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Organo Oficial de la SOCIEDAD DE ARQUITE•:TOS
Fundada er. Setiembre de 1914
DIRECTOR
Arqto Juan A Scasso
SECRETARIO
Arqto. Enrique M. Quirós
REDA CCI ON
ORGANO OFICIAL DE LA SOCIEDAD DE ARQUITECTOS DEL URUGUAY
FU N D A D A EN SE T IE M B R E D E 191 _.
DIRECTOR : Arqto J. A SCASSO
I EDAClO R lESFON SABIE
Secretario : Arqt o E. M. QUIRóS
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La Sociedad de Arquitect o· e s un o rgani s mo de ca ra cte rí :-;ticas e s pec ífica s, o rientada hacia real izar io ne s d e Yasta s proye ccio ne s soc iale s
To d a s estas realizacione s , d e:; d e las s impl es h as ta las má s iecunda y trascedentale s , n eces itan un pr oceso preYi o d e elabora c i ó n , de e s tudio y de meditación. Neces itan , para nutrir este proce s o, intercambio de idea :-: y pen s a miento s ; mucha s Yece s e s nece s ario , co mo pa'So pr e\' i o a s u co nqui s ta, c rear ant es el clima e s piritual adecuad o p a ra conc r e tarla:-;.
Lo s el('me n t os fundam enta.l es , pilar e s ele s u a ct ividad, necesario s y Yit a.le s para s u clesar.r ollo . so n la unión y la coo rdin a ci ó n de s u s as ociados. la c olab o raci ó n y el aport e qu e ca c: a ttno l e brinde , co m o elemento integrante s de 'la colecti,·idad.
La o bra que realiza la S oci ed ad de : \r q uit e::to s del Cruguay está de stinada a manten er nue s tra pr o f e s ió n e n e l alt o p'lano de dignidad co mpat ible con los v alore s m o rale s, conqui s tado s con n obles entusiasmo s y asentado s e n la pre s tigio s a actuación de nue s tro s a s ociado s
La Socied ad de : \r q uit ecto s reclama de t odos l o s cole ga s el apoyo má :; amplio a la g e st ión que r e a!iza; la solida r idad de todo s, es n ec es aria y fundam e nta'] par a mant e n er !a s {u tu r o. realiz a da s Y • 3fianza r la s d t>
E s un d e h e r m ora l inelu d ible d e tod o s s u colaboración en l a o bra cu J ·.11Ún , dejand o el e laci o di s crepancia s per s onale s , p o r má s r e;-; p eta b.le s que fr e nte a los intere s e s co l e,c. tivo s
:Nos ot r o s ponemo s en nue s tra acc ión el ma yo r entu s ia s mo y el m á:-< a.lto int e ré s e n el bi en co mún s in r es tnccione s ni co rtapi s a s :-; in r ecel os ni d esco nfianza ; e ntendemo s que para l os uniY e r.s itar io s la m o ral y la dig· niela d profe s io nal es ante todo; por es o : c omo ind i v i d u os que h e mo s recibido d e la e l priYilegi o <le la c ultura junto co n el títu l o , rerl amatnos d e tod os l a c o la!)o r ac ió n y el apoyo , pél!ra que la Sociedad d e -\ r q uitect o s pued a cum p lir m isiún en s ah aguardia d e l pre s tigio y la r:li gn idad pr o fesional.
Trabajemo ::; junt e .;, lo :::: Arquit ec to s en unid a d C:e a c c ió n y pens amient o al ampa r o ele b ley m o ral q u e a t o do s n os o blig« a s a c ri ficar alg-o p o r e l h: c n colecti, o.
'R_OD OL FO L. V IG OU ROU X
ARQUITECT U RA
(Jf!CI AL DE LA SOCIEOAU , r KlJI

La creciente importancia que la e xplotac ión de la s industrias turística s ha adquirido en la vida económica de lo s pueblos , ha desper tado en m:ucho s: p aíses, el interé s ·por s u s valores naturale s apto s para servir a tal explota, cwn.
Pai sa jes naturale s, playas atrayent es, r es erva s de especies vegetale s autóctonas, die aspectos singulares y típicos, todo cuanto s irva para de s pertar, interesar y atraer la curiosidad foránea , ha ca.íldo en los límite s de una política turística que pone sob r e ellos la tutela de una salvaguardia vi g ilan1te y vivaz dtel Estado en medio de · otga nismos •especializados.

AR Q UITEC'J. VRA
Dentro de esa poÜtica aparece luego la explotación de los valores propios de cada una de las zonas de aspecto diferenciado y s i n.gulaT y mediante una hábil y t esonera propaganda se logra orientar hacia ellas, gran des continge ntes de turistas que con sus aportes crean una fuente de recursos sorprendentemen te productiva.
No es del cas,o ahora ahondar en datos estadísticos para dar base real a estas consideraciones y para afirmar sobre ellas que la industr!a turísti c a , por su ren dimiento, por su naturaleza intrínseca, por el mecani,smo de su explotación, por lo que ella significa en la vinculación de los pueblos., es una de las que merecen hoy los gobiernos, la atención más amplia, inteligente y celosa.
Como secuela de esta política turístka las zonas de interés paisajista no sólo son puesta bajo tut-ela sino que son muchas vec ess expropiadas para pasarlas al patrimonio nacional, y por ese medio, ponerlas definitivamente a salvo en su integridad superficial y en su riqueza panorámka y librarlas luego del acondicionamiento urbanístico y paisajista, al uso del Pueblo .
Ha así la política de los parques nacionaLes dentro de cuyo plan e ntran no sólo las zonas plantadas o a plantar, como parecería indicarlo s u nombre, sino todo terrhorio que con vegetación o sin ella tengan vasi ngulares o atrayentes sus ceptibles de saciar una curiosidad, provocar una emoción o satisfacer con elevación y pureza un deleite que desde lejos se v•iene a buscar.
Son ampliamente conocidas las magníficas proyecciones de la política desarrollada en Estados U nidos en la materia
Igualmen.te, se tiene amplio conocimiento acerca de la •extraordinaria o bra hecha en Argentin a por la Dirección de Parques Nacionales
De ambos esfuerzos quedan a lo largo de muchos años magníficas realizacione-s susceptibles de aleccionar. a los Gobierno s que, en esta materia, están más rezagados en la acción.
Pero donde pued•e encontrarse ancho campo para indagar y aprender c. on provecho es en la modernísima ley de parques nacionales puesta en v igrencia recientemente en Gran Bretaña y estructurada con la bas e del "R:eport of the Natio nal Parks Commitee ' ' , pr esentado en 1947 al Parlat nento por el Ministerio de "Town and Country Planningtt
En nuestro País_, como e s natural se p:ensa en momentos en constituir también el organismo especializa do capaz de programar una acción en favor de la creaéión de y desarroHarla lwego en ben eHcio de los altos intereses nacio'nales que cada día más esperan del . internadonal fuertes y to.nificantes ingresos . viendo en él, una inde primera Henea en nuestra economía.
Está actualmente en estudio un proyecto en virtud del cual se crea la Dirección de Parques Nacionales; pues bien, de su 1ectura surge el {unc ado tt•mor de que no se haya comprendido bien el problema ni en su esenci a ni en su am¡pEtud.
No s on sólo problemas de índole forestal los que han de componer la f Llnción del organis•m o especializado ; entenderlo asiÍ, res lirnirtat" considerablemente y desde la iniciación, todo un plan, y las consecuencias, lejos de ser las anheladas, serán lamentablemente exíguas y mal orientadas

Así como el estudiante de hoY" empuñará mañana la antorcha que brilla triunfante en el puño viril del ' profesional del presente, los anhelos y esperanzas que fuero n vuestros ayer se renuevan hoy en el estudiantado que mañana asumirá la difícil misión de continuar con la misma la normá , . , rectorú. que guta vuestra accton.
Má s para qu e cristalicen esos anhelos nuestra prédica debe ser conocida y para ello necesitamos del vehículo de difu ... sión cap a z de llevarla a todos los universitarios del Uruguay. "j ORNADA" es La tribuna destinada a taf fin y para que su voz pueda oírse sin interrupción necesitamos el aporte generoso que no dudamo s Vd . nos brindará. )
El Centro de Estudiantes de Arquitectura / exhorta a los profesionales de su rama a cont ribuir a la paña que se realizará a efectos de recabar fondos para la publi ... cación del periódico "JORNADA" órgano de la FEDERA910N de UNIVERSITA RIOS del URUGUAY.J CONTRIBUCION : $ 1.00 por una sola vez
Impresora L.I.G.U. - Cerrito 740 -


•El pro !.Jlema de escala mayor ; mucho mayor. Rebasa lo s te ma s d e la mater i a bot á nica para alcanzar la importancia de l os a<Suntos que competen l os planes urbanísticos re g ionale s y aún nacionale s

Problemas de z onificaci ó n re g iona l, d e e nla c e s de • v mcu l a c ió n con c entro s poblado s exis ,t ent es ; d e r ela c ió n de acce s o s inte rnaci onales; de creación de nuevo s núcleos de población ; por no c itar má s q u e al g uno s de los má s salient es, s on lo s que constituyen la e s enc ia mism a die la a c ci ó n funcional. T ema s todos d e íntima relaci ó n c on l os int e r e · s es ge neral es d e l país. en e1 ámbito de lo s urbaní s ti c o s que bu sc an co operar e n el desarrollo or gá n ico y armónico del Paí s.
En t odas p artes , s e ha as i, al punto que la l ey in g le s a que ha s ido aprobada, fué al a m par o d el Mini s t e rio d e la Planifica · ción Urbanística de la Ciu d ad y del Camp o , que no otr a co s a e s el "Min is tery of Town and Country Plannin g ' ' .
P e ro s i e s to no fuera s uficient em ente convicente, pued e citar &e qu e t al como lo recomendaba muy espe'Cialmente la comi s ión i nformante , el Pr e sidente y miembr os del cuerp o dir ect o r s on elegidos directam ent'! p o r e l Mini s terio indicado qu e e s l a autoridad máxima en mat eria urbaní str ca en el Reino Unido.
El Arquit ecto es el úni co pro f e s ional univer s i t ari o que adquiere en s u c a s a d e estudios una capacitaci ó n urbanística y paisaji s ta extraordinariamente amplia y bien orientada para actur en la direc ción de esas obras.
P er o aún mi smo dent ro del campo de a c ci ón restringi d o a lo s problem a s que el empleo del veg e1tal puede s i g nifi car en este caso , e s ju s to r e cor · da r también que el Arquitecto estudia, c o m e no lo hace ningún o tro facultM ivo , Arquitectura Paisajista y se ejercita en la s disciplina s d e la c omoos ici ó n c readora durante la totali c ad de s u s e s tudi os
E n los Archivo s de la Facultad de Arquh ec tura hay abundan-te caudal de trabajos de alumnos -muchos de ellos temas análogos los que ,pueden plantear los parques nacionales- para documentaT esta especiallizada capacttacton.
También la acredita la obra realizad la por muchos a rquitectos en e l campo del urbanismo y dre la arqu L t ectura del paisaje, cuya ac,tuadón ha merecido hon rosa mención encomiástica, desde el extranjero.
Crear un parque, acondicionar u :n paisaje natural para darle interés y jerarquía artí SJtic a, ha!bil itado para una fu1l!Ción recreativa y de los hombres, es algo más que cuidar árboles, existentes o plantar otros nuevos . Es crear el espacio a!rtístico para que ·en él juegue la luz .y 1ei cooor la vista encan'tada del hombre., es emplear el árbol, el arbusto, la Hor oomo dre una composición estética y funcional que mentle al hombre ; es emplear éel sue lo en lo que puede significar plásticamente cuando él sea considerado algo más que terreno apto para a lbergtatf una u otra 'eS¡J>ecie.
Es trabajar en el arte que un expresivo conc epto ''e s el ú nico que c ombina la súbita inspiración con la obra del tiempo y que contribuye a la impresión que tien.e el hombre de dominar a la natural eza, de imponerle su sello''.

Nuestro País no tilene· valores y bellezas .na t urales sorprendentes y e xoepcionales ; no es por cierto de los más largamente dotadas; dominan en él, sí, paisajes encantadores y pero en ellos es más lo que e l h o mbre ha de hacer que lo la naturaleza ofrece De allí que nuestro te mor tenga fund ada razón de existir y propugnemos porque se ponga la d'bra de los Parques N a.cional,es en buenas manos desde el comienzo la tarea .
Fadlít esel e a nuestra prof es¿ón es1:a O'POrtunildad de servir al País y s e V1erá que de esta obra no sólo saldrá aquella acreditada un;a vez más , s in() que quedaTán prestigiadas las que hayan contribuido a adoptar esa determinación.

CONTR
I BUC IO N DEL l. N. V. E. A su ES T U DI O
El In s tituto t\ acional d e Yiviendas expuso e n la Expo sició n de la V ivi e ncL<ll qu e tuvo lug a r hac e algunos ltl e se s en nuestra Capital , un material muy i n· t e resante qu e co n s tituye un apor t e muy c;; erio y bien orientado para emprender ei estudio de nuestra r e alida.rd nacional. El artícuJo que publicamos a continuación, es un e xtracto de aquel aporte. El I. N. V. E. co n todo acierto en ti e nde que e l problema de la vivienda es un il!S pe c to parcial de un probl e ma más trascendental: la organización raci o na 1 de l País. Por l o tan:to e n cara e n lo s est udio s que está llevando a c abo en s u s o f i ci n11•s t éc ni ollS, int e grada s t odas excl u s ivament e p o r arquitec t o nadonal e , tem<t S que t1enea q ue ver con el medio fí s ico. la oc upaci ó n y u so prodnctiYo del s uelo. circulaciones, di stribución de la poblaci ó n , e t c.
Con s id e ra ARQU I TECTU l C \ q ue es te ensayo e s digno de se r conocido y analizado de tenidamente , por eso lo pone a cons i1e ra c ió n del gremio y d e la op inión públi ca albe rgándol o en 3 u .;; página s
Lo · aconte c imiento-s de nue:-:tr o :-: i.g-lo nos mu e tran el 1enóme no de un tot al de sequi librio de la s in s titucione htun ana:-:. d e una pérdida absol uta por part e del hombr e d e l c ontrol so br e s u pr op ia Obra. s obre, s u civilización, se ñalánd o nos la nece s idad ele retornar al d<>minio de e. a Obr a p or t o dos m edios a :' tt alcance y en e s pecial por una reorganización de la s co munidade :-; parüendo del el e ment o humano.
Sin duda es en la c i tt ·d a el m oc! e rn a donde co n may or rig- or se han dejado se ntir lo s ma l cs d e nuc ::; tra época y donde prim ero ·e come n zó a co mbatirl o:' mit s la experiencia no s dic e q u e la lucha no debe c ir cunscri bir se al p e rímetro urb'lno s ina abar r ar la r eg ión c ircundant e d o nde llega la influ e n,cia del conglomera,d o
El grado de com pl ejidad alc anzado p or nu est ra :-; in titu cione s no s ohliga a aceptar la nece s id ad de preparar una o r ganiz<tción de l os problema: d el h o mbre. ttn planeamiento de s tL dades c u lturale s etc qu e n os lleva a el<'embocar en lo que 11amam o:-; un P L :\ XE.\ U H IL\NAC LONAL
En la Expo s ici ón Agropecuaria Indn s trial r e alizada co n éxit o en la c iud ad d e Pay s andú. a s í co mo en la r e c iente E xposición d e l a viv i enda :Media v Mínima d e l H o mbr e de América lle,·ac: a • a cabo en nue s tro Ate neo. e l T LT U TO NAC ION/\L Da·: V LVIENDAS [CA S ofreció a la con.sitlcración del p úblico lo s primer o:-: inte nt o , en forma de e s tudi o: so bre la r e alidad d e'! paí s, para la rea l ización d e un Planeam ien to U rban Í:;;tico Kaóonal. es tu dios a l os que a rrib ó ante la necesidad d e a bordar inmediatamente y e n forma c i e ntífi ca un o r: c lo s ma ..; importante s de e:ta lab or con1o e s el Planeamiento d e la Vivienda.
E s evident e que cada día en forma más inmin ente nue :-; tr o Pais se ve abocado a ¡a s o l uci ó n de grave s problema s de orden urbaní tic o. dando a la palabr a urbani s mo llll s entido ampli o de d rgan ización. so brepa s an-d o el a s p ec to técnico ha cia l o cconú m Í··: o y oc ial. E , to s pr o bl e ma s ló g- icam e nte d es b ordan nu c:"tra C iud ad para abarcar la totahidad de la H c púb.l ica.
La mi s ma s ituaci ó n s e h a plantea do ya e n for ma apremiautc en otros paí s e s de un gra do de evo lución diferen tJe al nue s tro. obl igándolos a trabajar e n un terr e no relati, amente nu e, o c o m o es d de lo s plan es naci o nale s y regionale s y en el c ual no ex i te aún la s ufi cie rlte expe rien:cia. Ej e mp lo de el-lo son. In g'la terra. Francia v E s ta•d os Unidos el e N ort e América. d o nde se ha lle g ad o

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e n ciertos c a.sos a la c r ea ción de ttll Yfin iste r io e n cargado <d el est udio y co utr ol so br e los plane s.
Con es t o lo gobe rn antes han demo s trado prende·r la neces i- ci.a·d de incorporar e l u r ba nis m o co mo e lemento directriz, entre ot r os, d e la acción g u berna m ental.
;'\o hay el u da que el Ur u guay no está p.ronlo a ú n para rea liz acione s en gran es•cala deu tro <.le este ter r eno, pu es un plGt;n ck esta naturaleza de g ran co mpl e ji dad y ro eo quterc graude · recurso s para llevarlo a c abo aunque d e b e hac er se nota r que co mpen sa ría con c r eces los grande s ::;ac rifirio s q u e {: ieJ n aJn da.se co n s u g r an tra c endencia s ocia l.
E n el Paí s no ex i s t e e l organi:; m o necesario para llevar ad elant e ésta o br a, má s aún, e s revidentc q u e no est a fo rm ada .Ja conc i encia pública nece sa ria para comprenderla y aporyarla, pero eu , , opostcton a e s t os mconven1ente s se cuenta c-o n tecnKos cap acitad o;-; pa r a ab o r darla; n u estrra Facultad. de de s dt! ha ce a ti o s c u enta con el lnstitu to d e Urb a ni smo, a s í co m o con c ur sos que pr e paran a nue s tro s Arq ui tec to s en e s ta c: .i s c ipl bna, por otra part e e n nuestra s instituciones públlica\s es to s s e v i s to n eces it a do s de traba j a r en tan interesa n tes inve s t i gac i o ne s para m e j o r de arrollar s u s co m etidos, adquiriendo una invalorable e xperi e ncia.
E s to s e s f u e r zos ai lados está.n muy lejo de la total coordinac ión de la s d e p e nden c ia s p úhlka s d e-st inada s a co n!S tit uir .el in s trument o capaz de d esar r olla r un Planea mi ento Urban í s ti co Nacion a11, aún en s u forma primari a, per o de cualquie r manera e s u n gé rm e n qn c m erece se r conside r ado.
La organ i zac1Ón de la vida c ol e ctiva. en forma científica d e b e r ealizarse· en ba se a est udi os s i ste mático s q u e permitan un m áxim o de efici e 11tc ia, l a magnitud y difi c ult a·d d e es ta tarea o bliga a cle s arroUarla a l argo plaz o y po r eta:pas, en la prim era de la s c ual es no es s u gerir plan es de detaHe. pero s í esta-bl•ecer y principios g en e ral e ..; que preveau la s p osib i·lidad es, q u e s erá nece s ario r eyeer periódicame·n te con m ira s a s u a m edida que la experiencia y la s nrcesida'C: cs lo aconseja n
E l h ec h o q u e la aplicación integ ral de un plan no se a inm ecliato no debe :;ig- nificar la d emora en a b o rd ado a unqu e m as n o :;ca en form a prima r ia y elcmenta•l aunq u e s in p e r der de Yista qu e el o bj e ti vo final debe :.:er b armonización de lo s di fe r e nt es plane s clepa rtam ·enta1 es o regiona les en un deta•lla·5 o Plan N ac iona l.
Plan r ea i L ta que d e b e partir del exá men, del conocimiento acabado del es tado actual del paí s med iante d acopio e n una prim e ra e ta:pa de t odo;-; l os datos de diver a ín é. ole q u e conc urr an a la fiel det e rminación de dicho estado.
N u est r o Paí s dada u re'lat iva p eq ueñ ez g eog ráfic a, así co m o la ca s i unif ormidad de s u pobl ación, re cursos, e t c., .facilita no só l o la sol uci ón ·e: e l probl:em a tamb i én la f or mación de esa co ncie n c ia Ur baní s tica Naciona:l impr eStcindi bl e para co m enzar y proseg u i r la Jabor.
Lo s gobe rnant es , l os profe s iona l es de toda s las ra ma s Arquitectos U rbani s ta s , Soció lo go , Econo mi stas Ingenier a-s Agr ónomos J ngenj.e r os Geólogo s , etc. y e l p úbli co e n fo rma co nJun ta deb e n captar la im p orta n ci a de este 'O rdanami e nto que permit a a una " r e ya.Joración" del p aís para em bar ca r se lo má s pront o pos ibl e e n esta en1pr es a na cional de •la c u al tanto ·ca b e e•.sp erar par a el com ú n p o r una adtm in.i st ra d .ón a d.ecuadtaJ del n'ue s tro s r e cu r sos.
1 Es qu ema geogrúfico
11 Esqutma reolócico
lll Climas del Ururuay
IV Vía s de conaunicar.ión
V Uso del suelo

ORGANO OFICI AL DE LA SOCIEDAD DE AR QUITECTOS
En ei Uruguay se ha trabajado én e l terreno urban i s tic o dentro de la cmdades, pero no hay que oh·idar que estas están e treohapnente v•ti1!Cttlada a la negiones JC ircundatlJtes y aún a otras l ocahda des p o r io q u e en una coordtnación nacional debe prescmdtr. e ele límites e mtere es en pro del mejoramiento co, m u n
E s necesario en t tos primero..; tanteo · de los Plan e-.. nacionales y r egionales para ir o bt e ni o:ndo resultados y expe ri encias que se ada:pten a nuestro medto y nos permitan e tructurar en última in tan •c ia una legi - lación apta qu e se rá la mejor arm<! para futura s realiza-cione s Pla n es de esta índol e, adquieren ta,l volum e n que en ellos :'C relacionan íntimamente diYersa materia - : \' iYien C: a, t r abajo, etlse ñanza, indu tria s, vialidad, etc., en busca de la manera de e•le\·ar el niv el de la vida. de un aumento racional de la problaci ó n re:-.paldacio de un aumento paralelo d e lo s re c ur sos.
E s nece sa rio con tal tin obedecer l o di ctados del m edio fbi co determinando primeramente y luego definiendo hs diferentes actiYtdades a que se han ele dedicar pr eferentemente la s d iver sas regiones, controlar la evo lución y formación de lo ' conrg;lomerados, a í como encarar la anulación de aquellos cuya ex i tenc1a e · difícil ju titicar por antiecon ó micos y absurdos en diver sos aspectos; bu s car el perfeccionamiento de los medio de transporte, y la multiplicació n de las fuentes de ene r gía y por último llegar al ideal de un s i s tema de regiones perfectamente o rg anizadas y r e:;pond i endu e n su demar caóón a económica , hi tórica s y adm ini :.; tratiYas.
O b servando lo s t rab a j os del l. N. V .E. destinados a la elaboración de un Planeamiento X acional de la Vivienda. Yincu lada e t'fechamente a l med io y a la s fuen 1te s de rec ur sos, podemos realiza r so ndeo s primarios en el pano r ama que ofrece e l País y d e lo cua•le e posible obtener alguna concl u ione inmediata s .
Se no s ofrece pr im e'famente la realidad geográfica por co nside rar se su conocim iento como punto de partida de todo estudio de este tipo. te n emo así un es quema del relieve y la hidr og rafía. e le m en to s de gran importancia de s de el p tt ll'to de vista e:onóm ic o dato que se complementan con necesario co n oc imi ento=-- =--obre la ge o gra fía humana. económica y ad mini
VI Divi sión y valor de la tierra
VIl Número de habitantes y población rural trab aja dora
VIII Densidad del fraccionam :e nto rural del Opto de P AYSANDU
IX Sub-suelo y calidad de la tierr a
X mstributt ión de la ganadería
XI Di stribu ció n de la agri cultura
OHGANU OFICI AL DE lA Uc ARQ U•lWIOS
El estu,dio de la geología y la historia g •e ooódel pa1s re sultan bá s ico s desde que en o-eneral el s ubsuelo está tan estrechamente ligado a 0 la calidad del u elo, so br e el que s u stentamos nueetra ec onomía. podemo s et1. bas e a e sto s · · - conoom 1en1:os establecer un planeamiento cient!rtico del mejor aprove c hamiento de nuestras riqueza s naturales po·r un m ejo r u so del s u elo.
Sigue n datos generale:; sobr-e los diferente s clima ¿¡e) país completado con estudios so bre temperatura y pr ec ipita ciones pluvia•le s . ,E l estudio de la s principales vía-s de com unicacwn terr es tre s , fluvia.1 •es y aérea s Yerdaderos c ur sopor se desplaza e l hombre y la ri -queza no s perm Jttra es table_cer. s u déf icit r s u s defectos y sentar cntenos para su futuro de sa r-rolilo en función de la evol u ción del medio nacional. ·
Observamos luego un esq u e ma con el u so actual Ge_ s u e lo donde pr edo mina la ganadería como fuente de re c ur sos, per o do nde encontramos amplia regione s de-dicadas a la ag ricultura , obre e1 lit ora.l de la República donde va;tos fa-ctores para que esta sea la región ma s adecuada a ta l fm, e a nota también en el esq:tema la -iniciación de una indu st rialización en vanos d-e nue s tro s d epa rtam entos y d e la cual en la med1da d-e nue tra:s posibilidade mucho cabe esperar. la comparación de este esquema con aquel que mdtca e el u so óptimo dd uelo s urgiría evid ente_ mente la enda a seg ui-r en u n niá científico v racional apro vechamiento ele nu estra riqueza.s • \E , s mtere sa nte observa¡r que nue s 'tr o ter-ritorio , es practt ca me nte aproYechab'le e n s u totalidad depreocuparno s por mant ene r poif todo s lo ' c.Io la s ventaJa s que este don repre enta.
A co ntinuación se of-rece un est ud ijo so0hre el fracc}onamiento y el valor de la p-ropiedad moral , como observación de int e ré s -q ue el meJOr u so del suelo dete-rmina un aumento ele s u va·lor.
J.a falta de ! 111 censo naciona l impi-de aprec iar •con la pN.'cisión de·sea bl e en tos cas-os de l os r es ulta imposible preveer s in disponer d e dato ::- e l núm e r o de hahitantes, e l crecim ien -

to vege tati vo y los desplazamientos de la pobilación, ta-n importantes para tact•lttar el control na,tural de la g.ente y evtté\'f :la despoblWCIÓn de nu -estr-o ca mpo
A pesar de es to cen os parciales, a s í como datos exi-s tente s soo -cte Ja pabJacton traoa,Jadora y escolar p e rmiten obtener cterermmaoa· concms10nes sobre la torma de agrupacwn, de nu e. t>ra p oo Ja c 1ón, s u s medio s d e vida y su s
El probkma básico de la vt vien.da, quizá s el _ d --: mayor Importancia in:m elú.iata, presenta en nu es tro pais una relativa uniiormtdad en 'los tipos cte vivienda tanto urbana rural, a:cusa,ndo en general uua deficiencia sa mtana extrema que nos aboca a uu probl, e m a de gran volumen como es t1l de .la pau la ttn a clepnración y s ustitución d e v i v1 endas e n todo ei te rritodio.
Logicamente ante:> de proseguir e ta tarea es necesa rio es tab lecet· de ant e m ano el déhctt y los tipo s Ge vivie nda adecuados a nu est ra compo,s i,ctón iamwar y a nue s tra s posii)lltdades constructivas.
Se ha tral)ajado asimismo sob re nuestras peqneüas poblaciones rurales de carac-terísticas muy poo'f es e n general, bu scando e'l dasiúcar Ja s según s u s po s lrbilidactes, especialmente la s e co nómicas, con mtra s a s u mejoramiento m edi an-v e un amplio p'lan de recuperació n de nue tro h o mbre de ca mpo.
E1 · I.N.V.E. abocado a e.ste tipo de t.ra.bajo conti núa 'en la medida de su po ibilldades, aunque p or e l heoho d e no ser s u -co meti do especíbco. la r ea•ltza c tón de un P.lan de ta,l magnitud, solo aborda lo-s est udi os impre sc indihles para s u Planeamiento de la V ivienda , en estos mo mentos realiza intere s antes estud ios con tal o bjeto en lo s departamento s de Oerro La:rgo y Mwldonado y en especial en la s itntportante s locwli dacle s de Maldonaclo y Melo.
Reconoce tamhién que s u incipi,ente lab or ha s ido posih1e grél1 cias a ]a amp l ia colabo ra ción de Jn ,s tituciones y per so na s ·que generosa;ment e brindaron muchos de dato s obre el que se e s tructuran s u s es•tu·d ios ofrec iendo a s í una mue s tra de la importa-ncia de la colaboración en la r e alizaci ó n de es ta tarea.
S e exponen a contin ua ción y a título d e ejemp'lo
Antt'proy ecto para la localidad rural de PUEBW ALLENDE
alg uno s d e los · estudi os realizado s en el departa-ment o de con mira s a la e s tru ::: turación d e un plan regional aunqu e en e s te ca s o respondiendo a límite s h i stór ico s ad! min •i s trati •v os, que no son preci s amente Jos único s determinantes de las regiones en que lógicamente debería s uhdiYidir s e la República.
Se expone por últim o un ante pr oyecto para un :-t l oca l ida ,d rura t ele aproximadam e nte 90 familia s , estudiado en el l. N .V .E. para alojar a l o s habitante s
Ge Pueblo A llende 1en eol d-epartam e nto de Artiga s

Como ejemplo de lo qtt c p o drían :-' e r nue tr o pequ eñ os núcleo s rurale s
El objeto de e xposición no e otro que da r una idea de la amplitnd importancia y tra s cendenc ia de un Planeami-ento l rbaní tico X acional q u e enca u saa·ía el Paí s y en el {' ttal deben conve rg e r .c-1 es pecial interé s é,c gobernante .s, de t écnico s y de l a población en general ; y e l cual debe r ca.l izar se con la co'laboración de t.::>da s nue s tra s " t o• do s nue s tro s profe s ionale s bajo la eficiente direc ::: i ó n técni ca d.e capacitado s urbanista s ....._ 'lo· CQOQUS ,
ARQUITEC1 U R A

El Sindicato Méd ico del Urugu ay promovi ó un c on c ur so de anteproyecto para el t·dif icio del Sana tori o So cial y s ed e del C entro de A siste n cia y de l pro;>io Sindic ato M édico.
El t erreno afect ad o a construcc i ón , de uno s 2000 m:! de s up z rfi ci e está sit uado en l as calles Colonia y Ar en al Gr ande de esta ci ud ad
A este conc urso en la que fig u r ó como A sesor el Ar qto. Alb erto Mu ñoz del Campo se pr ese ntaro n ocho arqui tectos , co rrespondiendo el primer premio a l o s arq uite ctos Francisco Villeg as Berro y Alfred o Al ta m j r a no
A estos c ol egas y a los qu e obtu vieron otros premios y mencio n es , AR Q UITECTURA l es hace lle ga r s u cor dial filicita cíó n

En Mont ev ideo _. el día 15 de Juli o de 1949, reunido en pleno el jurado encargado de dictaminar en el concurso de anteproyectos para el edificio c: el Sindicato M édico del Uru guay, des pué s de efectuadas numerosas reucon quorum total , y de un detenido análisis d e l os trabajos present ados, por parte de cada uno de lo s jurados , en varia s vis itas individuales a la e xpo s ici ón, resuelve emitir el siguiente f all o:
1 .1.>) Otorgar el primer premio, por unanimidad , al a nteproyecto del Arq Franci s co V i llega s Berro , en colaboración co n Arq Alfredo Alt a• m 1rano
2. ") Otorgar el s egundo premio , por mayoría de votos, al anteproyecto presentado por e l Arq Carlos G ómez Cav azz o.
3 9 ) Dejar constancia de que lo s anteproyectos re s tantes contiene mér ito s de diferente entidad, y que entre ellos poseen valores dignos de es pecial mención l os p o r lo s Arq . Juan Ram ón M enc haca, con la c olaboración del Arq. Juan J Casal Rocco ; Ildefonso Aroste g ui y Rafael Lorente_, s in que el orden de mención s!g nifique superioridad dle unos sobre otros.
Dejar constancia de que el fallo antecedente s e funda en diversa s c-o n s idera c iones (efectuadas en el ourso de la s reuniones plenarias a p ropós ito de ca da trabajo, cuya sinte s is va a continuación, y que el jurado por 1manimidad hace suyas
A ) Ant eproyecto del Arq Franci sco Villega s Berro, en colaboración con el Arq. Alfr edo Altamiran o.
C u mple ccn las exigencia s del programa en forma tal que el anteproyec to presentado es s u s ceptible de lo s ajustes posteriores necesarios para e l proyec,to definitivo, s¿ n neces idad de desvirtuar la so lución premiada, y t iene la virtud d e no s ubdividir el espacio descubierto en pozos d! luz.
Se juzga á .ificulto so el acceso de vehículos al subs uelo , y se encuentran cier ta s so lucion e8 de ilumi naci ó n mejorable s •en esa planta. N o son plenamente s atisfactorias la s dimen s iones en oel acce s o al local del Sindicato en el piso El jurado reitera S U opinión d e que esas y otras in s uficiencia s m enore s que pre senta el trabajo comentado pueden correg irse s in modifica r de m o do apr eciabl e la so lu c ión del ant e proyecto

ORGANO OfiCI AL DE lA SOC IEDAD Dl: AR QU ; JtCIOS
B) Anteproyecto del Arq. Carlo s Gómez Gavaz zo
Se estima que es un anteproyecto ampliamente r esuelto, dentro de la s del programa, con ambient es bien vinculados y dispuestos en un orden racional arquitectónico , deiltro de una valiosa concepción estructura.!.
Se considera excesivamente s ubdiv idido el e•s pacio en va. r íos pozos de lu z. La ubicac !ón del Centro de A s istencia en el subsuelo pres,enta los consiguientes inc c nv eniente s de acceso e iluminación Algunas habitaciones para enfermo.s abren h a cia espacios interno s s.e una e xcesiva utili z ación de subsuelos
C) Anteproyecto del Arq. R amó.:1 lVh:ncheca, en colaborac rl ón con el Ar q. Juan J. Casal Rocco
Satisface las exigencia s del programa en forma <;u e &seg uraría un funci onami ento corr e cto d el edificio ) en lo que se I"'e'ÍÍ'ere a conexiones y relaci ón de locales . La estructuración arquitectón:c a es en cierto modo confus a y su perfeccionamiento po ste rior exigiría, a del jurado, cambios en la solución ofne cida. La del volumen más aito del edific io, que comprende la parte sanatorial, Cliea el ries go de la ,c onstrucción de una alta medianera , capaz de anular las ventajas que podrían deducirse de las amplias terrazas existentes al fr ente , Con inconvenientes de sombra iWr la tarde, incluso sobre la parte sana torial.
D) Anteproyecto de! Arq Ild e fonso Arostegui
Presenta una solución plá s tica muy sobria y digna. La sede del Sindica to Médico está resuelta d1e modo encomiable, aunqu e su ac ceso resulte


F) AntE:proyecto del Arq. Beltrán Arb eleche , con la colaboración del Arq . Mi guel Ang el Ca nale.
Su composición general adolece ( ,e in s uf,: ciencia de espacios descubiertos en planta baja , lo cual acarrea inconvenientes graves d e iluminación. El jurado entiende que está excesivament e s acrificada la zona del Sindicato y que existe,. en varias pa•rte s de la composición poca claridad e n la división de funciones , más notoria en el prim,er piso. Se consideran pocaJ sati sfz,ctorias las entradas a Sanator:o y
G) Anteproyecto cel Arq . Ricardo Carrere, con la colaborac : ón del A11q Raúl Cohe Píriz
Pre senta graves defectos de iluminación en el subsuelo y en la planta a ni'V'el de la ca lle Colonia
H ) del Arq . Brugnin¿.
El partido de patio central adopt ado. con la c onstru cc ión periférica no es ac•ertado , y resulta francamente su perado por la s de otros concursantes.
J ura do: Arqtos . Agorio, Rtúz, Surra co, Artucio y Dr. !Jari
Ase sores: Arqto. Ai 11ñoz del Campo y Dr. Bla nm

La tarea de los urbanistas tiene ufa escala menor de realizacion es que muchas veces repercute en las zonas urbanas con mayor trascendencia y eficacia que las que fluyen de los grandes planes
Obras de remodelación de zonas efificadas, trabajos de acondicionamiento paisajista, aprovechamiento de viejos árboles, creación de espacios ornamentales S\m Ot>erac.iones urbanísticas de reducida ma¡nltud en el conjunto del conglomerado urbano , pero c:'Oil SU estudio y realización se cor tribuye a mejorar y los y po1· ende, la ciudad
Tiene además la virtud de acreditat la obra edilicia y, por lo a las autoridades que las estudian y dirigen.
La Dirección de Plan Regulador de la Intendencia Municipal de Montevideo, h a formulado varios ¡:royectos de esta íJdole, algunos dt: los cuales aparecen hoy en ARQUITECTURA.
1•: 1 D epartamento ele t e rmina al E s t e , l'll una zona s ubnru ana de fi so nomía netam e nte r es i dcncial. Su límit e el .-\rr oy o Carrasco ofrece g rand es pai s aj ístas en s'U :-; már genes s ua ve s pr bie n orientada s _, en :; u · d il ata da::; y 'libr es perspe .: ti\'a:-; hacia el ca mp o y e l mar.
El plan urb a ní stico q ue a h o ra se ha ce conocer, :u nfi e re a es ta reno m brada zo na m ontevide an a, .:o n fo rmación el e fi ni ti\' a.
El Arr oyo ha :o; í clo e rado co mo e l e ment o b +d e un p a r que lin ea l qu e desde el Rí o de la Plata :::e extiende ha1::,ia el n or t e para unir s e s obr e el Camil J::> Ca rra .sco .:0n el P arq u e " F e rn and :)
Carcía'' y "'1 Barrio J a:·dín c!el Carra s c o P olo Cl u f
Dentr o d e la así delimitada se han c reado nueva s urbani zac i one s o; ganiza da s en u ni c'a de s ' lcinales ele di s poni endo en cada una el :! ella"' l o:' e.spacios n ec esario s para la futura i mplanta ::- i ó n de cent r o:;; d e servicios genera les
Se asigna el car áct e r de zona re s iden c ial te la prohibici ó n ele esta bl ec er indu tria s
Se ha es tructurado a cl e m ús el s i s tema v ial
• me n ta 1-
do qu e la s YÍa s prin cipales de trán si to. ajusta d a s al plan v ial ge neral del Dpto. , nu int e rfi e ran la vida local de la s uni dad es Yecinalc s , Yinculand o ademá s la zona en los senti do s ?\-S y O-E p o r m e dio de YÍa s como la s ruta ::; :\.9 1, 5. Bolivia. Carra sc o, Ita,lia, Daymán y la l{am bla Co s tanera y d e perfile s adecuado s a s u de·s tin o ha ll egado ademá s :11 mínim o de cr uce :; e n la s vías de trán s ito rápi' c; tJ.
El nue,·o amanzanamiento se ha r e alizado c ontemplando el carácter de cada zona y con dimen s io ne ::: a mp lias y ma·nt e n iendo un mínim o el e
Re.s p ecto a l fracci o namiento, e s to s deberán aju;:;tarse a l o esta blecid o e n 'la s vigent e :-;, :nínimo s ele fr entcs dí:' 30 mt:s. y área:-; c·e 1 680 m :! con área :-; máxim as e dificables 40 % clcl ár ea t o tal del p recli o, todo lo cu a l dará retir o:; con, eniente s el e e dificaci ón que faYorec c rn a l a d e la zon:t
Fn l o qu e altura:-; ele la edificación e lla s s e en ::- u entran 1i mit a (: a:-; a 13 m ts.
Cun sec uen t.· ia d e toda -.; e s ta:; limitac i ones se pued e definir un máxim o del porcentaje habitaci ón de 40 bitan tes por
La f ormación de barri os jardines p ara <: 11 forma de unidade s independi e nt e: desarrolla·dos en l'X t cnsio n es de pocas h ectál"'ea s co n s tit u ye una intere-
sant e aplicación de la di s po s ic ione.s de la o rd e nan za vig e nt e de fraccionamiento.
L os pn;yec t os apro b ados por el M u nicipio y e 11

ZONA RESIDENCIAL BALNEARIA
Ui tC Al DE 1A S OC t WA O Ut ARQU l e(, lOS • 1

l Espacio libre enja rdin ado. 2. Cas uarin a s exi s tente s , . ¡a d e r ea l iz a ci ó n r e ún en s igui e nt e · ras: Co njunto de parc e l:l s C:es tinacla a la c on s tru ·: ción tk Yiv i e nda s , r o d e and o e n l o p o::; ibl c un es pacio libt·e
• e nj a r cl in ado E l á r ea ele y c a ll e s e ta n do com!Jren d id a de ntr o d e nn 35 % d e1 t o t al d e b e er ce ci id a po r el pr o piet a ri o . l... ;t p l u s Yalía co mp e n sa ampliam e nt e e,.; pa c io.; <· par e nt c 111 c nte p e rdid o;-; cn
Espacio libre enja rd inado

1 Yatch Oub - 2. !Espacios Ebres enjardinados - 3 Ombúes exis tent es. 4 Edific ios de viviendas e-xist en tes. - 5. Futuro parque público Actual Ho spital Fennín Ferreira.
s u Ya lo r ve nal. El e s pacio enjardina do ha s ido ubicaprefer ern!tJe ment e en¡ a¡quejHos !]u¡ga:r e s donid1e ya) exi s tían árbole s va lio sos y bien d esa:r rollado s Ordenanz a el e e di rf i c a c ió n ( retiro s, alturas, c er-
cos ve r ed a s, materiale s. arbo lad o, jardine s públi co:-; y privad os y d es tino d e la edi-ficación) que compr ometen por igual al y al particular a lo s ef ecto s de s u r ea lizac ión
'J RGANO Of iC IAL DE l A SOCIEDAD DE AIIQ UITEC TI S
El de l e:-; paci o c ircun c ' aclo p o r la \, ·da \ grac iada y la s calle:; :\ 9 l. t·ru g ua yana G r al F arí a .;; y puede d i, id i r:- '' prin-
2. " )

ordenación de la:-; , e r edas , calzada ,o rd e naci ó n a r q uit ectónica del l ibre.
l•:n el a..;pecto , ia l d e l prim e r p unt o gra , it ó en f o rma c ap i ta l la imp o rt a n c ia d e lo:-; t r án s it o::; prin c ipal -\, -da. .-\gra c iada y c alle ru g ua yana, a lo que agreg ó co m o :-;e gunda directi, a. la n ecesid ad de re so h ·er en for m a 3impl e y ::; ufi cie ntemente 111 p 1i a. e 1 a e e o a el ieh a 5 <:t r te r ia ;.; ' · e 1 e r u re d e 1
l. Mon um ent o al Libertador Gral. J osé de San Mart ín - 2 Plaza Públic a. - 3 Edifi cación afectada por una altura obli ga toria de fac ha :la de 23m 26 . - 4 Edificación a fectada p or una alturl\ oblig a to r ia de fac h a!da de 15 m. - 5 Zo na po rticad a
OR GANU OflCIAL DE lA SOCIEOAU Dt AR QU; I tCIO S
por parte de set tii1d ario s qu e
fluye n por la s A se ncio, G r a l Faría s, Jujuy , Ricaurte ,. R ío G rande • r,a t e r ce r a directiva moniz a r la s 2 e xig e ncia s Con l a nece:-;idad de d o tar
dominante fué la Ge aranteriormente a la p l aza públi1c a de un a jerat'lquía, dim e n i o n e s y c o n formación c apa ces de -ree ibir apropiadamente la s c ararCt er í s tica:-; y e l vo lur11 en
<..1el m on um e nt o a ubi ca r en e l s iti o.
El análi s i s y con s idc ra ció n d e l s egundo punto re ve l ó la 'conveniencia c: e ar m onizar la fut'l.tr a ma s a edificada qu e rodeará al espacio libre. e s tahlec:i e ncl o i ara e ll o:
1 9 ) altu r a :-; o bligatoria s prop o r c ionada .:-; a.l e s pa c i o circ un dado, a l a importanc<ia de'l lu ga r y a la co ncep c ió n , di m en ione s y per SJpectiva s del propt o monumento;
2. 0 zona s p o rü c ada s e n las cabecer a s del es paci o libre, que. cu mpl iendo fu ncio n e s ta mbi ré n util ita-
1 o ) , • ' . ri a s , den al conjunto una ca-ract e n s ttca c e , arieda d e interé s Y • una ordenació n el e s alient es que a s egu r e . en l o posible. una unid ad e n el tratamient o ge n e ral d e edi f icad os

•
E n los comienzos , del ano 19 16 f u é pla n teada e tl el :-;e no ele !a Sociedad de Arquitectos dei U rugua y la i n:1 i c ia.tiva de reali zar en M o n rt.ev id eo e l PHm e r .Con g re so Pan de Ar quited o s ; autor de e s a inici a ti ya q u e enco ntr ó el total apoy o e ntre lo s miembr os q e l a de Arquitecto s, fué el e sprof e s or y ar.¡quite cto Allfre-cll) R. Esa si miHa germinó p o r prim e r a v e z en tierr a 1 • uru g uaya e n él · rio- 192 0,y co n tó co n l a total colabora c i ón c: et Go bier no urugu ayo que pre s idía en e l Dr. Baltasar B rum f Di1ez d e América fu eron re:pre s1en.ta.d-os en ruque t primer c o n g r e s o, pres idid o brillantemente p or el Arquitecto Horacio Acos ta v Lara, so s tenedor in - · • fatigable d e l a .llama de es ta s r e unione s interam e riIlam a q u e ha v e nido avivando y co n se rvand o . seg ur a y d e s de s u p u e s t -o ele P r esi d en- · te del Com it é P e rman ente de l o Cong r e o s Panam e6ca no s d e A rquite c to s , c on s e d e en l'vfontevideo Sant iago d e· O hil e e n 1923 . r e unió p or s ·eg u nda vez a l o s atquite<:to s d e A méri ca. - y 'lu ego Buen o s Aire s en 192 7 Río ele J e n 193 0. l\1ontevideo , ele nuevo en 1940. y p or ú ltimo L im a en 1947 , f ueron se d es de nu eva s r eunione s el e arq uitecto s, reun ione :; que ,han 1do creciendo en el n úm e r o de paí s e'S a.'Si st e nte s y en la cant ida d de dele ga d o s llega ndo a reunir s e ce rca el e 350 r e pr e s en tad o s a lo s 18 pai s e s en e l V II Congr e s o ce l ebra1do en Perú.
Concl u sione s ele gran int eré s prof e sional y socia 1 a 'l a s c ua le s deben e el r e al es tre c ham ie nt o de
fu e rte :-; \' Íncpl os de a m is tad y una c o rr iente de panam e ricani s m q que s u prime la s fro nter a s geog ráfi ca s de A méric a, han s id o l o s re s ultado s inm edia t os de esa. re uniones , y es a h o ra en C uba, p or prime r a v e z e n e l H rt e. do nd e te n d rá l u ga r e l V 1J Congre s o F9_na m e ri cano c: e .\rquitecto s , para el qu e s e trabaja en t o d o s los nÚ{''l eo s arquite ctón i c o·s d e nuestro país.
U na ve z má s t ie n e el "Cr u guay la oblig a c i ón d e con c urrir co n tod o s u e s f u e rzo y con s n s mejore s valo r e s a esta A s amblea Panameri c ana de A rquit ectos; d Com i té O rga rüzado r ele la c o n c urrencia uruguaya , v i e n.e r e alizando exito s a s g1es t ione s ante lo s Podere s P ú bli c os y otro s In s tituto s del E s ta do, l o que le permit e s upon e r q ue habr á de o bt ene r una cli1g na representac i ó n d t.l U rugua y en e l VI [ Congre s o y en l a Expo s ici ó n Pana meri cana de A rquite ct ura y Ur b anismo ;s e e s pera contar también co n la tota.l colabaraci ó n d e t o d os' los ar quitectos urugua yos agr e mi ado s o no, e n la Sociedad d e Arq uite ctos del Uuguay -para que a s í se a má s a mplia y gene ra'! )a c o ntribu :: i ó n ele n u e s tro paí s al e fuerz .o qu e actualmente vi e n e n :rea li z ando l o s co le gas c ubano s .
La s jornada del 1O al 17 d e ab ril de 1950 e n L a
Haba n a, datián razón de nu e s tra s esperanza s y ju sti {'ica rán una Yez n1ás el va l o r de la iniciati va d e l Arquitecto Al.fredo R. Ca mpos, t r e inta y tre s largo s año s atrá s cuando s e s oñó por prim e ra vez en r e unir a lo:; d e América en t era.
Arquitecto JAIME L. MARQUÉS
Presidente del Comité Ejecutivo del VIl C.P A Sec Uruguaya
1 O al 17 de · A b r i 1 de 1 9 5O
Artículo 1f.l El VII .Congreso Panam e6can o de tendrá iugar -en la Ciudad de Ja Habana. R e públi ca de Cuba ciel 10 al 17 de ahril de 1950 .
Juntamente con e l Congreso .se cele brará una e1posición Panamericana de y una Expo s ic i ón de Materi ales y Productos relacionado s con la Construcción.
Art. 2° fine ;; del Co ng re so son: ·
Contribuir a l progneso d e !a e n América, estimula ndo .lo s estudios e sped ales y la cuftunt artí stica y t écn ica re laciona -da s con la prof e-s i ón · del Arquitecto.
Favorec e r el co nocimi en to de lo s probl ema s relacionados con la Arquit-e-c tura, principrul•m rente lo s c ial es, 1Ctt va sdiución a las n ::tJc ione-s am erica• nas.
Obtener por los medio s a s u al-cance, .la adcpción el e medida s adecuada s que co loquen la profesión d b Arrquitte c to en e l p'lano de dignidad que le corresponde, estimulando los altos idealles que pra ctica el Arquitecto e n el df' s empeño d.e· sus labores.
E s tr ec har lo · v ínculo s que unen a los Arquit e ctos de toda América mediante el intercambi o intelectuaol Y d -conocimiento oersonal. • •
Art. 3' El Congreso es tará hajo el alto cinio <f.e-1 Pre s-idente d e la República, Dr. Carlos Prío Socarrás, y bajo los auspkios de .los señ ore s Mini stros de Estado, Ha óenda y Obras Públicas; del Gobernador de la Provincia de la Ha:bana; de'l Ak al L de Municipal de !a Habana, del ,señor Rector de ia Un i ver sidad de la Habana; del s eñor Presi dente del Col-egio Nacional ele de Cuba y dei se¡ñor PT<esidente del Co legio Provincial de Ar'quit,ec¡t o:; de 'la Habana.
MIEMBROS DEL CONGRESO
Art. 4 ° mi e mbros Titular es del Congre s o:
a) Delegado s de los Gobierno-s.
b) Los Delegado s de ias Facultades o Ecuelas de Arquitectura.
JIIGANú

' -
e ) dr !a:.; de -\ rquitectos-
el) Los De legaclo s de la s in s titucione s invitadas.
e) Lo s / \rquit ecto-s que lo soliciten.
f ) Las per-.ona s invitada s es pecialment e.
S<:-rán Miembro s Adh e rentes:
Los Arquitecto s est udiante s ele arqtütectura y de má s per s o na s· qu e l o de.seec1.
Serán Miembro_..; Observ ado re s :
1.os Arquitecto s n o ame-rican os que s ean vitado s a pr ese nciar el Congre s o. 111 -
Art 5° Con excepcil> n ele lo s Delegado s de lo ::; Gobiernos y de la s ¡)enon-a s invitada s e speciahnentc. lo s demás Titnlar"es una ctw' ta dre quince pesos ( $ 1 5.00) mon e da nacional. Lo s Adher e nte s ab c narán también una cuota de quince pesos ($ 1 5.00) moneda n a ciona.l.
Art. 6' Para e r del Congreso deberá por esc r :to ant e el Comité Ejec utivo d el paí -s r es pectivo, agregando t l import e de 1a c uota correspondiente.
Art. 7o Lo s l\Iiembro s Titulare s tendrán derecho a pre s-entar trabajos, a s i:;;tir a lo s actos y bl•eas del Congre so y tomar parte en la s deliberaciones con al voto.
Los Miembro s A dihen ute s podrán pres entar trabajos y a,slisür a los actos y a s ambi e a s del Congreso, pe r o sin inter venir en la s delibera-c iones. careciendo del derecho al voto-
Tod os lo s del Congr eso re cibirán la s publicaciones del mismo.
Toda persona que no ea Miembro d 'el Congreso podrá adquirir la s publicaciones del mi s mo, abonand o una cuota de nueve pesos nac ional ( $ 9 .00).
Ar tículo 8° El Comité del Congreso e ,:; ta rá integrado por e l Comité Perma-nente de Paoomericano s, l os Comité s en los d emás paí s e s de Amérka y el Comité Ejecutivo de Cll'ba.
• OiiCt AL DE lA SOC IEDA D Ot ARQU 1T!:O TOS
L us Comité s Nac ion a l es cons titu ye n e l v ínculo e n tr e lo s l\1iemhr os d e l Congr eso de ca.da pafs y el Comité Ejecutiv o d e C uba y lt enen a s u cargo la or· ganizac i ó n de s u r e pr esenta.:: ión, la de los trabajos re s pecüvos, la de1 s ignac ió n de los Miem br-os Adherentes , la r ecepc i ón de cuo ta s y demá s ICllbore s concern i e nt e,s a 'l C o ngre sv
Art. go El Comit é Ej-ec u tivo ü e n e a s u co rgo la o r gan izar.ión del Co ngre s o h as ta s u realizaci ón., la s r om uni caci oncs y la publicaci ó n d e ruct.as y ' t r a )a}OS.
Art . 109 Los Comi tés N a c ion al es es tán enca r.gad o,;; de organizar l a concurrencia de s u s r espec tiv os ' pa1 ses.
Art. 11 o E l Congre-so se o cupárá d e los sig ui ente s a s unto s:
a ) In.formar sobr e .l os tema s oüc ia.:l es d e l Cor.g r e,s o
h ) e)

Informar s obre lo s t e ma s r ecomen dado s a es tudi o por eoJ Com i té Ejecutivo y trabajo s p er,so na:le s n 0 comp r e ndi dos en 'los tema s o fi dales.
Art. Lo s t e m as o f ic ia:l es que han de se r t ratrados so n;
PROBLEMAS DE LA ARQUITE,CTURA CONTEMPORANEA PANAMERlCANA
1. -
P lane s d e e s. tudi o. Su s po s ibitli dad es y ex ige nc ia s en r e l11<CÍÓ n c o n e l medio en que va a eje r cer d Ar•qtüt e-c t o.
JI - PLAN LFIC AC ION Y U lH3AN I S MO :
De sde el punto de v i s ta de s u f unci ón s ocial la s ituaiCi ó n e co n ó mi.ca cl•e los paí s e s. Probl ema s del tránsito y pa-rq u e o.
111. - EVOLUC I ON DE LA ARQU I TE:CTURA CON TEJ\.IPORA NEA:
S u ·s r ela : io ne s con el e mpleo ra·c:·iona'l d·e l os mat e rial e s
I V - SC IC I A I ¿ES:
La fah6ca-cin pri, ad :L y s ú s pro bl e ma s f r e nt e a la l egi s l ación soc ial. N eces ida;d de nueva l egi s laci ón pa ra foment o el e la viv i en da econ ó• m1ca.
V. - E L H ORl\ Il GON REFORZADO :
Evolución d e l os métod os de di s e ñ o y n u evas técnkas con s tru c t iv a s Empleo d e l a indtt stria,l iza<:i ón v tn ecanizadón en l a c o n s tru cci óPa fin de r el(!ttcir el costo de la mis ma
1V . - EL .EJERCICI O PROFE S I ONA L DE L AR -
QUITECTO E N SU RELAC IO N C O N LA T EGISLAlC IO N V 1GENTE:
C on sider ació n d e un Aran<:el y un Cód.ig.o d e Í-! t1 ca P r o fe s ional bá s icos. que .contemp• l e n la s
distinta s fo rma s en que puede n realizar se los t r abajo s de cons trucción .
V II. - L I BRES.
SESIONES PLENARIAS
Artículo 13. El Congre so celebrará blea s gene r a l es , d•e la s c uale ':i s e r á n púbh c a s la de apertur a. la d e v la de· c-l a u s ura. • Art 14 El Com it é E j ec uüvo, formular á e•l programa de trabajo del Congre so.
Art. 15 En la s es1ón preparatoria el Cong r eso proc e d•e.rá a la d es ignadón Pre s iden t e d e l :Congr e•so y tre s Vicep residen t es
Art. 16 El tiem po máxi•m .o a s i•gna do a cada orad o r s er á el s igu irente: infor m es, 15 minutos ; comunicaci o ne s, 10 minuto s; di &e u s ió n de info rmes y com unica-dones, 5 minuto-s.
Ca da orado r podrá h a c er u s o de "la palabra sólo dos y.eces s obre e l m is-m0 tema.
E• l a u tor d1.spondrá de 10 minutos a;l fin aJ de la di se,j.t s 1ó n para s os t e ner •la s condu s1ones. Sólo por r eso lu c i ón esp ec i a l de l a A s a mblea, los orCildore s podr á n hacer u s o de la pa1ahra má s tiempo del indi ca do.
Art. 17. E-1 f unci o namiento de •las A s ambli&o s será e n,c auzado por la Me s a v s1e s omete rá a s u s d ir ec-tiva s v d e c i s'ione s ..
Artículo 18 Se co n stitui rá s ie te Comi s ion es , una para e l e studio die cada uno de los .t e ma s o icia l•es . y una para e1 es tud io d e l os tema s Ebre s qu e el Cotnifé no compnend,idos en aquél1lo s.
·Art 19 Cada Com1sión de signará, a11 constituirs e , ún Pres iaente, un V icep re sidente y do s Secretario
Art. 20. L os inf or m es de Co mi sión q u e h ayan d e tratado s en las Ses-ion es Plenaria s d'el Congresq d e berán formulad os por e'3 crito
Artículo 2L Lo s trabajos ser pre s.e ntado s al Com i,té Ejec u tivo de La H a bana una a.n t es fl e l a inid1ación d e la s s,es i ones del Congreso, preced idlo s .d e un p r ogr ama o , no mayor d e 1 . 000 palab ra s, que S e' e nviará a l a Secreta;rí a d e l Comité Ejecuti vo Humb o l dt , 104, e "sp. Av. Men o-ca l, La Habana. n n me s a nte s d e la fecha indicada má s arr iba
· Art. 22
ca s t ,eHan o Los idi o ma s d e l Cong r eso so n '-' • e l i n g l é s, e l portug: u és y el f r ancés .
:Mont e vicleo , se ti e mb re d e 1949.
P o r Co mit é Nacional U ru2"uevo: L? o/
Arqto. Jaime L. Marqués
Pres id\ell!t e
Arqto. Eustaquio Fernández.
Secretario G e n e ra l
•
¡
LA HABANA - CUBA 1 del IV al 17 de Abril de 1950
REGLAMENTO DE EXPOSICION
1) Secciones
<1u e ex ihen podrá n pertenecer a la,..; :- igu: e-nte s s ecc ion es : \ )
Hl (' )
1) )

\'1 Y I EN DAS: Re s idtn cias. V i v i endas eco n ón1 ica s Aparta mi e nt o s. Hotdes.
E Dl.! CACI'Or N : U ni , tr s id.ade s E s c ue las. M useo s . B ihlioteca s
H O S P JT A LES: C líni{'a:;. H o s pitarles. As ilo s In $t i tn c1on e s 1\f éd i cas
FD I FlClOS Pl BLlCOS Y l\1ANUFACTURAS: A dmini st rativos. Come r :c iale s. Labdrat o ri os y Ta.llere s Transport'e. R e lig io s o s. Rec r eacionale s
OF lCL\LE S O Obra s P ú blica s Admin i s t rativ os Monumentos Ceri t ro s C í vicos
F ) P l ano s regulador es U n1dade s veL c in ale s . Centros r ecrea-c ional es . U rbaniz-ación y r eparto s
( TRABAJOS UN IVERSIT AR IOS: 1.0 ) P :lan de .]a e n s e ñanz a de la Ar quitectura. 2. 9 Tra_¡bajo s ejec utado s durante e l Curso y proyectos d ¿ Te s i s de G rade. E s t os trabaj os deberán habe t s id o ejecttt1ado s e n Facultades o Escuelas o t o rguen el títnb de c on pr ograma s autorizados y bajo e.I co ntrol d ir e-c to el e l o s Prof eso r e E s tarán, claramente indi;cado s ¡a E s c u e la . Ciuda d o oaí s de proc e,d e ncia, firma del Prof e::;o r y del alumno y pTograma d e·l del trahajo.
11) :VI ISCELA N EA: Dec o r ac i ó n. Propag a nda . Turi s · mo. Si s te m a s M at eriales, equi -' po-;o;. e tc. Trabajo s ex clu s ivam e nt e d:emos,tra · tiv os d el material, equipo y s i s t e ma e mple-a- · do en la con s t ru cc ión. con espec ia• l prefeTenrencia de s u t i a plica-ción en cad.a 1 co m o l a ue l o:-:· m á s m o deTno s u sa dos en 1a s ed i fic a ci o n es
Nota : T o dos lo s trabaj os deberán Heva r la firma <l e! :\rq uit ecto aut o r de los mi smo s
2) SeJección y Clase de envíos
a ) I .r " trabajo s qu e :; e e n v íen deberán s er entrega<h=' . pre v iamen;t!e . a. l Oomit:é Nalcion aU• ldel p a í s fle s p e c t i vo e l que ha rá l a s elecci ó n corr c :::po nd ie n te. en c a•rgá nd o-s e de s u r e mi s i ó n a la C o mi sión O r ganiza d o ra de l a V II Exposición P a namericana de Arqu it ectu ra y Urban ismo, con :' t de en La Habana. a nombre d e s u Presidente •
-\rq.to. Manuel Tapia Ruano. nal d e A rquitect os", Humb o ldt Menocal, Habana , C uba
Colegio Na-c i o104 e s p a A ".
b) Los trabajo s presentc)d<>:; p od rán s er de proyectos ejec utado s o no.
e) P o drán pr,e s.entar se e n la s igui e nte forma :
1) Dibujos.
2 ) Fotografía s . (P referibl em e nte fo to g ra.f ía s de 16'' x 20" o de ma yo r tamaño )
Lo s trabajos cons tarán de la s pieza s p.ara s u debida co mpren s ió n, indicándose l a conveniencia de a.djuntaif las plantas coiTe spondient es c uando se trate de fotografía s de e dificio s ejecutado s I g ualmente se rue ga que, d e se r po.s ibl ,e, s.e adjunte a c ada traba jo u n:i br eve r e da cció n d e l pr ograma q ue lo ha or:g ina.do así como dr los maeq u:.i;pos y cort s trulc di,ó n que s e ha empleado.
3) Condiciones de presentación
Lo s proyectos se rán pr ese ntado s sobre un fondo rígido con l e trero s claros y comp l eto s
J
Se r eco mi en da que t odos lo-s e nvíos provenientes de un mi s mo paí s, t e n ga un s olo coi!o r de f o nd o ( el ohassis, cart ó n! etc.) y que , en lo posible, s e unifo rm ;e;n la.s m e dida s d e modo que no excedan de tr e stamanos.
En el ángulo s up e rior izqui e rdo dd rev erso de c ada traba.jo: deberá haber un rótu-lo con el nombr e, en letra s g rand es del paí s que ]o e:nvía y en má s pequeña s el títülo d e la o bra y lugar de s u emplaza mient<>, nom bre , de s u aut o r , a fin d e facil itar s u dev oi uci ó n.
La Co mi sión 'Orga nizadora d e la Exposición una vez clausurado é5 ta , devo l verá, en La Habana, tod o s lo s trabajo s en viado s a la mi snta , a la perso na de signada por -céllda paí s exp os itor
La Expo sirdó n s erá organ&zada. por:
En cada Sec-ción se coloc arán los tra-bajo s correspondientes , de acuerdo co n lo s grupos que comprende cada un a de ellas.
Todos lo s trabajo s, en cada una d e las Seociones , s erán agrupadas por paí s e s , e n un riguros o orden alfabético de lo s mi s·mo s.
4) Jurado y Premios
E l Jurad o para asigaar .los premios de la Expos ición e1s tará int egrado por tant o s miembro s com o nacio n e s conc urran a la m i s ma A cuyo efecto, la Del,egadó n de cada uno óe l os paí ses concurrente s d e s ignará a uno de l o s miembros para que , e11 s u r epre sentació n , forme parte del jurad o.
2) 3)

SE DISTRIBUlRA N LOS PREMIOS
G ran Pr em io d e Honor a la Dde,gadón que obtenga e:l mayor núm e-r:o de di -s tindone s en la s Seccion,es
Premio M edalla de Honor y Dipl o ma. M eda:lla de O ro y Diploma.
1) l\Ied<l!lla de P lata y Diploma. Honorari a s.
( A l os 1nejore s trabajo s de los Exposi ,tado s co rr es pondi•e.ntes a cad-a una d·e 'la s Seccione s A, B, 'C, D, E , F y H. ).
Premios Es·peciales dvnado s p o r In s titucio ne s Pública s v PriYada s. •
a) Premio donadro por d Oo leg io Na cional de Arquitecto s par.a. e l m e jor t rabaj o de las Se-ccione s A, B , C , D
e) Premio donado por el M ini s terio de Obras
Pública s de la República de Cuba , pa:ra la Sección E y F.
h ) Pre•mio donado por la Fa c ulta d de Ar,quitec.tura de !a Universidad· de La Habana para la Sec ción G. 10 Men-cione:-: Hon o-rífica s para los tr a baj os de T e5 i s de Grado.
S) F ,echa de Entrega de Envíos
Lo s env í os de c ada p a ís concurrente a la Expos ici é, n dehe r án estar en La Habana antes del dia 20 f e br e r o el e 1950 .
Cad:t Paí..., deberá hac er sabe r 2. la Comisión Organizadora d e 'la Exp::vsición, la c a;pa,cidad aproxi•mada q ue nec e,s ita , an t es cltel 31 de .diciem br e de 1949. Se es pecifi cará claramente, la cap&cidad qu e s e n ieiCes ita por g rup o d e ed·ifi c·io s y por el conjunto de· trabaj-o s que se van a pre s entar.
Importante: Se ruega a las Delegaciones concurrente s, cooper-en al mayor éxito de la Expos ición , ha.cien do s u s env ío d entro de l a fecha se ña•lada .par a dlo
Le, Comi s ión O rganizadora desea que todo s lo ::; trabajo s ocu p e n, e n !a Expns i ción, el lugar que· le corre s pond e de ntro ele cada Sec-ción , lo que s e d ilfi.c ultaría de s;e r después de la fecha señalada.
· Nota: Toda cor r espond enci a deherá s er enviada • así: "Arqto. Manuel Tapia Ruano, Presid1ent e ele la VII Exposición Pana-merica na de Arrqttite.c tura y U rban is mo. Co l e gio Na-cio na l de Ar-quite-ctos. Humbo ldt , 104 A ve nida La Haba;na , Cuba.
•
Las como de,b en e n v iar se los trabajos d.el Uruguay, s erán la s s i gui;en:te s :
Con objeto de obtener un fondo ritg ido y a la v1e z c on un color un:i•for me , s e eligió co mo mat e rial de fondo la chapa fibra de madera aglomer a;da de 3mm. d e espeso r (H ard BoaTd, etc. ) c u yas dimen s,ione s son de lm .22 d.e anc.ho por un lar-go variruble per o {tUe e s d e e s ta -canüdad. - Para e l tran iSse utilizarán pl3!nclha s de 1m.22 x lm .22 y lm.;22 X 0.615 , unida s l as de ig u al ditnen s i ó n <:on arque permitan plegarlas tal como un biomho' disposición permite tra:bajar en forma continua sob r e una franja de 1m.22 de alto y de1 una l o!J1gitud ada.ptruhle a la ne ce1 s id ad:es cid ex po si tor . .Se uülizará el lado .pulido de la c hapa sobre 'la <:ual inic.l. u,s ive se podrá dibujar o esc ribir s i a s í lo r equiere }a mejor presentación cld mat e-ri ,al a e xponer. • - Por otra pa rte s e a\:on s eja emplear prefe r ent e mentteJ Cop ias fo tográfi ca s de }o ::; or iigina l es. dejando libertad en cuanto a1 tam año de ésta s e l cua l l ó-gicament e s e s upeditará a l a clari-rlad y mejor comprens ió n del t r aba jo ex!) Ue s to
En e l ángulo s up e rior izq u ierd o :::e un .. esp a .c-iQ d e Om.20 x Om.30 p a r a ubi ca r e l número corr ellativo d e la t haoa a s í co m o el nombr e de l a I n:-;, ti t ución o persona exp0sitora. l eye nd a que co n el o b-
jeto de obtener un ifor mid ad se rá realizada por pers onal de l a Secretaría de Expo-s·ic1ón, así como también la e Je.c ción y co lo (·ación de las argolla -s que unirán l as c.hapa s y d e Jo,s para man.tenerla 3 verticale s.
Ademá ::; ha bié n dose m o dificado .la fe dha d e re aliz.a.c ió n del Congreso, e11 material pa ra la Expo sici ón se re cilbirá en la Sede de la Sociedad· de Arq uit ect os (Ag ra::.: ia. da No 1464 Pi so 14 ). hasta el día 10 d re enero d-e i950.
La eX! h o rt ac ión a con c urrir a es ta importante exposición qu e ll eva rá por pfi.tn.era vez la o bra dre co:ljunto -d e l os Aflq uitecto s Uruguayos al hemi s fer :o nort e. dond •e p o drá s er apr ec iadd, p or mi les de a tnerican.os que h as ta e l pr ese nte no hant eni-do opo rtunidad de v alora r d niv e l alc<l!nzado por nue s tras re aHza c ione s a.rq uit ec tóni.ca s lle ga a todos lo s a rlqttit,ectos, in s tituci o ne s pública s e in s tituto s naciona l e s v inculados a la A rquit ec tura y el U rbani s mo.
La Secretaría ele Exp os ic-ión del U ruguayo. fun : ion a 'l os lunes a la s -8 y 30 h s., en la Sociedad d c:- A rq u itectos U ruguay, y a ell a pu eden h acerse la s cons ul tas que se co n s i deren -op o rtuna:-; para faó lit ar la pre sre nta ción d e lo s t r abajo s el e arq nit e<' t o::; o instituciones.
Se efectuó reci en temente la s renovación de la s antoridade s dirig1tntes d e nuestra Sociedad. l n núdeo de calificado s y cC'leg a s pre s idido s por el :\rquitecto H.oclolfo \'igouroux. tienen en s u s ma•
nos los de nu est r a in s tituriún gr e mial.
A todo s e llo s le deseamo s el mÚ:-; fran co éxito
• • en s tt •

Cor. este número a s ume la Direc : ió n del ó rgan o o ficiaJI de la Sociedad de A rquit ectos, el tecto Juan A. ScaS30, acompañándolo en 'la ta ria el Arquitecto E. M. Quiró
La nueva dire<:: c ión espe ra e l ap oyo del gre m io para no defraudar las esperanzas qu e las autoridade la Sociedad de .\ r quitec t ::>s h a
en e JI a.
ARQUI TECTCRA ha de se r bajo esta direcció n un órgano · pretferentemente nacional , dedic;:do a est udiar y co n si- derar los problemas de nu es tro paí s y de nu est ra profesión y clifund ir la s ideas y los proyecto s de los a rquitectos uru g uayo s el e la c apital y del interior.
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La Dire cción de A RQlll TECT U RA. e s pera todo s lo s colega s h co la·boración impre sc indib!e para te n e r buen éxito e n s u ges tión
AHQU ITECTt, RA tien e página s abierta s a todo s los :\. rquite c to s pa r a que en e1'1as sean refleJo de s u pcn:::amient(l y de s u acción. - As pir a a h acer llegar al públi co la o bra de l g remi o en beneficio • < del d el pab , la ciudad y !o:-; y por lo t a nt o qui e re ser r<:.flejo de la a ctividad de en ti ejerci cio de la profe s ión.
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