Ano IV - Número 187
13 de dezembro de 2011
Notícias Maristas 187 www.champagnat.org
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ria – México Ocidental
09/12/2011: Irmãos falecidos: Anthony O’Brien (Estados Unidos), Albino Herreras Agúndez (Compostela), Irmão falecido: Kieran O’Sullivan (Nova Zelândia) 09/12/2011: Fraternidades do
Irmãos Maristas - Casa Geral - Roma
Como está o teu coração, irmão/irmã? Mensagem do Ir. Superior geral para o Natal 2011
S
egundo uma antiga tradição, o apóstolo São Tiago, o Maior, foi enterrado no noroeste da Espanha, num lugar em torno do qual se formou a atual cidade de Santiago de Compostela. Há mais de mil anos, seu sepulcro é a meta de peregrinos provenientes de todo o mundo, percorrendo a pé esses antigos caminhos, durante semanas ou, inclusive, meses.
Guatemala
07/12/2011: Ano Mariano no Brasil: Vídeo de encerramento 08/12/2011: Quarta versão da web www.champagnat.org 07/12/2011: 06/12/2011: Notícias Maristas No. 186 07/12/2011: México - Equipe de Pastoral da Educação 06/12/2011: Curso 'Umbrales' em
El Escorial
06/12/2011: JMJ 2013 lança aplicativo 'Siga a Cruz'
05/12/2011: Centro Internacional
Marista (MIC)
Notícias MARISTAS N.º 187 – Ano IV – 13 de dezembro de 2011 Diretor: Ir. AMEstaún Produção: Sr. Luiz da Rosa Redação e Administração: Piazzale Marcellino Champagnat, 2 C.P. 10250 – 00144 ROMA Tel.: (39) 06 54 51 71 E-mail : publica@fms.it Site: www. champagnat.org Edição: Instituto dos Irmãos Maristas Casa Geral – Roma
Muitas pessoas que percorreram o assim chamado “caminho de Santiago” falam, com frequência, de que não apenas fizeram muitos quilômetros, mas que, sobretudo, fizeram um “caminho interior” que os levou para seu “centro”. De fato, assim vem representado num labirinto desenhado no assoalho da catedral de Chartres, França, provavelmente como um percurso alternativo para os peregrinos que não dispunham dos meios para deslocar-se aos grandes lugares de peregrinação como Santiago de Compostela, Roma ou Jerusalém. Ainda hoje, muitas pessoas seguem esse traçado que, depois de um longo e sinuoso caminho, conduz invariavelmente ao centro. Parece-me que o tempo de Natal é também um convite a percorrer o caminho que conduz ao próprio “centro”, onde cada pessoa pode encontrar-se consigo mesma e contemplar, em paz e em silêncio, o Mistério que a habita, visto que, pela sua Encarnação, “o Filho de Deus uniu-se, de certo modo, a todo homem” (Gaudium et Spes, 22).
Catedral de Chartres (França)
Não era para isso que nos convidava o Pe. Champagnat, quando dizia que nos desejava os primeiros lugares, junto ao presépio de Belém, junto à cruz e junto ao altar? Realizar essa viagem ao próprio centro não significa, de modo algum, promover pessoas isoladas ou egoístas, que não se dão com os outros. Se essa viagem é autêntica, de verdade, manifesta-se em gestos de paz, de equilíbrio e de doação aos demais. Parece-me que o mundo seria muito diferente, muito mais pacífico e justo, se pudéssemos contar com mais pessoas verdadeiramente “centradas”. Martin Luther King expressou-o de maneira formidável, em seu discurso de aceitação do prêmio Nobel da Paz, em dezembro de 1964: “Creio que tudo quanto destruíram os homens egocêntri-