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T1193 - Revista de Seguros - fevereiro de 1938_1938

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ANUARtO IkE The

SEGCROS

YOBKSHiBE Insurance Cumpa-

A unica obra

estatistica fle sefu-

nr Limited Fundada ha iiiais

fos no Brasit

de ccm aitiios

Eni preparo a Dirctor Rcsponsavcl: eaigao Cc

Rcprcscnta^o Geral no Brasil

ABILIO 1)E CARVALHO

R. Gen. Cainara 66

Diretorcs; CANDIDO DE OHVEraA e 3. V. BORBA

Bio dc Janeiro

1938.

ANO XVIII

_

FEVEREIKO DE 193S NUM. 200

O Seguro Brasileiro ° seguro e considerado uma espeeulagdo lucrativa e doi Uii

ConiJS 7 ■ ® '■^cZamacoes mais descabidas. tevi vrappi^ oniigas, bpn administradas e de boa sthiagdo financeirci ndo elienfeludiciarias e se resistem a algumas reclamc.goes '^'■eic'aiTthipiti haver para isto clgum motivo. Somente a ffrosseria dA

■ curavi u'lzev L

poderao explicar o escandalo gue pro-

■iPCidir as '^Poidir a^hflrJ to^ i.

f de agoes ■'^tui.ious relativas ua icyii/us. segtiros. us Os mounats tribunals existem existem para para e7itre mteresses econominoR p. mnr^t<5 i\dividu(^t.econoTnfcos e morals e evitar os covjUA ,f dpfZl„ 7 A eloR ela^TdPf J, f vedados pviem, porem, as as compan/iias companhias de de seguros seguros f! aos

Sao equl-

P-tSSr.fc"^1 Saindo ona mutuas, sua prdtica do doriinio arvore frV^dL^ant^ necesstdade vioderna. anonimas o seguro. como

® "otsRs

'"^iUas bevifrin^!,^ A'n f A'O

^f'guro ahwf!^

J

1

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todos os nscos a gue podem estar expostos homcns

e credito a mdustria e ao comercio e socego as fa-

Vevidencia dos OOUO seus fJUKyJCa. chefes. v. Cfrco

^J^verio, einpresas de seguros inglesas iios vierayn enslnar o

e mmyn ^Z agendas no pais. Brasileiros fundaram companhias. O comerurn

p

se aventura entre povos semi-barbaros. Tern sido

'■0' «o wif/w'llf civilizaqao.So esta temeridade explica a industria de segutem nL seculo, quando ainda hoje, para muita gente, esse conO Tiofsn -Pe^fa-se que o segurado deve lucrar sem-' toda a PRnPrZ n

f

^^^onhnoi

facilmente ao choque dos interesses

° impumdade concedida aos maldizentes e malfeitores,

'^hum ^ rLnpif^ ^espeito. '

comerclal e a reputagdo individual ndo mereeem. ne-

•^®®sas

para garantia dos segurados. creou a fiscalizacdo

'^'^^tar ob<ic,!^wrf .7 O

®

clausulas das apolices passaram a ser examinadas pard tornarcm eguitativas para os segurados

<^OTitrolp":lJr°fr^V-^^ obriffatorios, gue garantem os mesmos, passaram' ':e.a«;antenfn^^df ^^ra dos moldes impostos pelo ®®'' garantias estranhas, obrigadas ou mo ° contos e mictal de dmentos contos deveminimo precederde aomilinicio das

®"iis operacdes tender n tPnsoes rfp li,

, 7

J

T h £f«0, seaitrnrin Dezns rp^pr^npjo ^'Sni sp rpol^j^ i

; ^ empresas seguradoras ndo tim o simples direito

^ terra alguma do mundo, de de° ° '^^toridade publica gue examine as pre-4

° interpretaqao do contrato, o valor real d^ f^^aj-zas. uwrra A'tos, eilas, o, os julsam^te julgamentos sSo' sdo descontentes e interessados ndo satisteiios. NinW .

egoismo perverte a alma dos homens. ingui«as ernoiivoR bamfes m^P Li °seguradora para ndo atender ao exigidoNdocomse ameaestrangeiras de mais de cem annos de exercicio e vossuindn tp-

OS de atwidade, pos,suindo de capitals e reservas cinco nacionais e oito mitdecontos anos"de SdadJ"om2fn^ mui.


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