Revista de Seguros
fiEDACCiO
Rua 1° {fe Mar^o,83-2*
TeJ. N. 2016 —Caiia posla! 903 ElO r»E JANEIRO
Oinclor Abilio de Carvalho
Dlreclor-gerenle Candido de Ollveira
ANNO VI
JULHO DE 1925
ratando desfe instituto, notavel economista
< iz que Kcerlas inslitiii^Bes, por exeraplo, as que se occiipam da exlincgSo] dos incendios, sflo creaas para qs prejuizos ecoiiomicos, aos
NUM. AO
para melhor construcfao de navios, casas e usinas. Elles animam o credito em que lodes os contractos commerciaes se fundam.
—Nos meiossufficienlementecivilisados .as in-
P^'io^'camenle, o palrimonio
cada urn, quer em consequencia de causas na- stilui^Oes de seguros tern grande desenvolvimenlo. —Os seguros privados e volunlarios sSo muilo — u fmi dos seguros e,ao negligencia'.do lioiiiem.» coiilrario r^pnr^r os
P ejuizos economicos occasionados por catastro-
preferiveis aos seguros officiaes e obrigalorios, lanto por motives juridicos quanto por motives economicos.
ceuL'''"'° '®'"P®stades/os naufragios, os in cendios e as epizootias, etc. effeilo, OS prejuizos siJo dividldos
te nn,.?
gldas de J''
s"fficiente de pessoas egualmen-
cffectivamenfe a.lin-
Os seguros privados slo mu/ups, a pnmios fix-<n ou vii.vto\.
- Nos seguros mutuos, os segnrados sao seus propnos segiiradores. Nada tern a pagar alem do
que 6 indispensavej para cobrir as despezas da
e os prejuizos verificados, S"bsti(ui„. adminislra^ao Nos seguros a prtinios fixos um ou mais em-
r. ,THcH5
iiturio, m mas i"ceX l consideravel. fracoecerto por un, sacrificio
prezas responsabilisam-se pelos riscos, quer pelo
cosegiiro, quer pelo reseguro, obrigando-se a re-
gu7o
^ instifnido o se- parar os daninos soffridos pelos segurados, medi-
dlvmn ' ''"P'-'^dos ao segurado: elles f1dcuUMdades de's' e com uma exactidao sufficiente. Dandi -
anle o paganienlo de premios fixes determinados proporcionalmente ao valor dos bens segurados e a probabilidade dos riscos.
periSoT
PP'
distribuido TrrV"7"
diversamente conimum para ser
clfns soffrer ""demnisa?ito as que enlre _n " prejuizos. lanlo
Iresgrandesvantagens,
— Nos seguros mixlos, se destribiie aos segura dos lima parle do lucre reaJisado pelos seguradores.
De unia maneira absoluta nSo se pode dizer qual dos tres syslemas € preferivel. £■ conventen-
!! ® PP"'Pelies '"tJ'rectas. ^ ^ nDirectamenfe sSo uleis :
te a concurreiicia para beneficio dos segurados e
Cfln
—Os seguros mutuos, nSo buscando interesse,
do publico.
^ allian?a fecunda da associa-
e-da economia, elles lornam deveriam offerecersuasgarantias com laxas mereponr.7 ® custosas a conserva9ito e a Ihores. As sociedades de premios fixos, possuindo 'PPnslrucgao da riqueza nacional ; fortes capitaes e reservas, tern maior prestigio fi-
"lais .
^
accaso as
nanceiro e inspiram mais confian^a, pelas garan-
lias qne offerecem, assim como pela certeza que que,7^^"P'^® cerlos inforlunios, lodeuiser economicas altenuados, de reparlindo-se-os por tem OS segurados de se ihes n.1o exiglr premios 'ferenles pessoas ; supplemeiitares. Ellas podem, grafas a uma admi• POrque elles dao mais for?a ao commercio e niesmo tempo .1 produc9.1o, diminuindo os ris-
"^os individuaes.
— 'udirectamenic, os seguros s.lo iiteis a circudas riquezas; elles diSo aquelles que trabaa confian^a que nasce da traiiquillidade; des-
Wvolvem a economia e a associafao; contribuem
iiistrafao pnideiite e honesta, destribuir bons dl-
videndos aos accionistas. sent augmentar os pre mios cobrados aos segurados.
— Os seguros sao reaes quando cobrem os even-
fos que possam affectar direclamenle os bens paIrinioniaes, e pasoaei quando assuinein o risco dos accideiitcs que affectam osindividuos.