

QUANDO O SILÊNCIO NÃO É OPÇÃO QUANDO O SILÊNCIO NÃO É OPÇÃO





EVENTO SOLIDÁRIO: CONCERTO & LEILÃO DE ARTE
Quando o Silêncio Não é Opção
Hotel Tivoli Kopke Gaia 11 Abril 2026
17:30 Recepção
17:45
Grupo Coral Rotary Clube V. N. Gaia
18:00
Concerto solidário por Gil Brito
18:30
Apresentação do Leilão solidário (Exposição de Arte Contemporânea)
19:00
Porto de Honra
20:00 Encerramento
Organização
Núcleo Rotary de Desenvolvimento Comunitário de V. N. Gaia
Curadoria Exposição de Arte
Daniel Lamas
Apoios
Hotel Tivoli Kopke Gaia
Cabral Moncada Leilões
Galeria Catapulta
Concerto de Piano
Gil Brito vencedor Got Talent Portugal 2025
Acácio Viegas • Alexandra
Cabral • Alexandre Farto (VHILS) • Alexandre Rola • Allinson
Mata • Amaro Della Quercia • Ana
Aragão • Arisca • Bastian Fiala • Bordalo
II • Betty Brownlee • Carlos Manuel
Gonçalves • Cristina Troufa • Daniel
Eime • Daniel Lamas • Daniela Guerreiro •
Francisco Vidal • Georgianys Niebla
Suárez • Godmess • Halfstudio • Inês
Osório • Inês Sancho • Isaac • Isabel de Andrade • Iva Viana • Jîon
Kiim • João Bruno Videira • Joana
Vasconcelos • Katarina Abovic • Leonor
Zamith • Liliana Silva • Liliana Velho • Lonny McLaughlin • Maria Souto de Moura • Mariana Maia Rocha • Meireles de Pinho • Miguel Neves Oliveira • Mura •
Nature the Artist • Nicolai Ganichev • oh chiko! • Pedro Santos Silva • Pedro
Zamith • Raquel Belli • Ricardo Quaresma
Vieira • Rita Paupério • Roberto
Grosso • Sara&André • Sérgio
Remondes • Sílvia Marieta • Sílvia
Salvagno • Teresa Canto Noronha • Tosin
Kalejaye

Durante uma conversa com o meu amigo Dr. João Neto, Co-Presidente do Núcleo Rotary de Desenvolvimento Comunitário de V. N. Gaia, apercebi-me da falta de apoio governamental que estas Associações têm, precisando de solucionar cada orçamento anual com recurso a patrocínios/mecenato para poderem continuar a prestar os essenciais serviços de apoio aos jovens que ali são acolhidos.
Daí ter surgido esta ideia de angariar, junto da comunidade artística, obras de arte que pudessem transferir o seu valor artístico para algo palpável para esta Associação, tendo sido identificado pela Directora Técnica dra. Rita Brito, essencial melhorar as condições das casas de banho, cozinha e outras zonas comuns, para o conforto destas 18 crianças.
DANIEL LAMAS
DANIEL LAMAS
Graças à generosidade dos 50 artistas que aderiram à causa, foi possível recolhermos peças de arte (pinturas, esculturas, desenhos e fotografia) para o leilão em plataforma on-line (aberto a licitações de 10 a 19 Abril), que a Cabral Moncada Leilões disponibilizou a sua para esta causa solidária.
Essencial a parceria estabelecida com o Hotel Tivoli Kopke Gaia, na pessoa do Director Francisco Viana Brito, que disponibilizou desde logo a sala nobre de eventos do hotel. Obrigado à designer
Alejandra Jaña e à galeria Catapulta pelo apoio logístico da exposição.
Por fim deixo uma mensagem de apelo para que, investindo em Arte, possam também dar um apoio importantíssimo a esta Associação, para qual a reverte a totalidade dos valores angariados nesta organização.

No Tivoli Kopke Gaia, acreditamos que a arte aproxima pessoas, desperta sensações e inspira novas perspetivas. As mais de sessenta obras de artistas portugueses e internacionais da Coleção Escotet Family Estates que habitam no hotel não são apenas parte do nosso espaço, também moldam a nossa identidade e influenciam diariamente quem nos visita. Por isso, acolher um evento que reúne artistas, comunidade e propósito parece-nos de absoluta importância.
Esta iniciativa recorda-nos o que é essencial: as crianças e jovens acompanhados pela Associação
Protectora da Criança, em Vila Nova de Gaia, e o trabalho diário de quem lhes oferece estabilidade, dignidade e futuro.
FRANCISCO BRITO
Para nós, que vivemos e trabalhamos nesta cidade, existe um claro sentido de responsabilidade. Sentimos que devemos estar presentes ao lado de quem cuida, educa e protege, usando a nossa voz e recursos ao serviço do fortalecimento desta missão.
Recebemos esta iniciativa com especial apreço, oferecendo espaço, apoio e visibilidade a um evento que une arte e solidariedade. Estamos certos de que, juntos, conseguiremos criar um momento memorável e significativo. E, acima de tudo, contribuir para transformar vidas de forma real e duradoura.”

Há momentos na vida coletiva em que a consciência se sobrepõe à indiferença e em que agir se torna um imperativo moral inadiável. Foi sob essa inspiração que nasceu esta Gala de elevado cariz altruísta, solidário e filantrópico, sabiamente intitulada “Quando o Silêncio Não é Opção” — expressão de forte densidade ética, que convoca cada um de nós à responsabilidade ativa.
Este Evento Solidário: Concerto & Leilão de Arte é mais do que uma celebração cultural; é um gesto de compromisso, de generosidade esclarecida e de intervenção transformadora.
A Associação Protetora da Criança prossegue um trabalho verdadeiramente hercúleo, sustentado por uma dedicação
constante e por uma notável elevação de espírito. Ao longo dos anos, tem sido abrigo, amparo e esperança para tantas crianças, promovendo dignidade, estabilidade e futuro. A sua missão, exigente e silenciosa, é um testemunho vivo de resiliência institucional e de profunda humanidade. Foi em reconhecimento dessa obra admirável que organizámos esta iniciativa, cuja totalidade das receitas reverterá para suprir as necessidades mais prementes das instalações, reforçando o conforto, a segurança e a dignidade das crianças acolhidas.
Permitam-me dirigir uma palavra de gratidão particularmente sentida. Ao pianista Gil Brito, talento extraordinário e promessa já luminosa do panorama musical, cuja maturidade artística surpreende e cuja excelência antecipa, sem dúvida, um lugar entre os maiores pianistas do mundo. Apesar da sua juventude, já suscita a minha mais profunda admiração, não apenas pelo virtuosismo técnico, mas pela sensibilidade interpretativa e elevação estética que imprime à sua arte.
Ao Daniel Lamas, pela criteriosa curadoria e pela forma imediata, generosa e desinteressada com que aceitou este desafio. A sua visão artística e o seu compromisso altruísta conferem a este evento uma dimensão de rigor e qualidade que muito nos honra.
Ao Hotel Tivoli Kopke, à Leiloeira
Cabral Moncada e a todos os parceiros e colaboradores que, de forma desprendida, nobre e solidária, se associaram a esta causa, disponibilizando recursos, competências e confiança.
A vossa contribuição é expressão inequívoca de responsabilidade social e de genuíno espírito de serviço. Um enorme agradecimento a todos os artistas que, de forma pronta, generosa e
altruísta, ofereceram as suas obras para o leilão solidário. A vossa dedicação e o vosso gesto criativo são, em si mesmos, uma prova do poder da arte como instrumento de transformação social e de esperança. Este evento demonstra que a sociedade, quando convocada por uma causa justa, consegue mobilizar-se com grandeza. Que cada momento desta Gala seja vivido com intensidade e consciência do seu propósito maior.
Aproveitem. Participem. Envolvam-se. Porque, verdadeiramente, quando o silêncio não é opção, a ação é o nosso mais digno testemunho.”

ACÁCIO VIEGAS (1976)
Artista visual e designer contemporâneo de Viana do Castelo cujo trabalho explora a intersecção entre a abstração geométrica, a tecnologia e a consciência. Enraizado nos legados da Arte Concreta e do Construtivismo, a sua prática reinterpreta essas tradições através da linguagem visual da era digital — onde materiais industriais, linhas vetoriais e intensidade cromática coexistem com a emoção e o simbolismo. Os trabalhos recentes de Viegas combinam painéis de alumínio composto, impressão UV, tinta tradicional e tinta spray, criando peças híbridas que habitam o limiar entre a pintura e a escultura. A sua abordagem
pode ser descrita como Neofuturismo
Sensível — uma síntese entre o gesto humano e a lógica algorítmica, entre a precisão e a presença, entre a matéria e o espírito. Através destas composições, a geometria torna-se um código vivo — uma meditação visual sobre o equilíbrio, a transformação e a interconexão entre o físico e o invisível.
Vencedor Prémio Arte Henrique Silva 2024 e XV Bienal Pintura Eixo Atlântico 2025.
Cartografias da consciência
Série World #1, 2026
Acrílico, Pastel seco e impressão digital UV e INK pen sobre papel, assinado pela artista
Dimensão: 29,7 x 42 cm @acacio.viegas
Valor base: ¤ 200 nº1
ALexandra cabral (1978)
Designer, fotógrafa e artista visual, atua entre cidades e conceitos, imagens e espaços. O seu trabalho centra-se na construção de narrativas visuais inspiradas por um universo interior e por uma forma peculiar de observar o mundo. A sua fotografia desenvolve-se como um diário visual silencioso, focado em fragmentos do quotidiano onde simplicidade e detalhe coexistem. Interessa-se particularmente pela escala humana no espaço urbano — gestos efémeros, silhuetas subtis, o jogo da luz e a quietude da forma e da cor — com uma
atenção cuidada aos pequenos detalhes que muitas vezes passam despercebidos. Através de uma lente minimalista e contemplativa, traduz esses momentos em instantes visuais, acompanhados por breves textos que ligam imagens dispersas num fluxo contínuo de pensamento e de tempo. Cada imagem torna-se, assim, um convite a desacelerar, observar e redescobrir a beleza do invisível.
“into your inner labyrinth”
edição 5/20, 2020
Fotografia Impressão Fine
Art Giclée (emoldurada)
Paper Hahnemuhle Studio Enhanced 210g, assinado pela artista
Dimensão: 30 x 30 cm
@alex_cabral02

Valor base: ¤ 175
ALEXANDRE FARTO aka VHILS (1987)
Alexandre Farto começou a interagir visualmente com o ambiente urbano sob o nome de Vhils no início dos anos 2000. Retirando as camadas da nossa cultura material como um arqueólogo urbano contemporâneo, Vhils reflete sobre o impacto da urbanidade, do desenvolvimento e do aumento da uniformidade nas paisagens e nas identidades das pessoas em todo o mundo. A prática de Vhils tem sido objecto de inúmeras exposições individuais e colectivas, incluindo em instituições de
arte de renome como MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (Lisboa), Centro de Artes Contemporâneas (Cincinnati), Le Centquatre-Paris (Paris) , CAFA Art Museum (Pequim), Hong Kong Contemporary Art Foundation (Hong Kong), Palais de Tokyo (Paris), Barbican Centre (Londres) e Museu de Arte Contemporânea de San Diego (San Diego), entre outros.
“ Unfold ”, 2022
Edition 140/250, Riso printing on black paper
170g, hand-finished Dimensão: 35 x 23 cm @vhils
Valor base: ¤ 400


ALEXANDRE ROLA (1978)
Desde que se conhece, desenha tudo em seu redor. Tirou o curso de desenho e pintura na Cooperativa árvore. Em 2003 tirou o curso de fotografia que lhe forneceu o apoio necessário para alguns experimentalismos e treino visual. Em 2004 ingressou no curso superior de design que veio a finalizar em 2008. Tirou uma tese de mestrado sobre intervenções artísticas urbanas na Esad. Desde 2001 expõe regularmente.
A natureza do processo criativo de Alexandre Rola assenta na apropriação, descontextualização e reinterpretação de
objetos humildes e pouco convencionais existentes do quotidiano o que transmite fortes preocupações ambientais. O artista oferece-nos uma visão cúmplice, mas simultaneamente crítica da sociedade contemporânea. É uma arte de diálogo, em que, à primeira vista reflete o caos e, ao mesmo tempo, nos torna mais humanos. Para o artista, a pintura funciona como catarse e afirmação social. Uma espécie de ampliação do humano num sentido emancipatório e plural, materializado na solidariedade.
“Zap” , 2025
Técnica mista sobre tela , assinado pela artista
Dimensão: 30 x 24 cm @alexandre_rola_
Valor base: ¤ 400 nº4
ALlISON MATA (1989)
Artista venezuelano, nascido em Ciudad Bolívar, pequena cidade no oriente da Venezuela. Formado como engenheiro industrial, com menção em Ciências. A sua obra apresenta como elemento principal um rosto humano ilustrativo, representando uma expressão emocional íntima de tristeza, mostrando uma ideia surrealista expressa através de cores pastel suaves, de modo a refletir a dualidade da inocência e da criatividade das crianças, perante as emoções que podem manifestar-se emocionalmente.
Trabalho realizado como expressão emocional, procurando mostrar sentimentos através do equilíbrio visual das cores plasmadas no caos.
“Amparo” , 2026
Acrílico sobre tela, assinado pelo artista
Dimensão: 60 x 80 cm
a peça é pintada de amarelo escuro
@allink_tattoo
Valor base: ¤ 150

AMARO DELLA QUERCIA (1982)
Artista nascido em Vila Nova de Famalicão, é formado em Artes Plásticas pelo AR.CO (Centro de Artes e Comunicação Visual), 2012, de Lisboa e é licenciado em História da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2020.
A sua obra concentra-se, pela sua verdadeira paixão e empenho, principalmente no desenho, procurando técnicas e materiais baseados em padrões tradicionais, mas também explora soluções não convencionais. A figura humana é o seu principal tema, variando do sagrado ao quotidiano, muitas vezes
misturados em contextos não clássicos e valorizando pessoas comuns numa carga muitas vezes erótica implícita. A obra de Amaro della Quercia é entendida como uma expressão de dualidade, onde o sagrado e o profano, o tradicional e o não convencional coexistem, oferecendo uma nova perspectiva sobre a figura humana e a experiência humana. O seu trabalho torna-se assim um convite à reflexão sobre a beleza e complexidade da vida quotidiana, capturada através de sua visão artística.
“Matança dos Inocentes” , 2024
Desenho original, carvão sobre papel, assinado pelo artista
Dimensão: 100 x 70 cm com moldura e vidro @amarodellaquercia
Valor base: ¤ 800

ANA ARAGÃO (1984)
“Not a real architect, nor purely an illustrator.”
Licenciada como arquitecta pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP, 2009), bolseira da FCT, frequentou o Doutoramento do Departamento de Arquitectura da Universidade de Coimbra (2011-2014).
Atualmente, dedica-se exclusivamente ao desenho, explorando a temática dos imaginários urbanos e da arquitetura de papel.
Desde 2012, integra exposições coletivas e individuais, em Portugal e no estrangeiro, entre as quais se destacam: Matosinhos, 2016, Fundação Oriente, Macau, 2018, Fundação Altice, Porto, 2018, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa, 2019, Reitoria da Universidade do Porto, 2020, Museu do Oriente, Lisboa, 2022,
MAAT, Lisboa, 2022, Londres, 2023, Hillside Forum, Tóquio, 2023, Casa da Arquitectura, Porto, 2024, Underdogs Gallery, Lisboa, 2024, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto, 2025 e Museu Benito Quinquela Martín, Buenos Aires, 2025.
Em 2024, foi distinguida com a Medalha de Mérito da Cidade do Porto. Em 2025, representou Portugal na Expo 2025 Osaka, com a série My Plan for Japan, apresentada no Pavilhão de Portugal. Tem obras nas coleções do Centro Cultural de Belém, Museu do Oriente (Macau e Portugal), SNBA, e está representada em coleções privadas e institucionais em todo o mundo.
“This Way Up” , 2024
Giclée Print nº 139, assinada pela artista
Dimensão 30 x 42 cm @aanaaragao
Valor base: ¤ 200


ARISCA (1993)
Nasceu e vive no Porto, estudou Artes Plásticas Multimédia, FBAUP.
Já foi aprendiz de estofador, Fotógrafa, Produtora AV, Artista Residente na Fixinart (Grécia) e desde 2017 artista multidisciplinar dedicada à pintura mural e ilustração.
Os murais são a criação e intervenção num espaço considerando e dialogando com ele. Trabalhar com o espaço é muito magnetizante e importante para ela. É através do seu corpo que comunica e vive o espaço, e é através da mente que cria e vê as possíveis interações com ele.
O seu trabalho é inspirado nas interações e conexões sociais, bem como no corpo humano e nas experiências viscerais e vulneráveis.
“O Truque” original, 2022
Acrílico sobre tela, assinado pela artista
Dimensão: 100 x 100 cm @arisca.arte
Valor base: ¤ 240 nº8
bastian fiala (1998)
Bastian Fiala é um artista alemão contemporâneo cujo trabalho se concentra na linguagem não verbal do corpo humano.
Conhecido por seus retratos em grande escala que exploram a microexpressão, a postura e a tensão emocional, bem como por um conjunto paralelo de obras sobre a vida selvagem dedicadas à conservação, Fiala utiliza as redes sociais como uma janela direta para o seu processo criativo, construindo uma prática independente que une a intimidade do estúdio ao alcance internacional.
A sua prática de retratos concentra-se na presença: o momento psicológico anterior à expressão se transformar em linguagem.
Utilizando texturas sobrepostas, materiais brutos e formas sutilmente abstratas, Fiala captura a tensão entre os estados internos e externos — força, fragilidade, inquietação, firmeza, tudo contido na postura e no olhar do corpo.
“Blurry appearance” , 2026
Técnica mista sobre tela , assinado pela artista
Dimensão: 80 x 70 cm
@fiala_art

Valor base: ¤ 1450

BETTY BROWNLEE (1951)
Betty Brownlee é uma pintora de Detroit que agora vive e trabalha em tempo integral no Porto, Portugal. A sua formação inclui estudos na Wayne State University, onde obteve seu bacharelado e mestrado em Belas Artes e foi uma figura essencial na vibrante e cena artística de Detroit, localizada no coração do Cass Corridor.
O trabalho de Brownlee foi sempre baseado no realismo. Desde as suas primeiras paisagens expressionistas da década de 1980 até as atuais pinturas figurativas surrealistas, sua obra é unificada por seu amor pela intensidade da cor, pela expressão e pelo simbolismo.
“South Paw” , 2025 Tinta sobre papel, emoldurado, assinado pela artista
Dimensão: 66 x 44 cm @bettybrownlee
Valor base: ¤ 280
BORDALO II (1987)
Artur Bordalo (Lisboa) utiliza o nome artístico Bordalo II, que escolheu como homenagem ao seu avô, o pintor Real Bordalo, de forma a promover uma continuidade e reinvenção do seu legado artístico.
A sua juventude decorreu entre as horas passadas no ateliê do avô Real Bordalo, que tinha uma paixão incessante pelas aguarelas e óleos e retratava paisagens e cenas típicas da cidade, e as aventuras em torno dos graffitis ilegais no submundo da cidade de Lisboa.
A produção e consumo excessivo de coisas, que resulta na produção contínua de “lixo” e consequentemente na destruição do Planeta, são os temas centrais da sua produção. Este “lixo” assume-se como a matéria-prima inusitada e única que Bordalo utiliza na construção de peças de pequena e grande escala que tem espalhado pelo mundo e que, acima de tudo, pretendem ser veículo de um manifesto universal.
“Wise Tiger” – original, 2025
Série Small Trash Animals –Traffic Drawings
Técnica mista sobre sinal de trânsito assinado pela artista
Dimensão: 63 x 63 x 3 cm @b0rdalo_ii
Valor base: ¤3200

CARLOS MANUEL
GONÇALVES (1982)
Foi na incerteza da pandemia que Carlos Manuel Gonçalves decidiu expandir a sua paixão pela cerâmica. Do aconchego sereno de uma pequena aldeia no Alentejo, a infância de Carlos ecoava com a simplicidade de uma era ainda intocada pelo turbilhão da internet. Numa paisagem desprovida de distrações, a sua imaginação e criatividade floresceram, tornando-se as suas maiores ferramentas para se entreter. A cerâmica, a alquimia da terra e do fogo, tornou-se na forma perfeita através da qual Carlos ressuscitou a sua essência e as suas raízes.
Nascida dessa simplicidade de outrora, a obra de Carlos encapsula a essência de uma vida tradicional, repleta da vibrante cultura popular da época. A sua arte dá vida aos animais que outrora percorriam as paisagens rurais e às criaturas fantásticas que dançavam em seus devaneios infantis. Hoje, todas essas criaturas, moldadas pela nostalgia, incorporam a linguagem e a identidade de suas criações. A cerâmica, a alquimia da terra e do fogo, tornou-se o meio perfeito para Carlos resgatar sua essência e suas raízes. No calor intenso do forno, ele descobriu um novo começo.
“MOSTRENGO” – série
aberta, 2026
Edição em grés vidrado cerâmico, assinado pela artista
Dimensão: 26 x 15 x 18 cm @carlosmanuelgoncalves_
Valor base: ¤ 215


cristina troufa (1974)
Cristina Troufa nasceu no Porto. Em 1998 concluiu a Licenciatura em Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e em 2012 o Mestrado em Pintura na mesma Faculdade onde também dá formação nos Cursos de Formação Continua.
Desde 1995 que participa em exposições coletivas e individuais em Portugal, Itália, Espanha, Austrália, Canadá, Dinamarca, Escandinávia, Taiwan, França, Inglaterra e EUA. Em 2021 foi artista convidada na exposição “Women Painting” no Museu Europeu de Arte Moderna em Barcelona.
Em 2014, 2016 2018 e 2025 foi artista convidada na “Bienal de Arte Contemporânea de Salerno” Itália. Em 2015 foi artista convidada e membro do júri na seleção de artistas portugueses do projeto "PortugArt" em Londres.
A sua obra está presente em coleções de arte públicas e privadas tais como: Liberty Seguros, Museu Municipal de Espinho, FBAUP, FADEUP, MAEDS, Centro Cultural de Cascais e Centro Cultural e Congressos de Caldas da Rainha e ilustra a capa e miolo de diversos livros e revistas nacionais e internacionais.
“Beijinhos” , 2026
Guache sobre papel , assinado pela artista Dimensão 25 x 25 cm @cristina_troufa
Valor base: ¤ 350

daniel eime (1986)
Licenciado em Design de Cenografia, Daniel Eime trabalhou durante vários anos como cenógrafo, essencialmente em projectos de teatro, cinema e publicidade. Em 2011 abandona a sua área de formação, passando a dedicar-se exclusivamente à arte urbana. Desde 2008 que desenvolve trabalhos exclusivamente com a técnica de stencil, sendo reconhecido pelos seus murais de grande escala e pelo uso de imagens bastante detalhadas.
Procura trabalhar rostos comuns e do quotidiano, frequentemente combinados com elementos abstractos e/ou geométricos. Nas suas peças aborda o lado mais misterioso de cada pessoa, onde cada linha dos seus rostos conta as suas e as nossas histórias de vida, remetendonos frequentemente para memórias individuais
“New King V.02” , 2026 Original, Impressão Giclée sobre papel PC Velvet 270 g/m2 assinado pelos artistas
Dimensão: 40 x 60 cm @daniel.eime
Valor base: ¤ 185
daniel lamas (1978)
Artista/Curador, cresceu em Amarante, vive e trabalha no Porto.
Procura nos materiais improváveis e novas técnicas formas de se expressar, usando ao invés das tintas, botões que ganham tridimensionalidade, com as suas formas, cores e textura.
“Cada botão isolado, aparenta ter apenas um único propósito funcional. Mas em conjunto agigantam-se, passam a ter tridimensionalidade, subvertem a sua função inicial, confundindo os sentidos e obrigando o cérebro a criar outros mecanismos de percepção.”
Expõe regularmente desde 2021 em mostras individuais e colectivas, tendo sido seleccionado “Short-Listed Artist” no Visual Artists Open 2022 – UK & International Award. Presente em coleções particulares e algumas instituições.
“Fora da caixa” , 2025 Colagem de botões sobre madeira, assinado pelo artista
Dimensão: 60 x 60 cm @daniel_lamas_oliveira

Valor base: ¤ 750
daniela guerreiro (1992)
Daniela Guerreiro é uma artista visual portuguesa cujo trabalho explora temas como aceitação, diversidade, intimidade e identidade, através da pintura figurativa. Nascida em Faro, estudou Artes Visuais na Universidade do Algarve e Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
A sua abordagem é marcada por uma estética crua e autêntica, onde a pintura capta experiências individuais e coletivas frequentemente invisibilizadas pelas normas sociais criando uma comunicação honesta como o mundo. Trabalha com modelos não convencionais para revelar uma beleza real, ainda que muitas vezes desvalorizada por padrões estéticos dominantes. Nas suas obras, a luz, a sombra, a cor e a textura assumem papéis centrais na exposição de identidades ocultas e na desconstrução de convenções visuais. Com uma visão anti-opressiva, retrata corpos diversos em momentos de autocuidado, descanso ou prazer íntimo, reafirmando o direito de simplesmente ser — sem filtros nem expectativas externas. O seu processo artístico desenvolvese tanto em estúdio como na rua, onde tem vindo a apresentar o seu trabalho em Portugal, Bélgica, Itália, Espanha e França, aproximando públicos diversos de questões profundas relacionadas com o corpo, o tempo e a identidade.

“Jasminum” , 2023
Óleo sobre tela, assinado pela artista
Dimensão: 70 x 50 cm
@danielaguerreiro_
Valor base: ¤ 1400

francisco vidal (1978)
Nome incontornável da pintura contemporânea e um dos mais emblemáticos artistas da sua geração. Francisco Vidal nasceu em Lisboa. É português, angolano e cabo-verdiano e vive entre Luanda, Angola e Lisboa, Portugal.
Licenciado em Artes Plásticas pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha, fez um curso avançado em Artes Visuais na Escola de Artes Visuais Maumaus, em Lisboa. Viveu durante algum tempo nos Estados Unidos, obtendo o Master em Fine Arts pela School of Visual Arts da Columbia University, em Nova Iorque. Começou a expor com regularidade a partir de 2005. Em 2014 apresentou o projeto de pintura “Utopia Luanda Machine” na 56.ª Bienal de Veneza, no Pavilhão de Angola, com a curadoria de António Ole, e na Expo Milão, com a curadoria de Suzana Sousa. Em 2016 apresentou em Luanda e, em 2017, em São Tomé e Príncipe, o projeto “ESCOLA DE PAPEL”.
A prática de Francisco Vidal realça ideias em torno do trabalho e mobilidade internacional. É reconhecido pelas suas grandes instalações de pintura, traçando poderosas linhas caligráficas sobre telas de serigrafia, em cores vivas e variados esquemas cromáticos. Tem obras em coleções nacionais, como as da Fundação EDP, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação Cachola, e internacionais.
“Desenho de 14 de Fevereiro” , 2026 Desenho a carvão sobre serigrafia, acrílico e óleo sobre tela, assinado pela artista
Dimensão: 50 x 70 cm @francisco.vidal.777
Valor base: ¤ 1100

GEORGIANYS NIEBLA SUÁREZ
(1989)
Artista/Curador, cresceu em Amarante, Artista nascido em Cuba, formado em Artes Plásticas e licenciado como Instrutor de Artes Visuais. A sua obra centra-se na representação da figura humana como veículo de expressão emocional, explorando as camadas mais íntimas de cada personagem.
Trabalha principalmente com pintura a óleo e técnicas mistas, incorporando, por vezes, soluções não convencionais que enriquecem a sua linguagem visual. O seu estilo inscreve-se numa abordagem contemporânea, marcada por uma paleta de cores vibrantes de inspiração caribenha, onde a natureza e a abstração dialogam com o realismo.
Esta fusão gera uma estética fresca, espontânea e profundamente expressiva.
O trabalho de Georgianys Niebla Suárez é concebido como uma expressão emocional, na qual a psicologia da cor desempenha um papel essencial na construção de cada obra, conferindo beleza, equilíbrio visual e revelando o lado oculto da experiência humana.
“Alma de Colibri” , 2026
Óleo sobre tela, assinado pela artista
Dimensão: 60 x 80 cm @art_vision89
Valor base: ¤ 200
godmess (1988)
Artista multidisciplinar vocacionado para as áreas de: Ilustração, Design gráfico, Pintura, Escultura, Instalações, Arte Urbana, entre outras são algumas das áreas em que este jovem artista português se apresenta.
A diversidade é algo que procura, quer em temáticas ou suportes de expressão, por isso não se limita apenas a uma área de intervenção, procurando inspiração para a sua obra, sobretudo, no meio em que se situa e nas pessoas em seu redor.
“Gatosférico” , 2024
Tinta Cerâmica e acrílico s/ prato cerâmico, assinado pela artista
Dimensão: 35 x 35 cm @thegodmess
Valor base: ¤ 200

halfstudio
Os artistas visuais portugueses Mariana Branco (n.1986) e Emanuel Barreira (n.1986) formam a dupla Halfstudio. A sua prática artística colaborativa é fortemente inspirada pelo lettering e sign painting, e o seu trabalho explora a linguagem, o lugar e o potencial expressivo da forma visual no contexto contemporâneo.
A sua linguagem visual é definida por letras tridimensionais e composições dinâmicas, com mensagens impactantes e cores vibrantes. O seu trabalho é moldado pelo ambiente que os rodeia e pelas questões sociais e culturais que consideram significativas, utilizando a arte como meio para refletir sobre o mundo e trazer esses temas para o debate
“REALLY TRYING” , 2025
Impressão giclée, acabamento manual em papel Matt Cotton Smooth 300gsm
Assinada e numerada (8/25) pelos artistas, certificado de
Autenticidade incluído
Dimensão: 21 x 21 cm @halfstudiosigns
Valor base: ¤ 60
público. Para Mariana e Emanuel, criar arte é simultaneamente uma forma de expressão e um processo pessoal de reflexão. As obras de arte pública são particularmente importantes para ambos, permitindo que as suas ideias alcancem públicos mais amplos e fomentem diálogos sobre questões pertinentes à vida contemporânea.
Combinando o trabalho de estúdio e a arte pública, a sua abordagem reflete temas atuais, demonstrando, ao mesmo tempo, um envolvimento atento com as comunidades onde trabalham. A dupla tem exposto o seu trabalho em galerias e participado em festivais de arte urbana em Portugal e internacionalmente.

inês osório (1984)
Inês Osório vive entre o Porto e Bruxelas. Trabalha como artista plástica, designer de produto, direção criativa e pesquisa artística. Desde 2007, desenvolve prática profissional como escultora criando um conjunto de obras que procuram explorar a visão sistémica da condição humana, materializando processos sob esse conceito e interrelacionando as suas obras com o contexto ou a arquitetura local. Atualmente é doutoranda em “Arquitetura, Dinâmicas e Formas Urbanas” na FAUP, com bolsa de investigação financiada pela FCT desde 2022 – pesquisa que questiona o papel dos artistas na produção do sentido do lugar urbano, numa tese que defende a relação intrínseca entre Arte, Design e Arquitetura no construção espacial da cidade contemporânea.
Mestre em Escultura, com distinção pela FBAUP (2009). Formação em Belas-Artes, especialização em Escultura (Pré-
Bolonha - 2002/2007), pela Facultat Belles Arts Universitat Barcelona e Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUB e FBAUP), onde em 2007 recebeu distinção como Aluna de Mérito. Pósgraduada em Design de Mobiliário (2014, IPP).
Entre diversas exposições, concursos e residências artísticas, nas últimas duas décadas destacou-se com vários prémios e distinções, como o 1º Prémio no Concurso Internacional de Arte Contemporânea da Bienal de Cerveira, em 2011. O seu trabalho está representado em coleções públicas e privadas, como a Coleção Fundação Bienal de Cerveira, a Coleção de Arte Contemporânea Joaquim Ferro, a Coleção de Arte Contemporânea Norlinda e José Lima, entre outras.

“Unbreathable” série
Saturação, 2021 Escultura parede, tela papel grafite e cola
Dimensão: 50 x 70 x 30 cm @ inesosorio_artwork
Valor base: ¤ 640
INÊS SANCHO (1973)
A inspiração e a criatividade surgiram de forma espontânea e natural quando, em 2020, a artista Inês Sancho, após 22 anos de Indústria Farmacêutica e com formação em Engenharia Técnica de Produção Vegetal, decide parar e redefinir a sua vida profissional com a Freesandàrt e começa a criar arte a partir do “lixo” que encontrava na praia.
“Durante as minhas caminhadas pela praia, recolhia o plástico e a madeira. Inicialmente motivada pela limpeza das praias, mas rapidamente a inspiração começou a surgir... Comecei a ver os resíduos com outros olhos, com umas novas “lentes” e passei a ver beleza nos resíduos que apanhava. E a partir
daí comecei a imaginar infinitas possibilidades de transformar algo considerado desperdício em arte. “ A Freesandàrt está muito alinhada com o conceito de upcycling e com o modelo de economia circular e sustentabilidade. É um exemplo de arte sustentável e amiga do ambiente.
“Espadarte” , 2021
Técnica Mista, assinado pela artista
Dimensão: 200 x 33 cm
@inessancho_arte
Valor base: ¤ 120


isabel de andrade (1960)
Isabel de Andrade nasceu em Luanda, Angola, onde viveu até aos 15 anos. Depois foi no Porto que se fixou. Aqui vive e trabalha.
Dedica-se em especial à escultura em bronze e em papel mas também tem explorado o trabalho de instalação, em espaços interiores e exteriores, em Museus e Jardins. Na sua escultura destaca-se o trabalho em torno do corpo. Procura transmitir a leveza dos gestos, dos momentos precisos em que cada forma revela a intenção inicial, intuitiva. Procura que as peças tenham o movimento e o equilíbrio necessários. Privilegia linhas em continuidade, limpas, claras e leves. Sobretudo nos trabalhos em papel, ocorrem apontamentos de surpresa, dando às figuras identidades de simbiose com elementos da natureza. Realizou a primeira exposição individual em 1986, em Vila Real. Tem exposto regularmente em mostras individuais e já participou em mais de 70 exposições coletivas. Está presente em coleções privadas em vários países, incluindo Portugal, Alemanha, Brasil, Espanha, França, Suécia e Suíça.
“O Mistério da Flor Vermelha” , 2024 Papel sobre estrutura metálica, assinado pela artista
Dimensão: 141 x 40 x 44 cm
@isabel.de.andrade
Valor base: ¤ 650

isaac (1975)
Nasceu no Porto, mas diz só ter nascido 6 anos depois, quando se viu de pé, à entrada da mercearia do pai, a olhar para a enorme parede de granito da antiga Cadeia da Relação – a primeira memória que tem de si.
Nas criações artísticas de Isaac está bem patente a herança judaico-cristã, dualista e apocalíptica, que marcou fortemente a sua infância e juventude, obras realizadas em pintura/ desenho, sobre tela, madeira, papel/cartão, com expressão de carácter naïf surrealista.
Em 2024 expôs na galeria Cruzes Canhoto. Essa mostra “De Súbito”, resultou de um processo em que Isaac foi mais longe e mais fundo na descoberta do seu inconsciente, experimentando de forma intuitiva novos materiais e novos estímulos como desbloqueadores de práticas estabelecidas e recalcadas que o artista sentia serem castradoras da sua criatividade. Em 2026 expôs na galeria Catapulta, com a exposição a solo, "Extravios", continuando à descoberta do seu mundo interior e de como este se relaciona com o resto do mundo. Já munido de alguns dos códigos que lhe permitem ultrapassar as barreiras do passado, pode agora aventurar-se por horizontes mais longínquos e universos mais profundos, sem receio de se perder nos extravios suscitados pelo acaso.
“Reflexo Falso” , 2024
Técnica mista s/ MDF, assinado pelo artista
Dimensão: 77 x 93 cm @isaac_arquivo
Valor base: ¤ 600 nº24

iva viana (1980)
Licenciou-se em Artes Plásticas, variante de escultura, na Faculdade de Belas Artes do Porto. Entre 2003 e 2004 passou também pela Akademia Sztuk Pieknych, em Cracóvia, Polónia, onde frequentou tecnologias de cerâmica, pedra e multimédia.
Em 2007 iniciou o seu percurso como técnica de escultura numa empresa de âmbito internacional, especializada em gessos decorativos, e, em 2009, estagiou com o escultor Pierre Merlin, em Nîmes, França.
Esteve ainda em Moçambique e no Brasil no âmbito de programas de intercâmbio artístico. Fazem parte do seu portfolio, entre outros, painéis em gesso, realizados para os hotéis Four Seasons, em Londres, e Shangri-La, em Paris.
Desde o início de 2013, que concilia o seu trabalho anterior com projetos pessoais, que desenvolve no âmbito do seu próprio atelier, em Viana do Castelo.
“A paixão pelo ‘fazer à mão’ e a contínua experimentação em torno do cruzamento de procedimentos manuais de modelação de estuques com processos modernos de fundição de diferentes matérias.”.
“Mikado” , 2017
Gesso branco, edição aberta
Dimensão: 88 x 57 cm
@iva.viana_sculpture
Valor base: ¤ 280

jiôn kiim (1982)
Jiôn Kiim (Coreia) reside no Porto. É licenciada em Belas Artes pela HfBK Dresden e estudou Belas Artes na ABK Stuttgart e na FBAUP, bem como Design Industrial (BFA) na Universidade Hongik, em Seul.
A sua prática abrange vários meios, com o desenho e a pintura como pilares, incluindo também instalações. As suas obras parecem habitar o interstício entre a linguagem e o inefável que define o espaço do gesto artístico e a sua forma. O seu trabalho integra a Coleção de Arte do Município do Porto e já foi exposto em espaços como a Casa da Cerca (Almada), a Galeria Municipal do Porto, o Museu do Porto, a FBAUP, o Instituto, o Clube Desenho, a Bienal Ci.CLO, a Galeria Presença, Dentro (Porto), a Alfaia (Loulé), a Westwerk (Hamburgo) e a Oktogon (Dresden), entre outros.
Foi selecionada para várias residências artísticas, incluindo a Hangar (Lisboa), com uma bolsa da DGArtes; a WestWerk, com uma bolsa do Ministério da Cultura e dos Media de Hamburgo; e residência UmbigoLAB, apoiada pelo Millennium BCP/Fundação Casa de Mateus. É ateliê do Clube Desenho e é representada pela
Galeria Presença.
“Being woven through” , 2022 Serigrafia 1 cor (Edição 25 provas), Papel CLA 180g Branco, assinado pela artista Dimensão: 50 x 65 cm @jionkiim
Valor base: ¤ 50
joana vasconcelos (1971)
Artista plástica reconhecida pelas suas esculturas monumentais e instalações imersivas, descontextualiza objetos do quotidiano e atualiza o conceito de artes e ofícios para o século XXI, estabelecendo um diálogo entre a esfera privada e o espaço público, a herança popular e a alta cultura.
Com humor e ironia, questiona o estatuto da mulher, a sociedade de consumo e a identidade coletiva. Expõe regularmente em todo o mundo.
A aclamação internacional chegou em 2005 com A Noiva Bienal de Veneza. Em 2012, a mais jovem artista e primeira mulher a expor no Palácio de Versalhes.
Em 2018 tornou-se na primeira artista portuguesa a ter uma individual no Guggenheim de Bilbau. Em 2023 expôs nas Galerias Uffizi e Palácio Pitti, em Florença.
Agraciada com mais de 30 prémios, em 2009 recebeu o grau de Comendadora da Ordem do Infante D. Henrique pela Presidência da República Portuguesa e em 2022 tornou-se Oficial da Ordem das Artes e Letras pelo Ministério da Cultura Francês.
A partir de Lisboa para o mundo gere, desde 2006, o Atelier Joana Vasconcelos com mais de 50 funcionários e, em 2012, criou a Fundação Joana Vasconcelos para conceder bolsas de estudo, apoiar causas sociais e promover a arte para todos.
Monografia assinada, 200 ilustrações cores
Dimensão: 40 x 32 cm, com 364 páginas @joanavasconcelosatelier
Valor base: ¤ 100

joão bruno
videira (1973)
“Arte e Design unidos por um fio”
João Bruno nasceu em Tomar, é licenciado em Ciências da Comunicação e foi jornalista da RTP e produtor de vídeo independente até abraçar o design e o artesanato como a sua nova forma de expressão.
Cresceu rodeado por lã muito por influência da mãe que era uma apaixonada pelos tradicionais tapetes de Arraiolos. Contudo só na idade adulta é que descobre a sua vocação para trabalhar com tal matéria-prima.
João Bruno Videira é um artista autodidata, desde 2006, ano em que cria a sua primeira marca, “água de prata”, com a qual reinventa o uso de uma matéria-prima de excelência em Portugal. Representou Portugal em diferentes feiras e exposições internacionais, tais como a London Design Fair em 2017 e 2019, Dutch Design Week em 2019 e a Dubai Design Week em 2020.
“Banco Arraiolos” , 2024
Peça original, assinado pelo artista
Dimensão: 45 x 45 x 45 cm @joaobrunovideira
Valor base: ¤ 480

katarina abovic (1988)
Katarina Abovic, pintora chilena, bacharel em Artes Visuais, Pós-graduada em Educação Artística, actualmente a residir no Porto.
O seu trabalho gira em torno de temas relacionados à existência humana e ao mistério da própria vida. As pinturas são uma exploração das duas entidades inegáveis que constituem nosso ser: corpo (matéria) e alma (energia). Sempre a intrigou a conexão entre elas, assim como o campo de energia invisível que nos envolve, permitindo-nos existir neste momento presente.
A sua obra é desenvolvida predominantemente por meio de diferentes técnicas de pintura, como acrílico, óleo e técnicas mistas e o seu estilo de vida nómada e os lugares que escolhe para viver expandem a sua criatividade e nutrem a sua alma.
“Acredito que minha jornada artística é inseparável da minha jornada de vida; minhas experiências e emoções se refletem em minhas pinturas, e é através da minha arte que me conecto com os outros e com o mundo. A arte é a minha voz”.
“Momentum” , 2025
Acrílico sobre tela, assinado pela artista Dimensão: 60 x 50 cm @katarina_abovic
Valor base: ¤ 1000

leonor zamith (1977)
Licenciada em Artes Digitais, trabalha como ilustradora freelancer desde 2007, com sólida experiência em ilustração editorial e trabalhos publicados em diversos jornais e revistas, como Jornal i, Diário de Notícias, Dinheiro Vivo e Exame.
Autodidata em pintura acrílica com trabalho exposto na Ó Galeria ! Também organiza workshops para pessoas interessadas em ilustração e técnicas de impressão. Tem colaborado com marcas comerciais e está a trabalhar no seu segundo livro.
“Vaidade” edição 2020
Serigrafia , assinado pela artista
Dimensão: 50 x 34 cm @leonorzamith
Valor base: ¤ 100

liliana silva (1981)
Criada numa família ligada à cerâmica, com pai e avô ceramistas, cresceu imersa nesse universo. Nesse ambiente, nutriu sua paixão pela argila e permitiu que explorasse diversas formas de expressão artística.
As viagens sempre desempenharam um papel significativo na sua vida. Durante os cinco anos em que residiu em Londres, aproveitou a oportunidade para explorar a cidade e visitar museus e galerias de arte, saciando assim sua sede de criatividade. Ao perceber que essa exploração criativa era essencial para sua realização pessoal, decidiu voltar para casa. Depois de concluir cursos de Design de Moda e Design de Calçados, optou por mudar
“Popcorn Jug” , 2025
Peça cerâmica, feita em roda de oleiro, acabada manualmente
Dimensão: 28 x 23 cm @liliana.silva.artist
sua trajetória profissional e juntou-se ao negócio de cerâmica do pai para dar asas à criatividade, desenvolvendo peças únicas. Em 2020, ela tomou a iniciativa de criar o seu próprio negócio. A marca conquistou reconhecimento internacional em diversos países por meio de várias lojas e galerias, graças ao seu design moderno e contemporâneo, bem como às suas características distintas.

Valor base: ¤200
liliana velho (1985)
Liliana Velho (Lisboa) é uma artista visual com dois corações: um em Viseu e outro em Montemor-o-Novo. Licenciouse em Escultura pela Universidade de Belas-Artes de Lisboa (2009) e concluiu o mestrado em Artes Visuais pela ARCA, Coimbra (2012). Em 2025, concluiu o Doutoramento em Artes Plásticas na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto (FBAUP).
Nos últimos anos, Liliana tem-se dedicado à escultura em cerâmica, escolhendo o barro como o material mais importante na sua prática. Também trabalha com diferentes meios, como desenho, escultura e a instalação.
Desde 2015, expõe regularmente, em exposições individuais e colectivas, colaborando com outros artistas. Actualmente vive e trabalha em Viseu.
“Coração em contramão” , 2025
Cerâmica
Dimensões: 10 x 15 x 4 cm
@lilianavelho

Valor base: ¤ 160

LONNY MCLAUGHLIN (1954)
A viver e trabalhar no Porto, Lonny McLaughlin é um artista americano emergente e explorador da pintura conceitual. Em 2021, McLaughlin começouse afastar da pintura figurativa tradicional, focando-se na expressão individual. É mais conhecido pelas suas pinturas e monotipias baseadas em processos, que transformam conceitos abstratos, como a passagem do tempo, em forma visual. A abordagem artística de McLaughlin é influenciada pela tradição histórica da pintura como prática de reflexão moral e espiritual.
As suas obras destacam a materialidade da tinta e o acto de pintar por meio da abstração e da repetição. Os seus métodos distintos envolvem a criação de marcas em vidro, acrílico e outras superfícies, um processo sistemático de camadas que permite que a pintura seja transferida da superfície para o papel ou tela.
“Camadas de Memória II” , 2025
Limited Edition Fine Art Print, assinado pela artista
Impressão a tinta arquivística sem moldura em papel aquarela arquivístico Arches
Rives 100% algodão, 300 g/m
Dimensão: 66,5 x 50 cm
@lonnymclaughlin.art
Valor base: ¤ 140
maria souto de moura (1990)
Formada em Arquitetura pela FAUP (2014) e em Artes Plásticas - Pintura pela FBAUP (2025), em 2014 recebeu o Prémio Viana de Lima – Arquitetura . Em 2017, foi selecionada para a amostra nacional Jovens Criadores 2017, com o pavilhão Contemplação Particular, uma colaboração com o pintor António Gonçalves, no CCB, Lisboa. Desde 2017, expõe como artista plástica em exposições coletivas como Arte na Leira, Caminha (desde 2018), Nó na Galeria Cisterna, Lisboa (2019), Feira de Arte JustMad, Madrid (2020), I think I made you up na Plato, Évora (2022) e 30 anos depois… na Galeria Fernando Santos, Porto (2023) e xyz nos Lavadouros de S. Nicolau (2025). Entre 2014 e 2023, colaborou no escritório de Álvaro Siza, tendo sido responsável pelos projetos Fundação Gramaxo, Joan Miró: Materialidade e Metamorfose e Ala Álvaro Siza do Museu de Serralves. Em 2021, venceu o 1º Lugar do concurso para o Projeto de Construção de Habitação Acessível em Lordelo do Ouro, Porto em coautoria. Desde 2022, leciona como assistente convidada na disciplina de Projeto 4, na FAUP. Atualmente, desenvolve a sua prática profissional como artista com o seu atelier – maria souto de moura studio e como arquiteta no atelier fr-ia do qual é cofundadora.
“Sem título” , 2025
Acrílico, grafite e pregos e papel colado sobre painel de contraplacado, assinado pela artista
Dimensão: 35 x 35 x 3 cm @mariasoutodemoura. studio
Valor base: ¤ 280


mariana maia rocha (2000)
Mariana Maia Rocha é artista plástica e investigadora, licenciada em Artes Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP), onde foi distinguida com o Prémio de Melhor Aluna da Licenciatura.
Actualmente, frequenta o Mestrado em Artes Plásticas na FBAUP. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) no programa Gulbenkian Novos Talentos 2023/2024, e Embaixadora Bolseira Gulbenkian da FCG. Em 2024, foi premiada com uma bolsa de doutoramento pela FCG para dar continuidade à sua investigação artística, com um enfoque internacional.
A sua prática artística, que abrange desenho, fotografia e instalação, centrase na exploração das relações entre corpo, ruína e performatividade na arte contemporânea. O seu breve percurso já foi distinguido com diversos prémios e reconhecimentos, destacando-se o Prémio Aquisição Millennium BCP no Prémio Arte Jovem Millennium BCP CARPE (2023) distinção que para a artista marcou um momento decisivo na sua ainda jovem carreira artística, incentivando a ambição em continuar.
“Ex Silentio” , 2023
Desenho em esferográfica sobre papel 150g/m2, assinado pela artista
Dimensão: 42 x 59,4 cm @marianamaiarocha_studio
Valor base: ¤ 300

MEIRELES DE PINHO (1964)
Em 1993 termina os estudos em Artes
Plásticas / Escultura na Faculdade de Belas Artes do Porto. Em 1997 estuda na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Sevilha, no curso de Escultura com bolsa do Instituto Camões e em 2011 conclui o Mestrado em Arte e Design para o Espaço Público (FBAUP).
Desde 1988, participa frequentemente em exposições colectivas e individuais com trabalhos de desenho, escultura e outras instalações. Ao longo do seu percurso artístico desenvolveu e participou em vários projectos e colaborações — a criação de diferentes cenografias propostas individualmente ou em colaboração com Claire Honigsbaum (compositora); e várias intervenções em espaço público em colaboração com Miguel Costa (artista/ arquitecto) no âmbito da plataforma micro atelier de arquitectura e arte (MAARQA). Em todas estas experiências e abordagens, o desenho tem feito parte do seu processo criativo e analítico nas artes visuais enquanto reverberação do pensar, agir e expressar.
Composição #02.04.25 , 2025
Acrílico sobre tela, assinado pela artista
Dimensão: 50 x 40 cm
@meireles_de_pinho
Valor base: ¤ 900
MIGUEL NEVES
OLIVEIRA (1980)
Artista plástico que trabalha há sensivelmente 20 anos, afincada e persistentemente na sua investigação artística. Desde o ano 2000, tem exposto individualmente e coletivamente de norte a sul do país.
Madeira, ferro e pedra são os principais materiais que o artista utiliza para expressar seus sentimentos e pensamentos contemporâneos sobre o mundo que o cerca. Diferentes tempos os formaram e combiná-los é trazer um pedaço da nossa origem, da nossa existência. Dê tempo para oxidar o ferro, a cor misteriosa que surge da natureza dos materiais.
As cicatrizes resultam de constantes mutações.
Árvores, montanhas, céu, terra, sol, rebentos que brotam e o ser humano no seu interior, envolvido nesta magnífica vida. Esse é o tema constante em sua obra.
“A baleia foi de férias” , 2019
Colagem em papel e madeira, assinado pela artista
Dimensão: 28 x 25 x 5 cm @miguel.nevesoliveira
Valor base: ¤230

mura (1997)
Giulia Yoshimura (Brasil), atualmente residente em Portugal, é de ascendência japonesa, licenciada em Arquitetura e Urbanismo pelo Instituto Federal de São Paulo (IFSP) e finalista do Mestrado em Belas Artes da Universidade de Belas Artes do Porto. Trabalha como artista visual e muralista. A sua ligação à arte começou na infância, mas a sua carreira profissional teve início em 2015, inspirando-se na flora e dedicando o seu trabalho à arte botânica. Como parte da sua formação, a artista pintou murais no Brasil, Portugal, Espanha, Itália, França, Suécia e Alemanha. Ganhou o prémio de Arte Urbana do Prémio Nacional de Jovens Criadores de Portugal em 2022 e participou na 1ª Bienal Ibero-Americana Internacional de Arte em Vidro, na Costa Rica, em 2022, onde recebeu uma menção honrosa.
Participou também em outras exposições, como a VII Bienal de Arte de Espinho, a III Bienal de Ardósia em Valongo e o Prémio Árvore das Virtudes
“Liberdade” , edição de 20, 2025
Serigrafia 5 cores, papel Accademia Fabriano 350g, assinado pela artista
Dimensão: 35 x 50 cm @mura.arte
Valor base: ¤ 100

nature the artist (1994)
Tomás João, também conhecido como Nature the Artist, iniciou sua prática artística em 2016 com pintura, fotografia, vídeo e instalações de rua.
A natureza sempre foi sua fonte de inspiração, e elementos do mundo natural já estavam presentes em seus primeiros trabalhos.
Mas foi somente mais tarde que ele decidiu dar à natureza o protagonismo absoluto, afastando-se da marca autoral e permitindo que esse papel fosse assumido por processos naturais que acontecem sem intervenção humana. Foi então que ele abandonou o pseudônimo "Forest Dump".
Hoje, seu trabalho espelha fenômenos naturais encontrados em cavernas, florestas, no mar, etc. E o artista sente que é apenas o veículo para expor essas obras de arte que já existiam no planeta e que, em sua opinião, não precisam de manipulação humana para serem consideradas verdadeiras obras de arte!
A natureza é a sua maior fonte de inspiração, ao ponto de fazer arte a partir de favos de mel. Com o “The Colony”, um dos mais recentes projetos, recria obras como Mona Lisa de Leonardo Da Vinci ou a Rapariga com o brinco de pérola de Vermeer.
“Likius Rex” , 2024
Escultura da Série Future Fossils, assinado pelo artista
Dimensão: 28 x 21 x 7 cm
@naturetheartist
Valor base: ¤ 950

NICOLAI GANICHEV (1998)
Nascido em Simferopol, Ucrânia. Formouse na Universidade Taurida da Crimeia em 2019. Atualmente reside no Porto, Portugal.
Nas suas obras, Nicolai retrata o corpo humano e explora maneiras de transmitir a ambiguidade dos sentimentos e estados emocionais. A sua técnica envolve pintura a óleo em múltiplas camadas, esquemas de cores sutis e uma combinação de elementos figurativos e abstratos. Em novembro de 2024, realizou a sua primeira exposição individual, "Força Frágil", na Bombarda Showcase, no Porto, Portugal.
“Tania” , 2020
Esboço em guache, assinado pela artista Dimensão: 15 x 20,5 cm @nicolaiganichev
Valor base: ¤100

OH CHIKO (1990)
oh_chiko é um artista cujo percurso resulta da fusão entre o design e a pintura, explorando a liberdade de expressão através de metáforas visuais. Com formação em design e uma forte sensibilidade estética, descobriu na pintura a forma mais autêntica de comunicar emoções e ideias.
A sua obra tem evoluído em torno de temas como a natureza, a identidade e a liberdade sexual, utilizando muitas vezes flores como símbolo de descoberta pessoal e de exploração da sexualidade. Autodidata em muitos aspetos, oh_chiko desenvolveu uma linguagem visual própria, marcada pelo uso expressivo da cor, pela emoção e pela simbologia. O seu trabalho procura sempre criar uma ligação genuína com o público, transmitindo autenticidade e emoção em cada peça.
“Inocência” , 2025
Acrílico sobre tela, assinado pela artista
Dimensão: 50 x 50 cm
@oh_chiko
Valor base: ¤ 200


pedro santos silva (1980)
Licenciado em Investigação Social Aplicada (2003)
Licenciado em Artes Plásticas – Pintura, Faculdade de Belas Artes do Porto (2014)
Doutorado pela Universidade de Vigo en Creación e Investigación en Arte Contemporáneo (2023)
Formador de pintura e de desenho na FBAUP desde 2017
Professor convidado de Desenho na FAUP
Director da Escola Utopia - Arte & Ideias
Investigador integrado em Art and Critical Studies no Centro de Estudos Arnaldo Araújo, Escola Superior Artística do Porto
“vaso de flores (depois de Chardin)” , 2025
óleo sobre tela, assinado pelo artista
Dimensão: 60 x 40 cm
@santosilva.artista
Valor base: ¤ 130
pedro zamith (1971)
Pedro Zamith é um artista com formação em Artes Plásticas e Cenografia, sendo Licenciado em Pintura (FBAUL) e Bacharelato em Cenografia e Figurinos (ESTC).
A sua linguagem artística, descrita pelo crítico Ricardo Henriques como a de um "artista ágil a manusear o imaginário popular" que "pinta torto sobre linhas direitas", é marcada pela teatralidade melancólica e pela reinterpretação irónica da História e do quotidiano. A sua obra, com referências a Magritte e Orson Welles, convida o espetador aos bastidores, explorando a fusão de pintura, desenho e texto sobre tela para dar vida a personagens ambíguas.
Com um vasto percurso expositivo, realizou diversas exposições
individuais em Portugal, destacandose, Galeria Quadrun (2002), Galeria Monumental (2003), Galeria Appleton Square (2009), Galeria Arte Perioférica ( 2011 e 2013), Galeria António Prates (2016), Galeria Espaço Exibicionista (2020), Museu Nacional de Arte Antiga (2023) e Galeria Nuno Sacramento (2025). O seu trabalho integrou mostras no Centro Cultural de Belém, Museu de Serralves, além de exposições em Espanha (Museu de Arte Contemporânea de Corunha e Badajoz).
A sua obra está representada em importantes coleções públicas e privadas, incluindo o MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Colecção de Arte Contemporânea Norlinda e José Lima e coleção Luciano Benneton.
Sem título (Segundo a dança do Matisse) , 2025
Acrílico sobre tela, assinado pela artista
Dimensão: 25 x 25 cm @zamithpedro
Valor base: ¤ 480


raquel belli (1982)
Fotógrafa e artista visual, portuguesa de raiz italiana, sediada em Lisboa. Formou-se em Artes Plásticas, na ESAD das Caldas da Rainha, em 2006. Em 2008 conclui o Curso Técnico de Fotografia da ETIC, onde desenvolveu e aprofundou a fotografia de cena. Durante o curso, trabalhou no Teatro Nacional D.Maria II.
Em 2012 mudou-se para Timor-Leste, onde viveu, deu aulas de Educação Visual e foi fotógrafa oficial do Gabinete do Prémio Nobel da Paz, durante 6 anos. Colaborou na criação da WAP (WomenArtPower).
Publicou um livro de fotografias sobre o peculiar Natal do país, em colaboração com José Ramos-Horta e Xanana Gusmão. Em 2018 regressa a Lisboa, onde vive e trabalha actualmente. Para além do seu trabalho documental para revistas e jornais, a plasticidade de que tira partido nas suas imagens levam o seu trabalho a ser exposto em galerias e espaços culturais. Aplica técnicas e padrões usados em cestaria e tecelagem, conforme os sítios onde passa, tirando proveito da aparente aleatoriedade dos objetos/sujeitos retratados e estética criada.
“I'm Taller Than You” , 2022
Fotografia entrelaçada em fotografia, com técnicas de cestaria
Impressões em papel
fotográfico EPSON Premium
Semigloss 270gm
Dimensão: 29,7 x 18 cm @rqlbelli
Valor base: ¤ 150
nº44
ricardo quaresma vieira (1980)
Com o desejo de regressar à fotografia física/analógica, Ricardo Quaresma Vieira natural de Pontével, criou um back polaroid para a sua máquina de grande formato dos anos 60, onde o principal intuito é fotografar pessoas, fazer retratos, dar tempo à pose e à técnica fotográfica. Materializa-se o momento utilizando uma técnica fotográfica analógica, cheia de imperfeições e imprevistos, onde a dificuldade de obter uma boa imagem é o desafio para a criação artística.
Estudou Cinema na E.S.A.P. (Porto) e, ainda a estudar, recebeu o Apoio à Produção de Curta-metragens do ICAM com o filme “Hoje foi Amanhã” no qual foi Argumentista e Realizador. Participou em vários festivais nas quais ganhou alguns prémios, entre os quais “Fantasporto”, “Festival Cine Badajoz”, “Festival de Cinema de Arouca” e “Caminhos do Cinema Português”. Trabalho publicado: Máxima, ELLE, Vogue, O Público, Egoísta, GQ Maxmen, FHM, DNA, JUP, Parq, UP, Lusobeat, Umbigo, DIF, Slang, Neo2, Cream & IDN (Hong Kong).
nº45
“Perseidas” , 2025
Edição aberta, cianotipia sobre papel, assinado pela artista
Dimensão: 21 x 29,7 cm
@azulejo_polaroid_studio
Valor base: ¤ 50


rita paupério (1981)
Rita Paupério (Espinho, Portugal) é uma artista visual cuja prática se inscreve no campo da pintura abstrata. Formada em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, estudou também fotografia, ballet clássico e criação coreográfica. Desde 2023 desenvolve trabalho artístico regular em estúdio.
Expôs individual e coletivamente em Portugal e no estrangeiro, tendo recebido recentemente uma Menção Honrosa na 8.ª Bienal de Arte Contemporânea de Espinho.
A sua obra cruza reflexão existencialista e poética, usando a criação como investigação sobre os limites da consciência e a impermanência da experiência humana. Valoriza o gesto e a espontaneidade como formas de inscrição emocional, construindo composições não figurativas que funcionam como paisagens internas. Trabalhando por camadas, cria sistemas visuais abertos onde o erro, o acaso e a hesitação são incorporados como elementos férteis num processo em constante devir.
“Big Picture - 08” , 2024
Acrílico e lápis de cera sobre tela, assinado pela artista
Dimensão: 44 x 60 cm @rpauperio
Valor base: ¤320
roberto grosso (1977)
Roberto Grosso é um artista multidisciplinar italiano, atualmente baseado em Lisboa, cuja prática explora a interseção entre pintura, som e tecnologias emergentes. O seu trabalho combina campos cromáticos vibrantes inspirados pela cultura pop com composições rítmicas que se expandem para além da tela, criando experiências imersivas entre o físico e o digital. Através de plataformas de realidade aumentada como a Artivive, as suas pinturas transformam-se em ambientes audiovisuais em movimento, convidando o público a interagir com a obra e a experienciá-la ao longo do tempo. O seu processo criativo integra ferramentas de inteligência artificial, softwares digitais e experimentação com instrumentos musicais e pedais de guitarra, estabelecendo um diálogo entre gesto, som e tecnologia. Ao fundir inovação tecnológica com expressão pictórica, Roberto Grosso expande os limites dos meios tradicionais e propõe jornadas multissensoriais que exploram a perceção, a presença e a relação em constante transformação entre o humano e a máquina.
“Samba e Amor” , 2025
Print, assinado pelo artista
Dimensão: 30 x 30 cm
@roberto_grosso_art
Valor base: ¤ 80


sara e andré
Sara & André (1980 e 1979) vivem e trabalham em Lisboa, respetivamente, Realização Plástica do Espetáculo na Escola Superior de Teatro e Cinema Lisboa, e Artes Plásticas na Escola Superior de Arte e Design - Caldas da Rainha
Juntos estudaram Pintura na Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa. Expõem regularmente desde 2006. Realizaram e participaram em diversas exposições individuais e colectivas, em museus, galerias e espaços independentes. Estão representados em diversas coleções públicas e privadas e o seu trabalho é regularmente publicado em livros e revistas especializadas. Na sua prática artística, utilizam diferentes meios como a fotografia, a performance e o vídeo. O trabalho desenvolvido pelos artistas explora questões relacionadas com a autoria, a apropriação, a legitimação e o reconhecimento da obra de arte
“L de Liberdade, 2018-2021” , 2026
Serigrafia papel Munken Pure 240gr, assinado pelos artistas Prova 2/25 de Edição especial em azul, emoldurada
Dimensão: 100 x 70 cm
@saraeandre
Valor base: ¤ 150
SÉRGIO REMONDES (1976)
Nascido na Normandia, França, cresceu e estudou no Porto, vive atualmente em Paris onde prossegue a sua actividade artística.
Expôs pela primeira vez em 1997 na cidade do Porto. A sua obra está representada em coleções institucionais e privadas a nível internacional.
As suas pinturas reportam para um universo de fantasia que se entrelaça com narrativas de várias referências culturais: Portugal, Península Ibérica, a Europa, o Brasil, Países e culturas mais distantes.
Todos participam na narrativa do artista que vai variando entre as técnicas mais clássicas de pintura até a um experimentalismo expressivo que tenta ir balanceando para uma expressão fresca, contemporânea e museológica
“Vindima no Douro” 2024 –edição (nº 1/120)
Papel emoldurado com vidro, assinada pela artista Dimensão: 62 x 44 cm @sergioremondes
Valor base: ¤ 500


silvia marieta (1982)
Sílvia Marieta nasceu em Lisboa. O desenho fez-se presente na sua vida, desde a infância. Na adolescência iniciou-se na pintura a óleo sobre tela por iniciativa própria, como autodidata. Formou-se em Belas Artes, no curso de Pintura em 2007, ano em que também começou a expor. Obteve ainda outras formações em ilustração científica, desenho e pintura de retrato académicos, entre outras. O seu foco está na representação da figura humana, corpos e rostos, mas pretende representar mais do que uma imagem externa, como se o ser humano fosse uma espécie de invólucro, com uma aparência única e distinta, mas que carrega uma vastidão interior. Tenta estabelecer uma relação entre o exterior e o interior e, por vezes, utiliza a representação da matéria visceral para aludir à sua relação com outros aspectos da dimensão humana, como o mundo psíquico e a alma. Há também a intenção de cristalizar um momento específico de grande intensidade… Através de certos efeitos técnicos, composição, repetição ou eliminação de elementos, torna quase “palpável” algo que não é imediatamente visível…
“Proteção” , 2024 Óleo sobre tela, assinado pela artista
Dimensão: 54 x 45 cm @silviamarietapintora
Valor base: ¤700
nº50
SILVIA SALVAGNO (1973)
Desde que saiu de casa na Argentina, há mais de 20 anos, embarcou numa jornada transformadora que me levou a viver em diversos países ao redor do mundo e influenciou profundamente minha linguagem artística. Estudou Pintura e História da Arte na École des Arts de Braine L'Alleud, na Bélgica, e treinou com o mestre Manuel DeRugama, no México. O seu trabalho foi exibido em galerias e feiras de arte na Europa, América Latina e Ásia, com exposições recentes na renomada Volta Basel e durante a Conferência Mundial das Nações Unidas sobre o Clima COP28, no Dubai. Atualmente, ela está a fazer um mestrado em História da Arte, Património Cultural e Cultura Visual na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
A sua pesquisa centra-se na arte contemporânea que reinterpreta as antigas tradições de tecelagem da América précolombiana.
Através das suas pinturas, procura capturar a natureza fugaz da experiência da vida. O seu processo desenrola-se em camadas para construir imagens que oscilam entre a abstração e a figuração.
A presença do vazio desempenha um papel vital em cada composição, permitindo espaço para a luz, o silêncio e a contemplação.
“A Different Point of View ” original, 2025
Pintura, aguarela, fio de ouro, pigmentos sobre linho, assinado pela artista.
Dimensão: 60 x 40cm @silviasalvagnoart
Valor base: ¤ 1000


TERESA CANTO NORONHA (1967)
Nasceu em Ponta Delgada, S. Miguel, Açores.
Expõe desde 2012, e já participou em diversas mostras colectivas e individuais, com trabalhos que vão do desenho, à escultura e à instalação.
É também jornalista desde 1989 e escritora.
“s/ título” , 2025
Desenho tinta da china sobre papel, assinado pela artista
Dimensão: 65 x 50 cm @teresacantonoronha
Valor base: ¤300
TOSIN KALEJAYE (1992)
Tosin Olusegun Kalejaye é um artista visual contemporâneo autodidata de Abuja, Nigéria. Desde a infância, Kalejaye demonstrou grande interesse por retratos. Naturalmente, foi daí que surgiu sua vocação artística.
Kalejaye utiliza sua arte como instrumento para expressar suas ideias e impressões sobre a sociedade moderna e a experiência cotidiana da população negra. Seu gênero artístico, profundamente enraizado na narrativa, representação, identidade e documentação histórica, busca incitar emoções em seus espectadores, servindo como catalisador. Sua arte inicia conversas sociais que se transformam em ações práticas e liberta a consciência.
As suas obras, que foram exibidas em diversas exposições ao redor do mundo, incluindo uma coletiva intitulada "Stop, listen!" na Suécia, são feitas principalmente com carvão, acrílico, óleo sobre tela e papel de arquivo.
“Dignified in Silence” , 2026 Óleo e carvão sobre tela, assinado pel0 artista
Dimensão: 40 x 50 cm @kalejayetosin
Valor base: ¤ 500
