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T1323 - Revista de Seguros - janeiro de 1949_1949

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obra P<"a sorvlf 0

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Co. Hd. em 1824

SfcCGUKOS E CAPi rALlZAQAO Uala de am

ASSINATURAS;

de

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eillvf'o de IflH Pf,«?o

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Bros'l, por^o (implet

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50.00

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Brasil,

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70.00

aatlafalOriai.

Etirongeiro, porla ilmplpf

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Eslrongeire, reglitrado

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Nijniaro

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150,00

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Kio de Juuelro 8B0 Paulo

NUM.

Janeiro de 1949 Hi. b"°'

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117-39 - Solo

Condu^a

305

Telofo ■one : 23 -5506

11 O

JANEIRO

DE

OlIVEUA

Eoiponiovei ,

^'O De

CARVAIHO

D'fOlOrQf ;

V.

*'''0, JoSo Santiago Campista

EA»i.

Fllho

Tier,;..,

05

®*ndeira de meuo Eecreifirlo

*• "EOIS SUVA .

331

Profissional

O odvoi/iido .■ 0 hoDiciii versado cm .jurisprudauw,

Ponclodor, Dl,,

adcnlo

repuiacAo

Pedaic •

'"■o bras i e Boblicidode i

geraido BATISTA

ijiic acoiisiiha e iH^trUe sciis constitidntes0 advoyado cscntpiiloso, antes de accitar u causa, deve c.vamijia-la conio jidz. Reccbcr iiniiidatu para defender iinui agar) injusta ou

iinoral o faltar ci ctica profissional. Servir-se de argiimeiitos de csyiiiilia 6 faltar d verdade- Buscar pcritos rosos, lesteinunlias falsas e prociirar corroinper on enre-

dar as testciniinhas da partc contrdria, c fcUtar as leis da honra.

A rabuUcc de advuyados enearlados iiiuito teiii prcjudicado a faina do furo. i> upoc-se qtic all tudo sc pode aOtcr. 0 vcrdadciru advoyado intervcin com o sen consclho,

cuiicorrt niio para exaltar a prdpriii jHStiga. Narrainos alyniis casos viarifiinas, em qiie advogados chicanisias consegiiiram prcjitdicar as sens cojistitumies,

"^•JMArio

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coin a insinceridiiae da sna coiicliilo.

""""I - Abillo de Cor. "'«eo|

^ I,'" '"■Ruel"'

Devtd Compisra

Ninn dia de novcmbro, as 13 lioras, foi nbalroada for

— Paulo Bar-

urn rebocador da finna conslnitora do porto e afuiidadaA responsabilidadc do rebocador era evidentc.

»r '"0dgs

rucQs ogravodoi

1l

Lu|, L

'«ii,'o t.

Anis ,

nSdod.: •■»,.

Pill,

'i.

de dirofio qite luna abairoa(du entrc tun navio em. marcltc

no Romo Incen-

e am qnc esteja aiicorado, a responsabilidadc e daqitclc.

do Cosio.

de SeBurodoros E.-

0 navio parado so pode responder pela abalroagao se

for noitc e nao esliver com as tiises regulamentares. Uin advoyado hoiicslu tcria aconsclhado aos sens cli-

entes, coustrutores do porto, a indenisaido rcclaniada, iims

isto ndo sc dcu. Foram aforadas as agdes de dois consiyna""''"oiifoi — David Poro

illo

Ele tinha a libcrdade das sens movinicntos- £ rcgra

loll Mendcnso.

'V I,. d. - - R 9°' Monii Sonllaao. 5"'*'""

Uma barca italiaiia, ainda carrcgada, esia't'a ancorada

no ponto que Ihe foi designado pela Alfandega-

Porec

cumantp do

kirios da cargo e da comfanhia armadora da barca-

A dccisao final foi csta-. inn dos consiyiuildrios da cargo vcnccn, q oufro..c o artnador perdcram, porquc a barca j^aracla foi a culpada !

Estas decisoes contraditorias foram espalhadas entre or annadorcs europens, para luostrar como se julgava no

'^Iln-'^PCU '"0.

Brasil.

5EGyi(c»S

337


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