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formação
ficha prática n.º 72 práticas de eletricidade Manuel Teixeira ATEC – Academia de Formação
Após a análise dos Amplificadores, impõe-se desconstruir as principais variáveis a ter em consideração no dimensionamento. Dessa forma continuamos com a decomposição do conceito de realimentação e respetivas caraterísticas.
Considerando o circuito da Figura 238 (Amostragem de tensão ou pa‑ ralela), a tensão em circuito aberta é dada por:
UO =
A 1 + FA
· XS
Ao fazer o curto-circuito dos terminais de saída, a corrente de saída é
27.3.6 Impedância de Saída Também a impedância de saída pode ser aumentada ou diminuída conforme a natureza do sinal Xo, isto é, se é uma corrente ou uma tensão.
ICC =
A · Xi RO
=
A · XS RO
27.3.6.1 Amostragem Paralelo Se o sinal Xo amostrado for uma tensão, temos uma amostragem paralela.
RO
A resistência de saída com amostragem paralelo ou de tensão é diminuída pela realimentação negativa.
IO
+ AXi
(Xi = Xs uma vez que Xo é nulo, assim também Xf o será nulo)
UO
–
Teste de conhecimentos n.º 49 1. Quanto à impedância de saída, se o sinal Xo amostrado for uma tensão, deveremos fazer uma amostragem série ou paralelo? 2. A impedância de saída é aumentada ou diminuída com a amostra‑ gem paralelo?
Solução do teste de conhecimentos da revista n.º 81 Realimentação
Figura 238. Amostragem de tensão ou paralela.
Do estudo do teorema de Thévenin e de Norton, deduzimos que a re‑ sistência interna ou de saída do circuito equivalente é dada pelo quo‑ ciente da tensão de Thévenin (em circuito aberto), pela corrente de curto-circuito (corrente de Norton). www.oelectricista.pt o electricista 82
1. Na comparação paralelo, o sinal é inserido em paralelo com a entrada. 2. A impedância de entrada é diminuída com a comparação paralelo.
REFERÊNCIAS [1] Malvino (2000). Princípios de Electrónica (Vol. 1 e 2). McGraw-Hill (Sexta edição).