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Casa da Música Jorge Peixinho [programação abril a julho 2026]

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ABR

— JUL

PROGRAMAÇÃO

ABRIL

03 a 12 SEX 21H30

SÁB e DOM 16H30

11 SÁB 10H30

19 DOM 16H30

20 e 21

SEG e TER 10H30 e 14H00 (escolas)

25 SÁB 21H30

Mascarenhas-Martins

Via Dolorosa (de David Hare) [leitura encenada]

Colecionadores [mediação cultural]

Frenesim + Miguel Ramos

Saber ir ao Fundo [teatro para a infância]

Joana Rita Sousa Filocriatividade [oficina]

Câmara Municipal do Montijo Gisela João [música]

26 DOM 10H30 Clube de Leitura [mediação cultural]

26 DOM 16H30

MAIO

04 e 05

SEG e TER 10H30 e 14H00 (escolas)

08 SEX 21H30

15 SEX 21H30

16 SÁB 10H30

22 SEX 14H00 e 16H00 (escolas)

23 SÁB 10H30

24 DOM 10H30

31 DOM 16H30

JUNHO

01 SEG 10H30 e 14H00 (escolas)

09 TER 10H30 e 14H00 (escolas)

12 SEX 21H30

13 SÁB 10H30

21 DOM 10H30

JULHO

05 DOM 10H30

11,12 e 18

SÁB e DOM vários horários

Mascarenhas-Martins

Apresentação do livro Cultura e Revolução no Quotidiano [mediação cultural]

Joana Rita Sousa Filocriatividade [oficina]

Sara Paixão [música]

Rita Cortezão [música]

Uma Volta à Casa [mediação cultural]

Grupo de Música Contemporânea de Lisboa Peixinho é Fixe! [mediação cultural]

Grupo de Música Contemporânea de Lisboa

Peixinho Para Todos

Classe de Música Contemporânea da EAMCN [música]

Clube de Leitura [mediação cultural]

Ricardo Guerreiro Campos

A Metade Que Falta [teatro para a infância]

Ricardo Guerreiro Campos

A Metade Que Falta [teatro para a infância]

Mascarenhas-Martins

Teatro de Papel: Sobreiro [teatro para a infância]

Euterpe Guitar Duo [música]

Colecionadores [mediação cultural]

Clube de Leitura [mediação cultural]

Clube de Leitura [mediação cultural]

Mascarenhas-Martins

Apresentações Clube de Teatro [teatro]

Por vezes é preciso voltar ao início, à origem das palavras e das atividades que tentam comunicar. A necessidade de representar o mundo, de distorcer essa representação, de partilhar com os outros o que imaginamos, o que gostaríamos que acontecesse, é muito, muito antiga.

A nossa história colectiva é, em parte, a história da forma como nos imaginamos e representamos. E existe sempre uma influência entre essa imaginação e o que, efetivamente, se transforma em realidade, mesmo que nem sempre consigamos detectar movimentos de causalidade entre uma e outra. Um espetáculo, por exemplo, pode demorar anos até revelar a sua importância no nosso desenvolvimento pessoal.

As melhores coisas da vida não são necessariamente imediatas, fáceis, por vezes temos de as procurar e, quando as conseguimos encontrar, temos de algum modo o dever de as preservar. Como as amizades.

Um espaço dedicado à cultura é uma homenagem ao passado, a tudo o que, enquanto humanidade, já ganhámos através da expressão artística, do desenvolvimento intelectual, do treino do pensamento e da sensibilidade. E é, também, um contraponto a qualquer lógica que parta do pressuposto de que a vida é uma competição com poucos vencedores e uma maioria de vencidos. Na relação com a cultura, não há vencedores nem vencidos, há pessoas que se relacionam com outras pessoas, seres humanos que decidem estar presentes, ao mesmo tempo, num espaço dedicado a um ritual necessariamente colectivo, público, um ritual comunitário com base na ideia de que qualquer comunidade é constituída pela diversidade, pela conjugação de indivíduos com características muito diferentes entre si.

MAIS DO QUE EM CASA

Aqui, é um espaço em que temos a oportunidade de contactar com essa diversidade de perspetivas, não necessariamente para mudarmos de ideias, mas para as conhecermos. Não há liberdade sem conhecimento, nem conhecimento sem cultura.

Levi Martins

Diretor artístico da Mascarenhas-Martins e programador da Casa da Música Jorge Peixinho

Mascarenhas-Martins

O dramaturgo inglês David Hare fez uma viagem a Israel e à Palestina em 1997 e, no ano seguinte, estreou um monólogo com base na sua experiência. Foi através de Vera San Payo de Lemos, dramaturgista do Teatro Aberto, que Levi Martins conheceu esta peça, tendo ficado sempre na sua lista de textos que um dia poderia valer a pena abordar. Via Dolorosa não é uma peça de agora, há muitas referências que dizem respeito a uma realidade datada, mas a forma como nos dá a ver diferentes ângulos acerca daquele que será um dos mais longos e simbólicos conflitos da humanidade interpelanos, exige uma reflexão muito para lá de um posicionamento simplista, superficial, contra ou a favor, de um lado ou de outro.

Texto David Hare

Tradução, direção, interpretação Levi Martins

Interpretação e assistência de encenação

André Alves e João Jacinto

Voz e elocução Luís Madureira

Desenho de luz Maria Mascarenhas

Guarda-roupa Ana Simão

Operação de luz Filipe Peuch

Operação de som André Eusébio

Direção de produção Levi Martins

e Maria Mascarenhas

Coordenação de produção Daniela Sampaio

Produção Maria Julieta Almeida e Nídia Santos

Design gráfico António Santiago

Fotografia Luana Santos

Ramos SABER IR AO FUNDO

“Como se vai ao fundo? O que há lá no fundo? O que há no fim do mundo? O que é o fim? E porque é que as coisas boas chegam sempre ao fim?”. Estas perguntas são o ponto de partida para um concerto encenado em que o som se funde com a imagem, com música e desenho ao vivo, numa proposta destinada a crianças, jovens e a toda a família.

Direção artística

Rita Campos Costa Criação

Marta Loureiro

Miguel Ramos

Rita Campos Costa

Zé Figueiredo

Interpretação

Miguel Ramos

Rita Campos Costa

Zé Figueiredo

Música original

Miguel Ramos

Rita Campos Costa

Zé Figueiredo

Textos

Rita Campos Costa

Sonoplastia e desenho sonoro

Zé Figueiredo

Desenho de espaço

cénico, objetos de cena e figurinos

Marta Loureiro

Apoio à criação e à encenação

Nuno Preto

Olhar externo

Mariana Figueroa

Desenho de projeto Frenesim

Desenho de luz

Afonso Ferreira Lemos

Direção técnica

Zé Figueiredo

Comunicação

Marta Loureiro

Fotografias

Ana Luísa Pinto

Vídeos

Melanie Beier

Parcerias e residências UPTEC, MEXE – Associação Cultural, DesnorteArte, Cine-Teatro Constantino Nery

Agradecimentos

Aos nossos filhos. Aos nossos pais; Inês Luzio, Bruno Santos, Natacha Sampaio, Sara Figueiredo, Inês Lemos, DS Smith Viana

Espetáculo concebido

a partir da OficinaEspetáculo

Há um Rio nesta Gota

Uma produção Frenesim

Coprodução

Cine-Teatro

Constantino Nery –

Teatro Municipal de Matosinhos, Circuito - Serviço Educativo Braga Media Arts, LAC - Laboratório de Aprendizagem Criativa, Ponto C - Cultura e Criatividade

Luísa Pinto

25 DE ABRIL

GISELA JOÃO

As comemorações de 25 de Abril passam pelo Jardim das Nascentes, com um concerto gratuito de Gisela João ao ar livre. O mais recente registo discográfico da fadista, Inquieta, é uma ode à liberdade, através de interpretações de clássicos de José Afonso, José Mário Branco, Fernando Lopes-Graça, Sérgio Godinho ou Paulo de Carvalho. Canções que foram o retrato de uma época que importa recordar e celebrar, pelo valor incalculável do que nos trouxe: a liberdade.

Organização

Câmara Municipal do Montijo

25 ABR SÁB 21H30

Entrada livre

©Manuel Abelho

25 DE ABRIL

Mascarenhas-Martins

APRESENTAÇÃO DO LIVRO CULTURA E REVOLUÇÃO

NO

QUOTIDIANO

Quando atuou no Auditório da Casa da Música Jorge Peixinho, Aldina Duarte referiu que a sua escala fazia com que se sentisse de volta às casas de fado. Essa proximidade tem sido o contexto ideal para dar a conhecer uma nova geração, tendo passado por cá

SARA PAIXÃO

Quando atuou no Auditório da Casa da Música Jorge Peixinho, Aldina Duarte referiu que a sua escala fazia com que se sentisse de volta às casas de fado.

Essa proximidade tem sido o contexto ideal para dar a conhecer uma nova geração, tendo passado por cá

Tiago Correia, Beatriz Felício e Teresinha Landeiro. Sara Paixão, que descobriu o fado na adolescência através da voz de Amália Rodrigues, é uma das representantes desta geração, com um percurso que tanto a levou a pertencer ao elenco da mítica casa Sr. Vinho, como a cantar em festivais nacionais e internacionais. O seu disco de estreia, O meu lugar, foi editado pelo Museu do Fado em 2024, tendo contado com a produção de Ângelo Freire.

Desde 2015, Levi Martins escreveu textos de opinião para o jornal Semmais, semanário regional que é distribuído no Distrito de Setúbal com o Expresso. Em dez anos, foram publicados 115 textos sobre diferentes assuntos, tendo sido predominante a intenção de ir registando o pensamento acerca da relação entre cultura e política, sempre na relação com o trajecto prático da Companhia Mascarenhas-Martins, estrutura que co-dirige com Maria Mascarenhas desde a sua fundação. Os 25 textos reunidos neste livro relacionam-se sobretudo com as reflexões que derivam de um confronto com a realidade, a partir da vontade de edificar um projeto de criação artística, intervenção cultural e ação pedagógica que dê resposta à necessidade de aproximar as pessoas da cultura, entedida no seu sentido etimológico, cultura animi, cultivo do espírito.

Tiago Correia, Beatriz Felício e Teresinha Landeiro. Sara Paixão, que descobriu o fado na adolescência através da voz de Amália Rodrigues, é uma das representantes desta geração, com um percurso que tanto a levou a pertencer ao elenco da mítica casa Sr. Vinho, como a cantar em festivais nacionais e internacionais. O seu disco de estreia, O meu lugar, foi editado pelo Museu do Fado em 2024, tendo contado com a produção de Ângelo Freire.

Voz Sara Paixão Guitarra portuguesa
Francisco Pereira
Viola de fado
Pedro Soares
Contrabaixo
Paulo Paz
Acordeão e piano
Nélson Canoa
Desenho de luz
Marco Dias
Produção e arranjos Ângelo Freire

RITA CORTEZÃO

O seu disco de estreia, tudo, um pouco, saiu em Outubro de 2025. Porém, Rita Cortezão escreve canções desde que se lembra, provavelmente desde que começou a tocar piano, aos cinco anos, passando pela fase de adolescência, em que terá começado a demanda por cruzar o seu mundo interior e a relação com o que se passava lá fora. As suas canções situam-se neste território entre a imaginação e o quotidiano, entre os jogos de palavras e o rebuliço citadino, questionando a sua condição, expondo as suas dúvidas, não tendo medo de parecer vulnerável.

Voz, coros e
Rita Cortezão

GRUPO DE MÚSICA CONTEMPORÂNEA DE LISBOA

PEIXINHO É FIXE!

Destinado sobretudo ao público em idade escolar, mas também disponível para apresentação a participantes nos programas de envelhecimento ativo, Peixinho é fixe! é um programa que propõe quebrar quaisquer barreiras que possam condicionar a compreensão e fruição do repertório de música contemporânea — na qual se integra a obra de Jorge Peixinho. Nesta sessão, o maestro Rui Pinheiro vai abordar duas obras: O que me diz o vento de Murça (2025) de Eurico Carrapatoso, obra mais recente encomendada pelo GMCL ao compositor; e Cantos de Sophia (1990), de Jorge Peixinho.

22 MAI

SEX 14H00 e 16H00 (escolas) Gratuito

PEIXINHO PARA TODOS CLASSE DE MÚSICA CONTEMPORÂNEA DA EAMCN

Jorge Peixinho foi professor de Composição no Conservatório Nacional e também professor de Música de Câmara, tendo criado a primeira classe de interpretação de Música Contemporânea, a qual se extinguiu com o seu falecimento em 1995. Em 2012, o Professor Jorge Sá Machado deu continuidade a este projeto, criando a Classe de Música Contemporânea da EAMCN. O currículo parte do legado do mestre e compositor Jorge Peixinho, abordando a “introdução à interpretação da música do nosso tempo”. Esta sessão aberta ao público consiste na apresentação do trabalho desenvolvido pelos alunos no âmbito desta classe.

23 MAI

SÁB 10H30

M/6 anos Gratuito

FICHA ARTÍSTICA

Direção musical

Rui Pinheiro

Direção artística

José

Mezzo-soprano

Flauta

Clarinete

Luís Gomes

Violino

José Sá Machado

Viola

Violoncelo

Jorge Sá Machado

Harpa

Ana Ester Santos

Percussão

Fátima Juvandes

Guitarra

Paulo Amorim

CLASSE DE MÚSICA

CONTEMPORÂNEA DA EAMCN

Alunos da Classe de Música

Contemporânea da Escola

Artística de Música do

Conservatório Nacional

Sá Machado
Susana Teixeira
Clarisse Gomes
Ricardo Mateus

Ricardo Guerreiro Campos

A METADE QUE FALTA

Há sempre qualquer coisa que nos falta, que nos completa, que procuramos, encontramos, por vezes perdemos e voltamos a procurar. A Metade Que Falta é um espetáculo-oficina sobre essa procura, é “uma declaração de amor às coisas, das mais simples às mais complexas, de uma flor a um abraço”. E o mundo precisa tanto de declarações de amor.

31 MAI e 01 JUN

DOM 16H30

SEG 10H30 e 14H00 (escolas)

M/3 anos 40

Direção artística

Ricardo Guerreiro Campos

A partir do livro

Metade, Metade, de Madalena Matoso e

Isabel Minhós Martins

Interpretação

Ricardo Guerreiro Campos

José Miguel Zambujo

Música original

José Miguel Zambujo

Consultoria pedagógica

Maria João Frade

Fotografia

Helena Tomás

Produção

Casa da Avenida

EUTERPE GUITAR DUO

Pedro Lopes Baptista e Titus Isfan têm estreado anualmente, desde 2023, um conjunto de obras compostas para duas guitarras clássicas na Casa da Música Jorge Peixinho. O Euterpe Guitar Duo tem contribuído para a criação de um novo repertório nacional para esta formação, tendo, até ao momento, apresentado quinze novas composições que integram dois registos discográficos: Entre Gestos Distantes e Reminiscências Iridescentes. Em 2026, a fechar o ciclo iniciado há três anos, o duo irá estrear obras de António Victorino d’Almeida e de Rafael Araújo, bem como interpretar todas as obras que irão integrar um terceiro disco, com música de Ana Seara, Fernando C. Lapa, Gonçalo d’Alcântara Lourenço, João Pimentel, José Mesquita Lopes, José Peixoto e Luís Lopo.

12 JUN

SEX 21H30

M/6 anos

Gratuito

Guitarra clássica
Pedro Baptista
Titus Isfan

Mascarenhas-Martins

O trabalho desenvolvido pelas diferentes turmas do Clube de Teatro ao longo da temporada termina com apresentações públicas. É o culminar de um percurso que ora proporciona aos participantes um primeiro contacto com o teatro — nas turmas de iniciados —, ora permite o aprofundar da prática teatral para quem já frequentou e deseja continuar (há quem esteja a frequentar o Clube de Teatro pelo quarto ano consecutivo). Uma vez que este ano a programação da Mascarenhas-Martins tem sido dedicada especialmente ao trabalho desenvolvido por mulheres artistas, ou a espetáculos nos quais existe protagonismo de mulheres, foram escolhidos os textos

A Casa de Bernarda Alba, de Federico García Lorca, As Criadas, de Jean Genet, e Arte da Conversação, de Luísa Costa Gomes.

AS CRIADAS

De Jean Genet Tradução Luiza Neto Jorge

Com Ariuna Bogdan, Fernanda Mendonça, Gabriela Carvalho, Inês Eusébio, Inês Monteiro Pires, Luís Rodrigues, Pedro Maceira, Rita Belém, Sandra Páscoa e Sara Silva.

11 JUL

SÁB 16H30 e 21H30

Gratuito

ARTE DA CONVERSAÇÃO

De Luísa Costa Gomes

Com Ana Sofia Soares, Diana Ferreira, Diana Viegas, Edine Borges, Fabiana Santos, Inês Ribeiro Bravo, Joana Patrocínio, Marcus Silva, Matilde Borges e Sofia Ribeiro

12 JUL

DOM 15H30 e 18H30

Gratuito

A CASA DE BERNARDA ALBA

De Federico García Lorca Tradução Gonçalo Gomes

Com Arlindo António, Carlos Costa, Enir Monteiro, Gilda Paço, Inês de Matos, Jéssica Peuch, Maria do Céu Diogo, Mónica Santos, Naiara Borges, Nídia Santos e Sara Godinho

18 JUL

SÁB 16H30 e 21H30

Gratuito

Uma vez por mês, as redes sociais da Casa da Música Jorge Peixinho destacam uma peça do Museu Jorge Peixinho, para dar a conhecer o espaço dedicado à memória do compositor montijense através dos objetos que, ao longo da vida, reuniu. A oficina Colecionadores — pensada para crianças a partir dos 6 anos — parte dessas peças para propor aos mais novos a experiência de, através de diferentes técnicas e materiais, reinventar esses objetos e ir constituindo, cada qual, a sua Coleção.

É necessário fazer inscrição prévia para: producao@mascarenhasmartins.pt

11 ABR e 13 JUN

SÁB 10H30 Gratuito

Por mais dispositivos que haja, o fascínio pelos livros continua a existir, esses objetos mágicos que nos dão acesso à infinitude da imaginação. Para partilhar esse fascínio, a Mascarenhas-Martins criou este ano um Clube de Leitura para que, em família (e numa família alargada constituída pelas várias famílias), se possa ler e falar sobre o que se leu em conjunto. A escolha é feita a partir de obras recomendadas no catálogo do Plano Nacional de Leitura. O Clube é gratuito e tem lugar uma vez por mês, aos domingos, às 10h30, na Casa da Música Jorge Peixinho.

A Casa da Música Jorge Peixinho é uma casa com jardim? Ou é um jardim com uma casa? Que relação existe entre o Museu Jorge Peixinho e o Auditório? Quem foi Jorge Peixinho? Qual é a ideia por detrás da identidade gráfica? Estas são algumas das perguntas a que se tenta dar resposta numa visita guiada, concebida por Maria Mascarenhas, para mostrar a Casa da Música Jorge Peixinho enquanto projeto que inclui todos os elementos: Auditório, Museu, Jardim. Uma visita gratuita, para toda a família.

É necessário fazer inscrição prévia para: producao@mascarenhasmartins.pt

É aconselhado calçado confortável e chapéu.

Para mais informações e marcações: producao@mascarenhasmartins.pt

26 ABR, 24 MAI, 21 JUN e 05 JUL

DOM 10H30 Gratuito

16 MAI

SÁB 10H30 Gratuito

ESCOLAS

Uma parte da programação da Mascarenhas-Martins destina-se exclusivamente à comunidade escolar do concelho do Montijo, tendo como objetivo aproximar os mais novos da atividade artística. As atividades Teatro de Papel e Ensaio de Mesa estão disponíveis por marcação.

Para mais informações e marcações: producao@mascarenhasmartins.pt

Mascarenhas-Martins

TEATRO DE PAPEL: SOBREIRO

FILOCRIATIVIDADE Por marcação

*FORA DA CASA DA MÚSICA JORGE PEIXINHO

Quem disse que já ninguém ouvia discos de uma ponta à outra? No projeto Melomania, não há qualquer intervenção de algoritmos, as recomendações são feitas por uma pessoa, que assume as suas escolhas e propõe a escuta de um álbum. É uma atividade de resistência, por assim dizer — resistência à atenção dividida, a favor da valorização do álbum enquanto objecto artístico que vai para lá da mera compilação de canções. Em 2026, as escolhas são de Miguel Dias.

3.° Capítulo, Da Weasel (1997)

The Ideal Crash, dEUS (1999)

Quarto Crescente, Márcia (2015)

17 ABR, 22 MAI e 19 JUN

Ateneu Popular de Montijo

SEX 21H30

Gratuito

Preços

Normal: 10€

Residentes no concelho do Montijo: 8€ Estudantes; profissionais do espetáculo; desempregados; reformados; seniores (>65); jovens (<25): 6€

Bilheteira

218 078 760 bilheteira@mascarenhasmartins.pt

As reservas devem ser feitas até 48h antes do espetáculo e levantadas até uma hora antes do seu início.

A bilheteira estará aberta apenas em dias de espetáculo, duas horas antes do início de cada apresentação.

Condições de acesso

Por favor aguarde as indicações da equipa da Companhia Mascarenhas-Martins/Casa da Música Jorge Peixinho para a entrada e saída do Auditório.

O acesso à sala é feito mediante apresentação do bilhete, não existindo lugares marcados. Agradece-se, no entanto, que sejam seguidas as indicações de ocupação de lugares dadas pela equipa da Companhia Mascarenhas-Martins/ Casa da Música Jorge Peixinho.

Após o início dos espetáculos, não será permitida a entrada de público no Auditório (de acordo com o disposto no Art.º 10 do Decreto-Lei n.º 23/2014, de 14 de fevereiro), não havendo lugar ao reembolso do valor pago pelo bilhete.

Espetáculos para a infância

Menores de 18 anos: 3€

Maiores de 18 anos: 6€

Não é permitida a entrada a menores de 3 anos, exceto em espetáculos classificados “para todos os públicos” (de acordo com o disposto no Art.º26 do Decreto-Lei 23/2014, de 14 de Fevereiro).

A bilheteira dispõe de pagamento em numerário, Multibanco e MBWay.

Os bilhetes estarão também disponíveis para venda online em: casadamusicajorgepeixinho.bol.pt/

Acessibilidade

A entrada do Auditório é acessível a pessoas com mobilidade reduzida. O edifício dispõe de casas de banho adaptadas no piso térreo. O Auditório conta com espaço para cadeiras-de-rodas, devendo este ser solicitado no ato da reserva dos bilhetes. No caso de espectadores com mobilidade reduzida, o estacionamento de veículos dentro das imediações da Casa da Música Jorge Peixinho deverá ser solicitado previamente. Para obtenção de bilhetes gratuitos de acompanhante (de acordo com o Decreto-Lei n.º 65/2026 de 05 de Março), pedimos que por favor entre em contacto com a nossa bilheteira, ou que seja feita referência ao mesmo no momento da reserva ou compra dos bilhetes.

Estacionamento

Nas imediações da Casa da Música Jorge Peixinho existem diversos pontos onde é possível encontrar estacionamento, nomeadamente na Rua Joaquim d’Almeida, Rua Almeida Garrett e Rua Pocinho das Nascentes.

Como chegar

Avenida António Mourão, n.º 1, 2870-055 Montijo

Coordenadas GPS - 38.71603, -8.95317

No Auditório, é expressamente proibido filmar, fotografar, ou gravar, assim como fumar, ou consumir alimentos ou bebidas.

Antes de entrar no Auditório, os telemóveis ou outras fontes de sinais sonoros devem ser desligados e mantidos assim até ao final de cada apresentação.

Os bilhetes devem ser conservados até ao fim do espetáculo.

Não será permitida a entrada de pessoas portadoras de objetos potencialmente perigosos, ou suscetíveis de perturbar a realização do espetáculo ou o público, ou acompanhadas de animais, salvo cães de assistência devidamente identificados (de acordo com o disposto no Art.º 10 do Decreto-Lei n.º 23/2014, de 14 de fevereiro).

Paragens Carris Metropolitana

Avenida Garcia da Orta (Frente Supermercado)

Linha 4515

Avenida Garcia da Orta (Vila das Nascentes)

Linha 4704

Montijo (R. Joaq. Almeida X R. Alm. Garret)

Linhas 4514, 4515 e 4704

Afonsoeiro (Av. Pedro Nunes -Supermercado)

Linhas 4208, 4503, 4514 e 4515

Bº Areias (R. Leitão Barros - Escola)

Linhas 4202, 4203, 4208, 4503 e 4504

(Fonte: Carris Metropolitana)

Algarve Espanha Lisboa A33

CONTACTOS

Casa da Música Jorge Peixinho

Avenida António Mourão, n.º 1, 2870-055 Montijo 218 078 759

casadamusica@mun-montijo.pt facebook.com/casadamusicajorgepeixinho instagram.com/casadamusicajorgepeixinho casadamusicajorgepeixinho.pt

Mascarenhas-Martins

mascarenhasmartins.pt facebook.com/mascarenhasmartins instagram.com/mascarenhasmartins companhiamascarenhasmartins@gmail.com bilheteira@mascarenhasmartins.pt

Equipamentos culturais municipais

Galeria Municipal do Montijo

Rua Almirante Cândido dos Reis, n.º 12 2870-253 Montijo 212 327 736 galeria@mun-montijo.pt

Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida

Rua Joaquim de Almeida

2870-340 Montijo Bilheteira - 212 327 882

ctjabilheteira@mun-montijo.pt

Contactos Gerais

212 327 607 | 212 327 626

ctja@mun-montijo.pt

Museu Municipal Casa Mora

Avenida dos Pescadores, n.º 52 2870-114 Montijo 212 327 867

museu.se@mun-montijo.pt

Museu Agrícola da Atalaia

Largo da Feira, 2870-706 Atalaia 212 314 667

cultura@mun-montijo.pt

Câmara Municipal do Montijo

Rua Manuel Neves Nunes de Almeida

Edifício Paços do Concelho

2870-352 Montijo

212 327 600 geral@mun-montijo.pt www.mun-montijo.pt facebook.com/municipiodomontijo instagram.com/municipiodomontijo

MASCARENHAS-MARTINS

A Mascarenhas-Martins é uma estrutura de criação artística, programação e mediação cultural fundada em 2015, no Montijo, com direção artística de Levi Martins e Maria Mascarenhas.

André Alves

Ator, formador do Clube de Teatro, técnico de Ação Pedagógica, técnico de luz e palco, apoio à produção

André Eusébio

Técnico de som

António Santiago

Design gráfico, comunicação, gestão de redes sociais

Carlos Oliveira

Consultoria de gestão

Daniela Sampaio

Coordenação de produção

Filipe Peuch

Apoio técnico, apoio à comunicação, músico, técnico de Ação Pedagógica

Moinho de Maré do Cais

Frente Ribeirinha, 2870 Montijo 212 327 867  museu.se@mun-montijo.pt

Posto de Turismo

Avenida dos Pescadores, n.º 50

2870-150 Montijo 212 327 784 pturismo@mun-montijo.pt

Biblioteca Municipal Manuel Giraldes da Silva

Avenida 25 de Abril, n.º 13

2870-150 Montijo 212 327 772 biblioteca@mun-montijo.pt

Arquivo Municipal

Estrada do Pau Queimado 2870 Montijo

212 326 830/1  arquivomunicipal@mun-montijo.pt

Joana Miranda

Apoio à gestão administrativa e financeira

João Jacinto

Ator, formador do Clube de Teatro, técnico de Ação Pedagógica, apoio à comunicação

APOIOS E PARCERIAS

Levi Martins

Programação cultural, direção de produção, realização, imagem e som de projetos audiovisuais, coordenação de edições, comunicação, produção musical, músico

Luana Santos

Fotografia

Maria Julieta Almeida

Produção, coordenação de bilheteira, apoio à gestão administrativa, apoio à comunicação, técnica de Ação Pedagógica

Maria Mascarenhas

Encenação, produção, coordenação técnica, desenho de luz, coordenadora e técnica de Ação Pedagógica, apoio à comunicação

Mundifisco II

Contabilidade

Nídia Santos

Assistência de produção, acolhimento e frente de sala, apoio à bilheteira, apoio técnico, técnica de Ação Pedagógica

A Companhia Mascarenhas-Martins é uma estrutura financiada por:

Parceria institucional:

FICHA TÉCNICA

Parceria media: Entidades parceiras:

Título Casa da Música Jorge Peixinho Programação Abril-Julho 2026 (Edição 02/2026)

Edição Câmara Municipal do Montijo Textos e design gráfico Companhia Mascarenhas-Martins

Tiragem 3000 ex. Impressão Tipografia Belgráfica, Lda.

Identidade gráfica da Casa da Música Jorge Peixinho Ana Viana

MAIS DO QUE EM CASA

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