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CONEXÃO MAGAZINE | Caroline Dallarosa | Ed. 56

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O público sente quando a gente se entrega de verdade. Eu gosto de mergulhar até nas partes mais imperfeitas

CAROLINE

D A L L A R O S A

Atriz, autora e fenômeno das redes: o retrato potente de quem mergulha fundo em tudo o que faz

EDITORA GRUPOONEDIGITALBR TODOSOSDIREITOSRESERVADOS

Os Garotin convida Duquesa para show no Rock in Rio

Trio de São Gonçalo será atração do Palco Sunset no dia 11 de setembro, convidando uma das maiores rappers da atualidade

Após lotar o palco Supernova em sua estreia no Rock in Rio 2024, Duquesa retorna ao festival desta vez como participação especial no show do trio Os Garotin, marcado para 11 de setembro, no Palco Sunset O encontro reúne dois nomes em ascensão da nova geração da música preta brasileira, conectados por referências que passam pelo groove, R&B e pela tradição da black music, além do diálogo com o rap contemporâneo.

Formado por Anchietx, Cupertino e Leo Guima, o trio de São Gonçalo (RJ) vem se destacando no circuito nacional com apresentações esgotadas e uma sonoridade marcada pelo swing e pelas influências da música negra O grupo conquistou o Grammy Latino de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa com Os Garotin de São Gonçalo e também passou por festivais como The Town, AFROPUNK Brasil, Doce Maravilha, Festival Sarará, e Rock The Mountain – experiências que reforçam a familiaridade do trio com grandes palcos.

Nascida em Feira de Santana (BA), Duquesa se consolidou como uma das principais vozes femininas do rap brasileiro, acumulando mais de 750 milhões de streams e passagens por festivais como The Town e AFROPUNK Brasil

Aos 25 anos, a artista também coleciona reconhecimentos importantes, como indicação ao BET Awards (2024), o prêmio de Revelação do Ano no Prêmio Potências (2024) e indicações ao Prêmio Multishow 2025 nas categorias Música Urbana e Rock

Neste ano, sua participação no Tiny Desk Brasil ultrapassou 2,3 milhões de

visualizações no YouTube, em uma apresentação que reuniu uma banda formada majoritariamente por mulheres negras Duquesa é um dos nomes fortes da produtora Boogie Naipe - encabeçada por Eliane Dias e Kaire Jorge, empresários de artistas como Racionais MC's, Yunk Vino, e outros.

Foto: Divulgação / Gira Hub

Duquesa anuncia segunda edição do B-DAY na Audio

B-Day da Big D acontece no dia 02 de maio, propondo uma viagem a 1974

Com o tema universo de Pam Grier - “Coffy” e “Foxy Brown”, Duquesa anuncia a segunda edição do B-Day da Duq, na Audio, em São Paulo, convidando o público a vivenciar uma viagem a 1974. O evento acontece no dia 02 de maio, a partir das 22h

Ingressos já disponíveis

O tema escolhido por DuqPam Grier - definiu a era blaxploitation dos anos 70 como a "Rainha" indiscutível, estrelando os clássicos de vingança urbana Coffy (1973) e Foxy Brown (1974) Como personagens fortes, elas usam inteligência e força para combater o tráfico e proteger suas comunidades, tornandose ícones de orgulho afroamericano e poder feminino. O evento, que no ano passado teve participações de Tasha e Tracie, Yunk Vino, Danzo, MC Luanna, e muitos outros, chega para comemorar o aniversário de uma das maiores rappers da atualidade Em breve, Duquesa anunciará as atrações que vão dividir o palco com ela na edição 2026

A artista, que acabou de ser anunciada no Palco Sunset do Rock in Rio, também foi destaque com sua participação no Tiny Desk Brasil, cuja apresentação já ultrapassa 2,6 milhões de visualizações no YouTube e gerou ampla repercussão midiática

Serviço: B-DAY DA DUQ

Data: 02 de maio (sábado)

Abertura das portas: 20h

Local: Audio – Av Francisco Matarazzo, 694 - Água Branca, São Paulo - SP, 05001-100

Informações e ingressos: Ticket 360

Foto: Reprodução / Gira Hub

Dora Sanches transforma o "ghosting" em

Pop Soul lúdico no novo single "Passarinho"

Inspirada pelo universo de Castelo Rá-Tim-Bum, a faixa é o último lançamento antes do aguardado álbum "Seda de Casulo"

O que acontece quando um envolvimento intenso termina em silêncio absoluto? Para a cantora e compositora Dora Sanches, a resposta veio em forma de música

Seu novo single, "Passarinho", chega às plataformas digitais unindo a crueza das relações modernas (o conhecido ghosting), a uma estética solar, animada e repleta de memória afetiva. A faixa é o último lançamento antes do álbum "Seda de Casulo".

A faixa traduz os relacionamentos atuais em uma metáfora poética e bemhumorada Na letra, o "passarinho" é aquele que pousa, constrói um ninho na cabeça de alguém e parte sem deixar explicações, deixando apenas expectativas e sentimentos ecoando

A composição, 100% autoral, nasceu de um processo de transmutação pessoal, onde o desabafo deu lugar à liberdade criativa “'Passarinho' nasceu de uma experiência pessoal intensa, mas que acabou se transformando em algo leve através da música. O processo veio muito desse lugar de transformar um momento difícil em arte, quase como uma cura, guiada pelo humor e pela esperança”, revela Dora

brincalhona e sem amarras A intenção é mostrar que nem tudo precisa ser pesado, e que também existe potência em olhar para as experiências com leveza”, afirma a cantora

Sonoramente, a faixa é marcada por uma energia dançante, construída inteiramente com banda ao vivo, contando com saxofone de Diogo Acosta, guitarra de Malize, baixo de Alana Alberg, teclados de Gabriel Quirino e bateria e percussão de Fofo Black. Com influências que passam pelo soul clássico e pelo groove de Jamiroquai, a canção ganha camadas extras de nostalgia ao evocar o universo lúdico de Castelo Rá-Tim-Bum Embora não seja uma referência musical direta, o clima fantasioso permeia o arranjo, especialmente no solo marcante de saxofone, que dialoga com essa lembrança afetiva da infância brasileira

Para a artista, a intenção central era justamente desmistificar o peso das decepções amorosas do século 21 “A faixa nasce de um desejo de liberdade criativa, de encarar a música de forma leve,

Toda essa vibração prepara o terreno para o disco que virá a seguir. “A música funciona como um anúncio, como quem rufa os tambores para a chegada do projeto É uma faixa que abre o casulo e revela o que está por vir”, explica Dora, referindo-se ao álbum que define como um projeto de cura, libertação e expansão O lançamento também ganha um visualizer gravado no Mato Grosso do Sul, terra natal da artista, que reforça o conceito de liberdade em

meio à natureza e ao universo dos pássaros. Com figurino artesanal construído e idealizado pelo arquiteto e artista Luís Pedro Cicalise, e uma estética que une o rústico ao fantástico, o vídeo traduz visualmente a proposta da canção

Segundo Dora, o futuro álbum "Seda de Casulo" será um trabalho de muitas camadas, marcando de vez sua carreira autoral Por enquanto, "Passarinho" cumpre o papel de mostrar que é possível transformar a frustração em força e, acima de tudo, em movimento

Foto: Shervin Lainez
Foto: York Sanches

Gilsons convida Daniela Mercury e Olodum no Rock in Rio

Apresentação acontece no dia 12 de setembro, no Palco Sunset

No dia 12 de setembro, o Rock in Rio apresenta no Palco Sunset um encontro especial e exclusivo do festival: o trio Gilsons convida Daniela Mercury e o Olodum para um espetáculo que reúne diferentes gerações e potências da música brasileira

Formado por José Gil, João Gil e Francisco Gil, o trio Gilsons surgiu em 2018 e rapidamente ganhou destaque ao combinar herança musical e identidade própria Filho e netos de Gilberto Gil, os artistas conquistaram o público com singles que viralizaram nas plataformas digitais, como “Várias Queixas” e “Devagarinho”, e com o álbum de estreia "Pra Gente Acordar” (2022) Em 2026,

lançaram o segundo disco “Eu Vejo Luz em Maior Proporção do que Eu Vejo a Escuridão”, que marca um novo momento do trio e traz participações de nomes como Julia Mestre, Arnaldo Antunes e Sona

Jobarteh, além do single “Minha Flor”, que reúne três gerações da família Veloso, com Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Veloso Deixando o encontro ainda mais potente, Daniela Mercury leva ao palco sua trajetória de mais de três décadas marcada por inovação e projeção internacional Conhecida como “Rainha do Axé”, a artista acumula prêmios importantes, como um Latin

Grammy Awards pelo álbum "Balé Mulato", e teve papel fundamental na popularização do samba-reggae criado por Neguinho do Samba, além de marcar o Carnaval de Salvador com performances inovadoras

Completando o espetáculo, o Olodum traz a força histórica da percussão afro-brasileira Fundado em Salvador em 1979, o grupo se tornou uma das maiores referências da cultura negra no país e ganhou projeção internacional com o álbum Egito Madagascar (1987) e o sucesso “Faraó –Divindade do Egito”, levando o sambareggae da Bahia para palcos em diversos países ao redor do mundo

Foto: Marina Zabenzi

Mariana Volker integra trilha sonora da próxima novela das 18h da Globo

Após integrar a trilha de “Mania de Você”, com a faixa “Mais Feliz”, Mariana Volker volta às trilhas da Globo com “É Segredo”

De Mania de Você a A Nobreza do Amor, a cantora e compositora carioca Mariana Volker retorna à trilha sonora da Globo A artista passa a integrar a próxima novela das 18h com a faixa “É Segredo” A canção acompanha um dos núcleos da trama, de Virgínia (Theresa Fonseca) e Mirinho (Nicolas Prattes) e reforça a atmosfera sensível característica de sua obra, marcada por melodias delicadas e interpretação intimista, que transitam entre a tradição da MPB e influências do Pop e do Jazz

“Estou muito feliz de ter uma música minha, autoral e independente, em uma novela É uma oportunidade muito potente de levar meu trabalho para mais pessoas Essa canção tem um lugar muito especial pra mim, e vê-la agora fazendo parte de ‘A Nobreza do Amor’ dá um novo significado pra ela” – comenta Mariana Volker

A presença em trilhas de novelas não é inédita em sua carreira Mariana também interpretou uma releitura de “Mais Feliz”, composição de Cazuza, Dé Palmeira e Bebel Gilberto, que integrou a trilha de Mania de Você (2025), de João Emanuel Carneiro A recorrência evidencia o reconhecimento de sua obra em contextos audiovisuais de grande alcance

Ao longo de sua trajetória, estabeleceu parcerias com nomes como Maria Gadú, Rachel Reis e Gilsons, além de participar do projeto Raça Humana, idealizado por Gilberto Gil

“Estou muito feliz de ter uma música minha, autoral e independente, em uma novela”
Foto: Shervin Lainez
Foto: Maria Clara Miranda
“Histórias

Que Terminam Bem”: Caio Cortez

canta o fim que também é começo

Novo single do cantor e compositor carioca transforma término e reflexão sobre o amor que permanece em ritmo de MPB Pop

O fim de um relacionamento pode ser também o início de uma nova forma de amar E é nesse aspecto emocional que Caio Cortez constrói seu novo single “Histórias Que Terminam Bem” A canção nasce de uma experiência íntima do artista carioca e ganha força ao traduzir sentimentos universais em ritmo de MPB Pop O single ainda chega acompanhado de clipe, gravado na praia do Grumari, no Rio de Janeiro e disponível no YouTube do artista.

O novo som integra um conjunto especial de quatro faixas produzidas em parceria com Giba Moojen, conhecido por trabalhos ao lado de Vitor Kley Entre elas estão “Tua Vibe”, “Egoísta” e “Não Vou Desperdiçar”, consolidando um novo momento de carreira do artista, que usou de uma experiência íntima para escrever a nova música de trabalho “Eu terminei um relacionamento e compus essa música como forma de superação ou ressignificação de um amor”, revela Segundo ele, a faixa representa “o fim de um ciclo, o fim de uma estação”, mas também a permanência do sentimento em novas formas: “a transmutação do amor que se transforma a cada instante, prevalecendo eternamente”, acrescenta

Para a sonoridade, Caio mantém a aposta em uma base MPB Pop, combinando guitarra, violão, baixo, bateria e teclado. “Minhas referências passam por nomes como Vitor Kley e a banda Lagum, influências que permeiam seus lançamentos mais recentes”, salienta.

Já no audiovisual – dirigido por Patrick Guedelha da Rupestre Mídia e tendo como assistente de direção a Marina Bastos –, Caio apostou em novidades com a participação dos atores Marcella Amorim e Bruno Guedelha de Jesus “Optei por não aparecer, porque percebi junto com o diretor que meus clipes tinham um padrão onde eu sempre apareço, geralmente com um macacão artístico Dessa vez, eu me ‘despi’ dos enfeites e quis realmente focar em pôr a arte na frente do artista Além disso, é a primeira vez que eu faço um clipe com uma história que tem início meio e fim, como num filme Já que a música se chama ‘Histórias Que Terminam Bem", eu quis contar realmente uma história”, finaliza o cantor.

Foto: Bruno Cilento

FLEA lança seu primeiro álbum solo, Honora via Nonesuch Records

Com Flea no trompete e no baixo, acompanhado por uma banda de visionários do jazz moderno, além dos convidados especiais Nick Cave e Thom Yorke

Flea lança, pela Nonesuch Records, o álbum que ele almejava fazer há mais de 35 anos: Honora Após uma carreira de quase cinco décadas (e contando) como um dos baixistas mais influentes de sua geração no rock, ele retornou aos seus primeiros amores musicais: o jazz e o trompete O New York Times afirma que as dez canções do álbum “incorporam um profundo pathos” Este primeiro álbum solo de longa duração inclui seis faixas originais compostas e arranjadas por Flea – entre elas “A Plea” e “Traffic Lights” (com Thom Yorke) – além de interpretações de “Thinkin Bout You”, de Frank Ocean e Shea Taylor, “Maggot Brain”, de George Clinton e Eddie Hazel, “Wichita Lineman”, de Jimmy Webb, e “Willow Weep for Me”, de Ann Ronell.

Embora Flea toque trompete e baixo em todo o álbum, ele é acompanhado por um time de visionários do jazz moderno: o produtor do álbum e saxofonista Josh Johnson, o guitarrista Jeff Parker, a baixista Anna Butterss e o baterista Deantoni Parks, com performances vocais especiais de Thom Yorke em “Traffic Lights” e Nick Cave em “Wichita Lineman”, além das contribuições de Mauro Refosco (David Byrne, Atoms for Peace), Nate Walcott (Bright Eyes) e outros

Neste maio, Flea e a banda do Honora embarcam em uma turnê internacional com ingressos esgotados, apresentando-se em espaços intimistas em cidades selecionadas da América do Norte e Europa. No início desta semana, eles fizeram sua estreia ao vivo no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon. Assista a Flea, Josh Johnson, Jeff Parker, Anna Butterss, Deantoni Parks e uma orquestra de dez peças interpretarem “Thinkin Bout You” e veja Flea discutir sua jornada até Honora, um encontro inicial com Dizzy Gillespie e mais em sua entrevista com Fallon "Em meio às participações vocais convidadas e a um monólogo apaixonado de Flea em ‘A Plea’ pedindo união em meio à divisão do nosso momento atual, é o trabalho de Flea no trompete que se destaca Nos momentos mais reflexivos do álbum, suas linhas incorporam um profundo pathos” New York Times

Foto: Gus Van Sant

Pingguim canta sobre recomeços e evolução no EP “Volte a Viver”, um lançamento Midas Music

EP marca nova fase do artista na Midas Music, com produção de Rick Bonadio

Com uma trajetória marcada pela intensidade e pela busca constante por verdade, o cantor e compositor Pingguim apresenta ao público seu primeiro EP, “Volte a Viver”, que chega a todos os aplicativos de música nesta quinta-feira (26 de março), pela Midas Music O trabalho inaugura um momento de renascimento na carreira do artista e tem como primeiro single a faixa “Me Faz Melhor”, parceria com a cantora e compositora Bruna Magalhães

O título do projeto não poderia ser mais direto em relação ao momento vivido por Pingguim. “É de fato o que estou fazendo agora, após uma longa jornada de reconstrução minha comigo mesmo, esse é o meu sentimento do momento, estou ‘voltando a viver’”, afirma Mais do que um conceito pessoal, o artista enxerga o EP como uma mensagem universal: “Esse título é quase um chamado, não só pra mim, mas para qualquer pessoa que em algum momento se perdeu e precisa reencontrar sentido na vida”

Dando continuidade à narrativa iniciada em trabalhos anteriores, o EP se conecta diretamente com a faixa “O Tempo e a Distância” (lançada no início do ano), mas amplia sua perspectiva emocional. “Faz parte desse meu processo, faz parte do meu ser. Escrevo sobre minha vida, então naturalmente todas minhas músicas estão conectadas de certo modo”, explica Ainda assim, ele aponta uma evolução: “Posso considerar ‘um novo olhar’ possível entre todas as músicas”

Se tivesse que resumir o projeto em uma palavra, Pingguim não hesita: “Renascimento” Segundo ele, esse

sentimento atravessa todas as faixas, que nasceram majoritariamente de um mesmo período intenso de sua vida “Foi um processo bem verdadeiro, sem forçar nada Algumas ideias já existiam, mas elas só fizeram sentido agora, dentro desse momento que eu tô vivendo”, conta, destacando a unidade emocional do EP

Musicalmente, “Volte a Viver” também representa um ponto de virada “Sinto que me encontrei Antes parecia que eu estava testando as coisas… agora não é mais um teste e sim o que eu sei fazer de melhor, música”, diz o artista, evidenciando uma fase mais

segura e madura. Essa evolução ganha ainda mais força com a parceria com o produtor Rick Bonadio, figura fundamental na construção do projeto “Acredito que o Rick vai ter que me aguentar por uma longa jornada com muita música ainda”, brinca Pingguim “Ele é visionário, sabe extrair o melhor de cada ideia e, ao mesmo tempo, respeita muito minha identidade Isso me deixou tranquilo pra ser quem eu realmente sou dentro do projeto”

O EP também traz a participação especial de Bruna Magalhães em “Me Faz Melhor”, faixa escolhida como single de trabalho. Sobre o

Foto: Reprodução / Midas Music

encontro, Pingguim não economiza elogios: “Ela é uma das vozes mais bonitas e doces que já ouvi. Trouxe uma energia única que conectou demais comigo. A voz dela deu vida pra música”

Nascido em São Bernardo do Campo e criado em Mauá, no ABC paulista, Pingguim carrega em sua música as vivências de quem cresceu entre ruas, histórias e descobertas Hoje radicado em Ribeirão Pires (SP), o artista constrói uma trajetória que mistura rock, hip hop e reggae, com influências de nomes como O Rappa, Charlie Brown Jr e Natiruts Mais do que estética, essas referências aparecem na forma como ele enxerga a música: como ferramenta de transformação e conexão.

Agora, vivendo uma nova fase pela Midas Music e com um álbum já encaminhado, Pingguim segue movido por um propósito claro “A jornada está só começando”, afirma Com “Volte a Viver”, ele não apenas compartilha sua própria reconstrução, mas convida o público a fazer o mesmo: sentir, recomeçar e, acima de tudo, viver de novo

Fat Family lança turnê ‘Fat Family Baile Charme’ com vários shows pelo país

O projeto celebra o reencontro com o público e apresenta novas leituras de clássicos que marcaram gerações. A turnê teve início em fevereiro deste ano, em São Paulo, e segue com novas apresentações ao longo do ano essencial do projeto, tornando cada apresentação uma verdadeira festa –um baile cheio de energia, swing, trazendo a tradicional dança do pescocinho

O grupo Fat Family dá início a uma nova fase da carreira com a turnê “Fat Family Baile Charme”, iniciada em fevereiro deste ano, na Casa Natura Musical, em São Paulo O projeto une musicalidade, performance e energia em uma experiência marcada por groove e dança, servindo como ponto de partida para uma série de apresentações que percorrerá diferentes regiões do país ao longo do ano. Em março, a turnê segue em continuidade com novas apresentações, reforçando o encontro do grupo com o público em diferentes praças do país – incluindo as recentes datas no Sesc São Paulo, que já estão esgotadas

Com mais de duas décadas de trajetória e uma história marcada por hits, o Fat Family reinterpreta sua caminhada trazendo um novo momento artístico “Pensar numa nova turnê é sempre um recomeço É revisitar nossa história com um olhar atualizado, cheio de aprendizado e vontade de celebrar. O Baile Charme vem justamente do que a gente gosta de fazer: se reunir para dançar, cantar e compartilhar alegria com o público”, afirmam

No repertório, o público pode esperar uma viagem nostálgica, com sucessos que marcaram gerações, como “Jeito Sexy”, “Madrugada”, “Eu Não Vou” e “Fim de Tarde” Além dos clássicos, o grupo apresentará novas versões com arranjos cheios de groove e surpresas que homenageiam a história do charme e da música soul nacional

Referência desde os anos 90, o Fat Family celebra o atual momento do gênero no país “A gente está muito feliz de ver o R&B brasileiro crescendo tanto e ocupando o espaço que merece Quando começamos, esse estilo ainda estava abrindo caminho Hoje, ver tantos artistas incríveis se inspirando e criando dentro desse universo é muito bonito. O público está mais aberto e conectado, e acreditamos que o Baile Charme vai tocar fundo o coração das pessoas”, completam

Com banda ao vivo, DJ e momentos coreografados, o show convida o público a dançar junto, celebrando os passinhos que fazem parte da cultura do charme Os passinhos são parte

Foto: Reprodução / For Music

Foto: Murilo Amancio

A formação da turnê reforça a potência do espetáculo: teclado, guitarra, baixo, bateria, DJ, três vozes e coreografias que contribuem para uma apresentação que valoriza a musicalidade e a presença de palco do grupo.

Para além das faixas que convidam o público a dançar, a turnê também promete participações especiais, criando encontros entre gerações e reforçando a vitalidade de uma música que continua viva e em constante transformação

Show

chega à Estação das Artes neste sábado

Show acontece no dia 28 de março, às 20h, e apresenta ao público a atmosfera sensorial do álbum Divina Casca

A cantora e compositora Rachel Reis desembarca em Fortaleza neste sábado, dia 28 de março, com Divina Tour, reunindo as faixas do disco Divina Casca, marcando a continuidade da turnê pelo país. O show acontece às 20h, na Estação das Artes

Divina Tour entrega um show intenso, sensorial e visualmente marcante, no qual cada uma das 15 faixas inéditas ganha novas camadas ao vivo O espetáculo foi concebido como um verdadeiro rito de passagem: das dores às celebrações, das feridas às flores, do íntimo ao coletivo No repertório, estão músicas como “Casca”, “Alvoroço”, “Ensolarada”, “Apavoro” e “Sexy Yemanjá”, além de sucessos do álbum de estreia Meu Esquema (2022), trabalho que apresentou Rachel ao reconhecimento nacional.

A turnê teve início em 2025, em São Paulo, durante o Nômade Festival, e passou por diversas cidades brasileiras, ampliando o alcance do novo projeto O show em Fortaleza reafirma o crescimento da artista, que vem se destacando em premiações, festivais e parcerias com nomes como BaianaSystem, Don L, Rincon Sapiência e Psirico

Serviço: Rachel Reis – Divina Tour em Fortaleza

Data: 28 de março (sábado)

Horário: a partir das 20h

Local: Estação das Artes

Endereço: Rua Dr. João Moreira, 540Centro, Fortaleza (CE)

Entrada: Gratuita, por ordem de chegada (sujeita à capacidade do espaço)

Foto: Luan Teles

Mano Brown, Rael e Rincon Sapiência se reúnem em vídeo intimista para anunciar show temático "Soul Train" na Vibra São Paulo

Vídeo promocional, gravado em clima de bate-papo, revela a sintonia entre os três nomes do rap nacional, que dividem o palco no dia 17 de abril

Uma das vozes mais importantes da música brasileira volta aos palcos paulistanos Mano Brown apresenta chega à Vibra São Paulo, no dia 17 de abril O show contará com participações especiais dos rappers Rael e Rincon Sapiência A reunião de peso resultará no “Baile Soul Train”, um show que transita entre grandes nomes da música preta, como James Brown e Jorge Ben, dançante e com uma cenografia pensada pro show. Os três artistas se reuniram num bate papo para apresentar mais detalhes da apresentação

O vídeo, em clima de "mesa redonda", traz uma linguagem intimista, preparando o terreno para o que será o "Baile Soul Train" "A gente não pode passar a receita do barato, mas é o seguinte: vai se surpreender, com certeza A gente é sério, trabalha sério É coisa séria, compromisso mesmo

Tem muita gente trabalhando pra fazer acontecer", diz Mano Brown sobre o projeto

MB10 é um show construído com muito cuidado e dedicação Afinal, a parceria e afinidade não são de hoje No bate-papo, Rael relembra que conheceu Rincon em 2004, na tradicional Galeria Olido, além de Brown também ter um histórico de parcerias com Rael (projeto Cine Joia) e a música “Onda”. Com Ricon, o rapper têm trabalhos registrados juntos como “Não Sei Pra Onde” Outro ponto alto do show será “Malandro Online”, faixa nova do Racionais MC’s que será apresentada no show

Sobre a conexão entre eles e o cuidado com a arte, Rael reforça: "A gente tem uma coisa em comum que é assim: se a gente acha que não tá bom, a gente não vai soltar o barato

Eu vejo isso no disco do Rincon, no disco do Brown, tem o cuidado da entrega O bagulho tem que tá da hora Eu sou fã desses dois, me sinto muito honrado de fazer esse projeto É vir hidratado e trajado (risos)”.

Serviço:

Mano Brown convida Rael e Rincon Sapiência - MB10

Data: 17 de abril de 2026

Local: Vibra São Paulo Av das Nações Unidas, 17955 - Vila Almeida, São Paulo

Ingressos: Disponíveis no Uhuucom

Realização: Opus Entretenimento

Foto: Jeff Pedroso
Foto: @dstudios br

S I C A

Bronka lança “Bronka Sucks Vol. 2” e aprofunda

diálogo entre funk periférico e música eletrônica global M

Radicado em Frankfurt, produtor mineiro apresenta novo EP e consolida sua atuação entre Europa e Ásia

Natural de Montes Claros (MG) e radicado em Frankfurt, na Alemanha, o DJ e produtor Bronka lança Bronka Sucks Vol 2 O projeto marca um novo capítulo em sua pesquisa sonora, aprofundando a inserção do funk periférico brasileiro nas estruturas da música eletrônica internacional

Radicado na Alemanha, Bronka vem consolidando sua presença em alguns dos espaços mais relevantes da cena eletrônica internacional. O artista já se apresentou duas vezes no Fabric, em Londres, passou pelo festival Down

The Rabbit Hole, na Holanda, e apresentou um set no Boiler Room Em 2025, realizou a “Bronka Hates Tour”, com shows esgotados em Berlim, Londres e Colônia, além de uma nova data em Amsterdã Na Ásia, realizou turnês por países como Filipinas, Tailândia, Singapura, China, Coreia do Sul, Indonésia, Vietnã e Malásia, com destaque para três apresentações esgotadas no Apotheka Manila, um dos principais clubs da capital filipina

Em Bronka Sucks Vol 2, o produtor aprofunda as trocas culturais iniciadas em suas turnês internacionais, incorporando colaborações com artistas de diferentes territórios e reafirmando sua proposta de transformar o funk em linguagem global de pista

Cada faixa do EP foi construída em um país diferente, ao lado de produtores, refletindo diretamente as experiências vividas por Bronka em suas turnês internacionais. “Toma Karen” nasceu na Coreia do Sul, em colaboração com APRO; “Volt Mix Makati” foi produzida nas Filipinas com Marco Pedro; “Volt Mix Ácido” surgiu na Indonésia ao lado de Dave Nunes; “Bota a Mão” foi desenvolvida na Tailândia; e “Pente Riddim” também foi construída na Coreia do Sul, em parceria com Straydog Salazar O resultado é um projeto que carrega geografias distintas em sua própria arquitetura sonora

“O funk tem uma energia muito específica e, quando ele encontra o house ou o acid, acontece algo que não dá pra prever É essa tensão que me interessa” comenta o produtor e DJ

O título do projeto mantém o tom irônico que marcou o primeiro volume. A identidade visual segue dialogando

com o universo do futebol - camisas de time, tipografia esportiva e estética de arquibancada - reforçando a presença da cultura brasileira no contexto da eletrônica internacional

“O nome ‘Bronka Sucks’ veio meio na brincadeira Eu sou muito chato com detalhe e meus amigos falam isso o tempo todo Eu só resolvi transformar em projeto”, completa o artista

Entre Minas Gerais e Frankfurt, Bronka consolida sua atuação como um dos nomes da música eletrônica brasileira em circulação no circuito global, ampliando o alcance da estética periférica nacional em clubs e festivais internacionais.

Foto: Divulgação / Ruído

S I C A

Faixa a faixa - Bronka Sucks Vol. 2

1. Toma Karen (feat. MC Fabinho da Osk, APRO)

A faixa nasceu durante uma sessão em estúdio na Coreia do Sul, quando Bronka apresentou ao produtor sul-coreano APRO a lógica da distorção dentro do funk. A partir de um kick, os dois começaram a explorar como a distorção poderia funcionar como instrumento, não apenas na base, mas também no synth principal, que ganha uma textura mais suja e menos polida A track sintetiza a proposta central do EP: inserir o funk dentro da estrutura do house sem suavizar sua identidade

2. Bota a Mão Novinha (com LXKS)

Construída a partir da interpolação de uma das faixas favoritas de hip hop de Bronka e LXKS, a música combina essa referência com uma estrutura mais pesada e direta, inspirada em produções de pista como as de Novin Yarp e Petrus. O resultado é uma faixa que tensiona memória e peso, conectando influências do hip hop a uma arquitetura voltada para o club.

3. Levanta a Mão

Em “Levanta a Mão”, o volt mix encontra elementos de acid A faixa foi influenciada por projetos ligados à cultura rave, como Speedtest Rave, mas ganhou ajustes estruturais pensados para funcionar fora do Brasil A mudança na construção rítmica faz com que a música dialogue com pistas internacionais sem perder a identidade do volt mix

4. Volt Mix Makati Gostosinho

Com marcação de precision bass tradicional e uma atmosfera mais chill, a faixa trabalha a dinâmica de pergunta e resposta entre baixo e synth - influência direta de DJ Tonias. O resultado é uma track que mantém o groove brasileiro dentro de uma estética mais minimal e controlada.

5. Pente Riddim (com Straydog Salazar)

“Pente Riddim” nasce do encontro entre o funk ritmado e a estrutura de batida angolana assinatura de Straydog Salazar A faixa conecta duas expressões da diáspora africana: a presente na Europa e a que se desenvolveu no Brasil O resultado é uma construção frenética do início ao fim, marcada por tensão e energia contínua

ALEC’ lança “A Última das Lágrimas” e revela fase mais intensa

Com estética de Velho Oeste moderno, artista aposta em liberdade criativa e sonoridade envolvente

O artista ALEC’ abre um novo capítulo em sua trajetória com o lançamento de “A Última das Lágrimas”, single que chega carregado de conceito, estética e emoção A faixa, que conta com participações de Aranha4real e Dourado, convida o público para uma imersão em um universo que mistura o Velho Oeste com referências contemporâneas, unindo hip hop, jazz e blues em uma narrativa intensa e cinematográfica.

Mais do que um lançamento, a música representa uma virada de chave na carreira do artista ALEC’ dá início a uma fase em que sua criação passa a ser guiada exclusivamente por sua essência, sem amarras ou concessões

A proposta é clara: explorar novas sonoridades e aprofundar uma identidade artística que transita entre o jazz contemporâneo, o neo jazz e elementos de uma nova MPB, criando uma assinatura única e sofisticada.

A inspiração para “A Última das Lágrimas” surgiu de forma inesperada, em meio ao universo digital. Ao assistir a um vídeo no TikTok, o artista encontrou a base que daria origem à faixa A partir dali, a ideia ganhou corpo com a inclusão de um violão marcante e, em parceria com Dourado, evoluiu para uma produção rica em detalhes, que também inspirou toda a estética visual e narrativa do projeto

Com uma energia mais vibrante e dinâmica, o single também marca uma mudança no clima de sua discografia Se antes o artista explorava atmosferas mais introspectivas, agora ele surge mais leve, pulsante e conectado com novas possibilidades sonoras, sem perder a profundidade lírica que já é sua marca registrada.

Sempre atento à conexão com o público, ALEC’ revela que seu processo criativo envolve pensar no impacto emocional de cada faixa, buscando criar músicas que não apenas sejam ouvidas, mas sentidas Esse cuidado se reflete em cada camada de “A Última das Lágrimas”, que entrega tanto estética quanto emoção

Para 2026, o artista promete intensificar ainda mais essa fase criativa Entre os planos estão novos singles, EPs e um álbum previsto para o fim do ano, consolidando um momento que ele próprio define como um dos mais importantes de sua carreira.

Com mais de 43 milhões de streams no Spotify e um crescimento consistente, ALEC’ reafirma seu espaço como um dos nomes mais interessantes da nova cena, apostando em autenticidade, conceito e liberdade artística como pilares de sua evolução

Sarah Reis investe em carreira solo, preparando

um novo álbum para o próximo mês

Artista de Feira de Santana e irmã da cantora Rachel Reis, era vocalista da banda Filomena Bagaceira, e anuncia um projeto de arrocha

Natural de Feira de Santana, na Bahia, a cantora Sarah Reis vive um novo momento em sua trajetória artística Após anos de experiência nos palcos e passagens por diferentes projetos musicais, a artista inicia oficialmente sua carreira solo com foco no arrocha e prepara o lançamento de um novo álbum previsto para o próximo mês

Com forte ligação com a música desde a infância, Sarah cresceu em um ambiente familiar marcado pela arte

Filha da cantora Maura Reis, encontrou na música um caminho natural para expressar emoções e identidade

A artista também é irmã da cantora Rachel Reis, um dos grandes nomes da música popular brasileira , que figura como uma importante referência em sua caminhada

Sarah iniciou sua trajetória profissional aos 16 anos, dando os primeiros passos na banda Baile Nível Superior, onde começou a desenvolver sua presença de palco e identidade artística. Logo depois, passou a se apresentar em bares com a banda Pop Zen, ampliando sua experiência e conquistando o público com sua voz marcante e carisma Aos 20 anos, iniciou uma fase independente, realizando apresentações em eventos corporativos, casamentos e bares em sua cidade natal.

Durante quatro anos consecutivos, a cantora marcou presença na tradicional Micareta de Feira de Santana – uma das maiores festas populares da Bahia Em 2018, seu destaque no evento foi reconhecido como o Troféu de Melhor Cantora da Micareta, consolidando seu nome no cenário musical local Ainda no início de sua trajetória, Sarah também recebeu o título de Cantora Revelação do São João da Bahia (2024), reforçando sua presença nas principais festas populares do estado

Ao longo dos anos, a artista transitou por diferentes estilos e ganhou experiência em turnês e apresentações em diversos palcos

Um dos momentos mais marcantes de sua carreira recente foi cantar no Parque de Exposições de Salvador, onde se apresentou nas edições de 2024 e 2025, diante de grandes públicos em um dos espaços mais tradicionais da música na Bahia

Musicalmente, Sarah começou tendo como referências artistas internacionais como Amy Winehouse e Beyoncé, inspirando-se na potência vocal, personalidade e presença de palco dessas artistas

Com o tempo, sua identidade se aproximou ainda mais da música popular nordestina, encontrando inspiração em nomes como Solange Almeida e Walkyria Santos, representantes marcantes dos ritmos românticos que dialogam diretamente com o arrocha

Durante boa parte de sua trajetória, Sarah esteve à frente da banda Filomena Bagaceira, onde consolidou sua experiência interpretando forró e desenvolvendo uma forte conexão com o público Essa vivência nos palcos ajudou a construir uma identidade artística baseada em interpretação intensa, versatilidade musical e entrega em cada apresentação.

Agora, a cantora inicia um novo capítulo em sua carreira Apostando no arrocha –ritmo com o qual afirma ter uma identificação profunda pela intensidade e pelo romantismo – Sarah prepara um repertório autoral e novos projetos que marcam essa fase de amadurecimento artístico O próximo álbum, previsto para o mês que vem, deve apresentar ao público uma artista ainda mais conectada com sua essência musical e pronta para expandir seu trabalho para novos públicos.

Com carisma, potência vocal e uma trajetória construída com dedicação, Sarah Reis inicia sua carreira solo apostando em uma sonoridade que une emoção, romantismo e a força da música popular nordestina – elementos que prometem marcar os próximos passos da artista

Foto: Reprodução / Gira Hub

Yunk Vino lança MR., seu primeiro álbum de estúdio,

inaugurando nova fase marcada por conceito, maturidade

e construção narrativa

Lançado hoje (26 de março), o projeto traduz uma jornada pessoal do artista em torno de identidade, tempo e significado

Foto: @caiocultural e @cassioandreasi

Já consolidado como um dos principais nomes da cena, Yunk Vino acaba de lançar MR, seu primeiro álbum de estúdio, projeto que marca uma nova camada em sua trajetória O artista, distribuído pela Universal Music e que integra o selo Labbel Records - frente de trap da produtora Boogie Naipe - chega ao novo trabalho a partir de um processo mais longo e estruturado, que não rompe com o que veio antes, mas aprofunda uma lógica criativa mais direcionada, desenvolvida ao longo de cerca de dois anos

Diferente de projetos anteriores, guiados por um fluxo mais espontâneo, MR nasce de um processo que amplia as camadas de construção, tanto no campo criativo quanto na forma como o artista se relaciona com o próprio trabalho Ao longo desse período, a criação deixa de ser conduzida de forma isolada e passa a incorporar trocas, direcionamento e acompanhamento contínuo, fortalecendo o papel da direção criativa e da construção coletiva no resultado final

“Eu soube respeitar o tempo e o que eu sentia em relação a isso. Nunca foi só sobre lançar um álbum, era sobre viver mais coisas, entender mais, ter bagagem para fazer um projeto que fizesse sentido pra mim. Hoje eu sinto que consegui chegar nesse lugar”, comenta o artista

Esse percurso impacta diretamente a forma como o álbum se organiza MR foi pensado como um corpo único, em que as faixas não só funcionam de maneira isolada, mas também se conectam dentro de uma mesma lógica narrativa

Ao longo do projeto, Yunk Vino atravessa temas como amadurecimento, trajetória e construção de identidade, estruturando o disco a partir de um percurso que articula diferentes momentos de sua vida

“O projeto teve uma construção diferente porque não era só sobre fazer música

Tinha uma direção acontecendo, mais gente envolvida, troca o tempo todo, e isso muda a forma como você enxerga o trabalho Você começa a pensar no álbum como uma obra, em como tudo se conecta, no que cada parte representa dentro do todo”, afirma Yunk Vino

Nesse contexto, o título MR surge como eixo central do projeto

A partir da ressignificação de um apelido antigo, o nome passa a

uma fase mais madura e consciente da carreira, funcionando como ponto de convergência entre o que foi construído até aqui e o que se projeta a partir do álbum.

Com 19 faixas, o projeto se consolida como uma obra pensada em sua totalidade, com direção musical de Tuti ao lado de Yunk Vino e participações de nomes como Duquesa, Veigh, Dessiiik, Offshino e Yr Pedro, cada um contribuindo com sua identidade dentro da construção do projeto

O álbum foi desenvolvido a partir de uma lógica ampliada, articulando diferentes frentes criativas para além do campo musical A concepção estética e narrativa parte de um time criativo formado por Caio Reis, Rafael Kadi, Estevan Davi, Caio Matos e o próprio artista. A estratégia de comunicação envolveu uma série de ativações, incluindo uma live com elementos

narrativos, um site autoral com experiências interativas, merch exclusivo e um experimento visual inspirado na placa de Chladni, que transforma som em imagem. As ações foram desenvolvidas em conjunto com a equipe da W+K São Paulo, que colaborou na estruturação do lançamento Entre essas ativações, destaca-se a instalação de uma escultura produzida a partir do rosto do artista na casa onde cresceu, em Carapicuíba (SP), assinada por Estevan Davi A peça, que também compõe a capa do álbum, conecta o projeto à origem de Yunk Vino e traduz visualmente os elementos centrais de MR

A escolha do local reforça essa narrativa. A casa onde cresceu aparece como ponto de origem simbólico do projeto, conectando memória, trajetória e identidade em uma mesma construção, ao mesmo tempo em que

insere sua própria história como parte estruturante da obra “É gratificante acompanhar o desenvolvimento de um projeto como esse MR é um trabalho muito sólido artisticamente, construído com a participação de diversos profissionais, entre produtores, artistas e parceiros Foi um processo mais longo do que o habitual, e isso foi essencial para o amadurecimento do álbum Como empresário e como amigo, é muito especial ver esse projeto ganhar forma e chegar ao público”, diz Kaire Jorge, Diretor Executivo da Boogie Naipe e CEO e fundador da Labbel Records

Com MR, ele apresenta seu álbum como um projeto que organiza sua trajetória e projeta novos caminhos dentro do trap nacional, ampliando sua construção artística a partir de uma lógica mais sólida e consciente

Podpah Records estreia programas com convidados como Rael, DAY LIMNS, Tasha & Tracie, Criolo e muitos outros

Projeto chega com um canal próprio no YouTube, três programas em formato musical e outros três em formato editorial, com entrevistas, notícias e conversas

Foto: Natã Figueiredo @natanconect

A Casa da Música no Podpah acaba de revelar o perfil dos seus programas, além dos primeiros convidados que farão parte da programação. A Podpah Records chega com um canal exclusivo no Youtube, trazendo novos apresentadores e um formato diferente em cada projeto, enaltecendo o melhor da música brasileira E para mostrar o que vem pela frente, receberá nos programas de estreia nomes como Yuri Redicopa, Criolo, Amaro Freitas, Dino d ´Santiago, NandaTsunami e mais

A grade contará, em um primeiro momento, com seis programas O BASE, apresentado por MC Mu540, traz performances cruas, com MCs convidados rimando nos beats apresentados pelo DJ O NOVA, primeiro programa a entrar no ar, trará sempre uma música inédita em uma performance igualmente nova Já o RE-VERSO será comandado por Julia Reis, e busca sempre um olhar mais conceitual e narrativo sobre

álbuns históricos da música brasileira O Segue o Som, por sua vez, segue o formato de sucesso de Pietro Reis, com bate-papos exclusivos

O SALA trará apresentações ao vivo em um ambiente intimista, que reproduz uma casa dos anos 1990 Por fim, o Puro Show, comandado por Puro Roxo, terá foco na resenha, cultura pop e comportamento dentro da música

Vem conhecer um pouco mais de cada um e os primeiros convidados:

NOVA

Nesta segunda-feira, dia 30, foi ao ar o primeiro programa da Podpah Records O NOVA é um projeto voltado para lançamento de músicas inéditas por artistas de diferentes gêneros musicais DAY LIMNS, uma das vozes mais autênticas da nova geração da música brasileira, será a cantora do episódio de estreia com a faixa ‘Energia’.

RE-VERSO

Com lançamento marcado para o dia 02 de abril, o RE-VERSO traz um olhar mais conceitual e narrativo A jornalista Julia Reis faz um bate-papo sobre música, trabalhando um lado menos óbvio dos artistas A proposta é falar sobre um vinil referência do convidado, explorando construção sonora, estética audiovisual e muitos outros assuntos As primeiras convidadas do programa serão Tasha & Tracie, que trarão esse conceito de “inverter o olhar” sobre a música

SEGUE O SOM

O Segue o Som é um dos formatos mais jornalísticos e curatoriais dentro da Podpah Records Famoso no meio musical por ser comandado por Pietro Reis, jovem jornalista conceituado da área e que já entrevistou nomes como Liniker, Os Garotin e muitos outros, o projeto segue com a proposta de trazer descoberta musical, análise, conversa aprofundada sobre artistas e cenas Para abrir o leque de opções do programa, três grandes nomes inauguram o projeto no dia 06 de abril: Criolo, Amaro Freitas e Dino d Santiago, comentando o mercado atual, com profundidade e curadoria

Focado em ser uma vitrine, onde artistas poderão usar como um espaço de estreia, o NOVA proporcionará ao público novos sons antes de viralizarem O programa, que inicialmente irá ao ar mensalmente, traz uma estética minimalista, moderna e focada 100% no artista

Julia, que faz parte da nova geração de comunicadores da plataforma, tem perfil multifacetado, mesclando música, internet e lifestyle, ajudando a traduzir o conteúdo para uma linguagem mais conectada com o público jovem e digital. O papo sai da entrevista tradicional para uma conversa estética/cultural, apresentando o diferencial do programa

O diferencial do programa é não só trazer os movimentos e cenas, mas também conversas com artistas em ascensão, tendências, o que está viralizando, construção de carreira e identidade sonora, além de recomendações do que Pietro sugere para ouvir no momento.

Foto: Caslu @caslu
Foto: Caslu @caslu
Foto: Caslu @caslu
Foto: Caslu @caslu
Foto: Caslu @caslu

BASE

Comandando por MC Mu540, o BASE é provavelmente o formato mais raiz da Podpah Records, representando o DNA do rap e do funk dentro do ecossistema criado pelo Grupo Podpah É um programa de performance musical crua, focado em MC, beat e interpretação Pra começar com o pé na porta, o programa, que vai ao ar no dia 09 de abril traz NandaTsunami, Yuri Redicopa e MC GW.

Com o nome que remete ao formato mais essencial da música, o BASE traz um conceito com a técnica do MC, flow, escrita e presença no microfone O cenário é focado no artista, valorizando a expressão e energia da apresentação, revelando novos talentos, mas também reafirmando artistas já conhecidos

M Ú S I C A

SALA

Numa pegada mais sofisticada, o SALA traz uma performance ao vivo dentro da Podpah Records é onde o músico entra num território mais artístico e completo E para debutar o programa, um dos maiores rappers da atualidade No dia 13 de abril, Rael chega com arranjos mais elaborados, com uma banda ao vivo, trazendo novas leituras de músicas conhecidas, além de interpretações.

PURO SHOW

Com cara de entretenimento, o Puro Show chega com o charme do influenciador Puro Roxo, e foca em resenha, cultura pop e comportamento dentro da música Com lançamento no dia 16 de abril, o programa traz um formato leve sobre a cena, opinião, humor e trending topics

Puro Roxo, que tem uma linguagem totalmente da internet, focada em memes, traz a energia mais espontânea das suas redes para o programa. Com uma pegada de opinião, humor e lifestyle, o Puro Show terá uma dinâmica com cortes rápidos, visual moderno, e com cara de talk show jovem

O espaço íntimo, que realmente remete a uma sala, traz a proximidade do artista e público, como uma espécie de mini show no estúdio A proposta é valorizar a musicalidade, a voz ao vivo, além de interpretação e estética sonora

Foto: Caslu @caslu

Quinzenalmente, a Podpah Records lançará sua grade de convidados, explorando o melhor da música brasileira. A Podpah Records tem apoio das marcas fundadoras Hellmann's, Pool Jeans, marca denim da Riachuelo, Estrella Galicia, Philips, Bem Bolado, Red Bull, Electro-voice e Tok&Stok

Foto: Natã Figueiredo @natanconect
Foto: Natã Figueiredo @natanconect
Foto: Caslu @caslu
Foto: Natã Figueiredo @natanconect

LARINHX lança o EP "Vadias In Love" com participações de Urias, Ebony e Bella Campos

Produtora de destaque na cena urbana, lança projeto autoral, trazendo representatividade feminina

Referência na produção musical brasileira, LARINHX assume de vez o protagonismo de sua própria voz. A artista carioca acaba de lançar o EP "Vadias In Love", um projeto de cinco faixas distribuído pela Altafonte Brasil O lançamento, que conta com as participações de Urias e Ebony, além de trazer a atriz Bella Campos na capa, serve como o abre-alas para novos lançamentos e seu aguardado álbum

“Eu fiquei muito animada com a ideia de organizar EPs com artistas que acredito, com quem já tenho algumas músicas Projetos que são colaborativos, com vivências reais. Tem muito tempo que eu não solto um projeto, acho que chegou o momento de fazer as pessoas se divertirem um pouco com minhas novas criações”, diz

LARINHX

Cria de Queimados, na Baixada Fluminense, LARINHX construiu sua reputação nos bastidores como uma força motriz da nova geração Sua visão curatorial e faro para o sucesso ficaram evidentes ao idealizar e liderar o aclamado álbum colaborativo "Eu Gosto de Garotas", projeto que serviu de vitrine para destacar nomes de peso do rap feminino, como Slipmami, Ebony e Shury. O projeto virou evento, que em 2024 teve Flora Matos como headliner. A artista já assinou também a criação e produção de sucessos com Ebony, Deize Tigrona, Irmãs de Pau, Valesca Popozuda e MC Carol e nomes diversos da cena Fugindo de cartilhas, "Vadias In Love" é uma crônica sofisticada e sem filtros sobre relações, desejo e poder sob a perspectiva de uma mulher LGBTQIA+ Para envelopar essa narrativa, LARINHX

assina batidas que transitam com fluidez entre o rap, o funk, o afrobeat e o dancehall. O projeto reafirma a versatilidade da artista (que assina a composição, a produção e a interpretação do trabalho) e traz colaborações musicais cirúrgicas: Ebony, na faixa MANIA (oi amor, bom dia), e Urias nas canções COISAS GRANDES e BESTEIRA Além de abrir o projeto com a intro vadiasinlove, escrita por Borges, um dos maiores rappers da atualidade

“LARINHX é uma artista incrível que admiro há muitos anos já, além de uma grande amiga. Já trabalhamos juntas algumas vezes, mas essas duas músicas são nossos primeiros lançamentos em conjunto e estou muito feliz com essa parceria Todo o processo criativo foi incrível e nesse projeto tive a oportunidade de participar de algo super diferente do meu trabalho atual, CARRANCA”, completa Urias

A força do lançamento também transborda para o visual A atriz Bella Campos empresta sua imagem para atuar exclusivamente como o rosto do projeto, estrelando a capa e os visuais do EP As fotos são assinadas pelo fotógrafo e influenciador Fernando Schlaepfer.

fortalecem, elevam a autoestima e fazem a gente se sentir desejada, amada e cheia de possibilidades um convite pra viver coisas boas, sentir prazer na própria existência e ocupar nosso espaço com confiança”, finaliza Bella Campos

“Acompanho a carreira da Ebony e da LARINHX há muito tempo sou fã de verdade. Sempre reconheci a importância que elas têm pra cena, na caminhada de tantos anos, e é muito especial ver esse momento em que os holofotes finalmente se voltam para as mulheres dentro do trap/rap O impacto que elas causam na vida de outras mulheres é real As músicas

Foto: Luis Felipe Gomes

Beatbox Educa: projeto de Caio Beatbox une música, educação e impacto social

Iniciativa já em andamento e aprovada pela Lei Rouanet busca ampliar ações educacionais e culturais pelo país Projeto utiliza o beatbox como linguagem acessível para estimular criatividade, escuta e autoconfiança

Com atuação em escolas e projetos sociais, iniciativa entra em fase de expansão e captação de parceiros

Idealizado pelo beatboxer, músico e educador Caio Beatbox, o Beatbox Educa é um projeto que une arte, educação e sustentabilidade a partir de uma proposta inovadora: usar a música feita com a voz como ferramenta de conscientização ambiental e transformação social Já em desenvolvimento e aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), o projeto entra em uma nova fase de expansão e busca parceiros para ampliar seu alcance no Brasil

Mais do que uma iniciativa educacional, o Beatbox Educa se estrutura como um projeto audiovisual que tem como eixo central a produção de um filme de médiametragem, capaz de traduzir conceitos de sustentabilidade de forma acessível, criativa e sensorial A proposta acompanha o cotidiano de um personagem que transforma os sons do dia a dia (do despertador ao

trânsito, da cozinha ao ambiente de trabalho) em música, revelando ritmo e significado em elementos que normalmente passam despercebidos “Esse projeto nasce da ideia de que tudo tem som, tudo pode virar música e, ao mesmo tempo, tudo pode ganhar um novo significado quando a gente muda o olhar”, explica Caio

Ao longo da narrativa, objetos, gestos e até resíduos são ressignificados, criando uma metáfora direta com a reciclagem e o reaproveitamento “O Beatbox Educa não fala só de música Ele fala de transformação De olhar para o que seria descartado, seja um objeto, um som ou até um momento , e entender que aquilo ainda tem valor”

A iniciativa também se conecta diretamente a pautas contemporâneas, estando alinhada a seis Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, reforçando o compromisso com

educação ambiental e impacto social

A ideia é abordar temas como consumo consciente, reaproveitamento e sustentabilidade de forma lúdica, utilizando o beatbox como linguagem universal “Eu sempre acreditei que a voz humana é o instrumento mais acessível que existe Quando você junta isso com educação e consciência ambiental, o impacto pode ser muito maior”, diz

O projeto nasce da vivência prática de Caio como educador Há mais de uma década ministrando aulas e oficinas, ele já levou o beatbox para escolas, CEUs, Sescs e organizações sociais, formando dezenas de alunos e utilizando a música como ferramenta de desenvolvimento criativo e pessoal “Ensinar sempre fez parte da minha trajetória O Beatbox Educa é uma forma de organizar tudo isso e levar essa experiência para uma escala maior, alcançando pessoas que talvez

nunca tiveram contato com a música”, explica

Com direção e coprodução de Kahuê Campion Rozzi e produção executiva de Solange Jovino, o projeto também se apoia em uma estrutura profissional consolidada no audiovisual, ampliando seu potencial de alcance e impacto A produção conta ainda com a parceria da produtora SimonSays Filmes, que já atua no desenvolvimento do roteiro

Além do impacto cultural e educacional, o Beatbox Educa se apresenta como uma oportunidade estratégica para empresas interessadas em associar sua marca a iniciativas com propósito O projeto oferece contrapartidas que vão desde visibilidade em materiais oficiais e ações de marketing até ativações criativas como jingles personalizados e conteúdos exclusivos, além de alinhamento com práticas de ESG e possibilidade de incentivo fiscal por meio da Lei Rouanet

“Esse é um projeto que conecta arte, educação e responsabilidade social Quero trabalhar com parceiros que enxerguem o valor disso e queiram construir algo com impacto real”, afirma Caio

O movimento de expansão acontece em paralelo ao crescimento da carreira do artista, que recentemente ganhou projeção internacional ao participar do reality show português “Casa dos Segredos”, ampliando sua visibilidade e levando o beatbox brasileiro para novos públicos

Agora, com o Beatbox Educa estruturado e pronto para ganhar escala, o foco está em conectar essa proposta a empresas, instituições e apoiadores que queiram investir em cultura, educação e transformação “Meu objetivo é simples: fazer com que mais pessoas descubram o poder da própria voz: não só para fazer música, mas para se expressar, se reconhecer e transformar o mundo à sua volta”, completa

Fotografias:

Caroline

Dallarosa

A CORAGEM DE SER REAL!

Entre o Brilho da TV e a Poesia das Letras! Caroline Dallarosa é o nome que estampa a edição de abril, nº 56, da Conexão Magazine Aos 28 anos, a atriz paranaense desafia as estatísticas e prova que o sucesso, quando fundamentado em verdade, não conhece limites Com uma ascensão meteórica que a levou de Campo Largo ao Projac, ela conquistou o Brasil como a inesquecível Anjinha em Malhação e, mais recentemente, parou as redes sociais com sua participação marcante em Garota do Momento

Para além das câmeras, Caroline é um fenômeno de comunicação Com quase 4 milhões de seguidores e mais de 52 milhões de curtidas apenas no TikTok, ela domina a arte de dialogar com o público de forma orgânica Entre um treino de Muay Thai e os estudos de Arqueologia, a artista demonstra uma pluralidade rara, equilibrando a carreira consolidada na TV Globo com o engajamento genuíno em causas animais e o domínio de novos idiomas

A artista expande ainda mais seus horizontes ao estrear na literatura com o romance De Coração Se no cinema e na TV ela empresta corpo e voz a personagens vibrantes, nas páginas ela revela uma faceta mais íntima e reflexiva, explorando os dilemas da transição para a vida adulta Caroline é a prova de que é possível ser multifacetada sem perder a essência, transitando com leveza entre o humor e o drama

Em entrevista exclusiva, ela mergulha na trajetória, revela bastidores de sua transição para a literatura e explica como mantém os pés no chão enquanto a carreira alcança voos cada vez mais altos Prepare-se para conhecer uma mulher que entende que a estratégia é importante, mas que a coragem de se ouvir no meio do barulho é o que realmente define a sua arte Confira na íntegra:

Camila Cardoso

Caroline, você enviou um vídeo aos 14 anos e o primeiro "sim" só veio aos 21, após percorrer mais de mil quilômetros de Campo Largo até o Rio de Janeiro. Como foi manter a autoconfiança durante esses sete anos de espera e qual foi a sensação de estrear já em um papel de destaque como a Anjinha em Malhação?

Na verdade, eu fiz esse vídeo de forma despretensiosa (embora esperançosa) aos 14 anos, mas não fiz outras tentativas do tipo posteriormente, meu primeiro teste de fato foi aos 21 Nesse meio-tempo, fui vivendo a vida de uma adolescente em Campo Largo, com meus compromissos na escola e outras atividades, mas sempre com o pensamento de que, talvez, em algum momento, eu deveria investir nas artes cênicas e ir para o Rio de Janeiro

De certa maneira, fui me aprimorando organicamente, aprendendo, amadurecendo e até entendendo melhor o que eu realmente queria. E, quando esse vídeo foi surpreendentemente “desenterrado” (rs) por um produtor, sete anos depois do envio, fui chamada para o meu primeiro teste na TV, e já passei logo n que fiz.

Acho que, justamente por ter sido uma surp por eu já estar mais madura, quando surgiu só pensei que era para ser Não houve essa se espera ou de “finalmente”, sendo honesta, p era como se eu tivesse nestes anos focada um movimento para isso

A partir do convite pro teste, saí de Campo carro e fui para o Rio, e isso culminou no me papel na TV, na pele da Anjinha, em Malhação com uma personagem tão forte foi surreal, ma fez sentido Senti que tudo o que vivi a preparou para aquele momento Foi como u a hora”, um presente enorme!

Você trancou a faculdade de Publicid seguir a atuação, mas hoje soma ce milhões de seguidores nas redes sociais maneira o seu conhecimento em com ajuda você a gerir esse "capital simbó entender o que o seu público quer con TikTok e no Instagram?

Eu brinco que não terminei a faculdade de P hoje curso Arqueologia (e amo) em paralelo de atriz, mas a publicidade nunca saiu de mim Porque comunicação é tudo hoje e eu tenh direta com esse mercado Eu entendo muito o

público, o timing das coisas, o que conecta de verdade. E também tem uma coisa que eu valorizo muito: autenticidade. As pessoas percebem quando é real. Então, eu tento equilibrar estratégia com verdade… Não adianta só performar, tem que sentir também.

Em sua trajetória na TV, você deu vida a personagens marcantes como a Arminda, em Além da Ilusão, e recentemente a Camila, em Garota do Momento. Como é para você construir figuras que conquistam o público tão rápido e geram tanto engajamento imediato nas redes sociais?

Eu acho que o público sente quando a gente se entrega de verdade Eu gosto de mergulhar nas personagens, entender o porquê delas, até nas partes mais imperfeitas E, hoje em dia, tem essa resposta imediata das redes, né? Então é muito doido, porque você sente na hora o que tocou as pessoas Mas eu tento não me guiar só por isso primeiro, eu faço por amor à personagem; o resto vem E, graças a Deus, até agora todas as respostas foram boas, hahaha

Em Garota do Momento, sua personagem

Camila rapidamente se tornou um dos nomes mais comentados da novela, mesmo sendo uma participação especial na reta final. Como foi o desafio de chegar com a "trama já andando" e imprimir uma marca tão forte em tão pouco tempo de tela?

Foi um desafio delicioso! Porque você chega com tudo acontecendo já… Então não tem muito tempo para “ir aos poucos”. Você precisa chegar já marcando. Confesso que é o delicioso mais assustador que já passei, hahaha. Eu encarei muito como uma oportunidade de imprimir energia nova na trama. E acho que, quando você chega com verdade e intenção, mesmo com pouco tempo, dá para deixar uma marca forte, sim, e foi isso que a Camila fez. Estou tendo a sorte de, na minha carreira, só fazer personagens expressivas… Que prazer, inclusive!

No cinema, você in Escrito, uma person O quanto a experiê de um longa-metr intensa das novelas na Globo?

São ritmos completa quase um esporte de emocionalmente mui cinema é mais detalh tempo pra construir, p dois, mas com novelas chances de “errar” e cinema, não tem esse

Você está estreando na literatura com o romance De Coração. O que a escrita permitiu que você explorasse de forma mais profunda do que a atuação? A história da Anne traz algum dilema real que você também enfrentou nessa transição para a vida adulta?

A escrita me permitiu entrar em lugares que às vezes a atuação não deixa tão explícito… Pensamentos, conflitos internos, silêncios. A Anne tem muito dessa fase de transição, de se entender, de se perder um pouco… E eu acho que todo mundo passa por isso, inclusive eu. Então, sim, tem bastante coisa ali que veio de um lugar bem verdadeiro e de pontos de identificação, mas claro lembrando que é uma história fictícia.

Você é vegetariana e muito engajada na causa animal. Em um mundo onde a imagem da artista é tão cobrada, como você utiliza a sua influência digital para conscientizar seus seguidores sobre pautas urgentes sem perder a leveza e o humor que são sua marca registrada?

Eu tento falar de um jeito que não afaste as pessoas, sabe? Porque é uma causa muito importante pra mim, mas eu entendo que cada um tem seu tempo Então, eu gosto de trazer leveza, informação, e mostrar na prática também Acho que influenciar não é só falar, é viver aquilo Tenho resistência a tudo que é feito com pressão, que acaba soando pesado, então, por isso, sempre busco tratar de causas importantes com responsabilidade, e mesmo elas sendo densas, tentar repassar o que é importante de uma maneira mais compatível com o como eu mesma receberia melhor a mensagem.

Praticante de Muay Thai, fluente em inglês e agora se aventurando como escritora, você é vista como um exemplo da Geração Z plural. Com tantas habilidades e projetos em áreas diferentes, qual é o maior desafio de manter o foco e a autenticidade em uma carreira que cresce de forma tão rápida?

O maior desafio é não se perder no meio de tanta coisa Porque hoje em dia tudo acontece muito rápido, e é fácil começar a fazer as coisas no automático, então eu sempre tento me reconectar comigo mesma Tipo: “isso aqui ainda faz sentido pra mim?” - se a resposta for sim, eu vou Se não, eu repenso No fim, autenticidade, pra mim, é isso: é ter coragem de se ouvir no meio do barulho

Atriz Mariana Scofano impulsiona carreira internacional com intercâmbio e prepara-se para estreia em novo musical

Experiência cultural no exterior enriquece repertório artístico e aprofunda paixão pelo audiovisual, com foco em produção e construção de personagens

A atriz Mariana Scofano anuncia um período de intercâmbio internacional, uma imersão cultural que visa expandir seu repertório artístico e aprofundar seus conhecimentos no universo audiovisual A iniciativa ocorre em um momento estratégico, enquanto a atriz se prepara para a aguardada estreia ainda este ano de um novo musical, prometendo trazer uma nova perspectiva para os palcos brasileiros

Durante sua viagem, Mariana Scofano tem explorado novas culturas e vivenciado experiências enriquecedoras, que, segundo ela, são fundamentais para a construção de personagens autênticos e complexos A atriz destaca a importância de observar diferentes formas de viver o mundo para aprimorar sua arte. Além disso, Scofano tem se dedicado a estudar os bastidores da produção audiovisual, buscando compreender o processo completo de realização de um projeto, desde a concepção até a finalização. Essa nova área de estudo tem ampliado sua paixão pelo cinema e pela arte, proporcionando um entendimento mais profundo do cuidado envolvido em cada etapa da produção

"Essa viagem me proporcionou conhecer novas culturas e ter novas experiências, além de adquirir novos conhecimentos e repertórios muito legais! Vivências contribuem muito para a minha carreira como atriz, porque me permitem ver outras formas de viver o mundo, o que faz toda a diferença na hora de construir personagens!", afirma Mariana Scofano "Estou muito animada para essa nova etapa! Gosto muito da parte do 'por trás das câmeras' do audiovisual, então estou muito empolgada para poder aprender e mergulhar nesse novo caminho. Quero muito entender tudo que acontece para que um projeto seja realizado e acho que isso vai ampliar ainda mais a minha paixão pelo cinema e pela arte!"

A atriz continua suas aulas de atuação e planeja retomar as aulas de canto, elementos essenciais para seu próximo projeto de teatro musical, previsto para este ano A experiência em produção tem se mostrado um

diferencial, ajudando-a a entender seu papel como atriz de forma mais abrangente e a enriquecer seu processo criativo com novas referências e conhecimentos diários

Foto: Divulgação

Erick Jacquin ajuda cantina italiana repleta de conflitos no próximo “Pesadelo na Cozinha”

Falta de diálogo entre a equipe marca visita do chef francês a estabelecimento com 35 anos de história localizado em Santo André (SP)

Foto: Renato Pizzutto/Band

A Band apresenta o sexto episódio de Pesadelo na Cozinha. Dessa vez, Erick Jacquin vai até Santo André (SP) para conhecer o La Cantina, restaurante que tem a pretensão de preservar viva uma tradição de família O chef francês encontra um negócio carregado de memórias, mas fragilizado por tensões acumuladas ao longo de sua existência

Com 35 anos de história, o estabelecimento que deveria ser acolhedor virou um verdadeiro problema O que atrapalha com maior intensidade são os conflitos internos causados pela falta de diálogo. Rinaldo, garçom que trabalha há mais de três décadas no local, se

desentende frequentemente equipe da cozinha. Ele não reconhecido pelo pro Marcelo, que tenta manter funcionando diante das dificu Versão brasileira do britânico Kitchen Nig Pesadelo na Cozinha coprodução da Band com a Bros Discovery A atração é ex emissora às terças-feiras, às 22 simulcast no Bandcombr aplicativo Bandplay Os espe podem conferir tudo na plataf streaming HBO Max e no c assinatura Discovery Home & às sextas-feiras, às 20h40.

Espetáculo “O Patinho Feio”, da Trupe Investigativa Arroto Cênico, inicia circulação gratuita por municípios da baixada fluminense

O projeto foi contemplado para um circuito de cinco apresentações gratuitas pelos municípios de Nova Iguaçu, Mesquita e Nilópolis e um ciclo de três oficinas formativas

Os coletivos teatrais da baixada fluminense vem nos últimos anos mostrando fôlego para romper barreiras que antes cerceavam a difusão da produção de espetáculos da região Isso se dá principalmente pela persistência e trabalho em rede feito pelos artistas e grupos que estão buscando cada vez mais o aprimoramento através das trocas de experiências artísticas Dentro desse contexto, a Trupe Investigativa Arroto Cênico de Nova Iguaçu, que completou 11 anos de trajetória, vem se firmando como uma das companhias de maior atividade da região

O espetáculo “O Patinho Feio”, idealizado pelo grupo e produzido por Erick Galvão, Marcos Covask e Nathalia Lamim, foi contemplado no Edital Fluxos Fluminenses, e é realizado pelo Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Política Naciona Aldir Blanc A montagem com dramaturgia de Beto Gaspari, Cesário Candhí e Marcos Covask é uma livre adaptação teatral em forma de corde do conto homônimo de Hans Christian Andersen. O projeto irá realizar um circuito de cinco apresentações gratuitas pelos municípios de Nova Iguaçu, Mesquita e Nilópolis e um ciclo de três oficinas formativas

entre feio e bonito, trazendo a reflexão sobre as diferenças, o processo de entendimento e acolhimento do outro Com uma trilha sonora original, em cena os atores se desdobram também nas funções de cantores e músicos No elenco: Carla Nunes, Cesário Candhí, Erick Galvão, Francisco Farnum e Nancy Calixto

A montagem estreou em 2021 Desde então foi contemplado em 8 Editais de Patrocínio, indicado à 5 categorias do 7º PRÊMIO CBTIJ DE TEATRO PARA CRIANÇAS 2022 e selecionado para 20 festivais nacionais de Teatro. Recebeu 22 prêmios, sendo 7 deles de Melhor Espetáculo Tendo atingido nesse período um público em torno de 12000 pessoas No final de 2024 o espetáculo foi eleito pelo renomado crítico de teatro Dib Carneiro Neto como um dos 10 melhores espetáculos infanto juvenis nacionais fora da cidade de São Paulo

Situada no sertão e com uma proposta diferente de abordagem do conto, a peça atualiza a dicotomia

Foto: Nathalia Lamim

Do sertão para o topo: a potência da arte na baixada sob o olhar de Erick Galvão

"Estar entre os dez melhores espetáculos do Brasil é uma conquista significativa para um território que historicamente recebe menos visibilidade"

Dando continuidade ao fôlego criativo da Trupe Investigativa Arroto Cênico, que há 11 anos desafia as barreiras geográficas da produção cultural, mergulhamos agora nos bastidores de um fenômeno que segue conquistando o público e a crítica Após circular por dezenas de festivais e emocionar milhares de espectadores, o espetáculo "O Patinho Feio" reafirma o poder do teatro feito na Baixada Fluminense ao integrar a seleta lista dos melhores do país.

À frente tanto na gestão administrativa do projeto contemplado pela Lei Aldir Blanc, quanto na entrega visceral do palco, está Erick Galvão O ator assume a responsabilidade de dar vida ao protagonista, o próprio Patinho Feio Em uma versão adaptada para o cordel e ambientada no sertão, o personagem de Erick personifica a jornada da exclusão à autodescoberta, partindo em uma aventura pelo mundo para entender que a verdadeira beleza reside no acolhimento das diferenças e na autoaceitação.

A transição do papel de produtor executivo para o de ator central exige um equilíbrio que Galvão domina com a maturidade de quem conhece as engrenagens da cultura local Nesta nova circulação por Nova Iguaçu, Mesquita e Nilópolis, o artista não traz apenas um espetáculo premiado, mas um manifesto sobre a resistência e a qualidade técnica dos coletivos que insistem em criar com continuidade fora dos grandes eixos tradicionais

Em entrevista exclusiva, ele revela os desafios de conciliar a gestão administrativa com a criação artística, analisa a importância do reconhecimento crítico para o território da Baixada e desabafa sobre a necessidade de um olhar mais atento dos meios de comunicação para a potência que nasce na região Confira a entrevista completa: Erick, você está na linha de frente tanto na atuação quanto na produção. Como é conciliar a gestão de um projeto contemplado pela Lei Aldir Blanc com a entrega artística no palco?

Conciliar a atuação com a produção dentro do mesmo projeto é um grande desafio Ao longo das experiências com o grupo, fui aprendendo a ocupar esse lugar com mais equilíbrio A chave está na organização e na gestão do tempo, garantindo que a produção não interfira no processo criativo do personagem e vice-versa

Como está a expectativa para as apresentações dessa nova circulação?

A expectativa é muito grande Já participamos de temporadas, festivais e outras circulações, mas existe algo especial quando o foco é o público infantojuvenil Muitas crianças estão indo ao teatro pela primeira vez, e não tem relação mais genuína do que a com esse público, eles são sinceros e se entregam completamente à experiência Nossas primeiras apresentações na última

O espetáculo foi eleito um dos 10 melhores do país fora do eixo paulistano O que esse reconhecimento representa para o teatro feito na Baixada Fluminense? Esse reconhecimento tem um peso

Foto: Luis Vizu

enorme Só quem faz teatro na periferia, especialmente na Baixada Fluminense, conhece as dificuldades de se manter em cena e produzir com continuidade Estar entre os 10 melhores espetáculos infantis do Brasil é uma conquista muito significativa, ainda mais vindo de um território que historicamente recebe menos visibilidade e investimento cultural Ao mesmo tempo, isso também nos faz refletir Muitas vezes, o nosso trabalho acaba sendo mais reconhecido fora da Baixada do que dentro do próprio território onde ele nasce Inclusive, sentimos falta de um olhar mais atento dos próprios meios de comunicação locais, que muitas vezes não nos procuram para conhecer ou divulgar o que estamos construindo

Isso levanta um questionamento importante sobre valorização, acesso e circulação da arte produzida na região Mas seguimos firmes, acreditando na potência da nossa região A Baixada Fluminense é um grande polo cultural, com artistas extremamente qualificados, e esse reconhecimento também é uma forma de afirmar isso para o Brasil.

Foto: Nathalia Lamim

Com ano movimentado, Danni Suzuki muda visual para novo projeto

Danni Suzuki está de visual novo! Em meio a uma fase intensa de trabalhos, a atriz, atualmente no ar com a série " Atualmente no ar com a série "(In)Vulneráveis", atriz adota cabelo loiro

Foto: Divulgação

Além disso, Danni também se prepara para um novo desafio na carreira: sua estreia na literatura, com o lançamento do livro "Humanos do Futuro - Uma revolução tecnológica exige uma revolução humana", previsto para maio

Laura Brito apresenta categoria “Revelação Digital em Beleza” no Prêmio iBest 2026, em São Paulo

Criadora de conteúdo sobe ao palco com look conceitual para anunciar os vencedores da categoria

A influenciadora e atriz Laura Brito será uma das responsáveis por conduzir um dos momentos mais aguardados do Prêmio iBest 2026 A criadora apresenta, nesta terça-feira (24), a categoria Revelação Digital em Beleza, durante a cerimônia realizada no Teatro Bradesco, em São Paulo.

Para a ocasião, Laura aposta em um look de forte identidade estética, idealizado juntamente com os stylists Matheus Melzani e Igor Garcia. A produção traz uma peça imponente desfilada na última edição da Casa de Criadores, dentro do projeto Talentos Senac Moda: a saia assinada pela designer em formação Vitória Savian, parte da coleção “Nude Total”

A coleção foi apresentada na Casa de Criadores 57 com a proposta de evidenciar a pluralidade das peles brasileiras por meio de técnicas e interferências têxteis, explorando texturas, colorações e volumetrias diversas, conceito que dialoga diretamente com a narrativa de autenticidade e valorização da identidade presente na trajetória de Laura

O styling é finalizado com um mix de texturas que enriquece a composição, incluindo a sobreposição de uma segunda pele de renda, além de acessórios marcantes como braceletes de mamadeira, pulseiras e brincos em metal dourado. O sapato de pelo marrom completa o visual, adicionando profundidade e contraste à produção

Com mais de 16,2 milhões de seguidores somados nas redes sociais, Laura leva ao palco sua autenticidade e forte conexão com o público, características que marcam sua trajetória no ambiente digital Reconhecida como uma das principais vozes da moda upcycling no Brasil, a pernambucana construiu sua carreira incentivando a criatividade e o consumo consciente, mostrando que estilo está mais ligado ao olhar do que ao consumo

Na categoria apresentada por Laura, o Top 3 do voto popular é formado por Edson Júnior, Malu Fernandes e Naiary Mazetto Já pelo júri da academia, os finalistas são Dr Ursinho Rodrigo Andrade, Malu Fernandes e Thais Braz, reforçando a diversidade de vozes e estilos que movimentam o universo da beleza nas redes

O Prêmio iBest 2026 realiza, neste ano, o maior encontro nacional de influenciadores digitais já promovido no país, reunindo finalistas de 119 categorias

Considerado a principal premiação do universo digital brasileiro, o iBest se consolidou como referência na identificação das iniciativas mais relevantes da internet

Foto: Divulgação

Do café da manhã ao jantar: como incluir queijo zero lactose na alimentação

Cada vez mais presente nas prateleiras dos supermercados, o queijo zero lactose tem ganhado espaço na alimentação de pessoas que buscam alternativas mais leves ou possuem intolerância à lactose No entanto, especialistas alertam que o consumo desse tipo de produto deve estar ligado à necessidade individual e não apenas a modismos alimentares

O queijo zero lactose é indicado principalmente para pessoas com intolerância, condição que dificulta a digestão do açúcar presente no leite e pode causar desconfortos gastrointestinais Nesses casos, a versão sem lactose permite manter o consumo de um alimento nutritivo, rico em proteínas, cálcio e vitaminas, sem prejuízo ao organismo

Na rotina alimentar, o queijo zero lactose pode ser incluído de forma prática em diferentes refeições Ele pode compor o café da manhã em sanduíches e tapiocas, ser utilizado em omeletes e saladas no almoço, entrar em preparações como lasanhas e tortas ou ainda ser consumido como lanche da tarde acompanhado de frutas e pães integrais.

Segundo a nutricionista da Tijuca Alimentos, Joelia Silva, o importante é entender quando o consumo é realmente necessário “O queijo zero lactose é uma excelente alternativa para pessoas com intolerância, pois permite manter uma alimentação equilibrada sem abrir mão dos nutrientes do leite Para quem não possui restrição, o consumo pode ser feito normalmente, sempre com orientação e equilíbrio na dieta”, explica A especialista reforça que a

escolha dos alimentos deve ser acompanhada de planejamento nutricional e atenção às necessidades individuais, garantindo uma alimentação saudável, variada e adequada ao dia a dia O queijo é um alimento nutritivo e pode trazer benefícios importantes para a saúde quando consumido com equilíbrio Rico em proteínas de alto valor biológico, cálcio, fósforo e vitaminas do complexo B, ele contribui para a saúde óssea, o fortalecimento muscular e o bom funcionamento do sistema nervoso Além disso, alguns tipos de queijo contêm compostos que auxiliam na saúde intestinal e na sensação de saciedade, o que pode ajudar no controle do apetite e na manutenção de uma alimentação equilibrada ao longo do dia

Foto: Luis Vizu

Quando a marca ganha rosto: estratégia de mascote vira diferencial competitivo

BR Machine lança Garro e reforça posicionamento com identidade própria, experiência e vínculo emocional no ponto de venda

A BR Machine, referência nacional em máquinas de captura, apresenta seu mais novo lançamento: a pelúcia Garro, mascote oficial da marca. Com visual inspirado em aventuras clássicas, em um estilo que remete ao universo de Indiana Jones, o personagem carrega na mão uma garra e na outra uma pelúcia, elementos centrais da experiência das máquinas de captura, reforçando a identidade e o propósito da empresa

O Garro passa a estar presente em todas as máquinas da BR Machine espalhadas por mais de 280 shoppings e redes varejistas em todo o país, marcando um novo momento da marca, que amplia sua estratégia de branding ao transformar seu mascote em um produto físico e colecionável. A iniciativa fortalece a relação emocional com o público e cria uma conexão direta entre a marca e a experiência vivida no ponto de venda

Para Elvis Rováris, gestor da BR Machine, mais do que uma pelúcia, o Garro nasce como um símbolo da BR Machine “A presença do mascote nas máquinas reforça o reconhecimento da marca, gera familiaridade com os consumidores e amplia o potencial de engajamento, especialmente entre famílias, crianças e jovens que interagem com o equipamento” A estratégia segue o movimento da empresa de investir em produtos diferenciados e experiências que vão além do entretenimento. Ao integrar o mascote ao portfólio, a BR Machine consolida sua atuação no marketing experiencial, usando o design e a

narrativa do personagem para sua própria história e valores

Luis Vizu

“O Garro representa a essê BR Machine: diversão, aven experiência Ele carrega a garra o coração das nossas máqu simboliza a busca constan entregar algo marcante p público Mais do que um masc é uma forma de aproximar aind a marca das pessoas”, afirma El

Com o lançamento do Garr Machine reforça sua estraté fortalecimento de marca no v no entretenimento, apostand identidade, conexão emocio presença consistente em to seus pontos de contato c consumidor

Foto:

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