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YORKSHIRE
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anlcii
obra
Inaorance Co. Ltd. Fundada em 18S4
cala-
tiaticn do segnros no Brasll
tstiGUKOS K OAPl I AL-IZAQAO Unls de nm
ASSINATURAS: Restam poucos exemplarea da cdl^uo de
CrS
50,00 60,00
Estrangeiro, porte simples
"
100,00
Estrangeiro, registrado
"
Numero avulso
"
120,00 5,00
Brasil, porte simples Brasil. registrado
1M7.
Preci) «le cnda exemphir • Cr» 60,0(10.
em liqDldacSoa oailsfatdrlat.
FILI.AIS;
ICio do J.melro sap Paulo
Junho de 1948
ANO XXVIII
eAcnlo
de repaia^o
NUM. 324
KEVISTA DE SEGUROS Kedaffio e Adniliilstrntao: 4". Iflo Uriinco. 117-3.' • Sola 308 Telefone: 23-5506
RiO DE
JANEIRO
SEGURO E JUSTICA
I'undndor;
CANDIUO U»3 OLIVEIRA
Ulretor llcypoiisnvcl: AblLiri BE CAHVALHO Dlrttorua;
■fosi F. Dorba, Joao Saiiliaao '■"ori/es e Diwid C'(tfnpjs/a Consullor Tcciiico:
CARLOS UANDEIHA DE MELLO Redutor:
AVID
DRASIL
.'jj iiogdcs praticas do direito dcvem estar ao aicance de todos, por qiic o direito c a propria vida social.
No mitndo ecojwwiiVo em que vhemos, o seguro tern lido iim graiide desenvolvhnento.
Os sens atos abrangem todos os interesses; os con-
Initos se toniaraiii u:ois faccis, as siias formulas se siniplificaram, a sua materia e o futicionamento das sociedades que 0 exploram sdo regulados pelo direito cit/H, o comercial
SUMAlilO
Scgui'o e Jiisli?a — AbiUo de Car-
c 0 admuiistrativo.
A siipcriiitendcncia do Estado no licaiciamcnto c fis-
ualho.
*■0 anos
A qucsUlo do srguro d« ucldciites
caliiaidu das emprcsas scgttradoras c uma promessa de ga-
do trntmlho —■ David ConU'/.i/a
raniia para os segurados. Havcrd sempre cidpa na liqtd-
b'ilho.
dagdo ridnosa de uma dessas sociedades.
Cilse no isjcvcfvdo do scgiu'os do Ramos Elcmcnlures Itiindeira de Mcllo.
—
Oirtc^
"ibtorico do .Scguro no Bvusll —
Qiicm die culpa, diz mdcnisa(;do pelas vias do direito processiial. Os segurados prejndi'cados tern agao contra o
governo, que nao cuidou; foi imprevidente ou dessidioso na sua fun^ao fiscalizadora
Amilonr Snnfos.
'nsinbllidado dn mocdn e os linii-
tes do rotcnviio dns CoinpantiinK de Sogiiros — Unniberlo lioncnrrdi.
I'ludciicln Ciipllnlixnijrio — AproQdeni pagara o pato? — .4. O. Zan
Cra^as ao instituto do seguro, o credito 6 hoje muito iiKiior, porque os crcdorcs confinm que os bens do dcvedor
que constituem uma cspecie de penhor, estao garantidos por c.itc coiitralo.
Convent, por tanio, divulgar, insistindo, os pHncipios
que o regent.
der.
''•■ojcto contra os iKtidoiiics — en'fevisla.
^iibrofiin'iio c .scguro — Auiii llrasil. ^ segnro do vldii iia liicniiiira — fl cno/o de Alenrtir.
Contrato dc seguro, ndo sera demais. repctir, e aquele pelo qiial um contratante, chamado segurador, se obriga para com outro, chamado segurado e mediante um premio ou retribuigdo a indenisa-lo de unta perda ou dano, ou da
'A Viingiiarda" — Companhia do
pHvagdo de iini lucre esperado que passa sofrer por um
Scguros (ieriils — oprrcinccio. oraliacmos a Iiisllluivno do So-
cvento qualquer.
Oonie".
Neste coufrafo, e ccrta a retribuigdo e premio para o
''opoiiiiunto da Esliillslica — Jii'c
segiirador; e este so e obrigcdo a indcitisagdo, dado e rea-
Kuro A.
—
.tnfonfo
Osniiir
Oof/on.
ngiieiriis
Voiidorns
■Iranlin
l.oivndea.
—
Henrique
iisado 0 evento. Se esla obrigagdo de prestar a indenisagao fosse para ambas as paries e coiniim, e dado o evento re-
''onlldudc do Risen — I.vie Meit-
caisse niiina dclas, o contrato ndo seria de seguro, mas de
■ .donca.
jogo ou iiposla. 0 jngo e sempre inseguro.
A nova ici do Seguros o (aiiiiliilizapAo — Dialler Pin/to.
^•rcilos de uma senicn^u do Tribu nal Mnritimo — /urispriidenc/n.
'lEVISTA DE SEGUROS
Se 0 contrato de seguro diz respeito a objetos e atos coiuerciais, e tambem ato comercial, rcgulado pelo respectivo Codigo. 033