





























EDIÇÃO: N 427 JAN-FEV







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EDIÇÃO: N 427 JAN-FEV

















apresentam informação e cultivares de soja em 18 municípios











para cooperados já está disponível






A partir de abril de 2026, conforme a Lei nº 224/2025, haverá atualização da alíquota do FUNRURAL.
Como fica a composição:
Previdência Social: 1,32% (antes 1,2%)
RAT: 0,11% (antes 0,1%)
Senar: 0,20% (antes 0,2%)
Alíquota total: 1,63% (antes: 1,5%)
A COMIGO realizará a retenção conforme determina a legislação. Em caso de dúvidas, procure sua unidade.






Começamos mais um ano com a certeza de que os resultados que alcançamos no campo são fruto de um conjunto de fatores. Não existe uma única decisão que determine o sucesso de uma safra ou de uma propriedade. Existe trabalho, planejamento, tecnologia, troca de experiências e, principalmente, a união entre cooperados, técnicos e parceiros que caminham juntos em busca de evolução.
É com esse espírito que realizamos os Dias de Campo em diversos municípios da nossa área de atuação. Esses encontros têm um papel muito importante porque aproximam o conhecimento da realidade do produtor. Ali, na lavoura, é possível observar o desempenho de variedades, discutir manejos e entender como diferentes tecnologias respondem às condições do clima e do solo. Em um ano marcado por desafios, como atraso de plantio e falta de chuva, vimos na prática que existem alternativas capazes de ajudar o produtor a superar dificuldades.
Também ficamos muito satisfeitos em acompanhar histórias de superação dentro das propriedades. Um exemplo é o caso do
cooperado Henrique Borges, em Caçu, que enfrentava a degradação das pastagens e decidiu apostar na reforma por meio do plantio direto. Com orientação técnica da COMIGO, ele conseguiu recuperar a área, aumentar a capacidade de lotação e melhorar os resultados da atividade. Esse tipo de experiência mostra que, quando conhecimento e dedicação caminham juntos, os resultados aparecem.
A troca de conhecimento acontece de várias formas. Tivemos a satisfação de receber representantes de outras cooperativas do país interessados em conhecer de perto a nossa estrutura e o nosso modelo de trabalho. Isso mostra que a COMIGO se tornou uma referência em todos os sentidos, fruto de muito esforço coletivo ao longo dos anos.
Outro ponto que sempre valorizamos é o investimento em pessoas. Para 2026, estamos ampliando nosso calendário de cursos e capacitações e teremos novas turmas dos programas voltados aos Jovens e às Mulheres Cooperativistas. Acreditamos muito na formação de novas lideranças e na sucessão familiar dentro das propriedades. O futuro do cooperativismo passa
por preparar bem as próximas gerações.
Também nos preparamos para mais uma edição da Tecnoshow COMIGO, que chega à sua 23ª realização com o tema “O Agro Conecta”. A feira é um momento muito especial para todos nós, porque reúne tecnologia, conhecimento e oportunidades de negócios. É um ambiente onde produtores, empresas, pesquisadores e especialistas se encontram para discutir o presente e o futuro do agro.
Seguimos trabalhando com os pés no chão, aprendendo a cada safra e buscando evoluir em todos os sentidos. O agro muda rápido, os desafios são grandes, mas a força do cooperativismo está justamente na capacidade de caminhar juntos. É assim que continuaremos construindo o futuro da nossa cooperativa e contribuindo para o crescimento do campo e das nossas comunidades.


Eventos técnicos realizados em 18 municípios da área de atuação da COMIGO apresentam comparativos de variedades de soja, recomendações de manejo e tecnologias voltadas à próxima safra. 16 20
A programação de capacitação para cooperados em 2026 inclui cursos técnicos e de gestão, além de novas turmas dos programas de Formação de Jovens e de Mulheres Cooperativistas.

CADASTRO COMIGO
Endereço: Avenida Presidente Vargas, 1878
Caixa Postal 195 | CEP: 75.901-901 - Rio Verde - GO
Fax: (64) 3621-1691 | Telefone: (64) 3611-1500
SAC COMIGO: 0800 642 1500
Site: www.comigo.coop.br
E-mail: sac@comigo.com.br
CNPJ: 02.077.618/0001-85. IE: 10.088.758-9
CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Presidente: Antonio Chavaglia
DIRETORIA EXECUTIVA
Presidente Executivo: Dourivan Cruvinel de Souza
Diretor de Lojas: Carlos Alberto Leão Barros
Diretor de Insumos: Cláudio César Teoro
Diretor Industrial: Paulo Carneiro Junqueira
Diretor Administrativo Financeiro: Warlen Ferreira de Freitas
Diretor Comercial: Welton Vieira de Menezes
CONSELHEIROS DE ADMINISTRAÇÃO
Alceu Ayres de Moraes
Luiz Gustavo Cavalet
Marciano Casagrande
Max Eugênio da Silva Arantes
Rafaela Henkes Vian
Renata Ferguson
Rogério Martins Silva Caetano
CONSELHEIROS FISCAIS
Alexandre Oliveira de Sá
Gabriel Neves de Almeida
Márcia Raquel Gomes de Andrade Vian
Moisés Martins de Miranda Júnior
Samuel Silva Barbosa
Vanine Di Garcia Lessa
ASSESSORIAS
Assessoria Ambiental
Auditoria interna
Comunicação Cooperativismo Jurídica Planejamento Processos
Sistema de Gestão da Qualidade
INFORME COMIGO
Revista bimestral editada pela Assessoria de Comunicação da COMIGO.
Conselho Editorial: Beckembauer Ferreira, Ubirajara Oliveira Bilego e Gabriele Triches Ribeiro.
Coordenação ASCOM: Gabriele Triches Ribeiro
Editor Responsável: Pedro Henrique Cabral Rosa - RP: 0004462/GO
Matérias e Fotografias: Douglas Dias Teixeira
Pedro Henrique Cabral Rosa
Wellerson Martins Moreira
Wagner Silva Filgueira
Diagramação, composição e arte: Vanessa Fernandes dos Santos
Comercial: Gabriela Alves
E-mail: gabrielaalves@comigo.com.br
Telefone: (64) 3611-1690
A 23ª edição da Tecnoshow COMIGO, de 6 a 10 de abril em Rio Verde, terá como tema “O Agro Conecta”, reunindo tecnologias, soluções digitais, debates técnicos e um novo pavilhão dedicado à inovação no campo.

Impressão: Cirgráfica - Goiânia
Tiragem: 12.500 exemplares
CADASTRO COMIGO
Fundação: 6 de julho de 1975
Gênero: Cooperativa de beneficiamento, industrialização e comercialização de produtos agropecuários.
Instalação/Atividades:
ACREÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0028-03
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0013-19
CAÇU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0051-44
CAIAPÔNIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0045-04
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0046-87
FIRMINÓPOLIS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618.0063-88
INDIARA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0018-23
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0024-71
IPORÁ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0043-34
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0062-05
JANDAIA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0020-48
JATAÍ: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0023-90
A 10ª edição do Programa Superar reconheceu profissionais e equipes de destaque da cooperativa, com base nos resultados e atendimentos realizados ao longo de 2025.

Armazém / CNPJ: 02.077.618/0012-38
Estrela D’Alva - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0031-09
Paraíso - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0036-05
Bom Jardim - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0048-49
Fábrica Suplemento Mineral Jataí
Fazenda Florestal VI e Cultivos / CNPJ: 02.077.618/0060-35
JUSSARA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0067-01
MINEIROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0056-59
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0065-40
MONTES CLAROS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0044-15
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0042-53
Fábrica Suplemento Mineral
MONTIVIDIU: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0030-10
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0017-42
NOVA CRIXÁS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0061-16
PALMEIRAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0049-20
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0053-06
PARAÚNA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0021-29
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0022-00
Armazém II - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0052-25
Fazenda Florestal VII e Cultivos / CNPJ: 02.077.618/0064-69
Na Fazenda Mariana, em Caçu (GO), o cooperado Henrique Borges adotou o plantio direto de pastagens e conseguiu ampliar a produtividade e a capacidade de lotação do rebanho.

PIRANHAS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0054-97
PONTALINA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0058-10
RIO VERDE: Sede Administrativa / CNPJ: 02.077.618/0001-85
Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0001-85
Fazenda Florestal IV / CNPJ: 02.077.618/0047-68
Depósito de Insumos - Loja / CNPJ: 02.077.618/0055-78
Complexo Industrial / CNPJ: 02.077.618/0002-66
Fazenda Florestal I / CNPJ: 02.077.618/0016-61
Fazenda Florestal II / CNPJ: 02.077.618/0029-86
CTC - Centro Tecnológico COMIGO / CNPJ: 02.077.618/0032-81
Ponte de Pedra - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0034-43
Fazenda Monte Alegre - Cultivos / CNPJ: 02.077.618/0040-91
Máquinas e Implementos - Loja / CNPJ: 02.077.618/0041-72
Fazenda Florestal V / CNPJ: 02.077.618/0059-00
SANTA HELENA: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0004-28
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0005-09
Cinquentão - Armazém / CNPJ: 02.077.618/0033-62
SERRANÓPOLIS: Loja agropecuária / CNPJ: 02.077.618/0014-08
Armazém / CNPJ: 02.077.618/0037-96
Armazém II / CNPJ: 02.077.618/0057-30



HOMENS
ABRAO RODRIGUES DE QUEIROS NETTO
ADAUTO MACHADO DA SILVA
AGROPECUARIA SOUZA & SIQUEIRA LTDA
AGROPECUARIA STERCHILE LTDA
AGROREMA PARTICIP E INVESTIMENTOS L
AIRES ARAUJO CRUZEIRO SOARES
ALESSANDRO CHIOGNA
ALEX BORGES DE OLIVEIRA MEDEIROS
ALICE RODRIGUES SANCHES
ALINE LAPORTE MORAES
ALINE LEANDRO MARTINS
ALINE SILVA DE MENDONCA
ANA ELISA LOPES CARDOSO
ANA FLAVIA REBOUCAS F. BORGES ALVES
ANIZIA PAIS DE LIMA ESCOBAR
ARTHUR MELO GESTAO DE IMAGEM ESP. L
ARTHUR PINHEIRO BARRETO
BENVINDO CARDOSO BORGES
CARLOSAM ANTONIO ALVES
CELSO ALVES DE CASTRO
PARAÚNA-GO
MAURILÂNDIA-GO
NIQUELÂNDIA-GO
JATAÍ-GO
ABADIA DE GOIÁS-GO
CAIAPÔNIA-GO
QUIRINÓPOLIS-GO
DIORAMA-GO
CAÇU-GO
RIO VERDE-GO
EDÉIA-GO
FIRMINÓPOLIS-GO
ANICUNS-GO
JUSSARA-GO
SERRANÓPOLIS-GO
INDIARA-GO
JUSSARA-GO
ITAPIRAPUÃ-GO
JANDAIA-GO
ITAPIRAPUÃ-GO
CHARLES ADRIANO REZENDE LEMES
CRUVINEL AGROPECUARIA E PARTIC LTDA
DAYANNE FONSECA DE CASTRO
EDUARDO GUIMARAES DE CASTRO PRADO
ELDIA LOURENCO DE MELO
ESTEVAO FERNANDES REBOUCAS NETO
EURICO ADRIANO CAETANO
EWERTHON GABRHIEL SOUZA LIMA
FABIANA MENDES DA SILVA
FABIO CANDIDO DE ALMEIDA
FABIO SILVA REZENDE
FELIPE TREVIZOLI FERRAZ
FERNANDA REZENDE DE CARVALHO
FERNANDO ALVES MUNDIM
FRANCISCO CARLOS BUSCHINELLI MEDUNA
GABRIEL ANTONIO PEREIRA LEAL
GERSON ALVES DE OLIVEIRA
GRAZIELLE FERREIRA DE MORAIS
GS AGROPECUARIA LTDA
GUILHERME PRADO E PORTO
ITARUMÃ-GO
RIO VERDE-GO
MAURILÂNDIA-GO
JATAÍ-GO
IPORÁ-GO
JUSSARA-GO
JUSSARA-GO
CRIXÁS-GO
MUNDO NOVO-GO
INDIARA-GO
RIO VERDE-GO
CAÇU-GO
MINEIROS-GO
ARUANÃ-GO
RIO VERDE-GO
INDIARA-GO
GOIÁS-GO
PARAÚNA-GO
CACHOEIRA ALTA-GO
RIO VERDE-GO

GUSTAVO ALMEIDA ARANTES
GUSTAVO NUNES DE OLIVEIRA
HADOVALDO VILELA HORBILON NETO
HELEN DIVINA TOMAZ PEREIRA
HERCULES OLIVEIRA LEAO
ILARION IVANOFF
JANIO HUMBERTO DA SILVA MENDONCA
JEAN FERNANDO FERREIRA NAVES
JOAO EDUARDO SILVA GUIMARAES
JOAQUIM DE AGUIAR JUNIOR
JONATHAN PEREIRA LEITE
JORCELINO RODRIGUES DE AMORIM
JOSE ALVES DE ARAUJO FILHO
JOSE CARLOS DE MELO
JOSE CORREIA DE LIMA
JOSE COSTA PEREIRA FILHO
JOSE EUSTAQUIO DO COUTO
JOSE IRON DA SILVA
JOSE LUIZ VIEIRA
JOSINA DIAS DE OLIVEIRA
JOVACI CARDOSO DA SILVA BEZERRA
JUAREZ HENRIQUE LEMOS
JULIA GUIMARAES MELO
JULIO CESAR DA SILVA
JUVENAL MATHEUS DA CRUZ LOPES
KAMILLA CRISTINA DE MORAIS MACEDO
LAZARO ANTONIO ALVES SILVA
LEILIANE ALVES DOS SANTOS
LIONIA MACHADO VILELA
LUCAS PEREIRA LOPES
LUCILENE DE ARAUJO DIAS
LUIZ FELIPE NICOLETI TORREZAN
LUIZ FERNANDO CARVALHO DE FARIA
MARA LEAO BARROS
MARCELO BATISTA CAMPOS
MARIA ANGELA GOMES GARCIA
MARIA DE CASTRO GUIMARAES IGNACIO
MARIA EFIGENIA MARQUEZ
MARIA LUCIA FALEIROS DA C. MACHADO
PIRANHAS-GO
ARENÓPOLIS-GO
RIO VERDE-GO
RIO VERDE-GO
IPORÁ-GO
ARUANÃ-GO
RIO VERDE-GO
MINEIROS-GO
CACHOEIRA ALTA-GO
SANTA HELENA DE GOIÁS-GO
PIRANHAS-GO
FIRMINÓPOLIS-GO
SÃO LUÍS DE MONTES BELOS-GO
SANTA HELENA DE GOIÁS-GO
JUSSARA-GO
JUSSARA-GO
FIRMINÓPOLIS-GO
IPORÁ-GO
SÃO LUÍS DE MONTES BELOS-GO
RIBEIRÃO CASCALHEIRA-MT
PALMEIRAS DE GOIÁS-GO
CACHOEIRA ALTA-GO
PALESTINA DE GOIÁS-GO
BALIZA-GO
JUSSARA-GO
MONTIVIDIU-GO
CACHOEIRA ALTA-GO
CAMAPUÃ-MS
CAIAPÔNIA-GO
JATAÍ-GO
MOZARLÂNDIA-GO
RIO VERDE-GO
INDIARA-GO
RIO VERDE-GO
CASTELÂNDIA-GO
RIO VERDE-GO
QUIRINÓPOLIS-GO
JANDAIA-GO
QUIRINÓPOLIS-GO
MARILU DIVINA R. DOS SANTOS LACERDA
MARINALVA CEZAR CASTILHO VIEIRA
MARTINS & MESQUITA LTDA
MATHEUS CAMPOS DE REZENDE
MAURO MENDONCA DEL ACQUA
MELLYNNE OLIVEIRA ROSA MELO
MONALISA VILELA MAIA
NADIA VIEIRA PAIVA
NAGIB NICOLAU NAUFAL
NAOR ALVES NOVATO
NECI BATISTA DE ASSIS
NICE HELENA VILELA PATO
NILSON DE OLIVEIRA MORAES
NILTON SOARES DE OLIVEIRA
NILVA AMARAL DA CONCEICAO
OCIMAR FERREIRA DA SILVA
OELIA FARIA DA SILVA
OZORIO FERREIRA DA SILVA JUNIOR
PAULO EDUARDO RIBEIRO DE SOUSA
PAULO FRANCISCO DE OLIVEIRA
PEDRO LUIZ DA SILVA
RAQUEL MORAES FONSECA
REILA DE OLIVEIRA MAIA COTIAN
RODRIGO MARQUES GUIMARAES
RODRIGO REZENDE PRADO
ROGERIO GONCALVES SOARES
SANTA BARBARA AGRONEGOCIOS LTDA
SONIA BALDUINO BARBOSA PANIAGO
SUENE ALVES PERES NOGUEIRA
VALDIR ALVES DE REZENDE
VANDERCLEY FERNANDES ALVES ALMEIDA
VILMAR JESUINO DA SILVA FILHO
VINICIUS DA SILVA SOARES
VINICIUS FELIZARDO RIBEIRO
WASHINGTON TEMOTEO FERRAS
WENDER MORAES BORGES
WESLEY HONORIO SILVEIRA
WMAX FELIX CARDOSO
RIO VERDE-GO
SANTA HELENA DE GOIÁS-GO
ITAPIRAPUÃ-GO
CÓRREGO DO OURO-GO
JARAGUÁ-GO
MATRINCHÃ-GO
JATAÍ-GO
CAIAPÔNIA-GO
SERRANÓPOLIS-GO
AMORINÓPOLIS-GO
CAIAPÔNIA-GO
JATAÍ-GO
NOVA CRIXÁS-GO
SANTA HELENA DE GOIÁS-GO
CRIXÁS-GO
SANTA FÉ DE GOIÁS-GO
PALESTINA DE GOIÁS-GO
JATAÍ-GO
MONTES CLAROS DE GOIÁS-GO
MUNDO NOVO-GO
SÃO LUÍS DE MONTES BELOS-GO
RIO VERDE-GO
MONTIVIDIU-GO
CAIAPÔNIA-GO
MINEIROS-GO
SANTA BÁRBARA DE GOIÁS-GO
JATAÍ-GO
INDIARA-GO
DIORAMA-GO
PALMEIRAS DE GOIÁS-GO
ITAPIRAPUÃ-GO
IVOLÂNDIA-GO
JUSSARA-GO
BALIZA-GO
SANTA FÉ DE GOIÁS-GO
RIO VERDE-GO
ISRAELÂNDIA-GO
MUNDO NOVO-GO
Caderno de nutrição

A transição das águas para a seca é um dos momentos mais estratégicos da pecuária de corte. Embora ainda exista volume de forragem disponível, a qualidade nutricional começa a cair gradativamente (principalmente nos níveis de proteína) reduzindo a eficiência ruminal e comprometendo o ganho de peso.
É justamente nessa fase que a suplementação deixa de ser uma opção e passa a ser ferramenta essencial de gestão.
Pesquisas conduzidas pela Embrapa demonstram que a suplementação proteica antecipada melhora o aproveitamento da fibra e mantém o desempenho animal durante a transição.
Antecipação significa rentabilidade.
Atenta às exigências da pecuária moderna, a COMIGO desenvolveu produtos específicos para esse período crítico, combinando matérias-primas de alta qualidade, aditivos estratégicos e tecnologia de ponta na formulação.
O resultado são suplementos com maior eficiência nutricional, melhor aproveitamento pelo animal e desempenho consistente mesmo diante da queda da qualidade da pastagem.

Indicado para corrigir a deficiência proteica típica do início da seca, o TNT Transição 100 atua diretamente na ativação da microbiota ruminal.
Diferenciais:

◦ Matérias-primas selecionadas
◦ Formulação precisa para o período de transição
◦ Aditivos que potencializam a eficiência ruminal
◦ Tecnologia que garante homogeneidade e segurança no consumo
Benefícios ao produtor:
◦ Melhor digestão da fibra

◦ Manutenção do ganho médio diário
◦ Preservação do escore corporal
◦ Entrada mais equilibrada na seca

É a solução ideal para categorias em manutenção e recria moderada que precisam atravessar a transição sem perdas produtivas.

IMPACTO ECONÔMICO DA NUTRIÇÃO ESTRATÉGICA
Ao utilizar suplementos formulados com tecnologia, qualidade e aditivos adequados, o produtor:
✔ Mantém regularidade produtiva
✔ Reduz idade ao abate
✔ Preserva desempenho reprodutivo
✔ Minimiza custos corretivos na seca
✔ Protege sua margem de lucro
Nutrição estratégica não é custo, é investimento com retorno previsível. Esperar a perda de peso acontecer para então agir. A suplementação corretiva é sempre mais cara e menos eficiente do que a suplementação preventiva.

Voltado para categorias mais exigentes, o Cooperbeef Transição oferece aporte proteico e energético estratégico para sustentar níveis superiores de desempenho.
Diferenciais:
◦ Matérias-primas de alto padrão nutricional
◦ Inclusão de aditivos que melhoram eficiência alimentar
◦ Tecnologia de formulação que otimiza consumo e resposta produtiva
◦ Equilíbrio preciso entre proteína e energia
Benefícios ao produtor:

◦ Sustentação de maiores ganhos médios diários
◦ Regularidade no acabamento
◦ Melhor eficiência por hectare

◦ Redução de oscilações produtivas

É indicado para recria intensiva, novilhas em preparação reprodutiva e terminação a pasto.

A transição das águas para a seca exige decisão técnica, planejamento e escolha de produtos confiáveis. Com soluções como o TNT Transição 100 e o Cooperbeef Transição, desenvolvidos com matérias-primas de qualidade, aditivos estratégicos e tecnologia de ponta, a COMIGO reforça seu compromisso com a produtividade e a rentabilidade da pecuária de corte. Porque atravessar a seca com desempenho começa muito antes dela chegar.
Para mais informações e orientações procure um técnico da COMIGO.

O ano de 2025 para o ESG no agronegócio brasileiro foi marcado não apenas pela celebração do Ano Internacional das Cooperativas, mas pela transição definitiva da sustentabilidade como conceito para a sustentabilidade como nor-
ma operacional e estratégica. Foi um período de intensa transformação, onde o setor enfrentou o desafio de converter complexas mudanças regulatórias em oportunidades de mercado e eficiência produtiva. A sustentabilidade, nesse contexto,
deixou de ser uma obrigação para firmar-se como um alicerce central para a resiliência e a longevidade do agronegócio.
Pilar Ambiental (E): A Gestão de Ativos e a Nova Economia de Baixo Carbono
No campo ambiental, o produtor rural entra em 2026 sob a necessidade de um novo rigor financeiro e regulatório. A institucionalização do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) em 2025 criou as bases para o mercado regulado de carbono no Brasil, transformando a redução de emissões em ativos financeiros reais, para o cenário da soja existem projeções de potencial para se tornar carbono neutro até 2030.
No entanto, o acesso ao capital torna-se mais criterioso: a partir de janeiro de 2026, a Resolução CMN 5.193 impede o crédito rural para imóveis com desmatamento irregular (pós-2019) ou embargos, exigindo validação via sistema PRODES. Essa conformidade deixa de ser opcional para se tornar o pré-requisito para acesso a crédito.
Somado a isso, as mudanças no licenciamento ambiental buscam maior agilidade, porém exigem um rigor técnico, que agora servem como indicadores diretos de governança. Nesse cenário, a preocupação do produtor com a instabilidade climática e as rápidas mudanças do setor é latente. Conforme aponta pesquisa da ABMRA divulgada pela AgFeed (2025), 86% dos produtores já percebem os
impactos diretos dessas variações em sua atividade cotidiana. Essa realidade impulsiona a busca por tecnologias de mitigação, como a consolidação dos bioinsumos, essenciais para enfrentar as incertezas que desafiam a longevidade da produção no campo. Proteger a terra, o bem mais valioso do produtor, é fundamental para preservar o solo e a biodiversidade.

Pilar Social (S): Segurança Integrada e a Perpetuidade do Negócio
O pilar social evoluiu da assistência básica para uma gestão técnica de riscos e valorização humana, onde o bem-estar e o desenvolvimento das pessoas são prioridade. A harmonização entre a NR-1 e a NR-31 trouxe para o cotidiano rural a preocupação com a saúde psicossocial e a gestão contínua de riscos através do PGRTR (Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural), exigindo o envio de dados ao eSocial. Essa mudança protege o produtor de passivos trabalhistas imediatos e garante um ambiente de trabalho seguro e proativo.
O compromisso social em 2026 é, acima de tudo, cuidar de quem faz acontecer, garantindo que a sucessão no campo seja sinônimo de inovação, segurança ocupacional e continuidade.
Pilar Governança (G): Transparência, Dados e a Nova Realidade Tributária
A governança em 2026 é pautada pela “financeirização do ESG” e pela precisão dos dados, onde a forma como as propriedades são geridas é um exemplo de transparência e responsabilidade. A Reforma Tributária impõe um desafio de gestão imediato, com a necessidade de adaptações aos modelos de taxação atuais, exigindo um controle rigoroso de custos e o aproveitamento estratégico de créditos acumulados. A transparência agora é digital e global: a exigência do México (3º maior comprador de carne do Brasil) para o rastreamento individual de bovinos, a partir de janeiro de 2026, antecipa a tendência do “passaporte digital” para alimentos.
Nesse cenário, o recente adiamento da legislação europeia (EUDR) não deve ser visto como um relaxamento, mas como um prazo estratégico para adequação. O uso de tecnologias de rastreabilidade e a atualização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) são condições de acesso a mercados e garantidores de reputação. Uma boa governança significa antecipação; o produtor que organiza sua documentação e adota processos transparentes reduz seu custo de capital e eleva o valor de sua propriedade.
Transformando Risco em Oportunidade
Como tudo na atividade do produtor exige cautela, planejamento e visão sistêmica, é fundamental estar atento a essas transformações que moldam o novo agronegócio. O momento exige um protagonismo ativo: ao monitorar as mudanças legislativas e os marcos regulatórios, o produtor deixa de ser apenas um executor para se tornar um gestor estratégico. Estar à frente dessas exigências permite transformar o que muitos veem como risco de conformidade em uma oportunidade real de diferenciação e solidez. Fortalecer a propriedade com esse compromisso é construir um legado de produção mais sustentável, resiliente e lucrativo para as próximas gerações.

COMIGO no Campo
O COMIGO no Campo trouxe nas últimas lives dois temas centrais para quem produz no campo: manejo da forragem como base para aumentar o rendimento de carne e leite, e controle de plantas daninhas, com orientações práticas para identificar e conter espécies como andropogon, vassourinhade-botão e caruru. As lives mostraram como ajustar lotação, rotação e práticas de campo para melhorar o aproveitamento da forragem e como um programa integrado de controle reduz perdas e evita resistência.
Quer atualizar suas práticas no campo e reduzir riscos na produção? Então não perca as lives mensais do COMIGO no Campo.

Informações

Produção de carne e leite com manejo baseado na estrutura da forragem
O Dr. Patrick Bezerra, pesquisador do Centro
Tecnológico COMIGO (CTC), destacou que o manejo baseado na estrutura da forragem é essencial para elevar a eficiência da produção de carne e leite a pasto. Ele afirma que não basta apenas disponibilizar alimento, é preciso considerar a composição, densidade e qualidade da forragem para que os animais consumam o potencial nutricional disponível, resultando em melhor desempenho no ganho de peso e na produção de leite. O conteúdo ressalta a importância de conciliar conhecimento técnico e ações no campo para que o pecuarista maximize resultados.

Informações

Controle de plantas daninhas: Andropogon, Vassourinha-de-botão e Caruru
O pesquisador agronômico, Dr. Valter Vaz, do Centro
Tecnológico COMIGO (CTC), explicou que o controle de plantas daninhas é fundamental para garantir a produtividade das lavouras e a saúde do sistema de produção. Vaz ressalta que um programa eficiente de controle deve integrar diferentes práticas, incluindo o uso correto de herbicidas, o monitoramento constante das áreas e a identificação precoce das espécies que ameaçam a cultura, para evitar que elas comprometam o desenvolvimento das plantas cultivadas. O episódio traz orientações práticas para que os produtores adotem medidas preventivas e protejam sua lavoura.


A COMIGO realizou mais uma edição dos Dias de Campo, percorrendo 18 municípios da sua área de atuação e reunindo produtores interessados em acompanhar, na prática, o desempenho de diferentes materiais e tecnologias agrícolas.
Os eventos se tornaram um braço da geração de conhecimento da cooperativa e contaram com a participação de técnicos, parceiros e produtores rurais, que tiveram a oportunidade de observar no campo o comportamento de diversas variedades de soja, além de conhe-

cer novas soluções voltadas ao aumento da produtividade e à eficiência no manejo.
Ao longo das edições, os participantes puderam acompanhar comparativos entre materiais genéticos, recomendações técnicas de manejo e orientações sobre estratégias que ajudam o produtor a tomar decisões mais seguras para a próxima safra, sempre adaptadas e pensadas para as especificações de cada região, em todas as edições com cultivares de soja, e em algumas edições também com forrageiras.
De acordo com o coordenador técnico-comercial da COMIGO, Beckembauer Ferreira, a edição deste ano reforçou ainda mais a importância da realização desses eventos, especialmente diante dos desafios enfrentados ao longo do ciclo produtivo.
“Começamos o ano com algumas dificuldades climáticas, com regiões enfrentando falta de chuva no início do plantio e outras com atraso na semeadura. Mesmo assim, os Dias de Campo mostraram,
na prática, que existem variedades capazes de superar esses obstáculos e entregar boas oportunidades de produtividade para o cooperado”, explica Beckembauer.
Ele ressalta que os experimentos realizados durante os eventos também são importantes para o próprio corpo técnico da cooperativa, que consegue avaliar o comportamento das cultivares em diferentes ambientes, épocas de plantio e condições climáticas e, dessa forma, prestar uma melhor assistência para os cooperados. “Esse trabalho permite identificar com mais precisão quais materiais conseguem expressar melhor o seu potencial produtivo em cada realidade. Por isso, é uma atividade que precisa continuar sendo realizada, porque gera conhecimento tanto para o produtor quanto para nossa equipe técnica”, afirma.
GERAM CONHECIMENTO
Além das apresentações das vitrines de cultivares, cada edição do Dia de Campo contou com uma palestra elaborada de acordo com a necessidade de cada unidade, abordando as situações que mais impactaram a última safra. As palestras foram conduzidas pelos pesquisadores do CTC - Centro Tecnológico COMIGO, de acordo com estudos e pesquisas realizadas por eles.
Segundo o gerente de geração e difusão de tecnologia do CTC, Eduardo Hara, os Dias de Campo são uma das principais ferramen-

tas utilizadas pela cooperativa para aproximar inovação e prática no campo.
“A proposta é justamente trazer para o produtor uma vitrine tecnológica aplicada à realidade dele. As palestras da nossa equipe de pesquisadores enriquecem muito o evento, pois os temas são definidos de acordo com a necessidade que cada região está precisando na safra”, destaca.
Os Dias de Campo também contaram com a presença da área de Máquinas e Implementos da COMIGO, que levou aos eventos equipamentos e tecnologias voltadas à modernização das práticas agrícolas. Entre os destaques esteve o drone pulverizador DJI Agras T100,

que foi apresentado por um técnico especializado, demonstrando as funcionalidades e aplicações do equipamento.
A equipe de Agricultura de Precisão da COMIGO também participou dos eventos, falando sobre os serviços oferecidos aos cooperados. Uma experiência em realidade virtual também foi destaque nos eventos divulgando a websérie especial “Soluções Completas na Safra”. Com um óculos VR, os participantes puderam entrar na caminhonete e sentir um pouco da experiência da série que rodou diversas regiões do estado mostrando a realidade dos produtores que contam com o apoio da Cooperativa em suas lavouras.


A realização dos Dias de Campo reforça o compromisso da COMIGO em promover o acesso à informação, inovação e tecnologia para os seus cooperados, contribuindo para a evolução das práticas agrícolas e para o aumento da eficiência produtiva no campo.
“Esses novos lançamentos vem com novas proteções e a gente vê que algumas variedades encaixam bem na nossa realidade, uma vez que a gente sempre visa em diminuir custos e acertar na produtividade”, afirma o cooperado Alex Vieira de Faria.
Os eventos são realizados, em sua maioria, nas áreas dos próprios cooperados, que valorizam a realização dos eventos: “essa parceria é uma coisa muito importante, por que a gente vê todas as variedades da soja na nossa área e como elas se desenvolvem, e é importante não só pra mim, mas para o desenvolvimento de toda a região”, afirma Flávio Fonseca Junior, que disponibilizou uma área de sua fazenda para a realização do Dia de Campo em Montes Claros de Goiás.











































Capacitações serão realizadas em diferentes unidades, promovendo conhecimento, preparo e protagonismo para o agronegócio regional.
Por Wellerson Martins
A difusão de conhecimento técnico aos cooperados segue como uma das prioridades da COMIGO em 2026. Com um cronograma estruturado ao longo do ano, a Cooperativa preparou uma programação de cursos voltada a atender às demandas identificadas junto aos produtores, reunindo desde capacitações técnicas até formações direcionadas à gestão e ao fortalecimento do cooperativismo.
Entre os destaques estão as novas turmas dos programas de Formação de Jovens Cooperativistas e Formação de Mulheres Cooperativistas, iniciativas voltadas à sucessão familiar, liderança e ao protagonismo no agronegócio. A proposta é preparar novas lideranças e ampliar a participação desses públicos na gestão das propriedades e nas atividades da Cooperativa, fortalecendo o envolvimento das famílias com o sistema cooperativista e com a tomada de decisões no campo.
Segundo a Coordenadora de Desenvolvimento de Cooperados
da Cooperativa, Siomara Martins, a capacitação tem papel importante na preparação dos produtores para lidar com os desafios da atividade rural. “Quando o cooperado tem acesso à informação e às ferramentas de gestão, ele passa a compreender melhor o próprio negócio e ganha mais segurança para tomar decisões”, afirmou.
Com o objetivo de acompanhar as demandas dos cooperados e identificar temas de maior interesse, a Cooperativa realizou, em 2025, uma pesquisa voltada ao levantamento de cursos e capacitações considerados prioritários pelos produtores. As informações contribuem para o planejamento das ações de formação e para a atualização constante da grade de capacitações.
Para 2026, além das formações voltadas ao cooperativismo e à sucessão, a programação contempla cursos direcionados à gestão e ao planejamento estratégico das propriedades, como Educação Financeira, Gestão Fiscal e Reforma Tributária e Gestão Econômica e Financeira. Os cursos reforçam o cronograma de capacitações da Cooperativa, que já inclui os tradicionais workshops de agricultura e pecuária, além dos dias de campo realizados ao longo do ano.
A agenda também inclui capacitações técnicas, a exemplo de Inseminação Artificial, além de temas ligados à comercialização, como Mercado Futuro de Commodities Agrícolas, ampliando a visão do produtor sobre ferramentas de organização financeira, proteção e

oportunidades de mercado. Dessa forma, os participantes têm acesso a conteúdos que auxiliam tanto na gestão da propriedade quanto na tomada de decisões relacionadas à produção e à comercialização.
Siomara destaca que a qualificação também contribui para fortalecer o protagonismo de diferentes públicos dentro das propriedades.
“A capacitação permite que cada vez mais pessoas da família participem da gestão e entendam melhor a dinâmica do agronegócio, contribuindo para a sustentabilidade do negócio rural”, disse.
Com a iniciativa, a Cooperativa reforça seu compromisso com o desenvolvimento dos cooperados e com o fortalecimento do agronegócio, por meio da formação continuada e da valorização do co-
nhecimento como ferramenta de crescimento sustentável.
Para inscrições e mais informações, entre em contato pelo telefone (64) 3611-1555 ou (64) 996244499.
A lista completa de cursos já está disponível no aplicativo COMIGO Cooperados. Acesse já!



Por Attuale Comunicação e Pedro Cabral

A Tecnoshow COMIGO, uma das principais feiras de tecnologia rural do Brasil, chega à sua 23ª edição em 2026, consolidando-se como uma vitrine estratégica para inovação, geração de negócios e difusão de conhecimento no agronegócio.
O evento, que tem como tema central “O Agro Conecta”, será realizado de 6 a 10 de abril, no Centro Tecnológico COMIGO (CTC), em Rio Verde (GO), reunindo produtores rurais, pesquisadores, empresas e especialistas de diversas regiões do país.
Com cerca de 700 expositores confirmados, o evento deve atrair milhares de visitantes ao longo dos cinco dias, interessados em conhecer inovações para o campo e acompanhar as principais tendências do setor.


Reconhecida pelo forte viés técnico e comercial, a Tecnoshow COMIGO se consolidou ao longo dos anos como um ambiente de atualização profissional e de tomada de decisões estratégicas para produtores rurais e empresas da cadeia do agronegócio.


De acordo com o diretor de insumos da COMIGO e coordenador geral da Tecnoshow, Claudio Teoro, o evento tem como principal objetivo aproximar o produtor das soluções mais recentes disponíveis no mercado.
“Mais do que uma feira de exposição, a Tecnoshow COMIGO é um ambiente de conexão entre tecnologia, conhecimento e mercado. É aqui que o produtor tem acesso ao que há de mais moderno para melhorar sua eficiência, produtividade e gestão”, afirma.


A programação técnica da edição 2026 reunirá especialistas reconhecidos nacionalmente para discutir os principais desafios e tendências do agronegócio. Nos cinco dias de evento, o público poderá acompanhar palestras e debates que abordarão temas como mercado agrícola, economia, inovação tecnológica, manejo de culturas, nutrição animal e gestão rural, além de discussões sobre sustentabilidade e os caminhos para a evolução do setor no país.
Entre os convidados confirmados estão o economista-chefe do BTG Pactual e ex-secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida; o especialista em gestão no agronegócio Ricardo Arantes; e a advogada Samanta Pineda, referência em direito ambiental aplicado ao agronegócio e em políticas públicas voltadas à sustentabilidade no campo.
A feira também manterá uma de suas características mais tradicionais: a apresentação prática de tecnologias voltadas à produção agropecuária. Estão previstos mais de 30 plots agrícolas demonstrativos, além de áreas dedicadas à pesquisa e à difusão de tecnologias para agricultura e pecuária.
Na área de produção animal, o evento deverá reunir mais de 500 animais, entre bovinos de corte e leite, equinos, muares, ovinos e pôneis. O público também poderá acompanhar palestras técnicas e apresentações sobre manejo, nu-

trição e saúde animal, além de demonstrações de tecnologias voltadas à pecuária.
Entre as novidades da edição de 2026 está a criação de um pavilhão dedicado à tecnologia, que reunirá empresas e startups com ferramentas e plataformas voltadas à gestão, produtividade e tomada de decisão no campo. A proposta é destacar o avanço da digitalização no agronegócio e ampliar o espaço para soluções tecnológicas voltadas ao produtor rural.
A edição de 2026 também reforça o compromisso da Tecnoshow
COMIGO com a sustentabilidade. A organização mantém a meta de realizar um Evento Carbono Zero, com a mensuração e compensação das emissões geradas durante a montagem e realização da feira por meio de créditos de carbono.
Durante o evento, os visitantes poderão calcular sua própria pegada de carbono por meio de totens interativos e QR Codes espalhados pelo parque, além de participar de ações ambientais, como a distribuição de mudas de árvores nativas.


Esta edição da Tecnoshow COMIGO tem como embaixadores oficiais os influenciadores João Castro e Eduardo Palhares, conhecidos como Primos Agro. Engenheiros agrônomos e produtores rurais, eles levam para as redes sociais informação de qualidade sobre gestão, produtividade e rotina no agro, aproximando o conhecimento técnico da realidade de quem consome e se interessa pelo setor.
Para atender ao crescimento da feira, o Centro Tecnológico COMIGO passou por melhorias estruturais e de conectividade, garantindo mais eficiência na operação do evento e melhor experiência para expositores e visitantes.
A estrutura também foi reforçada para garantir conforto e segurança ao público. O espaço contará com ambulatório médico permanente, ambulâncias de plantão e pontos de aferição de pressão e glicemia.
O estacionamento tem capacidade para mais de 21 mil veículos e o acesso ao Centro Tecnológico foi ampliado com a duplicação da via que liga a rodovia ao parque da feira.
Com uma programação que integra tecnologia, conhecimento técnico, inovação e comunicação digital, a Tecnoshow COMIGO 2026 reforça o conceito “O Agro Conecta”, tema desta edição. A proposta é mostrar como o agronegócio está presente em diferentes áreas da economia e da sociedade, conectando pessoas, tecnologias e oportunidades em um setor cada vez mais dinâmico e cheio de possibilidades.

Informações
Acesse o QR Code e confira o vídeo oficial da feira, que traz o conceito do tema “O Agro Conecta”:




A unidade da COMIGO em Palmeiras de Goiás foi reconhecida pelo desempenho na campanha Soluções Completas, estratégia que integra diferentes insumos e serviços da cooperativa para oferecer ao produtor rural um pacote tecnológico completo para a produção.
Segundo o diretor de Insumos da COMIGO, Cláudio Teoro, o resultado demonstra o entendimento da equipe sobre a proposta da cooperativa de ampliar a oferta de soluções ao cooperado. “Palmeiras foi a unidade que realmente se destacou no ano de 2025 nessa nova proposta que a COMIGO tem feito, que são as Soluções Completas. A ideia é trabalhar todo o mix de produtos da cooperativa: fertilizantes, defensivos, foliares, sementes e assistência técnica, e a unidade conseguiu atingir as metas em todas as entregas que haviam sido propostas”, destaca.
O reconhecimento também reflete o trabalho conjunto da equipe da unidade, que conseguiu transformar a estratégia em resultados concretos no campo. Para o gerente da unidade de Palmeiras, Sufarne Vieira dos Santos, a conquista

é fruto do comprometimento da equipe e da confiança dos cooperados da região.
“É um reconhecimento para toda a equipe de Palmeiras e também dos nossos cooperados. Nós buscamos entender bem o que significa trabalhar com Soluções Completas, que é vender valor para o cooperado, levando não apenas produtos, mas um conjunto de tecnologias que ajudam a melhorar os resultados na propriedade”, afirma.
Além do destaque na campanha, a unidade de Palmeiras também viveu um ano de bons resulta-
dos internos, com conquistas como o Prêmio Superar, reforçando o desempenho da equipe e a consolidação do trabalho desenvolvido na regional.
Confira o vídeo completo que mostra a entrega desse reconhecimento através do QR-Code:




Por Douglas Teixeira

No dia 10 de janeiro, a COMIGO realizou a 10ª edição do Programa Superar, uma convenção que se consolidou como um momento importante de reconhecimento e celebração dos profissionais.
A convenção destacou representantes comerciais, consultores técnicos, médicos veterinários, vendedores de veterinária, técnico destaque Super-PEC e as lojas agropecuárias, com base nos atendimentos e nas vendas realizadas ao longo de 2025.
Nesta edição especial, Rodrigo Minotauro, ex-lutador de MMA, compartilhou sua trajetória de superação e alto desempenho na palestra “Alta Performance: não é sorte, é estratégia”, trazendo inspirações e aprendizados para todos os presentes.

O evento contou com a participação do Diretor de Lojas, Carlos Alberto, e do Diretor Comercial, Welton Menezes, que compartilharam a satisfação de estarem presentes nesta edição comemorativa, ressaltando o orgulho de celebrar uma década de histórias, resultados e pessoas que fazem a diferença.
Para o Diretor de Lojas, o programa deve seguir adiante, pois é uma iniciativa que vem dando certo. “Nós fazemos as reuniões trimestrais e eu sempre cobro da nossa equipe de loja, para dar continuidade, eu acho que uma coisa que está dando certo, tem que ter continuidade. As metas são proporcionais ao tamanho da loja, então, todo mundo tem condições de estar naquele pódio”, afirmou Carlos Alberto.
O programa tem apresentado evolução consistente ao longo dos anos, refletindo em resultados expressivos no mercado de rações, na ampliação da base de clientes e na necessidade de investimentos em melhorias nas estruturas de produção. “Foi um programa que veio evoluindo ao longo do tempo, e graças a Deus, nós conseguimos crescer bastante o mercado de rações. Abrimos vários mercados, conquistamos vários clientes, e em consequência disso, tivemos que fazer melhorias nas estruturas de produção de ração”, declarou Welton Menezes.
O Superar reforça, mais uma vez, o valor do compromisso com resultados e do olhar estratégico sobre as relações que movem a cooperativa.

CATEGORIA



André Crispim - Goiânia/GO

Cícero e Marcelo - Itaberaí/GO


Tiago Viana - Governador Valadares/MG

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Consultor Técnico Médico Veterinário













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Laurindo Rodrigues Vilela - Piranhas/GO


Márcia Campos Lourenço - Palmeiras/GO


Cláudio Alves Evaristo - Palmeiras/GO

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Antenor Lombardi Neto - Jataí/GO

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Por Wagner Filgueira

A recuperação de pastagens degradadas é um desafio comum enfrentado por pecuaristas no Sudoeste Goiano. Em Caçu (GO), o cooperado Henrique Borges, da Fazenda Mariana, encontrou no plantio direto de pastagens, aliado à assistência técnica da COMIGO, uma alternativa eficiente para transformar a realidade produtiva da propriedade.
Nos últimos anos, o produtor vinha enfrentando queda na capacidade de suporte das áreas de pasto, consequência da degradação progressiva das forrageiras e da presença crescente de plantas invasoras. Como resultado, foi necessário reduzir o número de animais mantidos na fazenda.
“Nos últimos cinco anos eu fui reduzindo a quantidade de animais na propriedade, porque as pastagens foram degradando. Aqui temos solos mais arenosos, com textura entre 15% e 25% de argila, o que exige um manejo ainda mais cuidadoso”, explica Henrique.
A mudança começou a partir de uma experiência prática com o plantio direto. Após testar duas áreas, uma com dessecação prévia e outra sem, o produtor percebeu rapidamente a diferença no resultado.
Com o apoio da equipe técnica da cooperativa, o manejo passou a seguir um processo estruturado, que incluiu limpeza da área, correção do solo com calcário, dessecação e implantação do capim utilizando plantadeira adaptada.
O vendedor de insumos da COMIGO Leonardo Oliveira Bastos, que acompanha o trabalho na propriedade, destaca que o objetivo é buscar eficiência técnica e econômica na reforma das áreas. “Com o manejo adequado, conseguimos melhorar a uniformidade do estabelecimento do capim e preencher todos os espaços com plantas forrageiras. Isso traz mais produtividade para o pasto e uma viabilidade econômica que permite ao produtor manter esse sistema ao longo do tempo”, afirma.
Entre os insumos utilizados estão sementes de Brachiaria Piatã, fertilização com formulação 05-25-15 e sementes SOESP fornecidas pela cooperativa, seguindo recomendação técnica para garantir bom estabelecimento da cultura.
Os resultados obtidos na Fazenda Mariana chamam a atenção. Em aproximadamente 50 dias após o plantio, a área já se encontrava em ponto de pastejo, pronta para receber os animais.
De acordo com Henrique, a nova pastagem permite ampliar significativamente a capacidade de lotação. “Em cerca de 50 dias o capim já está pronto para receber o gado. Com esse manejo, a gente praticamente mais que dobra, chegando até a triplicar a quantidade de animais por hectare”, relata.
Outro benefício importante foi a redução nos custos operacionais. Ao optar pelo plantio direto, o produtor eliminou operações de preparo intensivo do solo, como gradagens, o que diminuiu gastos com máquinas e combustível.
Para Henrique Borges, o suporte técnico oferecido pela COMIGO foi fundamental para o sucesso da reforma da pastagem, desde a escolha da cultivar até a recomendação de adubação e manejo. “O apoio técnico da equipe da COMIGO fez uma diferença grande. A cooperativa oferece insumos de qualidade e profissionais capacitados para orientar o cooperado. Aqui foi uma demonstração: a germinação foi exce-
lente e o resultado ficou excepcional”, destaca.
Com exemplos práticos como esse, a assistência técnica da COMIGO reforça seu papel de levar tecnologia, orientação e soluções que contribuem para aumentar a produtividade e a sustentabilidade da pecuária nas propriedades cooperadas.






Informações
Confira mais informações no vídeo completo através do QR Code:



Os recursos forrageiros utilizados na nutrição de grandes e pequenos ruminantes em regiões de clima tropical são, em sua maioria, espécies de metabolismo C4, o que implica alta eficiência na conversão do carbono atmosférico e dos nutrientes do solo em massa de forragem. Assim, a cada ciclo de pastejo, pode-se obter uma disponibilidade entre 3,0 e 6,0 toneladas de matéria seca por hectare, evidenciando o elevado potencial produtivo dos pastos tropicais.
Entretanto, esse potencial só se manifesta quando o solo em que o pasto foi implantado recebe manejo adequado de correção da acidez ativa, por meio da calagem, redução da saturação por alumínio (Al) via gessagem e suprimento de macronutrientes como o fósforo (P) e potássio (K); sendo esses nutrientes que geralmente são escassos em solos altamente intemperizados, como os do Cerrado, localizado na região Centro-Oeste do Brasil.
Além disso, para que a gramínea possa expressar seu máximo rendimento forrageiro, após o manejo
do solo deve-se também realizar o fornecimento de um elemento fundamental: o nitrogênio (N). As forrageiras tropicais, especialmente as mais exigentes, são extremamente responsivas ao fornecimento desse nutriente, uma vez que o N participa ativamente de diversos processos fisiológicos, promovendo maior desenvolvimento foliar do pasto. Simultaneamente, esse elemento estimula a formação de perfilhos vigorosos e pesados, resultando em maior produção de forragem por unidade de área.
Contudo, para que o N proporcione os benefícios esperados, é fundamental compreender seu manejo correto, a época de aplicação e, principalmente, as exigências de cada espécie forrageira. É essencial considerar esses aspectos, pois as fontes de N utilizadas são de origem sintética, ou seja, produzidas industrialmente, o que as torna insumos de alto custo. Além disso, devido à sua natureza química, estão sujeitas a perdas, principalmente por volatilização e lixiviação.
ASPECTOS ESSENCIAIS DA ADUBAÇÃO NITROGENADA PARA MAXIMIZAR A PRODUÇÃO DE FORRAGEM EM PASTAGENS
Os quatro principais pontos de atenção na adubação nitrogenada, independentemente do nível de intensificação, são: fonte, zona de aplicação, época e dose (MARQUES et al., 2020). Quando esses aspectos são observados, é possível otimizar o uso do N aplicado às forrageiras destinadas ao pastejo, aumentando a eficiência e reduzindo perdas. Com base nesses princípios, apresentam-se a seguir as principais considerações para cada um dos itens mencionados:
1. Fonte: A escolha da fonte de N é fundamental para garantir eficiência e sustentabilidade. As fontes podem ser orgânicas (como dejetos animais e leguminosas fixadoras de N) ou inorgânicas (ureia, nitrato e sulfato de amônio). As fontes orgânicas apresentam como vantagens a possibilidade de estarem disponíveis na própria propriedade,

o que reduz custos, além de permitir o aproveitamento dos dejetos provenientes de sistemas de produção intensivos. No entanto, podem ter baixa concentração de nutrientes e exigir equipamentos específicos para sua aplicação. Já entre as fontes inorgânicas, cada uma possui características distintas: a ureia é mais concentrada em N e tem menor custo por tonelada de produto, mas sofre maiores perdas por volatilização; o sulfato de amônio é menos concentrado, porém apresenta menores perdas e ainda fornece enxofre (S) em sua composição.
2. Zona de aplicação: O local de aplicação influencia diretamente na absorção e na perda de N. Em pastagens tropicais, a aplicação superficial
é comum e eficiente, pois o nutriente chega rapidamente às raízes. Já a incorporação ao solo pode reduzir perdas da ureia, porém não é viável operacionalmente em pastagens estabelecidas, pois danificaria as raízes das forrageiras.
3. Época: Aplicar o N no momento adequado potencializa o crescimento da forrageira. O período chuvoso e quente do verão é o mais indicado, pois favorece o aproveitamento do nutriente. Em épocas secas, podem aumentar as perdas por volatilização. Também é importante fracionar as doses ao longo dos ciclos de pastejo, aproveitando melhor o nutriente após o corte ou pastejo.
4. Dose: A quantidade ideal de N varia conforme a espécie forrageira, o tipo de solo e o manejo adotado. Para gramíneas tropicais, as recomendações variam de 50 a 500 kg/ha de N ao ano, podendo ser fracionadas entre os ciclos de pastejo. Doses excessivas aumentam as perdas de nutrientes e o risco de impactos ambientais negativos.
O uso eficiente do N depende diretamente do conhecimento das exigências específicas de cada espécie forrageira, bem como da correta correção e adubação. Práticas de manejo eficientes, como adoção de estratégias que minimizem as perdas por volatilização e maximizem a absorção do nutriente, são essenciais para aumentar a produtividade, longevidade e sustentabilidade das pastagens tropicais.
As recomendações de adubação nitrogenada devem ser feitas considerando que os demais atributos do solo já tenham sido devidamente corrigidos, como a acidez e a saturação por Al, bem como os teores de P e K, além do fornecimento de micronutrientes, quando necessário. Com essas correções realizadas, as plantas forrageiras podem expressar seu máximo potencial produtivo, especialmente quando o fornecimento de N é adequadamente manejado em conjunto com esses fatores.
Por outro lado, devido à grande diversidade de espécies forrageiras disponíveis, é importante considerar as exigências específicas de cada gênero e suas cultivares. Com base nisso, para exemplificar, existem três grupos funcionais:
• Grupo I: espécies exigentes em fertilidade do solo, representadas por cultivares de Panicum maximum, Cynodon spp. e Pennisetum purpureum;
• Grupo II: espécies com exigência moderada em fertilidade, como cultivares de Brachiaria brizantha e híbridos de Brachiaria spp.;
• Grupo III: espécies pouco exigentes em fertilidade, como Brachiaria humidicola e Brachiaria decumbens.
Cada grupo de gramíneas apresenta um nível distinto de intensificação, o que influencia diretamente a capacidade de suporte e a quantidade de animais que podem ser manejados conforme o potencial produtivo da forrageira. No Quadro 1, são apresentadas as recomendações de adubação nitrogenada de acordo com o nível de intensificação, associado a cada grupo funcional de gramíneas. Ao adotar esse critério de recomendação, torna-se possível manejar os animais em sistemas pastoris de forma eficiente e sustentável, assegurando a perenidade e a produtividade das pastagens ao longo do tempo.
Quadro 1. Recomendações de adubação nitrogenada conforme o nível de intensificação do uso das pastagens
Nível de intensificação
Baixo: ≤ 1 UA/ha
Médio: ≈4 UA/ha
Alto: 4 a 7 UA/ha
a 100
a 150 200 a 300
Assume-se a utilização de espécies menos exigentes (Grupo III)
Assume-se a utilização de espécies dos Grupos II ou III
Assume-se a utilização de espécies exigentes (Grupo I) N (kg/ha/ano) Grupo Funcional


5 Perguntas

No novo episódio do quadro 5 Perguntas, entrevistamos Marco Gambale, Zootecnista e especialista em Ciência Animal e Pastagens. Gambale explicou que, mais do que reagir às condições do mercado ou às variações climáticas, é preciso estruturar um gerenciamento que una análise de dados, conhecimento de campo e planejamento antecipado a fim de reduzir riscos e impulsionar a performance produtiva.
Segundo ele, é fundamental entender a pecuária não apenas como um conjunto de autocuidados, mas como um negócio que exige o uso de indicadores e projeções além da experiência prática. Ao assimilar custos, oportunidades e gargalos, o produtor obtém um panorama mais claro da sua atividade, o que facilita traçar caminhos mais seguros e sustentáveis rumo à rentabilidade.
Para o zootecnista, a produção moderna exige uma compreensão integrada do comportamento do sistema produtivo e sua relação com números e tendências, pois só assim as decisões deixam de ser baseadas apenas na experiência e passam a ter respaldo em evidências e indicadores confiáveis.
Marco ressalta que considerar o histórico de produção, o desempenho animal, a disponibilidade de pasto e os custos de alimentação ajuda a identificar com antecedência situações de fragilidade, evitando perdas e reforçando o controle de riscos.
O episódio traz uma perspectiva orientadora, destacando que a gestão da propriedade rural deve caminhar lado a lado com decisões bem fundamentadas, capazes de ampliar a sustentabilidade econômica da atividade.

Confira o episódio completo! Acesse youtube.com/ cooperativacomigo ou pelo QR Code: Informações


Em janeiro, a COMIGO recebeu a visita das cooperativas Frísia (26/01), de Arapoti (PR); Cooperfarms (28/01), de Luís Eduardo Magalhães (BA); e Holambra (29/01), de Paranapanema (SP). As comitivas foram recepcionadas pelo presidente do Conselho de Administração, Antonio Chavaglia, e pelas diretorias da COMIGO. O objetivo das visitas foi compartilhar as boas práticas de gestão e de governança adotadas pelas cooperativas, bem como a atuação da COMIGO nos segmentos de negócios de insumos, administrativo-financeiro, lojas e industrial.
As visitas contaram com a participação de representantes dos Conse-

lhos de Administração e do Conselho Fiscal das cooperativas envolvidas, acompanhados por diretores e pelos grupos de Jovens e Mulheres Cooperativistas. Representantes dos comitês de Jovens e Mulheres Cooperativistas da COMIGO também estiveram presentes, proporcionando uma valiosa troca de experiências e de conhecimentos.
Em todas as comitivas, os grupos puderam conhecer as instalações do parque industrial, com foco nas plantas de processamento de soja e na misturadora de fertilizantes.
A cooperativa Cooperfarms, também teve a oportunidade de conhecer a Fazenda Santa Cândida,

propriedade da Conselheira de Administração Renata Ferguson. No local, as comitivas puderam observar as práticas adotadas na propriedade e dialogar sobre os desafios enfrentados na atividade rural.
Para os participantes, as visitas representaram uma oportunidade significativa de conhecerem de perto a COMIGO, consolidada como referência nacional na gestão cooperativista, na geração de valor aos cooperados e no fortalecimento do cooperativismo agropecuário.


No dia 19/02 a COMIGO recebeu representantes da CAIXA em agenda realizada na unidade da cooperativa em Palmeiras de Goiás.

No encontro, foram apresentadas informações sobre o progresso das obras da nova planta industrial no município e dos projetos vinculados ao Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA). Em seguida, os participantes visitaram o canteiro de obras da nova fábrica.
Representando a cooperativa, participaram o diretor administrativo-financeiro, Warlen Freitas, o assessor de cooperativismo, Paulo César Dias, além de gestores locais da unidade.
A comitiva da CAIXA foi composta por Ronny Peterson da Costa,
A COMIGO realizou, entre os dias 2 e 4 de fevereiro, uma capacitação intensiva do Programa Cooperjovem, reunindo cerca de 90 professores da rede municipal de ensino, além de representantes da Secretaria Municipal de Educação.
A iniciativa teve como objetivo fortalecer a educação cooperativista nas escolas parceiras, por meio de uma nova metodologia pedagógica voltada à aplicação prática em sala de aula e no cotidiano dos alunos.
A programação teve início no dia 2 de fevereiro com uma live de abertura, conduzida pela consultora pedagógica Micheli Cazarolli, responsável por toda a capacitação do Programa Cooperjovem, incluindo a palestra “Cultivando Valores para o Futuro”.
Nos dias 3 e 4 de fevereiro, as atividades presenciais nas escolas tiveram abertura oficial realizada pelo presidente executivo da COMIGO,
Dourivan Cruvinel. Na sequência, Micheli Cazarolli deu continuidade às capacitações interativas, estruturadas a partir dos quatro módulos do Programa Cooperjovem, com foco na educação cooperativa.
Ainda durante esses dois dias, no período noturno, foi realizada a palestra “O Valor de Educar em Cooperação” nas escolas participantes, com a presença de pais e alunos, ampliando o envolvimento da comunidade escolar nas ações do programa.
As ações do Programa Cooperjovem seguem ao longo dos próximos meses, com novas atividades previstas até outubro de 2026, quando será realizada a celebração e premiação dos melhores projetos desenvolvidos no decorrer do ano, por alunos e colaboradores das escolas participantes.
superintendente nacional corporativo; Danilo Lopes Porto Junior, superintendente executivo corporativo agro Centro-Oeste, Norte e Nordeste; Gabriel Bastos Abrao e Max Nazareno de Siqueira Melo, gerentes de Clientes e Negócios do segmento Corporativo Agro Centro-Oeste, Norte e Nordeste.








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