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T1173 - Revista de Seguros - junho de 1936_1936

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Diretor:

ABILIO DE

CABVALHO

Diretor-gerente: CANDIDO

DE

OUVEEHA

Secretario:

J. V. BOBBA

ANO

JUNHO DE 193S

XV

NUM. ISO

O NOSSO ANIVERSARIO O presente numeTO encerra o IS." ano

da Revista de Seguros.

nosso Diretor.

vomemoranao esle dcontecimento. ela

ofirma, mais uma vez, estar contente 'Consigo mesma, pelos servigos prestados

■d industTia do seguro; pela defesa dos •seas interesses perante o publico, a Ad-

nijiistragdo e a Justiga e tambem, por

■ie-la- servido mesmo contra a inopia

'de alguns dos seas profisionais.

Sempre desejdmos ver esse Instituto

■seus diretores constituirem uma verda-

deira liga para a defesa comum.

A associapdo de todos eles, visando um

•alto ideal, seria de fecundos resultados. . Ha, infelizmente, sentimentos disper-

^ivos ou rebeldes d disciplina, gue impedem a formagao desse bloco.

enfraquecendo

Um dos homens mais prestigiosos do seguro riograndense do sul, o Sr. Octaviano Gongalves, diretor da Sociedade de Seguros Maritimos e Terrestres Porto

Alegrense, em carta de 15 de outubro de 1932, 0 felicitava pelo "valiosissimo concurso prestado

ao

seguro",

acrescen-

tando: "A vossa incontestavel proficien-

toniar-se uma grande forga social e os

Enfrcsguecem-se,

mente os bons servigos prestados pelo

os

■outros.

Numa obra de solldariedade, devem

cia e profundos conhecimentos adquiridos num aturado estudo do ramo de se

guros, a vossa lucida inteligencia e in-

vulgar temperamento de polemista, tim sido postos d prova nas importantissimas questoes de que dependem os mais

sagrados interesses das Companhias de

Seguros, questoes que tenho sempre

acompanhado com particular atengao

e a mais justa admiragdo, congratulando~me com o meio segurador brosiZefro

pelo esforgado e insubstituivel advoga-

=ser olhados os sens fins, abstraindo-se

do que conseguiu para a sua causa. Ao

as pessoas e os pequenos interesses individuais, as desconfiangas e os ressen-

seguro estd ligado o vosso nome, credor legitimo da gratiddo das Companhias,

timentos.

gratidao que devo manifestar-vos, em nome da Sociedade que presido".

Rememorando esses velhos aplausos

Se a boa luta que temos sustentado

de um cidaddo captM e idorieo para jul-

nao merece o reconhecimento de todos

gar, queremos moszrar que ndo nos esquecemos da sua gentileza.

OS seguradores, alguns proclamam a va-

iia do nosso esforgo. Quando o nosso Diretor dirigiu na imprensa e em representagoes ao governo

■e ao Congresso a campanha contra o registro obrigatorio das apolices mart-

timas de seguros, em 1928, {como depois,

'Oni 1931 e 1932), o Sr. Francisco J. Rodri-

A industria de seguro reguer uma de fesa permanente e energica.

Constantemente, sociedades desse ge

gues Pedreira, o disttnto e competente

nera sdo arrastadas d rua da amargura, por aquelles que encontram tropeqos aos

Presidents da Allianga da Bahia, Ihe es-

seus desejos inconfessaveis. Muitas ve-

'Creveu dizendo: "Foi este um dos seus

zes as liguidagoes se fazem com imposigoes deprimentes, por meios despidos de

melhores trabalhos".

(?do de Companhias de Seguros, respon-

todo 0 direito e com uma leviandade e ig7iorancia ainda maiores. Interesses

.dendo ao convite do ministro da Fdzen-

escusos se agugam contra elas.

da para colaborar na regulamentagdo dos seguros, Ihe comunicou gue a comis-

sido tentadas, visando servir a amigos

sdo escolhida tinha por presidents o Dr.

necessitados da politiea.

Em 18 de Fevereiro de 1932, a Associa-

Abilio de Carvalho — "uma das maiores

autoridades brasileiras, em materia de seguros, sob o ponto de vista juridico". Outros elementos representativos des-

sa instituigdo

tern,

apreciado devida-

Disposigoes legais impraticaveis tdm

Falsos

principios

de

economla

de-

monstram ndo se ter aqui exacta com-

preensdo do assunto. Compete aos interessados na industria, em bem de in-

dividuos e da collectividade, educi-los.


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