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Jornal do Orquidofilo Nr. 8 2015

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AFestadas

Orquídeas

CongressoEuropeu–Londres2015

Estufas no Parque da Pena

Fomos à inauguração das recentemente restauradas estufas no Parque da Pena ( Pág. 3)

Estivemos na reunião do European Orchid Council em Londres ( Pág. 4) Doenças

Falamos das temidas doenças provocadas por bactérias ou fungos que são difíceis de detetar e curar ( Pág. 9)

Volume 2 – Nr. 08

Abril de 2015

Propriedade do Clube dos Orquidófilos de Portugal ®

Bem Vindos!

Este jornal é distribuído a todos os sócios do Clube dez vezes por ano.

EDITOR

José M. M Santos jose.santos.orquideas @gmail.com

Neste mês, o Clube dos Orquidófilos de Portugal faz um ciclo completo ao comemorar o seu primeiro aniversário. No próximo número teremos um jornal mais pessoal, mais virado para o associado, com algumas opiniões e entrevistas a alguns sócios.

Será talvez a altura certa para fazermos uma avaliação do que foi feito durante este primeiro ano, do que crescemos e também do que não conseguimos realizar e no será necessário melhorar.

Américo Pereira

Mário Couto

EMAIL REVISÃO

PauloAssunção clubeorquidofilosportugal@ gmail.com

COLABORADORES NESTE NÚMERO MORADA TELEMÓVEL

Calçada do Tojal, Nr. 58 RC D 1500-596 Lisboa 962835128

PÁGINA NA NET

http://www.clubeorquidofilosportugal.pt

Para uma pequena associação como a nossa, foi um marco superarmos o número de uma centena de sócios logo no primeiro ano. Chegou a altura das renovações de sócio e estamos a ter praticamente 100% de renovação das quotas. É um bom sinal saber que os sócios estão a gostar do que estamos a fazer e que nos dão o seu voto de confiança renovando a quota. Estamos confiantes e queremos a participação de todos. Façam chegar-nos as vossas opiniões, sugestões, fotos e/ou artigos, para o nosso email que encontram na coluna ao lado. Só assim conseguiremos melhorar.

Neste número temos reportagens sobre as recentemente inauguradas estufas da Quinta da Pena, sobre o Congresso Europeu de Orquídeas de Londres e sobre a nossa entrada para o European Orchid Council. Conheça a Ophrys incubacea e a Maxillariella tenuifolia Aprenda sobre doenças provocadas por agentes patogénicos e sobre como obter os melhores resultados com os reenvasamentos.

Não deixe de ver o nosso calendário de eventos e a sugestão de leitura.

Não se esqueça que estamos diariamente na nossa página no Facebook e que vamos atualizando o nosso blog e a nossa página na net. Boas leituras e boas florações!

Saudações Orquidófilas!

Orqui - notícias

Inauguração das Estufas da Quinta da Pena, em Sintra Abril 2015

Foi inaugurado este mês um novo espaço de interesse na Quinta da Pena, gerida pelos Parques de Sintra - As Estufas da Quinta da Pena, situadas entre o Palácio da Pena e o Chalet da Condessa d’Edla.

O projeto de recuperação consistiu no restauro de duas estufas de trabalho, da estufa principal, dividida em três áreas que terão ambientes distintos (quente, temperado e frio) e a requalificação dos patamares onde se situam as estufas com a inclusão de uma ferramentaria e uma área de trabalho coberta.

Ainda no seu início, a estufa conta já com vários exemplares de orquídeas bem como plantas de outras famílias, como Fetos, Begónias, Bromélias, Hoyas, entre outras Nos três compartimentos da estufa encontraremos espécimes exóticos e também pertencentes à flora da serra de Sintra.

Pelo entusiasmo de toda a equipa dos Parques de Sintra, adivinha-se um futuro brilhante para este espaço que terá ainda a recuperação do aviário e a construção de uma cafetaria, instalações sanitárias e uma loja numa segunda fase de recuperação desta área que está neste momento em estudo. ✿

European Orchid Council

Reunião de 2015

Este ano, o CLUBE DOS ORQUIDÓFILOS DE PORTUGAL foi aceite no EUROPEAN ORCHID COUNCIL e estive, pela primeira vez, a representar o clube na sua reunião anual.

O E.O.C. - European Orchid Council é uma associação que visa juntar as várias associações orquidófilas que existem na Europa. É um meio de unificar a informação e tornar mais próximas as várias associações europeias que trabalham todas para um mesmo objetivo.

O E.O.C. organiza um congresso de três em três anos num país que se candidata para realizar esse evento juntamente com o E.O.C. .

Este ano foi em Londres e nessa altura realizou-se também a reunião anual da associação.

A Assembleia Geral, onde estive presente , para além de ter aceite o nosso clube como associado, discutiu maioritariamente a realização do congresso deste ano em Londres onde agradeceu às associações inglesas que participaram na sua organização e

ouviu os representantes franceses, eleitos presidentes da E.O.C. pois são eles que vão organizar o próximo congresso, em 2018, em Paris. Uma organização que já está em andamento há algum tempo e que se adivinha mais um sucesso. Foi também anunciada e aceite a candidatura da Dinamarca para a realização do Congresso Europeu de Orquídeas em 2021. Mais novidades sobre estes e outros assuntos do European Orchid Congress serão aqui posteriormente notificados. ✿

O nosso Panfleto desdobrável

Temos já os nossos panfletos para distribuirmos pelo máximo de locais (centros de jardinagem, floristas, hortos e outros locais de interesse)

Aos associados interessados, por favor contactem-nos para o nosso email, que vos enviaremos exemplares para colocarem em locais que achem bons para divulgar as orquídeas, o nosso clube e talvez conseguir novos sócios

Orquídeas Silvestres

Orquídea rara em território nacional, estando registadas algumas localizações de populações, dispersas e quase sempre com poucas plantas. Pode ser observada na Serra da Arrábida, local onde se concentram o maior número de exemplares e, mais a sul, alguns locais no Alentejo, sempre com muito poucos espécimes. Nesses locais podemos ainda observar alguns raríssimos híbridos da Ophrys incubacea com outras espécies do género Ophrys, tais como a O. picta, a O. speculum e a O. fusca. É também conhecida como uma das espécies deste género com flores mais coloridas e mais belas.

com

Américo Pereira

Planta alta e relativamente robusta, composta por uma roseta basal de folhas ovaladas lanceoladas e com uma haste floral composta por 3 a 8 flores. As pétalas e as sépalas são geralmente esverdeadas, por vezes rosadas. O labelo apresenta geralmente uma forma orbicular, dirigido obliquamente para a frente, com bordos triangulares dobrados para a frente, como dois braços, aveludado ao centro e as margens com uma pilosidade acentuada. O labelo destaca-se ainda pela bela mácula central em forma de H, de cor azulada a acinzentada. O apêndice no labelo é quase impercetível.

Habita em espaços abertos ou

pouco arborizados, de solos pobres e básicos, em regiões predominantemente calcárias. A época de floração ocorre de finais de Fevereiro até finais de Março, por vezes estende-se até ao início de Abril.

Apesar de ser uma orquídea algo vistosa, passa despercebida no meio da vegetação que a envolve, pelo que requer alguma atenção para a podermos localizar. Fotografias captadas na Serra da Arrábida e no Distrito de Beja. ✿

Bibliografia:

DELFORGE, P (2005) – Guide des Orchidées d’Europe, d’Afrique et du Proche-Oriente – 3e Edition. Delachaux et Niestlé S A - Paris

Ophrys incubacea de flor normal. Híbrido de Ophrys incubacea com Ophrys fusca.
Híbrido de Ophrys incubacea com Ophrys speculum.

Londres, 2015

Foi uma festa de cor e exotismo o que assistimos este ano em Londres, no Congresso Europeu de Orquídeas

Nunca se viram tantos participantes, representantes de tantos e diferentes países e com uma quantidade e diversidade de belos exemplares de orquídeas, tanto para venda como em exposição.

Foram quatro dias de grande azáfama para os milhares de visitantes que visitaram a exposição e mais uma oportunidade para reveremos amigos e encontrarmos mais algu-

Bonitas composições com orquídeas e outras plantas tropicais
Cymbidium Crystal Spring Masdevallia

Congresso Europeu Abril

mas raridades para as nossas coleções.

Neste evento foram atribuídas várias medalhas de ouro, os vencedores foram o British Orchid Council, a Fundação Eric Young, Helen Millner, Jacques Armand International, McBean’s Orchids, Orchideengarten, Vacherot e Lecoufle, Writhlington School Orchid Project e o Senado Francês com orquídeas dos Jardins du Luxembourg. ✿

Maxillaria lehmannii
Angraecum sesquipedale
Maxillaria sanderiana
Lycaste

Espécie do mês Maxillariellatenuifolia

É uma orquídea muito atrativa e que deveria fazer parte de qualquer coleção Os seus bolbos amendoados e as suas folhas finas, como erva, ficam muito bonitas mesmo quando a planta não está florida. A planta tem um crescimento na vertical, relativamente rápido e parece sempre que quer saltar fora do vaso Na natureza é epífita mas nas nossas casas o mais comum é ser cultivada num vaso alto, com tutores, em cestos suspensos ou, os mais aventureiros, montada numa placa de cortiça

Esta espécie foi descoberta no México por Karl Theodore Hartweg e descrita por Lindley em 1837.

Pode ser encontrada em florestas até uma altitude de 1500m desde o México à Costa Rica em zonas de temperatura intermédia a quente. É uma planta que se adapta bem a temperaturas mais baixas mas não deixe que seja exposta a temperaturas inferiores a 10 graus.

O substrato é composto por uma mistura de casca de pinheiro média com um substrato base para orquídeas epífitas. O substrato deve manter alguma humidade mas também ter boa drenagem

Mas o maior trunfo para a popularidade desta orquídea é o seu perfume Estas pequenas flores avermelhadas têm o mais doce perfume a coco, muito agradável

Sem dúvida, irresistível ✿

De Maxillaria para Maxillariella

Ainda é principalmente conhecida por Maxillaria mas a designação taxonómica actual correta é Maxillariella tenuifolia. Esta mudança ocorreu em 2007 e foi proposta por M. A. Blanco & Carnevali

Fitossanidade

Os fungos, aparecem sob forma de pó branco, verde ou preto, ou de algodão branco ou mesmo cogumelos. Surgem nas plantas e substrato, aprecia substrato ácido e húmido, pouca ou nenhuma ventilação, humidade alta, mas não água direta Decompõem a matéria orgânica, levando ao aparecimento de bactérias. Multiplicam-se libertando esporos e são de difícil tratamento.

Entre eles temos de evitar a “Podridão negra”, caracterizada por aparecimento de manchas negras nas raízes, bolbos e folhas, é um fungo que aprecia alta humidade e ar estagnado, espalha-se por esporos e pelo contacto de/com água estagnada.

Nota: se regarmos as plantas por imersão num recipiente com água, se a alguma planta estiver contaminada com este fungo, todas as que forem de seguida imersas na mesma água da rega, também vão ficar contaminadas

Combate: Reduzir a humidade relativa do ar até 50%, trocar o substrato e o vazo, aplicar fungicida em todas as regas, e colocar num local bem ventilado para secar o fungo, e se possível fazer tratamento por UV’s.

Outros problemas de carácter microbiológico são as bactérias e os Vírus.

As bactérias contaminam por contacto, o seu aparecimento está associado ao aparecimento de insetos e fungos. Surgem com excesso de humidade e tempera -

Doenças

turas altas aliadas á acidificação de matéria orgânica no substrato, os sintomas gerais são a rápida desidratação do substrato, e na planta, aparecimento de zonas moles que se alastram, e que em um ou dois dias a zona afetada fica completamente seca.

No caso dos vírus, estes propagam-se sistemicamente e por contacto com água contaminada, provocam manchas negras, necrose e mau cheiro Geralmente criam padrões nas áreas afetadas.

Nota: Existem vários testes no mercado para identificar o vírus ou mesmo a bactéria, no entanto devido ao seu custo, é mais fácil destruir a planta contaminada e comprar outra.

Curiosidades: Já estão a ser geradas (desde 2009) plantas resistentes a vírus só nos resta esperar pelos resultados desta pesquisa que irá revolucionar (e limitar) o mundo das orquídeas São elas os Cymbidium, Phalaenopsis, Oncidium, Cattleya, Vanda e Dendrobium

Em síntese, podemos concluir que as plantas e substrato devem secar entre regas (pelo menos a superfície do substrato). Deve existir ventilação, para retirar o excesso de humidade. A luz natural deve ser filtrada, mas os raios UV são bons fungicidas As folhas, bolbos e raízes mortas devem ser retirados para não potenciar pragas A quarentena de plantas novas é também um aspeto importante, para evitar a inserção de pragas na sua coleção Deve ainda ser aplicado mensalmente fungicida em doses leves como forma de prevenção

Devem ainda ser esterilizados todos os utensílios (tesouras, facas e recipientes) e se possível usar luvas

Exemplos de folhas com fungos Estas devem ser eliminadas ou deve ser aplicado um antifúngico

Tarefas de Primavera

Com os dias já mais quentes, chegou a época dos reenvasamentos de todas aquelas orquídeas que não florescemnaPrimavera.

REENVASAR PORQUÊ?

Ao serem cultivadas em vasos, as plantas estão a desenvolver-se num espaço muito limitado. Com o passar do tempo,aplantacresceeasraízes começamaencherovaso.Chega a uma altura em que a quantidade de raízes começa a impedir que a planta se desenvolva e aí esta começa a atrofiar e a mostrar sinais de subdesenvolvimento.

À medida que as raízes vão crescendo e ocupando o vaso, o substrato vai-se deteriorando e, chega a um limite em que simplesmente desaparece. Quem nuncafoireenvasarumaplantae se deparou com um vaso cheio deraízes?

Assim,osreenvasamentossão importantes para podermos dar novas condições à planta de modo a que continue o seu crescimento de forma saudável Para isso precisa de espaço para crescer e substrato com nutrientesparasealimentar

ERROS FREQUENTES

É importante fazer um reenvasamento mas temos que ter em atenção o facto de que é um erro mudar a planta de vaso quando não é necessário fazê-lo. Ao mexermos na planta e nas suasraízes,vamostambémalte-

rar o equilíbrio da planta e expô-laastressquepodeafetar o seu crescimento e futuras florações Só faça reenvasamentos se tiver a certeza que é absolutamente necessário, se a planta está demasiado grande para o vaso ou se já passou muito tempo desdeoúltimoreenvasamento. Muitas vezes, especialmente com plantas pequenas, podemos fazerantesumatroca desubstratomasreutilizandoo mesmo vaso. Aproveitamos para lavar e desinfetar o vaso que voltamos a utilizar. Retirase a planta, sacode-se o substrato velho, inspecionamse as raízes e limpam-se se necessário e volta-se a reenvasar a planta com substratonovo.

O TAMANHO DO VASO

É totalmente errado mudarmos a planta para um vasomuitogrande Aplantavai demorar muito tempo a ambientar-se e as raízes a chegar às paredes do vaso Nesse tempo a planta vai crescermas émais difícilflorir. Se utilizarmos um vaso só um ou dois tamanhos acima, a planta vai ter à mesma substrato novo e mais espaço para crescer, mas vai estabelecer-se mais rapidamente no vaso e assim, retomar o seu ciclo natural, crescer e florir sem interrupções

Normalmente um substrato devesersubstituídopassados

dois a três anos Mesmo que o vaso ainda tenha espaço, o substrato já perdeu todos os seus nutrientes, já se deteriorou bastante e o seu apodrecimento pode começara atrair fungos e pestes não desejadas.

OUTRAS CONSIDERAÇÕES

Especialmente para quem tem muitas orquídeas, é necessário que saibamos quando foram feitos os reenvasamentos. Habitue-se a colocar uma etiqueta no vaso com o nome da planta e a data de reenvasamento. Assim saberá quando será necessário reenvasarassuasplantas

Para ajudarmos a que o substrato não perca os nutrientes muito rapidamente, devemos fertilizar a planta. A fertilização deverá ser feita consoante as necessidades da orquídea.

Uma planta não deve ser reenvasada quando estiver a florir. Se for absolutamente necessário, o melhor será cortar as flores. Ao reenvasar plantas em flor vamos fazer com que as flores durem muito menos tempo ou não se desenvolvam.

Se as raízes estiverem em condições ótimas, não as perturbe. Retire a planta do vasoantigoecoloque-anonovo sem lhes mexer. A planta vai assimsofrermenosstress ✿

Calendário de Eventos

EXPOSIÇÕES INTERNACIONAIS

12 – 14 de JUNHO de 2015

MALVERN

INTERNATIONAL

ORCHID SHOW

Uma exposição regional, em Malvern, na Inglaterra, onde se reúnem muitos vendedores e expositores, tanto ingleses como internacionais.

30 JUNHO – 5 de JULHO de 2015

HAMPTON COURT

PALACE FLOWER SHOW

Uma exposição geral de jardinagem num bonito jardim inglês. Este ano esta exposição comemora o seu 25º aniversário.

WORKSHOPS

JARDINS SINTRA

20 de JUNHO, às 15h00

Tema: DENDROBIUM E DOCKRILLIA

por José Santos

WORKSHOPS

GIGA GARDEN - ALGARVE

6 de JUNHO, às 10h30

Tema: CUIDADOS NO VERÃO

por Maria de JesusAlexandre

WORKSHOPS WINGARDEN - ALGARVE

6 de JUNHO, às 15h00

Tema: COELOGYNE

por Robin McDonald, da Orchid Society of East Anglia

13 de JUNHO, às 15h00

Tema: LAELIA

por Mário Couto

BIBLIOTECA

ORQUIDÓFILA

Este é um pequeno (66 páginas) mas muito útil livro sobre as orquídeas silvestres do Algarve, escrito pela inglesa Sue Parker e editado em Inglaterra em 2009

Está muito completo dando a perfeita noção ao leitor dos habitats e clima do Algarve que proporcionam que se encontre uma grande quantidade de espécies de orquídeas silvestres nesta zona do nosso país

Depois de uma pequena explicação sobre as orquídeas e as suas características, a autora faz uma des -

crição dos géneros mais representados seguida da apresentação de mais de duas dezenas de espécies que encontrou e fotografou no Algarve indicando as zonas e parques naturais onde foram encontradas durante as suas caminhadas

As descrições são ilustradas com fotografias de boa qualidade o que ajudará na identificação se quisermos fazer uma caminhada nas zonas indicadas pela autora que, também se preocupa com a conservação.

Só é de lamentar que o livro tenha sido só escrito em inglês Uma edição bilingue ou a tradução para português seria talvez uma boa ideia.

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PARCERIAS

O Clube dos Orquidófilos de Portugal tem parcerias com as seguintes empresas que se disponibilizaram a oferecer vantagens aos nossos associados:

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10% de desconto em orquídeas

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Se conhecer alguma empresa que possa querer publicitar os seus serviços ou produtos ou fazer uma parceria com o Clube, escreva-nos para o nosso email com a sua sugestão.

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A inscrição no C.O.P. - CLUBE DOS ORQUIDÓFILOS DE PORTUGAL é muito simples Basta enviar-nos um email para clubeorquidofilosportugal@gmail.com com os dados pessoais. (O clube compromete-se a não divulgar os seus dados a outros e a usa-los unicamente em comunicações com o associado.)

De seguida escolha o tipo de associado e faça pagamento por uma simples transferência bancária num multibanco: - NIB 0010.0000.5121.2280.0015.9, ou ainda por envio de cheque ou vale postal. (O processo de associação só será válido após o pagamento da quota anual).

TIPOS DE SÓCIOS:

Sócio Individual Jovem (até aos 16 anos) – valor da quota: 15,00€ / 12 meses

Sócio Individual Adulto (a partir dos 17 anos) – valor da quota: 20,00€ / 12 meses

Sócio Coletivo* (quaisquer idades desde que tenham um grau familiar próximo e residam na mesma morada ) * Neste tipo de sócio só o primeiro titular tem direito a voto na assembleia geral mas ambos beneficiam de todas as vantagens em igualdade – valor da quota: 25,00€ / 12 meses

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