Diretor B^sponsavel: abhio
de carvalho Diretores:
CANDIDO
DE
OLIVEroA
J. V. BORBA
ano
XVII
MA O DE 193T
NUM.
191
0 Seguro perante o mundo e no Brasil ® n
corresponde as necessidades mais imediatas da vida social e e condo comercio maritimo, dasde afastados tempos.
19 «jAh das instituigoes de previdencia e uma ploria do seculo cue oaas°05 influencia mov:menio, grandesno/ortunas desgragasdesse encontToram reparagdo segwo. se recojistituiram, por semnr juridicos sao a sue tecnica se desenvolve VTe com OS prohlemas 7iovos ramos creados, nonumerosos, mundo modenio, n-. aconselhavel que no Brasil se jundassem escolas de seguradores, dai agueles que se destinassem a esscc industria. Assim, ocorre em toP cztfodes da Europa e da America do Norte, onde o seguro ndo e ^mpincamente praticado.
Os cvrsos de seguro sdo muito frequentados.
enerniP a concorrencia dos mercados, cada dia sao maia fficos, de Jormacomercial que sem eprepare ndo ha progresso. merr-i
^ epoca em que se dieia: "quanto mais besta, mais peixe". O co-
vreoi
conftecer as especies de atividade a que se dedicam e estarem ao cor-
competencias, alim do chamado tino commercial. Os negociantea
® -
Ihes impuseram 7iovas obrigagoes. noiopei a inferioridade dos seguradores naeionais, salvo devidas ex-
:^ePeoes, dianie dos estrangeiros.
P''2weiro5 faltam a tecnica do negocio e a organizagao intema das
capacirfAW®"® O riscos, sucessododas cifras, dos segundos, uma maior wae na dirigem. selegdo dos conhecimento dos locals vem e da de estatistica. Dnfo
^stddos e sem trabalho, os seguradores tern de se eniregar a Dens,
olucro depende do acaso. as defiJf^ calar ots falhas dos nossos servigos de seguros. Notar-lkes tico /
e desejar que eles se tornem perfeitos para bem do pats. A crt-
elemento de progresso...
Pdra „ o aparelho fiscalizador a cargo da Unido tern sido um mal ^os no? seguro nacional, pois alem de prejudicd-lo com retardamen"isaodn ds suas consultas, leva meses e aid anos para aprovar a orga% '■fi/oma das sociedades e as respectivas apoUces. . dd A° J'^*''Btanto, em dias relagdo aos modelos desses contratos, o Regulamento Ihe Praeo de quime !
segur^ 5'^1'erno intervcm nos Jiepocios de seguros para proteger segurados o
primeiros ndo se sentem garantidos com essa fiscalizagdo e o.» OS so encontram entraves.
oa^''a questdo Capital para o seguro brasilelro e a unido de todas as
esos que o exploram. talta H ^^ffaradoros precisam se capacitar de que a fraquesa actual reside na
iodos
ooft-esdo e de que so unidos poderdo se defender com vantagem contra
■fudten^ ^^p^^thos afetam essa e as fraudes que tantas veees pre^.o erario dasqueinstituigoes de industria previdencia.
dific,,u° Passa um ano legislativo sem que surjam novas leis destinadas a de u, ^ marcha progresslva do seguro, no qual o governo so ve uma fonte tonian^oscomo ^ /acefsindice para de o Fisco. E como existem eompartftias prosperas, sdo elas umo- geral dbastanga. pSgo •
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0' sabcTTt OS legisladores que varias evxpresas cessaram as suas opera-
outras faliram ou Uguidaram-se com grave dano para o credito e con-
v" naeionais.
coj-rp*-® ° -sepuro fosse sempre o "bom negocio" que o vulgo supoe, os capitals para a formacdo de novas empresas, embora mais tarde viesse uma de eicesso.
n