos ,
tuição,
nomes
atual
Pre ·
pó tr:a
sessão
da
ini-
inau g ural
as si m justificou,
numa
de
preci ê ncia
circuns idéio
de
Seria
de
incompreensão,
crise
pela
domínio,
seJ a
qual
fôr
e da cautela , porque lidam contra
os
gurados , com(J
ben s daqueles
para,
em
tempo
dissemo s,
porqu ~
lista com a
a
confiam
a
na
sua
distribu í -los
sinistros; os
do
insti-
ao s
se ·
seguradores,
aproximação
incompatibilidade
dessa
crise,
regime
sacia-
liberdade individual e há tempos vê m se
paro
cimento s,
prepararem
fazerem
inst1tU1ÇÕO
tornarem
uma
superior
troco
a
defesa
contra
daquel es
menos
avisados
para , na un ião • su
dos
sentiram
sabiam
reunind <J
suu
que
próprio,
no s pagamentos
as
de
conhe -
investidas e,
à
finalmente,
na defe sa do s seus interês ses comuns,
cada
vez
d(J que,
para
muitos,
no colon ização e na subsequente eman-
ma .
para
aqueles
Nossa
da vem
luz
imaginação
é
ge -
pelo s -feitos do hemisfério norte
muito se lutou
a
momento qu e atrave ss amo s
Crise
porfia
o
sempre
Cont inente . No entretanto , neste setor mais ao sul,
também
estas
lógica
paí s, Professar Annibal Fre ire :
à
mais atraída
e
in -
congratu -
sobressaltos » .
tido da nistram
grandes
realizações
nem
latina.
O
Govê rno ,
nas
tôdas
acertada
Chile .
iniciativa
porção
sôbre
o
que
mai s fortes .
Os seguradores , poi s, andavam bem avisado s quan -
as
americano ,
algum ,
pelo
e
pri-
o .; azares no mundo e, por outro lado, zelam e adm i-
conceito :
recordamo s
solo
se pa ss ou
cipaçã o
de
seu
foi
atrave ss a .
crise o
ri gores
O
pode
o
no
m? do
labutaram iniciativa
colorido que lhe emprestemos, ela a í está , nos seus
um
iniciativa
Daudt de Oliveira, «o
c.dade
síntese, « Ouand v
d ~,..
livre
outro ,
que
justa,
Reun ião Ple nária do referida Cons el ho, rea lizad"
priv ada que:
cruzada e
lnt eramericano de Comércio e Pro -
q ue
d iscur se.,
Bra si l,
feli :.:
que
nossa
da
qualquer
da
Assim , os seguradores, devem possuir o sexto sen ·
heróica
princípios
que
coletividade .
duç3 o,
na
modéstia,
benefícios
uma
min ha
baseia - se
aqu i
de desnível entre os riqueza s e os me io s de sua uti -
levantado bem alto o nome do Chile . podemo s
no
que égide
ilusório tentar ocultar os contornos da situação que a
J,zação ,
grandes
com -
« Em tôda s as épocas se apontaram crises.
u
os
de
bem descrito por um Ministro da Suprema Tribunal
nêst ü setor de atividade 5Íd<.t
como
Federal d e meu
tinham que d izer ao Govêrno dêste grande país , que profissional , os chilenos têm
esta
ponderando
vimos
reuniri}10S
tido
í mpar a atuação da delegação chilena, sobres-
Portanto ,
não
vada ,
terferi :
sua
po'steriores ,
p ion e iros sob
têm
tóncios ,
companheiro
dê stes vivem ,
vimos
lúzida
i nvestid a s
continental
quadro Iam bé m teve o seu d esenrolar nêste
ainda
York ,
uma
saudoso
Cu
resis ti r
man eira
vida » .
árduo
aqui
Nova a
nossa
gran d e país.
Conferência s Hem isféricos de Seguros; desde a Prime ira,
re alizada
am e ricano s cab e
da
O s progress o s que aqui vemos são frutos do tra -
o primeiro, para
grandes obreiros
pree nde: a
universal .
boa hora, pois , os seguradores do hemisfério
omericono
d"
o amor à
povo s
destru ição
cultura;
o amor à suo pátria e, além disto, o amor à liberdad e e~
Ao :.
d«
mantiveram,
ôngul" corrente
lidadu
mais do
como
vêm
mantendo,
representam que
genérico,
observam
constituem
mundo moderno .
econômica
um
é
A
êstes
congre ssos
interêsse as
uma
platôn ico ,
causas
de
um
necessidade
d e·
característica
focalizada
pela
da
atua -
competição
im-
pela
posse do território, pelo
piedasc;, resultando daí o incalculável progresso.
desbravamento das florestas,
para galgar as serras e
.falare s levam as atividades nacionais de cada país a
vence.· os
rios,
nalidades. -· ~
ou,
a
nacio -
so
Não foi apenas o machado a conquistador
ou
como
para
querem
formação
alguns ,
o
defesa
destruidor
das
de
riqueza s
tiva i
de
do
africano,
invasão
e
e
vieram
dos
que
da · imigração .
nizador o vitorioso e , portanto, a A
Am érica
título de
REVI~TA
DE
tôda
reduto
pode
ficaram
das Foi
iniciati va
o
colo -
privada .
reivindicar, por conseguinte,
histórica do espírito da
SEGUROS
tenta ·
livre em -
projetarem
sai.•
do saio - , mas o braço do espanhol , do português ,
d<..• ín d io,
o
e
dos
limites
nosso s qu~
pelo
mundo
aproveitamento .
não
de
problemas
seja
O
afóra nós
nossas
num
considerado
· privadC! meramente á p itali sta
Daí
para
seu
terreno
o
maior êxito
seguradores
fronteiras ,
têrmos
para
superior,
interêsse
Êstes
da
de
tratarmos
afim
de
segurador
retribui ção de uma atividade ca -
comum . Seguro, Senhor Ministro , coma
V.
Excia .
bem
demonstrou saber, é essencialmente universal, procurando
225
a l~ ng'ir
o
n'áxi mo
luição
do
ri sco.
da
sua . ex pan são
A liá s,
a
ês te
para
di -
perfeita
res p eito
já
aponta -
moc. qu e: «0 c; uém, nem
negócio ne m de
do
de
seg uro
grandes
nacionai s
nem
é
não
nem
de
de
privilégio d e
nin -
pequena s companhia s,
estrangeiras,
porqu e,
ne-
nhuma d e las, d e per si, pod e re te r todos as seg ura s .
r.·
preci so «0
ou
se
Pod e m- se
automó ve is,
químico roupa
su
entre
ex tingu e com
r~cí v el.
po.·
dividir
si » .
seguro não é uma
sub stituir carne
org â nico, feita
a
com
su bstitui » .
instituição qu e se modifica
o tempo,
é
animal
roupa
ma téria
uma
carros por
feita
um
de
plá sti ca,
(Conferê ncia
in stituição
puxado s a outro
lã
ou
mo s,
sôbre
a
impe cavalos
produto
f ibra s por
o
segu ro
não
« Atualidade
da
Segura » , prof e rida P"lo Dr. A. M . Ce rn e no Sindi ca to d~
Seg uradores do Ria Grand e d .:> Sul Logo,
outro :; qu tt
d ef e nsores o
poro
seg uro
palavra s
in iciativa
es tá
estí mulo
Sa í mo ~
sá bias
da
pre se rvação
p ~ d er o s<.•
qu c.=
~ ua s
os
entre
d ês te ao ~
privada
eleme ntos
siste ma
Brasil) .
ecoaram e
da
ma i s
econômico,
levaram
gress u
latino - Am ericano
1938 ,
sob
cs
nós de
efi ci en tes co mo
um
no ss os es forço s.
novam e nt e do Chil e co m aqu e la
o s seg uradores
em idéio
de
au spício s
por
ocas ião
Segu radores ,
da
Caixa
imp ressã o
do
l ')
Con -
rea ·Jiza do
em
Resseguradora
do
Chile . Tud u isso recepção certame
qu e qu e
toca - no s d e muito perto, tiv e mo s hoj e
se
e,
também,
e ncer ra .
Foi
pela
pe la carinho sa magnitud e
lavrado
um
do
marco
na hi stória do segu ra do mund .> e a espírita p ropul sar desta obra foram
a s organizado res da
Conf erê ncia .
A ssi m sendo, nó s, seg uradores vi sitantes, não t emos p al avra~ c;ment o ~,
Liusi vo:;
qu e
exprim a m
ex atam e nt e
ne m out ras qu e traduzam votos
de
congratulações,
o s nossos
agrad e-
fie lm ente c.s pe lo
ab soluto
n esse~
êx ito
cl ...• co nclave. »
A LIBERDADE ou o Aniquilamento do Seguro Privado D i.-~c 11rso
do Sr . Alci11clo Brito, Gerell/c"São Paulo'1 ComJJIIllhia Nacúmal ele .S'evurus de l'i!la e Dl'i<'_r;Oclo rlu Oeml dn
Brasil no Comité P e1·ma/1 (' 11tr' da c" I j'e1·ên cia H emisf é·,".icct de S l'f /11 ros1 p1·o · j'e?'ido po1· oca~iüo da 3." Tcnnião pfe· 11.CÍ1''ia da Jll Conj'e1·ê11rio H emi4é·r irr'· tle Se.IJHros, em Santiow1 1 Chile, ct G d e O·ut1tb'1'1J âe J950.
O momento comporta, cntn• ],oJnPn:-; li n-<•.; d<' naçÕ<•s livr.r•;; aqui reunidos l'lil ~ alll'>l!!,'o do Cliil<' - êst·c sóli do <'stt•io do lib C'rali srnP 11:1s Am ~~ ricas - que se p)pve urna voz li vrC' pnrn formular um voto de paz e de co ncórdia, nnst io dP iodo,; o:-; 226
poYo:-; do muudu,
nesta lwra dramútita pal'á o dt •sli llo d n <·ivi l izn<:~o. E st.u u s <'gum de que êste l'o1o <·n ln r:·, 11o:-; <•spíri1o:; e Jlos st•JI Iin H'IIIos . wnis íntimos de quantos aqu~ se co ngn•gam 1 h omens de trabalho c de fé, nub ;dos de sailias as;-: i :>:~õcs <' de idt•ais genProsos, <jU e Lll' ixarnm os ·e-qs lares dislantPs c o:-; seus in!<'l'l'SSl'S pessoais para euitlnr .-m <·onft•rPn<,i n, pn•risa nwntl', da. presen·ut:iío e amparo d<• uma. dns mni.-; nobres instituir,:iies cria· das t·om fi n:; so<·iais. Fonnu lando ê,;s<• l'ohJ de pnz e co ncórcÍ)a, sa ht •mos qut•, nt•stt• monwnlo, ao meno,;, a nossa ,.- ,,z l't' )JI't<' os l'oto:; 1le milhiit•s de hom ens, mulli<'r< \~ e <·rinnças, não só da Arnt~rir·n, mns d • lodo o mundo, os .qua is, col'l'<'ndo t.udos os Tiscos. "'''·a nwn(<' s<' llJl<'ITI, inlt•ll1"nntlo r ei n1planhn· 11a ter· m os <•I PYados postu lados de ética, ~~· 1 n os quais " <' il'i l iz>l~ão <> rishi n•gredir[L h hnrlmrie c it sPrvidiw. C h i IP, país de forl:l':; trndi~Õ<'s nn s idéias c wt ar: no; onrlt• S<' fpz com um grande po,·o uma g rande nil( um; tmdt• o dt>S<'nvo lvimento das instl1 ui çii<•s polítitas e sociais, as grada~ões n:l S ci· t'tll·Jas, na:; letras, nas arte:;, na indúst·. ria e no co· ml>rt:IO sempre se pruccs:-;ararn e m dirna, dü ii · ht•rdat.le e o nd e é co:;tnme co lut:~u-su t.ôtla a série de n•cm·sos, ai1Ttlishcamt"Jte, it mercê do LPn ;.ú· blico; Chi le, eis a atmo:..fera propít:ia aos . e:olcn· dimentos dos que, como , nó·, se reunem plol'l1 a dt•fesa de altos problent'-'.s-·comuns entre n'1ç<irs. Que o gê nio dêsle povo nos insva·:!, <·omo inspirou a grande via de progresso que f':u. t!esta 11<pública um .e xl'mplo r um molivo rlf' or~ u!li 'J J)Hnt as dPma is pátria~ da comunhão anu•ri t·rula. Fomos inc·umhidos tle mcncio iH' l' th pont t,; que, relacionados com a~ restrições imtA>:it<'s J-'t'lo pod<•r púb li co ao livre tkse nvolvirn ent•J da iniei::\lva privada no campo do seguro, d ,~v am, Í1 nu<:; > ,- ,~ r, st•r s ubn1C'1 i ~los. a exanw tksta CDnferência. Sen•mos IJ1 I'I' <'S e oiJJl't.ivos nu ~~c · ,; pmpenho c~·, (ard'a c niío dPixan•mos sôhn• a J.. tsa :1ma trsc a S<'l' discutida. No exercício do honroso mantlato t1c delegado do Brasil no Co mi té Permanente da C'onfcrêr..-ia l-Ic·misférira dP Srguros, por dois anos co nsectr 1ivo:-;, tt•mos ncompanhado dr pPrto os Úahalhus nnunis d~·s ta ilm;!re assembléia . Nosso vivo em· JWnho e <'Xame dos aspC'etos esse nciais dos assun· tos até agora trataclos 1 levam - nos a em itir a opi· nii'w de que tC'mos IC'gislado abnndnntcmente, em dPscorntwnsação r:om o CJLII' t<'mos alcançado em I'X<'<·u~~w I' pnít.ita. A circunstância ele que muitos S('g'lll'HdOJ'PS brasileiros )'Hl't.icipam d<•ssa opilllitu <:xplica o fato dt• não t ral\Prmos non1s teses ou proposições iL csia Conferência, sem C'H1ba~·:;·l · da comp lt•xidade dos problemas CJUP se nos drfrol'tam. EntPndeuJos que é chegado o momento 'e inic iarmos estutlos que 1•os lPvcrn .a ir tmnsf,:r mando a Conferênl' ia, de órgiio puramente ]e ;'s· NOVEMBRO
1950
Ja<lor, quP t<•rn sido atÓ agora, em org:w <•xecutivo , nl r:l\· <~s d<• sisl·<'lll:l :ld<•qun<lo n r·:ub pnís, ,.; isi <' lll :t rujo rnn <·ionnnwnt" <J,.,.,., n noss" 1·r r, t·o nsl il ui • objdo lle dis<·ussões c e;;l·udos de unra comis;;iio f'SpPc iaJ dt •sig nadn. para rssc fim. PotlPrÍnmos, Sl'm dú1·ida, proePcl Pr ir aprPrin · ~ii o elas IPis que • Pm nosso país interfpn•m nas im· ti lui r:cH•s (Jp sc•guros privados, n•slringindo-llles e. e·arnpo <' prPjndicandtdhrs o drsenvolvimrnl:o . ConsidPramos, porl>m, qur niio é n nrnsiiio, nc'l" rstP O Jugnr njusl·ado a tais an:ÍJisPS. Ü quadro quf' Pshor::íssi'lnos, ali:ís, po<h•rin rPfl<·~ir a s ituac,:iio ck outrns naçÕ<·s, pois niio sii o nuos os governos nnwri<·nnos Prn p<•rtlla•1os na n pl i<·a ç~w cla economia dirigida, ou seja, na xcstriçiio à lihenl:r<1 ·· irrdi1·idunl fn•niP nos sct.ôn•s <•ronômir·os dP pr:,<lur;iio. Nn il~tlústrin, uo <:omérc-io, como em tudo 1rrais, (. pr<'<·iso ctue se xe:,t.aurc a lih t:nlndc da l<•i iln ofPl-tn <' <ln vrocura, :r l ivre co ncorrên cia, n ~· i1n dP SP n<·ahnr com os contro les, os preços h:; ~.c- , o~ pn•ços tdo, as licenças .~ as subvenções. E' ru•c·c•ss:írio que o::; governos dei xr m dr. ::;pr <·•mwn·i:rnt..-•s, banqueiros P industriai s, que niifl <•ntn' m no mPn·ado sPja fnzenclo sPguros, se.: a c·ompra ndo ou YPnclenclo uti lidades c e .•;,corrcJ: c:.n nssim c·om o comér('io c a indústria, quP _mantrm rss<•s m('smos govPrnos co m taxas e imt: ostos c:.<h din mais Plcvaclos. UrgP, enfim, qu<' cessem tôclas essas forma~ dP dirig ismo <' outros mél o elos ele cxpansíw elo Pstntismo, que tiio some nte oneram os orçanwn tos, I"<'slring<'m a procluçiio, anulam as lllÍ<"iativns, rPduz<•m a pficif>rwia <' Plevam os preço.; . l<.:ssas nwdidas, <·apnzc::; clP r·ontrihuir para ali ,· inr a ag uda l·<·nsiio mundial , nii.o porlPm, é ccrb. ·:<•r tomadas por um país isolaclanwntc•, ou pm· um pPqU<'Ilo gr up o de paÍsl's iiP reduzida Pxpn's sii.o econômicn; nem <:o nsLit uc>m prov idências simpl<'s, qu<' possam S<'r t<•111"adas s<•m g randes sacr;f íe·ios <' sPm uma certa !'I"<'munir;:w c larga aprp<·iação do futuro; mas dev<'m s<•r cxpPrrmrntac!n ~' p<'los mais corajosos <'111 da r a lgo de si em benp· lkio de· um mundo mPilwr. O exemplo frutificn rin, c-omo ncgati,·amPnl:e frutificaram, <:úm iíto danosas conscquôncias, o elas banciras alfanclr g:íria s e o da autosnfiriê1wia <•eo nôrni ca . As naçÕPs, como os indivíduos, uão podem viwr isoladas, <' parece ter clrPgaclo a ocasião clr nprovc•itarcm as liçÕ<'s da dura. cxp<•riência a qur I f:m sido submetidas No Brasil como, êl<:rPclitamos, t•m quase tôda n Am6rica, o spguro é objPio clt• leis PSpcciais r <•st :'1 suhmPtido à fiscaliznc;:íio p<'rrrHr nente do Go ,·frno. As nóssas empresas de seguros privados <·e,nt rilnwm com impostos, sf> los e taxas eujo mouh1nlf' c-onstitui co ns iclcdvPI pan·Pla ela n •ceita tla União r elos Estnclos. Grande parl·c das xescrYas elas empresas está invertida. em títulos do RE'/iSTA
DE
SEGUROS
Uovêrno, corno o ev!{bw1am as estat-.\,·tica::; qfi<·inis, pc•l:r,.; q11nis sP YNifi('n. cpw , rm l!J-1-!), m:ri s dc· Cr:j; 7!">!l.OOO.OOO,OO <Ji'.ss(•,.; tíl !il os <·slnvnm :rhsunidus ])('las e·mpn•sn::; de S<'g uros. Niio obst;,ntP, o GoYêrno c1PI·6m o monopólio dP um dos ramos dP sPguro, <:oncorrc Pm nlguns <' intPrfen• <'111 todos. A ConfPrência H cm i,f(.rira d e S<·g·uros 1'<'111 :rtunndo co m c1Ps<"orlino fre nte aos prohl<•mas qu<' <•nvolvc>rn o sPguro <"onrinPnta.l <' procunrndo soJue·ionú- Jos . .T:í. muit.o r enliwn PquncionmHlo-os <· <·o1w lamnntlo nos sPus estudos as mais Pmillell l<'s JWl'SO IIn lie ladt>:; da economia e dns f inan~a · d:r Arnl-ric-n. Em nossa opiniií.o, tôdm; ns qtwstÕ<•s IJLH' 11os nfPI:<•rn estão w, dcpcndêllcia. da so lnc;:iio ;Hl-via cl<• urn problema maior, que é a md.n · f!UP d<•vprnos primeirarnrntc a.ti11 g ir, SP quizennos so lvPr <·om ln·p,·i da ck, como é nosso empPnlro, as nossas tarcfns. Êssc problema. é o dP convr1H·Pr os Gon•rnos d e que mcll1or S<'rii, não npenns panr n indúsiTia do seguro, <.orno principalmrntP parn o Estado c para o povo, que o seguro, em lôelns as suas for mas, ~ iquo circun scrito tL órhil·a tln ini<· iat.iva pr il'ada. Com ê::osc alto srrYiço prestado nos GoYprnos elos paí:sc•'; que aqui se fazem n ·pr<'f' lri"ar, h•r(t a Co nferência Hemis{érica, al (·nnçndo o mais pr<'mCIÜ<' c mais importante elos se•us dPsÍgnios. Dêle rPsultarfio soluções f áceis para quantos assuntos puzermos em pauta, mrs nossas futuras rruniõcs. Articuladas entre si as várias del<•gaçõrs, ren1ize• ea da tuna em seu próprio país a pa rceln q ur IIH• corresponda na inge;rtc tarefa qur, solidal'in · nwnl C' <'XC'Ctltada, sa lvará da rui na a. instihüc;ii o do s<'gu ro, que• l1:í sét u~os vPm prrstnndo Lrntm< <' Ião nss i na lados srrviçus tL h uma nidaclr. Uma visiio panorâmica da s ituação da s emprPsas sPgurndora s no r.rundo nos mostra, ele u ~11 lado, paÍSf's onde é completa a liberdade da inic iatil·n privndn; ele outro, o intcrvcncionismo Pslntnl l<·vatlo no PXITPmú e, a ci ma (lêles, a IngJate•rrn, S<'mprc a ofprcccr-nos o seu exrmplo fprundo. País dP índo le secularmente libera l, procrde u niio hú muito o Govêrno ingl ês. por . fôrc;:n ll:rs at.uni s iPnclências c legislações traba lhistas n c•x pPriência da. csta.tizaçiio do Seguro; c eis qtw, tiío depressa, vem ele rermdiar esta pnrte elo se n largo plano de intervenção no campo das iniciati vas pri vaclas, após tê-lo executado nos sctorrs ela medicina, elos hospituis, elas empresas banr:írias, da mineração e clü vasta rêclc ferroviár ia . Êstc exemp lo ela Inglateua abjurando como prejudicial aos interêsscs do Estado e do povo o prindpio intcrvcncionist:t no tcrTPno seg urador, níto eomporla. a ltcrnativ:t c não pode, r:onsequcn1<'mPntP, dP ixar dúvida ~;.os Governos da Américn em rp Jaçiio n.o caminho que elevem seguir. Cabe ao espírito eleva do que orienta o.· trabalhos da Co nferência apontar aquêlc ca minho, 22 7
não apcn:ts legislando prindplos, nJns agintlo priJt.ienmPJJh' nn sP ntitlo ,]p <'O JJ\'t•JH·(>-Ios df' que o J'l·t·tHdH•!' iJJ il'JJt.o insol'isl11(1Vt•l tlo flll l]Jio tlin•ito d:1 ini ciativa privada IÍ111ea l'OmpatÍvl'l r•o m ' n•g-imP democr:íti<'o - sn:í a garantia da sohn·vii·Pnrin rlo si'gnro. Assim S(']'Vi JHlo i\ instih1i~iío t•s tanws t·rrtns (]f' < ' stnr SPrv inclo sohre•udo aos nossos paÍsPs , nos intr•rPSSPs rnat('riais P <•spirituais tlt• todos m: povos. E husrantlo inspir:1çií.o JH•sta ( :onfPri"nrin, ollJPmos ronfiant.es para o futuro tla l\ m(.ri('a, <:ujn. gnmdczn., alimPnt.ada pPlas virhlll<•s dns raças varonis qtw a constrnir~un ,. a tmHlur.t•m, SP rlPvam os votos mai.> anlPJli'rs tlt>s nosso,; eoraçÕC!> bras il r iros !
DISCURSO L. líiri.'iJmfril'i> , TJirf'lor d o de St' !Jill'l!s tla ( 'ti111 am tlr· Comf.n·io rlo., E s /.ados I I 11i!l.os ria Amhicu tlo Norte mtmn elas se~<sõe" rla 1f! Coudo sr. A.
7Je JHirltt111flill!
fer ê 11rin H emi-'f hica de S euu ~'"-' · "Sr. Pn•siclPtltf', mru prrsaclo amtgo Dr. Bancle r clPlrgado oficial elo C hilr, mrmhros dn cklegn.çií.o chil ena, repr<'sentantPs elo gO\·êrno,, delPgaclos e am igos: Drpois ele ter ouvido durnntr rstn manhã os hrilhnntrs discursos pronunriados JWio Ministro dn. FazPnda, prlo SuperintPnelent.P dr Compunhins de Seguros Sr. Mcrino, prlo SPnador Sr. Fig-urroa, prlo Sr. Karpé~ P 1wlo Dr. Comp<•an do JVf (.xiro, dPvo confrssar qnP <s i'a oc:-~siiio mr surprPPnclr com nm profundo st•nt.inwnto clr lmmilt1aele quanto no meu curto alcaner no <•sforço el<• tTazPr-lh es u'a mensagem digna clPla. A plena consciênl' ia que tenho da m inha fraqnrlln aumrntn ainda mais qnando n'<'ordo, como muitos de vós o farão, a ocasiii.o sPrnPl hnnt<• a esta, há apenas dois a11os na CidadP do México, t!Uanclo Ralph Braclfurd, o brilhantP r notúvd Vice-Presidente Executivo ela Câmara d<• ComprI'ÍO dos E .tados Unidos, pronunriou sru discurso durante o almoço, S<'me lhant<• a esh•, no dia ela in auguração da Segunda Confprênria HPmisférica ele Seguros. O Sr. Bradford, que aprendeu a fa lar o casteUmno correntemente, quando pm criança viv<'u perto da Fronteira Intcrnn.eional <'ntn• o Méxieo P os Estados Unidos, clru a con hrerr, naquela. oca>.iiio, uma rstimulante mensagem qtw, ainda hoje, alguns daqurles que o ouv iram, mp lrmbrnm sôhrr quilo esplêndido anúnc io ele rstímu lo P ajuda fi losó-fira foi aquêle com qn<• o Sr. Braclforel Pntrercvc aquêle auditório. Tive mnitn c•spC'ran<:n dP que o Sr. Braclforcl pnclPsse :;companltarnos nPsta ora228
s1:10 P qut• rst.lvPss<• dirigindo-lhes a palavra nos· h· nJoiiH'JJtu t'lll mt•u lng11 r. Dur:1ntC' b:-~ s tante 1••JlljJ" 01t• pníprin pt•tJstiU t>m Yir <·, n intl:1 mais, dPsPjava H '<'m<·nt<·mPtlte C!U<' C'hPgassP Psta ol'asião, porprn a violênrin dos aeont.PeimPntos nos Estados l lnitlos , oensionn<la pPia (hwrra th Corria, inr possibi litou -o <lPssa vingt•rn para aqui . Pt·ditnm qtw liH •s trom:rssC' s<•u:; 1 arnht•ns <' a romuni<·ll~fw elo SPLl sinc·rrn pt•sar <liantP <la imposs ihilidnclr de t'JH·ontrar-s<• lH'Ssoalmt•n[~ c pntJ·c· 1·ós. En quizcra t.('r, ainda qnP fôsst• ap••nas Plll pnrtP, a habilidatlt> IJUP Ih<• {> própria para tran sm itir-vos nlgunuts das id é ia s que, t•sto u <·<•rto, f. lt• vos tt·rin trazido st• lht• lJoUVI'SS<' sid.J possÍ\'('1 Yir. O 1Pnlit que llH' foi dt•sig-nndo para t>sta ocas iiio inhtuln-sr: "Nossa lu la ]WI:1 l.ilwrdnclr". Mt•tlitando sôhre i"ste Lcmn, n·trossigo i1 I Conlt'I'PJJ<·ia Hrmisféri ca dP SPguros, n•a I izndn. rm Nova Ynrk Pll l Maio <lL• 1U4ü, pois qu<• foi Pia que c!Pu inít·io i\ nçii.o ngrupnclorn lnt('l'anH•ril'nna em prol (lp maior lih l'l'llí;ã•.l tln int<·rl'l•r0n<·in t•stat.nl no St•g nm. HPrÚrtlando acpw la J)(·asiiío, por um monwnt.o vi"m-me i1 memória o dia rm qup Pnt.rci para. o srrviço ela Cfimarn de Comrn:io elos Estad os Unidos c em que fui inf0rmado sôbrc a açiio ele sua M esa Diretora com rPfPrêneia ao apô io para a aprovaçiio ele umil Co nferênl'ia Hcmisférica cl<• Seguros. Qunndo fui autorizado r m<· deram instruçÕ<'s el e proc:rdPr os p;;;;arativo~ para a ocasião, rebuscando nos anais da ativi .1ad<• dn. Mrsa Dir<'tora ela Câma ra, drsl'ohri quP a idéia nasct>u prinw iramentl' no C hilt> c clPsd<• Pntão pud;• comprovar niío havrr ;;ido outro quP o Dr. Bnndr, <•ntlío eonltPI' itlo m<'U ll]Jcnns tlt> nom< •, porPm qu<' elwgou a s<•r um dos nwus mnis <'stimndos r 'mclltorPs ami gos, o verdadeiro promotor ót idéi~. O Prrsidt~ nte da CâmRra de Comén :io con,·iclou o Sr. John A. D irman d, prrsid<·n1r cb lns urnnte Compnny of North America, p:ll'~ pl·: .~ iclir o Com itP dP PrPparativos dn l : on ~<Trnci.l <' para qtw atuassr eomo SPU prC'sicl< !!~ P <::c, uLivo. Muito mr a lt•grou a cle;,tgnação tlo Sr. Dit'mnn .' l.anto devido à vclhn. amizade qur nos li g:1, r;u~. 11 prlo conceito em que o tenho, de ser um brilha r adiantado c clestacaclís,;tmo lítlPr elo sPguro dr incêndio e rPsponsabilidnclc, nos Estados Unido.-. Sob n direção elo Sr. Diemancl, os planos para a Conferência adquiriram forma concrctn c foram Pnviaclos convit<·s a tôclas a s Companl!in. ele Seguros do Hemisfério Ocidental.
Recordo, como se fôra ontPm, o sP ntimrnto cl<' dúvida c incrrtPza rom CJUP PSl}('l'Úvamos, no Hotel Waldorf-Astoria uc Nova York, n chegadn nntrripadn. dos dPirgndo;, dos div<•rsos nníses. O primPiro a r hrgnr no local ela ConfPri"n~ia foi um <'HV<1 ilwiro baixo e g orcll•, do Brasil, o rhrfr dn dPIPgnçiío hrnsilPirn c nov!lnl<'nt.<• ei 1Pfr da mr. ma pNant:e Pstn. Co nfPrrntia, nosso grande ami .~o, Dr. AngP io Mario CPrnr, que, para muitos dt' NOVEMBRO
1950
nós, clH·gou n ~wr, afntnosamcnte, Angelo. Pouco clepoi~ chPgo:t a delPgaçiio chilena, so b a dirrção de um homem por quem, muito c<>do, eom('CPi a tN grnw](• rcsrH'ito e aclmiraçiw, o Sr. Armando Hanwl, (•nf·iio DirPtor Ü<'ral da Ca ixa Rcsscguradora <lo Chile. A S<'U lado, it sua direita, encontrava-se o Dr. Jorge Banck, a quem rntão co n lwcíamos aprnas romo profrssor de seguros da Universidade do Chil<>, por~m que mais tardr apr<>ciamos como brilhantP autoridade, um erudito, orador, prnsadtJr P trahalhaclor infatigúvel p<>la cn usn da lilwrclade do SPguro. lntPgra Yani também a dPlPga(io rhilPna os Srs. DaniPI Barrios, Viee-ConsPIIwiro da Caixa <' EnriquP L<>igh, GPn•ntP dP "La .AmPricana." Olhando para triís, agora, depois de quaiTo anos, a org·anií\a~iio e abvidadl' da Prinwira Con ferênc ia H(•misfrri,•a dP SPguros parc0em cJpmPntnríssimas. HouYe muitos discur;<os, entrP os quais foram brilhantP::; O'i dos Drs. BandP e CPI"ne. 1-IouYP discursos lle inaugu ração elo PrPsidcrüt> lla C[unara dP Comércio dos Estados Unidos, o saudoso Willi:1m K. Jackson; do Prpfpifo dP NovR York, ntualmc•n((• pmhaixador nortc-aml'ricano Pm México, S. Excia. Willinm O'Dwy<>r; <' pelo SPcnPtúrio cl(• Estado, S. E'i:cia. Spruille BradPn. Existia, no Pntanto, absoluta fa lta ele intereâmb io d<>ntro dP nossos hemisférios acêrca elos probl<>mns com un s ao ramo do sPguro. Assim, pois, parrt·in impossível que pndéss<>mos dPSPW Yoh·pr um plano rclativam<>ntP organiwdo, par:t o intPrcâmbio clP informação térnien, ou que lr. gr:í ss<>mos cumprir qualquer outro programa. Apenas -a d<>lrgac:ão chilPnn , g raças novnmPntP no Dr. Bandc, vinha b<>m pr<>parnda, com nma sériP dr Pstudos e r<>so lu~õcs . Porém, niio houY(' t<>mpo para cl<>batê-Jas, ainda qtw s umàriam<>nh•, com pxcrção ela proposta h•ndrnte a colo· rar n. ConfPrê n<'ia clecididamcnf·p ('111 oposi~iio ao intern•nrionismo do Est:H'Io ou clP qunlquPr Gu· yfrno no n<>gócio do s<>guro, nlrm dos limitPs ck uma r<>gulamPntaçiio ackquadn cl<>ntro ela lib<>rcln de do srgnro como Pmptesa de iniciatin1 pri,·acla. Eni s<>gri ida tPVP lugar a primeira reunião elo Comíté P<>'rmnn<>nte da Conferência, renlizaclft no Rio ck Jali<'iro, em agôsto c]p 1.047, sob a di· n •ção do Dr. C<>rn<'. Novamente a idéia ·ela LihPrdncle do ~wg uro pr<>clominou nas m<>ntcs dos quP m;s istiram <>ssa r.c•tmii\o. Foi confirmada n açii.o da Confprênc ia dP N OYa Y ork c pr<>parada a r<'<·onwndaçiio para a SPg-umla ConfNência da CidaclP . do M(.xico, de Pstabdcccr mais solidamente o princípio da liherdacle do s<>guro . Hoj e <'m dia, Pm qtw n idéia da Pmpr<>sa privada, dirigida por JH'Ssoas qur OJWram em 111 ercndos livr<>s, rcg ulantPntnd a primordialmente por leis (•conÔmlrns tle ntro elo mP<'ani:smo de preços eonl rolado:; <'111 qm· o sistema da livre iniciativa l.ntn fprozlll<'llf<· <·ontra o l(•n(o c persistente intrn·t·ne ionis~~ 'liS TA
DE
SEGUROS
mo <>statal que s ufoca n iniciativn, privada, - é indis pPnsá H•l qup Psta Co nfPrên cia sPja capaz clP n•afirmnr os princípios de nossa fé nn sup<>rio ridad<' dn iniciatiY:t pri,·ada, diretriz dP tôclas nossas atividaclPs, sôbre o sistema pm qu<• tôdas <'las siio co ntroladas pelo mPcanismo Pstatal. EsJH•ro s incc ramPntP que esta. Conferência consiga o restabPiecimPttto dêste princípio.
i .
JI[t, no entanto, outro aspecto de li bPrdad<>. mnis fnndam<>ntal que a liberdade ela ini ciati,·:-pri,·ntla <' qn<> qtwro enunciar ràpidamrnte nos po ucos minutos qu<> ainda me restam. Refiro-me minaçiio injusta, niio só no que se refPrP aos srm: à lihPra~:ão qn<> m<>recc• o indivíduo de tôda doJwgócios ou sua vida privada, ma s tnmbrm Pm ~ ua f acultlatl<• de pPnsar. RPC'PntPmPntP fo i iPaugurnda, na cicladP de• Was hington, n'a mag níf:ca estátua dP José Arti g:as, o fundnclor da indepPndênr ia do Uruguai. Esta Pshítua foi doada ao povo elos Estados l ni dos da A mÍ'rira prlo povo elo Uruguai P simholi~n não só o Pspírito elo meu país, mas, também, en•io qup o dP todo o Hemisfério, porqu<> o con fl'tíclo Pspi ritual <' moral da viela dP Art igns forma a trndiçii.o viva qu<> orienta nossa co nd uta r llh' cl:í s ua hnsP moral.
Pms:wa êlr que a liberdade apenas tinha razão ele existir se fizesse do povo elo Contilwnte o verclacl<>iro <' único dono do seu destino. Proclamou o conc<>ito da rlignidacle ou liberdade ab~;o lut a do indivíduo dP iodo domínio ou contrôiP. pNant<> a pPrsonalidade coletiva do povo. AtunlmPnü• Psta mos presenciando nova fasP tlo r<><·onlwcimPnto universal de que o indivídtw <•st:í com<>çando a cmwenccr-se ele que constitui um <•nh• s<>pn rado, liHe, cuja vida c poder ckrivam dP SPU CrPador <' f(U<' é r<>sponsÍtvP I ap<>nns pprantc êss<> Cr<>ndor c sun consciê11 cia. ftstc· rpeonh<>cimento demonstra ao indivíduo de tôdns as part<>s qn<> o govêrno, as organizações de quais qtwr classPs, os vizinhos, Pmbora pnrcnt.P, têm dirPito a f'xPrcPr um cont.rôle sôbre êlc apcna~ :li"é o ponto rm que êle livremente concPda êssP dirPito. No mom<>nto o mundo está Pmpenhado numa g-twrra "fria". Para restringir a luta física sôbn· c•sta fo rma fundamental da liberdadP, há Hlgunc; nnos, muitos dP nó:-; pensávamos que derrotando o Kais<>r nl<>miio salvaríamos o mundo para a dcmorrac·ia . Apenas vinte e cinco anos mais tardP c• ncontramo-nos novamente em guerra e pensávamos qtw liquidnndo Hitler, Mussoline c Tojo salvaríamos novamente •1 princíp10 democrático. ChegAmes, porém, a conveneer-nos ele que o combatP físico, por meio de armas, é a penas mna for ma. de fazer a g uerra e qu<>, atualmente. uma guerra, a que damos o nome de "fria", uma bata Um tle idéias, se dooenvo lve continuamente. E' est,n , 22 "
fundamentalmente, a batalha do indivíduo p eL• libcrdaclC', lihcrclaclc para viver e agir sob um sistema em qur não mais s,•rá instrum ento elo E stad.n ou de organismos ele espécie alguma. Não é precisamente uma g uen·a entre nações, porém, uma g uerra de ic éras. A gra nclr difcrrnç:t que há n essa batalha, ('ntrc nós c os dcfrnsores elo domínio cTo indivíduo, consiste em que êstcs almejam o aprisionam ento da men te humana, ao r-asso qnc nós prrtrncbmo. a sua lib eração. E' a tMica ela snrprrsa, do tc·rror, do "amordaça mPnto" intrl Pct.u:1l , contra a tática do rclaxamrnlo, da invPstigação, do ccptiC' ismo, da liberdade acadêmica C' intPlrctual c o amadurecimento do .JULZO. Prctenclc>m êles dctrr o prnsamrnto humano c obrigar o indivíduo a acritar tud o. Nós qu errmos quP as p rsso as prnsf'm ind eprn clcntementc, t]nr prnsrm mais c co m maior alcance que> a1itrs e, clc>ssa forma, <;hrg urm a obter decisões li vrf's. A iclria rlêles é a de confo rmismo, embora fo rçado, se necPSsário fôr. A nossa idéia é a <•l cição li vre, apC'nas influí da pel a razão e peln C'onh ecimrnto. Esta é a bata lhe\ f und ame nta l pela liberd a<l.' . E' vrrdadr í]Ue dC'vemos unir-n os para vrntf'l' C'fi ta lu ta clr co mbate f ís•co no campo de Lablha. N cstC' sr ntido, é a lentad or com pr ovar que, anb a violência ela crise cor eana, o povo ela Amé! i .>a Latina fez cansa comum com os Estado,; Unidos, como ocorreu após P c:u l Harbour. E' tar.1hén. eonsolador o fato dr tôdas as rrpúbli ras latino· amrricanas lJavNc•m <~po i[lclo no Co nsêlho de 8cg urnn ça das N<1\Õrs LTn icl ns n n •so lnçiio que on1cna va o "rrssar fogo" c f iz<•rnm um apêlo aos Estados coligados para dar tôda a aj uda possível it R<'púhlira da Cor éia na sua lu ta co ntra H n grP SS~io .
Drv,t' mos vc nct>r Psta gm•rTa no campo dt• hatallm r, 1-<•ndo o Todo P odP!'oso romo g uJ;L <' f ortnlrr.a, triun fa r Pmo~ indiscu1ivrlmcntc. Não dcYcmos, por ém, olvidar o fe ito de Qcl< ' 1•ssa luta. rm rampo de bata lha, é apenns um: . fase, ma ni frstação externa da luta f nnrlnni C' J J·<~I do indiYíduo por sua liberda de individual, qu t· atua !mente se desenYolYc c persistiní não o h ~ h:: n tc a tPrminação de tôcla g uf'rra rntrf' nnr:f.<'~ . N C'strt luta principal prl a liberdad.r, C(U<' todos nós dr\·emos rC'eonhrrer c conronlar c>m que apena:> ,;r pode 'ga nhar até o ponto em que eu e vós, <"ada um indiYiclualmcntr, se comportr p era nte o próximo com sua paciência, tolerâ ncia, afeto, g"P IWrosidadr, rcconhecinwnto elo direito ?1. libet" th1dr incliYiclna l r prçn, com a cspcran<;rt de rc· <·<'hcr, ro mo rf'comprnsa, todo o acêrvo eles. a,; mPsmas qua li dnclPS individuais que raractrriza m o liom rm li vre . Do nwsmo rnntlo pdo qual , s<'ll1 dúvida, ga · JJ!Jai'<'IIWS a g twrra no cHmpo tl<• hatalha, fi nalm ~ nit• ganlntrcmos <'>i la Jjalnlhn f'undantc•nlal p<'l:t 230
nossa liberdade indivi.dual. Esta é miul1 a mr ll" sagt•m a. vós, eTc hojr. Estamos todos c ham ado' às armas pela liberdade. Sei qu e não dc>ixar('i·: sem resposta êstc chamado. Estou imcnsamr nt.f' gra to JWio pri \·i ll-gio qu" me fo i co ncrd ido de fa lar nesta o<·asnw. A·~r;1· <l<'ÇO Yossa paC'iên<·iH <' att'n"ií.o e n pn•t· io sinr1· ra· mrnl<• vossa grntil<':r.a. "
Jii
DISCURSO pronunciado Presidente
pelo da
Sr.
11 I
Luis
Kappés,
Conferência He-
rrfisférica de Seguros, em sua sessão ineugural . « Senha: Ministro da Fazenda ; Srs. Delegados; Se· nhora o e
Se nhores:
honra
ser designada Sede da Terceira Conferência
de
Hemisférico
diversas
A
capital
Americano
e
Associações
América
com
a
do
rece be
e
meu
os
e
o
teve a
representantes das
Instituições
simpatia
pa is
Seguradoras
afeto
que
da
nós, chilenos,
sentimo s pe.l os filhas dêste Continente . Honradc• com
c
se mbléia
a
coma
Pres idência
Presid e nte
desta
do
magnífico As-
Comité
Executivo de
Organização da 111 Conferê ncia Hemi sfé rica de Seguros, é- mo
profundamente
grato
apresentar
meus
respeites
ao' senhores Delegados e dar-lhe s me us mais cordiais voto '
de
boas-v indas.
Velho pátria,
à
lutado r
lamentei
Primeira
raçã c· do do e
no
comércio
de
profundamente
Conferência
Hemi sférica
Comité de Seguros da
Estados
Unido s,
em
Novo York no ano de no Cidade do México .
seguro s de minha
encontrar - me
que,
au sente
por
inspi·
Câmara de Comércio
Wa shingt on ,
1946 , e à
teve
lugar e11
seguinte, realizada
E lam en tei -o es pecialmente
p~r·
qu r, a idéia básica de ss a s Conferênci a s, ou seja, reunir c:
Seguradores
darmo -: base$
do
tôdc
do
nosso s
resseguro
clareza
e
di scur so com
América
para
p roced imen to s
em
conhecermos,
técnicos
interamericano,
linhas
que tive a
lat in o-Ame ric ano, do
Chile ,
aniversário ,
qu CI
tive sse
um
definidos no
honra de inaugurar as senões
Resseguradora décimo
ficou
perfeitamente
d co Congresso seu
estu·
e. decidirmos as
por em
interêsse
au spiciado pelo Caiao
mot ivo
da
1938.
Era
especialíssimo
em
seguir dt
perto o intercâmbio de idéias que alí se ia proceder . Porém ,
te mpla: cano s,
que
Seguros I:J· me
amigo ,
agora ,
êste
minhalma
grupo
representam
ma is
as
importantes
grandemente
o
enche
brilhante
Secretário
em
de
Seguradores Amtri·
Emprêsas
do vêr
Geral
e
Associações
Contin e nte entre
das
nós
Conferências Hemisff.
ricas, Sr. A. L. Kirkpotrick . Senhore s: so~•
e
a
temores .
quela
quando
influência
As
do
falei
condições
oportunidade,
naquela
ambiente
os
de
de
e congratu·
ocasião,
universal
angú stia
perigos
que
am eoçovom
NOVEMBRO
mund _.~
e,
especialmente,
nos sa
civil i zação,
d eve ,·
preparar· nos
qu ên cia s acesa o
se
para
catastróficas
no
mundo
obrigações
a
e
qu e
teria
cairiam
sentir
um
a
d o no sso
comércio,
em
livre
de
nos
ter·
econôm ica
para
realizar
previdente
a : s regime s d e
pela
id éi a
atividades
do
nossa s
por
oca sião
justamente
é
parte
do
tivemo s qu e
um
na
superv isa ."
o
const.ituir·se nesto
tenha
ferências,
ao
de
iniciat i va ê xito .
Sr.
Plíni o
fato
d esen volvimento
a
no
i nd jvidua l
e
do
11
Con ferê ncia ,
ficou
es ta be leci do o
dir_!!ito
poré m
n ão
de
o
de
não
ser
q ua ndo
falte
particular
ou
quando
esta
numa
d ~s sos
Como
di sse,
Pessi na ,
«a
grandeza
de
t ~r
da s
co merciai s,
com ércio
Estado
seguro s,
direto,
t i do o
Re ssegu ros ,
deve.
ao
da s
política , porqu e
na
compete
comércio
a
isto,
México ,
do
demon strar qu e
regime
do
segurador
se ntido
d .:>
Por
Cidade
maté ria
ma is
Estado
do s ramo s de
essencialmente
ne sta
outras
tire m .
t ere mo s,
mesma • d isse..
Direto r
dos
d eix ado
indústrias
da
Estado s
prjvada s
Sui ss a
Uni dos
c~ mpo
o
Con -
Cio .
e
livre ao
se ao
esp ír:t o
o
d esenvolveram são
do
uma
probl e ma.
nos so
paí s,
polít i ca Para
de
i sto
di vers o s Governo!:.
amplo
e
sã
contribuíram
compreen ·
grandemente
e
raciocínio
certo
do
atual
Superintend e nte
do
« Pc ol »
g ui :
o
em
c:
loro so -;
nome
si ncera s
dos Seguradores , hom e nagens
de
e
gra ·
direção o lha i'
os
da s
grandes
poro
me nta :;
e
homen s
o
futuro
que
têm
em prêsa s
pe sa
e
os
p re ver
su a s consequências.
6 daqu e les que
responsabil idad e a
obrigação
po ssíve i s
c omér~io
O
na de
a co nt eci·
de
segu ros
não se pod e m desenvolver com
limi -
taçõer. egoístas, porqu e está ba sead o na di sp ersã o d e e
risc o s poderá
do
é
justamente
ocorrer
mundo
co me• se
loqu o
na
um os
i sto
Eur6pa,
« Pool » ,
qu eira
e ntre
por
d eve mos
ou
chamá-lo,
qu e,
órgão
9ue
Seguradores
preven do cri ar
o
qu e
nesta
parte
ressegurador,
receba ,
distribua
americanos
os
e
Nã o
sig nifica
nos sos
velho s
cerrar-n o s num REVISTA
DE
isto
.que
pretendamo s
Resseguradores
SEGUROS
já
está
no
que, maior
neces sàriomente,
Ameri cano
t e riam
as
ca·mo
que
dis -
os
ser
excedescer,
di sto,
a ssi m
evo lu ção
do
agindo
grande
à
não
mundo .
fazemos
Ba sta
República
senão
lançar
do
um
Norte
se·
olhar
para
nos
Yraosp~antad o s
o
para
es pírito
o
solo
americano
infatig ável
de
a
cultura ,
esfôrço
e
de
o
luta
d , ~ povo br: tânic J, naq ue l es emigrados do «. Mayflower» , mundc· v:u com o ss : mbro como aquel es homens cria·
( I
rem ,
neste
poderosa;
lado
tã o
a:: rodece :,
do
dua s
no
lombo
virtude ~
r. ua
às
do
não
lh e
intervenção,
salva
vemos
de
um
como
os
na s frágeis caravelas de Co-
do
numa
de sconheci do s?
qu e,
su.a
mais
que
uma
nova
antigo
raça ,
império
na
qt.tal
espanhol
as
heróicas do aborígene, que sucumbiu junto com
civilização
êle~
nação
teve
que a
Sul:
formar
glórias
a
Europa
mãe o :> filho
América
conseguiram
unem
a
co n sec utiva s, .
hom e no qu u embarca ram so
terrestre,
que
vezes
co me' agrad ece a perigo .
globo
podero sa
tal
c::> mo
luta Qye
as
épica
cont r a
existe,
pois,
elementos
de
l egiões . americana s
por
estranho
correram
em paro
salva r a Europa e h: je estão novamente em lutà para salva : a libe rda d e de um povo, nos preparemo s, todos o
a meri cano s,
i
para
salvar
do seg uro s d e q ualquer
a
bandeira
perig o qu e
do
po ssa
Comércio
ocorrer na
Europa ;• s11
le i
fatal
d ese nvolvem ,
zoçãt>
e
de
Jugo.·
a
novos
seu
da
história
ch egam
g rand eza
e
povos,
conheciinent o
e
a
q ue um
cs
povo s
alto
níve l
e m segui da
que
se ns
crescem, de
civili ·
d e caem ,
recolhem
sua
dando
experiência,
e nsinam entos.
Sco o o
participa -
temor dos
i nv a são
i nfau sto -;
do
co n seq uên ci a s
cristã
so mb r ic~
e
-
cc.nverter-s(l e m fatal
pe nsadores que
c ~ nt ra
de
fanta sma
a me a çador
o
d estruição qu e
do
Ocid e nte,
se
qu e
de
-
suas
nossa
apre se nta
nunca
prevê m
com
civili ·
hoje
mai s
chegasse
a
realidade, o América seri a a he r -
d eira ~ d e po si tá ri a obrigatória da cultura e da s grandes o rg an izaçõe ~
europé ias.
Neste
co so ,
que
o x alá
oco rro jamo ls, devemos es ta r preparado s para (1
cargo
que
das
ncs
mãos
d e ram
seu
dos
velh o s seguradore s do
exemplo,
não
tom~rmo s
se us ensi·namentos
mundo, e
sua
organização . Tud o vosso
isto,
es tudo .
cimento
p esso al
so lidarie dad n e
afa st ar-nos
grand es
O rie nt e
sô ment c
assim,
se nhores Deve mo s de
Del e gados, procurar
no sso s
homen s,
le aldade. em pod ere mos
a
está
entregue
amizade, a
boa
o
a
conhe·
voritade,
o
nosso com érci o ; as si m e
prat icar
a
pol í tica
de
boa
nem
en-
vizinhan ça , p roclamada p e lo grande dirigent e dos des -
ag ressã o
pe -
tin a o d ::s Estados Unido s, o Sr. Franklin D. Roosevelt .
Europ e us,
marco _ d e __hostilidade _.au
hoje,
elas
Europa .
re tro spe ctiv o
ou co·
ções que lhe ce dam os Seg uradore s do Cont ine nte. do :;
negócio
porque,
com
darm o o conta do futuro que aguarda êste Continente .
zaçãc
ti dão . Sôb ro
e
de
exi~·
Enquanto
manter
de
minha s mai s co · admiração
que
amizade nos so
d e nt e;.
Cios. de Seguros , Slr. Luis Merin o, a qu e m rendo, neste mom e nto,
de
riscos
F. '
seus
o tal en to , a capacidade, o dom do povo, a nob re inspiraçã ü
êxi to
de
dos
.-eg ado c. no
seg uradoras .
forço sa me nte,
p ersã o
e mpreen d e do o· de seus ex po en te s» . Felizmente , em
e ntidad es
relações
ímpeto ,
int e rve nção
humana s e,
da s grande s emprêsas
empreendimento .
que
no
ordem
unirmos
relação
ab sorção
uma
é
realizada
do
América
j amais deverá ser aplicada esta
se guro
não
a
paz e a
povos
as
indú stria s e
seg uro
C•
os
p e la
mai s de
q ual
responsabil id ad es
profundo, equânime e
em
tôdas
isto,
grand e;.
(1
fogue ira
as
rant n
Além
necessidade
Contagiados
em
con se·
e em face do atual panorama do mundo .
es tatal qu e,
terceira
de
no sso
Europa .
es tudo compl eto,
na~õ es
é
possív eis
uma
sôbre a
bêrço e
é necessário ser visionário para compreend er
Não o
as
as sumir
r.íve l transe qu e d e rrubou
'' política da
Europa,
diàriamente
afrontar
para
qu e
velha
agigantam
231
Esp,ero fervorosa e ardentemente que êstes nobres propósitos guiem vossos e>p íritos e
lhes dese jo
pleno
Declaro abertas vossa s sessões. »
DISCURSO ESPINOSA
MIERS
Discurso pronunciado pelo sr. Anton io M. Márque ~.
diretor
da
« Sul
America »
-
Companhia Nacional de Seguro s de Vida, p : ,. oca si ão da homenagem prestada à me mario do saudoso segurador chileno Dan · Tristàn
Espinosa
Brasile ira
à
Miers
111
D~>legação
pela
Conferência
~
º~
ê xit o na des incumbê ncia de vo ss as delicada s tarefa s.
TRISTÁN
~lllllllllll[llllllllllllltlllllll;illlltllllllllllllltllllllllllllltlliiiiii i:Ê
Hem isférica
~·
Americana
fi
~
de Seguros
§
FUNDADA EM 11 - 11 - 19 f 8
« Ou isieron
mis compaiieros de la Delegacián Bra -
cilln
pero
muy
sincero
homenoje,
póstuma
nuest ra
ai
qu e fué un gran propulsor d e lo lnstitución d e l Seguro; n ..., sólo en su querida patria, esta gloriosa nación chilena,
que
tan
generosa
e
hidalgamente
nos
acoge ,
sino hasta fuera de sus fronleras . Ese
ilustre
varón
hombre de gran visi ón
chileno,
ciudadano
había
lanzado
em
pro
de
noble cruzada a una
que
mayor gloria
dei
seguro chileno y continental en su calidad de Vicepre si denl ~
=
=
5
~
ª
§ §
§
"
Q
§
E
§_:_
i i ~ ti:-
~
= "= =
~
Capital . . . . . . . . . . . . . . . leservas . . . . . . . . . . . . • . . Prê mios em 1949
:
§
"§_ ~
§
Ejecutivo de la Ch ile na Consolidada y Jefe de
nente , realizado en Ago sto de
RUA JOSÉ
Quiso el destino que su vida y su br i ll~nle correra po : ese
en
la
elevado
in di solubl e
más
capit al
dei
Brasil,
ideal , com" que entre
los
en
plena
hubiera
hombres
un
del
labor vínculo
Segura
del
infausto
Comité ,
pera
acontecimento la
BON1FACIO 11 O (Prédio Próprio)
(Prédio
~
Delegación
enlutó
los
trabajos
Ch ilena
continuá
la -
tal como si don Tri stán aun continuase dirigiéndola . Por
§
=
"~-=
ª=
Próprio)
Companlút de Seg-uros de Vida
Previdência do Sul Fundada c111 190G
Cifras apuradas em 3l-12-1949 Ativo real Cr$ 19 1 .047 .360,80 180 . 362. 438,70 Reservas e f unclos 1. 731.027.098,00 Seguros em vigor -
Han pesado ya Ires ano s desde aquel irreparable q contecimento, pero para nosotros aun está muy vi vo en
nuestra mt:'moria, el recuerdo de tan marcada y distin -
guida personalidad y no s sentimos consolados ai p_o der renovarlo àquí, e n su tierra natal, donde en Paz Des canza, el tribulo d e « saudades » y el lestimon io de od todos lo s aseguradores del Bra sil » .
-
0--
Séde: Andraclas, 1049 - C. Postal 7ü Encl. telegr. "Prev isul " - P.ôrto Alegre ESCRITóRIOS : RIO Avenida
Rio
es o sus triunfos fueron grandes y decisivos.
d~
•g
:;
3
São Paulo
Sinistros pagos desde a fundação Cr$ 64 . 661 . 657,70
borande> en med io del inmenso pesar que la ab rumaba ,
miración
:i!
g "= = ~tlllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[llllliiiiiiii[Jllllll!!ll!l~
de
loc. dos países herm ano s. Ese
2 . 500 . 000 ,00 26 . 643 . 213 ,7 0 Cr$ 18 . 221 . 132,00
Sucu rsal do Rio de Janeiro RUA MÉXICO 3, 7 9 ANDAR
1947 en la ciudad de
Rio de Janeiro .
se llasen
CCrr$$
MATRIZ
lo Delegacián Chilena a. la reunián dei Com ité Perma -
s"
~-
y cultura , dinàmico y perfecto
caballero, cayá en medi o de la sn
ejemplar,
5:
~
~
sileiia, que fuera yo el portavoz de ella en este sen-
~
~
=
d o Seguros .
Companhia
DE JANEIRO Branco,
173,
15° andar
SÃO PAULO RL•a
aõa
Vi sta, 88, 3 • andar
BELO
HORIZONTE
Rio de Janeiro , 418 , 1° andar CURITIBA 15 de Novembro, 300, 2 • dhda r SALVADOR Chile, 25/27, 4 ° andar RECIFE Avenida Guararapes, 50, 3 9 andar
SANTIAGO,
232
Octub re
9
de
1950 .
"NOVEMUO
1 50
PRUDEN.C.IA CAPITALIZAÇÃO RESERVAS DI VERSA S
85,33•/.
E AUMENTO DE"
MENSALIDADES
RESERVAS MATEMATICAS
4.8 9"1. P R ~ MI O S ÚNI CO S
SO RTEI OS ME NS,..IS. LUCROS 10'/, ANO, RESGNES , . ... .! .
APLICAÇAO DA RECEITA'/.
RESERVAS . SUB SCRITO RES PRODUTORES E COBRADORES PESSOAl E DIRETORE S DESPESAS, DEPRECI AÇÓES IMPOSTOS E SEGUR OS "' CI ONI SlA S
ll.82 l6.84 16 ,00 1.1•
4,l?
O RDENADOS GR,..TIOCACÓES. APOSENT"'DOI!I" S Elt
1,14 '/, . , ._ ___
DE SP ESAS GERAIS. DEPR ECIACÓES
4,JY '/ . .,__ __ .
tMPOSTO S E SEGUROS 1.71"1. _ _ ___.
1,7 J
0 .15
DIVIDEND OS
D IR ETO RI A
DR. SILVI O ALVES DE U MA Di reto r-Presid ente Ad vogado - sócio da firm a Lima . Nogueira & Cia. Paulo - Pa raná
Santos -
São
n R. J\ DAL13 ERTO FEH.l<.E JR A DO VALLE D iretor- Superintendente i\cl vogacl o - D iretor el o 11anco Sul American o do Bras il S/ A. - D iretor el a !mobili ár ia l taóca L tcl a. - D iretor- P residente ela C ia. Brasileira de F iação - Diretor V ice- P res idente da Panam- Propaganda S/ A .
rm .
LU IZ DE MORAES BAR'ROS D iretor-Gerente A dvogado - Di retor el o Banco S ul Ameri cano do B rasil S/ A. el a 1mo hiIiá ria Ttaóca Ltda.
D iretor
SR. GE RALDO GU ILH ER ME BR ACSA K D iretor. P roprietári o -
SR.
ROM~U
LEA L
Diretor P rop ri etá rio -
REVISTA
DE
.SEGUROS
Ge rente elo Depa rtamento de P rodução
Gerent e Admin istrativo
233
:;a...
...
...
COMPANHIA DE SEGUROS
11
!Ji
PREVIDENTE
!j
INCÊNDIO E TRANSPORTES
~
I 8 7 2
Capital e Reservas ma1s de Cr$ 12.000.000,00
•
DIRETORIA: Dr. Hermano de Villemor Amaral Presidente Manoel Pereira de Arau jo Freitas - Diretor Mauricio Dias Reguffe - Diretor
,;ERENTE GERAL: Wa 1demar Gameiro AG~NC IAS: SÃO PAULO Carlo s Wild S/ A Comissões e Representações Rua 15 de Novembro, 197
PERNAMBUCO Uzi na (at end e S/ A Rua do Apolo, 107 Rec ife BAH IA I rm ãos Oliv eira Ltda . Rua Bélgica , 1 Salvador CEARÁ Escritório Técnico d e Segur, s Ltda. Rua Major Fe cund o, 265 Forta leza SERGIPE Companhia Industrial de Aracajú S/ A Av. Barão Rio Branco , 324 Araca jú PARÁ A . Doria Rua Santo Antonio, 73 Belém ESTADO DO RIO Banco Mercantil de Niterói S/ A (Repre sen tan te ) Rua da Conceiçã o, 53 Niterói
1.' andar
MINAS GERAIS Representaçõe s Astro Lida . Rua Cari jós, 517 Belo Horizonte Licidio B. Trava ss e s Rua S'ilva Jardim, 326 Juiz de Fora PARANÁ Gabriel Leão da Veiga Rua João N egrão, 1359 Curitiba MARANHÃO A. Cruz & Filhp s Rua Cândido Mendes, 1 24 São Luiz AMAZONAS Figue i redo & Cio . Lida . Rua Marechal Deodo ro, 2 75-28 1 Manaus
---
- - -10>
-
Séde: RUA PRiME IRO DE MARÇO, 49- Rio de Ja neiro Edifíci o P róprio 4;)-4935 REDE INTERNA
234
---
Balanços Padronizados das Emprêsas de Seguros Alu·ízio Peixoto Inspetor ae Seguros (Especial para a REVISTA DE SEGUROS)
D<>sde que fomos traha llinr no Departamrnto Nnl'ionn l dr• Srguros Privados r Capitaliznçií.n vimos aguardando uma oportuniclflde para apresrntar algnrnas sugrstõrs de natun•í\fl t·érnica sô· hrr os Balanços Paclrqnizaclos das Emprêsas de St•guros. E, como nos pm:cce cl1rgac1o o momen· to oportuno, rcso lv<>mos 11ií.o mfiÜ; a<liar í',.;sp anto· compromisso. Dt>ntrc os motivos que nos )e\·aram a <'SSfl rr· soluçiío, um se impôs particularmcnt.e: - as rliJir·uldndl's de ordem prática que vimos encont.rflndo para harmonizarmos o atual "Pl11no" fldotfldo para êsscs balanços com as Jwcessicladcs ele or· dem técnica impostas pela análise contáb i[,pco· nômica . A padronização do,; Balanços elas Emprêsas <1P SPguros, mflndada adotar pela Portaria n." 14, dl' :n de dcz<>mbro de 1047, do Dcpartanwnto Nar ional de Seguros Privados c Capitalização, veio, sf'm dúvida, eli minar as principais dificuldades que decorriam da miscelânia dos balanços ante· riorcs em que predominava, não só, uma multiplicidade dr critérios, cumo, também, um dema$iado número de "contas" com dcnominaçÕ<'s as mais rstapafúrclias. Todavia, ainda persistem, no atua l modêlo ele balanços, impropriecladrs . fnllins qtw pn•judicam s.;riflmcnte fl flnídi sP con· ta hih•C'onômica <', rm rnnsrquên<"in, imprdrm um I'Xam<· ]Wrfeito. A nosso vr•r a comlição cssrncial dr um Padriio ele Balanços é caractr•r izar as "rontm;" 1wl:t sun funçiio <' agrupá-In:; numa ordPm <' numa rs" trutura que impPçam qualqm'r tPntativa, por par te do analista, dt> rstai>elr•crr (·rit6rio pessofll no cxarnc.
Jú o llt•<:rl'to- ll'i 2.ó27 manda qur as Stwil'dnd<'s por Açõrs obsrrvem, na publicação de seus hnlm1ços, a ~wguint<> rPgra: "o ati\·o Sl'rÍl dividido Plll ativo imobilizado (1), estAv<>l ou f ixo, ativo disponívr l, ativo realiz}wel a curto e a longo prazo, contas d<> resultado pendente " co ntns dl' r·om1wnsaçiío; o passivo será dividido em passiYo l'xigível a longo e a curto prazo, " passiYo não Pxigível (2), nrste compreendidos o cap ital r as rr•sNvas legai s r rstatntárias, e comprePndPrá também as contas de rrsultado 1wnd(•nt<' e fiS contas (1<' rompensaçiío". O qur rstá estabelecido pelo citflclo d<'<'rPtol<>i para ns Sociedf!des por AçÕ<'s nií.o foi rPspPitfldo pela portaria n.• 14, citada, pois, Pssn portaria dividiu o passivo elos balanços das <'lllRE VIST A
DE
SEG UROS
pri\::;as de seguros <'111 n,ms um agrupamento con· tiíhil-rc·onômico: - o das "Reservfls Térnicfls". Sem entrarmo·, pol· enquanto, no mérito dfl dPnomina ~iío "Reservas Técnicas" - da qua l discordamos, indagflmos: - Qual a procrclênc:in clPssas "RPsrrvas'' e ctnal o seu, f im ~ RPprl'sPntflm ohriga~õrs rln emprêsa ou são valores pntrimx niflis'l DPnominar certas "contas" ele "Hc>s(•rvn' Té<'nicas" c agrupá-Ias no passivo cl<' um balanço srm i nd ira r a posição c;:;trutural dentro de nw· <·anismo contábil-econômico, não dá, ao nnalist·a, nPnhuma base sólida do que representa êss: ngrupamPnto de "contas" como expressão patrimor~al. Além elo mais êssc agrupamento estít formado elas mais heterogêneas espécies ele sa ldos credores . Uns - a "Reserva de Riscos niío Expirados", por exemplo - são saldos determinados po1· lflnçmnentos baseados na técnica c na experiência indicativas da possibilidade da ocurl'Ôncifl do s inistro, c exprimem uma responsabili dade dos contratos de l:::eguros em vigôr; outros, como a "Rrs<>rva Matemática", são saldos drcor rentes dr cálculos atuariais com precisão matemíttica <' qu<> dPtcrminam a rcsponsabilidadr do srguraclor <' o direito elo segurado, srndo êssr dirPito um "rxigh·rl" com prazo rerto, porém, lon· go; r, outros, aiuda, como a "RrsPrva clP Sinis· tros a Liquidar" c "R~sNva cl<> Sinistros VPnridos" r• a "Rr•sprva de Acidentes não Liquidados". sií.o créd itos líquidos c crrtos com ohrigflção d<' pagflmrnto imediato. Para qur não pareçamos inr·orrrntes !'111 idrntificarmos romo "<•xigível" aquilo qur rst.ií dr•nominado eomo "Reserva s Técniras", abramos, nquí, um parêntC'sis par>t esclarecer o nosso prnsmnc·nlo. A clenominaç:i.J qt1e propugnamos romo (·flpílz cll' identificar a verdadeira f un çã.o e posição, na Pstrutma contábil-econômica, do qu<' S<' t<>rn chamado "Reservas Técnicas", é a de "Pro· visÕPS Técniras". Porém, esta denominaçiío niío abrang<' n totalidade elas "contas" sob aqtwla <1<>nominaçiío. Isto porque, como dissemos acima, Pstiío sob aquele grupo, créditos de origrns as mai:; divr•rsas. Enquanto uns são simplrs apuração aritmética de compromissos süjritos a pa· gamrnto imediato - como os que decorrrm dos s inistros ocorridos ou dos contratos de seguroc; wnridos - out-ros f! a êstrs somrnte é qur chammnos "Provisões Tfcnicas" - são oriundos de créditos provindos da previsão técnico·ntua· 235
rta1, como ns que provem <h apm·açiío matl'máticn dn .· h1hr l n~ fJU<' suj<,iinm os ro nirntos dr seguros d<• vida n 11111:1 pnrii<· ipn ~~o <·Nia do s<'g urado 110 patrimônio Jo ;;wgurndor . CoorclPnnndo o f!UP ncahamos de cxpôr , admit imos: 1) Qu<• o ngrupn:nPnto "RrsPrvas Téc n icas", por si só, não r rprPSPntn uma. pos ição defin ida na <•strutura dos Ba lanços; 2) Qur rstiio sob u'a mrsma denominaçii o vnlon•s <·n ntÍlhil-rronômicos divrrsos <' 3 ) qur são fundnmr11tnis as diferen ça s clr · função l'llÜ'f' "co ntns cx igíH•is" n longo prazo elas elP a curto prazo. Assim Sf'Jielo, cone· lu unos: 1 ) DP\'0 srr l'limi· nSJ.elo o agrupnmPnt.o tont:í hil-Peonômi ro "R<•spr· vas Técn icas" dos Balnn ços dn s Emprrsns <1<· Srguros; 2) A s "contas" denominadas "11 <•s<•n·:1 <l< · H.i sros não 'l!;xpiraclos", "Rrs<'rva MntemMicn" <·
" Res<•rva dP Co ntlngên ci:;" dcwm f igurar comn "<'x ig íwl " a longo prazo <~sob a dcnoniinnçno es· JWC'íl'i c-n dl' "Provi,.;ií<•s 'lY<·n iens"; !' ~) As ' 'contas'' c-hamadas " Hc.·crvas ele Sinisiros a Liquidar", "RrsPl'VH. de Seguros V cnC'idos" c "Reserva de AridentPs nã.o Liquidados " d(•V<'m f ig urar n o "cxi· gí,·cl" n cmto pram c . com ns cl<•nom innçõrs se· gu intPs : "S ini stros a Liq u idnr", "S Pgu r os V enci· elos :t Liqnida r" <' " Ac idr ni·es  pura elos a Liqu idnr'' .
(l)
No texto da lei,
no lugar d e "Imobilizado", está
escrito "imobiliário" , o que d e ve ser, evidentemente , êrro
1ipográfico. (2)
Melhor
seria
"inexigível"
~1111111111 [] 111111111111 []111111111111 []111111111111[ lllllllllllll [ llllllllllll l[ lllllllll llll [l i: lllllllllllll [ ]1111111111
=
~ ~
E ~
por
ser
uma
forma
perfei·ta e com uma só palavra.
u[] 111111111111 [] 111111111111 [] 111111:
Firemen's Insurance
=
~
Company oi Newark I Sécle: -
:
= ~
~
Cidade de N ewark, Estado de N ew J ersey, Estados Unidos da An1érica do Norte
§ E
=
" ~
FUNDADA EM 3 DE DEZEMBRO DE 1855
"~
§ =
Representante geral para o Brasil
~
American lnternational U nderwriters
~
~ ~
R EPR ESENTAÇÕES S. A.
§ §
~-
Av.Rio Branco, 39-7.0 andar-Rio de Janeiro
..... ~
Endereço Telegráfico: "AMINTERSUR" Telefones: 43-9 17Cí e 43-9266 Sucursal em São P aulo : - Rua Boavista, 76, 3."
g
Capital declarado e realizado para as suas operações no Brasil
Cr$
~-"
-·
5
5.000.000,00
RAM O S DE SE GUR OS EM QU E O PERA NO BRASIIL ,
~--
Incêndio - Transportes - Cascos - Automóveis - Acidentes Pessoais Roubo Vidros - Responsab;lidade Civil Riscos Aeronáuticos - Lucros Ce ss ante ~- Greves e Tumu ltos.
" ...
"~lllllllllllll[lllllllllllll[llllllllllll l []l l ll lll lllll[ ]l lllll ll ll ll[]lll l l ll llllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[]llllllllllll[]llllllllllll[]llll l!illll l[ll ll~= ll ....ll._.l_
·~,,._.,,_ ,,._,,._o.-.tl. . . .t). . . .(\._. ( ~(\. . . . (l . . . .
ll._.(,_,,._.,,._.,,._.,,._ll ....(l._.,,_ ,,._.()....()._.(, ....,,.... ,,._. ,, ._., ~- ·!
HELLADIO CAPOTE VALENTE- R.OGER DE CARVALIIO MANGE CARLOS DE ALBUQUERQUE CYRO AMARAL ALCÁNT ARA
!
I
A D V O G A D O S
R'UA BENJAMI N CONSTA NT 171 _ f~~.._.._~l-.<l 236
. . . .(l. . . .
r
andar -
FONE 2- 1029
'
I'
SÃO PAULO ll~l ()~I--(J-II._,.I._.IIC.CJ.-.tl.-.c_)....,..;).....CI.....CI.-.cl.-.tl._().-.tl._().-.c-tl._.t_l_l_l~....
. NOVEMBRO
1950
-
URBANIA
Companhia Nacional
de
Seguros
Uma ausp iciosa comemo ração
Flagrante fotográfico de quando o Sr. Roberto Assis Ferreiro, gerente do Sucursal , usava do palavra.
A « Urbonio » Companhia Nacional c!e Seguro s, querend o
dor
uma
p ro vo
ainda
mai s
robusta
de
estima
ao seguro paulista e do alto conceito em que tem todos quantos,
no
atividade, no
Estado . bandeirant e ,
ofereceu,
Restaurante
zoçõo,
no
dia
Molinaro,
estimulo
e
28 um
se
d e dicam
de
Setembro
1antor
agradecimento
de
aos
o
essa
ult imo,
confrat erni · corretores
e
funci o nári o s do Sucursal do Companhia em São Paulo, co memorando,
as sim,
por
maneira
festiva
e
afetuosa,
Present o
da
ao
« Urbonio » ,
que quiz, com
mente
poro ele e
que
todo o quanto s se da
causa
esteve
Antonio
a
diretor
su perintendent e
Osorio
de
Barros,
da
poro o s homenageados, o
dire toria a ch avam
comum, ou
grondecimento
o
Carlos
êsse se u gesto, exprimir, de modo alta ~
honro so
im portância
ato
Sr.
dava ali
seja a
da
Companhia,
à
colaboração
congregad o s em expansão
que
queria,
e
do en·
como
o passagem de 2. 0 aniversário do fundação daquele se u
o
a cham voltados para o s grandes empreendimentos.
DE
SEGUROS
um
preito d e adm iração e estimo a São Paulo, acompanhar
departamen to. REVISTA
de
torno
dinamismo
tre pidante
de
se u
povo ,
cujas
vistas
se
237
Um aspecto do jantar oferecido pela « Urbania » Companhia Nacional de Seguros aos seus colaboradores de São Paulo .
Durante o jantar, usaram da palavra o Sr. Roberto Ass i'
Ferre ira, g e ren're da Slucursal da Companhia , e o
5: . A·ntonio Ca rlo s . O sorio de Barros, diretor
tã o alta prova de camaradagem e de espírito de coope· ração .
sup~ri nten
O janta r deco r reu num ambi e nt e d e e xtrema cordia-
de nt o da « Urba n ia » , os quais fala ram em nome da e m-
lidado
presa. Por parte dos funcionários, falou o Sr. V. Dirceu
tornam
O . lima , e e m nom e dos corretores o Sr. Thomaz P.
moi ~
Olanda .
muito
dado s,
tais
os
afeto
o rado res ,
e
carinho,
co me moraçã o ,
so b o
em
soub era m
em
si gno da
p:~l a ·aas
q :; ~
mes ma
da r
re pa ss adas o
devido
co mandant es
band ei ra e
de
do
protocolos reuniões,
e
por
isto
simples
de
fino .l izarmos
registro
aqui
a
estas
notas,
in serimo s,
não
que
a
título
queremos fa-
realce
ze - lc• se m antes fel i c:tar-mos o s di r ig e ntes da «. Urbania >
Companl)ia Nacional d e Se guros , o s quais nos d istinguem
irmanado s
\.o m a sua amizad e, :::l eleva do ges to c.l e compreen são que
acabam d e, dar.
~ -·- ·~·-·-·-·-··-·-··-·-··--·-·--·--·-·-·-·-·-·-· · -· · -
···- · -
I
ALLI A NCE ASSURANCE CO., LTD.,
I
OPE ~ A -- - Segu ro; de Fogo, Marít imos, Acidentes de Automóveis
i
e Lucros Cessantes
I
mesmo,
coman-
e
pe lo '". mes mo s i d ea is , es tava m dando, naquele momento ,
!
etiquetas que tão incomodes
deixando,
grato dos impressões o todos os presentes. Ante $
Todos C. q ue la
sem
EST ~BELECIDA EM 1824
AGENfES GERAIS-WILSON, SONS & CO., LTD. Caixa Post . l, 751 - AVENIDA RIO BRANCO, 37 - Telefone 23-5988
- -·- ·- ·- ·- ·- -·--·- --·- -·- ·- ·- - -·-·- ---·.......--------
~lllllllllllt lllllllllllll tlllllllllllll t J111111111111 t liiiiiiiiUtlllllllllllll Clllllllllllll tllllllllllll: tl H1111111111 t lllllllllllll tl IIIIIIIIIIIICllllllllllll~
~
§ ~
FOGO-TRANSPORTES- TRANSITO- VIDROS
§
Agentes: S. A. WHITE MARTIN:>
::
§
CAPlTAL DECLARADO E REALIZADO PARA O BRASIL Cr$ 1.000.000,00
= ~ ~
~
· SUN Insuronce Office Limited.
Beneditinos 1 a 7
-
~
= §~ §
Rio
:
~llllltllllllllllllltllllllli llllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltliiiiiiiiHIItllllllllllllltlUIIIIIIIIIICliiiiiiiiiiiiCllllllllllll~ 238
NOVEMBRO
1950
REGISTRO COMPANHift. Foram
Dlft.
EXCELSIOR DE SEGUROS ap rov adas
g ~ vêrno
p elo
federal,
pe lo De-
crete• n" 28. 831, de 3 dês te mês, publica da no « Diário Oficial »
do
ostatuto '
da Co mpan hia Excel >ior de Seguros pela a s-
dia
1 7,
as
alterações
introduzidas
semb léia geral de seus a ci on is ta s, realizada a
nos
25 de
CONTINENTAl
A
propósito
D:::J
da
SEGURO
bri lhante
conferência
Jo s ·, Augusto Bezerra de Medeiros
que
p ronunci ou
o
Dr.
no Au -
d itóri<• do « In sti tuto de Resseuuros do Bras il» , na oca siã • em
que
Continental
se
do
comemorou,
Seguro » ,
o
no
corrente
Dr.
Od ilon
ano,
de
o
« D ia
Beaucla io,
president e. do Sindica l:> c; a s Emprêsas de Seg uros
Agôsto do ano c: rrente. A!'. prin ci pa is alteraçõe s con sistiram
no aum ent o do
ca p:ta l de Cr$ 3. 200.000,00 para Cr$ 7. 000 . 000,00
Pri-
vado' e Capital izaçãc. cl , !lia de Janeiro, dirigiu àq ue le ilustro parlamentar a carta que a
seguir transcrevemos .
r, no canc e lamen to dos re st riçõ es existentes nos antigos
esta tuto'
quanto
a
qualidade
para
se r a:ionistas. « Rio
de
Janeiro,
23
de
Outubro
de
1950. Exmo. Sn r. Depu tado Dr. José Augusto Bezerra de
JOSÉ ABREU
Medeiros. Tem o s a
gran d e satis-
fação de comunicar a V. Excia. qu e a DireEsteve,
Jcs(,
nesta Capital, e m viagem
Abreu ,
dedicado
e
competente
de recreio, o Sr.
d'retor
da
Com-
na
c•
« Aliança
peiCJ
se u
Sr.
da
Jo sé
Bahia >>
esfôrço ,
trabalho , foi
Abreu
a
como
dedicação,
su o
carre ira
simples
funcional
auxiliar
compet ên cia
e
e
am or
ali, ao
galgando todos as
p osições, at é chegar
ao cargo de d ire tor, ao qual foi
merecidamente condu-
zido
e no qual
tem
sa b!do
às sua s A sso a
no
Rio
e
no s Estado s,
Conferê ncia
p ron unciada por V. Excia . no In stituto de Res -
panh ia d e Se[Juro s « AI:ança da Bah ia » . Iniciou
toria dest e: Sindicato transmi tiu ciadas,
seguro s do
Bra sil » ,
Continental
do Se guro e
ma nif es taram
muito
na
com e moração
que
do
Dia
toda s" e la s se
reconhecidas
com
o s va -
liosos concei tos ex pendido s por V. Excia .
~ con fortador pa ra
honrar e cont in uar as tra -
diçõe' qu e tanto o nobilitaram e nobilitam, fazendo -o
conta:
dignt• da inves tidura que lhe foi confiada.
homem
com
a
públ ico
a indústria do seguro
esclarecida
eminente
si mpatia
como
é
de
V.
um
Excia .
qu e tan to conhece o valor das iniciativas indi-
viduais e o s males que poderiam advir para
SUPER POPULAÇÃO
as Advert e m o'
téc nico s da
ONU ,
especializados
assunto , qu e o desenvolvimento econômico da Asia
no
re la ção à capacidad e geográfica dêsse continente. partir d e
1 800 , a
ro pa to rno u seis vezes mais den sa a
sua
A um
indu stri aliza çã o da
com
o
monopolio
do
se-
pelo Estado .
po -
derá resu ltot num crescimento demográfico exagerado em
Se, a
Segurado ras
guro
Eu-
popu lação, a
Asi a teri a, nessa mes ma ba se, o triplo da atual popu -
Conferência
ensin amento
vocado
contra
de
Excia.
qu e
qualqu er
zadora do seguro pa ises
V.
valioso
deve
tentativa
é, ser
poi s, in-
monopoli -
que deve ser livre nos
d e mocratico s.
lação do mundo. lo
COM
AO~
VISTAS
Diretoria
agradece
CELIBATÁRIOS
a
V.
dêste orgão de classe, que Excia.
os
elevados
conceitos
expendido s na aludida Conferênci a , transmite Dizem
o :;
cientistas
f.!Ue
o
casamento
influi
no
longevidad e. As es tatí sticas revelam que de cem homens solteiro s, pa sso
en tre
que
o s 25
entre
e
o s 45
o s casados
merco de mortos ba ix a pa ra
ano s,
da
28
mes ma
morrem , idade
o
o•
aplauso s
e
agradecimentos
18. Pa ra 78 casados que
Qu eira,
V.
Excia.,
da ções
SINDICATO
GUROS
PR IVADOS
é
vez es
sup eri or
ao
de
aceitar
os
prot es to s
RIO
DE JANEIRO.
DAS E a s.)
EMPRÊSAS
DE
CAPITALIZAÇÃO Od ilon
de
SE DO
Be auclair
Preside nte » .
solteira s. r.E·;;sTA
seis
As-
d C! nosso estimo e con si d e ra çã o . Cordia is sau-
o me sma sorte. Também e ntre a s mulheres, o núm ero de casadas
suas
ao nú·
a tinge m os 45 anos , não há mais de 40 solteiros com
octogená rias
de
socia do s.
DE
SEGUROS
239
PARALISIA
liQUIDAÇÃO DA COMPANHIA DE SEGUROS MAR[TJMOS E TERRESTRES
« UNIÃO
INFANTIL
NOS
ESTADOS
UNIDOS
FLUMINENSE » N o a no pa ssado , 42 . 375 ind ividua s d e am bos os se xo s
Po l po rtaria do Sr. M i nistro do Trabalho , Indú stri a
e
difere nt es
i d a d es
f o ram
víti ma s
da
pa rali sia
o Com ércio, se m núm ero , datada d e 13 d e Setembro
i nfantil , nos Estado s Un i do s. Foi um record . E iss o na-
últ i mo , foi
D. Con -
turalm e nte cau sou g ran d e ala r me no s círcu l o s científicos,
qual i dad e de re p resen -
se nd o unan i me a op i niã o d e qu e o fan t a s.ma do t errível
ch ita
Cid
nom eada a
In speto ra
Dom i ngues pa ra ,
na
d e Segu ro s,
tante do govêrno , promover a liqu idação da Companhia
mal ronda a
nação e dia a
d o Seguro s Marítimos e Terr est r es « União Flum i ne n se »,
e st ragos
população
cuja
a gora
autoriza ção
para
funcionar
fo i
ca ss ada
pel o
d e-
na
dia vai causando mai ores
norte - am e r i cana ,
se haja con seguido l evantar uma
se m
q ue
até
barreira paro
creto n.O 28 . 620 , d e 9 do dito mês .
in t erc epta r- lh e a ação nefasta. Int ensificaram -se nos la -
JOS~ JOAQU I M DE CARVALHO
na da menos de 200 ho mens d e ci enci a .
boratórios a s p es qui sa s, e m qu e se e mp regam a fu ndo
Ti vemo s a sati sfação d e re ce b er a gra t a visi ta co m
CE N TENÁRIO
que no s d sti nguiu o no sso am fg o Sr. José Joa q uim de Carvalho ,
di re tor-g ere nt e da
« Urban ia 1>
-
zação
S/ A .» ,
O «Jo r nal do Com érci o » , de 2 de Jul ho de 185 0,
Co mpanhia
N aci onal d e Seg uro s e p res id ente da « Urban i a Cap itali p rósp era s emp rês a s se diada s na
publ icou
a seg ui nte notíci a : -
capit a l « Fo i
ba hiana. Durante o s mom e nto s e m q ue p e rm a neceu e m noss o
re da ção ,
ti ve mo s oport unidad e
de
mel ho r
conh ecer
data
a
qu e
represent am
no
mei o
em
q ue
exerc i t am
nes ta -;
Sr.
linha s,
Bem ve lh in ho
Jo sé a
Joaqu i m
sn a
de
hon ro sa
Carvalh o
ag ra decemo s,
visi ta :
( .!
qu e
têm
si d o
Verd ad e
(!:'
e n xe rto s,
~(!)
ADVOGADO
<!)
especi alm e nte
sistê ncia a
ref erente s o
sini st ro s do lo so s
(o s-
inq uérito s policiai s, p rocc 5s o s - cr:me
a na Tribuna l Marítima, etc ), e ações de ress arci-
.
mento s.
• :
ESCRITORIO : Rua Méx ico 148 -
:
RESIDÊNCIA :
:
Rua Raimundo Co rrê a 27 - ap . 504 -
~
~ (•~ 1
I ~
~
~
Sal a 806 - 8' a nda r.
:
Junh o ,
o
n'
có d ig o
d e estado
55 6 , com com erci al.
Um
es tá
sécu l ~
de
ida de não
fei t as
é
q ue ma s,
re ju ve n e~cê- l o
para
já de
tem
le'la d o
co rpo
e
algu ns reine ndos
o
é
es p í r ito ,
mes mo
=
~lll!ll[]lllllllllllltliiiiiiiiiiii[] J I • tt H I I H i tJ 1 11111 11111 1Cl llllllllllll~ ~
~ § (o)
A ÇÓ ES DE 8EGUROS
de
sob
b ri ncad eira . Ent r tan to , aí está re si stin d o às i nves tidas
'~~®®®®®@®®@@@{!)®@@®@®@@®~®~J (!)
PAULO 8. JACQUES
25
sec retaria
em 1.' de Jane:ro d e 18 5 1 » .
as
su a !: at iv idad es.
A c•
de
na
Justiça ,
Assi m p ois p r in ci p iará es t a lei a ter execução
marc ha do s n eg óc i os do s dua s companh i a s e o re l evant e pa pel
hoj e publ icada
do s negóci o s da
GUSTAVú
...
Advogado -
~
SILVA Contador
;:;
~
Exclusivam<znte questões sobn. •eguros. Av• rias ;::; ~
;:::;
~
marítimas. Regulação de Av .. ria Grossa. Escritório :
;:;
Rua Barão do Rio Branco, 1156 Caixa Postal, 137 Telegramas: "NEPTUNO"
;:;
~= -
:
37-7897
:
r'~X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!>®@@®<!X!)®@ti)(!)@®<!;<!X!X!X!X!)(!)(!)(!)l! q ·~
__ .:...•
~
Fortaleza
Cearí
~
~llllllllltllllllllllllltllllllllllllltliiii11111111Clllllllllllll[]llllllllf..1
r----~~~;~~~;,:;·--1 I
; 1I
i
1 Ji_
!
1.
f
Conceituada organização de Agentes de Seguros, com ramificação nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, constituída de elementos técnicos de responsabilidade, possu ind o já prestigioso g rupo de Agências de Companhias ele eguros elos ramos elementares, propõe-se a estudar a anexação de mais algumas seguradoras. dando, assim, margem de pulverizar as suas produções em pequenas responsabilidades entre tôcla as suas representadas, oferecendo, clêste modo. resultados ma is compensadores. dentro ele uma produção razoável . mplos detalhes sôbre a organização serão dados aos interessados pelo Sr. J osé V. Borba. diretor da "Revista ele Segu ros", à A v. Rio Branco, 117, 3.", telef. 52-5506.
A,.._.._I~I ---II._,.) ._.O.-.ti~J--(J-.u.- t~~~--~~J.-.t i~ I 4~J--II . . . .I -II~-~I - I I._,. I._.t),_.ll . . . .l ~ l. . . . l . . . . ~~ ~.-..)~
240
NOVEMBRO
1950
Aumento Os ~ontriDuiçõss para os I. A. P. I. O gover no fe d eral , tendo em vista o s motivos qu e no~
invoca
diver sos
justifica .· a
<< con si derando »
necessidade
das
com
que
provid ê ncias
pro curo
que
teve
de
toma i, acaba de ex ped ir o De cre to n.9 28 . 412 , de 24
Con side rand o qu e o n. '' 367, de 31
artigo
4 .',
inciso
I,
da
Lei
1936 , o artigo 4 .9,
de dez e mbro de
inciw I, da Dec ret o -lei n.' 651, de 26 d e agõsta d e 1938 , ~ o artigo 18, al í nea a, da Decre to -lei n.9 7.212 ,
do mês de Jul ho e publicado no « Diá rio Of ici al » do
d~
dia imediata .
cre to -lei n.' 7. 835 , de 6 de agõ sto de 1945 , estaloele·
A <:.
razões
invocada s não
fazem
se não
reforçar
o
ponl<• de vi sta por nó s tã o longamente debatido, de que o;
institutos
de
prev idê ncia
social
sã o
incapazes
de
prove.· às suas próprias necessidade s, sendo nece ss árias , para is to , a s majoraçõe s sucessivos nos taxas de contri-
bu içõe s, que , de 3%
no I. A.
que e ram
P. C. , por
exemplo, já atingem hoje ao dobro . Nes se andar, não ~ abemo!i
até
aonde
Estampamos ,
9 d e abril d e 1940 , combinadas com a citada De -
ceram também em percen tagem variável de 5% a 8% (cin cc• por cento a oito por cento) a taxa de contribuição para
ser
In stituto de
dos
Empregadas
em
interêsse
para
a
classe
do: seguradores , o texto integral do decreto em que stão .
d e 19 de junho de 1950.
Tran sportes
e
Cargas
e
para
o
que ,
para
o
Inst ituto
de
Apo se n -
tadoria e Pensõe s das Marítimas e para o In st ituto de Apo se ntadoria e Pen sões dos Bancário s, a fixação dessa ta xa
Dá providências para o cumprimento da Lei n .' 1.136 ,
Pensões da s ln -
res pectivamente ;
Cons iderando de
Apose ntadoria e
lnslilutc. de Aposentadoria e Pen sões do s Comerciários,
iremos.
por
o
dustriários, para o In st ituto de Aposentadoria e Pensões
variável
de contribuição
encontra
apôio
no citado
artigc. 2.' da Lei n.'1 15 de 30 de dezembro de 1935, combinadc. com o citado Decreto-lei n. 9 7 . 835, de 6 de agô sto de 1945; Con si derando
Pr es ident ~
O qu <·
lh e
confere
da
República , usando da
87,
o art.
incisa
I,
da
atribuição
Constituição
Con s: dcran d ~·
u
os
Instituto s
c.:
Com ércio • a
elevação
da s ta xas
vig a :, tendo sido , na forma
Fcdeo a l, e d~
que
qu e a Le i n.91.136, de 19 d e junho
1950, ao ma jo rar as prest a ções da s aposentadoria s p c nsõe ~
a tualm e nt e mant ida s p el o s In stit uto s de Ap o-
sen tadoria
Pensões,
c::
criou
paro
êstcs
e ncar{] O ne vo
c
de
Apo sentadoria
u Pensões so licitaram ao Mini stro do Trabalho, Indústria da
de
contribuição
em
lei, o uvid o o Serviço
Atuarial de. mesmo Ministério;
Con sideran dc• que, dada a d iversi dad e do s planos d " benef:c ia s doo Institutos d e A.po se ntadaria e Pe nsões u tendo em visto os encargos a ssumi do s por ês te s, em
vulto S<, que, em alg uns, atinge a 100 % da; pre stações
vir tud t\
prese ntem e nt e pa gas ;
pa ss ível e leva r, de modo igual, a taxa d e contribuição
Co nsi d eran do ci ona :
àquêles
bertu ra
d e.•
o
para
a
com
é
nece ss ári o
In stituto s o s meios
novo
prejudiqu<o
qu e
encargo,
cumprimento
de
de
e
pr _ por ~
urgent e
i ndi ~ pen !: áveis
maneiro
su as
que
à co -
não
obri g a ções
se
legais
col e ti vi dade de seg urados ativo s c apo -
sen tado s c se us beneficiário si Considerando
Ins tituto : custeio
qu e
as
respectivos
plano s de
dendo, por isso fazer face
lei
número
. 136,
já
mencionado
não
é
para cada um dê le s ; Considerando, porém, qu e, além da elevação pro poste..: ,
outras
provid ê ncia s
se
fa ze m
necessária s,
no
!;C ntid c.· d e a ssegura r o fiel cumprimento do l ei n.9 1. 136,
dto 19 de junho de 1950, Decreta :
contribuições
em
vigor
nos
d e Apo se ntadoria e Pensões se d es tinam ao
dos
da
be neficio s,
não
po -
ao s novo s compromissos de -
correntes da majora ção dete rminada pela referida lei ; Considerando que, na conformidade da dispôsta no a rli gc. 28 da lei número 159 a 30 de dezembro de 1935,
Ar:. 1.'
As ta xa s de contribuição para os In stitutos
d u Aposentadoria e Pensões ficam e levadas , a partir de
1 d e agõ sta de 1950, para a s seguintes percentagens : a l Para 6%
( seis por cento) a prevista na artigo
4 .' , inci so I, da lei n. 9 367, de 31
de dezembro de
1936 , " no artigo 26, inciso I, do Re gulamento aprovado
combinado com o art igo 3.' da Decreto -lei n." 7 . 835,
pel e, Decre to número 1 . 918, de 2 7 de agôsto de 1937
d u 6 de agôsto de 1945, a contribuição dos emprega-
' ' de stinada ao do :; lndustriários
do • corre sponderá a uma percentagem variável de 5% a 8%
(cinco por cento a oito par cento) da respectivo
salário , conforme
d"
exigir a
previd ê ncia social.
REVISTA
DE
SEGUROS
si tuação
de
cada
j_,ufituição
bl
In stituto
para 6%
de
Aposentadoria
( seis par cento)
e
Pensõe s
a prevista no ar•
ligo 18, alínea a, do Decreto -lei n.9 2 . 122, de 9 de abril de
1940, e na artigo 74 , alínea a, do Regula241
ot ô
Cr$
mai s
de
mente oprovodo pelo Decre to número 5 . 493 , da me s ma dato ,
e
d estinada
ao
In stituto
de
Apo se ntadoria
e
Do
para
c)
6
1/ 2
me n sai s
7•}. 8 :;.
Art. 3.' A partir de 1 d e jan ei ro de 1953, nenhum
Pensõe s dos Comerciários ; ( sei s e
vista no artigo 4 .9, inc is o
50 0 ,00 500,00
Cr$
meio por cento)
a
pre -
I do De cre to - le i n .v 651 , d e
Instituto d e Ap ose ntadoria e
Pe n sõ es pod erá
d is pender
anualm e nt e com a su a admini straçã o mai s de 2
1/ 2
°/.
26 de agô sto de 1938 , modificado p e lo art igo 2.'', do
(do i1 c me io por ce nto)
Decreto - lei n .'' 9 . 683 , d e 30 d e ogô sto de 1946, e no
bu içã o d e seus segurado s re lativo ao exe rcíci o a nt e rior.
artigo 69, inciso I, do Regulamento aprovado pelo De-
do to tal do so fó rio de contri -
Parágrafo ún ico . De ntro d e 90 dias do p u blicação
creto n .' 22 . 367, de 27 d e d e zembro de 1946, e de sti-
d ês lu De cre to , o s In stitutos d e Apo s entadoria
nado ao In stituto de Aposentadoria e Pen sõe s dos Em -
c uja ~
pregado ' em Transporte s e Cargos ;
xad (t n ês t e arti g o , aprese ntarão ao Mini stro do Tra ba lho,
d)
poro
1 / 2%
6
(seis
e
meio
por
ce nto)
a
previsto no artigo 2.' do lei n ." 159 , de 30 de d e zembro do
1935, e destinado ao In stituto d e Apo se ntado ria e
PensÕe $ dos Marítimos .
so
Parágrafo único . O minado
nêste artigo
adicional,
aumento de contribu ição d e te r-
será
arrecadado
independentemente
do s
sob o
formo
contribu içõe s
res p e ct ivo s
ja ne iro
po r
int er mé d i o
Pre vid ê ncia Soc ial , o
do
d es p es a s admin is tra tivas ,
e nquadrar
no
De partamento
plano d e compressão
referido
de
limite ,
modo que at é
de
1953.
de
Arl. 4 .' O pres ente Decreto e ntra em vigor no data d 1t
s uo
p u blica ção,
revogadas
as
di s po sições
em
cont rário .
mentares em vigor.
Art . 2.'
Com é rcio ,
po ss am
de
s uple -
e
I ndú stria
N a cional d e da ~
e Pe nsões
d es pe sas admini st rat ivas ultrapa ssare m o lim ite fi ·
As contribuições poro o Instituto de Apo -
sentadoria e Pensões dos Bancários , previstas no artigo
Rio
de
Janeiro,
Independ ê n cia
e
24 de julho de 1950, 1 29 .9 da
62 .' da
Re pública .
2.' do lei n.• 159, de 30 de dezembro de 1935, possam o partir de 1 de ogôsto de 1950, o ser cob rados na• seguintes bases :
Poro
EURICO
250 ,00
as vencimentos até Cr$
Marcial
6%
Dias
G.
DUTRA
Pequeno
END. TELEGR:. "CRUZSULCAP"
Capital realizado Cr$ 3 .000.000,00
Matriz :
Presid e nte
Avenida
Vargas ,
290
-
11 . • -
Rio d e Janeiro
DIRETORIA
DONALD DE AZAMBUJA LOWNDES
VIVIAN LOWNDES
V ICE- P R ES I DE N TE
PRES I DE NTE
LUIZ SERPA COELHO
NESTOR RIBAS CARNEIRO DrRETOR-SU P ERINTENDENTE
CONSELHO FISCAL
Dr. Raul Gomes de Motos Dr. João de Alcantara Dr. Angelo Mario Cerne
SUPLENTES
Johanncs M . F. X, Drolshagen Francisco S. R. de Brito Filho Marcilio Mourio Guimarães
Carlos Gulsard Aguiar Joaqu im Mo;aes Caterino Augusto Marques Valente Benjamim ·ferreira G. Filho Luiz: Cerlos Pederneiras Roberto Cardoso
Sucursais: SAO PAULÜ-REOFE-FO RTALEZA-SALVADOR -P. ALEGRE-B. HOR IZO NTE
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Dr. Dr. Dr. Dr.
Luiz Adeln1c• Lodl T rajano de Miranda Valverde Olímpio Felix (/,: Arau;o Cintra Filho Alfredo E{lidio de Souza Arar.hs Sucursal no Rio de Janeiro :
RUA DA ALFANDEGA , 81 -A -
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Fon es : 23 -0626 e 43-7396
RUA DA QUITANDA N. 87 (Edificio proprio) TELEFONES: 23-3113 e 43-3096 Aníbal Teixeira DIRETOI<IA: Antonio Que1roz da Silva Dr. Mario do.s Santos Parreira
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Sucursal em São Paulo RUA
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Números 264 e 265 , de Junho e Julho de 1950. Ano XXIII. São Paulo. BOLETIM INFORMATIVO Publicação da Conf ed eração Nacional d e> Com érc io. Núm ero s 66,67 e 68 , de 1,15 de Junho e 1 de Julho de 1950 . Ano 111. Rio de Janeiro. BOLETIM d 0 Notícia s - · Orgão mensal da Superintendê nci a da produção da Companhia de Seguros dCl Vida « Previdência -do Sul » . Números 95 e 96, d o Junho e Julho de 1950. Ano VIII . Porto A-le gre, R. G . do Sul. Publ icado pela Organ ização In BOLETIM D!l. OIR ternacional de Refugiados. Números 7 e 8, de Junho e Julho de 1950. Rio de Janeiro. CIRCULAR COMPINTER Publicação trimestral da Companh ia Internacional de Seguros. Número 11 O, de Junho de 1950. Rio de Janeiro. CON JUNTURA ECONOMICA Bolet im men sal orga nizado pelo Centro de Análise da Conjuntura Economica do Núcleo de Economia da Fundação Getúlio Vargas . Números, Junho de 1948 a Maio de 1950. Anos 11, 111 e IV. Rio de Janeiro. CORREIO DO SENAC Semanário informativo do Departamento Nacional do SENAC. Números 38, 39 e 40, de 15 de Mqio e 1 " e 15 de Junho de 1950. Ano I. Rio de Janeiro. EMANCIPAÇÃO Semanário dedicado à defesa da economia nacional. Números 16, 17, 18 e 19, de 1 O e 23 de Junho e 7 e 28 de Julho de 1950. Ano 11 . Rio de Janeiro. FÓLHAS AVULSAS mentos.
Número
Publicação da s Ed ições
7, de Junho de
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1950. Ano
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São Paulo . NOTICIÁRIO lOWNDES Publicação das Organiza ções lowndes. Assuntos de interêss es gerais, espe cialmente das Organizações. Número 26, de Junho d o 1950 . Rio de Janeiro. NOTICIÁRIO SALIC Publicação . da Sul América Companhia Nacional de Seguros de Vida, exclusi vamente sôbre a marcha dos ncgoc1os. Número 173, de Maio de 1950 . Ano XV . Rio de Janeiro. NOTICIAS DO MERCADO Organisado e escrito pela Protetora Comércio do Mercado. Números 62, 63 , 65 e 66 , de 1· e 15 de Ju-nho, 15 de Junho e 1 de Agosto de f950. Ano 11.1 . Rio - de Janeiro A PREVIÓENCIA Orgão Oflcial do Sindicato dos . Corretores de Seguros · Privados e Capitalização do Rico de Janeiro. Números· 79 e · 8'0, de Maio e Junh o de 1950. Ano LXXXIX. Rio d"e Ja~eiro . A PRUDÊNCIA Publicação da « Pru·dêncid Capitaliza ção » . Números 4/5 e 6 / 7, de Abril - Maio e Junho - Julho de 1950. Ano I. São Paulo . Mensário deREVISTA BRASilEIRA DE PANIFICAÇÃO dicado aos assuntos de panificação e indústrias correlatas. Número 176, de Abril de 1950. Ano XV . Rio de Janeiro.
REVISTA RIO GRANDENSE DE CONTABILIDADE Mensário Técnico de Administração e finanças . Número s 188/189, de Maio e Junho de 1950. Ano XVII. Porto Alegre, R. G. do Sul. REVIST.A. DO SERVIÇO PÚBLICO Orgão de interêsse da administração. Editado pelo Departamento Admi ni strativ o do Serviço Público. Número 1, de Abril d ' 1950. Volume 11. Ano XIII. Rio de Janeiro. SAÚDE Mensário do Serviço Nacional de Educação San itaria . Número s 31 e 32, de Julho e Agosto de 1950. Ano 111. Rio de Janeiro. SU 1• AMERICA Publicação trimestral da « Sul America » -- Companhia Nacional de Seguros de Vida. Número 120, dos meses de Abril, Maio e Junho de 1950. Ano 31 . Rio de Janeiro. Estrangeiras El.
ASECURA.DOR Publicação mensal sôbre seguros . Nú mero s 250, 251 e 252 , de Abril , Maio e Junho d e 1950. Ano XXI. Buenos Aires, Argentina. l "A~. SICURAZIONE Publicação quinzenal de técnica e jurisprudência de seguros. Primeira e Segunda quinzena de Maio e primeira quinzena de Junho d e 1950. Ano LXIV. Genava, ltalia . BOlETIM INFORMATIVO Cronica e Orientação do « Con se jo lnteramericano de Comércio y Produccion » . Números 59 e 60 , de Maio de Junho de 1950. Montevideo, Urug uay.
El ECO DEl SEGURO Revista mensal. Números 1550 a 1551 , de Maio e Junho de 1950. Ano LVIII. Barcelona, Espanha. lOCAl AGENT Números 6 e 7, de Junho e Julho de 1950. Volume 22. St . louis, Missouri , U. America . NOTICIÁRIO DE lAS NACIONES UNIDAS do « Serviçc• de Imprensa do Departamento de Informações Públ icas da ONU . Números 25, 26 , 27 e 28, de 24 d e Junho e 1,8 e 15 de Julho de 1950. Ano V. THE REVIEW Publica çã o de Seguros . Números 3789, 3790 c 3791, de 26 de Maio e 9 e 23 de Ju nho d e 1950. Volume 81. Londres, Inglaterra. REVIST A' FINANCIERA - · Números 1545 , 1546, 1547, 1 548, 154 9 e 1550, 15 e 25 de Maio, 5 , 13 c 25 de Junho e 5 de Julho de 1950. Ano XLIV. Madrid , Espanha. REVISTA DEl SINDICATO VERTI CA l DEl SEGURO Número 76 , de Abril de 1950 . An ;, VIl. Madrid, Espanha . Seguro s, Banca y Bal sa Ed içã o Suplemcn tária . Números 20, 21 , 23, 25 e 27, de 20 e 27 de Ma io, 17 e 24 d e Junho e 8 de Julho d e 1950. Ano VIl. Havana , Cuba. SEGUROS - · Revista men sal. Números 11 O e 111, de Abril e Maio de 1950. Ano X. Santiago, Chile. SEGUROS Revist a mensal. Número 25, de Abril d e 1950 . Volume 111. México. SEGUROS Y BANCOS Revi sta informativa d e estatística , cientifico c f i nanceira . Número 4 30, de Julh o de 1950 . .A.no XXXIII. Bueno s Aires, A rgen tina .
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SUPERINTENDENCIA BANCARIA Bol etim número 14 2 c 143 , de Dezembro de 1949 e Janeiro de 1950 . Bogo ta, Colombia. lA TRIBUNE DES ASSURANCES Número s 88 , 90 e 91 d e 26 de Maio e 9 e 23 de Junho de 1950. Quarto a•o. Paris , França .
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PORTO I> LEGRE REN<. LEDOUX S~O PAULO lUA URUGUAY, 91 POCHON & CIA. LTDA PARANÁ (CURITIBA) RUA 3 DE DEZEMBRO, 17 - 5.• AP. A. COUTO & CIA PERNAM3UCO RUA BARAO RIO BRANCO, !19 CARVALHO NEVES & CIA . BAG~ (R. G. SUL) RUA C!\ GAMBUA DO CARMO, 136-1.• (R ECIFE) RO OOLF O MOBLIA i CIA. LTDA.
A V, AFONSO PENA, 759-2.• s.13 SANTA CATARINA " PROTETORA" Cio. de S11uros C/ Ac . do Trabalho
EFEITO CONSTRUTIVO DO SEGURO DAS RUINAS DA DESTRUIÇÃO SURGEM AS CIDADES DO FUTURO
II IRETOHIA Vivlan Lowndes, Presldentf'; llonald de Azambuja Luwndes, VIce-Presidente; Nestor Rlhas Carneiro, Ger.-nt.-; Jorge l';antos Lima , Gerente . C.O:-iSELHO FISCAl. fF. feth·o) Fred.-ril'o A . Tnves , ~lnno.-1 Ferreira GnimarãeR P :\llehnel James Roh !nson . .Jnlinll H . A. Arp., Haro: d SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL A. Pok11tallf.r e Antonio d.- Cnn·nlho Harhosn .
Companhia
de Seguros
CRUZEIRO DO SUL CAPITt..L
REALIZADO
Matriz: RIO Endereço
Telee-ráfico:
E
RESERVAS:
Cr$
5.241.289,00
AV. PRESIDENTE VARGAS, 290
cSECRUSUL»
Agências em todos os Estados
Telefone:
43-6922
(rêde Interna)
OMAIOR ANO DA HISTÓRIA DA SUL AMERICA MAIS DE 2 BILIÕES DE CRUZEIROS EM NOVOS SEGUROS ACEITOS. Numa progressão continua de serviços prestados à coletividade, a Sul America registr·ou, em 1949, o maior ano de sua história. Demonstração viva da confiança conquistada em 54 anos de trabalho, milhares de novos segurados procuraram a Sul America, que registrou um total de novos seguros aceitos superior a 2 l>iliões de cruzeiros. No mesmo ano, fomrn pagos, a
segurados ou beneficiários, mais de 160 milbões de cruzeiros. Os númer·os falam sempre pela Sul America. E explicam bem a prder· ~ ncia crescente do público pela Companh ia que tem sido, em mais de meio !'éculo, n garantia de uma Proteção segur·a à Fumiliu Brasilcim. Medite nos dados abaixo e confie taml>é rn, à Sul Arnerica. a proteção de seu lar.
RESUMO DO 54.o BALANÇO DA SUL AMERICA REFERENTE AO ANO DE 1949. Os no•·os seguros a c eitos, com o• respectivo• prlmelroe prêmio• patros, atingiram u quaatla de . . . . . . . . .
Z. l78. 080.688,()0
O total dos seguro• em •·ltror aumen tou para ............... . ...........
8 812.148. 877,00
OI pa gnmenlus
~&os próp r ios •e~urnd os e aos bene!lciArloe dOI eegura dos falecidos (si nistros, llqultla~· ões e lucros) som .. ram . . . . . . . . . . .
18 0.87 7 111 , 90
A !unda~: ão . .. . .. .. ....... . ...............
l . t88 .80 G.48G,80
de Lucros at r lbuidn< i•s a pólicn de Seguro em Gru1w lmpor.aram em . . .. ... . . .. .. .. ....... .. ................... . . ..... .
8.15 14. 888,80
O a tivo, excluldu ua contns de compen1açlo, elevou.se, em SI de deze mbro de 1949, à lmport4ncht dt> ........ .. ......................
1 . 870. 728.8 7 4 , 10
O tota l de pugnmentos desde OI pajlamentoe
U$
DEMONSTIIA Çi O DOS VALO RES DO ATI VO Tl~ulos d11 Divida Pública Tltulos de i:entit< .. . ...... . .............. . . .. .... .. . ... .. ..... . lmóvei• . ........... ........... ..... . .... .. . .............. . Emprtalimos eObre Hipotecu, Apólice~~ de Seguro• e Outru Garantiu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ............... .. Dinheiro em Baoces, a prazo .. . ................... .. . .... .... . Dinheiro em Caixa e B>1ocos .. Prêmlo1, Juro• e Aluguéis a Receber .. .. .. . .. . ... ..... .... .. 0 11tro1 Valorea . . . . . . . . . . . . . . . ..
I'EIClNfAGIM
31B. III9.1~~.so
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137.1'>35.5S2.SO 235. 41>1'> . 76,40
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u1,o• 52,., S,U 2,611 2.46 S,4.t 100,00
Sol ADleriea CO M PA NHI .\ NACI ONAL DE St:GUROS UF. V IDA - FUNDADA DI l..S