Skip to main content

T1149 - Revista de Seguros - junho de 1934_1934

Page 1

Revista de Segaros Redagao:

Dlretor:

Av. RIO BRANCO, 117-3.°-s. 305

ABILIO DE CARVALHO

Kdificio do

CANDIDO DE OLIVEIRA Sccretario:

JORNAL DO COMMERCIO

ASSINATURAS

Diretor-gerentc:

25«000 ^'itenor VOnda avulsa

J. V. BORBA

303000 3S000

Tel. 3-5506

Rio dc Janeiro — Brasil

COMEXTARIO ANNO XIV

ip f

ir/i ■

ESTATISTICA

INFORMAgiO

JVNHO DE t934

^

jvum. 15©.

DE SEGUROS alcanga,

podej'ia ter realizado plenamente, se ndo

numero, o 14." aniversario. Se

fosse a estreita mentalidade dos Arpa-

de uma pessoa natural, en-

fase da vida, que ne chama a

fiuberdade.

dica^-'^ terndocomp inagao "ii"ierafao 156, porque atual, comecou segun«o ano Uulho de 1931).

Pp®!" OS doze nameros anteriores, a

goes.

...Se esta REVISTA, como orgdo informativo e doutrmario que e, fosse desde 0 comego distribuida pelos juizes das

capitals, onde sdo mats frequentes as

Quesioes de seguros, por certo os pre-

conia 188 exeinplares, com

conceitos existentes estariam muito atenuados e algumas deczsoes errados ndo

Quntf/^t ^^Sinas se tern publicado tudo

teriam sido proferidas. Ter-se-ia assim formado uma outra mentalidade. Saberiam todos que o seguro e uma

w cerca de 6.000 paginas.

■ ao seguTo. Esie ramo Oj- "®"cias economicas e, no Brasil, o rectn ^fsconftecido. Dahi, as incriveis ;.j-i que se fazem, as agoes irdoj>

das atividades mats incertas e mais penosas; que o segurador se entrega a

Deus, porque o ganho depende do aca-

s6e^ owe sao que propostas as decis '^onstruosas se tern eproferido.

so. no dizer de Targa; que o diabo tambem, intervem, despertando nos homens

texf j^

fracas o sentimento da cubiga imoral

e

stdo proferidas, sob o precompanhias sdo ricas

vagar, coma se a idea de pa-

rido implicasse a de dever. O

assaltado

^

credor do

® wm inimigo publico. Para

da

PTjpilr^

M eMi que a erro nosce remedio: fazer

atifores os riecessarios

tirar~llies a venda e mos-

de

^^^dade teorica e a verda-

ceitnJ^

Desfn/ir o funesto precon-

ouTn-

° seguro e um veio de

5e»nm

companhias procuram

MoSlt

de evitar os pagamentos.

ditn verin

owe se assim fosse, o creenipresas n&o se desenvol-

spjicT'J^ f,®

eZj'enieJo ndo aumentaria, os ndo cresceriam.

brorf^

w estupidez daquela suposigdo.

cSfio de seguros. "''"'cba ascendente das operatern

diser que a razdo ndo p6de ® segurado; que ele

ComhlT^ ientofdo para a fraude. ° ® 0 programa da RE" ^ DE SEGVROS, programa giie ela

e fazendo-os provocar ou simular sinis-

tros e empregar fraudes na justificacdo das perdas, mesmo acidentais; que as mdenizacoes para um grande numero de companhias ultrapassam aqui a media

das que se fazem nos paises orpanizados, de melhor aparelhamento contra o

crime e de justiga menos generosa para OS segurados.

Nos meios cultos, ninguem pensa ser 0 seguro fonte de proventos faceis

£• preciso sairmos do estado de empirismo em que tern ulufdo essa industria .cercada de dificuldades ijnensas Em 1920, combatemos o proieio' dn

deputado Nabuco de Gouvia;S mono^^Suros pela Unido Federal-

em 1923, o projeto da creagdo de fres

cartorios, nesta Capital, para o registro fL; i'® SJi ser estabulados de seguros, quais deveriam tres nos bezerros da Republica.

O nosso diretor levou seu combate da

co^nas da "Gazeta de Noticias".

4 ficoue encalhado, inconstitucional estupido. porque era

Em 1924, surgfu o infame projeto da


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
T1149 - Revista de Seguros - junho de 1934_1934 by CNseg - Issuu