REDACipiO-
RHA 1- DE MARpO. 66 (Edlfleio da Bolsa) RIO. Oe JANEIRO
P'REctor AbiJiq d&.Garvalho
Directcr'gerente Candido de OlWeira NUM. 19
Ks;
BESPIISUlLIDItOE DOS IBBUDllllES
que OS
CoJigp Comnierciat
iicl'ar-a
e.cpmpartes do navio.s.ip sp""^sponsaveis pelos, prejuizos. gue o
Sqe e
por falla cia. diligencia
acondicio"^'^''" P^'".a.<T ^arda", "^niento e coiiserva^ao dps boa effeitos re^
'1 Ijordo.
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'■emissao ao 519, que considera
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^'opositario de carga e"de
obrr*^'
.qitij Tecd)er;,;$- bordp re.ijjmo
.'Ct: confer"
.?"'irda, horn acontiicionamen-
^"'•qfo.s; a sUa prdiiipu eiure'ga'a vis-
^ coiihecmieutos.-"
'^pitao -a respeito da
^osde
0 citado aftigb, pfin'qipia a correr ^ recebe,. .e continua
\er conve^'- ^'''''' '
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Ibgar em que se hou-
.0" que estiver an li'sb
de.scarga. r
na'caJ°^^ '' Mos '^tas.
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fi^ranr nos codigos "•• ; •:• : !; •-
^^"POSi. OS anijadores tew ,ins?rkio,
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' '^®Postf%J
' 0%onsaS!li,(lacIe pSJps'a'ctbs do's sdis I "^'^b'taes c .tripulantes dog navies.- •
tip as „ . "
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da carga,- -daiisulas -qufe: ex— forani muito •debatidas,'■va^iaha-'sua .vaiidade.-
conio 'jiiiz de 1* instancia, julgoii eni sentido coii-
trarfo, sendo para notar tratar-sc de cnlpa simples.
Essas calt&as e'ram de alqada e nao tiverani appellaqao.
As appiices de seguros, eni regra. nao cobrem OS rispos. orhiiidos de barataria ou rebeldia e como
OS conhecitnentos, tainbem ps excluem da responsabilidacle dos armadores, podetido acontecer qiie p .embarcador prejudicado nao, tenha de quem reJtaver 0 prejuizo, convent que as cotnpanbias de seguros cliamem para isto a atteiiqao dos seus freguezes e inediante tnaior pretnio assuraam, tanibeni, essa responsabilidade.
Esta ahi uma. fonte de expansao para o seguro.
; O desenvplyimento do furto a bordo dos nav.ips entraij^eirqs e naclonaes se tern incremen-
tado tnuitc. ^a.qas a indiscipHna reitiaiite no pessoaJ niaritiino, reminiscencia. talvez. da antiga pirataria, que a civilisaqap dos nossos dias extin.guiu.
Os armadores se esquivam a todas as reclamaqocs das partes prejudicadas e como entrou nos nossos costumes commerciaes . o • seguro contra
furtos op roubos, din-ante o transporte, sao as
"'^^'^^s-cliegf.rani a. prohibit- a iri^ergap rcompa.aliias segpradoras as maiores prejpdicadas. •0. -Lloyd Brasileiro, a celeberrima empresa de vq-
QUanto cie.irr.esppnsabPkfa'(ie''(fo arniaclor, 51d1q_ '^"'Pa Ii-ve, A culpa lata, semelhante ao n, v"
^ler.i »er.-||
,
'finarchia, o espelbo <]a incapacidade, o traslado da
falta de e.xacqao uo cuiuprimeiitu do dever. foi
'•esponsabilidade, por niotivos de or-
•um initnigo declarado dos seguradores. Os sens
" •'- s. f ^ i, V ►; i
figiirar
'A, 1
/v I u
ciepisaq.do-.Supremo Tribunal de'setembrn (U''l90K: declarou^iia^ estiii>uiar-se''bssa ClititWlii- -Oi tibtfiisti^
'"cs!,,
nlieiro durante a guerra; o Lloyd, p modelo da
m
I"'opno, dolo. nao podemv-ntj.
naveg.aqao.-unica no mundo que nao ganliou di -
Cunha.quando juii: ifideral. clecidiu
^ ^finjido-e ch;minist,TO-Pires-0 ./^lb,utj>iet;ftufi
directores foraiti paes e maes da inltabilidade.-AIgPtuas reclam&qoes, que lograrani ser - attendidas
pel® ultimb prcsidente. nao foram pagas, porque
nao se sabia
cjta.t'a b diiiltciro.
Depo'is, 0 governo, ordenando a liquidaqao da ^alfaseja e tnalfadada empresa, noineou., uma