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A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS 1957 - 1958
A Erupção dos Capelinhos 1957 - 1958
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Localização Geográfica Geologia Atividade Eruptiva Estudos Especiais Análise e Interpretação Impacto Capacidade de Resposta Recuperação Conclusão
A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS 1957 - 1958
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Localização Geográfica
A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS 1957 - 1958
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Adaptado de Madeira, 2004
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Geologia
Contexto Geoestrutural: A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS 1957 - 1958
Adaptado de Nunes, 1999
Adaptado de Gaspar et al., 1999 in Faria, 2002
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Sismicidade A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS 1957 - 1958
in Silveira, 2002
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Vulcanismo A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS 1957 - 1958
Adaptado de Pacheco, 2001
in Silveira, 2002
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Tectónica A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS 1957 - 1958
NNW-SSE; NE-SW; WNW-ESE ENE-WSE NW-SE
(C) – Zona da Falha do Capelo Adaptado de Madeira, 2004
Adaptadode deMadeira, Madeira,2004 2004 Adaptado
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Geomorfologia A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS 1957 - 1958
Fotografia 1 www.geocities.com Fotografia 3 www.geocities.com
Fotografia 4 www.geocities.com
Adaptado de Pacheco, 2001 Fotografia 2 www.geocities.com
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Vulcanoestratigrafia A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS 1957 - 1958
Adaptado de Pacheco, 2001
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Atividade Eruptiva
(Premonitórios da erupção)
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200 abalos de terra sentidos no Faial entre os dia 16 e 27 de setembro de 1957; Intensidade não superior a V graus na escala de Mercalli; Os últimos abalos sobrepuseram-se a um tremor (Vulcânico) continuo.
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Atividade Eruptiva (Início da erupção)
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Sexta Feira, 27 de setembro de 1957, cerca das 8 horas começou uma erupção submarina ao largo da ponta Oeste do Faial junto aos ilhéus dos Capelinhos; Começou pela simples emissão de vapor de água e outros gases; Tipo eruptivo característico era representado pela emissão de jatos de cinzas negras acompanhadas de uma nuvem branca de vapor de água ;
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Atividade Eruptiva
(outubro a dezembro de 1957) A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS
A 10 de outubro já se tinha formado um cone de tufos com 880 m de diâmetro e 99m de altura ;
1957 - 1958
Em fins de outubro começou a haver pequenos afundimentos nas vertentes do cone, e durante a noite de 29 o cone submergiu quase totalmente ; Em novembro a erupção recomeçou, edificando-se um novo cone de tufos ; A intensidade das explosões aumentou até princípios de dezembro ;
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Atividade Eruptiva
(outubro a dezembro de 1957) No dia 16 de dezembro a atividade pareceu novamente cessar, começando a haver afundimentos no cone vulcânico;
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No mesmo dia pelas 22h 30m, na parte leste do cone abriu-se uma fratura onde surgiram 7 repuxos de lava incandescente; No dia 18, uma segunda escoada lávica aa avançou junto à orla costeira;
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Atividade Eruptiva
(outubro a dezembro de 1957)
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Na madrugada de 19 de dezembro recomeçaram as explosões com jactos de cinza e muitos blocos; No dia 29, a atividade, pela terceira vez parecia terminada.
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Atividade Eruptiva
(janeiro a abril de 1958)
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As explosões do tipo submarino recomeçaram e foram progressivamente aumentando; Em março os ilhéus dos Capelinhos desapareceram debaixo das cinzas;
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Atividade Eruptiva (maio a agosto de 1958)
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No início de maio a atividade submarina diminuiu de intensidade ;
No dia 12 de maio houve correntes de lava na parte Ocidental do cone vulcânico e iniciou-se uma crise sísmica extremamente violenta ; No dia 13 já tinha ocorrido mais de 450 abalos; No dia 14 verificou-se que tinham surgido fumarolas no fundo da Caldeira;
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Atividade Eruptiva (maio a agosto de 1958)
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Neste mesmo dia iniciou-se uma intensa atividade do tipo estromboliano, com projecção de fragmentos de lava incandescente; Da base do cone surgiram correntes de Lava que ao longo dos meses avançaram por variadas direções ;
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Atividade Eruptiva
(setembro a outubro de 1958) Ocorreram explosões e emissões de correntes de lava;
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Até meados de setembro observou-se também atividade em chaminés submarinas; A erupção ia enfraquecendo, mas a 21 de outubro uma corrente de lava galgou por cima do bordo da antiga cratera; Na tarde de 24 de outubro observou-se pela ultima vez a emissão de blocos incandescentes que saíram pela chaminé principal; A partir desta data continuou-se apenas a observar atividade fumarólica.
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Estudos Especiais
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Os Eng.(s) Frederico Machado e João Nascimento foram as pessoas pioneiras na história do vulcão: Estudos meteorológicos e sísmicos a cargo do Serviço Meteorológico Nacional ; Aspetos geológicos e petrográficos estudados pelos Serviços Geológicos de Portugal ; Medições recentes efetuadas nos locais das fumarolas indicam que a sua magnitude e área têm vindo a reduzir-se ao longo do tempo;
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Estudos Especiais
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Em junho de 2003, efetuaram-se medições de concentração e fluxo de CO2; Verificou-se que os valores obtidos eram bastante mais baixos quando comparados com outros vulcões ativos no arquipélago
Nas cinco décadas que decorreram desde a erupção, o mar destruiu mais de metade do edifício vulcânico; A cobertura de cinzas tem sido gradualmente reduzida: Pela erosão eólica; Pela extração incontrolada, para serem utilizadas como material de construção civil.
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Análise e Interpretação
Os sismos premonitórios antecederam apenas 11 dias a erupção;
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Atividade eruptiva variável: 1os oito meses essencialmente hidromagmática; com cinzas e blocos projetados e emissões do tipo surge; Edificou-se um cone de tufos;
2os cinco meses essencialmente magmática,alternando fases estrombolianas e havaianas; com emissão de piroclástos subaéreos e escoadas; Formou-se um cone de escórias;
A atividade eruptiva terminou um pouco inesperadamente;
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Impacto
Atividade Eruptiva
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Não causou vítimas;
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Acrescentou à ilha cerca de 240 hectares de cinzas e lavas ; A pluviosidade da zona aumentou cerca de 10 vezes no último trimestre de 1957; Grandes enxurradas arrastaram os materiais emitidos pelo vulcão
Agricultura foi prejudicada em grau variável em quase toda a ilha
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Impacto
Crise Sísmica (maio) Não causou vítimas;
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Ruína total de 508 habitações; Cerca de 1000 habitações danificadas ; Rotura superficial em algumas zonas de falha; Nas lombas, a sul da Caldeira, ocorreram desmoronamentos importantes.
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Impacto A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS 1957 - 1958
Sérias perturbações na vida normal da populações; Cerca de 21% da População abandonou a ilha com carácter definitivo .
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Capacidade de Resposta
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Durante a erupção, procedeu-se à transferência de pessoas e haveres das zonas onde a atividade vulcânica podia oferecer perigo; Executaram-se trabalhos de reparação e conservação das comunicações rodoviárias e de segurança das habitações; Ex.mo governador do distrito soube exercer sobre a população uma ação moral, comparecendo no Capelo nos momentos de maior pânico; Sr. Ministro da Obras públicas visitou a ilha para se inteirar pessoalmente da extensão dos estragos originados pelos sismos mais violentos;
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Recuperação A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS
As casas foram reconstruídas; As cisternas foram limpas; Os caminhos desobstruídos; Procurou-se recuperar alguns terrenos de cultura;
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Conclusão A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS
A erupção iniciou-se a 27 de setembro de 1957; Tratou-se de uma erupção litoral emergente; A atividade eruptiva durou pouco mais de um ano; Atividade eruptiva variável 1os oito meses - hidromagmática; 2os cinco meses - magmática;
A erupção terminou a 24 de outubro de 1958;
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Conclusão A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS
Presentemente é um vulcão ativo;
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Os efeitos mais catastróficos resultaram da crise sísmica que se desencadeou em maio de 1958; O governo agiu rapidamente, tomando medidas de emergência em favor da ilha flagelada; A recuperação não foi totalmente conseguida porque houve abandono nas zonas onde as população emigrou.
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Risco Vulcânico A ERUPÇÃO DOS CAPELINHOS 1957 - 1958
Risco vulcânico (volcanic risk) define-se como a estimativa do impacte de um fenómeno vulcânico em termos de saúde pública (mortes, ferimentos ou doenças) e no que respeita aos aspetos sociais, económicos e culturais (Gaspar, 1998).
Neste contexto, adota-se a designação de perigo vulcânico (volcanic hazard) para referenciar a probabilidade de um qualquer tipo de evento ou estilo eruptivo potencialmente destruidor afetar uma determinada área num certo período de tempo (Gaspar, 1998).
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Medidas de Prevenção e Mitigação Do Risco Vulcânico Estudo das erupções históricas.
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Elaboração de mapas de risco vulcânico.
http://www.cvarg.azores.gov.pt/geologiaacores/faial/Paginas/GA-Faial-VulcanismoHistorico.aspx http://www.cvarg.azores.gov.pt/geologiaacores/graciosa/Paginas/GA-GraciosaCarta-Vulcanologica.aspx
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Medidas de Prevenção e Mitigação Do Risco Vulcânico Monitorização Geodésica
Medições GPS. http://www.cvarg.azores.gov.pt/ensino/Paginas/MVRG-2000-TM-Geodesica.aspx
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Medidas de Prevenção e Mitigação Do Risco Vulcânico Monitorização Geofísica
Estação sísmica.
Estação sísmica digital portátil didática (CVARG). Registo de um evento sísmico. http://www.cvarg.azores.gov.pt/ensino/Paginas/MVRG-2000-TM-Geodesica.aspx
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Medidas de Prevenção e Mitigação Do Risco Vulcânico
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Monitorização Geoquímica
Recolha de gases de uma fumarola para análises químicas nos Açores.
Diversas ações de monitorização de gases em fumarolas nos Açores.
Amostragem de fluxo de CO2.
http://www.cvarg.azores.gov.pt/ensino/Paginas/MVRG-2000-TM-Geoquimica.aspx
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Medidas de Prevenção e Mitigação Do Risco Vulcânico Monitorização Hidrogeoquímica
Monitorização piezométrica.
Medidores de temperatura, pH, condutividade elétrica, salinidades, potencial redox e oxigénio dissolvido.
Análise em laboratório.
http://www.cvarg.azores.gov.pt/unidades-cientificas/LST_Fotos_UC_HiGA/WLabHidro3.jpg
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Medidas de Prevenção e Mitigação Do Risco Vulcânico
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Elaboração de planos de evacuação. Treino das populações (simulacros). Palestras de sensibilização das populações para as medidas de mitigação. Programa educativo a implementar nas escolas, permitindo criar uma consciência coletiva PARA A MITIGAÇÃO DO RISCO.
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BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE VULCÂNICA Transformação da energia geotérmica em energia elétrica. Aproveitamento energético na culinária. Atração turística. .
Central Geotérmica da Ribeira Grande, Açores.
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Imagens :http://cn7cst.wikispaces.com/ Vulcanismo
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BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE VULCÂNICA Solos férteis. Exploração de minerais. Saúde (termas, águas termais). Evolução do conhecimento científico.
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Termas do Carapacho, Ilha Graciosa. Ilha do Pico
Águas termais, Furnas, S. Miguel.
Imagens :http://cn7cst.wikispaces.com/Vulcanism o
http://www.rtp.pt/acores/index.ph p? article=11251&visual=3&layout=10&t m=5
http://www.ipr.pt/menu/? file=texto&codigo_menu=4180&sel_m en=4180
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Chaminés Submarinas do início da erupção. Adaptado de Machado, 1958
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10 de Outubro de 1957. Adaptado de Forjaz, 1997
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O cone de tufos de Outubro de 1957. Adaptado de Machado, 1958
Adaptado de Forjaz 1997
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Manhã de 31 de Outubro de 1957. Adaptado de Forjaz,1997
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Novembro de 1957. Adaptado de Machado, 1958
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Dezembro de 1957. Adaptado de Forjaz, 1997 Novembro de 1957. Adaptado de Forjaz, 1997
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10 de Maio de 1958. Adaptado de Forjaz, 1997
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15 deMaio Maiodede1958. 1958.Adaptado AdaptadodedeForjaz, Forjaz,1997 1997
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Agosto de 1958. Adaptado de Forjaz, 1997
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Sismograma da crise de 12 e 13 de Maio. In Pacheco, 2001
Isossistas resultantes da Sobreposição dos abalos de Maio de 1958. Adaptado de Machado, 1959
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Tabela 1 Blocos Incandescentes
Temperatura ºC
Actividade Hidromagmática
900
Actividade Magmática
1100
Volume total de lava emitido entre Maio e Agosto V=24x106m3
Volume total de materiais emitido entre Janeiro e Abril V=80x106m3
Tabela 2 Lavas
Velocidade m/s
16 de Dezembro
0.06
18 de Dezembro
0.006
23 de Agosto
0.53
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Tabela 3 – Prejuízos Agrícolas no Capelo Prejuízos agrícolas
Vinha
Cultura arvense + pomícola
Pastagens
(ha) Capelo (cerca de 2350 ha)
150
700
350
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14 de Maio de 1958. Adaptado de Forjaz, 1997
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No Faial em 1957
Nº de Habitantes = 240000
Tabela 4 - Nº de Emigrantes Nº de emigrantes (Fevereiro de 1959)
Nº de emigrantes (Após Fevereiro de 1959)
Estados Unidos
3321
1100
Canadá
372
Moçambique
322