Lubrificantes Galp - a tecnologia ao serviço da indústria

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Especial Lubrificantes

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Lubrificantes Galp - a tecnologia ao serviço da Indústria A lubrificação tem como finalidades principais a remoção do calor gerado em funcionamento pelos equipamentos e prevenir o desgaste dos órgãos mecânicos através da redução do atrito. A função básica do lubrificante é substituir o atrito sólido (resultante do contacto entre duas superfícies sólidas) pelo atrito fluido (entre duas superfícies sólidas existe uma camada fluida), que é inferior. O lubrificante cumpre ainda outras funções aliadas a estas duas referidas: reduz a energia necessária à operação - reduzindo o atrito; minimiza o desgaste, prolonga a vida útil do equipamento e aumenta a sua eficiência - removendo automaticamente o calor produzido localmente; aumenta a estanquecidade do sistema, protegendo os equipamentos das impurezas na atmosfera; protege ainda as superfícies metálicas contra a corrosão e ferrugem e evacua as impurezas formadas em serviço. Os modos de lubrificação são variáveis consoante os equipamentos, os regimes de serviço a que são sujeitos e os momentos do seu funcionamento. Não existe uma forma “universal” de lubrificar, existem “regimes de lubrificação”. Cada um deles tem particularidades e apresenta exigências diferenciadas relativamente ao desempenho do lubrificante. Com uma ampla gama, desenvolvida em resposta às múltiplas necessidades da indústria, os lubrificantes Galp Energia são a referência neste sector. A redução de custos de operação dos seus clientes é uma prioridade para a Galp Energia. Tecnologia e investigação juntam-se para desenvolver melhores lubrificantes e optimizar desempenhos. A carteira de lubrificantes Galp Energia para indústria é extensa e contempla a generalidade das aplicações, com especial destaque para as seguintes gamas:

Lubrificantes para a Cogeração: A cogeração consiste no aproveitamento local do calor residual originado nos processos termodinâmicos de geração de energia eléctrica que, de outra forma, seria desperdiçado. O aproveitamento pode dar-se sob a forma de produção de vapor, água quente e/ou fria (trigeração), para uma aplicação secundária, que pode ou não estar ligada ao processo principal. Podemos definir, resumidamente, a cogeração como a produção simultânea de energia térmica e energia mecânica (eléctrica), a partir de um único combustível. Os sistemas de cogeração mais utilizados são os sistemas baseados em turbina a gás, turbina a vapor e motor alternativo. As principais diferenças entre eles são: a relação entre as necessidades em energia térmica e eléctrica, os custos da instalação e de exploração

e os níveis de emissões e de ruídos. As células de combustível são um outro sistema, em início de comercialização, mas com um futuro promissor para pequenas potências. A utilização da cogeração permite um sistema de maior repartição de produção de energia, ao contrário do que se passa em relação às grandes centrais produtoras de electricidade. A opção pela cogeração é especialmente indicada para indústrias ou instalações de serviços que consomem grandes quantidades de energia térmica sendo a indústria petroquímica e química, a indústria da pasta de papel, a indústria de cerâmica, a indústria têxtil e a indústria alimentar as mais apropriadas para a implementação de cogeração. De realçar que o rendimento da produção de energia eléctrica convencional, ou seja, por via térmica e por transformação de combustíveis fósseis (carvão, fuelóleo e gás natural), tem uma eficiência entre 35% e 60%, sendo perdida entre 40% e 65% do potencial de energia sob a forma de calor residual. O rendimento de produção de energia térmica através da utilização de caldeiras de produção de vapor ou água quente, convencionais, com utilização de combustíveis fósseis (carvão, fuelóleo e gás natural) têm uma eficiência entre 80 e 95%, sendo perdida entre 5% e 20% da energia contida no combustível. No entanto, através dos processos de cogeração é possível obter sistemas de produção de ambas as formas de energia, de elevada potência, com perdas entre 5% e 10% na transformação, transporte e distribuição. Importa referir que um sistema de cogeração pode ser aplicado em qualquer tipo de instalação que acomode consumos de electricidade de calor e/ou frio, durante um considerável número de horas anuais. Os Lubrificantes da Galp não deixaram de acompanhar as novas tecnologias e têm desenvolvido produtos específicos para aplicar nas Cogerações, acompanhando a tendência no aumento das soluções, utilizando gás (natural ou biogás). O Galp GN 4005 e o Galp GNX 4005 (sintético) para motores estacionários a gás natural e o Galp GN 4008 para motores estacionários a Biogás são o resultado destas necessidades.

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