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ficha tĂŠcnica n.Âş 20 GLOSSĂ RIO (MANUAL DE ITUR 1.ÂŞ EDIĂ‡ĂƒO, DE NOVEMBRO DE 2009) Paulo Monteiro & '*+
ACIDENTE DE TRABALHO: Ê o acontecimento que ocorre no local e tempo de trabalho, não intencionalmente provocado, de caråter anormal e inesperado, produzindo direta ou indiretamente lesþes corporais, perturbaçþes funcionais ou doença que resulte na redução da capacidade de trabalho ou mesmo na morte.
CAIXA DE ENTRADA DE MORADIA UNIFAMILIAR (CEMU): caixa de acesso restrito para ligação das tubagens de entrada de cabos em Moradias Unifamiliares, e onde estão inseridos os dispositivos de repartição ou transição.
AMBIENTE ! ! te.
CAIXA DE ENTRADA: caixa de acesso restrito para ligação das tubagens de entrada de cabos nas ITED. Não hå lugar a repartição neste tipo de caixas.
ÂNCORA: elemento metålico colocado no fundo e nas paredes das câmaras de visita para permitir que se puxem os cabos por processos mecânicos.
CAIXA: elemento integrante das Redes de Tubagem, onde se alojam os dispositivos de repartição e transição ou se efetua a distribuição/ passagem ou a terminação de cabos.
ÂNGULO DE CURVATURA DE UM TUBO: ângulo suplementar do Ângulo de Dobragem.
CALEIRA: espaço para alojamento de cabos localizado no pavimento ou no solo, ventilado ou fechado, com dimensĂľes que nĂŁo permitem a circulação de pessoas mas no qual os cabos instalados sĂŁo acessĂveis em todo o seu percurso durante e apĂłs a instalação.
ÂNGULO DE DOBRAGEM DE UM TUBO: ângulo medido entre o eixo do tubo antes da dobragem e o eixo do tubo depois da dobragem, medido no sentido da força que a origina. ÂNGULO DE RETORNO: ângulo que deve ser deduzido ao ângulo de curvatura, devido ao movimento de regressão do eixo no sentido da sua posição inicial, por efeito de mola. ARGOLA: o mesmo que Âncora. ARMà RIO EXTERIOR " # # $ # " da em pedestal e dos dispositivos e equipamentos alojados no seu interior. ARMà RIO " % equipamentos e dispositivos alojados no seu interior. ARO: elemento metålico que circunda a entrada da câmara de visita e destinado a suportar a tampa da mesma.
CALHA: conduta para utilização em instalaçþes Ă vista, podendo ser compartimentada, que dispĂľe de tampa amovĂvel e em que o processo timentadas, cada compartimento ĂŠ equivalente a uma sub-conduta. CĂ‚MARA VISITA (CV): compartimento de acesso aos troços de tubagem atravĂŠs do qual ĂŠ possĂvel instalar, retirar e ligar cabos e proceder a trabalhos de manutenção. CAMINHOS DE CABOS: elementos abertos para suporte, apoio e/ou proteção de cabos num sistema de encaminhamento de cabos. COEFICIENTE DE FRICĂ‡ĂƒO: relação entre o peso de um objeto que desliza sobre outro e a força que os mantĂŞm em contacto numa situação de repouso (atrito).
BARRA DE SUPORTE: elemento metålico colocado nas paredes das câmaras de visita para apoio dos suportes.
CONDUTA: elemento de uma Rede de Tubagem constituĂdo por um invĂłlucro alongado e contĂnuo, delimitador de um espaço destinado ao en nestas circunstâncias, estas Ăşltimas designam-se por sub-condutas.
BASTIDOR: caixa metĂĄlica, com porta e fecho por chave ou mecanismo de trinco inviolĂĄvel, com caraterĂsticas modulares facilmente referenciĂĄveis e geralmente prĂŠ-cablado.
COORDENADOR EM MATÉRIA DE SEGURANÇA E SAÚDE: pessoa, singular ou coletiva, nomeada pelo Dono da Obra para executar, as tarefas de coordenação relativas à Segurança e Saúde.
BLOCO DE TUBAGEM: bloco com formação de tubagem incluindo a envolvente em cimento ou areia.
COURETTE: Zona oca da construção, vertical ou horizontal, dedicada à passagem dos troços principais das redes coletivas de tubagem.
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ited GALERIA # ou outros espaços fechados apropriados para passagem de cabos e suas ligaçþes e cujas dimensĂľes permitem a livre circulação de pessoas. INCIDENTE: acontecimento perigoso que ocorre, em circunstâncias semelhantes ao acidente de trabalho, como resultado de uma ação ou inação, mas que nĂŁo origina quaisquer ferimentos ou morte. INCLINAĂ‡ĂƒO: relação, medida em percentagem, entre os pontos de maior e menor cota no eixo do tubo, na vertical, ou entre as projeçþes dos mesmos pontos, em valor absoluto, na horizontal. INSTALAĂ‡ĂƒO EMBEBIDA: parte dos elementos de uma Rede de Tubagem completamente inserida na construção em que o acesso a estes elementos nĂŁo ĂŠ possĂvel sem recurso Ă destruição de material da construção. INSTALAĂ‡ĂƒO EMBUTIDA: parte dos elementos de uma Rede de Tubagem inserida na construção, mas acessĂvel geralmente atravĂŠs de uma abertura com tampa. INSTALAĂ‡ĂƒO ENTERRADA: tipo de instalação embebida ao nĂvel do subsolo.
REQUISITOS FUNCIONAIS: aspetos particulares ou predicados a que uma infraestrutura deve obedecer de modo a possibilitar a realização da função ou funçþes desejadas. RISCO: probabilidade da ocorrĂŞncia de um determinado acontecimento involuntĂĄrio, que pode surgir em função das condiçþes de ambiente fĂsico e do processo de trabalho, capazes de provocar lesĂľes Ă integridade fĂsica do trabalhador. SALA TÉCNICA: espaço de Telecomunicaçþes em compartimento fechado, com porta e fecho por chave, apropriado para alojamento de equipamento e estabelecimento de interligaçþes e cujas dimensĂľes permitem a permanĂŞncia de pessoas. SALA TÉCNICA PRINCIPAL DA URBANIZAĂ‡ĂƒO: sala tĂŠcnica que contĂŠm o ATU. SISTEMA DE GEORREFERENCIAĂ‡ĂƒO DE REDES DE TUBAGEM: conjunto de informaçþes georreferenciadas por recurso a tĂŠcnicas computacionais para elaboração de cadastros de Redes de Tubagem. SISTEMA DE INFORMAĂ‡ĂƒO GEOGRĂ FICA – SIG: conjunto de ferramentas e procedimentos computacionais para localização espacial. SUPORTE: o mesmo que Poleia.
INSTALAĂ‡ĂƒO TEMPORĂ RIA: instalação preparada para a ligação Ă s 0 ! # possĂvel a instalação da respetiva ITED ou ITUR. MEDIDAS DE PROTEĂ‡ĂƒO COLETIVA: medidas para proteção de um conjunto de trabalhadores, com o intuito de reduzir os riscos que esse grupo pode estar sujeito. Essas medidas deverĂŁo ser desencadeadas antes de se iniciar uma qualquer operação. PEDESTAL " " # ção a uma câmara ou caixa por intermĂŠdio de tubos. POLEIA $ caixe nas barras de suporte ou de encastrar e que serve para posicionamento e suporte dos cabos e juntas no interior das câmaras de visita. RAIO DE CURVATURA: raio do arco da circunferĂŞncia que se sobrepĂľe ao arco do eixo do tubo, correspondente a um ângulo com lados perpendiculares Ă s partes retas do tubo adjacentes Ă curva. REDE DE TUBAGEM DE DISTRIBUIĂ‡ĂƒO: parte da rede de tubagem de uma Urbanização que assegura a ligação entre a rede de condutas principal e o acesso a cada lote ou edifĂcio. REDE DE TUBAGEM PRINCIPAL: parte da rede de tubagem de uma urbanização que garante o encaminhamento para aceder aos lotes e edifĂcios dessa urbanização e a continuidade para servir outras ĂĄreas de expansĂŁo. REDE DE TUBAGEM: sistema de condutas, caminhos de cabos, caixas e armĂĄrios destinado Ă passagem, alojamento e terminação dos ca 1 REGRAS TÉCNICAS: conjunto de princĂpios reguladores de um processo destinado Ă obtenção de resultados considerados Ăşteis para uma decisĂŁo ou ação de carĂĄter tĂŠcnico.
TAMPA: elemento metĂĄlico revestido ou nĂŁo com outro material e que se destina a vedar ou permitir o acesso Ă s câmaras de visita. TAMPĂƒO: acessĂłrio destinado a manter a estanquicidade dos tubos. TOPOLOGIA: critĂŠrio de organização espacial. TROÇO DE TUBAGEM: tubos entre duas câmaras de visita consecutivas ou entre uma câmara de visita e um edifĂcio ou um armĂĄrio exterior. TUBO COM PAREDES INTERIORES LISAS: tubo cuja secção tem o 1 TUBO CORRUGADO ĂŠ uniforme. TUBO MALEĂ VEL: tubo que, podendo ser dobrado manualmente com uma força razoĂĄvel, nĂŁo ĂŠ adequado para dobragens frequentes. TUBO RĂ?GIDO: tubo que nĂŁo pode ser dobrado, ou que para ser dobrado carece de dispositivo mecânico apropriado. TUBO: conduta de secção circular destinada a instalaçþes embutidas, Ă vista ou enterradas, cujo processo de inserção dos cabos ĂŠ UNIĂƒO: acessĂłrio destinado a promover a ligação entre duas condutas consecutivas.
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