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Guia de exploração - Plano de emergência individual

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GUIA DE EXPLORAÇÃO – PLANO DE EMERGÊNCIA INDIVIDUAL

APRESENTAÇÃO

A escola, como elemento integrador da comunidade, é capaz de gerar mudanças culturais, com resultados positivos, na participação da comunidade em ações preventivas dos efeitos dos desastres naturais, contribuindo assim para se concretizar a máxima de que “Os que sobrevivem às catástrofes não são os mais fortes, mas sim os que estão mais bem preparados”. É no contexto da comunidade escolar, e de acordo com as suas caraterísticas, que os esforços para minimizar o risco e aumentar a segurança devem ser estruturados.

O principal objetivo deste módulo é o da formação de cidadãos mais aptos e conhecedores da importância da ação preventiva dos desastres naturais, minimizando as respetivas consequências humanas, sociais e económicas.

Pretende-se aumentar o reconhecimento da importância da redução dos riscos como forma de diminuir a vulnerabilidade dos cidadãos, e contribuir especialmente para a redução dos prejuízos por eles causados.

Neste guia faz-se uma descrição de cada diapositivo e apresentam--se algumas definições científicas e sugestões de índole pedagógica, de forma a servir de suporte documental para o docente.

Filomena Rebelo

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QUE FAZER?

Diapositivo 1/22

Este diapositivo permite questionar os alunos sobre o tipo de catástrofes naturais que apresenta, reforçando o facto, de que, embora inevitáveis é possível conviver com elas mitigando os seus efeitos.

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Diapositivo 2/22

O diapositivo apresenta as fases que são necessárias aplicar para se viver e conviver com as catástrofes naturais e criar mecanismos de defesa para minimizar os seus efeitos.

É importante falar sobre o ciclo de desastre, esclarecendo que deve ser analisado de uma forma sistemática como uma sequência cíclica de etapas que se relacionam entre si e que se agrupam em três fases: a fase proactiva (mitigar e prevenir), a fase reativa (responder e recuperar) e a fase do evento (durante e imediatamente após a ação do desastre).

Prevenção – conjunto de medidas cujo objetivo é eliminar ou reduzir o risco, evitando ou impedindo a exposição das pessoas à ameaça. A prevenção adquire maior importância e aplicação máxima nos processos de desenvolvimento futuro, quando se planeia, por exemplo, uma área de expansão de uma cidade ou uma mudança no uso do solo, circunstâncias nas quais se pode incluir o conceito de prevenção como uma variável a mais nos critérios de decisão (Bell et al., 2001).

Mitigação – conjunto de ações destinadas a reduzir os efeitos gerados pela ocorrência de um evento. Deve implementar ações que reduzam a magnitude do evento e, por consequência, reduzir os danos ao máximo. Algumas das suas atividades são a instrumentação e a investigação de fenómenos potencialmente perigosos, a identificação de zonas de risco, a identificação dos elementos de perigo, a elaboração de normas sobre a gestão dos recursos naturais e normas de construção e a implementação de medidas para reforçar as estruturas e melhorar a proteção dos bens (Bell et al., 2001).

Resposta – compreende as ações empreendidas perante o evento e que tem por objetivo salvar vidas, reduzir o sofrimento humano e diminuir as perdas de propriedade. Alguns exemplos de atividades típicas desta etapa são a busca e o resgate de pessoas, a assistência médica, a avaliação dos danos, o realojamento e o fornecimento de roupas e alimentos (Bell et al., 2001).

Recuperação – nesta etapa implementa as medidas que iniciam o processo de restabelecimento das condições de vida normais de uma comunidade afetada por um desastre. Engloba dois grandes aspetos: o primeiro procura restabelecer num curto prazo e, de forma transitória, os serviços básicos indispensáveis, e o segundo orienta-se no sentido de encontrar uma solução permanente e de longo prazo, com o qual se pretende restituir as condições de vida normais da comunidade atingida (Bell et al., 2001).

Nesta etapa identificam-se claramente dois componentes:

Reabilitação – compreende o período de transição que se inicia ao final da resposta, no qual se restabelecem, a curto prazo, os serviços básicos indispensáveis.

Reconstrução – é o processo mediante o qual se repara -estrutura, se restaura o sistema de produção e se recupera o padrão de vida da população.

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a

infra-


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A fase de recuperação é uma oportunidade para superar o nível de desenvolvimento existente antes do desastre, com a incorporação e adoção de medidas de prevenção e mitigação.

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O PAPEL DA COMUNIDADE

PREVENINDO OU REDUZINDO OS EFEITOS DAS CATÁSTROFES: CONHECENDO AS QUE OCORREM MAIS FREQUENTEMENTE NA NOSSA ZONA. CONHECENDO AS AUTOPROTEÇÃO. CONHECENDO AS MITIGAÇÃO.

MEDIDAS

DE

MEDIDAS

DE

CRIAR UMA CONSCIÊNCIA COLETIVA PARA A MITIGAÇÃO DOS DESASTRES.

Diapositivo 3/22

O diapositivo descreve a importância do papel da comunidade na redução dos efeitos de uma catástrofe.

É também um alerta para a necessidade de prevenção.

Deverá ser explorado com os alunos de forma a motivá-los para o seu papel na redução dos desastres.

A resposta aos desastres causados pelas catástrofes necessita da mobilização da comunidade, mas é importante antecipar o movimento da comunidade e trabalhar com ações de prevenção e preparação, antes que uma ameaça se concretize, o desastre certamente torna-se menor.

Em comunidades organizadas, os desastres tendem a ter pouco impacto e um mínimo de perdas humanas.

Cada comunidade é diferente, ninguém conhece e compreende tanto os seus problemas e as vulnerabilidades locais como os próprios moradores, por isso o envolvimento da comunidade na tomada de decisões é essencial no processo de identificação e redução de desastres.

O lema da Proteção Civil dá conta dessa necessidade de interação constante dos órgãos públicos com a comunidade: «Proteção Civil somos todos nós», o que se traduz conceitualmente como gestão integrada de risco e desastre. Este tipo de gestão prevê a participação integral de toda a sociedade, e a participação comunitária é condição primordial, para reduzi riscos e construir (cidades, freguesias) mais seguras.

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O que é a proteção Civil?

http://www.srpcba.pt/F_Protecao_civil.htm

Diapositivo 4/22

A exploração deste diapositivo permitirá verificar os conhecimentos que os alunos já possuem sobre o que é a PROTECÇÃO CIVIL.

Solicitar aos alunos que indiquem ações desenvolvidas pela Proteção Civil na ilha de S. Miguel (por exemplo).

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A Proteção Civil é uma tarefa de todos e para todos. Procura PREVENIR riscos coletivos resultantes de situações de acidentes graves, catástrofes ou calamidades, de origem natural ou tecnológica, ATENUAR os seus efeitos e SOCORRER as pessoas em perigo. http://www.srpcba.pt/F_Protecao_civil.htm

Diapositivo 5/22

O diapositivo define o que é a Proteção Civil, apresentando o símbolo que a identifica.

A proteção civil é a actividade desenvolvida pelo Estado, Regiões Autónomas e Autarquias Locais, pelos cidadãos e por todas as entidades públicas e privadas, com a finalidade de prevenir riscos coletivos inerentes a situações de acidente grave ou catástrofe, de atenuar os seus efeitos, proteger e socorrer as pessoas e bens em perigo quando aquelas situações ocorram.

Os objetivos da Proteção Civil são:

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• •

Prevenir os riscos coletivos e a ocorrência de acidente grave ou de catástrofe deles resultante; Atenuar os riscos coletivos e limitar os seus efeitos;

•

Socorrer e assistir as pessoas e outros seres vivos em perigo, proteger bens e valores culturais, ambientais e de elevado interesse público e apoiar a reposição da normalidade da vida das pessoas em áreas afetadas por acidente grave ou catástrofe.


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A Proteção Civil começa em TI!

http://www.cm -faro.pt/portal_autarquico/faro/v_pt-PT/menu_municipe/servicos_municipais/proteccao_civil/

Diapositivo 6/22

A exploração deste diapositivo possibilitará uma tomada de consciência para o facto de que a Proteção Civil começa em cada um de nós. Pretende motivar os alunos para a importância do papel que cada um tem junto da família, dos amigos, na escola e na comunidade onde se insere.

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PLANO DE EMERGÊNCIA INDIVIDUAL

Diapositivo 7/22

Este diapositivo faz a transição para a importância do plano de emergência familiar. Se cada família estiver devidamente preparada para reagir a uma catástrofe natural, consequentemente a comunidade no seu todo terá uma reação concertada e mais eficiente, perante as consequências dos desastres e as medidas de mitigação a aplicar.

É importante criar uma consciência coletiva para a mitigação dos riscos causados pelos desastres.

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PLANO DE EMERGÊNCIA INDIVIDUAL

O plano familiar de emergência é elaborado tendo em vista prevenir os acidentes que possam pôr em risco os membros da família e/ou os seus bens.

O cidadão deve conhecer os perigos de maior probabilidade de ocorrência na área do seu domicílio e nos locais de trabalho e de lazer, tendo sempre presente de que os acidentes graves ou as catástrofes normalmente acontecem de surpresa.

Diapositivo 8/22

O diapositivo define o que é um plano de emergência familiar.

O objetivo geral de um plano de emergência consiste em definir a estrutura organizativa dos meios humanos e materiais e estabelecer os procedimentos adequados para a atuação em caso de emergência de modo a garantir a proteção das pessoas, a defesa do seu património e a proteção do ambiente.

Perante esta definição sugere-se um diálogo com os alunos sobre a elaboração de um plano deste género, auscultar os alunos no sentido de verificar o que sabem sobre este assunto. Pretende-se incutir nos alunos a importância do papel de cada um, na diminuição dos efeitos causados pelas catástrofes, os quais afetam pessoas e bens.

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COMO PREPARAR UM PLANO DE EMERGÊNCIA FAMILIAR?

Diapositivo 9/22

O diapositivo faz a transição para a apresentação dos passos a seguir aquando da elaboração do Plano de Emergência Familiar.

Propõe-se que os alunos indiquem sugestões para a elaboração do plano. Essas sugestões devem ser apontadas, discutindo as suas ideias, para depois comparar com as indicações apresentadas nos próximos diapositivos.

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1º PASSO TROVOADA

MOVIMENTOS DE VERTENTE

Adaptado de http://casadotinoni.blogspot.pt/2007/01/plano-de-emergncia-familiar.html

Reunir com os familiares e discutir os perigos a que podem estar sujeitos, bem como as medidas de autoproteção adequadas a cada situação.

Diapositivo 10/22

O primeiro passo consiste em delinear em família uma estratégia de resposta, perante a ocorrência de uma catástrofe natural. É importante conhecer o tipo de catástrofes que mais ocorrem e definir o conjunto de medidas que determinam e estabelecem as responsabilidades e ações a serem desencadeadas imediatamente após um eventual desastre, bem como os procedimentos e recursos, tanto humanos como materiais, adequados à prevenção, controle e mitigação dos efeitos causados pelo desastre natural.

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2º PASSO

http://megafoneadm.blogspot.pt/2011/08/prevencao-contra-terremoto-faca-seu-kit.html

Preparar em conjunto com os teus familiares um kit de EMERGÊNCIA FAMILIAR.

Diapositivo 11/22

O diaposito aborda os componentes a incluir no kit de emergência, embora seja importante relembrar que cada kit de emergência deve estar preparado para servir as necessidades de um agregado familiar específico ou indivíduo, no caso dos kits pessoais.

Devem assim integrar todos os alimentos, medicamentos e utensílios essenciais e que garantem as necessidades nutricionais e de saúde dos que vão utilizar o kit.

Depois de explorado, sugere-se que seja elaborada pelos alunos uma lista dos componentes que, cada um pense, ser essencial para a sua sobrevivência, em caso de catástrofe.

Porquê manter um kit de emergência?

Duas situações (cenários) principais onde o kit pode ser essencial: após uma ordem de evacuação e imediatamente após um desastre.

Serviços básicos como eletricidade, comunicações (terrestres e móveis), gás, água, saneamento básico,etc., podem ficar cortados por dias ou mesmo semanas em cenários de maior destruição.

Deve estar presente num kit de emergência tudo aquilo que os membros do agregado familiar necessitam para garantir a sobrevivência, e um certo bem-estar durante um período de tempo de, pelo menos, 3 dias.

Onde manter o kit de emergência?

O local escolhido para armazenar o kit de emergência é de extrema importância pois dessa escolha pode depender a capacidade do agregado familiar ter a possibilidade de utilizá-lo após uma catástrofe.

Embora seja aconselhável manter kits de emergência no local de trabalho e no carro, pois é impossível prever onde nos iremos encontrar durante um desastre, vamos abordar a localização na própria residência.

É fundamental que o kit esteja num local acessível, caso seja necessário abandonar a casa rapidamente (por exemplo num local em que seja obrigatória a passagem para abandonara a residência), e que o local definido não seja frequentemente alterado, sabendo todos os membros da família onde se encontra.

Manter presente que o kit de emergência deve ser regularmente inspecionado e os mantimentos verificados para evitar a sua degradação ou o fim da validade dos produtos.

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3º PASSO Combinar com toda a família um conjunto de regras, no caso de ocorrer uma catástrofe.

VAMOS DAR-TE UMA DICAS….

Diapositivo 12/22

O diapositivo faz a transição para os diaposito que sugerem algumas regras a ter em conta na elaboração do plano de emergência familiar.

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Definir a localização de dois pontos de encontro da família, numa emergência:

situação

de

um local em casa, considerado seguro; e outro fora do local da residência, em caso de ficar impossibilitado de regressar a casa (é uma probabilidade real durante o dia, já que a maioria dos adultos está a trabalhar e os filhos estão na escola).

Diapositivo 13/22

É importante que a família prepara e defina em caso de catástrofe, o ponto de encontro, uma vez que se ocorrer durante o dia, os membros da família se encontram dispersos. Sabendo onde cada elemento da família se encontrar após a ocorrência do desastre, por um lado tranquiliza todos os elementos e por outro facilita a recolha dos familiares.

Em casa é também importante definir o ponto de encontro, pois deve ser o local mais seguro da casa. Estando todos preparados e sabendo o que fazer para se reunirem diminui as situações de pânico, próprias destas situações.

Realçar a importância da definição dos pontos de encontro e as vantagens para a família e comunidade em geral, pois os alunos são um veículo de informação muito importante para a tomada de consciência coletiva de toda a comunidade.

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Conhecer bem a Planta da casa.

Localiza o local mais seguro da tua casa e sinaliza o ponto de encontro.

Localiza as emergência, e sinalização.

saídas coloca

de uma

Diapositivo 14/22

Realçar a importância de todos conhecerem a planta da sua casa, assim em família definem os locais mais seguras, esses serão o ponto de encontro em caso de catástrofe. Sinalizar as saídas de emergência, evita o pânico e facilita a saída serena de todos os membros.

Caso vivam em apartamentos, depois de cada família ter estudado a sua planta, e ter definido a sua estratégia de evacuação, será importante reunir com todos os condóminos para delinearem conjunto uma estratégia de evacuação do prédio.

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Colocar, de forma visível, junto ao telefone, ou num local visível da casa, os números de emergência:

•112 •Bombeiros da localidade •Polícia •Hospital ou Centro de Saúde •Escola dos filhos •Médico de família •Companhia de Seguros •Serviço de Proteção Civil Ter a certeza de que cada um sabe utilizar corretamente o número de emergência 112.

Diapositivo 15/22

Muito importante a lista dos números de emergência, num local bem visível e conhecido por todos. Quando ocorre a catástrofe, ninguém consegue ter a calma suficiente para procurar os números, e devem certificar-se que todos os elementos da família sabem utilizar corretamente o número de emergência.

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Reunir fotocópias de todos os documentos importantes de toda a família e colocar num lugar que todos saibam.

•Cartão de cidadão •Carta de condução •Boletim de vacinas •Passaporte • ….

Diapositivo 16 /22

Realçar a importância de ter os documentos de toda a família reunidos num sítio, por todos conhecido, e de preferência numa zona de passagem para a saída, sendo fácil de levar na hora da evacuação.

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DISTRIBUIR TAREFAS PELOS ELEMENTOS DA FAMÍLIA EM CASO DE EMERGÊNCIA

Desligar a eletricidade

Desligar a água

Desligar o gás

Diapositivo 17/22

Em caso de emergência é fundamental que cada elemento da família tenha já definido a sua tarefa, facilita uma evacuação mais rápida e segura.

Distribuir as tarefas, por exemplo, o pai desliga o gás, a mãe a eletricidade, o irmão mias velho desliga a água, e mantendo assim as tarefas distribuídas, cada um atua rápido e sem atropelos, que no momento de uma catástrofe são indesejáveis.

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DISTRIBUIR TAREFAS PELOS ELEMENTOS DA FAMÍLIA EM CASO DE EMERGÊNCIA

Transportar os deficientes

Transportar os idosos

Transportar as crianças

Diapositivo 18/22

Quando no agregado familiar existem crianças muito pequena, idosos e deficientes, é fundamental ajudar estes elementos e acompanhar a sua saída, devem também distribuir estas tarefas para evitar pânico, pois são pessoas dependentes.

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DISTRIBUIR TAREFAS PELOS ELEMENTOS DA FAMÍLIA EM CASO DE EMERGÊNCIA Se tem animais domésticos, tome as devidas precauções para que sejam incluídos no vosso plano de emergência. Em ocorrência como INCIDÊNDIOS, CHEIAS OU SISMOS, Liberte-os logo que lhe seja possível . Em caso de evacuação, leve-os consigo. Se tal não for possível, liberte-os e deixe-lhes água e alimentos em quantidades suficientes para três dias.

Diapositivo 19/22

Os animais domésticos também fazem parte do agregado familiar e devem estar incluídos nas medidas a tomar no caso de ocorrer uma catástrofe.

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Vamos todos aprender estas regras !!!

http://smpcloule.blogspot.pt/

Diapositivo 20 /22

Este diaposito faz um apelo, a que todos participem e colaborem ativamente no cumprimento de regras que possibilitarão, em situação de catástrofe, agir de forma a minimizar os efeitos causados pela ocorrência da catástrofe.

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Quanto mais bem preparada estiver uma comunidade, melhor sobrevive a qualquer catástrofe

.

Diapositivo 21/22

O diaposito apresenta uma mensagem, sugere-se seja explorada com os alunos, quer a imagem, quer a mensagem escrita, no sentido de os fazer sentir, que fazem parte integrante e fundamental de uma cultura de segurança.

A educação torna-se essencial na prevenção de muitos dos efeitos associados às catástrofes naturais, permitindo esclarecer as razões que sustentam a inevitabilidade destes eventos naturais. A aprendizagem adquirida por crianças e jovens, de maneira sistemática, permite criar uma maior consciência para estes fenómenos, levando-os a atuar de uma forma serena e decidida em caso de desastre natural. É igualmente aceite que a educação dos alunos nestes temas, é um excelente veículo de transmissão destes conhecimentos e práticas para as famílias e comunidades onde se inserem.

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AGORA VAIS ELABORAR O TEU PLANO INDIVIDUAL DE EMERGÊNCIA.

Diapositivo 22/22

O último diapositivo é o ponto de partida para a atividade a desenvolver por todas as turmas, ELABORAÇÃO de UM PANFLETO – PLANO DE EMERGÊNCIA FAMILIAR.

A atividade será apresentada em anexo.

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BIBLIOGRAFIA

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MARTORELL, R. e SÁENZ, R. (2001) - Guía de trabajo para la elaboración de los mapas de riesgos comunales. EIRD Informa: revista para América Latina y Caribe. 3 (2001). Consultado a 1 de Junho de 2006,

<http://www.crid.or.cr/crid/CD_EIRD_Informa/esp/revista/No3_2001/index_No3e.htm>

MATOS, M. (2001). Trabalho experimental na aula de ciências físico - químicas do 3º ciclo do ensino básico: Teorias e Práticas de Professores. Tese de mestrado inédita. Lisboa: Universidade de Lisboa, Departamento de Educação da Faculdade de Ciências.

RENCORET, N. (2004) - Dia Internacional de Redução de Desastres : um dia da elevação da consciência do risco e perigo. EIRD Informes. 4 ed. (Nov. 2004) 44. Consultado a 3 de Abril de 2005,

<http://www.unisdr.org/africa/af-informs/issue4/Issue4-2004-portuguese-ISDR-informs-part5.pdf>

Endereços de páginas da Internet

Indicam-se estes endereços, como exemplos a serem consultados e explorados nas aulas com os alunos.

http://www.esec-dr-j-araujo-correia.rcts.pt/escola/plano_prev_emerg.htm

http://www2.snbpc.pt/portal/page?_pageid=35,54447,35_54461&_dad=portal&_schema=PORTAL

http://www.niwaf.org/multilingual/portuguese.pdf

http://www.anmp.pt/anmp/div2005/sismos05/docs/ML01.pdf

http://www.xitizap.com/escolas-sismos.pdf

http://www.min-edu.pt/ftp/docs_stats/manual_util.pdf

http://seminarios.ist.utl.pt/04-05/des/material/risco_geotecnia.pdf

http://www.cm-lisboa.pt/docs/ficheiros/sismos.pdf

http://www.civil.uminho.pt/masonry/Publications/Update_Webpage/2004_Debate%20Sismos&Imobiliario %20(Guimaraes).pdf

http://www.srpcba.pt/F_Protecao_civil.htm

http://www.cm-vfxira.pt/documentos/Sismos%20-%20Autoprotecção.pdf

http://www.bvpacodearcos.pt/downloads/ConselhosUteis/CriancasSismos.pdf

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http://www.cm-vfxira.pt/documentos/Espaços%20Públicos%20-%20Regras%20de%20segurança.pdf

http://www.ohriki.t.u-tokyo.ac.jp/S-Tech/M1/eng/group_jisin/index.html

http://www.icdo.org/pdf/nws/jmpc-2006-es.pdf

http://earthquake.usgs.gov/learning/kids.php

http://www.fema.gov/pdf/library/tremortroop.pdf

http://scign.jpl.nasa.gov/learn/eq.htm

http://www.seikatubunka.metro.tokyo.jp/index3files/survivalmanual.pdf

http://www.ebookmall.com/ebooks/emergency-preparedness--kobe-after-the-earthquake-hamit-ebooks.htm

http://www.unisdr.org/wcdr/thematic-sessions/presentations/session3-1/iiees.pdf

http://www.cm-lisboa.pt/docs/ficheiros/manualppeeediv.pdf

http://www.georoteiros.pt/georoteiros/Apagina/multimedia.aspx?TEMA_objecto=animacoes

http://ciencias3c.cvg.com.pt/

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