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Show monumental do Twenty One Pilots ganha as telas de cinema com “More Than We Ever Imagined”





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MÚSICAON Beatrice explora sonoridade oitentista em seu novo single “Instinto Incontrolável”
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MÚSICAON FLEA lança sua interpretação de “Thinkin Bout You”, de Frank Ocean
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ENTREVISTA Pingguim fala sobre amadurecimento em nova fase pela Midas Music
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COLUNA DE NOTINHAS
Confira as novidades do mundo dos famosos e do entretenimento
Foto: Divulgação


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CAPA "Twenty One Pilots: More Than We Ever Imagined" chega aos cinemas
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TEATRO Mayara Mariotto estreia como Carol no espetáculo "PietàUm Fractal de Memórias"



Os ícones do Midwest rock American Football finalmente colocaram fim à espera dos fãs com o lançamento de seu novo single de oito minutos, “Bad Moons”, acompanhado de um videoclipe, via Polyvinyl Record Co A faixa é o primeiro lançamento do aguardado quarto álbum de estúdio da banda, American Football (LP4), que chega em 1º de maio pelo selo
Produzida por Sonny DiPerri e originalmente concebida como duas músicas distintas, a versão final de oito minutos permite que toda a intensidade emocional da composição se manifeste plenamente Construída sobre um sample repetitivo de uma suave harpa dedilhada, a canção começa com as características melodias de guitarra intricadas e entrelaçadas da banda, somadas a ritmos dinâmicos, efeitos atmosféricos e os vocais confessionais e delicados do vocalista Mike Kinsella Na segunda metade, a música cresce até se transformar em um jam intenso e pulsante, fechando o ciclo da experiência antes de chegar a uma coda sóbria e contemplativa
Mike Kinsella comenta: “‘Bad Moons’ é, na verdade, um Frankenstein de dois demos diferentes que circulavam entre nós há bastante tempo: um mais lúdico, com
crianças brincando e pianinhos de brinquedo; outro mais sombrio, com guitarras estridentes e bateria explosiva Eu já cantava o mantra ‘( ) in the dark’ sobre esse segundo, então o maior desafio foi criar uma ponte temática entre a inocência e a leveza do primeiro ato e o desespero profundo do segundo Decidi começar a música como uma criança Ou melhor duas Empilhadas dentro de um único sobretudo; secretamente, relutantemente vivendo a vida de um homem adulto, acumulando seus erros e culpas ao longo do caminho No final, esses erros quase transbordam das crianças Uma confissão catártica, que espero ser ao menos um pouco identificável para qualquer pessoa que já tenha vivido ”
O videoclipe, dirigido por Alex Acy e Rémi Belleville, traduz visualmente esses sentimentos por meio de uma montagem em câmera lenta que analisa as complexidades da transição da infância para a vida adulta e o quão turbulento e frágil esse processo pode ser “Bad Moons” incorpora de forma brilhante os conflitos, dores e verdades duras do amadurecimento

Reconhecido como uma das grandes referências do R&B, do soul e do charme nacional desde o final dos anos 90, o Fat Family conquistou o país com sua potência vocal, presença cênica e performances marcantes. Agora, formado por Simone, Suzete e Kátia Cipriano, o grupo apresenta ao público o single inédito “Não Para de Dançar”, em parceria com Mr. Dan. A faixa nasce diretamente do conceito da atual turnê do grupo, “Baile Charme”, e traduz em som uma conexão que sempre esteve presente na trajetória e nas referências musicais do trio. Ouça aqui!
A colaboração nasceu de uma amizade antiga entre as famílias, cultivada ao longo de muitos anos. Com o feat já definido, Mr. Dan compôs a faixa especialmente para marcar esse encontro artístico com o Fat Family e o mo-
mento de lançamento da turnê. “A gente se conhece há muitos anos, existe essa admiração entre as nossas famílias. Quando combinamos de fazer o feat, ele criou uma música pensada exatamente para esse momento, conectando esse encontro ao lançamento da turnê. Tudo fez muito sentido”, conta Kátia.
Mais do que uma parceria pontual, o lançamento reforça a identidade do grupo com o universo do Charme, presente desde sempre em suas vivências pessoais e musicais. Essa relação agora ganha protagonismo tanto no repertório quanto no palco, guiando a construção estética e sonora da turnê. “O Charme sempre fez parte da nossa vida, desde as festas de família, na nossa adolescência. O grupo surgiu na época em que esse ,
movimento estava se propagando, ali nos anos 90 E ver que até hoje as pessoas dançam nossas músicas no baile é muito gratificante Por isso, a gente trouxe essa influência para a música e para a turnê, como homenagem a essa cena que segue viva até hoje”, afirma Simone
Com uma sonoridade envolvente e dançante, “Não Para de Dançar” surge também a partir de um processo recente de pesquisa e reconexão com essas referências, alinhado ao momento atual do grupo “Já faz algum tempo que a gente vem pesquisando mais sobre o Charme, por ser uma derivação do R&B brasileiro, que é nossa principal referência artística ‘Não Para de Dançar’ vem muito desse lugar É uma música bem dançante, com a cara do Fat Family e com a energia que queremos levar para o palco nessa nova fase”, completa Suzete
O single reforça o vínculo do Fat Family com as raízes do soul e do R&B nacional, ao mesmo tempo em que amplia o repertório deste novo ciclo artístico e fortalece o conceito da turnê “Baile Charme”, que celebra a cultura dos bailes, a memória afetiva e a potência de um movimento que sempre acompanhou a história do trio “O Charme sempre esteve com a gente Lá atrás, nos anos 90, a gente já levava os passinhos para as coreografias sem nem perceber que aquilo também era parte de um movimento cultural tão forte Faz parte da nossa essência”, destaca Kátia



O que acontece quando um sentimento é tão real que beira o surreal? É essa a pergunta que a cantora e compositora BEATRICE responde em “Instinto Incontrolável”, single que inaugura seu novo momento na música A faixa transita entre o desejo latente e a entrega absoluta, explorando as facetas mais viscerais e mágicas da paixão humana Unindo o romantismo clássico do pop oitentista à energia do universo biker, o novo som já está disponível em todas as plataformas digitais e ganha um videoclipe no YouTube da artista
A canção carrega uma carga emocional profunda por ser a primeira escrita pela artista para o seu namorado, Allef Borges, empresário da Allero Eventos Segundo BEATRICE, a faixa nasceu da urgência de traduzir uma paixão que parece surreal: “‘Instinto Incontrolável’ é uma música muito especial e íntima pra mim Ela nasceu de um sentimento
intenso, de uma paixão que parece até um sonho, como se eu estivesse vivendo algo surreal de tão bonito” Na letra, ela deposita um pedido sincero ao cantar para não ser deixada em “outro amanhã”, revelando que estar longe dele significaria se afastar de tudo o que está vivendo no presente
A composição nasceu de um episódio inusitado de isolamento e silêncio Durante uma queda de energia em sua residência, sem celular e na companhia apenas de seu cachorro, Harley, BEATRICE viu a inspiração fluir de forma arrebatadora “Quando ele chegou em casa, eu recebi ele com a primeira música que fiz pra ele Ele ficou tão feliz que me incentivou na hora a produzir Aquilo me deu ainda mais certeza Em outubro de 2025, procurei meu produtor musical, Hitch, e dei início a esse novo projeto”, conta a artista
Com referências e insp como Whitney Houston, T Lauper, Rita Lee e Paula T carrega um dream po influências do cenário alter do pop contemporâneo e 80 A faixa é construída so leve e etérea, onde camad se sobrepõem para criar u sem perder a conexão com A música também gan que já está no YouTube direção de Marcela Travas um evento exclusivo em Gravado ao amanhecer n traduz a entrega da canção cores suaves e cenas de lib de uma Harley-Davidson
Sobre a artista:
BEATRICE é uma art cantora e compositora, qu trabalho entre o Alternative com forte uso de sintetizad estéticas que dialogam e dos anos 80 e o pop contem Ao longo de sua trajetória 7 singles e o EP “Controve 5 faixas autorais, consolida sonora e lírica Suas com emoções, conflitos intern pessoais, sempre com atmosférica e moderna
BEATRICE já se aprese “Vem Com a Gente”, da BA rádio Alerj FM, onde in autorais de seu EP, amplia na cena musical e fortalec com o público
Por trás da carreira com ela é uma força ativa na como empreendedora À Faísca, Beatrice atua posicionamento de gra mercado, como a banda Essa vivência estratégica confere à sua carreira a autêntica e autogerida

Alinne Rosa lança músicas inéditas no WE4SESSIONS






É a Bahia, p**! Nesta quarta-feira (25), foi lançado o WE4Sessions com a cantora Alinne Rosa O projeto audiovisual apresenta performances intimistas e de alta qualidade sonora, com destaque para artistas nacionais em arranjos exclusivos Com mais de 2 milhões de views no YouTube, a iniciativa já recebeu nomes como Luiza Sonza, Vitão, Teto e Luccas Carlos
No especial, Alinne registrou seis faixas: duas releituras de músicas já conhecidas de seu repertório e quatro canções inéditas “O WE4Sessions me deu a chance de apresentar novas músicas para o meu público de um jeito muito especial. Estou muito feliz de participar, ainda mais por ser um projeto que valoriza a musicalidade em sua essência”, conta a artista.
Entre as novidades, estão as canções “Te Desejo Sorte”, “Quartafeira” “Pessoa Azul” e “Melhor Amigo” “Acredite no Seu Axé” e “Isso aqui é Salvador”, sucessos da carreira de Alinne, completam o repertório. A direção musical do projeto é assinada por Douglas Moda e Lucas Vaz (WE4 Music), com produção audiovisual de Marvin Campos (BEMLOC Filmes).
A participação chega logo após a intensa agenda de Carnaval de Alinne, marcada pelo tema “Só Tem no Brasil”. Agora, no ambiente intimista do WE4Sessions, a cantora apresenta um novo recorte de sua fase artística, reforçando a versatilidade que vem marcando seu momento mais recente.

“O vento tira coisas da gente, mas el boas No final, tudo sempre passa e o Existem artistas que correm contra o aprendem a respirar com ele Em 20 VINI que precisava provar o seu v estreia, Indomável, foi o grito de que vencer a dor e silenciar as próprias i registro visceral, mas, como ele mesm peso de querer manter o controle s coração e do relógio
Hoje, o cenário mudou O co consciência Com o lançamento de inaugura apenas um novo single, ele uma era de maturidade e entrega Se uma prova de resistência, agora ela fluidez Inspirado pela impermanência sonoridade synthwave densa e cinem mineiro abraça a ideia de que a vida, a feita de ciclos inevitáveis
Em entrevista exclusiva, VINI nos co lutar contra a tempestade para apren por ela Ele fala sobre a transição do m a beleza de cantar para vinte ou c mesma intensidade e como a "falta d a sua maior estratégia de liberdade Co
Vini, você mencionou que o álbum Indomável nasceu de um lugar de pressa e insegurança. O que mudou internamente para que "VENTO" fosse planejado com tanta consciência?
Indomável mesmo já conta a história de como cheguei até o lançamento de vento “VENTO” começa mais um capítulo da mesma história Indomável nasceu em um momento em que eu sentia que precisava de certa forma provar algo pra mim mesmo Era como se eu estivesse correndo contra o tempo, contra minhas próprias inseguranças, tentando mostrar que eu era capaz de vencer o que me causava dor Tinha verdade ali, mas também tinha pressa

Com “VENTO” foi diferente eu já não estava mais tentando provar, eu estava tentando sentir Internamente, mudou a minha relação com o controle Em alguns sentidos, eu parei de querer segurar ou acelerar tudo e comecei a aceitar o processo
“VENTO” nasce desse lugar mais consciente, mais estratégico, mas ainda sim com muita verdade Sem pensar em ser um hit, apenas dar tudo de mim pra ser uma música com uma mensagem, sonoridade original, ousada e de qualidade

Por que escolher justamente essa faixa para abrir os caminhos do seu futuro disco, sendo que ela não era a escolha inicial para o primeiro single?
O vento traz a chuva, da mesma forma que leva ela para que os dias bonitos, e até um arco íris apareça. Então eu trouxe isso pra minha vida. E essa mensagem se conecta muito com essa transição de álbuns. Se em indomável eu resisti, vento me ensina a seguir, passar pela tempestade e aproveitar o dia bonito que vem depois. Nossa vida é assim, tem dias bons, tem dias ruins, e todos eles passam.
Como você define a "nova era" que começa agora em comparação com a fase que o público conheceu em 2025?
Agora mais seguro, mais autêntico O vento levou meu medo embora É o que muitos dizem quando vão aos meus shows: “você está cada vez mais evoluído” E é isso que o próximo álbum vai trazer, o VINI de indomável, evoluído A dor nos traz força
"VENTO" fala sobre a falta de controle. Como é para um artista independente lidar com a imprevisibilidade da indústria enquanto tenta "deixar o fluxo levar"?
“VENTO” também fala: não dá pra segurar o que precisa ir. Nem da pra apressar o que ainda não passou aqui.
A música não é um peso pra mim, não é uma corrida, não é concorrência. É apenas arte. Eu não busco só números, eu busco pessoas que se identifiquem com a mensagem. Eu quero cantar histórias, não quero cantar só o que a indústria pede hoje. Eu estou aproveitando muito o processo hoje, mesmo que o público seja pequeno. Estar no palco pra mim seja pra 20 ou 100 pessoas é sempre um dos melhores momentos da minha vida porque minha arte se torna ainda mais viva.
O que os fãs podem esperar dessa sonoridade "mais densa" nas próximas faixas do álbum?
Acredito que o próximo álbum é muito sobre profundidade e grandiosidade As próximas faixas têm mais camadas, mais texturas, mais movimentos, mais peso Mas tudo isso vindo de um lugar mais livre, mais confiante e mais brilhante São músicas que eleva, que dá sensação de crescimento Músicas que ocupam espaço e que constroem uma atmosfera onde quem ouvir sente que está subindo junto comigo

A drag queen e cantora XxJASPERxX lança o EP “MERCÚRI049”, carregando as suas influências do hyperpop e da nova cena eletrônica LGBTQIA+ Representando sua expansão para o cenário nacional, o projeto traz uma mensagem de mudança e abertura de horizontes - mas sempre enraizada em sua visão artística original Originalmente do Mato Grosso e morando em Chapecó, no interior de Santa Catarina, desde os 10 anos, Jasper homenageia suas raízes com o 049 no título, um dos DDDs catarinenses, e com referências naturais e biológicas que aparecem em diversos momentos no disco
Foto: Divulgação
Tendo anunciado recentemente os detalhes de seu novo álbum, FENIAN, que será lançado em 24 de abril, o trio de Belfast Kneecap compartilha “Smugglers & Scholars” Lançada na noite de 24 de fevereiro no programa de Zane Lowe na Apple Music 1, “Smugglers & Scholars” escancara as portas do álbum. A faixa começa com um riff grave de três notas que soa como se tivesse sido retirado de um disco de hip hop de Detroit do tipo que a banda cresceu ouvindo e encontra o grupo criando sua própria eletricidade única sobre uma pulsação intensa e metálica.

Foto: @mathwxxx

O cantor e compositor Che Romaro lança o single “Vagabundo”, pela Marã Música A faixa marca um momento especial na trajetória do artista: sua primeira canção lançada oficialmente que não é autoral e também o primeiro registro totalmente acústico de sua discografia A canção, originalmente em espanhol, acompanha a trajetória de um personagem que narra sua própria vida, falando de erros, acertos, caminhos percorridos e da esperança de encontrar algum sentido enquanto segue sem rumo

A artista multi-platina Bebe Rexha dá início a uma nova fase da carreira com o anúncio de seu próximo álbum, DIRTY BLONDE, previsto para chegar ao público em 12 de junho Além dos singles “Çike Çike” e “I Like You Better Than Me”, já disponíveis em todas as plataformas, Rexha apresenta um supercut audiovisual inédito, um megamix de quatro minutos que reúne 13 faixas do disco em uma experiência intensa e dinâmica

Após estrear o álbum “Entre a Calma e a Loucura” em todas as plataformas digitais, a cantora e compositora Vicka lança o clipe da faixa “No Vai e Vem”, que ganha vida como um registro íntimo e verdadeiro de um dos momentos mais especiais da criação do álbum. Gravado dentro do estúdio Goma, em São Paulo, durante o processo de produção do álbum, o vídeo reúne cenas espontâneas e emocionantes dos músicos que participaram diretamente da construção da faixa, transformando a obra em um retrato coletivo, humano e cheio de presença.

O cantor e compositor de indie folk-pop Caleb Hearn lançou seu segundo álbum, LEAVE THE WORLD BEHIND, via Nettwerk, entregando um trabalho profundamente emocional e de amadurecimento, centrado em crescimento, perdão e na escolha de seguir em frente. Escrito ao longo do último ano, o projeto de 13 faixas encontra Hearn em um ponto de virada: combinando melodias luminosas e cinematográficas com letras desarmadas, enquanto reflete sobre crescimento, perdão e o aprendizado de seguir adiante.



Flea compartilhou sua versão de “Thinkin Bout You”, de Frank Ocean, reinterpretando o clássico de Channel Orange como uma canção instrumental e orquestral Conduzida pelo baixo elétrico e pelo trompete de Flea, a faixa conta com contrabaixo acústico de Anna Butterss e arranjos e orquestração de cordas por Nate Walcott (Bright Eyes) Após o lançamento dos singles “A Plea” e “Traffic Lights” (feat Thom Yorke), “Thinkin Bout You” marca a terceira prévia revelada de Honora, álbum solo de estreia de Flea, que chega em 27 de março de 2026 via Nonesuch Records
“Channel Orange! Quando aquele disco saiu, realmente me impressionou profundamente Eu ouvi dez milhões de vezes. Era algo que eu simplesmente não conseguia parar ,
de ouvir Eu amei muito – e ainda amo Foi um daqueles discos que marcaram um verdadeiro divisor de águas para mim ‘Thinkin Bout You’ é uma das muitas grandes músicas daquele álbum, e achei que seria divertido tocá-la no trompete Então procurei Nate Walcott, que toca teclados em várias faixas de Honora Ele fez aquele arranjo de cordas para mim Ele realmente se superou e criou algo lindo Eu só queria captar a beleza honesta da melodia, porque é uma grande canção ” – Flea Após uma carreira de quase cinco décadas (e contando) como um dos baixistas de rock mais marcantes de sua geração, o tempo e o espaço finalmente permitiram que Flea retornasse aos seus primeiros amores musicais: o jazz e o trompete. Honora, que leva o
nome de um querido membro da família, reúne seis músicas originais compostas e arranjadas por Flea –incluindo “Traffic Lights”, coescrita por Flea, Josh Johnson e Thom Yorke – além de interpretações de “Thinkin Bout You”, de Frank Ocean e Shea Taylor, e composições de George Clinton e Eddie Hazel, Jimmy Webb e Ann Ronell
Flea toca trompete e baixo ao longo de todo o álbum, acompanhado por um grupo de elite de visionários do jazz contemporâneo: o produtor do álbum e saxofonista Josh Johnson, o guitarrista Jeff Parker, a baixista Anna Butterss e o baterista Deantoni Parks O disco traz vocais de Flea, Thom Yorke e Nick Cave, com Mauro Refosco (David Byrne, Atoms for Peace) e Nate Walcott (Bright Eyes), entre outros, também integrando a banda Em maio, Flea e a banda de Honora embarcam em uma turnê internacional com ingressos já esgotados, passando por casas intimistas em cidades selecionadas da América do Norte e da Europa
Mais conhecido como membro fundador e baixista do Red Hot Chili Peppers, Flea teve seu primeiro contato com o jazz ao vivo ainda criança, quando amigos da família tocavam juntos na sala de estar de sua própria casa Embora sonhasse em ser como seus heróis Dizzy Gillespie, Miles Davis e Clifford Brown, o caminho de Flea tomou outra direção: seu amigo próximo Hillel Slovak pediu que ele pegasse o baixo e se juntasse à sua banda de rock quando tinha dezesseis anos, levando Flea a uma carreira de décadas com o enormemente bem-sucedido Chili Peppers. Mas, tarde da noite, em 1991, no auge da ascensão da banda, Flea atuava no agora clássico filme de Gus Van Sant, My Own Private Idaho, quando confidenciou a um amigo: “Quero fazer um disco instrumental com grooves profundos e hipnóticos, melodias viajantes sobrepostas, meditações sobre um groove.” A ressalva era que ele precisava, antes, colocar sua prática de trompete em dia.
Ao se aproximar de seu sexagésimo aniversário, Flea percebeu que, se não voltasse a pegar o trompete, provavelmente nunca o faria. Assim, decidiu praticar todos os dias por dois anos – em meio a uma turnê de estádios com o Red Hot Chili Peppers, com esposa e um recémnascido em casa. Ao final desses dois anos, ele faria um álbum, independentemente de onde seu conhecimento ou talento tivessem chegado.
Até Honora, Flea nunca havia sentido medo de fazer música. Ele temia que a banda de estrelas que havia reunido o visse como “um idiota que não sabe tocar, um charlatão, um poser do rock ou apenas um fã”. Mas, segundo ele, “acabou que todos eram as pessoas mais
genuinamente solidárias, me emocionando profunda e diariamente com seus espíritos generosos sentar numa sala e tocar música com eles me fez sentir como se eu estivesse drogado Eu estava vibrando, viajando e flutuando pelo estúdio Eu os amo, eles realmente se entregaram Eu me curvo completamente ”
Honora Tracklist:
Golden Wingship
A Plea
Traffic Lights
Frailed
Morning Cry
Maggot Brain
Wichita Lineman
Thinkin Bout You
Willow Weep for Me
Free As I Want to Be

O cantor e compositor Pingguim vive um momento decisivo de sua trajetória artística Com o lançamento do single e do videoclipe “O Tempo e a Distância”, produzido por Rick Bonadio, o artista inaugura uma nova fase pela Midas Music marcada por amadurecimento, honestidade emocional e reconexão com sua própria história A faixa, que reflete sobre a coragem de partir, encerrar ciclos e escolher a paz interior, nasceu de vivências reais e traduz em som um processo profundo de lucidez e recomeço
Musicalmente, Pingguim constrói uma identidade urbana potente ao misturar rock, hip hop e reggae, influenciado por nomes como O Rappa, Charlie Brown Jr e Natiruts O resultado é um som carregado de groove, atitude e emoção, que encara a dor sem romantização e transforma experiências pessoais em conexão coletiva
Gravado na Praça Roosevelt, em São Paulo, o clipe amplia visualmente essa narrativa de deslocamento e cura, enquanto a parceria com Bonadio, um dos produtores mais influentes do país, simboliza não apenas um avanço de carreira, mas um alinhamento de propósito artístico.
Nesta entrevista exclusiva à Energy Mag, Pingguim aprofunda as reflexões por trás do lançamento, fala sobre espiritualidade, amadurecimento, processo criativo e os próximos passos de um projeto que busca, acima de tudo, transformar vivências em música capaz de acolher e provocar.
O Tempo e a Distância” fala sobre escolher a paz mesmo quando isso significa partir. Houve algum episódio específico da sua vida que serviu como gatilho para essa composição?
Sim, não foi um único episódio, foi um acúmulo. “O Tempo e a Distância” veio como um respiro depois de uma batalha interna. Ela fala sobre amar, mas amar com maturidade suficiente para entender a hora de dizer não diante de qualquer situação que nos tire a paz, fazer o que tem que ser feito mesmo que seja difícil.

A faixa traz uma mistura de rap e rock moderno, com bastante carga emocional. Como você encontrou esse equilíbrio sonoro para traduzir a mensagem da música?
Essa mistura é algo natural em mim, faço minhas letras 100% entregue de quem sou, do que vivo e minha forma de ver o mundo, mas esse equilíbrio musical sinceramente quem encontrou foi o Rick, parece que o cara me escaneou como ser, fazendo uma leitura da minha essência, minha verdade e transformou isso em sonoridade.
Esse single marca sua primeira etapa pela Midas Music e a parceria com Rick Bonadio. O que essa colaboração trouxe de novo para o seu processo criativo e para sua sonoridade?
Clareza e direcionamento, trabalhar com um produtor experiente faz a gente começar a enxergar o que de fato é fazer música, o que encaixa melhor nas composições e principalmente essa descoberta de personalidade sonora, sinto que agora me encontrei de verdade.
O clipe foi gravado na Praça Roosevelt e acompanha a ideia de caminhar, deixar ir e enfrentar a solidão. Como foi transformar uma experiência tão íntima em narrativa visual?
Pensei que seria desafiador, mas na hora da gravação rolou tudo de uma forma muito natural. A Praça Roosevelt tem movimento, concreto, vida acontecendo ao redor e isso contrastava com o silêncio interno que a música carrega. A ideia de caminhar sozinho no meio da cidade representa exatamente isso: você pode estar cercado de gente e ainda assim estar enfrentando algo só seu. A câmera virou quase que um espelho do que eu estava sentindo.
Suas influências passam por nomes como O Rappa, Charlie Brown Jr. e Natiruts. De que forma esses artistas aparecem (direta ou indiretamente) na identidade musical que você construiu hoje?
Simplesmente são as principais bandas que ouvi minha vida inteira e naturalmente o legado que esses caras deixaram fazem parte da minha formação como ser, é tipo um filho que espelha o pai reproduzindo seus ensinamentos de forma inconsciente.

Você menciona que este lançamento representa um momento mais maduro e espiritual da sua trajetória. O que mudou no Pingguim artista (e na pessoa) para chegar até essa fase?



Chega aos cinemas e às salas IMAX® de todo o mundo o aguardado filme-concerto "Twenty One Pilots: More Than We Ever Imagined" A produção, lançada pela Trafalgar Releasing em parceria com o duo vencedor do GRAMMY Twenty One Pilots, registra o show histórico da banda na Cidade do México, diante de 65 mil fãs, em um estádio lotado durante a “The Clancy World Tour”.
A turnê, que percorreu diversos países, também passou pelo Brasil em janeiro de 2025, com apresentações em Curitiba, Rio de Janeiro e São Pauloshows que reafirmaram a forte conexão do duo com o público brasileiro e ajudaram a consolidar o clima de celebração global que culmina no espetáculo registrado no filme.
Com pré-estreias limitadas em IMAX® realizadas na quarta-feira (25), o longa passa a ocupar as telonas oficialmente a partir do dia 26, por tempo limitado. Os ingressos estão disponíveis no site oficial do filme.
Ambientado em uma das capitais musicais mais icônicas do mundo, o filme combina imagens cinematográficas de performances eletrizantes com a-
Foto: Divulgação
cesso íntimo aos bastidores O público acompanha Tyler Joseph e Josh Dun desde a chegada à Cidade do México até os momentos que antecedem a subida ao palco, compartilhando a preparação e a expectativa crescente antes de um dos maiores shows da carreira da banda Além da grandiosidade do espetáculo (captado por mais de 20 câmeras, com planos aéreos, imagens no palco e registros do meio da plateia), o filme revela também o lado humano da dupla, com comentários exclusivos sobre a trajetória que os levou até aquele momento e sobre a conexão profunda com os fãs ao redor do mundo.
O resultado é uma experiência imersiva que coloca o espectador no centro da apresentação, celebrando não apenas a música, mas o senso de comunidade que sempre marcou o universo do Twenty One Pilots. À frente da direção está Mark C. Eshleman, colaborador de longa data da banda. Ele relembra a trajetória que acompanhou de perto ao longo dos anos:
“Passei a maior parte dos últimos 16 anos da minha vida seguindo o Twenty One Pilots pelo mundo. Eu os vi


“Para ‘More Than We Ever Imagined’, tivemos a oportunidade de capturar duas perspectivas de uma apresentação do Twenty One Pilots: mais de 20 câmeras centradas nos fãs vivenciando o show e, a segunda, a perspectiva que tive ao longo de todos esses anos até aquele estádio esgotado na Cidade do México, uma câmera seguindo Tyler e Josh enquanto adaptam a essência do seu show a um dos maiores palcos.”
Mark C. Eshleman
tocar nesses clubes como se estivessem em um palco de festival, como atração principal, e depois subir silenciosamente com seus equipamentos pelas escadas até um trailer que seguia, cambaleante, atrás da nossa van de turnê Eles conversavam por horas, ajustando minuciosamente o show que basicamente ninguém viu Eles nunca perdem o pulso da performance; acreditam na preparação e em uma visão clara”
tocar nesses clubes como se estivessem em um palco de festival, como atração principal, e depois subir silenciosamente com seus equipamentos pelas escadas até um trailer que seguia, cambaleante, atrás da nossa van de turnê Eles conversavam por horas, ajustando minuciosamente o show que basicamente ninguém viu Eles nunca perdem o pulso da performance; acreditam na preparação e em uma visão clara” Sobre o conceito do longa, o diretor completa:

“Para ‘More Than We Ever Imagined’, tivemos a oportunidade de capturar duas perspectivas de uma apresentação do Twenty One Pilots: mais de 20 câmeras centradas nos fãs vivenciando o show e, a segunda, a perspectiva que tive ao longo de todos esses anos até aquele estádio esgotado na Cidade do México, uma câmera seguindo Tyler e Josh enquanto adaptam a essência do seu show a um dos maiores palcos ”
Para Kymberli Frueh, EVP de Programação e Aquisições de Conteúdo da Trafalgar Releasing, o lançamento reforça a dimensão global alcançada pela banda: “De construir uma audiência fã a fã até se tornarem uma força global em turnês, o Twenty One Pilots continua a redefinir a magia das turnês musicais” Ela destaca ainda o marco que o projeto representa: "Este novo filme marca a segunda vez que eles levam uma experiência de show para os cinemas, e a primeira em IMAX, entregando a escala, o som e a energia compartilhada que fazem tudo parecer o mais próximo possível de estar em um show ao vivo ”
Formado em Columbus, Ohio, o Twenty One Pilots se consolidou como uma das forças mais relevantes da música global contemporânea Ao longo da carreira, Tyler Joseph e Josh Dun já ultrapassaram 34 bilhões de streams, venderam mais de quatro milhões de ingressos mundialmente e conquistaram certificações multi-Platina, além de recordes históricos Em setembro de 2025, a banda lançou seu oitavo álbum de estúdio, “Breach”, que estreou em primeiro lugar na Billboard 200, registrando a maior estreia de rock da década e a maior semana de vendas em vinil para um disco de rock desde 1991 O feito se soma ao impacto de trabalhos anteriores como “Blurryface”, “Vessel”, “Trench”, “Scaled and Icy” e “Clancy”, consolidando uma trajetória marcada por inovação estética e narrativa.
Agora, com "More Than We Ever Imagined", o duo transforma novamente a experiência ao vivo em evento cinematográfico, ampliando a escala de um show já histórico e convidando o público a revivê-lo na potência máxima das telas IMAX® e dos cinemas tradicionais.
Maria Clara Rocha Alves
"Com o lançamento mundial de Twenty One Pilots: More Than We Ever Imagined, ficou evidente que a The Clancy World Tour vai muito além de um show comum. Gravado no Estádio GNP Seguros, no México, diante de 65 mil pessoas, o maior público da história da banda, o filme-concerto tenta capturar uma experiência que, ao vivo, é maior do que o palco consegue conter. O título não exagera: é, de fato, mais do que se imagina.
Aqui no Brasil, a ficha caiu de verdade em janeiro de 2025. Depois de anos passando apenas por festivais, o Twenty One Pilots voltou ao país com shows próprios em Curitiba (Pedreira Paulo Leminski), Rio de Janeiro (Farmasi Arena) e São Paulo (Allianz Parque). Mesmo com passagens anteriores pelo país, a espera por uma turnê solo era longa. Para muitos de nóss ali, não era apenas mais um show, mas algo que vinha sendo aguardado há anos.
E o clima antes mesmo de os portões abrirem? Já fazia parte da experiência. Caminhar pelas ruas rumo aos shows e ver o mar de preto, vermelho, amarelo e verde, com fitas adesivas nos braços e tinta preta no pescoço, mostrava que ali não era só fantasia, era identificação verdadeira com a banda. Em minutos de conversa com um desconhecido na fila, você já se via compartilhando histórias sobre como a banda marcou sua vida e percebia que, apesar de cada um ter chegado de um jeito, todos estávamos ali pelo mesmo motivo.
No palco, o espetáculo contava uma história em movimento. Desde a abertura intensa com Overcompensate até o momento em que Tyler e Josh se lançam literalmente sobre o público, apoiando-se nas mãos da plateia ou levando a bateria para a pista, dá para sentir que ninguém está apenas assistindo. Cada setor da arena, da grade à arquibancada, participa daquele instante de alguma forma.
No palco secundário, músicas antigas e mais vulneráveis como Addict With a Pen e Forest transformam o ambiente. O barulho dá lugar a atenção total do público enquanto o palco se ergue, e Tyler e Josh parecem se aproximar de cada pessoa ali. Por alguns minutos, a experiência se torna íntima. Mesmo entre milhares de pessoas, é como se aquela música estivesse acontecendo só para você.



A pausa silenciosa logo dá lugar ao ápice da produção. A estética de Dema domina o palco em músicas como Navigating, Nico and the Niners e Heavydirtysoul. Pirotecnia, estruturas e referências visuais ao universo criado pela banda tornam tudo ainda mais impressionante. Durante Paladin Strait, música que encerra o álbum Clancy e carrega grande significado emocional, a arena se transforma em vermelho e amarelo graças a um projeto dos fãs brasileiros, um gesto de carinho para retribuir tudo o que a banda transmite.
E, finalmente, o fechamento com Trees, clássico que nunca perde seu impacto. Tyler e Josh descem do palco e se posicionam no meio da pista. Sobre plataformas apoiadas pelas mãos da plateia, ao som dos bumbos e sob uma chuva de confetes vermelhos, qualquer barreira entre banda e público simplesmente desaparece.
Ao final, a The Clancy World Tour prova que a música é apenas o ponto de partida. Seja no calor do estádio ou na poltrona do cinema, a experiência é sobre sentir a energia coletiva e se envolver por inteiro. Por algumas horas, ninguém apenas assiste. Todos vivem."



O Hall da Fama do Rock and Roll anunciou nesta semana os 17 indicados à turma de 2026, em uma das listas mais amplas em termos de gêneros da história recente da instituição Entre os nomes estão Mariah Carey, Lauryn Hill, Oasis, Pink, Phil Collins e Shakira Completam a relação The Black Crowes, Jeff Buckley, Melissa Etheridge, Billy Idol, INXS, Iron Maiden, Joy Division/New Order, New Edition, Sade, Luther Vandross e Wu-Tang Clan Dez artistas aparecem pela primeira vez, entre eles Hill, Shakira e Wu-Tang Clan Pink é a única estreante em seu primeiro ano de elegibilidadeartistas se tornam aptos 25 anos após o lançamento do disco de estreia; no caso dela, "Can’t Take Me Home", de 2000 Collins já integra o Hall como integrante do Genesis, mas concorre agora por sua carreira solo Sete nomes retornam após tentativas recentes desde 2021 Carey, Iron Maiden, Joy Division/New Order e Oasis chegam à terceira indicação
Emma Roberts será a protagonista de ‘Noivas em Guerra‘ (Bride Wars), série que está sendo desenvolvida pelo Peacock A produção é baseada na comédia homônima de 2009, estrelada por Kate Hudson e Anne Hathaway Sascha Rothchild será responsável pela adaptação Ambientada no cenário encantador da Carolina do Norte, a trama acompanha a trajetória de uma organizadora de casamentos da cidade grande (Roberts) cuja chegada a uma cidadezinha desencadeia um confronto épico com uma querida organizadora local Enquanto as duas mulheres competem para planejar o mesmo casamento, a rivalidade rapidamente se transforma em um conflito maior sobre amizade, comunidade e, acima de tudo, amor


Foto: Divulgação
JOHNNY MONSTER LANÇA EP EM PARCERIA COM CLEMENTE NASCIMENTO
Johnny Monster lançou o novo EP "Red Star Sessions" Inspirado na estética e energia crua das icônicas Peel Sessions do radialista inglês John Peel, as faixas foram gravadas ao vivo e com poucos overdubs, assim como nas sessões históricas gravadas nos estúdios da BBC Foi com esse espírito que Johnny convocou seu amigo e ídolo Clemente Nascimento, dos Inocentes e Plebe Rude, e seus companheiros de vários projetos Edgar Avian na bateria e Will Vazquez no baixo para registrarem, quase inteiramente ao vivo no estúdio Red Star, 3 canções inéditas

Após lançar seu novo single "Esconde Sua Namorada", que traz uma mensagem de empoderamento e liberdade sexual, uma das maiores vozes do rap nacional, MC Luanna, anuncia para março sua nova mixtape IRREFREÁVEL. Para acompanhar o lançamento, a artista abre a tour do seu novo projeto na Casa Natura Musical, no dia 17 de abril, com pocket shows de Oklin e Barona, seguindo para Belo Horizonte, no dia 09 de maio, na Autêntica. Novas datas serão divulgadas em breve! Seu projeto de 2026, IRREFREÁVEL aborda, de forma direta e pessoal, os atravessamentos vividos pela artista e as estratégias de resistência que moldam sua trajetória. Inspirado pelo Hip-Hop dos anos 1990 e 2000, o trabalho incorpora referências sonoras e estéticas desse período, refletindo uma vivência urbana presente tanto na construção musical, quanto na identidade visual do projeto.
Recém-saídos de uma turnê com o My Chemical Romance por uma série de estádios lotados na América Latina - tocando para quase meio milhão de fãs no México, Brasil, Argentina, Colômbia, Chile e Peru, a sensação internacional do rock The Hives, aclamada em todos os continentes por sua habilidade magistral e entrega destemida no universo do rock, acaba de lançar um novo vídeo para seu mais recente hino, “Roll Out The Red Carpet”. O vídeo em stop motion de massinha foi dirigido pela talentosíssima artista Cissi Efraimsson. Esta é a mais recente declaração de seu recém-lançado álbum, The Hives Forever Forever The Hives, concebido com dedicação.


SAGA 'PÂNICO' CELEBRA 30 ANOS COM SÉTIMO FILME DA FRANQUIA
O sétimo filme da série "Pânico", uma das sagas de terror mais lucrativas do cinema, chega às telonas em uma sequência que busca retornar às origens desta história de culto que revitalizou o gênero em meados dos anos 1990 Kevin Williamson, roteirista dos primeiros filmes, assumiu a direção desta vez, e a canadense Neve Campbell, intérprete de Sidney Prescott, personagem mítica que tinha desaparecido no sexto filme, volta às telas "Pânico" arrecadou 910 milhões de dólares (cerca de R$ 4,7 bilhões) nas bilheterias mundiais desde sua criação, em 1996. Isto coloca a saga entre as mais lucrativas do gênero, atrás de "Invocação do Mal", "Jogos Mortais" ou da adaptação do romance de Stephen King "It".
Fotos: Matthew Rood

A cena artística contemporânea exige mais do que talento: demanda uma visão multifacetada que poucas artistas conseguem equilibrar com tanta maestria quanto Ju Rosario. Cantora, compositora, atriz e arranjadora vocal, a niteroiense consolidou-se como um dos nomes em ascensão de sua geração, unindo o rigor técnico do teatro musical à liberdade interpretativa da MPB e do Jazz. Sua presença no mercado internacional é resultado de uma carreira pautada pela autonomia artística e por uma assinatura vocal que transita entre a doçura e a potência. Exemplo máximo desse novo momento é sua atual posição como solista na prestigiada companhia Cirque du Soleil, em Londres, ocupando um espaço de destaque que impressiona.
Antes dos grandes holofotes, Ju refinou seu domínio cênico e sua resistência vocal nas ruas de Niterói, onde, munida apenas de sua caixa de som na Praia de Icaraí e todos os domingos por 2 anos no Campo de São Bento (praça de Niterói), enfrentou os desafios da
performance ao ar livre. Longe de ser apenas um estágio inicial, essa experiência foi o laboratório onde desenvolveu a capacidade de capturar a atenção de plateias diversas, uma escola de autenticidade que, somada ao seu posterior amadurecimento técnico, conferiu-lhe a segurança necessária para transitar hoje pelos palcos mais exigentes do planeta.
“A rua me deu uma escola de prontidão que nenhum conservatório ensina: a capacidade de parar o tempo de quem está passando e criar uma conexão real. Hoje, quando piso em arenas internacionais, essa segurança que conquistei no asfalto é o que me permite dominar o palco com verdade”, declara.
Essa bagagem de resiliência serviu de alicerce para que Ju Rosario imprimisse sua marca no teatro musical nacional, onde também assumiu a complexa responsabilidade da direção musical e dos arranjos de espetáculos. Ao liderar produções no Theatro Municipal de Niterói, demonstrou uma compreensão profunda da estrutura harmônica e da dramaturgia,
competências técnicas que, c magnetismo, a elevaram a nacional no reality Canta TV/Netflix) Sua passagem p descrita como arrebatadora unanimidade dos 100 jura comparada à lendária Gal C status como uma das grand atualidade brasileira
Para além do domínio dos p autoral de Ju reverbera plataformas digitais, onde som streams. Suas composições de vista feminino e o rom sonoridade pop sofisticada, uma audiência fiel.
“Desde que me entendo imagino nos palcos. Não c existência sem a arte. Ela e Não existe Ju sem arte, mesm dela, meu coração chamava p artista sobre sua relação com Em temporada interna levando a identidade rítmic palcos de prestígio inques histórico Royal Albert Hall, e voz principal do espetáculo responsabilidade de interpr em contextos globais, unindo em apresentações que reafir do talento nacional em sua fo Ao dividir o palco com produções globais e pisar e apresentaram ícones como A um novo padrão para artis buscam o reconhecimento in da excelência profissional.
“Estar nos palcos onde m não é apenas sobre o glam solidez do caminho que me Minha base foi construída n da arte de rua e no rigor do t ser essa voz brasileira pa afirmação de que a técnic nacional caminham juntas. seguir expandindo e crescen levando minha marca au lugares”, finaliza a artista


A atriz e produtora Mayara Mariotto retorna aos palcos de São Paulo no dia 28 de fevereiro com o espetáculo "Pietà - Um Fractal de Memórias", em curtíssima temporada na SP Escola de Teatro (Unidade Roosevelt) No texto de Marcelo Novazzi, com direção de Paulo Gabriel, Mayara interpreta Carol, uma jovem que compõe o mosaico de lembranças do protagonista Pedro (Dan Rosseto) em uma noite de Natal nos anos 80 Ambientada em um cenário de traumas e depressão, a peça utiliza fragmentos de memória para ressignificar dores do passado
Carol é uma jovem estudante da USP, solar e apaixonante, que representa um porto seguro para Pedro até que o isolamento e a morbidez da depressão dele tornassem a relação insustentável
Segundo a atriz, a decisão de sua personagem em se afastar foi um ato de sobrevivência e amor-próprio: "Acredito que, quando a Carol desiste desse relacionamento é porque, além de não aguentar mais ver o Pedro sofrer com a depressão, quando ele começou a beber ela sentiu que era o momento de desistir. Acredito que tenha sido aquela noção de amor-próprio, no sentido de pensar ‘sou jovem, tenho tanto para viver e ele não quer melhorar, além de me isolar da vida dele. Preciso de mais ’ E isso, para aquela época, acredito que foi bonito da parte da Carol, que sabia que, provavelmente seria julgada", reflete
Para a artista, o desenvolvimento em um tema tão delicado como a saúde mental é um compromisso social da arte Mayara alerta para a perigosa normalização de situações traumáticas no cotidiano atual e a importância da escuta ativa: "Hoje temos até memes sobre abandono parental, hoje criamos piadas com situações que não deveriam jamais virar motivo de riso Precisamos sempre estar atentos às pessoas ao nosso redor, perguntar com vontade sincera de parar para realmente ouvir e entender a resposta quando perguntamos: ‘Você está bem?’" Ela acredita que as relações são espelhos de feridas emocionais da criança interior e que o amor, primeiro o próprio e depois o cuidado alheio, é essencial para a cura, embora reconheça que o acompanhamento profissional e clínico seja o pilar fundamental para quem enfrenta a doença
“É um tema tão presente em nossa vida, e a saúde mental, já é um assunto que sempre pesquisei e investiguei por conta própria Então fiquei muito feliz quando fui convidada para participar desse projeto A primeira vez que li, senti uma angústia lendo os relatos da infância do Pedro, lembrando até da minha própria infância, mas também pensando muito no quão normalizado alguns fatos passaram a ser nos últimos anos”, reflete a artista
A montagem promove um reencontro profissional significativo para Mayara, que divide a cena com seu exprofessor, Dan Rosseto, e com as atrizes Giselle Tigre e Giovana Yedid Sobre a dinâmica do grupo, ela destaca a generosidade e o apoio mútuo para encenar um texto tão denso: "Trabalhar com o Dan, Giselle e Giovana tem sido um grande presente na minha vida É um elenco incrível, amoroso e muito generoso Nós brincamos

muito uns com os outros, fazemos aquecimento jun antes de toda apresentação e estamos sempre com escuta aberta e atenta ao que o outro precisa momento"
Ao final de cada sessão, a expectativa da atriz é qu público saia tocado pela humanidade da ob compreendendo que, apesar das dificuldades, a vid digna de ser vivida “Eu espero que saiam de c apresentação com o coração aberto e tocadas na al de alguma forma Que essa peça consiga mostrar qu vida não é fácil, mas é digna de ser vivida, e que ape de tudo, vale a pena As pessoas vão rir, vão chorar, se identificar nos personagens e também identif pessoas que conhecem, nesses personagens Que P ajude a trazer mais clareza sobre a saúde mental, so as terapias existentes e uma experiência teatral e artís de qualidade”, finaliza a atriz
O projeto também simboliza um passo importante trajetória de gestão cultural da artista, já que empresa, a Girassol em Cena - Produções Artístic assina como produtora associada da montagem


Serviço: "Pietà - Um Fractal de Memórias"
Data: 28/02 até 15/03 (Sexta e Sábado 20h30 e Domingo - às 18h)
Local: SP Escola de Teatro - Unidade Roosevelt
Endereço: Praça Franklin Roosevelt 210 – Bela Vista
Contato para informações: 11 3775 8600
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)
Duração: 80 min
Classificação: 14 anos
Capacidade: 60 lugares
Foto: Divulgação
Fotos: Vida Fodona

Em um mundo marcado pelo imediatismo, pela desinformação, pela crise do clima e das emoções, o que estamos fazendo com o nosso tempo? Essa pergunta atravessa “Temporal”, espetáculo que estreia no Teatro Poeirinha, em Botafogo, de 5 de março a 26 de abril, quinta-feira a sábado, às 20h, e domingo, às 19h. Dirigida por Marco André Nunes, com dramaturgia de Carolina Lavigne, direção musical de Federico Puppi, preparação de atores de Laura Araújo, direção de movimento de Toni Rodrigues, a peça é o primeiro projeto do encontro artístico de Giovanna Nader e Vino Fragoso.
A trama acompanha Hortência (Giovanna Nader), que retorna à cidade onde nasceu em busca de algo que ficou suspenso, e Hélio (Vino Fragoso), que nunca saiu dali. Dono de uma rádio local, ele construiu sua vida sobre a repetição, a rotina e o controle. Entre movimento e permanência, o casal revela modos distintos de existir. Esse embate ultrapassa o campo íntimo e se projeta sobre a cidade, que entra em estado de espera sob a iminência de um temporal. Em
meio a notícias, tecnologias, ruídos e memórias, passado, presente e futuro se sobrepõem e os sistemas que sustentavam a ordem se deslocam. Nada permanece intacto: o casal, as horas, a cidade e os vínculos, tudo muda e tudo insiste em permanecer. Eles buscam a todo custo encontrar um equilíbrio em si e no tempo antes que seja tarde demais.
Em “Temporal”, o público é conduzido a uma experiência retrofuturista de imersão sensorial e afetiva que convida à reflexão sobre a qualidade do tempo. Nessa primeira montagem da Cia do Agora, o azul ganha força ao preencher o cenário assinado por Vino Fragoso, com elementos clássicos e modernos em constante diálogo e potencializados pela iluminação de Renato Machado.
No centro do palco, o grito de alerta é o tiquetaquear de um relógio. O Relógio do Juízo Final, criado em 1947 por cientistas no início da Guerra Fria, tornou-se um símbolo do risco global. A meia-noite representa o colapso da humanidade diante de ameaças que ela própria produz. Em janeiro de 2026, ele foi ajustado
para mais perto do que nu Agora marca 85 segundos p indicando o quão próxima a de um cenário de destruição g
"O tempo é uma das maiore nosso presente, talvez a maior a nossa vida, para a vida no para simplesmente viver A a tempo que nos resta desdo outras Parece urgente, ao m isso", reflete Marco André Nun
Para a dramaturga Caro sobre o tempo é falar da m teatro "O teatro só existe no acontece, no presente absolu esse instante me interessa tempo torna-se também a p peça; colocá-lo em cena m sobre ele, criar um presente memórias e projeções, onde tensionam o agora Essa inve um desejo e agora me t satisfação", destaca a autora O que se vê e o que se ouv para contar a história de u habitar e falar não só sobre tempo, mas do respeito ao te natureza, o tempo da vida, o t tempo da criança, o tempo da mudou e qual é a nossa resp tudo?
"Através do lúdico, a gen reflexão sobre o tempo, ta riqueza em meio aos ritmo acelerados da vida contem Giovanna Nader
Serviço: Temporal
Local: Teatro Poeirinha - Rua 104, Botafogo, Rio de JaneiroTemporada: de 5 de março a Sessões: quinta a sábado, às 19h
Entrada: R$ 100 (inteira) e R$
Classificação etária: 14 anos
Duração: 68 minutos
Gênero: Fábula RetroFuturista
Rede social: @temporalnoteat
