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T1069 - Revista de Seguros - agosto de 1927_1927

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Revista de Seguros

redac<;ao

Rua do Lavradio. eo f«l. c. 3359 RIO DE Janeiro

»:rcclor Abiiio de Carvalho

Wirec/of-geren/e Candtdo de Clivaira

VNNO VIIl

num. 74

Taxias de SeQ"u.3ros A indiislri;i clos seguros, para ser intel-

ligcnfementc explorndn. dove assenlar-se em «staljxticas.

As companhiiis precisam riislinguir cada fspede dc bens, indusfria ou commercio t-om OS promios respeclivos e indemniza?6es T'Qgas, para ver ae o preco do risco esta cm 'ola<?5o com as pcrdas verificadns.

ciraento dc uma tarifn nii<.

i- .

gatcamcnio dos premios. fortalcLsse "a ° terns das corapanhias. mas dcbai^c

Algumas emprczas nao virara a'nfii;^

;le^ medhla, que cstava do prtco r,xo do commercio moderno .

Aesta conjuntura, pcnsamn

'

Em vez dislo, ellas apuram, era conjun-

«o, OS resultados globaes do anno financeiro

^ pelo "devc" e o "haver" verificam se elle loi bom ou mao.

Esic syslcma impirico. sc assim pode■nos dizer, nao dove ser o de urn meio segu^ ^^uortconipotente.

Sera estatisticas nao p6de haver seguro ii-'chrjicamento falando-sc.

r^da classc de scgurados deve pagar, o

rn emm correspondenle a frequenciu do ris-

mas dc premios. ® Xao vale como argumcnto contra o nr«

do^'ustoI'TguTo'mp dado comnLcir pZuf^s m""'"^ provat^:jnS;;;mr

spffiirn fJ/» ♦ as dos • seguros "S rclnti^as segmo dc triyj.. vHla e nao mnrifiao

mos e Icrrcstres-

s^'os mariti-

N'ao dcvomos saber o que .se torn feilo outror mas o que dcvcnio.s fnzer. ' -'As tarifas, diz I'aul Sumien. sac o reN"«m regimen dc fiscaiizacao. o govern, -sultodo de uma longa cxperiencia c de obser-

vaeoes multiplas; sao um dos elemcntos raais ITcraosos do fiitiiro commercial de uma tompanhia. Era principio, cada sociedade 'cra as suas tarifns (fne podcm ser differentcs

deve ser cv.hnente respousavel pela

c.a rumosa^de comj.anhias de seguros

Se a n.scalizacau nao for p;,rn vehm ne!-. seguranca do.s segurado.s, ontfio. ,s6 .servirii

conforrac se trate de uma corapnnhin a prc-

nos fiscaes, quo vivem dclla.

cada ramo de seguro, as sociedadcs tern tari-

0 Estado, porliinto. iem o dircito de i„ lervir nos nogoctos desse gcncro, pan. tutoH

^>0 fixo ou de iima sociedade nuifua. Eni las analogas, senao idenJicas.

Jsto apresenla, em geral, imia certa fixi-

•dez, notndaniente em matcria dc seguros con tra accidentes e contra incendio".

O negocio de seguros no Brasil e um dos tnenos lucrativos, <[»er peia baixa dos prcmios, qucr pcla frequencia dos sinistros.

zar o interesse collec'ivc. do:, scgurados As sim se tcni feito na .\orlc America

Inlerviudo. ellc. tambem. cuida do bencficio_ do erano. porque as taxas corrc.sponde-

rao imi,o.stos nia.orcs - de sdlo e de remU t forfara a orgamzafao das estatisticas

necessarias ao conhecimento do desenvolvi! 0 Governo deve realizar a sua funcca. As conipanhias quo apresentam lucros os t^elar de gum da nossa jovem nacionalidadc; »cm .-i custa dos sens capilaos o reservas e nao da explorafiio destc ramo da economia poliNa local — 0 Seguro 1,0 Rio Grande -tJca. As que nao teni fundos accumulados" do numero anterior. e na partc final sahi. vegetain "cm apagadn e vil Iristeza". Pes '

As Indcmnlzacdes siio proporcionalmen-

«e muito maiorcs do que na Europa.

••ioas d« boa vontadc promoveram o ostabclc

mento o estado .lessa industrla no p«iz

r-p'ITo"


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