Ano II - Número 92
18 de fevereiro de 2010
Notícias Maristas 92 www.champagnat.org
Novidades 18/02/2010: Irmão falecido: Ir.
Casimiro Godfredo - Leonardo Norberto Knob (Rio Grande do Sul)
18/02/2010: Irmão Javier Espi-
nosa diretor do Secretariado dos Leigos
17/02/2010: Mundo Marista - Coleção de fotos número 246
17/02/2010: Álbum fotográfico:
Trabalhos de reestruturação da casa de L’Hermitage - 86
17/02/2010: Ad Gentes - Comunidades em Bangladesh
16/02/2010: Senderos - formação para irmãos na faixa etária dos 40 aos 55 anos
16/02/2010: Ir. Emili Turú: Corações conectados na unidade e na mística
16/02/2010: Madagascar - Campo marista de Mahatamana
15/02/2010: Irmãos falecidos:
Pedro Escamilla Sánchez (México Central); Gothardo Pozzebon - Ir. Rutílio (Rio Grande do Sul); Daniel de Aguiar Albuquerque (Brasil Centro-Norte)
15/02/2010: Projeto Irmão Basílio no Postulandato da Província Brasil Centro-Norte
13/02/2010: Encontro de animadores de comunidade
12/02/2010: Cadernos maristas - N. 27 - Outubro 2009
Notícias MARISTAS N.º 92 – Ano II – 18 de fevereiro de 2010 Diretor técnico: Ir. AMEstaún Produção: Sr. Luiz da Rosa Redação e Administração: Piazzale Marcellino Champagnat, 2 C.P. 10250 – 00144 ROMA Tel.: (39) 06 54 51 71 Fax: (39) 06 54 517 217 E-mail : publica@fms.it Site: www. champagnat.org Edita: Instituto dos Irmãos Maristas Casa Geral – Roma
Irmãos Maristas - Casa Geral - Roma
Missão ad gentes Comunidades em Bangladesh
S
obre a comunidade de Pirgacha, o Ir. Eugenio escreve: “Começamos o nosso segundo ano em Pirgacha, em Bangladesh, na floresta de Modhupur. Agora que Vigilio Bwalya faz parte da comunidade, nós somos três irmãos. Vivemos em três casas de barro, a cinco minutos do complexo paroquial. Trabalhamos na St. Paul’s High School de Pirgacha, onde ensinamos inglês e computação. Não fazemos oficialmente parte da equipe, mas oferecemos uma ajuda aos estudantes e às outras pessoas da região. A população de Pirgacha é formada de bangladeshi, e não de bengali, e a maioria dela pertence à tribo Mandi, um grupo étnico cristão de característica matriarcal, cuja terra, língua e cultura correm sérios riscos, devido às pressões demográficas e pelo desmatamento de seu meio ambiente natural. Vamos à paróquia todos os dias para a missa e tomamos as refeições com os Irmãos da Santa Cruz. Passamos o dia trabalhando na escola ou cuidando de um grupo de meninos em um alojamento próximo de nossas casas. À noite, nos reunimos para rezar de maneira realmente simples e para bebermos uma xícara de chá ou café, enquanto discutimos e partilhamos sobre os planos a serem realizados durante o dia. Estamos nos esforçando para aprender o bangla, a bela língua nacional, e aos poucos estamos conseguindo nos comunicar, entendendo o que as pessoas dizem e até mesmo ensinamos neste idioma. Desejamos ter, até o final deste ano, a fluência necessária para que iniciemos os cursos, a catequese e melhoremos a conversação, para ganhamos a confiança de nossos estudantes e estimulemos o aparecimento de algumas vocações.
De Dhaka escreve o Ir. Marti: “Durante o mês de janeiro, e provavelmente todo o mês de fevereiro, os irmãos da comunidade de Sreemongol estão passando e permanecendo em diferentes lugares para participarem de diversos compromissos, assumidos anteriormente, relacionados com a obtenção de vistos e outras questões burocráticas. O Ir. Javier Peña já está em Sreemongol. Ele anda muito ocupado em organizar a recepção de quatro membros da comunidade que deverão se mudar para Sreemongol. Durante o seu tempo livre, ele leciona para estudantes da sexta, sétima e oitava séries da escola secundária local. O Ir. Emmanuel Achema estará por alguns meses estudando o bangla na capital de Bangladesh, Dhaka. Ele está mostrando um rápido progresso no domínio dessa língua. O Ir. Hilario Schwab está ocupado com a renovação de seu visto missionário em Bangladesh e, ao mesmo tempo, está preparando os documentos necessários para obter o