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T1161 - Revista de Seguros - junho de 1935_1935

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I iiili lilWiilBjil-

ReYista de Seguros Redacio'

Av. RIO BRANCO, 117-3."-s. 30i

Diretor: ABILIO DE CABVALUO

Brazil

Dirctor-gercntc:

Edificlo do

ASSINATURAS

!

oaemwi 2^^

^enda avulsa

JORNAL DO COMMSRCIO

J. V. BORBA

3S000

Tel. 23-5506

Rio de Janeiro — Brasil

COME>TARIO anno XV

ESTATISTICA

IXFORMAQAO

JDNHO DE 1035

NUM. tOS

O nosso 15° anniversario

II.

Desde alguns annos, em preseiv;a das necessidades sociaes, de toda a sor-

vina, para ndo comprehender esta van-

te, que tern contribuido para -augmen-

As compankias tirani beneficios do conhecimento da jurisprudencia relati-

tar as rendas das compankias e as opede seguros, surgem publicagoes

t&o numerosas quanta nteis, nos paizes civilizados. Naquelles em que essn

industria e poderosa e em consequencia tem wna actividade scientiiica, as revistas e ipublicagoes cspecialisadas prestavi valiosos servigos.

Os contratos maritimos attrairam,

pTimeiramente, a attengao do commer-

eio; depois ella se dirigiu, ndo sOmenpara os riscos de incendio, mas tam-

oem para outras applicagdes do segu-

^0, taes como a morte, a molestia e

tagem.

1)0 oos seguros. a qual ficaria disseminada, sem ordem e sem constituir uma

theoria, uma doutrina. E' este intuito que tem a REVISTA DE SEGUROS. Ella .ate o prc.sen£e, o

tem levado a bom termo, pois e diffi-

cil existir uma guestdo de que ndo teriha tratado em artigos ou inserido julgados dos

tribunaes

do paiz.

Consti-

ttiindo a unica publicagdo que existe so

bre esta materia,

tdo

dijficil quanta

delicada, ella tern reflectido os ensina-

aomem na sua pessoa e nos seus bens. A esse progresso da actividade in

mentos de vigorosos espiritos, amadurecidos par estudos muito completos. Este trabalho, absolutamente raro,

dustrial deve corresponder uma literatura, que ndo somente instrua as pes-

ndo so pom guiar os seus empregados,

todas as calamidades que attingem o

soas que a ella se dedicam,informandods sobre a technica especial, como soo'"e 0 direito particular, e espalhe os

seus cohhecimentos entre os agenciadores, commerciantes e mesmo advogados e magistrados.

Livros e revistas, de estilo claro, oonciso e complete, servem aos segu-

'■fldores, aos .segurados e aos praticos

e as pessoas que a diversos titulos exer-

deveria ser divulgado pelos seguradores, Como as pessoas que se acham d testa

da administragdo e que tem interesse em conhecer as solufdes dodos aos nu merosas casos que se apresentam con-

stantemente,

cheios

de

difftculdades.

Util seria egualmente ao publico que ndo deve ignorar as proposigoes das quaes e objecto e estar preparado para apreciar com sinceridade a redacgdo

proposta, guando tem de contratar um

cem actividades, nos negocios de segu

seguro.

tem certa tendencia a contundir segu-

comprehenderam a necessidade de fazer circular um orgdo de imprensa gue advogue os seus interesses reaes ,afaste as prevengdes nascidas da ignorancia e eiisine os principios que regem

ros. Elles informam ao publico, gue ^0 com especulagdo, sobre a natureza desse ajuste de mera indemnisagdo.

Muitos arestos tim sido proferidos

Pelos tribunaes, sob a injluencia de ^deas erroneas e a critica destes }actos

As

seguradoras

brasileiras

nunca

este institute de tamanha projecgdo

serve para chamar a attengao dos seus

soci&l.

autores e evitar a sua repeiigdo.

Quern dirige uma actividade economica precisa viver dentro do seu

A distribuigdo da Revista, entre os

tnagistrados das grandes cidades e tri

tempo. As induStrias de todos os poizes

bunaes seria muito util as seguradoras, ^as existe quern tenha cabeca de cc-

tem a sua imprensa; gastam com a dejesa que ellas Ikes faz e com a publi-


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