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49 . 438 . 933,30 37 . 876.268,70
Dinheiro em Caixa e em Bancos
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25 . 159 . 026 ,40
Outra s cantas .. .. .. . . . . . . .. .. .. . . . .. .. .. .. .. . . .
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FUNDADA EM 1870
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Dr. Pamphilo d'Utra Freire de Carvalho- Presidente Dr. Francisco de Sá Dr. Joaquim Barreto de Araujo
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FEVEREIRO
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TÍTULOS RESGATADOS
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Imóveis 130.963.456,30 Títulos e Apólices 587.998,20 Empréstimos aos portadores 44.844.211,80 Hipotecas urbanas 7.438.749,70 Caixas e Bancos 5.978.985,80 Obrigações de Guerra 185.863,00 Banco do Brasil, com depósito compulsório
258 663,70
TOTAL
190.257.928.50
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\\~ ~ \\\\t uatantias tem asua tam1•1. _ Wl\~ 1a para o amanha1 . Como bom chefe de família o senhor já deve ter pensado nesse problema .~. E nós lhe propomos a solução, na fórma de uma apólice de seguro de vida da "A Equitativa". Sendo o seguro de vida pago sem qualquer desconto, o seu beneficiário recebe-o integral e imediatamente, sem qualquer delonga, o que lhe permite traçar diretrizes seguras tanto
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DOS EE. UU. DO BRASIL
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para o presente, como para o futuro. Pense agora ... e decida-se hoje mesmo a fazer um seguro de vida na "A Equitativa", para garantir o futuro de sua família. E como a "A Equitativa" é baseada no mutualismo e seus segurados são seus próprios sócios, o senhor mesmo poderá usufruir em vida os benefícios de sua previdencial
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378
FEVEREIRO
DE
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Estrang e iro,
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N úmero
Redaçã o e Adm inistra çã o :
117-3•
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Sala
DE
JANEIRO
Fundador :
CANDIDO
DE
Redator ABILIO
OLIVEIRA
Chefe :
DE
CARVALHO
O i r~ tore s:
José V. Borba e Davi d Campi sta Filha Con sul tor
Téc nic o :
BA NDEIRA
DE
ME LLO
Secretá ri o A.
REG I S SILVA Redatores :
ÁV IO
BRAS I L e
CORREA
RAY MUN DO
SOBR I NHO
SUMÁRIO Ressa rcimento -
Abílio d e Carvalho . David Com -
Controle nece ssá rio pista Filho . In speções
de
risca s -
Lu iz
Men -
dança . Curso d e Seguro s Priva do s -
Paulo
Barbosa _Jacques. O naufrág io
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Renato de Al encar. Relatóri o
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50 ,00 70,00
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100,00 150 ,00 5 .00
FILIAIS: Rio de .Janeiro Rllo Panln
DE SEGUROS
não opera
NUM 344
Ressarcimento
305
Telefona : 23-5506
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YORKSHIRE {nauranee Co . Ltd . Fundada em 182!4
CAPITALIZA ÇA O
A S S I N A T U R A S:
Resta m a ind a al g un s exem p la res do edição de 19 49
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É pr!'ciso educar o pm•o na z•irtudc da economia, que é a base da riqucsa nacional, c mostrar que o segw·o tem fins sociais. A êle, estão ligados os intcrêsses da popuiação e indiretamente os do Govêrro, cujo eTário srrá dcs.fa!rado dos i111postos correspondc 1ttcs. O seguro é IIIIW garantia efc ti~•a de toda a propriedade, da vida r da. saúde, diante d,, todos os riscos. Risco é o sinistro e~ 'c11tua l coberto pelas apólices d e s!'guros. O sinistro pode ser marítimo, de Í11cc~ndio. d.-· ~·iár;cnr on transpor~e, profissiollal, dcconrcrte de atos ordinários de ~·ida, O[JI'kola, pastoril ou oriundo de conwçiio civil ou de guerra . A teoria do risco, 110 seguro, fa::: certo que esta pro7 •idt~ nria é referente a rasos futuros c fortúi tos. Niío respondr o srgurador por fato já realisado, sal7'0 se no 111011/Cnto de contratar, o seg urado ·i_qnoraz•a o qut· se tinha passado, co111o aror.tcrc com o nm•Lo e sua carga , distantes do lugar do contrato. A bôn fé é cssc1·1cial 1~estas avenças. A fa lta de · ,wlícios. depois de rerto te111po, fa .::: prrsulli'ir a prrda da. tlllb.arcação c assinL se a tem co nw perdida por fo"·tuna do 111ar . O z•írio próprio pode estar oculto, mas pode srr prm•ocado pelas circunstâ.ncias do fato. Ressarcir as suas perrdas foi sempre o desejo de todo o h o111e·w . Como a rccu*ração do perdido era difícil, o hument im•eutou o contrato de seguro, chamado antigalll cnfr contratá de 1·isco. Toda a atividade humana está exposta a prejui:::os c o meio 11lais sum•c c equita tivo é reca(l-re1· à 11'h-utualidadc. diz •idindo Cl~frc w.uitos os danos sofridos por 11'111 rcqueno número . A 's incerte:::as dos prin·zeiros seg uros. à prccariedad:• dos .1;cg uradorcs individuais seguiu-se a Ú?dústria de seguros r.rcrrida por potentes e111prezas mútuas ou a prêlllios fi.ros, qur sr obrigam por novos e numerosos grupos dr riscos terrestres, madtimos, f luv-iais, f-acust11es o aéreos. Esse extraordinário desenvolvimento nvod·i ficou profundanll'l~f e as rrgras jurídicas que governavmn essas con7'cnções 11os séculos passados, em relação à fortw:a do ma.r. 3 79
. No seguro atual, caria risco é cnL'arado como elemento ele u111a série con· tínua de 1'Íscos homogêneos; cada prêmio. como cont?'Íbuição dos segurQ.dus ao fundo cqmum, qlfe é adn~inistrado pele_~ CompaT;.Iáa c do qual sai o pagttnicnto dos respJectivus Úli'Ístros. /)esta forma, o seguro tem rww ful.'çào mútua e econômica a distribuir equitatiztamente a n:que:::a entre aqueBes que dela lêni· n.ecessida<ies derivadas dcs e~'entos que atingiram a sucL propriedade. Para que o instituto do seg uro pHdU'sse vi<rer 11 0 meio dos apetites arnbiciosos dos h.orn ens, foi prec iso estabelecerem-se leis qu e o protegessem, e7!Ü(l/ldo especulações ruinosas. As seguradoras tiveram de adu lar clálfsulas rigorosas, ern todos os ramos desta iwdú.stria nas quais. se exigem dos segurados inteirm exatidão 1~a indica ção dos riscos e lealdade na denunciação dos sinistros e no valor das pt;rdas. Poude assi?n o seguro estender-se por ~'ás tos territórios: abranger un·ta. infinidade d.e fatos e cor.gregar m ilhões de homens ex postos aos mesmos perigos. Os j-urisconsultos, as leis e os jui::es que as aplicam 1.'cio bastav am• para satisfazer às suas necessidades e 1!ir.ra11r os téc11icos. que pu:;crarn de a-côrdo os princípios do direito COIIt as realidadrs das coisas. O seguro tomou-se uma ciência; descobriram-se le-is que o regulam corrw ação social e a estatíst-ica ~rcio. de !fl/l.a. forma luminosa.. mostrar a corrcspondencia e:ristente enf1'e os prêmios cobrados c as irMclli::cu.;ões a pagar. I2s l :· lado ec01~ômico dessa ath·idadc ex erce uma influê11ria. natural sôbrc os direitos das contraentes. Govêrnos nrodemos trataram de nrgular c fiscali:::ar os li'ozros aspectos do contrato de seg uro, os fur.dos rxistentes c iudisprnsáveis ao rrembolso da .\ somas prometidas aos segurados. 11 0s casos qc si11ist.ros. c determinar o emprêgo das suas reservas, cuja integridad e deve ser mantida.
O seguro só reg ula fatos posteriores . A ordem pública não permitirá cobrir riscos já realisados. A orga rúsa çcio do sen•ico dr vigilância deve dar aos segurados a certeza de qu{: os seus interêsses são v igiados pelo Estadn . P or ou tro lado. o co111ércio de seguros tomo~~ uma grande c,rpa n.são. transfonnou-s c e, rrn vez de operações aleatóri<Js, elas torraram-se sistematisadas e prudentes, de tal so~-tc qu e os segurados r ei!ebrrcio e7.'en tualrrrx:nte qrw11tias mais elevadas do que os P1'êmios. mas cuja totalidade é inferior ao qu e a Co111parzhia. 1'ecebeu globalmente como prhnio . No seguro de coisas. a reparação co 11stitui a causa jurí.c/ica do con'frat a: o segurado paqa o p.rêrr;io para ser indenisadd e o segurador o administra . O prêmio é fixado segru:do as probabilidadrs do JlrCJur.:::o c ncio obsta11 lc a apólice indicar qual a soma seg ura, a Companhia ncio de1•c pagar senão o dano real : e:rigiwdo qu e o seg urado prove o seu, ~·alar. S em isto . desapareci' a lcgitimid~dc do contrato. Se o ~eguro . cobrir u11ra quantia méor do que a ve1·dadcim deve haver redução , pela dife1'ença ; se o segurado já vendc' u a coisa segura não pode ser indeT?isado pela sua perda. A indeni::açcio só cabe ao interessado no seguro e a seus sucessores leqítimos e ao subrogado. O 1'isco deve ser -i?~dcpe ndentr da 7 10/ltade do segurado. Não deve ser agravado durante o curso do contrato. Os sil'islros culposos, oriundos de fatos de terceiros, estão cobertos. H a. atualm ente o costurrr.r das sociedades de srguros cobrirem a culpa dos segurados. o que rstá rm conformidade com as exigências da vida modenza.. Estão ll·este caso os rrscns lo wtivos e a imprudência que causa os de acidentes do trabalho. U1n contrato que in'cluisse eHtre os r·i scos gara11tidos fatos i!cgáis ou imorats inco?'reria fatalmeHfe em. nulidade, po1' ser contrário à ordcrn públ-ica. A falta lezrc do segurado não testá abrangida u esta proibiçcio. Guerra, revolução, terrenwtos, tem,pestade, transbordamentos de I'Íos c orltros a.contecime1:tos 1·'fão se incluem entre os riscos co1nu11s. Devem ser cspccificadamente incluídos no contrato. 380
FEVERll RO
DE
1950
AN·nlâdo o seguro, o segurador pode dh•iclir co1n outros a sua 1'esp,msa• bi/idade. O 1·essrguro limi/a..os riscos. lJrs/a ar/ e, O segurador fjl'iJlli li7•0 .9(' COIIZ'Cr/r {'1Jt seg urado, por U1110. parte do que Ne alll erio.riiJeutr .assuJJJiu . .t/ (i•IIJÍu o resseguro as respoi.'sabilidar!es prm•iJ:da.i· dus C7'C IL io~· da11.osos e !iJllita os riscos que prs11111 sôb1•e o segurador. O rcsst·guro ,~, JW sua esse ncia. i·ntcrllacional . O Ú!glfro etri cada nação re tem àpnws 11111 7•alor f'rof'orcioll{/1 aos seus recursos ou à sua pot í' ncia econô111 ica. O 111ais se puh•rrisa nos resseguros, em outros países, cobrindo todos os fJI'al!drs riscos. Enlrc nt!s, o ressrguro foi atribuido ao I. R. B. (Instituto de Ressegu ros do Brasil) c, somente etn certos casos, podr ser transferido para o extrrior . Q uando uma coisa não é segurada pelo seu intúro valor, 1Vurna compa nhia, e outras participam. da 11·/.CSJI/a rrsponsabilidade, dá,-sc o co-segw-o. O segw-o 1míltiJ1lo se dú ·qu ci11.do 7•ária's coJllpanJtias se rrsponsabilisam pelo 1·nesrno objeto. sob co ndir;õrs difer rHt rs; não lw aí identidade dr apólices ou co-seguro . ABILIO DE CARVALH O.
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Cr$ 13 . 922.006,70
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SUN Insurance Office Limited.
~
~
GAPITAL DECLARADO E REALIZADO PARA O BRASIL Cr$ 1.000.000,00
~-
~
FOGO - TRANSPORTES- TRANSITO- VIDROS
~
A&entes: S. A. WHITE MARTINS
5 "
=
"e i-
Beneditinos 1 a 7 -
Rio
=
§
~IIIIIUIIIIIIIIIIIItllllllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllfllllllllfltllllllllllllltllllllllllll~ REVISTA DE sEGURO~
·381
ÊllllllltllllllllllllltlllliiiiiiiNtllllllllllllltllllllllllllltllllll lllllll t l llll llll lllltJIIIIIllliiii[ J' llllllllllltllllllllllllltllllllllllltltllllllllllllg
ª=
"§~
~
~
Em homenagem ao seu fundador e primeiro presiaente
~
A Equitativa Terrestres, Acidentes e' Transportes S;A
~
passa a denominar-se
§
~ §
~
u
~
§ ~ -
~
§
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! Compan~ia
I ~
Boavista ~e Seguros
u
-
~
§
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-
~
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§
~ §=
§" § ... ~
u
§
Concretizando a antiga id éia de homenagear o fun dador da Sociedade e seu primeiro Presidente A LBERTO TEIXE H~A BOAVI STA a E quitativa T errestres. Acid entes e T ransportes S/ A resolveu mudar o seu nome para o ele COMPAN HI A BOAVI STA DE SEGUR OS não ha vendo, contudo, qualquer alteração no Capi tal Social, na Diretori a, funcionúri os e agentes . A BOA VI STA seguirá sempre as mesmas normas de ação que vi nh an1 orientando seus trabalh os. prestand o aos in terêsses elos seus segurados a mesma assistência técnica e os mesmos serviços que sempre ca racteri za ram as suas ati vid ades, con t inuando. outrossim . a ope rar nos seguin tes ramos clé seguros :
I NC~NDI O -
= .~. ~ · -
~ ~ ~=
=
~
...
AC IDENTES DO T R A BALH O
§
ACIDEN T ES PESSOAI S - AUT OMóVE TS - R ES P ONSA RILIDA DE CIV rL - AERONAUTTCOS
~;
T R ANS P O RTES -
-~
;;:;
~
§ ;;:;
§
R eceita
de
pr ên~ lOS
em
194SI ;
\
.vr ai:.
...... r:
' .:
de Cr$ 100 .000 .000,00
Capital e reservas em 31 / 12/49 : Cêrca de Cr$
50.000.000.00
;:;, ~
... ;;:;
Sini stros
pagos
até
31/ 12/ -+9:
Mais de Cr$ 152.000. 000.00
...
!:!
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;;:;
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;;:; ·~
...
Companhia Boavista de Seguros Anti ga
EQUITATIVA
TERRESTRES,
ACIDENTES
Afouso Pe m w Junior -
"
!:!
I ;;:;
E
TRAN ~ PORTES
~-
S/ A
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...
P residente
Matri z : &Av. 13 de Maio. 23 - Rio el e Janeiro Agências em todo o Brasil
Sucursais e ;;:;
-
§ ~
NOVO NOJJE- MESMA ORIENT AÇAO
:;IIIUIIIII t lllllllllllllt lllllllllllll [ liiMtH li lU t lllllllllllll t lllllllllllll tlllll HI UIU [ liHIII'IIIIIIIIIIII [ lllllllllllll [ lllllllllllll [ 1111111111111 tl 111~. :l82
FEVEREIRO
DE
195 0
N ecessar1o ,
Controle
11
David Campista Filho (E special
para
a
REVI STA
Contrôl e, su p eri nt e nd ê ncia o u f i sc oli z. a çã o d e segu (OS tem mu ita s ve z es
pro voc ado co n de nações, con si derad a
a
DE SEGUROS)
apezar d e di s posição, e xpre ssa de lei proibindo bonifico ções, re ba tes,
re du çõ es de tarifas , a
inlervençã a da E ; tad ~ caactoro da s at ividad es p ri vad:> s,
g uro s processa -se
cuj o dese nvolvim e nto e ntra vo , poi s q ue subord i no o ex am e
ao s segurado s.
e •· autorização
do
gover no
in.erentes à i nicfotivo
qua is qu er
currê ncia
Con si stindo o int e rv e nção no exercíc io d o bu rccro cic,
todos o s ví ci o s des ta reclama
movim e nto ,
a vida
ec onômica
preocupando -se nenh uma
re ca e m sô bre uma at iv idad e qu e
pois
da
em
há
qu e
Nação.
O
demasia
importân cia ,
de
órgão
com
d e scuro
e
se r
ritmada
particularidade s
nã o
at e nta
com
de pro -
bl emas de maior alcance , dond e a s imp e rt i nê ncia s bu ro crática 5 nocivo s ao
in es crup ulo so ,
con !. titue
hoje
um
cancro
inex -
petido :_ pa ss a ao te rr e no do s cau sas permissíveis e lícita >.
o!;
re pre se ntantes dos emprêsas nos centros prin ci -
pais do pais, cuja s comi ssões vão de 30 a 45% do prêmio, con stantemente
estão a
reclamar das
motrizes au-
me nto d e comi ssão , sob a alegação de que são abrig ado s a conce de r ao s segurad os bonificaçõe s entre 20 e 30 %
de se nvol vi me nto da s at ivid a d es.
bonifica·ções
tirpavel , ma s tamb é m, como todo delito longamente re -
com
admini strati vo
aquisição de se-
reduções ou
Ess a evid e nt e infração tolerada por força da con-
p rer ogotiv a~
do s
parti cula r.
me diante os
sob pe na de pe rda da cl ientela .
Óra, tudo isso se passa diante do
Entretanto, a int e rv e nção do Estado foi pl e ite ad a
Departamento
no pátria do seguro , durante o pe ríodo no qual o libe ra ·
d e Seg uro s qu e se mo stro de saparelhado para reprimJr
lismo ating ia o máximo, como à ma ior f lorescê ncia chc ·
uma f raud e rei teradam e nt e conf essado , e configurado em
gavo o seguro . A ss im acontec e u, poi s o negócio d e se-
lei.
guros, despertando cobiça , descambou
d ese nfre a ria
ação cont roladora do Estado , a guerra de tarifas seria
uma vez que o carate r al e atório do cont ra to
d e tal ord e m que an iquilaria aqueles que nela se em ·
cs pecu bçã ~ .
para
público , como a
p revid ênci a
se
conclue
que ,
desaparecida
indi vi d uo !,
As soci e dad e s de capitalização, na regime de a c-
bucco nd o a p ro teçã o do seg uro, d e ter mina g ra nde co n-
sê ncia do cont rôl e da
centração de cap :tai::; na s e mprês a s; d ês t e f e nô me no não
a sorte de e specu loções, com resgates ao mês, •em .
dev~
o
pe n ha ss em.
p;·opiciova -eo a qu e se aproxima ss e do jogo. A riqu e za
Con seq ue ntem e nte
se alhe :ar o Estad J p e lo de ver p recí puo de vigi-
Eotado cerior:1
e me smo a o dia . Rep rod uz. r.am o
-~~~ .J
lo'1çodo s a p::: ..:.:~..: ..)
todo
há anos ,
lâ ncia sôbre a s interês se s fundam e ntai s da naçã o a s quai s
com c ch ama do siste ma Pic hardo, que con sistia na pr.>-
desta forma , vincu lam - se às emp rês a s seguradora s.
cess o
A ssim c· cont rol e do Estado surgi a co mo um i mp ern-
tivo de ord e m pública, nd Inglat e rra, no s última s d é ca das do
séc u l ~
pa ssado,
segui da
a
pr ~ vi d ê ncia
por o ut ras
civili soções, graduando -se a ação inte rve ncioni sta segund o
e ngenhoso
de
res tituir
tâ ncia do compra e fe tuado N ~· d ~ m í n i o
no d ia
seg uin te
a
impo r-
no ves pero.
d o <eg uro do vi d a voltariam à baila a s
mútua s. E se e los d urant e o regime de fi scalisaçãa de sa guro ~
p rolif e ra ram
em
to d .)
pa ís,
em
número
mais
ou
a indol e de cada povo . O cont rol e é hoj e tã o imprescin -
menos de 20 0, se m qu e uma só dela s houvesse pago
dível , que opera sôbre o com ércio d e seg uros como Un1 ;.J
algum
ac rant ia ou cob e rtura de ordem sup e rio r. A· simpl es af ir -
pl e na lib erdad e de luncianament ;, , a que poderia
mativa d e que as operações de se nvolv e m-se sob a s vista s d~
gero "uspei ta r d e que, se não fora a
int e rve nçã o da
Estado, o
ainda
fa se primária ,_ se
de não
seguro s e staria desaparecesse
de stru ido
Abol ida a contrô le do
no
coso
de
aco~>
do d esmoralização dos seguros, e
luto in ~e n tc para nã o se deixarem arruinar .
O se gura tornar-se-ia, enfim, uma operação suspeita , e
de
garant ia
a ssemelharia
próprio.
então,
com e• no perio d o de 1 914 a 191 8, teri am de enlre ntor
e m su:> por si
figuremos,
Na me lhor da s hipote ses as boas emprêsas seriam contam inadas do mal
D:ont e d .) qu e se ob servava no Bra si l, nã o se ria exa-
com ércio
integral,
tece r
E<tado , é bastante para tranquili sor a públ ico co re-
cedo• da s g arant ias do segure.
p ecúl io
ao
incerta,
de
pura
especulação,
que
o
joga .
Estado , a concu rrê ncia no s
Con sequent e me nte re sulta desses latos apontados, e x-
mercados seguradores açularia a guerra de tarifas bai -
p re ssõ es da realidade , que o contrôle do Estado é o C. sa-
xando-a s de tal modo para conqui sta d e cl ie nte la qu e
lutom e nte
impraticável
a
operação,
púb lico c condenado
a
companhia
tornaria
REVISTA DE SEGUROS
portanto
iludida
à in solve nci o .
o
Pois,
impre sci ndivel
e
ainda
mesm o
com
impcrt; -
nê ncia s burocrát icas e e xigências inócuos, impurezas
do
!. istemo d (· provo vc l rcrn oçã o, suo utilidade é monifesta ,
393
Em mais de um quarto de século de existência a COMPANHIA INTERNACIONAL DE SEGUROS vem mantendo, como um símbolo, êste lema que justifica o renome de que goza. Desde sua fundação liquidou ,' com a máxima correção e solicitude , cento e vinte e nove milhões de cruzeiros tendo constituido reservas de mais de três dezenas de milhões, para vêr sempre proclamada sua Com!Jelência, Idoneidade e Segurança. Ot RETORIA DR . CA RLOS GUINLE CARLOS O . R. GUINLE DR . ANGEI.,O MARIO CERNE DURVAL LOP.ES REI S SEC UHOS I1 E
I~ é tl:NDIO -:~
ACIDF.NTES
P ES S OA I S >~ RO U BO ~: : RESPO N ç_AB IUDAO E ACI H EN1'ES DO T RARALIIO
coMPANHIA
~: ;
A U 'I' O l\IO VE I S ,:, VIDRO S C I VIL
INTERNA[IONALoE
SE 0 E: · RI 0 0 E J A N EI R0 .. '
SUCURSAIS
384.
TRANS1'0 R1' ES
e
RUA SETE DE SETEMBRO, 94 -
AGÊNCIAS
EM
T-ODO
O
SEGUROS TEL. 32-4720
BRASIL
FEVEREIRO
DE
1950
RI S C 0. I
n. s peço e s d e por LUIZ MENDONÇA.
(Do « Comité local Pernambucano de Seguros » ) Especial poro a REVISTA DE SEGUROS
Entre aquelas práticas do « metier» do seguro que merecem
as
mais
acres
censuras,
alinha -se a
seguida ,
não por todas felizmente, todavia por um grande nú mem de
sociedades,
de
reno ~ arem
se
seguros-incêndio
emitindo-se apólices idênticas, letra por letra, aos •c xt~s
neccssidado o atual
já
foi
de
há
muito sopesada, tanto que
REGULAMENTO DE SEGUROS, a completar em
breve dez anos de vigência, contém
um dispositivo qU e
preceitúa
inspeções.
o art .
a
obrigatoriedade
195, vasado
dessas
êl~
E'
no s seguintes termos :
de contratos vencidos. Risco~
cfurante
« Art.
há, e isso é coisa por todos sabida , que
anos
são
segurados
por
apólices
que
195 -
lização
não
de
E'
expressamente
qualquer
seguro
proibida
sem
a
rea-
inspeça~
prévia
guardam , entre si, a diferença de uma vírgula sequer.
do respectivo risco, salvo quanto aos seguros con:-
Ora, não é de crer que os riscos segurados permane -
tra
çam, na sua generalidade, imutáveis; até ao contrário ,
excetuados pelo O . N . S. P . C .
é
o que sucede vezes de ordem
ros .
Nas
aquele!;
liquidações
de
sinistros
creto -lei ficam obrigadas a ter em dia e em per <
provenientes sua
incumbem
tão
s6
efetividade,
estável -
impasses
de
de
um
desacordo
inspec;ões
Dessarte, além de irem ao encontro de um dispo-
dele feita na apólice .
surgidos,
se
nem
sempre
culminam
sitivr• de lei, dando-lhe fiel cumprimento; as sociedadés d(l
prevenções,
que
da
ao
menos
parte
de previdência ,
da
têm
o
condão
clientela,
tal
sistema
uma
seguros,
realizando
semeando
pria
instituição
sem
dúvida
dos,
em
Calha,
ben o segurados .
o
chavão
forma
gerar
contra-
repetir
dessa
contra
de
propaganda deveras prejudicial ó instituição do segu ro . aqui,
exercendo-se
realizadas . »
é instável, e o
que
ainda
porém,
-
«o
seguro
só
é
realmente útil quando bem feito » , e, na verdade, não muito de
aos
seguradores
celebrar
que. comumente os
os
seus
cuidarem
contratos
inquinam .
Por outros
não
sem,
incúria
dedicarem ~ se
com
afinco
ao
afã
de
tornar
o seguro um contrato a que não se pudesse, com efeito .
prática
é
indubitàvelmente a
generaliza -
de efetuar-se sempre as inspeções de
riscos . Isso, iospirada
constitui
oferece rem
empenhada vez em
operação,
que
é,
e
os
zelar
isso
a
pró-
um
meio
contratos
proteção
firma·
efetiva
ao-s
« produção » ;
pressurosamente,
por
digamos
afasta
a
que
mesmo,
sociedade
primordial : dar
riqueza
e
aos
estarão
para
a
angaria·
maior escala de contratos de seguro,
objetivo
inculcar deficiências . E u'a medida liminar, para alcançar-se êsse ob jetivo,
pois
colocarem - se
pari ~ passu ,
apenas limitarem -se a paro
riscos,
Cuidar, a todo pano , de incentivar a
a
repetir aquele já cansado cha-
seguro,
de
ção cada
palavras,
do
de
benefícios
de
as
falhas
inspeções
eficaz
diligenciar,
sem
os
incontestáveis
condições
desvelada-
lhes pesaria demasiado colocar à margem o hábito de
ção da
relatório especial e todas
a o sociedades sujeitas ao regime do presente de-
vida,
vão,
ca•o's
A inspeção de cada risco as-
Parágrafo único
sumido constará de um
com a falta de indenização ao segurada, não há dú-
mente
os
feita ordem a coleção completa dos relatórios da s
descrição -
custaria
todos
mis-
se
digam
em
tais
frequentemente
-
muita s
de segu-
e
vez por outra repontam dificuldades as mais risco , na
Os
modificações, e
transportes
não,
embaraçosos, entre o
eles
afetar os contratos
de
se
que
teres -
sofrerem mesmo a
riscos
pois,
exata
uma
de
seguros
no
e
econômicos .
sentido
ro !; como eles verdadeiramente devem
e
correta
incúria,
proteção integral
empreendimentos
Esforcemo- nos,
seja
de
e
uma
do
seO
efetiva
à
.
.
realizar
segu;
ser feitos, isso a
bem do próprio prestígio de uma instituição que, constituindo-se em inegável fator de progresso e de civili =·
aliás, em
longe
fatos
de
constituir-se
atuais,
é
antes
u' a
uma
sugestão
medida
cuj <J
zação, chegou até
nós através de uma caminhada de
séculos.
r--·---~7;;;~~~~1~~·~:·;~;;;~~~~~:·---·-:'QUESTÕES DE SEGUROS EM GERAL
PAULO B. J ACQUES Rua
México 148 - 8•.
Advogado sala 806
Telefpne:
22 -7364
~~~~-~~U~ I--()~)--()~J.-o.-t~l~ )--(1--"(l ._Cl.._l.,_l l._ti ~(I-(). .( I._(I~CI.-tl~~ ~~,.....l~., (.
REVISTA DE SEGUROS
385
.....................................................................
\;
:
URBANIA
.•
Companhia Nacional de Seguros SÉDE : RUA PORTUGAL N.o 11- 1.• A DAR CAIXA POSTAL N." 759 - Encl. Te!. URBANIA Estado da Ba~1ia Cidade do SalvCJ.dor
Capital · Subscrito Cr$ 5.000.000,00 Capital Realizado Cr$ 5.000.000,00 OPERA EM SEGUROS : MARíTIMOS E TERRESTRES, CIVIL, AUTOMóVEIS E CASCOS
INC~NDIO, TRANSPORTES, ACIDENT~S PESSOAIS, RESP.
SUCURSAIS:
I)IRETORIA : Dr.
..
.• .
Augusto Viana Ri beira dos Santos Antonio Carlos O sorio de Barros Josft Joaqu i m de Ca rvalho Dr. Augu sta Marques Valente
AVENIDA PRAÇA
BRANCO N. 0 20- 5. 0 RIO DE JANEIRO REPUBLICA, N . 0 64 - 5. 0 SÃO PAULO
RIO
DA
ANDAR ANDAR
AG~NCIAS: MANAUS - BELEM - SÃO LUIZ - FORTALEZA - MOSSORÓ - NATAL - CAMPINA GRANDE - JOÃO PESSOA - TER ~ ZINA - MACEIÓ - ARACAJÚ - ILH~OS - VITORIA - BELO HORIZONTE - PORTO ALEGRE
• • • • .• • •
.
• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • K!X!X!X!X!X!X!X!X!)(!X!X!>®<!i®<!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X!X~.
~IUIHIIII{llllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltll t llllllllllllltliiiiiiiiiiUtllllllllllllltllllllllllllltliiHit~
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~·, =-
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I nsura.n ce ~·lremen· s ~
Company of Newark
ª
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~-
~
i~
êt
-· ~
C ~~·
li ~'
~
Cidade de N ewark, Estado de N ew Jersey, Estados Unidos da América do Norte FUNDADA EM 3 DE DEZEMBRO DE 1855 Representante geral para o Brasil
Séde: -
:
~ w
= = ~ = ~
I
;;;
~ =
= ~ ~
Ál\l,erican International Underwriters
~
REPRESENTAÇÕES S. A.
-
A.v."i~.-B ~ranço, 39-7. 0 an.dar-Rio de Janeiro
~ ~
Endereço Telegráfico : "AMINTERSUR" Telefones: 43-9176 e 43-9266 Capital declar~do e realizado para as suas operações no Brasil Cr$ 5.000.000,00 RAMOS DE SEGUROS EM QUE OPERA NO BRASIL : Incêndio -
Transportes -
Cascos -
Automóveis -
~
"~ ~
~
§
Acidentes Pessoais
Roub:áuti<~idco, Lu<~:'~;,::~:;~ado ~;:~,;-, T~~::0,Aeco-
;
~ l lllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllll lllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllll'i:
386
FEVEREIRO
DE
1950
r
de. Seguros_ Priv.adOs
Cu·rso
PAULO BARBOSA JACQUES ' Chefe da Divisão Transportes do l.ll . B. (Espe.:ial para REVISTA ·DE SEG\JROS)' Reprodução proibida IV (2 • Parte)
SEGURO 6 . 7)
INCENDIO (Coptinuação) superior a 15 dias. ~ste desconto não abrange
RISCOS ACESSÓRIOS
os riscos ' que; normalmen·te; sofrem ·períodos de
Mediante a
P
cobrança de determinados adicionais ,
paralisação,
isto
é,
aquêles
que • funcionqm
permitem· as tarifas· a cobertura de riscos acessórios , isto
apenas durante uma parte 41o-- ano;·· por fôrça
é, de riscos outros que o s· cobertos norma·lmente pelo s
de safra
condições·· gerais da apólke •incêndio, ta is como os. d o
riódico ;
incêlldio em •consequ-ência de a) b ~-
I
:
d)
as
terremotos motins,
:
de outro motivo de ·caróter pe ·
demais tarifas
incêndio, com exceção da
aplicóvel • ao. DiUrito Federal, Niterói e rPetró-
tum~>ltos
populares, qjuntamentos ilícitos ,
polis, estabelecem adicionais• para• riscos ' situa -
greves, com-ícios, agitações populares, etc. c)
OI>
dos fora '8os cidades ·com .Corpo de , Bombeiros.
explosão de quaisquer aparelhos a vapor ou
A de São Paulo, por exemplo, reta : «Salvo
óleo cru , assim
como de explosão de subs·
d isposição em. contrório da ·. Tarifa, os segu·ros
tância s ou produtos inerentes oo negócio do
sôbre riscos industriais e tod·a s os• demais que
segurado. Outrossim ,
incidam
proíbem
taxativamente
a
cobertura
nessq coluna silos foro · da$ cidad..-s
de São
em
Paulo, Santos 1 Campinas e 1 O "lo
Ribeirão
apólice incêndio do risco de perdas ou danos causados
Preto,
po1 fogo ocasionado ou em con·sequêncio de t ufão, erup -
Os riscos nos mesmas condições que incidam
ção vulcân·ica ou-· ou.tras- convul-sões da natureza ( excelo
nas outras colunas pagarão aumento de 20.% ,
terremotos)
aumento
de
na
taxa.
bem como de invasão, rebelião, insurreição,
6 . 9)
guerra interna ou .. ex-t erna, comoção -civil, . etc.
6. 8}
pagarão
C"505 ESPECIAIS DE TARIFAÇÃO
A)
DISP.OSIÇOES GERAIS
TARIFAÇÃO PROGRESSIVA -
acumulação Entre as
mesmo
risco isolado, estabelecem as tarifas vigentes adicionais
a).
proibição d e.. opó!ices com valor declarqdo, ou.
ultrapassem determinados limites, adicionais que crescem
seja apólices avaliadas;
progressivamente ao aumento do capital segurado. Com
b)
concessão de. descontos . sõbre o prêmio até 50 "lo
êste dispositivo visam os tarifas interessar os segurados
para
incênd io, cumpre de stacar :
para
riscos
industriais
automáticos c)
de . caróter geral
A fim de evitar
responsabilidades . num
das•
tari fas ~
principais. normas
de vultosas
(sprinkles)
providos com
de
determinados
riscos cujas importâncias
"'auradas
chuveiros
na subdivisão de riscos ; esta tarifação progressiva abrange,
funcionamento
apenas os riscos ocupados por algodão, café e cereais que
eficiente ;
eram justamente aquêles em que se verificava maior con -
concessão de descontos de até 25 "lo sõbre o
centração de valores segurados.
p rêmio para os seguros referentes a fóbrica s paradas -
exceto as de algodão, por prazo
IMPORTÂNCIA
Tais ad icionais são calculados de acõrdo com o seguinte tabelo :
COMPREENDIDA
ALGODÃO
CAF~
CEREAiS .
REV1ST,6;' DE' ·sEGUROS·
•
ENTRE
EXCLUSIVE
INCLUSIVE
Cr$ 10 . 000 ,00 Cr$ 15 . 000,00 Cr$ · 20.000,00 em diante
Cr$ Cr$
Cr$ 20 . 000,00 Cr$• 30.000,00 Cr$ . 40o-.OO.O,OO em .diante
Cr$ Cr$
15 . 000,00 20 . 000,00
A.DCIONAl
"lo 15 25 35
30 . 000,00 -40•. 000,00 '
15
2S 35
387
Na aplicação dos adicionais supra observar-se-ão
b)
para cobertura, pelos respectivos propriet?rios,
as segui~tes normas :
pq,,
de café, arroz:, cereais e outros gêneros do
dentro de uma mesma usina ou engenho de prevalecerá
'd)
no
caso
godão b)
de
cer~ais,
algodão, café ou
risco
a
entre
beneficiar pertencente o terceiros, desde que os
tabela para al -
comum
riscas estejam situados em um mesmo terreno ou em terrenos contíguos.
1
c)
os adicionais aplicam-se apenas aos conteúdos
para cobertura de mercadorias em dois ou mais armazéns ou depósitos situados em um mesmo
dos riscos isolados (de acôrdo com o conceito do MANUAL DE ocupados ou
RESSEGURO
destinados a
INaNDIO
depósitos,
terreno ou em terrenos contíguos, de ocupoçã'
( 1)
exclusivo do segurado
perma d)
nentes ou não, de algodão e cereais ;
c)
ao
seguro
depois
de aplicados
como tal os riscos que formam porte integrant e
os
de
demais adicionais e descontos tarifários por-
processo
industrial ,
ainda
que
Relativamente à taxação, estabelecem os Tarifas o
segurado e a partir da dato em que a mesma
princípio geral da aplicação da maior dos taxas cabíveis
atingir as respectivos importâncias .
o
SEGUROS FlUTUANTES·
qualquer dos
~
Entende-se por se-
mais
riscos isolados . Segundo já vimos
VISTA DE SEGUROS n• 340 -
(RE-
do
riscos
olínea
abrangidos
« o » , esta
pela
taxo
flutuação .
ainda
Na
deverá
se'
acrescida do adicional de 1 /8%. Determina, ainda, o Tarifa, que o distribuição da
seguro flutuante aquêle que, em uma sá verbo, cob• e ou
mesmo
ao tempo o decorrer, sôbre tôdo o importância
hipótese
dois
um
situados em blocos vizinhos.
ventura existentes, e cobrado proporcionolmenfe
8)
mercadoria~ .
d e ntro de um recinto industrial, considerando-s~
o adicional será calculado sôbre o prêmio total aplicável
(RISCOS COMERCIAIS) .
para cobertura de matérias primas e
verba flutuante, pelos riscos por elo abrangido s, lar-se -á proporcionalmente às deficiências dos seguros específico:
OUTUBRO DE 1949
póg. 165), em princípio, não é permitido segurar por uma único importância mais de um edifício ou o prédio e seu conteúdo englobadamente, ou ainda o conteúdo
(se houver), ista é , proporcionalmente às diferenças ent re o ;. valores em
risco e os
respectivos
seguros específicoç
( 3) . Se não houver seguro específico sâbre um ou mai s riscos, considerar-se - á nesta hipótese, para fins da apli .
de mais de um edifício.
cação proporcional da verba flutuante , o valor em risco
Casos há , entretanto, em que o discriminação, por edifício,
das
importâncias
seguradas ,
referentes
a
de cada um dêsses riscos C)
cadorias, matéria prima, etc ., torna-se impraticável , por
verificar-se no recinto do estabelecimento segurado grande oscilação de estoques, em virtude da frequente remoção de tais mercadorias e matérias primas de um local poro outro.
~ o caso,
por exemplo, dos estabelecimentos in-
dustriais, onde os valores em risco, nas diferentes fases do fabricação, e , consequentemente , nas diversos seÇões que constituem o conjunto industrial , sofrem alterações previsíveis
e
frequentes .
Outras
vêzes ,
o
próprio
i"' ·
segu -
rado ignora onde serão armazenadas ou depositadas sua s mercadorias,
como
acontece,
via
de
regra,
em
( 4).
mer-
se
tra -
tando de seguros por êles feitos para cobrir mercadoria s em trânsito em armazéns alfondegádos ou de carga ou
SEGUROS DE EDIFICIOS DE CONSTRUÇÃO S'U-
PERIOR -
Estabelecem os Tarifas critério especial de to-
rifoção para os chamado s ed ifícios de construção superil)r, isto é , para edifícios de mais de três pavimentos, con 'i truídos integralmente de cimento armado e que sotisfaça r11 ainda
a
tarifa ,
exigências
outras
exigências
taxa s reduzidas , risco ,
estas em
virtude
é, riscos
isto
de
que
que
construção
justificam de
os
a
previsto s no concessão
de
tornarem
excelente
sofrerão
prejuízo :
difícilmente
por incêndio e nos quais qualquer sinistro ficará, qua se sempre restrito a uma pequena área. Para tais ri scos, a tarifação obedecerá aos seguintes princípios básicos :
descarga , -óu entregues a usinas e engenhos de beneficiaa)
mento , pertencentes a terc"eiros.
A fim de atender a estas situações especia is, prevêem os tarifas , exprsssamente, os casos e,m que será per-
o
cobertura
flutuante,
estabelecendo,
condições
mitido
restritivos
poro
garantias ,
tais
evitar
b)
risco
de
vizinhos,
ainda
com
388
que
para
isolado eles
fins
distinto
este!am
em
poro fins de taxação do respectivo conteúd·' · um
c)
os
dos
distinto
seguros
ocupados
para cobertura de mercadorias em trânsito e
superior,
constituem
isolado,
Assim, só permitem os tarifas seguros flutuantes nas
o)
construção
taxação ,
cada
abusos injustificáveis.
seguintes hipóteses :
de
de
franca comunicação;
outrossim ,
visando
o s edifícios
de
pavimentos
dos
constitui
um
risco
demais. pavimentos.
prédios
exclusivamente
referentes por
o
edifícios
moradia,
escri-
tórios em geral , bancos e casas bancárias, hos-
depositadas em armazéns de carga e descarga
pitais, consultórios médicos ou dentários, serão
de portos marítimos e fluviais localizado s em
taxados no base de 1 I I O% ; no coso de edifício '
uma . mesma ddade ( 2) .
ocupados total ou parcialmente por outro s ri sFEVEREIRO
DE
1950
5.
tos ci vi s, gorpge s, co légios, comercio e/ ç:.u indústria,
o s diverso s pavimentos
se rão
Perfeita organização contábil, ce ntrol,i zoda na
rocterístícos
ta xados
es peciais
mereçam
um, tratamento
especial
(tais como light , Emprêso s Elétrica s, Estradas de Ferro,
independentemente, na seguin te base :
Emprêsas Petrollferas , etc. ) são concedidas taxas espeI -
pavimento s vagos ou ocupado s ex-
ciais. Estas taxa s especiais que, geralmente são uniforme'
clu sivamente por qualquer dos ri sco s
para todo s os ben s do mesmo segurado, ..são côncedidas
me ncionado s na , prim eiro
a lín ea « c» -
part e
do
após um cuidadoso exame da s condições do ri.co, opa · relhom en to contra incêndio, natureza de suas ocupações,
1 !10%;
proces sos industriais, etc . etc. No caso de se tratar de
11 -
pavim e nto s ocupados, pa rcia l ou to -
riscos situados no Di strito Federal, Niterói e Petrópolis,
talm e nt e, por outro s ri scos ci vi s, co ·
as taxas especiais devem ser prév.iamente aprovadas pelo
légios , garages , comércio e/ ou in -
D . N. S . P . C . Nos demai s casos, as referidas taxas são
dústria -
taxa do
aprovadas p e la Comissão Central de Incêndio, com prévia
Geral,
audi ê ncia do s Comités Técnicos ou Comissões Regionais
coluna
aplicar -se -á a
PRÉDIO
do
Tarifa
relativa ao risco mais grave existente no
pavimento,
com
o
desconto
de
20°/o, mas nunca uma taxo superior
de Seguros dos resp ectivos Estados . I_ -
..
6 . 1 O)
APÓLICES AJUSTÁVEIS
o 1 / 2%; Resta-nos, d)
os seguros de conteúdo serão taxados aplicando -se o cada pavimento a taxo correspondente à ocupação mais perigosa , no pavimento, com
um desconto de 1 O"'o. O)
SEGURO DE ALUGUÉIS -
Permitem as tarifa s
em vigor a inclusão nas apólices incêndio de uma cláusui:J
garantindo o pagamento ao segurado da aluguel que o prédio segurado rendia e que deixou de render por não p:der ser ocupado, em lodo ou em parte, em virtud e da sua destruição por fogo, raio e suas consequências ou por donos da mesma origem. A indenização em tal eventualidade será feito no base do aluguel mensal do prédio ou da parte danificado e proporcionalmente pelo período entre o doto do incêndio e a em que terminar a restauração do prédio, ou pelo tempo que se verificar ser o necessário poro repor o prédio em condições de ser novamente
ocupado . Para esta cobertura adicional ,
cobrar-se-á o prêmio calculado na base da mesmo tax<>
agora,
apreciar
um
caso
especial
de
cobertura incêndio, que é o referente às chamadas apólices ajustáveis, isto é, aquelas em que o segurado, la zendo um depósito inicial de prêmio, calculado sôbre uma importância
declarada
de
existência
pre-
visível, vai
periódicamente declarando o
existência
real
de
se us
término
estoques do
como
de
seguro,
máximo
mercadorias , de forma
possa
ser
calculado
o
que,
no
prêmio cor-
respondente à cobertura efetivamente concedida . Ex igindo êsse tipo
pe
cobertura a mais estrita boa
fé, uma vez que confiam os seguradoras exclusivamente
nas informações do segurado, necessário se torna sejam estabelecidos requisitos básicos, sem os quais não poderá nem deverá ser concedido êsse tipo de cobertura. A.ssim, a concessão de apólices ajustáveis sá deverá ser feita pela Comissão Central de Incêndio, devendo a sua concessão ser procedida de um meticuloso exame da necessidade de ter o segurado uma apólice ajustável, , uina vez que se trata de uma cobertura ampla concedida s•)mente em casos especiais.
aplicável ao seguro do prédio pelo tempo em que o seguro o garantir.
Constituem
EXEMPLO -
requisitos bás icos pw;o sua concessão :
Determinado prédio está segurado contra
o risco de incêndio, raio e suas consequências, pagando
um prêmio calculado à taxa de 3 / 8 "'o
a)
Inerentes ao negócio do segurado
1.
Grande variabilidade do valor do estoque de
a . o . A renda
mensal que ê.ste prédio lhe proporciono é de Cr$ 5 . 000,00. Desejando efetuar um seguro que lhe garanto
mercadorias,
êsle aluguel -
caso seja emitida uma apólice comum pelo máximo pre-
no coso de o prédio não poder ser ocu -
pado em virtude de sua destruição por fogo , e estabel ecendo o apólice que o segurador não seró respon sável
com
consequente
desperdlcio
de
prêmio,
visível de existência.
2.
lmprevisibilidade dos oscilações do estoque de
por importância superior ao aluguel de 12 meses, o se-
mercadoria, tornando a expediente comum de seguros •u ·
gurado deverá pagar o seguinte prêmio :
cessivos de difícil execução, para que o segurado se possa manter integral e constantemente coberto.
0.375% de (12 x Cr$ 5 .000,00) 60.000,00 =
0 . 375"/o
X
Cr$ 225,00
3. forma
Ser a
vulto,
de
justificar oscilações acentuadas durante a
o
valor
segurado
de
grande
vi -
gência do seguro. E)
TAXAS ESPECIAIS -
Para os riscos que apre in -
b)
Inerentes ao segurado
cêndio ou ainda poro aquêles que pelo seu vulto e co -
4.
Idoneidade
sentem
ccndições
excepcionais
REVISTA DE SEGUROS
de
prevenção
contra
moral
do
segurada. _
3a9
5.
Perfeita organização contábil, centralizada na
administração do emprêso , com registro minucioso e exato
· do niõvimento de estoques de mercadorias. 6 . · Existê,cia dos valores segurados em locais de
ou
superior
a
1 . 500 . 000,00,
Cr$
qU',
determina
em lodo e qualquer cosseguro, é obrigatória a participação
.
Pelos requisitos -acima indicados conclui -se que não
· poderó ser concedida apólice ajust'óvel para seguro s
d~
.edifícios, maquinismos e instalações, já que êstes, por sua noturex:a, estão a
impor-
tância segurada sôbre um mesmo seguro direto fôr iguol
. exclusivo contrôle do segurado.
'p.rópria
A 'lei de cosseguro, além d.e estabelecer a obrigo· toriedade do cossegura -incêndio, sempre que a
salvo de oscilações
no mínimo, em
cinquenta por
cento da importância segurada de cada
de sociedades
nacionais,
um dos berll
que façam parte do mesmo seguro direto .
sensívei 5
Para fins de aplicação de tais dispositivos , enten-
e imprevisíveis . Esta cobertura também não se aplica aos
de- se como mesmo seguro direto o seguro de um mesmo
se.guros cobrindo mercadorias de Armazéns Alfandegado s
pro prietário . relativo :
ou Trapiches, solvo no caso de estarem os mesmos arren -
dados a um único segurado · para o depósito exclusivo d e
a)
suas mercadorias.
O cálculo da prêmio, nas apólices ajustáveis, é feito
a
bens
ou
em
situados terrenos
qu·e os guarneçam ou
da seguinte forma: inicialmente, o segurado paga um de -
cluídos os
pósito correspondente a ·60% do prêmio, calculado êste
de
•ôbre a
importância mó><ima coberta pela apólice . No
em
b)
vencimento, far-se-6 o ajustamento do prêmio, calculada
um
contíguos,
móveis e
mesmo e
os
bens
terreno, móveis
neles se abriguem, ti·
utensílios domésticos
Oi
escritório;
o depósitos de café, de armazéns gerais e os seguros suplementares de estoques de fábrica•
J ide :o:ôbre a- -volor -·médio · das- declarações· ·e fetuadas . ( 5). Neste ponto, é necessário esclarecer que nossa I• 7) , UGJ.SLA.ÇÃO ~ RELATiVA . AO SEGURO-INCÊNDIO
gislação alterou o conceito clássico de cosseguro, que i o da coparticipaçãa de duas ou mais seguradoras no st
Completando - estas , apreciações sôbre o seguro -in -
guro de um mesmo bem , ampliando-o, de formo o es-
.cêndio - .no . país, cabe-nos comentar a leg,islação concer-
tendê-le> à caparticipação de duas ou mais seguradoros
ne.nle · ao <:assegurorincêndio ( D . l. 3 . 172, de 3. 4 . 40) • e ao reg'! lamento do seguro obrigatório ,(Decreto 5 . 901 ) , no que .se
refe~e
ao seg.uro -incêndio. ( 6).
na « mesmo seguro direto »
( 8). O exemplo que domao
abaixo esclarecerá melhor esta diferença de conceitos · Uma companhia A segura contra incêndio um prédio, pertencente ao Sr. X; a companhia B segura , também coniN
7. 1 )
LEI · DE COSSEGURO
incêndio, as mercadorias existentes no prédio citado também d o propriedade do mesmo Sr. X. Dentro do
O Decr.e lo·lei · 3. 172, de 3 de abril de 1940, mais
1
co~
ceito cláss ica de cosseguro, na hipótese referida não
~
c.onhecid<.t como « lei de Cosseguro» , foz porte do ca .l·
configu raria um cosseguro; entretanto, como houve a d>
junlo de medidas -l egislati,vas- visando a nacional ização do
visã ,• da re; pan sabilidade referente a um mesmo
segu~
. segu-ro - e a proteção- dos · •cap itais invertidos em compa -
direto ent re duas seguradoras, de acôrdo com o conceill
_•hja s seguradoras nacionais. O ; princ ipias bós•cas p.>r
e stabel e cid __, pe la nossa legislação, existe cosseguro.
.êle . estabelecidos e • a . •.e guir . exp .:> stos re sumidamente res·
De, c ut ro lado , estabelece a
lei de cosseguro u•
•aliam expressivame,nte •eu• objetivos, consubstancia-ndo
númer. • mí nimo de sociedades nacionais participantes n
uma politica nitidamente protecionista , harmônica com
cada co sseguro, mínimo êsle crescente com o valor da i•·
o
político de fortalecimento e nacionalização das emprê sas
porlância total segurada sôbre o mesma seguro direlt
seguradoras que vinha sendo adotado . (7) .
do acôrda com a seguinte tabela :
IMPORTÂNCIA
TOTAl
SEGURADA
N• MfNIMO DE 'SO·
SOBRE O MESMO SEGURO DIRETO
INCLUSIVE
.I
NACIO-
CIEDADES EXClUSIVE
Cr$
NAIS
PARTICIPA-ÇÃO MfNIMA DE CADA' ·S0C. NACIONAl, NA ·IM· PORTÃNCIA TOTAL SEGURADA
I!ARTICIPÀNTES
Cr$
"lo
,Afé
I
2. 500 . 000,00
'2
15
3 . 500 . 000,00
4
8
4 . 500 . 000,00
6
5
5 . 500. 000,00
8
"'
r;> e 2 . 500 . 000,00 a
De 3. 500 . 000,00 a De "' . 500 . 000,00 .a
i
até 40 sociedades. A percentagem mínima de participo!il Acima de Cr$ 5. 500 . 000,00 deverá participar, no mínimo,
mais uma sociedade nacional para Cr$
1 . 000 . 000,00
ou
fração
acima
daquela
... •
import6ncia ,
de cada sociedade nacional seró de tantos por CIIID quantos o cocienle da divisão de 30 pelo número mini• do sociedades nacionais participantes.
(4)
\Jm dos ~iferentes rlscos que integram o conjunta
seja igual ou superior
segurado .
a Cr$ 500 . 000,00;
2° -
O assunto comportaria, para sua melhor e lucidação , uma
série
de comentários
e
exemplos,
contra ri scos de tranl· portes ferroviários, ro·
indicando
doviários,
detalhadamente como se opera, em caso de si -
navegação de cabota·
e sp ecialíssim o
gem , fluvial, lacustre
di stribuição do verbo flutuante.
tratando ,
entretanto,
de
um
de cobe rtura incê ndio parece -nos que a
ca so
se be m qu e fre quente
análi se
aéreos, de
Em se
nistro, o
porm e norizado
e de interior de por·
de
tos,
os
mercadorias
tais casos fugiria ao critério que vimo s odotond':l
cujo valor seja igual
neste curso, razão pela qual deixamo s de faz ê - la .
ou superior a Cr$ , ,
Àqueles
100 . 000,00;
que desejarem
conhecer o o ss unto com
maiores detalhes , indicamos , entre outro s trabalho s
já publ icados, o divulgado na REVISTA DO I . R. B , n" 14, cols . 15/ 28 ante
( 7)
Conforme a
( « Distribuição da verba fluiu ·
verno
nos seguros -incêndio » ).
já
tivemos
autorização
oportunidade
recentemente
Federal
a
uma
de
concedida
sociedade
ressaltar, pelo Go-
estrangeira dt
seguros, para iniciar operações no Brasil (5)
6 ()
não
Como se trato, igualmente, de um coso bastante
obstante os expressos determinações em contrório
especial,
do vigente Regulamento de Seguros -
não
nos
parece
conven i ente
entrar
em
maiores considerações, dado o caráter geral dêstc
em
curso.
tecionisto .
O Decreto 5 . 901 consubstancio a
regulamentoçã~
( 8)
cheque
esta
política
veio p6r
nacionalizadora e pro·
Aliás , esta diferenciação já fôra estabelecido ante· riormente, quando o I . R. B. , iniciando suas ope-
do art. 185 do Decreto -lei n• 2 . 063, de 7 . 3 . 4 0, que estabeleceu o obrigatoriedade do seguro , e m
rações e receando que os seguradoras, a fim dt
determinados casos, conforme transcri~õo a
fugirem
segui r
obrigatoriedade
à
do
resseguro,
mentassem , entre si, o cosseguro -
feita :
incrc·
estabeleceu o
cessão da cota mínima de 20%, em todos os casls « Art. 1 85 -
As
pessoas
estabelecidas comerciantes
físicas
e
no
pois,
ou
jurídicos,
de casseguro. Mantendo o conceito clássico de cos·
quando
seguro, ficaria ainda a possibilidade de as segu·
industriais,
ou
explorem concessões de serviço s
públicos,
rodaras dividirem entre si as responsabilidades, as· sumindo cada uma o seguro integrei de parte do .
a
bens que constituíssem o ~anjunto segurado. (Por
de jul i1o de 194 CI.
exemplo : num conjunto industrial, cada uma se·
ficam
partir de
•
obrigados,
guraria
a segurar :
como, 19
-
centro riscos de fogo ,
uma
das
seções
dentro
do
conceito
do
estabelecimento, t
clássicJ,
não ha.,et.a
cosseguro, os seguradoras estariam, « ipso facto>,
raio e suas consequên ·
dispensadas
cios, os bens móveis e
evitar esto burlo é que houve necessidade de ser
imóveis
de
sua
p ro-
priedade, situados
no
país, desde que o va lor total
dêsses
ampliada
o
da
cessão
da
conceituação
cota
clássica
mínima). Para de cosseguro,
ampliação que foi mantida, com a mesmo objetivo de evitar burla, pela lei de cosseguro .
ben s
DIRETORIA Presidentoe -ORLANDO S. DE CARVALHO Vice-Presidente ENNIO REGO JARDIM Secretário MANOEL DA SILVA MATTOS Tesoureiro ]OS!: CANDIDO FRANCISCO MOREIRA Gerente: Paulo Moreira Brandio
RUA DA ALFANDEGA N.0 107 -
ZtntdoEllaJilulta
COMPANHIA DE SEGUROS GERAl&
Sede: RIO DE Capital rralizado ...
392
Cr$
JANEIRO
2.• And.
END. TELEG. : "UNI SEGUROS" CAIXA POSTAL 1740- FONES: 43-646-4 o -43-7742 OPERA NOS RAMOS TRANSPORTES, ACIDENTES PESSOAIS E AUTOMóVEIS
INC~NDIO,
2 000 . 00 . 00
FEVEREIRO DE 1950
EXEMPLO : -
7 . 2)
SEGURO- INé:Ê'NDIO "ÓB"RII:;A'TORIO
a)
um mesmo seguro direto de Cr$ 3ó . 000 . 000 ,0 0 .
A obrigatoriedade do seguro -incêndio, estabelecida
b)
determinação do número mínimo de sociedades
pelo Regulamento de Seguros, em seu artigo 185 (vide
nacionais · pa rticipantes ( n)
nota
At é Cr$ ·5 . 500 . 000 ,00
(exclu sive) ... .. .
8
foi
7),
~ereto
regulamentada, "como jó
dissemos,
pelo
5 . 901 , de 29 de junho "d e 1'140, o qual esta-
bel eceu , e ntre outros. os seguintes princípios :
Para o s re stantes Cr$ 30.500.000 ,00 (um o soe . para cada Cr$ 1.000 .000 ,00 ou fra ção)
. .. . .. .. . .. . .. . ... .. . .. .. .
a)
31
os comerciantes, I ndustriais , e concessi'onários de serviços
quer TOTAL
n
=
a
39
públicos, quer se jam pessoas físicos .
sejam
pessoas
ter seguros, na
jurídicas, s ão obrigados poís, dent'ro da cobertura
encontrada, contra riscos de fogo, raio e suas
c)
determinação da p e rcentagem mínima de parti -
c_o nsequências, os
cipação ( p)
sua propriedade, situados no país, d"e sde que
bens móv.éis e
imóveis
de
os ditos bens , isoladamente ou em · conjunto, 30
tenham valor iguol ou superior a
30
p
Cr$
500.000,00;
0 . 8% 39
n
b)
o
seguro obrigatóri o
acima
cobrir, no mfnimo, 1!0%
A finalidade principal da fixação do número mín imo
indic'a"do deveró
do dano correspon -
dente à destruição total dos bens s"l.gurados,
de sociedades nacionais participantes, assim como da re s·
pectiva participação mínima , é evitar que o objetivo da lei
isto é , admite a lei que o segurado participe
do cosseguro seja burlado . Realmente, se a lei se limi -
com 20%, por conta própria, de qualquer se-
tasse a
estabelecer a
obrigatoriedade
de
guro. Em se tratando, porém, de seguros de
participação
de sociedades nacionais em cinqu e nto por cento da im ·
explosivos , corrosivos,
portôncia cossegurada, bastaria a inclusão no cossegu ro
produtos de algodão, ou de imóveis e depó-
inflamáveis,
algodão
e
de uma sociedade nacional do mesmo grupo finance iro
sitos em que se guardem tais bens, o limi t
de outra estrangeira para que a lei fôsse executada , sem
mínimo acima estabelecido poderó baixar até
que seu objetivo fôsse colimada . Também se inexistis; e
50%,
uma limitação mínima para a percentagem de participação
e audiência prévio do I . R. B.
mediante
autoriza~ão
\:lo O . N . S . P . C .
de cada sociedade nacional, poderia fócilmente ser can ·· tornada a
finalidade da lei, mediante a
inclusão das
c)
estão excluídos da obrigatoriedade do seguro
sociedades nacionais, na quantidade exigida, mas com
••
percentagens
d e comerciante, industrial ou concessionório de
de
participação irrisórias, tornando
prót i-
camente simbólica a sua participação na cosseguro.
bens
móveis
e
imóveis,
de
propriedade
serviço pú'bliêo, em 'nome individual, desde que não utilizados no negócio, indústria ou explo-
Finalmente, e stabeleceu a lei de co sseguro qu e as $Ociedades
estrangei ras
não
poderiam
assumir
ração, assim como os navios, aeronaves e lo -
respo r:·
comotivas
•abilidodes de seguro incêndio sôbre os bens que, na
utilizados
no
negócio, indústria ou
exploração do segurado .
data do sua publicação, jó estivessem exclusivamente segurados
em
companh ias
nacionais ,
nem
tampouco
au -
NOTAS
11entodos suas participações, ainda que estas , na dat{l
da vig ê ncia da lei , fôssem inferiores a 50%. ( 1) Cumpre - nos ressaltar que a lei de cosseguro consti-
Quando lrata"rmos do
resseguro-incêndio, teremos
oportunidade de voltar ao conceito de risco isolado,
tuiu sem dúvida alguma um dos fatores preponderant es
constante
c decisivos para o fortalecimento do mercado segurado r
publicação editada pelo I . R. B.
do
« Manual
de
Resseguro
incêndio:.,
nacional e seu desenvolvimento. Nos seguros de grande s firmas
estrangeiros
ou
ligadas
o
capitais
estrangeiros ,
(2)
Êste caso tende a de!aparecer, uina vez que serei
muitas vêzes, as sociedades nacionais, antes da promul -
sempre mais prótico segurar-se o risco de incêndio
gação do lei de cosseguro, ficavam total e injustificóvel -
em
mente excluídas de sua distribuição. A lei de cossegura,
com a cobertura dada pelo seguro transportes, c
obrigando a sua inclusão, veio proporcionar- lhe a opor -
qu e atualmente é permitido, conforme observare -
tun idade de participarem
•c•uo )
de !ois reguros, contribuindo
armazéns de corga e descarga em conjunto
oporrunamente.
poro que os seguradoras nacionais se tornassem conhecidas daquela s firmas, captando sua confiança e, mu itos vêzes. até mesmo suo preferê ncia .
REVISTA DE SEGUROS
( 3)
En·tende-se por seguro especifico aquêle em que é discriminada
a
importância · segurada
para
cada
39)
COMPANHIA DE SEGUROS
PREVIDENT·E INCÊNDIO E TRANSPORTES
! lI
i)
! )
I 872
I
l
Capital e Reservas mais de Cr$ 12.000.000,00
~·
DIRETORIA: Dr. Hermano de Villemor Amaral - Presidente Manoel Pereira de Araujo Freitas - Diretor Mauricio Dias Reguffe - Diret or t~E RENTE GERAL: W aldemar Gameiro
!
•
1
l li li
a1i
.A_
1
GÊNC IAS:
:l1
RECIFE:
SÃO PAULO:
'1!
Uzina (atende S A . Rua do Apolo 107 - 1. 0
Carlos Wild S / A -- Com . e R e l'r. Rua 15 de Novembro, 197 -- 1 ° and. End. T e l. Zíza
'i/
-
Recife
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BAHIA:
CURITIBA:
L
Irmãos Oliveira Ltda. Rua Belgica, 1 -- Salvador End. Tel. Reunidos -- C. Po stal 1219
Gabri,.l Leão da V e.il!'a Rua J oão Negrão, 1359 End. Tel. Veiga -- Caixa Postal 8
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BELO HORIZONTE :
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11
il
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B
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Representar,te no Estad o do Ri o de Janeiro : BANCO MERCANTIL DE NITEROI Rua da Conceiçã o, 53 - Niterói
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I
Séde: RUA PRIMEIRO DE MARÇO, 49- Rio de Janeiro
1
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Edifício Próprio
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TELEFONE 43-4935 -
REDE INTERNA
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EVI STA DE SEGU ROS
393
~·-·-·-•• --·-·-·-·-·- - -·-•- -•-••••- -·-·-·-·- -·-•- -•- - - - ,..a_ O.
Sé d e: Rua Brigadeiro Tob ias, 356, 7. o andar São
Paulo 2.-7116
J 2.-7162.
TE L E FONES:
2.-7180
1 2, 312.0 Coixo Posto! n.• 2.64 - A
-
End. Teleg. "PO~SEOUR.ON
CAPITAL SUBSCRITO E HEALIZ ADO : Cr$ 5.000.000,00 OPERA FOGO -
TRANSPORTES
EM SEGUROS
DE:
RESP. CIVIL - ACIDENTES PESSOAIS AERONAUliCOS
. DlRETORIA :
}
Dr. José Alfredo de Almeida Dr. José da Cunha Junior Vasco Santos
AUTOMOVEIS
Presidente Vice-Presidente Superintendente
SUCURSAL RIO DE J A ~ElRO - Av . Presidente Wilson 198, 2.•, s/201/202- Te!. 42-9172
Representantes nas seguintes C1pitais:• PORTO AlEGRE CURITIBA FlORIANOPOUS SALVADOR RECIFE JOÃO PESSOA FORTALEZA BELÉM MANAUS
·-·- ·-·-·-·394
-·-·-·~-·-·-·-~_._........_._._·-·-·-·-·-·-·-·-·-·-·FEVEREIRO
DE
--· 1950
o
Companhia Naufrágio da « Metropole >> Nacional de Seguros Gerais RENATO DE ALENCAR Especial para a REVISTA DE SEGUROS
Nenhuma companhia de seguros no Brasil foi fun dada com tanta probabilidade de êxito como a « Metró pole». A.s
carta~
patentes para operar no pais dataram
de 22 de Dezembro de 1934 e a Companhia inaugurada
loção entre a séde e sua s ag ê ncia s, inspetorias, superinte ndê ncias,
eminentes, a começar do seu presidente, Dr. F. Solano Carneiro da Cunha. As seções técnicas também estavam sob a direção de pessoas conhecedoras dêsse rama de negócios, funcionórios probos , cultos, vindos de grand es organizações congêneres nacionais e estrangeiras, o qu e
não dava à equipe da « Metrópole » nenhum aspecto de im provisação
amadorismo .
e
j6 registrado nos anais do instituição ne ste país. Em 1 O meses e nove d ias de at ivid ade realizou a « Metrópole » o vultoso
movimento de
2 . 028
propo stas VIDA , com
um capital a segurar de Cr$ 54.660. 000,00. Recusadas
204 propostas, vê -se que o Departam ento Médico, unido oo Departamento de Produção , estava cumprindo o seu dever de bom selecionodor. Além das recusas, ainda se registrou a
1 55
sub-seleção, com
propostas suspensas,
dependendo de informa ções ad icionais . Ao encerrar o pri •eiro exercício, tinha a « Metrópole » , em vigor, devida-
mente pagas , apólices de Vida no total de 30.715.636 crureiros (àquele tempo mil reis), quando a mais importante das
Companhias
em
organismo
nenhum
congêneres,
em
seu
primeiro
ano de negócios , só chegara a doze milhões, sendo ainda
de ressaltar que o exercício da « Metrópole » não foi com-
segurados,
demoras , sem
mi s-
que
cresce
momentaneamente
sem
preparo biológico . A séde no Rio se mostrou
incapaz de receber o afluxo da periferia, sobrevindo o extrava samento,
a
confusão,
inundando-se as
margens,
como um rio que recebe agua de mais em suas cabeceiras,
sem dispor de leito suficiente para acomodar a afluência do ~
elemento s.
Desde o segundo ano, com
os
sinistros
da carteira Vida, o s dos ram o s elementares, a ação nem sempre proba
Por esse motivo alcançou a Companhia o maior êxito
banqueiros,
dia, sem
Com a « Metrópole» se deu o que, fatalmente, se dará
Da sua Diretoria faziam parte nomes de brasileiros
médico s,
turas d e carteiras, cada seção funcionando corretamente.
solenemente a 5 de Janeiro do ano seguinte; mas sómente em Março passou a operar e a emitir suas apólices .
corretore s,
ben eficiários etc ., tudo em
atuação de elemen~os
da concorrê'ncia , a
desarmônicos , a esperteza de muitos agenciadores , a demoro nos pagament .:> s de honorários médicos, a
dificul -
dade de inspeçã o do trabalho das produtores, o acúmulo do
correspondência
retoria,
as
prejuízos
da
mal ' vi stos desse ~
por
dete.-
só teria sua
centro,
muitos
que
saída
ex pan são,
certas
embora
não
na
Di -
cartei ro s,
lógicos,
compreendem
os
eram
o
ri tmo
isso f oi con co rrendo e se
perturbar a
uma
modificações
de
que,
enfim, tudo
para
as
exce ssivas
Companhia ,
negócios,
acumulando que
no
despesas
para
marcha da « Metrópole » a
crise
de
crescimento :
econ om izar o mais que pudes se
e
pô.· em dia tod o s o s seus probl emas intern o s e externos .
Infelizment e não se fez isso . Continuou a Companhia a exp andir- se, embora a de sarticulação fosse alarmant ~.
O acúmulo de caso s gangrenava -lhe o o rganismo , e ela se intoxicava cada vez mais .
pleto, pois que carrespondeu a dez meses e nove dia ; . Nas carteiros dos ramos elementares o sucesso não
loi menor tendo-se elevado a
arrecadação de prêmios
a mais de mil e cem contos de réis . Seu prestígio no Meio segurador estava firme, tanto assim qu e outra s con -
glneres aceitaram i nt ercâmbi o de resseguros e mantiveram No ano seguinte, além a
funcionar
das sete carteiras que en-
simultaneamente
em
todo
sua
curta
existência
mudou
de
séde
três
adversidades, com a criação do IRB (Instituto de Resseguros do Brasil)
em 1939 . Pelo Decrelo·lei_ que o
titu iu (n ° 1168 de 3 de abril daquele ano)
~ ns
o capital
do In stituto seria de 30 mil contos , cabendo às Compa -
troca de confidências indispensóveis ao negócio. traram
Durante
vezes. A crise , porém, chegou ao vértice da pirâmide de
o
terri-
nhia s em operaçõe s no pa ís, ou as que vie ssem a operar,
a cota de 30% daquele capital, na proporção do capitnl
t6rio nacional, criou a direção da Companhia, mais uma
realizado . Eram as tais ações da classe B. As outras , classe
oma,
A, seriam tomadas pelos Institutos de
a de Seguros de Vida em Grupo, fechando no
fim do exercício com um capital em vigor acima de 30
previdê~cia
social.
Começou aí o conflito entre a « Metrópole» e o IRB.
Mil contos e um mapa de segurados d e mais de 7 mil
No artigo 9 ° do citado decreto se estabelecia, obrigató -
pe11oas.
riamente, a pa rticipaçã o de todas as Companhias de Se-
Este o maior prematuramente
em
erro
da
Companhia,
superfície,
sem
isto
firmar- se
é,
crescer
em
pro -
guros d o paí s, na formação do novo órgão estatal, e r.o art. 29 declarava -se a penalidade para as que se re-
fundidade . Todos sabem o que é para uma emprêsa de
cusassem cumprir a
seguros a manutenção de sua correspondência, a articu -
tentes para funcionar no país ,
IEVISTA DE SEGUROS
lei : cassação de suas cartas pa-
395
Mas a « Metrópole» resistiu até ao fim. Dizia sua
de Seguros e depois, do IRB a partir de 1939, entrarem
administração, com muita lógica e justiça, que os 30%
em
de ações obrigatórias por parte das emprêsas de seguros
extroversões, sem críticos erradas e maliciosas, tomar- lh e
na formação do capital do IRB não deviam ser na ba se
o pul so e consertar o que ameaçasse enfermidade. Nado
do capital de cada um, e sim, de acôrdo com as carteiras
disso se fez. Abandonaram a Companhia, negaram-lhe
contacto
com
a
emprêsa
e,
sem
encândalos,
sem
em vigor ou suas arrecadações. Pela forma como estava
direitos
redigido o Decreto-lei, a
« Metrópole» , registrada com
patrimônio, denunciaram-na como relapsa , op:l·ntaram-na
um capital maior do que o de qualqu er das maiores Com -
como ré de um crime que não cometera, desprestigiaram-no
de d efesa, exigiram-lhe formação absurda de
panhias nacionais ia subscrever maior numero de a ções do
perante o público , como quem condena um criminoso sem
que poderosas e antigas congêneres, com capital declarad<:>
dar-lhe dire ito de expor sua d efesa diante de tribunais.
menor do que o dela . Na verdade, isso era uma incon gruência. O IRB , entretanto, se manteve firme. Nenhum decreto-lei vem modificar o caso beneficiando o ponto de vista da « Metrópole» que, dai por diante, passou a agir fóra da lei ...
Sómente quando já não havia mais remédio, intervei o o poder público; pa ra salvá -la? Não. Para acabar de matá -la . E esse mesmo Governo que invade a sea ra do seguro privado e
prejudica as Companhias com o
IPASE, emitindo apólices urb et orbi e não apenas a
O fato constituiu escândalo . A concorrência se apro veitou do episódio para desenvolver contra a Companh ia
Serv idores do Estado, como devia ser, resolveu o coso da Metrópole » punindo as Companhias do Ramo Vid a .. :
do Dr. Solano Carneiro da Cunha a mais desenfread o campanha de difamação. Não tardou que o próprio IRB, oficialmente, afirma sse em seus Relatórios anuais que o « Metrópole » não merecia confiança, dela não aceitando o Instituto negócio nenhum. (Cf. o Relatório do 5 ° Exer · cício, Publicação
n9
Qualquer agente de outra congênere, munido de umu E foi o que muitos fizeram . A Companhia co-
meçou
nos
a
agonizar. Com
riscos
guerra,
marítimos ,
sem
dar
a
sem
contas
a
guerra,
fazer
lançou·se livrement e
parte do
ninguem,
se m
« pool » estar
de
sujeita
à lei, ao IRB , agindo de mãos livres, como bem quís e e ntendeu . De quem a culpa ? De seus dirigentes? Não. Do Governo . O Govern o Federal é o exclusivo culpado de sse naufrágio da « Metrópole » . logo que ela começou a
manifestar sintomas de pletora de responsabilidad es
e d efeito para
orgânico, se m recursos
enfrentar a
crise,
era
humanos
d ever da
Governo cometeu este abuso inominável : distribuiu po ro cada uma das congê neres determinada percen tagem de carteira em vigor da « Metrópole» , no ramo Vida, e dei
31 , 1944, pag . 1 79).
publicação dessas , derrubava qualquer seguro da « Metró pole » .
A·o invés de assumir, sozinho, todo o onus do liq ul-dação e das responsabilidades flutuantes e em ser, o
e financeiro s
então
Inspetoria
xou ao léu da sorte as carteiras dos ramos elementares ... Est ão pois, as cong êlneres pagando por um mal que não fizeram . Tornaram -se encampadoras « ad nutum » , respon · pen sáveis por seg uros de vida de uma Companhia da qual es tavam proibidas de aproximar-se por lei do
Estad ~,
e é
esse mesmo Estado, esse mesmo Governo, esse mesmíssimc pod er oficial que encolh e os ombros diante de um êrro, d esí dia ou
negligência de interêsse público , e ordeno
a divi são do s d es pojos de sua vitima em estado de putr e fação , impondo -os a congê ne res como se es ta s fossem dep en d ê ncias da Govêrno, seções estatais, órgãos do poder público . E ainda falta ve r muito mais.
~='JIItllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllll[llllllllll \~!llllllltllllllllll llltlllllll lllll ltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllll~-~-~
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I I ~
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ATLAS Assurance Company Limited.
."
CAPITAL DECLARADO E REALISADO PARA O BRASIL Cr$ 1.000.000,00
~--
FOGO- MARITIMO- CASCO- TRANSITO- VITRINE
." ~-
Agentes: WILSON JEANS & CIA. LTDA. Av. Rio Branco 26 - A - 8.• Rio
"..
CALEDONIAN Insurance Company CAPTTAL DECLARADO E REALIZADO PARA O BRASIL Cr$ 1.500.000,00
FOGO- TRANSPORTES- CASCOS- ROUBOS- AUTOMOVEIS- VITRINES
I I 6
"= = ~
Agentes: WILSON JEANS & CIA. LTDA. Av. Rio Branco 26 - A - 8.• Rio
f.ílllllltllllllllllllltllllllllllllltliiiiiiiiUIItllllllllllllltlllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllll~llllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltlll
396
FEVEREIRO
DE 1950
.....
;::;
u
li i
Relatôrio da Reunião do Comitê Permanente da Conferência Hemisfêrica de Seguros 20 A
26
DE NOVEMBRO
HAVANA,
O Comité de
Seguros,
Perman ente
em
sua
da
Conferê ncia
reunião
realizada
Em
Hemisf érica em
Havana,
1949
CUBA
terceiro
com é rcio
lugar,
Cuba, de 20 a 26 de novembro d e 1949, determinou
sível,
é
as
maior
uniformidade
ba ses
para
o
_Seguros, a qual
Terceira
será
Conferência
realizada
de 8 a 14 de outubro de A reunião seguradores
misférica York, de
14
Conferência
a
de
1948 .
Permanente
A
lugar
do
para
a
reuniu-se
reunião
de
da
cidade
1946
1"
no
de 18 a 25 de Agôsto de planos
na
da
de
e a
25
Nova
segunda de
Conferência,
o
Co-
de
Bra sil,
de
Rio
Janeiro,
1947, a fim Cidade
a
do
se-
A
gunda Conferência Hemisférica de Seguros adotou cêrca d~
43
mité
os
resoluções,
Permanente,
necessários
cionadas
as
quais
com
foram
instruções
passos
para
resoluções.
A
o
enviadas
para
que
principal
ao
se
cumprimento
parte
e
mento
avarias,
Co -
déssem
das
da
men-
de
Em para
as
fim
a
obter
quais,
ação
em
sua
conjunta
maior
das
parte,
e
su ltantes
dos
Em
com
seus
tinham
seguros, a tros
de
Se-
objetivos ao
púb lico
pel o
OBJETIVOS
pora
ser
não
como
seu
sistema
gerais
realizado
da
de
de
como
governamental, de
incentivos
do lucros,
como
resultado
trabalhos
empreendidos.
Conferência
seguros
pedem
completa
que
liberdade
empreendimento
privado
como
livre,
e
emprêsa
compensações
da
realização
A.lém
disto,
utilizado
é
ajusta-
costumes
trabalhar,
juntos
e apreciação
pelos
necessário
financeiros,
para
cidadãos
procurar
possam
reforçar,
PROGRAMA
os
de
meios
prestar
paí s,
o
moio1
pelo intercâm bio de
res-
das Companhias de ou-
DE
Permanente
qual,
que
numa
um
sua
dos
PRAZO
sabia
LONGO
que
único
reunião,
simples comêço .
tarefa
era
objetivos
proceder
em
tivos .
o
trabalho
que
a
de
gerais
nada
O obter
da
se
poderio
Comité compreenuma
perspectiva
Conferência,
a
fim
de
forma
do s
móximo
do
a
que
fim
deveria
de
dar
ser
seguido
nos
cumprimento
aos
vin ~
anos
ditos
obje-
Sabia que para isto é necessária grande quan ·
tidade de estudo, investigação e troca de informações .
~
com
meritória
o
preciso
e e
que se pudesse, então, formar uma pauta para o m::>do
CONFERÊNCIA
negócio
ser
lugar,
Comité
douras, Os
usos
re-
estava em preendendo era um programa de longo prazo ,
dia
se permita
seguros
os
entendimento
solidez securatória
UM O
clara
DA
de
com
a
leis
países .
por
seguro.
AOS
de
cons eguir
coberturas,
Companhias de Seguros de cada
apôio possível
senão
CUMPRIMENTO
será
gráu
recursos
o
DANDO
país .
de
ao po:;-
múltiplos perigos da vida quotidiana .
pelos quais as
para
ao
modo
de
servir
simples
agenda,
Companhias
prestados
cada
pode
quinto
fazer
serviços
ocôrdo
lugar o
como
maneira
os
o
matéria
de
todos os países, para proteção contra os prejuízos re -
guros 'do Hemisfério, com o propósito de melhorar, ele geral ,
procurar
de
há mai s
do •eguro pelo público em geral, o que é, como funciona
para a reunião de Havana, consi stia no estudo dessas resoluções,
seguro
maneira
na -angariaçõo
quarto
aumentar
o
da
em
usos
estabelecidos em
de fazer os
México.
necessário
guladoras
He -
29
México,
Depois
pelos
prim eira 'Conferência
Maio
Cidade
Santiago do Chile
é a quarta realizada
teve
16
na
Outubro de mité
de Havana
Seguras
de
1950 .
do H e mi sféri o .
de
em
Hemi sférica
se
internacional
Assim, o Comité lançou as bases paro iniciar gran ·
de
parte
1950, êles à ser
dos
para
referidos
que
Terceira
realizada
estudos
fossem
Conferência em
do
ano
de Seguros , a
Chile
em
outubro
países
ao
clusivos, nem finais, porém , demonstrarão apenas o pro -
das
gresso obtido até essa data em cada campo de ação.
suas
necessário
companhias criminação
e
da
leis
reguladoras
para
e
assegurar
administração
do
a
restritivas
solvência
negócio,
sem
OS para
realizar os objet ivo s ge-
rais da conferência, é indispensável que haja o maior intercâmbio
possível
de
informações
Companhias de Seguros de cada as c.: mpanhios
investigações,
de cada
estudos
nhias de todos
os
e
país
aproveitem
progresso
demais
técnicas
ramo,
geral
países do
a fim o
entre
as
de que
experiência,
das
Compa-
Hemisfério .
serão
con ·
dis -
injusta .
Em segundo lugar,
não
de
1950.
limitem
relatórios
de
sôbre
serviço de seguro requer que os governos de todos os
mínimo
êstes
o
relatórios
Hemisférica
Santiago
Naturalmente,
durante
apresentados
Algumas
dos
NOVE
SUBCOMITÉS
resoluções• ad.:.todos
na
Cidade
do
México especificam a nomeação de su bcomités para es· tudá-las. guros,
Uma
nomeou,
resolução, até,
a
do
intercâmbio
individualmente,
deveriam formar aquêle subcomité . Havana,
ser
necessária
o
as
de
resse·
pe ssoas
que
Foi considerado, em
apreciação
de
tôdos
as
re ·
soluções por subcomités.
50 REVISTA DE SEGUROS
397
Diante dessa idéio, dividiram-se os
resoluções
da
IV . REDAÇÃO UNIFORME DAS CONDIÇ0ES DE COBER-
Cidade do México em 9 grupos gerais, coda um tro -
TURA
tando de temos de certa man e ira relacionados e cada
a)
grupo foi atribuído o um subcomité. dedicados ao estudo , pelos subcomités, das
luções
que
Permanente
lhe s
haviam
reuniu -se,
feira, sexta -feira
apresentados aos
sido
em
cada
plenário ,
na
qu;r;ta -
rítimo;
receber o s relatório s
agir
com
c)
estudos serão
atuação
realizados
de que
vário s membros
latórios
sô bre os
do
Plenário,
os
Conferência
d)
apresentem
regularização na
diversa s
dos
apólice de
prejuízos
segura
ma -
carga;
leg is lação sô bre a
se guint es
1950, a
no decorrer d e do
as
de financeira imposta aos transportes de pas sageiro s ou
s ubsequente
regem
legi sla ção sôbre a s limite s de responsabilida-
referên ci a
mesmos.
do
paro
de avaria gro ss o
Como resultado das recomendaçõe s dos subc.lmit ús e
país ,
Comité
e
que
Adoção das Regras de York e Antuérpia ern
b)
reso -
O
sessõ o
subcomités
regulamentas
atribuídos .
e sábado, poro
pelos
e
classes do segura em cada país;
Os primeiros três dias do reunião de Havana fo ram
E COSTUMES . leis
responsabilidade financeira
do s automobilistas,
sôbre códigos
fim
ou
trânsito ,
para
re -
de
veículos
motorizados .
a
prev e nção
de
de
trófego
acidentes
mesmos , em Santiago :
V . ENSINO SÓBRE O SEGURO. I.
RESTRIÇÕES
ESTA.TAIS
QUE
REGEM
A
INDÚSTR!A a)
SEGURADORA DE CADA PAÍS .
Extensão e métodos de ensino do seguro nas escolas primárias dos diversos países;
...., ,_' o)
leis e regulamentos permitindo que o Estado assumo qualquer função
Extensão e natureza do ensino do seguro rea-
universidades ;
lizado
leis e
dualmente e por suas associações;
regulamentos que criem e
le is
e
de
regularizem
d)
resseguros;
regulamentos
que
de seguros sôbre a
exijam
o
propriedade
dete rminadas companhias ou
privada
seguro
do
mais
livre
de
seu
companhias
de
seguros
indivi-
Estabelecimento de bolsas de estudo em cada
em
classes de com-
exercício
pelas
país poro estudantes de seguros .
colocação
VI . OUTROS
panhias, privando, destarte, o controlador da
d)
c)
com a exclusão destas;
monopólios
c)
Extensão e métodos de ensino da seguro nos
seguradora, seja em
competição com as companhias particulares ou
b)
')
b)
a)
ESTUDOS .
Progresso
e
métodos
usados
em
cada
país,
na celebração do Dia Hemisférico de Seguros
di-
14 de maio
reito de escolher a companhia de seguros no
a
qual de seje colocar seu
por ser dia
negócio ;
15 de maio de
(em
1950,
14 domingo), em reconhecimeniJ
Taxas e impostos que criem situação de d is-
a .) dia da inauguração da Primeira Con ferên -
crim ina.-
c;o
injustamente
contra
cer tas
cla sse.:.
de
a
c:mpanhias . b)
i! . RESTRIÇGE.' ECONÔMICAS ES'iA',·A;S.
~ eguros,
Hemisférica de
realizada
1-1
de
1 6 de Maio de 1 946;
Cr:aç u o
de
um
Bolet:m
Hemisf ~ r ; co,
Oficial
que mantenha as Companhias de Seguros de leis e regulamentos que limitam a di spon ibili dade de d ivisas e, desta ponhim
de
seguros
de
f~rma,
todos
impedem às com terer-~
pa ís
determinado
c)
livre acesso aos mercados de resseguros dos países d e economia restrito de divisas.
111.
INTERCÂMBIO DE a)
Unificação
direito
cont ;atual
das
diferen -
c)
Estatutos
Regulamento dos intercâmbios de seguras entre
e)
regulamentos
das
estado
de
livro
seguros
de
informáções
que
financeiro
de
cada
das
país
campo·
do
Hemis ·
proteção contra os
Prevenção
de
acidentes
do
trabalho
na
in·
PREPARO
condições
gerais
das
DE
DADOS
TÉCNICOS
À
dos
acima
PARA
APRE-
CONFER~NCIA
3'
SENTAÇÃO apólices Além
temos
citados, que foram
espe·
Investigação dos métodos mais eficientes para
cificamente
administração,
importantes foram sugeridos como dignas de ser abjeto
matriz cias.
398
um
ao
refira
PROVÁVEIS TEMAS ADICIONAIS PARA ESTUDO E
especiais das diversas classes de seguros; f)
de
se
P'> '' e
dos
associações;
a s companhias particulares de seguro privado Coberturas
par
dústrio .
d)
e)
a
mesmos;
paro determiná-los ;
de c"do
Hemisfério
Prevenção de incêndfos e
d)
Sistemas de tarifas e os métodos empregados e
da
féria;
tes classes de seguros; b)
países
Publ icação nhias
INFORMAÇÃO TÉCNICA .
do
os
acontecimentos;
de
uma
tonto
dos
escritórios
do
companhia, coma das
casa
agên -
de
estudo
ferência
mencionados
e
nas
apresentação
de
resoluções,
dados
à
outros
terceira
temas
Con ·
Hemisférica de Seguros em Santiago .
FEVEREIRO DE 1950
a)
Um
si stema
unifo rme
de
Contabilid ade
CO MI SSÃO
pa ra
ORGANIZADORA
CUBANA
t6da s o s Companhias d e cada pol s 1 b)
O Seguro Coletivo -
c)
cepção do Comité Permanente.
cionório s público s -
Recepçõ es larom
Oportunidade s de
on -
Quai squ e r
outra s
te ma < qu e
ADOÇÃ O O Com ité frenl o ao
o
• e•
Pe rman e nt e
deu
suj e ita
um
notá ve l pa S!o
rat if:capço
à
p e los
Constituição
cama
próticas
pelas
quai s serão
regida s a s futura s opera -
coletânea
de
regra s
ções da Conferência Hem isférica de Segu ros . Constituição loi adotada na sessão de encerra · 26
de
novembro,
e
foi
assinado
pelos nove delegados oficiais que assistiram à reunião . Houve longos debates Comité
sôbre o
Permanente,
para
em
Havana
e
a
ag ir
definitiv o-
Concordou -se que o
ass i natura
opo sto
pelos
delegados à Constituição ficariam sujeitos à subsequente pelas
as sociações
de seus respectivos
países ,
devidamente e
que o
vigor até que fosse obtido
do maioria
dos
dezoito
países
autorizada s
Constituição
entraria em
que,
escrupuloso
e
atenta
a
até
de
aos
oferecido
novembro, às
Nacional ,
pela
delegados
presidido
pelo
Sr.
luis
de
assistir
às
reuniões ,
porém,
que
perderó
Afemón,
eleito Presidente da
do s os Srs . A. L Kirkpatrick para Secretário e Dr. Virgílio foi
Ortega
Frier
anunciado
paro
Vice-Secretário .
combinou ~ se
e
o
O
programa
processamento
da
reu -
nião. REUNIÓES PLENÁRIAS DO COMITÉ PERMANENTE Realizou-se
o
sessão
solene
nhã,
o direito
fernóndez
O Sr. Fernóndez Alemón foi
têm
perco
20
dia
reunião do Comité Permanente em Havana e designa-
Havana , na segunda -feira, 21
haja feito
Organizadora
domingo,
19 horas, no Salão Azul do Hotel
de Seguros . Ficou também combinado que « o foto de não o
no
Seguros de Cuba.
não
o estatuto não será
Comissão
oficiais,
não haver firmado
razão poro que o pois que
p reparativoi
Presidente da Associação das Companhias Nacionais de
ratificação agora,
íntimo,
Cubano
Salão
ratificado
os
A prim e ira reunião do c.;mité Permanente foi um janta r
demonstrado seu interêsse pelo Conferência Hemisféric •• cu
e
AS SE SS0 ES DO C OMI T ~
autorização, que teria
mente com relação à Constituição. ato realizado
manei ra
à
uma
menta de sóbodo,
Membros do Comité de
ao aeroporto receber todos os dele-
q ue se rv iu d e ce nt ro d e operações poro o reunião .
res ·
lírio -
ratificação
obra
fara m o s ma is completo s e sati.totório s .
DA CO N TITU IÇÃO
adota r -
o
realizou
Todos o s plan os para o reunião foram executadoi
pectivos associa çõ es d e seguradores e m toda o Hemi s·
não
Cubana
g ado s oficia is , poro a companhó -los ao Hotel Nacional ,
ve nham
de
ou
Organizadoro
O s seguro s d e Fid e lidad e e Fiança pa ro fun -
d esenvo lvid o s p e lo s me mbro s da Co nfe rê ncia
Â
Comissão
mognllico e completo em seus preparativos para o re ·
g ario ção nos pa íses l a tino · am e ri cano s;
d)
A
vida , saúde e ocid.,n ·
te si
a
Nobre
do
presidindo
sessão,
Colégio o
Sr.
expressou
o
a
inauguração
no
de Arquitetos
de
~ovembro,
de
Fernández
êle
boas-vindas de Havana
de
Provincial
Alemón .
maior
prazer
pela maAo
em
iniciCJr dar
as
êste importante grupo, que
o caráter de membro fundador e não teró direito de
se reunia poro planejar as orientações e diretrizes que
voto até que se afilie à Conferência no qualidade dP
dariam
membro efetivo do
gunda
mesmo » .
Foi salientado o foto de que, até aquela dota , os
na
cumprimento Conferência
às
resoluções
Hemislérica
Cidade da México .
O
adotadas
de
Seguros,
na
Se·
realizada
Sr. Fernóndez Alemón sa·
gastos incorridos poro manter o Secretariado do Con -
fientou duas das referidas resoluções: ( 1) o do desen ·
ferência
volvimento do seguro continental
mércio
haviam dos
sido
Estado•
dos demais
países
de custear
suo
isto, foi
arcados Unidos ju sto
que, c
Câmara
que
julgavam ter o
porte
votado
pelo
e de
os
dever e c
tais
partir
de
de
desejo
despesas .
1
9
Co -
representcnt"'
de
Poro
janeiro
de
nacionalização
ferência , pagaria e
um
cincoentc
quota vofuntóric, anual, de du· dólares
e
que
o
gastos incorridos pelo Secretario Geral ferido ano de entre todos
os
ocôrdo com
a
excedente
dos
durante o
re-
1950 seria repartido proporcionalmente membros
eletivos
do
Conferência ,
de
arrecadação de prêmios direto s, perce -
nas
bases de inter·
resseguro, intercâmbio
de experiên ·
cios e unificação do Direito Contratual ; e ( 2) a realirmação
da
principio
adesão
sadio
O Sr.
1950, cada um dos países, membros efetivos do Con· zentos
do
St .
José
Martinez,
qual, ao dar as mau
a
do
Hemisfério
reunião apresentou
delegado
oficial
de
então o Cub.a ,
a
boas-vindas o êste grupo dos mais
seguradores
do
Hemisfério
Ocidental,
Hemislérica
de
Seguros,
assegurandQ
legrom as associações representados .
Deveró ser eslu ·
e estudaria a fundo as necessidades, aspirações e reo· !idades dos países dêste Continente, a fim de coope-
ri,ncia .
REVISTA DE SEc'UROS
de
operação
do
Conle -
de
de·
dado, em Santiago do Chile, algum método permanente despesas
sistema
qije
leso
as
do
pe~!J
bidos durante âsse período, pelos companhias que in ·
poro satisfazer
integridade
cha ·
importância da
Delegação Cubana se comprometia a lutar e
ao
privada
atenção dos presentes para a
Conferência a
seguradores
iniciativa
Presidente da
A.
destacados
dos
da
rar para o bem estar dos mesmos e de seus
iniciativa _,Privada
par~
o solução
problemas imediatos .
399
Em seguida , falando e m nom e do Sr. Mini stro do Comércio -
Dr. Jo sé R. Andreu -
usou da palavra
« No ssa Con sti tuiçã o de 1940 » , disse ê le, .« dispõe a
obrigação
es tatal
de o rie ntar a
o Dr. Pe dro lóp ez Dorticós, sub -secretário d e Comércio,
e m benefi cio do povo . . .
dando
os
vindas
aos
lhido
mais
efusivo s
visitantes,
Havana
a
no
interêsse
am ericana
no
va stíssimo
sando
veemente s
tantes
de libera çõe s
ga sse m gu ro s,
algum em
e
de
boas -
ciais
como
terem
esco-
para
sa tisfazer
su as discussões e pro -
maior
solidari edade
âmbito
a
do s
o
de
de
op inião
a
meta
int erex pres-
sua s impor-
que,
so lida riedade
Conferê ncia
à
seg uros ,
êxito
esperança
maior
dia
sua
da
voto s · pa ra
para
e
voto s
a ssis tê ncia e colabo ra çã o pess o n l
ofi cial ,
cominho
cordiais
como séde pa ra
metendo -lh es tôda e
e
agradece ndo - lhes
por
humana ,
Univ ersal
final
da
ind ividual
de
Se-
fal~u
entã o
ap rêço,
cordiais
de
em
nom e
da s
Deleg ações
agradec en do
boa s-vi nda s
tô da s
as
ex pressões
pronunciada s
pelo
Sr.
tão Presi -
<< . . rizou
p e la
tonto
de
vez
terra s
trouxeram pa ra
a
trabalho
essa
útil
q ue
de
base
110
que
n.ca ,
de
dia
com
mais,
Canadá
ao
de
se u
seguro,
para
seu
con seguir
fé fir-
do
A pós es ta
pa rti-
d e resseguro s,
Primei ra
qu e
pa ra
um almôço
fe sti vo, depois d ~ qual o Sr. Dr. Sérgio lui s Barrena , p rof ess o ,· d e Seguro da brilhante
apres e ntado
do
Universidade de Havana, p ro -
d isc urso .
pe lo
da
Dr.
O
D r.
Virg ilio
que
após-guerra
e
Barrena,
O rteg a
Reunião do Comité
d ~ utrinas
«o
que
Frier,
foi
Vice- Se-
Pe rman e nte, falou
dominam
a
determ inam
paíse s
evolução
as
o
mais
êste
das
econômica
principais
patrimônio
é
de
tal
obrig a ção
estatal
me)l fe . ~olítico s . çãc·
e~tatal
nômic9
e,
Nos
adquire no
de
natureza
tran scu rso
qu e
o
Dr.
o
a
econ omia
dem ocr ático s,
caráter do s
pu ram e nt e movim e nto s
Barren a,
o
crise
400
ocasião
Seguros,
a
econômica
e
agudo - ..
sua
se qu ênci a
no
a
seguros,
e
da
a
a ção
Segunda
iniciativa
iniciativa
sôbre
pre sente,
pod e
ser
os
lodos
tôdo s se u
ind; .
privada dJ
quando
co nce bida
e
o
estrutura
como
pirâmide
ângulos
ig uais ,
des-
vértice. »
terminar,
alto
o
Dr.
Barre na
manifestou
gráu
de
desenvolvimento,
conceito
do
ser
a . -espe-
humano
de forma
pos sa
que
oferecer,
em
todo s o s lugares e a todo te mpo, à grande massa de seg urad c s,
sob
o s esfo rç os
maio r prot eção e
do
iniciativa
individual,
a
solidez .
~ESSÃO Estiveram
DE
ENCERRAMENTO
Direto!
Geral
o Dr.
se~sã o
à
presen tes
manhã do dia
de
encerramento
na
26 de novembro, o Sr. Nelson Peloez, do
Depa d amento
~ eguros
de
de
cu ;,J
lu is Tomás Qu er!, Diretor Assisten te, que falou
mércio e do Departamen to de Seguros de Cuba, bem como e m seu
p ró prio , a
Havana, garantindo tâda a tu siàsticamente
me lhore "
os
voto s
sucessos
para
os
já
Fel ; cit ~ u
alcançados
futuros
e
trabalhos
én-
fez
da
os
Confe-
rênc·ia .
BANQUETE FINAL Com ité
Permanente
encerrou
suas
sessões
ao
meio dia de sá bado, 26 de novembro, havendo nessa noit e
magn ífico
Yach t
Club,
banquete
oferecido
i1acio'lol
Cubana,
presi dido
interve n-
ta mb ém
exerceu
social -e co-
Falaram
inoficialmente
cí cl icos,
o Dr. Virg ili o Ort eg a
inevi táv e l: ·
por haver
boa vontade em cooperar
c aux ilia r d e tâda e qualquer man e ira .
pre -
o
grande sat isfa çã o
sido realizada essa reunião do Comité Permanente em
utiliza . . .
Esta do i_nte rye m com o obj e tivo de d iminu ir os grand es de sequ_ilibri9s . econômicos
com
manifes -
Poder
consideração e
ori entar
pa íses um
di sse
como
mundial
feliz
O
autocrático s» ,
valece sôbre qualquer · outra a
por
do s
es tatal
solid ez de suas i nv ersões, jamais o f ez com
rel êvo
Poro
tações da intervenção estatal. « Nos
a ção
breve mente, ex p resso ndJ , e m nome do Mini stro Uo Co-
Reuniã o , o s pa rtici pantes foram
levad os ao Country Club de Ha vana
· novas
se nt ido ,
es fera
téc -
um sistema de res!l..:)g uro he m isf~rico .
a ch ego.· a
e~·e tário
surge fortale -
na
ran ça de qu e a In stituição d e Seguros venha a at in gir
d e amplia r,
seguro,
dos
ve mo s co mo
a
de
e
econômico -s o-
sua s
experiênc ia
vee me nt e
in~ercâmbi o
sua sua
se es perava íôsse d c;cnv ol v,do e aperfeiçoado d e forma
nunc;ou
nes te
d esenvol vi me nto
sua
p _ss ibil ;dades
ben s
p rofundo
desempenham ,
priv ada ;
cula rme nte med1onte um
os
Internacionais,
se u de se jo
as
do
1946,
bagagem
cont inuar
inicia ti va
junta me nte
ca da
o
d eve
-
de
re união :
mú
finalidade s,
ano
uma
na s Conferê ncias
convicção
o
americanas
con sigo
of erecer
pe lo
d es de
inquebrantável
altas
harmon izar
econo!1'1 ia
se o atividade seguradora sempre se caracte-
econô mica
Di sse o Dr. Bond e qu e, ao se re -
quarta
seguradf?res
car inho
dia s,
da
politica
individ ual
Hemis f é rica
p el a
can sando
ideai s
e,
do
sem
ação vo -
Instituição do Seguro .
guros, p el o Dr. Pedro láp ez Dortic ós e pe lo Dr. Pe dro
Chil e
de
Conferê ncia
reg ula<,
Saav e dra Alemán .
essenciais ,
vidual pronun ci ou - se, soli ci tando garantia s paro o mai or
Est ra n-
bem escolhidas, che ia s de e ntu sias-
trabalhadores ...
mais
i nt erméd io
Diant e
d e no ssos
fito
dente da Associa ção d e Co mpa nhi a s Nacio nai s de Se-
uni re m,
por
iniciat. va
che-
Conferência
o
dos
liberdade no desenvolvimento da
geira s, com frases e
cia l es tatal
co m
O Profess or Dr. Jorg e Bond e, Del e gado Oficial do
mo
individual , privados . .
a
nacional
satisfaçã o daqu e la s qu e confia à
luntá ria
cida
irren unciáv e l
sua s necessidades
seg uro s
ês te
Hem i sférico .
Chile,
a sp irar à
direito
econom ia
re conhecendo os seguros so-
de
pela
pelo Sr.
as
despedida
Comissão Enrique
funçõe s de o
Sr.
no
Canas A.bril , que
d iretor de
luis
Havana
Organizadora protocolo .
Fernández
Alemán,
Frier e algun s dos delegados e
o discurso principal d e de spedida foi pronunciado pelo S;.
Raúl
Godoy
Sayán,
em
virtude
da
ausência
do
Dr . luis G . Ago sti ni , da Comi ss ão Organizadora Cubana. FEVEREIRO
DE
1950
Mais de um bilhão de cruzeiros I Desde março de 1947, as responsabilidades da Corrponhio "Previçlêncio do Sul" para com os seus seg urad os, e.m número de 35.000 aproximadamente, sobe m a mais de Cr$ 1.000.000.000,00 ·(u m bilhão de cruzeiros) , por apólices de seguro d e vida em pleno vigor . Tais responsabilidades cons titu em
possivelme nte a maior, senão a ún ic a
incertos d o porvir, os 150 a 200 mil pessoas que vivem na dependencia dos que os fizeram ben e fip r oteção econômica com que p oderão contar, em d ias
ciarias d aquelas apo lices.
O pre za do leitor, - que naturalmente desejo, como todo homem de bem, garantir da melhor maneira nhece, porventura,
po ssivel o futuro dos seus
a s exce lentes
pode liberta-lo de tão
condições em
absorvente
que a
preocupação?
prazeirosamente informado, uma vez preencho o
Se
entes coros, - já co-. "Previdência
d o Sul"
os não conhecfl, se rá
cowpcn abaixo e o remeto
à sede ou a qualquer dos escritorios do
Companhia
de Seguros
de
Vida
PREVIDÊNCIA DO SUL Caixa Postal 76 - PORTO
Cx . Postal 30 BEU > HORIZONTE
·ex
Posta l 324 CURITIBA
ALE G R E (sede) (x. Posta 242-A SÃO PAULO
Cx. Post• I 898 RIO DE JANEIRO Cx . Post~ l t44 RECIFE
COMPANHIA DE SEGUPOS DE viDA "PREVI!J ÊNCIA DO SUL" Cx, Postal ..... Cidade de Peço
enviar .. me,
modernas
Nome ....................................... . Residênc ia (bem legivel): Rua
sem
modolidodos
compromisso, informações
do
seguro
do
..Idade ·······----- ---- --- -·· Est.
vldo
,&bre
dosso
11
mais
Companhia
civil ...................................
N.• ...... Estod ::~ ________________________________________ _
REVIS~A
DE SEGUROS
401
~~o.-n.-~o~n.-.o~ ll _.o--. n--. n.-.,, -. ,,. ~ ,..,. ,, ,...,,
The
H o me
Gr e a t
..... ,,._. ,, ._ ,~ ,,.._o.-. ,1 .-. n--. ,l..-.,, .- , ,.._. , ~ , .,_. ,,~
lnsurance
c o.
Ins•
c o.
American ~y
N EW
Sé de:
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I
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FOGO
e
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TRANSPORTES
! Agentes nos principeis Este.dos d o Brãsil
••• COMPANH IA IM\-\'JBILIARIA FIN ~NCEIRA AMERICANA S. A. Corretores de Seguros em Geral
PRAÇA PIO X, 1 I 8, 8" c 9" andares -
Cx. P. 548
. TIDLEB,ONE
(Edifício do Banco Boavista)
23-1785
I
I
------·----~~~~::::~~-·-·-·-· --··-·-·--·:-·-·
··-·-·-·-·-·-·-·-·- -·- -·-·-·--- -·-- -·--·--·------·----···--·------··, COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS
Capital Subscrito e realizado CrS 2.000.000,00 INCENDIO, TRANSPORTES, MARíTIMOS E TERRESTRES. ACIDENTES PESSOAIS, FIDELIDADE, VIDROS. AUTOMOVEIS RESP. CIVIL E AERONAUTICOS DIRETORIA : D . Hartencia Pinta Vicente
Rocco -
Antonio Auciello -
Presidente.
Superintendente Secretório
Vitor Marsala - . Gerente -Geral .
Sede: S A O
P A U LO -
Rua B.Hão de ltapetininga, 273-S.•
Fones : 6-2243 e 6-2453 Caixa Postal 4684- End. telegrafico : AUSEGE
Agentes gerais no Rio: - Angelo de 'Micheli & Ribeiro Ltda+A V . R I O B R A N C O , 2 O - :~ : - 4 3 - O O 1 2 402
. FEVEil E;RO DE 1950
Capital inteirament e realizado: - Cr$ 5. 000.000,00 Reservas: - Cr$ 41.971 .09 7,40 DIRETORIA: Dr. Victor da Silva Fre·ire, Presidente TJr. Naimurulo Carrut, Superintendente Dr. Anton·io Alves Braga, Produção Sr. Armando de Albuquerque, Secretário Dr. Gerard Combe d'Alma, Assistente da Diretoria SEGUROS: FOGO, TRANSPORTES EM GERAL, ACIDENTES DO TRABALHO ACIDENTES PESSOAIS, ACIDENTES EM TRÂNSITO, AUTOMóVEif:>, RESPONSABILIDAD~ CIVIL E AERONÁUTICOS
•
NOVO
COMPANHIA DE SEGUROS
TERRESTRES
E MARITIMOS
•
NOVO
MUNDO
COMPANHIA. DE SEGUROS DE ACI DENTES DO TRABAUIO
• ITAMARATY COMPANHIA 'NACIONAL DE SEGUROS GERAIS
s RUA
DO RIO
t ~
E
o
EI
CARMO , DE
65 / 67
JANEIRO
..............................................
IEVISTA DE SEGUROS
SUCURSAIS E AGP.NCIAS NOS ESTADOS
403
Contin·u o Progresso O montante da Receita de premios mensais e 1micos, anualmente verificada, mais o rendimento das inversões realizadas tem se apresentado ano a ano em .progressão 1!~C e ndente, demonstrando assim o continuo progrésso de KOSMOS.
Cr$ Em 1937 " 193S " 193U " 1940 1941 " 1942 " 1943 " 1944 " 194 5 " 194ü 1947 194 8
·
950.406,75 2.444. 755,40 5. 69'7. 266',35 G. 785 . 6'30.75 S.913.818,40 12.284. 0.79,00 18 ' 007. 633,30 30 . 882' 720,80 4 6- 699. 056,80 61.416.245,50 i8' 963 . .()'69.1 o 89 .759.330,90
Agradecendo aos Srs. portador•><; de títulos e ~o público em ge1·a1 pela acei. taç ão que n0~: vêl1l sendo di spensada, esperamos continuar a corresponder à con. fiança que !lOS foi depos·i tada.
Kosmos Capitalização S. A. Capital subscrito Cr$ 2. 000. 000,00 -
gllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllll~
"~
Companhia ele Seguros
E
Phmnix Psrnamoucana
i-== "~
Fundada em 1869 A mais antiga do norte do país Capital e Reservas além d e Cr$ 15. 000 . 000,00
= -
::::
=
... _::
Ramos
FOGO,
em
-~ ;_-
"...s ~
a E -
~
a
= ~=-
Edifício
Arnaldo
Bastos
(Edifício
Próp >io)
Avenida Guorarapes, 21 O - 2° andar. RECIFE PERNAMBUCO
RIO-
W~~Se~~sJ;:NS: ;CIA. LTDA .
4v. Rio Branco, 26-A -· s• andar. SÃO PAULO -
...~
COE & CIA. LTDA.
Rua da Quitanda, 96 Mantem ainda ag ências em
s•
andar.
todas os outros
principai s praças do pa ís.
-DAS-
g= .=. =
Companhias L'UNI ON -
... = = ~-
~
§
:...
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§
= II ~=-
de
Seguros
PELOTENSE -
VANGUARDA
Escritórios próprios à : -
E ==...
~
\~
AGENTES NO RIO DE JANEIRU
~ ::::
§
Séde :
.......
................
IH"*IMIMIII
g= Luiz Nunes & Cia. Ltda. ~ ~
que opera :
TRANSPORTES, ACIDENTES PESSOAIS RESPONSABILIDADE CIVIL '
~
Capital realizado Cr$ 1 . 200.000,00
RUA
VISCONDE
TELEFONES :
DE INHAUMA·, 1 34, Solas 219 e 221 -
43 - 1943
e
2.• pav .
23 -3033
Oferecem às Companhias de Seguros suas novas listas telefonicos paro 1950
Nós cooperamos para o progresso de todos que se ocupam de seguros.
I
Cooperem também para o nossa progresso, incluind o as companhias nossos representadas em suas distribuições. L'UNION
-
PELOTENSE
-
VANGUARDA
~lllllllllllltliiiiiiiiiiiiUIIIIIIJIIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIClllllll~ ~~-f~~~"ª"~"ª"~"~·!!:·~"!.!*~"ª"~"~~~-~-~"ª"~"ª"~"~"!.!*~..!.!·~"~.H '404
MARÇO DE 1951
BRITO
ALCINO O
f '
segurador paulista, a
cuja
pelos
frente
da sua estima, ' ao devotado lidador e o reconhecimento
seus elemento s
se
c
encontrava
do seu devotado esforço, quer no Sindicato da classe,
das Emprêsas de Seguros Privados e (apita Estado
de São
Paulo,
prestou,
no
dia
dêste mês, uma expressiva homenagem ao Sr . Brito, gerente-g er,a l da « São Paulo » -
que: na emprêsa de que é gerente geral .
7
Alcindo
Fez
uso
em
mimoso
qu e
Companhia de
forma
Seguros de Vida .
''
da
palavra , e
substancial
emítídoo
-
a
seguir,
substancial
na
agradeceu
o
homenageado, ·
discurso
-
profundidade aos
seus
mimoso
dos
amigos
no
conceitos
aquela
ma-
nifestação inequívoca de solidariedade, em que o esAs
homenagen s
almoço que d~
aristocrático
lando em ferreira
con staram
lhe fo i oferecido Automóvel
nome dos
do
Valle,
Copitalização », iniciais de
Club
daqu ela
da
qual,
após
ordem
geral,
sô bre
que
são
Dr .
algumas timidez
recebidas
na
uro
p íritc• de camaradagem
sêde
Capital,
Companhia a
de
data
homenageantes o
diretor
o
incompreensão cem
es pecialmente naquela
samento
fa-
de todos os
Adalberio « Com a
consideraçõe s
companheiros
de
ou
namenf (l
nossa
mesmo
certas
a
per-
firme s em sas
da
indispensável cooperação dos lutas
e
idéias ,
paz
de
sere-
Não há grandeza
estrada . espírito .
nosso rumo, em
nossos
prossigamos
Mantenhamo- nos
nossa moral
e em
nos-
es)
aspiráções .
celados, troçou o s dados biográficos e os marcos vito-
postos
por
possive l sem
iniciotive1
sonalidade da homenageada, de quem , em largas pin-
mais altos
o vee-
mPotc, e cálido apêlo que aqui transcrevemos '
« Prudên cia
que importem em inovações, passou a fccalizar a
ri:lsor. alcançados por ê le na
e de amizade afluia do pen -
presentes, terminando com
Senhoreo ! Prestais
vossa
homenagem
ao
forço paulista no campo do seguro e eu me sinto
sua vitoriosa ascenção aos
entre
hierarquia administrativa .
vós,
também
pai-o
prestá - la,
não
poro
re·
cebê-la. Transcrevemo s o
portante
discursa
seg uir os
proferido
palavra s iniciais do im-
pelo
Dr.
Adalb erto
Fe '-
Não estais prestando uma homenagem
reira do Valle ,
A.~
« Ei !;
a
razão
por
que
reunidos , o s representantes
nos
encontramo s aqui
tantes Companhias
legítim o s de
encontram
de Segu ros do
figuras
130 So -
e
realmente
gress(' um
um
dos
a
uma
um
do r.
se ..
nm
da
mercado
das
para
de
valores
suas
ex~oentes
e
tornar
de
riosa ,
fi -
bastava
este
elevação
lídimos
pauli sta ,
nossa
a s amigas
naquel e ato ,
1
as
do
Sr .
homenagens
sol idariedade
o
represen·
digna . e
Honro-me aqui
de
ser êsst:
consigno
os
que,
sufragios,
com
os
d es te
minha que
seus
modesto
tanto
operário
pela
vossa
do
me l.l.i
Brasi l.
enalteceram
o
seguro.
presença
e
recon -
pela vossa solidariedade, disposto a con ·· modesta
sou , -
ração sem
Brito )/ .
da
sua
a
mim
tínuar servi ndo ao seguro em toda a plenitude da
clas -
Brito
de
Companhias de todo o
fortado
af e -
Alcindo
e
representante
Engrandecido
de
com a
Terminando, aludiu o orador aos motivo s que con clamaram
f !zeram
agradecimentos às
con-
da capacidad e
Alcindo
construtora
nom n
individualidade s,
espíri to s da
mais
mundo
circunstâncias
ocasional
ond e
porta - vozes
marcantes
segurador
do
e
· só isto
autorizados
mai s esclarecidos t:los
paí s.
basta mais
reconhecimento
tuosa
Brasil
notabilí ssimas
nanceirc• e d e crédito do -
mim
tanto ocasional dos interesses de uma classe labo-
ciedade s de Seguros, onde figuram as mais impor-
s rt
o
pe ssoalmente, nem dela eu poderia ser credor .
rend e r, e
capacidade
com
o
espírito
magoa, -
-
otimista
sem
sombra
organiro e
o
co-
continúo satisfeito e em
paz
humanidade inteira I»
Associamo-nos,
com
o
máxima
satisfação,
às
ho -
menagens de que foi alvo o nosso amigo Alcindo Brito por parte do s seguradores paulistas .
As Companhias * . ------------------~
AUXJUADORA NORTHERN PAULISTA e outras E ntregam as suas in speções de n scos do ramo Incêndio
ATALATA
REVIMAR
à Procure
AVENIDA
conhecer,
tombem,
RIO BRANCO, 39
os
nossos
serviço!..
S . 180-1-
TE L. 43-3888
I
.......................................................... • U so dos
REVISTA DE SEGUROS
nom es
devidamente autorizado
405
~IIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIlllllllllllllltlllllllllllllUIIIIIIIIIIIItllllllllliiiiUIIIIHIIIIII[llllllll~
~ ~-
ª~
A " I N D E p·E N D E N C I A "
ª ~
~
ª ~
5
COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS Capital subscrito e realizado Cr$ 1. 500 .000,00
~
Sedé: Rio de Janeiro. Rua México 168 • 3.
=
::::
0
:
Telefone 42-4030 -
~
E
Eml. Telegr. : "lNDESEGUR"
=
Presidente :
C
;:;
o·
E
orelores :
-
=
~
::::
~
DIRETORIA : 1
5
=
ª ª ~ ª -ª "
" ~
VICENTE DE PAULO GALLIEZ {FERNANDO DE lAMARE I.UCIANO MARINO CRESPI LUIZ R. DE SOUZA DANTAS
-
§
"
~
~
E = ~ " E
SUCURSAL DE SÃO PAULO
Rua 15 de Novembro, 228 · 2. Superintendente :
-= E g
0 ••
Tel. 2-6894
OCTAVIO PUPO NOGUEIRA
"
~ ~
E E
Agências em Pôrto Alegre, Curitiba, B. Horizonte, Vitória, Fortaleza, Salvador, Aracaj ú, Recife e S. Luiz do 'Maranhão
;,'IIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIIUIIIIIIIIIIIItliiiiiiiiiiiiUIIIIIIIIIIII[llllllllllllltlllllllllllll[liiiiUtllllllllllllltllllllllllllltllllllllttllltllllllllllllltil
ABSOLUTA
SEGURANÇA
Autori~ada a fundonar no Brasil pelo Decreta n'
3 . 224 de 23 de Fevereiro de 1864. Capital e reservas livres declarados e reali~ados para operações no Brasil.
CAPITAL . . . . . . . . Cr$ 1. 000 .000,00 RESERVAS LIVRES" 2.000 . 000,00 Fundada em 1 845
MATRIZ
PARA
TODO
O
BRASIL
Rua Beneditinos, 17 - 3- 0 andTeleg.
fel. : 43-8995
ROYIN ~
RIO DE JANEIRO
(FOGO E TRANSPORTES) FUNDADA EM 1886 CAPITAL Subscrito e realizado Cr$ 1.500 . 000,00 RESERVAS Em 31 de DezemiJJro de 19'48 Cr$
970 .502,70
Agencias e Sucursais em todas as partes do mundo. AGENCIAS EM : Paró, Pernambuco, Bala, e Ria Grande do Sul,
Agencias na Capital Federal e principais cidades do Pai:;.
MARITIMO -
"ma~onas,
406
~
SEDE:RUA MARECHAL FLORIANO. 296 (sobr.) Caixa Postal. 173 End. Tel.: GAUCHO RIO GRANDE Estado do Rio Grande do Sul
FOGO -
ROUBO -
AUTOMÓVEIS VIDROS.
São
Paulo
FEVEREIRO DE 1950
o êste
Sob Comércio»,
Problema dos Pequenos Furtos
título,
desta
o
nota
que
Se
'do
~dornol
o
publicou
Capital.
a
tôdas
estas
condições
bilidade de roubo seria
seguir
fossem
realizadas,
a
p6UI
reduzida ao mínimo.
transcrevemos, a qual , embora calcada no que se passa no Inglaterra, tem perfeita aplicação ao ambiente bra-
A
sileiro, como o demonstra a série infindável de roubos
colaboração
o furtos
dedor,
de
em
mercadorias
trânsito,
que
os
jornais
estão fartos de noticiar e os interessados cansados de
convencida
está
Comissão
100%
de
importante
seria
progresso
com
.
uma
e o
ven-
para
di fi -
que,
de
fabricante
o
entre
obtido
cultor a ação do ladrão .
reclamar. Se
Eis a nota a que no s referi~ o s : -
bem
as
garem «0
roubo e
estoque
dial;
e
em
na
pequenos furtos de mercadoria s,
trânsito,
realidade,
constituem
os
um
prejuízos
em
houve
recentemente
estrangeiro
Associação
Comercial
poro
conferência
de
Londres,
são
um
problema ,
convocada
chefiada
pela
pelo
seu
Presidente , Sr. Frank Newson Smith _ Compareceram do
presentantes
Comércio ,
Ferro,
de Estradas de
de
autoridades
problema
em
e da
futuro,
com
o
mas,
intu ito· de
das
destino
sugestões
pelo fato
que
se
intactas,
fossem
de
quer
che-
aqui
nG
os
de
esqueça
na
são,
ou
realidade,
tão
serem
elementares,
simples, dão
se conclua
que
a
motivo
têm
somente
valor.
E' exatamente por êstes motivos que estamos cha mondo a
geral , ficando
estudar e determinar várias medidas , e, também , aceita r
idéia
remessa
re-
decidido que se nomeasse uma pequena comissão para
qualquer
da
possibilidades
O que o fabrítanle ou vendedor pode fazer: -
portuária s,
de Transportes Terrestres
Polícia . Foi examinado o
respectivo
ato
mais
Ingl at erra, quer 'no estrangeiro.
Muitas
sol ução
uma
ao
no
haveria
problema-mun -
no
maiores do que em nosso pois . Desejando obter uma
mercadorias ,
protegidas ,
diminuir
os
atenção dos mesmos .
Não
há
dúvida
de
que,
uma
organização
qu11
tem o trabalho de considerar os menores detalhes da maneira
de
encaixotar
despachá·la ,
terá
a
a
mercadoria
sua
e
do
sistema
dtt
recompe nsa .
roubos e pequenos furtos . Se
A comissão de coordenação era composta de representantes
da
Associação
de
Exportação ,
de
auto-
ridades do Cáis do Põrto, do Capitania do Põrto, do Instituto de guras do
Seguros
Loide,
de Rodagem,
de
da
do
Londres , do
Federação
Grupo
Instituto
Nacional
Nacional
de
de
de
Se-
EstradrJS
Exportação
de Estradas de
fato
a
de encaix otam ento e despacho
bastaria
de
explicar
cesso
dizer que o
Os
menores
ladrão
só
sã o
para o
não
atenção
refe·
no
pro-
das mercadorias,
pode trabalhar livre ·
uma oportunidade paro isso .
detalhes
derados dão motivos causas
insistência
recomendar muito
mente, se lhe é dada
pequenas
Ferro .
necessário
ao
em
Geral, da Comissão de Comerciantes de Transportes e
fôsse
rente
cuidadosamente
rouba .
devidamente
consi-
Um conjunta de
executada
é
muito
importante . Depois
de
um
Corr.issão
imprimiu
anotadas
sugestões
que
deveriam
exame um
ser
detalhado
pequeno
práticas ,
do
livro,
referentes
tomados · pelos
assunto,
no
qual
às
a
foram
precauções
Comerciantes ,
para
Uma ou
trovioda tud·~
resguardar suas mercadorias contra os pequeno s furtos . O pequeno
livro,
esclarece que a
o ponto fundamental caso,
cadorias,
mas,
na ocasião
de
mercadoria
era
preconizado a oção
a
no fim à
de Setembro,
conclusão de que
ser considerado
não
da s providências que poderiam
sômente o em cada
publicado
comissão chegou
do
mercadorias
no nos
que
transporte
e
e
na
despachada .
a
ladrão ,
forma seria
estivessem
bem
das
maneira Foi,
de
se
de
a
insuficientemente
marcada
tem
possibilidade de
ser ex·
que
maior
quando
bem
acondicionada,
e
seguros:
-
E'
bem
conhecida
o
de material poro embalagem, sendo difícil oi-ter
quantidade
Todavia ,
se
suficiente deve
para
insistir
uma
pelo
execução
uso
de
perfeito .
material
etd1f
quado .
mesmas por
A recomendação de uma
-
que
a
plicato ,
acondicionadas ;
que que
as não
po.rlem
sequentemente
causar
o
um
desvio
carregamento
de
destino
dev~
feita
com
caixa .
letras
Este
grandes , cobrindo
sistema
evitará
que
a
con
marcação seje das
ladrão
demorassem nos pontas de embarque e se evitasse que
a
outros dizeres, s6bre o enderêço existente .
reconhecimento .
marcação; ou então seja colada
um o
errado , e
certo .
Quando possível, é preferível que
de dificultar
ce rti ficar
marcação perfeita ,
sempre ser lembrada : marcações mal .f eitas ou em du
o conteúdo dos volumes seja de fácil REVISTA DE SEGUROS
sobre·
quando ela é armazenada . Embalagens
falto
mer·
imediatamente,
mai s acertada a
tão
do
repregada,
ser tomadas
armazenagem
acondicionamentos
remetê·las
era
caixa
documentada,
lados
da '
modifique
uma etiqueta, tOII!
407
, Recomenda-se Standart que
aos
Inglês -
recentemente
ser
adquirido
foi
na
Stondardisação
exportadores
Embalagem posto
secção
em
de
Inglês » ,
que
Código
30,
do
da
dade, esconder um volume pequeno, esperando a oportunidade
podendo
« Instituto
rua
·O
1 . 133
C.
circulação,
vendas
n.
consultem 8.
dt•
Gullingham
Londres .
roubo,
sito,
ocorrem
dificulte
a
utilização
qualquer
de
tentativa
caixõe s
de
estandardizat:at
mercadorias
,enham
!orçado o
mais
encobrir
o
reconheci ·
das
caixas
não devem
de
fácil
extração,
deve
ser
dis.
muito destacadas , . indicando o
con ·
poss ível .
As marcações
devem
ser
evitadas
ser usadas frases ou
Pontos de notória a
necessário
a
Com de
e,
importância importância
de
na
os
uma
exportadores : embalagem
segura
A utilização quanto
outro
recurso,
de caixões
possível; é
essencial
caixões estão bem
resistir
às
dagem
mos,
dos navios As
por
e
o
roubo
ser evinão
haja
se
êste!>
verifique
de a
ferro
ou
descarga
de e
ro -
de
os
volumes
uma
em
trân -
infinidade
às
a
um
considerações manter
alcançarem
o
portância A
deixam
as
ponto
manter
são
cloro
despachos
recebidos
arames
para
ou
em
isto,
é
de
muitos
embarque
em
barril
dos
caixas
pode
outro
que
espaço
é
navio
colocar
também para
carta
sejam
corre·
êste
para
é
procedimento
entretanto,
é
armazenar,
no
comum
preciso
lembrar
pôrto,
foi
da ·
esperado,
atracado
as
do
ocasião
ainda
num
local
para o
na
esteja
volumes
fora
e
ande
que
recebendo
lugar
de
pôrto, para em
sem
um
carga,
segurança
deva
ser
e
carregada
bardo . A.ssim, pode acontecer que a mandou
com
tanta
retard ado
portanto, obed ece r
ou
carg'a que o expor-
antecedência até
tenha
o
risco
de grande vanta gem
para
estritamente
corra
aos
horários
o de
se~o~
não
o expor-
previamente
esti pulados para embarque de cargas .
o r;
im -
cont eú do
VO ·
Emb~ra
Exatidão na confecção dos documentos -
at é
volumes
não
dos
devam
mesm os ,
raridades
do
cadorias ,
paro
pôrto
ter
estampada
torna -se
sejam
tomar
legenda -as se forem
as
a
necessário
inf ormadas
natureza que
sôbre
as
as
mer-
proviàência s necessárias,
fáceis
do ou ·
pro·
de roubar .
fráQ,
ser obtida ,
em
mesmas
ainda
cecessidade
movimento
que
de
de
as
da
mercadorias
Estas
ordem.
segurança
arcos
tem
etc.
há
em
por
~rovodo
Maior
vezes,
frio,
que
se mpre
destino ;
tem
papelão .
passando
de
os
experiência
de
bem
encomendas
das
chuva,
que
as
lugar .
navio
em barcar .
muitas
não
carga com segurança .
é mais frequente, especialmente no
calôr,
de
têrmas
enviam
mercadoria foi enviada
e mborque
embalagem ,
cumprir os
Se a
são
intempéries :
exportação
hora previamente es-
pouco lugar para acomodar a
t
Todavia,
para
guerra; existe, portanto,
tador
resistir
de
exportadores ;
muito
estrangeiro .
geis
carga
à
nificado e d estruí do durante a
tador
danificar
carga
exportadores
esperança
os
carga
de destino .
oportunidades
maiores
se
aguentar
portos
deve
quando
não s'õ mente porque devem
estrados
também nos
usados
que
feixados
viagens
já
entretanto,
a
intenção os
Compreende-se entre que
para
que
gados em primeira
assiM .
bem
reclames que possam
a
crédito,
expo.rtação .
tada
lumes
devido
tipulada .
cedo ,
chamar a atenção dos ladrões .
de
quando,
sej a e ntregue no pôrto antes áa
menta do respectivo conteúdo, quando os mesmos con
para
As oportunidades para o
não sOmente quando a
mas, també m, E'
E'
retirar-lhe o conteúdo .
de motivos, a carga fica parada .
Embora
teúdo
para abri -lo e
Movimento de carga -
tôrno
dos
O !>
documento s de exportação devem conter tôdas
i nformações
precisas
à
referentes
mercadorias .
volumes. Ter A
publiCidade
de
certas
convite permanente para
mercadoria chegue ao
ordem,
a
caixões
ter
o
vasios
de
as ladrões .
que a e
tipos
reclame
seu
do
o u cheio s
caixões
E'
muito
um
melho r
d estin o e m perfe ita
fabricante
de
é
nos
As
autoridade s
da
reclames
do
tipo:
cesso deixa o Não
há
« mais
ladrão a
dúv ida
de ac6rdo com a
de
408
o
que
para
rou bo ,
em
esfôrço
interess ados pa ra
se
juntados
e despachados com que
pa ss ível
na s mãos
do
qualquer
devem
certificar
maneira
tamanho
ladrão,
acontecer
vagõe,s
que
exporta ção » .
do.cumentas Demora
na
da ex-
seguros, cau-
pode
mo strando grand es
d e claram
movimentados com
po is o
exatidão .
volume s
~ste
pro -
par do conteúdo do vagão . o
de que os
com
época .
etc.,
Todo s os
volume
mercadoria encaixotada .
quenos volumes sejam
favorecem
pôrta
certeza
feitos
ções ,
pedras .
êle chegam
a
são
pedição de documenta s de exportação
ximo
da Estrada de Fe rro a
sem pre
exportaçã o
Embora pe -
maior rapidez .
pode , com
se mbara ço Sãc•
está
facili -
ferência dre '
e
a
logo essas
mercadoria
que os
convo cada cuja
da
a
máxima
ao
divulgação
mó·
menor
tempo
facilitar o de-
destino. resultantes
Associação Comercial nos
o
brevidade , de
no
para
recomenda~ões
pela
fazer
o s documento s são
chegue
recebedor, chegue
entã o
se
parece
útil
ao
da
con •
de lon · nosso co-
mércio. »
FEVEREIRO DE 1950
M E·M O R A B I L-I A CURIOSIDADES
SÓBRE
O
SEGURO
DE
VIDA
ta r-se a
mais longe passível daquela peça mortuória .
Mas, ao fim Sob
êste
titulo , -publicou
o
« Circular Compinter» ,
de algum tempo, o passageiro que
se
havia
em seu n 9 107, alguns dados curiosas a respeito do se·
Of
mais fresco,
guro de vida na s Estados Unido s da América do Norte ,
que esta chuva não para mais?
d*
o• quais
foram
extraídas
de
uma
e dição especial
·, .' No
« cau~a M mortis >> ,
à
tocante
por
exemplo,
reve-
levantou a
tampa
e indagou: -
Será
Os doi s outros passageiros, convencidos de haver
da
Weekly Underwritter » , dedicada à experiência ge· raJ... a seguro naquele pai s.
metido no caixão, tendo querido respirar um
ouvido falar o morto, pavor
e,
tomados
soltaram
de
um grito uníssono de
pânico,
lançaram -s e
ao
solo,
quando o auto em plena velocidade . No
la aquela publicação que as martes por acidentes che -
hospital,
para
onde
foram
transportados ,
o'
garam a alcançar 27% de todos os casas fatais regis-
estados das vitimas até a hora em que fôra redigida
trados .
a
Em
segunda
lugar
situam-se
as
moléstias
seguind~-se - lhe
sistema das artérias coronárias ,
da
notícia, eram
considerados desesperadores.
imediato-
mente outra grupo de doenças do coração, inclusive apo-
ESTAMOS VIVENDO MAIS ...
plexia e desórdens circulatórias. Segundo
A pneumonia desceu a menos de 1 O%, acreditando-se que devida,
em
grande
partt,
ao emprega
da
Mr.
John
Barth, atuário
consultor
penicilina. O câncer e outros tumores malignos, nevrites
vida
e doenças do aparêlho digestivo colocam -se Ioga após,
supol',
com 7%
dentro de poucos anos, outro aumento Igual.
e 5%,
respectivamente.
No tocante à maiores
de
30
anos
apresentou
maior incidência,
con -
v-.1 declínio na mortal;dade das pessoas de idades com · preendidas entre 11 O feriot cios
maior a
pêso
1 O anos,
falecimentos
humana
recaiu
nas
registrados,
de
idade
in-
1 I 5 da total
de
seguindo-se-lhe
o
um
os
em
indícios,
média, que
sendo
se
de
alcançará,
sonho, diz êle, predizer que a
vida
quem se ri desta predição é comparável aos que troçavam do possibilidade no navegação aérea . O
crianças
1 O anos
todos
humana poderá atingir a 300 anos, acrescentando quo!
e 20 anos. perfazendo cerca
cresceu
segundo
Não é
idade, o grupo correspondente aos
tribuindo para isto a circunstância de que houve nota·
legal
de seguros dos Estadas Unidos, a duração normal da
segredo da
menta:,
na
longevidade estó
dietoterapio
e a
tantos
no regimen ali· outros
ramos
es-
pecializados da ciência médica .
grupo
de 41 a 50 anos. Atrás deste grupo vêm os grupos de
CONSEQUÊNCIAS
DO
CANCELAMENTO
DE
UMA
PRO·
JETADA VIAGEM
21 a 30 e de 31 a 40 anos, apresentando resultados uproximodamente iguais. O grup:> menos atingindo toi o das idades entre 11 e 20 anos.
A enfermidade de que foi acometido o rei Jorge VI da
A QUEM CABE A RESPON $ABILIDADE PELO ACIDENTE ?
Inglaterra,
em
1948,
custou
ao
seguro
britânico
250 . 000 libras esterlinos .
uma soma calculada em
Muitas das firmas do império britânico, fabrican· Transcrita do « Figaro » , de Paris, publica «Tribun e Digest », a seguinte notícia, transmitida de Roma : -
«0
auto -ônibus que faz o serviço entre Farli e a
pequena localidade de Pievre di Riveschio, estava pronto para
partir, arquicompleto .
No
último momento chega
um passageiro retardatário, que, na impossibilidade ele
tes
de
bandeiras,
assim
como
tação,
que
galhardeies,
emprêsas estavam
de
adornos
iluminação
interessadas
na
e
e
bri-nquedos,
de
ornamen ·
malograda
visita
dos reis da Inglaterra à Austrólia e à Nova Zelândia, haviam
feito
seus
seguros
contra
os
prejuízos
que
lhes adviriam de um eventual cancelamento da viagem,
encontrar um lugar no interior do veículo, subiu para
o que veiu, afinal, a suceder, dando lugar, assim, a
o teto do mesmo .
que
Chovia . locado
um
entregue a
Mas no teto do auto -ônibus haviam cocaixão
de
defunto
vasio,
que
devia
abrigar'-~e
firmas dos
seguradas
prejuízos
fosesm
devidamente
indeni-
sofridos.
ser
uma família de Pievre . O passageiro não
hesitou . Meteu-se dentro do caixão e baixou a tempo para
as
_zadas
O DESENVOLVIMENTO DA AVIA-ÇÃO NA AMtRICA DO NORTE
da chuva .
Alguns quilômetros adiante, dois outros passagei-
Antes da
entrada
dos Estados Unidas
na
última
ros subiram por sua vez para a teto do carro . À vist"
guerra
do caixão, êles ficaram um tanto contrafeitos e pena -
vegação aérea interna, que tinham a seu serviço cêrca
lizados .
de 300 aparelhos, na maioria da marca Douglass DC-3 .
Descobriram -s e
REVISTA DE SEGUROS
respeitosamente
e
foram
sen-
mundial,
contava
êle
dezesseis
linhas
de
na-
o409
No ano d e
1948
essas
~: m
linhos tinham
operaçõe s
fe partição es tatal, autorização poro o p erar e m seguro , .
cêrca de 900 aviões , nat uralm e.nt e de tipo s mais aper -
Em que ficamos? ...
feiçoado s e de maior capacidade d e tran sporte, na suo maior parte das marca s Const e llation e DC -6 pa ra 5 0 e 60 pa ssage iros ou das marca s Canva ir e DC-4 pa ra 40
pa ss age iro s .
pas sag eiras médio
Foi
de
13 . 000 . 000
transportadas em
« p er
capita »
de
o
1948 , com
462
milhas ,
núm e ro um
pe rcu rso
cont ra
apena s
4 . 000. 000 e m 1941 . A capa ci dad e de tran s po rte da frota
aérea
ness e
d ecurso
nort e- am ericana de
tempo
cresceu
enqu anto
de que
cinco a
NfVEL
de
cresceu ap e nas d e 3 1 I 4 .
DA
no s
Es tado s
de vida,
de quatro déci mo s na du -
acréscimo
em re lação ao
te nha
sido
Verificou-se, en tretnto, um grande d eclínio na mor-
víncias ,
r~odo entre um e quatro anos .
(não
apartamentos),
idade, de sde
mortalidade infantil , para crianças aba ixo de
talidade
residenciais
d ecr és~i mo
um
um ano d e idade , ating e ainda a mé dia de 3,5% .
« S . B. B. » , de Cuba , uma da s e mprêsas d e capitaliza ;;õo casas
ano ant e rior .
ob sl'rvado
construiu naquela Re publ ica, em diversa s d e suas pro 426
para 67 anos,
mortalidade e m todo s o s grupos d e
1940, a
pela no ssa col ega
UNIDOS
e statí stica bas eada na propo rção d e mort es em
A
na
~;>ublicada
ESTADOS
Un ido s .
1948 , mostra um ração
O VALOR DA INICIATIVA PRIVADA
NOS
recentemente compilada s pelo
Departamento de Saúde Públi ca do s Estadas Un ido s, o
Conquanto
Segundo uma notícia
VIDA
es tatí sticos
n ível médio de du raçã o de vida subiu
veze s
utilizaçã o
MÉDIO
Segu ndo
infantil,
en tre crianças compreendendo o O
pe-
menor í ndice de mor -
achando-se em construção na época em que o o fato foi
talidade se verifica na idade compreendida entre cinco
noticiado mais 74 unidades, perfazendo o total d e 500 .
e
quatorze
anos .
Não resta dúv ida qu e essa emprêsa está contribuin do intensamente para a que, lá
como
solução do
aqui , as sumiu
probl e ma
proporções
resid e ncial , CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO DO CANADÁ
alarmante s.
Segundo dado s publicado s
recentemente
pelo
D;,-
pa rtamento de Esta tíst ica do Canadá , a população dê»e paí s, em 1 9 de Junho último, havia ating ido 13 .545 .000 habitantes, representando um aumento de 662 .0 00 sôbre DECLARAÇÕES DE UM CHEFE DE ESTADO A PROPÓ~ITO
os
cálculos
efetuados
na
mesma
data
do
ano
an-
terior .
DA ESTATIZAÇÃO DO SEGURO
~s se aum e nto excepcional é atribu ído a três causa s
A « Revista Espanhola de Se gu ros » , de Mad ri d , em seu número de Abril do ano pa ssada, publ icou a s se-
prin cipai s: à
União da Terra Nova, com 348 . 000 ha -
guintes declarações do Presid e nte Peron, da Argentin a ,
b itantes,
à
Confed eração ;
225 . 000
(342 . 000 na scimentos contra
po•· ocasião da visi.ta que lhe fizeram as
segu rad ~ res or-
ao
aumento
natural
de
117 . 000 fale -
cimentos) e à entrada no país de 125 . 000 imigrantes .
genti'nos : -
Nesse « Sou partidário do seg uro totalm en te particul ar
mesmo
deixaram
a
De po is
e me te nho oposta sistemat icament e a toda in -
per íc do,
pátria
da
cresce ndo num
tenção de sua estatização.
guerra,
ir
a
de
viver
30 . 000
popula çã o
ri tmo considerável .
vem
O aumento do ano
pas sado
comparad:> com o de 301 . 000, e m 1948 , de 275 . 000 ,
nem
que
passamos
companh ia
ter
de
ag e ntes
seg uro s,
esta tai s
de
e m 1947, e d e
se m contar
188 . 000, em
A população da Terra
seguro!.
Não
314 . 000 ,
pa íses .
do Canadá
Não creia, na realidade, que o Estado posso uma
de
canadenses
e m outros
converter-se
em
foi
cêrca
pa ra
me convença porque conheço o que se
d e 26 . 000 no perí odo de
a
Terra
Nova,
1946 .
Nova
acusou
1945 a
o
acré sci mo
1949 .
tem passado em outros países. Estive no Chil e . na ltalia, em várias partes onde as seguro s têm sido totalmente do Estado e sei que são mau s serviço s.
sado a
Te nho - o s observado
respeito com
e
VISANDO
mu ita gente e entend o
que francamente o troca não nos seria favoráv P.I .
vem
de acôrdo com a
riências · feitas
minha impressão pe ss oal » .
sendo As
i esta a opinião do Pres ident e Peron. Não o b s -
tante, a Superintend êlncia de Seguros da Argentina, e r.1
SEGURANÇA
aparêlh o
empregado
provas
ad equada
de
NOS
provas
VÓOS acionado
po r
um
o
nos
Estados
para
maiores
já
mo straram
corpo
humano
Unidos
garantias
qu e tem
com uma
de
em
expe -
vôo .
uma
proteção
resistência
ao
cho·qu e ba stant e con si d erá ve l . O aparê lho é montado sôbre uma
resolução datada de 1 8 de Maio do ano pa ss ado, isto
é, 1após a s incisivas declarações acima transcritas , con-
lisa
ceaeu à « Caja Nacional de Ahorro Postal » , qu e é um<>
hora
4l0
novo
foguete o qual dupl ica o efeito dos acidentes de av ião,
'
~
MAIOR
Um
conv er -
a
velocidades send o
a
superiores
marcha
a
dim inu ída
384 por
rampa e das quilômetros ,por meio
de
fre ios
FEVEREIRO DE ' 1950
IV -
mecânicos . Por meio do variação do contrôle dos freios
vendas ; e
e do fôrça propulsora do foguete é possível produzil controlado s~
um decréscimo nas acelerações devidamente
à
razã o de 5 o
por
inclu sive
50 vezes o fôrça do gravidade ou
rém
seja , 5 o 50 G, como é geralmente chamado . se
Poro
conseguir
uma
baixo
de
pulsar são diminuídos em
a
elemento
de
marcho, de uma velocidade
A sensação que o piloto de provas experi -
limitando essa compet ê ncia
a
consignações .
lista
ao
fazer
quilômetros,
Os
que
uma
numa
experimentaria
parado distância
voluntários
do
brusco, de
Fôrça
um
num
três
automobi -
corro
o
produtor,
conforme
pe -
o
de -
para
decretar impostos , na espécie, o fez ,
Reportando os
terminaram
à s operações de vendas e
75
metros .
Aéreo
po-
Portanto, a Carla Magna, se outorgou aos Estados
segundo .
mesrAa
isenta,
ope ração_ do
fine a lei estadual .
competê ncia
é
efetuada s produtores,
pro ·
de 150 milhos poro o de 75 milhos em um quinto de menta
e
industriais, primeiro
queno
oceleràção
35 G, por exemplo, o oporêlho e seu
consignações
comerciantes
uma
constitucionais
negócios
de
seguro às
expressões
observaremos:
série de provas de desaceleração e ficou provado que quando sentados de costas para a
meta final
pacidade de refistência ·ao choque era
a
-
ca-
qu e o seguro não é venda, nem consignaç:ão .
Portanto de forma
muita maior .
alguma a
êles se poderá es -
tender o impôsto de vendas e consignações. Seguro efetivamente, é o contrato pelo quai uma
·Mais Impostos ...
das partes se obriga, mediante a paga de um prêmio, o
O govêrna do Estada de Sergipe decretou que o
indenitá ~ lo
de
(Cód . Civ., art.
riscos
futuros
previstos
no · contrato
1 .432 e Cód . Com ., art. 666).
«controlo de seguros, quando o risco de que fôr objeto não se cons1iluir a mana »
qualquer título sôbre a
vida
tes
(lei n• 173, de 28 de Outubro de 1949
· publicado
no
« Diário
Oficial »
do
Estado, de
29 -do
dito mês}, estará sujeito ao impôslo de vendas e con ·signações .
das
propósito
a
Emprê sos
de
Departamento Seguros
zação da Rio de Janeiro emitiu a guir
se
legal
Privad os e
do
obriga
o
transferir
o
domínio
de
certa
coisa
c, o outro a pagar-lhe certo preço em dinheiro.
CiY ., art. 1 . 122) com
A êste dicato
Venda é o contrato pelo qual um dos contralan -
hu-
-
(Cód .
O contrato de venda comercial ,
os mesmos característicos, objetivo tão sàmente
Sin «a
Capitali -
compra
e venda
moventes,
parecer que a se-
retalho,
transcrevemos : -
para
na
os
de
efef1os móveis e
revender
o
mesma espécie ou
grosso
se·
ou
a
manufaturados,
cu para alugar o seu uso; compreendendo-se na classe dos primeiros a
PARECER
o Ref .: A lei
173 de
que organ izou o
titulas
Companhias
comerciais ,
Sergipe 28/10/49 , do
moeda,
a çõe s de
lmpô , lo de vendas e consignações -
papel
c9ntanto
e
que
moeda metálica e de
fundos-públicos,
papéis nas
de
créditos
referidas
tran-
sações o comprador seja comerciante» .
Estado de Sergipe
Com ., art.
sistema tributário do Estado de Se.r-
(Cód .
191, ac.) .
gipe, consigna na Tab. 4, letra « n» qoe é devido o impôsto
sôbre
vendas
e
consigna~ões
em
se
No seguro , controlo específico de garantia, nada
tratan ·
se vende, porque nêle não se transfere o uso e gôzo
do de :
d o bem corpóreo ou incorpóreo de qualquer natureza, « Contrata de seguras, quando o risca de que fôr obj•eto não se constituir a
qualqu e r
e
sim
título, sôbre a vida humana ».
Resposta: No meu
entender, 'n ão .
REVISTA DE SEGUROS
uma
com
modalidade
ocefsião oportuna signatório
os
a
prejuízos.
E• pois
um
venda .
da
comissão
mercantil,
me-
é entregue e
(Carvalho
de
remetida
Mendonça),
ao -
Tratado
con· do
D.
COM. BRAS., vol . 6 °, 2• Parte, n° 893 . Portanto é inconstitucional a lei do Estado de Sergipe,
sôbre:
indenizam
diante a qual mercadoria destinada a ser vendida em
A Consttiuição, no art . 19, IV menciona: « Compele aos Estados decretar impostos
se
inconfundível
Da mesma sárte a consignação, que nada mais -é senão
Pergunta -se se essa lei confere com a Constituição .
apenas
contrato
na
maxime
qual os
em
se
trotando
de
mandatos constitucionais
matéria
tributária,
não toleram
en •
tendimentos extensivos. »
411
~ \,.... t,.....~o.-...~ o.-.o.-. o-.t .-..~ t.._, t,,-. o~•.-
.....o-.~,-.o.-~t~c ..-.u.- Q.- cl.-tl._.t ......t,._.~.-.~,
! END. TELEGR:. "CRUZSULCAP"
lELEF O NE
43-1849 ( Red e in tern o)
Capital
Matriz : Avenida
~àall z ado
c~s
Presidente Vargas,
3 000.000 ,00
290
-
11. 9
-
Rio de Janeiro
DIRETORIA
Do'NALD DE AZAMBUJA LOWNDES
VIVIAN LOWNDES
VI C E-PRESI DEN T E
PRESIDENTE
LUIZ SERPA
NESTOR RIBAS CARNEIRO DrRETOR · SU'"ERINTENOENTI!:
CONSELHO FISCAL
Dr. Roul . Go•u.! de Motos Dr, Joio de Alcantoro Dr. An1elo Mario Cerne
DIRE TOR
SUPLENTES
CONSELHO
Johonnes M. F. X. Drolthasen Francisco S. R. de Brito Filho Morcllio Mourio Guimories
COELH~
GER E N T E
CONSULTIVO
Carlos Gulsord Aguiar Joequim Moraes Catttino Augusto Marques Valente Benjamim Ferreira G. Filho Luiz Carlos Pederneiras Roberto Cardoso
Sucursais: SAO PAULO-RECIFE-FORTALEZA-SAL VADOR-P. ALEGRE-S. HORIZONTE
::1111111111111 t lllllllllllll t lllllllllllll t lllllllllllll t lllllllllllll t lllllll 111111 rlllllll IIIIJ I t lllllllllllll t lllllllllllll t lllllllllllll t lllllllllllll t llllllll ~
~
i= ~
11
A PA TRIA RCA '' COMPANHIA. DE SEGUROS GERAIS
~
ê 5 5
C 5 = = ~
ª
Capital Subscrito e Realizado . Aplicados em lmoveis e Titulos Sinistros pagos. . . • • . • • . Capital vinculado para garantia Reservas . • . • . • . . • . • •
. . . • . . . • de Renda. • • • . . . . • . das operações • . . . . . • •
Cr$ 10.000.000,00 Cr$ 8.200.778,00 Cr$ 13.139,643,00 Cr$ 5.000.000,00 Cr$ 2.914.171,60
OPERA EM SEGUROS DE:
w
= ~
w
~
-~
Séde : São Paulo - Rua Formosa, 409
a§
Caiu Postal, 207- A -
5
"§§ ;:; ~
::
§ = §"
~ "
§ -
~ "u §
~
= C
~
-
Fog:> - Transportes Maritimo.s e Terrestres - Acidentes Pessoais - Responsabilidade Civil - Automoveis Aeronauticos
-
:
~
TELEFONE:
~
l-4157
:::::
E 5
End. Telegrafic:o:. APATRIARCA.. 0
Sucursal Rio de Janeiro-Edif. lpiranga- Av. Presidente Rooseyelt, 126-7. andar Telefone: 42-7104 End, Telegráfico:
«
APATRIARCA,.
~ =
;:
~lllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllll~ 412
FE'.'EREI RO DE 19 50
REGISTRO DECLARAÇÃO
DE
PRINCIPIOS
SEGUROS
SOBRE
determinada por considerações comerciais nordireçã~
mais e não esteja sujeita li
PRIVADOS .
O Conselho lnteramericano de Produção e Comércio
dos go·
ve;nos das nações nelas envolvidas.
nos Estados Unidos, em uma de suas convenções, emitiu
uma declaração de princípios a respeito da liberdade do
ELAS
comércio em geral. Aqui
ESTÃO
GANHANDO TERRENO ...
Segundo
inserimos a parte referente ao seguro, tran s-
crita das colunas de no ssa colega « Seguros » , que se
Graphic
dadas
lnslilule » ,
do
« Bureau
existiam
of
nos
lhe
Estadas
Censu•
and,
Unidos,
em
191 O, 2 milhões e setecentos mil homens mais do que mulheres; em 1949, já a situação mudava , existindo mais
edita em Santiago do Chile
quatrocentas « A convenção
reconhece
que
o
seguro
ncmens .
e
noventa
Calcula-se
e
que
oito
mil
<lQ que
mulheres
1970
em
existirão
mais
um
privado comercial constitue um fator auxiliar
milhão e quatrocentos e sessenta e oito mil mulheres
essencial
do que homens . O sexo masculino vai rareando . ..
para a
emprêsa privada em matéria
de inversão e do comércio exterior. O seguro comercial
está
desempenhar
melhormenle essa
capacitado
missão ,
quando
para
às
1
TREZE MILHOES DE ORFÃOS DA GUERRÁ
com-
SOMENTE NA EUROPA
panhias seguradoras, seja qual fôr a sua na-
Dirigindo
a
palavra
a
especialistas
internacionais
cionalidade, é concedida a liberdade de ope -
reunidos em conferência na séde da U. N. E. S. C. 0 .,
rar sôbre
em Paris, Lady Allen de Hurlwaod abordou uma grave
uma
base
mundial
de livre concor-
rência e quando a
distribuição dos negócios
situação ao revelar que, sómente na Europa, nada me-
é
considerações
nos de 1 3 . 000. 000 de crianças haviam sido
determinada
por
de
índole
comercial e não em virtude de relações go -
orfandade em consequência da
lançada~
última, guerra.
A oradora, que é chefe da Associação das Escolas
vernamentais. anos
de Enfermagem da Grã-Bretanha, disse que em tempo
que há aumentada a tendência dos governos
olgum a infôncia havia sido de tal forma atingida ou
para
ameaçada .
<< Comprovou - se
de
reduzir
seguros
as
durante
os
atividades
estrangeiras
e
últimos
das para
companhias ordenar
que
os seguros de exportações e importações, sôbre
CONCURSO SUL
AMÉRICA
PARA
1950
meios
de transportes de propriedade estran-
geira
e sôbre emprêsas estrangeiras que fun -
Educação, Ciência e Cultura, foi aprovada a indicação
cionam dentro de seus territórios , seja coberto
do Sr. Antonio Larragoili Junior, presidente das Com -
por
companhias
nacionais .
do
mais,
crescente
uma
monopólio ticas
estatal
semelhantes
represálias,
Registrou-se, tendência
no · seguro conduzem
não contribuem
além
para
comercial. a
o
Em reunião da diretoria do Instituto Brasileiro de
panhias do Grupo Sul América, para lema do Concur>o Sul
América
Prá-
O
de
ocasião
medidas
poro o bem-estar
econômico do país que os impõe e teem
um
o inversão internacional
veda ,
ma ior
devido
proibição
a
de
custo
indenização
do
em
pri ·
seguro
moedas
e
a
acei -
prêmios
«f • Convenção solicita do Governo o em de
remoção
seus . bo':'s das
ternacional,
ofícios
restrições
de
livre
ao
para
conseguir a
funcionamento
competência , do
Convenção,
disto,
insta
literário que se realiza lectuais, 110
junto
distribui
de
maior certame
Brasil, pois, além
despertado
anualmente
um
nos
prêmio
do in-
meios inteem
dinheiro
transações
DE SOUZA
nesta
Sr. Paulo Vieira
recentemente financiadas pelos Estadas Unidos,
a O
afim de assegurar que a contratação do se-
nosso
guro relativo às transações internacionais seja
~a
REVISTA DE SEGUROS
no
que tem
PAULO VIEIRA
tou
as
por
in-
seguro
Seguros
sôbrc
Concurso
valor de Cr$ 50. 000,00 .
plitude,
influlncio
llamaralí,
do
blicada s as condições dêsle concurso, a
ao Governo poro que exerço , em todo a am -
sua
do
As insC!I'ições estarão abertas no llamaralí até 30
Faleceu além
Palácio vencedores
de Outubro do corrente ano . Oportunamente serão pu-
privado comercial.
«A
no
aos
e Garantia dos Direitos do Homem no Brasil ».
vulgar inlerêsse
táveis.
prego
proposto
1949 , e agora oficializada, é o seguinte: « Declaração
efeito desalentador imediato sôbre o comércio exterior e sôbre
dos
1950.
de
lema,
Argus
Capital,
no
20 dêsle
dia
mês, a
de Souza, diretor da Companhia de
Fluminense,
a
cuja
administração pres-
sua colaboração durante 33 anos . extinto , meio,
que
pelas
era suas
figura
muito
qualidades
estimada
pessoais,
em
faleceu
avançada idade de 96 ano s .
413
bolha . Desta vh o incendiário tentou reduzir a cinzas
AINDA OS FURTOS .. . Sob êste
assunto,
publicou
a
imprensa
local,
os
a
seguinte nota transmitida de Nova Yark pela « United
armazens
à
graças ridades
Press » : -
do
cais
comunicação que,
com
o
do
p6rto,
ime'cliata auxílio
não
que
das
o
conseguindo-
tiveram
praças
as auto-
de
brigado
e corpo de bombeiros, conseguiram • após · grande luta, « foram
realizadas
novas
detenções
de
indivíduos
no caso denominado pelas autoridades de furto de um milhão de dólares em café, em que e stão envolvidos ladrões portuários que vinham defraudando companhia s de
navegação
empenhadas
no
transporte
da
•produto
extinguir o
mesmo
cordas
chamas.
acabara
que
se
O
incendiário
sendo
de· atear fogo
encontrava
aproveitando -se dir-se,
ao pôrto de Nova York .
os
que.
tinha
sido
preso pelo comandante do Pôrto, na ocasião em que
do
no
confusão
perseguido
em
reinante
por
uma
alpendre
ormozem ;
conseguira
policiais
de
pilho
do que
a
eva • conse-
guiram prender, após uma hora de •verdadeira caçada . Diz a
polícia que o furto se verificava me diante
apropriação de parte da conteúdo de sacas e com o expediente de danificar a sacaria para vasamenlo . O café
vasado
uma
recolhido,
mas
ao
ser
pesado ,
sofria
« redução ». O
tes
era
caso
envolve
P«:sadores,
portuários,
de café, emrregados dl>stes,
bem
comercian-
O incend iário foi identificado . Trata-se de Ricardo Oli • veira lemos , funcionário avulso do Pôrto, ex-empregado da Companhia Cadem. do crime .
A Polícia · procurará, também , esclarecer com
a
da
polícia
motivos que o • levaram · in~odios ,
prisão de Ricardo, os
DE SEGUROS
COMPANHI-A
nários de companhias de seguros . funcionários
nad~
Até o pres·enle momento
sôbre
à
prático
anteriores,
como trabalha -
dores das linhas de navegação e, até mesmo, funcio -
18
o~
e sclare ceu
« ALIANÇA
DO
PARÁ»
Como sempre , o Relatório da Companhia de Seestiveram
em
ativi -
guros « Aliança do Pará » , acompanhado das respectivos
dade no curso dos últimos doze meses para investigar
contas , foi
detalhadamente o caso. »
no
DR.
já no dia · 20 a tinham·os em nosso pode<, através um
a no
o
primeiro
a
da r entrada
nesta
Redação
corrente .
Assinado em 9 dâste mês e publicado no dia 15, PAMPHILO
DE
CARVALHO
Foi eleito para o cargo de pres idente do Sonco Econômico S . A., valho ,
cujo
da
Sohia ,
nome . é
mundo econômico
e
um o
da
Dr.
das
financeiro
Presidente que também guros Aliança
o
é
Pamphilo
altas
de
Car-
expressõe s
diretores
Companhia
Bahia e da Aliança
Destas colunas , enviamos os nossos parabens aos
do
do Brasil .
do
recorte da « folha do Norte » , que nos foi prontamente enviado .
do
de Se-
Bahia Ca-
e
responsáveis
por esta
progressista
segura ·
do•a, cujo excedente positivo da receita sôbre a despesa
monta a
Cr$ 1 . 392 . 500,00.
pitolizoção S . A., sua escolha para o nova investidura
Agradecemos à « Aliança do· Pará » a remessa dos
fo i recebida com o maior satisfação, tendo repercutido
documentos aludidos e formulamos votos pela sua inin -
mognificamente
terrupta prosperidade .·
em
todo s os
círculos
da s suas
relaçõ es
e da grande clientela dos e stabelecimentos a que se acha ' ligado.
TRIBUNE DI.GEST « la Tri-bune des Ass uronces » , de Paris , passou
OS
INaNDIOS DE PÓRTO ALEGRE
do
todos
Não
obstante o
continuar
destruição
pelas
ainda
e d ita l viva
chamas ,
no
dos
memória três
mo is
importantes edifícios públ icos do Estado, mais uma ten a
Comissão
respectivo
po) icial
inquérito
encarregada
chegasse . ao
de
término
elaborar de
seu
o
tra -
suplemento
intitulado
~
«Tribune · Digesl »
(lu el cho isi pour vous dan·s lo Prl!sse Mondiale) , no qual é publicada uma cuidadosa seleção dos principois fatos e comentários extraídos• da imprensa ·mund ial.
tativa criminosa verificou-se nessa capital, antes, mesmo
que
um
A iniciativa é das mais interessantes e uteis, cons·
titu indo, por isto , um trabalho destinado à
mais larga
aceitação nos meios seg"Uradores.
Capital e Reservas mais .de Cr$ 11.200.000,00
Matriz - RUA DO CARMO, 71-4° Andar RIO
DE JANEIRO
Te1efones : 43-4958, 43-4959 e 43-3370 DIRETORIA:
OCTA.VIO FUNDADA EM 187:3
414
FERREIRA -
NOVAL
JOSS . AUGUSTO
D'OLlVlrlltA
OCTA V lO FeRREIRA NOVAL .JUNIOR.
-·-·-·-·- - -·-·- -·-·-·-
--·-
FEVE.al:I'RO'"l>E '1950
estimando-se que os prêmios arrecadados tenham ultra·
O QUE OCORRE .NA RUMÂNIA «lribune Digesl » publicou a seguinte noticia, iran s-
passado a um bilhão de dolores. O
crila da «lhe Re view » , de Londres : -
« Anuário de Seguros
do
América
to;
latino »
editado e está sendo distribuído pela emprêsa Molnar <~: Segundo
o
« Petit Monileur des Assurances » ,
de
Serviços de Seguros, Echeverria n• 1849 -
Bruxelas, o jornal oficial da Rumânia leria publicado uma
Buenos Aires.
Agradecendo ao editor o exemplar com que nos obse-
lei, o qual disporia que todas as companhias de se ·
quiou , queremos aproveitar a oportunidade para enca
g uros seriam liquidadas. A fatalidade de seus negócio>,
recer aos interessados o importância dêsse trabalho, que
a ssi m como toda s os suas reservas técnicas serã o transf e·
não lemos nenhuma dúvida em recomendar.
ridos, a partir de 15 de Setembro de 1949 (já o leriam sido) ao « Savraassurance » , companhia de seguro sovietoOS MOÇOS E O SEGURO DE VIDA NA. SUÉCIA
rumaica, que já foi criada.
A, estatísticas mostram que entre os jovens suecos do s dois sexos, de idades entre 15· e 25 anos, existem CEL. DR . MANOEL PETRARCHA DE MESQUITA
cerca de óOO. 000 que são portadores de apólices de
Faleceu, ne sta Capital , o Cel. Dr. Manoel Pelrarcha
seg uro de vida. Os jovens dessa idade não representam
de Mesquita, que desempenhou, durante longos anos , as
se não 860.000 pessoas. Por a i se pode ver o interêS>e
funções
de
mé dico
~a
Equitativa -Sociedade
Mútua
de
Seguros sôbre a Vida .
part ic ular que professa o
mocidede sueco pelo segure
d e vida (Tribune Digesl ).
Foi nomeado médico adjunto do Exercito, em No vembro de 1903, logo após. a sua formatura, lendo pre stado em 1905 concurso para o Serviço de Saúde, no qu a l obteve o 1 • lugar. No Exército escalou lodos os posto s,
COMPANHIA DE SEGUROS « MINAS BRASIL »
até o mais alto da respectiva classe, lendo sido tod os
A s ucursal dessa Companhia, em São Paulo, acaba de comunicar-nos o transf erê ncia de seus escritórios paro
as suas promoções por merecimento.
Foi Diretor do Instituto de Biologia do Exército c do Hospital Central, ocupando, ainda , o cargo de mé -
a rua Quintino Bocayuva , n• 107, 7", 8' e 9' andores ( Edifici(J llaporanga), naquela Capital.
dico do Montepio dos Servidores do Estado, funções qu e desempenhou
sempre com
o maior brilho, demon strond :J
a compet ê ncia técnica e o espírito público de que err.:
SATURNIA CAPITALIZAÇÃO S / A ..
era dotado.
Em a sse mblia geral realizada a 19 do més passado foi eleita a
nova Di re toria da « Salurnia Capitalização
$. A. » , cuja composição é a seguinte : O
Sr.
Oscar Molnar,
de
Buenos Aire s, que
nos
brindou , ainda há pouco tempo, com o « Dicionário Ma -
direto r superintendente e Sr.> João Teixeira Gomes Fon seca , diretor secretário.
nual de Segu ros » , em quatro língua s, de sua autoria e do
qual
próprio ,
já
nos
acaba,
ocupamo s d evi damente
novamente,
de
prestar um
no
Dr. Hugo Ri -
beiro Carn eiro , diretor presidente ; Dr. Seba stião Raposo,
ANUÁRIO DE SEGUROS DA AMÉRICA LATINA
ocasião
grande
ser-
Po nova séde da « Salurn ia
Capitalização » S. A. »
es tá instalada á Av. Rio Branco, 116, 9 ° andor, nesta Cap ital.
viço ao meio segurador, com a organização e publicação
tio «Anuário de Seguros da América latina » , cujo pri -
meira edição, correspondente ao período 1949 I 50 esiá
REUNIÃO DO COMtTt PERMANENTE DA CONFERÊNCIA
sendo agora distribuída .
HEMISFÉRICA DE SEGUROS
A matéria contido nessa obro ocupa mais de 400
Real izou-•e em Havana , nos
último• dias de No-
páginas, repletas de informações d e grande utilidade c
vembro
ll!speito das companhias de seguros que operam em ca• '
nente
pois, distribuídos êsses e aquelas por ordem alfabé tica ,
comparecimento de representantes de diversos pa ísl!s do
de modo a facilitar a consulta. Costitue esta a primeira
Am ~ r ica.
parte da obra .
do
da
mesma
passado , a
Conferência
Ne~~o
Na segunda parte, figuram, obedec e ndo á
ano
Hemi.térica
oportunidade,
u•o da pai'Jvra o :r .
reunião
entre
Roy C.
do
Comité Perma-
de Seguros, com
outros
orodo·es,
CC'nadá
perante o Comité , o qual afirmou
geira~ que operam
reuniões
eram
sédes das respectivas cosas motrizes e dos pa íses em
cios
seguros,
que operam nesta porte do nosso continente.
nacionat.
Segundo
êsse
trabalho,
operaram
em
1949,
gerais
ou
sucursais
REVISTA DE .SHGURqS
de
companhias
essencial por
importância
constituírem
uma
que e'5ol
para
os
negó-
atividade
int.er.
na
América latino , 551 companhias nacionai s e 511 agên cias
de
de
fez
Grant, representantE do
ordem de distribuição, os nomes do s companhias estran na América latina, com indicação da s
a
es trangeiros ,
<A p.essoa ou coisa segurada são entes estáticos : -
di"e
não
têm movimentos próprios e exer-
415
cem suas funções em todos os mores e continentes, razão is~lor-se
por que o seguro não pode refugiar-se e
vantagens
das
intervenções
excessivos» .
Expoz, também, o sr . Grant que a crescente pro-
nas
fronteiras de um pais, necessitando seus homens, pelo
paganda, bem dirigida e com bases técnicas que tem
contrório, um contato constante e uma mútua e diória
sido utilizada no negócio de seus seguros nos últimos
troca de informações».
anos, fez compreender cabalmente a verdadeiro função
Acrescentou, em
seguida, que a
Conferência
He-
do seguro e seu aspecto internacional, ajudando muito
misférica de Seguros, iniciada em Nova York em 1946
nessa tarefa as estatísticas pertinentes ao assunto, as
e continuada no México em 1948, anuncia a
quais dão a mostra do grau de importância que assu-
sua ter-
ceira reunião para 1950 no Chile e que ela pôz de
miu o seguro em tôdas as atividades humanas .
manifesto a necessidade de constituir, com caróter per· manente
um
organismo
em
que
se
agrupem
os
segu ·
« Com
estas
devidamente
radares da América em sua totalidade, capaz, por isto ,
rua s.: as
do fornecer a eles quantos informes ou dados estatí s-
cimento
ticos
d u processos
um
sejam dos
necessários
s6bre a
situação
países , sendo êste, ao
meio de possibilitar um
seu
de qualquer
parecer, o
reuniões
organizado
estatísticas
de cada
-
acrescentou
o
serviço
serão
país
mais
seró
uniformes
de
êle
-
será
informações mú -
completas
perfeito,
e
o
porque
conhe -
derivado
de investigação» .
ún ico
São estas , em resumo, as palavras do sr . Roy C .
proveitoso intercâmbio de ne-
Grant, segundo o nosso colega « S . B . B. » , de Havana ,
gócios, com beneficios mútuos .
tl e
onde
extrai mos
estas
notas.
Explicou que o negócio de seguros havia progre dido muito nos últimos dez anos, aperfeiçoando-se técni·
COMPANHIA
comente e ampliando-se em todos seus aspectos os se -
guros de vida, incêndio e acidentes , assim como a sua
publicada
prevenção, sendo causa direta dê ste progresso a troca
a ss inada
do
Comércio ,
informações
em
e
universidades,
a
ampliação
algumas
dos
das
estudos,
quais
inclusive
criaram
cursos
INTEGRIDADE
GERAIS
no « Diório Oficial » de 3 do corrente mê s, pelo
Sr.
foi
Dr.
« M>> ,
DE SEGUROS
7, de 24 de Janeiro deste ano ,
n~
Pela portaria
Ministro
nomeado
José
do
Trabalho ,
o
Inspetor
Junque ira
Ferreira
de
Indústria
Seguros ,
do
Silva
"
classe
para
o
destinados a explicar a sua técnico, seu desenvolvi mento
cargo de liqu idante da Companhia Integridade de Se -
e
guros
Gerais ,
sar!"
pelo decreto n° 27 . 712, de
próticas
rela.cionadas com
as
atividades
ligadas ao
ramo .
A defeso da instituição do seguro como atividade
cuja
autorização
para
funcionar
foi
cas -
19 de Janeiro úl -
timo .
privada , sem prejuízo do intervenção do Estado , exclusivamente
foi o
como
tratada
elemento
pelo sr .
desenvolvimento
fiscalizador
ou
controlador,
Grant como base principal
dos
seguros
no
mundo,
oferecendo,
como melhor explicação, os exemplos dos países onde se observa esta
independência em tôda a
CC'~COVADO
para
O
riq •H"c.ido ramo
sua pleni -
-
COMPANHIA DE SEGUROS DE VIDA
mercado com
segurador mais
uma
bras i leiro
acaba
sociedade
que
de
ser en~
operará
no
vida .
Referimo -nos à « Corvovado» -
Companh ia de Se ·
tude, afirmando que os seguros sociais e os privados
gu ros
não se repelem, mas que, ao contrário , se completam .
a operar pelo Decreto n• 27.71 O, de 19 de Janeiro
« Em vista dêstes exemplos -
disse -
tenho a
certeza de que o conceito de independência do seguro privado
triunfaró
compreender
as
em suas
todos
os
países
vantagens ,
assim
porque
é
facil
como
as
des~
<;~;,, t e d rJ
de
Vida ,
ano e
corrente
recentemente
fundada
e
já
autorizada
publicado no « Diório Oficial » do d ia mês
de
O capital da
8
Fevereiro .
novo
Cr$ 1 O. 000 . 000 ,00,
Companhia
dividido
em
é de 1 O. 000
ações
de
:!.llllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllll!llflllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[llllll1111111[lllllllllllll[lllllllllllll[llll:.:.
"
=
!
w
i ~
ª=-
-
L'UNION
~
Compagnie d 'Assurances contre l'lncendie, les Acidents et Risques Divers Fundada em Paris em 1828
§r;
§
CAPITAL SOCIAL 100 .000.000 DE F RANCOS MATRIZ - P LACE VENDOME, 9, PARI S, F RANÇA
§
-
Capital realizado poro suas operações no Brasil Cr$ 2 . 000 . 000,00
a = ~
~
§ -
~
E
§
=
"
~ :;
ª
CINQUENTA ANOS DE TRABALHO CONSTRUTIVO NO BRASIL SUCURSAL NO BRASIL : Rua Washington Luis , 17-ó . 0 Rio de Janeiro Representante Geral : Pierre Goron -
INC~NDIO -
Representante G eral Honorário: Luiz José Nunes -
AUTOMóVE IS -
"
Gerente:
Robe rto Argento
AC IDENTES PESSOA IS
~
§
§":tllnlllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllliiiiJ[JUIIIIIIIIII[liiiiiHIIIII[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[lllllllllllll[llllllllll~~ 416
..
FEVEREIRO DE 1950
~r$ 1 . boo,oó ficou
assim
Martins
cada
uma
e
a
constituída :
suo
primeiro Diretoria
Presidente
Fausto
(presidente da « Corcovod.o » -
Bebiano
Companhia d e
Seguros Gerais); Diretores : Mario Nery Casta Mario Nery
Costa
e Geraldo
Seguros
Edmund
Ltdo.),
Hartley
(do firmo
Peter Eirk
(Gerente
Geral
Siemsen da
York -
panhia de cilpltalizaçãa db niu'ndo erà franc'e sb ~ « Sequanoise » . rança,
FIDELIDADE
decreto
nas,
enquanto
de
foram
terações
aprovados
introduzidas
pelo
nos
Janeiro
do
Govêrno
pelo
de
decreto
n°
do
de
14.761,
operando
Companhia
Fi -
« Equitativa
de
15
Feverei ro
NACIONAL
DE SEGUROS
passou ,
Janeiro
dto
7
dia
do
último, mês
publicado
em
curso,
capital da « ltamaraty » -
no
r~forma
dos
a
lide-
América
foi
arrebatado
dúvida
alguma ,
orgulhO,
para
um
motivo
nós .
aprovou
o
Oficial »
aumento
de
Companhia Nacional de Se -
seus estatutos .
DE SEGUROS
Brasil ,
desde
Acidentes
homenagem
Sr.
uma
ao
Alberto
Companhia
a ssim ,
de Seguros que vinha e
seu
que
nome
ó
Transportes fundador
Teixeira
Boavisto
idéia
sob
1937,
de
e
Boavista, de
há
primeiro
a . deno -
concretizao~
Seguros,
vinha,
de
S / A. »,
muito,
sendo
objeto de cogitações por parte das administradores da
n° 27 . 709 , d e « Diário
guras Gerai s, para Cr$ 5 . 000 . 000 ,00, e a consequen te
« Sul
a
há vinte anos ape -
bastão
Companhia
Terrestres
em
g rande
GERAIS O Govêrno Federal , pelo decreto
cujo
sem
de
BOAVISTA
no
minar ~ se
19 de
fato ,
senão
presidente do ,
COMPANHIA
pela
ser exercida
aquela
A conceituada
al -
1944 .
lTAMARATY -
o
COMPANHIA
as
Federal
delidade de Seguros Gerais , autorizado o funcionar no Brasil
elo
GERAIS de
19
estatutos
que
sati sfação,
anCJ corrente, publicado no (< Diário Oficial » de 9 d ês te mês,
a
perdeu
mais de cinquenta . anos de funcion.amento _
Constitui
~EGUROS
DE
nY 27.711 ,
que passou
conta com
de
Pelo
porém ,
1948 ,
Capitalização », brasileira, fundada
shire ln suronce Co. Ltd. no Bra si l) . ·
COMPANHIA
Em
seguradora .
. E'
a
primeira
emprêsa
de
que lhe
deu
petua t',
por
penhoram a
vez,
ao
que
seguros,
reconhecida
co rpo
existência,
esta
neste
e
forma,
a
nos
que
dos
ou
uma
daquêle
patentear e _per-
vem
gratidão
empreendimento
consto, m~mória
à
que
o
do s que
o
ocom ~
vieram
sucedet .
O gesta das atuais dirigentes da Companhia desperta a atenção e as aplausos de todos quantas sabem SEGUROS Em
NO
EQUADOR
1948
operaram
de seguros, nacionais
sendo 4
apreciar atitudes no
e 21
nacionais
trabalharam
25
Equador
sOmente
em
estrangeiras .
ramos
elementares .
Por nacionalidades a
brasileira
(Sul América -
guros de Vida)
e
distribuição das estrangeiras
britânicas
15
canadense),
e
dente,
4
homem
(U . S.A. ),
Companhia Nacional de Se -
quem ne
A
seu
fundador
sociedade tão
bem
negócios,
Companhia
municação
a
e
primeira presi-
homenagem
de
soube encarnar a
« doublé »
de
homem
sua
figura de so-
feita
Boavista
aos
de Seguras,
interessados,
segundo
seguirá
co -
sempre
Cl5
mesmas normas de ação que vinham orientando os seus
trabalhos,
1 colombiana.
a
ciedade .
( 13 inglesas, 1 e s-
americana s
rende -lhe
admiração a do
e 2 ao ramo vida. ·
coce sa
Homenageando a
A.s
Das estrangP.iras 19 também se dedicaram a êsse ramo
foi o seguinte: -
nobres como esta .
companhias
desde o
ainda sob a
início de suas atividades, quando
antiga denominação.
A alteração· a que nos estamos referindo foi aproCAPITALIZA ÇÃO Segund o guinte o
a
NA
FRANÇA
revista
vada
francesa
movimento reportado
« L'Argus » , foi
o ·se-
pelas companhias fran-
cesa : de capitalização nos anos de 1947 e 1948, em milhoreos
du
fra-ncos : -
1947
1948
pelo Gavêrno Federal, pelo Decreto n• 27 . 714 ,
d u 19 de Janeiro último e publicado na « Diária Ofi ci al » , de 3 do corrente mês de Fevereiro . Desejamos à n.::~ção,
o
mesmo
desde
a
ocasião
Companhia, sob a crescente em
êxito
que
com
iniciou
sua
nova
que
foi
as
suas
desig ·
recébida
operações,
oujo volume vem crescendo todos os anos de maneira impressionante .
4 . 61p . 669
Prémies
5.490 . 143
Volo1· nominal dos novos contratos
Capital em vigor les•rvas
matemáticos .
32 . 777 . 052
47 . 702 . 180
132.743 . 070
165 . 923.171
25 . 031 . 922
27 . 598 . 763
COMPANHIA
respeito,
julgamos
oportuno
informar ao •
nossos leitores que até a ano de 1947, a maior comlfVISTA DE SEGURO~
DE SEGUROS GERAIS
sucursal da Companhia União de Seguros Gerais, nesta Capital ,
A êste
UNIÃO
Foi nomeado para o cargo de superintendente do o
primentamos
nosso
pela
amigo
Mario
investidura
Toschi,
a
no cargo, a
quem ~que
cum -
~aberó
dar o dev ido relêvo .
417
Acertada fo i o ç,êi o
que ocobo
direção do
Companhia
no
nomeo ·
êsse
obj e tivo,
Hom e ns,
de faz er.
vão
vestidos
ser de
te ntado !;; diver sas
rou pa s
es p eciais,
ex peri ê ncias .
sc b
o
regimén
d<· raç ões especi;!s, serüo mandados ao Árt ico e man-
COMPANHIA foi todo
BANDEIRANTE
criado,
de
no
Cidade
Pernambuco ,
deiront e
de
DE
Seguro s
SEGUROS
de
uma
Recife ,
capital
do
Companhia
filial
G e rai s,
GERAIS
tendo
ficado o
tidos em
do
Es . Bon ·
respectivo
1O a
botes , solvo -vidas, sob te mpe ra turas de
15 graus abaixo de zero e sob fortes ve nto s.
reações
fi si ológi co s
observados
e
e
psicol óg ica s
As s ua s
rig::. rosamente
serlaO
registrados .
gerência o cargo do Sr. Quirino de Albuquerque Silvo , que era , até então, o Agente do Companhia no Estado . instalado à
A nova fil ial es tp
2 ° andar, em
rua
Nova
n• 306 ,
ÚNICO
Recife . de
habitant es
t9vo COMPANHIA
DE
SEGUROS
« ALIANÇA
Pe lo decreto n " 27 . 6 73, de 4 publicado no « Diário Oficial » de rente,
foram
e statutos
Companhia
de
BRASILEIRA »
de Janeiro
11
em
último ,
de f eve reiro cor·
aprovado s o s alt e ra çõe s
do
introduzida s
Seguro s
« Aliança
nos
Bra s i-
a
em
POLIGAMIA . . .
194 7,
In g laterra
relação
um
aos
matrimonial ,
gundo
o
dado s,
metade
sará
ex clu ído
opinião
a
excesso de
homen s,
idade
leiro » .
is to do
do s
mulh~ res
32
pnd e
d êsse
em
1 . 000 . 000
1B e
de
me nos
apre sen -
qua is
é , entre órgão
pelo
Escócia,
2 . 300 . 000
ano s .
Se ·
ex traí mo s
número
não
êstes
se
co ·
nunca.
Entre 10 e 19 ano s hó 271.000 mulh eres o mais .
A
modificação
principal
con s istiu
no
el evação
capital da Companhia de 1 milhão e meio pa ra
d~
2 mi·
A
Aliança
De creto
Bra si leiro
foi
15 . 561,
de
n9
No
idade
e ntre
20
e
30
anos
o
d es propo rção
entre
homen s e mulh e re s é ainda maior, em d es fovor do se xo
barbado .
lhões de cruzeiros . pelo
RI;CURSO -
Poro uma população de pouco ma is d e 42 .000.000
auto ri zada
12
de
o
No
funcionar
Maio
de
1944 .
tôda
Inglat erra
o
parte
-
-
c.:.mo
os
ocorre ,
mulheres
aliá s,
têm
vida
em
qua se
média
ma is
longo do que os homens . O COMPANHIA
INTEGRIDADE
~ EGUROS
DE
à
GERAIS
recenseomente d e
e xi stê ncia
(em
liquidação)
publ icado
no
« Diário
nom e ado
foi
o
queira
f e rreiro
dante,
proceder à
de
Seguro s
de
idades Oficial »
Inspetor
de
Silvo
para ,
do
po ss od~.
7, ele 24 de Janeiro p.
liquidação
de
3
do
Seguro s na do
mês Dr.
corrente ,
Jo sé
Jun ·
de
liqu i·
qualidade Companhia
O
não
mulheres
com
passavam
por exem pl o , idades
supe·
de 564 . 000 .
decréscimo do natalidade no
que, o
part ir de
re presen tavam v eram
1947 registrou,
888 . 000
75 ano s, enquanto que o s homens do s mesma s
dores a
Po r portaria n 9
de
o
sua
1945, os
ante s
23,8%
parti cipa Çã o
Inglaterra fez com
me nores de da
reduzido
15 on . s, qu e
populaç ão o
tot al,
ti·
21,9 % .
lntegrido·
Gerais . ~li I!li[] 111111111111 [] 111111111111 [] 111.111111111 [] 111111111 111[] llllllllllll!::
fREITAG
Do ~
&
CIA .
Srs. Freitog & Cio . , de J oin vile, Sto. Catarin a ,
rec.ebemos a comunicação de ha ve r sido con stituida o su o firmo em s ucessã o o freitog & Cio . ltdo.
~-~
GUSTAVO
...
Advogado -
= ~ Exclusivamente quutões sobre
:J
A a
RESISTÊNCIA
Inglaterra
está
HUMANA
interessado
capacidade de sobrevivê ncia .do
metidc• a
extremos
condições
de
em
determ i nar
qu al
homem quando sub· frio
no
mor
e,
com
seguros. Avarias
maritimas. Regulação de Avaria Gr o«a . Escrit6rio·
~= DA
_
~
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CAPACIDADE
~-~·
SILVA Contador
TeleCJramas:
11
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~ ~
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A\. VJlO
JL~
JR
Advo arlo
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418
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~111lllltllllllllllllltllllllllllllltlllllllllllll[llllllllllllltllllllllllll~
R ·Ex · ~~
11
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311
9: - sa.l:rs 92 1,'922 c
-tr -tr -tr
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: to~pany
' InEUrance
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F one -1 2-6 190
~
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Cia. Ingleza de Seguros
= "
g
SEDE EM LONDR:ES
~
= ~
Fundada em 1809
"~
~
:.. -l ~
A\ ' EN lD .\
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Brasil Cr$ 2 . 500 . 000,00
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em 1864
Fundada
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~I
~lllfllltllllllllllliÍtliÍIIIIlllllltlllÍiliiÍIIIIUIIIIIIIIIIIItllllllllllll~
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Seguros Terrestres e M a rítimos
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u
-
~
i C~MMrRCIAL IUNION ASSUR~NCE -~ ª~=ª = COMPANY LIMJT[O =-~ ~
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§
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Wolter, Comercio & = :~= Representações, S . A.
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COMENTARIOS ao~
mos de transcrever, recomendando
SEGUROS E DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA
produtores o que
êles devem oferecer aos candidatos a seguros coma pro moeda,
de
que usamos e abusamos em panado muito recente,
As
emissões
re ·
ao
gimen
inconlroladas
qual,
retornando,
infelizmente,
exerceram
e
de
ao
papel
que
exercem
pare..ce,
como
deixa.· de acontecer, grande influência vedares para
essa d~
não
nheiro,
é
monetariamente
Realmente,
em
vida
proporção
escapou do
desvalorização
senão
humana
da
avaliável , encarecimento
da
neceHário,
tornou
m~sma
o
consequência
seguros sôbre a
moeda.
no cálculo dos
é
apenas
zendo
útil,
nossos
sideracão
mas
os
dos
necessário ,
seus
conceitos
motivo aqu i
por
que,
fa-
à con-
deixamos
interessados .
UM BRADO DE AURT A
próprio ramo vida em que o « bem » se-
influência .
vida ,
po_dia
mínima . Jt. campanha desenvolvida pela a « São Paulo » não
efeito de seguro .
Nem o eurodo
estamos
não
teção
queda
do
imperativo,
crescessem
do
a
di-
que
os
de valor no
valor
A propósito do principio de incêndio hav ido, recen-
custo
aquisitivo
da
temente,
na
biblioteca
do
DASP,
localizada
num
do s
andares superiores do edifício do Ministério do Fazenda
ocorre-nos a citação do fato publicado pelo « EI liberal » , de Madrid, em uma de suas edições de Novembro de 1881 . Em 25 daquele mês e ano os madrilenos tiveram
A importância que, há alguns anos passados,
seria considerada como proteção suficiente para as ne-
um
cessidades· de
ocorresse
panhola de Seguros » , edição de Dezembro de 1948, no
a perda de seu chefe ou de quem tivesse a seu cargo
qual é reproduzida, com todos os emocionantes e atei -
sustento
u .emplo1
determinada
dela,
-
família ,
hoje -
não
é
não
faria
fare
quando
preciso
senão
descermos
em
parte
a
insigni .-
« São Paulo »
-Companhia Nacional de Seguros de Vida, vem con citando
os
seus
prcdutores
a
não
encaminharem
gócios abaixo de um certo limite de valor . seu boletim Dezembro
ano
passado,
publicou
essa
noticia do incêndio do Museu do
Prado, da capital espanhola, que, como não se ignoro ,
mês
o mundo , notícia
de
conceituada
Depois de dar largas à sua fantasia e espírito d e imaginação, destruidos
com
o
descrição
reduzidas
e
como as que ali
a
de
cinzas
seguradora a segu·i nte noto, que, por interessar a todos quantos.
poderia ser salvo da catástrofe.
nesse
meio,
aqui
transcrevemos : -
como
estariam
tantas
sendo
precios idades ,
se achavam acumulados, o noticiaristo
declarava que o fogo
militam
já dissem?s, foi pu -
esta que, como
blicada por « EI liberal » .
ne ~
Ainda no
« Atualidades » , correspondente ao
do
rodares detalhes , a
Es -
é um dos mais completos repositórios de arte de todo
licantc aos encargos que Ih• competia cobrir . E' por est::J e outras razões que a
despertar amargo, segundo se lê na « Revista
nada
havia
respeitado e
nada
logo que a noticia circulou (a esse tempo o rad ia .:As aos
condições
homens
para
novas
deveres
os que dêles
de
cada
vida,
dia
impondo
mais
severos
mossa
mesmo
entre
d.ependem, e, ao
tempo, contribuindo para a desvalorização do dinheiro,
evidenciam
protegidos ,
apólice
mesmo
de
seguro
muito
reduzida .
chefe
de com
dispor
que
cosa casse
um a
com
que,
ou
terminasse
tão
não
dio
de
tempo
vida
a
importância
apreciar e. . .
com
seguros
modesta,
po-
Aureliano linares Rivas, Ministro do Fomento, do qual
uma
Daí
pequena edu-
dos filhos .
é
provável
l~mbrarmos
prática de
dessa
muito,
deixaram
propostas
de
Cr$ 5 . 000,00 » .
no-
de Cávia , impingida aos leitores de « EI Liberal ». Uma sim,
porém
de
tra-
importânciu , encaminhar
muito
proveitosa,
porque
o
Sr .
dependiam as Belas Artes, visitou detidamente o Museu r!
se inteirou,
derio
por si
converter-se
grandes
fornos
em
que
mesmo , de que aquela troça
po -
realidade . Nos sotãos, iunto aos serviam
para
aquecer as
galerias ,
amontoavam-se! lenhas , taboas, vernizes e telas de dese·
nho , e debaixo da madeira ressequ ida que sustinha o residiam.
hó
e , ali ,
que a
pé e que nada havia ocorrido . A suposta tragédia não
cia de irem jó
desastre
foi senão uma pilhéria de um senhor, chamado Marian o
teto funcionavam
como,
do
tícia não era verdadeira e que o edifício continuava de
aos nossos dignos colaboradores a conveniên -
balharem
magnitude
pilhéria,
disso
abandona'ndo a
o
desapontado , verificou
um
importância,
importância .
poro
satisfe ito
que
educação
nada
uma
Cr$ 1 O. 000 ,00 ,
de
essa
estarão com
em
adquirisse
com
exígua
vida
pecúlio
viuva
em
êles
tendo
ou
« Hoje
de
Houve
família,
deria,
que
insuficientemente,
era coisa com que nem se sonhava) , o povo acorreu em
Tudo
então
as casinhas dos empregadas que ali foi
remediado ,
evitando - se,
assim ,
o
perigo previsto pela pilhéria que se tornou famosa . No que nos diz respeito , não sabemos se o nossa
Biblioteca Nacional, a Escola de Belas Artes, o Museu da E prossegue a
nota, cujos trechos iniciais acaba-
REVISTA .DE SEGUROS
Qvinfa da Boa Vista, o Supremo Tribunal Federal e o
421
Foro, se acham em se
encontram
o
situaçã o semelhante áquela em qu e
Museu
Museu Nacional -
do
Prado,
naquela
época.
No
o da Quinta da Boa Vista, já houve ,
em tempos não muito remotos, um princípio de incêndio,
zada
de
social
seguros,
do
cominho que
e
há
divulgar
segura.
A
e
popularizar o
instituição
podemos
definido sua
dizer,
significado do ·se-~
não se- afastou
ao
começar
o
novo
an o,
recomendadas
pe i:H
orientaçã :».
sem maiores consequências, ao que nos parece. Depois de aludir a
O fato ocorrido agora com a Biblioteca do DASP e
Conferências
re soluções
o ' dois i ncê ndios havidos em Pôrto Alegre, recentement e.
dua s
Hemisféricas
de
Seg'Jros
na Secretária do Interior e na Repartição Central da Po -
do estabelecimento do ensina de . seguros roa '
lícia , e mais, afastado no tempo,
o
respe1lo
faculdade s
de
de Ciências econômicos e da criação de centro s de in-
Santos, aí estão para reclamar, ainda mas energicamente ,
vestigação, edição de revistas profission~lizadas e té.cr.i-
os medidas que venham salvar as instituições acaso am ea-
cas de " seguros, diz o ed~torial o que nos e stamos réPor -
çadas de ocorrência s semelhantes.
tando, qu e o Centro, para poder cumprir plenamente a
o
da
Alfandega
sua missão e entrar em ·cheio·· no problema do UMA
seguro, resolveu
SUGESTÃO
pas sou O
« Centro
Argentino
del
Seguro »
a
prestigio sa
a
modificar o
nome da
denominar-se « Centro
~n s ino
do
sociedade. q ue
Argentino de
lnstrución
Aseguradora » .
Bueno s Aire s, acaha
É uma obra verdadeiramente meritóri a esta que ~ e
d e completar mais um ano de vida , ded icada toda ela
propoz realizar e vem realizando-o o Centro e pena · é
ao
qu o uma iniciativa de tão alto alcance quanto esta não
socieda de, que tem melhor
e
suo séde em
maior
conhecimento
das
particularidades
o peculiaridades do seguro. Do editorial
do
tenha
número
12
da
revista
encontrado
ainda
entre
nós
imi\~do."es .
« Seguros l' , data
Elementos, ao que nos parece , não nos faltam, a
aniversário do instituição, tran sc rev e mos os palavras se-
começOr pelo s que constituem o corpo de funcio'nários e
editdo
pelo
guintes,
Centro,
fielmente
o
respeito
traduzidas :
da
-
pa ss agem
« Desde
o
da
mom ent ~
técnicas do Departamento Nacional de Seg uros Pri vados Resseguro s d~
d e sua criação, o objetivo principal de seus fundador es
e Capitalização, do In st i tuto
ficou si ntetizado no artigo 2 dos estatutos -
das nossos grandes segurod .: ras e ainda p e l :::>s membros
same nto que consistia em fica ~
este pen -
difundir as di sciplina s cientí-
relativas ao seguro, sua té cnica e suo p rá tica, orga -
nizar
conferência s,
con stituir
uma
bibl i ot eca
especial i-
de
Bra sil
e
do Instituto Brasilei ro de Atuária.
Porqu o não consid e ror e sta s nossos
pala ~ ras
como
uma · sugestão? . . .
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422
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I
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.....
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~
CO 1PANH IA DE SEGUHOS
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84 - 8 °
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~
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I
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I
Telefon e : 1190
i
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Santa Catarina
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UL U ME N A U -
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Roubo Pessoais dade Civil.
Equin os ;::;; Responsabili- .....
~tlllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllll~ REVISTA
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.
~®®®®®®®®®®®®®®@® )®@@®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®®® ···················
Companhia Interestadual de Seguros Capital realisaclo: Cr$ 3. 000.000,00 lNCQNDIO - TRANSPORTES EM GERAL Carta Patente n. 311 , de 15 de Janeiro de 1945 Séde : A V. 13 DE MAIO, 23-6." andar - RlO DE J Ar EIRO Telefone 32-611-+ E ncl Telegr. COINSER Caixa Postal, 4333 DIRETORIA :
f
St. Pedro Theberge -
Presidente
S;·. Fabio Arruda Faria Souto -
1 Sncursais e Agências nas
Superintendente
Sr . Claudio Jorge Lotour da Silvo Maya -
c:)
Tesoureiro
principais praças do Pwís
~®®®®®®®®®®®®®@®@<!X.!)@®®@®®®®®®@®®®®@@®@®®@~V®®@ •••••••••
REVISTA DE SEGUROS
424
A ORAÇÃO DO JUIZ O Juiz
Dr.
Sadi
Cardoso
num momento de feliz gina que
abaixo
reproduzimos,
suas nobilíssimas qualidades Revela
seu
deseja de
de
Gusmão
inspiração, a
autor,
como
de
nesse
escreveu ,
encantadora
pá-
homenagem
às
ato
de
contrição,
cidos,
Deu a êsse pequeno poema o nome de -
« Ora -
trabalho:
a ti pertence:
ser
o
o
que,
de tudo juiz
diante de
a
a
missão
que
só
quem
sujeito
está,
como
de
mim
ao
menos,
seja
ant~J.i
fim
de
ti ,
conhecendo
mesmo, que
não
use
de
pró -
meus
escusados
ri-
gores contra outrem; ajuda-me para que o meu poder inda não se ciedade;
sêde
de
trato
Justiça,
deserdados
e
não
e
ven-
humano .
de
mim
não
tôda
esteja
maldade e no
alcance
injustiça , mesmo dos
meus
olhos,
de
perdão .
Arreda - me do mundo, se houver de tremer a mão
exercer
juiz,
e
impôr
justiça,
poderosos ,
se
vacilar
meu
espoliadores,
aos
ou
coração, diante
frente
dos
aos
perversos
que se aproveitam dos fracos e abusam dos humildes.
justiça r
todos, à tua
prios erros,
Senhor,
duro
fome
pacíficos; aos
para que não golpeie severamente aqueles que forem
eo «Perdoa·me,
e
que
dignos seu
têm
no
aquela
íntegro,
que
mansos
Afasta
seu
!ÕO do Juiz ».
Faze
aos
aos
julgador.
acertar .
Eis, na
tência,
falte
torne
ilumina
mais
a
posso, a tempo,
duro
minha
aos
oprimidos
consciência,
reparar e corrigir as
de
pela motlo
Provê
faltas acaso co -
llttidas .
dade
aos
penoso
mister, possa
servir se-
haja
luz
que
no vivo,
meu de
coração e
se
modo que não
meus
semelhantes .
Dá-me fôrças para defender os que padecem perseguição
aos
por
causo
obstinados
peros
Permite, que neste
que
ambiente em
seja causa de escândalo, nem dê exemplos de indigni -
so qu e
para
purifique o
deveres
gligência,
o
e do
da
justiça;
para que meu
direito
ofício,
de
coragem
para
não transija nem
resistir
com
sacrifique,
os
ás·
por
ne-
outrem .
renamente os que sofrem agravos e iniquidades, vencer
a oposição dos
potentados e
ainda mesmo que
Dá que possível,
pratique o
dadas
viver a
vida
dos
as
bem , e
contingências
que farte, amargas
Faze
bons, e
não seja compreendido .
o da
quanto exis-
com
que
perdoe
perdoa-me, Senhor,
do-me que
de
digno tua
da
a
tua
infalível
os
infinita e
agravos
mim, Juiz e
a
mim
pecador,
complacência,
eterna
feitos, tornan-
mais
do
justiça » .
~~.-c~~~~~~-..~~~~
Companhia de Seguros da Bahia
I
-
Inc êndio -
Transportes - A cidentes Pessoais - Resp. Civil - Cascos Fidelidade e Automóveis Cr$ 27.000.000,00 Receita de Prêmios em 1947, mais de Receita de Prêmios em 1948, mais de Cr$ 32.000.000,00 Cr$ 27 . 806. 640,00 Capital e Reservas em 31 -12-1948 . ..
1 1
I
DIRETORIA: Pedro Bacellar de Sá, Teófilo Ottoni Pacheco e Fernando de Sá
I
L_-
II
Agência Geral .no Rio de f aneiro RUA 1.• DE MARÇO 51, 3." -
Telefone 43-8888, ramal 13
I
-u-~_,_.~~~ !111111111111 tlllllllllllll t' 111111111111 t l ' . 111111111111 t ]111111111111 t ]111111111111 t ]111111111111 t lllllllllllll [ lllllllllllll t lllllllllllll t ]111111111111 tllllll~ ~
~
5
=
--
-
•
••-
- - - - - - - - -·- ·-·-·-
~
End. Telegr6fica: « BROKER» Telefone: 22-301 O Caixa Postal 1118
:
~
::
"
~
La Fonciére -Incendie COMPANHIA FRANCEZA DE SEGUROS CAPITAL P A R A O BRASIL Cr$ 1.500.000,00 REPRESENTANTES PARA TODO O BRASIL
128-A,
F:~i:N~~~toR ~O C!:-AL~~~·.
13.• Andar, Salas ns. 1303/7 RIO DE JANEIRO
128-A
B R A S I L
;;::;;
i ;
g
illlllllllltllllllllllllltllllllrlllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltllllllllllllltliiiiiiUIIItllllllllllllltllllllllllllltlllllilll l~ IEVISTA DE SEGUROS
425
Porque o nosso Seguro não opera nos Estados Unidos~ No
Segundo
Conferência
Hemisférico
de
Seguros ,
realizado no cidade do México em Outubro de
1948,
o Sr. Williom F. Deloney Junior, gerente do secção d e
O
Não
resseguros de uma empréso estabelecido em Novo York. apresentou
uma
ideia
interessante,
senão
original,
o
América
Latino de estenderem
os suas operações até o grande república do Norte. Aludiu
ele,
à
inicialmente,
que o
mercado
de
Unidos
aumente
o
seguros sua
e
imperiosa
necessidad e
resseguros
capacidade
e
dos
Estados
acrescenta
que
o
volume de bons negócios que podem ser obtidos é con siderável. exigidos
depó sitos
se obtenha
a
demasiadamente
necessária
elevados
autorização
paro
paro
O
Estado de Novo York, por exemplo, exige um depósito de US$500. 000,00 para
se possa
(cerco de 9
operar em
milhões de cruzeiros)
seguros
certas
tabilidade
da s
Transportes. cionadas
Esta s
somos
pod eri am
ao compará-las com
parecer
despropor-
o pequeno volume
inicial
de operações .
a
quando
formação
menos
da
soma
outras
40
exigida
-
para
contribuam o
par~i ci
depósito,
pondo, assim , dos negócios obtidos pelo primeira .
Nessa oportunidade sugeriu o Sr. Deloney que os atividades
do
Companhia
compreender os resseguros
de
operações incêndio.
tanto , como agente sórci o,
um
que,
em
tanto
Ess a
das
fosse
escolhido
de
seg uros
companhia
demais
realidade,
como
atuaria ,
participantes o
d e vam
plano
do
seria
negócios entrada
realizados
do
colo
de
nos
Estados
capital
Unidos
de con -
formar
mediante
correspondente.
isto
desde
apl icados ,
que os
suficientes
é
US$ 12.500,00 para cada uma.
com
que
As
depósitos qu.e poro
não
para
já existentes entre os pa íses que
lucros
de
companhias
autorizadas
a
no
país
sejarr.
operar
em
Nova
operar
nos
outros
Estados ,
não
se
exigindo
toda
para
que
se considere
no meio, deve contar com
solidamente
implan ·
recursos de doi s a três
milhões de dólares, pois uma somo desse vulto lhe dará posição
importante
e
lhe
oferecerá
maiores
meio
de obter
é a inda o Sr . Deloney que o
como o demon .• tro o fato d e haver um grupo de
diz
companhias européos pasto em
prática o plano .
companh ia
permi ssã o e
congêneres
dinamarqu esa o
ela
se
solicita
associaram .
Outros
20
operando
no s
Estados
emprêsa s eu·
Algumas
Unidos .
companhias
oime ntodo dificuldades cesses
de
suas
que
no
ali
operam
col ocação de
retenções,
em
virtude
tê m
expe·
porte dos ex·
de
se
apresentar
o mercado de resseguro, âs vezes , tão saturado, que não tem
capacidad e
cidos.
Os
para
aceitar
todos
cont ratos de resseguros
vorável
para o
res segu ra dor. Um
os
negócios
podem
Final izando
as
ofere·
realizar-se de
resultado fa-
negócio como êste, é,
de considerar-se uma ótima
suas considerações,
d isse o Sr. D•·
loney que , como era natural, desejavam os ouvintes co·
nhecer quO:.is a s probabilidades de lucros, qual o custo aqui siçã o
e
quais
divisas dos Estado s Unidos , porque, sendo o seguro um
Respondendo
1 -
necessidade do
Umo outra5
ropeos, fizeram, isoladamente, o depósito inicial e estão
serviço, não implico
no
possi -
bilidade s na realização de maior volume de negócios .
empreendimento como o de que eslavo trotando.
um
para
soo ·. 000 , o
Embora o depósito mínimo sej a de US$ Companhia,
cretização da
contribuiria
re-
das Companhias.
de
idéia
ca-
que as
constituem o Novo Mundo, acreditando ele que a con sua
de
isto nenhum depósito adicional.
no hemi sféri o ocidental e que o organização dessa Com para estreitar a mútua con-
estado
obstante,
obrigações
e m verdade, atraente , além
e a s relações
No
permaneçam
solver as
i nversã o .
na s at ividades de seguros
expo·rtação
fito de garantir a · es-
representem
exigindo-se,
bava de lançar, declarando que isto seria mais um ato
fiança
o
seguradoras.
de cooperação internacional também
do
formo tal que praticamente garantam um
Prosseguiu o o rador, no def esa do idéia que a ca -
panh ia cont ribuiri a
respeito
Yark poderão, sem maiores dificuldades , obter perm issão
por
< pool » que permitisse às 40 sociedades participar
dos a
ainda
que
regras ,
A ide io é viovel -
po rn
o
tiradas de fundo s se faça com autorização prévia , afim
companhia faço o depós ito legal e que os demais digam os
restrições
emprêsas
trim estralmente, p itais
uma
Este obstácul o poderá ser afastado desde que umo
evidente-
Nova York, por exemplo, exportar-se até US$ 50 . 000.000
e resseguros do car-
teira de Incêndio, sómente, e outros tontos para o ramo
no depós ito estará
O s departamentos de seguros dos Estados impõem,
que
funcionar.
existem
entretanto,
de
A principal objeção estribo-se no foto de que são
utilizado
de dinheiro.
respeito dos possibilidades que se apresentam às com panhias de seguros do
dinhei.ro
mente . protegido pelos orgãos fiscalizadores do 'govêrno.
importação de
a
as · reservas
esses
três
requeridas
itens,
para
u•
conclu iu
Durante os últimos cinco anos os resultad01
mercadorias, razão par que qualquer pa ís pode adquirir
não
dólares sem ter de fazer a correspondente exportação,
Incêndio, e"! geral, deu p rej uizo. Os dados publicados
su pondo-se,
apresentam
favoróvel 426
naturolm...,te, que
quanto
a~
haverá
uma
experiência
ín dice de sinistralidade.
foram
satisfatórios resultados
nele' não se tomam
nos
Estados
Unidos .
O
ramo
piores do que os reais, jó que em
conta
as reservas
por prêmi01
FEVEREIRO
DE 1950
vencidos, estabelecidos
por cada
companhia.
o 1 9 ano . Para os seguros de Incêndio contratados por
Espera -se,
contudo, que os negócio s melhorem d 'agora em diant e .
tr ês
Um
pn}mio emitido.
fator
importante
para
decidir
uma
companhia
a
anos ,
a
reserva
do
19
é fixada em 5o/o
ano
do
inicia r as suas operações nos Estados Unidos , é que o com panhia qu e
começa
pode escolher as
melhores
ne·
Sugeriu,
gócios . Mediante um t rabalho cuidadoso e uma boa se leçã o de
ri scos,
será
muito
possível
obte r
lucro s
nos
nhias
anos vindouros. 2 -
por fim,
que fosse criado
um Comité,
C1
quem fo sse dado a incumbência de consultar as campa · eventuolrde nt e
inte ressada s
e
qu e
ele,
por
suo
p a r t e, t eria muita satisfação em p roporcionar a esse Co
O custo de aquisição varia e ntre 20 e 40%,
mité toda s a s informações ao seu
alcanc ~ ,
pois, declarou .
segun do a classe d e riscos cobert os. Para fixa r, porem ,
vem e studando ês te problema dura nte vários dos último s
o custo, é p recis o considerar se a produçã o é angariad•::J
cn o s, e concluiu propondo a nomeação d e t rês delegados
por i ntermédio
3 -
de
geral, ou
Agência
c
não.
As reservas exigidas por prêmi os não pa go s
são consideradas apólices
uma
anuai s
muito alta s. dJ
ramo
Em Nova
Incê ndio ,
York, para
es tabel eceu-se
um
secretário
companhia s
a;
estariam
1)
Av erig uar
dispostas
a
quais
efetu ar
as
negócio s
no o Est ad ; s Un ido s, sob a direção de uma delas ; 2) -
umn
Toma r a s provi d ê ncias pre liminares
reserva de 50 °/o e pa ra esse me smo ramo, no caso de
panhia
apólices po r cinco an os, ex ig e-se a reserva d e 90 o/o pa rCI
na qu e le paí s.
BILHETE
paro : -
q ue
obtenha
a
necessária
pa ra
que
autorização
~ssa
para
com · op era ·
FRATERNO
« Qualquer que vos der a beber um copo dagua e m meu nome , e m verdade vos digo (!Ue não perderá o seu galardão » . -
Jesus .
MARCOS,
Me u amigo, nin guém te pede o santid ad e dum dia paro outr . .
9:41 .
l e va um remédio ou uma flor ao doenl e . Improvisa
um
pouco
de
e nt usi asmo
Ningu é m reclama d e tua olmo es p etóculo s de gron·
trabalham contigo.
i odos
candei a do bem estiver apagada .
cezo.
para
os
q ue
Em i te uma palavra amorosa e consoladora ond e a
sabem : s que o
do sombra c e
afl ições
jornada
criadas
por
humana nós
inça<la
é
mes mo s.
Conduze uma xicara de leite ao rec é m- na sci do q ue o
lembra -te, po ré m, de que o Céu nos p e d e solidarie-
Concede alguns
dade, compreensão, amor. Planta uma árvore b e nfei tora , à
b eira do caminho.
Escreve algumas fra ses amigas que consolem o ir mão
minutos d e
palestra
reconfortant e
ao colega abatido . O rio é um conjunto de gotas preciosa s. A fraternidade é um sol compo sto de raio s divin o s,
infortunado. Troço pe qu e nino explicaçã o para a
ignorância.
Oferece· o roupa que se fê z inú til ogoro, ao teu corpo, ao
mundo acolheu se m um berço enfeitado.
companheiro
n ecessi tado
que
segue
à
reta-
emi tido s por nossa capacidade de amar e se rv ir. Quanto s raios libertastes hoje do astro vivo que é te u próprio ser imorlol ? Recorda o Divino Mestre que tec·e u lições inesqu e -
guardo. Divid e, sem alard e , as sob ras de teu pão com o
cíveis, em torno do vintém de uma viúvo pobre, d e um a
se mente de mostarda , d e uma drócma perdida .
fami nto. Sorri para o s infelize s.
Faze
Dá uma prece ao agonizanfe.
Ninguém
Acende o luz d e um bom p e nsame nto poro aquel e
o
bem
que
puderes .
espera que apagu es
sózinho o
incê nd io
da moldode . Dó o teu copo de água frio.
que te precedeu no longa viagem do morte.
l:MMANUEL
Estend e o braço à criocinha enfermo .
DIRETORIA: Presidente Eng. Nelson Ottoni de Rezende. Vice-Presidente Dr. Drault Ernanny de Mello e Silv.a. Tesoureiro - Dr. Jefferson Mendon~a Costa. Técnico Snr. Robert C. Hus. CAPITAL REALIZADO
E RESERVAS
MAIS DE
Cr$
12 . 000 . 000,00
SEGUROS GERAIS s•de : Rio de Janeiro Rua da A••ernblela 72-6.• pav.-End. Telegráfico "Solidez"
8ucunal de São Paulo: Rua Barão de Paranapiacaba, 24-G.• anaar . AGÊNCIAS E SUB AG~NCIAS EM TODO PAfS iO
Bibliografia Receb emo s e agrad ecemos a remessa da • seguint es publ icaçõ es : Nacionais
A.RQUIVO SOCIAL Número 5 , d e Outubro d e 1949. Vol. 11. Di rigido p elo Padre Felix Pereira d e Alm ei da e editado p elo Colégio Anchi eta d e Nova Fri burgo, Est. do Rio. ASSOSEG -
Publicação quadrim estral do Comit é Loca s
Pernambucano de Seguro s. Núm ero 14 , d e Dezemb ro d o 1949. Ano 111. Recif e, Pernambuco ATUALIDADES da São Paulo Publica ção « São Paulo » Companhia Nacional d e Seg uro s d e Vida , sôbre a ss unto s d e produção, li terário s, etc . Núm eros 258 e 259 , de Dezembro de 1949 e Jan ei ro d e 1950. Ano XXII. São Paulo.
REVISTA RIO GRANDENSE DE CONTABILIDADE Mensário Técnico de Administração e Finança s. Números 182 e 1 83, d e Novembro e Dezembro de 1949. Ano XVI . Porto Alegre, R. G . do Sul . REVISTA DO SERVIÇO PÚBLICO Orgão d e interesse da a dmini stra ção . Ed itado pelo Departam ento Administ rati vo. do Serviço Públi co . N umero 3, de Set embro d e 1949. Volum e 111. Ano XII. Rio d e Jane iro .
SA ÚDE M e nsári o do Serv iço Nacional de Ed~caçõo Sa nitá ri a. N úmero 25 , de Jan eiro d e 1950. Ano 111 . Rio d e Jan eiro. Estrang eiras ALFA - · Revista mensa l d e Seguro s. Número s 8 e 9, de Outub ro c Novemb ro d e 194 9 Ano I. Havana, Cuba.
BOLETIM INFORMATIVO Publicação da Confedera çã o Nacional do Com ércio . N úmero s 55 e 56, d e 15 d e Dezembro d e 1949 e 1 de Jan eiro d e 1950. Ano s 11 e 111. Rio d e Jan ei ro .
L'ASSICURAZIONE Publica ção quinzenal de técnica e juris p rud ência d e seguros. Segunda quinz ena de Out ubro , p ri mei ra e segunda quinzena d e Novembro e p ri meira qu i nz ena d e Dez embro d e 1949. Nú· me ros 19, 20, 21 e 22 . Ano LXIII. G enova , ltalia.
BOLETIM DA OIR Publ i cado pela Organ iza ção Interna cional d e Refug i ado s. Núm ero s 1 e 2, de Dezem bro d e 1949 e Jan eiro d e 1950. Rio de Ja -
Cronica e Ori enta ção do BOLETIM INFORMATIVO Con se jo lnt eram eri cano d e Comérci o y Produccion, Núm ero 55 , d e Novembro, Dezembro d e 1949, M o nt ev id éo, Uruguay.
neiro.
CORREIO DO SENAC Seman ário informati vo do Departam ento Nacional do SENAC. Núm eros 22, 23 , 24 , 25 , 26 e 28, d e 12, 19 e 26 d e Dezembro de 1949 e 2,9 e 23 de Jan eiro d e 1950. A.no I. Rio de Janeiro. FAINA -· Bol etim informativo d e seguros. Número 1, d e Dezembro de 1949. Ano I. Ri o de Janeiro. IPASE Orgão do servi ço d e publici dade e destinado à divulgação dos objetivo s, serviços e res ultado ~ d co IPASE. Núm ero 13 , d e Outubro de 1949. Ano 111 . Rio d e Janeiro. NOTICIÁRIO SALIC Publicação da Sul Am erica - Com panhia Nacional d e Seguros de Vida , exclusiva mente sobre a marcha dos negocies . Número 167, d e Novembro de 1949. Ano XIV. Rio d e Janeiro.
A PRE VIDENCIA -
Orgão Oficial do Sindicato dos Corretore s de Seguros Privados e Capitalização do Rio de Janeiro. Números 73 e 74, de Novembro e Dezembro de 1949. Ano VIl. Rio de Janeiro.
PREVISUL Publicação sôbre a marcha da produção da Companhia de Seguros de Vida « Previdência d o Sul » . Números de Outubro, Novembro, e Dezembro de 1949 e Janeiro de 1950. Porto Alegre, R. G. do Sul. A PRUDENCIA. Boletim men sal da « Prudencia Capi talização» . Número 10, d e Outubro d e 1949. Ano XIX . São Paulo . REVISTA BRASILEIRA DE PANIFICAÇÃO Men sário d edicado aos assuntos de panificação e indústria s correlatas. Número 171, de Novembro de 1949. Ano XV. Rio de Janeiro. REVISTA DO IRB Publicação bimestral do Instituto de Resseguros do Bra si l. Núm ero 58 , de Dezembro de 1949. Ano X. Rio de Janeiro. 428
Rev ista mensal. Núm ero 1.544, EL ECO DEL SEGURO d e Nov embro d e 1949. Ano LVII. Barcelona , Es· ponha. LOCAL AGENTE Número 12, d e Dezembro d e 1949 c núm ero 1, de Janei ro de 1950. Volumes 21 e 22. St. Loui s, Missouri, U. S. America . NEWS LETTER N úmero 115, de Dezembro de 1949, N ew York , Estado s Unido s. THE REVIEW Publ icação d e Seg uros. Números 3.776, 3 . 77 7 e 3. 779 , d e 25 de Novembro, 9 de Dezembro de 1949 e 6 d e Jan ei ro de 1950. Volume 80 . Londres, Inglaterra . REVISTA ESPANOLA DE SEGUROS Núm ero 47, ele Novembro de 1949 Ano IV. Madrid, Espanha. REVISTA FINANCIERA Números 1 .527 e 1 . 530, ele 15 d e Novembro e 15 de Dezembro d e 1949. Ano XLIII. Madrid, Espanha . REVISTA DE SEGUROS 384 , de Setembro A ires, A.rg entina .
de
Publicação men sal. Número 1949. Ano XXXII. Buenos
REVI ~ TA
DEL SINDICATO VERTICAL DEL SEGURO - Número 71 , de Novembro de 1949. Ano VI Madrid. Espanha . S. B. B. Seguros, Banca y Bol sa Revista mensal Núm ero 12 , d e Dezembro d e 1949. Ana X. Havana, Cuba . SEGUROS Pub lica ção t rfmestral . Número 11 , de. Abri~ Maio e Junho de 1949. Buenos Aires, Argentina. SEGUROS Revista cultural e técnica de propriedade do ' Si ndicato s Nacionai s de Seguros de Lisboa e Porto . Número 49 , de Outubro de 1949. Ano XL Lisboa , Portugal . LA TRIBUNE DES ASSURANCES Números 77 e 78, de 9 e 23 de Dezembro de 1949. Terceiro ano. Pari~ França . FÉVEREI RO
DE 1950
,.
laealftarijo da tb•o ,."' qur r~ro ra1 d~ tnm o. · , tnl'Gmos da nonJ ler•·a, escrnt ao Jt• Rrl o corta ''"e hllldna eon.strwria oomo um 4<u mo li prtefosos dor~o~m•n CO. l&lrt " ' t~n~w rfquu., do Ilt'o.IU. ('am fnlta npd.t 11 '"oratrllhar
AGRES foi no passado o s!mbolo doi ~randes ciclos de navegação aos quais dtltmos o descobrimento do Brasil. As náus que aqui aportaram vindas d'alémmar trounram consigo a esperança de ,. munao nuvo que conr!rmarla no tempo, a amável profecia de Ptrt Vu de Caminha na sua famosa carta enviada ao Rei de Portapl; ... a terra em tal maneira 6 graciosa que querellOO-a aproRIIar dar-1eri nelA tudo ... " !!ORES 6 no presente um s!mbolo de confiança no desenvolnmente 1 procre~~o de nossa pAtrla um dlstlco que vem há 18 anos OJrttando as atividades da Cla . de Seguros SAGRES em nosso mer"""· Abrindo novos rumos à técnica do segu ro, a Cla. de Seguros IAGRE8 destaca-se como uma das mais sólidas entidades n&clonals, olcrt«odo as mal• amplAs &&rantlas na proteçio dos bens mate-
rlals e usegurando ls pessoa• tlstcaa um meto ettcas de prendln· ela Concorrendo ativamente par& o progresso do pais, a Cla . de Seguros SAGRES, opera em tlldo o Brasil nas oegulntes classes de seguros: Incêndios Aluguels Transportes Marltlmos e Fluviais - Rodoviários, Ferroviários e Aéreos - Riscos de Guerra Acidentes Pessoais (lndlndual e eoletlvo) Automóveis (de passageiros e de carp) _ DIRETORIA: Vtvlan Lowndes Presidente; Donald · de Asambuja Lowndes Vice-Presidente; Nestor Ribas Carneiro e Lawrence W ood - Gerentes. CONSELHO FISCAL: J. M. Francisco Xavcrius Drol s hagen e Paul J . Christoph. Eric Botelho Pullen - Joaquim Moraes Martins Catharlno - Jorco Santos Lima.
s~E GUROS·SAGRES
~OMPA NHIA DE hndada em 1924 -
Incorporadores p _p .:
St\de: Rio de Janeiro
Av. Presidente Vargas, 290 Edifício Te! . 43-6922
SOTTO MAIOR & CIA.
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Excedem a· Cr$ 9. 600 _000,00 Transp ortes -
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..
já pagos pela Sul America I Eat a 6 a cltra de eloquêncla Incontestável que apre.-
nõmlca, êle se volta naturalmen te para a companhia
len ta o último balanço da Sul Amel'ica sObre os
que . com mais de um bllião de cruzeiros, já foi o
serviços prestados à coletividade brasileira. Funda-
Instrumento para a proteção de um número lncon-
d a em 189~. a Sul Amt!rica tornou-si', no decorrer de mais de cinco de.cênlos, a grand" proteção de que.
tável de lares. Leia os dados abaixo, resum o do balanço da Sul Amerlca relativo a 1948. E se C:c>e-
pode dispor a tamilla no Brasil. E quàndo hoje um
ja também assegurar
chefe de fa m illa pe.nsa em assegurar a seu; amados,
faça o que fizeram, só em 1948, milhares de pessoas:
em qualquer hipótese, sustento e tranqullldade eco-
aoquira uma apólice de seguro da Sul Amerlca.
econõml~amente
o seu lar,
RESUMO DO ·53 " BALANÇO DA SUL AMERICA REFERENTE AO ANO DE 1948 Os novos seguros aceitos, com os res pectivos primeir os prêmios pagos atingiram a quantia de . . . . . . . . . . ... ...... . .
Cr$ 1.894 444.342,00
O total doa seguros em vigor aumentou para . . . . . .......... .
8.466.406.318,00
Os pagamentos aos próprios segura dos e aos ben eficiários dos segurados falecidos somaram ..... . .... .
..
..
O total de pagamentos de.; de a funda ção . . .. ............... . O ativo real ele ou-se em 31 de dezembro de 1948 à importância de
DiMONSTRAÇÃO DOS VALORES DO ATIVO
102.738.694,00 1.008.528.353, 70 1 257 341.345,90
CR$
PER CE N· TAG EM
Tftulos da Divida Pública . . . . . . . . . . . . . ............ . . . .
376.830 352,20
Tftulos de R enda . ....... ... . ..... •.. .. . . . . ..... . ......
1 28. 0 8~. 0 24,20
10,19
Imóveis .............. .
201.321.092,60
16,01
Empréstimos s/ Hipotecas. Apólices de Seguros e Outras Garantias .......... . .. . ..... .. .. ............ .... ... .
377 197. 116,30
30,00
Dinheiro em Bancos, a prazo . ... . .. . ......... . ....... . . .
50 790.565,00
4,04
Dinheiro em Caixa e Bancos ..
48 900.:>80,90
3,90
29,97
Prêmios, Juros e Aluguéis a Re ceber ........ .. ....... .
29.743.835,40
2,36
Outros Valores ......•• •. . . . .••••....
44.468.979,30
3,53
1.257.341.345,90
100,00
Sul Anteriea C OMPAN HI A NAC IO NAL l.l E SEGU R CS DE VIDA FUNDA DA EM 1895
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