Revista de Seguros
REDACQAO : Rua do Lavradio, 60
Isl. C. 3359 — Cain oaslai 933 RIO DE JANEIRO
Director Abilio de Carvalho ANNO VI
DireclOfgerenle Candido de Oliveira FEVCREIRO DE 192G
NUM. 36
A fiscalisagao e os seguros ■M
O Dr. Decio Cesarlo Alvim trouxe iV Iiispectoria de Seguros urn sopro de vida nova. Com S. Ex., velo 0 secretario Dr. Ignacio Guinia-
vas que consiituem o fundo de garantia dos se gurados, emtim, para regulamentar deffinitiva-
mentc a sua repartigao. que tem vivido num
como elle tuueciouario da Fazenda.
Ambos modeloa de prolndade, intelllgentes.
regimen de onsaio.
afuvels, fazendo da funccao umu cousa serin.
)
ses distinctos servidores a aUenQao, o coiiselhc, ® " auxillo iiidispensaveis ao desenvolvimeuto
• atento que elaborou exigio que as compaiibias
Todos OS seguradores encontraram seiupre nes-
Compreheiidendo que o aviltamento das ta-
xas de seguros terrestres e mavitimos constitue
urn perigo para a-propria instituigao, no regula-
4o seguro, poia compreliendiam elles a.necessi-
submettessem & ;approvasao da Iiispectoria as
ttado de foraaleccr e dignifical-o o de toroar eate institute urn elenieuto de progresso eco"omico. garantindo o direito dos segurados. afim
da crengao da apblice brasileira, remedio salutar
nue ndo nials cahisscm em -munddos", como
aquelins amaldigoadas mutuas e compantuas ereadaa para a capitacao de premios, taes como
suas tabellas miuimas de .prenilos, como ja fazem aa de seguro de vida, assim como tratou
contra a dlscordancia de dausulas de varias apo-
llces, que as vezes cobrem um niesnjo risco. Se contra o regiilanieiUo foram lovautadas
o ••Moiite-Plo da Familla", a "Cruzeiro do Sul",
veciamagties, S. Ex., dando uma prova do seu
as Familias", organisaeoes lao funestas a inei-
tia, propoz ao govenio a suspeusao do decreto,
■i Frevisora Rio Grandense" e a "Caixa Geral
Pieiite previtleucia nacioiial, quauto uteis aqueles que gosaram as suas vantageus, emquanto
houve dinheiro.
'■Duihetro haja" e nao faltarao admlnisrac ores para essas armadilhas & credulidade
o oa fd do publico. porque uessa terra s6 sao n I OS OS que nao tem a excusativa do colla-
0 Dr. Decio Alvim coutra-
seii'
Pretenqdes.^erabora defensaveis, mas
'"terease° publico. ° do
superior de servir ao
sem a qual uao pdde baver
da
®®guro-' do-a tar
Depois disto, os graves acontecimentos que
agitaram o paiz e ciijos restos ainda andam pelo
^orte — por esse norte d'oude devia vir a es-
particula sequer
e iuvariavel.
Panbcii
ctive prnjecto.
peranga de melhores dias— desviaram a atten-
elle a simplicidade dos liomeus de
*^0 dess
nardes, ua Mensagom de 3 de Maio de 1D24. an-
gao dos governantee. do assuinpto, que tao iii-
I,. "'^Digentissimo, illustrado, elegatite no dizer, lioiin
■ S- Ex. pensou ua elaboragao de uma lei geral de seguros, na qual devia collaborar o Dr. A. de Carvalho, Director desta Revista. mediante convlte do Governo, e o Dr. Arthur Ber-
attendeu ds suas sympathias pes''•iiuade ou capricho.
''em,
atd serem ouvidas e analysadas as suggestOes dos interessados.
liunciou Ss Camaras o offerecimeuto do respe
">iho e da gravata.
rioi
aito espirito de liberdarie, serenidade e modes-
teressante seria para o seguro brasilelro.
Quando em 1923, foi apresentado ao Congresso um projecto damnoso ao seguro (crea-
gao de.cartorios para registros de apolices) o In'. Decio levou ao Presidente da Republica a
Dui'maraes d o ospolbo e o trasla-
sua opiiiiao conttavhi A malvuda teutativa e ella
A.lvim miiito trabalhou para
jecto equiparava. pdde-se dizer, o seguro maritlino A hypotheca, (que talento e probidade de iegislador!) e o Dr. Decio sugerio o veto pre-
Qualidades do sen ainigo e cotnde trabalho.
®°bipleto servigo de estatistica do
PPjformlsar a fiscallsagao- tornaiitodas as. companhias;-para evi®vasao das rendas, para veriflcar as reser-
fi'acassou. Em 1924, um novo e iusensato pro
sideiicial. No ultluio qnuo, pensou-se em creni' ujua taxa especial sobre o seguro, em benefleio
do Corpo de Bombeiros da Capital Federal e Wi
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