Diretor: DE CARVALHO
ABILIO
Diretor-g-erente: CANDIDO
DE
OLIVEIRA
Seeretario: J. V. BORBA
ANO
XVII
MARQO DE 193T
NUM. 1B9
T\
Contratos de seguro e:OMO SE EXECUTAM NO BRASIL Ha. por ai alem, certas prevencoe's
co7itra as companhias de seguros' E'
frivolamente, o devido cos seus segura-
rnfts adzantada, porem, entrecivtlisagao nds desampa-
ravi todos, mas induzidas a isso por motwos ponderados e fortes. Da inteireza moral e respeito aos compromissos assu-
rada pela Rcpublica. sendo persSda Wnl Offfaos admmistrativos, Esta-
dos. Podem, as veses, errar, cojno er-
midos, sempre manifestados pelas com
panhias de seguros; da sua repugnan-
teZT'tXS''''''' As compreensoes mais absurdat iffn reclSXl for /erinas abilham as
barring f sefurodos, no fdro, e trans-
iniprensi'^''^
coIn«as meTcenarias da
se°a&TciviliT^J°' contratos com
que liquidam
Iretanto Z lenhum tos de sini^ros sdnT^if^^^
enpagamen-
maior presteza e
^^O^a, com
Ternof
ameapos e instiZfos.
tuigoes de beSSfl-
cido lente de
«
i'
eo.-ooosoooon ira ooosooo 2er jus«ec de ScZoS
relativamente poucas as guestoes ajui-
zadas, sobre os diversos ramos dessa industria.
No nosso meto comercial e mesmo en- ^
tre bttchareis formados, ndo se conhecem OS prineipios comuns a "todos os
povos", em materia de aplicagao e exe-
cugao de tafs contratos de responsabilidade.
Constitue infragdo da apolice o fato tnflamaveis em quantidade superior a
do segurado ter no sen estabelecimentQ permittda pelo contrato apresentar OS sens livros comerciais,ndo documentos e
deTTiazs provas exigidas para a verificaconTie-
sino. chamado LVa tfois Zaudos de consirvfnr^^ '' <0 de caicnfar 0 «> co7istracdo de i/jn
cia em manter demandas, resulta serem
gao do "stock". dos prejuizos 6 uma
extgencta que nasce da propria nature-
20 do sepuro e ossim se procede, ndo
" ''e-
/o-
^liw" epi 9l:600Sonft •^'^ndo o "quanConipanTiia "tinv 2 ®'''"®scenfoii one a dar eom-
fc reconstruirem o vredin n?/ ° '^ado nao queria nas o" dnrem ISOiOOOOSoniT'^^ condicoes, ■aa arbttrada a mesm^' rJ esfaSiwples e72ier feconsfrngfio .' Pcssoas da niafs j„v.? i ' ^^^^Qidas par ies de suas alias "o^cien-
so no Brasil, como em todos os paizes no America, no Africa, na Asia ^"'•opa. e no Oceania.-
Se. assim ndo fosse, o seguro ndo te-
ria as facilidades atuais. Todo dano tern as suas provas
Na estreiteza menial desse meio e na deshonestidade reinante, o segurador 6
uma especie de mouro' enfre " rSo^ antigamente, nas possessdes pZlugSe-
Se um crisfdo desse uma tovndn nn
^sTagalS^do uma?iomulta. ifj mouro entrava tal ^doffO'tn-fto crist&o,doficava pertencenZ aouinelte
Que devem a si pronr^o^^"<^"70s destines orie«?^™ ' soczedades
porque cstava_"cristianizada". Chamapom estos razoes — "empofias".
^ransag6es imensas " manteTn a«ma, da iriste e'pfron„7?""'°'
no Br^e^if° sempre impofias. fern eScdo f<f f estrangeiros, ComnSac'/ Seguros c dos e °muito preca-
«os par«c7/iares eon>
°0'«niercio.
maHcS;S?f„.rXS
enorme ao conceito exterior do pals.