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A perda de água é uma grande preocupação para a maioria dos serviços públicos de água, uma vez que afeta não apenas os processos operacionais, mas também os aspetos financeiros, sociais e ambientais.
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Sistema de deteção de fugas da Schneider Electric Uma fonte de benefícios
O recurso a técnicas habitualmente utilizadas na gestão de condutas devido à sua eficácia permitem uma análise em tempo real de parâmetros hidráulicos, tais como o caudal, a pressão e o nível. Ferramentas de software, utilizando as bases de dados disponíveis no Sistema de Supervisão e de Aquisição de Dados (SCADA) podem fornecer uma análise técnica de identificação de pontos de fuga em tempo real por equilíbrio de caudal, gradientes de pressão, pontos transitórios de pressão, consumo mínimo noturno e curvas de tendências. Estas análises permitem apoiar decisões de gestão de ativos de forma sustentada e precisa. As perdas de água podem ser classificadas como “reais” (perdas físicas) ou “aparentes” (perdas económicas ou comerciais). No caso das perdas reais, estas refletem a água perdida na rede e não
utilizada em fugas no sistema de distribuição, no transbordo de reservatórios, em desmoronamentos, entre outros. Já as perdas aparentes refletem a água não medida, ou não medida corretamente, consumida pelos utilizadores, mas e que, consequentemente, não é contabilizada. Neste sentido torna-se importante analisar de forma mais aprofundada as perdas de água reais, centrando a questão da deteção de fugas nas redes de distribuição, onde a maioria da água é fisicamente perdida, e nas soluções existentes baseadas em sistemas SCADA que, com o recurso à base de dados dos sistemas que controlam, permitem uma modelagem da rede e análise em tempo real dos dados recolhidos, conduzindo a uma identificação rápida de pontos críticos, minimizando custos e impactos negativos inerentes à exploração, nome-
adamente uma diminuição efetiva da quantidade de água perdida.
IDENTIFICAR FUGAS GERA MÚLTIPLOS BENEFÍCIOS O controlo de perdas de água visa minimizar o impacto de processos ineficientes e apoiar a gestão dos sistemas que estão a atingir o limite da sua capacidade. O fornecimento intermitente e as interrupções do processo são as principais causas que orientam a atividade de deteção de fugas, no entanto, serviços bem geridos e que manipulam grandes quantidades de água, procuram pontos de perda na rede de forma pró-ativa. De facto, a otimização financeira é um desafio constante. Neste sentido, a redução das perdas resulta num aumento direto da receita caso o fornecimento seja totalmente satisfeito, tendo impacto direto no custo de tratamento e da bombagem da água. A deteção e reparação de fugas pode também ser visto como uma alternativa menos onerosa à exploração de novas fontes de água. O crescente interesse das entidades exploradoras por esta problemática é impulsionado por diversos intervenientes: Pelo governo, através de legislação, dos reguladores económicos e ambientais, estabelecendo diretrizes sobre esta matéria, cada vez mais rigorosas e com objetivos mais apertados; Pelos clientes, utilizadores, que se tornam cada vez mais conscientes e sensíveis ao consumo e à perda de água. Todas essas preocupações podem ter um impacto direto ou indireto