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T1076 - Revista de Seguros - março de 1928_1928

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REDAdpAO'

Revista de Seguros

Rua do LavradlB 60

Itl. C; 3S59 Rid DE JANEIRO

Director Ahillo de Carvalho ANNO 'Vm

Oitectof de publicidade R.F. MEOEIROS MARCO

DE

Direcloz-gerenfe Candido de Oiivaira

1928

NUM.

A CIDADE INDEFESA

IS

CONTRA

m

O

81

B

TOGO

^ ^'o incendio do edificio da CompaPara essa gente Incapaz, os bens *inia Nacional de Navegagao Cosleira sa- existentes no territorio nacional nao coniiram feridos trese bombeiros. stituem a riqueza nacional, mesmo que Grande foi o alarma em todo o bair- a particulares pertengam. Nao vcem es ro, pclo qual se esteiidem os armazens ses ignorantes que o paiz participa da 9 Caes do' Porto, coim os numerosos tra- riqueza e de miseria dos sens habitantes Piciies alii existentes. 0 clarao do incendio era visto &

e que se nao pode separar o indi\iduo

stancia e se projectava no firma-

0 Rio de Janeiro deve ser protegido

mento.

da collectividade a que pertence. contra os estragoS do fogo.

tem^

A previdencia e um indice da educomo sempre, nao acudio a ca9ao, e da fortaleza das na9oes robus-

Isto nao e mais do que a repeti9ao do tas e no caminho em que vamos o segu

de^

acontece' nesta gran-

nao preparada para fazer

C6e-

ro tera de desapparecer do Brasil, onde, ao lado das taxas avultadas, ha nas in-

sinistro de grandes propor- demnizagoes um augliuento de 40 % no

pre^ "So sabe se ver^^^^ falta paraaoa seguranga geral, esse go-e sen primordial dever prever^'^^^^ sequer o nome. Governar e

minimo, sobre o que se paga nos paizes policiados do mundo.

E' preciso que o Codigo Penal tome o seu imperio, no recinto dos Iribunaes;

Revista tern se batido pela ne- que OS arligos 136 e scguintes nao sejam de medidas preventivas e pu- letras inortas; que os slnistros nao se

cgg njjj

jam uma opportunidade feliz para certas delegacias; que a peritagem nao se Posos*^^ ^^suaes, mas os ha tambcftn cul- transforme n'um bom negocio e os laudos frandulentos. Para a policia toiiijj innocentes e quando ella aponta dos nao se vendam (*in leilao; que o fogo incendios; Debalde. Ha in-

a

tudo grita o dolo ou ao menos

nao constitua um meio de liquidar ne-

vgjg ^'^"dencia dos locatarios' dos immo- gocios mal postos e uma farta messe de acbn ^

com ternuras de mulher beueficios para segurados desliouestos e

jijdj e modos de iunocentar os Siiados responsaveis.

sgj. ^9*^ sequer as pessoas que ijossam

gpj,^'d"8idas pelo fogo, a vide e a inte-

seus patronos-cumplices.

Se ha incendios accidentaes como

este que mostrou estas linhas, for9a e confessar que ha reconhecidamente

cnr, ^. Pdysica dos bombeiros merece uma industria dc fogo posto, iuepta oii •^"nsidera^ao. iufamemente tolerada per todos. cio '"ercadorias, (moblliarios e edifiEste crime nao impressioua a alma ^.jj®.P"dem ser queimados pois o segumdemniza e o seguro nao merece

Pi'olec^ao,

viscosa de certa gente.

As lesmas nao tern nervos.


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