Revista de Segiiros Kedagao:
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■Av. RIO BRANCO, 117-3.'-S. 30b
ABILIO DE CARVALHO
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Diretor-scrente: CANDIDD DE OLIVEIRA Secretario:
JORNAL DO COMMERCIO COMENTARIO ■anno XV
Brasil Exterior Venda avulsa
J. V. BORBA
Tel.
Kio (le Jjiueii'o — Brasil ESTATISTICA
255000 305000 35000 3-3506
IJIEOKMAC-iO
AOOSTO DE 1034
NDM.
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1 ® 1 A Indusiria do Seguro I ® 1 E' 0 r/^guro um dos indices mais valiosos do desenvolvimento humano. A eco-
^omia dos povos encontra nele um ins*^ume7ito de garantia.
P coynercio universal, a yiavegagdoj a
Jprtuna das expedigoes longinquas, tudo
^sto seria precario sem esse meio provi-
"cncfaZ, que foi inspirado ci inteligencia
^i-niana para dividir entre muitos asso-
'nados as perdas individuais. Com essa
^edida, de tao alto alcance social, rapi-
foi 0 seu desenvolvimento, e ao mar,
® grande estrada de comunicagdo entre povos, poderam ser confiadas somas "uportayites.
Os governos sahios protegem essa he-
tranquilidade, nem confia sinceramente 710 sen porvir. De moyyiento a moynento se demonstra
a 27?ipeJ /osa 72ecess2dofie da uniao dos sefifwradores para a defesa dos seus interesses e da propria instituigdo. Bssa
uyiido deve ser sincera, para a conservacao da industria e da liberdade do irabalho.
Os egoistas veem iia coyicorrencia des-
leal, no aviltamento dos neffocios, uma vayitagem pessoal, ynas ndo se leynbram
dos iyiteresses superiores que sacrificam. A deshoyiestidade yiunca e inteligente. O seguro podia ser uma potcncia en
^^synerita instituigdo; os tribunais a am-
tre nos. Cada dia as yiovas necessidades
O principio da responsabilidade efe-
guradores nao se iyyipoem vis a vis dos
Pdram contra os botes da rapacidade.
dilaiayyi o seu caynpo de agio, mas os se-
^Jva ensinou aos homens civilizados bus-
segurados. Longe disto, o que vemos? Companhias existem que fazem cambalachcs coyn segurados de moral duvidosa, fraudam recibos para obrigar as resseguradoras, coynbiyiam e duxiliam reclamagoes e acoes contra outras empresas, enfraqueceyido assim a propria ins-
care?/i essa garantia. Ha seguro para ^udo.
iQ? Salles, em t030, toyyiayido deMagalhdes aluguel um aparta^CTito, em Paris, fez logo o seguro de UTna servigal, o seguro do risco locative (responsabilidade para com o locador), 0 segtiro de responsabilidade em relagdo ^os vizinhos e o seguro de seu automo^61, para garantir os danos que pudesse causar a terceiros.
Sao
generalizados
tiiuigdo. Dir-se-d que isto ndo e a regra, yyias infelizmetite ha dessa gente, apoyitada a dedo pelos industriais honrados,
que constituem a maioria da operosa classe.
esses seguros, ali. Devido a quantidade,
Para muita gente, as companhias de seguros ndo teyyi diveito, ndo merecem
fls faias sdo bafxas.
defesa.
e didido por nenhuma das partes. O conercio sabe o seu dever e ate onde vdo
Entre os mais ediicados povos, a se guro e coyisiderado um dos mais importarites ramos do comercio e da industria.
. O co7ifra£o. baseado na boa fe, yiao
es seus direitos.
^'o Brasil, falando de um yiiodo geral, ° instituto do seguro ndo estd aiiida hem . Protegido pela lei, yiem pela justxga, ewjas decisoes muitas vezes beneflciayn ® tfaude com sacrificio do Direlto._ A previdencia e a economta_nao soo
eonszderadas pela Adyninistragao. A in-
dustria de seguro ndo vive em relativa
Esta sob a protegdo do Estado e dos
tribunais. Agjii ndo; e tcrna especie de
filho espurio da sociedade ou enteado de 11771 771UM padrasto.
A fraude frequenteyneyite triunfa- o
fST a utilldade rfdessa moderymcompreender forga economica. mais absurdas apreciagoes, de pessoas