Visão artificial: do controlo de qualidade à participação nos processos de produção

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VisĂŁo ArtiďŹ cial: do Controlo de Qualidade Ă Participação nos Processos de Produção UTILIZAĂ‡ĂƒO DA VISĂƒO NOS PROCESSOS DE PRODUĂ‡ĂƒO Desde hĂĄ relativamente pouco tempo, os sistemas de visĂŁo tĂŞm sido utilizados como um instrumento relevante no processo produtivo e, cada vez com mais frequĂŞncia, observa-se uma estreita colaboração entre a visĂŁo e a robĂłtica, de forma a obter uma maior automatização nas cadeias de fabrico.

A visĂŁo artiďŹ cial, solução essencial nas aplicaçþes de controlo de qualidade industrial, ĂŠ cada vez mais utilizada como uma ajuda nos processos de produção e começa a ser utilizada com mais frequĂŞncia juntamente com robots, naquilo que denominamos de RGV (RobĂłtica Guiada pela VisĂŁo). Dentro desta tecnologia destacam-se dois tipos de aplicaçþes genĂŠricas: Pick & Place e BinPicking. ďšš VISĂƒO E CONTROLO DE QUALIDADE Os sistemas de visĂŁo artiďŹ cial para a indĂşstria (Machine Vision) tĂŞm sido utilizados habitualmente para um controlo de qualidade em aplicaçþes industriais. De um modo geral pode-se destacar uma sĂŠrie de ferramentas projetadas para este objetivo entre as quais se destacam: ďšš Os processos de identiďŹ cação relacionados com a leitura de carateres, e descodiďŹ cação de sĂ­mbolos 1D e 2D nos produtos. Estas ferramentas permitem solucionar problemas de rastreabilidade dos componentes produzidos, veriďŹ car os lotes de produtos ou ler cĂłdigos impressos; ďšš Outras das tarefas da visĂŁo artiďŹ cial ĂŠ a veriďŹ cação, tanto de componen-

ďšš

tes e montagens como de produtos embalados. Para isso sĂŁo utilizadas ferramentas de posicionamento, medição, identiďŹ cação e deteção de defeitos. Esta identiďŹ cação ĂŠ, muitas vezes, combinada com outros processos, como a medição de dimensĂľes ou a identiďŹ cação mencionada anteriormente, para efetuar uma inspeção a 100% dos produtos. Os sistemas de visĂŁo podem ser tambĂŠm utilizados para trabalhos de medição, onde se podem deďŹ nir diferentes variantes segundo as necessidades, destacando a veriďŹ cação de presença, a conďŹ rmação dimensional de elevada precisĂŁo ou determinar as tolerâncias geometrias. Por Ăşltimo, a visĂŁo ĂŠ sobretudo Ăştil na deteção de defeitos nos produtos. Estes defeitos podem ser uma consequĂŞncia da contaminação, arranhĂľes, ďŹ ssuras, descoloração ou pequenas alteraçþes na aparĂŞncia do produto, que podem indicar outros tipos de problemas. Na maioria dos casos, a determinação de defeitos baseia-se, portanto, na alteração de padrĂľes, cor e textura, ou nas alteraçþes em algum tipo de estrutura ou alguma forma dos objetos a analisar.

As vantagens da sinergia destes sistemas, visĂŁo e robĂłtica, permitem exibilizar os ambientes de trabalho robĂłtico. O auge desta simbiose tem vindo a ser reetido na grande quantidade de artigos publicados recentemente em revistas de automação industrial, nas quais se descrevem diferentes aplicaçþes onde a coordenação destas duas tecnologias permitem resolver muitos dos problemas industriais. A esta combinação de tecnologias foi dado o nome de VGR (Vision Guided Robotics), denominados em portuguĂŞs por RGV (RobĂłtica Guiada por VisĂŁo). Esta tecnologia determina tanto a possibilidade de que uma câmara de visĂŁo artiďŹ cial possa guiar um robot estĂĄ-


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