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T1116 - Revista de Seguros - setembro de 1931_1931

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Revista de Sesuros ASSINATURAS Dlrcton

RednfAu:

ABILIO DE CABVALHO

Av. RIO RKANCO, X17-3.»-s. 305

Dlretor-Gerentei

CAXDIDO DB OLIVEIRA

Edificio do

VentJa avulsa

3jaoo

Tel. 4-20»

Secretario; J. V. DOIIBA --„„AQn

JORNAE DO COMMERCIO

25JOOO 30$000

Exterior

RIO DE JANEIRO — BRASIL

COMENTARIO ANNO

XII

ESTATISTICA

INFORMAQAO

SETEMBRO DE 1D3I

-ft-

NOM.125

Raciocinios de esguelha pagavi o ciupZo do que deveriam legal-

O advogado que tern em mdos urn scyuro a liguidar passa logo a conitaerai

mcute pogar; si na Froiica poZiciodc, elas afirmam que a metade dos incerr-

0 cliente uina vestal. Esquece-se,

dios e proposital, poder-se-ia admitir

de que a vestal Rnbria foi amanie at

para o civilisado Brasil, uma situagao igzial. Mas ndo. Aaui, todo o sinistro e

Nero.

A Companhia que exige

inocente. Todo o segurado e um ho-

P^ejuizo, a satisfagdo das condicoe_s em

mem de bem.

ajustou o seguro, on

As companhias ndo pagam a metade do que deveriam pagar. Os pobres se

duvida a casualidade do facto, passa aos olhos a ser "deshonesta .

gurados sdo vitimas da md fe das se-

.^ "deshonesto" todo aquele que poc

gtiradoras, das suas exigencias de pro

"opegos aos nossos interesses.

vas, das suas chicanas. Jn/elizes segurados, cujo patrimonio as chamas devoram, so poupando as apoZtces de seguros.

.Se a companhia com que ^ional. 0 causidico vae logo

Companhia nacional e isto mesmo.

Ao que se poderia retorquir. — Advogado nacional e

Felizmente, ainda ha jtiizes no Bra sil.

Se a co?npan;iia e estrangeira, ahi se

alteia o seu jacoUnismo.

O governo precisa ordenar que nao se

paguem premios de seguros ou ao mencs

°

naclonalista como um

'

OU americanista para fazer disto uma especfe de Paraguay do Dr. Francia.

que estes sejam o mais vil possivel. Deve ser gratuita a funcgdo social do seguro.

As resistencias das companhias sao,

As calilniadas e roubadas

muitas vezes, aconselhadas pelos sens

de seguros, resistindo a certas preten goes injustas dos segurados, fazem bem-

advogados e por elles executadas. As'suoA chicanas" sdo mantidas pe-

aos advogados.

Muitos delles incorrem naquela censura da Biblia: "0 homem mau suscita pleitos; o perboso divide o povo .

Hu hojirados mercadores, cuja P''®?P^" Tidade nasceu das cinzas de tncendiozinhos casuais.

Ha, tambem, os que vivem d custa das

los patronos. Sera dificil ehcontrar um caso em que

a companhia demande contra a opinido do seu consuUor juridico. Logo, as inventivas dos advogados dos sinistrados, dessas castas Suzanas do Pretorio, resvalam das companhias vizadas para os liomens da lei, que as assessoram.

fraudes, estimulando incendios ou cor rompe?ido peritos e

arranjo de provas. que paregam

cer OS magistrados, ndo so

®

As empresas seguradoras, se fosseni

dade do sinistro, como da existencia de valores iguais aos do seguro.

mais intelUgentes e tivessem mais lar-

guezas, no sentido da propagonda jor-

®

nalistica, jd poderiam ter modificado essa mentalidade, que as cobre de baZ-

Si para Baldessaroni, as companhias

das da ignorancia-do negocio, as quais

Ser incendiario, com boas

uma das mais suaves e rendosas P f soes desta aldeia grande.

_

does, e desfeito certas prevengoes nasci-.


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