Skip to main content

T1287 - Revista de Seguros - janeiro de 1946_1946

Page 1

4 \ I' A II I O THE

U li

s K G ir R n s

YORKSHIRE

'|"lca fihi'ii estn-

Cnsurance

,io scBUios

Fiindada

Co. Ltd. cm

1824

"n lllmll

SEGUKOS E CAPITAl. I;^ACA0 aintla i-xom pla

Mnis do tim

ASSINATURAS:

ces da edigao de "Is. l>re5o de ca•''« uxemptar

Brasil. portc simples

Cr$

50,00

Brasil, registrado Estrangeiro, portc simples

"

00,00 100,00

Estrangeiro, registrado

50,00

120.00

Niimero avulso

r.

'diiUfatdrlas

FII.I.AIS:

Rio de Janeiro Paulo

Janeiro tie 104G 'STA

Df!

tv.

SRGL'RO-S

Adminlstracao;

0 Bi-nnco. 117.3° . Sala 305

ndralo

do repata^fio om Ilqnidaeuca

NUM. 29.0

O Caminho Impervio do Seguro

T®le/onc; as-S.IOC

RlO De JANEIRO

O seguro do valor tofral deve colocar o segurado, que sofreu um dano, na situagao anterior ao sinistro.

<l>

Pundador;

'-anuiao de Olireirn losponsavel:

U.I0 02 CARVALHO

Sr a casa foi destruida ou arruinada, a seguraddra oagara a quantia necessaria a reedificacao ou reparacao ou maridara fazer uma ou outra por sua conta. Esra opcao figura itas apolices, sent nenhuma condicao re'ativa a eontribuicao do segurado. a titulo de tdiferenca do novo para o velho.

DireIores:

• *>orba, Joao Santiago

Nao se trata ai de ccisas de comeicio, cujo Veilor e o da praca, na ocasilo do sinistro, nem de maquinas

® ^ t)avi(l Campista Filho Cons. Teenico;

sujeitas a desgastes e nas quais ha sempre novos meIhoramentos, que tornam o trabalho mais rendoso ou

'*^8e V t> r

Pcreira da Silva

®®ilator:

grasill

mais facil, mas de propriedade imobiiiaria, que o dono procurou garantir e que a seguraddra prometeu fazer

e nao e possivel, sob aquela alegacao, exigir que o

segurado conccrra com certa importancia para juntar a do seguro, afim de ter o seu predio em condiSUMARIO

cdes de ser habitado.

'"";pre vio do Seguro,

ccragao, como indica o seu nome, e sim'uma doiorosa

0 seguro nao seria assim aquela tranquilidade de

^ Ca . ® '— David Campista H 'Ofa

Da

^

das Novas Ca' ose Pereira da Sllva.

»So S'eguro 0.

).'Marrot

% 'SM6 ' es '6,

Seguros — Dorival

S'SI

Vid'a (Benefici^rios Le-

'es.

surpreza para o segurado honesto.

Contra a lisura das liquidacdes de seguros havia muitas prevencoes, mesmo entre os magistrados. Diziatn que as Companhias procuravam pretexlos para nao pagar ou ao menos forjar os segurados a aeordos ruinoses. Havia maidade nesses conceitos, cmbora com a mentalidade de taverneiros alguns direloies dcsejassem sempre pagar o menos possivel. Hoje, elementos mais competentes deram ao se

Carlos Roca Viana.

"'^"dade CO Seguro. ,'«fas . S, ° Ministerio do Traba-

'X„

"da,, .

Nacional

^ De seguros

guro um prestigio ja notavel.

St por uma questao meramente tecnica se e^ta-

belecesse, na liquidacao dos danos de incendios, em moradias, o principio da diferenga do novo para o ve

lho, seria uma surpreza para o segurado e um meio de fraudar o que no contrato esta expresso.

A reconstruqao eu o pagamento da importancia erbitiada sempre foram formas usuais de liquidacao.


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
T1287 - Revista de Seguros - janeiro de 1946_1946 by CNseg - Issuu