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SEOUKOS E CAPITAL IZAQAO ASSINATURAS: Poucoa eiem-
«'b edivao do
Brasil, po(^e (impr«t ....
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Uala de UB eiealo de repntasAo em llqoldac&ea aatlitatdrlai,
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Rio de iJanelre aXo Paolo
Nuniofo
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ANo XXIX Av,
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Esfraneeire, porl6 fimplei
Bratll,
1948
p
Cr$
Fevereiro de 1949
NUM.
332
• Adminiiliosoo :
B'anco, 117-39 _ Sola 305 lelofonc! 23-5506
Instituigoes Seguristas
JANEIRO
Os segurus Icin uiiia al.ta sigiiificagdo ecoiiQviica, pots
Eundador :
'^'^ndido de oiiveiBA
sc dcslinam <i reciipcntgCw do pcrdido, por iiileniiedio das
P'rolor Responsovol :
*BillO DE CABVAIHO
riiiprcsas qtie e.vploram os vdrios ramos da previdencUi0 iiparcciitieiilo dcsta iiislituigu-o foi uma conquisia
y
do asp'irito hiiimno-
Pitelofet :
■ 8o'bo, JoGo Santiago * Dovid Compista Filho nico I
^ BANOEIRA 0£ MEllO S.crotdrio
*
A' REGIS SUVA
lixprimiii uin passo a iiiais no caininho do progressoNuo siw soincnlc os scguros coinntts que coiislitueiii iitcdida de cowei-vugdo de bens e interesses patrimoniais-
Este Instiluto entra no dnibito das cit'iidaj politicas. A'do sc podia cnlendcr o scguro como fator social sevi considcra-lo objeto da ccotwmia das nagoes.
Reda!or i
^'o B R A S I I j_
A riqucza e o conjunto dc bens materiais e pernntld-
^0 Publlcldada :
® GERALDO BATISTA
vcis. A tcciiologia estiida a riqtieza no ponlo de vista fisico.
descrevcndo os processos de fabricagao de cada produto, enquantu as ciciicias efonoinicas a esliidain sob o panto de vista tnoral.
sumario
A econontia poUtica e a doulrina da ordcni social aa
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'«9«nnas — Abills de CartlKoi
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David
Compitir
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Enfr«Bo da averbocfic Bplto ""a
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«Tobelo do
— Lull Mendonso.
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Ju'tlso.
•— um Imaeraflvo da A. J. ftennor.
® obolrooinento aoroo ^livoira Fllho.
riqiiesa- Ela difcre da ecoJioiiiia privada que cjiiida a j-;queza qttcr em relagdo d fainilia (ecoji^mia doinestica,. quer em relagdo a cada cmprcsa (econontia industrial.t.
£ duplu 0 papel da cconoinia polilica. Ela biisca c luitiireca e as cuk-sit-j da riqueza social c iitdica os priiic-
plos que dci'Cm itispirar a agdo ccondmica da aii/oj-Idafli piiblica. Dai a distingdo cntre a econontia publica pura (cicn cia) e a cconoinia aplicada (artc), bcm que clas lenhain- i inesiiio fim coiniini, favorccer a pvospcridadc gcral. A cconoinia polilica, podcruso inslriiincnto dc civiLsagdo, e uina inalt'n'a digna dc csltido, tanto pela iinportdn-
cia teorica do
objeto, como pela iitilidadc prdtica da
siia doulrina; c isto quer no vida prizvda, em particulai para os construtores, os proprictdrios, os capilalistas e os
obreiros, quer na vida piiblica, em particular, para aquelet que, diretamente (niagislrados, incinbros de corpos delibe
rativos, consiiltivos, adininistrativos) on indirelainente, pen. potcncia do direito de associagdo, de reuniao, de petigdo r
pela iinprensa, <7.r6TCCj)i uiiia ccrta influcncia sobre o go venio do Estado on dos grupos politicos inferiorcs. V
SEGUROS
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