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CONEXÃO MAGAZINE | Paulina Vetrano - Ed. 57

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CO NE XÃO

ENTREVISTA EXCLUSIVA

Sempre disse que o Brasil é um dos meus lugares no mundo. Então seria um grande desafio para a minha carreira atuar em português

Atriz argentina abre o coração sobre o retorno ao universo de O11ZE, o sucesso no streaming com Había Que Decirlo, e o laço inquebrável com o Brasil desde a infância

Capa:

Colaboração: AnaMannino JúliaDiniz

Fotografias: Divulgação/ArtistaeRedesSociais

Contato Redação: contato@conexaomagazine.com.br

Publicidade: onedigitalbr@gmail.com

Editora: GrupoOneDigitalBR

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“Ilhéus”, longa independente dirigido por Manu Sobral, será exibido no showcase da VDF no Marché du Film, em Cannes

Rodado majoritariamente na Prainha Branca, no Guarujá, Ilhéus se destaca pelo envolvimento direto com a comunidade local

Foto: Divulgação

O longa-metragem Ilhéus, dirigido por Manu Sobral, foi selecionado para o Marché du Film, mercado oficial do Festival de Cannes A exibição acontece no dia 18 de maio, no Palais J, durante a edição de 2026 do evento, que será realizada entre os dias 12 e 23 de maio

A produção acompanha Luana, uma estudante de arqueologia de São Paulo que chega a uma ilha remota determinada a investigar vestígios de rituais fúnebres realizados há cerca de 1500 anos por uma civilização desaparecida Ao atravessar florestas densas e praias selvagens, ela se depara com entidades sombrias que protegem a memória do lugar O que começa como uma investigação científica se transforma gradualmente em uma experiência perturbadora,

marcada pelo terror psicológico e por uma atmosfera psicodélica

Rodado majoritariamente na Prainha Branca, no Guarujá, Ilhéus se destaca pelo envolvimento direto com a comunidade local A produção contribuiu para a economia da região ao movimentar o comércio e a rede de hospedagem, além de priorizar a contratação de profissionais locais, tanto na equipe técnica quanto no elenco.

Produzido pelo coproduzido pela RZ nasceu a partir metragem homônim importantes festiva

Recentemente conq Premio Award, no Yu Fantastic Film Festiv O filme foi selecion

Connection, consultoria e agência dedicada ao cinema autoral e de gênero, idealizada pela consultora internacional e curadora brasileira Mónica Trigo e pelo produtor argentino Javier Fernández, do Blood Window, do Festival Ventana Sur A diretora Manu Sobral estará presente no evento e participará de rodas de conversa com profissionais do setor e convidados da indústria audiovisual.

Klara Castanho protagoniza longa sobre a amizade entre Mario Quintana e jovem fotógrafa

Ambientado em 1985, "Minha Sombra Luminosa" retrata a relação de confiança entre a jovem Liane Neves e o poeta gaúcho; as filmagens já começaram em Porto Alegre

A atriz Klara Castanho iniciou as filmagens de "Minha Sombra Luminosa" em Porto Alegre. No longa-metragem, ela interpreta Liane Neves, uma fotógrafa que, aos 23 anos, registrou a intimidade de Mario Quintana em seus últimos anos de vida. O roteiro foca na relação de confiança estabelecida entre a profissional em início de carreira e o poeta, que na época tinha quase 80 anos e era conhecido por ser arisco e avesso à própria imagem

"Esse projeto está comigo desde 2022 e é uma história em que acredito muito Vejo muita potência e felicidade nesse processo Sinto que essa personagem é uma grande novidade na minha carreira e tenho muito carinho por ela", afirma a atriz

A trama, ambientada em 1985, mostra como o desafio de registrar o poeta se transformou em uma missão pessoal para Liane. Ao descobrir que Quintana corria o risco de perder sua moradia no Hotel Majestic, local que hoje abriga o centro cultural que leva seu nome, a fotógrafa mobiliza esforços para ajudá-lo, o que acaba mudando a trajetória de ambos

Sobre essa dinâmica central do filme, Klara explica que o roteiro foca justamente no que acontecia atrás das lentes: "Eu faço a Liane, que acompanhou o Mario Quintana em seus últimos anos A história mostra muito sobre esse período de aproximação e as histórias por trás de fotos que hoje são consideradas icônicas É um filme focado na relação deles e espero que o público se envolva nessa admiração mútua tanto quanto nós", completa

O projeto coincide com um marco importante para a atriz, que completa 20 anos de carreira

em 2026, reforçando uma fase de papéis com maior peso dramático no cinema Além deste trabalho, Klara tem outros dois como protagonista previstos para 2026 No streaming, ela estrela a série de suspense do Globoplay "Quando Ela Desaparecer", interpretando

Sarah, uma jovem que assume a investigação do sumiço de uma menina Já nos cinemas, a atriz lidera o elenco de "Deixa Acontecer", produção dos Estúdios Globo onde dá vida a Priscila, em uma trama que aborda os dilemas e conflitos dos relacionamentos atuais.

“Deixe-me Viver”, estrelado por Mônica Carvalho, Humberto

Martins e Cat Dantas, será exibido em Cannes

O longa-metragem “Deixe-me

Viver”, dirigido por Walther Neto e protagonizado por Mônica Carvalho, Cat Dantas e Humberto Marins, foi selecionado para o Marché du Film, que integra a 79ª edição do Festival de Cannes. A exibição acontece no dia 20 de maio, às 14h30, no Palais C, durante a edição de 2026 do evento, que será realizada entre os dias 12 e 23 de maio. Produzido pela atriz Mônica Carvalho (Yva Filmes), que também assina o roteiro em parceria com Michele Muniz e Marcelo Corrêa, e com coprodução da WN Filmes, o filme reafirma a potência criativa feminina em todas as etapas Reconhecida no cinema brasileiro por suas produções, incluindo trabalhos premiados, Mônica Carvalho vem consolidando sua atuação como produtora de destaque no audiovisual nacional e internacional Com narrativa sensível e envolvente, o longa aborda a força do feminino em suas múltiplas dimensões, especialmente na figura da mãe, símbolo de coragem, resiliência e amor incondicional Na trama, Julia (Cat Dantas), ao receber o diagnóstico de um câncer terminal, pede à mãe, Andrea (Mônica Carvalho), que interrompa o tratamento para viver plenamente o tempo que lhe resta Entre medos, conflitos e embates com o pai da jovem (Humberto Martins) e o sistema hospitalar, mãe e filha embarcam em uma jornada transformadora de amor e despedidas, tendo Trancoso, uma das praias mais belas do Brasil, como cenário, trazendo leveza, esperança e

poesia à narrativa

O elenco reúne nomes conhecidos da televisão, do teatro e do cinema, como Luciana Vendramini, Roberta Rodrigues, Daniela Albuquerque, Oscar Magrini, Eduardo Silva, Stephano Strand, Gilmelândia, entre outros e Fernanda Gorini, além das participações especiais de Gilmelândia e do líder indígena João Pataxó.

“O filme nasceu de um lugar profundo de emoção e propósito, e apresentá-lo em um evento tão importante como Cannes, a maior vitrine do cinema mundial, não só representa a realização de um sonho, mas também reforça o protagonismo feminino no cinema”, celebra Mônica Carvalho

O elenco reúne nomes conhecidos da televisão, do teatro e do cinema, como Luciana Vendramini, Roberta Rodrigues, Daniela Albuquerque, Oscar Magrini, Eduardo Silva, Stephano Strand, Jeniffer Setti, Fernanda Arraes, Laura Proença, Michele Muniz, Wallison Figueiredo, Flávia Zaguini, Swara Sampaio, Manoela Pugsley, Jorge Mesquita, Cida Costa, Juju Covas, Tamara Weiss

Com grande parte das cenas rodadas em Trancoso, na Bahia, a produção também contou com locações no interior de São Paulo, incluindo Campinas, Presidente Prudente e a capital paulista Estarão presentes na sessão especial em Cannes parte da equipe, do elenco e convidados, entre eles Walther Neto, Mônica Carvalho, Daniela Albuquerque, Laura Proença, Cat Dantas, Fernanda Arraes, Swara Sampaio, Stephano Strand, Lorena Maria, o ator Ricardo Macchi e Rodrigo Salomon, diretor geral do Grupo Bandeirantes e coprodutor do filme.

Foto: Renato Pizzutto/Band

Paulina

Vetrano

A atriz celebra o amadurecimento artístico ao retornar ao papel que marcou sua trajetória em “O11CE: Nova Geração”, conta como o streaming vem abrindo novos caminhos em sua carreira, compartilha sua conexão forte com o Brasil e projeta os próximos passos de uma artista em constante aprendizado

Paulina Vetrano é a definição de uma artista que abraça o destino com naturalidade e coragem Antes de se tornar um rosto conhecido em toda a América

Latina, ela já cultivava uma relação profunda com o Brasil, frequentando praias desde os quatro anos e aprendendo português na escola para se comunicar com os amigos que fazia por aqui Foi, inclusive, em uma praia brasileira, enquanto jogava futebol ao pôr do sol, que Paulina recebeu a notícia que mudaria sua vida: ela havia sido escolhida para viver Zoe em O11ZE (conhecida no Brasil como 011CE e disponível na Disney+) O anúncio foi celebrado com um mergulho no mar e marcou o início de uma trajetória de sucesso que hoje atravessa fronteiras

Após anos do lançamento original da série em 2017, ela retornou ao set de filmagens para a nova temporada na Disney com uma maturidade renovada: “O11ZE: Nova Geração” A nova fase da trama é uma continuação que avança seis anos no tempo para mostrar Gabo, Ricky e Dedé como profissionais consagrados Ao retornarem ao IAD (Instituto Acadêmico Esportivo), o trio encontra o time em crise e assume a missão de mentorar uma nova safra de jogadores, equilibrando a nostalgia dos veteranos com os dilemas da nova geração

Se no início tudo era aprendizado e responsabilidade, hoje Paulina encara a personagem com a leveza de quem reencontra uma velha amiga Para a atriz, voltar a vestir o uniforme da produção infanto-juvenil não foi apenas um trabalho, mas um reencontro com a "família" que formou nos bastidores Esse revival, impulsionado pela insistência incansável dos fãs nas redes sociais, levou a série novamente ao topo dos

rankings de audiência, consolidando a trama e claro, a Zoe, como um ícone de conforto e nostalgia para o público

Mas a inquietude artística não parou na atuação Em 2024, vivendo no Chile, decidiu explorar sua faceta como comunicadora e criou seu próprio programa de streaming, “Que Te Iba a Decir?” , onde produzia as próprias lives de forma totalmente independente Esse espírito empreendedor chamou a atenção do canal argentino El Trece, que a convidou para integrar o time do programa “Había Que Decirlo” Hoje, ao lado de nomes como Gastón Dalmau no canal PRENDE, ela domina a linguagem do streaming com a mesma naturalidade com que atua, participando de coberturas em grandes festivais como o Lollapalooza e celebrando indicações a prêmios importantes como o Martín Fierro Para a felicidade dos fãs brasileiros, Paulina não esconde que o Brasil é seu "lugar no mundo" Esse laço, que começou na infância, hoje se transforma até mesmo em uma vontade de atuar em solo brasileiro Entre lembranças afetivas que passam por sabores típicos e momentos marcantes de sua vida, ela revela que a energia do nosso povo é o seu #Top1 das coisas favoritas do país

Com muito prazer, trazemos uma entrevista exclusiva com a artista argentina com um bate-papo sincero em que ela fala sobre a emoção de reviver a Zoe em uma fase mais madura, sua transição orgânica para o comando das câmeras no streaming e as conexões inesquecíveis que mantém com o público do Brasil Além disso, ela ainda conta quais os próximos passos da carreira Confira agora a entrevista na íntegra:

Pauli, como foi vestir o uniforme ou entrar nos sets novamente depois de tantos anos? O que mudou na sua preparação para interpretar a Zoe agora, em uma fase mais madura, comparado àquela adolescente da primeira temporada?

Primeiro, foi totalmente uma surpresa, ninguém esperava que a história continuasse, para todos era quase como uma etapa encerrada Eu a guardava na memória como um dos momentos mais lindos da minha vida e as pessoas sempre mantiveram o projeto muito vivo, porque nunca pararam de chegar mensagens para nós a respeito da série Pensei que, depois de 7 anos, seria muito louco pisar no set de novo e nos reencontrarmos com todos, mas foi totalmente o contrário É como se o tempo nunca tivesse passado Eu me sentia em casa, com amigos

Sobre o que mudou para interpretar a Zoe… Nas primeiras temporadas tudo era muito novo, para muitos era a primeira experiência atuando. Então, foi de muito aprendizado, de ter que dar vida a uma personagem nova, e eu vivi isso com muita responsabilidade. Sinto que aproveitei muito essa nova temporada porque era trabalhar em cima de uma história que eu já conhecia, pude brincar muito com a minha personagem, da qual já me sinto a b lh

A química entre você, Mariano, Luan e David sempre foi o coração da série. Como foi a a no set desta vez? Parecia que o tempo ha passado ou vocês sentiram que a mudou agora que são os 'mentores' da ?

ue isso aconteça Que a química e a energia e existe entre todo o elenco consigam e atravessar a tela Sempre foi assim Faz 10 e nos conhecemos e, às vezes, já nem é falar Com um olhar a gente se entende mente, como se fôssemos família tivemos todos uma relação muito boa, mas e este ano isso se potencializou muito mais. que seja porque, com eles, eu sentia essa dade de poder reviver todas as coisas que s passado, as anedotas em cada canto do também porque nos sentimos um pouco s desta nova temporada e sentimos a abilidade de fazer com que o elenco da nova aproveite tanto quanto nós aproveitamos esses anos anteriores Para mim, é ntal que haja uma energia boa no grupo, sso contagia e faz com que, depois, se sinta ação em cada cena, o que faz com que as conectem tanto

Você é muito ativa nas redes e viu o movimento dos fãs pedindo a volta da série por anos. Você sempre acreditou que esse ‘comeback’ poderia acontecer?

O amor das pessoas é algo que continua nos surpreendendo todos os dias Realmente, no início, eu acreditava que a história iria continuar, até que se passaram 3, 4 anos e aí fui perdendo as esperanças Cada vez que cruzávamos com um produtor, a gente insistia: 'Vocês têm que fazer o filme de O11ZE' ou 'Façam uma quarta temporada', mas sempre acabava em nada

Até que na pandemia, quando apareceu o Disney+, aí começamos a notar um crescimento muito grande da série, percebíamos isso mais do que tudo pelas redes sociais. Muita gente começava a nos seguir, qualquer postagem em que falávamos de O11ZE viralizava, e isso chamou muito a atenção da Disney, então foi assim que decidiram seguir com a história depois de 7 anos. Se fez esperar, mas aconteceu, e tudo foi graças às pessoas que insistiram tanto.

Estamos acompanhando os rankings e é incrível ver como O11CE: Nova Geração disparou para o Top 1 do Disney+ em vários países. E no Brasil não foi diferente e também esteve entre os mais assistidos. Com todo esse sucesso de audiência, você e o elenco têm conversado com a Disney ou com a produção sobre algum evento para celebrar com os fãs brasileiros? Como você imagina que seria esse encontro da Zoe com o público brasileiro nessa nova fase?

Incrível!!! Eu falo e parece irreal A gente sabia que havia muita expectativa com essa nova temporada e que muita gente estava esperando há muito tempo, mas até a série não ir ao ar, você sempre tem aquela incerteza e o medo de como as pessoas vão aceitar e,

realmente, superou em mil vezes todas as nossas expectativas. No segundo dia, já éramos o Top 1 em muitos países da América Latina. As pessoas ficaram malucas!

Nessa semana de estreia, a gente se reunia muito com o pessoal, brindávamos e agradecíamos por tudo o que estávamos vivendo Nunca deixamos de nos surpreender e também não tomamos como garantido o amor que recebemos pela série As mensagens dos fãs nos dizendo que mudamos o humor deles, que graças a nós eles se motivaram a praticar esportes, que os fazemos muito felizes Pais nos agradecendo porque encontraram em O11ZE um espaço para se conectarem como família Isso enche o nosso coração, porque é a razão pela qual fazemos isso

Eu adoraria, algum dia, poder nos reencontrarmos cara a cara com os fãs do Brasil e de todos os países onde nos assistem Isso nunca depende de nós, mas vamos fazer força para que possa acontecer algum dia O Brasil é um lugar muito especial para mim e sempre me conectei muito com o seu povo, então seria lindo e muito emocionante

Estamos vivendo um momento muito forte de nostalgia, com celebrações de 20 anos de Hannah Montana e ícones como Justin Bieber e os Jonas Brothers abraçando seus clássicos. Ver O11CE voltando agora com uma nova geração traz essa mesma sensação de "conforto" para o público. Zoe é para muita gente o que a Hannah Montana ou os Jonas Brothers são para outros. Como você se sente fazendo parte desse movimento de "revival" que é tão valorizado hoje em dia, e o quanto foi emocionante perceber que a conexão entre vocês continua tão viva?

Uau, é muito forte me comparar com ícones como Hannah Montana ou Justin Bieber!!! Guardadas as devidas proporções, vivo isso com muita naturalidade Graças às redes sociais, estamos muito perto dos fãs de cada país e, sempre que posso, tiro um tempo para falar com eles, dar algum conselho, motivá-los, mandar saudações

Não gosto que me vejam como algo distante, sou uma pessoa comum, como qualquer outra, que tenta viver do que gosta e tem medos, inseguranças e problemas como todo mundo Por isso, tento transmitir isso para eles também

Paulina na premiere de O11CE Foto: Reprodução / Instagram

Voltando um pouco no tempo! Acompanhar sua trajetória é ver um processo de amadurecimento muito bonito. Você saiu de um formato de streaming onde fazia tudo sozinha em seu projeto “Que Te Iba a Decir”, para hoje integrar um time de peso na El Trece, com “Había Que Decirlo”. Sabíamos o quanto você estava gostando de fazer as lives e se divertindo. Como foi para você viver esse importante passo?

Como tudo na minha vida, foi uma surpresa também. Em 2024, eu morava no Chile e estava em um processo de descobrir quais outras coisas eu gostava além de atuar, cantar e dançar, e como eu consumia muito stream, decidi fazer um curso e começar a fazer lives sozinha, em um quarto muito pequeno.

Tudo era na raça: eu produzia, operava, editava os vídeos, tudo. Fazer aquilo me divertia muito. Era um lugar onde eu não me escondia atrás de um personagem e podia ser 100% eu mesma. Além disso, foi o meu primeiro contato próximo com o público, onde falávamos de tudo.

Um ano depois, recebi uma proposta do El Trece, um canal muito conhecido na Argentina, me dizendo que tinham visto meus vídeos, gostado da minha energia e me propuseram fazer parte da bancada do 'Había Que Decirlo', um programa apresentado pelo Gastón Dalmau Não duvidei por um segundo e, hoje em dia, continuo fazendo parte deste programa que me faz muito feliz, não só porque descobri uma nova faceta minha, mas também pelos meus companheiros e pela produção, que são incríveis Senti que começar com o stream por conta própria foi um sinal do universo que me preparou para a chegada deste momento

Pauli, a segunda temporada de “Había Que Decirlo” chegou com tudo na Prende e a gente sente que vocês estão muito mais "soltos" na mesa. Como tem sido construir essa nova dinâmica com o Gastón Dalmau, Fausti Bo, Guido Cone e Luchi Maidana?

om o Gastón, a Fausti e o Guido, fizemos temporada m Pinamar no verão, então estivemos convivendo or um mês, nos vendo 24 horas por dia, 7 dias por emana, e isso fortaleceu muito a nossa relação. A uchi a gente já conhecia porque ela estava em outro rograma da Prende, e sempre houve uma energia muito boa, então foi muito fácil para ela se adaptar à ossa dinâmica. Temos o mesmo humor e ela está om a mesma vontade de fazer o projeto crescer a ada dia, então isso é fundamental. Que todos enhamos as mesmas intenções e, como se diz na rgentina, 'vistamos todos a mesma camisa' (“Llevar odos la misma camiseta puesta”).

O programa agora tem outros novos quadros, como as Polinews. Conta um pouco sobre este quadro e como ele surgiu?

Este ano está cheio de propostas novas que vou deixar que sejam surpresa para vocês, mas sei que vão se divertir muito Estamos o tempo todo propondo ideias para fazer e, em uma dessas ideias, surgiram as PoliNews, que criamos para passar informações atuais, tentando sair um pouco do humor e falar de temas importantes da atualidade As pessoas curtiram muito e elas acabaram ficando fixas Também me diverte porque faço a personagem de uma apresentadora de telejornal, então é uma maneira de me conectar novamente com a atuação

Pauli, no ano passado o “Había Que Decirlo” teve um espaço incrível no Lollapalooza Argentina, tirando o streaming do cenário habitual e levando o programa para o centro de um dos maiores festivais do mundo. Relembrando essa cobertura histórica, como foi para você viver essa experiência e se comunicar ao vivo no meio daquela multidão?

É lindo que tenham nos dado essa oportunidade Um festival de música que eu amo e ao qual vou há muitos anos e de repente, estar trabalhando lá foi muito louco Quando essas coisas acontecem comigo, como também o fato de termos sido indicados como programa revelação no Martín Fierro, tento viver muito o presente e ter consciência do privilégio que tenho

Tudo passa muito rápido e a gente acaba ficando em um lugar já pensando no que tem que fazer depois, e aí você termina não aproveitando nada Por isso, estou tentando acalmar a minha cabeça e viver o momento Ainda mais quando surgem essas oportunidades que não aparecem todo dia

Brasileira de coração

Entenda a relação da artista com o Brasil!

A gente sabe que cada país tem uma energia diferente, mas o Brasil parece ter um espaço grande no seu coração. E esse amor é algo que a gente admira muito. Como foi que esse laço começou para você?

O Brasil sempre foi um destino que os meus pais escolhiam para passar as férias desde que eu era pequena Aos 4 anos foi a primeira vez que fui Então tenho muitas lembranças da minha infância Depois, no meu colégio, eu aprendia português, então adorava aquelas aulas porque era a minha oportunidade de aprender o idioma e assim poder me comunicar com os meus amigos brasileiros quando viajava para aí

Atualmente, o Brasil tem se tornado um polo gigante de produções para o streaming global. Você gostaria de participar de algum projeto (série ou filme) que seja filmado aqui? Como você se sente com a ideia de atuar em outro idioma ou em uma produção com DNA brasileiro?

Um sonho Amo viajar e sempre disse que o Brasil é um dos meus lugares no mundo Então seria um grande desafio para a minha carreira atuar em português Tomara que algum dia aconteça

Se você tivesse que escolher a única coisa que mais te encanta no Brasil, pode ser a música, a comida, o clima ou o jeito das pessoas, o que seria o "top 1" da sua lista de coisas favoritas daqui?

Que difícil!!! Tem muitas coisas que amo no Brasil Os queijos na praia, o açaí, as Trakinas, o idioma, a praia, sua música Mas a energia das pessoas fica com o TOP 1

Quais suas lembranças favoritas do Brasil?

que fizemos todos juntos A partir dessa viagem, todos nos tornamos uma família

E para finalizar, quais os próximos passos da carreira? O que vem por aí e que você já pode adiantar pra gente?

Tenho duas lembranças favoritas A primeira foi descobrir que eu tinha sido selecionada para O11ZE

Eu estava na praia jogando futebol com meus amigos, quase anoitecendo, e minha mãe veio correndo me contar Lembro que todos nos jogamos no mar para comemorar Foi muito emocionante A segunda lembrança foi a viagem que fizemos com o elenco de O11ZE para comemorar quando terminamos de gravar a terceira temporada Foi a primeira viagem

Como eu já contei, minha vida é uma caixinha de surpresas, então vou deixar que ela continue me surpreendendo Por enquanto, a única coisa confirmada é o programa de stream 'Había Que Decirlo', de segunda a quinta, às 18h (Argentina), no YOUTUBE pelo canal PRENDE Este ano quero voltar a me dedicar à música, que é um projeto que eu sempre começo, mas acabo deixando de lado, então espero que este seja o ano em que eu possa mostrar mais essa faceta que eu também amo tanto

C I N E M A

Gabriel Coppola estreia no Marché du Film, em Cannes, com projeto autoral em desenvolvimento

Ator e roteirista leva o drama psicológico “Olhos em Mim” ao maior mercado de cinema do mundo, em Cannes, focado em parcerias internacionais e coproduções

Foto: Henrique Porto / Johnny Moraes

C I N E M A

O ator e roteirista Gabriel Coppola embarca em direção à França para um marco importante em sua trajetória artística: a estreia no Marché du Film, o braço comercial do Festival de Cannes O jovem brasileiro apresenta ao mercado global o curtametragem “Olhos em Mim”, um trabalho autoral que marca sua incursão no cinema independente também como idealizador. Em parceria com a Bahaez - produtora agora responsável pelo obra, Coppola se prepara para expandir o alcance de uma narrativa sensível e urgente, marcando os primeiros passos do projeto no circuito internacional de festivais de 2026

“Olhos em Mim” é um drama psicológico de atmosfera sensorial que investiga identidade, desejo e repressão emocional, propondo um olhar íntimo sobre os conflitos internos de seus personagens Além de Coppola como protagonista, a trama também traz o ator argentino Fran Vazquez A futura produção se propõe a ser um estudo sobre a auto aceitação e o preço emocional de reprimir sentimentos para se adequar a normas sociais, oferecendo uma representatividade significativa para a comunidade LGBTQIA+.

Para Gabriel Coppola, a presença no Marché du Film neste estágio de desenvolvimento é uma escolha estratégica Segundo o ator, estar em Cannes representa o início de um movimento maior, permitindo que o trabalho comece a existir em diálogo direto com o mercado internacional e receba novas camadas de interpretação de forma orgânica Com foco no mapeamento de diretores e na busca por fundos internacionais, ele pretende colocar o projeto no radar de agentes de venda e distribuidores globais durante o evento

“Estrear no Marché du Film com ‘Olhos em Mim’ representa muito mais o início de um movimento do que um ponto de chegada É um projeto que nasceu de um lugar muito íntimo, então poder levá-lo para um ambiente de indústria, mesmo ainda em desenvolvimento, é como começar a expandir esse universo para além de mim. É um primeiro passo importante para entender com quem esse trabalho pode dialogar e como ele pode crescer a partir desses

encontros”, afirma o artista

O desenvolvimento de “Olhos em Mim” tem sido conduzido pela Bahaez, produtora paulistana que se destaca pelo foco em narrativas Queer e pela criação do Prisma Queer Award na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo A sintonia entre a visão autoral de Coppola e a expertise estratégica da produtora tem sido fundamental para preservar a essência íntima do roteiro, ao mesmo tempo em que amplia sua viabilidade comercial e artística. A parceria reforça o compromisso de ambas as partes em levar histórias independentes brasileiras para o centro das discussões do cinema contemporâneo mundial

Refletindo sobre sua primeira vez em Cannes, Coppola destaca que o processo de maturação do curta, que já dura mais de um ano, ensinou-lhe a confiar no tempo necessário para cada etapa da criação Para o artista, que iniciou sua formação na New York Film Academy e estreou profissionalmente na série “Além do GuardaRoupa” (HBO Max), ter “Olhos em Mim” ao Marché du Film é um passo fundamental em sua carreira e para a trajetória do curta. “Olhar para esse momento agora, prestes a levar o projeto para o Marché du Film, me faz entender que cada etapa foi necessária. É uma sensação de ainda estar processando tudo, mas com mais calma e com a clareza de que isso é só o começo”, finaliza o ator

Foto: Henrique Porto / Johnny Moraes

Conheça Viviane

Figueiredo: com trajetória multidisciplinar, a atriz se destaca pela versatilidade em produções de cinema e teatro

A atriz também volta aos palcos com o espetáculo “Chez Toi – Em Seu Lugar”, em São Paulo

Foto: Felipe Faim

Uma trajetória artística que pulsa entre o rigor técnico e a entrega absoluta Assim se manifesta a carreira de Viviane Figueiredo, atriz, diretora e bailarina que vem consolidando seu nome como um perfil multifacetado e apaixonado pela arte Viviane imprime em cada trabalho uma profundidade rara, característica que já a levou a conquistar o prêmio de Melhor Atriz na 41ª edição do DGIFF - Digital Gate International Film Festival, pelo curta-metragem “A Gota Mais Sutil” Agora, ela vive um novo desafio no Teatro Nair Bello, em São Paulo, com a peça “Chez Toi – Em Seu Lugar”, que cumpre curta temporada de 01 de maio até 07 de junho no Teatro Nair Bello (Shopping Frei Caneca), com sessões às sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 18h Ingressos já disponíveis

Provando sua versatilidade ao transitar por diferentes linguagens com maestria, no audiovisual sua experiência soma mais de dez produções, incluindo o protagonismo em “Água Marinha” sob direção de Rogério Troiani, e integrou o elenco de produções como “Eu Te Amo, Será?”, dirigida por Wolf Maya, e “Operação Enjoei do Bingo”, contracenando com ícones como Imara Reis e Tonico Pereira. Essa bagagem, construída em mais de dez produções para plataformas digitais e em colaborações como assistente de direção ao lado de Hudson Senna e Hudson Glauber, confere à artista um domínio cênico que vai da tela ao palco com fluidez

"A atuação sempre esteve em mim como uma forma de expressão profunda Sou bailarina desde os 3 anos e muito cedo entendi que a arte era um caminho de encontro comigo mesma e com o outro

Interpretar é mergulhar em universos humanos, investigar emoções, contradições, silêncios É um ofício que exige entrega absoluta e, ao mesmo tempo, me devolve o sentido Estar em cena é onde me sinto inteira", afirma

O trabalho de Viviane também se estende por uma lista sólida de espetáculos teatrais e projetos autorais Sua inquietude criativa a levou também para a direção de peças como “Passaporte para o Amor” e “Uma Peça de Comédia”, além de assinar coreografias para “Senhorita Júlia” e atuar como co-diretora em obras de Sérgio Ferrara. À frente da NYN Realizações, ela articula essa experiência multidisciplinar para viabilizar projetos que movimentam o cenário cultural contemporâneo.

Música e atuação em “Chez Toi - Em Seu Lugar”

Em novo momento da carreira, estreia no teatro em São Paulo com a obra “Chez Toi – Em Seu Lugar”, escrita e dirigida por Dan Rosseto, que utiliza o realismo mágico e toques de humor para mergulhar em temas universais como a solidão e o resgate de vínculos familiares

Sobre o que o palco significa para ela, Viviane afirma: "Estar no palco é um estado de presença rara É onde tudo acontece no agora: a escuta, a troca, o risco, a verdade Existe algo sagrado no encontro entre ator e plateia, porque cada apresentação é única. Para mim, o palco é liberdade, é pulsação viva, é o lugar onde a alma ganha corpo diante dos olhos de todos".

A trama acompanha Abigail (Bárbara Bruno), uma mulher que vive sozinha em seu apartamento e recebe constantes visitas de sua filha Emily (Bianca Rinaldi), que carrega traumas do passado Quando criança, ela afastou-se de sua mãe, que foi viver um amor com Laura (Viviane Figueiredo), pianista que morreu há vinte anos e que em suas memórias aparece com a imagem que partiu Emily tem dificuldades de perdoar e com a ajuda de Paulina (Nalu Albuquerque), uma adolescente rebelde que mora no prédio e gosta de irritar Abigail, consegue restabelecer os vínculos perdidos de uma história não vivida As quatro mulheres, em diferentes estágios de vida, tornam-se cúmplices e resgatam o amor, a confiança e a empatia.

Foto: Felipe Faim

E N T R E T E N I M E N T O

Para a artista, dar vida à Laura tem sido um presente em sua caminhada artística: “Ela é uma personagem sofisticada, sensível e atravessada pela arte, uma mulher de grande profundidade emocional e a frente de seu tempo. Existe nela poesia, memória e força. Vejo Laura como uma presença que ecoa dentro da história, alguém que revela camadas invisíveis dos outros personagens e ajuda a costurar afetos, ausências e verdades na busca pela liberdade Interpretá-la tem sido um processo de entrega intensa, amoroso e transformador E ainda tive que aprender piano e mergulhar no canto lírico, dois desafios que enriqueceram imensamente meu processo e me impulsionaram a desenvolver novas ferramentas como atriz"

Foto: Thiago Cardinalli

Em “Chez Toi - Em Seu Lugar”, ela celebra a entrega absoluta, conduzindo o espectador por um mergulho de profunda humanidade e sensibilidade. “A expectativa está muito bonita e intensa. Toda estreia carrega frio na barriga, desejo e emoção, porque é o momento em que o trabalho finalmente encontra o público ‘Chez Toi, Em Seu Lugar’ é uma obra delicada, profunda e necessária, que atravessa temas humanos de forma sensível Estamos preparando tudo com muito amor e rigor artístico, então a ansiedade vem acompanhada de uma alegria imensa”, finaliza Viviane

O espetáculo cumpre curta temporada de 01 de maio até 07 de junho no Teatro Nair Bello (Shopping Frei Caneca), com sessões às sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 18h Ingressos já disponíveis.

Foto: Thiago Cardinalli

Série

inédita sobre feridas crônicas joga luz sobre problema silencioso

e risco de amputações no Brasil

Produção idealizada pelo médico Dr. Evandro Reis estreia no YouTube e traz relatos reais de pacientes e desafios do tratamento no país

Um problema de saúde ainda pouco discutido fora dos consultórios médicos começa a ganhar espaço em uma produção inédita no Brasil A série Doutor Feridas, que estreia no dia 15 de abril, às 19h, no YouTube, aborda o tratamento de feridas crônicas a partir de casos reais e da rotina de profissionais da área.

A proposta da série é lançar um olhar mais próximo sobre uma condição frequentemente associada a doenças como diabetes, problemas vasculares e obesidade, e que, quando negligenciada, pode evoluir para complicações graves, incluindo amputações

Na prática clínica, segundo o médico Dr Evandro Reis, não é incomum que pacientes cheguem para atendimento em estágios avançados, após longos períodos sem diagnóstico ou tratamento adequado

“É um padrão que se repete

Muitos chegam depois de meses ou anos convivendo com a ferida, quando o quadro já está mais complexo E, em vários casos, isso poderia ter sido evitado com uma intervenção mais precoce”, afirma

A percepção de que havia um descompasso entre o conhecimento médico e o acesso da população ao tratamento foi um dos pontos que motivaram a criação do projeto. A ideia, segundo o especialista, foi transformar esse conteúdo técnico em uma linguagem mais acessível

“A gente entendeu que não bastava atuar apenas dentro da clínica Existia uma necessidade de ampliar essa conversa, levar informação para mais pessoas e, de alguma forma, antecipar esses casos”, diz

Histórias de pacientes também ajudaram a dar forma à iniciativa Casos em que houve perda de membros ou agravamento do quadro

clínico por falta de acompanhamento adequado reforçaram a necessidade de ampliar a visibilidade do tema Ao mesmo tempo, o cenário de saúde aponta para um aumento de condições crônicas no país, como diabetes e obesidade, o que tende a impactar diretamente a incidência de feridas de difícil cicatrização. Para o médico, discutir o tema neste momento é também uma forma de prevenção. “Hoje existe mais acesso à informação e a tecnologias de tratamento Isso abre uma oportunidade importante para mudar esse cenário, principalmente evitando complicações mais graves”, explica Sem recorrer a especialistas em estúdio ou formatos tradicionais, a série aposta em relatos diretos e no acompanhamento de casos para mostrar, na prática, os desafios do tratamento e os impactos na vida dos pacientes

Foto: Divulgação

Madonna lança o novo single “Bring Your Love”, em colaboração com Sabrina Carpenter

“Bring

Your

Love” é uma das faixas do novo álbum da rainha do pop

Madonna surpreendeu o público ao confirmar o lançamento de “Bring Your Love”, parceria inédita com Sabrina Carpenter. A faixa chegouàs plataformas digitais marcando um dos encontros mais comentados do pop recentemente

Um trecho da música já havia sido apresentado ao vivo durante o segundo fim de semana do Coachella 2026, durante o show de Carpenter, gerando forte repercussão nas redes sociais e antecipando a recepção do público para a parceria O momento evidenciou o caráter intergeracional do projeto, unindo uma das maiores referências da música pop a um dos nomes mais relevantes da nova geração.

“Bring Your Love” integra o repertório de Confessions on a Dance Floor II, sequência do icônico álbum lançado por Madonna em 2005, considerado um dos trabalhos mais influentes de sua carreira O novo disco tem lançamento previsto para 3 de julho de 2026 e vem sendo tratado como um retorno da artista à sonoridade dance que marcou época

Foto: Divulgação

Conheça Caio Cortez, artista carioca que aposta na leveza do pop e MPB

Artista que já se apresentou no Rock in Rio retoma trajetória autoral com single “Histórias Que Terminam Bem” e projeta novos lançamentos em 2026

Entre influências do rock nacional, paisagens do Rio de Janeiro e uma nova fase guiada por planejamento estratégico, o cantor e compositor Caio Cortez apresenta ao público um novo momento na carreira autoral guiado por Pe Lu, no projeto Viver de Música O artista que já se apresentou nos palcos do Rock in Rio, retoma sua trajetória musical com o single “Histórias Que Terminam Bem”, apostando em uma sonoridade pop MPB e em narrativas sobre transformação e amadurecimento

A relação de Caio com a música começou cedo Foi em 2011, aos 10 anos, durante o retorno do Rock in Rio, que ele passou a mergulhar no universo do rock brasileiro, inspirado por nomes como Raul Seixas, Renato Russo e Cazuza “Fui desenvolvendo um pensamento crítico com relação ao mundo e à vida Então, comecei a escrever sobre esses temas”, relembra As composições da adolescência deram origem ao álbum Novo Sonho, lançado em 2019 ano em que, de forma simbólica, subiu ao palco do próprio festival que despertou sua vocação

Natural do Rio de Janeiro, o artista incorpora a cidade em sua identidade musical, ainda que suas referências transitem por diferentes regiões do país “A paisagem, as praias, são muito presentes em minhas letras”, explica, citando também

influências baianas como Gilberto Gil e Caetano Veloso O resultado é uma sonoridade que mistura leveza, reflexão e elementos do pop contemporâneo com a tradição da MPB

A experiência no Palco Carioca, do Rock in Rio, marcou uma virada prática em sua trajetória Até então, Caio se apresentava em pequenos espaços, mas, após o festival, passou a investir em shows com mais consistência. “Antes eu apresentava em barzinhos, mas depois comecei realmente a me dedicar a fazer shows”, afirma o artista O ritmo, no entanto, foi interrompido pela pandemia e por um período dedicado à atuação Agora, ele vive um momento de retorno aos palcos, com foco renovado na carreira musical

Esse recomeço ganha forma em “Histórias Que Terminam Bem”, faixa que simboliza uma nova etapa artística e pessoal “Representa o fim de uma era e o início de uma nova, com um direcionamento mais assertivo na minha carreira”, diz o cantor, que agora conta com o suporte de Pe Lu e do projeto Viver De Música Com influências que vão de Vitor Kley a Tiago Iorc, passando por Melim, Lagum e Jão, Caio define seu trabalho como uma exploração constante do amor Para os próximos meses, a promessa é de novos lançamentos que aprofundem esse tema sob diferentes perspectivas um

caminho que, segundo ele, está sendo “planejado minuciosamente” e que marca o amadurecimento de seus 25 anos de vida e música

Foto: Shervin Lainez
Foto: Bruno Cilento

Anitta celebra divindade feminina em ato III de "EQUILIBRIVM”

Intitulado “Deus Mãe”, terceiro volume da sequência audiovisual do disco vem com as faixas “Mandinga” e “Nanã”, com participação de Marina Sena, Rincon Sapiência e King Saints

A narrativa audiovisual de “EQUILIBRIVM” continua.

Anitta lança o terceiro ato da sequência de vídeos musicais de seu novo álbum Embalada pelas faixas “Mandinga” e “Nanã”, a produção reflete, respectivamente, sobre liberdade feminina e a sabedoria da mais velha das orixás afro-brasileiras Participam Marina Sena, Rincon Sapiência e King Saints, colaboradores das canções

“‘Deus Mãe’ começa convocando mulheres a romperem suas amarras, ao som de ‘Mandinga’ E termina celebrando a mais antiga e sábia das Yabás, senhora da criação”, reflete Anitta “Essas músicas, juntas, funcionam como um testemunho da força feminina no campo social e também no espiritual”.

Nídia Aranha, diretora criativa de todo o projeto “EQUILIBRIVM”, ecoa a fala da cantora: “O terceiro ato desloca a ideia de divindade para além do eixo patriarcal ocidental e propõe uma deidade feminina, geradora de si e do mundo, onde criação e contexto são indissociáveis”

Deixa eu dançar

“Mandinga” abre esse percurso Reis e figuras masculinas de poder dominam o início do filme, simbolizando estruturas ancestrais de opressão Nesse cenário, Anitta e Marina Sena surgem presas a essas condições, confinadas em uma gaiola de madeira

Ao longo da música, esses elementos entram em colapso, abrindo espaço para outra organização do mundo As forças ancestrais iorubá Ìyámi Òṣòròngá - aqui manifestadas na forma de três aves que sobrevoam a floresta - são responsáveis por quebrar esse feitiço e libertar as artistas, que passam a trilhar seus próprios caminhos como protagonistas de suas histórias.

“Esse desejo de romper com estruturas de poder fica evidente também no final da faixa, quando eu e Marina recusamos o trono antes ocupado pelos reis que nos aprisionavam”, comenta Anitta

Felipe Britto, sócio-fundador da Ginga Pictures e responsável pela produção audiovisual do álbum, completa dizendo que a ideia foi “construir uma narrativa visual onde as mulheres aparecem inicialmente presas num mundo patriarcal, governado por homens, e de

forma natural, quase inevitável, vão quebrando essa mandinga É a força feminina se libertando por dentro, empoderada e independente, sem precisar pedir licença”

A narrativa dialoga com a letra da canção, dividida deliberadamente em duas partes: na primeira, Anitta canta sobre sedução e conquista, com o sample de “Canto de Ossanha”, de Vinícius de Moraes e Baden Powell, criando um clima de feitiço Na segunda metade, Marina Sena rompe esse encanto, transformando a música em um manifesto de empoderamento

Barro e Terra

Já “Nanã”, que embala o segundo momento do medley visual, evoca Nanã Buruquê, a mais antiga das orixás. Conhecida como senhora da criação, dos pântanos e da lama, a yabá - nome dado às divindades femininas do candomblé - é associada à sabedoria ancestral, regendo o ciclo da vida (nascimento, morte e reencarnação) e moldando o ser humano a partir do barro

“A figura de Nanã se materializa lindamente nesse vídeo por meio de uma senhora adornada em lilás e roxo, cores associadas à orixá, esculpindo o mundo com o

Foto:
Foto: Mar+Vin

barro”, explica Anitta “A gente fala de Deus e, para o mundo inteiro, essa figura costuma ser masculina Mas e a mãe? Quem é? Nanã simboliza a criação do ser humano Para mim, é muito importante ter uma referência de deusa, porque todos nós viemos de um útero”.

O produtor Felipe Britto relembra: “A construção visual dessas cenas precisava ter peso, tempo e textura, criando uma atmosfera coerente com esse universo. Trabalhamos a paleta, os elementos naturais e a forma como Anitta se movia e se relacionava com o espaço O mais importante era que o público sentisse algo, mesmo sem necessariamente conhecer as referências”

Rincon Sapiência, que participa com vocais e também aparece no audiovisual, celebra a parceria: “A espiritualidade de matriz africana sempre esteve presente na música brasileira É importante uma artista do porte dela levar essa linguagem para um grande público hoje”

Também presente na faixa, King Saints reforça a potência do projeto: “É uma experiência linda, madura e pronta para ganhar o mundo Está tudo incrível, e só tenho a agradecer por fazer parte de um álbum histórico como ‘EQUILIBRIVM’”, diz a artista, que também assina a composição de seis das 15 faixas do disco.

Moda que conta história

Os figurinos de “Deus Mãe” são elementos fundamentais da narrativa Em “Mandinga”, por exemplo, destacam-se as criações do paraense Labô Young, que trabalha com folhas, palhas e sementes em diálogo com saberes ancestrais O estilista também assina as máscaras que dão rosto às figuras masculinas do clipe

Em momentos-chave, Anitta e Marina Sena quase se camuflam na paisagem, com looks inspirados nas Rainhas das Matas - coletivo de mulheres trans e travestis da Ilha do Marajó, no Pará, conhecidas por produções feitas com elementos naturais em defesa do meio ambiente

André Philipe, que co-assina (ao lado de Daniel Ueda) o styling do projeto, comenta essa integração entre moda e natureza: “Nos ligamos muito nas cores e no cenário. No look que Anitta usa no rio, por exemplo, as folhas do vestido passam a impressão de se estar acima d’água. A gente se inspirou no Brasil”.

As escolhas para o bloco de “Nanã” também foram totalmente intencionais: “Priorizamos tons com fundo roxo e vinho, que remetem à orixá Os acessórios tinham formas orgânicas, como barro esculpido Já os tecidos eram naturais, evocando lama, terra e folhas molhadas”, explica André

Foto: Mar+Vin

DAY LIMNS lança “Marquinha” e transforma desejo em narrativa na nova fase

Single já está disponível e amplia a construção da “era solar” após sucesso de “Imagina”

A cantora e compositora DAY LIMNS acaba de lançar o single “Marquinha”, faixa que aprofunda os desdobramentos de sua chamada “era solar” e sucede o impacto de “Imagina”, que alcançou o Top Viral 50 do Spotify no Brasil e em Portugal

Mais do que uma continuidade, o novo trabalho reposiciona o centro da narrativa da artista ao transformar o desejo em linguagem Em “Marquinha”, a experiência das relações deixa de ser apenas tema e passa a estruturar toda a construção da faixa, explorando conexões intensas, rápidas e, muitas vezes, efêmeras.

“‘Marquinha’ é sobre aquelas conexões irresistíveis que acontecem rápido e com muita intensidade. É quando tudo parece mágico entre duas pessoas, mas na realidade não se sustenta da mesma forma Parece melhor na cabeça do que na vida real”, afirma DAY LIMNS

A música se constrói a partir de um contraste entre impulso e intenção, sintetizado pela própria artista como “putaria e poesia” O resultado é um pop urbano de forte apelo sensorial, que equilibra sensualidade direta e elaboração estética em uma experiência pensada para impacto imediato

Esse direcionamento se reflete também na composição Versos como “só com meu toque, teu ego inflama” e “para de imaginar” ampliam a narrativa iniciada no single anterior, criando continuidade e reforçando a identidade dessa fase.

Com uma trajetória marcada pela versatilidade, DAY LIMNS vem se consolidando como uma das vozes mais relevantes da nova geração do pop brasileiro Revelada no The Voice Brasil, a artista expandiu sua atuação também como compositora para nomes como Anitta, Luísa Sonza e Vitão

Em “Marquinha”, ela reafirma um posicionamento baseado em identidade, narrativa e conexão com o comportamento contemporâneo, ampliando seu espaço dentro do pop nacional

Foto: @poolsideconvo

Foto: @poolsideconvo

Renan Inquérito lança o comovente clipe de “Elis Não Sabe Nada”

A faixa nasceu de um desabafo do artista para a sua filha após o diagnóstico de câncer e integra o recente álbum “TIREOIDE”. O clipe é dirigido por João Medeiros

Falha quem pensa que a decisão de Renan Inquérito de criar um álbum sobre o processo de descoberta do câncer de tireoide, diagnosticado no fim de 2024, surgiu apenas da doença em si Na verdade, a origem do trabalho está em uma carta de despedida que o rapper escreveu para sua única filha, ainda na primeira infância, fase em que muitas memórias se perdem com o tempo “Elis Não Sabe Nada” nasce como um registro afetivo, uma tentativa de preservar para Elis a lembrança de quem é seu pai e do que viveram juntos A faixa, uma das mais emocionantes do álbum “TIREOIDE”, ganhou um clipe à altura, dirigido por João Medeiros e protagonizado por Renan ao lado da filha.

“Eu lembro da cena, quando eu estava gravando com a minha filha, eu fiquei ouvindo essa música no repeat, para ver se ela pegava no tranco De repente ela fechou o olhinho, abriu os braços e começou a cantar, sabe? Como se fosse uma banda profissional assim, que fecha o olho e faz caras e bocas e abre os braços E toda vez que eu ouço essa música, eu lembro dessa cena dela interpretando assim como se fosse a maior intérprete do mundo” conta o rapper sobre o momento de gravação da faixa

“TIREOIDE” é o trabalho mais íntimo e pessoal da carreira do artista, cru e confessional. É um álbum de contrastes entre o peso do diagnóstico versus a leveza da cura, a tristeza das perdas versus a celebração de cada novo fôlego E a resistência de Renan Inquérito que, ao perder uma parte de si, encontrou uma nova forma de projetar sua voz para o mundo

O cantor e compositor Lucas Felix apresenta o álbum “Todas as Canções", projeto autoral que reúne oito faixas compostas ao longo dos últimos anos e guiadas por um eixo temático centrado no amor e no papel da música como elemento de conexão no cotidiano Quem produz o disco é Dadi Carvalho, músico com trajetória ligada a grupos como Novos Baianos e Barão Vermelho, além de trabalhos com artistas como Caetano Veloso, Marisa Monte e Tribalistas, e coprodução do próprio artista O trabalho transita por sonoridades ligadas à MPB, com influências que passam pelo pop e pelo folk.

A narrativa do álbum parte de uma dimensão íntima e se expande ao longo do repertório, começando com em “Em Casa”, canção que aborda a valorização dos vínculos construídos no ambiente familiar e afetivo Em “Cada Passo”, o artista trata de temas relacionados à retomada de perspectiva e continuidade de projetos pessoais, enquanto “Lugar e Tempo” aborda reencontros amorosos atravessados pela maturidade

A faixa foco, “Todas as Canções”, sintetiza o conceito do álbum ao refletir sobre a música como elemento capaz de oferecer acolhimento e estimular novos olhares sobre a realidade Já “Deleite” conta com participação de Gabi Monteiro, cantora que foi destaque no The Voice Brasil 2025. A faixa apresenta uma abordagem ligada ao universo dos encontros e do desejo, incorporando a interpretação da artista, que também participa de vocais adicionais em outras músicas do discoEm “Vamos Juntos”, a ansiedade é tratada como personagem por meio de figura de linguagem, trazendo uma perspectiva de diálogo com questões emocionais contemporâneas O disco se encerra com “Avenidas”, faixa que amplia o olhar sobre o afeto para além do campo individual, propondo uma reflexão sobre

convivência e coletividade

Gravado no icônico estúdio Nas Nuvens, no Rio de Janeiro, idealizado pelo produtor musical Liminha, o projeto reúne músicos atuantes na cena nacional, como Marcelo Costa, Alberto Continentino, Rodrigo Tavares e Canequinha, além de arranjos de metais assinados por Antonio Neves O processo de gravação priorizou a interação entre os músicos em estúdio, resultando em registros com caráter orgânico, como em “Vamos Juntos”, captada

majoritariamente ao vivo

O lançamento conta ainda com visualizer que dialoga com a proposta estética do álbum, apresentando o artista em um contexto de escuta individual, tendo a paisagem do Rio de Janeiro como pano de fundo

Em Todas as Canções, Lucas Felix dá continuidade à sua trajetória autoral, apresentando um repertório que articula referências da música brasileira com abordagens contemporâneas de composição e produção

Foto: Maria Otavia Rezende

Robyn e CA7RIEL & Paco Amoroso se unem em “Blow My Mind”

O mais recente álbum de Robyn, “Sexistential” já está disponível via Young

Logo após o aclamado álbum de 2026, FREE SPIRITS, os inovadores artistas argentinos CA7RIEL & Paco Amoroso se unem hoje para dar um novo toque a “Blow My Mind” de Robyn O lançamento marca a união de dois ícones musicais globais em uma colaboração altamente antecipada CA7RIEL & Paco Amoroso trazem sua energia imprevisível e musicalidade afiada a um dos singles de destaque do aclamado álbum de Robyn, Sexistential Seguindo os remixes de Sexistential que misturam gêneros, de artistas como Jamie xx, Marlon Hoffstadt e Arca, a faixa é acompanhada por um vídeo estrelado por Robyn e CA7RIEL & Paco Amoroso juntos, capturando perfeitamente a energia caótica e divertida do remix.

Sexistential foi lançado em março via Young, coproduzido com o colaborador de longa data Klas Åhlund, e reuniu Robyn com Max Martin para suas primeiras composições conjuntas desde

2010 Seu primeiro álbum em oito anos, é enfático e incisivo, desafiador tanto em relação ao prazer emocional quanto biológico, necessidade e delicadeza O título do álbum começou como uma piada interna antes que ela percebesse que dizia tudo o que ela queria dizer “Explorar minha vida sensual é o mesmo sentimento de quando eu faço uma boa música,” ela explica “É um tipo de vibração sensível tão bonita, e que exige muito trabalho para se manter à tona Sinto que o propósito da minha vida é continuar excitada - nem precisa ser sobre sexo, mas é sentir-se sensual e atraída por coisas de que eu gosto, e não deixar que nada tome conta disso” O álbum é amplamente considerado um dos melhores do ano, refletindo a empolgação em torno de um dos retornos mais celebrados da cultura pop da década

Entre uma série de críticas cinco estrelas, ele foi descrito pelo The Guardian como “esclarecedor, arrepiante, essencial”, pela Rolling Stone como “ um álbum profundamente satisfatório sobre desejo, maternidade, e ir para a balada”, enquanto The Face exclamou “já é um forte concorrente a álbum do ano ” e a Resident Advisor concordou, chamando Sexistential de “ uma de suas maiores obras”

Em 2026, Robyn retorna aos palcos mundiais com a The Sexistential Tour, sua primeira grande turnê desde 2019

A agenda inclui dez shows com Harry Styles em Amsterdã, o Summertime Ball em Londres e datas solo em arenas massivas, como a O2 e a Avicii Arena, em Estocolmo Esta será a maior série de shows da sua carreira como atração principal Ingressos e informações detalhadas já estão disponíveis em robyncom/tour

Foto: Main Launch Photo

GIANA lança “Carinho de Deus” em homenagem ao Dia das Mães

Single abre nova fase da cantora e chega às plataformas com clipe gravado na casa dos pais, reforçando a conexão afetiva da artista com sua história

Foto: Divulgação

A cantora GIANA apresentou ao público, no último dia 1º de maio, o single “Carinho de Deus”, faixa que marca o início de uma nova série de lançamentos ao longo dos próximos meses Com uma mensagem sensível e afetiva, a música chega como uma homenagem especial ao Dia das Mães, celebrando os diferentes formatos de amor e cuidado dentro da família

Composta por GIANA em parceria com Daniel Ferrera, Gustavo Mioto e Carolzinha, a canção traz uma narrativa íntima sobre o vínculo entre pais e filhos, explorando memórias, gestos cotidianos e o sentimento de proteção que atravessa gerações. A interpretação delicada da artista reforça o tom emocional da faixa, que convida o público a refletir sobre suas próprias relações familiares

“Carinho de Deus é uma música que eu fiz inspirada nos meus pais Ela fala sobre esse carinho que eu sinto que Deus teve comigo por ter feito eles

serem meus pais E essa música a gente vai lançar para o Dia das Mães, especialmente pra vocês escutarem com esse acalento no coração”, conta GIANA

A artista também destaca que a canção busca abraçar diferentes configurações familiares: “Tem muita gente que tem mãe que é pai e mãe ao mesmo tempo, pai que é mãe e pai tem mãe que se desdobra em dois então eu fiz pensando em tudo isso”

Reforçando a proposta afetiva do projeto, o clipe da música foi gravado na casa dos pais da cantora, trazendo ainda mais autenticidade e proximidade para a narrativa visual “A gente compôs a música e gravou o clipe aqui na casa dos meus pais, justamente pra trazer esse carinho a mais, esse cuidado, essa sensação de conforto Então a gente colocou cada detalhezinho tem até as minhas roupinhas de quando eu tinha um,

dois anos de idade”, revela “Carinho de Deus” abre um novo capítulo na trajetória de GIANA, consolidando sua identidade artística marcada por letras pessoais e conexão emocional com o público

Produtora musical Yellowtone celebra um ano de selo e amplia atuação no mercado musical

Selo reforça proposta 360º e amplia presença na nova cena da música brasileira

Produtores musicais com trajetória consolidada no mercado brasileiro, com passagens por estúdios como o Midas Music e atuação ao lado de artistas como Luedji Luna, Duquesa, Vitao, Fernanda Porto, Rogério Skylab, Bernardo Tavares, Bruno Werner e Rafael Bissacot celebram o primeiro ano do selo Yellowtone, que já soma mais de 50 lançamentos e cerca de 20 artistas no casting Neste novo momento, a empresa amplia sua atuação e fortalece uma estrutura integrada que conecta produção, direção criativa, estratégia de carreira e distribuição.

Ao longo do último ano, a Yellowtone deixou de atuar exclusivamente como produtora e passou a operar também como selo e editora, reunindo diferentes etapas do processo em um mesmo ecossistema A proposta é acompanhar os artistas desde a criação até o posicionamento no mercado, com maior autonomia criativa, estratégica e comercial

“O objetivo é ter independência em todos os processos, do arranjo à distribuição, acompanhando de perto cada detalhe”, afirma Bernardo Tavares, produtor musical e engenheiro de áudio com mais de 15 anos de atuação, que já trabalhou com nomes como Duquesa, Jonathan Fer e Agnes Nunes

Ao longo desse período, o selo se consolidou como um parceiro estratégico de artistas independentes, oferecendo suporte em áreas como direção artística, estrutura, networking, posicionamento e planejamento. A proposta é potencializar talentos e acelerar processos que, de forma independente, muitas vezes levariam mais tempo para acontecer, sem abrir mão da identidade e da autonomia criativa dos projetos

“O selo é uma extensão natural da proposta 360º da Yellowtone, integrando criação, produção, estratégia e distribuição em um único ecossistema Isso permite que o artista

Foto: Divulgação

tenha um acompanhamento completo, do conceito ao posicionamento no mercado”, diz Bruno Werner, músico e produtor com mais de duas décadas de atuação, com experiência em turnês, gravações e direção musical de projetos no Brasil e no exterior

A atuação contempla diferentes gêneros, incluindo rock, reggae, MPB e música urbana, como rap, trap e funk, com atenção especial a projetos alinhados à identidade da empresa e à visão artística dos sócios A ideia é trabalhar com um

casting plural, mas criterioso, apostando em artistas e repertórios que combinem consistência, personalidade e potencial de desenvolvimento no médio e longo prazo

“O artista passa a ter um acompanhamento completo, do conceito ao posicionamento no mercado”, reforça Bruno

O diferencial do selo está na proximidade, na personalização e na construção estratégica de cada projeto Em vez de fórmulas engessadas, a Yellowtone aposta em um modelo mais flexível, em

que o artista participa ativamente das decisões e cada planejamento é desenvolvido de forma sob medida O trabalho também é pensado para além de lançamentos isolados A proposta é estruturar carreiras consistentes, com foco em identidade artística, narrativa, posicionamento de marca e presença contínua no mercado. Cada lançamento passa a ser tratado como parte de uma trajetória maior, com coerência entre som, imagem e estratégia.

“O volume de lançamentos aliado à qualidade fortalece tanto a marca quanto os artistas, mas mantemos critérios claros na escolha dos projetos”, afirma Rafael Bissacot, produtor, mixador e masterizador com trajetória consolidada e trabalhos que somam milhões de streams nas plataformas digitais

Com uma atuação construída ao longo dos anos na indústria musical, os três sócios acumulam passagens por grandes estúdios e projetos relevantes, transitando entre o universo independente e o mainstream. Ao longo de suas trajetórias, trabalharam com artistas de destaque da música brasileira e participaram de produções de alto nível, o que contribui para uma atuação estratégica e conectada às transformações do mercado

Parte dessa vivência foi consolidada a partir da atuação junto ao Midas Studios, onde os sócios tiveram contato direto com processos de alto nível da indústria, repertório relevante e dinâmicas reais do mercado mainstream A experiência ajudou a moldar a visão que hoje sustenta a atuação independente da Yellowtone.

Além disso, a empresa mantém uma parceria de longa data com a ONErpm, formalizada na distribuição do selo e na estruturação da editora musical, o

que amplia seu alcance e fortalece sua capacidade de desenvolvimento de catálogo

“Um projeto competitivo no cenário atual depende de uma combinação entre identidade artística, excelência técnica e estratégia bem definida Isso envolve não apenas uma produção musical em padrão profissional, mas também arranjos consistentes, finalização sonora de alto nível, estética visual coerente e comunicação eficiente nas plataformas digitais. Em um mercado cada vez mais dinâmico, não basta apenas soar bem: é preciso construir projetos memoráveis, autênticos e relevantes”, afirma Rafael Bissacot

Dentro desse contexto, o selo se consolida também como uma forma

de concentrar produção, direção criativa e estratégia em um mesmo lugar, tornando os processos mais rápidos, coerentes e conectados à essência de cada artista

Fundada em 2022 por Rafael Bissacot e Bruno Werner, a Yellowtone ganhou nova escala em 2025 com a entrada de Bernardo Tavares como sócio, consolidando uma estrutura mais robusta e integrada

Entre os próximos passos estão a ampliação do casting, o aumento no número de produções musicais, o lançamento de novos projetos e o fortalecimento da identidade da marca no mercado, com foco em criar conexões relevantes e entregar consistência artística e qualidade em cada lançamento

Foto: Luis Felipe Gomes

Entre os maiores nomes do pop mainstream brasileiro, Umberto Tavares aposta no mercado infantil com a MouKids

Ao lado de Jefferson Junior, produtor por trás de sucessos de Anitta, Ludmilla e Belo assume frente criativa de novo selo infantil da Mousik

Um dos nomes recorrentes da produção pop brasileira, Umberto Tavares construiu uma carreira sólida como produtor, compositor e empresário, atuando em projetos de grande alcance Ao longo dos anos, trabalhou com artistas como Anitta, Belo, Buchecha, Kelly Key, Ludmilla, Luan Santana, Sandy, Gloria Groove e Ana Carolina

Também é um dos fundadores da Mousik, empresa criada em 2022 ao lado de Jefferson Junior, que atua na gestão de projetos musicais com serviços que incluem composição, produção, direção artística, branding e divulgação O catálogo da Mousik reúne mais de 2000 obras gravadas e parcerias com artistas como Anitta, Maluma, Flo Rida, Major Lazer, Ludmilla e Belo A empresa acumula mais de 700 milhões de streams e mais de 800 fonogramas produzidos, além de contar com estúdio próprio no Rio de Janeiro

Como produtor e compositor, Tavares esteve envolvido em músicas de ampla circulação no mercado nacional Entre seus créditos estão faixas de Anitta como “Show das Poderosas”, considerada o primeiro grande sucesso da artista, além de “Zen”, “Blá Blá Blá”, “Bang”, “Sim ou Não” e “Paradinha” Também produziu trabalhos com Nego do Borel, como “Você Partiu Meu Coração”, que ganhou uma versão em espanhol com o cantor colombiano Maluma No início da carreira, participou ainda de projetos de Kelly Key, incluindo a faixa “Sou a Barbie Girl (Barbie Girl)”

Paralelamente ao trabalho no pop mainstream, Umberto passou a desenvolver projetos voltados ao público infantil, aproximando sua produção de diferentes faixas etárias Entre eles, está o “Clube da Anittinha”, série animada protagonizada por Anitta, com foco na primeira infância e em conteúdos musicais pensados de acordo com a classificação etária Essa transição entre o pop e o universo infanto juvenil se tornou um dos eixos centrais de sua atuação atual Dentro da Mousik, ele integra a criação da MouKids, novo selo dedicado ao público infantil, onde atua na composição, direção musical e artística ao lado de Jefferson Junior A gestão do projeto fica a cargo de Bruno Graça Melo

A MouKids surge como um braço estruturado da Mousik para atuação no mercado infantil, com foco em composição, produção musical, direção artística, curadoria de talentos, distribuição, gestão de ativos e agenda de shows

Segundo Tavares, a criação musical para diferentes públicos exige abordagens específicas “Eu acredito que a música cumpre uma função em qualquer segmento Se estamos falando de uma canção de amor, por exemplo, ela será concebida de maneira completamente diferente de uma música feita apenas para entretenimento No caso do universo infantil e infantojuvenil, a lógica é semelhante: existe a responsabilidade de compreender o público Em muitos casos, trata-se de uma audiência ainda

muito jovem para determinados temas e, em outros, já madura o suficiente para abordagens diferentes É preciso lidar com essas interseções, e isso torna o processo bastante específico”

O produtor destaca que a definição da faixa etária é determinante no processo criativo

“Uma música voltada para a faixa etária de zero a quatro anos, como no projeto ‘Clube da Anittinha’, por exemplo, é completamente diferente de um trabalho como o das BFF Girls, direcionado ao público infanto-juvenil e já próximo da pré-adolescência Por isso, é fundamental definir com clareza a classificação etária para a qual a música se destina, garantindo que ela cumpra exatamente a função proposta”

Ele também relembra a repercussão de músicas que, mesmo fora de projetos originalmente infantis, alcançaram esse público “No caso da cantora Kelly Key, por exemplo, embora seu projeto inicial não fosse infantil, a música ‘Adoleta’, de minha autoria, teve grande alcance entre as crianças e acabou impulsionando a artista para esse público A partir daí, ela passou a realizar matinês lotadas e consolidou um projeto infantil bastante sólido”

“Toda essa trajetória contribuiu para que hoje possamos atuar nesse segmento com um nível consistente de experiência e maturidade criativa”, finaliza

M Ú S I C A & N E G Ó C I O S

Foto: Reprodução / Lavi Comunicação & Mkt
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Joel Jota recebe Otaviano Costa no Jota Jota Podcast em papo intimista sobre carreira artística, empreendedorismo e superação

Apresentador relembra início na comunicação, fala sobre crise de saúde e revela aprendizados de uma trajetória de 35 anos

O Jota Jota Podcast recebe

Otaviano Costa em um episódio profundo e inspirador comandado por Joel Jota. Em uma conversa que mistura carreira, superação e estratégia, o comunicador compartilha os bastidores de uma trajetória de mais de 35 anos na mídia e os pilares que sustentam sua longevidade no topo

Durante o episódio, Otaviano relembra o início ainda jovem, quando deixou o vôlei para apostar na comunicação após buscar uma oportunidade na Jovem Pan Foi ali que chamou a atenção de nomes importantes do mercado e deu os primeiros passos na carreira, destacando a importância de criar oportunidades, apresentar seus

talentos e ir além do esperado desde o início

O bate-papo também traz momentos decisivos de sua trajetória, como a passagem pela equipe de Fausto Silva, onde uma iniciativa simples fazer imitações para aquecer a plateia abriu portas para se tornar apresentador de TV, chegando a assumir o lugar de Luciano Huck no “Programa H”, na TV Bandeirantes Ao longo da conversa, Otaviano reforça o papel fundamental de mentores como Emilio Zurita, Tutinha e o próprio Faustão em sua formação profissional

Em um dos trechos mais marcantes, o apresentador compartilha a descoberta de um aneurisma da aorta, episódio que comoveu o Brasil e

transformou sua visão de vida e prioridades A partir dessa experiência, ele destaca a importância do equilíbrio entre carreira e vida pessoal, além do papel essencial de sua esposa, Flávia Alessandra, em sua jornada.

O episódio ainda aborda temas como a construção de uma comunicação de alto valor, os motivos que levam grandes nomes da TV a desaparecerem e os desafios de se reinventar em diferentes fases da carreira Com mais de 50 milhões de streamings no Spotify Brasil, o Jota Jota Podcast se consolida como um dos principais projetos da atualidade, liderando a categoria de negócios e figurando entre os mais ouvidos do país.

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Maurício Meirelles apresenta stand-up “Surto Coletivo” pela primeira vez no Rio de Janeiro às sextas-feiras de maio

Com apresentações nos dias 01, 08, 15 e 22 de maio, no Teatro Clara Nunes, novo espetáculo conta com tecnologia exclusiva que permite interação em tempo real com a plateia

Um dos principais nomes da comédia brasileira, Maurício Meirelles chega ao Rio de Janeiro com o espetáculo “Surto Coletivo”, marcando a primeira temporada do show na cidade As apresentações acontecem às sextas-feiras de maio dias 01, 08, 15 e 22 sempre às 20h30, no Teatro Clara Nunes Os ingressos estão disponíveis no site oficial do comediante

Sucesso de público e crítica por onde passa, o espetáculo se destaca pelo formato inovador e altamente interativo. Em “Surto Coletivo”, a experiência começa antes mesmo de o público se acomodar: ao chegar ao teatro, a plateia responde a um questionário que serve de base para as interações ao longo da apresentação, sempre conectadas aos temas mais atuais e às próprias histórias dos espectadores

Com o apoio de uma tecnologia desenvolvida especialmente para o projeto, Meirelles interage em tempo real com o público, tornando cada sessão única, imprevisível e personalizada. Mais do que um show de stand-up, o espetáculo coloca a plateia no centro da experiência e traduz, com inteligência e irreverência, os absurdos da vida contemporânea

Com sessões disputadas e grande repercussão por onde passa, o comediante segue levando o espetáculo para novas cidades do país, consolidando o sucesso de “Surto Coletivo” como um dos projetos mais inovadores da comédia atual

Foto: Luis Vizu

Com

texto

e

direção

de Juliana Fernandes,

espetáculo “Sala de Espera” estreia no Teatro Cândido Mendes, no Rio de Janeiro

Com elenco formado por sete mulheres, montagem investiga o processo da espera e o limite entre o aguardar e o agir

Em um cenário onde o tempo parece estagnado, sete mulheres partilham o vazio de uma sala de espera Elas não sabem o que aguardam, nem quando a porta se abrirá O que as mantém ali é apenas a expectativa de um sinal: um som, uma luz no painel, uma ordem que venha de fora

Com texto e direção de Juliana Fernandes, o espetáculo “Sala de Espera” estreia em curta temporada no Teatro Cândido Mendes, em Ipanema, no Rio de Jan-

-neiro, para investigar o limite entre a passividade e o movimento, confrontando o público com a pergunta: o que nos paralisa?

A dramaturgia de Juliana nasceu de uma provocação sobre o processo do aguardo Para a diretora, a espera é uma experiência universal que atravessa o cotidiano em diversas camadas Se por um lado existe a espera concreta - a fila, o consultório, o resultado de um exame, por outro, há uma espera subjetiva e silenciosa, como esperar o momento certo para agir, ou a clareza absoluta para se decidir, como também a libertação da validação do outro O espetáculo, contudo, não foca no objeto esperado, mas no que ocorre com o sujeito durante o intervalo.

"O que eu gostaria de propor é um mergulho nesse lugar de suspensão. O que nos mantém esperando? O que nos impede de agir? Desejo gerar uma reflexão e uma provocação desse lugar de incômodo", pontua Juliana Um corpo coletivo em suspensão

A escolha de um elenco exclusivamente feminino, formado por Bia Laviche, Debora Nunes, Mila D’Assumpção, Nara Viana, Rubi, Taís Zavareze e Thàys Rangél, foi uma decisão sensível para potencializar a escuta e a tensão em cena “A presença dessas sete mulheres potencializa a ideia de coletivo São diferentes trajetórias, formas de lidar com o tempo e com a incerteza, com a inquietude Mais do que representar um gênero, o elenco constrói um corpo conjunto que sustenta, tensiona e transforma a experiência de espera ao longo do Espetáculo”, explica a direto Ela ainda completa: “Ter essas atrizes dando vida a essas personagens é uma das partes mais interessantes porque esse processo não trabalha com personagens fechadas, mas com estados e são elas que dão densidade, nuance e verdade pra esse lugar de suspensão E esse processo não parte de um

resultado rígido, ele vai se construindo nos encontros com as atrizes e o material que vou levando”, explica a diretora Mais do que buscar a aprovação imediata ou um entretenimento leve, "Sala de Espera" deseja o atravessamento A expectativa da diretora é que a obra funcione como um espelho das esperas particulares de quem assiste, provocando perguntas que permanecem após o apagar das luzes "Não espero necessariamente uma resposta 'positiva', mas sobre provocar algo real em quem assiste Mais do que agradar, desejo identificação Se de alguma forma saírem pensando sobre as próprias esperas, então para mim o espetáculo já cumpriu o seu papel", finaliza Juliana

Serviço: “Sala de Espera”

Datas: 10 e 17 de maio (Domingos)

Horário: às 20h

Local: Teatro Cândido Mendes

Endereço: Rua Joana Angelica 63 –

Ipanema - Rio de Janeiro

Foto: Luis Vizu

Ellus exalta legado entre gerações em campanha de Dia das Mães

Estrelado por Thalita Olsen de Almeida e os filhos, fashion film traz como conceito a conexão familiar com o hipismo

O legado transmitido de mãe para filho norteia a Ellus em sua campanha de Dia das Mães 2026. No fashion film, a arquiteta Thalita Olsen de Almeida compartilha com seus filhos, Fernando Augusto e Catharina Olsen, a paixão pelo hipismo Batizada de “Heritage of love”, a campanha também traduz essa herança em uma estética elegante, presente em peças da coleção de outono/inverno, como camisa boho e all jeans

“A Thalita tem uma conexão genuína com o universo equestre, e temos aproximado a Ellus dessa estética. Na campanha de outono/inverno, já trouxemos o western como um dos protagonistas e, agora, aprofundamos essa narrativa

Contar com ela e seus filhos foi muito especial, porque conseguimos mostrar como a maternidade e suas paixões se entrelaçam”, diz Adriana Bozon, diretora criativa da Ellus

A proposta da campanha é trazer um olhar sensível sobre gestos, memórias e afetos que refletem a história entre mãe e filhos Thalita traduz esse espírito ao afirmar que não existe uma fórmula única para a maternidade: “É um processo de aprendizado constante. Para mim, o mais encantador é reconhecer um pouco de mim nos meus filhos, no jeito e até nas manias”

Veja como foram as ativações de marcas do Todo Mundo no Rio

Em parceria com as marcas, a agência criativa da Bonus Track, Mango, foi responsável pelas criações e execuções dos projetos

O Todo Mundo no Rio foi um acontecimento na cidade e todos os detalhes foram pensados para os fãs

A Mango, agência criativa - responsável por estratégias de marketing, comunicação visual e campanhas publicitárias da Bonus Track, idealizadora do projeto, coordenou simultaneamente a ativação de diversas marcas na área de patrocinadores, além de instalações pela cidade

A Mango coordenou cinco ativações durante o evento - Ingresse, Dove, Jeep, Deezer, além do próprio Todo Mundo no Rio - onde produziu os stands de forma 360, do conceito criativo à execução da estrutura e cenografia

A Deezer apresentou uma cabine de DJ, criando um espaço de interação e engajamento ao longo do evento

A proposta valorizou a construção coletiva do espetáculo, celebrando a diversidade sonora e ampliando a presença de DJs convidados Localizada no centro da tenda dos patrocinadores, a ativação contou com projeto cenográfico e curadoria artística assinados pela Mango, e funcionou como uma experiência sensorial que acompanhava o ritmo do evento,

Foto: @hypefilms @jorgeporci
Foto: @hypefilms @jorgeporci

Foto: @@hypefilms @aquelaany

Além disso, na Tenda dos Patrocinadores, a Dove transformou sua experiência em espaço de expressão, movimento e autoestima Com um palco destinado a experiência de marca, gerando conteúdo divertido e espontâneo

Na Ingresse, dentro da tenda dos patrocinadores, a

ponto de encontro vibrante e convidativo, um cenário pensado para celebrar quem você é e registrar o momento

Já na Jeep, o Jeep Avenger foi exibido, com backdrop criado pela Mango para o lançamento Antes mesmo do evento começar, a Mango instalou mídias urbanas na

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