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Agenda Lisboa Cultura - dezembro 2025

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DEZEMBRO 2025

#404

NOVOS OLHARES DA ILUSTRAÇÃO ATELIÊS MUNICIPAIS DOS OLIVAIS NATAL EM LISBOA: CONCERTOS, VISITAS, LIVROS TERESA VILLAVERDE EM ENTREVISTA LISBOA MISTURA

RAQUEL TAVARES O REGRESSO AOS PALCOS


© Teresa Couto Pinto

04.12.2025 — 26.04.2026


DEZEMBRO 02

NOVOS OLHARES DA ILUSTRAÇÃO O Natal segundo quatro jovens ilustradoras

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LUGARES DE CRIAÇÃO Ateliês Municipais dos Olivais

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ENTREVISTA Ţ RAQUEL TAVARES Inevitabilidade de Cantar no Coliseu dos Recreios

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ARTES

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OBJETIVAMENTE Maria Eduarda Napoleão destaca uma peça da Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo

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CIÊNCIAS

LISBOA MISTURA 19.ª edição

68

MÚSICA

78

TEATRO

84

44

CULTURA DE BAIRRO Ţ ALFAMA

Justa em estreia

VISITAS

ENTREVISTA Ţ TERESA VILLAVERDE

88

48

95

15 anos de curtas

96

SHORTCUTZ LISBOA

50 AGENDALX.PT

64

FAMÍLIAS

CINEMA

CLARICE E AS COISAS PERDIDAS

54

98

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Elsa Rodrigues e Rita Antunes apresentam Filosofia – um livro que dá que pensar!

DANÇA LITERATURA

61

LIVROS DE DEZEMBRO

LIVRO DO MÊS

112

Q Ţ BARTHOLOMEW RYAN


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ANA RITA VAZ TEXTO

HUMBERTO MOUCO F OT O G R A F I A


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A ilustração portuguesa atravessa um momento de efervescência criativa. Entre editoras, publicações digitais e projetos de autor, uma nova geração de ilustradores afirma-se com linguagens próprias, cruzando técnicas tradicionais e experimentação digital. Para a edição deste mês, convidámos quatro

jovens e promissoras ilustradoras para falarem

sobre o seu percurso artístico e apresentarem trabalhos que re etem o seu olhar sobre o Natal.


NOVOS OLHARES DA ILUSTRAÇÃO

CINARA SAIÓNÁRA Cinara construiu um percurso plural entre o cinema e a ilustração. Formada em jornalismo e com mestrado em comunicação audiovisual, descobriu na ilustração o território onde melhor comunica: “Sou terrível com as palavras, expresso-me melhor através das imagens”, a rma. A ilustração começou por ser um hobby, mas acabou por se tornar pro ssão. Hoje, é ilustradora a tempo inteiro e trabalha também no cinema, integrada nos departamentos de arte e cenogra a. Com quatro livros infantis publicados, Cinara reconhece que a edição desses títulos marcou um ponto de viragem: “Foi quando senti uma responsabilidade maior, a necessidade de fazer coisas com propósito”. Na ilustração, encontra espaço para experimentar e falhar: “Permito-me errar mais, sinto menos pressão”. A sua prática oscila entre o manual e o digital, escolhendo cada meio conforme o projeto. “No papel demoro muito mais a chegar ao resultado nal; no computador, é mais fácil voltar atrás e corrigir. O tempo mede-se de uma forma diferente no digital; esgota-se mais quando estou a usar o papel.” Entre estas duas linguagens, continua a explorar o desenho como forma de habitar – e organizar – o mundo que traz “muito na cabeça”.


pensarmos o Natal como um tempo de família e de sonho, a ilustração de ŝ Se Cinara aproxima-se naturalmente desse imaginário. Criada para a PIM! Mostra de Ilustração Para Imaginar o Mundo, em 2023, a peça nasceu de um gesto íntimo: “É um autorretrato com o meu filho, feito a propósito do meu sonho de criar uma biblioteca em casa”, explica. Uma imagem que convoca exatamente aquilo que associamos à época natalícia – imaginação e a força dos afetos.


NOVOS OLHARES DA ILUSTRAÇÃO

GABRIELA PEDRO Apesar de se ter formado em desenho, Gabriela demorou algum tempo a assumir-se como ilustradora, o que só veio a acontecer depois de ter começado a trabalhar no jornal Público, há quatro anos. Ainda assim, recorda que, mesmo após ilustrar o livro O Efeito Bola de Menta, de Inês Barata Raposo, continuava “muito insegura e com muito para aprender”. Hoje, trabalha sobretudo em ilustração editorial, embora reconheça que o seu estilo “cai muito para a ilustração infantil”, área que mais a entusiasma e onde ambiciona crescer: “No futuro, seria incrível ilustrar livros para crianças, mais regularmente”. Paralelamente, tem desenvolvido projetos para outros jornais, para manuais escolares e para o teatro LU.CA, onde experimentou também a animação. A sua técnica nasce no preto: tinta-da-china, lápis escuro, formas construídas em papel e só depois montadas no digital. “Sou péssima com cor”, brinca, explicando que prefere o gesto, a textura e “a luta até chegar ao produto nal”, sempre com uma folha à frente e o traço a construir mundos.


hemisfério norte, o Natal chega sempre vestido de inverno – e é nessa ŝ No atmosfera fria e acolhedora que Gabriela encontra inspiração. “Nesta ilustração, que resultou de um trabalho para o Público, vê-se uma menina a desenhar uma montanha e um rapazinho a fazer esqui”, explica. A cena, marcada pela neve e pela brincadeira, recupera um imaginário típico da época natalícia, onde o frio, a criatividade e a fantasia se encontram.


NOVOS OLHARES DA ILUSTRAÇÃO

INÊS VIEGAS OLIVEIRA Inês chegou aos livros por um caminho improvável: formou-se em física, iniciou um mestrado em matemática e só depois encontrou na ilustração o espaço onde realmente queria estar. “Considero-me ilustradora desde que lancei o primeiro livro, em 2022”, conta. O Duelo, criado no âmbito do projeto europeu Every Story Ma ers, dedicado a promover livros inclusivos, viria a ser publicado pela Planeta Tangerina e a receber o Prémio Nacional de Ilustração 2023. Mais do que “ilustrar por encomenda”, o que a move é pensar o livro como um objeto completo: “Aquilo que gosto de fazer é isso – pensar em histórias e pensar no livro como um todo”. Para Inês, o diálogo entre texto e imagem é essencial, seja quando trabalha sobre palavras de outros ou quando cria as suas próprias. Paralelamente, dá aulas e coordena a revista literária Limoeiro Real, onde é editora. Entre ensino, edição e criação, mantém-se el ao que mais a motiva: trabalhar onde as imagens encontram as palavras.


Sem ter sido pensada especificamente para o Natal, a ilustração de Inês convoca ŝ algo muito próximo do espírito da época. Representa um momento de celebração, retirado do seu novo livro, Contas-me?, onde várias personagens se reúnem. “É o momento em que há uma festa e as pessoas estão juntas, e acho que o Natal para mim é isso: a reunião das pessoas”, explica. Uma imagem que ecoa o essencial desta quadra – o encontro e a partilha.


NOVOS OLHARES DA ILUSTRAÇÃO

VANESSA NAMORA CAEIRO Licenciada em pintura, Vanessa cedo percebeu que a vida de artista não era linear e acabou por encontrar um novo território no Centro de Investigação de Arte e Multimédia, onde se aproximou do cinema de animação. “O desenho é sempre a base de tudo”, explica. A partir daí, foi escolhida por uma produtora e começou a trabalhar em animação para a RTP, experiência que lhe abriu portas para a televisão e, mais tarde, para regressar ao cinema. Hoje, participa em inúmeros projetos e assina também a direção de arte de uma longa-metragem internacional. O seu trabalho adapta-se sempre ao contexto: “Não há uma técnica especí ca. Tenho necessidade de procurar e desa ar, encontrar novas soluções dentro de cada projeto”. Na ilustração editorial, desenvolveu a coleção A Aranha Antonieta, composta por cinco livros publicados pela Penguin, além de colaborar numa outra obra, O Mundo de So a, sobre diabetes. Versátil e inquieta, Vanessa desenha a partir do movimento - e de uma curiosidade que nunca abranda.


A Antonieta estava na sua cabeça há muito tempo, antes de ter saltado para o ŝ papel em A Aranha Antonieta e o AEIOU, o primeiro título da coleção A Aranha Antonieta, de 2020. A ilustração que Vanessa escolheu partilhar connosco é retirada do quinto livro, A Aranha Antonieta e o Sr. Natal, que desvenda algumas das tradições desta época. Os livros incluem um guião para famílias, professores e educadores, com ideias e atividades para fazer com os mais novos.


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Lugares de criação Nos Olivais, os ateliês municipais, construídos nos anos 70, continuam a ser espaços privilegiados para as artes plásticas. Atravessámos os portões destes edifícios de betão e fomos espreitar o trabalho de Fernanda Fragateiro, Rodrigo Oliveira, Belen Uriel e Bruno Pacheco.

GABRIELA LOURENÇO TEXTO

MANUEL RODRIGUES LEVITA F OT O G R A F I A


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ATELIÊS DOS OLIVAIS

Ficam no nal da Rua Cidade de Lobito e quem vê de fora aqueles quatro blocos de betão geminados não imagina o que guardam lá dentro. Projetados para a Câmara Municipal de Lisboa (CML) pelo arquiteto José Daniel Santa-Rita, no início dos anos 70, os edifícios foram pensados para funcionarem como ateliês para escultura e inseriram-se no plano urbano dos Olivais Sul. Junto ao Palácio do Contador-Mor e à Quinta Pedagógica, têm cerca de 140 metros quadrados e foram concebidos parcialmente em cave, fazendo a escavação do terreno, para se conseguir um pé direito de oito metros na enorme sala principal. A entrada faz-se hoje pelo que inicialmente era a fachada traseira, idealizada como porta de cargas e descargas. No interior, desce-se agora para a zona de ateliê para depois, ao fundo, se subir para uma pequena sala mais recolhida e um jardim (era por ali que se fazia a entrada original). A luz que ilumina todo o espaço, vinda de uma janela no topo, e o teto em blocos de betão são pormenores plani cados ao detalhe na arquitetura destes ateliês que a CML arrenda a artistas plásticos, através de concurso público.


LUGARES DE CRIAÇÃO

FERNANDA FRAGATEIRO

ATELIÊ N.º 1

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ATELIÊS DOS OLIVAIS

Uma espécie de cérebro – ali nascem, dali saem e ali se cruzam as ideias e os projetos de Fernanda Fragateiro. “Funciona como uma fábrica onde venho trabalhar todos os dias. É onde faço tudo e onde me concentro”, diz sobre o ateliê que, até há oito anos, foi de José Pedro Cro . Nas paredes, estão folhas de papel com fotos de várias obras concluídas ou em desenvolvimento. Numa mesa, a maquete do Centro de Arte Moderna (CAM), onde terá uma exposição em 2027. No chão, pedras que remetem para Abrir janelas à pedrada, peça acabada de inaugurar em Serralves, ou para 6 de Maio 2018, a escultura criada com fragmentos de demolição do Bairro 6 de Maio e que dará mote à mostra no CAM. Há, ainda, imagens ou estudos de outros projetos, como aquele com a Associação Crescer, numa comunidade de pessoas em situação de sem abrigo, ou o que desenvolve com mulheres na Prisão de Tires. “Isto está sempre a mudar, tudo tem rodas e tudo se adapta.” O lugar é tão sugestivo que Fernanda criou até uma peça inspirada nas janelas do ateliê. “Valorizo muito a qualidade do espaço. Está muito bem desenhado e resolvido, uma construção modular onde se vê que o desenho é fundamental na arquitetura. E se trabalhamos num espaço assim, isso acaba por contaminar. A luz é incrível e o sítio também: uma zona habitacional tranquila, com verde e vazio à volta, passarinhos e insetos, um ar bom. É muito mágico e silencioso. E temos o jardim, cheio de plantas que fomos apanhando nas ruas do bairro. Mantemos uma relação forte com o lugar.”


LUGARES DE CRIAÇÃO

RODRIGO OLIVEIRA

ATELIÊ N.º 2

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ATELIÊS DOS OLIVAIS

De todos, o ateliê de Rodrigo Oliveira é o mais arrumado. Na verdade, acreditamos que o que quer que se procure há de ser encontrado ali. O artista plástico organizou o espaço por áreas e guarda ali dentro mil e um objetos, desde tesouras de várias cores e outras ferramentas às peças que criou nos últimos anos. “O meu trabalho vem muito de colecionar coisas e de pesquisar sobre determinados materiais, o que faz com que haja uma acumulação grande”, conta Rodrigo. “Sou realmente um artista de ateliê. Trabalhar é uma coisa muito rotineira, devocional e quase religiosa. Torna-se prazeroso estar aqui a fazê-lo”, acrescenta. Nos Olivais desde 2010, no ateliê que anteriormente pertenceu a Sam, cartunista, artista plástico e escultor, Rodrigo vê neste lugar a possibilidade de se dedicar a vários projetos ao mesmo tempo e, não só executar as suas peças, como poder pensá-las num ambiente inspirador – seja na mesa onde põe as mãos à obra, seja no pequeno escritório, ou até enquanto cuida do jardim ou arruma o ateliê. “Dá-me liberdade. É como a poesia: vou fazendo umas coisas e vou guardando e depois vou fazendo outras e chega uma altura em que tudo aquilo ganha forma”, descreve. “Para mim, além da luz, a arquitetura é o mais importante aqui, bem pensada e bem feita, nada convencional, é quase uma descoberta diária.”


LUGARES DE CRIAÇÃO

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BELEN URIEL E BRUNO PACHECO

ATELIÊ N.º 3


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ATELIÊS DOS OLIVAIS

“O ateliê é a casa do artista”, a rma Bruno Pacheco, que partilha este espaço com Belen Uriel há cerca de 10 anos. Aqui dentro, tal como na vida, o pintor e a artista plástica são a companhia e o braço direito um do outro. Belen ajuda Bruno a esticar as telas, Bruno dá uma mão a Belen para carregar as esculturas, por exemplo. “Há uma distribuição de tarefas e uma entreajuda bastante frutuosa. Somos o interruptor um do outro”, descreve o pintor. “Tudo aqui é bastante exível. Quando o Bruno tem uma exposição, cresce dentro do ateliê, quando tenho uma exposição, cresço eu”, explica Belen, que inaugurou agora Wandering Moths na Galeria Madragoa, uma mostra que cará até 10 de janeiro e em que explora a ideia de metamorfose em peças que combinam vidro com metal, bronze, alumínio, ferro e cerâmica. “Nem sempre temos os mesmos horários e tentamos fazer exposições em diferentes alturas do ano, para nos organizarmos melhor, tanto aqui no ateliê como no nosso quotidiano”. Por estes dias, as esculturas de Belen já terão dado mais espaço aos papéis e aos pincéis de Bruno e as pinturas já se devem ter espalhado pelas paredes, em estudos para a exposição que inaugura na Culturgest no início de 2027. Até lá, diz o pintor, “há que mexer nas tintas, ensaiar, estender telas… Pintar é uma construção, uma prática diária que exige espaço e rotina”.


ENTREVISTA

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RAQUEL TAVARES

FILIPA SANTOS TEXTO

HUMBERTO MOUCO F OT O G R A F I A

Cinco anos depois de ter anunciado uma pausa na carreira musical, Raquel Tavares regressa aos palcos. No dia 5 de dezembro, a fadista leva ao Coliseu dos Recreios o espetáculo Inevitabilidade de Cantar, que traduz bem as saudades que tinha do seu público. Na ocasião, a artista irá apresentar Deles por mim (e à antiga), o novo disco onde canta "fados de homens".

Em 2020 anunciou o afastamento dos palcos. Cinco anos depois, o amor pela música falou mais alto? O título deste concerto diz isso mesmo, Inevitabilidade de Cantar. Tenho 40 anos e comecei a cantar há 35, é uma vida inteira a cantar. A certa altura dei por mim a sentir essa falta, foi mesmo uma inevitabilidade, porque neste espaço de tempo em que estive longe da indústria da música não deixei de ser fadista. Na altura da pandemia, quando as casas de fados começaram a reabrir, ia aos fados e cantava uma coisinha ou outra para matar a saudade. Percebi que sentia falta de cantar para as pessoas. A primeira vez que pisei o palco do Coliseu tinha 12 anos, foi em 1997 [na Grande Noite do Fado, que venceu]. A minha ideia de cantar é para as pessoas, tenho de o partilhar com alguém. E começou a tornar-se inevitável. É a mesma artista que era há cinco anos? A idade e o distanciamento fizeram-me perceber o que realmente importa. Isto tem de ser prazeroso, tem de me divertir. Neste

momento da minha vida, estou mais certa do que não quero e não posso deixar que isto seja assoberbante. É claro que causa ansiedade, é claro que sinto a responsabilidade, mas isto tem de ser bom, partilhar a música com pessoas tem de me dar prazer. E foi por isso que voltei a cantar há dois anos de forma muito pautada. Comecei por cantar em Espanha, para as pessoas não me olharem com histórico, para perceber como me sentia. Fiz esse teste e concluí que me apetecia voltar ao fado tradicional e que a melhor forma de o celebrar era no Coliseu. Tive a sorte de já ter cantado em salas maravilhosas, estive no Carnegie Hall em outubro, que é uma das mais emblemáticas do mundo, mas o Coliseu assusta-me mais, provoca-me um friozinho na barriga, existe uma ligação emocional muito forte. O seu afastamento deveu-se a vários motivos, havia um cansaço com o mediatismo? Está mais preparada hoje para lidar com isso? Hoje já sei um bocadinho mais do que há cinco anos. Tenho de lidar com as pessoas, são elas que consomem a minha música, Ţ


Inevitabilidade de Cantar


ENTREVISTA

Ţ sem elas não existo como artista. Acho que na altura não me expliquei muito bem: não é o ser mediático que me incomoda, embora haja coisas no mediatismo com as quais não é fácil lidar, como estar exposto à opinião de toda a gente que acha que tem o direito de a dar. Hoje, já entendo que as pessoas têm o direito às suas opiniões, como eu tenho o direito de não as levar a peito. Hoje tenho outra serenidade. Estou mais blindada para situações que na altura me podiam transtornar. Parecia que a minha decisão tinha sido uma tragédia para algumas pessoas. Nunca ninguém veio ter comigo para me destratar, as pessoas que vêm ter comigo vêm com amor. A grande maioria vem dar-me um abraço e dizer que tem saudades. Há pessoas que nem sequer sabem que voltei a cantar, muitas perguntam-me quando é que regresso. Atualmente ainda se justi ca que o fado esteja associado a uma certa imagem? Eu sou talvez das fadistas mais tradicionais. Gosto muito da tradição, elevo-a, faço-me valer dela. O fado é uma música de cariz popular, que o povo teve necessidade de criar para se expressar, para se lamentar. Claro que o fado também canta alegria, canta o bairro popular, mas a imagem do fado é, à semelhança do que ele representa, na sua grande maioria, o lamento. Se fores a Sevilha ver um tablao de flamenco, como é que queres ver as espanholas vestidas? Queres vê-las de bolas e folhos, rosas na cabeça e peineta. Uma fadista que imagem é que tem? A da mulher vestida de negro, mas não tem de ser sorumbática. Cresci com mulheres fadistas muito elegantes, lindas. A Beatriz da Conceição ou a Amália Rodrigues eram mulheres que enchiam o palco no seu estilo negro e com o seu xaile. Ainda existe um certo preconceito em relação à imagem da fadista que é antiquada, envelhecida. Discordo absolutamente. Se algum dia chegar a ser parecida com elas vou ficar muito contente. E, por isso, sou a primeira a defender essa imagem. Gosta de se vestir de acordo com a tradição… Toda a vida usei xaile, fui criada num ambiente tradicional. Não estou a dizer que para se ser fadista tem de se usar xaile, não é isso. Eu

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preciso de o usar, fui criada nesse meio, faz-me sentido. É claro que já apareci noutros momentos com uma imagem diferente, mas porque estive sem cantar fado tradicional. Cantei durante muito tempo um fado mais contemporâneo, o Raquel não é um disco de fados tradicionais. O álbum de homenagem ao Roberto Carlos muito menos, era uma abordagem ao seu repertório por uma fadista. Agora regresso com um fado tradicional, vou mesmo à raiz. Tenho muitas saudades daquilo que me fez ser fadista. É importante que não nos esqueçamos de onde é que vimos. Isto é uma tradição oral, tem de se falar dela. Têm de se lembrar os autores, os poetas, os músicos. Temos um histórico tão rico que a minha geração e a mais recente têm muita sorte. Olhem só o espólio onde nos podemos inspirar! Os fadistas dos anos 50, 60 e 70 eram brilhantes, ainda hoje cantamos os fados deles. Por isso, sim, gosto de me vestir com a tradição. O que pode revelar sobre o novo disco? Como venho de um meio muito tradicional, tive de me fazer fadista sob as regras da geração antiga, sendo que, infelizmente, a grande maioria já cá não está. Há um repertório muito específico que eu adorava quando era miúda, que é o repertório dos homens, a poesia masculina. Diziam-me que eram fados de homem, que não os podia cantar. Ainda existe muito esse estigma da poesia ter um género, e a poesia não o devia ter. Fui buscar clássicos cantados por Carlos do Carmo, Tristão da Silva, Carlos Ramos, Fernando Maurício... Não é uma ode aos homens, é uma ode à poesia dos homens. Canto tudo no masculino, para melhor cantar a mulher: histórias de amor, despeito, ciúme. O homem a cantar o despeito tem uma graça desgraçada, é muito diferente da mulher. Este álbum tem também outra particularidade, foi gravado à antiga, sem correções: guitarra, viola, baixo e voz. Todos ao mesmo tempo e sem retificações. Não tem afinação, não tem picagens. Normalmente vai-se para o estúdio e primeiro fazem-se as vozes guias, depois põe-se a viola, seguida da guitarra e, por fim, corrige-se aqui e ali. Eu queria que fosse gravado como era antigamente, não pode estar


RAQUEL TAVARES

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Canto tudo no masculino, para melhor cantar a mulher. mais cru. Se fizéssemos três takes de cada fado, escolhíamos o melhor. Quis passar essa autenticidade a quem ouvisse este álbum. O concerto vai ter por base este disco? Vou visitar alguns temas que fazem parte da minha vida e depois é que vou cantar os fados dos homens. Mas, acima de tudo, queria muito cantar num palco de 3600, no centro, para criar uma maior proximidade. Queria levar o conceito de casa de fados para a sala do Coliseu. Vai ser quase uma tertúlia, as pessoas vão estar muito perto. Vai ser uma noite de fados então… Uma noite de fados, não tem pretensão de ser mais do que isso. Acredito que é suficiente. Em Espanha, há o flamenco; no Brasil, o samba; em Cabo Verde, a morna; e em Buenos Aires, o tango argentino. Independentemente das inovações e da contemporaneidade, estes países estimam a sua música de raiz, na sua forma tradicional, e isso é mais do que suficiente. O fado também o é e tenho tido a prova viva disso. As pessoas comovem-se com o fado tradicional. Nesta altura da minha vida, sinto a obrigatoriedade de o fazer, devo-o a esta música e às pessoas com quem cresci. É, acima de tudo, uma fadista? Não sei se a minha essência será só essa. A minha primeira identidade talvez seja. Mas eu não queria ser cantora, queria ser jornalista, repórter de guerra. A minha mãe trabalhava na RTP, o jornalismo era o que estava

no meu foco. A minha vida era comunicar, não era cantar, mas a música foi inevitável. Em todas as ocasiões em que dizia “agora vou por aqui”, a música trocava-me as voltas. A minha vida a cantar foi inevitável e eu fui teimosa, tentei muitas vezes fazer outras coisas. Não me conformo com a ideia de ter de ser uma coisa só, acho um disparate. Gosto imenso de dançar, de brincar, de tirar cafés, gosto de fazer muitas coisas. Tenho sido bem-sucedida, mas também tenho tido sorte. Há um fator sorte, não é falsa modéstia. Acredito no que faço, mas acho importante permitir-me fazer coisas diferentes, não me levar muito a sério, errar. Sei que é preciso ter alguma audácia, mas às vezes é preciso um bocadinho de loucura na vida. O seu regresso é de nitivo? Não sei responder a isso, não quero criar falsas expectativas. Desconheço o dia de amanhã. A pandemia foi um desafio de que ninguém estava à espera, há pouco tempo tivemos de lidar com um apagão... fazer planos a médio e longo prazo é atrevimento porque a vida muda-nos as voltas todas. Hoje apetece-me muito cantar. Quero lançar este disco e cantar para as pessoas. Sou muito grata a quem me quiser ouvir, mas não sei o que o futuro reserva.

Entrevista completa

AGENDALX.PT


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© Alfredo Jaar

ARTES

ENTRE A PALAVRA E O SILÊNCIO OBRAS DA COLEÇÃO JOSÉ CARLOS SANTANA PINTO O MACAM inaugura uma nova etapa do conceito The House of Private Collection (A Casa das Coleções Privadas), apresentando pela primeira vez uma coleção particular convidada - a de José Carlos Santana Pinto. Colecionador atento e rigoroso, construiu um acervo singular, onde o pensamento conceptual se alia à economia formal e à relação profunda entre palavra, número e reflexão crítica. As obras agora expostas revelam a amplitude de uma coleção que promove o diálogo entre artistas portugueses e internacionais, cruzando gerações e suportes diversos. Nela, a arte é entendida como território de questionamento, ecoando a convicção do colecionador de que “o belo tem de fazer perguntas”. Com esta mostra, o Museu reforça a missão de abrir o seu espaço a outras coleções privadas, complementando a Coleção Armando Martins e ampliando a partilha de patrimónios artísticos com a comunidade. ANA RITA VAZ

MACAM – MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA ARMANDO MARTINS ATÉ 1 DE JUNHO Rua da Junqueira, 66 / 218 727 400 / macam.pt


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ARTES

INAUGURAM

ATELIER NOS ASTROS

23A GALERIA SÁB: 16H-18H

Cerâmica, coletiva, joalharia, pintura

OPEN CALL 25

Coletiva, desenho, fotogra a, gravura, instalação, pintura 12 DEZ A 4 JAN [EG] [MP]

APAIXONARTE SEG A SEX: 11H-19H, SÁB: 11H-18H

HILDA REIS

Ela depois de fazer estragos 5 DEZ A 3 JAN [EG]

FESTA DE JANUS 20, 21 DEZ: 15H-18H

BIBLIOTECA DE ALCÂNTARA – JOSÉ DIAS COELHO SEG A SÁB: 10H-20H

LUÍS VENTURA 1993-2023 Pintura

9 A 20 DEZ [EG]

BIBLIOTECA DE BELÉM SEG A SEX, 1º, 3º SÁB: 10H-18H

APPLETON ASSOCIAÇÃO CULTURAL TER A SÁB: 14H-19H

ANA CARDOSO

SQUARE

16 DEZ A 19 JAN

Jardins Efémeros

JOSÉ CARDIGOS BASTOS

JOANA SÁ 6 DEZ

BUHLEBEZWE SIWANI 11 DEZ A 10 JAN

BOX

XANA NOVAIS

O Espaço do Tempo 6 DEZ

RUDI BRITO 11 DEZ A 10 JAN

Nova guração Colagem

Do dia para a noite Pintura

ATÉ 12 DEZ [EG]

BIBLIOTECA DOS CORUCHÉUS SEG A SEX, 1º, 3º SÁB: 10H-18H

JOÃO PERAL Diversità Pintura

6 A 31 DEZ [EG]

BIBLIOTECA DA PENHA DE FRANÇA SEG A SEX, 1º, 3º SÁB: 10H-18H

DI MELO

Poesia ilustrada Ilustração, poesia 2 A 31 DEZ [EG]

CASA DA CIDADANIA DE SÃO DOMINGOS DE BENFICA SEG A SEX: 9H3013H/14H-17H30

JOÃO HENRIQUE PRADO

Sob o ar que respiramos

BIBLIOTECA/ESPAÇO CULTURAL CINEMA EUROPA

A IMAGEM CONTEXTUALIZADA

PATRÍCIA MAGALHÃES

5 DEZ A 31 JAN

Desenho

Coletiva, fotogra a

O QUE PODE UMA IMAGEM FALAR MEF – Movimento de Expressão Fotográ ca Coletiva, fotogra a, vídeo ATÉ 21 FEV [EG]

ATELIER NATÁLIA GROMICHO TER A SÁB: 14H-18H

NATÁLIA GROMICHO

Cartas de mim

11 DEZ A 3 JAN [EG]

BIBLIOTECA ORLANDO RIBEIRO SEG A SEX, 1º, 3º SÁB: 10H-18H

ARMANDO SALES LUÍS Locus aemenus Pintura

19 DEZ A 7 JAN

Christmas season

MARIA FILOMENA CANADAS

6 DEZ A 2 JAN

Cerâmica, desenho

Pintura

NATÁLIA GROMICHO

Chiado pictorial dream Pintura

ATÉ 5 DEZ

Fragilidade

ATÉ 17 DEZ [EG]

JOANA JORGE Impressões

19 DEZ A 16 JAN

DAVID MARQUES: VIDA E OBRA Litogra a, xilogravura ATÉ 5 DEZ

PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA Grupo Arcoartis Coletiva

ATÉ 12 DEZ

19 DEZ A 30 JAN

JOÃO MOREIRA Vamos remando Pintura

ATÉ 12 DEZ

CASA DO COMUM DO BAIRRO ALTO QUA A DOM

HUGO CUBO 10 A 28 DEZ

CASA DO JARDIM DA ESTRELA – UM TEATRO EM CADA BAIRRO TER A SÁB: 10H-18H

CARLA SANTANA Enquanto descansa carrega pedra 9 A 20 DEZ

ARQUIVO MUNICIPAL DE LISBOA | FOTOGRÁFICO SEG A SÁB: 10H-18H

FÓRUM GRANDELA SEG A SEX: 9H3013H/14H-17H30

JULEE

À margem

Escultura, instalação ATÉ 8 JAN [EG]

FUNDAÇÃO CIDADE DE LISBOA SEG A SEX: 10H-14H

PAOLA MEZZANOTTE Le mille e una Mezzano e Têxtil

5 A 11 DEZ

GALERIA 1758 SEG, QUA, QUI: 15H-19H

NOITE MÁGICA Arte por 30 Coletiva

12 A 30 DEZ

GALERIA BELTRÃO COELHO SEG A SEX: 9H-13H/14H-18H

ALÉM DO OLHAR Grupo Artistas Improváveis

Coletiva, fotogra a, pintura DIALOGUE GALLERY QUA A SÁB: 14H-19H

CARINA BRANDES E HELENA ALMEIDA The happiness project II: play Coletiva

6 DEZ A 7 FEV

ESPAÇO EXIBICIONISTA SEG A SEX: 11H-20H, SÁB: 11H-16H

UNDERCOVER PROJECT 2025 – EDITION ONE Coletiva

12 DEZ A 3 JAN

DANIELA GUERREIRO

Momentum mori ATÉ 2 DEZ

11 DEZ A 8 JAN

MEDALHAS DA ACADEMIA NACIONAL DE BELAS ARTES Coletiva

ATÉ 4 DEZ

GALERIA BRAÇOPERNA SEG A SEX: 15H-19H, SÁB: 10H-13H

ANDRÉ ALMEIDA E SOUSA Rabbit hole Desenho

2 DEZ A 3 JAN

GALERIA MONUMENTAL TER A SÁB: 15H30-19H30

PEQUENOS FORMATOS Coletiva

19 A 21 DEZ


ARTES

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JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA

KINDRED SPIRIT SEG A SEX: 14H-18H

Desenho, pintura

Documental

Pedra da paciência

O ARMÁRIO

ATÉ 6 DEZ

12 A 18 DEZ

GALERIA REVERSO TER, QUI: 11H-18H, QUA, SEX: 14H-18H, SÁB: 14H-17H

KIRERAH GALERIA SEG A SEX: 14H-18H

EXPOSIÇÃO COLETIVA

Coletiva, joalharia 6 DEZ A 10 JAN

MACEDIAS

Telhados de Paris Fotogra a

1 DEZ A 31 JAN

KUNSTHALLE LISSABON QUI A SÁB: 15H-19H

RENÉ TAVARES

Desenho, instalação, pintura

10 DEZ A 28 FEV

LUMINA GALERIA QUA A SEX: 15H-19H, SÁB: 15H-20H

LUÍS VASCONCELOS Route 66

Fotogra a Ver destaque 3 A 20 DEZ, 7 A 17 JAN

MONITOR TER A SEX: 13H-19H, SÁB: 14H30-19H

CONFLUÊNCIAS Coletiva

A PARTIR 13 DEZ

MUDE - MUSEU DO DESIGN TER A QUI, DOM: 10H-19H, SEX, SÁB: 10H-21H

TERESA COUTO PINTO Meu nome António. 1981-1983 Fotogra a

4 DEZ A 26 ABR

JOÃO MACHADO: POÉTICA VISUAL Design grá co ATÉ 4 JAN

SPECTRES

Trienal de Arquitectura

EDUARDO LUIZ NA COLEÇÃO MANUEL DE BRITO

CAMB - CENTRO DE ARTE MANUEL DE BRITO ATÉ 31 DE DEZEMBRO Campo Grande, 113 A / 219 369 734 / camb.pt

Figura culta e inquieta, de temperamento torturado e irreverente, Eduardo Luiz viveu entre a busca obsessiva da perfeição e o permanente confronto com os limites da criação. Amargurado e intransigente, dedicou-se à pintura como quem se consome por um ideal absoluto, treinando mãos e olhos na tentativa de alcançar a “verdadeira” arte – aquela que um dia sonhou reunir num livro que nunca chegou a escrever. A sua obra, de um rigor extremo e frequentemente concebida em trompe l’oeil, revela um universo simbólico de rara densidade. Entre corpos femininos intactos, por vezes fragmentados, rostos ausentes ou velados, paisagens idílicas e frutos de erotismo latente, surgem também imagens de violência – corpos e animais esfolados, carne pendurada, matéria exposta. Tudo isto sobre fundos negros que parecem absorver a própria luz, conferindo à pintura uma dimensão quase metafísica. O seu autorretrato, a que chamou póstumo e onde se representou refletido num espelho estilhaçado por um tiro, é uma das obras que se pode apreciar nesta exposição. ARV


27 de Lisboa Arquitetura

ATÉ 11 JAN

PARA QUE SERVEM AS COISAS? Design

ATÉ OUT

NOVIDADE – DONA AJUDA SEG A DOM: 11H-19H

ARTES

AINORI CONTEMPORARY ART GALLERY TER A SÁB: 14H-19H

PAULA LÓPEZBRAVO Taste like now ATÉ 16 JAN

ANDAR DE BAIXO SEX: 16H-20H

CANTO DA TEIA

Coletiva, escultura, instalação, pintura, têxtil

Pintura

ARQUIVO HISTÓRICO DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA TER A DOM: 10H-12H/13H30-18H

5 DEZ A 4 JAN [EG]

SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS ARTES SEG A SEX: 12H-19H, SÁB: 14H-19H

MARIA LÚCIA VEIGA O lugar do olhar 4 DEZ A 10 JAN

ANA ARAÚJO PESSANHA E ANA FERNANDES

Linhas do mar e da terra Coletiva

16 DEZ A 10 JAN

SALÃO ANUAL DOS SÓCIOS SNBA 2025 Coletiva

22 DEZ A 24 JAN

DAVID DE ALMEIDA EM DIÁLOGO Coletiva

ATÉ 6 DEZ

THE 2025 SOVEREIGN PORTUGUESE ART PRIZE FINALIST EXHIBITION Sovereign Art Foundation ATÉ 13 DEZ

CONTINUAM 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA TER A SEX: 14H-19H, SÁB: 11H-16H

TITO MOURAZ Selva oscura Fotogra a

ATÉ 17 JAN

MÁRIO SOARES – 100 ANOS Coletiva, fotogra a ATÉ 31 DEZ

Pintura

DUARTE TORRE DO VALLE Loja da Lurdes

ATMOSFERA M SEG A SEX: 9H-17H

ATÉ 20 DEZ

FILHOS DE TODOS… FILHOS DE QUEM? OS EXPOSTOS DA RODA DE LISBOA ATÉ 29 MAR

ARTEMIS GALLERY QUI A SÁB: 13H-18H

MECHANICAL BODIES

Coletiva, escultura, fotogra a, instalação ATÉ 31 DEZ

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA SEG, TER: 10H-18H, QUA, QUI: 10H-13H, SEX: 14H-18H

PORCELANA PORTUGUESA: A HARMONIA DOS CONTRÁRIOS Cerâmica, porcelana ATÉ 8 DEZ

ATELIER MESTRES 1A TER A SEX: 15H-19H, SÁB: 10H-13H

EZEQUIEL COELHO Nós, os outros, parte 2 Pintura

ATÉ 23 DEZ

ÍRIS NEVES Novas formas

Desenho, escultura, instalação ATÉ 23 DEZ

AVENIDAS - UM TEATRO EM CADA BAIRRO SEG A SEX: 10H-18H

HELENA FERREIRA As lhas de léthê ATÉ 17 DEZ [EG]

BEATO INNOVATION DISTRICT TER A SEX: 14H-19H, SÁB, DOM: 10H-19H

DO TRAÇO À CIDADE

Arquitetura, coletiva ATÉ 3 DEZ

BIBLIOTECA CAMÕES SEG A SEX, 1º, 3º SÁB: 10H-18H

LUÍS NOBRE

Do papel ao espaço

Desenho, instalação, pintura Ver destaque ATÉ 19 DEZ [EG]

CABANA MAD TER A QUI: 15H30-19H30

BEAUTY IS A SECRET SILENCE Coletiva, fotogra a, vídeo ATÉ 22 JAN

CAFÉ THANK YOU MAMA SEG A SEX: 8H30-19H, SÁB, DOM: 9H-17H

LÚCIA GUERREIRO LEON My shelter Pintura

ATÉ 7 DEZ

CAMB - CENTRO DE ARTE MANUEL DE BRITO TER A SÁB: 10H-19H

EDUARDO LUIZ NA COLEÇÃO MANUEL DE BRITO Pintura Ver destaque ATÉ 31 DEZ

CARLOS CARVALHO ARTE CONTEMPORÂNEA SEG A SEX: 10H-19H30, SÁB: 12H-19H30

JOÃO C. GOMES E C. ANTUNES

MARIA CONDADO

ATÉ 23 DEZ

ATÉ 6 DEZ

Cerâmica, coletiva, pintura

Turn! Turn! Turn! Pintura

CASA DA ACHADA – CENTRO MÁRIO DIONÍSIO SEG, QUI, SEX: 15H-20H, SÁB, DOM: 11H-18H

MÁRIO DIONÍSIO

… ou é sempre princípio Pintura

ATÉ 20 ABR

CASA-MUSEU DR. ANASTÁCIO GONÇALVES TER A DOM: 10H-13H/14H18H

VIZINHANÇAS – AUSÊNCIAS E PRESENÇAS EM TORNO DA CMAG ATÉ 1 MAR

CENTRO CULTURAL DE CABO VERDE TER A QUI: 12H-19H, SEX, SÁB: 13H-20H

DOS AFETOS À RESISTÊNCIA

Coletiva, documental, fotogra a, pintura, tapeçaria ATÉ 31 DEZ [EG]

CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO DO EDIFÍCIO CENTRAL DO MUNICÍPIO SEG A SEX: 9H-19H

CLARA CABRAL

A natureza ao espelho Aguarela

ATÉ 9 JAN

CHAPITÔ SEG A SEX: 14H-19H, SÁB, DOM: 21H30-23H30

UNA LIUTKUS

Entre a revolução e o mar – um recorde de Cuba de agosto de 1964 Fotogra a

ATÉ 30 DEZ

CNAP - CLUBE NACIONAL DE ARTES PLÁSTICAS TER A SÁB: 11H-19H

COR, SONHO E LUZ Coletiva, pintura ATÉ 31 DEZ

CORUCHÉUS – UM TEATRO EM CADA BAIRRO TER A SÁB: 13H-19H

EM PORTUGAL, UMA VIDA

Projeto Mesmo Mundo

Coletiva, desenho, escultura, pintura ATÉ 24 JAN [EG]


ARTES

COSSOUL TER A SÁB: 15H30-19H

FRANCISCO LOURENÇO

28

ETERNO GALLERY TER A SÁB: 14H-19H

GALERIA 111 TER A SÁB: 10H-19H

Coletiva, escultura, fotogra a

The world smiles at us

CITY EDGES

ATÉ 10 JAN [EG]

ATÉ 31 JAN

CRISTINA GUERRA CONTEMPORARY ART TER A SEX: 11H-19H, SÁB: 15H-19H

FIDELIDADE ARTE SEG A SEX: 11H-19H

GROUP EXHIBITION ATÉ 10 JAN

CULTURGEST TER A DOM: 11H-18H

TRÉGUA Coletiva

ATÉ 6 FEV [EG]

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN QUA A SEG: 10H-18H

COMPLEXO BRASIL

ALEXANDRA BIRCKEN

Vídeo

Escultura

FRANCISCO TRÊPA

Somasemasoma ATÉ 1 FEV

CARLOS NOGUEIRA

Pensamentos, em papel Desenho

ATÉ 1 FEV

SARA GRAÇA ATÉ 22 FEV

DUPLACENA 77 QUI A SÁB: 16H-20H

FRANCISCO RUIZ DE INFANTE E IRIT BATSRY A er All

Coletiva, instalação ATÉ 13 DEZ

ERITAGE ART PROJECTS TER A SEX: 15H-19H, SÁB: 14H-18H

DAVID SHILLINGLAW Only human

Cerâmica, desenho, pintura ATÉ 31 JAN

ESCOLA DAS ARTES DA UNIVERSIDADE AUTÓNOMA DE LISBOA SEG A SEX: 9H-20H

FILIPA TOJAL Entre superfícies

Escultura, instalação, pintura ATÉ 31 DEZ [EG]

ESPAÇO ANTÓNIO BORGES COELHO - SPGL SEG A SEX: 10H-20H

NATÉRCIA PINTO

O tempo e a memória

Desenho, fotogra a, pintura, têxtil ATÉ 8 JAN [EG]

ATÉ 17 FEV

CENTRO DE ARTE MODERNA

Baile dos bugalhos

ROGER PAULINO ATÉ 3 JAN

GALERIA ARTE PERIFÉRICA TER A DOM: 10H-19H

PENÉLOPE CLARINHA

Nada a declarar Pintura

ATÉ 7 JAN

GALERIA BELOGALSTERER TER A SÁB: 14H-19H

LOST IN TRANSLATION Coletiva

ATÉ 24 JAN

Escultura

ATÉ 12 JAN

ZINEB SEDIRA

Standing here wondering which way to go ATÉ 19 JAN

ESPAÇOS VERDES. DESENHOS NA COLEÇÃO Coletiva, desenho ATÉ 2 MAR

CARLOS BUNGA

Habitar a contradição Instalação

ATÉ 30 MAR

XERAZADE, A INTERMINÁVEL COLEÇÃO DO CAM ATÉ 20 SET 27

FUNDAÇÃO CARMONA E COSTA QUA A SÁB: 15H-19H

GALERIA DIFERENÇA TER A SEX: 14H-19H, SÁB: 15H-20H ESPAÇO TRIÂNGULO

BETTINA VAZ GUIMARÃES

Cartogra a do olhar ATÉ 10 DEZ

ESPAÇO QUADRADO

MARIA RIBEIRO Argamassa ATÉ 10 DEZ

GALERIA FILOMENA SOARES TER A SÁB: 10H-19H

ANDREIA SANTANA Brix

ATÉ 17 JAN

JUBILEE Coletiva

ATÉ 17 JAN

Mistério e revelação

GALERIA FRANCISCO FINO TER A SEX: 12H-19H, SÁB: 14H-19H

ATÉ 20 DEZ

ATÉ 17 JAN

GUILHERME PARENTE Desenho, pintura

FUNDAÇÃO LEAL RIOS QUI A SÁB: 14H30-19H

… DAQUELE QUE É (DES)OBJETO III

Coletiva, desenho, escultura, fotogra a, instalação, vídeo

DANIELA ÂNGELO DIOGO EVANGELISTA ATÉ 17 JAN

GALERIA ILHA SEG A SÁB: 12H-19H

PEDRO ANACLETO

LJILJANA BLAŽEVSKA

Pintura

Pintura

ATÉ 20 DEZ

Pedra-sal

ATÉ 28 FEV

The urge to imagine ATÉ 31 DEZ

GALERIA MALANGATANA - ISPA SEG A SEX: 8H-23H, SÁB: 9H-18H

RUI SOARES COSTA Alma mater

ATÉ 3 FEV [EG]

GALERIA MIGUEL NABINHO SEG A SEX: 10H-13H/14H19H, SÁB:14H30-19H

PEDRO CABRITA REIS Pinturas da ilha Pintura

A PARTIR DEZ

GALERIA ONDAS DE PAPEL SEG A DOM: 12H-18H

KRYSTYNA BURCZYK

Mapa 22. Entre o origami e a matemática - árvores Fotogra a, papel ATÉ 8 JAN

GALERIA PEDRO CERA TER A SEX: 10H-13H30/14H30-19H, SÁB: 14H30-19H

EVIAN WENYI ZHANG ATÉ 17 JAN

GALERIA RATTON SEG A SEX: 10H-13H30/15H-19H

CORRESPONDÊNCIAS Azulejaria, coletiva ATÉ 31 DEZ

GALERIA DAS SALGADEIRAS QUA A SÁB: 14H30-19H30

RITA MAGALHÃES Festina lente ATÉ 7 FEV

GALERIA SANTA MARIA MAIOR SEG A SÁB: 15H-20H

BRUNO FIGUEROA

Olhar cá dentro a partir de fora Fotogra a

ATÉ 6 DEZ [EG]

GALERIA TEREZA SEABRA TER, QUI A SÁB: 11H-13H/14H-19H, QUA: 14H-19H

OS ANÉIS DE SATURNO


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ARTES

AKACORLEONE OUT OF MY CONTROL Out of My Control é um exercício de liberdade em que AkaCorleone se desafia a trabalhar com uma técnica que, por natureza, incorpora a ausência de controlo. Guiado pelo papel como território de exploração, por tintas acrílicas diluídas e por uma paleta de cores contida, o artista cria dezenas de composições que experimentam geometrias, texturas, saturações, gestos e formas diversas. O ponto de partida é profundamente pessoal: a experiência da paternidade. Esta nova etapa inspira um diário visual íntimo, onde se revelam as alegrias, as dúvidas e os instantes fugazes do quotidiano, como o prazer de roubar dez minutos para ler um livro. Depois de anos dedicados a projetos experimentais e de grande escala, AkaCorleone regressa a um registo manual e introspetivo. A exposição reúne 53 obras sobre papel, criadas com tinta acrílica em técnica próxima da aguarela, e inclui uma instalação tridimensional de 2,5 metros – uma silhueta que convida o público a “entrar” na mente do artista. ARV

GALERIA UNDERDOGS ATÉ 31 DE DEZEMBRO Rua Fernando Palha, 56 / 218 680 462 / under-dogs.net


ARTES SAGITÁRIO Coletiva

ATÉ 13 DEZ

GALERIA UNDERDOGS TER A SÁB: 14H-19H

AKACORLEONE Out of my control Instalação Ver destaque

30 fotogra a, joalharia, pintura ATÉ 18 JAN [EG]

HANGAR – CENTRO DE INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA QUA A SÁB: 15H-19H

CORRENTES DE RESTITUIÇÃO: ABOLIR O MUSEU

ATÉ 31 DEZ

Cerâmica, coletiva, vídeo

GALERIA VERA CORTÊS TER A SEX: 14H-19H, SÁB: 10H-19H

HOTEL CORINTHIA SEG A DOM

SUSANNE S. D. THEMLITZ

ATÉ 31 JAN [EG]

JU BOCK

Tramas em movimento

História natural

Tapeçaria

GALERIA ZÉ DOS BOIS SEG A SÁB: 18H-22H

HOTEL DOUBLE TREE BY HILTON SEG A DOM

ATÉ 17 JAN

YONAMINE

Memória fantasma Instalação

ATÉ 16 JAN

ANAMARY BILBAO O inominável Vídeo

ATÉ 5 DEZ

LISBOA, DETALHES COM ALMA Coletiva, fotogra a, serigra a ATÉ 7 JAN

HOTEL SMY SEG A DOM: 10H-22H

ATÉ 16 JAN

CLÁUDIA FERRO

COLETIVO DAHALEEZ

Pintura

P857

Coletiva, escultura, instalação, vídeo ATÉ 16 JAN

Arte que aproxima, traços que transformam ATÉ 8 MAR

IGREJA DE SANTA CRUZ DO CASTELO SEG A DOM: 9H-19H

GALERIAS MUNICIPAIS TER A DOM: 10H-13H/14H-18H

FRANÇOIS ROUSSEAU

GALERIA DA BOAVISTA

Fotogra a

JOÃO PIMENTA GOMES Dois stereos Instalação

ATÉ 11 JAN

GALERIA QUADRUM

DENILSON BANIWA Contra-feitiço

Desenho, performance, pintura ATÉ 8 FEV

PAVILHÃO BRANCO

PAULA PRATES E RITA GASPAR VIEIRA

Bem-aventuranças ATÉ 31 DEZ

INSTITUTO CERVANTES SEG A QUI: 9H-19H, SEX: 9H-15H

AMÉRICA IBÉRICA Coletiva, fotogra a, vídeo ATÉ 17 JAN

JAHN UND JAHN QUA A SÁB: 12H-19H

RASMUS NILAUSEN

Table of contents ATÉ 31 JAN

O tempo maior que o tempo

LIVRARIA ZÉ DOS BOIS SEG A SÁB: 18H-22H

ATÉ 15 MAR

I used to kiss a lot

TORREÃO NASCENTE DA CORDOARIA NACIONAL

ATÉ 16 JAN

Coletiva

AR.CO BOLSEIROS E FINALISTAS’24

Cerâmica, coletiva, desenho,

ELISA AZEVEDO

CAMÕES POR JOSÉ DE GUIMARÃES No âmbito das celebrações dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões, o Panteão Nacional apresenta, em parceria com a Caixa Geral de Depósitos, a tapeçaria Camões III, da autoria de José de Guimarães. A obra evoca a figura maior da literatura portuguesa – homenageada no monumento através de um cenotáfio – reinterpretando-a através da linguagem plástica tão característica do artista, marcada pela síntese simbólica, pela cor e pela dimensão mítica do imaginário cultural. Produzida na Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, Camões III integra habitualmente a sala de reuniões do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos, sendo esta exposição uma oportunidade rara de aproximação do público à obra. Instalada na Nave Central do Panteão Nacional, a tapeçaria convoca um diálogo entre memória, representação e património cultural, reaproximando Camões da sua presença pública e coletiva. ARV

Escultura, fotogra a

PANTEÃO NACIONAL ATÉ 15 DE MARÇO Campo de Santa Clara / 218 854 820 / panteaonacional.gov.pt


31

LUMIAR CITÉ QUA A DOM: 15H-19H

COUMBA SAMBA 1100-651 Lisboa

Escultura, instalação, performance ATÉ 21 DEZ [EG]

ARTES O EU COMO MÚLTIPLO

Coletiva, escultura, fotogra a, instalação, pintura ATÉ 4 MAI

ENTRE A PALAVRA E O SILÊNCIO

MAAT – MUSEU DE ARTE, ARQUITETURA E TECNOLOGIA QUA A SEG: 10H-19H

Obras da Coleção José Carlos Santana Pinto

Trienal de Arquitectura de Lisboa

MALA

ATÉ 19 JAN

Coletiva, desenho, escultura, pintura

FLUXES Arquitetura

CERITH WYN EVANS

Formas no espaço… através da luz (no tempo) Instalação, vídeo ATÉ 16 FEV

Ver destaque ATÉ 1 JUN

WITH <3 TO PALESTINE ATÉ 30 DEZ [MP]

MONTRA9 SEG A DOM: 12H-23H

MIGUEL BUZAGLO Sobrecarga – uma leitura histórica

ISABELLE FERREIRA

ATÉ 31 DEZ

Cerâmica, colagem, fotogra a

MUSEU ARPAD SZENES – VIEIRA DA SILVA TER A DOM: 10H-18H

Notre feu ATÉ 2 MAR

PEDRO CASQUEIRO Detour Pintura

ATÉ 6 ABR

LÁPIS DE PINTAR DIAS CINZENTOS

Arquitetura ATÉ 4 JAN

AVENIDA 211 ATÉ 5 ABR

MUSEU MILITAR TER A DOM: 10H-17H

ATÉ 7 DEZ

JOSÉ VELOSO DE CASTRO A revelação de um artista Fotogra a

ATÉ 31 DEZ

MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO CHIADO TER A DOM: 10H-18H

O QUE ELAS VIRAM/O QUE NÓS VEMOS Fotógrafas amadoras em Portugal (18601920) Coletiva, fotogra a

Cerâmica, escultura, fotogra a, vídeo ATÉ 4 JAN

MUSEU DE SÃO ROQUE SEG A DOM: 10H-12H/13H30-18H

MUSEU DE SÃO ROQUE - 120 ANOS EM FOTOGRAFIAS

LUCÍLIA DE BRITO ATÉ 31 DEZ

O PALÁCIO DA CIDADE DE KEIL DO AMARAL Arquitetura

ATÉ 11 JAN

CRÓNICAS DE UMA LISBOA DESCONHECIDA

ATÉ 1 FEV

ECOS REAIS

GALERIA PEP

MANUEL VALENTE LOPES A ascensão do Mont Ventoux Desenho, fotogra a, instalação, pintura ATÉ 16 FEV

MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA TER: 14H-18H, QUA A DOM: 10H-18H

DEREK CHARLWOOD

ATÉ 5 ABR

BÁRBARA – O PODER DA FÉ

ATÉ 23 MAR

Escultura velar

Pintura

ATÉ 4 JAN

Instalação

DEUSES DE TERRA

ATÉ 31 DEZ

MUSEU DE LISBOA – SANTO ANTÓNIO TER A DOM: 10H-18H

Murmur – juliet and Juliet

ATÉ 31 DEZ

MUSEU DO TESOURO REAL SEG A DOM: 10H-18H

Coletiva, desenho, pintura

LUGAR DE ESTAR: O LEGADO BURLE MARX

ISABEL CORDOVIL

JAPÃO: FESTAS E RITUAIS

ATÉ 31 DEZ

Um mundo só

MACAM – MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA ARMANDO MARTINS SEG, QUA A DOM: 10H-19H

MUSEU DO ORIENTE TER A QUI, SÁB, DOM: 10H-18H, SEX: 10H-20H

MILY POSSOZ. UMA POÉTICA DO ESPAÇO

ATÉ 22 MAR

Desenho, fotogra a

O museu fora do armário

Fotogra a

Pintura

Trienal de Arquitectura de Lisboa

QUE GÉNERO DE ROUPA É ESSA

GALERIA MILLENNIUM BCP

ATÉ 6 ABR

LIGHTER

ATÉ 18 JAN

Instalação

ATÉ 1 FEV

MUSEU DE LISBOA – PALÁCIO PIMENTA TER A DOM: 10H-18H

MAC/CCB TER A DOM: 10H-18H30

MITOS, AFETOS E SEXUALIDADES CLÁSSICAS

MUSEU NACIONAL DO TRAJE/PARQUE BOTÂNICO DO MONTEIRO-MOR TER A DOM: 10H-13H/14H-18H

331 AMOREIRAS EM METAMORFOSE ASCENSÃO: VERS LA LUMIÈRE

Obras da Coleção de Arte Fundação EDP Coletiva

MUSEU DE LISBOA – TEATRO ROMANO TER A DOM: 10H-18H

Fotogra a, vídeo ATÉ 14 DEZ

OS VESTIDOS DO MENINO JESUS ATÉ 6 JAN

Fotogra a

MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA TER A DOM: 10H-17H

SOFIA SALEME Desenho Fotogra a

ATÉ 6 JAN

1.º concurso de joalharia do MTR Coletiva, joalharia ATÉ 18 JAN

NARRATIVA QUA A SEX: 14H-17H, SÁB: 14H-19H

JORGE PANCHOAGA Kalabongó Fotogra a

ATÉ 20 DEZ [EG]

NAVE SEG A SEX: 12H-19H

BIRTE BOSSE

Bu er ies & Black Holes Colagem

ATÉ 19 DEZ

OFICINA IMPOSSÍVEL QUI A SÁB. 15H30-19H

GÉRALDINE PILLOT E POLICAS Cerâmica, coletiva, fotogra a ATÉ 13 DEZ


ARTES

PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS SEG A DOM: 10H-18H

O MILAGRE DA SARDINHA

Memórias e mistérios de um ícone nacional

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TEAM GALLERY SEG A SEX: 10H-18H30

CICLOS FESTIVAIS

A pintura tem vida própria

DJASS ARTE 2025

TALITA BARBOSA Pintura

ATÉ 27 FEV

ATÉ 30 DEZ

PANTEÃO NACIONAL TER A DOM: 10H-18H

LUÍSA CORREIA PEREIRA

Possibilidades de expressão. Obras da Coleção da CGD Gravura

ATÉ 28 DEZ

JOSÉ DE GUIMARÃES

Modos de ver – Camões Ver destaque ATÉ 15 MAR

PAVILHÃO JULIÃO SARMENTO TER A DOM: 11H-19H

ART IS A MATTER OF CONSCIOUSNESS Coletiva Ver destaque ATÉ 15 FEV

TAKE 1

TÉCNICO INNOVATION CENTER DO IST SEG A DOM: 8H-20H

LEONEL MOURA Arte com ciência+ Arte robótica, pintura ATÉ MAI [EG]

UCCLA SEG A SEX: 10H-13H/14H-18H

LABORATÓRIO DO ATLÂNTICO – ARTE CONTEMPORÂNEA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Coletiva, desenho, fotogra a, instalação, pintura, vídeo ATÉ 11 DEZ [EG]

UNIVERSIDADE AUTÓNOMA DE LISBOA SEG A SEX: 9H-22H

DO VERSO À FORMA: JOAQUIM CORREIA E A OBRA CAMONIANA

BIBLIOTECA DE ALCÂNTARA – JOSÉ DIAS COELHO SEG A SÁB: 10H-20H

MOSTRA DE CRIADORES AFRICANOS

Artesanato, cinema, debates, performance 5 A 7 DEZ [EG]

MERCADO DE SANTA CLARA SEG A SÁB: 10H-20H

12 X 12

IMAGO LISBOA PHOTO FESTIVAL ARQUIVO MUNICIPAL DE LISBOA | FOTOGRÁFICO SEG A SÁB: 10H-18H

ATÉ 9 ABR

PERVE GALERIA TER A SÁB: 14H-20H

VINYL SEG A SEX: 10H-18H

MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO CHIADO TER A DOM: 10H-18H

Coletiva

ATÉ 17 JAN

RUI FREIRE-FINE ART TER A SÁB: 14H-19H

ATÉ 23 DEZ [EG]

BELA SILVA

HAMMER TIME 2025

Pintura

ATÉ 10 JAN [EG]

Momento suspenso ATÉ 9 JAN

SOFITEL LISBON LIBERDADE SEG A DOM

MICHEL CAM E ANNE-LAURE MAISON Human soul Coletiva

ATÉ 5 DEZ

Estrela de seis pontas Fotogra a

EMOTIONAL ENCOUNTERS Coletiva, fotogra a ATÉ 1 FEV

ZARATAN QUA A DOM: 16H-20H

Coletiva

ZET GALERIA DE ARTE SEG A SEX: 10H-18H

ALFREDO CUNHA Cartogra a do desejo Fotogra a

ATÉ 2 DEZ [EG]

FEIRA CULTURAL LATINOAMERICANA JARDIM GUERRA JUNQUEIRO (JARDIM DA ESTRELA)

MERCADO CRAFTS & DESIGN 6 A 8, 20, 21 DEZ: 10H-18H [EG]

Artigos novos e usados

12x12festival.com

ATÉ 26 ABR

Fotogra a

FÁBRICA BRAÇO DE PRATA

11 A 14 DEZ

ATÉ 21 FEV [EG]

LUÍS GODINHO

1.º DOM: 10H-18H [EG]

JARDINS DO BOMBARDA

Escultura

EVERYTHING TO LEARN

Marcas portuguesas, artesanato contemporâneo, natureza, moda e acessórios

Programação que cruza artes plásticas, música e experimentação

PEDRO MEDEIROS

Coletiva, escultura, fotogra a, instalação, pintura

MERCADO CCB – MOSTRAR, VER E FAZER

1.º DOM: 12H-23H [EG]

FESTIVAL DE ARTES PLÁSTICAS 2025

Comemorações dos 500 anos da morte de Luís de Camões

A coleção do artista Julião Sarmento

CENTRO CULTURAL DE BELÉM

FEIRAS A11 GALLERIES

ANJOS70 ART & FLEAMARKET Artigos novos e usados

1.º FIM DE SEMANA: 11H-19H [EG]

CAMPO DE SANTA CLARA

BAGAGEIRA NA LADRA

Artigos em segunda mão e reciclados 3.º DOM: 10H-17H

facebook.com/ feiradabagageira

BAZAR BOMBARDA 1.º SÁB: 14H-19H [EG]

LX FACTORY

LXMARKET

Arte, artesanato, decoração e moda DOM: 10H-19H

LARGO DA GRAÇA

MERCADO DA GRAÇA

2.º FIM DE SEMANA: 9H-18H

LARGO TRINDADE COELHO

NATAL NO LARGO 10 A 13, 15 A 18 DEZ: 10H-18H

MERCADO DE SANTA CLARA

MERCADO DA LINHA

Montra de pequenas marcas portuguesas 3.º FIM DE SEMANA SÁB: 9H-18H, DOM: 10H-17H

facebook.com/ mercadodalinha

PRATA RIVERSIDE VILLAGE

MERCADO P’LA ARTE

Exposição e venda de obras de artistas visuais num parque de estacionamento 1.º SÁB: 14H-20H

plaarte.org


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ARTES

LUÍS NOBRE DO PAPEL AO ESPAÇO Pensado especificamente para a sala de exposições da Biblioteca Camões, Do Papel ao Espaço propõe um diálogo entre desenho, pintura e instalação, que aqui assumem o papel central na construção de uma ideia expandida de espaço e de escrita. O projeto investiga as relações entre forma e pensamento, entre gesto e matéria, transformando o ato de desenhar ou pintar num modo de habitar o espaço. Através de estruturas que emergem de perspetivas visuais e simbólicas, criadas por códigos e linguagens próprias, bem como por jogos de luz e sombra, a exposição desafia os limites da representação e questiona convenções já estabelecidas. Entre o bidimensional e o tridimensional, Do Papel ao Espaço convida o visitante a percorrer um território onde o olhar se torna também um gesto de leitura. ARV

BIBLIOTECA CAMÕES ATÉ 19 DE DEZEMBRO Largo do Calhariz, 17, 1.º Esq / 218 172 360 / blx.cm-lisboa.pt


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ART IS A MATTER OF CONSCIOUSNESS Com o título retirado de um carimbo criado e usado por Julião Sarmento, Art is a Matter of Consciousness ergue-se sobre a premissa de que a arte é uma forma de consciência – um campo aberto à reflexão, ao diálogo e à perceção partilhada. Mais do que uma exposição, este projeto assume-se como um espaço vivo de aprendizagem, encontro e troca de ideias sobre o pensamento artístico contemporâneo. A mostra, fruto de uma relação colaborativa entre artistas e a curadora Sofía Hernández Chong Cuy, apresenta mais de 30 obras que convidam o público a participar num exercício de olhar e escutar. Entre os autores representados encontram-se Julião Sarmento, Alejandro Cesarco, Alighiero Boetti, Céline Condorelli, Fernanda Fragateiro, Filipa César, Gabriel Kuri, Joana Bastos, Juan Araujo, Komar & Melamid e Yonamine. O programa público que acompanha a exposição amplia o diálogo iniciado nas galerias: conversas informais, seminários, oficinas artísticas, visitas guiadas e performances transformam o museu num laboratório de pensamento e experiência estética. ARV

PAVILHÃO JULIÃO SARMENTO ATÉ 15 DE FEVEREIRO Avenida da Índia, 172 / 218 383 350 / pavilhaojuliaosarmento.pt

© Joana Bastos

ARTES


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QUINTA ALEGRE – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

A QUINTA TROCA FEIRA DE TROCAS 14 DEZ: 14H-18H

umteatroemcadabairro. quintaalegre@cm-lisboa.pt

CONCURSOS CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DE MONSANTO

MONSANTO INSPIRA – CONCURSO DE FOTOGRAFIA AMBIENTAL

ARTES

MAC/CCB

Ciclo de conferências A Arte do Século XXI…? Outros Espaços

SOBRE A PRÁTICA ARTÍSTICA Por Susana Mendes Silva 6 DEZ: 15H30 [EG]

MAAT – MUSEU DE ARTE, ARQUITETURA E TECNOLOGIA

Meditar com Arte – Encontros Mensais entre Arte e Meditação

NON-SELF

Exposição de Pedro Casqueiro 13 DEZ: 9H30-11H

Inscrições abertas até 15 jan monsanto.inscricoes@cmlisboa.pt

PAVILHÃO JULIÃO SARMENTO

CONFERÊNCIAS COLÓQUIOS CONVERSAS

Seminário em inglês por Filipa César e Céline Condorelli

ARQUIVO MUNICIPAL DE LISBOA | FOTOGRÁFICO

A IMAGEM CONTEXTUALIZADA

Conversa com Filipe Pinto e os autores da exposição 4 DEZ: 18H30

CASA-MUSEU DR. ANASTÁCIO GONÇALVES

À VOLTA DA MESA DE NATAL 10 DEZ: 13H30 [EG]

Conversa Entre Vizinhos

ASSOCIATIVISMO AVENIDAS NOVAS Por Maria João Figueiroa 2 DEZ: 18H [MP]

loja.cmag@ museusemonumentos.pt CORUCHÉUS – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

TERRITÓRIO DA PALAVRA

Conversa com os artistas que participam na exposição, com mediação de Joana Ge roy 4 DEZ: 15H30 [MP]

umteatroemcadabairro. corucheus@cm-lisboa.pt KINDRED SPIRIT

WTF IS GOING ON?!

Conversa com Benedita Pestana 12 DEZ: 18H30

EXERCÍCIO #5 13 DEZ: 15H-18H

EXERCÍCIO #6

Conversa por Marina Otero Verzier e Sofía Hernández Chong Cuy 19 DEZ: 17H30-19H

SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS ARTES

JOÃO FRANCISCO VILHENA À CONVERSA COM MARGARIDA CARDOSO 18 DEZ: 18H30

Arte Contemporânea em Diálogo

COMO CRIA A ARTE PARTICIPAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DOS LUGARES E COMUNIDADES? Por Isabel Nogueira e António Pedro Lopes 11 DEZ: 18H30

TEATRO ABERTO

Ponto de Partida

CICLO DE CONVERSAS SOBRE CULTURA, ARTE E DEMOCRACIA CULTURAL 20252026 ATÉ JUN QUI: 18H-19H30 [EG]

CURSOS OFICINAS WORKSHOPS

ATELIER PASTA DE PAPEL

Aulas de pasta de papel TER: 14H30-16H30

zabica@sapo.pt A BASE – ESCOLA DE ARTE

Desenho e pintura, cerâmica, gravura, serigra a, escultura em madeira e história da arte atendimento@ abaseescoladearte.pt [MP]

ATELIER DE SÃO BENTO

Desenho, pintura, gravura, aguarela e escultura

QUA: 11H-13H, 15H30-17H30, QUI: 18H-20H [MP]

atelierdesaobento@gmail. com BASE BEIRA LISBOA

ANDREA EBERT

Escultura makonde

O cina água fria – gravura para experimentar

[MP]

Por Andrea Ebert 912 845 388 [MP]

APCC – ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO CULTURAL DA CRIANÇA

O cinas de artes e ofícios

Máscaras, marionetas marotes, marionetas de dedo, trabalhar o papel / o plástico

Por Makonde Ntaluma makondentaluma@gmail. com BIBLIOTECA DE BELÉM

Micro-espaço de comemoração da liberdade criativa 10H-18H [EG]

BIBLIOTECA DA PENHA DE FRANÇA

Par e passo

Por Cáritas Diocesana de Lisboa

VÁRIOS HORÁRIOS [MP]

4, 18 DEZ: 15H-17H [EG] [MP]

ASSOCIAÇÃO DOS ARTESÃOS DA REGIÃO DE LISBOA

CAFETARIA DO PARQUE DAS CONCHAS

parpasso@caritaslisboa.pt

Bordados e arraiolos, cerâmica, costura, desenho e pintura, encadernação, macramé, pintura de azulejo e loiça, restauro de mobiliário e loiça e tecelagem

Encontro dos Origamigos de Lisboa

aarlisboa@gmail.com

13 DEZ: 11H

VÁRIOS HORÁRIOS

ATELIER CABINE

Sessões formativas em artes plásticas Por Ana Rafael e Hugo Bernardo

1.º SÁB: 15H-18H

origamigos.lx@gmail.com CASA DO JARDIM DA ESTRELA – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

Sombras do jardim Por Rita Cortez

Do desperdício ao papel Por Souad Gha ari

20 DEZ: 11H [EG] [MP]

umteatroemcadabairro. cjardimestrela@cm-lisboa.pt

SEG A SÁB

CASA OXENTE

O cina de gravura | edições

Tecendo histórias – entre o o e o gesto, entre a lembrança e o território

atelier.cabine@gmail.com [MP]

ATELIÊ DE CERÂMICA CHAMOTE FINO

Cerâmica

TER, QUI, SEX: 15H-18H

ATELIER MILL

Costura

913 614 691 [MP]

O cina têxtil

4 DEZ: 18H30 [MP]

casaoxente.pt

CAULINO CERAMICS

Workshops de cerâmica catpessoa@gmail.com


ARTES

CENTRO CULTURAL DE CARNIDE

Fotogra a iniciação Por Luís Miguel Rocha QUI: 19H30-21H30

anossajunta@jf-carnide.pt CERÂMICA XXI - AREEIRO

Olaria e ou técnicas de cerâmica TER: 9H-13H, 16H-20H

Aulas avulsas de olaria QUA: 19H-22H

36 10H30-13H/15H-17H30 [MP]

galeria1758@gmail.com GALERIA DIFERENÇA

O cina de gravura

QUA, SEX, 1.º, 3,º SÁB

gdiferenca@gmail.com GALERIA ONDAS DE PAPEL

Origami

VÁRIOS HORÁRIOS [MP]

galeria.ondasdepapel@ gmail.com

Por Rita Pequeno

4 DEZ: 18H30-20H30 [MP]

bilheteira@ museubordalopinheiro.pt

eventos@ lisboapapercompany.pt

Pintura em cerâmica

SEG, TER: 12H-21H, QUI A DOM 9H-21H [MP]

hello@klaeykreative.com

LISBOA MOSAIC STUDIOS

Workshop de mosaicos lisbonmosaics@gmail.com

LISBOA PAPER COMPANY

Art and Sip – desenho com modelo ao vivo 4 DEZ [MP]

LISBON PHOTOGRAPHER

Ateliês de fotogra a a céu aberto [MP] 933 139 785

ESPAÇO TU-EM-TI

SEG, TER, QUI A SÁB: 18H

DOM: 11H30 [MP]

Tecelagem manual e tapeçaria QUA, QUI: 13H30-17H30

o cinas.mne@gmail.com MUSEU DO ORIENTE

Norigae – decorações de Natal de inspiração coreana Por Kyeong Hwa Choi

13 DEZ: 14H30-17H30

Furoshiki – embrulhos sustentáveis para o Natal Por Tatiana Yumi Arazaki 13 DEZ: 15H-17H

Velas botânicas japonesas

O cinas de cerâmica Workshops de cerâmica SÁB: 10H-12H30

Por Tatiana Ferreira contacto@nuba.pt PAVILHÃO JULIÃO SARMENTO

O cina de escultura Por Gabriel Kuri

20 DEZ: 11H-14H

PONTO DE LUZ ATELIER

Desenho, gravura e pintura Por José Faria

SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS ARTES

Cursos de formação artística 2025/2026 ATÉ 19 JUN [MP]

932 468 062

13 DEZ: 15H-18H

TIJOLO

Ikebana Natal

Cerâmica

tijolo.o cina@g+l.com

LUZ DO DESERTO

Por Yuko Kase

Explorando a fotogra a digital com base em inteligência arti cial

16 DEZ: 11H30-13H

[MP]

MUSEU DO TESOURO REAL

VIRAGEM LAB

info@luzdodeserto.pt

painting.a.story2017@gmail. com

LX ATELIER

FICA – OFICINA CRIATIVA

Por Patrick Byrnes

Retrato intensivo

Joias do mundo Ásia | Índia servicoeducativo@ tesouroreal.com

lxatelier@lxatelier.pt

servicoeducativo@ tesouroreal.com

hello@ ca-oc.pt

MAAT – MUSEU DE ARTE, ARQUITETURA E TECNOLOGIA

NAF – NÚCLEO DE ARTE FOTOGRÁFICA

11 DEZ: 18H30-21H30

Desenho académico TER A QUI, SÁB [MP]

QUA A SÁB

Isto é arte?

Por Patrícia Trindade ATÉ 31 DEZ

SÁB, DOM

13 DEZ: 11H30-13H [MP]

6 A 8 DEZ: 10H-18H

Desenho livre com modelo ao vivo

Técnicas de impressão a preto e branco

Por Marta Costa Reis

Cerâmica, olaria, serigra a, marcenaria, cestaria, crochet, modelação de vestuário e estampagem, pintura de azulejo, tapeçaria, tecelagem e outros

SEG: 15H-17H30, QUA, QUI:

Desenho e pintura

KLAEY KREATIVE

ESCOLA DE BELAS ARTES PEDRO SERRENHO

Pintura em azulejo tradicional português

NOVA ACADEMIA LISBOA

MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA

Por Paulo Robalo

GALERIA 1758

nextart@nextart.pt

SEG: 18H30-21H

ccd@at.gov.pt

14H30-16H (IDOSOS), 16H30-18H (PESSOAS COM DEMÊNCIA E CUIDADORES) 18H30-20H (ADULTOS)

Cerâmica sem medos

20 DEZ [MP]

instagram.com/home.lier

O cinas terapêuticas (artes plásticas)

MUSEU BORDALO PINHEIRO

semnaz@ museusemonumentos.pt

Por Rita Fernandes

Ourivesaria contemporânea, ateliê livre de esmaltes, bordados tradicionais, pintura em porcelana e faiança, técnicas de cerâmica e olaria, escultura, artes decorativas, modelação em barro, modelação em porcelana e grésmoldes e ateliê de artes plásticas e cerâmica

SEG, SEX: 18H-20H, TER, QUI: 10H-12H, 18H-20H, QUA: 19H-21H, SÁB: 10H-12H

maite@cebate.pt

Pintura (óleo, acrílico, aguarela), desenho (objetos, retrato, gura humana, escultura em barro, ilustração e história da arte

NUBA ESTÚDIO CRIATIVO

Iniciação à pintura com textura

Desenho e pintura

TER: 12H [MP]

Pintar um azulejo

sarmefermento@gmail.com

VÁRIOS HORÁRIOS

Por Mercedes Caballa

NEXTART – CENTRO DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA

geral@novaacademia.pt

HOMELIER

ESCOLA DE ARTES E OFÍCIOS DO CCD-AT

Crochet

MUSEU NACIONAL DO AZULEJO

Olaria

ÙLTIMO SÁB: 15H30-18H

MATE BAR

Filigrana Portuguesa – 2.ª Edição Joalharia Por Inês Santos

6 DEZ: 15H-17H50 [MP]

Laboratório comunitário de fotogra a analógica QUA

[EG] ENTRADA GRATUITA [MP] MARCAÇÃO PRÉVIA [E] ESCOLAS [IA] INSCRIÇÕES ABERTAS + INFO

AGENDALX.PT


37

ARTES

LUÍS VASCONCELOS ROUTE 66 Lisboa conta com um novo espaço dedicado à fotografia documental e de autor. Chama-se Lumina Galeria e abriu com a exposição Route 66, de Luís Vasconcelos. Criado em 1995 pelo fotógrafo, o projeto Route 66 nasce do impulso de partir, inspirado por On the Road, de Jack Kerouac, e pela melancolia sonora de Bagdad Café. Ao volante de um Pontiac Catalina, acompanhado por três amigos, Vasconcelos partiu de Chicago rumo ao horizonte sem fim da mítica “Mother Road”. As suas imagens transportam-nos para um território onde estrada, sonho e viagem se confundem, revelando uma América que é tanto real como imaginada. Entre paisagens desoladas e encontros improváveis, desfilam figuras que parecem saídas de um filme ou de uma canção: uma rockabilly girl, um Elvis de beira de estrada, uma parada gay em Los Angeles. Cada fotografia é um fragmento de narrativa, uma memória em trânsito, onde a câmara se torna cúmplice da descoberta. Route 66 inaugura o primeiro capítulo de um programa que procura iluminar percursos, dar visibilidade a autores e celebrar a fotografia como território de memória, questionamento e liberdade. ARV

LUMINA GALERIA 3 DE DEZEMBRO A 17 DE JANEIRO Rua Actor Vale, 53A / 919 906 172 / luminagaleria.com


OBJETIVAMENTE

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MARIA EDUARDA NAPOLEÃO CASA ÁSIA – COLEÇÃO FRANCISCO CAPELO

© Humberto Mouco

Maria Eduarda Napoleão é licenciada em Artes Plásticas (Pintura), pela ESBAL e mestre em Museologia e Património pela FSCH da UNL. Foi vice-presidente do IPPC e IPPAR, responsável pelo Museu de Artes Decorativas da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva, vereadora da Câmara Municipal de Lisboa, coordenadora das exposições temporárias no Museu de São Roque e, atualmente, coordenadora da Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo. A coleção deste museu é composta por cerca de 1400 objetos, representativos da vasta diversidade da Ásia, das suas culturas, regiões e civilizações milenares. A sua aquisição teve como critério a raridade e a qualidade artística, encontrando-se ao nível das melhores coleções internacionais, patentes nos principais museus.


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CIÊNCIAS

TOMÁS COLLARES PEREIRA EDIÇÃO

JARRO DE SAQUÉ COM BICO (KATAKUCHI)

© João Carlos Oliveira

A peça destacada pela coordenadora da Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo é um jarro de saqué em laca preta decorada em hiramaki-e a ouro, e laca vermelha no interior, datável do século XVI/XVII. A laca é uma das mais celebradas formas de arte do Japão. Conhecida também como Shiki, notabilizou-se pela grande variedade de formas e objetos no âmbito das Kogei, ou artes aplicadas. A laca japonesa (uruchi) é uma substância orgânica obtida a partir da seiva da árvore Rhus vernici ua que cresce apenas no Japão, na China e na Coreia. Esta seiva extraída mediante incisão na árvore é posteriormente puri cada e amadurecida. As suas propriedades naturais como a resistência e a estabilidade que confere aos suportes onde é aplicada – sejam de madeira, de metal, de cerâmica ou outros -, foram desde cedo percebidas como vantagens importantes e a elas se associava a sua qualidade estética.


40

FRANCISCO SÁ CARNEIRO E A CONSTRUÇÃO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA (1934-1980) Até 31 de janeiro de 2026 estará patente uma exposição dedicada a Francisco Sá Carneiro, concebida a partir de espólio do Arquivo Ephemera e com curadoria do seu fundador e mentor, José Pacheco Pereira. A mostra ocupa uma área de cerca de 300 metros quadrados do espaço Lisboa Social Mitra, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e desenvolve-se em quatro núcleos principais que apresentam várias facetas da vida do ex-primeiro ministro e fundador do PPD. Segundo Pacheco Pereira, um dos aspetos mais relevantes desta exposição são os documentos inéditos que revelam factos menos conhecidos da biografia de Sá Carneiro, e ajudam a esclarecer ou aprofundar linhas de intervenção esquecidas, menorizadas, ou simplesmente ignoradas pelo seu incómodo para os tempos atuais. A mostra tem entrada gratuita e pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 14h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h. TOMÁS COLLARES PEREIRA

LISBOA SOCIAL MITRA ATÉ 31 DE JANEIRO Rua do Açúcar, Beco da Mitra, 64 / 213 235 555 / scml.pt

© José Bio

CIÊNCIAS


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ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO – NÚCLEO DE LISBOA

ADRIANO80

Exposição dedicada a Adriano Correia de Oliveira ATÉ 31 DEZ [EG]

BIBLIOTECA DE ALCÂNTARA – JOSÉ DIAS COELHO

Ciclo Horizontes da Ciência

GESTÃO DOS RESÍDUOS EM PORTUGAL Com Rui Berkemeier 3 DEZ: 18H [EG]

Ciclo Cidadãos e Cidadania

QUAL O PAPEL E A IMPORTÂNCIA DA IMPRENSA LOCAL? Com Luís Howell

CIÊNCIAS DOS ESTUDANTES DO IMPÉRIO À CPLP Organização Associação Bento de Jesus Caraça 11 DEZ: 18H [EG]

CONVERSAS DE FUTURO

Grupo Sharing Knowledge 15 DEZ: 18H30 [EG]

BROTÉRIA

Conferências Eutopos

A NATUREZA ENQUANTO PRINCÍPIO, MEIO E FIM Com Joana Gama 11 DEZ: 19H [EG]

CASA ÁSIA – COLEÇÃO FRANCISCO CAPELO

HISTÓRIA DAS RELIGIÕES

29 DEZ:18H [EG]

Conferência

BIBLIOTECA ESPAÇO CULTURAL CINEMA EUROPA

CAPELA DA CARREIRA – TOTA PULCHRA

FILOSOFIA NA BIBLIOTECA Com Olga Pombo

2 DEZ: 17H30 [EG]

BIBLIOTECA DOS CORUCHÉUS

DIÁLOGOS FILOSÓFICOS 17 DEZ: 16H [EG]

BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL

Ciência e Cultura. Quebrar fronteiras

CÉREBRO, SONHOS E OUTRAS FICÇÕES Com Paulo Bugalho

22 DEZ: 14H30 [EG]

BIBLIOTECA PALÁCIO GALVEIAS

SEA OF STORIES: EXPLORING WAVES OF INFLUENCE AND WINDS OF CHANCE IN THE EURO-ASIAN NEXUS Por Philippine studies Portugal

9 DEZ: 9H30-18H [EG] [MP]

CICLO DE COLÓQUIOS DA CASA

LIVRO

11 DEZ: 18H [EG] [MP]

É NATAL OUTRA VEZ: ENTRE O CONSUMISMO E A REVELAÇÃO 18 DEZ: 19H [EG]

COLETIVO MILL – MAKERS IN LITTLE LISBON

TECH ART LISBOA

Encontro informal de tecnologia e artes 10 DEZ: 19H-22H [EG]

CULTURGEST

CICLO ZERO SUFICIÊNCIA E REGENERAÇÃO

Conferência com Agata Meysner e Inês Costa Pereira Ver destaque 3 DEZ: 16H30 [EG]

É POSSÍVEL RESERVAR METADE DO PLANETA COMO NATUREZA PURA?

Com Maria Amélia Martins-Loução. Inclui exibição do documentário Ecossistema ZERO de Paulo Lucas. Ver destaque 3 DEZ: 19H [EG]

YANIS VAROUFAKIS

TECNOFEUDALISMO OBJETIVAMENTE

No prefácio desta edição, Yanis Varoufakis explica as premissas que estão por trás da necessidade de escrever este livro. Anuncia com rmeza que o capitalismo está morto, enquanto sistema cuja dinâmica deixou de governar as nossas vidas, e que foi ultrapassado, nesse papel, pelo dito tecnofeudalismo. O termo estabelece um paralelismo entre as relações sociais e de poder da Idade Média e dos seus senhores feudais, com o crescente e desregulado poder das chamadas Big Techs. Com a sua característica linguagem clara e acessível, Varoufakis não faz projeções de futuro, mas transporta o leitor pelas várias facetas da evolução da situação que nos fez chegar a este momento, e que transformou a promessa libertadora da criação da internet e do mundo online, num sistema ultracontrolador, repartido pelas megacompanhias tecnológicas dos Estados Unidos e da China. Defende que o conceito de lucro do sistema de produção capitalista foi substituído pelo de renda, tal como era no feudalismo, e que os atuais senhores, como os de então, têm controlo absoluto sobre todas as dimensões da sociedade, incluindo muitas das liberdades pessoais. Mais que tudo, o livro ajuda a trazer algum sentido à vertiginosa transformação tecnológica que a sociedade atravessa e ajuda a compreender os desa os das gerações mais recentes. LAE


CIÊNCIAS

42 LIVRO

Ciclo Água – Ecossistemas em coexistência

ESCUTA DO TEMPO PROFUNDO Com Margarida Mendes 10 DEZ: 19H [EG]

FUNDAÇÃO MÁRIO SOARES E MARIA BARROSO

II CONGRESSO PERIODISMO REPUBLICANO 5 DEZ [EG]

STEFAN ZWEIG

UM MUNDO CADA VEZ MAIS MONÓTONO RELÓGIO D’ÁGUA

Poeta, biógrafo, ensaísta, dramaturgo e novelista austríaco, Zweig (1881-1942), lho de um rico industrial judeu, pertencia a um círculo intelectual que incluía Gorki, Romain Rolland, Rilke, Rodin, Freud ou Richard Strauss. As biogra as que escreveu, de Balzac, Nietzsche, Tolstoy, Erasmo de Roterdão ou do grande navegador português Fernão de Magalhães, entre outros, contam-se entre os melhores exemplos literários da in uência de Freud, especialmente no que concerne à análise da obra dos biografados e do seu respetivo processo criativo. Apesar de todas as alegrias que as suas múltiplas viagens lhe proporcionaram, o autor retirou delas uma forte impressão espiritual: a monotonização do mundo. Neste curto ensaio sobre a uniformização das sociedades, tema de particular pertinência na nossa era digital, elege quatro exemplos: a dança, o cinema, a rádio e a moda (“O cristianismo e o socialismo precisaram de séculos ou décadas para conquistar seguidores e difundir preceitos; um modista parisiense escraviza hoje milhões em oito dias”). Todos eles cumprem o ideal supremo da mediania: “proporcionar prazer sem exigir esforço”. E conclui: “Quem hoje ainda exige independência, escolha pessoal, personalidade mesmo no prazer, parece ridículo perante uma força tão avassaladora”. LAE

GEO – GABINETE DE ESTUDOS OLISIPONENSES SEG A SEX: 10H-17H

XIV CICLO LUSO-ITALIANO D. SEBASTIÃO, ALCÁCER QUIBIR E OS ITALIANOS

Com Nunziatella Alessandrini 10 DEZ: 18H [EG]

LISBOA NA ÉPOCA MODERNA: QUOTIDIANOS, ARTES E OFÍCIOS

Exposição

ATÉ 31 DEZ [EG]

HEMEROTECA MUNICIPAL DE LISBOA

À CONVERSA COM JORGE SOARES

50 anos do lançamento do jornal O Dia 11 DEZ: 18H [EG]

MOSTEIRO DE SÃO VICENTE DE FORA

A ORDEM DE SANTO AGOSTINHO EM PORTUGAL: PASSADO, PRESENTE E FUTURO Exposição temporária

ATÉ 1 MAR DIARIAMENTE: 10H-18H

MUSEU DE LISBOA – PALÁCIO PIMENTA

CRÓNICAS DE UMA LISBOA DESCONHECIDA

Exposição de uma seleção de peças do acervo do museu, que evocam uma viagem sobre tempos, espaços e habitantes menos conhecidos de Lisboa. ATÉ 22 MAR

MUSEU DE LISBOA – TEATRO ROMANO

UMA MINORIA IMENSA

Mostra temporária oriunda de Mérida sobre as pessoas comuns na sociedade romana. ATÉ 1 FEV

MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA (MUHNAC)

FEIRA INTERNACIONAL DE MINERAIS, FÓSSEIS E GEMAS 5 A 8 DEZ [EG]

A RECUPERAÇÃO AMBIENTAL NO LOUSAL Com Álvaro Pinto 6 DEZ: 16H [EG]

MINERAÇÃO SUSTENTÁVEL

Palestra com Fernando Barriga 7 DEZ: 16H [EG]

DOIS DEDOS DE CONVERSA: RECURSOS MINERAIS, EXTRAIR PORQUÊ? Conversa

8 DEZ: 15H30 [EG]

PAVILHÃO DE PORTUGAL

MÁRIO SOARES, UM HOMEM INTEIRO Exposição de fotogra a de Luís Vasconcelos

ATÉ 15 JAN TER A DOM: 10H-18H [EG]

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA GALERIA DE EXPOSIÇÕES DA SCML

FILHOS DE TODOS… FILHOS DE QUEM? OS EXPOSTOS DA RODA DE LISBOA Exposição

ATÉ 29 MAR [EG]

LISBOA SOCIAL MITRA

FRANCISCO SÁ CARNEIRO E A CONSTRUÇÃO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA (1934-1980) Exposição do Arquivo


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CIÊNCIAS

Ephemera Ver destaque ATÉ 31 JAN [EG]

MUSEU E IGREJA DE SÃO ROQUE

RETRATOS DE UMA RAINHA: INTERPRETAÇÕES ICONOGRÁFICAS DA RAINHA D. LEONOR (1458-1525) AO LONGO DO TEMPO Conferência

13 DEZ: 15H30 [EG] [MP]

CURSOS BIBLIOTECA DE MARVILA

2 A 5, 9 DEZ: 10H-13H [EG] [MP]

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN

PARA QUE SERVE UM PARAÍSO? 18 DEZ: 18H [MP]

MUSEU DO ORIENTE

FESTA DONGJI – GASTRONOMIA E TRADIÇÕES COREANAS 18 DEZ: 14H30-17H [MP]

[E] ESCOLAS [EG] ENTRADA GRATUITA [IA] INSCRIÇÕES ABERTAS [MP] MARCAÇÃO PRÉVIA + INFO

AGENDALX.PT

ZERO UM CICLO SOBRE OS LIMITES DO PLANETA A 3 de dezembro a Culturgest dedica a tarde a um programa desenvolvido com a ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, para refletir sobre os limites e possibilidades do nosso planeta e o modo como utilizamos e protegemos os seus recursos. A jornada divide-se em três momentos principais, que se iniciam às 16h30 com as participações de Agata Meysner e Inês Costa Pereira, sobre Suficiência e Regeneração, cujas sessões serão seguidas de mesas-redondas. A partir das 19h, sob o tema da biodiversidade, Maria Amélia Martins-Loução, investigadora do Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais, SPECO - Sociedade Portuguesa de Ecologia, falará sobre a possibilidade de reservar metade do planeta como “Natureza Pura”. Para finalizar o programa, será exibido, a partir das 20h15, o documentário Ecossistema ZERO, de Paulo Lucas, que retrata 10 anos de atividade desta associação. A entrada é gratuita com levantamento prévio de bilhete. TCP

CULTURGEST 3 DE DEZEMBRO, DAS 16H30 ÀS 21H Rua Arco do Cego 50 / 217 905 155 / culturgest.pt

© Lia Martins

INCLUSÃO DIGITAL: DESCOBRIR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E A PROGRAMAÇÃO


ENTREVISTA

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TERESA VILLAVERDE

ANA FIGUEIREDO TEXTO

HUMBERTO MOUCO F OT O G R A F I A

Teresa Villaverde estreia, a 4 de dezembro, o seu mais recente lme, Justa. A catástrofe dos incêndios de 2017, em Portugal, serviu de mote para contar esta história de cção onde um pequeno grupo de pessoas que perderam os familiares mais próximos se encontra num processo de reaprendizagem da vida. Filmado na aldeia de xisto Álvaro, no concelho de Oleiros e nos concelhos de Pampilhosa da Serra e da Lousã, onde as povoações mais sofreram com os incêndios, o lme lembra-nos como tantas experiências na vida não são partilháveis nem entendíveis por quem não passou por elas. Conversámos com a cineasta sobre o método de construção da narrativa e sobre as personagens que nela habitam.

O lme tem a sua génese nos trágicos fogos de Pedrógão, em 2017. O que a levou a encontrar nestes acontecimentos a motivação para contar esta história? Como a todos nós, custou-me imenso ouvir aquelas notícias, são coisas que não costumam acontecer com aquela dimensão. Um ano depois, mais ou menos, tive de passar naquela zona e, em primeiro lugar, do ponto de vista visual era impressionante porque só se via negro, negro, negro, quilómetros e quilómetros. Parecia mesmo que tínhamos

entrado num outro mundo. Depois presenciei um episódio. Perdi-me por umas estradas mais pequenas e vi uma senhora, que me pareceu ser uma senhora já mais velha, sentada numa cadeira a olhar para um vale e para uma montanha que estavam todos pretos. Intrigou-me imenso. Questionei-me: o que faz esta pessoa estar ali? A olhar para quê? A pensar em quê? Fiquei com essa imagem na cabeça e pensei ir falar com ela, mas não fui. Não esqueci aquela senhora. Por vezes, há qualquer coisa que se ouve, ou vê e que Ţ


Justa


ENTREVISTA

Ţ está sempre a voltar. Isso levou-me a querer conhecer as pessoas das várias aldeias que enfrentaram os incêndios de 2017. Contactei a Associação das Vítimas de Pedrógão e fui lá. Depois foi um processo impressionante. Falou com os sobreviventes e vítimas dos incêndios? Sim. Cheguei lá um ano depois da tragédia e a sensação que tive foi que ainda estavam todos em estado de choque. Fui sozinha, não levei ninguém comigo. Nem câmara, nem microfone. De um modo geral as pessoas receberam-me em casa. Os que tinham casa... As histórias que fui ouvindo, a maneira como as pessoas as contavam, o olhar delas… sendo que umas eram mais velhas, outras eram miúdos que tinham perdido os pais. Foi muito forte, nunca tinha tido uma experiência assim. A partir daí comecei a sentir que devia escrever. Escrevi várias versões até chegar a esta. Levei ainda muito tempo a encontrar o tom. A Justa e as personagens que, como ela, vivem o impacto direto da tragédia tentam prosseguir a sua vida. Mas, apesar de se apoiarem uns aos outros, há uma enorme desesperança. Foi este sentimento que quis transmitir? O que aconteceu não dá para “desacontecer”, mas as pessoas vão sobrevivendo. Apesar de tudo, vemos no filme que há ligações entre as personagens, porque no fundo todos, cada um à sua maneira, viveram aquela tragédia. Portanto, de alguma forma, eles têm uma coisa muito forte em comum e se forem para outro lugar isso desaparece. Houve uma coisa muito interessante que me ocorreu neste processo. Pensei que alguém que viveu aquilo, naquele local, e perdeu pessoas da família, quereria ir para outro sítio. Mas não. Acho que isso, embora não seja dito no filme, está presente na narrativa. De alguma maneira aquele território é, por um lado, o que liga aquelas pessoas àqueles que perderam. Por outro lado, se saírem dali ninguém

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os vai entender. Este sentimento é muito comum a todo o tipo de tragédias, sejam guerras ou catástrofes naturais, se formos para outro lugar nunca vamos ser iguais às outras pessoas. Nós que estamos de fora podemos imaginar, mas é só isso. Temos muita coisa em comum com aquelas pessoas, somos humanos, queremos ajudar-nos uns aos outros, mas aquilo que eles viveram nós não vivemos e nunca vamos compreender totalmente. A fotogra a de Acácio de Almeida revela a paisagem de forma sublime e, à semelhança das personagens, re ete a tragédia. Podemos a rmar que a paisagem é também uma personagem da narrativa? Sim, completamente. A paisagem é um personagem e devolve-nos o que ocorreu, isto é, quando olhamos para a natureza e vimos que uma coisa muito grave lhe aconteceu, a natureza parece que nos devolve esse olhar. Quando nos deparávamos com aquela zona ardida havia uma sensação de imponência. Apesar de estar tudo preto, aquilo era imponente no sentido em que havia uma força e um silêncio que nos era devolvido. O silêncio era enorme, porque não havia animais, não havia nada. Era impressionante. O elenco inclui atrizes consagradas como Be y Faria, Filomena Cautela, Anabela Moreira, mas também não atores como Madalena Cunha (Justa). Porquê a escolha de incluir atores que não são pro ssionais? Já fiz isso muitas vezes e não vejo nenhuma complicação em misturar não profissionais com profissionais. Por exemplo, para a Betty Faria, que é uma atriz fantástica, com décadas de carreira, foi de uma naturalidade imensa contracenar com aquelas pessoas. Os atores nunca gostam de ouvir isto (e eu adoro atores e adoro trabalhar com atores profissionais, é uma profissão que admiro imenso), mas há alturas em que preciso de uma pessoa que ainda não tenha nenhum conceito sobre a representação. Alguém que


TERESA VILLAVERDE

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Quando olhamos para a natureza e vimos que uma coisa muito grave lhe aconteceu, a natureza parece que nos devolve esse olhar. eu sinta que tem muita vida dentro e que se a filmar não precisa de estar propriamente a representar. Foi o que aconteceu com este filme. Claro que eles também representam, porque não são aquelas personagens, mas é uma primeira vez e ao apanhar essa primeira vez de alguém, consegue-se sempre muita coisa que depois nunca mais volta a estar lá. A psicóloga, interpretada por Filomena Cautela, é a única personagem que não viveu a tragédia, nem pertence à localidade. Embora também tenha vivido um grande trauma, é ambígua. Pode falar-nos um pouco sobre ela. A Lúcia, a personagem da Filomena Cautela, é difícil de explicar. Mas percebemos que não vive em Portugal e que, por algum motivo, se sentiu atraída por aquelas circunstâncias. Foi para ali com o intuito de ajudar, de resolver, mas não conseguiu nem resolver as questões das outras pessoas, nem

as dela. De alguma maneira, se eu quiser ser 100% honesta, muito daquela personagem sou eu. Porque, como a Lúcia, eu também fui lá, ouvi aquelas pessoas e depois vim-me embora. Os seus lmes retratam, frequentemente, realidades duras e trágicas. Imigração, marginalidade, problemas económicos. É com o intuito de não deixar esquecer estas vivências que conta estas histórias? Sim, acho que se faz cinema com essa intenção, claro. Quando me inteiro de certas realidades fico de alguma maneira ligada às pessoas que conheci e sinto a necessidade de partilhar aquilo que aprendi.

Entrevista completa

AGENDALX.PT


15 ANOS DE CURTAS

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SHORTCUTZ LISBOA 15 ANOS

ANA FIGUEIREDO TEXTO

© Matilde Calado

16 DE DEZEMBRO > CASA CAPITÃO SHORTCUTZNETWORK.COM

Em 2010 nasceu o SHORTCUTZ LISBOA com o objetivo de, através de uma competição e mostra semanal de curtas-metragens, promover a ligação entre público e equipas criativas, assim como ajudar à criação de públicos para cinema. Sandra de Almeida (em cima à esq.), diretora do SHORTCUTZ ao lado de Nuno Gervásio (em cima à drt.), juntou-se à equipa precisamente em 2010 e confessa-nos: “há 15 anos ninguém acreditava ser possível ter sessões semanais de curtas-metragens em Lisboa, nem que houvesse material para que isso fosse possível. Ninguém acreditava que houvesse público interessado. E, no entanto, desde a primeira noite, ainda na Bica, temos tido as sessões sempre cheias e temos mostrado sempre, pelo menos, três curtas em cada sessão”.


SHORTCUTZ LISBOA

© Raul Pinto

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© Matilde Calado

Vários espaços da capital têm acolhido o evento desde a sua fundação. O SHORTCUTZ passou pelo Bicaense Bar, pelo O Bom, o Mau e o Vilão e, nos últimos anos, realiza-se na Cossoul, onde continuará em 2026. Para Sandra, estes lugares serviram de palco à “divulgação de projetos semanalmente, de forma gratuita, inclusiva, descontraída, em locais de proximidade e de comunidade, que de outra forma não teriam oportunidade de ser vistos. Mas também um espaço de discussão, de troca de ideias, entre criadores e público que por diversas vezes foi catalisador de novos projetos, que nasceram dessa mesma troca de ideias”.

Para celebrar 15 anos de vida, realiza-se a 16 de dezembro (21h), na Casa Capitão, uma cerimónia de entrega de prémios. Sandra de Almeida justi ca-se porque “sendo um evento semanal, com uma competição mensal, esta noite de entrega de prémios vem encerrar esta última temporada, com o reconhecimento das curtas-metragens que passaram nas sessões de 2025, em diversas categorias. E, uma vez que é o ano do nosso 15.º aniversário, para além da entrega de prémios, temos uma noite de celebração não só do SHORTCUTZ mas também de todos os que o tornam possível: cineastas e público. Será a noite mais longa das curtas”.


CINEMA

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SALÃO PIOLHO Os cineconcertos estão de regresso à capital com a 9.ª edição do Salão Piolho. Casa Capitão, Estação Ferroviária de Cais de Sodré, Museu do Dinheiro, Teatro Taborda e Cinemateca Portuguesa são os cinco locais que acolhem a iniciativa. OMIRI, projeto de Vasco Ribeiro Casais, abre a programação com um concerto, na Casa Capitão, onde se misturam sons e vídeos de músicos de várias regiões de Portugal. Seguem-se quatro cineconcertos que exibem curtas-metragens de Chaplin, Keaton, Laurel & Hardy, o documentário O Diabo do Entrudo de Diogo Varela Silva, uma sessão de curtas protagonizadas pelo Mickey Mouse e outra de curtas-metragens da pioneira Alice Guy-Blaché. Todos os filmes são acompanhados musicalmente por artistas e músicos: Catherine Morisseau, pianista e compositora; Iúri Oliveira, percussionista; Tomara, projeto de Filipe C. Monteiro, músico, produtor e realizador; e Inês Condeço, pianista e compositora. O programa inclui ainda uma oficina de dobragem, dirigida a famílias, pelo Teatro da Maluca. A entrada é gratuita. ANA FIGUEIREDO

VÁRIOS LOCAIS 10 A 13 DE DEZEMBRO inatel.pt


51 ESTREIAS A SOMBRA DO CORVO

De Dylan Southern, com Henry Boxall, Benedict Cumberbatch, Richard Boxall Um pai sofre com a perda inesperada da sua mulher e mãe dos seus dois lhos. Um corvo surge como hóspede indesejado durante os dias, semanas e meses em que os três são obrigados a enfrentar o luto e a reconciliar-se com a nova vida familiar.

AS LIÇÕES DE PEACHES

De Philipp Fussenegger e Judy Landkammer Documentário sobre a trajetória de Merrill Nisker, a artista canadiana que se tornou mundialmente conhecida como Peaches.

AVATAR: FOGO E CINZAS

De James Cameron, com Sam Worthington, Zoe Saldaña, Sigourney Weaver

De regresso a Pandora, Jake Sully, ex-fuzileiro transformado em líder Na’vi, a guerreira Na’vi Neytiri e a família Sully vivem uma nova aventura.

ETERNITY PARA SEMPRE

De David Freyne, com Miles Teller, Elizabeth Olsen, Callum Turner

Joan reencontra dois grandes amores: o marido com quem partilhou uma vida inteira e o seu primeiro amor, que a esperou pacientemente durante 67 anos no Cruzamento, o local onde todas as almas escolhem onde e com quem passar a Eternidade. Joan terá de tomar a derradeira decisão.

FIVE NIGHTS AT FREDDY’S 2

De Emma Tammi, com Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio Um ano após o pesadelo

CINEMA sobrenatural no Freddy Fazbear’s Pizza, Abby foge para se reconectar com os seus amigos animatrónicos, revelando segredos obscuros sobre a verdadeira origem do Freddy’s e libertando um horror escondido há décadas.

HITPIG: O HERÓI DA BICHARADA (ANIMAÇÃO) De Cinzia Angelini, David Feiss

Hitpig, um porco caçador de recompensas que apanha animais e os devolve aos donos, tem em mãos um trabalho exigente: devolver uma elefante bailarina a um empresário de Las Vegas por um milhão de dólares. Uma missão que se transforma na maior aventura da sua vida.

IMPERFEITAMENTE PERFEITA

De James L. Brooks, com Emma Mackey, Woody Harrelson, Jamie Lee Curtis Uma jovem idealista enfrenta desa os familiares e pro ssionais, enquanto se prepara para assumir o cargo do seu mentor, o governador do estado.

JEUNES MÈRES

De Jean-Pierre e Luc Dardenne

Jessica, Perla, Julie, Ariane e Naïma vivem numa casa de acolhimento que as ajuda como jovens mães. Aqui, as cinco adolescentes sonham com uma vida melhor.

JUSTA

De Teresa Villaverde, com Filomena Cautela, Be y Faria, Anabela Moreira Ver entrevista

LOVE

De Dag Johan Haugerud, com Andrea Bræin Hovig, Tayo Ci adella Jacobsen

Uma médica e um enfermeiro, que evitam relacionamentos convencionais, encontram-se uma noite no ferry. Ele passa muitas noites ali à procura de encontros casuais com homens. Intrigada,

Marianne começa a explorar a hipótese de a intimidade casual também poder ser uma opção. O lme integra a trilogia Sex Dreams Love.

REAIS PALERMAS

NA LINHA DA FRENTE

Os Tuche levam uma vida tranquila. Quando o neto é selecionado para um campo de férias de futebol, em Londres, surge a oportunidade de toda a família descobrir a Inglaterra e conhecer a Família Real. Apesar do choque cultural, os Tuche dão por si embrenhados na realeza, que não esquecerá tão cedo a sua estadia.

De Petra Volpe, com Leonie Benesch

Floria é uma enfermeira que enfrenta o ritmo implacável do trabalho. Cuida dos seus pacientes com humanidade e carinho, até que a situação começa a escapar ao seu controlo.

NOUVELLE VAGUE

De Richard Linklater, com Guillaume Marbeck, Zoey Deutch e Aubry Dullin A história de Godard a rodar O Acossado, contada no estilo e no espírito de Godard a rodar O Acossado.

NUREMBERGA

De James Vanderbilt, com Rami Malek, Russell Crowe, Michael Shannon

No rescaldo da 2.ª Guerra Mundial um psiquiatra americano tem de avaliar vários líderes nazis para os julgamentos de Nuremberga. Durante o processo ele procura compreender o mal e cria um laço perturbador com Hermann Göring, o braço direito de Hitler.

O PROFESSOR DE INGLÊS

De Peter Ca aneo, com Steve Coogan, Jonathan Pryce, Alfonsina Carrocio Baseado na história de um professor de inglês que vai ensinar numa escola na Argentina, em 1976, em busca de uma vida mais fácil. No entanto, descobre um país dividido e uma turma impossível de ensinar. Mas, quando resgata um pinguim de uma praia coberta de petróleo, a sua vida transforma-se.

ORLANDO PANTERA

De Catarina Alves Costa Ver destaque

De Jean-Paul Rouve, com Jean-Paul Rouve, Isabelle Nanty, Claire Nadeau

SPONGEBOB O FILME: À PROCURA DAS CALÇAS QUADRADAS (ANIMAÇÃO)

De Derek Drymon

Para provar que é um verdadeiro herói, SpongeBob parte numa aventura para demonstrar a sua coragem ao Mr. Krabs, seguindo O Holandês Voador, um misterioso e aventureiro pirata fantasma que o leva às profundezas do oceano, onde nenhuma esponja jamais esteve.

TONY SHELLY E A MAGIA DO NATAL (ANIMAÇÃO) De Filip Pošivač

Tony tem 11 anos e nasceu com o dom de brilhar. Os seus dias são passados em casa, a desejar ter um amigo. Antes do Natal, uma rapariga peculiar muda-se para a sua casa. Juntos tentam desvendar a origem dos misteriosos tufos de escuridão que sugam a luz da casa.

VIDA PRIVADA

De Rebecca Zlotowski, com Jodie Foster, Daniel Auteuil, Virginie E ra A conceituada psiquiatra Lilian Steiner inicia uma investigação privada sobre a morte de um dos seus pacientes, que acredita ter sido assassinado.


CINEMA

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CICLOS FESTIVAIS

De Martin Scorsese

AVENIDA DE FILMES

TRECHOS SELECIONADOS DE: SECRET WORLD LIVE

AVENIDAS – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

12 DEZ: 19H30

De François Girard

ALDEIA DA ROUPA BRANCA

PETER GABRIEL: NEW BLOOD

20 DEZ: 16H

13 DEZ: 19H30

De Chianca de Garcia

CICLO DIVERGENTE QUINTA ALEGRE – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

TERRA DE TODOS, TERRA DE ALGUNS De Diogo Cardoso. Seguido de conversa 13 DEZ: 16H30 [MP]

umteatroemcadabairro. quintaalegre@cm-lisboa.pt

CINE ALEGRIA

QUINTA ALEGRE – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

Prazer Camaradas De José Filipe Costa

10 DEZ: 14H30 [EG][MP]

umteatroemcadabairro. quintaalegre@cm-lisboa.pt

CINECOSSOUL: OS FILMES QUE ADMIRAMOS COSSOUL

EXIBIÇÃO DE DOIS FILMES, SEGUIDA DE CONVERSA 16 DEZ: 19H30 [EG]

De Blue Leach

Luzes na Caverna VII

O EVANGELHO SEGUNDO SÃO MATEUS

De Pier Paolo Pasolini 20 DEZ: 19H

CULTURA AO VIRAR DA ESQUINA HUB CRIATIVO DA MOURARIA

metragens independentes 12 DEZ: 19H [EG]

MASHUP COSSOUL

CLUB BENARES X CINECORE 5 DEZ: 19H [EG]

MOSTRA DE CINEMA DA AMÉRICA LATINA CINEMA S. JORGE 11 A 14 DEZ

BIBLIOTECA PALÁCIO GALVEIAS

CINEMA LATINOAMERICANO 3 DEZ: 19H [EG]

SALÃO PIOLHO Ver destaque

12 DEZ: 21H [EG]

Concerto

DAIMON

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO CAIS DO SODRÉ

COSSOUL

ESTREIA NACIONAL DA CURTAMETRAGEM DE MIGUEL ÂNGELO FRANKICET 5 DEZ: 19H [EG]

CASA CAPITÃO

OMIRI

10 DEZ: 19H [EG]

CURTASMETRAGENS DE CHAPLIN, KEATON E LAUREL & HARDY Música de Catherine Morisseau 11 DEZ: 18H [EG]

ENTRE O OLHAR E A MEMÓRIA | FILMES DE SATYAJIT RAY

MUSEU DO DINHEIRO

De Mamoru Oshii

CHARULATA

12 DEZ: 21H

CINEPOP

FÓRUM LISBOA

O DIABO DO ENTRUDO

MUSEU DO ORIENTE

De Diogo Varela Silva, música de Iúri Oliveira

7 DEZ: 16H

27 DEZ: 15H [EG]

TEATRO TABORDA

THEY LIVE

NAYAK

14 DEZ: 16H

Sessões apresentadas pela professora Rosa Maria Perez

Curtas-metragens, música de Tomara

KINO WUNDERBAR

CINEMATECA PORTUGUESA

GHOST IN THE SHELL

De John Carpenter

GOONIES

De Steven Spielberg 21 DEZ: 16H

CONVERSAS COM CINEMA© PROSA - PLATAFORMA CULTURAL Tudo sobre Peter Gabriel

A ÚLTIMA TENTAÇÃO DE CRISTO

27 DEZ: 18H [EG]

GOETHE-INSTITUT

ALÉM DO SILÊNCIO De Caroline Link 17 DEZ: 19H [EG]

LEVANTE CINECLUBE

BIBLIOTECA DE ALCÂNTARA – JOSÉ DIAS COELHO Exibição de curtas-

Ver destaque

16 DEZ: 21H [EG]

CONCURSOS PRÉMIOS CURTAS 4.ª edição

SUBMISSÃO DE FILMES ATÉ 31 DEZ

premioscurtas.pt

QUATRO PAÍSES, QUATRO OLHARES

JANE POR CHARLOTTE

De Charlo e Gainsbourg

PRÉMIOS PARA AS MELHORES CURTASMETRAGENS

HEY MICKEY, LET’S PLAY!

CURSOS ENCONTROS AMA – ACADEMIA MUNDO DAS ARTES

Representação para televisão e cinema CHAPITÔ

Cinetendinha – Parabéns Escola ACT de Atores – 20 anos! Com Rui Pedro Tendinha, Patrícia Vasconcelos e exibição de curtasmetragens de alunos e cineastas 9 DEZ: 19H30

CINEMA S. JORGE

Ponto de Partida – O Cinema e os Jovens Conversa com António Soromenho 4 DEZ: 18H

RESTART

Motion Design (A er E ects + Cinema 4D) Direção de Fotogra a Realização Pro ssional de audiovisuais Pós-produção de vídeo

13 DEZ: 17H30 [EG]

UMA MULHER DO CINEMA

Curtas-metragens de Alice Guy-Blaché, música de Inês Condeço 13 DEZ: 21H30 [EG]

SHORTCUTZ CASA CAPITÃO

ENTREGA DE

[E] ESCOLAS [EG] ENTRADA GRATUITA [IA] INSCRIÇÕES ABERTAS [MP] MARCAÇÃO PRÉVIA + INFO

AGENDALX.PT


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CINEMA

ORLANDO PANTERA Orlando Pantera, músico cabo-verdiano que morreu prematuramente, é homenageado neste documentário realizado por Catarina Alves Costa. O músico, cuja vida foi interrompida aos 33 anos, antes do lançamento do seu primeiro álbum, reinventou os ritmos tradicionais da ilha de Santiago, como o batuko e a tabanke, influenciando artistas como Mayra Andrade, Lura, Princezito e Tcheka. Depois de ter filmado Mais Alma, em 2000, filme que aborda a cena artística cabo-verdiana e onde Pantera surge de forma fugaz, a cineasta sentiu-se impelida a mostrar o legado deste músico através de arquivos inéditos reunidos ao longo de vários anos pela filha. O filme, que à semelhança de outras obras da realizadora cruza cinema e investigação etnográfica, revela um homem que deu voz à alma do seu povo e que é um símbolo da identidade cabo-verdiana. AF

VÁRIOS LOCAIS 10 A 13 DE DEZEMBRO


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A ESTA HORA, NA INFÂNCIA NEVA Nesta criação com a Companhia Maior, Victor Hugo Pontes segue uma via eminentemente física, inspirada pelo potencial do corpo que já viveu muito tempo. Que idiossincrasias se fazem anunciar na fisicalidade destes intérpretes que têm um longo percurso gravado no corpo? Em cena, corpos de diferentes idades sobrepõem-se para evidenciar o contraste, mas também para celebrar a beleza do corpo na dança que perdeu força e velocidade e que carrega memória existencial, tendo ganho definição e intenção. RICARDO GROSS

CENTRO CULTURAL DE BELÉM 8, 10 E 11 DE DEZEMBRO, ÀS 20H, 7 DE DEZEMBRO, ÀS 17H Praça do Império / 213 612 400 / ccb.pt

© Bruno Simão

DANÇA


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DANÇA

ESPETÁCULOS

Com Afonso Costa

CENTRO CULTURAL DE BELÉM

ASSOCIAÇÃO MALOCA

A ESTA HORA, NA INFÂNCIA NEVA

Victor Hugo Pontes, direção artística; Angelina Mateus, Beatriz Mira, Carlos Nery, Cristina Gonçalves, Dinis Duarte, Du Nothin (Duarte Appleton), Paula Bárcia, João Silvestre, Kimberley Ribeiro e Michel, intérpretes. Ver destaque

8, 10, 11 DEZ: 20H, 7 DEZ: 17H

CLUBE ESTEFÂNIA

O REI NO EXÍLIO – REMAKE Francisco Camacho

3 A 6 DEZ: 21H, 7 DEZ: 18H

TEATRO CAMÕES

ROMEU E JULIETA John Cranko, coreogra a; Bailarinos da CNB, interpretação. Ver destaque

11 A 28 DEZ: 20H (QUI-SEX), 18H30 (SÁB), 16H (DOM)

TEATRO TIVOLI BBVA

LAGO DOS CISNES Ballet de Kiev

5 DEZ: 21H, 6 DEZ: 16H, 21H

A BELA ADORMECIDA Ballet de Kiev 7 DEZ: 11H, 16H

FESTIVAIS INSHADOW - LISBON SCREENDANCE FESTIVAL

VÁRIOS LOCAIS Dança, cinema e tecnologia ATÉ 19 DEZ

inshadowfestival.com/ programa

CURSOS OFICINAS WORKSHOPS

SEG A QUI: 18H30-22H30

Dança Contemporânea Por Christina Elias SEG, QUI: 11H30

ASSOCIAÇÃO PARASITA

Workshop VORACE ou o “corpo - quimera” Por So a Kafol

7 DEZ: 10H-13H

BUS – PARAGEM CULTURAL

CHAPITÔ

Sevilhanas

Com Lúcia Moutinho SEG, QUA: 19H-20H30

COMUNIDADE HINDU DE PORTUGAL

Bharatanatyam

QUA: 18H15-19H15, SÁB: 10H45-11H45, 11H45-12H45

Kathak

TER: 19H-20H

Danças Folclóricas Indianas

Dança Contemporânea

SÁB: 14H-15H

TER: 9H-10H

DANCE SPOT

Com Thays Peric

CENTRO CULTURAL DE CARNIDE

Dança (Bachata, Salsa) Com Tânia Lopes

QUA: 19H30-20H30, 20H30-21H30

CENTRO GALEGO DE LISBOA

Dança Galega

Com Zulema Martínez Meis SEX: 19H30-21H

C.E.M. CENTRO EM MOVIMENTO

Sessões de Improvisação Música-Dança-Texto Com Nicolle Vieira

18 DEZ: 18H-19H30

O Risco da Dança – Laboratórios de Investigação artística Com Christina Elias, Hedera 4Tet, So a Neuparth, Margarida Agostinho, Mariana Lemos, So a Ó VÁRIOS HORÁRIOS

Não Ballet

Com So e Neuparth SEG, QUI: 17H-18H30

Ressoando… Corpo-Fumo e Vertical Com So a Ó

TER: 9H30-11H

Contacto Extravagante Com Rita Vilhena TER: 19H-20H30

A Narrativa do Corpo em Passagem Com Felix Lozano QUI: 19H30-21H

ACADEMIA DANÇAS DO MUNDO

CASA DO BRASIL DE LISBOA

Salsa, Bachata, Kizomba, Rock n’ Roll, entre outros...

Com Thays Peric

Condicionamento Físico – Dance Movement TER, QUI: 18H-19H

Ballet, Contemporâneo, Dança Jazz, Jazz Moves, Lyrical Jazz, Sapateado VÁRIOS HORÁRIOS

DIÁLOGOS: ARTE EM MOVIMENTO

Dança Oriental & Fusão, Alongamentos e Bem-Estar Físico, Dança Criativa e Percussão-Árabe

VÁRIOS LOCAIS E HORÁRIOS

ESTÚDIOS VICTOR CÓRDON

Prática diária para pro ssionais

SEG, QUA, SEX: 10H-11H15 (DANÇA CLÁSSICA), TER, QUI: 10H-11H15 (DANÇA CONTEMPORÂNEA)

Dança clássica para adultos SEG, QUA: 18H30-20H

FORUM DANÇA

Práticas Interdisciplinares de Movimento Com Gisela Dória SEG: 19H-20H30

Laboratório Coreográ co Com Maria Ramos

QUA: 19H30-21H30

ISHA ARTES

Dança Clássica Indiana SAB: 9H-13H

PADARIA DO POVO

Sapateado com Michel QUA: 19H-20H

Aulas de Dança Autêntica SEG: 19H-20H30

ESPAÇO MATER AMÁLGAMA LISBOA

Aulas regulares de dança

OUR MOTHER TONGUE

Dança Moderna (Graham/Release)

VÁRIOS HORÁRIOS

Com Maria Ana Diogo

ESTÚDIO ACCCA

Yutori – Alongamento Meditativo

Dança Contemporânea Com So a Silva

SEG: 19H30-21H30 (ADULTOS COM EXPERIÊNCIA), TER: 19H3021H30 (ADULTOS SEM EXPERIÊNCIA)

Movimento/dança para jovens e adultos Com Marina Nabais

QUA: 19H15-20H45

ESTÚDIO BALLERINA BODY

TER: 11H-12H15

Com Maria Ana Diogo TER: 12H15-13H15

ChoreoLAB

Com Maria Ana Diogo QUI: 12H-13H15

PROSA

Dança Bio e Contemporânea com Sara dal Corso SEX: 10H30

Ballerina Body

STAGE 81

SEG, QUA: 19H (ONLINE E PRESENCIAL), QUI: 13H (ONLINE)

VÁRIOS HORÁRIOS

Com Inês Jacques

ESTÚDIOS DE DANÇA RAQUEL OLIVEIRA

Sevilhanas e Flamenco SEG A QUI: VÁRIOS HORÁRIOS

Ballet, Burlesco, Contemporâneo, Hip-Hop, Pole Dance TANGO DA AVENIDA

Iniciação ao Tango, Intensivo de Milonga, Iniciados, Intermédios VÁRIOS HORÁRIOS


DANÇA

ROMEU E JULIETA Criado em 1962 para o Stuttgart Ballet, Romeu e Julieta de John Cranko, com música de Sergei Prokofiev, é hoje considerado uma obra-prima do repertório clássico. A sua abordagem coreográfica é profundamente teatral, combinando precisão técnica com um grande poder expressivo. Cranko transforma a dança em linguagem dramatúrgica, explorando com subtileza os dilemas emocionais das personagens e o peso do destino que as condena. A música de Prokofiev, composta entre 1935 e 1936, complementa a narrativa com a sua riqueza orquestral, alternando entre a violência dramática das rivalidades familiares e a delicadeza dos momentos mais íntimos. RG

TEATRO CAMÕES 11 A 28 DE DEZEMBRO, ÀS 20H (QUI E SEX), ÀS 18H30 (SÁB), ÀS 16H (DOM) Passeio do Neptuno, Parque das Nações / 218 923 470 / cnb.pt

© Carla Pires

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LITERATURA

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LER COM GOETHE RAINER MARIA RILKE, CARTAS A UM JOVEM POETA Em finais do outono de 1902, Franz Xaver Kappus, um jovem militar, decide enviar a Rainer Maria Rilke as suas tentativas poéticas e pedir-lhe o seu juízo. Da dificuldade da tarefa dá conta o poeta logo na sua primeira carta: “na sua maior parte os acontecimentos são indizíveis, efetuam-se num espaço em que nunca uma palavra penetrou, e mais indizíveis do que tudo são as obras de arte, existências misteriosas, cuja vida ao lado da nossa que se desvanece, perdura”. Porém, até dezembro de 1908, em dez cartas, apesar de considerar que “no fundo e, em rigor nas coisas mais profundas e importantes estamos inominavelmente sós”, Rilke comunica a sua visão da criação artística, da necessidade de escrever, de Deus, do sexo e do relacionamento entre os homens, e da solidão inelutável do ser humano. A sessão de dezembro do clube de leitura Ler com Goethe – À Descoberta da Literatura de Expressão Alemã, com a curadoria da germanista e tradutora literária Gilda Lopes Encarnação, é dedicada ao livro Cartas a um jovem poeta, de Rainer Maria Rilke e tem como convidado José Miranda Justo, tradutor de Sonetos a Orfeu, Elegias de Duíno e Cartas a um Jovem Poeta. A entrada é livre mediante inscrição prévia. LUÍS ALMEIDA D'EÇA

GOETHE-INSTITUT 12 DE DEZEMBRO, ÀS 18H Campo dos Mártires da Pátria, 37 / 218 824 510 / goethe.de/ins/pt


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BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL

ORIENTALISTAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

O dia em que Xerazade foi à Inquisição: uma das mil histórias do orientalismo português

Ciclo de conferências que aborda diferentes geogra as e espaços, bem como temáticas acerca de representações do Oriente na história e cultura portuguesas. 11 DEZ: 16H [EG]

LIMA BARRETO ENTRE O BRASIL E PORTUGAL

Evento sobre a vida e obra do escritor, cronista e jornalista Afonso Henriques de Lima Barreto (1881-1922), uma das guras centrais da literatura brasileira. 13 DEZ: 16H [EG]

HISTÓRIAS DA HISTÓRIA DA BIBLIOTECA NACIONAL

Sessenta anos depois, o regresso a São Francisco

A história da Biblioteca Nacional de Portugal, revisitando o antigo espaço que ocupou durante 132 anos no Convento de São Francisco. ATÉ 31 DEZ [EG]

BIBLIOTECA ORLANDO RIBEIRO

TROCA-LETRAS

Por Ana Maria Carvalho

Troca de livros entre leitores. ATÉ 2 DEZ, 30 DEZ A 7 JAN [EG]

BIBLIOTECA PALÁCIO GALVEIAS

OBRAS DE AUTORES CENSURADOS EM PORTUGAL

Coordenação de Rui Sousa. Integrado nas celebrações do centenário do nascimento de Luiz Pacheco. 4 DEZ: 18H30 [EG]

BIBLIOTECA DA PENHA DE FRANÇA

A BELEZA DAS PEQUENAS COISAS Por Carla Costa

Ciclo de escrita criativa inspirado na natureza. 2, 4, 9, 11 DEZ: 18H [EG] [MP]

bib.pfranca@cm-lisboa.pt

LITERATURA

BOTA

POESIA NA BOTA Com José Anjos

Espaço para os que querem ler e ouvir poemas, sem tema nem guião. 1, 8, 15 DEZ: 21H28

CICLO DE LITERATURA E PSICANÁLISE | LEITURAS À CONVERSA

CASA FERNANDO PESSOA

A ARCA ETERNA: FERNANDO PESSOA E A POSTERIDADE

Exposição temporária que mostra, através de documentos, biogra as, notícias, edições e traduções, como o autor continuou a in uenciar o mundo depois de 1935.

A Montanha Mágica, de Thomas Mann. Com João Pedro Cachopo e Miguel Moita. Moderação de Rita Pupo.

ATÉ 6 DEZ 2026

17 DEZ: 21H

Um microfone aberto e músicos que acompanham os poemas de quem resolver ir a palco. Poetas com experiência experimentam coisas novas e poetas mais novos têm a oportunidade de mostrar as suas escritas.

BROTÉRIA

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN: PELO NEGRO DA TERRA E PELO BRANCO DO MURO Por Francisco Cordovil Cardoso Partilha de um conjunto de pensamentos e perguntas sobre o que é aprender e crescer no encontro com a beleza. 2 DEZ: 19H [EG]

COMO OLHAR PARA VIEIRA HOJE? Pensando, em conjunto, sobre como interpretar hoje P. António Vieira, a Escola do Largo, o atelier Paralelo Zero e a Brotéria uniram esforços para o olhar a partir de diferentes ângulos. Com Rodrigo Rebelo de Andrade, António Fonseca e P. Manuel Cardoso.

COM CALMA E CULTURA

POESIA P’RA TODOS!

CASA DO COMUM

ISTO NÃO É UMA AULA REFERÊNCIAS LGBT NA LITERATURA PORTUGUESA 3 DEZ: 19H

Curadoria de Tânia Fernandes

Ciclo mensal de poesia que reúne poetas, dizedores e artistas de outras áreas, criando encontros inesperados com a palavra. 27 DEZ: 18H30 [EG]

MUSEU DO ORIENTE

HANGUL

Por Maria Loureiro Ver destaque

13 DEZ: 14H30-16H30 [MP]

XVIII FESTA DO LIVRO

PAVILHÃO DE PORTUGAL

VI FEIRA DO LIVRO SOLIDÁRIA DA ASSOCIAÇÃO JOÃO 13 Livros novos e usados.

29 NOV A 1 DEZ, 6 A 8, 13, 14 DEZ SÁB: 11H-18H, DOM, FER: 11H-12H, 14H-18H

COSSOUL

POETRIA & CO.

Com Bárbara Santos, Diana Sabrosa e susana m. g. Silvério. Curadoria de Mia Couto. 18 DEZ: 19H [EG]

Online

10 DEZ: 19H30

POESIA EM QUARTO CRESCENTE

CONVENTO DE S. DOMINGOS

CASA CAPITÃO

Evento de poesia livremente inspirado no formato de poetry slam.

LIVRARIA ALMEDINA DO RATO

Títulos a preços especiais e um programa gratuito.

ESCREVER ESCREVER

Por Anna Zêpa e Maria Giulia Pinheiro

4 DEZ: 17H30 [EG]

12 DEZ: 19H-22H30

6 DEZ: 16H [EG]

CIRANDA: JOGO DE PALAVRA FALADA

colaboração do escritor na imprensa.

WORKSHOPS

Escrever Postais de Natal 6 DEZ

Presencial

Escrever sai à Rua | Escrita Iluminada 13 DEZ

info@escreverescrever.com HEMEROTECA

ATÉ 14 DEZ

LUÍS DE CAMÕES: 500 ANOS DO NASCIMENTO

Exposição de algumas das obras mais signi cativas da camoniana de D. Manuel II, bem como outras peças emblemáticas que integram o vasto património histórico e cultural da Fundação da Casa de Bragança. TER A DOM:10H-18H [EG]

UNIVERSIDADE AUTÓNOMA DE LISBOA

CAMÕES NA ARTE E MEMÓRIA: UM MODERNISTA REDESCOBRE O POETA

Exposição dedicada à obra do escultor Joaquim Correia (1920-2013) e, em particular, à sua produção centrada na gura de Camões e na sua obra literária. ATÉ 10 ABR

CLUBES DE LEITURA

CAMILO CASTELO BRANCO: COLABORAÇÃO NA IMPRENSA

BIBLIOTECA DE ALCÂNTARA – JOSÉ DIAS COELHO

No âmbito das comemorações do bicentenário do nascimento de Camilo Castelo Branco, mesa-redonda dedicada à

Clube de leitura que transforma livros em pontos de partida para debates

Por Ernesto Rodrigues e Tânia Moreira

COMUM – LER PARA CRIAR MUDANÇA


LITERATURA críticos sobre temas como espaço público, infância, tempo e comunidade, convocando a imaginar uma cidade mais justa e empática. Cada leitura culmina num workshop de cocriação, onde participantes e especialistas desenham propostas concretas para melhorar a vida das pessoas em Lisboa. 4, 20 DEZ: 15H [EG] [MP]

joana@cordao.pt

BIBLIOTECA DE BELÉM

IBERO-AMÉRICA EM LIVROS Por Marco Villamil

Em torno da escritora colombiana Pilar Quintana. 6 DEZ: 16H [EG] [MP]

bib.belem@cm-lisboa.pt BIBLIOTECA / ESPAÇO CULTURAL CINEMA EUROPA

CLUBE DE LEITURA Dinamizado por Maria João Vieira

Todos os meses, em torno de uma obra da coleção. 15 DEZ: 18H30 [EG]

BIBLIOTECA PALÁCIO GALVEIAS

CLUBE DE LEITURA DE CIÊNCIA COGNITIVA Por Jorge Amorim

13 DEZ: 15H [EG] [MP]

BIBLIOTECA DA PENHA DE FRANÇA

CLUBE DE LEITURA Por Ana Carolina Correia

Ratos e homens, de John Steinbeck 17 DEZ: 17H30 [EG] [MP]

bib.pfranca@cm-lisboa.pt CASA DO JARDIM DA ESTRELA – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

ALECRINS A LER Por Alecrim – Arte e ativismo climático

Encontros mensais de leitura e discussão dedicados à literatura de ambiente. A Vida no Céu, de José Eduardo Agualusa.

60 CASA OXENTE

ÔXE! CLUBE DE LEITURA

Mediação de Cristina Fontenele

Torto Arado, Itamar Vieira Junior 2 DEZ: 19H [MP]

CENTRO CULTURAL DE BELÉM

CLUBE DE LEITURA - QUESTÕES DO CORPO Com Helena Vasconcelos

Rapariga, Mulher, Outra, de Bernardine Evaristo 11 DEZ: 18H30 [MP]

CULTURA SANTA CASA

COMUNIDADE DE LEITORES

A estranha e mágica história de Vivaldo Bon m, de Afonso Cruz 18 DEZ: 18H [MP] [EG]

biblioteca@scml.pt

GOETHE-INSTITUT

CLUBE DE LEITURA: LER COM GOETHE Ver destaque

12 DEZ: 18H [EG] [MP]

biblioteca.lisboa@goethe.de LIVRARIA LISBOA CULTURA

LER LISBOA

Por Adelaide Bernardo À volta dos livros que nos contam as muitas histórias da cidade. 3 DEZ: 17H [EG] [MP]

livraria@cm-lisboa.pt

MUSEU DO ALJUBE

LEIA MULHERES LISBOA Moderação de Déa Paulino

A Polícia da Memória, de Yoko Ogawa 14 DEZ: 15H [EG]

11 DEZ: 18H [EG] [MP]

umteatroemcadabairro. cjardimestrela@cm-lisboa.pt

CLUBE DE LEITURA LGBT+ Por João Paiva

Shuggie Bain, de Douglas Stuart. Com André e. Teodósio 16 DEZ: 18H30 [EG]

[E] ESCOLAS [EG] ENTRADA GRATUITA [IA] INSCRIÇÕES ABERTAS [MP] MARCAÇÃO PRÉVIA + INFO

AGENDALX.PT

HANGUL APRENDER A LER E ESCREVER COREANO Oficina que tem por objetivo dar a conhecer a história do alfabeto coreano e os seus princípios básicos, bem como ensinar a ler e a escrever em hangul. Pretende também transmitir algumas saudações úteis e explicar a numeração. A formadora, Maria Loureiro, ex-bolseira da Fundação Oriente, começou a aprender coreano em 2014 e no ano seguinte, com 21 anos, mudou-se para a Coreia do Sul onde viveu e trabalhou durante um ano. Entre 2016 e 2018 fez o mestrado em empreendedorismo e estudos culturais no ISCTE e a sua dissertação teve por tema a disseminação da cultura sul-coreana em Portugal. Atualmente, dá aulas de coreano e de português. Marcações: cursos.conferencias@foriente.pt. MUSEU DO ORIENTE 13 DE DEZEMBRO, DAS 14H30 ÀS 16H30 Doca de Alcântara Norte, Av. Brasília 352 213 585 200 / foriente.pt


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LITERATURA

LIVROS DE DEZEMBRO

NO NATAL LEIA E OFEREÇA BONS LIVROS

HERMANN HESSE

RICARDO ADOLFO

DOM QUIXOTE

COMPANHIA DAS LETRAS

TEMPO DE NATAL

Hermann Hesse (1877-1962), prosador e poeta alemão, um dos mais importantes do século XX, cedo revelou a vocação literária que o faria abandonar os estudos de teologia e a carreira religiosa. Laureado com o Prémio Nobel de Literatura em 1946, deixou uma obra em que, sob in uência da psicanálise e das religiões orientais, procura uma solução espiritual para os problemas e contradições da natureza e da cultura humanas. O Lobo das Estepes, Narciso e Goldmundo, O Jogo das Contas de Vidro, Peter Camenzind ou Siddhartha são títulos de alguns dos seus principais e mais famosos romances. O Natal provocava em Hesse um sentimento dicotómico. Por um lado, despertava “memórias profundas e sagradas da mítica fonte da infância”. Por outro, podia “ser uma espécie de ampola de veneno, contendo em si a essência de todos os sentimentalismos e hipocrisia burguesas, (…) ensejo para furiosas orgias da indústria e do comércio”. Os textos (prosa e poesia) ora reunidos, organizados pela ordem cronológica do seu surgimento, testemunham essa dualidade, formada quer pela reverência quer pelo distanciamento sarcástico em torno de uma festa que abusou “de modo tão detestável do nome do Salvador e das memórias dos nossos anos mais tenros”. LAE

A CHEFE DOS MAUS

A assistente pessoal do chefe dos chefes de uma empresa de criminosos da cidade de Tóquio é convocada para uma reunião de direção (“Se mais reuniões se zessem por esse mundo fora, tudo seria um pouco mais idiota e uma fonte de alegria para os dias de todos nós.”). A sede emitiu uma diretriz para aumentar a diversidade nos quadros dirigentes (“Além de mais senhoras a trabalhar, temos que ter pessoas de mais cores e uns poucos de cientes.”) A assistente, de forma espontânea, lança uma sugestão que lhe vale a nomeação a estagiária de chefe (“Eu sabia que não era boa a ter ideias, mas nunca achei que pudessem ser tão más que resultassem numa promoção”). Acompanhamos, então, o seu percurso sucessivo como gerente de bares de alterne, executora de cobranças difíceis, passadora de droga. Ricardo Adolfo, um dos mais originais escritores portugueses, produz um novo romance que lança um olhar implacável sobre os vícios da humanidade e os valores das sociedades contemporâneas. Literatura em carne viva onde a mordacidade e o sarcasmo andam de mãos dadas com a violência e o horror. As relações de poder, a ambição, as falsas noções de ética não são exclusivas deste grupo de criminosos, enformam “toda a ordem do mundo” que só é “sustentável embriagada por muito deboche”. LAE


LITERATURA

62 ANNIE ERNAUX

A ESCRITA COMO UMA FACA LIVROS DO BRASIL

Annie Ernaux e o escritor e professor de Letras Frédéric-Yves Jeannet já tinham por hábito corresponderem-se sobre o trabalho de ambos, quando decidiram intensi car a troca de e-mails nos anos de 2001 e 2002, incidindo então especi camente sobre a escrita de Ernaux. Na época desta longa entrevista, a escritora francesa debatia-se com o projeto de contar uma vida de mulher, que era parcialmente a sua, que tanto se distinguia como se confundia com a da sua geração. Esse livro em gestação viria a ser Os Anos (Prémio Marguerite Duras 2008, em França; e Prémio Strega 2016, em Itália), um dos títulos mais celebrados da autora que se encontrava muito longe de imaginar que seria distinguida com o Nobel da Literatura 2022. Em A Escrita como Uma Faca, que Annie Ernaux quali ca de “exame de consciência literária”, todas as questões colocadas dizem respeito ao seu método de trabalho, alicerçado na memória. “Se tivesse uma de nição para a escrita, seria esta: descobrir, ao escrever, o que é impossível descobrir de outro modo qualquer, seja palavra, viagem, espetáculo, etc. Nem a re exão sozinha. Descobrir qualquer coisa que antes da escrita não estava lá. É esse o prazer – e o assombro – da escrita, não saber o que ela faz acontecer, advir.” RG

ELVIS GUERRA

TATIANA SALEM LEVY

ORFEU NEGRO

ELSINORE

RAMONERA Ramonera é a primeira obra poética no catálogo das edições Orfeu Negro, e a primeira edição bilingue publicada em Portugal na língua indígena zapoteca e em português. Elvis Guerra é uma poeta muxe' de Juchitán de Zaragoza, no México. Muxe' é uma identidade transfeminina não binária que se refere a pessoas que ao nascer foram designadas como femininas, mas que não se identi cam como homens nem mulheres, embora adotem, em diferentes graus, uma expressão de género feminina. Contudo, ser muxe' não é somente uma questão de género: abrange também fazer parte do povo zapoteca, preservar a língua, cultura e costumes e ocupar um lugar próprio na comunidade. Tradicionalmente, cabia-lhes tratar dos familiares idosos e doentes, do trabalho doméstico e organizar festas tradicionais e religiosas. Mantinham também a função de iniciar sexualmente os homens. Elvis Guerra re ete, através da sua obra indígena e cuir, sobre a dissidência de género e a etnicidade, propondo uma crítica da exclusão e da violência exercida sobre os corpos que se reconhecem em identidades não-binárias. No poema Ao Menino que Fui, escreve: “Nasci e era um bebé muxe. / (…) Nasci para dançar de saltos altos / e com um livro na cabeça. / Nasci a pedir que me lessem o mundo. / Nasci livre. O resto é poesia.”. LAE

A CHAVE DE CASA “Não tenho a mais ín ma ideia do que me aguarda nesse caminho que escolhi. Da mesma forma, não sei se faço a coisa certa”. A protagonista de A Chave de Casa parte “em busca de um sentido, de um nome, de um corpo”, parecendo-lhe que se “re zesse, no sentido inverso, o trajeto dos meus antepassados, caria livre para encontrar o meu”. Depois de o avô lhe ter deixado a chave de uma casa onde morou, na Turquia, embarca numa dolorosa viagem à procura, não só dos seus antepassados, mas de si própria. Poder-se-á dizer que é antes uma fuga, para combater o estado de imobilidade em que se encontra e fugir de um amor excessivo que a levou a conhecer a loucura. Não tendo mais a fazer na Turquia, vem a Portugal na tentativa de descobrir as suas origens reencontrando “a palavra amor”. Frequência habitual no nosso país, Tatiana Salem Levy conta-nos que ao vir morar do Brasil para Lisboa, em 2013, nada esperava encontrar. Porém, hoje a rma: “Lisboa é a minha casa.” Galardoado com o Prémio São Paulo de Literatura em 2008, e há muito esgotado em Portugal, o livro, de cariz autobiográ co, tem agora uma nova edição, revista pela autora. SARA SIMÕES


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LIVROS DE DEZEMBRO CAMILO CASTELO BRANCO

MARIA! NÃO ME MATES, QUE SOU TUA MÃE! BOCA

Uma edição pequenina, feita numa parceria entre a editora de audiolivros Boca e a Peripécia Teatro, no ano do bicentenário de Camilo Castelo Branco. É, portanto, um livro que se pode ler, ver e ouvir (através de um QRcode). Inserida no projeto ContoContigo, tem ilustrações de Susa Monteiro, fotogra as de Lino Silva e Vítor Santos e uma gravação áudio do texto, com interpretação de Patrícia Ferreira, encenada por Nuno Pinto Custódio, e excertos de músicas dos Danças Ocultas. Maria! Não me mates, que sou tua mãe! é um conto escrito por um jovem Camilo e publicado pela primeira vez em 1848 sob a forma de folheto de cordel, tendo como inspiração um matricídio real: “Meditação sobre o espantoso crime acontecido em Lisboa: uma lha que mata e despedaça sua mãe. Mandada imprimir por um mendigo, que foi lançado fora do seu convento, e anda pedindo esmola pelas portas. Oferecida aos pais de famílias e aqueles que acreditam em Deus”. Um texto que continua a deliciar-nos quase dois séculos depois, cheio de melodrama e de referências à então vigente moral cristã. “Tudo indica que o m do mundo está chegado”, já anunciava Camilo. GL

ÉRIC CHACOUR

ÉDOUARD LOUIS

ALFAGUARA

ELSINORE

O QUE NÃO SEI DE TI Tarek, médico proveniente da burguesia sírio-libanesa do Cairo, e Ali, jovem prostituto que vive com a mãe em Zabbaleen, região habitada pelos catadores de lixo, conhecem-se no âmbito do trabalho social do primeiro, e vivem uma ligação proibida no Egito da década de 1980. “A vossa diferença de idade, quase quinze anos, a educação, a pro ssão, a família, o estatuto, a religião… Contas feitas, a única coisa que vocês tinham em comum era serem homens no Egito, num século XX moribundo. Esse raro ponto em comum, porém, iria condenar-vos mais que qualquer outra diferença.” O livro de Éric Chacour exprime o ponto de vista de um terceiro elemento, com recurso a fontes escritas ou relatos diretos que a seu tempo serão do conhecimento do leitor. Na verdade, o que temos na frente são duas histórias de amor que o livro torna paralelas com recuos e avanços no tempo, em continentes distintos, até ao início do novo século. Numa escrita poética e cinematográ ca (de que a montagem é fenómeno sensível), Chacour revisita o tempo e a geogra a dos seus pais, para libertar do opróbrio o destino do par de amantes clandestinos, e devolver-lhes um enquadramento que provém de um tempo de tolerância e compreensão. RG

O COLAPSO “Não senti nada ao saber da morte do meu irmão; nem tristeza, nem desespero, nem alegria, nem prazer.” Consumido por uma existência entregue à delinquência, ao álcool e à violência, o corpo do irmão mais velho de Édouard Louis colapsou com apenas 38 anos de idade. Confrontado com a notícia, o autor consciencializa-se que nunca conheceu, nem compreendeu o irmão. Empreende então um inquérito junto dos amigos, familiares e das mulheres com quem o irmão viveu, com o propósito de encurtar “a distância entre nós os dois”. É o resultado dessa investigação que aqui surge, apresentado em 16 factos que revelam uma vida que foi “uma Ferida lançada ao mundo e incessantemente reaberta” e que re etem sobre a questão de saber “em que momento é que certos atos se tornam destino? Até que momento é que alguém (…) podia ter mudado o curso que a vida dele tomava?”. Édouard Louis regressa ao doloroso processo de revisitar os seus vínculos familiares (“Quem é que pode saber a diferença entre o que magoa e o que liberta?”), numa zona operária das mais pobres do norte da França, criando mais uma obra de grande força política sobre o círculo de violência no espaço doméstico e sobre o destino de classe. LAE


FESTIVAL

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LISBOA MISTURA 2025 FILIPA SANTOS TEXTO

Desde 2006 que o Lisboa Mistura se assume como um evento multidisciplinar que promove a cidade como lugar de inclusão. Através de encontros e apresentações artísticas que cruzam novas linguagens e tendências criativas, o festival dá a conhecer vários projetos distintos dos bairros de Lisboa. A 19.ª edição decorre entre 4 e 6 de dezembro, em espaços como o B.Leza, o Grupo Comunitário da Flamenga e a Cozinha Popular da Mouraria. O programa deste ano tem como mote a celebração da memória sonora enquanto prática cultural contemporânea, e inclui vários concertos e dois workshops de entrada livre. A organização volta a estar a cargo da Associação Sons da Lusofonia.

B.LEZA / GRUPO COMUNITÁRIO DA FLAMENGA / COZINHA POPULAR DA MOURARIA 4 A 6 DE DEZEMBRO sonsdalusofonia.com/lisboa-mistura


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LISBOA MISTURA 2025

O Lisboa Mistura arranca com um concerto dos Galandum Galundaina, projeto de referência na música de raiz tradicional portuguesa, que celebra o património musical mirandês através da sua sonoridade única. Com quatro discos editados, o grupo é constituído por Paulo Preto, Alexandre Meirinhos, Paulo Meirinhos e João Pratas. Para além de utilizarem instrumentos que eles próprios recuperam e desenvolvem, os músicos cantam em língua mirandesa, transportando quem os ouve para um tempo remoto, mas repleto de atualidade. O coletivo já trabalhou com Sérgio Godinho, Clã, Rão Kyao, Uxía, Paco Díez, Vitorino, Zeca Medeiros e Sebastião Antunes, entre outros.

© Jorge Almeida

GALANDUM GALUNDAINA

PALESTINIAN SOUND ARCHIVE Criado em 2019 por Mo’min Swaitat, o Palestinian Sound Archive celebra a história sonora da Palestina através da música, da palavra falada e das capas de álbuns da Palestina histórica. No Lisboa Mistura, este projeto dá-se a conhecer em dois formatos: DJ set (dia 4, no B.Leza), com Mo’min Swaitat a passar música jazz, funk, soul e dabke, bem como gravações de campo, música tradicional e eletrónica oriunda da Palestina; e em formato workshop (dia 6, na Cozinha Popular da Mouraria), partilhando sons e imagens de arquivo que preservam e documentam o património, a cultura, a celebração, a dança e a resistência palestinianos.

B.LEZA 4 DE DEZEMBRO, ÀS 23H (DJ SET) COZINHA POPULAR DA MOURARIA 6 DE DEZEMBRO, ÀS 15H (WORKSHOP)

© D.R.

B.LEZA 4 DE DEZEMBRO, ÀS 21H30


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DOBET GNAHORÉ UNPLUGGED Cantora, dançarina, compositora e percussionista africana, Dobet Gnahoré traz ao B.Leza o aguardado novo álbum, Zouzou. O disco celebra ritmos, culturas e sons modernos da Costa do Mar m, abordando temas como a resiliência, a união e o poder da feminilidade. No dia seguinte, a artista dá um workshop (aberto a todas as idades) de voz, dança e percussão que parte das tradições musicais e artísticas da Costa do Mar m, trabalhando conceitos de arte-participativa e comunidade. A sua participação no Lisboa Mistura é uma homenagem às tradições e à energia criativa da África contemporânea que continuam a inspirar gerações de artistas.

B.LEZA 5 DE DEZEMBRO, ÀS 23H (CONCERTO) CENTRO COMUNITÁRIO DO BAIRRO DA FLAMENGA 6 DE DEZEMBRO, ÀS 15H (WORKSHOP)

OPA – OFICINA PORTÁTIL DE ARTES A OPA - O cina Portátil de Artes é um projeto artístico focado no hip-hop e na produção musical, dirigido por Francisco Rebelo (Orelha Negra, Fogo-Fogo). O projeto existe desde 2008, oferecendo a jovens de diversas origens e bairros da Área Metropolitana de Lisboa, recursos e ferramentas essenciais para a sua pro ssionalização artística, acompanhando a sua evolução. A ideia é potenciar novas formas de cruzamento entre a pedagogia e a solidi cação da carreira artística. Na edição deste ano participam Dwalla, Bella Bellux, Crate Diggs, Skiidiverz, Young ABC e Ja Yl’ Son (of Lights) que, ao vivo, são acompanhados pelo DJ Kope.

B.LEZA 5 DE DEZEMBRO, ÀS 21H


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LISBOA MISTURA 2025

PROGRAMA B.LEZA

GALANDUM GALUNDAINA 4 DEZ: 21H30

PALESTINIAN SOUND ARCHIVE DJ SET

4 DEZ: 23H

OFICINA PORTÁTIL DE ARTES 5 DEZ: 21H

DOBET GNAHORÉ UNPLUGGED 5 DEZ: 23H

PRÉTU

DJ SET

5 DEZ: 01H

COZINHA POPULAR DA MOURARIA

INSIDE THE PALESTINIAN SOUND ARCHIVE WORKSHOP

6 DEZ: 15H [EG]

CENTRO COMUNITÁRIO DO BAIRRO DA FLAMENGA

WORKSHOP DE VOZ E DANÇA COM DOBET GNAHORÉ 6 DEZ: 15H [EG]

© Fábio Gonçalves

© Luminar Studio

5 DEZ: 00H

MÃE DELA


MÚSICA

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CÍCERO Depois de cinco anos longe dos palcos portugueses, Cícero regressa com Concerto 1, um novo espetáculo que cruza música, teatro e cinema. Dia 15 de dezembro, o Teatro Maria Matos será palco de uma experiência imersiva que não só revisita a obra do artista brasileiro, como anuncia uma nova fase criativa. Neste novo formato, o músico surge num registo intimista, munido apenas de voz e violão, que entram em diálogo com uma orquestra virtual projetada em tempo real. O concerto está dividido em duas partes: na primeira, o público irá escutar arranjos clássicos de temas consagrados de Cícero através de uma fusão de luz, imagem e som; na segunda, será tempo para uma atmosfera mais contemporânea, baseada no mais recente disco, Uma Onda em Pedaços. FILIPA SANTOS

TEATRO MARIA MATOS 15 DE DEZEMBRO, ÀS 21H Avenida Frei Miguel Contreiras 52 / 213 621 648 / teatromariamatos.pt


69 CONCERTOS 8 MARVILA

ASUNA ARASHI 100 Keyboards 6 DEZ: 19H

ACADEMIA DE AMADORES DE MÚSICA

RIA - Recitais Improváveis na Academia

PARAPENTE 700 Violino e Concertina 6 DEZ: 18H

Entrada com donativo

MÚSICA

BASÍLICA DA ESTRELA

CORO DOS AMIGOS DO CONSERVATÓRIO NACIONAL + ENSEMBLE EFÉMERO Um Natal com Bach Ver destaque

14 DEZ: 21H [EG]

BIBLIOTECA DE ALCÂNTARA – JOSÉ DIAS COELHO

ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA + CORO DO TNSC Consonâncias VI 5 DEZ: 19H

AULA MAGNA

ORQUESTRA SINFÓNICA JUVENIL + CORO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA + CORO DA ESCOLA ARTÍSTICA DO INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA Bizet, Donize i, O enbach, Lehár, Strauss

BIBLIOTECA PALÁCIO GALVEIAS

CORO AD DIVITIAS (GRUPO DESPORTIVO DO INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA) Concerto coral

18 DEZ: 18H30 [EG]

BOTA

CORO DA BOTA 2 DEZ: 21H

SCÚRU FITCHÁDU | MÁQUINA 18 DEZ: 21H30

FOGO FOGO + CARLÃO

10 anos de Fogo Fogo 19 DEZ: 23H

BANDA SIMPATIA Um baile para Jorge Ben Jor 26 DEZ: 22H30

18 DEZ: 21H30

20 DEZ: 21H

Clássicos de Amália

PLUTO

20 Anos de Bom Dia 5 DEZ: 21H30

CASA CAPITÃO

BARBARA RODRIX

BAILINHO JORGE BEN JOR

10 DEZ: 21H

SARA CRUZ 11 DEZ: 21H

LUÍS PUCARINHO 12 DEZ: 21H

MORDO MIA 13 DEZ: 21H

A RODA GIGANTE 14 DEZ: 18H

20 DEZ: 21H

CAPITÓLIO

14 DEZ: 21H

5 DEZ: 20H30

Cantigas d’Ontem e d’Hoje

PEDRO MELO ALVES

CASA-MUSEU AMÁLIA RODRIGUES

EVOLS

EX VOTOS

CASA CHEIA

SOMBRA & ZEL, ACT OF FURY

12 DEZ: 21H

4 DEZ: 21H

7 DEZ: 21H

À La Portugaise

CASA DO COMUM DO BAIRRO ALTO

COISA NOSSA

Céu Aberto

ROSSANA

PLASTICINA, RAINSPOTING, A STUDY IN SCARLET

4 DEZ: 20H

PAULA SOUSA

CHARIF MEGARBANE | ROGÉR FAKHR

LEEMA

19 DEZ: 21H

3 DEZ: 21H

6 DEZ: 21H

13 DEZ: 21H

14 DEZ: 19H

WILD STRINGS TRIO

Reencontro

TÓ TRIPS & FAKE LATINOS

LEAH SONG E DUNCAN WICKEL

HETTA | CAVE STORY | REIA CIBELE | PRADO

ANTÓNIO NORTON

11 DEZ: 22H

18 DEZ: 21H

Lightgetsin Sessions

B.LEZA

Ver destaque

Encarnação

bib.alcantara@cm-lisboa.pt

5 DEZ: 21H

Highway Moon

DUQUES DO PRECARIADO

CORO COMUNITÁRIO

6 DEZ: 21H30

BEST YOUTH

16 DEZ: 21H

BOUTIQUE DA CULTURA – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

TER: 19H [EG] [MP]

ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DE LISBOA

COM SINAIS

6 DEZ: 11H

SHIKA SHIKA COLLECTIVE FEAT EL BÚHO, BARRIO LINDO, MIKE STELLAR, MESTIZANA (BAILE) 6 DEZ: 23H59

RODA DE SANTO 6 DEZ: 15H

CAROLINA DURANTE 11 DEZ: 22H

THE HIDDEN CAMERAS 12 DEZ: 21H

SOMDA #9 4 DEZ: 19H

A MINHA CANÇÃO É SAUDADE 6, 13, 20, 27 DEZ: 16H30

CENTRO CULTURAL DE BELÉM

JUNTOS POR GAZA

Com Ana Lua Caiano, Bárbara Tinoco, Capicua, Cara de Espelho, Carlão, Clã, Cristina Branco, Filipe Raposo, Jorge Palma, Mais Hriesh, Mário Laginha, Salvador Sobral, Selma Uamusse, Sérgio Godinho 4 DEZ: 20H

JORGE MOYANO

À descoberta da paixão pela música 9 DEZ: 18H30

RUI MASSENA Parents’ House 11 DEZ: 20H

JAFUMEGA 45 Anos

12 DEZ: 20H

ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA E JULIEN CHAUVIN A dinastia Bach 12 DEZ: 20H

GLENN MILLER ORCHESTRA 16 DEZ: 20H


MÚSICA

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RITA & OS USADOS DE QUALIDADE Rita & Os Usados de Qualidade é um projeto recente no panorama musical português, mas composto por nomes bem conhecidos. O grupo é constituído por Rita Redshoes (voz), José Peixoto (guitarra), Manuel Paulo (piano), Norton Daiello (baixo) e Ruca Rebordão (percussão). Criado com o intuito de celebrar a música na sua forma mais pura, trazendo composições de João Monge que falam de amor, vida e experiências partilhadas, o projeto tem uma identidade musical muito própria e percorre diversos estilos, já que os seus membros vêm de diferentes meios musicais. Rita & Os Usados de Qualidade apresentam o álbum de estreia, homónimo, no Teatro da Trindade a 9 de dezembro. FS

TEATRO DA TRINDADE 9 DE DEZEMBRO, ÀS 21H Rua Nova da Trindade, 9 / 213 423 200 / teatrotrindade.inatel.pt


71 ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA + CORO DO TNSC

Concerto de Natal – Missa para a noite de Natal de Ponchielli 21 DEZ: 17H

CHAPITÔ

HIJOS DE LUZIA 4 DEZ: 21H30

MOURADORES 6 DEZ: 21H30

1.º ANIVERSÁRIO DE SAMBA DA AMPULHETA 13 DEZ: 21H30

LARGO DA CUMBIA 18 DEZ: 21H30

CLUBE DO CHORO DE LISBOA SEG: 21H30 [EG]

QUARTAS DE SAMBA

MÚSICA TITO PARIS 12 DEZ: 21H30

RODRIGO LEÃO

Os Portugueses | O Rapaz da Montanha 19 DEZ: 21H

COSSOUL

TITO DJENA 4 DEZ: 21H [EG]

DEVIN GRAY TRIO 6 DEZ: 21H

CREATIVEFEST XIX - CREATIVE SOURCES

12 DEZ: 21H, 13 DEZ: 19H

L.O.B.A

19 DEZ: 21H

JASON MILES 20 DEZ: 21H

CULTURGEST

FENNESZ & LILLEVAN Mosaic

QUA: 21H30 [EG]

4 DEZ: 21H

SAMBA DOS DEMOCRATAS

TRÊS TRISTES TIGRES

SEX: 21H30

CINEMA UCI EL CORTE INGLÉS

Ópera na Tela

LA FORZA DEL DESTINO, DE GIUSEPPE VERDI 16 DEZ: 18H45

COLISEU DOS RECREIOS

THE NEW ORLEANS GOSPEL CHOIR

Streets of New Orleans 2 DEZ: 21H

FILIPE KARLSSON 4 DEZ: 21H

RAQUEL TAVARES Ver entrevista p. 18 5 DEZ: 21H

JP COIMBRA Revealing 6 DEZ: 22H

THE DOORS TRIP 7 DEZ: 22H

PIP MARINHO & GOMOJO 11 DEZ: 22H

Arca

Ver destaque 18 DEZ: 21H

EL CORTE INGLÊS ÂMBITO CULTURAL

SOLISTAS DA METROPOLITANA Ravel & Kodály

Met Opera

ANDREA CHÉNIER, DE UMBERTO GIORDANO 13 DEZ: 18H

CORO E ORQUESTRA GULBENKIAN

Messias de Händel

18 DEZ: 20H, 19, 20 DEZ: 19H

GALERIA ZÉ DOS BOIS

IGREJA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO AO RATO

CORO DOS AMIGOS DO CONSERVATÓRIO NACIONAL + ENSEMBLE EFÉMERO Um Natal com Bach Ver destaque

6 DEZ: 17H [EG]

LUÍS VICENTE, JOHN EDWARDS, VASCO TRILLA | JOSÉ LENCASTRE, JONAS CAMBIEN, MICHAEL FORMANEK, JOÃO LENCASTRE

IGREJA PAROQUIAL SÃO TOMÁS DE AQUINO

VERSUS

IGREJA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

3 DEZ: 21H

Pink Siifu

5 DEZ: 22H

MÁ ESTRELA Tornada

11 DEZ: 21H

CARRIER | ALËNA KOLESO | LOURNCO LVGS 12 DEZ: 22H

Living Room na ZDB

SSIEGE, CHANTSSSS, LIVING ROOM DJS 18 DEZ: 21H

ENSEMBLE SÃO TOMÁS DE AQUINO

Para escutar o Natal Magni cat - o Ventre da Palavra 21 DEZ: 16H30 [EG]

CORO DOS AMIGOS DO CONSERVATÓRIO NACIONAL + ENSEMBLE EFÉMERO Um Natal com Bach Ver destaque

13 DEZ: 21H [EG]

IGREJA DE SANTO ANTÓNIO

MANO A MANO O Disco de Natal 6 DEZ: 18H30 [EG]

11 DEZ: 18H30

Super Ballet

ESPAÇO M - SEDE DA METROPOLITANA

27 DEZ: 22H

SOLISTAS DA METROPOLITANA

GOETHE-INSTITUT

12 DEZ: 19H

SOLISTAS DA METROPOLITANA George Enescu 11 DEZ: 19H

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN

ORQUESTRA GULBENKIAN

Sinfonia Pastoral

4 DEZ: 20H, 5 DEZ: 19H

JAVIER PERIANES Piano

7 DEZ: 18H

ORQUESTRA GULBENKIAN

Concerto para Piano n.º 1 de Beethoven 11 DEZ: 20H, 12 DEZ: 19H

MARIA REIS | VAIAPRAIA

INSTITUTO DE HIGIENE E MEDICINA TROPICAL

Melodias de Natal

JOVENS SOLISTAS DA METROPOLITANA

LAV - LISBOA AO VIVO

Melodias de Natal da Metropolitana

SVITLANA TARABAROVA | ARTHOME

13 DEZ: 15H

3 DEZ: 17H30

IGREJA DAS MERCÊS

MARUJA

CORO DOS AMIGOS DO CONSERVATÓRIO NACIONAL + ENSEMBLE EFÉMERO

4 DEZ: 20H30

Ver destaque

9 DEZ: 21H

Um Natal com Bach 7 DEZ: 17H [EG]

GAEREA 5 DEZ: 21H

OCIE ELLIOTT 7 DEZ: 21H

SADIE JEAN


MÚSICA BAXTER DURY 10 DEZ: 20H

VLURE

11 DEZ: 20H

KRUDER & DORFMEISTER 13 DEZ: 21H

DJ PREMIER | THE ALCHEMIST

72 MISSA COM CORO E ÓRGÃO 14, 28 DEZ: 19H [EG]

MUSEU DE LISBOA PALÁCIO PIMENTA

CEF TANZY, ANNA JOYCE, GARRY, TABANKA DJAZ, DJ NIKESS, DJ NELSINHU, DJ DANILO 31 DEZ: 20H30

MACAM - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA ARMANDO MARTINS ÀCAPELA - LIVE ARTS&BAR

MARIA ANA BOBONE CONVIDA ANTÓNIO ZAMBUJO 4 DEZ: 20H [EG]

HOMEM EM CATARSE

6 DEZ: 18H [EG]

MUSEU DE LISBOA SANTO ANTÓNIO

CORO DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA

José Quaresma

Requer aquisição de bilhete do museu

Natal palaciano

MISSA FADISTA 14 DEZ: 17H [EG]

FADOS PARA SANTO ANTÓNIO José Quaresma 17 DEZ: 18H30

MUSEU NACIONAL DOS COCHES

CORO NACIONAL MASCULINO UCRANIANO DE BANDURISTAS Concerto de Natal 13 DEZ: 18H

Entrada com donativo MUSEU DO ORIENTE

12 DEZ: 21H30

SAL

3 DEZ: 19H30

MEO ARENA

XMAS IN THE NIGHT

The Greatest Hits World Tour 6 DEZ: 21H30

VEIGH

País Distante

MÚSICOS PELA ESPERANÇA

Concerto solidário com Artur Pizarro, Cristina Clara, Daniel Bernardes, Filipe Raposo, João Farinha, Maria João, Ricardo Ribeiro, Jovens da APPACDM Lisboa 6 DEZ: 19H

8 DEZ: 18H30

SOLISTAS DA METROPOLITANA

SILENCE4

13 DEZ: 17H

Eu venci o mundo 12, 13 DEZ: 21H30

IL VOLO

14 DEZ: 20H

MOSTEIRO DE SÃO VICENTE DE FORA

CICLO DE CONCERTOS DE ÓRGÃO DE SÃO VICENTE DE FORA 13 DEZ: 17H [EG]

30 DEZ: 19H30 [EG]

Requer levantamento de bilhete

JOÃO PAULO ESTEVES DA SILVA

19 DEZ: 21H30

6º. FESTIVAL ITINERANTE DE PERCUSSÃO

ENSEMBLE LES SECRETS DES ROYS

20 DEZ: 21H

Reveillon 25/26

20 DEZ: 19H

Do Cáucado ao Levante

PALÁCIO NACIONAL DA AJUDA

13 DEZ: 16H

PANTEÃO NACIONAL

5.º Ciclo de Concertos – Música no Panteão

UMA VIAGEM ROMÂNTICA

Recital de Canto e Guitarra 14 DEZ: 18H

SAINT DOMINICS GOSPEL CHOIR Concerto de Natal 19 DEZ: 21H

REITORIA DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA

ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA Concerto de Natal

OS MÚSICOS DO TEJO E não o fazer!

Concerto-ensaio-pausagreve 4 DEZ: 10H

TEATRO MARIA MATOS

CÍCERO

Concerto 1

Ver destaque 15 DEZ: 21H

BERNARD WERBER 16 DEZ: 21H

TEATRO TIVOLI BBVA

DELFINS

U outro lado 1, 2 DEZ: 21H

DIOGO PIÇARRA

Há sempre uma música 3 DEZ: 21H

TEATRO DA TRINDADE

RITA & OS USADOS DE QUALIDADE Ver destaque 9 DEZ: 21H

TIME OUT MARKET MERCADO DA RIBEIRA

YAGO OPROPRIO 7 DEZ: 22H

19 DEZ: 21H

TURIM – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

REPÚBLICA DA MÚSICA

Cidade Escura

Alma Mater Nights

GLASYA + INHUMAN 12 DEZ: 21H

THE INSPECTOR CLUZO 13 DEZ: 20H30

SAGRES CAMPO PEQUENO

MINTA & THE BROOK TROUT 19 DEZ: 21H30

ZARATAN – ARTE CONTEMPORÂNEA

Super Divas

ANA DEUS 6 DEZ: 17H30

BAIXA SHIATSU 13 DEZ: 17H30

FERNANDO ALTUBE

GALA DOS SONHOS

Interferências

Piano

6 DEZ: 21H

16 DEZ: 19H [EG]

TIAGO BETTENCOURT

6 DEZ: 18H

Requer levantamento de bilhete

ASSOCIAÇÃO SETÚBAL VOZ - ATELIÊ DE MUSICAIS PARA JOVENS Carmen, o Musical

18 DEZ: 21H30

SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL

GALA ABRAÇO 1 DEZ: 20H

FUHRER DUHRER + JANGADA DE PEDRA VUDUVUM VADAVÃ + NÃO CONFUNDIR COM 13 DEZ: 18H


MÚSICA

BEST YOUTH Os Best Youth celebram dez anos do disco de estreia, Highway Moon (2015), com um concerto no B.Leza. O duo portuense, cuja sonoridade cruza eletrónica e indie pop, tem andado pelo país a apresentar o sucessor de Cherry Domino (2018), Everywhen (2024), que o público alfacinha já teve oportunidade de ouvir ao vivo. Agora, Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas rumam novamente ao sul para se concentrarem no álbum que os deu a conhecer, e de onde saíram alguns dos seus temas mais icónicos, como Mirroball, Red Diamond, Black Eyes ou Sunbird. Em palco, irão interpretar o disco na íntegra, mas haverá tempo para viajar pela restante discografia. FS

B.LEZA 11 DE DEZEMBRO, ÀS 22H Cais da Ribeira Nova, Armazém B / 210 106 837 / facebook.com/BlezaClube

© André Brito

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MÚSICA

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UM NATAL COM BACH Este ano, o Coro dos Amigos do Conservatório Nacional (CACN) e o Ensemble Efémero voltam a celebrar o Natal em igrejas de Lisboa com quatro concertos de entrada livre. Depois de, o ano passado, Um Natal Austríaco em Lisboa ter sido um sucesso, o CACN e o Ensemble Efémero – sob direção do maestro Luís Lopes Cardoso – apresentam peças de música coral-sinfónica que têm como figural central Johann Sebastian Bach. O programa é composto por cantata de Bach para a Festa da Anunciação do Anjo a Maria (BWW 1), que assinala o momento da Encarnação (uma peça de exuberante fantasia-coral); Magnificat em Dó Maior, de Antonio Caldara, e Te Deum, de Jan Dismas Zelenka. FS IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO AO RATO 6 DE DEZEMBRO, ÀS 17H IGREJA DAS MERCÊS 7 DE DEZEMBRO, ÀS 17H IGREJA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS 13 E 14 DE DEZEMBRO, ÀS 21H BASÍLICA DA ESTRELA 14 DE DEZEMBRO, ÀS 21H


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MÚSICA

FESTIVAIS 11.ª EDIÇÃO SONS PELA CIDADE IGREJA DE SANTA ISABEL

SOLISTAS DA METROPOLITANA Ravel & Kodaly 13 DEZ: 16H

JUNTA DE FREGUESIA DE CAMPOLIDE

SOLISTAS DA METROPOLITANA Melodias Tradicionais do Natal 14 DEZ: 17H

[EG] dmc.dac@cm-lisboa.pt | 218 170 900

FESTA DO JAZZ

CENTRO CULTURAL DE BELÉM Ver destaque

JOÃO BARRADAS | SARA SERPA QUARTETO 19 DEZ: 21H

ENCONTRO NACIONAL DE ESCOLAS Jazzopa

20 DEZ: 16H30

MATEUS SALDANHA QUARTET ROBINSON KHOURY MŸA 20 DEZ: 21H

BRIAN JACKSON 20 DEZ: 22H30

PERSPETIVAS INTERNACIONAIS SOBRE O JAZZ EM PORTUGAL Conversa

21 DEZ: 11H

ENCONTRO NACIONAL DE ESCOLAS 21 DEZ: 13H30

ANALOGIK 21 DEZ: 16H30

FESTA DO JAZZ Organizada pela Associação Sons da Lusofonia desde 2003, a Festa do Jazz é o grande ponto de encontro do jazz em Portugal. O evento pretende ser um espaço aglutinador que serve as diferentes comunidades do jazz português, reunindo diferentes públicos, artistas, agentes e estudantes de jazz de todo o país. Este mês, a Festa regressa ao CCB com uma programação dedicada à “expansão das sonosferas jazzísticas e as suas expressões orais mais libertadoras”. O festival inclui concertos de João Barradas, Sara Serpa Quarteto, Mateus Saldanha Quartet, Brian Jackson e André Carvalho, entre outros. Ver programa nesta página e seguinte. FS

HILDE

21 DEZ: 17H30

CENTRO CULTURAL DE BELÉM 19 A 21 DE DEZEMBRO Praça do Império / 213 612 627 / ccb.pt

© Pedro Jafuno

20 DEZ: 17H30


MÚSICA ANDRÉ CARVALHO Of Fragility and Impermanence 21 DEZ: 21H

ENSEMBLE FESTA DO JAZZ COM SOFIA BORGES (BATERIA/ ELECTRÓNICAS), CLARA SALEIRO (FLAUTAS), JOÃO GATO (SAXOFONES), MARIA DO MAR (VIOLINOS) ABDUL MOIMÊME (GUITARRA), MICHAEL FORMANEK (CONTRABAIXO) 21 DEZ: 22H30

FESTIVAL CRIASONS - MÚSICA E LITERATURA

BIBLIOTECA DE MARVILA Apresentação da 5.ª edição e sessão de lançamento, com Dulce Maria Cardoso, Gonçalo M. Tavares, Joana Bértholo, Valter Hugo Mãe, José Luís Peixoto (escritores), Alfredo Teixeira, Amílcar Vasques Dias, André Carvalho, César Viana, Estêvão Chissano (compositores) 11 DEZ: 17H [EG]

FESTIVAL EMERGENTE – 7.ª EDIÇÃO BOTA

27 A 29 DEZ

FESTIVAL ESTORIL LISBOA - FESTIVAL NO OUTONO SÉ DE LISBOA

LAURA MENDES, ORGÃO | BEATRIZ RESENDES, ÓRGÃO Concerto Extraordinário

76 IGREJA DO CONVENTO DOS CARDAES

HOPKINSON SMITH, ALAÚDE RENASCENTISTA | SOPHIE KLUSSMAN, SOPRANO

Música da renascença para voz e alaúde 5 DEZ: 21H [EG]

ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DE LISBOA

MADALINA IOANA PETRE, GUITARRA O repertório brasileiro para guitarra, fusões e in uências 3 DEZ: 19H [EG]

TODOS OS DIAS: 11H-20H

MUSEU DO FADO

VARIAÇÕES PARA CARLOS PAREDES ATÉ 18 JAN TER A DOM: 10H-18H

WORKSHOPS OFICINAS CURSOS

FABIO ZANON, GUITARRA

BIBLIOTECA DE BELÉM

ANTÓNIO ROSADO, PIANO

Dinamizado por Carla Louro

7 DEZ: 21H

10 DEZ: 21H

TEATRO TIVOLI BBVA

ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA O Mundo da Ópera 8 DEZ: 17H

IGREJA DE SÃO VICENTE DE FORA

DANIEL BEILSCHMIDT, ÓRGÃO | CAPELLA DE S. VICENTE Advento e Natal em diálogo 13 DEZ: 17H [EG]

CONVERSAS CONFERÊNCIAS MUSEU DO FADO

Paredes com Povo dentro

Ciclo de conversas com moderação de Miguel Carvalho

LUÍS CÍLIA E VIRIATO TELES 4 DEZ: 19H

JOSÉ CARLOS VASCONCELOS E MANUEL FARIA 11 DEZ: 19H [EG] [MP]

comunicacao@museudofado. pt

1 DEZ: 21H [EG]

PANTEÃO NACIONAL

imersiva

EXPOSIÇÕES 8 MARVILA

AH, AMÁLIA - LIVING EXPERIENCE

Experiência biográ ca

OFICINA DE PIANO PARA PRINCIPIANTES 6 DEZ: 16H [EG] [MP]

bib.belem@cm-lisboa.pt BIBLIOTECA DE MARVILA

OFICINA DE CANTO/CORO DE MARVILA

2, 9, 16 DEZ: 18H [EG] [MP]

bib.marvila@cm-lisboa.pt

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN

(QUASE) TUDO O QUE SEMPRE QUIS SABER SOBRE MÚSICA CLÁSSICA E TEVE MEDO DE PERGUNTAR

& CORO ALTO

A Beleza – Louvor no Barroco italiano 12 DEZ: 21H

IGREJA DO SEMINÁRIO DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DA LUZ

CORO DE CÂMARA DO INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA A noite – Mistério e luz no Natal do mundo 14 DEZ: 17H

CINEMA SÃO JORGE

ORQUESTRA POP PORTUGUESA O Boneco de Neve 8 DEZ: 16H30

CAPITÓLIO

LISBOA FADO, TERRA NATAL

Com Katia Guerreiro, Cristina Branco, Hélder Moutinho, Pedro de Castro 13 DEZ: 21H

PANTEÃO NACIONAL

SAINT DOMINIC’S GOSPEL CHOIR 19 DEZ: 21H

[EG] Requer levantamento de bilhete no local e dia do espetáculo

O apelo do passado: de Grieg aos nossos dias Curso sobre música clássica 15 DEZ: 18H30

FESTAS DE NATAL 2025 MÚSICA NAS IGREJAS

IGREJA DE SÃO VICENTE DE FORA

CONCERTO CAMPESTRE

O Dia – Entre a luz e a sombra do Barroco ibérico 5 DEZ: 21H

IGREJA DE SANTA ISABEL

SETE LÁGRIMAS A Palavra – Voz e silêncio na devoção Ibérica 7 DEZ: 17H

IGREJA DE NOSSA SENHORA DOS NAVEGANTES

ALTOS DO BAIRRO

[EG] ENTRADA GRATUITA [MP] MARCAÇÃO PRÉVIA [E] ESCOLAS [IA] INSCRIÇÕES ABERTAS + INFO

AGENDALX.PT


MÚSICA

TRÊS TRISTES TIGRES Conhecidos sobretudo pela canção O Mundo a meus Pés, os Três Tristes Tigres alcançaram grande sucesso na década de 90. Atualmente, o grupo é composto pela carismática vocalista Ana Deus (ex-BAN) e por Alexandre Soares (cofundador dos GNR), contando com a colaboração da poetisa Regina Guimarães nas letras. Os Tigres lançaram, recentemente, o quinto disco de originais, Arca, composto por canções “sobre migrações e turbulências animadas pelo desejo de contágios amorosos” e com o qual enviam “cartas de amor ao mundo”. Deste trabalho já são conhecidos os temas Animália, Água e Exodus (que conta com a participação d’A garota não), que a banda leva este mês ao palco da Culturgest. FS

CULTURGEST 18 DE DEZEMBRO, ÀS 21H Rua Arco do Cego, 50 / 217 905 454 / culturgest.pt

© Colagens de Hilda Reis, a partir de fotogra as de fotogra as de Cristina Pinto

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OLEANNA Insegura face ao seu desempenho académico, Carol procura ajuda junto de John, um dos professores da universidade onde estuda. No gabinete do docente, constantemente interrompidos pelo telefone que toca, John e a aluna estabelecem alguma cumplicidade, acabando o professor por sugerir a Carol que apareça mais vezes para, segundo ele, ajudar a jovem a atingir a classificação máxima no final do semestre. Num encontro posterior, uma Carol confiante e eloquente regressa ao gabinete de John na decorrência de uma queixa que apresentou contra ele por assédio sexual. O professor tenta demovê-la, evitando assim o desmoronamento da carreira profissional e da sua vida familiar. Escrita por David Mamet em 1992, Oleanna, peça intimista e claustrofóbica, é um dos mais vigorosos exercícios teatrais contemporâneos sobre o assédio, o poder, a classe social e, talvez o mais importante, a linguagem quando “usada como ferramenta de dominação”, que é “também o meio através do qual se criam realidades”. Com interpretações de Bárbara Branco e João Pedro Vaz, Carlos Pimenta volta a encenar esta tragédia moderna de Mamet, 16 anos depois de o ter feito, no Porto, com o Ensemble – Sociedade de Actores. FREDERICO BERNARDINO

SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL 6 A 21 DE DEZEMBRO Rua António Maria Cardoso, 38 / 213 257 640 / teatrosaoluiz.pt

© Margarida Dias

TEATRO


79 ESTREIAS BIBLIOTECA DE MARVILA

REUNIÃO

Associação Cultural As Niepce’s. Criação de Inês Cóias e Mia Meneses.

Apresentação pública de um espetáculo que questiona políticas, representações e barreiras sociais. 5 DEZ: 20H

BOUTIQUE DA CULTURA - UM TEATRO EM CADA BAIRRO

A MINHA MULHER... De e com João Borges de Oliveira, Miguel Migueis e João Lara.

Três homens sobem ao palco para partilhar histórias que não lhes pertencem inteiramente, mas que os moldaram para sempre: as das mulheres que zeram parte da sua vida. 2 A 18 DEZ TER A QUI: 21H

CHAPITÔ

CABARET DE NATAL

UPP-União das Palhaças em Portugal. 20 DEZ: 21H

CLUBE ESTEFÂNIA

O CORAÇÃO DE UM PUGILISTA

Teatro das Beiras. Texto de Lutz Hübner; encenação de Jorge Silva; com Miguel Brás e Victor Santos.

Um velho pugilista internado num lar começa a ter por companhia um jovem delinquente a cumprir serviço comunitário. 13 DEZ: 21H

NOT A LOVE LETTER Casa Cheia. A partir da obra de Fernando Pinto do Amaral. Direção de Miguel Mateus; com Alice Ruiz.

Uma pintura da vida quotidiana na sua mais vertiginosa e inevitável monotonia, que nos leva quase sempre à desistência. 18 A 20 DEZ: 21H, 21 DEZ: 17H30

CORUCHÉUS - UM TEATRO EM CADA BAIRRO

SINTO MUITO, SINTO TANTO

Coletivo Molécula.

TEATRO Com Chimeaera, Fred, Inês Elvino e Márcia Mendonça.

Com uma abordagem interdisciplinar, exploram-se emoções muitas vezes esquecidas num quotidiano acelerado e individualista. 20 DEZ: 20H

CULTURGEST

JOSÉ AFONSO, AO VIVO NOS COLISEUS, 1983

Teatro Experimental do Porto. Textos de Lígia Soares, Marta Figueiredo, Miguel Cardoso, Rui Pina Coelho e Susana Moreira Marques; encenação de Gonçalo Amorim; direção musical de Mariana Leite Soares e Pedro João; com Catarina Chora, Catarina Carvalho Gomes, Inês Salvado, Mariana Leite Soares, Pedro João, Xosé Lois Romero, Hugo Inácio e Josué. Ver destaque

11, 12 DEZ: 21H, 13 DEZ: 19H

ESCOLA DO LARGO

DRESSING ROOM

Criação e intepretação de Lígia Soares.

Tendo como ponto de partida um vestido caro, uma narrativa crítica e irónica sobre o valor simbólico dos objetos e sobre o custo, material e moral, da criação artística. 4 A 14 DEZ QUI A SÁB: 21H, DOM: 20H

MUSEU DO ORIENTE

ODE MARÍTIMA DE ÁLVARO DE CAMPOS

Criação e interpretação de Carlos Martins da Fonseca. A longa epopeia modernista do heterónimo futurista de Fernando Pessoa. 12 DEZ: 17H

QUINTA ALEGRE - UM TEATRO EM CADA BAIRRO

CORPO NA TROUXA

Autoria e interpretação de Shahd Wadi; video

de Reema Tawil.

Uma performance inspirada na história de exílio da família palestiniana de Shahd Wadi. 5 DEZ: 14H30, 6 DEZ: 19H

SALA ESTÚDIO VALENTIM DE BARROS

RITO DE TRANSIÇÃO: CORPO T

No âmbito do projeto STAGES. Criação de Ritó Natálio; com Amador Alina Folini, Jonas Van, Penélope Levi Natálio, Ritó Natálio e Shereya.

Uma ode às parentalidades e infâncias queer, brincando com a linguagem que se transmite e que transita entre a boca de pessoas adultas e a boca das crianças (e vice-versa). 3 A 7 DEZ QUA, QUI: 20H, SEX: 21H, SÁB: 19H, DOM: 16H

SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL

OLEANNA

Culturproject. Texto de David Mamet; encenação de Carlos Pimenta; com Bárbara Branco e João Pedro Vaz. Ver destaque

6 A 21 DEZ QUA A SÁB: 19H30, DOM: 16H

PROMETO-ME MODERNA

Causas Comuns. Texto e encenação de Alice Azevedo; com Alice Azevedo, Eduarda Arriaga, June João, Lila Vivo e Vítor Silva Costa. Do mito de Prometeu a Mary Shelley e Susan Stryker, “uma artista trans vê-se parte de tudo isto”. 11 A 21 DEZ QUA A SÁB: 20H, DOM: 17H30

TEATRO DO BAIRRO

DIGGING DEEPER ON: ONION FIELDS FROM ABOVE

Criação e interpretação de Carla Madeira, Gustavo Antunes, Julian Sanchez e Miguel Ferrão Lopes; pesquisa e direção artística de Miguel Ferrão Lopes. 13, 14 DEZ: 21H

A NOVELA

Colectivo Cultura Alentejo. Encenação de Cláudio Henriques; com Cláudio Henriques, Maria Toureiro, Rui Serrano e So a Soares Ribeiro. Quando o realizador de uma telenovela se demite para “seguir o sonho de fazer teatro”, o caos instala-se no estúdio. 19 DEZ: 21H30, 20, 21 DEZ: 18H

TEATRO DO BAIRRO ALTO

L’ADDITION

Texto de Tim Etchells com Bertrand Lesca e Nasi Voutsas; encenação de Tim Etchells; criação e interpretação de Bertrand Lesca e Nasi Voutsas. Ver destaque

19, 20 DEZ: 19H30

TEATRO IBÉRICO

RIDÍCULAS CARTAS InPugna. A partir das cartas de Fernando Pessoa a Ophélia Queiroz. Encenação de João Telmo.

As cartas escritas por Pessoa a Ophélia Queiroz são ponto de partida para “um laboratório de cções em torno do amor”. 5, 6 DEZ: 21H, 7 DEZ: 19H

PONTO MORTO

Texto de Hélio Sussekind; encenação de Camilo Bevilacqua; com Daniel Martinho e Danilo da Mata.

Uma travessia entre a lucidez e o delírio, entre o gesto e o silêncio, através da jornada de um pai e de um lho. 11 A 21 DEZ QUI A SÁB: 21H, DOM: 19H

TEATRO VILLARET

O RECÉM-NASCIDO Texto, direção e interpretação de Pedro Cardoso. 15 DEZ: 21H

TURIM - UM TEATRO EM CADA BAIRRO

QUANTAS QUERES? Autoria e interpretação de Inês Miranda e


TEATRO Liliana Marques

Uma sátira surrealista sobre o silêncio, a morte e o medo. 14 DEZ: 17H

VÁRIOS LOCAIS

A MÃO DO SENHOR

Loup Solitaire. Texto e encenação de Elmano Sancho; com Elmano Sancho e Mónica Calle. Espetáculo itinerante com ponto de encontro no Passeio do Lumiar, junto à Igreja do Lumiar. 11 A 14 DEZ QUI, SEX: 20H, 22H, SÁB, DOM: 17H, 19H

CONTINUAM AUDITÓRIO DOS OCEANOS - CASINO LISBOA

SEXO E A IDADE

UAU. Texto de Roberto Pereira; encenação de Adriano Luz; com Jorge Mourato, Pedro Teixeira, Diogo Valsassina e Manuel Marques. ATÉ 28 DEZ QUA A SEX: 21H, SÁB: 17H, 21H

COM CALMA ESPAÇO CULTURAL

NOITES DE IMPRO

ImproMix. Autoria e interpretação de Mariana Trindade, Mari Goldani, Pedro Pedroso e Tiago N. Pinheiro. 11 DEZ: 21H

MICRO-TEATRO ABC

FERNANDO PESSOA AO ALMOÇO TEATRO ABC – Companhia Nacional de Teatro Português. Criação e interpretação de Nuno Miguel Henriques. ATÉ 19 DEZ SEX: 21H45

MUSEU DA FARMÁCIA

LOUCAS POR ELE

A partir de ideia original de Orlando Silva e Marco Pedrosa. Texto e encenação de Marco Pedrosa; com Marco Pedrosa, Beatriz

80 Cadete, Márcia Borges e Orlando Silva. ATÉ 20 DEZ SÁB: 21H30

TEATRO ARMANDO CORTEZ

UM QUINTETO DE MORTE

UAU. A partir de The Ladykillers de Graham Linehan. Inspirado no argumento de William Rose; tradução e encenação de Frederico Corado; com Florbela Queiroz, José Raposo, Carlos Areia, Heitor Lourenço, Miguel Raposo, Ricardo Raposo, António Machado e Fátima Severino. QUA A SÁB: 21H, DOM: 18H

TEATRO DA COMUNA

O ARQUITETO E O IMPERADOR DA ASSÍRIA Comuna Teatro de Pesquisa. Texto de Fernando Arrabal; encenação de João Mota; com Francisco Pereira de Almeida e Rogério Vale.

ATÉ 14 DEZ QUA, QUI: 19H, SEX, SÁB: 21H, DOM: 16H

TEATRO MARIA MATOS

À PRIMEIRA VISTA

Força de Produção. Texto de Suzie Miller; encenação de Tiago Guedes; com Margarida Vila-Nova. ATÉ 9 DEZ SEG, TER: 21H

COELHO BRANCO, COELHO VERMELHO

Força de Produção, em associação com Nassim Soleimanpour Productions. De Nassim Soleimanpour. ATÉ 17 DEZ QUA: 21H

ARTE

Força de Produção. Texto de Yasmina Reza; encenação de António

Pires; com Cristovão Campos, Nuno Lopes e Rui Melo. ATÉ 21 DEZ QUI A SÁB: 21H, DOM: 18H

TEATRO MARIA VITÓRIA

PARA, QUE É URGENTE!

Produção de Hélder Freire Costa. Textos de Renato Pino, Miguel Dias e Nuno Nazareth Fernandes; música de Miguel Dias, Carlos Pires e Nuno Nazareth Fernandes; encenação de Renato Pino; com Bárbara Norton de Matos, Miguel Dias, Paulo Vasco, Ana Catarina Grilo, Rita Mendes Nunes, Renato Pino e outros. QUI, SEX: 21H30, SÁB, DOM: 16H30, 21H30

TEATRO TABORDA

O LIDL DA ESTAÇÃO DE SERVIÇO

Teatro da Garagem. Texto e encenação de Carlos J. Pessoa; com Ana Lúcia Palminha, Célia Teixeira, João Estima e Pedro Lacerda. A nova criação do TdG “utiliza a ansiedade do trânsito” como “uma metáfora para a inquietação do Ocidente e a quebra de con ança nos valores cívicos”. ATÉ 7 DEZ QUI, SEX: 19H30, SÁB: 21H, DOM: 16H30

TEATRO DA TRINDADE INATEL

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS A partir de Lewis Carrol; encenação de Marco Medeiros; direção musical de Artur Guimarães; com Alexandre Carvalho, Diogo Mesquita, FF, JP Costa, Mariana Lencastre, Rita Tristão da Silva, Romeu Vala, Ruben Madureira, Sissi Martins e Soraia Tavares; e os músicos

André Galvão, Artur Guimarães, Carlos Meireles, João Valpaços, Marcelo Cantarinhas e Tom Neiva. ATÉ 28 DEZ QUA A SÁB: 21H, DOM: 16H30

MENINA JÚLIA

Teatro da Trindade INATEL e LAMA Teatro. Texto de August Strindberg; adaptação e encenação de João de Brito; com Helena Caldeira, João Jesus e Rita Brü . QUA A DOM: 19H

TEATRO VARIEDADES

ESTAR EM CASA

Teatro do Eléctrico. A partir de Adília Lopes. Direção e dramaturgia de Ricardo NevesNeves; com Sílvia Filipe. ATÉ 11 JAN QUA A SÁB: 21H30, DOM: 16H

DEFINITIVAMENTE AS BAHAMAS Teatro do Eléctrico. Texto de Martin Crimp; encenação de Ricardo Neves-Neves; com Custódia Gallego, Marques D’Arede e Cristina Gayoso Rey.

ATÉ 11 JAN QUA A SÁB: 19H, DOM: 20H

TEATRO VILLARET

MÃES

Força de Produção. Texto de Sue Fabisch; encenação de Ricardo Neves-Neves; direção musical de Artur Guimarães; com Ana Cloe, Gabriela Barros, Raquel Tillo e Tânia Alves.

QUA A SÁB: 21H, DOM: 17H

TIME OUT MARKET MERCADO DA RIBEIRA

QUEM ESTÁ AÍ?

H2N. Textos de William Shakespeare; direção de Ron Daniels; com Thiago Lacerda.

Uma peça composta por excertos de Hamlet, Medida por Medida e Macbeth, de


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TEATRO

William Shakespeare. ATÉ 3 DEZ SÁB A QUA: 21H

TURIM - UM TEATRO EM CADA BAIRRO

A VELHA SENHORA

Meia Palavra Basta Associação Cultural. Texto e encenação de Márcia Cardoso; com António Ignês, Diana Vaz, Marta Gil, Francisco Beatriz, Ricardo Barbosa e João Tempera (voz).

ATÉ 7 DEZ QUI A SÁB: 21H30, DOM: 17H

FESTIVAL PORTA DOS FUNDOS CENTRO CULTURAL DE BELÉM

PORTÁTIL

Fábio Porchat com Gregório Duvivier, João Vicente de Castro e Gustavo Miranda. 13 DEZ: 21H30, 14 DEZ: 17H30, 21H30

JOSÉ AFONSO AO VIVO NOS COLISEUS, 1983

© Gonçalo Amorim

FESTIVAIS

CINEMA SÃO JORGE

NÃO IMPORTA!

Gregório Duvivier e João Vicente de Castro com Bruno Nogueira (dia 16) / Valter Hugo Mãe (dia 17) / César Mourão (dia 18). 16 A 18 DEZ: 19H30

QUE HISTÓRIA É ESSA, PORCHAT?

Fábio Porchat com Joaquim de Almeida, Gilmário Vemba e Bumba na Fo nha (dia 16) / Fafá de Belém, Cândido Costa e Nuno Markl (dia 17). 16, 17 DEZ: 22H

STAND UP E ANDA Exibição de lme de Natal da Porta dos Fundos seguido de conversa entre Fábio Porchat e Ricardo Araújo Pereira.

A 29 de janeiro, em Lisboa, e a 25 de maio de 1983, no Porto, José Afonso, “o cantor da Revolução”, dava os seus derradeiros concertos. O Zeca, como afetuosamente era conhecido, debatia-se já com a doença que haveria de o vitimar antes de dobrar os 60 anos, em 1987. Aquelas noites inesquecíveis, sobretudo a do Coliseu de Lisboa, registada em disco e através das câmaras da RTP, haviam de ficar marcadas na história recente de Portugal, até porque, simbolicamente, significaram o fim de um tempo. É este “adeus simbólico” à Revolução e à “utopia de Abril” que Gonçalo Amorim e o Teatro Experimental do Porto decidiram convocar neste “espetáculo que entrelaça música, teatro, performance e poesia”. Recusando o tom nostálgico e a mera reprodução dos concertos, José Afonso, ao vivo nos Coliseus, 1983 encontra na figura daquele que é o mais influente músico português da segunda metade do século XX, um veículo para enfrentar os tempos sombrios que vivemos. Através da sua música e do seu pensamento, esta é uma reinvenção teatral do legado de Zeca Afonso destinada, como diria o próprio numa das suas últimas entrevistas, a “criar desassossego”. FB

18 DEZ: 22H

CULTURGEST 11 A 13 DE DEZEMBRO Rua Arco do Cego, 50 / 217 905 454 / culturgest.pt


A partir de Frankenstein de Mary Shelley De Alice Azevedo 11 A 21 DEZ

2025 A classificar pela CCE © Pedro Macedo

14 DEZ

17 A 21 DEZ

19 E 21 DEZ

TEATRO


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TEATRO

STAND-UP COMEDY CINEMA SÃO JORGE

ACESSO RESTRITO André do Karaté 7 DEZ: 22H

MUSEU DA FARMÁCIA

O QUE ELES FALAM DELAS Marcos Pedrosa 12 DEZ: 22H

TEATRO MARIA MATOS

NÃO MANDAS EM MIM Inês Lopes Gonçalves 22 DEZ: 21H

TEATRO TIVOLI BBVA

Ana Markl e Tânia Graça 12, 13 DEZ: 21H

TURIM - UM TEATRO EM CADA BAIRRO

CRIVO

David Cristina e convidados 13 DEZ: 21H30

ATELIÊS OFICINAS WORKSHOPS ACT ESCOLA DE ATORES

Workshop intensivo de Teatro Por Ricardo Neves-Neves 4 A 6 DEZ: 10H-19H

Iniciação às técnicas do ator – especial Natal Por Nuno Nunes, Elena Castilla, So a de Portugal e Inês Nogueira 9 A 19 DEZ

IN IMPETUS

Iniciação ao Teatro TER, QUI: 20H-22H30

SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL

Novos os: um teatro de transformação Projeto Funicular. Com Frank Soehnle. 5 A 7 DEZ: 10H-13H/14H30-18H [EG] ENTRADA GRATUITA [MP] MARCAÇÃO PRÉVIA [E] ESCOLAS [IA] INSCRIÇÕES ABERTAS + INFO

AGENDALX.PT

L’ADDITION É impossível assistir a este espetáculo e não pensar quase de imediato em À espera de Godot, de Beckett. A razão é simples: L’Addition é uma performance em loop que desafia o tempo num único cenário. Criada pelo britânico Tim Etchells, diretor do coletivo britânico Forced Entertainment, com os talentosos Bert & Nasi (Bertrand Lesca e Nasi Voutsas), esta “comédia absurdamente soberba”, como a considerou o The Guardian, passa-se num restaurante onde a dupla, como que aprisionada numa única cena, vai alternando os papéis de empregado e cliente. Tudo começa quando o cliente pede um copo de vinho e o empregado o serve. E volta a servir, e servir, e servir, até que o vinho se entorna e todo um ritual, que consiste, entre outras nuances, na mudança de toalha e na substituição de talheres e guardanapos, se vai desenrolando. Entretanto, tudo volta ao início, mas sempre com pequenas variações, sobretudo nos comportamentos, ora do empregado, ora do cliente. Por isso mesmo, L’Addition é considerado um objeto surpreendente que brinca “tanto com os mecanismos do teatro como com as relações de poder”. FB

TEATRO DO BAIRRO ALTO 19 E 20 DE DEZEMBRO Rua Tenente Raul Cascais 1A / 218 758 000 / teatrodobairroalto.pt

© Christophe Raynaud de Lage/Festival d’Avignon

VOZ DE CAMA


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CULTURA DE BAIRRO

Alfama

GABRIELA LOURENÇO TEXTO

MANUEL RODRIGUES LEVITA F OT O G R A F I A S

PAULO ANTUNES TÍPICA DE ALFAMA A culpa acabou por ser da disciplina de matemática que, no 12.º ano, cou para trás. Com mais tempo livre, Paulinho (assim lhe chamam os amigos) propôs aos pais já reformados que comprassem um café em Alfama, ali mesmo ao lado da rua onde nascera e onde todos viviam, e foi ele que o batizou. Houve, ainda, uns anos em que experimentou a pro ssão que tinha feito do pai um estivador, mas acabou por voltar em exclusivo ao balcão da sua Típica de Alfama. Aos 48 anos, a sua vida confunde-se com a deste lugar que está exclusivamente a seu cargo desde a pandemia.


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ALFAMA

A Típica de Alfama transformou-se num ponto de encontro de músicos de diferentes geogra as. Todas as noites, os concertos aproximam artistas e espectadores, num bairro onde a cultura se faz em comunhão. Paulo Antunes fala-nos do seu café e de outros lugares na vizinhança.

Música entre amigos

Paulo percebeu que os concertos lhe traziam freguesia e não deixou mais de os organizar. “Todas as pessoas que aqui tocam são meus amigos.” Das dez da noite às duas da manhã, a música acompanha os petiscos e as bebidas. A segunda-feira é o dia do fado, com um trio que se formou ali: André Ramos, Pedro Dias e António Martins trazem duas guitarras portuguesas e uma viola, e não raramente há quem se junte a eles. “Muitos músicos de fado vêm quando acabam de trabalhar e formam uma tertúlia.” À terça a noite é de chorinho brasileiro e já chegaram a estar 14 músicos lá dentro, com sopros, percussão, violas de sete cordas e tudo mais o que apareceu. E se as quartas-feiras se repartem entre três bandas com artistas portugueses e brasileiros, às quintas ora se ouve samba, ora tarantelas. As sextas são dedicadas ao jazz rock, os sábados à música balcã e mediterrânica, e, por último, os domingos aos boleros. Paulinho fala dos seus artistas com entusiasmo: “São todos tão bons”, garante. “A Típica tornou-se um ponto de referência da comunidade. A maioria dos clientes são músicos que vêm ouvir outros músicos e, de forma espontânea, participar nestes encontros.” Por isso, os cruzamentos não são raros e até já se ouviram boleros tocados com guitarra portuguesa. Conjuntos como a Típica Roda de Choro ou Los Típicos de Alfama não escondem onde nasceram. “É mesmo um ambiente extraordinário.”

OS LOCAIS

Foi “obra do acaso”, assegura Paulo Antunes, o dono da Típica de Alfama, onde acontecem concertos todas as noites. O café que abriu com os pais há quase 30 anos ganhou uma nova vida desde que, num dia de chuva, um músico brasileiro, que vive ao lado, lhe pediu para fazer ali o ensaio com a sua banda. “Passada uma hora tinha isto à pinha! No dia a seguir, eles voltaram e a Típica voltou a encher. Depois, foi uma bola de neve”, conta. Hoje, este é um lugar de encontro de artistas e de quem gosta de ouvir música ao vivo em modo intimista (num espaço mesmo pequeno). “A Típica era o típico café de bairro de Alfama, onde se vinham ver os jogos de futebol e se descascavam tremoços e amendoins”, recorda, “mas esse público foi desaparecendo…”.

Sociedade Boa-União Beco das Cruzes, 9 218 865 734 A placa por cima da porta diz que nasceu a 1 do 1 de 1870 e quem passa a discreta entrada, a meio das escadas calcetadas, encontra um mundo. “Com cerca de 150 anos é talvez a mais pujante coletividade do bairro. Ali vive-se Alfama. Tem jogos de tabuleiro, jogos de mesa e um incrível pavilhão onde vários espetáculos acontecem. Quem passa na rua jamais imagina o que existe lá dentro. Parece um condomínio fechado em Alfama”, descreve Paulinho.


CULTURA DE BAIRRO

Perve Galeria e Casa da Liberdade – Mário Cesariny Rua das Escolas Gerais, 13, 17, 19 e 23 218 822 607/8 “É uma pérola dentro do bairro de Alfama. Com combates políticos incluídos”, declara Paulo Antunes. “Confesso que vêm mais eles aqui ao café do que vou lá eu, mas é um espaço extraordinário de cultura que tem de ser sempre referido”, acrescenta sobre esta galeria que já conta com duas décadas e onde funciona um espaço artístico com o espólio de Mário Cesariny. Ţ Exposição coletiva Everything to learn, ver pág. 30

Centro Cultural Dr. Magalhães de Lima Rua do Salvador, 2A 218 875 838 Paulo Antunes nunca se aventurou na marcha de Alfama, mas como bom lho do bairro está sempre a par do que por ali se faz. Por isso, destaca a coletividade onde tudo acontece e onde, tantas noites fora, se ensaiam os passos da marcha. “Continua a ser fortíssima a nossa marcha, tudo é genuíno.”

Tejo Bar Beco do Vigário, 1A 966 388 870 Paulo chama-lhe “o expoente máximo dos bares de Alfama ao que musicalmente diz respeito”, mas rapidamente acrescenta, com um sorriso: “empatado com a Típica!”. O bar que Madonna pôs nas bocas do mundo ganhou uma nova vida desde então, mas Paulinho ainda se lembra das primeiras tertúlias e das primeiras noites de música ao vivo que lá aconteceram.


ALFAMA

Museu do Fado Largo do Chafariz de Dentro, 1 / 218 823 470 “É impossível deixar este espaço de fora. É o que todos sabemos…”, a rma Paulo sobre o Museu do Fado, que, desde 1998, se dedica a celebrar o valor da canção de Lisboa, um dos seus símbolos mais identi cadores com um papel fundamental na imagem cultural da cidade e do país. Com uma exposição permanente, tem também mostras temporárias e organiza concertos, conversas e outras atividades. Ţ Concerto Variações para Carlos Paredes, ver pág. 74

Restaurante O Arco ou O Tininho Rua de São Pedro, 30 218 863 806 Porque gastronomia também é cultura, acredita Paulo Antunes, deixa a dica: “O verdadeiro restaurante típico de Alfama, para moradores em especial, e para turistas também. É onde tudo acontece, tudo, mas tudo, ali acontece. Tem mesmo vida de bairro e acaba por ser mais um local de encontro. Todas as pessoas de Alfama sabem onde é e vão lá. O Tininho veio para Lisboa da Pampilhosa da Serra, tal como os meus pais, e ainda continua”.

Minimercado do Ali Rua dos Remédios, 126 “Este Minimercado é muito mais do que um minimercado. Todas as tardes se juntam à porta do espaço muitos ‘nascidos e criados em Alfama’, bebem uns copos e põem a conversa em dia. O Ali tem tudo e toda a gente o conhece, é um ponto de encontro”, conta Paulinho, para quem a cultura do bairro também se faz destes lugares.


VISITAS

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NATAL EM SÃO ROQUE O Museu de São Roque possui uma importante coleção de arte sacra portuguesa. Para celebrar o espírito natalício, realiza-se uma visita guiada, gratuita, que dá a conhecer a riqueza artística e simbólica do Natal através das obras do museu. O percurso esclarece como a arte sacra interpretou o mistério do nascimento de Cristo ao longo dos séculos e revela, através de peças de grande valor, a iconografia natalícia e os seus significados. A Capela da Sagrada Família e a Sacristia da Igreja de São Roque, que apresentam episódios da natividade e da infância de Jesus, pinturas e esculturas da igreja que retratam a Adoração dos Magos e dos pastores, da Sagrada Família e de outros momentos do ciclo da natividade, são alguns dos destaques deste itinerário. Ao longo da visita destacam-se também outras peças raras de porcelana e paramentaria litúrgica utilizadas nas celebrações natalícias, assim como manuscritos e objetos de devoção que refletem a vivência espiritual do Natal. É necessária marcação prévia. ANA FIGUEIREDO

MUSEU E IGREJA DE SÃO ROQUE 20 DE DEZEMBRO, ÀS 14H Largo Trindade Coelho / 213 235 449


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AGULHA MAGNÉTICA

JARDINS CONTEMPORÂNEOS DE LISBOA Encontro: frente ao MEO Arena – Alameda dos Oceanos SÁB: 10H-17H30 [MP]

JARDINS DA ERA DO AUTOMÓVEL EM LISBOA

Encontro: miradouro do alto do Parque Eduardo VII, na Av. Cardeal Cerejeira SÁB: 10H-17H30 [MP]

JARDINS PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO

Encontro: Praça Marquês de Pombal SÁB: 13H30-17H [MP]

916 126 556

ALMA PORTUGUESA PELAS RUAS DE LISBOA

PERCURSO PELO CHIADO

VISITAS PERMANENTE QUA A SEX: 16H, SÁB, DOM: 11H, 16H

CASA-MUSEU AMÁLIA RODRIGUES

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

TER A DOM: 10H-13H, 14H-18H

CASA-MUSEU DR. ANASTÁCIO GONÇALVES

BREVE ENCONTRO Peça do mês: À volta da mesa de Natal Ver destaque 10 DEZ: 13H30 [EG]

CASTELO DE SÃO JORGE

À DESCOBERTA DO CASTELO TODOS OS DIAS: 12H30 (PORTUGUÊS), 11H, 15H (INGLÊS)

CÂMARA ESCURA TODOS OS DIAS: 11H-13H

1.º SÁB: 10H, 3.º SÁB (EM INGLÊS): 10H [MP]

CENTRO CULTURAL CASAPIANO

ARCO TRIUNFAL DA RUA AUGUSTA

SEG A SEX: 9H30-17H30, SÁB: 10H-17H [MP]

lucia@luciafragoso.com

VISITA LIVRE

TODOS OS DIAS: 9H-20H

210 998 599

EXPOSIÇÃO PERMANENTE 213 614 090

ASSOCIAÇÃO HQ

CENTRO INTERPRETATIVO OS MURAIS DE ALMADA

ÚLTIMO SÁB: 11H [MP]

ATÉ 31 DEZ: 10H-19H

MISTÉRIOS DA PENHA DE FRANÇA hq.associacao@gmail.com BIKE A WISH

TOURS

Passeios guiados de bicicleta elétrica SEG A SÁB

BMAD – MUSEU BERARDO ARTE DÉCO

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

Português, inglês, francês, espanhol 10H, 11H, 11H30, 14H30, 15H30, 16H30, 17H [MP]

212 198 071

CASA DO ALENTEJO

VISITA GUIADA

QUI A SÁB: 16H-17H [MP]

portaria@casadoalentejo.pt CASA FERNANDO PESSOA

EXPOSIÇÃO

LIVRO

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

CENTRO INTERPRETATIVO DA PONTE 25 DE ABRIL

EXPERIÊNCIA PILAR 7

MAI A SET: 10H-20H, OUT A ABR: 10H-18H

CONVENTO DAS TRINAS DO MOCAMBO

VISITAS GUIADAS SEG A SEX: 10H-13H, 14H-16H [MP]

cultura@hidrogra co.pt CPAS - CENTRO PORTUGUÊS DE ATIVIDADES SUBAQUÁTICAS

ESPÓLIO MUSEOLÓGICO DO CPAS [MP]

969 017 128

AMIR-ALEXANDROS AFENDRAS

PORTUGAL ILUSTRADO MAJERICON

Portugal Ilustrado é um guia em forma de dicionário visual que abrange regiões de todo o país, desde Portugal continental às ilhas da Madeira e dos Açores. Recheado de belas ilustrações a tinta e aguarela, o livro prescinde de texto (com exceção das legendas em português que acompanham cada imagem) tornando-o acessível a miúdos e graúdos, visitantes e naturais do país. Ao longo das suas 60 páginas muito há a descobrir, dos símbolos culturais e guras notáveis, da arquitetura à gastronomia, da fauna à ora: Camões e Amália, Almada e Saramago, o Mosteiro de Alcobaça e o MAAT, o Zé Povinho e o azulejo, o lobo ibérico e o cavalo lusitano, o caldo verde e o cozido à portuguesa, o arroz-doce e a queijada de Sintra... O seu autor, Amir-Alexandros Afendras, jovem grego-malaio que reside há 15 anos em Lisboa, a rma: “Quando cheguei a Portugal, tudo me parecia novo e fascinante. Comecei a desenhar para guardar o que via”. Esta obra cativante é o produto dessa prática: o olhar generoso de um imigrante que com um talento singular nos devolve o melhor que temos neste país. “Portugal é um país pequeno, mas sublimemente complexo”, escreve o autor. Quase camos com pena que não seja maior para este livro ter mais páginas. LAE


VISITAS

CRIMES DE LISBOA

PASSEIO TEMÁTICO

7, 14, 21 DEZ: 17H

CULTURA SANTA CASA

CASA ÁSIA - COLEÇÃO FRANCISCO CAPELO

TER, QUA: 11H, QUI: 15H, SÁB: 15H, 3, 17 DEZ: 11H, 5, 19 DEZ: 15H (EM INGÊS)

Por ordem de chegada

UMA VISTA ESPECIAL DE FINAL DE ANO

27 DEZ: 14H30 [EG][MP]

ca.cfc@scml.pt

PEÇA DO MÊS Rendas de Bilros 3 DEZ: 13H30 [MP]

museusaoroque@scml.pt

SÃO FRANCISCO XAVIER – PEREGRINAÇÃO POR TERRAS APARTADAS 3 DEZ: 16H30 [EG] [MP]

IGREJA E MUSEU DE SÃO ROQUE 12, 18 DEZ: 15H

120 ANOS DO MUSEU DE SÃO ROQUE 13 DEZ: 14H [EG][MP]

NATAL EM SÃO ROQUE Ver destaque

20 DEZ: 14H [EG][MP]

A OBRA ELEITA

Tocheiros Monumentais da Capela de São João Batista 16 DEZ: 11H [EG][MP]

COFRERELICÁRIO DE SÃO FRANCISCO XAVIER 30 DEZ: 11H [EG][MP]

90

ESCOLINHA DA BICICLETA

GABINETE CURIOSIDADES KARNART

Passeios com guia pela cidade [MP] escolinhadabicicleta@gmail. com

[MP]

LISBON BIKE TOUR

914 150 935 GAME OVER, ESCAPE ROOMS LISBOA

ESTÁDIO E MUSEU SPORT LISBOA E BENFICA

JOGO PERCURSO

1.º DOM: 10H30

SEG A DOM: 10H30-22H30

ESTÁDIO

HIPPOTRIP

MUSEU BENFICA COSME DAMIÃO TODOS OS DIAS: 10H-18H

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN

XERAZADE. ESTÓRIAS INTERMINÁVEIS DA COLEÇÃO DO CAM 6 DEZ: 15H

BRASIL, BRASIS: REDESCOBRIMENTOS PLURAIS 6 DEZ: 16H

RESERVAS VISITÁVEIS: NOS BASTIDORES DE UMA COLEÇÃO 11 DEZ: 17H

CARLOS BUNGA. CONTRADIÇÕES HABITÁVEIS 13 DEZ: 15H

FUNDAÇÃO DAS CASA DE FONTEIRA E ALORNA

PALÁCIO FRONTEIRA E JARDINS

Visitas em português, inglês, espanhol e francês SEG, SÁB, FER

FUNDAÇÃO PORTUGUESA DAS COMUNICAÇÕES

EXPOSIÇÕES PERMANENTES

CULTURGEST

SEG A SEX: 10H, 11H, 12H, 15H, 16H, 17H, SÁB: 15H, 16H, 17H [MP]

13 DEZ: 16H

FUNDAÇÃO RICARDO DO ESPÍRITO SANTO SILVA - MUSEU DE ARTES DECORATIVAS

EXPOSIÇÃO ALEXANDRA BIRCKEN

VISITAS GUIADAS

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

QUA A SEG: 10H30, 12H, 14H, 15H, 16H

Oferece como cenário três lmes: SAW, Templo Proibido de Montezuma e Missão Impossível.

PASSEIO EM VEÍCULO ANFÍBIO HOSPITAL DE BONECAS

VISITAS GUIADAS SEG A SÁB: 10H30-12H30, 15H30-17H

IGREJA DO MENINO DEUS

VISITA GUIADA [MP]

igrejadomeninodeus@ hotmail.com JUNTA DE FREGUESIA DE ST.º ANTÓNIO

HISTÓRIA COM VOZ

Visita livre com leitura QR code. Percurso pela estatuária da freguesia.

EXPOSIÇÃO PEDRO CASQUEIRO – DETOUR SEG, QUA A DOM: 16H

EXPOSIÇÃO ISABELLE FERREIRA – NOTRE FEU

SEG, QUA A DOM: 18H

EXPOSIÇÃO LÁPIS DE PINTAR DIAS CINZENTOS: OBRAS DA COLEÇÃO DE ARTE FUNDAÇÃO EDP SEG, QUA A DOM: 12H

EXPOSIÇÃO CERITH WYN EVANS – FORMAS NO ESPAÇO… ATRAVÉS DA LUZ (NO TEMPO) SEG, QUA A DOM: 13H, 17H

COMO FUNCIONA ESTE MUSEU? ATÉ 31 DEZ

GEÓMETRAS DA ARTE ATÉ 31 DEZ

JUNTA DE FREGUESIA DE ST.ª MARIA MAIOR

ARTE, ARQUITETURA, TECNOLOGIA: SEM FRONTEIRAS

Visita livre com leitura QR code

ARTE E ECOLOGIA: PARTES DE UM TODO

ROTEIRO LISBOA MAURICIANA LISBOA ANTIGA

7 FADOS, 7 COLINAS FADO VADIO FADISTA À MESA Passeio, petiscos e fado

MAAT - MUSEU DE ARTE, ARQUITETURA E TECNOLOGIA

ATÉ 31 DEZ

ATÉ 31 DEZ

TECNOLOGIA: UM COMBUSTÍVEL PARA A ARTE ATÉ 31 DEZ

FÁBRICA DA ELETRICIDADE

SEG, QUA A DOM: 13H30, 17H

EXPOSIÇÃO FLUXES – 7.ª TRIENAL DE ARQUITECTURA DE LISBOA

MAAT GARDEN E INSTALAÇÕES DE ARTE PERMANENTES

Com os curadores

PERCURSO SECRETO

SEG, QUA A DOM: 11H

7 DEZ: 14H30 [EG][MP]

visitas@trienaldelisboa.com

SÁB, DOM: 15H

1.º DOM: 16H


91

ATÉ 31 DEZ

VISITAS COM AUDIODESCRIÇÃO ATÉ 31 DEZ

VISITA ALERTA COM SENTIDOS ATÉ 31 DEZ

MACAM – MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA

VISITA TEMÁTICA MURMUR 7 DEZ: 17H

VISITA TEMÁTICA A CONTRA LUZ 13 DEZ: 15H30

MUDE - MUSEU DO DESIGN

EXPOSIÇÃO SPECTRES

6 DEZ: 11H [EG][MP]

visitas@trienaldelisboa.com MUSEU DA ÁGUA

LISBOA SUBTERRÂNEA 6 DEZ: 11H

GALERIA SUBTERRÂNEA DO LORETO

7 DEZ: 14H30, 16H30; 20 DEZ: 10H, 12H

AQUEDUTO DE LISBOA 14 DEZ: 10H

COLEÇÃO PERMANENTE

MUSEU ARPAD SZENES VIEIRA DA SILVA

MAC/CCB

6, 13 dez: 11h

SÁB: 15H30 (EXCETO 13 DEZ), DOM: 11H

EXPOSIÇÃO LIGHTER

7 DEZ: 11H [EG][MP]

visitas@trienaldelisboa.com

EXPOSIÇÃO LUGAR DE ESTAR: O LEGADO BURLE MARX 6 DEZ: 16H [MP]

servico.educativo.museu@ ccb.pt MASSA CRÍTICA DE LISBOA

BICICLETADA

Encontro: Parque Eduardo VII, no Marquês de Pombal ÚLTIMA SEX: 18H [EG]

EXPOSIÇÃO 331 AMOREIRAS EM METAMORFOSE MUSEU DE ARTE POPULAR

VISITAS DEDICADAS AO TEMA: MAS QUE POVO? ATÉ FEV

MUSEU BORDALO PINHEIRO

HÁ 150 ANOS A ATURAR O ZÉ 10 DEZ: 11H

BORDALO ENTRE O SOM E O GESTO Com Língua Gestual Portuguesa 13 DEZ: 15H

MONTES E VALES

Peddy-Papers

DA MOURARIA À GRAÇA O CASTELO E A BAIXA ELEVADORES DE LISBOA MOSTEIRO DE SÃO VICENTE DE FORA

DESCOBRIR O MOSTEIRO 28 DEZ: 10H30 [MP]

PASSEAR NA LISBOA DO ZÉ 14 DEZ: 10H

MUSEU DA CARRIS

EXPOSIÇÃO PERMANENTE O CAMINHO DA SUSTENTABILIDADE VISITA QUIZ VISITA MEMÓRIA (M/65)

BREVE ENCONTRO À VOLTA DA MESA DE NATAL Todos os meses na Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves há uma visita guiada intitulada Breve Encontro, que tem como foco uma peça da vasta coleção deste espaço museológico, que expõe o acervo reunido pelo médico colecionador António Anastácio Gonçalves. Em dezembro, o Breve Encontro, que acontece à hora do almoço, realiza-se sob o tema À Volta da Mesa de Natal. Em torno da mesa posta com requinte são reveladas as histórias dos vários objetos imprescindíveis na arte de bem servir desta quadra festiva. A entrada é livre. AF

[MP]

museu@carris.pt CASA-MUSEU DR. ANASTÁCIO GONÇALVES 10 DE DEZEMBRO, ÀS 13H30 Avenida 5 de Outubro, 6-8/ 213 540 823

© Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves / Terrina oval; Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E / Arquivo de Documentação Fotográ ca; José Pessoa

ARQUITETURA: ESPAÇOS ACESSÍVEIS

VISITAS


| a imagem contextualizada |

"X Marcelino *

Bolor Bolor Bolor

Patrícia Dias Emptiness and More Melody conversa com Filipe Pinto e os autores

4 DEZEMBRO 20725, 18h30

SALA DE LEITURA - ENTRADA LIVRE

Arquivo Municipal de Lisboa / Fotográfico Rua da Palma 246, 1100-394 Lisboa

nífoxevo

exposição até 31 janeiro 2026

usBOA — arquivomunicipal de lisboa ME


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MUSEU DA DERMATOLOGIA PORTUGUESA DR. LUÍS DE SÁ PENELLA

VISITAS VISITA ORIENTADA À COLEÇÃO PERMANENTE

MUSEU E ESTÁDIO JOSÉ ALVALADE

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

TER A SEX [MP]

TER A DOM: 11H30, 14H30, 15H30, 16H30

VISITA ACESSÍVEL

NOSSO TEJO

visitas.patrimonio@ulssjose. min-saude.pt

TER A SEX [MP]

QUA: 10H-12H30, 14H-17H [MP]

MUSEU DO DINHEIRO

MURALHA DE D. DINIS

SÁB: 11H, DOM: 15H

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

SÁB: 15H, DOM: 11H [EG]

MUSEU DE LISBOA – PALÁCIO PIMENTA

Percursos

DE PARQUE DA LIBERDADE A PARQUE EDUARDO VII 6 DEZ: 11H

MUSEU DE LISBOA – TEATRO ROMANO

EXPOSIÇÃO MITOS, AFETOS E SEXUALIDADES CLÁSSICAS Pelo curador 13 DEZ: 15H

Percursos

O POVO ESTÁ NA RUA! 6 DEZ: 15H

MUSEU MEDEIROS E ALMEIDA

SÁBADOS NO MUSEU

1.º SÁB: 10H, 11H30 [EG]

MUSEU NACIONAL DO AZULEJO

MUSEU E CONVENTO DA MADRE DE DEUS 1.º, 3.º DOM: 10H30 [MP]

218 100 340

MUSEU NACIONAL DOS COCHES

VISITA COMENTADA À COLEÇÃO PERMANENTE

2.º DOM: 11H-12H30 [EG]

Inscrição por ordem de chegada

Para visitantes com incapacidade visual 210 732 317

MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

PASSEIOS GUIADOS DE FRAGATA NO TEJO OCEANÁRIO DE LISBOA

GOLFINHOS NO TEJO

TASTING FADO

Visita ao teatro, fado acompanhado por vinho do Porto e pastel de nata QUA A SÁB: 19H

TEMPLO RADHA KRISHNA

TEMPLO DA COMUNIDADE HINDU DE PORTUGAL

SEG A SEX: 10H-12H [MP]

TODOS OS DIAS: 9H15, 14H

secretaria@ comunidadehindu.org

PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS

TIMELESS EXPERIENCE Um percurso, uma missão

TER A SEX [MP]

213 041 160

MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA

VISITAS COM JARDINEIROS

Ao Jardim Botânico de Lisboa ou Jardim Botânico Tropical 1.ª QUA: 11H-12H

MUSEU NACIONAL DO TEATRO E DA DANÇA

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

TER A DOM: 10H-17H [MP]

servicoseducativos@ mnteatroedanca.dgpc.pt

MUSEU NACIONAL DO TRAJE

MUSEU E PARQUE BOTÂNICO DO MONTEIRO-MOR TER A DOM: 10H-18H [MP]

217 567 620

MUSEU DO ORIENTE

PRESENÇA PORTUGUESA NA ÁSIA 5 DEZ: 18H

DEUSES DE TERRA 12 DEZ: 18H

JAPÃO: FESTAS E RITUAIS 19 DEZ: 18H

MUSEU DO TESOURO REAL

COLEÇÃO PERMANENTE

7, 13, 14, 28 DEZ: 11H30, 21, 26, 27, 29, 30 DEZ: 15H30 [MP]

MUSEU SPORTING

VISITAS GUIADAS [MP]

se@ padraodosdescobrimentos.pt PALÁCIO NACIONAL DA AJUDA

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

TRIBUNAL CONSTITUCIONAL

VISITAS GUIADAS AO PALÁCIO RATTON

[MP]

ÚLTIMA SEX: 10H, 15H

PALÁCIO DE SANTOS

UNIDADE LOCAL DE SAÚDE SÃO JOSÉ HOSPITAL DE SÃO JOSÉ

se@pnajuda.dgpc.pt

VISITAS GUIADAS

2.ª, 3.ª, 4.ª QUI: 10H, 11H (EM PORTUGUÊS) 1.ª QUI: 10H, 11H (EM FRANCÊS)

PALMAYACHTS

PASSEIOS DE BARCO PYPAS CRUISE

PASSEIOS DE BARCO NO RIO TEJO

Inclui passeios de barco para pessoas com mobilidade condicionada SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL

16 DEZ: 15H [EG][MP]

HOSPITAL DE SANTO ANTÓNIO DOS CAPUCHOS 18 DEZ: 15H [EG][MP]

HOSPITAL DE SANTA MARTA 19 DEZ: 15H [EG][MP]

visitas.patrimonio@ulssjose. min-saude.pt URBAN ROLLERS LISBOA

PASSEIOS DE PATINS POR LISBOA

Encontro: Campo Grande junto ao Caleidoscópio (nível intermédio e alto) QUI: 19H30-21H30

VISITAS GUIADAS PELA EQUIPA DO TEATRO

YELLOW CAB TT TOURS

20 DEZ: 15H [MP]

yellowcab tours@gmail.com

Com Marta Azenha, produção bilheteira@teatrosaoluiz.pt

LISBON ALL CITY PRIVATE TOUR

TODOS OS DIAS: 8H30-18H [MP]

SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL

PALÁCIO DA INDEPENDÊNCIA SEG A SEX [MP]

VISITA DE AUTOR

213 241 470

217 516 164

TEATRO TIVOLI BBVA

[MP]

O MISTÉRIO DE ROSA CRUZ O COLECIONADOR

[EG] ENTRADA GRATUITA [MP] MARCAÇÃO PRÉVIA [E] ESCOLAS [IA] INSCRIÇÕES ABERTAS + INFO

AGENDALX.PT


VISITAS MUNICIPAIS

94 Instituto de Medicina Legal 20 JAN

Convento dos Cardaes 21 JAN

Museu da Associação de Futebol de Lisboa 22 JAN

Museu Egas Moniz Palácio Sinel de Cordes 23 JAN

Museu da RTP 27 JAN

Palacete Ribeiro da Cunha Artes e Ofícios Associação de Artesãos da Região de Lisboa 28 JAN

Pavilhão Julião Sarmento 29 JAN

Supremo Tribunal de Justiça 30 JAN

ARQUIVO MUNICIPAL DE LISBOA | FOTOGRÁFICO

EXPOSIÇÃO O QUE PODE UMA IMAGEM FALAR

DIVISÃO DE PROMOÇÃO E COMUNICAÇÃO CULTURAL

ITINERÁRIOS DE LISBOA

Com a presença dos curadores Luís Rocha, Tânia Araújo e So a Castro

Olivais Antigo

9 DEZ: 18H [EG][MP]

O Bairro de Campolide I

EXPOSIÇÃO ESTRELA DE SEIS PONTAS, DE PEDRO MEDEIROS

Com a presença do fotógrafo Pedro Medeiros e dos curadores Filipe Ribeiro e So a Castro 11 DEZ: 15H [EG][MP]

arquivomunicipal.se@cmlisboa.pt

9, 13, 16, 20 JAN: 10H, 24 JAN: 10H30 13, 29 JAN: 10H

No Rasto do Atentado

14, 15, 21, 28, 29 JAN: 10H

O Bairro de Campolide II 15 JAN: 10H

Lisboa Maçónica 20 JAN: 10H

Lisboa na obra de Camilo Castelo Branco 22 JAN: 10H

BIBLIOTECA ORLANDO RIBEIRO

VISITA POR CATARINA SANTOS TODO O MÊS [EG][MP]

bib.oribeiro@cm-lisboa CASA DO JARDIM DA ESTRELA – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

EXPOSIÇÃO ENQUANTO DESCANSA CARREGA PEDRA, CARLA SANTANA 13 DEZ: 15H [EG]

Das Janelas Verdes a Alcântara 27 JAN: 10H

Lisboa Romana 27 JAN: 10H

De São Sebastião da Pedreira ao Bairro do Andaluz 30 JAN: 10H

Marcações a partir do 1.º dia útil do mês que antecede o itinerário 218 170 742 itinerarios.culturais@cmlisboa.pt

VISITAS COMENTADAS Torre do Tombo 8 JAN

Laboratório de Arqueociências 9 JAN

Centro Português de Serigra a 12 JAN

Biblioteca/Espaço Cultural Cinema Europa 13 JAN

Fundação Calouste Gulbenkian - Centro de Arte Moderna Exposição Xerazade Museu da Saúde Exposição 800 Anos da Saúde em Portugal 14 JAN

Museu de Dermatologia Portuguesa Dr. Luís De Sá Penella 15 JAN

Marcações a partir do 1.º dia útil do mês que antecede a visita 218 170 593 (14h-16h) / visitas.comentadas@cmlisboa.pt GABINETE DE ESTUDOS OLISIPONENSES

EXPOSIÇÃO LISBOA NA ÉPOCA MODERNA: QUOTIDIANOS, ARTES E OFÍCIOS 12 DEZ: 11H30, 15H30 [EG] [MP]

geo@cm-lisboa.pt

GALERIAS MUNICIPAIS – GALERIA QUADRUM

EXPOSIÇÃO CONTRA-FEITIÇO, DE DENILSON BANIWA

Com o curador Ritó Natálio, em LGP 13 DEZ: 16H [EG]

PAÇOS DO CONCELHO

VISITA AO EDIFÍCIO

Instituto Português do Mar e da Atmosfera Hospital de São José

1.º DOM: 11H [EG]

Instituto de Higiene e Medicina Tropical Artes e Ofícios Londres Salão

[EG] ENTRADA GRATUITA [MP] MARCAÇÃO PRÉVIA [E] ESCOLAS [IA] INSCRIÇÕES ABERTAS

ezequiel.marinho@cmlisboa.pt

16 JAN

19 JAN

+ INFO

AGENDALX.PT


DEZEMBRO

© Inês do Carmo

FAMÍLIAS


FAMÍLIAS

96

ANA RITA VAZ TEXTO

CLARICE E AS COISAS PERDIDAS

CATARINA SOBRAL ILUSTRAÇÃO

No LU.CA – Teatro Luís de Camões, há um projeto em duas dimensões da ilustradora e criadora Catarina Sobral: uma exposição que convida a investigar o mundo das “coisas perdidas” e um espetáculo teatral que segue a personagem Clarice numa viagem sensível em torno da perda. No Entrepiso do LU.CA, encontramos Philosophiæ Naturalis da Professora Clarice, uma exposição que apresenta o resultado de uma “investigação” (muito pouco científica, mas altamente imaginativa) sobre aquilo que perdemos ao longo da vida. Nesta mostra da ilustradora Catarina Sobral, o visitante é recebido por um tratado “bio-mecânico-histórico-antropológico-sentimental” que mapeia a anatomia, os habitats, a evolução das espécies e até os comportamentos das coisas que se evaporam do quotidiano. Entre causas perdidas e objetos famosos que desapareceram sem deixar rasto, esta exposição convida a observar e a brincar: grandes ilustrações em lona estão espalhadas pelo espaço e, através de um percurso interativo, as crianças são desafiadas a descobrir e recolher essas coisas perdidas, como pequenas investigadoras ao serviço da memória.

LU.CA – TEATRO LUÍS DE CAMÕES CALÇADA DA AJUDA, 80 / 215 939 100 LUCATEATROLUISDECAMOES.PT


97

FAMÍLIAS

Também este mês, sobe ao palco Perder, peça de teatro que acompanha Clarice na véspera de ir acampar com a avó. Na mala leva tenda, saco-cama, lanterna, cão de peluche e o livro das histórias que a avó costuma ler, sobre animais que mudam de pele para crescer ou que uivam quando alguém parte. A avó é cientista e Clarice também quer ser – mas uma cientista muito particular: uma cientista de coisas perdidas. Enquanto reúne objetos e palavras, escreve o seu próprio tratado sobre o que significa perder: perder porque se deixou escapar, perder porque não se encontrou, perder porque se cresceu. Além de autora e diretora artística deste espetáculo, Catarina Sobral é ainda responsável pela manipulação em tempo real das imagens em palco. Para a artista, os dois projetos nascem da mesma premissa e da mesma personagem, mas podem ser experienciados separadamente: “Quem vir apenas o espetáculo ou apenas a exposição compreende-os na totalidade”, explica, “mas quem passar pelas duas peças encontra um fio que as liga: a forma como Clarice tenta explicar, à sua maneira, o sentimento da perda”. Dois objetos artísticos independentes que se completam na forma como abordam, com humor e delicadeza, o misterioso território do que desaparece. No palco, explora-se o lado afetivo e íntimo da perda; na exposição, esse pensamento ganha corpo em mapas, classificações e teorias improváveis. Entre o rigor fictício da ciência e a fragilidade das emoções, Clarice convida-nos a olhar para o que se esconde nos bolsos, nos quartos, nos dias – e que, quando desaparece, deixa um rasto invisível. No LU.CA, perder transforma-se num gesto de brincar, pensar e cuidar. Porque perder também faz parte de crescer.


FAMÍLIAS

98

FILOSOFIA

UM LIVRO QUE DÁ QUE PENSAR!

Não é fácil e ninguém disse que seria – mas é precisamente aí que está o interesse. Em Filosofia – Um livro que dá que pensar! (A Filosofia explicada aos mais novos), Elsa Rodrigues, professora de filosofia, apresenta alguns conceitos nem sempre de compreensão imediata. “Tentei simplificar ao máximo a abordagem, mas os temas são muito complexos”, diz sobre este livro cheio de exemplos do dia-a-dia que ajudam à apreensão de ideias como liberdade, bem e mal, realidade, verdade, tempo e espaço, ou morte. “Há uma preguiça mental instalada que só tende a crescer e quando lemos sobre um conceito filosófico tem de existir um esforço nosso. O livro não é para ser lido como quem lê um post numa rede social. E quanto mais novos nos habituarmos a ter essa disponibilidade, melhor”, afirma a ilustradora Rita Antunes. Para as autoras, a infância – altura em que se começam a colocar mais questões – revela-se a ideal para introduzir os conceitos filosóficos e os pensamentos de filósofos. Deixar isso apenas para a adolescência é um desperdício dos anos em que a curiosidade esteve mais espicaçada. Além disso, considera Elsa, seria bom para os mais novos perceberem que “não estão desamparados nos seus porquês, porque já houve pessoas que lhes tentaram dar resposta”, concordemos ou não com o que defenderam. Sublinha a professora: “Temos de lhes dar ferramentas de argumentação, combater vícios de pensamento que se consolidam facilmente e promover o pensamento, porque a filosofia ajuda a encontrar uma perspetiva para a própria existência e fomenta a capacidade de resistência, fazendo com que não se seja permeável a tudo”. Rita confessa que, para si, também não foi imediata a forma de traduzir ideias complexas em imagens mais simples. “A ilustração ajuda a entender o que está escrito e a descomplicar. Mas este é um livro em que se deve ler uma página ou duas de cada vez, para deixar as ideias a ruminar.” GABRIELA LOURENÇO

© Manuel Rodrigues Levita

BOOKSMILE


99

LIVRO DO MÊS

ELSA RODRIGUES TEXTO

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RITA ANTUNES I L U S T R A ÇÕ E S

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FAMÍLIAS

100

MÃO VERDE (DOIS E MEIO) Antes de abrir um novo capítulo com o terceiro disco-livro, a Mão Verde despede-se em festa com um grande concerto no Teatro Tivoli BBVA. Será a celebração do percurso e do repertório do segundo álbum, que tem encantado miúdos e graúdos com a sua poesia ecológica e contagiante. Entre temas já emblemáticos como Pequeno Ditador, Leão ou Framboesas, Escavadoras e Dinossauros, Capicua, Francisca Cortesão, António Serginho e Pedro Geraldes prometem levantar o véu sobre o futuro, estreando ao vivo algumas canções do muito aguardado Mão Verde III. Mão Verde (Dois e Meio) é, assim, um concerto de transição - uma despedida luminosa do espetáculo anterior e um piscar de olhos ao que vem aí. Um encontro efusivo, familiar e cheio de ritmo, que celebra a palavra, a música e a natureza. ANA RITA VAZ

TEATRO TIVOLI BBVA 14 DE DEZEMBRO, ÀS 17H Avenida da Liberdade, n.º 182 A / 213 151 050 / teatrotivolibbva.pt


101 FÉRIAS DO NATAL CASA FERNANDO PESSOA

ORPHEU DE HOJE

O cina de Inverno 7-12 anos 17 A 19 DEZ: 10H-17H

CENTRO CULTURAL DE BELÉM MAC/CCB

FÉRIAS DE NATAL NO MUSEU O cinas 4-13 anos

FAMÍLIAS

QUINTA ALEGRE – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

PÔR AS IMAGENS A MEXER! Maiores de 10 anos

17 A 19 DEZ: 14H30-17H [EG][MP]

umteatroemcadabairro. quintaalegre@cm-lisboa.pt STUDIO8A

CURSO DE FOTOGRAFIA 11-17 anos

ATL DE FÉRIAS 3-12 anos

17 A 19, 22, 23, 29, 30 DEZ

ESCREVER ESCREVER

SLAM!

13-17 anos 17 A 19 DEZ: 11H-12H30

Maiores de 3 anos

20 DEZ: 11H30 [MP]

6 DEZ: 11H [EG][MP]

AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

BIBLIOTECA DOS CORUCHÉUS

Teatro de improviso Maiores de 6 anos

Apresentação de livro

servicoeducativo@ zeroemcomportamento.org

BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES 7, 14, 21 DEZ: 11H

ATELIER-MUSEU JÚLIO POMAR

17, 18, 29, 30 DEZ: 15H-18H

TECER PAISAGENS

ESTE MÊS

13 DEZ: 15H30 [MP]

17 A 19 DEZ: 9H30-17H30

DANCE SPOT

Maiores de 4 anos

ACADEMIA DE AMADORES DE MÚSICA

V CONCURSO DE PIANO FRANCINE BENOÎT 9-15 anos

18 DEZ: 14H [MP]

dgartes@ amadoresdemusica.org.pt

Visita-o cina 5-12 anos

servicoeducativo@ ateliermuseujuliopomar.pt BIBLIOTECA DE ALCÂNTARA – JOSÉ DIAS COELHO

NOTA A NOTA: MÚSICA, EXPRESSÃO E MOVIMENTO Até aos 22 meses

13 DEZ: 9H45 [MP]

DESCOBRIR A ESCRITA CRIATIVA

ACADEMIA DE SANTO AMARO

Até aos 3 anos;

O Musical

13 DEZ: 11H45 [MP]

17 A 19 DEZ: 11H-12H30

Maiores de 3 anos

13-17 anos

SÁB: 18H, DOM: 14H30

17 A 19 DEZ: 15H-16H30

A PRINCESA DA NEVE

FILMINHOS INFANTIS À SOLTA PELO PAÍS

9-12 anos

MAAT – MUSEU DE ARTE, ARQUITETURA E TECNOLOGIA

OFICINA DE ARTE E CIÊNCIAS

17 A 19 DEZ: 10H-17H

MACAM – MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA ARMANDO MARTINS

LUZ NO BOLSO

O cina das sombras que iluminam

SIMBA

SÁB, FER: 15H, DOM: 11H

13 DEZ: 15H [MP]

Maiores de 3 anos

O PRINCIPEZINHO Um emocionante musical Maiores de 3 anos DOM: 17H30

ASAS – CRESCER NA FLORESTA

BRINCAR NA FLORESTA

17 A 19 DEZ: 9H30-14H30

PASSEIO EM FAMÍLIA

mep@macam.pt

info@notaanota.pt

Sessão de curtas-metragens Maiores de 4 anos

12 DEZ: 10H

15 A 19 DEZ: 9H30-17H

Até aos 5 anos

O Musical

4-6 anos

7-13 anos

13 DEZ: 10H45 [MP]

12 DEZ: 17H

servicoeducativo@ zeroemcomportamento.org BIBLIOTECA DE BELÉM

OFICINA DE POSTAIS DE NATAL POP-UP

Maiores de 4 anos 6 DEZ 10H30 [EG] [MP]

LIVROS POR MIÚDOS Programa de rádio 5-10 anos

6 DEZ: 11H [EG] [MP]

MUSEU DE LISBOA

asas.crescerna oresta@ gmail.com

A MENINA NATAL 6 DEZ: 11H30 [EG]

6-14 anos

AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA ORLANDO RIBEIRO

ESTE NATAL CABE NUMA COLHER 15 A 19 DEZ: 9H30-17H30

FILMINHOS INFANTIS À SOLTA PELO PAÍS

Sessão de curtas-metragens

Apresentação de livro 3-10 anos

bib.belem.infantil@cmlisboa.pt BIBLIOTECA CAMÕES

HISTÓRIAS COM SABOR O cina

bib.camoes.infantil@cmlisboa.pt

O MENINO QUE GOSTAVA DE VILÕES 6 DEZ: 15H [EG]

JÁ É QUASE NATAL Hora do conto 4-8 anos

20 DEZ: 15H30 [EG][MP]

bib.corucheus@cm-lisboa.p BIBLIOTECA / ESPAÇO CULTURAL CINEMA EUROPA

TEMOS HISTÓRIA Maiores de 3 anos

20 DEZ: 11H30 [EG]

JOGOS DE TABULEIRO 27 DEZ: 18H-22H [EG]

BIBLIOTECA MARIA KEIL

JOGOS TRADICIONAIS 4-12 anos

17 DEZ: 15H [EG] [MP]

ERA UMA VEZ… AO SÁBADO!

A viagem do Pai Natal

Hora do conto e atividades lúdicas 3-10 anos 27 DEZ: 11H [EG] [MP]

O MONSTRO DAS CORES Visita-jogo Maiores de 4 anos

SEG A SEX: 10H30, 14H30 [EG] [MP]

EU PROTESTO, SÓ DESTA VEZ!

Histórias e sensibilização ambiental 4-12 anos SEG A SEX: 10H30, 14H30 [EG] [MP]

bib.mkeil@jf-lumiar.pt

BIBLIOTECA DE MARVILA

FILMINHOS INFANTIS À SOLTA PELO PAÍS

Sessão de curtas-metragens 21 DEZ: 11H [PG] [MP]

servicoeducativo@ zeroemcomportamento.org


FAMÍLIAS

BIBLIOTECA ORLANDO RIBEIRO

PEQUENAS LUZES DE NATAL Histórias 9-16 meses

6 DEZ: 11H [EG] [MP]

4-10 anos

6 DEZ: 15H [EG] [MP]

bib.oribeiro.infantil@cmlisboa.pt BIBLIOTECA DA PENHA DE FRANÇA

AS HISTÓRIAS SÃO PARA QUEM PASSA Sessão confortável de histórias 5-11 anos 6 DEZ: 11H [EG] [MP]

bib.pfranca@cm-lisboa.pt BOTA

TAKATUM

Música, dança 6 meses-5 anos 14 DEZ: 11H, 21 DEZ: 15H

BOUTIQUE DA CULTURA – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

A ESTRELA QUE SALVOU O NATAL Teatro Maiores de 3 anos 1, 8 DEZ: 10H, 20, 21 DEZ: 15H

MAIS OUTRO ESPETÁCULO DE NATAL!!? Teatro Maiores de 6 anos 6 A 14 DEZ SÁB, DOM: 15H

GUARDIÕES DO NATAL

Teatro Maiores de 6 anos 6 A 20 DEZ SÁB: 11H30

AS HISTÓRIAS DA MÃE NATAL Teatro Maiores de 3 anos 6 A 21 DEZ SÁB, DOM: 11H30

HO-HO TCHIM Teatro Maiores de 6 anos 7 A 21 DEZ SÁB, DOM: 15H

102 PUM PUM DÁ! DÁ! Teatro

ATÉ 21 DEZ DOM, FER: 9H30

A BRINCA DE NEVE E OS SETE NATALIÕES

Teatro Maiores de 3 anos

DO DESPERDÍCIO AO PAPEL

BIBLIOTECA

20 DEZ: 11H [EG] [MP]

História e o cina 6-10 anos

O cina Maiores de 12 anos

AVENTUREIROS DAS HISTÓRIAS Clube de leitura 5-8 anos

20 DEZ: 15H30 [EG] [MP]

ATÉ 21 DEZ DOM, FER: 11H30

umteatroemcadabairro. cjardimestrela@cm-lisboa.pt

CAPITÓLIO

CASA-MUSEU DR. ANASTÁCIO GONÇALVES

MADAGÁSCAR, UMA AVENTURA MUSICAL Teatro

1, 7, 14, 20, 21 DEZ: 16H30, 8 DEZ: 11H30, 16H30

CASA DO CORETO

À PROCURA DO Ó-Ó PERDIDO Teatro de marionetas 6 a 21 dez

SÁB: 16H30, DOM: 11H [MP]

VISITAS ORIENTADAS À EXPOSIÇÃO PERMANENTE 6, 18 DEZ: 15H [MP]

loja.cmag@ museusemonumentos.pt CASTELO DE SÃO JORGE

O CAVALEIRO DA DINAMARCA

bilheteira@luacheia.pt

O cina Maiores de 6 anos

CASA DO JARDIM DA ESTRELA – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

7 DEZ:10H30 [LGP]

DA TERRA À TINTA

O cina Maiores de 8 anos 6 DEZ: 15H [EG] [MP]

ARTE, ARTISTAS E NATUREZA O cina 5-10 anos

6 DEZ: 15H30 [EG] [MP]

HISTÓRIAS AO COLO 18-36 meses

11, 18 DEZ: 10H30 [EG] [MP]

PINTAR COM TERRA E PLANTAS O cina 2-10 anos

13 DEZ: 11H [EG] [MP]

HISTÓRIAS DE LONGE E DE PERTO

Narração e conversa Maiores de 5 anos 20 DEZ: 10H30 [EG] [MP]

CENTRO CULTURAL DE BELÉM PEQUENO AUDITÓRIO

A MINHA MÃE GANSO, DE RAVEL Concerto comentado Maiores de 6 anos 14 DEZ: 11H

COLISEU DOS RECREIOS

CIRCO DO COLISEU

PRINCESA LEONOR: RAINHA DE PORTUGAL 9 DEZ: 10H [EG][MP]

biblioteca@scml.pt

MUSEU E IGREJA DE SÃO ROQUE

HISTÓRIA DE UM PÁSSARO EM KAMISHIBAI O cina 4-8 anos

10 DEZ: 15H [MP]

UMA RAINHA, UMA CASA, UM LEGADO… 120 ANOS DO MUSEU DE SÃO ROQUE O cina 6-12 anos

13 DEZ: 15H [MP]

CRIA O TEU TESOURO O cina 4-12 anos

17 DEZ: 15H [MP]

MISTÉRIOS EM SÃO ROQUE Peddy-paper 6-12 anos 20 DEZ: 10H [MP]

A NATIVIDADE EM SÃO ROQUE O cina 5-15 anos

ATÉ 28 DEZ VÁRIOS HORÁRIOS

23 DEZ: 15H [MP]

CORUCHÉUS – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

ESCOLAS DE JARDINAGEM E CALCETEIROS

O cina para famílias 3-6 anos

O cina de sensibilização 8-12 anos

HISTÓRIAS CANTADAS

13 DEZ: 15H [MP]

umteatroemcadabairro. corucheus@cm-lishoa.pt CULTURA SANTA CASA CASA ÁSIA

UM CHÁ NA CHINA

museusaoroque@scml.pt

A VIDA DAS ÁRVORES

ATÉ 19 DEZ SEG A SEX: 10H-12H/14H3016H30 [E] [EG] [MP]

escoladejardinagem@cmlisboa.pt

ESPAÇO LABORATÓRIO

Conto ilustrado 5-8 anos

NATAL LATAN

6 DEZ: 10H30 [EG][MP]

1, 7, 8, 14, 21 DEZ: 11H30

ca.cfc@scml.pt

5 meses-5 anos FIL

DIVERLÂNDIA

Parque de diversões indoor 12 DEZ A 4 JAN


103

FAMÍLIAS

AMADÁLIA CÃO-GATA O cão e a gata não se suportam: ela não gosta dele, e ele não gosta dela. Leonor, que os adora aos dois, insiste em torná-los amigos - mas a tarefa parece impossível. Até que, num dia inesperado, ambos se veem perdidos numa caverna iluminada por pequenos seres brilhantes. Lá encontram um génio de turbante e dedos compriiiiidos… a oportunidade perfeita para finalmente se verem livres um do outro. Ou talvez não. Com texto original de Marta Xavier, inspirado em O Cão e o Gato de António Torrado, e encenação de Rosinda Costa, o espetáculo conta com as interpretações de Carla Gomes, Eduardo Frazão e Inês Rosado. Esta adaptação ganha uma nova dimensão através da música, elemento central na criação de Marta Xavier, que entrelaça som e palavra, ritmo e emoção. ARV

TEATRO MERIDIONAL ATÉ 21 DE DEZEMBRO. SÁBADO E DOMINGO, ÀS 15H30 Rua do Açúcar, Beco da Mitra, 64 / 919 991 213 / teatromeridional.net


Teatro do Bairro Alto 12 Eur. M/16 teatrodobairroalto.pt

L’ADDITION Tim Etchells / Bert & Nasi

19-20.12.2025

(teatro)


105

FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN CENTRO DE ARTE MODERNA

ZAF: ZONA ARTÍSTICA FAMILIAR

O cina Maiores de 5 anos 14 DEZ: 10H, 14H30

FUNDAÇÃO PORTUGUESA DAS COMUNICAÇÕES – MUSEU DAS COMUNICAÇÕES

LABIRINTO DO NATAL

Desa o com pistas Maiores de 6 anos SÁB: 14H-17H

CORES MÁGICAS Código Bebé

O cina dramatizada 12-36 meses 6 DEZ: 16H30 [MP]

AVIÕES, AVIONETAS E OUTRAS HISTORIETAS Código Famílias O cina 3-5 anos

20 DEZ: 15H [MP]

APRESENTADOR DE TV POR UM DIA Código Artista O cina 6-12 anos

27 DEZ: 15H [MP]

GOETHE-INSTITUT BIBLIOTECA

FILMINHOS INFANTIS À SOLTA PELO PAÍS

Sessão de curtas-metragens Maiores de 4 anos 6 DEZ: 15H [MP]

servicoeducativo@ zeroemcomportamento.org LU.CA – TEATRO LUÍS DE CAMÕES

PHILOSOPHIÆ NATURALIS DA PROFESSORA CLARICE

Exposição de Catarina Sobral Ver destaque ATÉ 21 DEZ

FAMÍLIAS PERDER

Teatro Maiores de 4 anos Ver destaque 3, 4, 10, 11 DEZ: 10H30, 14H30, 5, 12 DEZ: 10H30 [E] 6, 13, 20 DEZ: 16H30, 7, 14, 21 DEZ: 11H30, 16H30 [PG] 13 DEZ: 16H30 [SD], 14 DEZ: 11H30 [AD]

MUSEU DE LISBOA – PALÁCIO PIMENTA

OUI, MADAME O cina Maiores de 6 anos 6 DEZ: 10H30

PIMENTA DOCE O cina em família Maiores de 4 anos

MUSEU DO TESOURO REAL

O OURIVES DO REI E A SRA. MARQUESA MARIA DE SOUSA Visita encenada Maiores de 6 anos 27 DEZ: 11H30

7 DEZ: 15H [EG][MP]

MAAT – MUSEU DE ARTE, ARQUITETURA E TECNOLOGIA

NÃO ACORDES O DRAGÃO O cina de ciência Maiores de 6 anos DOM: 11H30

CARRINHOS SOLARES

O cina de ciência Maiores de 6 anos SÁB: 11H30

A MAGIA DO ELETROÍMAN O cina de ciência Maiores de 8 anos DOM: 16H

A FÁBRICA DA ELETRICIDADE PARA OS MAIS PEQUENOS Visita guiada 7-12 anos

SÁB, DOM: 10H30

MEO ARENA

CIRQUE DU SOLEIL Ovo

Maiores de 3 anos 25 DEZ: 17H, 26 DEZ: 16H, 20H, 27 DEZ: 12H, 16H, 20H, 28 DEZ: 14H30, 18H30

MOSTEIRO DE SÃO VICENTE DE FORA

O MOSTEIRO DE SANTO ANTÓNIO

Peddy-paper para famílias 27 DEZ [MP]

museu@patriarcado-lisboa. pt MUSEU DE LISBOA – CASA DOS BICOS

GARUM, QUE DELÍCIA O cina em família Maiores de 4 anos

13 DEZ: 15H [EG][MP]

reservas@museudelisboa.pt

reservas@museudelisboa.pt MUSEU DE LISBOA – SANTO ANTÓNIO

AROMAS DE NATAL O cina em família Maiores de 4 anos

13 DEZ: 10H30 [EG][MP]

reservas@museudelisboa.pt MUSEU DE LISBOA – TEATRO ROMANO

UM NATAL À ROMANA

O cina em família Maiores de 4 anos 7 DEZ: 10H30 [EG][MP]

reservas@museudelisboa.pt MUSEU DA MARIONETA

MARIONETAS À CAPELA

PAVILHÃO DO CONHECIMENTO

SUPERBICHOS! INCRÍVEIS POR NATUREZA Exposição ATÉ SET

QUINTA ALEGRE – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

OCUPAMOS O PALÁCIO! O cina

2 A 5, 9 DEZ: 10H [E]

PRAZER CAMARADAS Cine Alegria

Maiores de 12 anos 10 DEZ: 14H30 [EG][MP]

Nabo Gigante

umteatroemcadabairro. quintaalegre@cm-lisboa.pt

13 DEZ: 11H30, 14 DEZ: 15H

SAGRES CAMPO PEQUENO

MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA

14 DEZ: 11H30, 15H

Teatro de marionetas Maiores de 3 anos

VIAJANDO PELO MUNDO Peddy-paper [EG]

MUSEU DO ORIENTE

CAIXAS, EMBRULHOS E FITAS | DESEMBRULHAR PARA EXPLORAR O cina para bebés 0-12 meses 13 DEZ: 10H30

O JOGO DOS CONTRÁRIOS | EXPLORAR, IDENTIFICAR E ORDENAR O cina 3-5 anos

14 DEZ: 11H30

NATAL AO VIVO

PANDA E OS CARICAS Na Selva

20 DEZ: 11H, 15H, 18H, 21 DEZ: 11H, 15H

TEATRO ABERTO

UM URSO NO UNIVERSO Teatro Maiores de 6 anos

SEX, SÁB: 19H, DOM: 16H

TEATRO ARMANDO CORTEZ

ERA UMA VEZ… Um musical original e meio século de histórias Ver destaque Maiores de 3 anos

SÁB, DOM: 15H [PG], TER A SEX: 11H, 14H [E]


FAMÍLIAS

TEATRO BOCAGE

A ALEGRE HISTÓRIA DE PORTUGAL EM 90 MIN. Teatro Maiores de 6 anos 1 DEZ: 16H

TEATRO MERIDIONAL

106 À SOLTA PELO PAÍS

Sessão de curtas-metragens Maiores de 4 anos 21 DEZ: 11H [PG] [MP]

servicoeducativo@ zeroemcomportamento.org

TODO O ANO ABADA - ARMAZÉM CULTURAL

ATÉ 21 DEZ SÁB, DOM: 15H30

Curso de Teatro Infantil 6-12 anos

TEATRO POLITEAMA

HÉRCULES

O Musical Heróico Ver destaque

TER A SEX: 10H, 11H, 14H [E] SÁB, DOM: 11H, 15H [PG]

TEATRO TABORDA

FILMES CALADINHOS, MIÚDOS TAGARELAS! Salão Piolho

O cina de dobragem da curta-metragem de Alice Guy-Blaché O colchão epilético Maiores de 6 anos 13 DEZ: 15H

TEATRO TIVOLI BBVA

MÃO VERDE (DOIS E MEIO) Música Maiores de 3 anos Ver destaque 14 DEZ: 17H

LUÍS DE MATOS Impossível ao vivo Ilusionismo Maiores de 3 anos

18 DEZ A 11 JAN VÁRIOS HORÁRIOS

TURIM – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

O NATAL DOS AMIMAIS Cinema Maiores de 4 anos 7, 14 DEZ: 11H

Iniciação ao Teatro e à Criação Artística 7-10 anos

OPERETA

SEX: 18H

CORUCHÉUS – UM TEATRO EM CADA BAIRRO

ARTES VISUAIS 6-12 anos

QUI: 16H30-18H

ASAS – CRESCER NA FLORESTA

CRESCER NA FLORESTA

SEG A QUI: 9H30-15H30

asas.crescerna oresta@ gmail.com

BIBLIOTECA DE ALCÂNTARA – JOSÉ DIAS COELHO

SUB-CORO INFANTIL

Maiores de 4 anos

QUI: 17H15-18H45 [MP]

917 930 468

ATELIÊ DE TEATRO DOS CORUCHÉUS 15-18 anos

ARTES PLÁSTICAS 5-11 anos

VÁRIOS HORÁRIOS

ILUSTRAÇÃO E BD Maiores de 10 anos

VÁRIOS HORÁRIOS

DESENHO E PINTURA

BIBLIOTECA DOS CORUCHÉUS

ESPAÇO FEEL2B

coro.cheus@gmail.com

SEG: 17H30

Maiores de 6 anos TER, QUI: 17H40

TEATRO SÁB: 10H

BABY YOGA E YOGA KIDS

Maiores de 3 meses QUA: 11H30

HIP-HOP

Maiores de 6 anos QUA: 17H30

Maiores de 10 anos QUA: 18H25

ÚLTIMO SÁB MÊS: 15H30

VÁRIOS HORÁRIOS

SEG: 17H45

4-5 anos

ESCOLA DE BELAS ARTES PEDRO SERRENHO

Maiores de 12 anos

5-11 anos

BALLET

OLARIAXXI

bib.alcantara@cm-lisboa.pt

COROCHEUS – O NOSSO CORO DE ALVALADE

2-3 anos

SEG: 18H45

SÁB: 11H [EG][MP]

OLARIA

sarmefermento@gmail.com PARQUE DOS MOINHOS DE SANTANA

MUSIC TOGETHER® QUA, SEX: 17H15

PROSA.PLATAFORMA CULTURAL

ACTION!

Curso de inglês 3-9 anos SEG, QUA: 17H

TEATRO MARIA MATOS

SEG: 17H50

LABORATÓRIO DE ARTES PERFORMATIVAS

SEG: 18H50

SÁB: 9H30 [MP]

QUI: 17H50

SÁB: 10H45 [MP]

TEATRO 5-11 anos

13-18 anos 5-11 anos

11-16 anos

6-8 anos

9-12 anos

agora.lap@gmail.com

QUI: 18H50

CASELAS CLUBE

palcodechocolate.pt

8-17 anos

ESTÚDIO ACCCA COMPANHIA CLARA ANDERMATT

TEATRO DE IMPROVISO QUI: 17H30

CASULO

TEIA – ENTRE A ARTE E A TERAPIA 11-13 anos

6, 13, 20 DEZ: 16H

Artes plásticas 5-7 anos

FILMINHOS INFANTIS

MUNDO INVENTADO

BRINCAR COM AS EMOÇÕES

A BASE ESCOLA DE ARTE

DANÇA CRIATIVA QUI: 17H

COMPANHA DA CHAMINÉ

Teatro, dança e música 10-14 anos

QUEM É O PAI NATAL? Teatro Maiores de 3 anos

SÁB: 10H30-11H30

QUA:17H15-18H30 [MP]

AMADÁLIA CÃO-GATA Teatro Ver destaque

HORA DO CONTO

TER: 17H30-18H30

AULAS DE MOVIMENTO/ DANÇA

Exploração técnica, improvisações, composições individuais e de grupo Maiores de 10 anos QUA: 19H15

ART& CRAFT FOR KIDS

MALOCA ASSOCIAÇÃO CULTURAL

QUA: 17H-18H

Aulas de corpo Maiores de 11 anos

8-12 anos

QUA:18H15-19H15

MOVIMENTO SEG, SEX: 18H15

XUVENTUDE DE GALICIA – CENTRO GALEGO DE LISBOA

BAILE GALEGO TER: 18H30

[AD] AUDIODESCRIÇÃO [E] ESCOLAS [EG] ENTRADA GRATUITA [IA] INSCRIÇÕES ABERTAS [LGP] LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA [MP] MARCAÇÃO PRÉVIA [SD] SESSÃO DESCONTRAÍDA + INFO

AGENDALX.PT


107

FAMÍLIAS

A PRINCESINHA A partir do texto de Francis H. Burnett, o Grupo de Teatro Infantil Animarte leva ao Teatro da Comuna A Princesinha. A peça conta a história de Sara Crewe que, órfã de mãe, cresce envolta no afeto e conforto proporcionados pelo pai na Índia. Quando rebenta a Primeira Guerra Mundial, o Capitão Crewe é chamado para o exército inglês e leva a filha a Londres, onde a deixa num prestigiado colégio interno dirigido pela austera Miss Minchin. Ali, Sara confronta-se com um quotidiano sem encanto, que tenta transformar através da imaginação e das histórias - muitas delas inspiradas na Índia - que partilha e descreve com devoção e que rapidamente conquistam as colegas. No dia do seu aniversário, recebe a notícia da morte do pai e da perda de todos os bens. Sem família que a ampare, fica entregue à diretora, que a obriga a trabalhar como criada para pagar a estadia. Ainda assim, Sara enfrenta a adversidade com criatividade, coragem e generosidade, mudando não só o rumo da própria vida, mas também a dos que a rodeiam. Uma narrativa dedicada a todos os que continuam a sonhar, mesmo nos dias mais sombrios. ARV

TEATRO DA COMUNA 6 A 30 DE DEZEMBRO Avenida Calouste Gulbenkian / 214 531 277 / grupoanimarte.com


FAMÍLIAS

108 GABRIELA LOURENÇO TEXTO

PHOEBE WAHL

A BRUXINHA AVELÃ – UM ANO NA FLORESTA FÁBULA

Da primavera ao verão e depois ao outono e, por m, ao inverno. Em cada estação, uma história protagonizada por esta Bruxinha Avelã, de longas tranças castanhas e nariz e bochechas rosadas – e tradicional chapéu em cone, claro, mas o dela vermelho. Quatro contos enternecedores passados na oresta, onde vivem tróis, dríades, elfos, gnomos, corujas, ratos, toupeiras e todo o tipo de animais falantes. E onde se encontram ovos órfãos, se apanham framboesas e se mergulham os pés na ribeira. Um livro para lembrar o valor da amizade e a força da vida em comunidade.

ELENA LEVI E SERGE BLOCH

A HISTÓRIA DO NÃO ORFEU NEGRO

Se é de pequenino que se torce o pepino, também é de pequenino que se começa a dizer “não” e que se começa a perceber a importância de coisas como a liberdade, o diálogo ou a empatia. De forma divertida – no texto, mas sobretudo nas ilustrações de Serge Bloch – aqui se fala de momentos em que o “não” foi fulcral, como a Revolução Francesa ou o dia em que Rosa Parks se recusou a mudar de lugar num autocarro transformando-se num símbolo da luta contra o racismo. E de como vale sempre a pena dizer “não” à guerra, à escravatura ou à poluição, e também à desigualdade ou às injustiças.


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LIVROS DE DEZEMBRO

KARIM RESSOUNI-DEMIGNEUX E KARINE MAINCENT

FRONTEIRAS LILLIPUT

Muito se fala de fronteiras, por estes dias, e de quem as atravessa. A nal, o que são? Das naturais às forti cadas, aqui se conta como e porque nasceram e o que por elas se faz pelo planeta fora. Um livro que ajuda a conhecer a História com H grande e o mundo em que vivemos, falando dos con itos e das regras que as fronteiras implicam, dos hábitos que criam e de tudo o que gira em torno delas, seja em terra, no mar ou no espaço. E também do que existe além delas – porque não há nada melhor do que transpor fronteiras.

RICH E ROX PINK E SARA RHYS

FABCARO E DIDIER CONRAD

TENHO UM (SEGR)EDO

ASTÉRIX NA LUSITÂNIA

Tem uma designação complicada, que muitas vezes ouvimos em forma de sigla: PHDA – Perturbação de Hiperatividade e Dé ce de Atenção. Esta história fala de uma menina que lhe resolveu chamar “Edo”, um nome bem menos aborrecido e que aqui é representado como um amigo inseparável, verde e reluzente. Na escola, as coisas nem sempre correm bem e a professora de So a ralha constantemente, mas estas páginas têm um nal feliz, porque, a nal, este livro é sobre compreender a diferença e sobre aceitar a neurodivergência.

A aventura dos gauleses de Goscinny e Uderzo em terras de Olissipo já há muito era esperada por cá. Vem carregada de melancolia ou não fosse a dupla responder a um pedido de ajuda de Tristês, personagem de farfalhudo bigode. Vale a pena ir pelas páginas à procura das referências que por ali se espalham, com o humor do costume: a saudade, o vinho e o galo de Barcelos, as lojas de azulejos e bacalhau, o triste fado (cantado por Obélix), a calçada portuguesa, a “famosa linha XXVIII”, os pastéis de nata… Como se diz e repete, “ó pá”, é ler e rir.

PORTO EDITORA

ASA


EQUIPAMENTOS LISBOA CULTURA ARQUIVO MUNICIPAL DE LISBOA arquivomunicipal.lisboa.pt Arquivo Geral e Histórico R. B ao Bairro da Liberdade, lt 3-6, piso 0; 218 177 200; Sala de leitura | Balcão de atendimento: seg a sex, 9h30-12h30 / 13h30-17h, encerra fer Fotográ co R. da Palma, 246; 218 171 330; seg a sáb: 10h-18h Videoteca Lg. do Calvário, 2; 218 170 433; Sala de leitura: seg a sex, 10h-13h30, encerra fer; mediante agendamento prévio, via email BIBLIOTECAS Consultar horários em blx.cm-lisboa.pt Alcântara - José Dias Coelho R. José Dias Coelho, 27-29; 218 173 730 Belém R. da Junqueira, 295/7; 218 172 580 Biblioteca/Espaço Cultural Cinema Europa R. Francisco Metrass, 28D; 218 009 927 Camões Lg. do Calhariz, 17, 1.º esq; 218 172 360 Coruchéus R. Alberto Oliveira; 218 172 049 David Mourão-Ferreira R. Padre Abel Varzim, 7D, Bairro Casal dos Machados; 211 388 010 Hemeroteca R. Lúcio de Azevedo, 21B; 218 172 430 Itinerantes / Móveis 218 170 541/2/910 238 089 Maria Keil R. Maria José da Guia, 8; 217 589 280 Marvila R. António Gedeão; 218 173 000 Natália Correia Centro Social Polivalente; R. Rio Cávado, B.º Padre Cruz; 218 054 526 Olivais/Bedeteca R. Cidade do Lobito; 218 507 100 Orlando Ribeiro/Fonoteca Antigo Solar da Nora, Estrada de Telheiras, 146; 218 172 660 Palácio Galveias Campo Pequeno; 218 173 090 Penha de França R. Francisco Pedro Curado, 6A; 218 172 410 Quiosque Jardim da Estrela Jardim da Estrela; 911 528 536 São Lázaro R. do Saco, 1; 218 820 116 Serviço de Inclusão Edifício do Alto da Eira, R. Frei Manuel do Cenáculo, Torre 2 - cave; 913 067 268 CENTRO DE ARQUEOLOGIA DE LISBOA Av. da Índia, 166; 218 172 180; centro.arqueologia@cm-lisboa.pt

110 CINEMA SÃO JORGE Av. da Liberdade, 175; 213 103 400; cinemasaojorge.pt GABINETE DE ESTUDOS OLISIPONENSES Est. de Ben ca, 368; 218 174 210; seg a sex: 11h-17h; geo.cm-lisboa.pt GALERIAS galeriasmunicipais.pt Ter a dom: 10h-13h/14h-18h Espaço Coleção Arte Contemporânea - Lisboa Cultura Av. da Índia, 170; 211 941 466 Galeria Avenida da Índia Av. da Índia, 170; 215 830 010 Galeria Boavista R. da Boavista, 47-50; 213 476 335 Galeria Municipal Pavilhão Branco Campo Grande, 245; 215 891 259 Galeria Municipal Torreão Nascente da Cordoaria Av. da Índia; 215 830 010 Galeria Quadrum R. Alberto Oliveira, Palácio dos Coruchéus, 52; 215 830 010 Pavilhão Julião Sarmento Av. da Índia, 172; 218 383 350; ter a dom: 11h-19h; egeac.pt LIVRARIA LISBOA CULTURA Pç. D. Pedro IV (Rossio), 22-23; 218 173 102 livraria@cm-lisboa.pt MONUMENTOS Castelo de São Jorge 218 800 620; todos os dias: 8h-18h (últ. entrada 17h30); castelodesaojorge.pt Padrão dos Descobrimentos Av. Brasília; 213 031 950; mar a out, todos os dias: 10h-19h (últ. entrada 18h30), nov a fev, ter a dom: 10h-18h (últ. entrada 17h30); padraodosdescobrimentos.pt MUSEUS Atelier-Museu Júlio Pomar R. do Vale, 7; 215 880 793; ter a dom: 10h-13h / 14h-18h; ateliermuseujuliopomar.pt Casa Fernando Pessoa R. Coelho da Rocha, 16-18; 213 913 270; ter a dom: 10h-18h (últ. entrada 17h); casafernandopessoa.pt Museu do Aljube – Resistência e Liberdade R. de Augusto Rosa, 42; 215 818 535; ter a dom: 10h-18h (últ. entrada 17h30); museudoaljube.pt Museu Bordalo Pinheiro Campo Grande, 382; 215 818 540; ter a dom: 10h-18h; museubordalopinheiro.pt MUDE - Museu do Design R. Augusta 24; 218 171 892; mude.pt


111

CONTACTOS

Museu do Fado Lg. do Chafariz de Dentro, 1; 218 823 470; ter a dom: 10h-18h; museudofado.pt Museu de Lisboa - Casa dos Bicos R. dos Bacalhoeiros, 10; 217 513 200; seg a sáb: 10h-18h (últ. entrada 17h30); museudelisboa.pt Museu de Lisboa - Palácio Pimenta Campo Grande, 245; 217 513 200; ter a dom: 10h-18h (últ. entrada 17h30); museudelisboa.pt Museu de Lisboa - Santo António Lg. de Santo António da Sé, 22; 218 860 447; ter a dom: 10h-18h (últ. entrada 17h30); museudelisboa.pt Museu de Lisboa - Teatro Romano R. de São Mamede, 3A; 218 818 530; ter a dom: 10h-18h (últ. entrada 17h30); museudelisboa.pt Museu de Lisboa - Torreão Poente Pç. do Comércio, 1; museudelisboa.pt Museu da Marioneta Convento das Bernardas, R. da Esperança, 146; 213 942 810; ter a dom: 10h-18h (últ. entrada 17h30); museudamarioneta.pt POLO CULTURAL GAIVOTAS / BOAVISTA R. das Gaivotas, 8; 218 172 600; pologaivotasboavista@cm-lisboa.pt Loja Lisboa Cultura R. da Boavista, 184; 218 173 600; loja.lisboa.cultura@cm-lisboa.pt TEATROS Capitólio Parque Mayer; 211 385 340; teatrovariedadescapitolio.pt

AGENDA LISBOA CULTURA DEZEMBRO 2025 #404 Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Pelouro da Cultura Carlos Moedas Vereador da Cultura Diogo Moura Diretora Laurentina Pereira Editora Executiva Paula Teixeira Editor Luís Almeida d’Eça Direção de Arte Inês do Carmo Design André Alvarez Inês do Carmo Paulo Simão

LU.CA - Teatro Luís de Camões Cç. da Ajuda, 76-80; 215 939 100; lucateatroluisdecamoes.pt São Luiz Teatro Municipal R. António Maria Cardoso, 38; 213 257 640; teatrosaoluiz.pt Teatro do Bairro Alto R. Tenente Raúl Cascais, 1A; 218 758 000; teatrodobairroalto.pt Teatro Variedades Parque Mayer; 210 523 630; teatrovariedadescapitolio.pt UM TEATRO EM CADA BAIRRO Avenidas R. Alberto de Sousa, 10A; seg a sex: 9h-19h; 218 170 900; umteatroemcadabairro.avenidas@cmlisboa.pt Boutique da Cultura Av. do Colégio Militar (frente R. Adelaide Cabete); 926 830 272; seg a sex: 9h30-13h/ 14h30-22h; sáb: 10h-13h/14h-18h; dom: 14h-18h; boutiquedacultura.org Casa do Jardim da Estrela Jardim Guerra Junqueiro, Praça da Estrela 12; ter a sáb: 10h-18h; umteatroemcadabairro. cjardimestrela@cm-lisboa.pt Coruchéus R. Alberto de Oliveira; 218 170 900; umteatroemcadabairro.corucheus@cm-lisboa.pt; ter a sáb: 13h-19h (encerra em agosto) Quinta Alegre Campo das Amoreiras, 94; Charneca do Lumiar; 218 174 040; umteatroemcadabairro. quintaalegre@cm-lisboa.pt Turim Estr. de Ben ca, 723; bairroben ca.pt

Copy Desk Sara Simões

Depósito Legal 40722/90

Fotogra a Humberto Mouco Manuel Rodrigues Levita

Periodicidade Mensal Isenta de registo na ERC ao abrigo da lei de imprensa 2/99

Redação Ana Figueiredo Ana Rita Vaz Cristina Engrácia Filipa Santos Frederico Bernardino Gabriela Lourenço Ricardo Gross Tomás Collares Pereira

Edição Câmara Municipal de Lisboa Recolha de Informação Rua da Boavista, 5 1200-066 Lisboa Tel. 218 170 900 agenda.cultural@cm-lisboa.pt www.agendalx.pt

Editor de Redes Sociais Ricardo Saleiro Relações Públicas, Publicidade Institucional, Circulação e Assinaturas Marco Mateus Impressão Lidergraf Sustainable Printing Tiragem 25 000 exemplares

Capa Raquel Tavares Fotogra a de Humberto Mouco


Q

QUESTIONÁRIO Que leituras arriscou fazer em português quando ainda não dominava a língua?

– A bela precisão de Alberto Caeiro! Mas sinto-me atraído pela dificuldade de ler o mestre brasileiro João Guimarães Rosa, especialmente Grande sertão: Veredas. Que exemplo lhe ocorre da loso a de Nietzsche que qualquer pessoa possa usar no dia-a-dia?

– A arte de viver na inquietação do questionamento. Seria a nossa defesa contra a tirania, a falsidade e a corrupção (metafísica, espiritual e moral). E o amor à música! Quantos anos faltam para que Portugal se torne o país onde viveu a maior parte da vida?

– 13 anos... Ainda me sinto um errante, mas isso talvez signifique que sou um pouco mais português além de irlandês. É uma forma de ser radicalmente cosmopolita e ao mesmo tempo local. Quem foi a pessoa mais sábia que conheceu até hoje?

– A minha mãe. Era a personificação da coragem, da curiosidade e da profunda bondade. É uma inspiração. Em que cineastas podemos observar um pensamento losó co que se prolonga de lme para lme?

– Adoro os cineastas da Escandinávia: Dreyer, Bergman e Axel. Tratam os grandes temas kierkegaardianos do desespero, da angústia, da repetição, da fé e do silêncio, das máscaras, e de termos sempre o riso do nosso lado. Em que consiste “a arte ecológica de viver e morrer”?

– Na atenção aos cinco sentidos; na consciência da vida não-humana e das multiespécies que nos rodeiam; na aceitação de viver com a consciência da morte inevitável; e na experiência destes três aspetos, caminhando numa floresta onde a lógica da distinção se dissolve.

BARTHOLOMEW RYAN FILÓSOFO, MÚSICO E POETA RICARDO GROSS TEXTO

HUMBERTO MOUCO F OT O G R A F I A

“Ai que prazer/ Não cumprir um dever, / Ter um livro para ler/ E não o fazer!” Subscreve estes versos de Fernando Pessoa?

– Não completamente. Interpretei estes versos como uma expressão da liberdade negativa, que aprecio, mas também precisamos de um pouco de liberdade positiva para não cairmos completamente numa sociedade libertária. Onde encontra na cidade aquilo que considera ser o mais genuíno que Lisboa tem para dar?

– Infelizmente os bairros icónicos transformaram-se numa “Disneylândia” manchada pelo turismo. Mas permanecem algumas zonas genuínas: partes da Penha de França, Benfica, Olaias, Alcântara.


Voltar onde somos felizes Em 2026 o LU.CA apresenta espetáculos que marcaram a vida do teatro e que cresceram connosco.

Consulta a programação em

Consulta a programação em lucateatroluisdecamoes.pt lucateatroluisdecamoes.pt Calçada da Ajuda, 80 Lisboa


festas de natal Música nas Igrejas

e ainda…

Apoiado numa narrativa poética em torno dos temas do nascimento, do início e da natividade, o ciclo desenhado por Filipe Faria inclui quatro concertos pensados para este tempo de espiritualidade e reflexão.

O Boneco de Neve Orquestra POP Portuguesa Cinema São Jorge 8 dezembro, 16h30 |

O dia – Entre a luz e a sombra no Barroco ibérico Concerto Campestre Igreja de São Vicente de Fora 5 dezembro, 21h00 A palavra – Voz e silêncio na devoção ibérica Sete Lágrimas Igreja de Santa Isabel 7 dezembro, 17h00 |

A beleza – Louvor no Barroco italiano Altos do Bairro & Coro Alto Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes 12 dezembro, 21h00 | A noite – Mistério e luz no Natal do mundo Coro de Câmara do Instituto Gregoriano de Lisboa Igreja do Seminário de Nossa Senhora da Conceição da Luz 14 dezembro, 17h00 |

Lisboa Fado, Terra Natal Katia Guerreiro, Cristina Branco, Hélder Moutinho e Pedro de Castro Capitólio 13 dezembro, 21h00 | Saint Dominic’s Gospel Choir Panteão Nacional 19 dezembro, 21h00 |

egeac.pt As Festas de Natal estão incluídas no Festival das Estrelas – Solstício de Inverno, com o apoio Patrocinador P rincipal

Patrocinador de Ref erência

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media PA RTNER

ap oio

viatu r a of icial

Entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço e mediante levantamento prévio de bilhete no local e dia do espetáculo, 90 minutos antes do início.


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Agenda Lisboa Cultura - dezembro 2025 by Câmara Municipal de Lisboa - Issuu