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Informativo Amigo do Campo - Agosto / 2026

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Cooperado

Agroleite 2026: conhecimento que volta para o campo

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articipar de uma das principais vitrines da cadeia do leite no Brasil é uma oportunidade de conhecer novas tecnologias, trocar experiências e buscar soluções que possam contribuir diretamente com o trabalho desenvolvido nas propriedades rurais. Com esse objetivo, a Coamig proporcionou a produtores e colaboradores a participação na Agroleite 2026, realizada em Castro, no Paraná. A viagem aconteceu no dia 6 de agosto e reuniu produtores de diferentes localidades atendidas pela cooperativa. Mais do que uma visita à feira, a programação foi pensada como um momento de aprendizado, integração e aproximação com empresas e profissionais que fazem parte da cadeia leiteira.

Secagem inteligente em pauta

Logo na chegada à Agroleite, o grupo participou da palestra “Secagem Inteligente”, ministrada por André Amos, na Arena Conexão. A atividade fez parte da programação da Ceva e apresentou informações relacionadas à tecnologia, ao bem-estar animal e à produtividade durante uma etapa fundamental do ciclo produtivo das vacas leiteiras. O período de secagem tem influência direta na preparação do animal para a próxima lactação e exige atenção do produtor quanto ao manejo, à saúde e ao bem-estar do rebanho. Durante a palestra, os participantes puderam ampliar seus conhecimentos sobre estratégias e tecnologias voltadas para tornar esse processo mais eficiente e contribuir para melhores resultados dentro da propriedade. Para quem vive diariamente a atividade leiteira, ter acesso a informações técnicas como essas permite observar práticas já realizadas na propriedade, identificar possibilidades de melhoria e conhecer novas ferramentas disponíveis para auxiliar no manejo do rebanho.

Um dia para conhecer, trocar e aprender

Depois da palestra, os produtores tiveram a oportunidade de percorrer os espaços da Agroleite, conhecer empresas,

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equipamentos, produtos, tecnologias e soluções destinadas aos diferentes setores da produção de leite. O contato com produtores, técnicos e profissionais de outras regiões também abriu espaço para a troca de experiências. Muitas vezes, uma solução observada em outra propriedade ou uma conversa durante a feira pode despertar uma ideia que, adaptada à realidade de cada produtor, contribui para melhorar o trabalho no campo. A Agroleite se torna, assim, não apenas uma vitrine de novidades, mas também um ambiente de aprendizado para quem busca acompanhar as transformações da atividade leiteira.

Conhecimento que chega à propriedade

Para a Coamig, proporcionar momentos como esse faz parte do compromisso de estar ao lado do cooperado também na busca por informação e desenvolvimento. Tecnologias e novidades ganham verdadeiro valor quando chegam até quem está diariamente na propriedade, enfrentando os desafios da produção e tomando decisões que determinam os resultados da atividade. A participação na Agroleite também fortaleceu a convivência entre produtores e colaboradores da cooperativa, permitindo conversas sobre manejo, produção, dificuldades e experiências vividas em diferentes propriedades. Mais do que retornar da feira conhecendo novos produtos ou equipamentos, a proposta é voltar para casa com novas referências, conhecimento e ideias que possam ser aplicadas de acordo com a realidade de cada família produtora. Ao aproximar o produtor das novas tecnologias e das discussões que estão movimentando a cadeia leiteira, a Coamig reforça seu compromisso de caminhar junto com quem produz, levando informação, oportunidades e conhecimento para dentro da propriedade.


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Família no Campo

Sucessão familiar: preparar hoje quem continuará a história amanhã N o meio rural, uma propriedade carrega muito mais do que terras, máquinas e animais. Carrega conhecimento, histórias, conquistas e experiências construídas ao longo de anos — muitas vezes, por várias gerações de uma mesma família. Garantir que essa história continue exige planejamento. Por isso, falar sobre sucessão familiar é também falar sobre o futuro da propriedade e das pessoas que fazem parte dela. A sucessão não acontece apenas quando uma geração decide parar de trabalhar. É um processo que deve começar antes, com diálogo, participação e preparação daqueles que poderão assumir novas responsabilidades dentro da atividade rural.

O conhecimento também precisa passar de geração para geração

Quem trabalha há décadas no campo acumula um conhecimento que dificilmente pode ser encontrado em livros ou manuais. É a experiência de observar o clima, conhecer o comportamento dos animais, entender o solo, reconhecer os melhores momentos para plantar, colher ou tomar uma decisão importante. São aprendizados construídos diariamente e que fazem parte do patrimônio de uma propriedade.

Justamente por isso, deixar o assunto para depois pode tornar o processo ainda mais difícil.

Ao mesmo tempo, as novas gerações chegam ao campo com outras experiências, acesso à informação e maior contato com tecnologias que podem contribuir para melhorar processos, gestão e produtividade.

Definir responsabilidades, conversar sobre os objetivos de cada integrante da família e organizar a continuidade da atividade com antecedência ajuda a reduzir conflitos e oferece mais segurança para todas as gerações envolvidas.

Quando essas duas visões conseguem trabalhar juntas, tradição e inovação deixam de ser caminhos diferentes e passam a contribuir para um mesmo objetivo: fortalecer a propriedade e garantir sua continuidade.

Sucessão não significa simplesmente entregar a propriedade para alguém. Significa preparar pessoas para que estejam prontas para administrar, produzir, cuidar do patrimônio construído e tomar decisões pensando também nos próximos anos.

O sucessor precisa fazer parte da propriedade

Preparar um sucessor vai muito além de ensinar tarefas. É importante que filhos e jovens da família conheçam os números da propriedade, participem das decisões, entendam os custos, acompanhem investimentos e percebam que seu trabalho pode fazer diferença no desenvolvimento da atividade.

Um assunto que precisa estar dentro das famílias

Pensando na importância desse tema para o meio rural, o Núcleo Feminino da Coamig promove, no dia 21 de agosto, às 14h, na Sala de Reuniões da Coamig, o encontro “Sucessão Familiar no Meio Rural”, com a palestrante Leandra Miglioranza.

Essa participação também ajuda o jovem a enxergar o campo como uma possibilidade concreta de futuro.

A iniciativa busca estimular o diálogo entre gerações e ampliar a discussão sobre um dos grandes desafios para a continuidade das propriedades rurais.

Para isso, é necessário abrir espaço para novas ideias e, gradualmente, permitir que os sucessores assumam responsabilidades e participem das decisões. A experiência de quem já construiu muito precisa caminhar junto com a vontade de quem poderá continuar essa construção.

Mais do que definir quem ficará à frente da propriedade no futuro, falar de sucessão é criar condições para que uma nova geração queira permanecer, tenha espaço para participar e esteja preparada para continuar aquilo que sua família começou.

Planejar evita decisões difíceis no futuro

Conversar sobre sucessão nem sempre é simples. Dentro de uma família existem expectativas diferentes, histórias pessoais e formas distintas de enxergar o futuro.

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Porque algumas histórias não terminam quando uma geração encerra seu ciclo. Elas continuam crescendo nas mãos de quem vem depois.


Pecuária

Pastagem de verão: resultado começa no planejamento C

om a aproximação dos meses mais quentes, também chega o momento de o produtor voltar a atenção para a formação e o manejo das pastagens de verão. Quando bem planejada, a pastagem pode representar alimento de qualidade, melhor aproveitamento da área e mais segurança para a produção ao longo da estação. Mas uma boa pastagem não começa quando a semente é colocada no solo. O resultado depende de decisões tomadas antes do plantio, como escolha da espécie, preparo da área, fertilidade do solo e definição de como aquele pasto será utilizado pelos animais.

Cada propriedade tem uma necessidade

Não existe uma única pastagem ideal para todas as situações. Características como tipo de solo, fertilidade, quantidade de animais, finalidade da produção, disponibilidade de área e sistema de manejo precisam ser consideradas antes da escolha da cultivar. Entre as opções utilizadas na formação de pastagens estão cultivares como Marandu, Zuri, Aruana e Mombaça, cada uma com características próprias de desenvolvimento e manejo. O milheto, por sua vez, também pode fazer parte do planejamento forrageiro, especialmente como alternativa de rápido estabelecimento durante o período de temperaturas mais elevadas. Por isso, mais importante do que simplesmente escolher uma semente é entender qual material se adapta melhor à realidade de cada propriedade.

Solo preparado, pastagem fortalecida

Um dos erros que podem comprometer a formação do pasto acontece antes mesmo do plantio. Conhecer as condições do solo permite identificar necessidades de correção e adubação e oferece uma base melhor para o desenvolvimento das plantas. Investir em sementes de qualidade sem oferecer condições adequadas para germinação e crescimento pode limitar o potencial da pastagem. Da mesma forma, uma área bem preparada precisa receber a cultivar correta e um manejo adequado para entregar bons resultados. É um conjunto de decisões que precisa funcionar em equilíbrio.

Produzir pasto também exige manejo

A formação da pastagem é apenas o começo. Depois de estabelecida, é necessário observar o momento adequado para entrada e retirada dos animais, evitar o superpastejo e permitir que a planta tenha condições de se recuperar.

Quando o animal permanece tempo demais em determinada área, a capacidade de rebrota pode ser prejudicada. Por outro lado, deixar o pasto passar do ponto também pode reduzir o aproveitamento e a qualidade do alimento disponível. Por isso, acompanhar o desenvolvimento da pastagem e ajustar o manejo de acordo com seu crescimento é parte fundamental do processo.

Planejar agora ajuda a evitar falta depois

Na atividade leiteira, alimentação representa uma parte importante do sistema de produção. Ter pastagem disponível em quantidade e qualidade contribui para organizar melhor a dieta do rebanho e reduzir a dependência de decisões tomadas às pressas. Planejar a implantação das áreas, calcular a necessidade de sementes e organizar o uso de cada espaço permite que o produtor atravesse a estação com mais previsibilidade. Nas lojas Coamig, o produtor encontra opções de sementes para a formação de pastagens e pode buscar orientação para escolher aquela que melhor atende às necessidades da propriedade. Porque, quando o assunto é produzir alimento para o rebanho, uma boa safra de pasto começa muito antes do primeiro pastejo.

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Qualidade do Leite

Qualidade do leite começa muito antes de chegar ao laticínio

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ntes de chegar ao laticínio e se transformar em queijo, o leite percorre um caminho que começa todos os dias dentro da propriedade rural. É ali, no cuidado com os animais, na alimentação, na ordenha e na conservação, que grande parte da qualidade da matéria-prima é construída.

O cuidado precisa continuar após a ordenha. A limpeza correta dos equipamentos e utensílios evita que resíduos se acumulem e se tornem uma fonte de contaminação para as próximas ordenhas.

Por isso, produzir um leite de qualidade não depende de uma única prática. É resultado de uma sequência de cuidados que começa no rebanho e continua até o momento em que o produto deixa a propriedade.

Depois de ordenhado, o leite precisa ser resfriado e mantido em condições adequadas até a coleta.

Tudo começa com um animal bem cuidado

A qualidade do leite está diretamente ligada às condições do rebanho. Alimentação equilibrada, disponibilidade de água, conforto, higiene e acompanhamento da saúde dos animais são cuidados que contribuem não apenas para a produtividade, mas também para a qualidade do leite produzido. Entre os pontos que merecem atenção especial está a saúde da glândula mamária. Observar alterações no úbere e no leite, acompanhar os animais e adotar medidas de prevenção contra a mastite são atitudes importantes dentro da rotina da propriedade. Quanto mais cedo um problema é identificado, maiores são as possibilidades de evitar prejuízos para o produtor e comprometimento da qualidade do leite.

A ordenha exige atenção aos detalhes

O momento da ordenha é uma das etapas mais importantes de todo o processo. A higiene das mãos, dos tetos, dos equipamentos e do ambiente ajuda a reduzir o risco de contaminação. Também é importante seguir uma rotina de ordenha organizada, observar o leite antes da coleta e manter os equipamentos sempre limpos e em boas condições de funcionamento. São procedimentos simples quando incorporados à rotina, mas que fazem grande diferença no resultado final.

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Do animal ao tanque, o tempo também importa

O controle da temperatura ajuda a preservar suas características e reduz a multiplicação de microrganismos. Por isso, tanque, sistema de refrigeração e condições de armazenamento também fazem parte da produção de um leite de qualidade. Cada etapa influencia a seguinte. Um bom trabalho realizado durante a ordenha pode ser comprometido se o armazenamento não receber a mesma atenção.

Qualidade é construída todos os dias

Produzir leite de qualidade exige constância. Não existe um único cuidado capaz de garantir sozinho um bom resultado. É a soma da alimentação adequada, do bem-estar dos animais, da higiene, da saúde do rebanho, da manutenção dos equipamentos e da correta conservação do leite que determina a qualidade da matéria-prima entregue ao laticínio. E esse trabalho diário também chega até quem está do outro lado da cadeia. Nos produtos Fortim, o leite recebido das propriedades passa a fazer parte de uma nova etapa, sendo transformado em alimentos que chegam à mesa de inúmeras famílias. Por trás de cada produto existe, portanto, uma história que começou muito antes da indústria: começou no campo, com famílias produtoras que todos os dias alimentam, cuidam, ordenham e trabalham para entregar uma matéria-prima de qualidade. Porque a qualidade que chega à mesa começa no cuidado de quem produz.


Gestão Rural

Produzir mais nem sempre significa ganhar mais P

roduzir mais nem sempre significa ganhar mais. Dentro da propriedade rural, acompanhar os custos é tão importante quanto observar a produtividade do rebanho, a qualidade do leite ou o desempenho da lavoura. Despesas com alimentação, medicamentos, energia, manutenção, mão de obra, combustível e reposição de animais fazem parte da rotina e precisam ser conhecidas. Quando esses valores são registrados e comparados com a receita, o produtor passa a enxergar com mais clareza onde estão os maiores gastos e quais decisões podem melhorar o resultado da atividade. Na pecuária leiteira, por exemplo, aumentar a produção por animal pode ser positivo, mas somente quando o custo necessário para alcançar esse ganho também faz sentido. O mesmo vale para investimentos em equipamentos, instalações ou novas tecnologias: antes de decidir, é importante avaliar o retorno esperado e o impacto no caixa da propriedade. Não é preciso começar com controles complicados. Anotar receitas e despesas, separar gastos da família dos custos da

atividade e acompanhar alguns indicadores já ajuda a construir uma visão mais segura do negócio. Conhecer os próprios números permite planejar melhor, corrigir desperdícios e tomar decisões com mais confiança. Afinal, uma propriedade produtiva também precisa ser uma propriedade sustentável financeiramente.

Receita Fortim Cuca de Nata com Farofa de Manteiga Fortim Tem receitas que parecem trazer de volta o cheiro da cozinha da casa dos avós. A cuca é uma delas. Macia por dentro, dourada por cima e coberta com aquela farofa crocante que todo mundo gosta, ela combina perfeitamente com um café passado na hora. Nesta versão, a Nata Fortim ajuda a deixar a massa macia e saborosa, enquanto a Manteiga Fortim dá o toque especial à farofa. Uma receita simples, daquelas feitas para colocar no centro da mesa e dividir com a família.

INGREDIENTES Massa • 3 ovos • 1 xícara de açúcar • 1 xícara de Nata Fortim • 1/2 xícara de leite • 2 e 1/2 xícaras de farinha de trigo peneirada • 1 colher de sopa de fermento químico em pó • 1 pitada de sal

Espalhe a farofa sobre toda a massa, sem apertar. Leve ao forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 35 a 45 minutos, ou até que a cuca esteja dourada e, ao espetar um palito no centro, ele saia limpo. Retire do forno, espere amornar e corte em pedaços.

RESULTADO

Uma cuca macia, levemente úmida e coberta por uma farofa dourada e crocante. O sabor da Nata Fortim deixa a massa ainda mais especial, enquanto a Manteiga Fortim traz aquele gostinho de receita feita em casa. Sirva ainda morna ou em temperatura ambiente, acompanhada de um bom café. Porque algumas receitas alimentam. Outras também trazem lembranças à mesa.

Farofa • 1 xícara de farinha de trigo • 1/2 xícara de açúcar • 3 colheres de sopa de Manteiga Fortim • 1 colher de chá de canela em pó, opcional

MODO DE PREPARO

Em uma tigela, bata os ovos com o açúcar até formar uma mistura clara e homogênea. Acrescente a Nata Fortim e o leite, misturando bem. Aos poucos, adicione a farinha de trigo e a pitada de sal, mexendo até obter uma massa uniforme. Por último, acrescente o fermento e misture delicadamente. Despeje a massa em uma forma retangular de aproximadamente 30 cm x 20 cm, untada com Manteiga Fortim e enfarinhada. Para preparar a farofa, coloque em uma tigela a farinha, o açúcar, a Manteiga Fortim e, se desejar, a canela. Misture com as pontas dos dedos até formar uma farofa úmida e com pequenos grumos.

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Palavra do Agrônomo Uma nova safra começa e, com ela, um dos momentos mais importantes para quem produz milho para silagem: o plantio. É nessa etapa que muitas decisões definem o potencial da lavoura, e aquilo que não for bem ajustado agora dificilmente poderá ser corrigido depois da emergência. Para esta safra, a atenção às condições climáticas será ainda mais importante. As previsões indicam a influência do El Niño, fenômeno associado ao aquecimento das águas do Oceano Pacífico e que, em nossa região, pode favorecer maior volume de chuva e aumento das temperaturas. Por isso, escolher bem a janela de plantio será um cuidado fundamental. Outro ponto importante é observar as condições do solo antes da semeadura. Para um bom estabelecimento inicial da lavoura, a temperatura do solo deve estar em torno de 18°C, enquanto a temperatura atmosférica ideal fica entre 20°C e 30°C. Temperaturas abaixo do recomendado podem prejudicar a emergência das plantas, reduzir o vigor inicial e até favorecer a entrada de algumas doenças na semente. Também devemos manter atenção desde o início para a cigarrinha-do-milho. Mesmo após um inverno com ocorrência de geadas, o monitoramento da lavoura continua indispensável para identificar a presença da praga e tomar decisões de manejo no momento correto.

Para quem produz leite, acertar a implantação do milho significa cuidar da base de uma das principais fontes de volumoso do rebanho: a silagem. Um bom resultado começa no plantio. Planejamento, monitoramento e decisões bem tomadas agora farão diferença na qualidade e na produtividade que teremos lá na frente. Matheus Schneider Engenheiro Agrõnomo da Coamig - CREA PR-201609/D

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