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T1153 - Revista de Seguros - outubro de 1934_1934

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.IV

HP'

Revista de Seguros ASSINATURAS

Diretor:

Rcdacao;

ABILIO DE CARVALUO

Brasll Exterior Venda avulsa

Diretor-gcreutc:

Av. RIO BRANCO, 117-3.°-s. 30&

CANDIDO DE OLIVEIRA Ediflcio do

Secretario:

Eio lie Janeivo — Brasll ESTATISTICA

C05IE5TARI0

ODTVnUO

#■

ANNO XV

Tel. 3-5506

J, V. BORBA

JORNAIi DO COMMEBCIO

25$0CK> 30$000 3$000

OFORMACaO

DE 103-*

NUM.

160

Nocoes de Econon\ia Publica Os materiais suscet'.veis de apropria-

O se^itro e um dos ramos mais im-

cdo

pcrta7ites da econo7nia. Ensinam os mestves, Que a r.queza,

sujeita a estudos de ordem moral, Que Esse complexo de regras tamoeni, de-

signado por economic publica, civil, na-

cional dcs povos e dos Estados, trata

da producgdo. do valor, da moeda, do crediio, dos Buncos, do comercio, dos transportes, da propriedade pnvada, do lucro do salario, das insiituicoes de pre-

videncia, das cooperativas, do consumo e dos seguros.

Mac Cullock chamou-a — a ciencia dos valores.

,

_

A economia privada ou domestica e a

economia industrial sdo coisas distintas da primeira, que busca a natureza

e as causas da rigueza social e iiidica

OS principios que devem nortear a agao

economica da autoridadc publica. Ciencia da civilizagdo, do util, dos interesses materiaes, da industria, da ri-

Queza,'das ^roccs ^ do valor, a Economia Politica. como disciplina social

que e, ndo deve ser ignorada_por todos aqueles que aspiram as fuiigoes do Estado.

O bom governo e o que tern boas fi-

nangas; o que conserva e melhora a }ortuna e as riquezas da Republica.

As iinangas estdo em contacto coni o comercio, ndo SfJ porque ele ministra

lima parte do credito publico, rnas tambem, porque, seiido o primeira instru-

mento da repartigdo e consumo dos produtcs. perfaz um ramo esscnciai da Eco nomia Politica.

da

propriedade

depende,

pois, do direito ao uso da terra.

isto e 0 conjunto dos bens materials^ e pe>7nufaveis, esid ?ia vida das naqoes se chamam Economia Politica

sdo tirades da terra.

0- direito

, . ^

O homem, para garantir sua conserimcdo e sen aperfeicoamento, utiliza-se das coisas que estdo ao seu alcance. Es

ses coisas economicamente uteis e propries a satisjazer as necessldcdes do ho mem, se chamam bens. Destes, OS que sdo permutaveis

cons-

tituem as ri quezas privadas, os que servem d comunidade em geral formam as

riquezas socials. A utilidade e a materialidade sdo os

tragos caracteristicos da riqueza social. Os fatores da producdo sdo o homem, a natureza e o capital. O homem, gra-

gas d sua inteligencia e iniciativa para 0 irabalho, atua sobre a natureza que Ihe jornece o espago, os materials e esforgos. Para isto, ele precisa, tambem, de capital, que e o resuUado de uma

produgdo anterior, posta d disposicdo de uma producdo posterior. Ha quern defina o capital como sendo 0 irabalho acumulado..O trabalho e a

apUcagdo imediata ou mediata das faculdades humanas para a producdo.

E' ele um meio para satisfazer a maior parte das necessidades; ndo e um }im para o homem. Sob 0 ponto de vista phy'sico, o tra balho

c uma pena, mas

tambem

um

prezervativo contra o aborrecimento e um dever para todos.

O trabalho constitue um prazer. Deus continiia a aperfelgoar o seu universo, com a cooperagdo dos seus operarios, que somos nos. A natureza lornece ao homem o campo de ativida-

Quern ndo sabe admimstrar o

de, OS animals, os vegetais e os mine rals. sobre os quais ele {az o trabalho; as torgas, representadas pelas condigdes

Sdo as boas finangas que sustentam os

fisicas: clima itemperatura, humidade), a aituagao geografica [costas maritimas.

monio dos corpos politicos, deixar de ser uma negagao do govemo. regimens.


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