Diretor:
ABILIO DE
CABVALHO
Diretor-gerente: CANDIDO
DE
OUVEEHA
Secretario:
J. V. BOBBA
ANO
JUNHO DE 193S
XV
NUM. ISO
O NOSSO ANIVERSARIO O presente numeTO encerra o IS." ano
da Revista de Seguros.
nosso Diretor.
vomemoranao esle dcontecimento. ela
ofirma, mais uma vez, estar contente 'Consigo mesma, pelos servigos prestados
■d industTia do seguro; pela defesa dos •seas interesses perante o publico, a Ad-
nijiistragdo e a Justiga e tambem, por
■ie-la- servido mesmo contra a inopia
'de alguns dos seas profisionais.
Sempre desejdmos ver esse Instituto
■seus diretores constituirem uma verda-
deira liga para a defesa comum.
A associapdo de todos eles, visando um
•alto ideal, seria de fecundos resultados. . Ha, infelizmente, sentimentos disper-
^ivos ou rebeldes d disciplina, gue impedem a formagao desse bloco.
enfraquecendo
Um dos homens mais prestigiosos do seguro riograndense do sul, o Sr. Octaviano Gongalves, diretor da Sociedade de Seguros Maritimos e Terrestres Porto
Alegrense, em carta de 15 de outubro de 1932, 0 felicitava pelo "valiosissimo concurso prestado
ao
seguro",
acrescen-
tando: "A vossa incontestavel proficien-
toniar-se uma grande forga social e os
Enfrcsguecem-se,
mente os bons servigos prestados pelo
os
■outros.
Numa obra de solldariedade, devem
cia e profundos conhecimentos adquiridos num aturado estudo do ramo de se
guros, a vossa lucida inteligencia e in-
vulgar temperamento de polemista, tim sido postos d prova nas importantissimas questoes de que dependem os mais
sagrados interesses das Companhias de
Seguros, questoes que tenho sempre
acompanhado com particular atengao
e a mais justa admiragdo, congratulando~me com o meio segurador brosiZefro
pelo esforgado e insubstituivel advoga-
=ser olhados os sens fins, abstraindo-se
do que conseguiu para a sua causa. Ao
as pessoas e os pequenos interesses individuais, as desconfiangas e os ressen-
seguro estd ligado o vosso nome, credor legitimo da gratiddo das Companhias,
timentos.
gratidao que devo manifestar-vos, em nome da Sociedade que presido".
Rememorando esses velhos aplausos
Se a boa luta que temos sustentado
de um cidaddo captM e idorieo para jul-
nao merece o reconhecimento de todos
gar, queremos moszrar que ndo nos esquecemos da sua gentileza.
OS seguradores, alguns proclamam a va-
iia do nosso esforgo. Quando o nosso Diretor dirigiu na imprensa e em representagoes ao governo
■e ao Congresso a campanha contra o registro obrigatorio das apolices mart-
timas de seguros, em 1928, {como depois,
'Oni 1931 e 1932), o Sr. Francisco J. Rodri-
A industria de seguro reguer uma de fesa permanente e energica.
Constantemente, sociedades desse ge
gues Pedreira, o disttnto e competente
nera sdo arrastadas d rua da amargura, por aquelles que encontram tropeqos aos
Presidents da Allianga da Bahia, Ihe es-
seus desejos inconfessaveis. Muitas ve-
'Creveu dizendo: "Foi este um dos seus
zes as liguidagoes se fazem com imposigoes deprimentes, por meios despidos de
melhores trabalhos".
(?do de Companhias de Seguros, respon-
todo 0 direito e com uma leviandade e ig7iorancia ainda maiores. Interesses
.dendo ao convite do ministro da Fdzen-
escusos se agugam contra elas.
da para colaborar na regulamentagdo dos seguros, Ihe comunicou gue a comis-
sido tentadas, visando servir a amigos
sdo escolhida tinha por presidents o Dr.
necessitados da politiea.
Em 18 de Fevereiro de 1932, a Associa-
Abilio de Carvalho — "uma das maiores
autoridades brasileiras, em materia de seguros, sob o ponto de vista juridico". Outros elementos representativos des-
sa instituigdo
tern,
apreciado devida-
Disposigoes legais impraticaveis tdm
Falsos
principios
de
economla
de-
monstram ndo se ter aqui exacta com-
preensdo do assunto. Compete aos interessados na industria, em bem de in-
dividuos e da collectividade, educi-los.