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T1148 - Revista de Seguros - maio de 1934_1934

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Revista de Sesuros Redacao:

Av. RIO BRANCO, 117-3.°.s. 30b

Dlretor: ABILIO DE CARVALHO

Dlretor-gerente: CANDIDO DE OLIVEIRA Secretario: J. V. BORBA

Edificlo do

JORNAL DO COMMERCIO COMEKTABIO ANNO xrv

Bio lie Janeiro — Brasil ESTATISTICA

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BrasU

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Exterior Venda avulsa

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Tel. 3-5506

IKFOEMA^aO

MAID DE 193-4

NUM. 155

Uma moderna fori;a economica Wo Quadro das atividades humanas, o • effuro 4 uma das mats interessantes e i-fthosas.

em tempos antigos, para reperdas maritimas, passou de-

te vasto para a sua existencia, sem res-

mi? ^■.'^ohrir OS mcos de vida e de Hoje, bens matenais, cottira os danos de fogo.

Para protege-las, uma legislagdo protecionista exige depositos elevados as companhias estrangeiras a qtie e

a todos OS interesses que pos-

A

d,iminuigao. J^'i^lidade, a soZuabiWdade e os er-

^gjjj^'^o/issionais podem ser objeto desse

trigoes.

agravado pelo cambio atual, e constitue uma vcrdadeira proibigdo a esse respeito.

??of

do valor do se^uro; os trlbu-

Na piglaterra, ^essas operagdes escapam d fiscalizagdo do govemo, mas os abusos sdo punidos, com rigor. No Brasz7, o seguro ndo pode desenpoiyer-se, por falta de leis protetoras. Wgo falemos da alia faiacdo que re-

p

uma especie de jogo de azar.

da Inspetoria de Seguros, que, sem ser-

Italia,

creou-se

a

® ^tipcial, que o noivo recebe, com ^tmnestre de premio liberado.

„ p°®'5os governos ndo tern exata com-

do mesnio mal e o povo o

9"e 0 pequeno premio se multi-

p ,,

Pifa pagar reclamagoes vultosas

sempre exageradas. A fraude e que parece jd uma vir-

NoTf^ Pdises do os continente e na te America, governos,europeu consideranain,? cnnf

cotno a forma mats ener^conomia, tratam de defende-lo

abnsos e de incentivd-lo por protetoras. Aqui, se pra-

P i'"-^amente o contrario.

Es^cdos Unidos, o segruro e extreP'"ospero, em todos os ramos,

Yetudo em materia vida, desde 1842,

rfoci "^owpan'iias americanas tern um

Jp''^volvimcnto extTaordinario. Checrescimento

tnoc

e

^speculacoes, que algu-

Wn,f„ « ' ^^otadamente no Estado de

"oj7c, fixaram tan "maximum" a e-sn° produ?Go.

legislagdo dos seguros ndo 6 federal n

cai sobre OS sens contratos, nem na agdo

vir Gos segurados, para as seguradoras tern sido motivo de constantes aborrecimentos e ate de despesas ociosas.

A fiscalizagdo poderia ser feita num

ambientc de cordialidade, util a ambas as partes. As cotnpanhias deveriam en-

contrar nessa repartigdo um guia escla-

recido, para bem cumprirem os preceitos da lei fiscal e a defesa dos interesses superiores do seguro brasileiro

Esta parte, entretanto, ela tern obSer-

vado, uma vez que as tentativas contra 0 seguro, os celebres registros, contaram com a OPOS25GO dos Jnspetores de Se guros.

E' preciso, pots, que os prepostos do

governo ndo_ tenham prevengoes contra as companhias, o que provem sem du-

vida dd falta de conhecimentos prati-

cos, sobre a sua vida laboriosa. Nunea

se fard tiada util, fora dos sentimentos de simpatia e cooperagdo.

Essas_ entidades economicas, na sua

^'^oundo governamantdl cada Estado. e exer^oniroie"

profissdo, sdo perseguidas pelo espirito

dm superintendente dos seou-

e 0 de preguiga e rapacidade que empol-

em Nova York.

li"

„ Progressivamente, as grandes compa-

n/iias de seguros sobre a vida deixaram a Europa .A America i campo bastan-

de fraude que domina os sens, clientes ga aqueles que querem viver d custa de-

V,


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