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T1336 revista de seguros fevereiro de 1950 ocr

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SEGUROS ;::;

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lncê nd io - Transportes .\ c. P essoais - Resp. Civi l Séd e própria : flUA

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DIRETORIA : Dr . Armando de Arruda Pereira -

Pre sidente

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Dr. Eduardo Jof et

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Vice -Pre sidente

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Dr. José de Paulo e Silvo

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Sup eri nt end ent e

Antonio Devi sote

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Cia. de Seguros Aliança da Bahia

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MOVI~ENTO

DAS SUAS CARTEIRAS DE SEGUROS INCENDIO E TRANSPORTES, DE 1870 A 1948

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693 . 720.349,00

318.403 . 660,90

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49 . 438 . 933,30 37 . 876.268,70

Dinheiro em Caixa e em Bancos

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25 . 159 . 026 ,40

Outra s cantas .. .. .. . . . . . . .. .. .. . . . .. .. .. .. .. . . .

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137 . 168 . 962,70

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SALVADOR -

ESTADO DA BAHIA -

FUNDADA EM 1870

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Dr. Pamphilo d'Utra Freire de Carvalho- Presidente Dr. Francisco de Sá Dr. Joaquim Barreto de Araujo

Anisio Massorra José Abreu

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REVISTA DE SEGUROS

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FEVEREIRO

DE

1950


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REVISTA DE SEGUROS

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FEVEREIRO

DE

1950


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TÍTULOS RESGATADOS

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CapHal fatal já •••mbol•odo ••• Po I d de títulos mediante . r a ores sorteios mensais, participa nos lucros do 10 o çao . ano e resgates até 31/12/48:

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Cr$ 176.158.739,10

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Imóveis 130.963.456,30 Títulos e Apólices 587.998,20 Empréstimos aos portadores 44.844.211,80 Hipotecas urbanas 7.438.749,70 Caixas e Bancos 5.978.985,80 Obrigações de Guerra 185.863,00 Banco do Brasil, com depósito compulsório

258 663,70

TOTAL

190.257.928.50

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DOS EE. UU. DO BRASIL

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para o presente, como para o futuro. Pense agora ... e decida-se hoje mesmo a fazer um seguro de vida na "A Equitativa", para garantir o futuro de sua família. E como a "A Equitativa" é baseada no mutualismo e seus segurados são seus próprios sócios, o senhor mesmo poderá usufruir em vida os benefícios de sua previdencial

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SOCHDAOE MOTUD Of SEGUROS SOBRE I fiDI Av. Rio llranca, '25

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378

FEVEREIRO

DE

19 50


RlVISTA 0[ S[GUROS

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seguro do Brasil

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N úmero

Redaçã o e Adm inistra çã o :

117-3•

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Sala

DE

JANEIRO

Fundador :

CANDIDO

DE

Redator ABILIO

OLIVEIRA

Chefe :

DE

CARVALHO

O i r~ tore s:

José V. Borba e Davi d Campi sta Filha Con sul tor

Téc nic o :

BA NDEIRA

DE

ME LLO

Secretá ri o A.

REG I S SILVA Redatores :

ÁV IO

BRAS I L e

CORREA

RAY MUN DO

SOBR I NHO

SUMÁRIO Ressa rcimento -

Abílio d e Carvalho . David Com -

Controle nece ssá rio pista Filho . In speções

de

risca s -

Lu iz

Men -

dança . Curso d e Seguro s Priva do s -

Paulo

Barbosa _Jacques. O naufrág io

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« M et rópol e» -

Renato de Al encar. Relatóri o

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Reun ião

Perman ent e

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Comi té

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mis férica de Segu ro s, re unida e m

Cuba . Hom enag em

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Vida . Declaração seguro

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priv ada .

Ora ção da Jui z. Bilhet e Fral erno . Porque o nó sso segu ro nos Estado s Unida s ? REVISTA

50 ,00 70,00

Mala de um ~cuJo de reputaçAo f'IR Jlquldaçõea 113tlsfatórlal.

100,00 150 ,00 5 .00

FILIAIS: Rio de .Janeiro Rllo Panln

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não opera

NUM 344

Ressarcimento

305

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CARLOS

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Feve reiro de 1950

Rio Branco,

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Estrangeiro ,

YORKSHIRE {nauranee Co . Ltd . Fundada em 182!4

CAPITALIZA ÇA O

A S S I N A T U R A S:

Resta m a ind a al g un s exem p la res do edição de 19 49

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É pr!'ciso educar o pm•o na z•irtudc da economia, que é a base da riqucsa nacional, c mostrar que o segw·o tem fins sociais. A êle, estão ligados os intcrêsses da popuiação e indiretamente os do Govêrro, cujo eTário srrá dcs.fa!rado dos i111postos correspondc 1ttcs. O seguro é IIIIW garantia efc ti~•a de toda a propriedade, da vida r da. saúde, diante d,, todos os riscos. Risco é o sinistro e~ 'c11tua l coberto pelas apólices d e s!'guros. O sinistro pode ser marítimo, de Í11cc~ndio. d.-· ~·iár;cnr on transpor~e, profissiollal, dcconrcrte de atos ordinários de ~·ida, O[JI'kola, pastoril ou oriundo de conwçiio civil ou de guerra . A teoria do risco, 110 seguro, fa::: certo que esta pro7 •idt~ nria é referente a rasos futuros c fortúi tos. Niío respondr o srgurador por fato já realisado, sal7'0 se no 111011/Cnto de contratar, o seg urado ·i_qnoraz•a o qut· se tinha passado, co111o aror.tcrc com o nm•Lo e sua carga , distantes do lugar do contrato. A bôn fé é cssc1·1cial 1~estas avenças. A fa lta de · ,wlícios. depois de rerto te111po, fa .::: prrsulli'ir a prrda da. tlllb.arcação c assinL se a tem co nw perdida por fo"·tuna do 111ar . O z•írio próprio pode estar oculto, mas pode srr prm•ocado pelas circunstâ.ncias do fato. Ressarcir as suas perrdas foi sempre o desejo de todo o h o111e·w . Como a rccu*ração do perdido era difícil, o hument im•eutou o contrato de seguro, chamado antigalll cnfr contratá de 1·isco. Toda a atividade humana está exposta a prejui:::os c o meio 11lais sum•c c equita tivo é reca(l-re1· à 11'h-utualidadc. diz •idindo Cl~frc w.uitos os danos sofridos por 11'111 rcqueno número . A 's incerte:::as dos prin·zeiros seg uros. à prccariedad:• dos .1;cg uradorcs individuais seguiu-se a Ú?dústria de seguros r.rcrrida por potentes e111prezas mútuas ou a prêlllios fi.ros, qur sr obrigam por novos e numerosos grupos dr riscos terrestres, madtimos, f luv-iais, f-acust11es o aéreos. Esse extraordinário desenvolvimento nvod·i ficou profundanll'l~f e as rrgras jurídicas que governavmn essas con7'cnções 11os séculos passados, em relação à fortw:a do ma.r. 3 79


. No seguro atual, caria risco é cnL'arado como elemento ele u111a série con· tínua de 1'Íscos homogêneos; cada prêmio. como cont?'Íbuição dos segurQ.dus ao fundo cqmum, qlfe é adn~inistrado pele_~ CompaT;.Iáa c do qual sai o pagttnicnto dos respJectivus Úli'Ístros. /)esta forma, o seguro tem rww ful.'çào mútua e econômica a distribuir equitatiztamente a n:que:::a entre aqueBes que dela lêni· n.ecessida<ies derivadas dcs e~'entos que atingiram a sucL propriedade. Para que o instituto do seg uro pHdU'sse vi<rer 11 0 meio dos apetites arnbiciosos dos h.orn ens, foi prec iso estabelecerem-se leis qu e o protegessem, e7!Ü(l/ldo especulações ruinosas. As seguradoras tiveram de adu lar clálfsulas rigorosas, ern todos os ramos desta iwdú.stria nas quais. se exigem dos segurados inteirm exatidão 1~a indica ção dos riscos e lealdade na denunciação dos sinistros e no valor das pt;rdas. Poude assi?n o seguro estender-se por ~'ás tos territórios: abranger un·ta. infinidade d.e fatos e cor.gregar m ilhões de homens ex postos aos mesmos perigos. Os j-urisconsultos, as leis e os jui::es que as aplicam 1.'cio bastav am• para satisfazer às suas necessidades e 1!ir.ra11r os téc11icos. que pu:;crarn de a-côrdo os princípios do direito COIIt as realidadrs das coisas. O seguro tomou-se uma ciência; descobriram-se le-is que o regulam corrw ação social e a estatíst-ica ~rcio. de !fl/l.a. forma luminosa.. mostrar a corrcspondencia e:ristente enf1'e os prêmios cobrados c as irMclli::cu.;ões a pagar. I2s l :· lado ec01~ômico dessa ath·idadc ex erce uma influê11ria. natural sôbrc os direitos das contraentes. Govêrnos nrodemos trataram de nrgular c fiscali:::ar os li'ozros aspectos do contrato de seg uro, os fur.dos rxistentes c iudisprnsáveis ao rrembolso da .\ somas prometidas aos segurados. 11 0s casos qc si11ist.ros. c determinar o emprêgo das suas reservas, cuja integridad e deve ser mantida.

O seguro só reg ula fatos posteriores . A ordem pública não permitirá cobrir riscos já realisados. A orga rúsa çcio do sen•ico dr vigilância deve dar aos segurados a certeza de qu{: os seus interêsses são v igiados pelo Estadn . P or ou tro lado. o co111ércio de seguros tomo~~ uma grande c,rpa n.são. transfonnou-s c e, rrn vez de operações aleatóri<Js, elas torraram-se sistematisadas e prudentes, de tal so~-tc qu e os segurados r ei!ebrrcio e7.'en tualrrrx:nte qrw11tias mais elevadas do que os P1'êmios. mas cuja totalidade é inferior ao qu e a Co111parzhia. 1'ecebeu globalmente como prhnio . No seguro de coisas. a reparação co 11stitui a causa jurí.c/ica do con'frat a: o segurado paqa o p.rêrr;io para ser indenisadd e o segurador o administra . O prêmio é fixado segru:do as probabilidadrs do JlrCJur.:::o c ncio obsta11 lc a apólice indicar qual a soma seg ura, a Companhia ncio de1•c pagar senão o dano real : e:rigiwdo qu e o seg urado prove o seu, ~·alar. S em isto . desapareci' a lcgitimid~dc do contrato. Se o ~eguro . cobrir u11ra quantia méor do que a ve1·dadcim deve haver redução , pela dife1'ença ; se o segurado já vendc' u a coisa segura não pode ser indeT?isado pela sua perda. A indeni::açcio só cabe ao interessado no seguro e a seus sucessores leqítimos e ao subrogado. O 1'isco deve ser -i?~dcpe ndentr da 7 10/ltade do segurado. Não deve ser agravado durante o curso do contrato. Os sil'islros culposos, oriundos de fatos de terceiros, estão cobertos. H a. atualm ente o costurrr.r das sociedades de srguros cobrirem a culpa dos segurados. o que rstá rm conformidade com as exigências da vida modenza.. Estão ll·este caso os rrscns lo wtivos e a imprudência que causa os de acidentes do trabalho. U1n contrato que in'cluisse eHtre os r·i scos gara11tidos fatos i!cgáis ou imorats inco?'reria fatalmeHfe em. nulidade, po1' ser contrário à ordcrn públ-ica. A falta lezrc do segurado não testá abrangida u esta proibiçcio. Guerra, revolução, terrenwtos, tem,pestade, transbordamentos de I'Íos c orltros a.contecime1:tos 1·'fão se incluem entre os riscos co1nu11s. Devem ser cspccificadamente incluídos no contrato. 380

FEVERll RO

DE

1950


AN·nlâdo o seguro, o segurador pode dh•iclir co1n outros a sua 1'esp,msa• bi/idade. O 1·essrguro limi/a..os riscos. lJrs/a ar/ e, O segurador fjl'iJlli li7•0 .9(' COIIZ'Cr/r {'1Jt seg urado, por U1110. parte do que Ne alll erio.riiJeutr .assuJJJiu . .t/ (i•IIJÍu o resseguro as respoi.'sabilidar!es prm•iJ:da.i· dus C7'C IL io~· da11.osos e !iJllita os riscos que prs11111 sôb1•e o segurador. O rcsst·guro ,~, JW sua esse ncia. i·ntcrllacional . O Ú!glfro etri cada nação re tem àpnws 11111 7•alor f'rof'orcioll{/1 aos seus recursos ou à sua pot í' ncia econô111 ica. O 111ais se puh•rrisa nos resseguros, em outros países, cobrindo todos os fJI'al!drs riscos. Enlrc nt!s, o ressrguro foi atribuido ao I. R. B. (Instituto de Ressegu ros do Brasil) c, somente etn certos casos, podr ser transferido para o extrrior . Q uando uma coisa não é segurada pelo seu intúro valor, 1Vurna compa nhia, e outras participam. da 11·/.CSJI/a rrsponsabilidade, dá,-sc o co-segw-o. O segw-o 1míltiJ1lo se dú ·qu ci11.do 7•ária's coJllpanJtias se rrsponsabilisam pelo 1·nesrno objeto. sob co ndir;õrs difer rHt rs; não lw aí identidade dr apólices ou co-seguro . ABILIO DE CARVALH O.

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E ACIDENTES

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3 . 000 . OOO,Oú

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Mar ítimos

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~lllllllllltlllllllllllllrllllllllllllltJIIIIIIIIIIIItllllllllllltliiiiiiiHIIItllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllllrllllllllllllltliiiiUIIIIIg

f

SUN Insurance Office Limited.

~

~

GAPITAL DECLARADO E REALIZADO PARA O BRASIL Cr$ 1.000.000,00

~-

~

FOGO - TRANSPORTES- TRANSITO- VIDROS

~

A&entes: S. A. WHITE MARTINS

5 "

=

"e i-

Beneditinos 1 a 7 -

Rio

=

§

~IIIIIUIIIIIIIIIIIItllllllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllfllllllllfltllllllllllllltllllllllllll~ REVISTA DE sEGURO~

·381


ÊllllllltllllllllllllltlllliiiiiiiNtllllllllllllltllllllllllllltllllll lllllll t l llll llll lllltJIIIIIllliiii[ J' llllllllllltllllllllllllltllllllllllltltllllllllllllg

ª=

"§~

~

~

Em homenagem ao seu fundador e primeiro presiaente

~

A Equitativa Terrestres, Acidentes e' Transportes S;A

~

passa a denominar-se

§

~ §

~

u

~

§ ~ -

~

§

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! Compan~ia

I ~

Boavista ~e Seguros

u

-

~

§

=

..

-

~

--ª ~ u

§

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§" § ... ~

u

§

Concretizando a antiga id éia de homenagear o fun dador da Sociedade e seu primeiro Presidente A LBERTO TEIXE H~A BOAVI STA a E quitativa T errestres. Acid entes e T ransportes S/ A resolveu mudar o seu nome para o ele COMPAN HI A BOAVI STA DE SEGUR OS não ha vendo, contudo, qualquer alteração no Capi tal Social, na Diretori a, funcionúri os e agentes . A BOA VI STA seguirá sempre as mesmas normas de ação que vi nh an1 orientando seus trabalh os. prestand o aos in terêsses elos seus segurados a mesma assistência técnica e os mesmos serviços que sempre ca racteri za ram as suas ati vid ades, con t inuando. outrossim . a ope rar nos seguin tes ramos clé seguros :

I NC~NDI O -

= .~. ~ · -

~ ~ ~=

=

~

...

AC IDENTES DO T R A BALH O

§

ACIDEN T ES PESSOAI S - AUT OMóVE TS - R ES P ONSA RILIDA DE CIV rL - AERONAUTTCOS

~;

T R ANS P O RTES -

-~

;;:;

~

§ ;;:;

§

R eceita

de

pr ên~ lOS

em

194SI ;

\

.vr ai:.

...... r:

' .:

de Cr$ 100 .000 .000,00

Capital e reservas em 31 / 12/49 : Cêrca de Cr$

50.000.000.00

;:;, ~

... ;;:;

Sini stros

pagos

até

31/ 12/ -+9:

Mais de Cr$ 152.000. 000.00

...

!:!

§'

;;:;

~

;;:;

!:!

;;:; ·~

...

Companhia Boavista de Seguros Anti ga

EQUITATIVA

TERRESTRES,

ACIDENTES

Afouso Pe m w Junior -

"

!:!

I ;;:;

E

TRAN ~ PORTES

~-

S/ A

;;:;

...

P residente

Matri z : &Av. 13 de Maio. 23 - Rio el e Janeiro Agências em todo o Brasil

Sucursais e ;;:;

-

§ ~

NOVO NOJJE- MESMA ORIENT AÇAO

:;IIIUIIIII t lllllllllllllt lllllllllllll [ liiMtH li lU t lllllllllllll t lllllllllllll tlllll HI UIU [ liHIII'IIIIIIIIIIII [ lllllllllllll [ lllllllllllll [ 1111111111111 tl 111~. :l82

FEVEREIRO

DE

195 0


N ecessar1o ,

Controle

11

David Campista Filho (E special

para

a

REVI STA

Contrôl e, su p eri nt e nd ê ncia o u f i sc oli z. a çã o d e segu (OS tem mu ita s ve z es

pro voc ado co n de nações, con si derad a

a

DE SEGUROS)

apezar d e di s posição, e xpre ssa de lei proibindo bonifico ções, re ba tes,

re du çõ es de tarifas , a

inlervençã a da E ; tad ~ caactoro da s at ividad es p ri vad:> s,

g uro s processa -se

cuj o dese nvolvim e nto e ntra vo , poi s q ue subord i no o ex am e

ao s segurado s.

e •· autorização

do

gover no

in.erentes à i nicfotivo

qua is qu er

currê ncia

Con si stindo o int e rv e nção no exercíc io d o bu rccro cic,

todos o s ví ci o s des ta reclama

movim e nto ,

a vida

ec onômica

preocupando -se nenh uma

re ca e m sô bre uma at iv idad e qu e

pois

da

em

há

qu e

Nação.

O

demasia

importân cia ,

de

órgão

com

d e scuro

e

se r

ritmada

particularidade s

nã o

at e nta

com

de pro -

bl emas de maior alcance , dond e a s imp e rt i nê ncia s bu ro crática 5 nocivo s ao

in es crup ulo so ,

con !. titue

hoje

um

cancro

inex -

petido :_ pa ss a ao te rr e no do s cau sas permissíveis e lícita >.

o!;

re pre se ntantes dos emprêsas nos centros prin ci -

pais do pais, cuja s comi ssões vão de 30 a 45% do prêmio, con stantemente

estão a

reclamar das

motrizes au-

me nto d e comi ssão , sob a alegação de que são abrig ado s a conce de r ao s segurad os bonificaçõe s entre 20 e 30 %

de se nvol vi me nto da s at ivid a d es.

bonifica·ções

tirpavel , ma s tamb é m, como todo delito longamente re -

com

admini strati vo

aquisição de se-

reduções ou

Ess a evid e nt e infração tolerada por força da con-

p rer ogotiv a~

do s

parti cula r.

me diante os

sob pe na de pe rda da cl ientela .

Óra, tudo isso se passa diante do

Entretanto, a int e rv e nção do Estado foi pl e ite ad a

Departamento

no pátria do seguro , durante o pe ríodo no qual o libe ra ·

d e Seg uro s qu e se mo stro de saparelhado para reprimJr

lismo ating ia o máximo, como à ma ior f lorescê ncia chc ·

uma f raud e rei teradam e nt e conf essado , e configurado em

gavo o seguro . A ss im acontec e u, poi s o negócio d e se-

lei.

guros, despertando cobiça , descambou

d ese nfre a ria

ação cont roladora do Estado , a guerra de tarifas seria

uma vez que o carate r al e atório do cont ra to

d e tal ord e m que an iquilaria aqueles que nela se em ·

cs pecu bçã ~ .

para

público , como a

p revid ênci a

se

conclue

que ,

desaparecida

indi vi d uo !,

As soci e dad e s de capitalização, na regime de a c-

bucco nd o a p ro teçã o do seg uro, d e ter mina g ra nde co n-

sê ncia do cont rôl e da

centração de cap :tai::; na s e mprês a s; d ês t e f e nô me no não

a sorte de e specu loções, com resgates ao mês, •em .

dev~

o

pe n ha ss em.

p;·opiciova -eo a qu e se aproxima ss e do jogo. A riqu e za

Con seq ue ntem e nte

se alhe :ar o Estad J p e lo de ver p recí puo de vigi-

Eotado cerior:1

e me smo a o dia . Rep rod uz. r.am o

-~~~ .J

lo'1çodo s a p::: ..:.:~..: ..)

todo

há anos ,

lâ ncia sôbre a s interês se s fundam e ntai s da naçã o a s quai s

com c ch ama do siste ma Pic hardo, que con sistia na pr.>-

desta forma , vincu lam - se às emp rês a s seguradora s.

cess o

A ssim c· cont rol e do Estado surgi a co mo um i mp ern-

tivo de ord e m pública, nd Inglat e rra, no s última s d é ca das do

séc u l ~

pa ssado,

segui da

a

pr ~ vi d ê ncia

por o ut ras

civili soções, graduando -se a ação inte rve ncioni sta segund o

e ngenhoso

de

res tituir

tâ ncia do compra e fe tuado N ~· d ~ m í n i o

no d ia

seg uin te

a

impo r-

no ves pero.

d o <eg uro do vi d a voltariam à baila a s

mútua s. E se e los d urant e o regime de fi scalisaçãa de sa guro ~

p rolif e ra ram

em

to d .)

pa ís,

em

número

mais

ou

a indol e de cada povo . O cont rol e é hoj e tã o imprescin -

menos de 20 0, se m qu e uma só dela s houvesse pago

dível , que opera sôbre o com ércio d e seg uros como Un1 ;.J

algum

ac rant ia ou cob e rtura de ordem sup e rio r. A· simpl es af ir -

pl e na lib erdad e de luncianament ;, , a que poderia

mativa d e que as operações de se nvolv e m-se sob a s vista s d~

gero "uspei ta r d e que, se não fora a

int e rve nçã o da

Estado, o

ainda

fa se primária ,_ se

de não

seguro s e staria desaparecesse

de stru ido

Abol ida a contrô le do

no

coso

de

aco~> ­

do d esmoralização dos seguros, e

luto in ~e n tc para nã o se deixarem arruinar .

O se gura tornar-se-ia, enfim, uma operação suspeita , e

de

garant ia

a ssemelharia

próprio.

então,

com e• no perio d o de 1 914 a 191 8, teri am de enlre ntor

e m su:> por si

figuremos,

Na me lhor da s hipote ses as boas emprêsas seriam contam inadas do mal

D:ont e d .) qu e se ob servava no Bra si l, nã o se ria exa-

com ércio

integral,

tece r

E<tado , é bastante para tranquili sor a públ ico co re-

cedo• da s g arant ias do segure.

p ecúl io

ao

incerta,

de

pura

especulação,

que

o

joga .

Estado , a concu rrê ncia no s

Con sequent e me nte re sulta desses latos apontados, e x-

mercados seguradores açularia a guerra de tarifas bai -

p re ssõ es da realidade , que o contrôle do Estado é o C. sa-

xando-a s de tal modo para conqui sta d e cl ie nte la qu e

lutom e nte

impraticável

a

operação,

púb lico c condenado

a

companhia

tornaria

REVISTA DE SEGUROS

portanto

iludida

à in solve nci o .

o

Pois,

impre sci ndivel

e

ainda

mesm o

com

impcrt; -

nê ncia s burocrát icas e e xigências inócuos, impurezas

do

!. istemo d (· provo vc l rcrn oçã o, suo utilidade é monifesta ,

393


Em mais de um quarto de século de existência a COMPANHIA INTERNACIONAL DE SEGUROS vem mantendo, como um símbolo, êste lema que justifica o renome de que goza. Desde sua fundação liquidou ,' com a máxima correção e solicitude , cento e vinte e nove milhões de cruzeiros tendo constituido reservas de mais de três dezenas de milhões, para vêr sempre proclamada sua Com!Jelência, Idoneidade e Segurança. Ot RETORIA DR . CA RLOS GUINLE CARLOS O . R. GUINLE DR . ANGEI.,O MARIO CERNE DURVAL LOP.ES REI S SEC UHOS I1 E

I~ é tl:NDIO -:~

ACIDF.NTES

P ES S OA I S >~ RO U BO ~: : RESPO N ç_AB IUDAO E ACI H EN1'ES DO T RARALIIO

coMPANHIA

~: ;

A U 'I' O l\IO VE I S ,:, VIDRO S C I VIL

INTERNA[IONALoE

SE 0 E: · RI 0 0 E J A N EI R0 .. '

SUCURSAIS

384.

TRANS1'0 R1' ES

e

RUA SETE DE SETEMBRO, 94 -

AGÊNCIAS

EM

T-ODO

O

SEGUROS TEL. 32-4720

BRASIL

FEVEREIRO

DE

1950


RI S C 0. I

n. s peço e s d e por LUIZ MENDONÇA.

(Do « Comité local Pernambucano de Seguros » ) Especial poro a REVISTA DE SEGUROS

Entre aquelas práticas do « metier» do seguro que merecem

as

mais

acres

censuras,

alinha -se a

seguida ,

não por todas felizmente, todavia por um grande nú mem de

sociedades,

de

reno ~ arem

se

seguros-incêndio

emitindo-se apólices idênticas, letra por letra, aos •c xt~s

neccssidado o atual

já

foi

de

há

muito sopesada, tanto que

REGULAMENTO DE SEGUROS, a completar em

breve dez anos de vigência, contém

um dispositivo qU e

preceitúa

inspeções.

o art .

a

obrigatoriedade

195, vasado

dessas

êl~

E'

no s seguintes termos :

de contratos vencidos. Risco~

cfurante

« Art.

há, e isso é coisa por todos sabida , que

anos

são

segurados

por

apólices

que

195 -

lização

não

de

E'

expressamente

qualquer

seguro

proibida

sem

a

rea-

inspeça~

prévia

guardam , entre si, a diferença de uma vírgula sequer.

do respectivo risco, salvo quanto aos seguros con:-

Ora, não é de crer que os riscos segurados permane -

tra

çam, na sua generalidade, imutáveis; até ao contrário ,

excetuados pelo O . N . S. P . C .

é

o que sucede vezes de ordem

ros .

Nas

aquele!;

liquidações

de

sinistros

creto -lei ficam obrigadas a ter em dia e em per <

provenientes sua

incumbem

tão

s6

efetividade,

estável -

impasses

de

de

um

desacordo

inspec;ões

Dessarte, além de irem ao encontro de um dispo-

dele feita na apólice .

surgidos,

se

nem

sempre

culminam

sitivr• de lei, dando-lhe fiel cumprimento; as sociedadés d(l

prevenções,

que

da

ao

menos

parte

de previdência ,

da

têm

o

condão

clientela,

tal

sistema

uma

seguros,

realizando

semeando

pria

instituição

sem

dúvida

dos,

em

Calha,

ben o segurados .

o

chavão

forma

gerar

contra-

repetir

dessa

contra

de

propaganda deveras prejudicial ó instituição do segu ro . aqui,

exercendo-se

realizadas . »

é instável, e o

que

ainda

porém,

-

«o

seguro

só

é

realmente útil quando bem feito » , e, na verdade, não muito de

aos

seguradores

celebrar

que. comumente os

os

seus

cuidarem

contratos

inquinam .

Por outros

não

sem,

incúria

dedicarem ~ se

com

afinco

ao

afã

de

tornar

o seguro um contrato a que não se pudesse, com efeito .

prática

é

indubitàvelmente a

generaliza -

de efetuar-se sempre as inspeções de

riscos . Isso, iospirada

constitui

oferece rem

empenhada vez em

operação,

que

é,

e

os

zelar

isso

a

pró-

um

meio

contratos

proteção

firma·

efetiva

ao-s

« produção » ;

pressurosamente,

por

digamos

afasta

a

que

mesmo,

sociedade

primordial : dar

riqueza

e

aos

estarão

para

a

angaria·

maior escala de contratos de seguro,

objetivo

inculcar deficiências . E u'a medida liminar, para alcançar-se êsse ob jetivo,

pois

colocarem - se

pari ~ passu ,

apenas limitarem -se a paro

riscos,

Cuidar, a todo pano , de incentivar a

a

repetir aquele já cansado cha-

seguro,

de

ção cada

palavras,

do

de

benefícios

de

as

falhas

inspeções

eficaz

diligenciar,

sem

os

incontestáveis

condições

desvelada-

lhes pesaria demasiado colocar à margem o hábito de

ção da

relatório especial e todas

a o sociedades sujeitas ao regime do presente de-

vida,

vão,

ca•o's

A inspeção de cada risco as-

Parágrafo único

sumido constará de um

com a falta de indenização ao segurada, não há dú-

mente

os

feita ordem a coleção completa dos relatórios da s

descrição -

custaria

todos

mis-

se

digam

em

tais

frequentemente

-

muita s

de segu-

e

vez por outra repontam dificuldades as mais risco , na

Os

modificações, e

transportes

não,

embaraçosos, entre o

eles

afetar os contratos

de

se

que

teres -

sofrerem mesmo a

riscos

pois,

exata

uma

de

seguros

no

e

econômicos .

sentido

ro !; como eles verdadeiramente devem

e

correta

incúria,

proteção integral

empreendimentos

Esforcemo- nos,

seja

de

e

uma

do

seO

efetiva

à

.

.

realizar

segu;

ser feitos, isso a

bem do próprio prestígio de uma instituição que, constituindo-se em inegável fator de progresso e de civili =·

aliás, em

longe

fatos

de

constituir-se

atuais,

é

antes

u' a

uma

sugestão

medida

cuj <J

zação, chegou até

nós através de uma caminhada de

séculos.

r--·---~7;;;~~~~1~~·~:·;~;;;~~~~~:·---·-:'QUESTÕES DE SEGUROS EM GERAL

PAULO B. J ACQUES Rua

México 148 - 8•.

Advogado sala 806

Telefpne:

22 -7364

~~~~-~~U~ I--()~)--()~J.-o.-t~l~ )--(1--"(l ._Cl.._l.,_l l._ti ~(I-(). .( I._(I~CI.-tl~~ ~~,.....l~., (.

REVISTA DE SEGUROS

385


.....................................................................

\;

:

URBANIA

.•

Companhia Nacional de Seguros SÉDE : RUA PORTUGAL N.o 11- 1.• A DAR CAIXA POSTAL N." 759 - Encl. Te!. URBANIA Estado da Ba~1ia Cidade do SalvCJ.dor

Capital · Subscrito Cr$ 5.000.000,00 Capital Realizado Cr$ 5.000.000,00 OPERA EM SEGUROS : MARíTIMOS E TERRESTRES, CIVIL, AUTOMóVEIS E CASCOS

INC~NDIO, TRANSPORTES, ACIDENT~S PESSOAIS, RESP.

SUCURSAIS:

I)IRETORIA : Dr.

..

.• .

Augusto Viana Ri beira dos Santos Antonio Carlos O sorio de Barros Josft Joaqu i m de Ca rvalho Dr. Augu sta Marques Valente

AVENIDA PRAÇA

BRANCO N. 0 20- 5. 0 RIO DE JANEIRO REPUBLICA, N . 0 64 - 5. 0 SÃO PAULO

RIO

DA

ANDAR ANDAR

AG~NCIAS: MANAUS - BELEM - SÃO LUIZ - FORTALEZA - MOSSORÓ - NATAL - CAMPINA GRANDE - JOÃO PESSOA - TER ~ ZINA - MACEIÓ - ARACAJÚ - ILH~OS - VITORIA - BELO HORIZONTE - PORTO ALEGRE

• • • • .• • •

.

• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • K!X!X!X!X!X!X!X!X!)(!X!X!>®<!i®<!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X~.

~IUIHIIII{llllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltll t llllllllllllltliiiiiiiiiiUtllllllllllllltllllllllllllltliiHit~

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~·, =-

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!L·.

I nsura.n ce ~·lremen· s ~

Company of Newark

ª

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~-

~

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C ~~·

li ~'

~

Cidade de N ewark, Estado de N ew Jersey, Estados Unidos da América do Norte FUNDADA EM 3 DE DEZEMBRO DE 1855 Representante geral para o Brasil

Séde: -

:

~ w

= = ~ = ~

I

;;;

~ =

= ~ ~

Ál\l,erican International Underwriters

~

REPRESENTAÇÕES S. A.

-

A.v."i~.-B ~ranço, 39-7. 0 an.dar-Rio de Janeiro

~ ~

Endereço Telegráfico : "AMINTERSUR" Telefones: 43-9176 e 43-9266 Capital declar~do e realizado para as suas operações no Brasil Cr$ 5.000.000,00 RAMOS DE SEGUROS EM QUE OPERA NO BRASIL : Incêndio -

Transportes -

Cascos -

Automóveis -

~

"~ ~

~

§

Acidentes Pessoais

Roub:áuti<~idco, Lu<~:'~;,::~:;~ado ~;:~,;-, T~~::0,Aeco-

;

~ l lllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllll lllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllll'i:

386

FEVEREIRO

DE

1950


r

de. Seguros_ Priv.adOs

Cu·rso

PAULO BARBOSA JACQUES ' Chefe da Divisão Transportes do l.ll . B. (Espe.:ial para REVISTA ·DE SEG\JROS)' Reprodução proibida IV (2 • Parte)

SEGURO 6 . 7)

INCENDIO (Coptinuação) superior a 15 dias. ~ste desconto não abrange

RISCOS ACESSÓRIOS

os riscos ' que; normalmen·te; sofrem ·períodos de

Mediante a

P

cobrança de determinados adicionais ,

paralisação,

isto

é,

aquêles

que • funcionqm

permitem· as tarifas· a cobertura de riscos acessórios , isto

apenas durante uma parte 41o-- ano;·· por fôrça

é, de riscos outros que o s· cobertos norma·lmente pelo s

de safra

condições·· gerais da apólke •incêndio, ta is como os. d o

riódico ;

incêlldio em •consequ-ência de a) b ~-

I

:

d)

as

terremotos motins,

:

de outro motivo de ·caróter pe ·

demais tarifas

incêndio, com exceção da

aplicóvel • ao. DiUrito Federal, Niterói e rPetró-

tum~>ltos

populares, qjuntamentos ilícitos ,

polis, estabelecem adicionais• para• riscos ' situa -

greves, com-ícios, agitações populares, etc. c)

OI>

dos fora '8os cidades ·com .Corpo de , Bombeiros.

explosão de quaisquer aparelhos a vapor ou

A de São Paulo, por exemplo, reta : «Salvo

óleo cru , assim

como de explosão de subs·

d isposição em. contrório da ·. Tarifa, os segu·ros

tância s ou produtos inerentes oo negócio do

sôbre riscos industriais e tod·a s os• demais que

segurado. Outrossim ,

incidam

proíbem

taxativamente

a

cobertura

nessq coluna silos foro · da$ cidad..-s

de São

em

Paulo, Santos 1 Campinas e 1 O "lo

Ribeirão

apólice incêndio do risco de perdas ou danos causados

Preto,

po1 fogo ocasionado ou em con·sequêncio de t ufão, erup -

Os riscos nos mesmas condições que incidam

ção vulcân·ica ou-· ou.tras- convul-sões da natureza ( excelo

nas outras colunas pagarão aumento de 20.% ,

terremotos)

aumento

de

na

taxa.

bem como de invasão, rebelião, insurreição,

6 . 9)

guerra interna ou .. ex-t erna, comoção -civil, . etc.

6. 8}

pagarão

C"505 ESPECIAIS DE TARIFAÇÃO

A)

DISP.OSIÇOES GERAIS

TARIFAÇÃO PROGRESSIVA -

acumulação Entre as

mesmo

risco isolado, estabelecem as tarifas vigentes adicionais

a).

proibição d e.. opó!ices com valor declarqdo, ou.

ultrapassem determinados limites, adicionais que crescem

seja apólices avaliadas;

progressivamente ao aumento do capital segurado. Com

b)

concessão de. descontos . sõbre o prêmio até 50 "lo

êste dispositivo visam os tarifas interessar os segurados

para

incênd io, cumpre de stacar :

para

riscos

industriais

automáticos c)

de . caróter geral

A fim de evitar

responsabilidades . num

das•

tari fas ~

principais. normas

de vultosas

(sprinkles)

providos com

de

determinados

riscos cujas importâncias

"'auradas

chuveiros

na subdivisão de riscos ; esta tarifação progressiva abrange,

funcionamento

apenas os riscos ocupados por algodão, café e cereais que

eficiente ;

eram justamente aquêles em que se verificava maior con -

concessão de descontos de até 25 "lo sõbre o

centração de valores segurados.

p rêmio para os seguros referentes a fóbrica s paradas -

exceto as de algodão, por prazo

IMPORTÂNCIA

Tais ad icionais são calculados de acõrdo com o seguinte tabelo :

COMPREENDIDA

ALGODÃO

CAF~

CEREAiS .

REV1ST,6;' DE' ·sEGUROS·

•

ENTRE

EXCLUSIVE

INCLUSIVE

Cr$ 10 . 000 ,00 Cr$ 15 . 000,00 Cr$ · 20.000,00 em diante

Cr$ Cr$

Cr$ 20 . 000,00 Cr$• 30.000,00 Cr$ . 40o-.OO.O,OO em .diante

Cr$ Cr$

15 . 000,00 20 . 000,00

A.DCIONAl

"lo 15 25 35

30 . 000,00 -40•. 000,00 '

15

2S 35

387


Na aplicação dos adicionais supra observar-se-ão

b)

para cobertura, pelos respectivos propriet?rios,

as segui~tes normas :

pq,,

de café, arroz:, cereais e outros gêneros do

dentro de uma mesma usina ou engenho de prevalecerá

'd)

no

caso

godão b)

de

cer~ais,

algodão, café ou

risco

a

entre

beneficiar pertencente o terceiros, desde que os

tabela para al -

comum

riscas estejam situados em um mesmo terreno ou em terrenos contíguos.

1

c)

os adicionais aplicam-se apenas aos conteúdos

para cobertura de mercadorias em dois ou mais armazéns ou depósitos situados em um mesmo

dos riscos isolados (de acôrdo com o conceito do MANUAL DE ocupados ou

RESSEGURO

destinados a

INaNDIO

depósitos,

terreno ou em terrenos contíguos, de ocupoçã'

( 1)

exclusivo do segurado

perma d)

nentes ou não, de algodão e cereais ;

c)

ao

seguro

depois

de aplicados

como tal os riscos que formam porte integrant e

os

de

demais adicionais e descontos tarifários por-

processo

industrial ,

ainda

que

Relativamente à taxação, estabelecem os Tarifas o

segurado e a partir da dato em que a mesma

princípio geral da aplicação da maior dos taxas cabíveis

atingir as respectivos importâncias .

o

SEGUROS FlUTUANTES·

qualquer dos

~

Entende-se por se-

mais

riscos isolados . Segundo já vimos

VISTA DE SEGUROS n• 340 -

(RE-

do

riscos

olínea

abrangidos

« o » , esta

pela

taxo

flutuação .

ainda

Na

deverá

se'

acrescida do adicional de 1 /8%. Determina, ainda, o Tarifa, que o distribuição da

seguro flutuante aquêle que, em uma sá verbo, cob• e ou

mesmo

ao tempo o decorrer, sôbre tôdo o importância

hipótese

dois

um

situados em blocos vizinhos.

ventura existentes, e cobrado proporcionolmenfe

8)

mercadoria~ .

d e ntro de um recinto industrial, considerando-s~

o adicional será calculado sôbre o prêmio total aplicável

(RISCOS COMERCIAIS) .

para cobertura de matérias primas e

verba flutuante, pelos riscos por elo abrangido s, lar-se -á proporcionalmente às deficiências dos seguros específico:

OUTUBRO DE 1949

póg. 165), em princípio, não é permitido segurar por uma único importância mais de um edifício ou o prédio e seu conteúdo englobadamente, ou ainda o conteúdo

(se houver), ista é , proporcionalmente às diferenças ent re o ;. valores em

risco e os

respectivos

seguros específicoç

( 3) . Se não houver seguro específico sâbre um ou mai s riscos, considerar-se - á nesta hipótese, para fins da apli .

de mais de um edifício.

cação proporcional da verba flutuante , o valor em risco

Casos há , entretanto, em que o discriminação, por edifício,

das

importâncias

seguradas ,

referentes

a

de cada um dêsses riscos C)

cadorias, matéria prima, etc ., torna-se impraticável , por

verificar-se no recinto do estabelecimento segurado grande oscilação de estoques, em virtude da frequente remoção de tais mercadorias e matérias primas de um local poro outro.

~ o caso,

por exemplo, dos estabelecimentos in-

dustriais, onde os valores em risco, nas diferentes fases do fabricação, e , consequentemente , nas diversos seÇões que constituem o conjunto industrial , sofrem alterações previsíveis

e

frequentes .

Outras

vêzes ,

o

próprio

i"' ·

segu -

rado ignora onde serão armazenadas ou depositadas sua s mercadorias,

como

acontece,

via

de

regra,

em

( 4).

mer-

se

tra -

tando de seguros por êles feitos para cobrir mercadoria s em trânsito em armazéns alfondegádos ou de carga ou

SEGUROS DE EDIFICIOS DE CONSTRUÇÃO S'U-

PERIOR -

Estabelecem os Tarifas critério especial de to-

rifoção para os chamado s ed ifícios de construção superil)r, isto é , para edifícios de mais de três pavimentos, con 'i truídos integralmente de cimento armado e que sotisfaça r11 ainda

a

tarifa ,

exigências

outras

exigências

taxa s reduzidas , risco ,

estas em

virtude

é, riscos

isto

de

que

que

construção

justificam de

os

a

previsto s no concessão

de

tornarem

excelente

sofrerão

prejuízo :

difícilmente

por incêndio e nos quais qualquer sinistro ficará, qua se sempre restrito a uma pequena área. Para tais ri scos, a tarifação obedecerá aos seguintes princípios básicos :

descarga , -óu entregues a usinas e engenhos de beneficiaa)

mento , pertencentes a terc"eiros.

A fim de atender a estas situações especia is, prevêem os tarifas , exprsssamente, os casos e,m que será per-

o

cobertura

flutuante,

estabelecendo,

condições

mitido

restritivos

poro

garantias ,

tais

evitar

b)

risco

de

vizinhos,

ainda

com

388

que

para

isolado eles

fins

distinto

este!am

em

poro fins de taxação do respectivo conteúd·' · um

c)

os

dos

distinto

seguros

ocupados

para cobertura de mercadorias em trânsito e

superior,

constituem

isolado,

Assim, só permitem os tarifas seguros flutuantes nas

o)

construção

taxação ,

cada

abusos injustificáveis.

seguintes hipóteses :

de

de

franca comunicação;

outrossim ,

visando

o s edifícios

de

pavimentos

dos

constitui

um

risco

demais. pavimentos.

prédios

exclusivamente

referentes por

o

edifícios

moradia,

escri-

tórios em geral , bancos e casas bancárias, hos-

depositadas em armazéns de carga e descarga

pitais, consultórios médicos ou dentários, serão

de portos marítimos e fluviais localizado s em

taxados no base de 1 I I O% ; no coso de edifício '

uma . mesma ddade ( 2) .

ocupados total ou parcialmente por outro s ri sFEVEREIRO

DE

1950


5.

tos ci vi s, gorpge s, co légios, comercio e/ ç:.u indústria,

o s diverso s pavimentos

se rão

Perfeita organização contábil, ce ntrol,i zoda na

rocterístícos

ta xados

es peciais

mereçam

um, tratamento

especial

(tais como light , Emprêso s Elétrica s, Estradas de Ferro,

independentemente, na seguin te base :

Emprêsas Petrollferas , etc. ) são concedidas taxas espeI -

pavimento s vagos ou ocupado s ex-

ciais. Estas taxa s especiais que, geralmente são uniforme'

clu sivamente por qualquer dos ri sco s

para todo s os ben s do mesmo segurado, ..são côncedidas

me ncionado s na , prim eiro

a lín ea « c» -

part e

do

após um cuidadoso exame da s condições do ri.co, opa · relhom en to contra incêndio, natureza de suas ocupações,

1 !10%;

proces sos industriais, etc . etc. No caso de se tratar de

11 -

pavim e nto s ocupados, pa rcia l ou to -

riscos situados no Di strito Federal, Niterói e Petrópolis,

talm e nt e, por outro s ri scos ci vi s, co ·

as taxas especiais devem ser prév.iamente aprovadas pelo

légios , garages , comércio e/ ou in -

D . N. S . P . C . Nos demai s casos, as referidas taxas são

dústria -

taxa do

aprovadas p e la Comissão Central de Incêndio, com prévia

Geral,

audi ê ncia do s Comités Técnicos ou Comissões Regionais

coluna

aplicar -se -á a

PRÉDIO

do

Tarifa

relativa ao risco mais grave existente no

pavimento,

com

o

desconto

de

20°/o, mas nunca uma taxo superior

de Seguros dos resp ectivos Estados . I_ -

..

6 . 1 O)

APÓLICES AJUSTÁVEIS

o 1 / 2%; Resta-nos, d)

os seguros de conteúdo serão taxados aplicando -se o cada pavimento a taxo correspondente à ocupação mais perigosa , no pavimento, com

um desconto de 1 O"'o. O)

SEGURO DE ALUGUÉIS -

Permitem as tarifa s

em vigor a inclusão nas apólices incêndio de uma cláusui:J

garantindo o pagamento ao segurado da aluguel que o prédio segurado rendia e que deixou de render por não p:der ser ocupado, em lodo ou em parte, em virtud e da sua destruição por fogo, raio e suas consequências ou por donos da mesma origem. A indenização em tal eventualidade será feito no base do aluguel mensal do prédio ou da parte danificado e proporcionalmente pelo período entre o doto do incêndio e a em que terminar a restauração do prédio, ou pelo tempo que se verificar ser o necessário poro repor o prédio em condições de ser novamente

ocupado . Para esta cobertura adicional ,

cobrar-se-á o prêmio calculado na base da mesmo tax<>

agora,

apreciar

um

caso

especial

de

cobertura incêndio, que é o referente às chamadas apólices ajustáveis, isto é, aquelas em que o segurado, la zendo um depósito inicial de prêmio, calculado sôbre uma importância

declarada

de

existência

pre-

visível, vai

periódicamente declarando o

existência

real

de

se us

término

estoques do

como

de

seguro,

máximo

mercadorias , de forma

possa

ser

calculado

o

que,

no

prêmio cor-

respondente à cobertura efetivamente concedida . Ex igindo êsse tipo

pe

cobertura a mais estrita boa

fé, uma vez que confiam os seguradoras exclusivamente

nas informações do segurado, necessário se torna sejam estabelecidos requisitos básicos, sem os quais não poderá nem deverá ser concedido êsse tipo de cobertura. A.ssim, a concessão de apólices ajustáveis sá deverá ser feita pela Comissão Central de Incêndio, devendo a sua concessão ser procedida de um meticuloso exame da necessidade de ter o segurado uma apólice ajustável, , uina vez que se trata de uma cobertura ampla concedida s•)mente em casos especiais.

aplicável ao seguro do prédio pelo tempo em que o seguro o garantir.

Constituem

EXEMPLO -

requisitos bás icos pw;o sua concessão :

Determinado prédio está segurado contra

o risco de incêndio, raio e suas consequências, pagando

um prêmio calculado à taxa de 3 / 8 "'o

a)

Inerentes ao negócio do segurado

1.

Grande variabilidade do valor do estoque de

a . o . A renda

mensal que ê.ste prédio lhe proporciono é de Cr$ 5 . 000,00. Desejando efetuar um seguro que lhe garanto

mercadorias,

êsle aluguel -

caso seja emitida uma apólice comum pelo máximo pre-

no coso de o prédio não poder ser ocu -

pado em virtude de sua destruição por fogo , e estabel ecendo o apólice que o segurador não seró respon sável

com

consequente

desperdlcio

de

prêmio,

visível de existência.

2.

lmprevisibilidade dos oscilações do estoque de

por importância superior ao aluguel de 12 meses, o se-

mercadoria, tornando a expediente comum de seguros •u ·

gurado deverá pagar o seguinte prêmio :

cessivos de difícil execução, para que o segurado se possa manter integral e constantemente coberto.

0.375% de (12 x Cr$ 5 .000,00) 60.000,00 =

0 . 375"/o

X

Cr$ 225,00

3. forma

Ser a

vulto,

de

justificar oscilações acentuadas durante a

o

valor

segurado

de

grande

vi -

gência do seguro. E)

TAXAS ESPECIAIS -

Para os riscos que apre in -

b)

Inerentes ao segurado

cêndio ou ainda poro aquêles que pelo seu vulto e co -

4.

Idoneidade

sentem

ccndições

excepcionais

REVISTA DE SEGUROS

de

prevenção

contra

moral

do

segurada. _

3a9


5.

Perfeita organização contábil, centralizada na

administração do emprêso , com registro minucioso e exato

· do niõvimento de estoques de mercadorias. 6 . · Existê,cia dos valores segurados em locais de

ou

superior

a

1 . 500 . 000,00,

Cr$

qU',

determina

em lodo e qualquer cosseguro, é obrigatória a participação

.

Pelos requisitos -acima indicados conclui -se que não

· poderó ser concedida apólice ajust'óvel para seguro s

d~

.edifícios, maquinismos e instalações, já que êstes, por sua noturex:a, estão a

impor-

tância segurada sôbre um mesmo seguro direto fôr iguol

. exclusivo contrôle do segurado.

'p.rópria

A 'lei de cosseguro, além d.e estabelecer a obrigo· toriedade do cossegura -incêndio, sempre que a

salvo de oscilações

no mínimo, em

cinquenta por

cento da importância segurada de cada

de sociedades

nacionais,

um dos berll

que façam parte do mesmo seguro direto .

sensívei 5

Para fins de aplicação de tais dispositivos , enten-

e imprevisíveis . Esta cobertura também não se aplica aos

de- se como mesmo seguro direto o seguro de um mesmo

se.guros cobrindo mercadorias de Armazéns Alfandegado s

pro prietário . relativo :

ou Trapiches, solvo no caso de estarem os mesmos arren -

dados a um único segurado · para o depósito exclusivo d e

a)

suas mercadorias.

O cálculo da prêmio, nas apólices ajustáveis, é feito

a

bens

ou

em

situados terrenos

qu·e os guarneçam ou

da seguinte forma: inicialmente, o segurado paga um de -

cluídos os

pósito correspondente a ·60% do prêmio, calculado êste

de

•ôbre a

importância mó><ima coberta pela apólice . No

em

b)

vencimento, far-se-6 o ajustamento do prêmio, calculada

um

contíguos,

móveis e

mesmo e

os

bens

terreno, móveis

neles se abriguem, ti·

utensílios domésticos

Oi

escritório;

o depósitos de café, de armazéns gerais e os seguros suplementares de estoques de fábrica•

J ide :o:ôbre a- -volor -·médio · das- declarações· ·e fetuadas . ( 5). Neste ponto, é necessário esclarecer que nossa I• 7) , UGJ.SLA.ÇÃO ~ RELATiVA . AO SEGURO-INCÊNDIO

gislação alterou o conceito clássico de cosseguro, que i o da coparticipaçãa de duas ou mais seguradoras no st

Completando - estas , apreciações sôbre o seguro -in -

guro de um mesmo bem , ampliando-o, de formo o es-

.cêndio - .no . país, cabe-nos comentar a leg,islação concer-

tendê-le> à caparticipação de duas ou mais seguradoros

ne.nle · ao <:assegurorincêndio ( D . l. 3 . 172, de 3. 4 . 40) • e ao reg'! lamento do seguro obrigatório ,(Decreto 5 . 901 ) , no que .se

refe~e

ao seg.uro -incêndio. ( 6).

na « mesmo seguro direto »

( 8). O exemplo que domao

abaixo esclarecerá melhor esta diferença de conceitos · Uma companhia A segura contra incêndio um prédio, pertencente ao Sr. X; a companhia B segura , também coniN

7. 1 )

LEI · DE COSSEGURO

incêndio, as mercadorias existentes no prédio citado também d o propriedade do mesmo Sr. X. Dentro do

O Decr.e lo·lei · 3. 172, de 3 de abril de 1940, mais

1

co~

ceito cláss ica de cosseguro, na hipótese referida não

~

c.onhecid<.t como « lei de Cosseguro» , foz porte do ca .l·

configu raria um cosseguro; entretanto, como houve a d>

junlo de medidas -l egislati,vas- visando a nacional ização do

visã ,• da re; pan sabilidade referente a um mesmo

segu~

. segu-ro - e a proteção- dos · •cap itais invertidos em compa -

direto ent re duas seguradoras, de acôrdo com o conceill

_•hja s seguradoras nacionais. O ; princ ipias bós•cas p.>r

e stabel e cid __, pe la nossa legislação, existe cosseguro.

.êle . estabelecidos e • a . •.e guir . exp .:> stos re sumidamente res·

De, c ut ro lado , estabelece a

lei de cosseguro u•

•aliam expressivame,nte •eu• objetivos, consubstancia-ndo

númer. • mí nimo de sociedades nacionais participantes n

uma politica nitidamente protecionista , harmônica com

cada co sseguro, mínimo êsle crescente com o valor da i•·

o

político de fortalecimento e nacionalização das emprê sas

porlância total segurada sôbre o mesma seguro direlt

seguradoras que vinha sendo adotado . (7) .

do acôrda com a seguinte tabela :

IMPORTÂNCIA

TOTAl

SEGURADA

N• MfNIMO DE 'SO·

SOBRE O MESMO SEGURO DIRETO

INCLUSIVE

.I

NACIO-

CIEDADES EXClUSIVE

Cr$

NAIS

PARTICIPA-ÇÃO MfNIMA DE CADA' ·S0C. NACIONAl, NA ·IM· PORTÃNCIA TOTAL SEGURADA

I!ARTICIPÀNTES

Cr$

"lo

,Afé

I

2. 500 . 000,00

'2

15

3 . 500 . 000,00

4

8

4 . 500 . 000,00

6

5

5 . 500. 000,00

8

"'

r;> e 2 . 500 . 000,00 a

De 3. 500 . 000,00 a De "' . 500 . 000,00 .a

i

até 40 sociedades. A percentagem mínima de participo!il Acima de Cr$ 5. 500 . 000,00 deverá participar, no mínimo,

mais uma sociedade nacional para Cr$

1 . 000 . 000,00

ou

fração

acima

daquela

... •

import6ncia ,

de cada sociedade nacional seró de tantos por CIIID quantos o cocienle da divisão de 30 pelo número mini• do sociedades nacionais participantes.


(4)

\Jm dos ~iferentes rlscos que integram o conjunta

seja igual ou superior

segurado .

a Cr$ 500 . 000,00;

2° -

O assunto comportaria, para sua melhor e lucidação , uma

série

de comentários

e

exemplos,

contra ri scos de tranl· portes ferroviários, ro·

indicando

doviários,

detalhadamente como se opera, em caso de si -

navegação de cabota·

e sp ecialíssim o

gem , fluvial, lacustre

di stribuição do verbo flutuante.

tratando ,

entretanto,

de

um

de cobe rtura incê ndio parece -nos que a

ca so

se be m qu e fre quente

análi se

aéreos, de

Em se

nistro, o

porm e norizado

e de interior de por·

de

tos,

os

mercadorias

tais casos fugiria ao critério que vimo s odotond':l

cujo valor seja igual

neste curso, razão pela qual deixamo s de faz ê - la .

ou superior a Cr$ , ,

Àqueles

100 . 000,00;

que desejarem

conhecer o o ss unto com

maiores detalhes , indicamos , entre outro s trabalho s

já publ icados, o divulgado na REVISTA DO I . R. B , n" 14, cols . 15/ 28 ante

( 7)

Conforme a

( « Distribuição da verba fluiu ·

verno

nos seguros -incêndio » ).

já

tivemos

autorização

oportunidade

recentemente

Federal

a

uma

de

concedida

sociedade

ressaltar, pelo Go-

estrangeira dt

seguros, para iniciar operações no Brasil (5)

6 ()

não

Como se trato, igualmente, de um coso bastante

obstante os expressos determinações em contrório

especial,

do vigente Regulamento de Seguros -

não

nos

parece

conven i ente

entrar

em

maiores considerações, dado o caráter geral dêstc

em

curso.

tecionisto .

O Decreto 5 . 901 consubstancio a

regulamentoçã~

( 8)

cheque

esta

política

veio p6r

nacionalizadora e pro·

Aliás , esta diferenciação já fôra estabelecido ante· riormente, quando o I . R. B. , iniciando suas ope-

do art. 185 do Decreto -lei n• 2 . 063, de 7 . 3 . 4 0, que estabeleceu o obrigatoriedade do seguro , e m

rações e receando que os seguradoras, a fim dt

determinados casos, conforme transcri~õo a

fugirem

segui r

obrigatoriedade

à

do

resseguro,

mentassem , entre si, o cosseguro -

feita :

incrc·

estabeleceu o

cessão da cota mínima de 20%, em todos os casls « Art. 1 85 -

As

pessoas

estabelecidas comerciantes

físicas

e

no

pois,

ou

jurídicos,

de casseguro. Mantendo o conceito clássico de cos·

quando

seguro, ficaria ainda a possibilidade de as segu·

industriais,

ou

explorem concessões de serviço s

públicos,

rodaras dividirem entre si as responsabilidades, as· sumindo cada uma o seguro integrei de parte do .

a

bens que constituíssem o ~anjunto segurado. (Por

de jul i1o de 194 CI.

exemplo : num conjunto industrial, cada uma se·

ficam

partir de

•

obrigados,

guraria

a segurar :

como, 19

-

centro riscos de fogo ,

uma

das

seções

dentro

do

conceito

do

estabelecimento, t

clássicJ,

não ha.,et.a

cosseguro, os seguradoras estariam, « ipso facto>,

raio e suas consequên ·

dispensadas

cios, os bens móveis e

evitar esto burlo é que houve necessidade de ser

imóveis

de

sua

p ro-

priedade, situados

no

país, desde que o va lor total

dêsses

ampliada

o

da

cessão

da

conceituação

cota

clássica

mínima). Para de cosseguro,

ampliação que foi mantida, com a mesmo objetivo de evitar burla, pela lei de cosseguro .

ben s

DIRETORIA Presidentoe -ORLANDO S. DE CARVALHO Vice-Presidente ENNIO REGO JARDIM Secretário MANOEL DA SILVA MATTOS Tesoureiro ]OS!: CANDIDO FRANCISCO MOREIRA Gerente: Paulo Moreira Brandio

RUA DA ALFANDEGA N.0 107 -

ZtntdoEllaJilulta

COMPANHIA DE SEGUROS GERAl&

Sede: RIO DE Capital rralizado ...

392

Cr$

JANEIRO

2.• And.

END. TELEG. : "UNI SEGUROS" CAIXA POSTAL 1740- FONES: 43-646-4 o -43-7742 OPERA NOS RAMOS TRANSPORTES, ACIDENTES PESSOAIS E AUTOMóVEIS

INC~NDIO,

2 000 . 00 . 00

FEVEREIRO DE 1950


EXEMPLO : -

7 . 2)

SEGURO- INé:Ê'NDIO "ÓB"RII:;A'TORIO

a)

um mesmo seguro direto de Cr$ 3ó . 000 . 000 ,0 0 .

A obrigatoriedade do seguro -incêndio, estabelecida

b)

determinação do número mínimo de sociedades

pelo Regulamento de Seguros, em seu artigo 185 (vide

nacionais · pa rticipantes ( n)

nota

At é Cr$ ·5 . 500 . 000 ,00

(exclu sive) ... .. .

8

foi

7),

~ereto

regulamentada, "como jó

dissemos,

pelo

5 . 901 , de 29 de junho "d e 1'140, o qual esta-

bel eceu , e ntre outros. os seguintes princípios :

Para o s re stantes Cr$ 30.500.000 ,00 (um o soe . para cada Cr$ 1.000 .000 ,00 ou fra ção)

. .. . .. .. . .. . .. . ... .. . .. .. .

a)

31

os comerciantes, I ndustriais , e concessi'onários de serviços

quer TOTAL

n

=

a

39

públicos, quer se jam pessoas físicos .

sejam

pessoas

ter seguros, na

jurídicas, s ão obrigados poís, dent'ro da cobertura

encontrada, contra riscos de fogo, raio e suas

c)

determinação da p e rcentagem mínima de parti -

c_o nsequências, os

cipação ( p)

sua propriedade, situados no país, d"e sde que

bens móv.éis e

imóveis

de

os ditos bens , isoladamente ou em · conjunto, 30

tenham valor iguol ou superior a

30

p

Cr$

500.000,00;

0 . 8% 39

n

b)

o

seguro obrigatóri o

acima

cobrir, no mfnimo, 1!0%

A finalidade principal da fixação do número mín imo

indic'a"do deveró

do dano correspon -

dente à destruição total dos bens s"l.gurados,

de sociedades nacionais participantes, assim como da re s·

pectiva participação mínima , é evitar que o objetivo da lei

isto é , admite a lei que o segurado participe

do cosseguro seja burlado . Realmente, se a lei se limi -

com 20%, por conta própria, de qualquer se-

tasse a

estabelecer a

obrigatoriedade

de

guro. Em se tratando, porém, de seguros de

participação

de sociedades nacionais em cinqu e nto por cento da im ·

explosivos , corrosivos,

portôncia cossegurada, bastaria a inclusão no cossegu ro

produtos de algodão, ou de imóveis e depó-

inflamáveis,

algodão

e

de uma sociedade nacional do mesmo grupo finance iro

sitos em que se guardem tais bens, o limi t

de outra estrangeira para que a lei fôsse executada , sem

mínimo acima estabelecido poderó baixar até

que seu objetivo fôsse colimada . Também se inexistis; e

50%,

uma limitação mínima para a percentagem de participação

e audiência prévio do I . R. B.

mediante

autoriza~ão

\:lo O . N . S . P . C .

de cada sociedade nacional, poderia fócilmente ser can ·· tornada a

finalidade da lei, mediante a

inclusão das

c)

estão excluídos da obrigatoriedade do seguro

sociedades nacionais, na quantidade exigida, mas com

••

percentagens

d e comerciante, industrial ou concessionório de

de

participação irrisórias, tornando

prót i-

camente simbólica a sua participação na cosseguro.

bens

móveis

e

imóveis,

de

propriedade

serviço pú'bliêo, em 'nome individual, desde que não utilizados no negócio, indústria ou explo-

Finalmente, e stabeleceu a lei de co sseguro qu e as $Ociedades

estrangei ras

não

poderiam

assumir

ração, assim como os navios, aeronaves e lo -

respo r:·

comotivas

•abilidodes de seguro incêndio sôbre os bens que, na

utilizados

no

negócio, indústria ou

exploração do segurado .

data do sua publicação, jó estivessem exclusivamente segurados

em

companh ias

nacionais ,

nem

tampouco

au -

NOTAS

11entodos suas participações, ainda que estas , na dat{l

da vig ê ncia da lei , fôssem inferiores a 50%. ( 1) Cumpre - nos ressaltar que a lei de cosseguro consti-

Quando lrata"rmos do

resseguro-incêndio, teremos

oportunidade de voltar ao conceito de risco isolado,

tuiu sem dúvida alguma um dos fatores preponderant es

constante

c decisivos para o fortalecimento do mercado segurado r

publicação editada pelo I . R. B.

do

« Manual

de

Resseguro

incêndio:.,

nacional e seu desenvolvimento. Nos seguros de grande s firmas

estrangeiros

ou

ligadas

o

capitais

estrangeiros ,

(2)

Êste caso tende a de!aparecer, uina vez que serei

muitas vêzes, as sociedades nacionais, antes da promul -

sempre mais prótico segurar-se o risco de incêndio

gação do lei de cosseguro, ficavam total e injustificóvel -

em

mente excluídas de sua distribuição. A lei de cossegura,

com a cobertura dada pelo seguro transportes, c

obrigando a sua inclusão, veio proporcionar- lhe a opor -

qu e atualmente é permitido, conforme observare -

tun idade de participarem

•c•uo )

de !ois reguros, contribuindo

armazéns de corga e descarga em conjunto

oporrunamente.

poro que os seguradoras nacionais se tornassem conhecidas daquela s firmas, captando sua confiança e, mu itos vêzes. até mesmo suo preferê ncia .

REVISTA DE SEGUROS

( 3)

En·tende-se por seguro especifico aquêle em que é discriminada

a

importância · segurada

para

cada

39)


COMPANHIA DE SEGUROS

PREVIDENT·E INCÊNDIO E TRANSPORTES

! lI

i)

! )

I 872

I

l

Capital e Reservas mais de Cr$ 12.000.000,00

~·

DIRETORIA: Dr. Hermano de Villemor Amaral - Presidente Manoel Pereira de Araujo Freitas - Diretor Mauricio Dias Reguffe - Diret or t~E RENTE GERAL: W aldemar Gameiro

!

•

1

l li li

a1i

.A_

1

GÊNC IAS:

:l1

RECIFE:

SÃO PAULO:

'1!

Uzina (atende S A . Rua do Apolo 107 - 1. 0

Carlos Wild S / A -- Com . e R e l'r. Rua 15 de Novembro, 197 -- 1 ° and. End. T e l. Zíza

'i/

-

Recife

:!

BAHIA:

CURITIBA:

L

Irmãos Oliveira Ltda. Rua Belgica, 1 -- Salvador End. Tel. Reunidos -- C. Po stal 1219

Gabri,.l Leão da V e.il!'a Rua J oão Negrão, 1359 End. Tel. Veiga -- Caixa Postal 8

~~

BELO HORIZONTE :

u

Repre·s entações Astro Ltda. Rua Carijós, 517 End. Tel. Rastral

PORTO ALEGRE : Costa & Haesbaert Rua Senhor dos Passos, 45 End. Tel. Dacos -- Caixa Postal 196

~~

11

il

li

B

n

Representar,te no Estad o do Ri o de Janeiro : BANCO MERCANTIL DE NITEROI Rua da Conceiçã o, 53 - Niterói

;I

:l

)

~

I

Séde: RUA PRIMEIRO DE MARÇO, 49- Rio de Janeiro

1

j

Edifício Próprio

t

!

l

TELEFONE 43-4935 -

REDE INTERNA

) ~.

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EVI STA DE SEGU ROS

393


~·-·-·-•• --·-·-·-·-·- - -·-•- -•-••••- -·-·-·-·- -·-•- -•- - - - ,..a_ O.

Sé d e: Rua Brigadeiro Tob ias, 356, 7. o andar São

Paulo 2.-7116

J 2.-7162.

TE L E FONES:

2.-7180

1 2, 312.0 Coixo Posto! n.• 2.64 - A

-

End. Teleg. "PO~SEOUR.ON

CAPITAL SUBSCRITO E HEALIZ ADO : Cr$ 5.000.000,00 OPERA FOGO -

TRANSPORTES

EM SEGUROS

DE:

RESP. CIVIL - ACIDENTES PESSOAIS AERONAUliCOS

. DlRETORIA :

}

Dr. José Alfredo de Almeida Dr. José da Cunha Junior Vasco Santos

AUTOMOVEIS

Presidente Vice-Presidente Superintendente

SUCURSAL RIO DE J A ~ElRO - Av . Presidente Wilson 198, 2.•, s/201/202- Te!. 42-9172

Representantes nas seguintes C1pitais:• PORTO AlEGRE CURITIBA FlORIANOPOUS SALVADOR RECIFE JOÃO PESSOA FORTALEZA BELÉM MANAUS

·-·- ·-·-·-·394

-·-·-·~-·-·-·-~_._........_._._·-·-·-·-·-·-·-·-·-·-·FEVEREIRO

DE

--· 1950


o

Companhia Naufrágio da « Metropole >> Nacional de Seguros Gerais RENATO DE ALENCAR Especial para a REVISTA DE SEGUROS

Nenhuma companhia de seguros no Brasil foi fun dada com tanta probabilidade de êxito como a « Metró pole». A.s

carta~

patentes para operar no pais dataram

de 22 de Dezembro de 1934 e a Companhia inaugurada

loção entre a séde e sua s ag ê ncia s, inspetorias, superinte ndê ncias,

eminentes, a começar do seu presidente, Dr. F. Solano Carneiro da Cunha. As seções técnicas também estavam sob a direção de pessoas conhecedoras dêsse rama de negócios, funcionórios probos , cultos, vindos de grand es organizações congêneres nacionais e estrangeiras, o qu e

não dava à equipe da « Metrópole » nenhum aspecto de im provisação

amadorismo .

e

j6 registrado nos anais do instituição ne ste país. Em 1 O meses e nove d ias de at ivid ade realizou a « Metrópole » o vultoso

movimento de

2 . 028

propo stas VIDA , com

um capital a segurar de Cr$ 54.660. 000,00. Recusadas

204 propostas, vê -se que o Departam ento Médico, unido oo Departamento de Produção , estava cumprindo o seu dever de bom selecionodor. Além das recusas, ainda se registrou a

1 55

sub-seleção, com

propostas suspensas,

dependendo de informa ções ad icionais . Ao encerrar o pri •eiro exercício, tinha a « Metrópole » , em vigor, devida-

mente pagas , apólices de Vida no total de 30.715.636 crureiros (àquele tempo mil reis), quando a mais importante das

Companhias

em

organismo

nenhum

congêneres,

em

seu

primeiro

ano de negócios , só chegara a doze milhões, sendo ainda

de ressaltar que o exercício da « Metrópole » não foi com-

segurados,

demoras , sem

mi s-

que

cresce

momentaneamente

sem

preparo biológico . A séde no Rio se mostrou

incapaz de receber o afluxo da periferia, sobrevindo o extrava samento,

a

confusão,

inundando-se as

margens,

como um rio que recebe agua de mais em suas cabeceiras,

sem dispor de leito suficiente para acomodar a afluência do ~

elemento s.

Desde o segundo ano, com

os

sinistros

da carteira Vida, o s dos ram o s elementares, a ação nem sempre proba

Por esse motivo alcançou a Companhia o maior êxito

banqueiros,

dia, sem

Com a « Metrópole» se deu o que, fatalmente, se dará

Da sua Diretoria faziam parte nomes de brasileiros

médico s,

turas d e carteiras, cada seção funcionando corretamente.

solenemente a 5 de Janeiro do ano seguinte; mas sómente em Março passou a operar e a emitir suas apólices .

corretore s,

ben eficiários etc ., tudo em

atuação de elemen~os

da concorrê'ncia , a

desarmônicos , a esperteza de muitos agenciadores , a demoro nos pagament .:> s de honorários médicos, a

dificul -

dade de inspeçã o do trabalho das produtores, o acúmulo do

correspondência

retoria,

as

prejuízos

da

mal ' vi stos desse ~

por

dete.-

só teria sua

centro,

muitos

que

saída

ex pan são,

certas

embora

não

na

Di -

cartei ro s,

lógicos,

compreendem

os

eram

o

ri tmo

isso f oi con co rrendo e se

perturbar a

uma

modificações

de

que,

enfim, tudo

para

as

exce ssivas

Companhia ,

negócios,

acumulando que

no

despesas

para

marcha da « Metrópole » a

crise

de

crescimento :

econ om izar o mais que pudes se

e

pô.· em dia tod o s o s seus probl emas intern o s e externos .

Infelizment e não se fez isso . Continuou a Companhia a exp andir- se, embora a de sarticulação fosse alarmant ~.

O acúmulo de caso s gangrenava -lhe o o rganismo , e ela se intoxicava cada vez mais .

pleto, pois que carrespondeu a dez meses e nove dia ; . Nas carteiros dos ramos elementares o sucesso não

loi menor tendo-se elevado a

arrecadação de prêmios

a mais de mil e cem contos de réis . Seu prestígio no Meio segurador estava firme, tanto assim qu e outra s con -

glneres aceitaram i nt ercâmbi o de resseguros e mantiveram No ano seguinte, além a

funcionar

das sete carteiras que en-

simultaneamente

em

todo

sua

curta

existência

mudou

de

séde

três

adversidades, com a criação do IRB (Instituto de Resseguros do Brasil)

em 1939 . Pelo Decrelo·lei_ que o

titu iu (n ° 1168 de 3 de abril daquele ano)

~ ns­

o capital

do In stituto seria de 30 mil contos , cabendo às Compa -

troca de confidências indispensóveis ao negócio. traram

Durante

vezes. A crise , porém, chegou ao vértice da pirâmide de

o

terri-

nhia s em operaçõe s no pa ís, ou as que vie ssem a operar,

a cota de 30% daquele capital, na proporção do capitnl

t6rio nacional, criou a direção da Companhia, mais uma

realizado . Eram as tais ações da classe B. As outras , classe

oma,

A, seriam tomadas pelos Institutos de

a de Seguros de Vida em Grupo, fechando no

fim do exercício com um capital em vigor acima de 30

previdê~cia

social.

Começou aí o conflito entre a « Metrópole» e o IRB.

Mil contos e um mapa de segurados d e mais de 7 mil

No artigo 9 ° do citado decreto se estabelecia, obrigató -

pe11oas.

riamente, a pa rticipaçã o de todas as Companhias de Se-

Este o maior prematuramente

em

erro

da

Companhia,

superfície,

sem

isto

firmar- se

é,

crescer

em

pro -

guros d o paí s, na formação do novo órgão estatal, e r.o art. 29 declarava -se a penalidade para as que se re-

fundidade . Todos sabem o que é para uma emprêsa de

cusassem cumprir a

seguros a manutenção de sua correspondência, a articu -

tentes para funcionar no país ,

IEVISTA DE SEGUROS

lei : cassação de suas cartas pa-

395


Mas a « Metrópole» resistiu até ao fim. Dizia sua

de Seguros e depois, do IRB a partir de 1939, entrarem

administração, com muita lógica e justiça, que os 30%

em

de ações obrigatórias por parte das emprêsas de seguros

extroversões, sem críticos erradas e maliciosas, tomar- lh e

na formação do capital do IRB não deviam ser na ba se

o pul so e consertar o que ameaçasse enfermidade. Nado

do capital de cada um, e sim, de acôrdo com as carteiras

disso se fez. Abandonaram a Companhia, negaram-lhe

contacto

com

a

emprêsa

e,

sem

encândalos,

sem

em vigor ou suas arrecadações. Pela forma como estava

direitos

redigido o Decreto-lei, a

« Metrópole» , registrada com

patrimônio, denunciaram-na como relapsa , op:l·ntaram-na

um capital maior do que o de qualqu er das maiores Com -

como ré de um crime que não cometera, desprestigiaram-no

de d efesa, exigiram-lhe formação absurda de

panhias nacionais ia subscrever maior numero de a ções do

perante o público , como quem condena um criminoso sem

que poderosas e antigas congêneres, com capital declarad<:>

dar-lhe dire ito de expor sua d efesa diante de tribunais.

menor do que o dela . Na verdade, isso era uma incon gruência. O IRB , entretanto, se manteve firme. Nenhum decreto-lei vem modificar o caso beneficiando o ponto de vista da « Metrópole» que, dai por diante, passou a agir fóra da lei ...

Sómente quando já não havia mais remédio, intervei o o poder público; pa ra salvá -la? Não. Para acabar de matá -la . E esse mesmo Governo que invade a sea ra do seguro privado e

prejudica as Companhias com o

IPASE, emitindo apólices urb et orbi e não apenas a

O fato constituiu escândalo . A concorrência se apro veitou do episódio para desenvolver contra a Companh ia

Serv idores do Estado, como devia ser, resolveu o coso da Metrópole » punindo as Companhias do Ramo Vid a .. :

do Dr. Solano Carneiro da Cunha a mais desenfread o campanha de difamação. Não tardou que o próprio IRB, oficialmente, afirma sse em seus Relatórios anuais que o « Metrópole » não merecia confiança, dela não aceitando o Instituto negócio nenhum. (Cf. o Relatório do 5 ° Exer · cício, Publicação

n9

Qualquer agente de outra congênere, munido de umu E foi o que muitos fizeram . A Companhia co-

meçou

nos

a

agonizar. Com

riscos

guerra,

marítimos ,

sem

dar

a

sem

contas

a

guerra,

fazer

lançou·se livrement e

parte do

ninguem,

se m

« pool » estar

de

sujeita

à lei, ao IRB , agindo de mãos livres, como bem quís e e ntendeu . De quem a culpa ? De seus dirigentes? Não. Do Governo . O Govern o Federal é o exclusivo culpado de sse naufrágio da « Metrópole » . logo que ela começou a

manifestar sintomas de pletora de responsabilidad es

e d efeito para

orgânico, se m recursos

enfrentar a

crise,

era

humanos

d ever da

Governo cometeu este abuso inominável : distribuiu po ro cada uma das congê neres determinada percen tagem de carteira em vigor da « Metrópole» , no ramo Vida, e dei

31 , 1944, pag . 1 79).

publicação dessas , derrubava qualquer seguro da « Metró pole » .

A·o invés de assumir, sozinho, todo o onus do liq ul-dação e das responsabilidades flutuantes e em ser, o

e financeiro s

então

Inspetoria

xou ao léu da sorte as carteiras dos ramos elementares ... Est ão pois, as cong êlneres pagando por um mal que não fizeram . Tornaram -se encampadoras « ad nutum » , respon · pen sáveis por seg uros de vida de uma Companhia da qual es tavam proibidas de aproximar-se por lei do

Estad ~,

e é

esse mesmo Estado, esse mesmo Governo, esse mesmíssimc pod er oficial que encolh e os ombros diante de um êrro, d esí dia ou

negligência de interêsse público , e ordeno

a divi são do s d es pojos de sua vitima em estado de putr e fação , impondo -os a congê ne res como se es ta s fossem dep en d ê ncias da Govêrno, seções estatais, órgãos do poder público . E ainda falta ve r muito mais.

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I :: ....

~-

.... =

I I ~

=

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ATLAS Assurance Company Limited.

."

CAPITAL DECLARADO E REALISADO PARA O BRASIL Cr$ 1.000.000,00

~--

FOGO- MARITIMO- CASCO- TRANSITO- VITRINE

." ~-

Agentes: WILSON JEANS & CIA. LTDA. Av. Rio Branco 26 - A - 8.• Rio

"..

CALEDONIAN Insurance Company CAPTTAL DECLARADO E REALIZADO PARA O BRASIL Cr$ 1.500.000,00

FOGO- TRANSPORTES- CASCOS- ROUBOS- AUTOMOVEIS- VITRINES

I I 6

"= = ~

Agentes: WILSON JEANS & CIA. LTDA. Av. Rio Branco 26 - A - 8.• Rio

f.ílllllltllllllllllllltllllllllllllltliiiiiiiiUIItllllllllllllltlllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllll~llllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlll

396

FEVEREIRO

DE 1950


.....

;::;

u

li i

Relatôrio da Reunião do Comitê Permanente da Conferência Hemisfêrica de Seguros 20 A

26

DE NOVEMBRO

HAVANA,

O Comité de

Seguros,

Perman ente

em

sua

da

Conferê ncia

reunião

realizada

Em

Hemisf érica em

Havana,

1949

CUBA

terceiro

com é rcio

lugar,

Cuba, de 20 a 26 de novembro d e 1949, determinou

sível,

é

as

maior

uniformidade

ba ses

para

o

_Seguros, a qual

Terceira

será

Conferência

realizada

de 8 a 14 de outubro de A reunião seguradores

misférica York, de

14

Conferência

a

de

1948 .

Permanente

A

lugar

do

para

a

reuniu-se

reunião

de

da

cidade

1946

1"

no

de 18 a 25 de Agôsto de planos

na

da

de

e a

25

Nova

segunda de

Conferência,

o

Co-

de

Bra sil,

de

Rio

Janeiro,

1947, a fim Cidade

a

do

se-

A

gunda Conferência Hemisférica de Seguros adotou cêrca d~

43

mité

os

resoluções,

Permanente,

necessários

cionadas

as

quais

com

foram

instruções

passos

para

resoluções.

A

o

enviadas

para

que

principal

ao

se

cumprimento

parte

e

mento

avarias,

Co -

déssem

das

da

men-

de

Em para

as

fim

a

obter

quais,

ação

em

sua

conjunta

maior

das

parte,

e

su ltantes

dos

Em

com

seus

tinham

seguros, a tros

de

Se-

objetivos ao

púb lico

pel o

OBJETIVOS

pora

ser

não

como

seu

sistema

gerais

realizado

da

de

de

como

governamental, de

incentivos

do lucros,

como

resultado

trabalhos

empreendidos.

Conferência

seguros

pedem

completa

que

liberdade

empreendimento

privado

como

livre,

e

emprêsa

compensações

da

realização

A.lém

disto,

utilizado

é

ajusta-

costumes

trabalhar,

juntos

e apreciação

pelos

necessário

financeiros,

para

cidadãos

procurar

possam

reforçar,

PROGRAMA

os

de

meios

prestar

paí s,

o

moio1

pelo intercâm bio de

res-

das Companhias de ou-

DE

Permanente

qual,

que

numa

um

sua

dos

PRAZO

sabia

LONGO

que

único

reunião,

simples comêço .

tarefa

era

objetivos

proceder

em

tivos .

o

trabalho

que

a

de

gerais

nada

O obter

da

se

poderio

Comité compreenuma

perspectiva

Conferência,

a

fim

de

forma

do s

móximo

do

a

que

fim

deveria

de

dar

ser

seguido

nos

cumprimento

aos

vin ~

anos

ditos

obje-

Sabia que para isto é necessária grande quan ·

tidade de estudo, investigação e troca de informações .

~

com

meritória

o

preciso

e e

que se pudesse, então, formar uma pauta para o m::>do

CONFERÊNCIA

negócio

ser

lugar,

Comité

douras, Os

usos

re-

estava em preendendo era um programa de longo prazo ,

dia

se permita

seguros

os

entendimento

solidez securatória

UM O

clara

DA

de

com

a

leis

países .

por

seguro.

AOS

de

cons eguir

coberturas,

Companhias de Seguros de cada

apôio possível

senão

CUMPRIMENTO

será

gráu

recursos

o

DANDO

país .

de

ao po:;-

múltiplos perigos da vida quotidiana .

pelos quais as

para

ao

modo

de

servir

simples

agenda,

Companhias

prestados

cada

pode

quinto

fazer

serviços

ocôrdo

lugar o

como

maneira

os

o

matéria

de

todos os países, para proteção contra os prejuízos re -

guros 'do Hemisfério, com o propósito de melhorar, ele geral ,

procurar

de

há mai s

do •eguro pelo público em geral, o que é, como funciona

para a reunião de Havana, consi stia no estudo dessas resoluções,

seguro

maneira

na -angariaçõo

quarto

aumentar

o

da

em

usos

estabelecidos em

de fazer os

México.

necessário

guladoras

He -

29

México,

Depois

pelos

prim eira 'Conferência

Maio

Cidade

Santiago do Chile

é a quarta realizada

teve

16

na

Outubro de mité

de Havana

Seguras

de

1950 .

do H e mi sféri o .

de

em

Hemi sférica

se

internacional

Assim, o Comité lançou as bases paro iniciar gran ·

de

parte

1950, êles à ser

dos

para

referidos

que

Terceira

realizada

estudos

fossem

Conferência em

do

ano

de Seguros , a

Chile

em

outubro

países

ao

clusivos, nem finais, porém , demonstrarão apenas o pro -

das

gresso obtido até essa data em cada campo de ação.

suas

necessário

companhias criminação

e

da

leis

reguladoras

para

e

assegurar

administração

do

a

restritivas

solvência

negócio,

sem

OS para

realizar os objet ivo s ge-

rais da conferência, é indispensável que haja o maior intercâmbio

possível

de

informações

Companhias de Seguros de cada as c.: mpanhios

investigações,

de cada

estudos

nhias de todos

os

e

país

aproveitem

progresso

demais

técnicas

ramo,

geral

países do

a fim o

entre

as

de que

experiência,

das

Compa-

Hemisfério .

serão

con ·

dis -

injusta .

Em segundo lugar,

não

de

1950.

limitem

relatórios

de

sôbre

serviço de seguro requer que os governos de todos os

mínimo

êstes

o

relatórios

Hemisférica

Santiago

Naturalmente,

durante

apresentados

Algumas

dos

NOVE

SUBCOMITÉS

resoluções• ad.:.todos

na

Cidade

do

México especificam a nomeação de su bcomités para es· tudá-las. guros,

Uma

nomeou,

resolução, até,

a

do

intercâmbio

individualmente,

deveriam formar aquêle subcomité . Havana,

ser

necessária

o

as

de

resse·

pe ssoas

que

Foi considerado, em

apreciação

de

tôdos

as

re ·

soluções por subcomités.

50 REVISTA DE SEGUROS

397


Diante dessa idéio, dividiram-se os

resoluções

da

IV . REDAÇÃO UNIFORME DAS CONDIÇ0ES DE COBER-

Cidade do México em 9 grupos gerais, coda um tro -

TURA

tando de temos de certa man e ira relacionados e cada

a)

grupo foi atribuído o um subcomité. dedicados ao estudo , pelos subcomités, das

luções

que

Permanente

lhe s

haviam

reuniu -se,

feira, sexta -feira

apresentados aos

sido

em

cada

plenário ,

na

qu;r;ta -

rítimo;

receber o s relatório s

agir

com

c)

estudos serão

atuação

realizados

de que

vário s membros

latórios

sô bre os

do

Plenário,

os

Conferência

d)

apresentem

regularização na

diversa s

dos

apólice de

prejuízos

segura

ma -

carga;

leg is lação sô bre a

se guint es

1950, a

no decorrer d e do

as

de financeira imposta aos transportes de pas sageiro s ou

s ubsequente

regem

legi sla ção sôbre a s limite s de responsabilida-

referên ci a

mesmos.

do

paro

de avaria gro ss o

Como resultado das recomendaçõe s dos subc.lmit ús e

país ,

Comité

e

que

Adoção das Regras de York e Antuérpia ern

b)

reso -

O

sessõ o

subcomités

regulamentas

atribuídos .

e sábado, poro

pelos

e

classes do segura em cada país;

Os primeiros três dias do reunião de Havana fo ram

E COSTUMES . leis

responsabilidade financeira

do s automobilistas,

sôbre códigos

fim

ou

trânsito ,

para

re -

de

veículos

motorizados .

a

prev e nção

de

de

trófego

acidentes

mesmos , em Santiago :

V . ENSINO SÓBRE O SEGURO. I.

RESTRIÇÕES

ESTA.TAIS

QUE

REGEM

A

INDÚSTR!A a)

SEGURADORA DE CADA PAÍS .

Extensão e métodos de ensino do seguro nas escolas primárias dos diversos países;

...., ,_' o)

leis e regulamentos permitindo que o Estado assumo qualquer função

Extensão e natureza do ensino do seguro rea-

universidades ;

lizado

leis e

dualmente e por suas associações;

regulamentos que criem e

le is

e

de

regularizem

d)

resseguros;

regulamentos

que

de seguros sôbre a

exijam

o

propriedade

dete rminadas companhias ou

privada

seguro

do

mais

livre

de

seu

companhias

de

seguros

indivi-

Estabelecimento de bolsas de estudo em cada

em

classes de com-

exercício

pelas

país poro estudantes de seguros .

colocação

VI . OUTROS

panhias, privando, destarte, o controlador da

d)

c)

com a exclusão destas;

monopólios

c)

Extensão e métodos de ensino da seguro nos

seguradora, seja em

competição com as companhias particulares ou

b)

')

b)

a)

ESTUDOS .

Progresso

e

métodos

usados

em

cada

país,

na celebração do Dia Hemisférico de Seguros

di-

14 de maio

reito de escolher a companhia de seguros no

a

qual de seje colocar seu

por ser dia

negócio ;

15 de maio de

(em

1950,

14 domingo), em reconhecimeniJ

Taxas e impostos que criem situação de d is-

a .) dia da inauguração da Primeira Con ferên -

crim ina.-

c;o

injustamente

contra

cer tas

cla sse.:.

de

a

c:mpanhias . b)

i! . RESTRIÇGE.' ECONÔMICAS ES'iA',·A;S.

~ eguros,

Hemisférica de

realizada

1-1

de

1 6 de Maio de 1 946;

Cr:aç u o

de

um

Bolet:m

Hemisf ~ r ; co,

Oficial

que mantenha as Companhias de Seguros de leis e regulamentos que limitam a di spon ibili dade de d ivisas e, desta ponhim

de

seguros

de

f~rma,

todos

impedem às com terer-~

pa ís

determinado

c)

livre acesso aos mercados de resseguros dos países d e economia restrito de divisas.

111.

INTERCÂMBIO DE a)

Unificação

direito

cont ;atual

das

diferen -

c)

Estatutos

Regulamento dos intercâmbios de seguras entre

e)

regulamentos

das

estado

de

livro

seguros

de

informáções

que

financeiro

de

cada

das

país

campo·

do

Hemis ·

proteção contra os

Prevenção

de

acidentes

do

trabalho

na

in·

PREPARO

condições

gerais

das

DE

DADOS

TÉCNICOS

À

dos

acima

PARA

APRE-

CONFER~NCIA

3'

SENTAÇÃO apólices Além

temos

citados, que foram

espe·

Investigação dos métodos mais eficientes para

cificamente

administração,

importantes foram sugeridos como dignas de ser abjeto

matriz cias.

398

um

ao

refira

PROVÁVEIS TEMAS ADICIONAIS PARA ESTUDO E

especiais das diversas classes de seguros; f)

de

se

P'> '' e

dos

associações;

a s companhias particulares de seguro privado Coberturas

par

dústrio .

d)

e)

a

mesmos;

paro determiná-los ;

de c"do

Hemisfério

Prevenção de incêndfos e

d)

Sistemas de tarifas e os métodos empregados e

da

féria;

tes classes de seguros; b)

países

Publ icação nhias

INFORMAÇÃO TÉCNICA .

do

os

acontecimentos;

de

uma

tonto

dos

escritórios

do

companhia, coma das

casa

agên -

de

estudo

ferência

mencionados

e

nas

apresentação

de

resoluções,

dados

à

outros

terceira

temas

Con ·

Hemisférica de Seguros em Santiago .

FEVEREIRO DE 1950


a)

Um

si stema

unifo rme

de

Contabilid ade

CO MI SSÃO

pa ra

ORGANIZADORA

CUBANA

t6da s o s Companhias d e cada pol s 1 b)

O Seguro Coletivo -

c)

cepção do Comité Permanente.

cionório s público s -

Recepçõ es larom

Oportunidade s de

on -

Quai squ e r

outra s

te ma < qu e

ADOÇÃ O O Com ité frenl o ao

o

• e•

Pe rman e nt e

deu

suj e ita

um

notá ve l pa S!o

rat if:capço

à

p e los

Constituição

cama

próticas

pelas

quai s serão

regida s a s futura s opera -

coletânea

de

regra s

ções da Conferência Hem isférica de Segu ros . Constituição loi adotada na sessão de encerra · 26

de

novembro,

e

foi

assinado

pelos nove delegados oficiais que assistiram à reunião . Houve longos debates Comité

sôbre o

Permanente,

para

em

Havana

e

a

ag ir

definitiv o-

Concordou -se que o

ass i natura

opo sto

pelos

delegados à Constituição ficariam sujeitos à subsequente pelas

as sociações

de seus respectivos

países ,

devidamente e

que o

vigor até que fosse obtido

do maioria

dos

dezoito

países

autorizada s

Constituição

entraria em

que,

escrupuloso

e

atenta

a

até

de

aos

oferecido

novembro, às

Nacional ,

pela

delegados

presidido

pelo

Sr.

luis

de

assistir

às

reuniões ,

porém,

que

perderó

Afemón,

eleito Presidente da

do s os Srs . A. L Kirkpatrick para Secretário e Dr. Virgílio foi

Ortega

Frier

anunciado

paro

Vice-Secretário .

combinou ~ se

e

o

O

programa

processamento

da

reu -

nião. REUNIÓES PLENÁRIAS DO COMITÉ PERMANENTE Realizou-se

o

sessão

solene

nhã,

o direito

fernóndez

O Sr. Fernóndez Alemón foi

têm

perco

20

dia

reunião do Comité Permanente em Havana e designa-

Havana , na segunda -feira, 21

haja feito

Organizadora

domingo,

19 horas, no Salão Azul do Hotel

de Seguros . Ficou também combinado que « o foto de não o

no

Seguros de Cuba.

não

o estatuto não será

Comissão

oficiais,

não haver firmado

razão poro que o pois que

p reparativoi

Presidente da Associação das Companhias Nacionais de

ratificação agora,

íntimo,

Cubano

Salão

ratificado

os

A prim e ira reunião do c.;mité Permanente foi um janta r

demonstrado seu interêsse pelo Conferência Hemisféric •• cu

e

AS SE SS0 ES DO C OMI T ~

autorização, que teria

mente com relação à Constituição. ato realizado

manei ra

à

uma

menta de sóbodo,

Membros do Comité de

ao aeroporto receber todos os dele-

q ue se rv iu d e ce nt ro d e operações poro o reunião .

res ·

lírio -

ratificação

obra

fara m o s ma is completo s e sati.totório s .

DA CO N TITU IÇÃO

adota r -

o

realizou

Todos o s plan os para o reunião foram executadoi

pectivos associa çõ es d e seguradores e m toda o Hemi s·

não

Cubana

g ado s oficia is , poro a companhó -los ao Hotel Nacional ,

ve nham

de

ou

Organizadoro

O s seguro s d e Fid e lidad e e Fiança pa ro fun -

d esenvo lvid o s p e lo s me mbro s da Co nfe rê ncia

Â

Comissão

mognllico e completo em seus preparativos para o re ·

g ario ção nos pa íses l a tino · am e ri cano s;

d)

A

vida , saúde e ocid.,n ·

te si

a

Nobre

do

presidindo

sessão,

Colégio o

Sr.

expressou

o

a

inauguração

no

de Arquitetos

de

~ovembro,

de

Fernández

êle

boas-vindas de Havana

de

Provincial

Alemón .

maior

prazer

pela maAo

em

iniciCJr dar

as

êste importante grupo, que

o caráter de membro fundador e não teró direito de

se reunia poro planejar as orientações e diretrizes que

voto até que se afilie à Conferência no qualidade dP

dariam

membro efetivo do

gunda

mesmo » .

Foi salientado o foto de que, até aquela dota , os

na

cumprimento Conferência

às

resoluções

Hemislérica

Cidade da México .

O

adotadas

de

Seguros,

na

Se·

realizada

Sr. Fernóndez Alemón sa·

gastos incorridos poro manter o Secretariado do Con -

fientou duas das referidas resoluções: ( 1) o do desen ·

ferência

volvimento do seguro continental

mércio

haviam dos

sido

Estado•

dos demais

países

de custear

suo

isto, foi

arcados Unidos ju sto

que, c

Câmara

que

julgavam ter o

porte

votado

pelo

e de

os

dever e c

tais

partir

de

de

desejo

despesas .

1

9

Co -

representcnt"'

de

Poro

janeiro

de

nacionalização

ferência , pagaria e

um

cincoentc

quota vofuntóric, anual, de du· dólares

e

que

o

gastos incorridos pelo Secretario Geral ferido ano de entre todos

os

ocôrdo com

a

excedente

dos

durante o

re-

1950 seria repartido proporcionalmente membros

eletivos

do

Conferência ,

de

arrecadação de prêmios direto s, perce -

nas

bases de inter·

resseguro, intercâmbio

de experiên ·

cios e unificação do Direito Contratual ; e ( 2) a realirmação

da

principio

adesão

sadio

O Sr.

1950, cada um dos países, membros efetivos do Con· zentos

do

St .

José

Martinez,

qual, ao dar as mau

a

do

Hemisfério

reunião apresentou

delegado

oficial

de

então o Cub.a ,

a

boas-vindas o êste grupo dos mais

seguradores

do

Hemisfério

Ocidental,

Hemislérica

de

Seguros,

assegurandQ

legrom as associações representados .

Deveró ser eslu ·

e estudaria a fundo as necessidades, aspirações e reo· !idades dos países dêste Continente, a fim de coope-

ri,ncia .

REVISTA DE SEc'UROS

de

operação

do

Conle -

de

de·

dado, em Santiago do Chile, algum método permanente despesas

sistema

qije

leso

as

do

pe~!J

bidos durante âsse período, pelos companhias que in ·

poro satisfazer

integridade

cha ·

importância da

Delegação Cubana se comprometia a lutar e

ao

privada

atenção dos presentes para a

Conferência a

seguradores

iniciativa

Presidente da

A.

destacados

dos

da

rar para o bem estar dos mesmos e de seus

iniciativa _,Privada

par~

o solução

problemas imediatos .

399


Em seguida , falando e m nom e do Sr. Mini stro do Comércio -

Dr. Jo sé R. Andreu -

usou da palavra

« No ssa Con sti tuiçã o de 1940 » , disse ê le, .« dispõe a

obrigação

es tatal

de o rie ntar a

o Dr. Pe dro lóp ez Dorticós, sub -secretário d e Comércio,

e m benefi cio do povo . . .

dando

os

vindas

aos

lhido

mais

efusivo s

visitantes,

Havana

a

no

interêsse

am ericana

no

va stíssimo

sando

veemente s

tantes

de libera çõe s

ga sse m gu ro s,

algum em

e

de

boas -

ciais

como

terem

esco-

para

sa tisfazer

su as discussões e pro -

maior

solidari edade

âmbito

a

do s

o

de

de

op inião

a

meta

int erex pres-

sua s impor-

que,

so lida riedade

Conferê ncia

à

seg uros ,

êxito

esperança

maior

dia

sua

da

voto s · pa ra

para

e

voto s

a ssis tê ncia e colabo ra çã o pess o n l

ofi cial ,

cominho

cordiais

como séde pa ra

metendo -lh es tôda e

e

agradece ndo - lhes

por

humana ,

Univ ersal

final

da

ind ividual

de

Se-

fal~u

entã o

ap rêço,

cordiais

de

em

nom e

da s

Deleg ações

agradec en do

boa s-vi nda s

tô da s

as

ex pressões

pronunciada s

pelo

Sr.

tão Presi -

<< . . rizou

p e la

tonto

de

vez

terra s

trouxeram pa ra

a

trabalho

essa

útil

q ue

de

base

110

que

n.ca ,

de

dia

com

mais,

Canadá

ao

de

se u

seguro,

para

seu

con seguir

fé fir-

do

A pós es ta

pa rti-

d e resseguro s,

Primei ra

qu e

pa ra

um almôço

fe sti vo, depois d ~ qual o Sr. Dr. Sérgio lui s Barrena , p rof ess o ,· d e Seguro da brilhante

apres e ntado

do

Universidade de Havana, p ro -

d isc urso .

pe lo

da

Dr.

O

D r.

Virg ilio

que

após-guerra

e

Barrena,

O rteg a

Reunião do Comité

d ~ utrinas

«o

que

Frier,

foi

Vice- Se-

Pe rman e nte, falou

dominam

a

determ inam

paíse s

evolução

as

o

mais

êste

das

econômica

principais

patrimônio

é

de

tal

obrig a ção

estatal

me)l fe . ~olítico s . çãc·

e~tatal

nômic9

e,

Nos

adquire no

de

natureza

tran scu rso

qu e

o

Dr.

o

a

econ omia

dem ocr ático s,

caráter do s

pu ram e nt e movim e nto s

Barren a,

o

crise

400

ocasião

Seguros,

a

econômica

e

agudo - ..

sua

se qu ênci a

no

a

seguros,

e

da

a

a ção

Segunda

iniciativa

iniciativa

sôbre

pre sente,

pod e

ser

os

lodos

tôdo s se u

ind; .

privada dJ

quando

co nce bida

e

o

estrutura

como

pirâmide

ângulos

ig uais ,

des-

vértice. »

terminar,

alto

o

Dr.

Barre na

manifestou

gráu

de

desenvolvimento,

conceito

do

ser

a . -espe-

humano

de forma

pos sa

que

oferecer,

em

todo s o s lugares e a todo te mpo, à grande massa de seg urad c s,

sob

o s esfo rç os

maio r prot eção e

do

iniciativa

individual,

a

solidez .

~ESSÃO Estiveram

DE

ENCERRAMENTO

Direto!

Geral

o Dr.

se~sã o

à

presen tes

manhã do dia

de

encerramento

na

26 de novembro, o Sr. Nelson Peloez, do

Depa d amento

~ eguros

de

de

cu ;,J

lu is Tomás Qu er!, Diretor Assisten te, que falou

mércio e do Departamen to de Seguros de Cuba, bem como e m seu

p ró prio , a

Havana, garantindo tâda a tu siàsticamente

me lhore "

os

voto s

sucessos

para

os

já

Fel ; cit ~ u

alcançados

futuros

e

trabalhos

én-

fez

da

os

Confe-

rênc·ia .

BANQUETE FINAL Com ité

Permanente

encerrou

suas

sessões

ao

meio dia de sá bado, 26 de novembro, havendo nessa noit e

magn ífico

Yach t

Club,

banquete

oferecido

i1acio'lol

Cubana,

presi dido

interve n-

ta mb ém

exerceu

social -e co-

Falaram

inoficialmente

cí cl icos,

o Dr. Virg ili o Ort eg a

inevi táv e l: ·

por haver

boa vontade em cooperar

c aux ilia r d e tâda e qualquer man e ira .

pre -

o

grande sat isfa çã o

sido realizada essa reunião do Comité Permanente em

utiliza . . .

Esta do i_nte rye m com o obj e tivo de d iminu ir os grand es de sequ_ilibri9s . econômicos

com

manifes -

Poder

consideração e

ori entar

pa íses um

di sse

como

mundial

feliz

O

autocrático s» ,

valece sôbre qualquer · outra a

por

do s

es tatal

solid ez de suas i nv ersões, jamais o f ez com

rel êvo

Poro

tações da intervenção estatal. « Nos

a ção

breve mente, ex p resso ndJ , e m nome do Mini stro Uo Co-

Reuniã o , o s pa rtici pantes foram

levad os ao Country Club de Ha vana

· novas

se nt ido ,

es fera

téc -

um sistema de res!l..:)g uro he m isf~rico .

a ch ego.· a

e~·e tário

surge fortale -

na

ran ça de qu e a In stituição d e Seguros venha a at in gir

d e amplia r,

seguro,

dos

ve mo s co mo

a

de

e

econômico -s o-

sua s

experiênc ia

vee me nt e

in~ercâmbi o

sua sua

se es perava íôsse d c;cnv ol v,do e aperfeiçoado d e forma

nunc;ou

nes te

d esenvol vi me nto

sua

p _ss ibil ;dades

ben s

p rofundo

desempenham ,

priv ada ;

cula rme nte med1onte um

os

Internacionais,

se u de se jo

as

do

1946,

bagagem

cont inuar

inicia ti va

junta me nte

ca da

o

d eve

-

de

re união :

mú

finalidade s,

ano

uma

na s Conferê ncias

convicção

o

americanas

con sigo

of erecer

pe lo

d es de

inquebrantável

altas

harmon izar

econo!1'1 ia

se o atividade seguradora sempre se caracte-

econô mica

Di sse o Dr. Bond e qu e, ao se re -

quarta

seguradf?res

car inho

dia s,

da

politica

individ ual

Hemis f é rica

p el a

can sando

ideai s

e,

do

sem

ação vo -

Instituição do Seguro .

guros, p el o Dr. Pedro láp ez Dortic ós e pe lo Dr. Pe dro

Chil e

de

Conferê ncia

reg ula<,

Saav e dra Alemán .

essenciais ,

vidual pronun ci ou - se, soli ci tando garantia s paro o mai or

Est ra n-

bem escolhidas, che ia s de e ntu sias-

trabalhadores ...

mais

i nt erméd io

Diant e

d e no ssos

fito

dente da Associa ção d e Co mpa nhi a s Nacio nai s de Se-

uni re m,

por

iniciat. va

che-

Conferência

o

dos

liberdade no desenvolvimento da

geira s, com frases e

cia l es tatal

co m

O Profess or Dr. Jorg e Bond e, Del e gado Oficial do

mo

individual , privados . .

a

nacional

satisfaçã o daqu e la s qu e confia à

luntá ria

cida

irren unciáv e l

sua s necessidades

seg uro s

ês te

Hem i sférico .

Chile,

a sp irar à

direito

econom ia

re conhecendo os seguros so-

de

pela

pelo Sr.

as

despedida

Comissão Enrique

funçõe s de o

Sr.

no

Canas A.bril , que

d iretor de

luis

Havana

Organizadora protocolo .

Fernández

Alemán,

Frier e algun s dos delegados e

o discurso principal d e de spedida foi pronunciado pelo S;.

Raúl

Godoy

Sayán,

em

virtude

da

ausência

do

Dr . luis G . Ago sti ni , da Comi ss ão Organizadora Cubana. FEVEREIRO

DE

1950


Mais de um bilhão de cruzeiros I Desde março de 1947, as responsabilidades da Corrponhio "Previçlêncio do Sul" para com os seus seg urad os, e.m número de 35.000 aproximadamente, sobe m a mais de Cr$ 1.000.000.000,00 ·(u m bilhão de cruzeiros) , por apólices de seguro d e vida em pleno vigor . Tais responsabilidades cons titu em

possivelme nte a maior, senão a ún ic a

incertos d o porvir, os 150 a 200 mil pessoas que vivem na dependencia dos que os fizeram ben e fip r oteção econômica com que p oderão contar, em d ias

ciarias d aquelas apo lices.

O pre za do leitor, - que naturalmente desejo, como todo homem de bem, garantir da melhor maneira nhece, porventura,

po ssivel o futuro dos seus

a s exce lentes

pode liberta-lo de tão

condições em

absorvente

que a

preocupação?

prazeirosamente informado, uma vez preencho o

Se

entes coros, - já co-. "Previdência

d o Sul"

os não conhecfl, se rá

cowpcn abaixo e o remeto

à sede ou a qualquer dos escritorios do

Companhia

de Seguros

de

Vida

PREVIDÊNCIA DO SUL Caixa Postal 76 - PORTO

Cx . Postal 30 BEU > HORIZONTE

·ex

Posta l 324 CURITIBA

ALE G R E (sede) (x. Posta 242-A SÃO PAULO

Cx. Post• I 898 RIO DE JANEIRO Cx . Post~ l t44 RECIFE

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enviar .. me,

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sem

modolidodos

compromisso, informações

do

seguro

do

..Idade ·······----- ---- --- -·· Est.

vldo

,&bre

dosso

11

mais

Companhia

civil ...................................

N.• ...... Estod ::~ ________________________________________ _

REVIS~A

DE SEGUROS

401


~~o.-n.-~o~n.-.o~ ll _.o--. n--. n.-.,, -. ,,. ~ ,..,. ,, ,...,,

The

H o me

Gr e a t

..... ,,._. ,, ._ ,~ ,,.._o.-. ,1 .-. n--. ,l..-.,, .- , ,.._. , ~ , .,_. ,,~

lnsurance

c o.

Ins•

c o.

American ~y

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Sé de:

t I

I I

I

O RK

I

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FOGO

e

t

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! Agentes nos principeis Este.dos d o Brãsil

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I

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··-·-·-·-·-·-·-·-·- -·- -·-·-·--- -·-- -·--·--·------·----···--·------··, COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS

Capital Subscrito e realizado CrS 2.000.000,00 INCENDIO, TRANSPORTES, MARíTIMOS E TERRESTRES. ACIDENTES PESSOAIS, FIDELIDADE, VIDROS. AUTOMOVEIS RESP. CIVIL E AERONAUTICOS DIRETORIA : D . Hartencia Pinta Vicente

Rocco -

Antonio Auciello -

Presidente.

Superintendente Secretório

Vitor Marsala - . Gerente -Geral .

Sede: S A O

P A U LO -

Rua B.Hão de ltapetininga, 273-S.•

Fones : 6-2243 e 6-2453 Caixa Postal 4684- End. telegrafico : AUSEGE

Agentes gerais no Rio: - Angelo de 'Micheli & Ribeiro Ltda+A V . R I O B R A N C O , 2 O - :~ : - 4 3 - O O 1 2 402

. FEVEil E;RO DE 1950


Capital inteirament e realizado: - Cr$ 5. 000.000,00 Reservas: - Cr$ 41.971 .09 7,40 DIRETORIA: Dr. Victor da Silva Fre·ire, Presidente TJr. Naimurulo Carrut, Superintendente Dr. Anton·io Alves Braga, Produção Sr. Armando de Albuquerque, Secretário Dr. Gerard Combe d'Alma, Assistente da Diretoria SEGUROS: FOGO, TRANSPORTES EM GERAL, ACIDENTES DO TRABALHO ACIDENTES PESSOAIS, ACIDENTES EM TRÂNSITO, AUTOMóVEif:>, RESPONSABILIDAD~ CIVIL E AERONÁUTICOS

•

NOVO

COMPANHIA DE SEGUROS

TERRESTRES

E MARITIMOS

•

NOVO

MUNDO

COMPANHIA. DE SEGUROS DE ACI DENTES DO TRABAUIO

• ITAMARATY COMPANHIA 'NACIONAL DE SEGUROS GERAIS

s RUA

DO RIO

t ~

E

o

EI

CARMO , DE

65 / 67

JANEIRO

..............................................

IEVISTA DE SEGUROS

SUCURSAIS E AGP.NCIAS NOS ESTADOS

403


Contin·u o Progresso O montante da Receita de premios mensais e 1micos, anualmente verificada, mais o rendimento das inversões realizadas tem se apresentado ano a ano em .progressão 1!~C e ndente, demonstrando assim o continuo progrésso de KOSMOS.

Cr$ Em 1937 " 193S " 193U " 1940 1941 " 1942 " 1943 " 1944 " 194 5 " 194ü 1947 194 8

·

950.406,75 2.444. 755,40 5. 69'7. 266',35 G. 785 . 6'30.75 S.913.818,40 12.284. 0.79,00 18 ' 007. 633,30 30 . 882' 720,80 4 6- 699. 056,80 61.416.245,50 i8' 963 . .()'69.1 o 89 .759.330,90

Agradecendo aos Srs. portador•><; de títulos e ~o público em ge1·a1 pela acei. taç ão que n0~: vêl1l sendo di spensada, esperamos continuar a corresponder à con. fiança que !lOS foi depos·i tada.

Kosmos Capitalização S. A. Capital subscrito Cr$ 2. 000. 000,00 -

gllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllll~

"~

Companhia ele Seguros

E

Phmnix Psrnamoucana

i-== "~

Fundada em 1869 A mais antiga do norte do país Capital e Reservas além d e Cr$ 15. 000 . 000,00

= -

::::

=

... _::

Ramos

FOGO,

em

-~ ;_-

"...s ~

a E -

~

a

= ~=-

Edifício

Arnaldo

Bastos

(Edifício

Próp >io)

Avenida Guorarapes, 21 O - 2° andar. RECIFE PERNAMBUCO

RIO-

W~~Se~~sJ;:NS: ;CIA. LTDA .

4v. Rio Branco, 26-A -· s• andar. SÃO PAULO -

...~

COE & CIA. LTDA.

Rua da Quitanda, 96 Mantem ainda ag ências em

s•

andar.

todas os outros

principai s praças do pa ís.

-DAS-

g= .=. =

Companhias L'UNI ON -

... = = ~-

~

§

:...

~

§

= II ~=-

de

Seguros

PELOTENSE -

VANGUARDA

Escritórios próprios à : -

E ==...

~

\~

AGENTES NO RIO DE JANEIRU

~ ::::

§

Séde :

.......

................

IH"*IMIMIII

g= Luiz Nunes & Cia. Ltda. ~ ~

que opera :

TRANSPORTES, ACIDENTES PESSOAIS RESPONSABILIDADE CIVIL '

~

Capital realizado Cr$ 1 . 200.000,00

RUA

VISCONDE

TELEFONES :

DE INHAUMA·, 1 34, Solas 219 e 221 -

43 - 1943

e

2.• pav .

23 -3033

Oferecem às Companhias de Seguros suas novas listas telefonicos paro 1950

Nós cooperamos para o progresso de todos que se ocupam de seguros.

I

Cooperem também para o nossa progresso, incluind o as companhias nossos representadas em suas distribuições. L'UNION

-

PELOTENSE

-

VANGUARDA

~lllllllllllltliiiiiiiiiiiiUIIIIIIJIIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIClllllll~ ~~-f~~~"ª"~"ª"~"~·!!:·~"!.!*~"ª"~"~~~-~-~"ª"~"ª"~"~"!.!*~..!.!·~"~.H '404

MARÇO DE 1951


BRITO

ALCINO O

f '

segurador paulista, a

cuja

pelos

frente

da sua estima, ' ao devotado lidador e o reconhecimento

seus elemento s

se

c

encontrava

do seu devotado esforço, quer no Sindicato da classe,

das Emprêsas de Seguros Privados e (apita Estado

de São

Paulo,

prestou,

no

dia

dêste mês, uma expressiva homenagem ao Sr . Brito, gerente-g er,a l da « São Paulo » -

que: na emprêsa de que é gerente geral .

7

Alcindo

Fez

uso

em

mimoso

qu e

Companhia de

forma

Seguros de Vida .

''

da

palavra , e

substancial

emítídoo

-

a

seguir,

substancial

na

agradeceu

o

homenageado, ·

discurso

-

profundidade aos

seus

mimoso

dos

amigos

no

conceitos

aquela

ma-

nifestação inequívoca de solidariedade, em que o esAs

homenagen s

almoço que d~

aristocrático

lando em ferreira

con staram

lhe fo i oferecido Automóvel

nome dos

do

Valle,

Copitalização », iniciais de

Club

daqu ela

da

qual,

após

ordem

geral,

sô bre

que

são

Dr .

algumas timidez

recebidas

na

uro

p íritc• de camaradagem

sêde

Capital,

Companhia a

de

data

homenageantes o

diretor

o

incompreensão cem

es pecialmente naquela

samento

fa-

de todos os

Adalberio « Com a

consideraçõe s

companheiros

de

ou

namenf (l

nossa

mesmo

certas

a

per-

firme s em sas

da

indispensável cooperação dos lutas

e

idéias ,

paz

de

sere-

Não há grandeza

estrada . espírito .

nosso rumo, em

nossos

prossigamos

Mantenhamo- nos

nossa moral

e em

nos-

es)

aspiráções .

celados, troçou o s dados biográficos e os marcos vito-

postos

por

possive l sem

iniciotive1

sonalidade da homenageada, de quem , em largas pin-

mais altos

o vee-

mPotc, e cálido apêlo que aqui transcrevemos '

« Prudên cia

que importem em inovações, passou a fccalizar a

ri:lsor. alcançados por ê le na

e de amizade afluia do pen -

presentes, terminando com

Senhoreo ! Prestais

vossa

homenagem

ao

forço paulista no campo do seguro e eu me sinto

sua vitoriosa ascenção aos

entre

hierarquia administrativa .

vós,

também

pai-o

prestá - la,

não

poro

re·

cebê-la. Transcrevemo s o

portante

discursa

seg uir os

proferido

palavra s iniciais do im-

pelo

Dr.

Adalb erto

Fe '-

Não estais prestando uma homenagem

reira do Valle ,

A.~

« Ei !;

a

razão

por

que

reunidos , o s representantes

nos

encontramo s aqui

tantes Companhias

legítim o s de

encontram

de Segu ros do

figuras

130 So -

e

realmente

gress(' um

um

dos

a

uma

um

do r.

se ..

nm

da

mercado

das

para

de

valores

suas

ex~oentes

e

tornar

de

riosa ,

fi -

bastava

este

elevação

lídimos

pauli sta ,

nossa

a s amigas

naquel e ato ,

1

as

do

Sr .

homenagens

sol idariedade

o

represen·

digna . e

Honro-me aqui

de

ser êsst:

consigno

os

que,

sufragios,

com

os

d es te

minha que

seus

modesto

tanto

operário

pela

vossa

do

me l.l.i

Brasi l.

enalteceram

o

seguro.

presença

e

recon -

pela vossa solidariedade, disposto a con ·· modesta

sou , -

ração sem

Brito )/ .

da

sua

a

mim

tínuar servi ndo ao seguro em toda a plenitude da

clas -

Brito

de

Companhias de todo o

fortado

af e -

Alcindo

e

representante

Engrandecido

de

com a

Terminando, aludiu o orador aos motivo s que con clamaram

f !zeram

agradecimentos às

con-

da capacidad e

Alcindo

construtora

nom n

individualidade s,

espíri to s da

mais

mundo

circunstâncias

ocasional

ond e

porta - vozes

marcantes

segurador

do

e

· só isto

autorizados

mai s esclarecidos t:los

paí s.

basta mais

reconhecimento

tuosa

Brasil

notabilí ssimas

nanceirc• e d e crédito do -

mim

tanto ocasional dos interesses de uma classe labo-

ciedade s de Seguros, onde figuram as mais impor-

s rt

o

pe ssoalmente, nem dela eu poderia ser credor .

rend e r, e

capacidade

com

o

espírito

magoa, -

-

otimista

sem

sombra

organiro e

o

co-

continúo satisfeito e em

paz

humanidade inteira I»

Associamo-nos,

com

o

máxima

satisfação,

às

ho -

menagens de que foi alvo o nosso amigo Alcindo Brito por parte do s seguradores paulistas .

As Companhias * . ------------------~

AUXJUADORA NORTHERN PAULISTA e outras E ntregam as suas in speções de n scos do ramo Incêndio

ATALATA

REVIMAR

à Procure

AVENIDA

conhecer,

tombem,

RIO BRANCO, 39

os

nossos

serviço!..

S . 180-1-

TE L. 43-3888

I

.......................................................... • U so dos

REVISTA DE SEGUROS

nom es

devidamente autorizado

405


~IIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIlllllllllllllltlllllllllllllUIIIIIIIIIIIItllllllllliiiiUIIIIHIIIIII[llllllll~

~ ~-

ª~

A " I N D E p·E N D E N C I A "

ª ~

~

ª ~

5

COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS Capital subscrito e realizado Cr$ 1. 500 .000,00

~

Sedé: Rio de Janeiro. Rua México 168 • 3.

=

::::

0

:

Telefone 42-4030 -

~

E

Eml. Telegr. : "lNDESEGUR"

=

Presidente :

C

;:;

o·

E

orelores :

-

=

~

::::

~

DIRETORIA : 1

5

=

ª ª ~ ª -ª "

" ~

VICENTE DE PAULO GALLIEZ {FERNANDO DE lAMARE I.UCIANO MARINO CRESPI LUIZ R. DE SOUZA DANTAS

-

§

"

~

~

E = ~ " E

SUCURSAL DE SÃO PAULO

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-= E g

0 ••

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OCTAVIO PUPO NOGUEIRA

"

~ ~

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Agências em Pôrto Alegre, Curitiba, B. Horizonte, Vitória, Fortaleza, Salvador, Aracaj ú, Recife e S. Luiz do 'Maranhão

;,'IIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIItliiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIII[llllllllllllltlllllllllllll[liiiiUtllllllllllllltllllllllllllltllllllllttllltllllllllllllltil

ABSOLUTA

SEGURANÇA

Autori~ada a fundonar no Brasil pelo Decreta n'

3 . 224 de 23 de Fevereiro de 1864. Capital e reservas livres declarados e reali~ados para operações no Brasil.

CAPITAL . . . . . . . . Cr$ 1. 000 .000,00 RESERVAS LIVRES" 2.000 . 000,00 Fundada em 1 845

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RIO DE JANEIRO

(FOGO E TRANSPORTES) FUNDADA EM 1886 CAPITAL Subscrito e realizado Cr$ 1.500 . 000,00 RESERVAS Em 31 de DezemiJJro de 19'48 Cr$

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406

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SEDE:RUA MARECHAL FLORIANO. 296 (sobr.) Caixa Postal. 173 End. Tel.: GAUCHO RIO GRANDE Estado do Rio Grande do Sul

FOGO -

ROUBO -

AUTOMÓVEIS VIDROS.

São

Paulo

FEVEREIRO DE 1950


o êste

Sob Comércio»,

Problema dos Pequenos Furtos

título,

desta

o

nota

que

Se

'do

~dornol

o

publicou

Capital.

a

tôdas

estas

condições

bilidade de roubo seria

seguir

fossem

realizadas,

a

p6UI

reduzida ao mínimo.

transcrevemos, a qual , embora calcada no que se passa no Inglaterra, tem perfeita aplicação ao ambiente bra-

A

sileiro, como o demonstra a série infindável de roubos

colaboração

o furtos

dedor,

de

em

mercadorias

trânsito,

que

os

jornais

estão fartos de noticiar e os interessados cansados de

convencida

está

Comissão

100%

de

importante

seria

progresso

com

.

uma

e o

ven-

para

di fi -

que,

de

fabricante

o

entre

obtido

cultor a ação do ladrão .

reclamar. Se

Eis a nota a que no s referi~ o s : -

bem

as

garem «0

roubo e

estoque

dial;

e

em

na

pequenos furtos de mercadoria s,

trânsito,

realidade,

constituem

os

um

prejuízos

em

houve

recentemente

estrangeiro

Associação

Comercial

poro

conferência

de

Londres,

são

um

problema ,

convocada

chefiada

pela

pelo

seu

Presidente , Sr. Frank Newson Smith _ Compareceram do

presentantes

Comércio ,

Ferro,

de Estradas de

de

autoridades

problema

em

e da

futuro,

com

o

mas,

intu ito· de

das

destino

sugestões

pelo fato

que

se

intactas,

fossem

de

quer

che-

aqui

nG

os

de

esqueça

na

são,

ou

realidade,

tão

serem

elementares,

simples, dão

se conclua

que

a

motivo

têm

somente

valor.

E' exatamente por êstes motivos que estamos cha mondo a

geral , ficando

estudar e determinar várias medidas , e, também , aceita r

idéia

remessa

re-

decidido que se nomeasse uma pequena comissão para

qualquer

da

possibilidades

O que o fabrítanle ou vendedor pode fazer: -

portuária s,

de Transportes Terrestres

Polícia . Foi examinado o

respectivo

ato

mais

Ingl at erra, quer 'no estrangeiro.

Muitas

sol ução

uma

ao

no

haveria

problema-mun -

no

maiores do que em nosso pois . Desejando obter uma

mercadorias ,

protegidas ,

diminuir

os

atenção dos mesmos .

Não

há

dúvida

de

que,

uma

organização

qu11

tem o trabalho de considerar os menores detalhes da maneira

de

encaixotar

despachá·la ,

terá

a

a

mercadoria

sua

e

do

sistema

dtt

recompe nsa .

roubos e pequenos furtos . Se

A comissão de coordenação era composta de representantes

da

Associação

de

Exportação ,

de

auto-

ridades do Cáis do Põrto, do Capitania do Põrto, do Instituto de guras do

Seguros

Loide,

de Rodagem,

de

da

do

Londres , do

Federação

Grupo

Instituto

Nacional

Nacional

de

de

de

Se-

EstradrJS

Exportação

de Estradas de

fato

a

de encaix otam ento e despacho

bastaria

de

explicar

cesso

dizer que o

Os

menores

ladrão

só

sã o

para o

não

atenção

refe·

no

pro-

das mercadorias,

pode trabalhar livre ·

uma oportunidade paro isso .

detalhes

derados dão motivos causas

insistência

recomendar muito

mente, se lhe é dada

pequenas

Ferro .

necessário

ao

em

Geral, da Comissão de Comerciantes de Transportes e

fôsse

rente

cuidadosamente

rouba .

devidamente

consi-

Um conjunta de

executada

é

muito

importante . Depois

de

um

Corr.issão

imprimiu

anotadas

sugestões

que

deveriam

exame um

ser

detalhado

pequeno

práticas ,

do

livro,

referentes

tomados · pelos

assunto,

no

qual

às

a

foram

precauções

Comerciantes ,

para

Uma ou

trovioda tud·~

resguardar suas mercadorias contra os pequeno s furtos . O pequeno

livro,

esclarece que a

o ponto fundamental caso,

cadorias,

mas,

na ocasião

de

mercadoria

era

preconizado a oção

a

no fim à

de Setembro,

conclusão de que

ser considerado

não

da s providências que poderiam

sômente o em cada

publicado

comissão chegou

do

mercadorias

no nos

que

transporte

e

e

na

despachada .

a

ladrão ,

forma seria

estivessem

bem

das

maneira Foi,

de

se

de

a

insuficientemente

marcada

tem

possibilidade de

ser ex·

que

maior

quando

bem

acondicionada,

e

seguros:

-

E'

bem

conhecida

o

de material poro embalagem, sendo difícil oi-ter

quantidade

Todavia ,

se

suficiente deve

para

insistir

uma

pelo

execução

uso

de

perfeito .

material

etd1f

quado .

mesmas por

A recomendação de uma

-

que

a

plicato ,

acondicionadas ;

que que

as não

po.rlem

sequentemente

causar

o

um

desvio

carregamento

de

destino

dev~

feita

com

caixa .

letras

Este

grandes , cobrindo

sistema

evitará

que

a

con

marcação seje das

ladrão

demorassem nos pontas de embarque e se evitasse que

a

outros dizeres, s6bre o enderêço existente .

reconhecimento .

marcação; ou então seja colada

um o

errado , e

certo .

Quando possível, é preferível que

de dificultar

ce rti ficar

marcação perfeita ,

sempre ser lembrada : marcações mal .f eitas ou em du

o conteúdo dos volumes seja de fácil REVISTA DE SEGUROS

sobre·

quando ela é armazenada . Embalagens

falto

mer·

imediatamente,

mai s acertada a

tão

do

repregada,

ser tomadas

armazenagem

acondicionamentos

remetê·las

era

caixa

documentada,

lados

da '

modifique

uma etiqueta, tOII!

407


, Recomenda-se Standart que

aos

Inglês -

recentemente

ser

adquirido

foi

na

Stondardisação

exportadores

Embalagem posto

secção

em

de

Inglês » ,

que

Código

30,

do

da

dade, esconder um volume pequeno, esperando a oportunidade

podendo

« Instituto

rua

·O

1 . 133

C.

circulação,

vendas

n.

consultem 8.

dt•

Gullingham

Londres .

roubo,

sito,

ocorrem

dificulte

a

utilização

qualquer

de

tentativa

caixõe s

de

estandardizat:at

mercadorias

,enham

!orçado o

mais

encobrir

o

reconheci ·

das

caixas

não devem

de

fácil

extração,

deve

ser

dis.

muito destacadas , . indicando o

con ·

poss ível .

As marcações

devem

ser

evitadas

ser usadas frases ou

Pontos de notória a

necessário

a

Com de

e,

importância importância

de

na

os

uma

exportadores : embalagem

segura

A utilização quanto

outro

recurso,

de caixões

possível; é

essencial

caixões estão bem

resistir

às

dagem

mos,

dos navios As

por

e

o

roubo

ser evinão

haja

se

êste!>

verifique

de a

ferro

ou

descarga

de e

ro -

de

os

volumes

uma

em

trân -

infinidade

às

a

um

considerações manter

alcançarem

o

portância A

deixam

as

ponto

manter

são

cloro

despachos

recebidos

arames

para

ou

em

isto,

é

de

muitos

embarque

em

barril

dos

caixas

pode

outro

que

espaço

é

navio

colocar

também para

carta

sejam

corre·

êste

para

é

procedimento

entretanto,

é

armazenar,

no

comum

preciso

lembrar

pôrto,

foi

da ·

esperado,

atracado

as

do

ocasião

ainda

num

local

para o

na

esteja

volumes

fora

e

ande

que

recebendo

lugar

de

pôrto, para em

sem

um

carga,

segurança

deva

ser

e

carregada

bardo . A.ssim, pode acontecer que a mandou

com

tanta

retard ado

portanto, obed ece r

ou

carg'a que o expor-

antecedência até

tenha

o

risco

de grande vanta gem

para

estritamente

corra

aos

horários

o de

se~o~

não

o expor-

previamente

esti pulados para embarque de cargas .

o r;

im -

cont eú do

VO ·

Emb~ra

Exatidão na confecção dos documentos -

at é

volumes

não

dos

devam

mesm os ,

raridades

do

cadorias ,

paro

pôrto

ter

estampada

torna -se

sejam

tomar

legenda -as se forem

as

a

necessário

inf ormadas

natureza que

sôbre

as

as

mer-

proviàência s necessárias,

fáceis

do ou ·

pro·

de roubar .

fráQ,

ser obtida ,

em

mesmas

ainda

cecessidade

movimento

que

de

de

as

da

mercadorias

Estas

ordem.

segurança

arcos

tem

etc.

há

em

por

~rovodo

Maior

vezes,

frio,

que

se mpre

destino ;

tem

papelão .

passando

de

os

experiência

de

bem

encomendas

das

chuva,

que

as

lugar .

navio

em barcar .

muitas

não

carga com segurança .

é mais frequente, especialmente no

calôr,

de

têrmas

enviam

mercadoria foi enviada

e mborque

embalagem ,

cumprir os

Se a

são

intempéries :

exportação

hora previamente es-

pouco lugar para acomodar a

t

Todavia,

para

guerra; existe, portanto,

tador

resistir

de

exportadores ;

muito

estrangeiro .

geis

carga

à

nificado e d estruí do durante a

tador

danificar

carga

exportadores

esperança

os

carga

de destino .

oportunidades

maiores

se

aguentar

portos

deve

quando

não s'õ mente porque devem

estrados

também nos

usados

que

feixados

viagens

já

entretanto,

a

intenção os

Compreende-se entre que

para

que

gados em primeira

assiM .

bem

reclames que possam

a

crédito,

expo.rtação .

tada

lumes

devido

tipulada .

cedo ,

chamar a atenção dos ladrões .

de

quando,

sej a e ntregue no pôrto antes áa

menta do respectivo conteúdo, quando os mesmos con

para

As oportunidades para o

não sOmente quando a

mas, també m, E'

E'

retirar-lhe o conteúdo .

de motivos, a carga fica parada .

Embora

teúdo

para abri -lo e

Movimento de carga -

tôrno

dos

O !>

documento s de exportação devem conter tôdas

i nformações

precisas

à

referentes

mercadorias .

volumes. Ter A

publiCidade

de

certas

convite permanente para

mercadoria chegue ao

ordem,

a

caixões

ter

o

vasios

de

as ladrões .

que a e

tipos

reclame

seu

do

o u cheio s

caixões

E'

muito

um

melho r

d estin o e m perfe ita

fabricante

de

é

nos

As

autoridade s

da

reclames

do

tipo:

cesso deixa o Não

há

« mais

ladrão a

dúv ida

de ac6rdo com a

de

408

o

que

para

rou bo ,

em

esfôrço

interess ados pa ra

se

juntados

e despachados com que

pa ss ível

na s mãos

do

qualquer

devem

certificar

maneira

tamanho

ladrão,

acontecer

vagõe,s

que

exporta ção » .

do.cumentas Demora

na

da ex-

seguros, cau-

pode

mo strando grand es

d e claram

movimentados com

po is o

exatidão .

volume s

~ste

pro -

par do conteúdo do vagão . o

de que os

com

época .

etc.,

Todo s os

volume

mercadoria encaixotada .

quenos volumes sejam

favorecem

pôrta

certeza

feitos

ções ,

pedras .

êle chegam

a

são

pedição de documenta s de exportação

ximo

da Estrada de Fe rro a

sem pre

exportaçã o

Embora pe -

maior rapidez .

pode , com

se mbara ço Sãc•

está

facili -

ferência dre '

e

a

logo essas

mercadoria

que os

convo cada cuja

da

a

máxima

ao

divulgação

mó·

menor

tempo

facilitar o de-

destino. resultantes

Associação Comercial nos

o

brevidade , de

no

para

recomenda~ões

pela

fazer

o s documento s são

chegue

recebedor, chegue

entã o

se

parece

útil

ao

da

con •

de lon · nosso co-

mércio. »

FEVEREIRO DE 1950


M E·M O R A B I L-I A CURIOSIDADES

SÓBRE

O

SEGURO

DE

VIDA

ta r-se a

mais longe passível daquela peça mortuória .

Mas, ao fim Sob

êste

titulo , -publicou

o

« Circular Compinter» ,

de algum tempo, o passageiro que

se

havia

em seu n 9 107, alguns dados curiosas a respeito do se·

Of

mais fresco,

guro de vida na s Estados Unido s da América do Norte ,

que esta chuva não para mais?

d*

o• quais

foram

extraídas

de

uma

e dição especial

·, .' No

« cau~a M mortis >> ,

à

tocante

por

exemplo,

reve-

levantou a

tampa

e indagou: -

Será

Os doi s outros passageiros, convencidos de haver

da

Weekly Underwritter » , dedicada à experiência ge· raJ... a seguro naquele pai s.

metido no caixão, tendo querido respirar um

ouvido falar o morto, pavor

e,

tomados

soltaram

de

um grito uníssono de

pânico,

lançaram -s e

ao

solo,

quando o auto em plena velocidade . No

la aquela publicação que as martes por acidentes che -

hospital,

para

onde

foram

transportados ,

o'

garam a alcançar 27% de todos os casas fatais regis-

estados das vitimas até a hora em que fôra redigida

trados .

a

Em

segunda

lugar

situam-se

as

moléstias

seguind~-se - lhe

sistema das artérias coronárias ,

da

notícia, eram

considerados desesperadores.

imediato-

mente outra grupo de doenças do coração, inclusive apo-

ESTAMOS VIVENDO MAIS ...

plexia e desórdens circulatórias. Segundo

A pneumonia desceu a menos de 1 O%, acreditando-se que devida,

em

grande

partt,

ao emprega

da

Mr.

John

Barth, atuário

consultor

penicilina. O câncer e outros tumores malignos, nevrites

vida

e doenças do aparêlho digestivo colocam -se Ioga após,

supol',

com 7%

dentro de poucos anos, outro aumento Igual.

e 5%,

respectivamente.

No tocante à maiores

de

30

anos

apresentou

maior incidência,

con -

v-.1 declínio na mortal;dade das pessoas de idades com · preendidas entre 11 O feriot cios

maior a

pêso

1 O anos,

falecimentos

humana

recaiu

nas

registrados,

de

idade

in-

1 I 5 da total

de

seguindo-se-lhe

o

um

os

em

indícios,

média, que

sendo

se

de

alcançará,

sonho, diz êle, predizer que a

vida

quem se ri desta predição é comparável aos que troçavam do possibilidade no navegação aérea . O

crianças

1 O anos

todos

humana poderá atingir a 300 anos, acrescentando quo!

e 20 anos. perfazendo cerca

cresceu

segundo

Não é

idade, o grupo correspondente aos

tribuindo para isto a circunstância de que houve nota·

legal

de seguros dos Estadas Unidos, a duração normal da

segredo da

menta:,

na

longevidade estó

dietoterapio

e a

tantos

no regimen ali· outros

ramos

es-

pecializados da ciência médica .

grupo

de 41 a 50 anos. Atrás deste grupo vêm os grupos de

CONSEQUÊNCIAS

DO

CANCELAMENTO

DE

UMA

PRO·

JETADA VIAGEM

21 a 30 e de 31 a 40 anos, apresentando resultados uproximodamente iguais. O grup:> menos atingindo toi o das idades entre 11 e 20 anos.

A enfermidade de que foi acometido o rei Jorge VI da

A QUEM CABE A RESPON $ABILIDADE PELO ACIDENTE ?

Inglaterra,

em

1948,

custou

ao

seguro

britânico

250 . 000 libras esterlinos .

uma soma calculada em

Muitas das firmas do império britânico, fabrican· Transcrita do « Figaro » , de Paris, publica «Tribun e Digest », a seguinte notícia, transmitida de Roma : -

«0

auto -ônibus que faz o serviço entre Farli e a

pequena localidade de Pievre di Riveschio, estava pronto para

partir, arquicompleto .

No

último momento chega

um passageiro retardatário, que, na impossibilidade ele

tes

de

bandeiras,

assim

como

tação,

que

galhardeies,

emprêsas estavam

de

adornos

iluminação

interessadas

na

e

e

bri-nquedos,

de

ornamen ·

malograda

visita

dos reis da Inglaterra à Austrólia e à Nova Zelândia, haviam

feito

seus

seguros

contra

os

prejuízos

que

lhes adviriam de um eventual cancelamento da viagem,

encontrar um lugar no interior do veículo, subiu para

o que veiu, afinal, a suceder, dando lugar, assim, a

o teto do mesmo .

que

Chovia . locado

um

entregue a

Mas no teto do auto -ônibus haviam cocaixão

de

defunto

vasio,

que

devia

abrigar'-~e

firmas dos

seguradas

prejuízos

fosesm

devidamente

indeni-

sofridos.

ser

uma família de Pievre . O passageiro não

hesitou . Meteu-se dentro do caixão e baixou a tempo para

as

_zadas

O DESENVOLVIMENTO DA AVIA-ÇÃO NA AMtRICA DO NORTE

da chuva .

Alguns quilômetros adiante, dois outros passagei-

Antes da

entrada

dos Estados Unidas

na

última

ros subiram por sua vez para a teto do carro . À vist"

guerra

do caixão, êles ficaram um tanto contrafeitos e pena -

vegação aérea interna, que tinham a seu serviço cêrca

lizados .

de 300 aparelhos, na maioria da marca Douglass DC-3 .

Descobriram -s e

REVISTA DE SEGUROS

respeitosamente

e

foram

sen-

mundial,

contava

êle

dezesseis

linhas

de

na-

o409


No ano d e

1948

essas

~: m

linhos tinham

operaçõe s

fe partição es tatal, autorização poro o p erar e m seguro , .

cêrca de 900 aviões , nat uralm e.nt e de tipo s mais aper -

Em que ficamos? ...

feiçoado s e de maior capacidade d e tran sporte, na suo maior parte das marca s Const e llation e DC -6 pa ra 5 0 e 60 pa ssage iros ou das marca s Canva ir e DC-4 pa ra 40

pa ss age iro s .

pas sag eiras médio

Foi

de

13 . 000 . 000

transportadas em

« p er

capita »

de

o

1948 , com

462

milhas ,

núm e ro um

pe rcu rso

cont ra

apena s

4 . 000. 000 e m 1941 . A capa ci dad e de tran s po rte da frota

aérea

ness e

d ecurso

nort e- am ericana de

tempo

cresceu

enqu anto

de que

cinco a

NfVEL

de

cresceu ap e nas d e 3 1 I 4 .

DA

no s

Es tado s

de vida,

de quatro déci mo s na du -

acréscimo

em re lação ao

te nha

sido

Verificou-se, en tretnto, um grande d eclínio na mor-

víncias ,

r~odo entre um e quatro anos .

(não

apartamentos),

idade, de sde

mortalidade infantil , para crianças aba ixo de

talidade

residenciais

d ecr és~i mo

um

um ano d e idade , ating e ainda a mé dia de 3,5% .

« S . B. B. » , de Cuba , uma da s e mprêsas d e capitaliza ;;õo casas

ano ant e rior .

ob sl'rvado

construiu naquela Re publ ica, em diversa s d e suas pro 426

para 67 anos,

mortalidade e m todo s o s grupos d e

1940, a

pela no ssa col ega

UNIDOS

e statí stica bas eada na propo rção d e mort es em

A

na

~;>ublicada

ESTADOS

Un ido s .

1948 , mostra um ração

O VALOR DA INICIATIVA PRIVADA

NOS

recentemente compilada s pelo

Departamento de Saúde Públi ca do s Estadas Un ido s, o

Conquanto

Segundo uma notícia

VIDA

es tatí sticos

n ível médio de du raçã o de vida subiu

veze s

utilizaçã o

MÉDIO

Segu ndo

infantil,

en tre crianças compreendendo o O

pe-

menor í ndice de mor -

achando-se em construção na época em que o o fato foi

talidade se verifica na idade compreendida entre cinco

noticiado mais 74 unidades, perfazendo o total d e 500 .

e

quatorze

anos .

Não resta dúv ida qu e essa emprêsa está contribuin do intensamente para a que, lá

como

solução do

aqui , as sumiu

probl e ma

proporções

resid e ncial , CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO DO CANADÁ

alarmante s.

Segundo dado s publicado s

recentemente

pelo

D;,-

pa rtamento de Esta tíst ica do Canadá , a população dê»e paí s, em 1 9 de Junho último, havia ating ido 13 .545 .000 habitantes, representando um aumento de 662 .0 00 sôbre DECLARAÇÕES DE UM CHEFE DE ESTADO A PROPÓ~ITO

os

cálculos

efetuados

na

mesma

data

do

ano

an-

terior .

DA ESTATIZAÇÃO DO SEGURO

~s se aum e nto excepcional é atribu ído a três causa s

A « Revista Espanhola de Se gu ros » , de Mad ri d , em seu número de Abril do ano pa ssada, publ icou a s se-

prin cipai s: à

União da Terra Nova, com 348 . 000 ha -

guintes declarações do Presid e nte Peron, da Argentin a ,

b itantes,

à

Confed eração ;

225 . 000

(342 . 000 na scimentos contra

po•· ocasião da visi.ta que lhe fizeram as

segu rad ~ res or-

ao

aumento

natural

de

117 . 000 fale -

cimentos) e à entrada no país de 125 . 000 imigrantes .

genti'nos : -

Nesse « Sou partidário do seg uro totalm en te particul ar

mesmo

deixaram

a

De po is

e me te nho oposta sistemat icament e a toda in -

per íc do,

pátria

da

cresce ndo num

tenção de sua estatização.

guerra,

ir

a

de

viver

30 . 000

popula çã o

ri tmo considerável .

vem

O aumento do ano

pas sado

comparad:> com o de 301 . 000, e m 1948 , de 275 . 000 ,

nem

que

passamos

companh ia

ter

de

ag e ntes

seg uro s,

esta tai s

de

e m 1947, e d e

se m contar

188 . 000, em

A população da Terra

seguro!.

Não

314 . 000 ,

pa íses .

do Canadá

Não creia, na realidade, que o Estado posso uma

de

canadenses

e m outros

converter-se

em

foi

cêrca

pa ra

me convença porque conheço o que se

d e 26 . 000 no perí odo de

a

Terra

Nova,

1946 .

Nova

acusou

1945 a

o

acré sci mo

1949 .

tem passado em outros países. Estive no Chil e . na ltalia, em várias partes onde as seguro s têm sido totalmente do Estado e sei que são mau s serviço s.

sado a

Te nho - o s observado

respeito com

e

VISANDO

mu ita gente e entend o

que francamente o troca não nos seria favoráv P.I .

vem

de acôrdo com a

riências · feitas

minha impressão pe ss oal » .

sendo As

i esta a opinião do Pres ident e Peron. Não o b s -

tante, a Superintend êlncia de Seguros da Argentina, e r.1

SEGURANÇA

aparêlh o

empregado

provas

ad equada

de

NOS

provas

VÓOS acionado

po r

um

o

nos

Estados

para

maiores

já

mo straram

corpo

humano

Unidos

garantias

qu e tem

com uma

de

em

expe -

vôo .

uma

proteção

resistência

ao

cho·qu e ba stant e con si d erá ve l . O aparê lho é montado sôbre uma

resolução datada de 1 8 de Maio do ano pa ss ado, isto

é, 1após a s incisivas declarações acima transcritas , con-

lisa

ceaeu à « Caja Nacional de Ahorro Postal » , qu e é um<>

hora

4l0

novo

foguete o qual dupl ica o efeito dos acidentes de av ião,

'

~

MAIOR

Um

conv er -

a

velocidades send o

a

superiores

marcha

a

dim inu ída

384 por

rampa e das quilômetros ,por meio

de

fre ios

FEVEREIRO DE ' 1950


IV -

mecânicos . Por meio do variação do contrôle dos freios

vendas ; e

e do fôrça propulsora do foguete é possível produzil controlado s~

um decréscimo nas acelerações devidamente

à

razã o de 5 o

por

inclu sive

50 vezes o fôrça do gravidade ou

rém

seja , 5 o 50 G, como é geralmente chamado . se

Poro

conseguir

uma

baixo

de

pulsar são diminuídos em

a

elemento

de

marcho, de uma velocidade

A sensação que o piloto de provas experi -

limitando essa compet ê ncia

a

consignações .

lista

ao

fazer

quilômetros,

Os

que

uma

numa

experimentaria

parado distância

voluntários

do

brusco, de

Fôrça

um

num

três

automobi -

corro

o

produtor,

conforme

pe -

o

de -

para

decretar impostos , na espécie, o fez ,

Reportando os

terminaram

à s operações de vendas e

75

metros .

Aéreo

po-

Portanto, a Carla Magna, se outorgou aos Estados

segundo .

mesrAa

isenta,

ope ração_ do

fine a lei estadual .

competê ncia

é

efetuada s produtores,

pro ·

de 150 milhos poro o de 75 milhos em um quinto de menta

e

industriais, primeiro

queno

oceleràção

35 G, por exemplo, o oporêlho e seu

consignações

comerciantes

uma

constitucionais

negócios

de

seguro às

expressões

observaremos:

série de provas de desaceleração e ficou provado que quando sentados de costas para a

meta final

pacidade de refistência ·ao choque era

a

-

ca-

qu e o seguro não é venda, nem consignaç:ão .

Portanto de forma

muita maior .

alguma a

êles se poderá es -

tender o impôsto de vendas e consignações. Seguro efetivamente, é o contrato pelo quai uma

·Mais Impostos ...

das partes se obriga, mediante a paga de um prêmio, o

O govêrna do Estada de Sergipe decretou que o

indenitá ~ lo

de

(Cód . Civ., art.

riscos

futuros

previstos

no · contrato

1 .432 e Cód . Com ., art. 666).

«controlo de seguros, quando o risco de que fôr objeto não se cons1iluir a mana »

qualquer título sôbre a

vida

tes

(lei n• 173, de 28 de Outubro de 1949

· publicado

no

« Diário

Oficial »

do

Estado, de

29 -do

dito mês}, estará sujeito ao impôslo de vendas e con ·signações .

das

propósito

a

Emprê sos

de

Departamento Seguros

zação da Rio de Janeiro emitiu a guir

se

legal

Privad os e

do

obriga

o

transferir

o

domínio

de

certa

coisa

c, o outro a pagar-lhe certo preço em dinheiro.

CiY ., art. 1 . 122) com

A êste dicato

Venda é o contrato pelo qual um dos contralan -

hu-

-

(Cód .

O contrato de venda comercial ,

os mesmos característicos, objetivo tão sàmente

Sin «a

Capitali -

compra

e venda

moventes,

parecer que a se-

retalho,

transcrevemos : -

para

na

os

de

efef1os móveis e

revender

o

mesma espécie ou

grosso

se·

ou

a

manufaturados,

cu para alugar o seu uso; compreendendo-se na classe dos primeiros a

PARECER

o Ref .: A lei

173 de

que organ izou o

titulas

Companhias

comerciais ,

Sergipe 28/10/49 , do

moeda,

a çõe s de

lmpô , lo de vendas e consignações -

papel

c9ntanto

e

que

moeda metálica e de

fundos-públicos,

papéis nas

de

créditos

referidas

tran-

sações o comprador seja comerciante» .

Estado de Sergipe

Com ., art.

sistema tributário do Estado de Se.r-

(Cód .

191, ac.) .

gipe, consigna na Tab. 4, letra « n» qoe é devido o impôsto

sôbre

vendas

e

consigna~ões

em

se

No seguro , controlo específico de garantia, nada

tratan ·

se vende, porque nêle não se transfere o uso e gôzo

do de :

d o bem corpóreo ou incorpóreo de qualquer natureza, « Contrata de seguras, quando o risca de que fôr obj•eto não se constituir a

qualqu e r

e

sim

título, sôbre a vida humana ».

Resposta: No meu

entender, 'n ão .

REVISTA DE SEGUROS

uma

com

modalidade

ocefsião oportuna signatório

os

a

prejuízos.

E• pois

um

venda .

da

comissão

mercantil,

me-

é entregue e

(Carvalho

de

remetida

Mendonça),

ao -

Tratado

con· do

D.

COM. BRAS., vol . 6 °, 2• Parte, n° 893 . Portanto é inconstitucional a lei do Estado de Sergipe,

sôbre:

indenizam

diante a qual mercadoria destinada a ser vendida em

A Consttiuição, no art . 19, IV menciona: « Compele aos Estados decretar impostos

se

inconfundível

Da mesma sárte a consignação, que nada mais -é senão

Pergunta -se se essa lei confere com a Constituição .

apenas

contrato

na

maxime

qual os

em

se

trotando

de

mandatos constitucionais

matéria

tributária,

não toleram

en •

tendimentos extensivos. »

411


~ \,.... t,.....~o.-...~ o.-.o.-. o-.t .-..~ t.._, t,,-. o~•.-

.....o-.~,-.o.-~t~c ..-.u.- Q.- cl.-tl._.t ......t,._.~.-.~,

! END. TELEGR:. "CRUZSULCAP"

lELEF O NE

43-1849 ( Red e in tern o)

Capital

Matriz : Avenida

~àall z ado

c~s

Presidente Vargas,

3 000.000 ,00

290

-

11. 9

-

Rio de Janeiro

DIRETORIA

Do'NALD DE AZAMBUJA LOWNDES

VIVIAN LOWNDES

VI C E-PRESI DEN T E

PRESIDENTE

LUIZ SERPA

NESTOR RIBAS CARNEIRO DrRETOR · SU'"ERINTENOENTI!:

CONSELHO FISCAL

Dr. Roul . Go•u.! de Motos Dr, Joio de Alcantoro Dr. An1elo Mario Cerne

DIRE TOR

SUPLENTES

CONSELHO

Johonnes M. F. X. Drolthasen Francisco S. R. de Brito Filho Morcllio Mourio Guimories

COELH~

GER E N T E

CONSULTIVO

Carlos Gulsord Aguiar Joequim Moraes Catttino Augusto Marques Valente Benjamim Ferreira G. Filho Luiz Carlos Pederneiras Roberto Cardoso

Sucursais: SAO PAULO-RECIFE-FORTALEZA-SAL VADOR-P. ALEGRE-S. HORIZONTE

::1111111111111 t lllllllllllll t lllllllllllll t lllllllllllll t lllllllllllll t lllllll 111111 rlllllll IIIIJ I t lllllllllllll t lllllllllllll t lllllllllllll t lllllllllllll t llllllll ~

~

i= ~

11

A PA TRIA RCA '' COMPANHIA. DE SEGUROS GERAIS

~

ê 5 5

C 5 = = ~

ª

Capital Subscrito e Realizado . Aplicados em lmoveis e Titulos Sinistros pagos. . . • • . • • . Capital vinculado para garantia Reservas . • . • . • . . • . • •

. . . • . . . • de Renda. • • • . . . . • . das operações • . . . . . • •

Cr$ 10.000.000,00 Cr$ 8.200.778,00 Cr$ 13.139,643,00 Cr$ 5.000.000,00 Cr$ 2.914.171,60

OPERA EM SEGUROS DE:

w

= ~

w

~

-~

Séde : São Paulo - Rua Formosa, 409

a§

Caiu Postal, 207- A -

5

"§§ ;:; ~

::

§ = §"

~ "

§ -

~ "u §

~

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-

Fog:> - Transportes Maritimo.s e Terrestres - Acidentes Pessoais - Responsabilidade Civil - Automoveis Aeronauticos

-

:

~

TELEFONE:

~

l-4157

:::::

E 5

End. Telegrafic:o:. APATRIARCA.. 0

Sucursal Rio de Janeiro-Edif. lpiranga- Av. Presidente Rooseyelt, 126-7. andar Telefone: 42-7104 End, Telegráfico:

«

APATRIARCA,.

~ =

;:

~lllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllll~ 412

FE'.'EREI RO DE 19 50


REGISTRO DECLARAÇÃO

DE

PRINCIPIOS

SEGUROS

SOBRE

determinada por considerações comerciais nordireçã~

mais e não esteja sujeita li

PRIVADOS .

O Conselho lnteramericano de Produção e Comércio

dos go·

ve;nos das nações nelas envolvidas.

nos Estados Unidos, em uma de suas convenções, emitiu

uma declaração de princípios a respeito da liberdade do

ELAS

comércio em geral. Aqui

ESTÃO

GANHANDO TERRENO ...

Segundo

inserimos a parte referente ao seguro, tran s-

crita das colunas de no ssa colega « Seguros » , que se

Graphic

dadas

lnslilule » ,

do

« Bureau

existiam

of

nos

lhe

Estadas

Censu•

and,

Unidos,

em

191 O, 2 milhões e setecentos mil homens mais do que mulheres; em 1949, já a situação mudava , existindo mais

edita em Santiago do Chile

quatrocentas « A convenção

reconhece

que

o

seguro

ncmens .

e

noventa

Calcula-se

e

que

oito

mil

<lQ que

mulheres

1970

em

existirão

mais

um

privado comercial constitue um fator auxiliar

milhão e quatrocentos e sessenta e oito mil mulheres

essencial

do que homens . O sexo masculino vai rareando . ..

para a

emprêsa privada em matéria

de inversão e do comércio exterior. O seguro comercial

está

desempenhar

melhormenle essa

capacitado

missão ,

quando

para

às

1

TREZE MILHOES DE ORFÃOS DA GUERRÁ

com-

SOMENTE NA EUROPA

panhias seguradoras, seja qual fôr a sua na-

Dirigindo

a

palavra

a

especialistas

internacionais

cionalidade, é concedida a liberdade de ope -

reunidos em conferência na séde da U. N. E. S. C. 0 .,

rar sôbre

em Paris, Lady Allen de Hurlwaod abordou uma grave

uma

base

mundial

de livre concor-

rência e quando a

distribuição dos negócios

situação ao revelar que, sómente na Europa, nada me-

é

considerações

nos de 1 3 . 000. 000 de crianças haviam sido

determinada

por

de

índole

comercial e não em virtude de relações go -

orfandade em consequência da

lançada~

última, guerra.

A oradora, que é chefe da Associação das Escolas

vernamentais. anos

de Enfermagem da Grã-Bretanha, disse que em tempo

que há aumentada a tendência dos governos

olgum a infôncia havia sido de tal forma atingida ou

para

ameaçada .

<< Comprovou - se

de

reduzir

seguros

as

durante

os

atividades

estrangeiras

e

últimos

das para

companhias ordenar

que

os seguros de exportações e importações, sôbre

CONCURSO SUL

AMÉRICA

PARA

1950

meios

de transportes de propriedade estran-

geira

e sôbre emprêsas estrangeiras que fun -

Educação, Ciência e Cultura, foi aprovada a indicação

cionam dentro de seus territórios , seja coberto

do Sr. Antonio Larragoili Junior, presidente das Com -

por

companhias

nacionais .

do

mais,

crescente

uma

monopólio ticas

estatal

semelhantes

represálias,

Registrou-se, tendência

no · seguro conduzem

não contribuem

além

para

comercial. a

o

Em reunião da diretoria do Instituto Brasileiro de

panhias do Grupo Sul América, para lema do Concur>o Sul

América

Prá-

O

de

ocasião

medidas

poro o bem-estar

econômico do país que os impõe e teem

um

o inversão internacional

veda ,

ma ior

devido

proibição

a

de

custo

indenização

do

em

pri ·

seguro

moedas

e

a

acei -

prêmios

«f • Convenção solicita do Governo o em de

remoção

seus . bo':'s das

ternacional,

ofícios

restrições

de

livre

ao

para

conseguir a

funcionamento

competência , do

Convenção,

disto,

insta

literário que se realiza lectuais, 110

junto

distribui

de

maior certame

Brasil, pois, além

despertado

anualmente

um

nos

prêmio

do in-

meios inteem

dinheiro

transações

DE SOUZA

nesta

Sr. Paulo Vieira

recentemente financiadas pelos Estadas Unidos,

a O

afim de assegurar que a contratação do se-

nosso

guro relativo às transações internacionais seja

~a

REVISTA DE SEGUROS

no

que tem

PAULO VIEIRA

tou

as

por

in-

seguro

Seguros

sôbrc

Concurso

valor de Cr$ 50. 000,00 .

plitude,

influlncio

llamaralí,

do

blicada s as condições dêsle concurso, a

ao Governo poro que exerço , em todo a am -

sua

do

As insC!I'ições estarão abertas no llamaralí até 30

Faleceu além

Palácio vencedores

de Outubro do corrente ano . Oportunamente serão pu-

privado comercial.

«A

no

aos

e Garantia dos Direitos do Homem no Brasil ».

vulgar inlerêsse

táveis.

prego

proposto

1949 , e agora oficializada, é o seguinte: « Declaração

efeito desalentador imediato sôbre o comércio exterior e sôbre

dos

1950.

de

lema,

Argus

Capital,

no

20 dêsle

dia

mês, a

de Souza, diretor da Companhia de

Fluminense,

a

cuja

administração pres-

sua colaboração durante 33 anos . extinto , meio,

que

pelas

era suas

figura

muito

qualidades

estimada

pessoais,

em

faleceu

avançada idade de 96 ano s .

413


bolha . Desta vh o incendiário tentou reduzir a cinzas

AINDA OS FURTOS .. . Sob êste

assunto,

publicou

a

imprensa

local,

os

a

seguinte nota transmitida de Nova Yark pela « United

armazens

à

graças ridades

Press » : -

do

cais

comunicação que,

com

o

do

p6rto,

ime'cliata auxílio

não

que

das

o

conseguindo-

tiveram

praças

as auto-

de

brigado

e corpo de bombeiros, conseguiram • após · grande luta, « foram

realizadas

novas

detenções

de

indivíduos

no caso denominado pelas autoridades de furto de um milhão de dólares em café, em que e stão envolvidos ladrões portuários que vinham defraudando companhia s de

navegação

empenhadas

no

transporte

da

•produto

extinguir o

mesmo

cordas

chamas.

acabara

que

se

O

incendiário

sendo

de· atear fogo

encontrava

aproveitando -se dir-se,

ao pôrto de Nova York .

os

que.

tinha

sido

preso pelo comandante do Pôrto, na ocasião em que

do

no

confusão

perseguido

em

reinante

por

uma

alpendre

ormozem ;

conseguira

policiais

de

pilho

do que

a

eva • conse-

guiram prender, após uma hora de •verdadeira caçada . Diz a

polícia que o furto se verificava me diante

apropriação de parte da conteúdo de sacas e com o expediente de danificar a sacaria para vasamenlo . O café

vasado

uma

recolhido,

mas

ao

ser

pesado ,

sofria

« redução ». O

tes

era

caso

envolve

P«:sadores,

portuários,

de café, emrregados dl>stes,

bem

comercian-

O incend iário foi identificado . Trata-se de Ricardo Oli • veira lemos , funcionário avulso do Pôrto, ex-empregado da Companhia Cadem. do crime .

A Polícia · procurará, também , esclarecer com

a

da

polícia

motivos que o • levaram · in~odios ,

prisão de Ricardo, os

DE SEGUROS

COMPANHI-A

nários de companhias de seguros . funcionários

nad~

Até o pres·enle momento

sôbre

à

prático

anteriores,

como trabalha -

dores das linhas de navegação e, até mesmo, funcio -

18

o~

e sclare ceu

« ALIANÇA

DO

PARÁ»

Como sempre , o Relatório da Companhia de Seestiveram

em

ativi -

guros « Aliança do Pará » , acompanhado das respectivos

dade no curso dos últimos doze meses para investigar

contas , foi

detalhadamente o caso. »

no

DR.

já no dia · 20 a tinham·os em nosso pode<, através um

a no

o

primeiro

a

da r entrada

nesta

Redação

corrente .

Assinado em 9 dâste mês e publicado no dia 15, PAMPHILO

DE

CARVALHO

Foi eleito para o cargo de pres idente do Sonco Econômico S . A., valho ,

cujo

da

Sohia ,

nome . é

mundo econômico

e

um o

da

Dr.

das

financeiro

Presidente que também guros Aliança

o

é

Pamphilo

altas

de

Car-

expressõe s

diretores

Companhia

Bahia e da Aliança

Destas colunas , enviamos os nossos parabens aos

do

do Brasil .

do

recorte da « folha do Norte » , que nos foi prontamente enviado .

do

de Se-

Bahia Ca-

e

responsáveis

por esta

progressista

segura ·

do•a, cujo excedente positivo da receita sôbre a despesa

monta a

Cr$ 1 . 392 . 500,00.

pitolizoção S . A., sua escolha para o nova investidura

Agradecemos à « Aliança do· Pará » a remessa dos

fo i recebida com o maior satisfação, tendo repercutido

documentos aludidos e formulamos votos pela sua inin -

mognificamente

terrupta prosperidade .·

em

todo s os

círculos

da s suas

relaçõ es

e da grande clientela dos e stabelecimentos a que se acha ' ligado.

TRIBUNE DI.GEST « la Tri-bune des Ass uronces » , de Paris , passou

OS

INaNDIOS DE PÓRTO ALEGRE

do

todos

Não

obstante o

continuar

destruição

pelas

ainda

e d ita l viva

chamas ,

no

dos

memória três

mo is

importantes edifícios públ icos do Estado, mais uma ten a

Comissão

respectivo

po) icial

inquérito

encarregada

chegasse . ao

de

término

elaborar de

seu

o

tra -

suplemento

intitulado

~

«Tribune · Digesl »

(lu el cho isi pour vous dan·s lo Prl!sse Mondiale) , no qual é publicada uma cuidadosa seleção dos principois fatos e comentários extraídos• da imprensa ·mund ial.

tativa criminosa verificou-se nessa capital, antes, mesmo

que

um

A iniciativa é das mais interessantes e uteis, cons·

titu indo, por isto , um trabalho destinado à

mais larga

aceitação nos meios seg"Uradores.

Capital e Reservas mais .de Cr$ 11.200.000,00

Matriz - RUA DO CARMO, 71-4° Andar RIO

DE JANEIRO

Te1efones : 43-4958, 43-4959 e 43-3370 DIRETORIA:

OCTA.VIO FUNDADA EM 187:3

414

FERREIRA -

NOVAL

JOSS . AUGUSTO

D'OLlVlrlltA

OCTA V lO FeRREIRA NOVAL .JUNIOR.

-·-·-·-·- - -·-·- -·-·-·-

--·-

FEVE.al:I'RO'"l>E '1950


estimando-se que os prêmios arrecadados tenham ultra·

O QUE OCORRE .NA RUMÂNIA «lribune Digesl » publicou a seguinte noticia, iran s-

passado a um bilhão de dolores. O

crila da «lhe Re view » , de Londres : -

« Anuário de Seguros

do

América

to;

latino »

editado e está sendo distribuído pela emprêsa Molnar <~: Segundo

o

« Petit Monileur des Assurances » ,

de

Serviços de Seguros, Echeverria n• 1849 -

Bruxelas, o jornal oficial da Rumânia leria publicado uma

Buenos Aires.

Agradecendo ao editor o exemplar com que nos obse-

lei, o qual disporia que todas as companhias de se ·

quiou , queremos aproveitar a oportunidade para enca

g uros seriam liquidadas. A fatalidade de seus negócio>,

recer aos interessados o importância dêsse trabalho, que

a ssi m como toda s os suas reservas técnicas serã o transf e·

não lemos nenhuma dúvida em recomendar.

ridos, a partir de 15 de Setembro de 1949 (já o leriam sido) ao « Savraassurance » , companhia de seguro sovietoOS MOÇOS E O SEGURO DE VIDA NA. SUÉCIA

rumaica, que já foi criada.

A, estatísticas mostram que entre os jovens suecos do s dois sexos, de idades entre 15· e 25 anos, existem CEL. DR . MANOEL PETRARCHA DE MESQUITA

cerca de óOO. 000 que são portadores de apólices de

Faleceu, ne sta Capital , o Cel. Dr. Manoel Pelrarcha

seg uro de vida. Os jovens dessa idade não representam

de Mesquita, que desempenhou, durante longos anos , as

se não 860.000 pessoas. Por a i se pode ver o interêS>e

funções

de

mé dico

~a

Equitativa -Sociedade

Mútua

de

Seguros sôbre a Vida .

part ic ular que professa o

mocidede sueco pelo segure

d e vida (Tribune Digesl ).

Foi nomeado médico adjunto do Exercito, em No vembro de 1903, logo após. a sua formatura, lendo pre stado em 1905 concurso para o Serviço de Saúde, no qu a l obteve o 1 • lugar. No Exército escalou lodos os posto s,

COMPANHIA DE SEGUROS « MINAS BRASIL »

até o mais alto da respectiva classe, lendo sido tod os

A s ucursal dessa Companhia, em São Paulo, acaba de comunicar-nos o transf erê ncia de seus escritórios paro

as suas promoções por merecimento.

Foi Diretor do Instituto de Biologia do Exército c do Hospital Central, ocupando, ainda , o cargo de mé -

a rua Quintino Bocayuva , n• 107, 7", 8' e 9' andores ( Edifici(J llaporanga), naquela Capital.

dico do Montepio dos Servidores do Estado, funções qu e desempenhou

sempre com

o maior brilho, demon strond :J

a compet ê ncia técnica e o espírito público de que err.:

SATURNIA CAPITALIZAÇÃO S / A ..

era dotado.

Em a sse mblia geral realizada a 19 do més passado foi eleita a

nova Di re toria da « Salurnia Capitalização

$. A. » , cuja composição é a seguinte : O

Sr.

Oscar Molnar,

de

Buenos Aire s, que

nos

brindou , ainda há pouco tempo, com o « Dicionário Ma -

direto r superintendente e Sr.> João Teixeira Gomes Fon seca , diretor secretário.

nual de Segu ros » , em quatro língua s, de sua autoria e do

qual

próprio ,

já

nos

acaba,

ocupamo s d evi damente

novamente,

de

prestar um

no

Dr. Hugo Ri -

beiro Carn eiro , diretor presidente ; Dr. Seba stião Raposo,

ANUÁRIO DE SEGUROS DA AMÉRICA LATINA

ocasião

grande

ser-

Po nova séde da « Salurn ia

Capitalização » S. A. »

es tá instalada á Av. Rio Branco, 116, 9 ° andor, nesta Cap ital.

viço ao meio segurador, com a organização e publicação

tio «Anuário de Seguros da América latina » , cujo pri -

meira edição, correspondente ao período 1949 I 50 esiá

REUNIÃO DO COMtTt PERMANENTE DA CONFERÊNCIA

sendo agora distribuída .

HEMISFÉRICA DE SEGUROS

A matéria contido nessa obro ocupa mais de 400

Real izou-•e em Havana , nos

último• dias de No-

páginas, repletas de informações d e grande utilidade c

vembro

ll!speito das companhias de seguros que operam em ca• '

nente

pois, distribuídos êsses e aquelas por ordem alfabé tica ,

comparecimento de representantes de diversos pa ísl!s do

de modo a facilitar a consulta. Costitue esta a primeira

Am ~ r ica.

parte da obra .

do

da

mesma

passado , a

Conferência

Ne~~o

Na segunda parte, figuram, obedec e ndo á

ano

Hemi.térica

oportunidade,

u•o da pai'Jvra o :r .

reunião

entre

Roy C.

do

Comité Perma-

de Seguros, com

outros

orodo·es,

CC'nadá

perante o Comité , o qual afirmou

geira~ que operam

reuniões

eram

sédes das respectivas cosas motrizes e dos pa íses em

cios

seguros,

que operam nesta porte do nosso continente.

nacionat.

Segundo

êsse

trabalho,

operaram

em

1949,

gerais

ou

sucursais

REVISTA DE .SHGURqS

de

companhias

essencial por

importância

constituírem

uma

que e'5ol

para

os

negó-

atividade

int.er.

na

América latino , 551 companhias nacionai s e 511 agên cias

de

de

fez

Grant, representantE do

ordem de distribuição, os nomes do s companhias estran na América latina, com indicação da s

a

es trangeiros ,

<A p.essoa ou coisa segurada são entes estáticos : -

di"e

não

têm movimentos próprios e exer-

415


cem suas funções em todos os mores e continentes, razão is~lor-se

por que o seguro não pode refugiar-se e

vantagens

das

intervenções

excessivos» .

Expoz, também, o sr . Grant que a crescente pro-

nas

fronteiras de um pais, necessitando seus homens, pelo

paganda, bem dirigida e com bases técnicas que tem

contrório, um contato constante e uma mútua e diória

sido utilizada no negócio de seus seguros nos últimos

troca de informações».

anos, fez compreender cabalmente a verdadeiro função

Acrescentou, em

seguida, que a

Conferência

He-

do seguro e seu aspecto internacional, ajudando muito

misférica de Seguros, iniciada em Nova York em 1946

nessa tarefa as estatísticas pertinentes ao assunto, as

e continuada no México em 1948, anuncia a

quais dão a mostra do grau de importância que assu-

sua ter-

ceira reunião para 1950 no Chile e que ela pôz de

miu o seguro em tôdas as atividades humanas .

manifesto a necessidade de constituir, com caróter per· manente

um

organismo

em

que

se

agrupem

os

segu ·

« Com

estas

devidamente

radares da América em sua totalidade, capaz, por isto ,

rua s.: as

do fornecer a eles quantos informes ou dados estatí s-

cimento

ticos

d u processos

um

sejam dos

necessários

s6bre a

situação

países , sendo êste, ao

meio de possibilitar um

seu

de qualquer

parecer, o

reuniões

organizado

estatísticas

de cada

-

acrescentou

o

serviço

serão

país

mais

seró

uniformes

de

êle

-

será

informações mú -

completas

perfeito,

e

o

porque

conhe -

derivado

de investigação» .

ún ico

São estas , em resumo, as palavras do sr . Roy C .

proveitoso intercâmbio de ne-

Grant, segundo o nosso colega « S . B . B. » , de Havana ,

gócios, com beneficios mútuos .

tl e

onde

extrai mos

estas

notas.

Explicou que o negócio de seguros havia progre dido muito nos últimos dez anos, aperfeiçoando-se técni·

COMPANHIA

comente e ampliando-se em todos seus aspectos os se -

guros de vida, incêndio e acidentes , assim como a sua

publicada

prevenção, sendo causa direta dê ste progresso a troca

a ss inada

do

Comércio ,

informações

em

e

universidades,

a

ampliação

algumas

dos

das

estudos,

quais

inclusive

criaram

cursos

INTEGRIDADE

GERAIS

no « Diório Oficial » de 3 do corrente mê s, pelo

Sr.

foi

Dr.

« M>> ,

DE SEGUROS

7, de 24 de Janeiro deste ano ,

n~

Pela portaria

Ministro

nomeado

José

do

Trabalho ,

o

Inspetor

Junque ira

Ferreira

de

Indústria

Seguros ,

do

Silva

"

classe

para

o

destinados a explicar a sua técnico, seu desenvolvi mento

cargo de liqu idante da Companhia Integridade de Se -

e

guros

Gerais ,

sar!"

pelo decreto n° 27 . 712, de

próticas

rela.cionadas com

as

atividades

ligadas ao

ramo .

A defeso da instituição do seguro como atividade

cuja

autorização

para

funcionar

foi

cas -

19 de Janeiro úl -

timo .

privada , sem prejuízo do intervenção do Estado , exclusivamente

foi o

como

tratada

elemento

pelo sr .

desenvolvimento

fiscalizador

ou

controlador,

Grant como base principal

dos

seguros

no

mundo,

oferecendo,

como melhor explicação, os exemplos dos países onde se observa esta

independência em tôda a

CC'~COVADO

para

O

riq •H"c.ido ramo

sua pleni -

-

COMPANHIA DE SEGUROS DE VIDA

mercado com

segurador mais

uma

bras i leiro

acaba

sociedade

que

de

ser en~

operará

no

vida .

Referimo -nos à « Corvovado» -

Companh ia de Se ·

tude, afirmando que os seguros sociais e os privados

gu ros

não se repelem, mas que, ao contrário , se completam .

a operar pelo Decreto n• 27.71 O, de 19 de Janeiro

« Em vista dêstes exemplos -

disse -

tenho a

certeza de que o conceito de independência do seguro privado

triunfaró

compreender

as

em suas

todos

os

países

vantagens ,

assim

porque

é

facil

como

as

des~

<;~;,, t e d rJ

de

Vida ,

ano e

corrente

recentemente

fundada

e

já

autorizada

publicado no « Diório Oficial » do d ia mês

de

O capital da

8

Fevereiro .

novo

Cr$ 1 O. 000 . 000 ,00,

Companhia

dividido

em

é de 1 O. 000

ações

de

:!.llllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllll!llflllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[llllll1111111[lllllllllllll[lllllllllllll[llll:.:.

"

=

!

w

i ~

ª=-

-

L'UNION

~

Compagnie d 'Assurances contre l'lncendie, les Acidents et Risques Divers Fundada em Paris em 1828

§r;

§

CAPITAL SOCIAL 100 .000.000 DE F RANCOS MATRIZ - P LACE VENDOME, 9, PARI S, F RANÇA

§

-

Capital realizado poro suas operações no Brasil Cr$ 2 . 000 . 000,00

a = ~

~

§ -

~

E

§

=

"

~ :;

ª

CINQUENTA ANOS DE TRABALHO CONSTRUTIVO NO BRASIL SUCURSAL NO BRASIL : Rua Washington Luis , 17-ó . 0 Rio de Janeiro Representante Geral : Pierre Goron -

INC~NDIO -

Representante G eral Honorário: Luiz José Nunes -

AUTOMóVE IS -

"

Gerente:

Robe rto Argento

AC IDENTES PESSOA IS

~

§

§":tllnlllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllliiiiJ[JUIIIIIIIIII[liiiiiHIIIII[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[llllllllll~~ 416

..

FEVEREIRO DE 1950


~r$ 1 . boo,oó ficou

assim

Martins

cada

uma

e

a

constituída :

suo

primeiro Diretoria

Presidente

Fausto

(presidente da « Corcovod.o » -

Bebiano

Companhia d e

Seguros Gerais); Diretores : Mario Nery Casta Mario Nery

Costa

e Geraldo

Seguros

Edmund

Ltdo.),

Hartley

(do firmo

Peter Eirk

(Gerente

Geral

Siemsen da

York -

panhia de cilpltalizaçãa db niu'ndo erà franc'e sb ~ « Sequanoise » . rança,

FIDELIDADE

decreto

nas,

enquanto

de

foram

terações

aprovados

introduzidas

pelo

nos

Janeiro

do

Govêrno

pelo

de

decreto

n°

do

de

14.761,

operando

Companhia

Fi -

« Equitativa

de

15

Feverei ro

NACIONAL

DE SEGUROS

passou ,

Janeiro

dto

7

dia

do

último, mês

publicado

em

curso,

capital da « ltamaraty » -

no

r~forma

dos

a

lide-

América

foi

arrebatado

dúvida

alguma ,

orgulhO,

para

um

motivo

nós .

aprovou

o

Oficial »

aumento

de

Companhia Nacional de Se -

seus estatutos .

DE SEGUROS

Brasil ,

desde

Acidentes

homenagem

Sr.

uma

ao

Alberto

Companhia

a ssim ,

de Seguros que vinha e

seu

que

nome

ó

Transportes fundador

Teixeira

Boavisto

idéia

sob

1937,

de

e

Boavista, de

há

primeiro

a . deno -

concretizao~

Seguros,

vinha,

de

S / A. »,

muito,

sendo

objeto de cogitações por parte das administradores da

n° 27 . 709 , d e « Diário

guras Gerai s, para Cr$ 5 . 000 . 000 ,00, e a consequen te

« Sul

a

há vinte anos ape -

bastão

Companhia

Terrestres

em

g rande

GERAIS O Govêrno Federal , pelo decreto

cujo

sem

de

BOAVISTA

no

minar ~ se

19 de

fato ,

senão

presidente do ,

COMPANHIA

pela

ser exercida

aquela

A conceituada

al -

1944 .

lTAMARATY -

o

COMPANHIA

as

Federal

delidade de Seguros Gerais , autorizado o funcionar no Brasil

elo

GERAIS de

19

estatutos

que

sati sfação,

anCJ corrente, publicado no (< Diário Oficial » de 9 d ês te mês,

a

perdeu

mais de cinquenta . anos de funcion.amento _

Constitui

~EGUROS

DE

nY 27.711 ,

que passou

conta com

de

Pelo

porém ,

1948 ,

Capitalização », brasileira, fundada

shire ln suronce Co. Ltd. no Bra si l) . ·

COMPANHIA

Em

seguradora .

. E'

a

primeira

emprêsa

de

que lhe

deu

petua t',

por

penhoram a

vez,

ao

que

seguros,

reconhecida

co rpo

existência,

esta

neste

e

forma,

a

nos

que

dos

ou

uma

daquêle

patentear e _per-

vem

gratidão

empreendimento

consto, m~mória

à

que

o

do s que

o

ocom ~

vieram

sucedet .

O gesta das atuais dirigentes da Companhia desperta a atenção e as aplausos de todos quantas sabem SEGUROS Em

NO

EQUADOR

1948

operaram

de seguros, nacionais

sendo 4

apreciar atitudes no

e 21

nacionais

trabalharam

25

Equador

sOmente

em

estrangeiras .

ramos

elementares .

Por nacionalidades a

brasileira

(Sul América -

guros de Vida)

e

distribuição das estrangeiras

britânicas

15

canadense),

e

dente,

4

homem

(U . S.A. ),

Companhia Nacional de Se -

quem ne

A

seu

fundador

sociedade tão

bem

negócios,

Companhia

municação

a

e

primeira presi-

homenagem

de

soube encarnar a

« doublé »

de

homem

sua

figura de so-

feita

Boavista

aos

de Seguras,

interessados,

segundo

seguirá

co -

sempre

Cl5

mesmas normas de ação que vinham orientando os seus

trabalhos,

1 colombiana.

a

ciedade .

( 13 inglesas, 1 e s-

americana s

rende -lhe

admiração a do

e 2 ao ramo vida. ·

coce sa

Homenageando a

A.s

Das estrangP.iras 19 também se dedicaram a êsse ramo

foi o seguinte: -

nobres como esta .

companhias

desde o

ainda sob a

início de suas atividades, quando

antiga denominação.

A alteração· a que nos estamos referindo foi aproCAPITALIZA ÇÃO Segund o guinte o

a

NA

FRANÇA

revista

vada

francesa

movimento reportado

« L'Argus » , foi

o ·se-

pelas companhias fran-

cesa : de capitalização nos anos de 1947 e 1948, em milhoreos

du

fra-ncos : -

1947

1948

pelo Gavêrno Federal, pelo Decreto n• 27 . 714 ,

d u 19 de Janeiro último e publicado na « Diária Ofi ci al » , de 3 do corrente mês de Fevereiro . Desejamos à n.::~ção,

o

mesmo

desde

a

ocasião

Companhia, sob a crescente em

êxito

que

com

iniciou

sua

nova

que

foi

as

suas

desig ·

recébida

operações,

oujo volume vem crescendo todos os anos de maneira impressionante .

4 . 61p . 669

Prémies

5.490 . 143

Volo1· nominal dos novos contratos

Capital em vigor les•rvas

matemáticos .

32 . 777 . 052

47 . 702 . 180

132.743 . 070

165 . 923.171

25 . 031 . 922

27 . 598 . 763

COMPANHIA

respeito,

julgamos

oportuno

informar ao •

nossos leitores que até a ano de 1947, a maior comlfVISTA DE SEGURO~

DE SEGUROS GERAIS

sucursal da Companhia União de Seguros Gerais, nesta Capital ,

A êste

UNIÃO

Foi nomeado para o cargo de superintendente do o

primentamos

nosso

pela

amigo

Mario

investidura

Toschi,

a

no cargo, a

quem ~que

cum -

~aberó

dar o dev ido relêvo .

417


Acertada fo i o ç,êi o

que ocobo

direção do

Companhia

no

nomeo ·

êsse

obj e tivo,

Hom e ns,

de faz er.

vão

vestidos

ser de

te ntado !;; diver sas

rou pa s

es p eciais,

ex peri ê ncias .

sc b

o

regimén

d<· raç ões especi;!s, serüo mandados ao Árt ico e man-

COMPANHIA foi todo

BANDEIRANTE

criado,

de

no

Cidade

Pernambuco ,

deiront e

de

DE

Seguro s

SEGUROS

de

uma

Recife ,

capital

do

Companhia

filial

G e rai s,

GERAIS

tendo

ficado o

tidos em

do

Es . Bon ·

respectivo

1O a

botes , solvo -vidas, sob te mpe ra turas de

15 graus abaixo de zero e sob fortes ve nto s.

reações

fi si ológi co s

observados

e

e

psicol óg ica s

As s ua s

rig::. rosamente

serlaO

registrados .

gerência o cargo do Sr. Quirino de Albuquerque Silvo , que era , até então, o Agente do Companhia no Estado . instalado à

A nova fil ial es tp

2 ° andar, em

rua

Nova

n• 306 ,

ÚNICO

Recife . de

habitant es

t9vo COMPANHIA

DE

SEGUROS

« ALIANÇA

Pe lo decreto n " 27 . 6 73, de 4 publicado no « Diário Oficial » de rente,

foram

e statutos

Companhia

de

BRASILEIRA »

de Janeiro

11

em

último ,

de f eve reiro cor·

aprovado s o s alt e ra çõe s

do

introduzida s

Seguro s

« Aliança

nos

Bra s i-

a

em

POLIGAMIA . . .

194 7,

In g laterra

relação

um

aos

matrimonial ,

gundo

o

dado s,

metade

sará

ex clu ído

opinião

a

excesso de

homen s,

idade

leiro » .

is to do

do s

mulh~ res

32

pnd e

d êsse

em

1 . 000 . 000

1B e

de

me nos

apre sen -

qua is

é , entre órgão

pelo

Escócia,

2 . 300 . 000

ano s .

Se ·

ex traí mo s

número

não

êstes

se

co ·

nunca.

Entre 10 e 19 ano s hó 271.000 mulh eres o mais .

A

modificação

principal

con s istiu

no

el evação

capital da Companhia de 1 milhão e meio pa ra

d~

2 mi·

A

Aliança

De creto

Bra si leiro

foi

15 . 561,

de

n9

No

idade

e ntre

20

e

30

anos

o

d es propo rção

entre

homen s e mulh e re s é ainda maior, em d es fovor do se xo

barbado .

lhões de cruzeiros . pelo

RI;CURSO -

Poro uma população de pouco ma is d e 42 .000.000

auto ri zada

12

de

o

No

funcionar

Maio

de

1944 .

tôda

Inglat erra

o

parte

-

-

c.:.mo

os

ocorre ,

mulheres

aliá s,

têm

vida

em

qua se

média

ma is

longo do que os homens . O COMPANHIA

INTEGRIDADE

~ EGUROS

DE

à

GERAIS

recenseomente d e

e xi stê ncia

(em

liquidação)

publ icado

no

« Diário

nom e ado

foi

o

queira

f e rreiro

dante,

proceder à

de

Seguro s

de

idades Oficial »

Inspetor

de

Silvo

para ,

do

po ss od~.

7, ele 24 de Janeiro p.

liquidação

de

3

do

Seguro s na do

mês Dr.

corrente ,

Jo sé

Jun ·

de

liqu i·

qualidade Companhia

O

não

mulheres

com

passavam

por exem pl o , idades

supe·

de 564 . 000 .

decréscimo do natalidade no

que, o

part ir de

re presen tavam v eram

1947 registrou,

888 . 000

75 ano s, enquanto que o s homens do s mesma s

dores a

Po r portaria n 9

de

o

sua

1945, os

ante s

23,8%

parti cipa Çã o

Inglaterra fez com

me nores de da

reduzido

15 on . s, qu e

populaç ão o

tot al,

ti·

21,9 % .

lntegrido·

Gerais . ~li I!li[] 111111111111 [] 111111111111 [] 111.111111111 [] 111111111 111[] llllllllllll!::

fREITAG

Do ~

&

CIA .

Srs. Freitog & Cio . , de J oin vile, Sto. Catarin a ,

rec.ebemos a comunicação de ha ve r sido con stituida o su o firmo em s ucessã o o freitog & Cio . ltdo.

~-~

GUSTAVO

...

Advogado -

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COMENTARIOS ao~

mos de transcrever, recomendando

SEGUROS E DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA

produtores o que

êles devem oferecer aos candidatos a seguros coma pro moeda,

de

que usamos e abusamos em panado muito recente,

As

emissões

re ·

ao

gimen

inconlroladas

qual,

retornando,

infelizmente,

exerceram

e

de

ao

papel

que

exercem

pare..ce,

como

deixa.· de acontecer, grande influência vedares para

essa d~

não

nheiro,

é

monetariamente

Realmente,

em

vida

proporção

escapou do

desvalorização

senão

humana

da

avaliável , encarecimento

da

neceHário,

tornou

m~sma

o

consequência

seguros sôbre a

moeda.

no cálculo dos

é

apenas

zendo

útil,

nossos

sideracão

mas

os

dos

necessário ,

seus

conceitos

motivo aqu i

por

que,

fa-

à con-

deixamos

interessados .

UM BRADO DE AURT A

próprio ramo vida em que o « bem » se-

influência .

vida ,

po_dia

mínima . Jt. campanha desenvolvida pela a « São Paulo » não

efeito de seguro .

Nem o eurodo

estamos

não

teção

queda

do

imperativo,

crescessem

do

a

di-

que

os

de valor no

valor

A propósito do principio de incêndio hav ido, recen-

custo

aquisitivo

da

temente,

na

biblioteca

do

DASP,

localizada

num

do s

andares superiores do edifício do Ministério do Fazenda

ocorre-nos a citação do fato publicado pelo « EI liberal » , de Madrid, em uma de suas edições de Novembro de 1881 . Em 25 daquele mês e ano os madrilenos tiveram

A importância que, há alguns anos passados,

seria considerada como proteção suficiente para as ne-

um

cessidades· de

ocorresse

panhola de Seguros » , edição de Dezembro de 1948, no

a perda de seu chefe ou de quem tivesse a seu cargo

qual é reproduzida, com todos os emocionantes e atei -

sustento

u .emplo1

determinada

dela,

-

família ,

hoje -

não

é

não

faria

fare

quando

preciso

senão

descermos

em

parte

a

insigni .-

« São Paulo »

-Companhia Nacional de Seguros de Vida, vem con citando

os

seus

prcdutores

a

não

encaminharem

gócios abaixo de um certo limite de valor . seu boletim Dezembro

ano

passado,

publicou

essa

noticia do incêndio do Museu do

Prado, da capital espanhola, que, como não se ignoro ,

mês

o mundo , notícia

de

conceituada

Depois de dar largas à sua fantasia e espírito d e imaginação, destruidos

com

o

descrição

reduzidas

e

como as que ali

a

de

cinzas

seguradora a segu·i nte noto, que, por interessar a todos quantos.

poderia ser salvo da catástrofe.

nesse

meio,

aqui

transcrevemos : -

como

estariam

tantas

sendo

precios idades ,

se achavam acumulados, o noticiaristo

declarava que o fogo

militam

já dissem?s, foi pu -

esta que, como

blicada por « EI liberal » .

ne ~

Ainda no

« Atualidades » , correspondente ao

do

rodares detalhes , a

Es -

é um dos mais completos repositórios de arte de todo

licantc aos encargos que Ih• competia cobrir . E' por est::J e outras razões que a

despertar amargo, segundo se lê na « Revista

nada

havia

respeitado e

nada

logo que a noticia circulou (a esse tempo o rad ia .:As aos

condições

homens

para

novas

deveres

os que dêles

de

cada

vida,

dia

impondo

mais

severos

mossa

mesmo

entre

d.ependem, e, ao

tempo, contribuindo para a desvalorização do dinheiro,

evidenciam

protegidos ,

apólice

mesmo

de

seguro

muito

reduzida .

chefe

de com

dispor

que

cosa casse

um a

com

que,

ou

terminasse

tão

não

dio

de

tempo

vida

a

importância

apreciar e. . .

com

seguros

modesta,

po-

Aureliano linares Rivas, Ministro do Fomento, do qual

uma

Daí

pequena edu-

dos filhos .

é

provável

l~mbrarmos

prática de

dessa

muito,

deixaram

propostas

de

Cr$ 5 . 000,00 » .

no-

de Cávia , impingida aos leitores de « EI Liberal ». Uma sim,

porém

de

tra-

importânciu , encaminhar

muito

proveitosa,

porque

o

Sr .

dependiam as Belas Artes, visitou detidamente o Museu r!

se inteirou,

derio

por si

converter-se

grandes

fornos

em

que

mesmo , de que aquela troça

po -

realidade . Nos sotãos, iunto aos serviam

para

aquecer as

galerias ,

amontoavam-se! lenhas , taboas, vernizes e telas de dese·

nho , e debaixo da madeira ressequ ida que sustinha o residiam.

hó

e , ali ,

que a

pé e que nada havia ocorrido . A suposta tragédia não

cia de irem jó

desastre

foi senão uma pilhéria de um senhor, chamado Marian o

teto funcionavam

como,

do

tícia não era verdadeira e que o edifício continuava de

aos nossos dignos colaboradores a conveniên -

balharem

magnitude

pilhéria,

disso

abandona'ndo a

o

desapontado , verificou

um

importância,

importância .

poro

satisfe ito

que

educação

nada

uma

Cr$ 1 O. 000 ,00 ,

de

essa

estarão com

em

adquirisse

com

exígua

vida

pecúlio

viuva

em

êles

tendo

ou

« Hoje

de

Houve

família,

deria,

que

insuficientemente,

era coisa com que nem se sonhava) , o povo acorreu em

Tudo

então

as casinhas dos empregadas que ali foi

remediado ,

evitando - se,

assim ,

o

perigo previsto pela pilhéria que se tornou famosa . No que nos diz respeito , não sabemos se o nossa

Biblioteca Nacional, a Escola de Belas Artes, o Museu da E prossegue a

nota, cujos trechos iniciais acaba-

REVISTA .DE SEGUROS

Qvinfa da Boa Vista, o Supremo Tribunal Federal e o

421


Foro, se acham em se

encontram

o

situaçã o semelhante áquela em qu e

Museu

Museu Nacional -

do

Prado,

naquela

época.

No

o da Quinta da Boa Vista, já houve ,

em tempos não muito remotos, um princípio de incêndio,

zada

de

social

seguros,

do

cominho que

e

há

divulgar

segura.

A

e

popularizar o

instituição

podemos

definido sua

dizer,

significado do ·se-~

não se- afastou

ao

começar

o

novo

an o,

recomendadas

pe i:H

orientaçã :».

sem maiores consequências, ao que nos parece. Depois de aludir a

O fato ocorrido agora com a Biblioteca do DASP e

Conferências

re soluções

o ' dois i ncê ndios havidos em Pôrto Alegre, recentement e.

dua s

Hemisféricas

de

Seg'Jros

na Secretária do Interior e na Repartição Central da Po -

do estabelecimento do ensina de . seguros roa '

lícia , e mais, afastado no tempo,

o

respe1lo

faculdade s

de

de Ciências econômicos e da criação de centro s de in-

Santos, aí estão para reclamar, ainda mas energicamente ,

vestigação, edição de revistas profission~lizadas e té.cr.i-

os medidas que venham salvar as instituições acaso am ea-

cas de " seguros, diz o ed~torial o que nos e stamos réPor -

çadas de ocorrência s semelhantes.

tando, qu e o Centro, para poder cumprir plenamente a

o

da

Alfandega

sua missão e entrar em ·cheio·· no problema do UMA

seguro, resolveu

SUGESTÃO

pas sou O

« Centro

Argentino

del

Seguro »

a

prestigio sa

a

modificar o

nome da

denominar-se « Centro

~n s ino

do

sociedade. q ue

Argentino de

lnstrución

Aseguradora » .

Bueno s Aire s, acaha

É uma obra verdadeiramente meritóri a esta que ~ e

d e completar mais um ano de vida , ded icada toda ela

propoz realizar e vem realizando-o o Centro e pena · é

ao

qu o uma iniciativa de tão alto alcance quanto esta não

socieda de, que tem melhor

e

suo séde em

maior

conhecimento

das

particularidades

o peculiaridades do seguro. Do editorial

do

tenha

número

12

da

revista

encontrado

ainda

entre

nós

imi\~do."es .

« Seguros l' , data

Elementos, ao que nos parece , não nos faltam, a

aniversário do instituição, tran sc rev e mos os palavras se-

começOr pelo s que constituem o corpo de funcio'nários e

editdo

pelo

guintes,

Centro,

fielmente

o

respeito

traduzidas :

da

-

pa ss agem

« Desde

o

da

mom ent ~

técnicas do Departamento Nacional de Seg uros Pri vados Resseguro s d~

d e sua criação, o objetivo principal de seus fundador es

e Capitalização, do In st i tuto

ficou si ntetizado no artigo 2 dos estatutos -

das nossos grandes segurod .: ras e ainda p e l :::>s membros

same nto que consistia em fica ~

este pen -

difundir as di sciplina s cientí-

relativas ao seguro, sua té cnica e suo p rá tica, orga -

nizar

conferência s,

con stituir

uma

bibl i ot eca

especial i-

de

Bra sil

e

do Instituto Brasilei ro de Atuária.

Porqu o não consid e ror e sta s nossos

pala ~ ras

como

uma · sugestão? . . .

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422

_____

I I

~-Q-'1-

FEVEREIRO DE

I

1 9 50


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"

~

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I

Fundada em 1918

.....

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E squ:na ela ru a 15 ele Novembro

I

........

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~

CO 1PANH IA DE SEGUHOS

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Pan-America

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I

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.

~®®®®®®®®®®®®®®@® )®@@®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®® ···················

Companhia Interestadual de Seguros Capital realisaclo: Cr$ 3. 000.000,00 lNCQNDIO - TRANSPORTES EM GERAL Carta Patente n. 311 , de 15 de Janeiro de 1945 Séde : A V. 13 DE MAIO, 23-6." andar - RlO DE J Ar EIRO Telefone 32-611-+ E ncl Telegr. COINSER Caixa Postal, 4333 DIRETORIA :

f

St. Pedro Theberge -

Presidente

S;·. Fabio Arruda Faria Souto -

1 Sncursais e Agências nas

Superintendente

Sr . Claudio Jorge Lotour da Silvo Maya -

c:)

Tesoureiro

principais praças do Pwís

~®®®®®®®®®®®®®@®@<!X.!)@®®@®®®®®®@®®®®@@®@®®@~V®®@ •••••••••

REVISTA DE SEGUROS

424


A ORAÇÃO DO JUIZ O Juiz

Dr.

Sadi

Cardoso

num momento de feliz gina que

abaixo

reproduzimos,

suas nobilíssimas qualidades Revela

seu

deseja de

de

Gusmão

inspiração, a

autor,

como

de

nesse

escreveu ,

encantadora

pá-

homenagem

às

ato

de

contrição,

cidos,

Deu a êsse pequeno poema o nome de -

« Ora -

trabalho:

a ti pertence:

ser

o

o

que,

de tudo juiz

diante de

a

a

missão

que

só

quem

sujeito

está,

como

de

mim

ao

menos,

seja

ant~J.i

fim

de

ti ,

conhecendo

mesmo, que

não

use

de

pró -

meus

escusados

ri-

gores contra outrem; ajuda-me para que o meu poder inda não se ciedade;

sêde

de

trato

Justiça,

deserdados

e

não

e

ven-

humano .

de

mim

não

tôda

esteja

maldade e no

alcance

injustiça , mesmo dos

meus

olhos,

de

perdão .

Arreda - me do mundo, se houver de tremer a mão

exercer

juiz,

e

impôr

justiça,

poderosos ,

se

vacilar

meu

espoliadores,

aos

ou

coração, diante

frente

dos

aos

perversos

que se aproveitam dos fracos e abusam dos humildes.

justiça r

todos, à tua

prios erros,

Senhor,

duro

fome

pacíficos; aos

para que não golpeie severamente aqueles que forem

eo «Perdoa·me,

e

que

dignos seu

têm

no

aquela

íntegro,

que

mansos

Afasta

seu

!ÕO do Juiz ».

Faze

aos

aos

julgador.

acertar .

Eis, na

tência,

falte

torne

ilumina

mais

a

posso, a tempo,

duro

minha

aos

oprimidos

consciência,

reparar e corrigir as

de

pela motlo

Provê

faltas acaso co -

llttidas .

dade

aos

penoso

mister, possa

servir se-

haja

luz

que

no vivo,

meu de

coração e

se

modo que não

meus

semelhantes .

Dá-me fôrças para defender os que padecem perseguição

aos

por

causo

obstinados

peros

Permite, que neste

que

ambiente em

seja causa de escândalo, nem dê exemplos de indigni -

so qu e

para

purifique o

deveres

gligência,

o

e do

da

justiça;

para que meu

direito

ofício,

de

coragem

para

não transija nem

resistir

com

sacrifique,

os

ás·

por

ne-

outrem .

renamente os que sofrem agravos e iniquidades, vencer

a oposição dos

potentados e

ainda mesmo que

Dá que possível,

pratique o

dadas

viver a

vida

dos

as

bem , e

contingências

que farte, amargas

Faze

bons, e

não seja compreendido .

o da

quanto exis-

com

que

perdoe

perdoa-me, Senhor,

do-me que

de

digno tua

da

a

tua

infalível

os

infinita e

agravos

mim, Juiz e

a

mim

pecador,

complacência,

eterna

feitos, tornan-

mais

do

justiça » .

~~.-c~~~~~~-..~~~~

Companhia de Seguros da Bahia

I

-

Inc êndio -

Transportes - A cidentes Pessoais - Resp. Civil - Cascos Fidelidade e Automóveis Cr$ 27.000.000,00 Receita de Prêmios em 1947, mais de Receita de Prêmios em 1948, mais de Cr$ 32.000.000,00 Cr$ 27 . 806. 640,00 Capital e Reservas em 31 -12-1948 . ..

1 1

I

DIRETORIA: Pedro Bacellar de Sá, Teófilo Ottoni Pacheco e Fernando de Sá

I

L_-

II

Agência Geral .no Rio de f aneiro RUA 1.• DE MARÇO 51, 3." -

Telefone 43-8888, ramal 13

I

-u-~_,_.~~~ !111111111111 tlllllllllllll t' 111111111111 t l ' . 111111111111 t ]111111111111 t ]111111111111 t ]111111111111 t lllllllllllll [ lllllllllllll t lllllllllllll t ]111111111111 tllllll~ ~

~

5

=

--

-

•

••-

- - - - - - - - -·- ·-·-·-

~

End. Telegr6fica: « BROKER» Telefone: 22-301 O Caixa Postal 1118

:

~

::

"

~

La Fonciére -Incendie COMPANHIA FRANCEZA DE SEGUROS CAPITAL P A R A O BRASIL Cr$ 1.500.000,00 REPRESENTANTES PARA TODO O BRASIL

128-A,

F:~i:N~~~toR ~O C!:-AL~~~·.

13.• Andar, Salas ns. 1303/7 RIO DE JANEIRO

128-A

B R A S I L

;;::;;

i ;

g

illlllllllltllllllllllllltllllllrlllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltliiiiiiUIIItllllllllllllltllllllllllllltlllllilll l~ IEVISTA DE SEGUROS

425


Porque o nosso Seguro não opera nos Estados Unidos~ No

Segundo

Conferência

Hemisférico

de

Seguros ,

realizado no cidade do México em Outubro de

1948,

o Sr. Williom F. Deloney Junior, gerente do secção d e

O

Não

resseguros de uma empréso estabelecido em Novo York. apresentou

uma

ideia

interessante,

senão

original,

o

América

Latino de estenderem

os suas operações até o grande república do Norte. Aludiu

ele,

à

inicialmente,

que o

mercado

de

Unidos

aumente

o

seguros sua

e

imperiosa

necessidad e

resseguros

capacidade

e

dos

Estados

acrescenta

que

o

volume de bons negócios que podem ser obtidos é con siderável. exigidos

depó sitos

se obtenha

a

demasiadamente

necessária

elevados

autorização

paro

paro

O

Estado de Novo York, por exemplo, exige um depósito de US$500. 000,00 para

se possa

(cerco de 9

operar em

milhões de cruzeiros)

seguros

certas

tabilidade

da s

Transportes. cionadas

Esta s

somos

pod eri am

ao compará-las com

parecer

despropor-

o pequeno volume

inicial

de operações .

a

quando

formação

menos

da

soma

outras

40

exigida

-

para

contribuam o

par~i ci­

depósito,

pondo, assim , dos negócios obtidos pelo primeira .

Nessa oportunidade sugeriu o Sr. Deloney que os atividades

do

Companhia

compreender os resseguros

de

operações incêndio.

tanto , como agente sórci o,

um

que,

em

tanto

Ess a

das

fosse

escolhido

de

seg uros

companhia

demais

realidade,

como

atuaria ,

participantes o

d e vam

plano

do

seria

negócios entrada

realizados

do

colo

de

nos

Estados

capital

Unidos

de con -

formar

mediante

correspondente.

isto

desde

apl icados ,

que os

suficientes

é

US$ 12.500,00 para cada uma.

com

que

As

depósitos qu.e poro

não

para

já existentes entre os pa íses que

lucros

de

companhias

autorizadas

a

no

país

sejarr.

operar

em

Nova

operar

nos

outros

Estados ,

não

se

exigindo

toda

para

que

se considere

no meio, deve contar com

solidamente

implan ·

recursos de doi s a três

milhões de dólares, pois uma somo desse vulto lhe dará posição

importante

e

lhe

oferecerá

maiores

meio

de obter

é a inda o Sr . Deloney que o

como o demon .• tro o fato d e haver um grupo de

diz

companhias européos pasto em

prática o plano .

companh ia

permi ssã o e

congêneres

dinamarqu esa o

ela

se

solicita

associaram .

Outros

20

operando

no s

Estados

emprêsa s eu·

Algumas

Unidos .

companhias

oime ntodo dificuldades cesses

de

suas

que

no

ali

operam

col ocação de

retenções,

em

virtude

tê m

expe·

porte dos ex·

de

se

apresentar

o mercado de resseguro, âs vezes , tão saturado, que não tem

capacidad e

cidos.

Os

para

aceitar

todos

cont ratos de resseguros

vorável

para o

res segu ra dor. Um

os

negócios

podem

Final izando

as

ofere·

realizar-se de

resultado fa-

negócio como êste, é,

de considerar-se uma ótima

suas considerações,

d isse o Sr. D•·

loney que , como era natural, desejavam os ouvintes co·

nhecer quO:.is a s probabilidades de lucros, qual o custo aqui siçã o

e

quais

divisas dos Estado s Unidos , porque, sendo o seguro um

Respondendo

1 -

necessidade do

Umo outra5

ropeos, fizeram, isoladamente, o depósito inicial e estão

serviço, não implico

no

possi -

bilidade s na realização de maior volume de negócios .

empreendimento como o de que eslavo trotando.

um

para

soo ·. 000 , o

Embora o depósito mínimo sej a de US$ Companhia,

cretização da

contribuiria

re-

das Companhias.

de

idéia

ca-

que as

constituem o Novo Mundo, acreditando ele que a con sua

de

isto nenhum depósito adicional.

no hemi sféri o ocidental e que o organização dessa Com para estreitar a mútua con-

estado

obstante,

obrigações

e m verdade, atraente , além

e a s relações

No

permaneçam

solver as

i nversã o .

na s at ividades de seguros

expo·rtação

fito de garantir a · es-

representem

exigindo-se,

bava de lançar, declarando que isto seria mais um ato

fiança

o

seguradoras.

de cooperação internacional também

do

formo tal que praticamente garantam um

Prosseguiu o o rador, no def esa do idéia que a ca -

panh ia cont ribuiri a

respeito

Yark poderão, sem maiores dificuldades , obter perm issão

por

< pool » que permitisse às 40 sociedades participar

dos a

ainda

que

regras ,

A ide io é viovel -

po rn

o

tiradas de fundo s se faça com autorização prévia , afim

companhia faço o depós ito legal e que os demais digam os

restrições

emprêsas

trim estralmente, p itais

uma

Este obstácul o poderá ser afastado desde que umo

evidente-

Nova York, por exemplo, exportar-se até US$ 50 . 000.000

e resseguros do car-

teira de Incêndio, sómente, e outros tontos para o ramo

no depós ito estará

O s departamentos de seguros dos Estados impõem,

que

funcionar.

existem

entretanto,

de

A principal objeção estribo-se no foto de que são

utilizado

de dinheiro.

respeito dos possibilidades que se apresentam às com panhias de seguros do

dinhei.ro

mente . protegido pelos orgãos fiscalizadores do 'govêrno.

importação de

a

as · reservas

esses

três

requeridas

itens,

para

u•

conclu iu

Durante os últimos cinco anos os resultad01

mercadorias, razão par que qualquer pa ís pode adquirir

não

dólares sem ter de fazer a correspondente exportação,

Incêndio, e"! geral, deu p rej uizo. Os dados publicados

su pondo-se,

apresentam

favoróvel 426

naturolm...,te, que

quanto

a~

haverá

uma

experiência

ín dice de sinistralidade.

foram

satisfatórios resultados

nele' não se tomam

nos

Estados

Unidos .

O

ramo

piores do que os reais, jó que em

conta

as reservas

por prêmi01

FEVEREIRO

DE 1950


vencidos, estabelecidos

por cada

companhia.

o 1 9 ano . Para os seguros de Incêndio contratados por

Espera -se,

contudo, que os negócio s melhorem d 'agora em diant e .

tr ês

Um

pn}mio emitido.

fator

importante

para

decidir

uma

companhia

a

anos ,

a

reserva

do

19

é fixada em 5o/o

ano

do

inicia r as suas operações nos Estados Unidos , é que o com panhia qu e

começa

pode escolher as

melhores

ne·

Sugeriu,

gócios . Mediante um t rabalho cuidadoso e uma boa se leçã o de

ri scos,

será

muito

possível

obte r

lucro s

nos

nhias

anos vindouros. 2 -

por fim,

que fosse criado

um Comité,

C1

quem fo sse dado a incumbência de consultar as campa · eventuolrde nt e

inte ressada s

e

qu e

ele,

por

suo

p a r t e, t eria muita satisfação em p roporcionar a esse Co

O custo de aquisição varia e ntre 20 e 40%,

mité toda s a s informações ao seu

alcanc ~ ,

pois, declarou .

segun do a classe d e riscos cobert os. Para fixa r, porem ,

vem e studando ês te problema dura nte vários dos último s

o custo, é p recis o considerar se a produçã o é angariad•::J

cn o s, e concluiu propondo a nomeação d e t rês delegados

por i ntermédio

3 -

de

geral, ou

Agência

c

não.

As reservas exigidas por prêmi os não pa go s

são consideradas apólices

uma

anuai s

muito alta s. dJ

ramo

Em Nova

Incê ndio ,

York, para

es tabel eceu-se

um

secretário

companhia s

a;

estariam

1)

Av erig uar

dispostas

a

quais

efetu ar

as

negócio s

no o Est ad ; s Un ido s, sob a direção de uma delas ; 2) -

umn

Toma r a s provi d ê ncias pre liminares

reserva de 50 °/o e pa ra esse me smo ramo, no caso de

panhia

apólices po r cinco an os, ex ig e-se a reserva d e 90 o/o pa rCI

na qu e le paí s.

BILHETE

paro : -

q ue

obtenha

a

necessária

pa ra

que

autorização

~ssa

para

com · op era ·

FRATERNO

« Qualquer que vos der a beber um copo dagua e m meu nome , e m verdade vos digo (!Ue não perderá o seu galardão » . -

Jesus .

MARCOS,

Me u amigo, nin guém te pede o santid ad e dum dia paro outr . .

9:41 .

l e va um remédio ou uma flor ao doenl e . Improvisa

um

pouco

de

e nt usi asmo

Ningu é m reclama d e tua olmo es p etóculo s de gron·

trabalham contigo.

i odos

candei a do bem estiver apagada .

cezo.

para

os

q ue

Em i te uma palavra amorosa e consoladora ond e a

sabem : s que o

do sombra c e

afl ições

jornada

criadas

por

humana nós

inça<la

é

mes mo s.

Conduze uma xicara de leite ao rec é m- na sci do q ue o

lembra -te, po ré m, de que o Céu nos p e d e solidarie-

Concede alguns

dade, compreensão, amor. Planta uma árvore b e nfei tora , à

b eira do caminho.

Escreve algumas fra ses amigas que consolem o ir mão

minutos d e

palestra

reconfortant e

ao colega abatido . O rio é um conjunto de gotas preciosa s. A fraternidade é um sol compo sto de raio s divin o s,

infortunado. Troço pe qu e nino explicaçã o para a

ignorância.

Oferece· o roupa que se fê z inú til ogoro, ao teu corpo, ao

mundo acolheu se m um berço enfeitado.

companheiro

n ecessi tado

que

segue

à

reta-

emi tido s por nossa capacidade de amar e se rv ir. Quanto s raios libertastes hoje do astro vivo que é te u próprio ser imorlol ? Recorda o Divino Mestre que tec·e u lições inesqu e -

guardo. Divid e, sem alard e , as sob ras de teu pão com o

cíveis, em torno do vintém de uma viúvo pobre, d e um a

se mente de mostarda , d e uma drócma perdida .

fami nto. Sorri para o s infelize s.

Faze

Dá uma prece ao agonizanfe.

Ninguém

Acende o luz d e um bom p e nsame nto poro aquel e

o

bem

que

puderes .

espera que apagu es

sózinho o

incê nd io

da moldode . Dó o teu copo de água frio.

que te precedeu no longa viagem do morte.

l:MMANUEL

Estend e o braço à criocinha enfermo .

DIRETORIA: Presidente Eng. Nelson Ottoni de Rezende. Vice-Presidente Dr. Drault Ernanny de Mello e Silv.a. Tesoureiro - Dr. Jefferson Mendon~a Costa. Técnico Snr. Robert C. Hus. CAPITAL REALIZADO

E RESERVAS

MAIS DE

Cr$

12 . 000 . 000,00

SEGUROS GERAIS s•de : Rio de Janeiro Rua da A••ernblela 72-6.• pav.-End. Telegráfico "Solidez"

8ucunal de São Paulo: Rua Barão de Paranapiacaba, 24-G.• anaar . AGÊNCIAS E SUB AG~NCIAS EM TODO PAfS iO


Bibliografia Receb emo s e agrad ecemos a remessa da • seguint es publ icaçõ es : Nacionais

A.RQUIVO SOCIAL Número 5 , d e Outubro d e 1949. Vol. 11. Di rigido p elo Padre Felix Pereira d e Alm ei da e editado p elo Colégio Anchi eta d e Nova Fri burgo, Est. do Rio. ASSOSEG -

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BOLETIM DA OIR Publ i cado pela Organ iza ção Interna cional d e Refug i ado s. Núm ero s 1 e 2, de Dezem bro d e 1949 e Jan eiro d e 1950. Rio de Ja -

Cronica e Ori enta ção do BOLETIM INFORMATIVO Con se jo lnt eram eri cano d e Comérci o y Produccion, Núm ero 55 , d e Novembro, Dezembro d e 1949, M o nt ev id éo, Uruguay.

neiro.

CORREIO DO SENAC Seman ário informati vo do Departam ento Nacional do SENAC. Núm eros 22, 23 , 24 , 25 , 26 e 28, d e 12, 19 e 26 d e Dezembro de 1949 e 2,9 e 23 de Jan eiro d e 1950. A.no I. Rio de Janeiro. FAINA -· Bol etim informativo d e seguros. Número 1, d e Dezembro de 1949. Ano I. Ri o de Janeiro. IPASE Orgão do servi ço d e publici dade e destinado à divulgação dos objetivo s, serviços e res ultado ~ d co IPASE. Núm ero 13 , d e Outubro de 1949. Ano 111 . Rio d e Janeiro. NOTICIÁRIO SALIC Publicação da Sul Am erica - Com panhia Nacional d e Seguros de Vida , exclusiva mente sobre a marcha dos negocies . Número 167, d e Novembro de 1949. Ano XIV. Rio d e Janeiro.

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Orgão Oficial do Sindicato dos Corretore s de Seguros Privados e Capitalização do Rio de Janeiro. Números 73 e 74, de Novembro e Dezembro de 1949. Ano VIl. Rio de Janeiro.

PREVISUL Publicação sôbre a marcha da produção da Companhia de Seguros de Vida « Previdência d o Sul » . Números de Outubro, Novembro, e Dezembro de 1949 e Janeiro de 1950. Porto Alegre, R. G. do Sul. A PRUDENCIA. Boletim men sal da « Prudencia Capi talização» . Número 10, d e Outubro d e 1949. Ano XIX . São Paulo . REVISTA BRASILEIRA DE PANIFICAÇÃO Men sário d edicado aos assuntos de panificação e indústria s correlatas. Número 171, de Novembro de 1949. Ano XV. Rio de Janeiro. REVISTA DO IRB Publicação bimestral do Instituto de Resseguros do Bra si l. Núm ero 58 , de Dezembro de 1949. Ano X. Rio de Janeiro. 428

Rev ista mensal. Núm ero 1.544, EL ECO DEL SEGURO d e Nov embro d e 1949. Ano LVII. Barcelona , Es· ponha. LOCAL AGENTE Número 12, d e Dezembro d e 1949 c núm ero 1, de Janei ro de 1950. Volumes 21 e 22. St. Loui s, Missouri, U. S. America . NEWS LETTER N úmero 115, de Dezembro de 1949, N ew York , Estado s Unido s. THE REVIEW Publ icação d e Seg uros. Números 3.776, 3 . 77 7 e 3. 779 , d e 25 de Novembro, 9 de Dezembro de 1949 e 6 d e Jan ei ro de 1950. Volume 80 . Londres, Inglaterra . REVISTA ESPANOLA DE SEGUROS Núm ero 47, ele Novembro de 1949 Ano IV. Madrid, Espanha. REVISTA FINANCIERA Números 1 .527 e 1 . 530, ele 15 d e Novembro e 15 de Dezembro d e 1949. Ano XLIII. Madrid, Espanha . REVISTA DE SEGUROS 384 , de Setembro A ires, A.rg entina .

de

Publicação men sal. Número 1949. Ano XXXII. Buenos

REVI ~ TA

DEL SINDICATO VERTICAL DEL SEGURO - Número 71 , de Novembro de 1949. Ano VI Madrid. Espanha . S. B. B. Seguros, Banca y Bol sa Revista mensal Núm ero 12 , d e Dezembro d e 1949. Ana X. Havana, Cuba . SEGUROS Pub lica ção t rfmestral . Número 11 , de. Abri~ Maio e Junho de 1949. Buenos Aires, Argentina. SEGUROS Revista cultural e técnica de propriedade do ' Si ndicato s Nacionai s de Seguros de Lisboa e Porto . Número 49 , de Outubro de 1949. Ano XL Lisboa , Portugal . LA TRIBUNE DES ASSURANCES Números 77 e 78, de 9 e 23 de Dezembro de 1949. Terceiro ano. Pari~ França . FÉVEREI RO

DE 1950


,.

laealftarijo da tb•o ,."' qur r~ro ra1 d~ tnm o. · , tnl'Gmos da nonJ ler•·a, escrnt ao Jt• Rrl o corta ''"e hllldna eon.strwria oomo um 4<u mo li prtefosos dor~o~m•n­ CO. l&lrt " ' t~n~w rfquu., do Ilt'o.IU. ('am fnlta npd.t 11 '"oratrllhar

AGRES foi no passado o s!mbolo doi ~randes ciclos de navegação aos quais dtltmos o descobrimento do Brasil. As náus que aqui aportaram vindas d'alémmar trounram consigo a esperança de ,. munao nuvo que conr!rmarla no tempo, a amável profecia de Ptrt Vu de Caminha na sua famosa carta enviada ao Rei de Portapl; ... a terra em tal maneira 6 graciosa que querellOO-a aproRIIar dar-1eri nelA tudo ... " !!ORES 6 no presente um s!mbolo de confiança no desenvolnmente 1 procre~~o de nossa pAtrla um dlstlco que vem há 18 anos OJrttando as atividades da Cla . de Seguros SAGRES em nosso mer"""· Abrindo novos rumos à técnica do segu ro, a Cla. de Seguros IAGRE8 destaca-se como uma das mais sólidas entidades n&clonals, olcrt«odo as mal• amplAs &&rantlas na proteçio dos bens mate-

rlals e usegurando ls pessoa• tlstcaa um meto ettcas de prendln· ela Concorrendo ativamente par& o progresso do pais, a Cla . de Seguros SAGRES, opera em tlldo o Brasil nas oegulntes classes de seguros: Incêndios Aluguels Transportes Marltlmos e Fluviais - Rodoviários, Ferroviários e Aéreos - Riscos de Guerra Acidentes Pessoais (lndlndual e eoletlvo) Automóveis (de passageiros e de carp) _ DIRETORIA: Vtvlan Lowndes Presidente; Donald · de Asambuja Lowndes Vice-Presidente; Nestor Ribas Carneiro e Lawrence W ood - Gerentes. CONSELHO FISCAL: J. M. Francisco Xavcrius Drol s hagen e Paul J . Christoph. Eric Botelho Pullen - Joaquim Moraes Martins Catharlno - Jorco Santos Lima.

s~E GUROS·SAGRES

~OMPA NHIA DE hndada em 1924 -

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já pagos pela Sul America I Eat a 6 a cltra de eloquêncla Incontestável que apre.-

nõmlca, êle se volta naturalmen te para a companhia

len ta o último balanço da Sul Amel'ica sObre os

que . com mais de um bllião de cruzeiros, já foi o

serviços prestados à coletividade brasileira. Funda-

Instrumento para a proteção de um número lncon-

d a em 189~. a Sul Amt!rica tornou-si', no decorrer de mais de cinco de.cênlos, a grand" proteção de que.

tável de lares. Leia os dados abaixo, resum o do balanço da Sul Amerlca relativo a 1948. E se C:c>e-

pode dispor a tamilla no Brasil. E quàndo hoje um

ja também assegurar

chefe de fa m illa pe.nsa em assegurar a seu; amados,

faça o que fizeram, só em 1948, milhares de pessoas:

em qualquer hipótese, sustento e tranqullldade eco-

aoquira uma apólice de seguro da Sul Amerlca.

econõml~amente

o seu lar,

RESUMO DO ·53 " BALANÇO DA SUL AMERICA REFERENTE AO ANO DE 1948 Os novos seguros aceitos, com os res pectivos primeir os prêmios pagos atingiram a quantia de . . . . . . . . . . ... ...... . .

Cr$ 1.894 444.342,00

O total doa seguros em vigor aumentou para . . . . . .......... .

8.466.406.318,00

Os pagamentos aos próprios segura dos e aos ben eficiários dos segurados falecidos somaram ..... . .... .

..

..

O total de pagamentos de.; de a funda ção . . .. ............... . O ativo real ele ou-se em 31 de dezembro de 1948 à importância de

DiMONSTRAÇÃO DOS VALORES DO ATIVO

102.738.694,00 1.008.528.353, 70 1 257 341.345,90

CR$

PER CE N· TAG EM

Tftulos da Divida Pública . . . . . . . . . . . . . ............ . . . .

376.830 352,20

Tftulos de R enda . ....... ... . ..... •.. .. . . . . ..... . ......

1 28. 0 8~. 0 24,20

10,19

Imóveis .............. .

201.321.092,60

16,01

Empréstimos s/ Hipotecas. Apólices de Seguros e Outras Garantias .......... . .. . ..... .. .. ............ .... ... .

377 197. 116,30

30,00

Dinheiro em Bancos, a prazo . ... . .. . ......... . ....... . . .

50 790.565,00

4,04

Dinheiro em Caixa e Bancos ..

48 900.:>80,90

3,90

29,97

Prêmios, Juros e Aluguéis a Re ceber ........ .. ....... .

29.743.835,40

2,36

Outros Valores ......•• •. . . . .••••....

44.468.979,30

3,53

1.257.341.345,90

100,00

Sul Anteriea C OMPAN HI A NAC IO NAL l.l E SEGU R CS DE VIDA FUNDA DA EM 1895

;

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