SUMARIO : ASAMBLEA GE N ERAL e AGUA - TINTA DE RICARDO
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•
•
CEMENTO PORTLAND "1 NCOR'.'
DE ENDURECilViiENTO R A PIDO
Contestando algunas preguntas que hacen l os In genieros , Arquitectos, Constructores, Maestros de Obras Sanitari as ) c te. , relacionadas con el Cemento " INCOR" • • ,1 •
PREGU NTAS
¿Por qu é cau s a , el hormi g ón hec h o c o n C e -
m e nto Portland " IN C OR " ti e n e s uf i c i e nte
re s i s t e ncia •a la5 Z:4- horas para casi c ualq uie r uso corriente-? ·
¿Qu é gr a n ventaja o fr ece el Ce m e nt o P o rtland " I N COR " ?
• ¿ Qti é o t r a v e nt a ja o fr ece e l e mpl eo d e l ce-
m e nt o P o rtl an d " IN C OR "?
¿S e limita s u e mpl e o a ci e rt os y u s os?
¿ H a si d o y a comp r oba da la b ue n a c alid a d y l o que p u e d e hac e r s e a f a s 2 4 h ora s co n e l c e-
m e nt o P o r t l a nd " I N C OR " ?
¿ E n qu é fo r ma se d e b e trabaja r e l ce m e nt o de e n d ur e c imi e n to ráp id o " IN C OR " ?
C ON T EST A C ION
• E L ho r migón h ec h o c on Ce m e n to P o rtlan d " I NC OR " de e n dur e cimi e nto
r ápi d o d eb e s u res i s te n c i a ex t r a o rdin a ri a n la s 2 4 ho r a s, a l a p e rf ecta e l a bo r ac i ó n y c on s -
tit u ción q uí m ica e s p e c i a l , d e l Ce m e n to " IN-
CO R ". E l cos t o so pro ces o d e fab ri ca ci ó n , pa -
t e n te d e e sta Co m p añ ía , e s t al q ue p r o du ce una
co n s titu c ión quími c a má s p e r f e cta y una finu-
ra mu c ho ma yo r d el po r tl a nd G r ac ia s a e s-
ta s co ndi cion es, e l h o rmi gó n a dqui e re rápidam e nt e s u el ev a d a r e s is t e n cia.
E L a h orr o d e ti e m po. E n t oda obr a e n • dond e h aya in t e r és e n pone r en se rvic i o e l ho r mi gó n r á pi d a m e nt e , e l C e m e nto
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() OFR ECE m ay or r es i s t e n c ia E l h o rmigó n h e cho co n " I NC O R " no s ol a m e nte ofr ece mayo r r es is te n c i a a l a s 2 4 h o ra s qu e lo s ce m e nto s comun es, s i n ó qu e s u r es i sten c ia s ig u e e n a um e nto of r ec i é n d o l e s i e m pr e un hormi gón s up e r i o r a l os q u e s e ob tien e n co n los ce m e n to s c o m un es
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•
¿ D ó nd e se pu e d e obt ene r a n 1l li s is qu í m i co s , e n sa yo s d e r es iste n ci a d el ce m e nt o p o rtla n d " I N C O R " , y un a n ó min a c..l e q ui e n es l o h a n n t i l i r.a d o c o n r e s nl ta d o <; s nt is f art o rio s?
EL ce m e nto po r t l and " I NC OR " es un • ve r d a d e r o c e m e n to Por t land p e rf e c cio• n ad o .M il es d e d e l a b o ratorio s, años d e e xp e r i enc i a y ci e ntos de obras en que · ha s id o u s ad o, h a n c o mprobado el gran valor de es t e pr o du c to y la co nfianza que merec e.
• EN ig ual forma a la que s e t rabaja y se . e m p l e a e l ce m e n to c omún El ce mento " I NC O R " da e l mi s m o ti e mpo para trabaj a rl o ant es d e fr ag ua r qu e el ce mento " ARTI-·
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s.u p e r fic i e de h i erro , d e u n a c ap a d e zinc p or m e d i o d e una p u l v erizació:r;t .í gn ea d e este m s tal , que se adhi e r e al hierr o en f o rma d e as e gu r a r s u "inalte.: rab ili d ad p er m an e nte a l a acci ón d e la atmósfera y d e l air e salin o d e l .mar. La m etalizaci ón p u ede aplica r se tam bién con alumi n io, b r on ce, cobr e , etc. , es p ecia lm eote para t r abajos de hierr o decorativos, d á ndol es asp e cto d e m a t e r ial m a ciz0 del m etal e mpleado en la metaliz a ció n .
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As amblea General
S e ha e f ect u ado la asamb l e a anu a l d e arqui t ectos correspo n d i e nt e a l pe rí o do ju l io
19 3 1 - Ju l io 19 32 , c u yo dobl e objeto d e e xponer la obr a re a l i zad a y d es ig nar por v ota c i ón los fu tur os i nt eg ra nt es d e la Comisión D ire c t iva, ti e n e como ú nico fin el de traba jar siempr e e n de fe ns a d e nue s tr a pro fe si ón , conta nd o co n l a colabo r a c ión de t odo s l o s socio s.
D e la l abo r r eal i za da des ta cam os el e ntu sia smo de most r ad o p or los i ntegr a ntes de la C om isión que f ué, y la dedicació n especial qu e han sabido mantener para so lucionar pr oblema s m u ch as vec es árd u os y complejo s
S in en t rar a a n aliza r d e t e nidament e est o s p r o blemas ni su d i stinta índole po r c u anto ell os es t án m e ncio n ados e n la m e mori a anual le í da e n la Asamble a , nos permitimos destac a r de en tr e ellos, p o r lo q ue signifi c a de co n q u is t a obten i da e n provec h o d e nues tra pr o fesión , e l que p uedan int e rv e nir todos lo s arq uit ec tos en el c oncurso del Banco de S egur os, act u alm en te en vía s de realización , - el o fre c imient o d e nuest ra Sociedad de ases or a r so br e el Monument o al pueblo Ar ge ntin o a la Comisión Naciona l del Cen tenario y su ac eptac ión po r part e d e ésta; es t e pro y ect o ha sido ya sancio nad o p or la s C ámaras -e l trabajo l ent o y segur o de per su ac ió n qu e s e v iene realizando en las C ám ar as para reglamentar nu es tra carrera; - la organización d e concursos de interés general cuyo fin de aportar ideas s ob re la solución de prob l emas vincul ad os a la Arquitectura, da una oportunidad de ofr e c er n uestros co no cimie nto s técnicos; - el estudio, que no debe aban· donarse, de i m p edi r q ue a lg un o s ar q u ite ct os, validos d e su títul o s e dediquen a oficios en pugna c on la éti c a pro fes io na l.
En c uant o a la e lecc ión de nuevo s miem bros para inte g rar la nueva C omisi ón, ello merece nuestr a aten c ió n esp eci al por s er -e so s miem b ro s , ( qu i en es en labor co njunta con los que quedaron ), lo s que han de continuar e 1 d es arr o llo futuro de las act i v idades de nue stra Sociedad
Ser miembro de l a Co misión Directi va i mpli c a una responsabil i dad muy gran d e ante el r es t o d e los colegas, per o es t os a s u ve z de be n aportar su mái decidida co laboración, siguiendo co n interés el trabajo de la C omisión Dir ec tiva para lada en su labo r .. . . que esta n o se s tenta ats-
N osotros espera mo s que esta labor de la nu ev a C omisión sea digna co ntinuación de la obra de su a nte cesora y q u e sus miembros co n e l trabajo cons tant e, y coo peración sincera logren conquistar un pas o más, quizá e l de f initiv o , h a cia la reg lamentac ión de nuestra carrera, cuya necesidad es cada vez má s apremian t e, y justifiquen así las e speranza s que abrigamos cua n do lo s hicim o s nue s t ros D ire c tores.
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• Agua linfa
El Arquit ecto de la Escuela Activa
-.:::rw ué Le Corbusicr, creo, quien recordó c1l ar .-;:- qui tecto que " la vida moderna exig e un plan nuevo para la casa y para la ciu dad ". Esta adve rtencia sirve singularmente para la concep ción del plan arquitectónico de la Escuela Activa. La E scuela que llamaremos con Dewey escuela "intelec tualista ·• - y c uya fórmula pedagógica po dría ser la Hehart: "por el concepto hacia ¡a a cción·· -tenía como símbolos el pupitre para el maestro y el banco para el niño: dos, tres, cuatro fil as de bancos, dando frente al pupitre colocado sobre una tarima. Cuatro, seis, ocho clases gra dua d as para el programa analítico, y ya tenía el arq uitecto su plan preformado: cuatro, seis, ocho sa lones de seis metros por diez, y la sum a de esos tubo s constiruícm la masa, que el estilo "X· rub ricaba de est ética
La Escuela Activa parte de la acción hacia e con cepto; sus símbolos son la mesa y el equipo el programa es g lobal - lo cua l no quiere decir si empre "sintético" - y parte de la observación directa de la vida que vive el niño de la socie d ad moderna desde que surge a la observac ión hasta que llega a la adolescenc ia; el plan que se le ofrece al arquitecto es el tal ler, el laborato r io, la granja, el hogar: el teatro multiforme de la vida que vive el niño día d día
Observar, asociar conocimientos, exp re sar en f ormas concretas o abstractas - conceptuales- lo que se va conociendo, td l es el métod o m ás o m enos universal de t odos los programas o "Ira·
bajos" de la escuela ac tiva. El equiqo de cuatro , seis, ocho niños, mezclados en un ambien te pero cada uno con su terna, exigen el salón cuadrado o amplio, para dibujar, modelar, clasifica r, con v ersar, discutir, experimentar; el deseo de hacer lo todo o casi todo por sí mismo lle va a los alumnos a decorar ellos mismo s las paredes, u veces con gráficas, a veces con dramati z ac ione s de conocimientos asociados, a veces con datos f ugace s que tiene n que ceder su espacio a los de n ueva actualid ad,- y la necesidad de moverse, de entrar y sali r sin estorbos, de ir al jardín en busca de un fruto, una planta o una herramienta, hacen p re fer ir ¡a planta baja y clara, limpia, sin "est ilo "
La falta de un pro grama seriado en compa rt imentos conceptuales exige pensar en lo imp re • visto - libros, mapas, animales do m ésti cos: to do eso, que es vida, es ta m bién "te x t o " de o b servació n y de asociación.
Se ve y a el programa que la E scuel a Act iva ofrece al arquitecto para su orien t ación " funci o .nal '', - pero se ve también la dificultad de hall ar la f órmula f eliz que haga la unida d de ese con junto de actividades variado, comp le jo, a ve• ces divergente. T area ten tad ora y que requier e en el arquitecto comprensió n y ardor casi pasio nales, con aqu ella pasión q ue, tambié n se g ún el fuerte Le Corbusier, "hace de las piedr as inertes un drama ''.
San t í n C. Rossi
Arquitectura y Enseñanza Primaria
-r a es cuela ac tiva exige un a edificaci ó n con · cordant e con sus principios y rea liza · ciones. Por fo rtuna , y debido a una d e e::¡ as co inciden cias que no dependen totalm ente de la v ol untad de los hombres y sí de la vol un t ad cre adora de l as cul tura s, en es te si glo XX s e ha n hallado frant e a f ren te y se h an buscad o pdra compene t ra rse do s elementos: una t eoría de la ensenanza nu ev a y u na te o ría de la ar qu itectur a también nueva. Las esc uelas en que se apli can los pro cedimi ento s pe dagó g icos de l a activi da d cre adora , ti enen l a sue rte inmensa de ser c o ntem · p o ránea s d e una arquitec tura que l e sirve de am · biente. Este es un detal le impo rt antísimo. a :í n, si hay u n edif ic io func i onal en el cu al tiene qu z triun far la arquitectura co n temporáne a es el d edica do a la esc uela. Si hay una en señanz a que h a hallado una ar q uitectura dignd d e ella , que le sir ve com o de re ceptác u lo y liberación , es l a en· se ñanz a activa. Por c ami nos dis tint o s, pu és, pe· dagogo s y arquite c t os coincid en en una époc a determin ada. Imp os ible concilia r la ense ñ a nz a de· cr ol y ana o cua l quier plan en. aplicación actual, co n una a r qu itectura ba rroca , imponente y pesada. T ampo co sirven las f orma s sin personalidad de l siglo pas ad o U11 cl aus tro esc o l ar, con arcadas y ojivas, hoy n o conc uerda con l os proced i mientos d e en s eñ a n za. Tampoco s ir ve un edificio sobre • c argado de ad ornos, suntu oso y erizado de co rn· plejidade s. L as escu el as nueva s, última s, exig en ed if icios qu e se an m áquinas para ense ñ ar con bell eza. T o d o edific io escolar debe co n sisti r en l a r ealización de una fór m ula / eco rbu s ier ist a. La en s eña nza activa lucha titánic d ment e por in dependizarse de la s t radiciones; lo mismo le pasa al arquitecto d el siglo XX; se eman cipa de el l as p o niéndose és te al unísono c on aquella tend enc ia. concordand o ya en muchísimos principio s téc n i · cos, forzo sa me n te tienen qu e vincularse en lo s hechos A sí ha suced ido
Si Loo s, teor i zante d e la forma, habla de la ar • quitectura como un juego sabio y magnífico de volúmenes en la luz , la contemplación d e las obras que repre sentan el espíritu actual, obras sintéticas, pulcra s, luminosas, que present an l a apa ri encia d el arte de los griegos o surgen corno creadas en un momento de inspiración semejante, pero p re vie ndo la impresión además de ser cons • t r ucci on es dinámicas impuls adas por l a vida, se impone inm edi a tamente la necesidad de aplicar ese pensami ento constructivo a toda escuela nueva que se levante
Esta, en sus pro c edimientos, busca también la claridad, la objetividad, el dinamismo, el ritmo vital, y se basa en las l eyes del juego; so bre lodo del juego estético y educativo. Así. el i n terior de
una escue la experim ental la i d ea d e t.:tl l uga r p r op i cio p0 ra jueg os c reador es y divi n os ; e l exterior d ebe se r un a l egre ju eg o de volúmenes. Igua lm en te l a c o ns tru cc i ón, co n s u s grandes ventana s hacia el pa isaje o el mur, su limpieza y pu reza d e s upe r f icies y masas, habl an al niño de li bertad , individualidad y c l arid ad , rres elem ent o s qu e hálldnse inscripros en !cJs or i entaciones edu · ca ti va s en pleno d esa rr oll o Lo s ped a gogos en su s mélodos de enseñan z cJ han co n str uido a lg o co m o una ar qu i1ectura peda· góg ic a: l as leyes apl icad as a l a plás rica m en ra li· dad i11 fcmtil son las m i s ma leyes que l os arq ui· l ectos han aplicado a l a amb as tienen s us raíces en la certera pen etra ción y comprensió n de l a vida y de s us f ines. Po r o t ra parre, el le ng uaje de Gropiu s, va a formular los ele ment os de s u a r qui le c TUr a fun · cio n a / : " Un nuev o senlid o ese ncial de l a a rquite c tura s e ha desa rroll ad o "Crece l a convicci ó n de que en la arqui t e ctura se inicia y termin a una viv a volumad de es tru c tura ció n que a firm a s u s r aí ce s en la totalida d de la soc i eda d y de su vida y encierra t odos l os se ct o res de l a f o r ma " , Un l engu aje s em ej ante a ese; vincula n do la pe · dag ogí a con la " t otalidad de la s ocie da d y de la v ida actual", es frecuen te en los moderno s si s temas d e enseñar y sus aplicacio nes, sin tetiza das ya en cier ta s inexpresi o nes es quemática s, de las c u ales men c i ono l a más com ú n: " Esc ue la para la v i aa".
S i G r opius habl a de una a rq u itectura fun cio · na/ se halla generalizada una deno minación tam• bién, en los ambientes de cultu r a escola r.
A spira se, co njunt amente con otros fines de sin · ter esados, al d eseo d e u na pe d ago gía funcional.
Por fortu na esos he cho s se en c uentran en p a r· te en ejecución ya en las cons tru cciones arqui • recrón ic as de nues tra s esc uelas y en especial en las experimentales. La M alvín, que frecuento, realiza en s u estructura f orma l y en el contenido de sus apl ica ciones docente s una totalización de arm onías.
Cr eo que tal debe se r l a n o rm a a seguirse en la s construcciones escolare s; sea n para un limitado número d e niños, o en otra s obras de mayor im• porlancia : escuelas normales, parques escolares y agrupaciones de esc uelas ( 1)
Un estilo así aplicado a toda una época esco lar se ría algo que nos enaltec erí a muchísimo; para ello sob ran elementos, f alta sólo que se pase a la acción más ampliada.
Emilio Oribe
(t) Ver "Arquitec tura" Núm ere 13t de Enero 1911 100-
NUEVO LIBRO DE URBANISMO
ACABA DE APARECER
PROBLEMAS URBANOS
POR ===
RAUL LERE A - ACEVEDO
ARQUITECTO.
Tráfico Trans ortes es un estudio documentado del problema de la circulación en las ciudades y sus alrededores y las conclusiones que contiene son aplicables a la mayoría de las ciudades sud - americanas .
Materias que contiene:
1. - Origen , desarrollo e importancia del problema y Estadística.
J1. - Clasificación de la circulación
111.- Causas de congestión.
1V. - Capacidad de las calles.
V - Métodos de regulación.
V1 - - Métodos de urbanología.
V11 - Tránsito rdpido
V111. - Transportes.
1V - Conclusiones.
Interesa el libro:
A los técnicos especializados en la materia, profesores y estudiantes de urbanologia de las universidades; a las autoridades nacionales y municipales a las cuales corresponde estudiar y resolver las importantes cuestiones relativas al trdficc , tránsitc y transportes y a los centros oficiales y Drivados cuyas actividades se relacionan con esas materias.
Se obtiene el libro:
Pidiéndolo directamente o por mediación de cualquier librería.
Un tomo de 118 páginas con ilustraciones. Precio $ 3.00 o J urug.
Algunas observaciones y algunos propósitos
abía termi n ado de co n s truir el primer ed i· ficio escolar y sati f ec h o de haber abier• lo los salo11e s de cla se hacia afu era , con grandes ventanales que dejaban a t o d os l os alu mn os por igual el goce absoluto e int egral del paisaje cir· c undante, cuando un día al volver a la escuela, encontré los cristale s pintados de blanco; la maes· Ira tapiaba así, a la ávida cur i o si dad infantil, la s alida hac ia el mundo exterior. Compr endí en· tonces que en arqui tect u ra esc o l ar había ante s y m ás que un problema arquitec róni co, un proble· rna pedagógico
Al cabo de poco s ari os, a l er ll a mad o a pr o # yec t ar la Escuela E xperim ent a l d e M a l v ín, me decía su Direct o ra , al sint e tizarme el espíritu de s u ca s a de en se nanza :
" La escuela por la v i d a y p a ra l a vida ; diná
• mi ca , radiant e y fecund a. Al egre y práctica·
• Ensenanza real , variad a, es p o nt á n ea; en una
• palabra : viva. La que forma al niño de aden•
• lro hacia afuera. La que el e va y no adies 6 e Ira. La qu e hab it úa al gob i erno de sí mismo
e La qu e forma desenvolviendo p ero resp e· e tando. La que libera al nii"lo de todo régi· e men coercitivo La que de scubre y provoca e el florecer de toda s l as c apacidade s, procu · e rando r es petuo s a ante l a p er so nalidad que e surge , el pl en o de se n vo lvimi ento d el ser . L a e que procura form a r en el hombre el car ácter,
• la v o luntad y el co r azó n , l a e xp o ntanei..c dad, en l a 1 i bert ad y en l a a legria. ··
Rat ifiqué ent o n ces mi pre sun ci ó n d e que el pro..b lema pedagógi c o e ra pr ev i o y fundam ental p a ra la solución d el arquit ect ón i co, p er o al mi smo tiempo y a, comprendí que se p o dí a cifrar es pe· ranz as en la e volución d e la es cu ela por la apari· ci ón d e m aestros compren siv os y mejor orienta..clo s y que puesta la arqu it ectura a l servic i o ele esas nuev as tende n cias, podría llevar a so lucio n es nuevas , llena s d e interés y bien dotadas para resistir la crítica y jalonar un mejoramiento.
S urgi ó Malvín; pabellone s ai sl ad os, muy abier lo s hacia el Nort e para re cibir el cálid o in f lujo del sol y el aire libr e; dil a tada s v i s tas hacia el con torno ; hacia el Sur, en c ambio , v entana s má s reducidas para no enfri a r l os pero aptas para tr ae r al amb ie nt e d e trab a j o de los pi sos alto s, la vi sión del mar pr ó xim o Arqui rectura l i& bre de pr ejuicios, y c o n el ev id en te pr o pósit o d e sacar part ido d e lo s el emento s útil es y co n s tru c · li vos.
Sigu i ó luego, la oportunidad ele pr o yecrar " La s
Piedras··. Marco ent e ramente rural, un magnífi · co parque casi cen tenario ; un programa escolar tambi én decrolyano p ero con adaptaciones dic ta· das por otro espíritu de maes tr o; p r es u puesto más reducido y ma yores ex igencia s Por lo lélnto otro problema y como resultad o inmediato otra arquitectura: el pabellón bajo, el alumno en con · l acro inmediato y con s tante con la naturaleza;
101
pabellon es de l os C az adores , de lo s Agricultores I n ves tigador es y Arr es ano s
E n c ada uno d e ello s un ambiente pa r a la oo · serva c i ó n, la expres i ón concreta y la exp restón ab s tracta. Aparec e con más clari dad el ca mi no ' ' meno s arquitectur a " , co rn o medio de hacer "me• jor arqui tectu ra
Y co rn o en s eñanza de ese intento, que qui zá fu era mene s ter para llegar al acie rto máxim o, hac er l a esc uela co rno podría proyec tarla y cons · truir l a el propi o alumn o: a su escala, con su so • b r ie dad , c o n su espontaneidad.
Po r últim o, el Parque E s colar , la maravillosa co n c epció n de V az Ferreira, que se trata de r ea · !i z a r ya en Fl o rid a Solicitad c un ant e proyecto par a es te c o nj unt o qu e con t ará c on un t erreno de 29 h ec tár eas 1964 mts 2 y una pob lación ini cia l d e d os mil niños, el urbanismo apareció para es table ce r agru pac iones funcionales; corno conse· cuen cia : "barri o de l os má s p equ eños", "barrio d e l o s n iñ o s de median a eda d" y "b arrio de los mayores" en una va s ra z on a de trabajo. Más allá , una exten si ó n de s tinada a re creación utilila· ría dond e el n i ñ o es tá f ren te al libro abierto de lo s panorama s natur al es
Y l uego en el bo sque ya formado, la zona re· se r va da para el d e c an so y juego s
D es aparic ió n t o tal de la unid ad admi n is trativa " escue l a ", fu sión de to das la s escu elas de la ciudad en u n so l o o rganismo situa do a cen tena · res de me tr os d el c entro de la ag l om eración en un medio d e v i d a p r o pi a y libre
El elem ento co ns titutivo sin más p r etensiones ar qu i tec t ó ni cas qu e la d e un refugio para am p a · r a r a l a lumn o de l as inclemencias del ti-e mp o; y c ad a uno d e ello s divididos en tres ambientes par a t a r eas d e lab o ratorio, y aula, o sean en su s r ealizaci o n es : ob servación, expe rimenta• ci ó n y e xpr es i ó n a bs tra c t a. Rotación de los alurn• nos en cada un o d e ello s para reducir a un ter· cio el número de c a d a clase, con lo que se re· s u el ve el problem a económico de la construcción
Y p o r o tra p a rte , l a ine s tima ble ventaja pe d agó · gic a d e cambiarl e el ambiente al escolar en la d urac i ó n de s u j o rnada de trab aj o Y. co m o realiz ac i ó n arquitectónica el r efug io de cons truc c i ó n elemental, d e tre s escalas distintas se g ú n l os nii"lo s y c orno medio de caracterizarla, l a ag r u paci ó n fu n c ional de l os elementos. H ay así, en l a hebra de pocos años, diversa s r eal iza cion es que marcan un p roceso de ada p ta · ció n y d epura c i ó n y que más q ue un valor in trí n· sec o , ti e nen la suge s tión de abrir la esperanza a o tra s de má s m érito a r ea li zar por quienes en el futuro, al es tudi ar el problema de la edifica · ción esco lar, pon g a n r es uelt amen te l a arqu itectura al serv i c io d el pr ograma pedagógico , como es lo raci o nal, lo sa lud able, pero t ambién lo excepciona l.
f. A. Scasso A t·q u i lecto
ESCUELAS DE MAROÑAS Y CAMINO MALDONADO
A rq t. o J A. Scasso __________
Planta P
Cno . MALDONADO
Fa chada
Fachada
La Escuela Experimental de Malvfn
....- a co mpo sic ión general de l edificio. es en pabellones aislados, a los que enlaza, un cc1mino de entrada destinado a lo s autobuses, en lo s que ll ega n lo s niños al co legi o.
El programa ha sido desarrollado en una man· zana triangular d e terreno, que enc i erran la s calle s Michigan, Berm ej o y E s trázula s
El primer pab ell ón - el de servicios generalesest á construido con la donación Salvo , lo cual constituye un herm oso gesto, ele cooperación pri· va::fa en l os serv icio s de utilidad general y públi ca. En él están concentradas la s dependencias que a continuación se nombran: gran salón de acto s públicos - co mún para la escuela y para la loc a li· dad Sala d e juegos si lenciosos. Sala de audi· cione s, despachos d e la Dir ecc ión y de la Se · cretaría. Lab o ratorio ele psicol o gía aplicada, Sa · Ión comedor, V estuario s y Baños; destinándo se la amplia azotea d·.d mi s m o, para "solarium "
Apar·ece lu ego uno de los pabellone s · de cla se: el se ñalado con la letra A este se de s 1ina a los niño s de ma yo r edad esc o lar. Compuesto de do s pl an ta s, tiene cuatro sa lon es de cla se, y sali · la s de trabaj os individuale s o para pequeñ os grupos del alumnado , los que ofrecen la part í · c ularidad d e estar amp l iamente abiertos a l exterior, a fin vincular la clase a la s belleza s del pai· saje ci rcundant e En e l interior de estos s al ones. y como corre s ponde al sistema ped agógico de· crolyano, no existen bancos que con se rven una di s po s ición inmutabl e y rígida com o e n la es · cuela tradi cional; solo e xisten la s m esas de la · bor colec tiv a. Uno d e lo s rmc o n es de ca da sala, amabl e y
cálida , que sale al ex teri or en f o rm a de ángulo· un p equ e i'io es trado, donde se agru· p an l os niño s en la hora des tinada a las narra· Clones.
Tiene este pabell ó n una amplia terraza, que si r· ve a las aula s del pi s o alto, para la reali · zació n d e clases al aire libre. el pabel lón B, es tá emplazado en la otra már· gen del c amino. Se destina a las clases de los d e menor edad y en general , es de igual compo• sición y presenta l as misma s caracterís tica s que el pabellón A; p ero tien e mayor número de sa · Ione s.
El resto del terreno, se encue r. tra ocupado por jardines y por la huerta escolar.
Ent re lo s pabellones, en un lugar co nveni en te· mente escogi do se ubica el comedor al aire libre y bajo árboles, donde t res veces por semana en la estación pro picia, los chicos co m en lo s ali· mentos que prepar an sus prop i as compañeras de clase
frente al pabell ón de los pequeno s , se ha re· servado un espacio que se destina al jardín in· fantil, el cual será decorado a gusto de los niños y por l os niños. Allí triunfarán figuras, que co n s tituyan el moti vo de alegres evocaciones, de co n oci da s historia s o de fantasías imagi nada s por ellos mi s mos.
Un detalle novedoso dentro de las const ru ccio• n l?s - realizado siguiendo siempre la idea de al · canza r allí el triunf o de la alegría es el que se r elac iona con el d esc enso de l os pi sos altos, que el alumnado puede efe c tuar utilizando tobo · ganes.
Escuela Experimental
SCASSO
o J A SCASSO
Escuela Experimental Arqt
de Malvín
Escuela Experimental de Malvín.
A rq t. J A SCASSO
Escuela Experimental de Las Piedras
Arqt .o J.
A. SCASSO
.
00 J6 00 Q0 zA
REFERENCIAS
1 -Sala ac l e•>:-;.
9. - :;crvicio::' g e ,h.:rales.
·)-L - Comedl> r ck lo.:; Piños. f>.- Pabe ll ó n d e los cazddores
(>. - l1osque los cazadores.
7. -lardin ck los ca zadore s.
K -lm clin de los inve st iga dore::.
9 - !J ab¡¿J ion ck lo s inv es lig clg el ores
1O.- Ja rdín los in vcsr.
11.- !Jabellón d e los agriculp to r e:".
1 de los agric ult o res.
10 .- P abelló n de lo s arte sanos.
1-L - jardín de los artesanos.
1u.- Hu :!r t cl de f r utale s.
16. - Plaza ck nwniu br as t 7. - Gruta"' Estab l o"' Garage
10 - Gron ja v Huert a.
19. - 1->lclla de deportes. Pista ele cor r e ra s
2 1.- L ago s ele tierra.
20 - l)osqucs d e ais lamiento y recreo. Plantac i ones de utilidad
2c). - T oll eres.
2ó.- Ci r and ,: s euca liptu s
Escuela Experimental de
ARQT O. j. A. SCASSO
l' abel/(m de c lases. - 2
Las Piedras
Los
Parques
Escolares
,.... ua n d o el Ar quitect o Scasso me s o li ci tó co l abor ació n p ara de s arr o llar el es tudio '--' de l " Pa rqu e E sc o l a r a i nstala r se en l a c iu d ad de Fl ori da·· sentí íntima, pro• fund a s atisfa cci ó n. Un t ema excep ci o n a l , digno , que surgi endo de una de nuestras ment alidades má s fuertes, el Dr. Carl os Vaz Ferr eira , y enc o ntrando firme apoyo en e fi ci ent es colab o radore s, brind a al A rq ui tec to una o portunidad magnífica de libre co n· ce p c i ó n a r tís ti ca. c uyo es tu dio, - se v er o y profu ndo, - pu es es la primera realiza · ción en nue s tro medio, - pu ede c ulmin a r en el éxi t o prof es i o n al si se re spalda t o talment e, en la ab s oluta ade c ua c i ó n fun c i o nal , y en l o s programa s pedagógicos. v e rda · cl er os de terminant es d el pr o bl ema.
Siento p o r esa gr a n i dea - sinceridad es m ani f est arlo - ve rdad er a admiraci ó n. Po r s us grand es va lor es inh erent es, p o r es tar fun da m en tada en una s ólida base p eda· gógica , por se r ideal de vid a escolar , ella ha de triunfar, pue s en plena co n vu l sió n de obj ec i o nes, su Verdad , h a des menu za d o toda op o si c i ón si s temáti c a, señalando la deb id a o ri enta ción que su s bo n d ades i mp o nen
El Arquitect o debe contri b uir a pl asmar en r ea li da d la id ea; -deb e o frecerle todo su c audal de co nocimient os técnic os ap li cable s y luego p o seer una amplia y clara vi s ió n del tema ; - ver, con oc er en to da s su s infiltracion es l a vida ·del niño, su evolu• ci ón ed uc ativa , su s pr o g r am as p eda g ó g i cos, pre vee r, c r ear el ambie n te para la ágil inspira ción m ent a l y así pr ovoc ar el fl o r ec imient o de espiritu alidad es Pero siJ,J' Iimitarse solamen t e a la ma s a edifi c ada y luego rodearla de jardin es siempre axia • le s e il ó gi c o s. No , - es tudiar la arm o nización d e todo s l o s elem ent os, esp acios, cir c ula c i on es, et c co n el upro vec hami en t o tot al del c uadro n a tural, de gra n val o r p edagógi co, por su e xtra c ta c i ón de tema s D e la V ida p a ra la V ida , sintetizando, dar a l a niñez es c o lar la c o modidad que con sumo derech o e xige para su proceso edu cac ional y a l o que es tam os obli g ad os moral y profesionalmente por nues tro doble cará c ter de hombres y téc n icos
Señala el Dr. V az Fe rr eir a en u n o de su s en é rgi c o s artí c ul os: E videntemente no entra ríamos a bu s car arquitectos qu e hiciera n escuelas Luís XVI o algo por el tilo , bu s caríam os Arquitectos d e l os que están o rientados hacia el Porvenir", y má s ad elante r ec alc a: " Arquitec to s q u e s iguiendo el impu ls o, la dir eccióll na , es t á n encontrando, cada vez mejo r , en la a d ec ua c ió n , e n la mis ma adap t ació n del ,¿dificio, por una parte a s u destino , y po r o tra a los materiale s moderno s, el verdadero elem ento de bell ez a."
De sp o jarse p o r lo tant o de to da i mp o sici ó n sob r e la apli cac i ó n d e t al o cuctl es li· lo ; meditar, imaginar el co njunt o en p l en o dinami s m o, influir nuestro crit erio res o lven• te c o n asesorami en to espe cializado , g raficar la s funci o ne s integralm ent e y así arqui • lectar el Parque
D es de la c élula - refugi o, co n s u fi n dentro del o rgani s m o, ha s ta el Gran Sal ó n de A c t o s, de alla significación en el T odo,- vo lúm en n o tabl e p o r s u finalid ad,- a de s tacar , p ero no c on una o rnam enta c i ó n c omplej a, o aditam enl os de lujo, sino con un es tratégico emplazamiento, libre. a l de snudo , s eñalando en s u carácter
Lo Q u e Es- , c omprendi endo to da l a ma sa edificad a, m o vida arm ó nicamen te co n la vi nculaci ó n pr o pia de su fun cionami¿ nf o y e l esp acio l i b r e d is trib uí do de manera ra ci o nal , lodo debe respond er int egra l me n le al pl an funcion a l. L a idea de Parques E sco lares debe s er cobij ada por ei Arquitecto de un modo cálid o, a f ectiv o; id ea que sab i a m ent e m ode lada n o s o lo ser á tura real manifestación es• !éti ca, sin o el c ult iv o de gra nd es esperanzas del fuiU ro; de indiv idualidades excep c ional es que surgirán al g oce d e l a vid a, c onge s tion a da s de r ad i a nt e o ptimi s mo, adquirido en ese ambiente puro , s ano, qu e d ebemo s pr o y ectarl e, para que el egreso del escolar v a y a eximid o de la apatía m ent al ac tual y en el perf ec to des arr o llo orgánico, fu er te d e nues tr a r a za ; -i dea t riun fal qu e en o r R" u llece rá él quie n l a c o ncib ió y q ue con l a acertada r ealizaci ón arquite c tó nica le rendi re m o s el me reci d o h o menaj e que nuestra profesi ó n le tributa o fr endánd o l e nue s lro s a be r.
J. H. Dontato
A rr¡ Hile c lu - 109 -
Parque Escolar de Florida
ARQTOS j A SCASSO Y j H D O MA T O
Edificación Escolar
LA OBRA DE LA DIRECCION DE ARQUITECTURA
La edificació n escolar e n el Uruguay ha re c ibid o un fu e rt e i mp ul so co n la realiza ci ón del plan de co n s tru cc iones previs t o por la ley d e 28 de Octu bre de 1926 c uyo c u m pli mie nt o ma t e r ial se cometió a l a Direc c ión d e Arquitectura d e l Mini s teri o de Obras Públicas L a exp resada O fi c ina h a realizado un o d e los esfuerzos m á s inter esantes tran en S u d - Améri c a e n ma t eria d e que se reg Jsed if icación escolar p or las directivas qt!e impu so a s u ges ti ón y los resultad os ob t en id os e n e l ó rden té c ni co y econó mico H a r emos una sí nt esis de la obra efectuada.
TRABAJ OS PREPARA TORIOS
D e ac ue rdo co n lo dispuesto p o r la ley antes citada e l Co n se jo Nac i o n a l de Administración desi gnó una comisió n ases o ra f acu ltada para formular el plan d e edificac ión gradual par a la in versión de los fondos c r ea do s a ese efecto y fi jar los tip os de la s con s tru cc iones previstas Esa co mi sió n estaba i nt egrada p o r s iete per so n as: tres co n se j eros nacionales, d os mi em bros a pr opues ta d e l C ons e jo d e Ense ñanza Primaria y Normal, uno a pr o pu es ta d e la Direcc i ón de Arq uit ec t ura y uno a propu e sta del C u erpo
M édi co Escolar
D es pué s d e un detenido es tudi o que se pr o longó durante ce r ca de vei nte meses debido a l os largos d ebates a que dió lugar el pr oyec t o de " parques es co lar es ", la co mi s ión acordó distribuir en la sig u ie nt e forma l os seis m i llones de pe sos que para edifica ci ón esco lar destinaba la l ey d e 28 de Oc tu _ bre d e 1926: dos m ill o n es para el Departa me n to de M o nt evideo, do s m ill ones p a ra las c apital es de los d em á s departamentos y dos millone s pa ra la c amti empo, l as cua l es las dep a ñ a . L a comisión formuló , r1 l m i smo pr escripciones ge n e rales co n arreglo a bían co nstruir se los nu e vos edificios y tip os d e l os mismos. aprobó los
EJE CUC I ÓN DEL PLAN
Los pla n es d e a d quisicio n es d e terr e n os y de co n st ru cc ion es a e f ec tuar se en M on t evideo y e n la cam pañ a f ueron com uni ca d os a la Dir ección de Ar-
4Kl.J1fECTUlA
quit ec tura e n A g osto 13 y Agosto 18 de 1928 - respectivament e- y en Setiembre 19 siguie nt e el plan para las capi t al es de lo s departam e nt os y ce ntr os urbanos. Re c ién a partir de es t a ú ltima fec ha l a referida Oficina se encontró en co ndi ciones de pr o ceder al es t udio y ejecución ma t e rial d el conjunto de plan aprobado, i ni cia nd o de inm edia t o la movilizac ion de s u perso na l técnico que r ecor rió todos l os departament c s co n el fin de co n ocer las necesidades y reunir lo s ant e cedentes y datos técnico s para formular los ante - proyectos o adaptar los tip os co nfe cc io nado :; a los t e rr e nos disponibles. El 3 1 de Dici e mbre de 193 1, es dec ir , a los 39 meses d e haber se h echo a la Dire c ción de tura las comun i caciones refe ridas el estado arro l lo de l plan era el siguiente: Arquitecdel des -
l·:,.tarlo de l a:< IJiora,;
tl'nnind do=e dificios 1.?11 CO il :' lru ccicin E el 1ficio , en licitación. Edific i o:-; en Proyec1os t.?lc\·ddo;; no re · s u c l1o s Pr o\ cel o s :-in cxpcdien1c 1
CauliLiud d l' ohra,;
i H:? 5 1 18 !1 1 !J up o rle
S l. 9-13 22 0. 05
• 1 1 (j 1 , HH.53H.CO
• 3t;O !lló 10
• /!1 0 0 1! 1 00
• ·>8!1 5 00 001
Debe h a ce r se cons t a r qu e la Dir ec ción de Arqu it ec tura se vió obl ig ada a frenar el gran impulso que había log r ado d ar a la ejecu c ión del plan a c a usa d e l ritm o más l e nt o que las au t o ridade s imprimiero n al trámite de los e xped i en t es de la s o bras p o r motivos ajen os a e sa O f icina siendo e l prin c ipa l - sin duda al g una - las difi c ultades c r eadas p o r la s i t ua ción económica ac tu al
D IR E C T IVAS
Para ra c i o nalizar la ejecución d e l plan fin d e qu e pudiera c umpl irse den tr o de las con e l meJ o res co ndi cio n es té c n i cas , co n la máxima e co n omía y e n el m á s b r ev e plaz o, la Direcció n de A rquit ec tura aju s t ó el estudio de l es pr oyectos a la s sig ui e nt es dir e ctiYas :
( 1) ec o nomía de p la n o (2) esta n dc riz ación de t i)Jos de edifi c ios y de el em e nt as constru c ti vos. - 112 -
Co mo el costo de la s co nstru cciones se halla e n razón directa co n lo s c ubajes de edif ic a ción s e trat ó, ant e todo, de red u ci r éstos al mí ni mun compatible con la s exigencias higiénicas y los p rograma s suministrado s por las autoridades esco l ares. Co n es e obj e t o se em pl eó, e xclusivam e nte, el s i s t ema de planta s co n ce ntrada s co n un a mp lio co rr edor cen tral y doble cruj í a de a ulas , disp osición ésta empleada corri e ntement e y por las mismas razones en los edif ic i os escolar es de Estado s Unidos La eco n om í a qu e representa e l tipo de planta co n c e ntr ada ( un -co rred or c entral para do s filas de clases) s o br e e l tip o d e plan t a abierta ( un co rr e d o r la t er al p ara una sola fila de c lases) pu ede apreciars e e n un 1S "/ "
Otr o m ét odo puesto e n práctica p o r motivos de economía de plano es el d el d o bl e d es tin o de lo s l ocales U n sis t ema de m ampa ra s p l eg adizas p ermit e transformar l as sa las de clase , d e acuerdo con las ne ces idad es oc asiona l es, e n amplios lo c ales par a -c onf e r e ncia s, e j e r cic ios , fiestas, et c Adquieren así la s planta s c ier t a flexibi l idad qu e p er mit e adaptarl as, seg ún las circunstan c ias, p ara di verso s fin es escola re s s in n ecesidad de recargar l os gas t os de edifi c a c ión co n la co n s t ru cció n de local es especiales .
Un d e t e n ido es tudi o d e los program as elaborad os por l as auto rid ades esco lar es permitió a la Dir ecc ión de Arqu ite c tura reducir a u na c antidad mínima de tipos todos lo s e difi c ios pre vis tos en el plan o bt enié n dose e n esta fo rma en la realiz ación material de é s t e mayor e fi c iencia y eco n om í a de ti em p o. La esta ndariza ció n de l os di ve r sos eleme nt os co n s t ructivo s que forma n parte d e l os edifici os f u é o t ra de la s med ida s propues t as por l a expre5ada Direc c ión y au t o rizada por resolución d el C onsej o
Na c ional d e Admin i stración d e 3 1 d e ju lio de 19 2 8
De acue rd o con esa autorización se promovieron co n c ursos - li ci t ac iones p ara la e lecc i ón de tipos y suministro de puerta s y ve ntan as de carp int er ía m etáli c a y de madera , pis os, ma t erial es de impermeabiliza c ión y aislación; marcos , c on tram arco s y pr o t e ctor es metáli cos de muro s y escalo ne s; apa r atos sanitari os, ca lorífero s, e t c. La apl i ca ción sis t em át ica d e es t e procedimi e nto p e rm itió se le ccionar y unificar lo s materiales empleados con e v i dentes v e nt ajas de orden té c ni co y ec onómi co
COS T O
El cum plimient o d e la s di s po s i c ion es especiales que rigen la constru c c ion d e obras pública s co mo las de sa lari o m ínim o , pérdidas de j o rnales por ma l tiemp o , segu r o o brero, gas to s de p e rs o nal ex trapres upuest o y de útile s d e terminado s p o r decreto s de Octubre 22 /919 y Di c i e mbre 28 /921, desc u ento l ega l del 1 ° ,· ., en l os pa gos, sueldos de so brestantes , tos de lo comoció n y viático , et c , r ec arga e l de las construcciones del estado c on relación a gascosto las
qu e erigen los particulares en un p o rcentaje ría del 20 "/u al 25 "/o s egún la imp o rtancia qu e de valas
obras Ap es ar de esa desventaja e co nómica en q u e se e nc ue ntra la Dir ecc ión d e Arquit ec tura frente a l a acción privada en materia de co nstrucciones, ha logr ad o dar cumplimiento al plan de edifica c ión escolar dentr o d e los recursos fijados no obstante haberse establecido éstos en f o rma arbitraria e incluido en su monto el costo de terrenos que en la mayoría de l os casos resultó más elevado que el previ s t o Prueba de ello lo suministra el· siguiente resultado par c ia l referent e a los ocho edifici os esco l ares terminados en Montevideo y que se encuentran a c tua lmente en funci o namiento:
Hisp oni ble en e l plan para c d i fi cio s d espué s d e d ed nt:id\1 el cos to de
lone s ,_ o ..e "' o Supe rfiCie edif ic ada l os t er r enos Q :;..-- 1 ;;: 1 Pu 12b lo Salclicl : A \'. C R .1 mirez
Bilr rio Casab ó Calle Mo nt a l vo . .
Colk Ri\'cra Calle Comercio
Bmrio r o rlun a Portone:-; ele Ca · rra:-; co 1
! f / ¡. ,,.·. ,¡ ,
o
n,·crl ido
14,40 Cos t o por m e tro c uadrado: $ 49,9 1 7309 I nvertido
¡) 183 1 )) t(J2 8 m :! 7 30 9
Debe advertirse que por el excedente de pesos l 0,5 39,83 entre la suma invertida y la prevista (apenas un 3 "/ ) se han construido 8 salones más de los que indica el plan y un departamento de baños para la plaza de ejercicios físicos del local escolar de la Aveni.da Carlos M . Ramírez que ha costado $ 8,308,55, es decir, que por ese excedente de $ 1O. 539,83 se han ejecutado obras que valen más de $ 40.000 Esc uela s Lncaliuad 1
todo ello debido a la simplicidad y economía de plano que se ha obtenido en los proyectos.
En lo que se refiere a la edificación rural los resultados económicos no son menos satisfactorios. Así, por ejemplo, el costo del metro cuadrado de edificación en el departamento de Colonia es de $ 43.00 como lo demuestra el siguiente cuadro: -S uperfici e COSTO e u biei'La
Rural N 0 30 San Juan de Castro. m! 208 - 10.094.00 N o Colon i a Drahle.
• ()()
• N.'' 42 Pun tas d e Rosario
• N.o 12 Costa de Rosario.
• N 0 29 Barker • • , N. 0 31 Colonia Tál i ce •
lt N. 0 47 San Pedro •
, N 0 38 Joaquín Suarez 1 & N. 0 53 Rin có n del Sa u ce. , N. 0 9 1 El Pa s toreo. • • • 1
122
433 l) 12:&
226
Costo por metro cuadrado :
Las diferencias que se observan en e) costo de edificios con igual superficie cubierta dependen de la ubicación de las construcciones, naturaleza de los terrenos mayor o menor fa c ilidad para la obten• • transporte de materiales, mteres CIOn y provocado por las licitaciones, etc
Las adjuntas fotografías ilustran claramente sobre la unidad de criterio arquitectónico que ha presidido la composición ' de las fachadas de los edificios escolares construidos. En cuanto a los interiores son también sobrios, claros , bien orientados, concebidos con espíritu moderno y con arreglo a los más exigentes princi píos de higiene. Ni interior ni exteriormente hay nada supérfluo. Lo bello es - según Platón - el explendor de lo verdadero. En esas sencillas c0nstruccio· nes no se ha buscado otro género de estetica.
Ra úl Lerena- Acevedo
- 115 -
Dibujos de RICARDO AGUERRE
CZJn grande, fin fuerte e.spí rit u, es el que anima todas las cosas de Rica rdo Aguerre. Sus cuad r os y sobre todo sus dibujo s, están impregnados de un profundo sentido estético. El dibujo, el color, la vida, el sentimiento y la justeza que hay e n todos ellos, están realizados con mano firme, con la segu ridad que es el resultado de una heroica y constante aplicación. Tienen todos ellos ese sello inconfundible de la s cosas que se hacen, bajo la p r esión de un montón de ideas la rgamente maduradas. No sa b e mo s si re sponde n a una tendencia, a una escuela, per o eso si, re spon den al concepto claro que Ri ca rdo Aguerre tiene del Arte. Por eso en t o d o lo que él hace hay una fuerza e xtraña que sugestiona, hay una fuerza ex traña que n os domi na al contemplarlos. E stos dibujos que repr oduci mo s, so n un exponente d e c uant o hemos dicho sobre él Trazo firme, belleza, armonías y po r sobre todo, dominando, una expontaneidad, una noble y encantadora poesía.
PAGINA DE ARTE
Tráfico y Transportes
Estudio sobre c u e stiones urbanas del Arquitecto Raúl Lerene Aoevedo
c o n la reciente publi ca ción de su obra, de caracter té c nico, sobre los problem a s urb anos d e l tr á fi co y de los m edios de tr a nsp o rt e e l Arquit ecto Raúl Le rena Acevedo ha pr es t ado a los estudios urbanistas en nue s tr o país, una d e las m ás serias contribu c i ones
La literatura técnica na c ional se ha enriquecido con esa robusta obra. Su aparición asume el caracter de un acontecÍ· miento del más elevado valor espiritual. La exposición cl a ra y m e tódica del tema, revela el fru to de e sp eciales estudios y de maduras reflexiones en el tiempo. Y aunque el libro enfoca especialmente los problemas del tráfic o en su más am plio sentido y l os derivados de l os medios de transporte, el Arquitecto Lerena da una visión de conjunto en el estudio urbanológico de las grandes ciudades
La circulación e n las pobla ciones ha impuesto soluciones perentorias, cuando el incremento de las grandes aglomeraciones urbanas, comprueba que cier t as son # v1as insuficientes para contene r l as masas en movimiento. Por ese mal del dinamismo urbano dos remedios se han elegido para conjurarlo : uno de ellos, radical, consiste en el ensanche de las mayores arterias; el otro en la ordenación y regulación del movimiento circulatorio urbano. A es ta clase de remedios pertenecen las dispo siciones de policía que obligan a la circulación en anillo, en sentido único, las señales mecánicas, luminosas, zonas etc
En su estudio el Arquite c to Lerena, después de exponer el or i gen, desarrollo e importancia del problema, dada la cla s ificación de la circulación, adoptando, como claridad de método, el agrupamiento
de clases usad o e n lo s má s re cien t es es tudios nortea me ri ca nos .
La s causas de co nge s tión y d ad de las ví a s púb licas , l a capacico n si deradas br evemente, por su naturaleza de com probac ión obj e tiva, lo ll eva n a tratar los métodos de regulación de l trá f ico . Su estud io general y amplio, le permite luego concr e tar l as haciendo aplicación de l os principios universales al caso de Montevideo. Y aquí, el Arquitecto Lerena expone la conveniencia de abordar cuanto antes el problema en su conjunto, para reorganizar el régimen de los . medios de transp o rt e c olectivos, con arreglo a un plan racional y preferentemente sobr e la base de la municipalización de es os servicios Un plan continuo de unifi ca ción de sis t e m as, debe comprender para Montevideo , seg ún el autor, la reducción y simplificación de la red tranviaria; la sustitución paulatina de los tranvías por " troll ey - buses" y la reorganización de la red de autobuses, como servicio sustitutivo y complementario del tranviario y no par ale lo
De todo el con junto, complejo y vario, de factores que influy e n en la solución más racional de los problemas inherentes a la vida urbana ; de todos los aspectos qu e para el estudio metódico de la cuestión debe tener en cuenta el urbanólogo, en el estado actual de las disciplinas teórico- prácticas de la urbanística, el Arquitecto Lerena Acevedo ha querido elegir preferentemente el que más reclama la atención inmediata de todos. Su obra, apoyada en los principios generales, de caracter universal. se dirige al estudio de las aplicaciones de esos principios a nues-
tra ciudad y a las que e n América puedan tener analo g í a s d e me d io , d e vida , de posibilidades L a fu e rz a diná m i ca urbana , estudiada en correlac i ón c o n l o s demás factores d e s up e ri o r influj o p a r a la vida interna de cada ciudad le sugiere ob se c vaciones atinada s y parti c ulares problema s del más alt o int e rés , para la corrección de los defe c tos que la actualidad presenta.
La urbanización m o d e rna, consecuencia de la extraordinaria evo l u c ión que han sufrido los principios y los métodos de su aplicación, en los últimos años, ofrece un vasto, extenso campo para el estudio comparativo. Sin embargo, por fuerza de las posibilidades que la realidad determina en cada caso, de esas disciplinas complejas, • en su unidad orgánica, el estudioso ha de limitar su horizonte, abarcando en cada caso, la extensión que se refiere a su propósito de inmediata aplicación de reformas
El Arquitecto Lerena, espíritu de artista, de exquisita sensibilidad ha tratado de dominar sus impulsos de esteta, y ha puesto en su obra todo el rigorismo científico que el tema elegido comporta. El método de estudio, la disciplina de observación, le ha permitido aportar sus de· ducciones personales a la solución del problema, en cuanto tiene relación con nuestra ciudad.
Los métodos urbanológicos, o preventivos, empleados para correctivos resolver las cuestiones relacionadas con la circulación general en las ciudades de cierta importancia, los estudia el Arquitecto Lerena en forma sucinta. Pero ello no obsta para que sus grandes síntesis tengan su comprobación en nuestras cosas y para que él plantee soluciones de racional y oportuna onentacJon
El criterio urbanista del autor campea en todos los tópicos que la naturaleza compleja de su estudio, naturalmente comprende. La documentación de ejemplos,
la bibliografía y la visión amplia de la cuestión en su conjunto orgánico, fundamentan la s conclusiones con que la obra resume su tendencia, dentro del marco propio del tema, deliberadamente particularizado, para afirmar la esencia de la especialización y la razón del estudio . La ley de progreso, la ley sociológica de especialización, de división o separación de funciones, impone al autor la exposición de consideraciones interesantes para la organización urbana, para el planeamiento de las trazas reguladoras de las ciudades y de ellas deduce el Arquitecto Lerena para nuestro ambiente la naturaleza de los medios urbanísticos más propios, a su juicio, para conjurar la crisis en la circulación y para prevenir su agudización fatal.
Como Arquitecto, sintetizando la vasta complejidad de la cuestión urbana, esboza los grandes rasgos del organismo total en una traza de líneas amplias, capaces de la más variada diversificación, dentro de la unidad del conjunto Las soluciones particulares de laa diversas fases del problema, tanto en los ejemplos, como en las aplicaciones sugeridas o aconsejadas, están en la obra, delimitadas por el agrupamiento específico, que científicamente corresponde.
Las conclusiones del estudio, las formula el Arquitecto Lerena en un plan sintético que se aplicaría a la región montevideana, donde ya se advierte el congestionamiento entorpecedor en la circulación
El tráfico, su reglamentación, la ordenación de los vehículos, la simplificación del sistema de tranvías, la previsión para el estacionamiento; el estudio del sistema de tránsito rápido, sea por vías subterráneas o aéreas; el régimen de transporte y su conexión y enlace, todo elJo forma el conjunto de proposiciones, sumariamente aludidas aquí, con que el Arquitecto Lerena, resume au obra . Completa esas
disposiciones, con el acierto de quien conoce profundamente la cuestión, con consideraciones sobre la necesidad o la oportunidad de aplicar leyes y reglamentaciones tendientes a la obtención de zonas para Montevideo; extiende sus puntos de vista a los sistemas de planeamiento adecuados para las vías públicas, las manzanas, la altura de los edificios; propone el estudio previo de la red vial, con arreglo a la naturaleza de las vías, según sean de gran circulación, de comunicación entre núcleos urbanos, o de servicio local, limitado, regional o de barrio.
Resumiendo, la obra del Arquitecto Lerena, merece la más alta consideración de
todos los que se interesan por la vida municipal en nuestro país . Planeada con verdadero espíritu avanzado, despreocupado de los resabios injustificadamente con• servadores en eaas cuestiones, se ajusta a las exigencias que las autoridades deben atender imperiosamente. La sensibilidad de artista con que el autor la ha forjado, le añade el atractivo de las cosas bellas, cuando estudia los múltiples aspectos de la urbe como organismo que ha de permitir la vida armónica, higiénica y eficiente, dentro del marco de belleza que la naturaleza y el arte le hayan ofrecido.
Eugenio P. Baroffio
CIUDAD DE MONTEVIDEO DISTRITO UBICACION DEL AEROPUERID Yvvv" DE SISTEMAS DE TRANSPORTES ( CON fl PVERTO Y
Nimiedades
Chumbit o R ecor <l·a.l, ::. ¡¡ n n. máxima de Ce r dá: ·' Ll e va r (·1 c :Wll• O a l a ciu dla.d, y é-s ta rul campo' l:a; i.U a y vu e lt a. de l U rooni s mo , pero s iempr e cre y ó qu e no p us a.rí a de una. ida. y vueJl.n. m o ral. h a.-; t a. que un d ia. v i ó e l p 11incipio de la re.M i za:c ión de es.a. mh iJma. I.a e xpe riencia empe:r,a b a en la c.aila Ituza ing ó e ntr e 2 5 d e J\I.ayo y R i n c ón ¡El campo a l•a ci udad 1 ; Qué aaegría ver 6 911>$ l o m ll>S, 8S81S prn.derM>. d onde pron t o p a.c eria.n Un8'S lin das Wl q\Úta s, Y c h a nc hitos, y hu ev os , y espj, na. oa s y t odo lo qu e h >R y en ('o) campo 1. Re&lm ente la mente se pu r ifica, me n s Slana in c órpor e .sa n o, bu en d ia- p a.i•sa.n o •.. y Ch umbito poos6 qu e como j u srta ret ribu ción a l oa.mpo y oom· pli e ndo ccm la s egunda p aa·te <l eJ prec ep.t.o d e Cendá, se ¡J>()dTía. envi.a,r e l S Alvo a alg una regió n d e l inte-rio r por e jemp l o a l Río de lfl. P ll\t n, dond e no hi>Ci eoru. pie •
Chumbito s e v a a dedle&T a la nuev a, a.rq,uitocturo. a la. arquitectura si-ames a.. la. de los h e rmano s e s a que empezó en lla. pl.e.za 1n de pend eJlcira. con e l medi.o pila.r y me<! loa. coJunma , condenad o s, c omo los hEil'mMl()S ouento, .a v.i v.i·r s i e mpre juntos, n() partJ dos , s ino !U.Ilidos por e l eje E\n fi n, co m o todo ti ene u n nombre, el pr i n ci pi o tLe la 1\rq uit('(' t ur.a. a sim é t ri ca
Chumbito ee •uet6 Supo que muchos socios no pagaban &u.s cn ot&s, y que es o iba a ser con8 idera do en la Sociedad. ¡ QD6 pa.pell ¡El nombre s uyo en la p i.cot.a l Se tr lllllqui,}iozó c u ando 1a m.aaná le dijo que 00<1.018' los recitoe 11e l()fl! habf& pagado eJJa , ¡un& m:a.dTe 86 un-a madre 1 , y entone&S, como rea c ción ncatural , n.o enc&ntró nada. mejor q.ue comentar c on loe .amig os : ·¡Qué me d.ec1s, che 1 Ful&no Y Zntano deben má.s de un añ o & l& Sooiiedad; ha.y que al o roen ! Parece que e s t a últ im a idea tu vo éxito y que que si , que los llamartan a.l orden.
Chu m bito esta.ba. con tento con la r eviste. "ARQ U I TECT URA " ¡Qué quiere n ! ¡Era a .s íl ¡El e s taba contento! PEro JMLn c a pensó que " ARQUIT ECT U RA " fu e ra tan femen.in1Wlente coquetuela q u e se quit ara la edad con eseánd•lk> ; porque mire que de cj¡r M.A YO c ua.n.do AG{) S TO se le v en fa encima, era d emostrar una audacia d.igna de • ' má.s de una j amon a. que 8111d a por !8ih1 '' .•.
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Arq. Romua:tdo Pe&&ina Hér cules Mazzuch e ll í " Joeé M Oses ' Jua.n H L&badie ' José H Domato .. R&món Ric6n F Rodrfgu.ez ' América Riealdoni Rómulo Sciuto • Herác1ides San.ti n i
D r A rturo Alenand r i. e:c Pre · e ldente d• la iRep'tbli ca A.rq Rkar do Ge n z il e:a Co r t6s. ITALIA Arq Cay e tano M oretti. • • BRASIL EE UU. DE N A
" Hamón Añón Dan i el Ro c co Ca rl os Tosi " Jo rge Caprario
SOC I OS HONORARIOS
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Dr Marcel o T de .A.lvear, u Presidente de l a Rep 6blica
Arq Raúl E Fitte. , Albedo Coni 11oli Da ., Aleja-ndro Christop heraen.
S r Wá s hingto n L Pereyra de Souza e.x Presidente de la Re p úb lic a .A.rq. N a.klr E gyd i o de l' igu.i r ed o , A dol f o Mo ral e a d e los Rfoa
Arq Franck R. " " Willi am L Warren S.
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