SUMÁRIO EXECUTIVO
PROPOSTA DO SETOR SEGURADOR
BRASILEIRO AOS
PRESIDENCIÁVEIS
2023 2026 O Brasil encerrou o ano de 2021 como a décima-quinta economia do mundo, mas figura na 52ª posição1 quando se trata do volume per capita arrecadado pelos produtos oferecidos pelo setor de seguros, ficando atrás inclusive de paí ses da América Latina como o Uruguai e o Chile. Ainda assim, o seu tamanho é superlativo. Com ativos da ordem de R$ 1,7 trilhão, equivalentes a 30% da Dívida Pública Federal brasileira, o setor de seguros é um dos maiores investidores institucionais do País. Com representatividade de 6,4% no Produto Interno Bruto (PIB), as empresas do setor arrecadaram, em 2021, R$ 553,9 bilhões. Pagaram em indenizações, benefícios, resgates, sorteios, despesas médicas e odontológicas, R$393,2 bilhões. Permanece ainda relativo desconhecimento da sociedade brasileira e dos entes públicos sobre sua importância na vida das pessoas e da nação, ainda que em razão da pandemia da Covid-19, o entendimento do papel do seguro na vida das pessoas tenha aumentado. Um cenário que representa oportunidade de crescimento e de grandes desafios. O mercado segurador desonera o orçamento do Estado pela oferta e manutenção de produtos com coberturas assistenciais complementares, como os planos de saúde privados e os planos de previdência complementar aberta. Essas características tornam premente a adoção de ações positivas e coordenadas entre o poder público e as empresas do setor para a garantia de desenvolvimento econômico sustentável e do bem-estar coletivo, com avanços periódicos dos modelos regulatórios e fomento à ampliação de cobertura pelo setor aos milhões de brasileiros e aos mais de cinco milhões de empresas no País, muitos ainda sem acesso aos produtos oferecidos pelo setor. 1
Fonte: SIGMA, dados 2020. Não considera capitalização, previdência complementar e, no segmento de saúde, considera apenas as seguradoras de saúde.