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T1291 - Revista de Seguros - maio de 1946_1946

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YORKSHIRE

S K G U R O S

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(Dsuraoce Co. Ltd. Fuudada em 18'24

obr;i eaU-

Uatica de scsuroa no Braatl

SEGUK053 E

OAPITAL-IZAQAO

ASSINATURAS:

Ha ainda exemplafes da edigao de

Brasil. porte simples

Cr$

50,00

1945. Prego de ca-

Brasil, registrado

"

CO,00

da exemplar

Estrangeiro, porte simples . . ;

"

100,00

Cr$ 50,00

Estrangeiro, registrado

"

120,00

Numero avulso

"

5,00

ANO XXVI "KVISXA

DE

Mats de am s£calo de repataeSo em llqoldaeucs fuilisTatdrlas.

FILI-US: Rio de Janeiro Kfio Paulo

Maio de 1946

NUM. 299

SECCROS

, Redasao e Adminislrasao: Ulo Bianco, IIT-S® - Sala 305 Telefonc: 23-5500 RIO UE JAKEIUU

O Acaso e a Certesa da Perda

«

Fundador:

Csndldo (Ic Oliveira

DIrelores;

Quando 0 homem cogitou de um meio de reparacao contra 0 acaso e os danos a que estavam expos-

ose V. Borba, Joao Santiago

fas as mercadorias do seu comereio, criou 0 seguro,

'""fes e David Campista Filho

que exercido por individuos isolados nio Ihe oferceia boas garantias. ~ "O fragil barco podia agifar-se desgovernado como

Dlretor responsavel; ABILIO DE CARVALHO

,

_

Cons. T6cnico:

Jos^ Pereira d« Sllva Redator; Avio Brasil. ♦

SUMARIO

um fronco abandonado as ondas, itao esfando a vista

0 porto do destino, nem enseada segura para a tentativa de uma arribada de salvamento.

acaso e a certeza da perda —

Rcdaeao. N

scionalizagao das Companhias de

^oguros — David Campista Fi lho.

''^tica perigosa — Jose Pereira <*0 Silva.

^ Egultativa dos Estados Unidos Brasil e a sua nova admi-

"^i^stragao. 0

seguro de vida e o bom pai de tamilia — Renate de Alen«ar.

N

y®fma$ tarifarias de algodao S. Alvarenga.

^^estoes de tarifas — Oorival "'^orres.

'^®forma dos estatutos do IRB — ^errespondencia.

'^oiibos e extravios de mercadotias. t

^tatistica dos seguros elementares e de acidentes do trabalho em 1945.

^®morabilia. ^'bliografia. Fisco!

^driosidades do seguro. do MTIC.

^drisprud^ncia, ^evista de seguros

Nao 'Se sabia 0 que estava para vir e para onda

iria ele, com o bravo mar e os riscos de um naufragio. O perigo estava sempre a espreita; os ventos nem

sempre sopravam na boa direcao. Os nautas se guiavam pcfas estrllas no ceu, Indicando 0 not.'e.

Elas eram fanais que, entretanto, nao os protegia nas boras de fadigas e desalentos, contra os roehcdos ocultos".

O corasao tranquilo, o seguro, comecou entao.

A conducao pelos rios, os caminhos dos cisnes nao tinha os mesmos perigos.

Tambem o risco do dinheiro ou o emprestimo sobre a boa ou ma fortuna da navega$ao foi conhecido pelos antigos.

Catao operava nesse negoeio por intermedio do seu escravo Querino.

Mais tarde, foi se desenvolvendo a ideia do se guro e as regras que deviam nortea-lo como contrite.

Barcelona, Geneva, Redes, Oleren sao nomes ligados a histdria de seguro, mas sdmenre no seculo 18, ele pasa ser exercido por companhias com capitals formados polos respectivos socics.

Portugal teve nesse instituto economico a sua parte, nao so com a companhia formada sob os auspicios de El Rey D. Fernando, como por ter Santerna

publicado o primeiro iivro sobre essa espedalidade, livro traduxido na Italia e na Holanda e cujos ensina487


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