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T1182 - Revista de Seguros - março de 1937_1937

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Diretor: DE CARVALHO

ABILIO

Diretor-g-erente: CANDIDO

DE

OLIVEIRA

Seeretario: J. V. BORBA

ANO

XVII

MARQO DE 193T

NUM. 1B9

T\

Contratos de seguro e:OMO SE EXECUTAM NO BRASIL Ha. por ai alem, certas prevencoe's

co7itra as companhias de seguros' E'

frivolamente, o devido cos seus segura-

rnfts adzantada, porem, entrecivtlisagao nds desampa-

ravi todos, mas induzidas a isso por motwos ponderados e fortes. Da inteireza moral e respeito aos compromissos assu-

rada pela Rcpublica. sendo persSda Wnl Offfaos admmistrativos, Esta-

dos. Podem, as veses, errar, cojno er-

midos, sempre manifestados pelas com

panhias de seguros; da sua repugnan-

teZT'tXS''''''' As compreensoes mais absurdat iffn reclSXl for /erinas abilham as

barring f sefurodos, no fdro, e trans-

iniprensi'^''^

coIn«as meTcenarias da

se°a&TciviliT^J°' contratos com

que liquidam

Iretanto Z lenhum tos de sini^ros sdnT^if^^^

enpagamen-

maior presteza e

^^O^a, com

Ternof

ameapos e instiZfos.

tuigoes de beSSfl-

cido lente de

«

i'

eo.-ooosoooon ira ooosooo 2er jus«ec de ScZoS

relativamente poucas as guestoes ajui-

zadas, sobre os diversos ramos dessa industria.

No nosso meto comercial e mesmo en- ^

tre bttchareis formados, ndo se conhecem OS prineipios comuns a "todos os

povos", em materia de aplicagao e exe-

cugao de tafs contratos de responsabilidade.

Constitue infragdo da apolice o fato tnflamaveis em quantidade superior a

do segurado ter no sen estabelecimentQ permittda pelo contrato apresentar OS sens livros comerciais,ndo documentos e

deTTiazs provas exigidas para a verificaconTie-

sino. chamado LVa tfois Zaudos de consirvfnr^^ '' <0 de caicnfar 0 «> co7istracdo de i/jn

cia em manter demandas, resulta serem

gao do "stock". dos prejuizos 6 uma

extgencta que nasce da propria nature-

20 do sepuro e ossim se procede, ndo

" ''e-

/o-

^liw" epi 9l:600Sonft •^'^ndo o "quanConipanTiia "tinv 2 ®'''"®scenfoii one a dar eom-

fc reconstruirem o vredin n?/ ° '^ado nao queria nas o" dnrem ISOiOOOOSoniT'^^ condicoes, ■aa arbttrada a mesm^' rJ esfaSiwples e72ier feconsfrngfio .' Pcssoas da niafs j„v.? i ' ^^^^Qidas par ies de suas alias "o^cien-

so no Brasil, como em todos os paizes no America, no Africa, na Asia ^"'•opa. e no Oceania.-

Se. assim ndo fosse, o seguro ndo te-

ria as facilidades atuais. Todo dano tern as suas provas

Na estreiteza menial desse meio e na deshonestidade reinante, o segurador 6

uma especie de mouro' enfre " rSo^ antigamente, nas possessdes pZlugSe-

Se um crisfdo desse uma tovndn nn

^sTagalS^do uma?iomulta. ifj mouro entrava tal ^doffO'tn-fto crist&o,doficava pertencenZ aouinelte

Que devem a si pronr^o^^"<^"70s destines orie«?^™ ' soczedades

porque cstava_"cristianizada". Chamapom estos razoes — "empofias".

^ransag6es imensas " manteTn a«ma, da iriste e'pfron„7?""'°'

no Br^e^if° sempre impofias. fern eScdo f<f f estrangeiros, ComnSac'/ Seguros c dos e °muito preca-

«os par«c7/iares eon>

°0'«niercio.

maHcS;S?f„.rXS

enorme ao conceito exterior do pals.


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