Skip to main content

T1169 - Revista de Seguros - fevereiro de 1936_1936

Page 1

Diretor:

ABELIO DE CARVALHO Diretor-fcrente: CANDIDO DE OLIVEIRA Secretario: J. V. BORBA

1

ANO

FEVEREIRO DE 193©

--

1 1

NUM. IT©

i1

Tarifas de Seguros Algumas companhias de seguros es-

vou a tarifa o pagamento de commissdo aos proprios segurados. todos eles reclamam essa "bonificrcdo", concorrendo assim com os corretores — esses dili-

tavavi frucds, devido no aviltamento dos premtos. Para tonificd-las, veiu o projecto das tarifas ?ninimas officials uma vez qne a insinceridade de algumas aelas tinha mostrado ser impossivel um

gentes auxiliarca do seguro, aos quais ele deve 0 sen desenvolvimento.

acordo em benefido comurn. No Senado, um ou dots senadores eensuraram o projeto. achando que se devia csiabele-

A Fiscalizagdo assists indiferente a infragao da lei. Nunca- uma companhia foi multada

ccr a.taxa maxima e nao a minima Um

ifaurrnl^a conhecia o So i"® 0 jornnlisfn ao BraS' orasu pnz a sua disposicao a coleS do "Jornal

lecida. A prova da violagao da Tarifa seria assds facil.

Aos proprios fiscais do Departamento de Seguros. como seanrados, tern sido

re/orr^iou o

Relatorios de associagdes se tern referi-

oferecidas diferengas sobre os premios.

5"® "do se po-

do as bonificagoes recebidas das com-

iucadds L f com as comde rlsco. Declarou da eitsfenifa'rf"'"#- :interessante ?"® Ttsfa. re-

■esse s^rmco^l

paiihias

Nada se faz, nada se fard, enquanto

" woffistratu-

Wlas.

atribuiu Jere-

"o

retoria

pro^eto principal-

^°'s^Talgimas comegoa a «Th/?"*?'"'"^®dades. was dereowtras^ae

'in-

a uniformidade

"Was acabou arrastando

L '!"• /^lada^j

° comissdo iegai de

"a base rf p

sobre

n,

^^ssou a ser

"

^

"1"

O fowerno cobia impos-

®®"do V ^1°

"do e embolsa-

«ea dp ,? / ®' Pclas companWas,

■eo«f n pj°fcstacionarSr de refs

da Tarifa. Para coibir esso indecencia e em be-

neficio das proprias companhias, a Di-

"wenio da renda sobre os

iorviado

pre-

ndo houver quern piiane pela execugdo

publica. Uma voz

dos prcmios

seus

ao mesmo resultado.

se

P^emios

os

mente a violagdo da lei. O exame das despesas gerais chegaria

^ cegas comnnTihT^""*" economico, se tonia-la crmh^ -^ concorressem para wenos 0 val^r

seguram

ciantes com os langamentcs das despesas relativas aos premios, nos seus Uvros comerciais, demonstraria farta-

9^®''° da tarifagdo, cooutros assuntos

c a adSf./

que

dios. O cotejo das apolices dos comer-

presiou

wo pocien'n relativos a

e

do ,dtp. ministerial que apro-

I

por ter dado comissdo superior d estdbe-

5K0 da REVISTA DE SEGUROS na aual dla cnnffVl T ° ®

1

1^

do

Sindicato

de

Sepuradores

aprovou um regulamento impondo pe-

nalidade as companhias que fraudassem a tarifa, dai em deante.

Os membros dessa corporagao "ener- '■ gicamente" votaram tal rcgulamentagdo, mas foram adiando a sua execugdo para datas diversas. Comegou a moleza e naturalmente nada se fard. Um dos maiores defensores da imposigdo das penas, acabou dizendo: "Votei

o regulamento, mas ndo a execugdo". E' ele do estofo de Ricardo Coragdo de Ledo, que, acusado de perjurio para coin um principe inimigo, justificou-se.

dizendo: ."Jurei efetivamente, mas ndo jurei que cumpriria o juramento". Ha nessa prevaricagdo dos seguradores

nacionais

uma

rircunstancia

hu-

milhante. B' que algumas companhias estrangeiras relutam em dar os descon-

tos escandalosos, que comentdmos, e os


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
T1169 - Revista de Seguros - fevereiro de 1936_1936 by CNseg - Issuu