Diretor Responsavel: ABILIO DE CARVALHO Diretores: CAJ\'DlDO DE OLIVEmA J. V. BORBA
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· -r u g ã ·s · é -ã c i t i I Po o -� OUTUBRO DE 1937
ANO XVIII
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NUM. 196
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Ninguem medianamente inteli_gente podera desco_nhece_r o va�or social dos segnros o, uonjiança que deles provem e sem a q11,al nao sena posswel o grande desenvÓlm,nento das industrias e do comercio do·mundo civilizado. o seguro torna 9s riscos inofensivos nos seus efeitos economicos, con correndo var:i a reparaçao deles a grande ma ssa dos se gurados. Essa co ncorrencia não se faz somente no pais. O resseguro, com o seu carater intern<!c:i onal, pulveriza entr e os segurados das outras n ações ris cos que serimn dema siada me nte fortes para serem indenizados pelas Companhia s Nacionais Somente por este meio portem desaparecer os efeitos das catastrof cs, que outrora seriam irreparaveis. 11quele.s que supõem que as Companhias de Seguros sistematicamente re c u sam fa.denizar sinistros parec em lou cos, porqu e se assim fosse es sa instit1úção não estaria, dia a dia, aumentando os seus negocios e acompanhando o desen volvimento d.z população, das edificações e de todas a s atividades constn1,�ores. Fm sinistro de pronta liquidação constitue propaganda para a Companhza. Pessoas rlesavisada s crêem que o seguro é um verdadeiro Pn.tozi. E' nece.ssario ver que neste ramo, como em todos os outros da industria e do comercio, o exito nem sem,pre é certo. Em todo o mundo liquidam -se empresas de seguros. Ha em tudo um fator: a feli cidade. A propria imprevidenc ia é ape na:; um meio que conduz ã re alização do destino. . Não tem entre nós esse instituto a importancia, a tecnica e a ou'sadza que o caracteriza nas velhas na cões. A Co nstituição m andou nac ionalizar as Cias. de Seguros e,,tran9e'iras e um proje to go-cernamental a crescentou a isto a creaçáo de um Institv,to Na cional de Resseguro:;. Ha quem, chegue a pensar no monopolio do seguro pelo Estado. ores _ ou res seguradores investidos pela p olitica, nos seus cargo s, . Segurad serzam um a calmmdade para todos os habitantes deste vais. O projeto r�ferido e os pareceres da Gamara dos Deputados, têm :,;ofridn inteligente e erudita critica de u m m issivista de um dos nossos jorna:is. Somos_ '!f ina gente dada ás improvisações; uma terra em q1tc se dão por de cre to ccrti/wa do de exames. Os individuas qu e se metem a discutir (Juestõe3 de seguros, em regra, nunca os praticaram. Os autores dessa medida, que traz a morte no proprio ventre, não segui ram aquele vru dente co nselho do Alvarã de 15 de Novembro de 1760: "Intron_1eter- s! ninguem deve na arte que não sabe." Nessa �uo.vaçao estará um grande mal para o desenvolvimento da previ . d encza n� 8, 1 asil · Querem buroc1·atizar um a fórma de atividade por sua natu reza, facil,. b_r_evc e de Pronta liquidação; negocio que é esse nciaÍm ente rapid o e tr oca de responsabilidades com as e mpresa s de outros paíse eleve permitii s· · Pe1•.• sar.i algumas pessoas que para proteger-se o seguro nac.. o,nal 7Jodcr1 e t e u 2 r o r s e -ia faz<'_ ?- c_ P �ugal, onde todos os seguro s de imoveis de pro prieda d:.i das ass��'ªf;�e�' d/ f �1co p os m utuas, caixas economicas e caixas de pensões e re iorm a •"'v , ' e ef vºs e ?n Companhias nacionais, conforme mande o d ecreto n. 2 0 . 944 • de 2 4. de e erezro de 1932 smo , tornar_ o brigato P0 ;J·�;e��ª ; rio em Cias. 1,...iciona o tP[!Uro dos bens _d�, fi ?ti ãe 0.�:d �des 9ue tiverem contratos com os poderesis publica s ban os t revid encia e industriaiç, que agora preefrem Cias. e;tran;.aZ: á� �1ras'ilc:ira�. Deixem o segur. o em az . di•sse o ministro Ca'l'ogeras, é . P . O governo, O mais caro, 0 peor e O m ais inc om odo dos protetores.
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