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Arquitectura 171 - 1932

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ORGANO

OF IC IAL O E LA SOC I EDAD DE ARQUITECTOS

S U MAR 10 : LA ORDENAN ZA SO BRE A MANZANAMIENTO Y FRACCIONAMIENTO DE T I ERRAS • ACUARELA DE RICA RD O FERNÁNDEZ e AMANZANAMIENT O Y FRACCIONA MIENTO DE TIERRAS , COM ENTARIOS A LA ORDENA N ZA SANCIONADA , ARaTo, RAUL LE RENA ACEVEDO e LA FACULTAD DE ARQUITECTURA PUEDE COO PERAR, POR LA LABOR DE SUS ALUMNOS, EN EL MEJORAMIENTO ED ILI CIO , ARaTo M CRAVOTTO e E XAM EN DE URBANISMO, JUAN M. BARILAR I e URBA NIZACIÓN DE PUNTA DEL ESTE O UN PARQUE • ZOOLOGICO 8 URBAN I ZACIÓN DE LA ZONA DE NACIMIENTO DE LA AUTOVIA " COLONIA - MONTEV I DEO" EN LA CI.UDA D DE COLONIA e EXAMEN DE URSAN ISMO, P. SALDÚ N e URB A NISMO Y PO LITICA , AROTQ , JUA N A SCASSO e LAS C O NFERENCIAS DEL DR HEGE MANN , AROTO · O, DE LOS CAMPOS e LAS CRITI C AS DEL DR. HEGEMANN, N O SOMOS R ESPONSABLES el LOS HIERROS DE MARTA Y ELSA C ARAFI ARREDONDO • NIMIEDADES •ANO XV III- NUMERO 171 - FEBRERO 1932

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TE LEFO NO 998 CORDON

CEMENTO PORTLAND ''.INCOR''

DE ENDURECIMIENTO RAPIDO

Contestando algunas preguntas que hacen los Ingenieros , Arquitectos, Constructores , Maestros de Obras Sanitarias, etc. , relacionadas con el Cemento "INCOR"

PR EGUNTAS

(P o r qu é ca u sa, e l h o rmi g ó n h e c h o c o n Ce-

m e nt o Portl a n d " I NCO R " ti e n e s n fi r ie nt e

r esist e n c i a a l as 24 h o r a s pa r a c a i c u al qui er

u se co r r i e nte?

¿ Qu é g r an v ent a ja of r ece e l C e m e n to P o rt-

l and " IN C OR " ?

¿ Q u é o tr a v e n taj a o fr e ce e l e mpl e o d e l ce -

m e n t o P ortl and " I N C O R " ?

• •

¿ S e limita s u e mp l e o a c i e rt os y d e t e r m i n a do s u sos?

¿ H a s id o ya c omp r oba da l a bu e n a c a lida d y

l o q u e p ue d e h acer e a l a 2 4 h o r a s co n e l ce -

m e nt o P or tl a nd " IN C O R" ?

¿ E n q ué fo rm a se J e b e t r a b aja r e l c e m e n t o

d e e ndur eci mi e n to r á p id o " 1N C OR"?

CO N TE S T AC I ON

• EL h o rmi gó n h ec h o c on Ce m e nt o Po rt-

l an d " I N C O R " d e e n du r e cimi e nto

r á pid o d e b e s u r es is t e n c ia e x tr a o r d i nari a a

la s 24 ho r a s, a l a pe rf e c t a e l ab o r a c i ó n y c o n s-

tit u c i ó n q ní m i ca es p e c i a l , d e l Ce m e n to " IN-

CO l{ '' E l c ostos o pr o cd o d e f abr icació n , pa -

t e nt e d e es ta C o m p a iiía, e s t a l que produ ce una

co n s t itu c ión qu í mi c a m á s p e rf e cta y una finu -

ra m u c h o m a y o r d e l po r tla n d a e s-

ta s cond ci o nc > , e l ho rmi gó n a dqui e r e ráp ida -

mente

s u e l e vada r es is t e n c i a.

EL ah o rro d e ti e mp(l. E n t o d a ob r a e n

• don d e h ay a in t e r é s e n p o n e r en se r v i - · 1

ci o e l h o r m ig9 n r á p idam e nt e, el C e me nto '

" I N CO H. " pe r miti r á h ac e r lo a l a s 2 4 h o r as,

si e m p r e q ue e ha ga e l tr aba j o co n e l d e bido

c u i d ad o En la co n s t r u cc ión y r e p a r ac i ó n d e

p av im e nt os se pod r á n el im i nar l os d e sv ío s y

la s i n te rr up c io n es d e l t r á fi c o En t od a cla s e

d e o b r a <; , c om o se r: C im ie n to s, Vi ga s, Co lum -

n a s , P l an c hac! a s , ;\ [ u r os , Pis os , En t r a d a s C o-

m e r c ial e s, e t c., s u u s o es s u m a m en t e i n di ca do.

C OF R E C E mayo r r e s i s t e nci a E l ho rm i -

gó n h e c h o c on " IK C OR " n o s olam t nte

of r ece m ay or r e s is t e n c i a a l a s 2 4 h o r a s qu e l os

c e m e n to s c o m u n e s , s inó q u e s u r e s is t e n c ia s i-

gu e e n aum e n to of r ec i é n d ol e s i e mpr e u n ho r -

mi g ó n s u p e r io r a l os que se o bti e n e n con los c e m e nto s co mtm es.

EL h o rmi gó n h ec h o c on ce m e n to " IN-

• C OR " po dr á se r ut ili za d o e n todas cl a se s d e t r a ba j os, p a r a t apa r un a " c u eva de r a to n es" o pa r a l e va ntar u n p a l ac i o.

E L ce m e n t o po r tlan d " I NC OR " es u n • v e r dad e r o ce m e n to P o r t land p e r f e cc ion a do. d e e n s ayo!' d e labo r ato r io s, a ño s d e e xp e r i e n c ia y ci e n to s d e ob r as e n qu e ha si d o u sa d o, h a n co m p r obado e l g r a n va l o r de es t e pr od u c to y la c o n fi a nza que m e r ec e .

• EK i g u a l f o r ma a la qu e se tr a b a j a y se e m p lea e l ce m e nto co m ú n El c e m e nto " I NCO R " d a el mi s mo ti e m po p a r a t r a b ajarl o a n te s d e f r ag úa r que el c e m e nt o " A R TIGAS", y r e cí é n d es p u és d e f ra g u a d o , e mp ieza a aum e nt a r r áp id a m e n t e s u r e s i st e n c i a.

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:i1PRESERYACIO 1 DEFINIDA DEl HIERRO CONTRA lA HERRU BRE : . POR LA ETALIZACIO SCHOOP.

Este si"Jtema de metali zació n consiste en la a plicación sobre cualquier ..!: de una capa de zinc pq r de una pulverización 1 ígnea d e este metal , que se adhiere al hierFo en forma de asegurar su inaltep er m1nen te a la acció n de la atm ós fera y del aire salino del mar. La metalización puede aplicar·se tambi é n coQ alu minio , b ron ce, cobre, etc. , espe c ialment e para trabajos de hierro decorativos, dándoles aspecto de material macizl) del met al empleado en la metalización . :!: •

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ORGANO OfiCIAL DE LA SOC I EDA D DE ARQUiTECTOS

01 1!

A r.Q B ,\ B B EL K

A ÑO XVII J - NúMERO 171

FEBRERO - 1932

ADKIJU 8TB.t.DOB

AaQ J C SI B I

La Ordenanza sobre Amanzanamiento y fraccionamiento de tierras

-r a falta de un plano regulador que, con sus tra zas de co njunto y sus prescripciones reglame ntarias orien• ..a...a te el desarrollo racional de la Ciudad , aca b a d e d ar origen d otro conf licto entre los in tereses gene• raJe s y los particula res

La Ordenanza so bre Amanzanamiento y fra ccionamient o de tierras, promulgada p or el Co ncejo de Admi· nistrac i ón de Montevideo , el 3 de febrero pasado, motiv ó una pro testa de l os propiet arios de tierras, de algu nas instituciones de crédito que operan sob re vent a de so l ares para edificar, y de Agrimensore s que trabajan habitualmente en planos de parcelación de tierras destinadas a la venta en solares fundamentalmente la protesta se apoya en las exigencia s que con respecto a superficies y frentes mínimos se establecen para los solares, según estén ubicados en el Departamento Para ello la Ordenanza prevé una diferenci ación de dimensiones, determinando tres zonas territ o riale s Las dimensiones de los frentes y de las cuadras, la forma de las manzanas, establecidas así de un modo general para todo el Departamento, sea c ualquiera la ubi cación de las calles, dentro de cada zona, pueden ser discutid as con fundamento Pero, lo que no cabe, lo que no puede admit irse es el ataque a la Ordenanza porqu e afect a a la propiedad privada. El derecho de propi eda d no es ilimitad o, y sufre en nues tra propia Je gisla ción r es t ricc ion es que nadie puede negar.

Discutir pref erentemente so b re el alcance de las facultade s que puede tener el Gobierno Loca l para restrin gir el derecho de propiedad, co n fines de mejor a mie nto colectivo, sin ap r eciar raz o nadame nte si esa finalidad se consigue c o n el r egl amento dic t ado y si los defectos que en él se advierten so n i ncorregib les, es plantear el probl ema sobre puntos i ncie rto s como para fundar u na demo stración de inconveniencia

Re su ltado de este equívoco, de este planteamient o irracional, es la prolongación del estado caótico ac• ual, en materia de urbani za ci ó n. Solo con pro test as no se ll enan lagunas l egales

La Ordenanza referida tiene puntos discutibles porqu e sus disposiciones, aún previendo diferenciación de zonas, se rigen por un criterio de generalidad simplista , que se para que un análisis de circunstancias dentro de cada zo na, haga ver inconveniencias de orden lógico Con tien e también la regla mentación detalles que la hacen legalment e a tacable, como el del Art. 16 que obliga a ceder fracciones al Municipio, cuando ellas sean de un área inferior a 120 m etros cua drados Aunque prácticamente el mantenimiento de esa propiedad, a su po see dor no le benefici e, se es tabl ece un princ ipio de expropiación forzosa sin previa indemnización que no puede figurar en ningún r eglamento público, porque no se aj usta a l a legislación positiva

Otro punt o di sc u tible es el referente a la cadu cid ad de los permisos, ya que en él no se expresa clara• mente cuando l os Amanzanamientos se considerarán no cumplid os

A nuestro juicio la cue s tión que se ha plantead o no es sino una consec uen cia natural del sistema irra• cional adoptado desde hace más de cu arenta anos en la Municipalidad, para estudia r l os planes de urbaniza ción parcial a medida qu e los i n tereses particulare s imponen una sol uci ón. Lá form a de especulación sobre tierras destinadas a Id edificación en los alrededores de la C iudad, contiene en sí todos los inconvenientes que comportan l as solucio nes parciales en un co njunto en que todas las partes tienen entre sí vinculaciones más o menos estrechas , pero que influyen en el aspecto funcion al orgánico

Comprendiendo las v enta jas de or d en prácti co, cien tífico y ec onómic o que ju sti fican la ado pción de un plan armóni co que regul e todo el movimien to edilicio, los mis m os propietario s deberían ser quienes clamen po r el p Jano regulador, qu e subordine a criterios pree stable ci dos ]a cue stión compleja

E sa será la única manera de evit a r esa le gi sl ación fragmentaria, i ncoherente y na cida de consideraciones más o meno s prá c ti cas pero arbitrarias, po rqu e no se fund an en un previ o es tudio de conjunto, imposible de realizar sin el plant eamien to del p ro bl em a general.

La s p r otestas formuladas ha s ta ahora , má s que nada como defen sa de los de recho s de pro piedad , necesi• tan ser reemplazada s po r una acció n má s razonada , y tendie nte a evitar por la ley , la improvisación dt so]u cienes edilicia s por organismos de ca rácter políti co, qu e por su naturaleza n o es fo rzoso que también sean de carácter técnico. Es n ec esari o qu e se oriente la legislación de manera que ca da organismo público tenga su marco de acción determin ado por su origen, naturaleza y compe tencia

Los organi smo s técni cos han de prescribirse como de pronunciam iento imprescindible, en c uestiones que escapan al dominio com ún de la pobl ación. Así. se asegura rá el juego armónico de las institucio nes que deben regir una socie dad verdaderamente democráti ca, pa ra la consecución del orden y progres o - 25 -

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Amanzanamiento y fraccionamiento de tierras

Comentar l os a 1• ordenanza sancionad• esd e h ace 1ñ a ti o s v enim os lu c hando pa ra .&....1 que se re g l am en te l a creac ión y el ens anche de l as agl omeracione s ur bana s. Reda c t arn os do s proy ectos de ley con ese ob j eto: tmo some tid o 1917 a consideraci ó n ctel Mini s l erio de Obras Públicas y o tr o pre se n tado en 1930 a la Cámara de Diput ados. So s tu vimos esa mi sm a nece si da d en la prensa en diversas opor lu nidades y en las co mi siones d e urbanis m o de dos congresos pan am er icanos de arq u itec tos. Nos conside r amos por con sig u ie n te obligados a exponer nues tr o pu nto de vi sta, ex clus ivament e técni c o y con p r esci ndencia de consider acione s d e otro órd en , sobre l a o rd enanza de am anza nam ie nt o y frec .c ionamiento de tierras recie n temen te sa ncionada por el Co nce.jo d e Administrac i ón de Mo n t ev ideo Trat arem os de hacerlo con la ma yor c l a r idad y pre cisión

Intervención Municipal.

L as d os pri me ras di sposic i ones de lo or dena n.za s e refi eren a l a f o rma y al alcance d e la in.ter ven ción municip al.

La pri mera es tab lece cHIHlltZanamt('Jltús y f r accionamien tos de lierras dentro de l Depanam en t o de M ontevideo sólo ser án válidos c uand o t en g an l a apro bación municipal. Si corres p o nde a esa aut oridad dictar ¡Jara el t ruzu d o, niv elación y delinea ción de t al l es y ¡Mrc1 la edifica ción p rivada es evidente que le incu!llbe ment ar y fiscalizar el amanzana mien to y fraccio nam ient o de ti erras. Lo s amanzanarnienlo5 resu lt an del t razado d e l as cct ll es y l os f racciond • miento s l ienen qu e responder a la s cc1ractensticas y cond iciones p art i c ulares e xigida s par cJ las con s tru cciones.

L a segunda disposición determm o sólo s v f ormulará n nuevos amanzanamientos o s e m odificará n existen te s c u ando, d j11ici o del Concej o de Admi nistración de Montevi deo. razones de in· teré s gene ra l así l o justifiquen Se t rata de una med ida el ementa l p a ra r aciona li zar l os ensanches. La u rbanización de nue v as zona::. debe ajus t arse a nec esidades reale s de exp ansión de l a p oblación y no q uedar supedita da a l os intereses pri · vad os. E s lógico qu e el muni c ipio en defe n sa l os intere ses co l ectivo s qu e r eprese nta ju zgue y r egule esas nece sid ade s y f jje, en l os casos de qu e las considere fu ndadas, l os métod os y d irecciones más convenient es para los ensa n ches.

En algunas ciudad es alem anas l o s municipios asumen directam ente esa s fun c ione s reg ulad ora s preparando barrio s sufi c i ent es par a el desenvol· vimient o anual y sólo autoriza ndo en ell os l as

nuevas c onstrucc iones del ano con excepción de l as que se proyecten para l as zo nas antiguas L a intervenció n directa o indirecta de la auto• ri da d permite ajusta r ex actame n te lo s ensanches a l as verdad eras necesida de s d e las poblaciones eliminán d ose el po r c en taj e de l os mismos que es adq uirido a l só l o e fecto de espe c ular co mo suce• d e si la o f er t a y la dema nda regu l an l os amanza namientos y fra ccio n a m ientos.

Las perso nas c ompetente s opinan que ha lle• gado el mo m ento d e poner un lím ite al cr ecimien to del área urba n a d e Mon te video y de estudiar par a las n uevas extension es un sistema racional de descen tr aliz acíón (agl omeraci on es s atélites) o bien p r e ver ensa nche fue r a de aquel límit e en f orma tenta c u la r en v ez de por anillos concéntric os. C u alquiera que sea el méto• do de de sen volvimient o que se conside r e co n venie nt e seg uir es l a au to ridad, inspirada en l a c onven iencia general , la q ue debe imp one rl o aunque es t o si gnifiqu e la no autoriz ació n de aque ll as so li ci tude s de amanzan am i entos que no po drí an atenderse sin co ntrariar aquel propó · sito

La limita ción de lu extensión urbana, justi fica dd por razones económicas e higiénicas, no es un concepto nuev o ni revolucion ari o. La nuev a ley prusiana prevee zonas alre dedor de las ciudades que no pueden s er urbani za das si endo obliga torio dejarlas en estado rural. U na di spo· sición similar cont i ene el " Town plann i n g Act " in· glés de 1925. El reg l am ento de "zon in g de Nueva York crea l zonas reser v ad as " donde se edificará t arde c u ando las ex igenc i as l o re• quiera n. Es t e mi sm o m é t o d o h a sido reciente · ment,z reco mendad o para L ond r es por el •· Grea· ter Lo ndon Regional Planning Committee ". En proyec t o de r egl amen t o regiona l p ara Río de jan eiro se es t ablecen zonas en las cua le s s e pro hibe crear n uevos a manza n am ien tos y cons tru ir densos grupos de predios. Hemos dicho q ue la limit ac ió n de l a sup erfi c ie urbana se imp o n e ante t o d o po r raz ones ec on ó..m i cas Much os p ro pi e t arios q u e se o ponen a esa limitac i ón r ecla ma n do el d erec h o de amanza nar y fra ccio n ar su s ti erras c ua n do co n veuga a su s in tereses so n t ambién con trarios a la c reaci ón de nuevos impues tos sin adver tir que se trata de dos c u estio n es vincu l adas estrec hamente. El amanza n ami ent o y f raccio n amiento sin re s triccio nes d a c omo resulta do l a exten sión excesiva de las c i ud ades y esta mayo r exten si ó n o r igina un aumento propor cio na l en los gastos públicos que deb e ser c ubi ert o m ed i an te el arbitrio de nuevos im pues t os rno d que l a aspiración que se

formula generalmente de " no más impuesto s mu• nicipales" debe ir lógicamente unida a la de "li· mitación de la supercie urbanizada ".

Las legislaciones municipales más adelantadas consagran el derec ho de las autoridades locales no sólo para reglamentar y vigilar la división de la tierra sinó para limitar su uso y grado de ocupación por medio de dispos iciones de " zo· ning ". En las ciudades de los Estados Unidos y Alemania la s restricciones sobre forma, dimen• siones, utilización y dtnsidad de construcción de los terrenos han contado con la aprobación pública y en muchos casos fueron reclamada s por los mi smos propietarios por entender qu e benefician sus propiedade s y estabilizan su valor

Nuevo Espiritu i)e Solibaribai).

Es cierto que en esos paíse s existe un "sentí · miento de colectividad urbana " o si se prefiere una "conciencia municipal" que es una de las fu er· zas del progreso de sus aglomeraciones. El famoso urbanista inglés Unwin, que ha inspirado en su país la moderna legislación en la materia, expli· ca así el desarrollo de ese se ntimiento:

" Hasta el presente el progreso de la democra• " cía, progr eso que ha destruido la antigua " estructura de la socieda d, ha dejado al mis• " mo tiempo al hombre en toda su libertad y en " un completo Pero ha nacido ah ora " un nuevo sen ti miento de los derechos y de los •' deberes d e la comunidad que se distinguen " de los del individuo Surge la necesidad de que " un nuevo órden soci al sustituya al antiguo y " también que la liberación del individuo sea

•• el principio y no el fin en sí de la o bra de '' reconstruc ció n El movimiento de opinión en " favor de la organización racional de las ciuda· •' des y los podere s conferidos a las munici• " palidades por el legislador son pruebas conclu· " yentes del desenvolvimiento del nuevo espíritu " de solidarid ad "

La resistencia que levantan los reglamentos restrictivo s al us o de la propiedad sin tener para nada en cuenta lo s beneficios de todo órden que esas restric ciones representan para la colectividad prueba que desgraciadamente ese espíritu de so li· daridad urbana no está muy arraigada en nuestro medio

Utilii>ai> i)e las mei)ii)as restrictivas.

Es fácil probar con el apoyo de la estadística que el exceso de superficie urbanizada con rela· ción a las necesi dades de la población y la falta de disposiciones de zonización que fijen las di· mensiones mínimas y utilización de los terreno s y las densidades de construcción convenientes para cada caso contribuyen a aumentar los gasto 5 generales. a crear condiciones higiénicas intolera• bies y a determinar desvalorizaciones inmobiliarias Las ventaja s que reportan todas esas limitacio•

nes son indiscutibles y debemos examinar ahor4 como se aplican en la ordena nz a sancionada indicando las modificaciones, supresiones o agre• gados que consideramos conve n iente introdu cir a sus diferentes disposiciones.

Vías públicas y espacios libres.

No hay conveniencia en aumentar inutilmente la s uperfi cie ocupada por la r ed vial. Deben ser suficientemente anchas las ave nidas del sistema princip al de comunic acione s destinadas a sop ortar, además del tráfico local, una importante circula· ci ón de tránsito. Para esas aven id as es justo el ancho mínimo de 50 m e tros que fija l a orde· nanza aunque podría admitirse otra ca tegoría de avenidas de ca rácter secunda rio , a juicio del municipio, para las cuale s ba s taría un ancho mí· nimo de 30 metros co n guías de edificación se· pa rad as po r una distancia no menor de 50 me tro s

Es exag era do, en cambio, el ancho mínimo de 20 m et ro s adop tado por la ordenanza para ser ap lica do a la s ca lles residenciales en las cuales se a ob ligat orio colocar lo s edificios retirados de las alineaciones. En esas calles que sopo rtan un tráfico moder ado lo que interesa es determi• nar un a distancia mínimd entre las construc• cion es de ambos lados comprendida en esa distancia el ancho de la calle y las dos fajas " non edificandi ''. Dentro de esa distancia míni ma hay conveniencia en dism i nuir a lo extricta• mente necesario el porc entaj e a cargo de la co• munidad. Para tal categoría de calles podría admitirse un ancho mínimo de 15 metros ( 8 mts. de calzada y 2 veredas de 3 mts. 50 ) siempre qu e la distancia exigida entre las guías de edi ficación no sea inferior a 25 metros. Para los espacios libres de carácter público somos partidarios de que se fije un porcentaje de 1o 0 (o del terreno disponible después de de· ducida la superfic ie ocupada por las vías de co• municación reservándose además un 5 °lo su• plementario para fines públicos (edificios o espac io s libres) c uando los terreno s a fraccionar• se tengan más de 5 0.000 metros cuadrados. La s uperficie para los es pacios libres debe elegirse de común acuerdo entre el municipio y el propie· tario pudiendo exigir aquél que forme un solo lote. Nos parece también conveniente que se deter• mine el límite máximo a exigirse para la superfi• cie total afectada por las vías y espa• cios libres. Ese límite máximo podría fijarse en un 40 °Jo del área total del terreno entendiéndose que en ese porcentaje no corresponde incluir, como se comprende, las superficies que legal• mente son de propiedad fiscal.

Amanzanamiento y fraccionarr1lento.

Las nuevas normas que contiene la ordenanza en materia de amanzanamiento representan un

¡

n otable prog¡ es'J las prác ticas actuales. El tráfico moderno, mucho más rápido que el anti• guo a cau sa del nuevo medio de tracción usado, exige par a no perd er su eficiencia mayor sepa• ración entre l o s cruces o in te rcepciones de calles. D e ahf que sea i ndispe n sable aumentar las di men siones de l as manza n as por lo menos en sentido p arale lo a l as vías de t ráfi co importante.

El aumento de l área de l as manza ná s determi· na, por otra parte , una di sminución proporcional de la superficie ocupa d a por l as vías públicas con las consiguientes vent ajas económicas para la comunidad y para los p articulares convenien te que se i ncl uy an en la ordenanza ci er t as r eglas par a dispone r el eje ma yor de la s nue vas manzan as r ectangu l ares En las calle s de trá fi co impo rt an t e el l ado m ayor de las manz a na s debe coloca r se en el se n tido de la circu l a ci ón con el fi n de r educir el número de intercepciones y en la s calles residenciales que soportan só l o un tráfico local l o s f ac t o res para determinar ese eje son la s curvas de n i vel y la direcció n del eje heliotérmico p ara asegurar las mejore s co ndicion es de so l eam i en to a las fa chada s.

La fij ación de dim en sione s y áreas m ín imas para los f raccionamie ntos es una medida qu e en el interé s de l a h igi ene y de l a eco nom í a se ha adopt ado en los paí ses m ás adelan t ados si n qu e se hay a c o nsiderado qu e sign ifi que un a tentado a l a pr opiedad. L a es peullaci ó n ti en de n atura l· m en te a fraccion ar l os terrenos en el m ayor nú · me ro de lotes l o que conduce a comp r imir en el mínimun d e esp aci o el númer o de persa na s Ha y un a re lación directa entre l a densidad de l a p obl aci ó n de un a ciudad y su es t adística de mor talid a d. L a autorid ad municipal haci endo uso de l a facu lt ad qu e se le ha co n fe r ido para ado p t ar medida s con el fin de g ar ant ir la salu d públ ica debe reglamentar el fr ac cio n amiento de tier r as par a evit ar que se p roduzc an esas con · centracion es peli grosas

Si la concentración excesivct que r es ult a de los l o tes d em asiado redu cid os es perjudicial para l as co n di cion es sa ni t arias de l a pob l ac ió n tampoc o re p or ta bene fi ci os económico s a l os p r o pi etarios y a lo s comprador es de ter r enos. E l Dr. Ray m ond U nwin, la g ra n au tor i dad ingle sa ya cita d a, ha demo stra d o co n num ero sos eje mpl os y en form a concluyen te en su no t able o bra "To wn pla n n ing in practice " qu e el exce so de cane en tración ex ige u n mayor núm er o d e vía s p ara l a circulació n y que el t erreno perdid o p ara el es ta· bl ecim ie nto de esas vías necesarias y los gastos d e vi alidad aumentan el preci o de re venta d e c ad a parcela de un modo tan cons i derabl e qu e esa may or concentración pr od u ce desven ta ja s econó mic as muy evidentes De acuerdo con esos es tudios que prueb an " que no existe ninguna ra• zón económica que ju s tifique el fr acc ionamiento más allá de los límites que i mponen l as co ndi ciones de higiene y d e comodidad necesarias ·· el Ministerio de Higi ene inglé s ( Ministry of Health) estableció desde t 919 el número máxi· mo de parcela s permitido po r acre brut o.

Mr. Agache en sus consideraciones sobre el reglamento regional para Rfo de Janeiro insiste en la nece sidad de cortar los abusos de Jos especuladore s reglamentándose las condiciones del "solar mínimo indivi sible ••

DensiOaO Oe construcci6n.

Las dimen sione s y áreas de los solares deben responder no sólo a las clases y características de los edificios para Jos cuales se destinan sino a las densidades de construcción racionales o sea l a propor ció n entre la superficie a edificarse y l a que quedará libre Mientras no se estudie para la r egi ó n de Montevideo una reglamentación de "z oning ·• sería útil incluir en la ordenanza de ama n zanamien to y f raccio n a mi en t o d e tierras a l gun as dis po siciones para d en si fi car la cons· trucció n Podrían es tablecerse , por las si guien te s d ensidades : 60 °) 0 para l a zona N.o 1; 33 ° l o para la zona N ° 2 y 26 ° J0 para la zona N.o 3. En l os sola r es qu e formen esquina se au mentar ía n esos porcent aj es en un 1O o¡ •

Se en tiend e qu e no en tr an en el cálculo de densidad de co ns trucción de ca d a t erreno las área s af ectadas por serv id umbres de retiro

Es interesa nt e agrega r , como dato ilustrativo , que l as disposi ci o nes par éJ den sificar la construc• ción se apli ca n no sólo en l os países má s ade· l anta d os de E uropa y en los Es tados Unidos si no t ambién en num eros as ciu dades de Africa , A sia y Oc eá nía finales.

La ord enanza so bre a m il nzana miento y fra c· cionamiento de tierras, con l as m o dific aciones y ampliac i ones exp re sadas , c o ntribui r á a ordenar y discipl inar el caó ti co dese nv olvi m ie n to de Monte· vi deo. L as medidas res tr ic tiv as que con ti ene, co· m o ha su c ed ido en todas la s ciudades donde se han ap licad o, con t a rá n co n l a ap ro b ac ión pública cu and o se ap reci en prác ticamen t e Jos beneficios que repor t an espec i a lmen te en lo que se refiere a la hi gi ene y a la eco n o mí a. Esta ord enanza debe acep t arse como un co• rrec livo i nm edi a to para mu chos d e los male s ac tua l es per o no co mo una sol ució n definitiva. El progreso d e M on tevide o rec l a m a un a r egla menta• ci ón de "zoning " qu e compre nd a, ad emás de l as di spos i c i on es sob r e l a d iv isién de la tierra, la l ocalización de la i nd ust ria , del co m ercio y de la habita ci ón y l a densi fi cación de la cons· tr ucción.

Q ueda un ú lti mo pu nt o po r dilucidar : la faz c on st itucio na l y l ega l de esa s m ed ida s restricti vas alred edor d e l a cua l se atrincheran los opo si t or es a l a o rd enanza. Es ta cuestión será acla• rada por l os especialis tas. Nos limitamos a ob servar qu e si nu es tro s mun ici pio s n o est án fa· cuitados para d i c tar esa cl ase d e disposiciones esencia l es de orga niz ación urbana habrá que con· venir que se encue n tr a n desa rmados para ejercer sus funciones primo r d ial es desde que nada po· drían hacer para encauzar, dentro de normas ra cio nales, el desenvo lv im i ento de l as ci udades Raúl Lerena • A ce-vedo

La Facultad alumnos, en de Arquitectura, puede el mejoramiento edilicio.

cooperar . por la labor de sus

T a Revis t a " ARQUITECTURA ha publicado en repetidas ocasiones. trabajos de Ur banis m o realizados los al umn os de l a f. de Arquitectura

S e publican en el presente número, tres d e los últimos trabajos realizados: urbaniz ación de Punta de l Este, d e ia ci ud ad de Colonia, y un Pa r que Zoológico en Melilla.

Me p arece int er esante hace r co n ocer a los que se i nteresan po r l os pr ob l emas de urb anismo, tod o lo que signifi ca el esfu erzo que realizan los alumnos de la facultad, y lo qu e p u ede esperarse de la pro f esión de ar quitecto, c u and o la transcend encia y mftgnitud de los pr oblemas permiten una aplicación racional y si. 1 trab as, de lo s conoc im ien t os que constituye n l a base profesional.

H e podido cons tatar en los Vdrios años d e docencia, que los alumnos, después de recibir una sinté tic a no• ción de l os probl emas fundam ental es de Urba nismo, y luego de obser var a través de ilivos y fotogra · fía s, la forma arquitectónica t angib l e por la que se manifiestan l as ciudade s, resuelven con una rñra l os temas prácticos que les pr opo n go, siendo dirigidos en este ej erci c io por el profeso r adjunto de lc1 materia.

Los conocimientos que adquieren en un semestre , de una ta n vasta mate ri d, no pe r mitirían abocars e apro • blemas de gran m agnitud, si no h ubiera en el alumnado u na b ase de cono c imien t os, y si él no tuvi e ra la preo cupa ción constante de meditar sobre el problema , - ciuda d , región. n ación, mundo. en lo que s e re l acion a con la g eo grafía , economía, té cnica y socio logía.

E l curso, d ada su breveda d , está ori entado como divulgación de los prin c ipios básicos, y d e lo s ejemplos c onc r eto s de urbanización in tuitiva o cientí fi ca realizados h ast a 11 ues tro s díñ

La s correcc i ones e indicaciones de l profesor adjunto, quien dirige el lrahaio práctico, son las que pue de n cab er en un semestre, dentro de la s dos horas semana l es de cla se.

Enton ces, qu e es lo que hace que el est udiant e llegue a tan serias y muchas vece s tan ori g i • na l es, interesan tes y factibles ?

El hecho de que el es tud iante. en l a época en que cursa Ur b ani s m o en nue s tra facultad ( 9. o y 10. 0 Se · m estres), es ya arqu itect o.

V oy a e xpli ca rm e:

E l a lum no entra a l c u rso de Urbanismo en 9.tJ se m estre, hab i endo hecho du rante 4 años, ejerc rcros co mpletos, es téticos, constr uc tivos y técnico s, - en relación con el proble ma arquitec tónico de l edifi c io o agru pac ión de edificios, espacios o agrupac i ó n de esp acios, destin ados a brindar al hombre (individuo o colecliv i• dad ), a lojam ient o o sitio para el tr abajo, el de scanso o el espar c imiento; en s uma. para la actividad human a.

De sd e luego, este eje r cic io r epe tido por el alumnado en todas las fo rmas y en todos los grados desde prime r año, lo habilita para s aber componer, par a saber inve ntar edi f icio s (dis tri b uciones, or denaciones, a r m on í as de funciones, materializada s en formas o espacios), que r es uelven el prob l ema del alojam i ento humano.

Simultáneamen te, los alu mn os han de bid o, po r l o menos intuitivamen te realizar u na urban izació n parcial, res pec t o a esos problemas. pués es precisamente el ej ercicio pre para torio o de concepción, el qu e los ob liga a im agi nar el edificio que plas m arán, en su estado v ivie n te, y de hecho han de vi slu mbrar los movimiento3 interio res y ex teriores de la ge nt e que de él se servirá.

Im aginarán pués l a dinámica humana y urbana.

Ya en 8.o se mestre, en la s c l ases Profesor Carr é, l o s temas de arq uite c rura son de gran mag ni tu d, on po r lo general temas que se relaciona n c o n la vida c ol ectiv a

Se componen de edifici o s heterogéneos que re suelven un problema de co n junto

Deb en emp l azarse esas composic i one s en vari as hectáreas, r el acionándolos con un ambiente que se les fi · j a; ciudad, región , cos ta, m on tana s et c. (véase l emas d e la clase de Mr. Carré).

En estas cond i ciones , el alumno que lógicamente ha avanzado también en cu ltu r a, en técnic a, en hi s t o ría, y qu e ya tiene idea s persona l es de la vida, de la sociedad, de la política, de la edilicia, t ie ne una agilida d mental su fi ciente para plan tea r y resolver cu al qu ier p r oblema arqui tectónico.

Al ent rar en los cursos de gran composición (M. Carré), do n de se desa rrollan lemas t r ascenden tes por su complejidad, vastedad y novedad, el alumno cursa sim ultáne amen te " Ur ban i smo".

E n es te curso vuelve a ver muchas cosas co n oc idas fragmentariamente (edi f i cios , espacios, arquitecturas ) per o en su función integral y en su posició n con relaci ón al mundo (ciudades , países, rulas). En su f u n• ción pasada, presen t e y futura pr esumib l e.

El alumno puede llegar a generalizar el panorama de l as agrupaciones humana s, y habituado a imagin ar, co ncebir, discernir, ordenar, analizar, hacer autoc rí lica, g raficar, concretar y en último término , dibujar, p re· sentar en forma simple, l egible, la sol ución de un p r oblema d e Urb anismo, llevado de lo general a lo partí · c u lar, de jando v er claramen te cua l es su m isi ón c o mo a r quitecto y poniendo en evidencia lo que, den tro d el u rbani s m o, es rol de ingenieros. sociólogos, higieni s tas, f inancis t as, et c y destruyendo por la evidenc ia, ese preju icio gene r al de que el arquitecto es la persona n ecesar ia para hacer fa chadas

No no s c ansare mos de predica r en la cátedra que eso d e las fachada s, en nuestro medio, no es má s que el asomarse d e l a vani dad por la rendija m enor que d ej ó la especulaci ó n en los parcelam ie nfos, y que Id juxlaposición de es as fa c hñ d as s on la negac i ón de tod o sentido urbanístico.

Nuestros alumn os pru eban con sus ejercicios de la cla se de urbanismo, lo que pued en ha ce r co m o u r bani stas y más. com o arquite c tos , d entro del urbani smo; prueban que la arquitectura es una di sciplina profunda qu e necesita mu cho s añ os de co n c entració n mental, para ha c er posible una sínte is funcio n al • estética. qu e no tiene n ada que ver con e l concepto criollo de la "fach ada b onita" , de " la s cuatro r ay a s de la ac ua.rela interesante Todo esto, me permite ll egar a la con c lu si ón de que el alumno d e la facultad de Arquitec t ura, di sc i p lina, al in gresar a la f ac ultad, s u pensamien t o y su disce rn imiento con l a visión orientada a l o s problemas del vi· vir del hombre (individuo o colec tiv i dad), en su f unción integral de trabajo, desca n so y esparci mi ento, q ue se tr asuntan en l as aglom era c iones urbanas y reg i ona l es por edificios- agru p acion es - espa cios - (v ia rios Y no viari os) l o c ua l , arm o n i zado, re l acionado. funcionaliz ad o y prop o r c i o na d o ( arquit ect ó nicamente h ab lan do) da al viv ir un sentido de seg urid ad y bell eza

Ar qt. o M. C rav fJ tt o C a t ed rá ti co d e Urb an i sm o d e la F d e .4

-30 -

Facultad de Arquitectura

CIPII

J PIIIIPI11 ( )

Exámen por el Alumn o J U A N M. BAR 1LAR 1

1932- TEMA :

¿Qué podrfa aconsejarse a la Comisión Nacional de Turismo, respeoto a la urbanización de la zona costanera entre Colonia y la laguna Merin?

Importan cia d e la dinámi ca humana en el desarrollo de las aglomeraciones sati sfacer la cur io sid ad de v er y " conocer, va ri ar continuamente de ambien te , es una neces idad en todo h ombre civilizado Esta necesidad que se siente en l as civi li zaciones actu ale s será i m periosa en el futuro, puesto q u e será obra del pr o gre so, hasta tal p unt o que l a din ámica humana será la característ i ca prin ci• p al del porvenir El gust o por l os viajes y la s sati sfacciones que se desp rend en d e ellos, es el objeto principal del turi smo.

En toda s l as épocas se ha evidencia d o este afán anda ri ego del hombre y la hi s toria de la h umanida d no es má s que la hi s to ria de l a diná mi ca h umana : desde las peregri n aciones y cr u· z ada s hasta el movimi en to mecáni co m oderno. El n aci m ien to de l as ciudddes en l os s itios de may o r tr ánsito , rí os, ca minos, cosr as del mar; en l os sitios dond e l as corri en tes circ ul a tor i as cam · bi an de sis tema de lo co mo ció n; nos dem u es tra l a impor t ancia q u e tienen en el desarrollo de una agl om er ación l os med ios de com uni cación nalu · r aJes o artifi ci al es.

Do s se efectúan sobre una aglomera · ció n humana : una in terior, la aglomeración se civi liza ella misma , es su auto acción; la otra es la influ encia del exterior, el aporte extranjero que le ll ega por medio de lo s si stema de co rnu• ni cación

A este ap or te del exterior es que se debe el de sar roll o de un a ciuda d o país. La c iudad se f orma c om o un p equeño núcleo, en un Jugar pri· vilegiad o, y el c amino le va trayendo el elemento ext erior que va h ilc iendo progresar este núcleo. A sí las ciudades se van d es arrollando como "se res humano s cole c tivos" bajo este i nflujo vivifi c ador del exterior: progresando c uand o este c re ce y muri endo cuando éste l es fa l t a. A sí Venecia ll egó a su máximo es plend or debid o a es t ar en el pun to ob ligado d e trán sito co mer cia l en tr e Ori en te y Oc cide nte ; bastó qu e esa corrie n te circulaloria tom ara otro rumbo, co n el de l ca · bo d e Bu ena E sp er anza por Vasco d e Gama, para qu e ell a entrar a en el período de l a deca· dencia. E spaña y en el la Sevill a corno puerto, tu vieron un perí odo de gran b r illo, cu ando en el siglo XVI se efectuaba p or ella el movimi ento d e Europa hacia Amé r ica; cuan d o és ta se inde · pendizó Esp añ a y Sevilla per dieron t odo su poderío.

Estos eje mplo s y mucho s o tr os que nos p ro porcio n a l a His tori a n os demuestran l a tancia que tienen en el de sarro ll o de una agio· meración, su poder de atrac ci ó n sobre el elemento de l ex ter ior

Nuestro problema.

La R O. del Urugua y, pa ís en formac ión , racterizado por la poc a d en si dad de población, n ecesi ta el a p orte del extrdnjero y a ellos debe dedicar sus fuerzas si quiere ad quiri r d esa rrollo e impor tanc i a De nuestros medios de comunicación el má s es el mar. Monrev id eo , ce ntro d e grave dad de la Repúb li ca, debe su i mportanc ia a ser puer t o de mar y estar en l a ruta que une B. Aires, un o de los p r imero s puertos del mund o con los o tr os c ontinente s. Los otro s medio de c omunicación es tán en ge rmen ; debemos in len• la creac i ón d e un a red de co m u nicaciones con los países vecinos si quere m os que el p a ís progrese

Los elementos de atracci ó n son pocos; de l as tre s única s fuentes de riqueza que tenemos : ga• nader ía, agri c ulru ra, tur ismo, la que puede atraer al eleme nt o extra nj er o sin s ufrir la c ompeten cia desv entajosa de los países vecinos es el turismo Para ello tenem os nuest r as cos t as alabadas por todos c omo una s de las m ejores del mundo.

En es t os último s año s, com o una consec u enci a lógica del es píritu mode rno q u e busca vivir al ai re libre y a proximars e a la natu raleza, he rno s " de sc ubiert o " n u es t ras playas. En p oco liemp o la ciudad se h a desarrollado hacia ell as; se han formado los núcleos de P ocitos, Malvin, Carras co; y en toda l a co s ta has t a el Brasil, han nacido y sig uen n aciendo otras en sitios privileg i a dos, pla y as "s ta nd ar l izadas ", sin fisono m ía p ro· pia, si n adap t ació n a l a t o pografía pi ntoresca de l as cos ta s, c on edificación inap r o piada, to d o ello con t al r a pidez y falla de previ sión qu e en poco t ie m po t endremos un co njunto desordena d o si n ningún carácter y unidad que p ueda da r le s va l o r de atracció n.

Es previen do es o que et ec túan co nferencias de de f en s a de nuestras p l il yas y que t oda la la· bor de l a C omisi ón N. de Turism o es tá enca uz a •

da en el estudio d el desarrollo arm omco y s iste• mát ico de ellas

¿Qué es lo que se bebe hacer?

D ebemos exp l o t ar i ntensa e inteligentemen te nue s tr a "industria del turismo si querernos atraer al extranjero. Debemos organizar t odo lo referente al turismo, no solo el plan reg io nal de urbanización s i no el modo de hacerlo efectivo, y, un a v ez es tud i ado t o do en s u con junto y detalle s, ll evarlo a la práctica con la seguridad de qu e hacemo s una gran obra na c i o nal.

Este programa de acción lo dividiremos en tres partes : 1 ) D esa rrollo de la cultura del pa ís.

2) E s tudio de la urbanización de la zona cos t a · nera. 3 ) Mo do de llevarlo a l a práctica.

t ) D ebemos Z>esarrollar la cultura de nue s tra s pob laciones, sob re todo la que va a es tar en contacto con el e xtranjer o: ella es la qu e le va a dar la n or ma de ade lanto por nuestra c i v i li zación En esto debemos apro ve char la lección de la cultura d e los europeos que ha cen agrada· ble l a estada del viajero en cual qui er la do, ofre • ciéndoles toda clase de atracciones A ellos se debe la enorm e fama de mu ch as playa s cuyas be ll ezas son inferiores a las nu es tras

E s este el escollo más grande que encontrare• mo s, pero un a vez conseguido es to, será el m a , yor pas o ade l an te qu e podríamos hacer.

2) El estuZ>io urbanización Z>e la zona costanera l o div id iremos en dos partes: a) documentaci ón p re via, b) programa del llama · do a concurso a) Documentac i ón previa. De· b emos ten er t o dos los estudios de lo exi stente en nue stras costas y de la s posibil i d a des de de s • arrollo que estas pued an tener ; es to s s er í an :

t ane ra, que co nsi st i rá en una amplia pre v isi ó n dzl desarrollo futuro de nuestras cos ta s. con el fin de c on s eguir una unidad de conjun to y una adaptación al medio de los distint os núcleos que se creará n, va lori zando de ese modo las regiones pin tor escas; creando vías de c o mu n ic ac ión. ca · naliza ndo río s. crean do pé:l rqu es y res erva s fo· restales , arregla n do las laguna s inte rior es, exp ro piando los sitios interesantes, dando su carác ter espec ial a cada localidad, indic ando los sis temas de edificación adecua d os. creando lo calidad es de turismo invernal, e tc Una vez efectu a do el concurso que pu ede se r en dos g rados ddda s u importancia, e legido el pro yecto y est ando és te definit i vame n te es tu d i ado pasaremos a la terc e ra part e de n u es tro p r og ra• ma d e acción.

3 ) MoZ>o llevar a la p ráctica el plan

Z>e urbanizací6n.

E st e va s: o plan de conjunt o debe empezar a d esa rr o llar.:- e s imultáneame nte en todos l o s si tios previs to s y de a c uerd o con la s d ire ct i v as es tu• diada s

t opográficos : curva s de ni vel, etc hidrográfic os : ríos navegabl es, arro · yos lagunas, e tc.

geológicos: cor tes de terrenos. ( po sibi lidades de plantaciones).

c limatológicos: vientos, ll uvias ( p o · s ibilidades de turismo en oto ño e vierno)

E s tudi os de red de comunicación : car retera s " " " .. " fe r r oca rr iles, ele.

d e la fauna v de la flora terre st r es y m a rítima s, ( imp orta ncia q u e pue d en te ner l a caza, l a pe sca y l as plantaciones).

Estadísticas re s pe c to a l movimiento de pasaje· ros por vías terrestres y marítimas, etc. etc.

Este estudio p re v io puede extenderse a zonas má s i nternas d e la c o s t a que puede n , por ser re• giones pin t ores c a s, dar lugar a impor t antes zonas de t ur i smo, como son la s sierras de Minas y lon ia Suiza.

b) Llamad o a concu rso Ba sán dose en el es tudio previo s e hará un programa redac t ado por un a Comis i ón especia l comp uesta de miembros de l a Comisión Nacional de Turismo, del Conse • jo N. de Admi n istración, de l os Consejos Dep ar tament ales y d e algunos técnicos arquitectos e i ngenieros.

Este programa serv irá d e base par a un llam a ...do a concurso d e urbaniza c ión de la zona cos·

Pa r a ell o se cre ar ían en c a da r egión c o mis ion es locales, dependientes de la Co misi ón N. de Turismo, que tomarían l a ini cia tiva del des a rrollo d e tod o lo que se ref i era a s u playa o localidad. No s ol o llevarí a a ca b o prog r es ivam ente todo lo p revisto en el plan d e urbanización, s i no que or· ga n izaría a t ra ccion es y fie s tas, tend ría una o fic i na de informes para facili tar l o s dat os nece s arios al viajero, indi c aría los hotele s , haría pr o paga nda en esa re gión , p on dría a viso s indicadores en los caminos, y h dría ade l antar p o co a p oco esa lo • calidad, no s ó l o desde el punto de v ista mater ial sino t ambién del soc i al y esp iritu al.

Una v ez organizada de esta m ane r a la realiza • ción del d eta lle, quedarían para realizar lo s rn entos más amp l ios del pla n de urbanizació n cual es so n las vías de eomunicación, la organ i zación de los medios de transporte; esto neces ita el trabajo de la Comi s ión N de Turismo. apo ya· da por los Poderes Públic os y las gr andes em presas privada s.

Cua nd o to do este tr abajo interno de o rga n iza• c ió n esté planteado y las localid a d es su f ic i en te• m en te desarroll a das , r ecién en ton c es y no a n les la Co mi s i ó n N de T urismo debe pr eocuparse de atraer al elemento extranjer o que es el que le dará v ida.

Para ello debe h acerse u n a propagand a intensa en el e xterior p or películas cinemat ográ fi cas c on · ferencias, a ffi c hes , f olle tos por la s emp re sas or ganizad o r as de viajes; atraer mucho ele mento de l exterior y que éste no sa lga defraudado en su s esp era nzas; que aquí encue n tren buenas play as , buenos hotele s, di vers iones, un a c ultura que atr ae, y ést o será g o nu estra mejor propaganda exterior, y tendre • mos asegurado así el aporte e xtranjero que se rá la base de nuestro progreso

FACULTAD DE

CU RSO D E T RAZ A D O DE

URBANISMO:

ALUMNO s :

e. J. Be

i l a cq?W'

L. O. N-un e

H M Fern á nd e:-. JJ Cro :J i g nani. G. Sastr e. E S. Villu'te?·de.

P1nta de l Este actaa l.

ARQUITECTURA

CI U DAD ES y ARQU I T E CTU R A P A I SAJISTA

Profesor : Arqt. Mauricio Cravotto - Adjunto : Juan A. Scasso

URBANIZACION DE

Como se urbanizaría.

Como pudo haber sido

Punta del Este a J'

PROGRAMA

Se s upone q ue el E s tado para dar c umplimi en · t o a una ley, abre un concurso para un plan d e urbanización para disciplinar la iniciativa públic a y la privada , en es a península del Departament o de Maldonad o

Se pide qu e e n ese pro yec to se incluya :

1 0 - U na o va ria s zonas de re s id encia o d(:: propiedad privada.

Un cen tr o urbano c on los ed ificio s públi· cos o de utilidad general.

3. 0 - Un centro de hotele s d e larga estada, con sala de fi esta, jardi a es para fi estas, y un pequeño teatro al aire libre.

4. 0 - Hotel es y restaurant para turistas de pa so

5. 0 - Un conjunto d e vías de pa seo y ramblas, para autos y pea tones

6. 0 - Una o va ria s playas con s u s serv1c1os y depend encias completos.

Piscina s

7. 0 - Un pequ eño acuarto y mu seo marilirno. público s.

8. 0 - Un p equ eño obse r vato ri o astronómico.

9 0 - Aeropu e rto marítimo y terre s tre

1 Q. 0 - E st ac ion amiento s, ga rage s y tall e r es para autos •

11. 0 - Z ona d e d epo rtes a d ec uado s pi s ta para deportes náuticos.

1 Pes queros , merend er os, café, etc.

13. 0 - Zona de y reposo

t 4. 0 -Idea s acer ca de la utilizaci ón de l a Is la Gorriti ; y 1l) 0 - Todo cuant o se juz g ue l óg i co y digno complement o d e un baln ea rio de t a l gon <l en l as zonas de s tinada s a la propiedad priva· da , se pr oy ectarán se rvidumb res ele " n on edi fi· cand i · y alt ura s.

Se presentarán l os s iguientes planos:

a)- Un plano general con indicación del enJa ce con l os balnearios del E s te.

b)- Un plano con l os enla ces con la ciuda d d e Maldonado con i ndi c a ción d e alg una s ideas de urbar¡ización re gio nal.

e) - Un plan o de la p enínsula a la escala de 1 : 2000.

d)- Vario s plano s y p erspectivas que se in di· cará n po r e l profesor en el curso de¡ es tudio.

e)- Gráfico s y co m en ta ri os s intético s, en l o 5 mis m os planos LA PLA YA DEL PLAT O - 34 -

Sistema de Parques del Dep. de llontnldeo

PROGRAMA

Terreno: 900 de ids 3 0U anegadiz a Ubicaci ón · Ñlelilld, del terren o: Ar royo Co lo rado. Santa Lu cia. camino y m edia · n e ría.

, adernás un jardín Botánico • Zona d e y fiestas. R e raura nr. Juegos y recreos. Red viaria y medios de que lo lig¡¡en a la ci 1Icl ad.

Prog rama: Proyectar un Parque Zook1gico A presenta r: con el criterio de que l os animales te nga n la sensa c ión de la libe rr ad. Todas cspl:.'· c ies en s u marco abitu -:11 Distribución racin · nal d e acuerdo con la escala zoológiccl.

Como corn pl e ment o lcl fl ord de cada rcgil>n

Un plano con la red viaria y transpor t es 1:20 .000

Un plan de conjun to 1 : 5.000 Un detall e impor tante v varias perpe c tiva s de detalle y m emo ria pref eren t emente gráfictt.

ClasificaciÓn de zona por escala zooló¡ica .

Influencias

Urbanización de la zona Montevideo'' "Colonia -

COLONIA

COLON lA

ZONAS PROYtCTAOAS Y VIAS DE CO MUNIC ACIO N

Zons proyectadas y YlaS de COIIU · ' DIC3CIOn

Colonia urbanizada

Dlb erá rener se pr ese nte q u\? la magnitud de la zon a ci rada cJ ¿pznd e rá e n .Ue l futuro de l a i ;np Jrtancia d e se rvirá la aut o vía co m o también la ex tensi ón d e ésta Es l ógico ad mitir qu e di c ha secl un tram o d e la ruta intern a ci onal. j

Rlo - Bueno s A ires - Santiago

Se tendrán en c u enta lo s fa c tores ¡si • guient es: -·'PI

- Tráfico éHitornovilísti co de p as ajero s y carga

- Pu erto franco.

- Puerto de recre o.

- E s tación de fur y=bo at s

- Edi fi cios que tengan r elación co n la indu strias del departam en to de C olonia •

Edificios relacionados con el turismo

(a ) Adt1 ana ( b) Hotele s (e)

( el ) Garages·es tacione s ele serv 1c1o (e) Oficina de turi s m o. e tc.

Oporlundm ente se fijarán la s condici one s de pre se nta ción del trabajo

Programa

1 - :!. l·:sta c í< i,• d el V f' - :J O{í c i 11a tw·ism.o 4 Ga , ·ag es - estocio 1tes d e se¡ ·,· i cio. - .;, H o t e les rl e p lh SO. - (; Res. trmr an t.- 7. 8 l! Hl'lte pa1·a 9. M u ell e de ca l¡olaje - 10 .ll 111'l le de 1 f. mielll O d e a1110s 12. Pa la c io M <!lt it>ipa l.

de estudio

1 probl e ma propue s to como deduce del pr<:.>g-r a 1n a. ti e ne deriva c iones de gran impo rt anc ia y lo "' da.s dignas d e es tud i o en e f eras cada vez má s a mp l ias : la inler. sidad de movimie nt o q u e ten · drá l a ciudad de Colonia como lugdr de paso entre B Aires y l on tevideo y en un futuro próximo en"' tre Río de Janeiro y San ti ago de C hile como l o prevé el pr o grama, ha ce que es ta zon a tome gran im,.. portancia; la c iudad co mo co nse c uencia d e este aporte ex teri or crecerá en p o blación , se desarro llará según direc 1iv u s qu e luego es tudiaremos ; las costa s del d epartamento en tre Co l o nia y Carme lo y en el interior C o l o nia Suiza, serán por s u s belleza s lugares ele ar r acción p a ra el turi s mo; el departamen to, uno d e lo s más rico s el e la en ag ri cultura y p o bla c i ó n se b en efi ciará por l a a ut ovía y s us produ c tos hallarán p o r ella fá c il s fllida; y la proximidad de Buenos Ai res se h a rá senti r con más inten· s idad que ah o ra. ha c iend o qu e esta zona del país se a un o d e l os f ocos d e riqueza futura del Uru guay.

Para ten er la noción exacta del probl ema. hem os v i s itado la Colonia y s u s co s ta s ha s ta Carme lo; hemos r ecop ilad o la m ayo r ca ntidad de elato s posible s: planos t opo g't'áfi cos, hidrográficos, esrad ís l ica s, etc a unqu e n o h emos enco ntrado otros como se r : cotas de niv e l de cie rta s partes de la ci u· dad, tráfico previsto d e la aurovía, movimienro fluvial co n Bueno s Air es, f o tos aéreas d e la ciudé:Jd, etc. y que hubieran contribuido a un mejor estudio del prov ec to.

Como urbani s mo n o e xi sten probl em as aislado s, y is to s d eben encarar se con una gr an pr evi s ión del futur o. hemos es tudiado el pr o blema co n la ma yor omplit ucl posibl e. ye nd o d e lo gene ral a lo partí · cular, desde las influencias lejana s h as ta la s local es es l11di ando todo l o que pu eda influir so bre l a im portan c ia de la zonñ d e n acimiento de la a uto vía.

El trabajo co n s ta de do s parte s: a) E studio de lo h ec ho s do cu mentación b ). Proyecto.

Estu()io ()e los hechos ( plano s 1, 2, 4 ).

lnlluen c i a de B Aire s y Mo ntevideo so bre l a C o l o nia : La influencia de Monte video es muy débil actualmente: se r á mayor cuando esté la autovía terminada y en pl eno fun ciona mi ento.

Bueno s Aires eje r ce mu c ha inf lu e nci a so br e Co loni a; se ob se rva eso recorrie n do la ci u da d y el de · parlamento : lo s centros co merciale s: Carrnelo, ·. Palmira , Co nchilla deben s u impor t ancia a est a proximidad.

La cos t a es tá s ituada so bre una c ir cunferencia con ce ntro en Bueno s Aires y a 40 kms. de di s tancia de ella . ( 1 h o ra y 1 ¡ -¿ de vapor). Por la belleza de s u s playas la es tudiaremos lu ego como un cen · tro de atracción de B. Aire s ( dis t ancia B Aires a Mar del Plata = -WO kms.)

H emo s previsro a lo largo de la car r e t era " r elais o s itio s de descanso con re s t auran ts y garages.

Dato in teresante : el m ovi mi ento d e pasajero s por vía fluvial entre B. Aire s y M on t evideo es impor• tant e pues parle d e es te co ntingente via jará por la autovía - 39'

1 : 1 m ov imient o des igu a l pasajeros obedece a fc1c l () r es econó mi cos: rehaja d el p re ct o de lo s )(1:"'(.; ag ri cu!! u r a. indu s tria. co mer Plano 2: li e m os es tudi a do l as riqu ezas e.c ::: a l es del d epa rt a ment o: c i o , t urism o comprobando:

- La i mp o rtan c i fl agrícol cl qu e tien e Colo1 11 o ('(df1p a r a nd o s u :- producciones de trigo , maiz , avena y lin o co n las de t o da la Rep úhlicd

- La g r a n s uperficie dedicad cl o plantocioncs.

- L a importancia qu z tendrá en un futu ro el semille r o de la Estanzuela. y que uctualmente pr od u ce solo e l 2 n11· ele l a sernilld del paí s perf e ctamente org ani za do - L a población crece rápidamente ( 3.er puesto entre lo s d epa rtam en to - ) - Las indust ri as derivadas d e la l ec h e se e xplotan inten s ament e en Co l onia Suiza ·,· o tra s c1d , acen te s - En ro da lc1 cos ta h ay c1hundc1n1cs ca rner as d e pilzdra y c uyo rnt.>r cado de sa l ida e:Air es. etc H emos indi cado l os c-: n tr os importante s d e l comercio, indu st ria , agricultura y tur is m o, rel c1ciona nd o e!'oS ca r acterí ttcas con circunferencias cuyo radio es proporci on al a la i mp or t ancic1 d e e ll as Plano 4: Es t ado actual de la ciudad de Colonia. - La ciu d ad ti e ne una topogra f ía te : l a península pa reci da a l a el e t iene como espin a dorsal una c uchilla de E. • O. e n c uya ci m a es rá tr azada la e dil ..: Grnl. f lo res. Es ro. va a m o rir en l a punt a de dro. la c iu da d antiguo. fundad a en t 68u p o r L oho

1:: 1 trazad o de la ci ud a d nu eva es e l clás ic o dam e r o con l as c c1ll es p e rp en di Cl ! larc s a bajan d o ha c i a Id costa en l a línea de n:áx im a p e ndiente. El s itio es interes a nte en c alle G r al. flore s se \'e e n la s trc S. y O e l rí o.

interes a n direcc i ó n S on Pe ·

Gr<1l. flo r es y desde lo D e fe cios el e es te tr azado: n o se ha re ;; pelaJo la y la orientación pue s las calles ti z nen su de E. • O. (mal a inso la c i ó n ) \' los \ ·ie nr os dominan tes so n d el S y S. E. Por su topog r a fí a podemos divid i r la ciu d dd en trc

a) la parte Sur azolada por los vientos S. y S. E., poco resguardada.

Se ha aprovechado por la mayor profundidad de sus costas para el puerto : está muelle de ca botaje y se trabaja en las obras del puerto fran c o que admitirá barcos de gran calado. Está en esta zona la estación del f .C., mal ubi ca da pue s llegamos a ella sin darnos cuenta de estar en la ciudad.

La zona franca, indu s trial, libre de impuest os aduan eros y trazada por ley, dificulta el desarrollo de la ciudad hacia el E y está mal ubiéada respecto a los vientos.

Esta parte d e la c iudad tendrá en el futur o, gran m ov imi ento : concentración del movimiento por• tuario, l a estación del F .C., llegada de la autoví a y mu ell es de ferryboats.

b) la c iudad anligua, forma ho y parte de la c i ud ad , estando completamente habitada, apesar de s u s deficientes condi c i o nes higiénicas Esta parle c on vi en e conservarla como atracción turística. e ) l a p a rl e de l a b ah ía, la m ás pin tore sc a , pr oteg id a d e los vientos y se mej ante a la bahía de Montevid eo , f o rma un a amplísima playa de arena bordea da de barran cos qu e le dan la fisonomía ca• ra c terísfica de la s num ero sa s playas d el d epar t a mento.

Desde el sitio llamado "el Buen Paseo se domina de sde lo alto: l a p enín sula edificada, la cur va d e la bahía con sus playas, la quinta de W o lff sobre los barrancos; a l o lejos en el extremo de la bahí a, los edificio s del Real de Sa n C a rlos y cer rando el p anorama so br e el río la s is las de farallón, López y S an Gabriel cargadas de vege taci ón.

Hacia esta zona y siguiendo el camino hacia Carmelo es que Jiende a d esa r ro llarse la ci ud a d El Proyecto ( planos 3, 5, 6, 7 y 8 )

Plano 3 - Plan regional de Turi s mo : La vi sita d e l as costas del D epartam ento nos han hecho conocer s us hermo s as pla yas. Esto y la proximidad de las c ost as argentina s nos han g uiado para proyectar un doble sistema d e rambla c ostanera y camino interi o r (éste ya ex istente) uniendo, enlre N. Pa lm ira y Colonia , t o dos los pintorescos lugare s de l a costa: Carm el o, con s u arroyo de las Va• cas navegable, donde concurren much os yates argentinos, con buena s playas e i s l as.- Conchillas, im• portante por su puerto, el arroyo n avegable, y su hotel. La estancia de Anchorena, en un s itio ex• traordinario, con el río San Juan de v ege ta ci ón tupida y muelles de yates. Por la costa del río de la Plata ti ene terraza s y grutas sobre la pl aya aprovechando el d esnivel de las barrancas y sobre és tas, parque s mar a villo s os, muy cuidados y t razados c on exqu is ito buen gusto. Tiene canchas de g o lf, ten• n is, y u n jardín zoo ló g i co en germen. El paseo de San Pedro, con avenidas de eucaliptos, playa s, y el arroyo San Pedro. f!l Real de Sa n Carlos, con su h o tel· cas in o , su playa de toros y el fror.tón, actualmente inactivo s. H emos proyectado un conj unto más importante, con hipódromo, deportes hoteles y rambla co s tanera éllrededor de l a bahía de Colonia.

Todo este conjunto l o ha ce m os v ivir por su proximidad a Bueno s Aire s. Para ell o es nece sario un conv en io int ern aci o nal : crear en toda l a costa u n a "zon a f ranca d e h o tel es " , libres de impu esto s e implan tar serv icio s rápidos d e vap ores y con Buenos Aire s, l o cua l daría origen a un turi s mo muy dislinto al d e la s playas del Este de la Repúbli c a; sería un t urism o diario y económico habi endo playas p a ra t o da s la s cla ses sociales.

Urbanizaci ón de la ci udad pi. 5 y 6) Con la b as e de lo s ' he c hos que co n si d eramos que no se pu eden m o d i fi car: la zona fr an ca y el trazado de la a utovía en la c iudad , y, tratando de co n• s erv ar cas i to da la parte ac tua l men te ed i f i cada, hemo s bu sc ado direct i va s de des arrollo de l a ci u dad que p ermit iera n s u crecimiento armónico.

L a z ona habitaci ón se d esa rro ll a entre la costa y la autovía teni endo c o mo ej e de su cr ec im iento una avenida c ent ra l (en v a guada) que uniénd ose co n l a act ual c all e Gral. fl o res co n st ituye el eje de tod a l a c iud a d fu t ura

E l ce ntro de la ciudad se rá la zona d e m ás m o vimi ent o por : la int ersecc ión de las do s ar te rias prin ci pales: la avenida cen tr al y l a q ue une la aut ov í a con la zona de turismo regional; por el comercio (n egocios) que se de sarrollará en ella; por la zona de nacimiento de la autovía y los espectáculos; por la p rox i mida d de los deportes (pa rqu e Manuel L obo); por el cent r o cívico de gobierno, c onjunto del cual forma parle el ac tual palacio Municipal.

La zona actual, queda tal cua l es tá sa lv o l as exprop i aciones que originará el centr o de la ci udad, y la se par ac ión de la ciudad actual co n l a ant i gu a. Hay retiros sobre la ca lle Gral. flores y la rambla C on s ideramos la parte Sur de es ta zona com o el asiento d el futuro comercio (mayorista) pue s la zona habitación se de s plazará haci a m ejores lu ga r es.

La zona hotelera de estada, en la zona más pintore sca , como una vanguardia de t o da la zona de turi s mo del Oeste.

La zona franca con sus f ábricas, s ilos y e s t ación de f. C. La parle de la ciudad comprendida entre ella y la autoví a· s e dedica a vivi end a vbrera. Para pres ervar la ci u da d de es ta z ona fabril, una f aja arb o lad a, d e 70 m is. d e a n c h o. paralela a la a u to ví a.

La s vía s de pe ne tra ció n son tres: la a utovía s e ha espe ciali zado p a ra tráfi co rápido y el l en to de la ciu d ad; p a ra l ela a ella una vía de tr á f ico pesado ( zona indu s trial) que m ás adelant e, saliendo de la c iu d a d, se une a la autov ía.

La vía que, sa liendo de la zon a de n acimiento d e l a autov ía, y p as ando p o r el centro de la ciudad. lle va a la zona hotel er a y encauza lu ego la circ ulaci ó n de tur ism o hac i a el O es te en los d os s istemas : costanero e interno, y por último l a vía • eje d e la ciudad futura de l a que h ablarnos (perfil es trans• ver sa le s, pla no 8)

La s vías de enlac e Env o lverno s lu ciudad a c t ual co n una rambla que une el pu erto de r ec r eo y la ciudad h is tórica con la ciudad fulu r a

Como límite a una pr im era e tapa del desar r ollo de l a c iudad, un park • way, uniendo el cruce de los cami no s haci a Carmelo y Rea l de S an Carlos c o n un faro ter re s t re en un a altura, ind ica dor d e l tér· min o d e su viaje para el a utomov ilista q ue v iene de s d e Monlevide.o.

Más afuera y limitando el d esa rrollo del ba r rio • iardín , l a ví a qu e permit e l a u nión d el tráfi co rápi• do Monf.¿video • Carme lo , s in en tr ar a l a c iudad.

D os vías t ran s versales de enlace u nen: l a ciud a d act u al, l a zo n a habiiac i ó n, l a viviend a obrera y la zona fr anca, pasando debajo de la autovía y uni end o la ciudad con l as can t eras de la dese m bocad ura del arroyo Ca ball ada

Zona de nacimie nto de l a auto v ía (plano 7) L a autovía llega a ella en dos n i vel es: uno ba jo n ivel, de tráfico r á p ido, atravi es a e l contro l de l a A d u a na y se e s t aciona en espera del el otro su be al niv el de la gran plaz·a de es t acio nami en t o donde enc u en t ra l a A d u ana, la estación de l F.C., o fici nas de tu r i s mo, garages • esta c iones de servicio, h o teles de pa so y l a en tr a da a l a c iu dad.

La Aduana se ha estudiad o en dos niv eles de acuerdo con el fun c i o n ami en to de la aut o ví a, consi• guiendo de esa manera la cla s ifica c ión necesar i a para el embarqu e en los ferryboats: abajo el co n trol de Jos autos, arriba el de Jos pasaj eros que Jue go p o r un puente pasan al mu elle de los ferryboats En la parte s uperior de la Aduana , un re s l a u ran t desde el qu e se g oza el espectáculo de este movimiento Entre la Aduana y la esta ci ón del f.C., ofi c inas de informe y pr o p a g anda del turismo de la Repú• blica, y, finalmente los hoteles de paso y el restaurant que con l os espectáculos constUuyen la unión Con la ciudad de toda esta zona.

•

1950 • TEMA :

Evolución de la relación entre la vida social u agrupaciones y trazadoa urbanoa

...- a cara c terística particular del hombre, su ...._.mentalidad superior, ha permitido cons• titu í:- se en elemento creador, dentro del medio en que vive. Aprovechó en su infancia la ensenan· za grande que la naturaleza ofrece y poco a poco fué sintiendo la necesidad de formar agrupa· ciones de individuos para protejerse los unos a los otros, s urgiendo así la vida en sociedad.

En sus largas caminatas los pueblos primitivos cansaron su organi smo y sintiendo necesidad de reposo, detuvieron su marcha y tendieron sus carpas , para defenderse de la naturaleza, creando de esta manera el primer agrupamiento urbano.

Este agrupamiento respondía a su forma de vi· da o mejor dicho a su desorganización social : no respondí a a una idea preconcebida, porque tampoco ellos obedecían a ningún estudio de organización

Pero la experiencia despertó al holllbre, le mos• tró sus errores, e hizo na cer él la idea de orden y evolución

Anos pasaron y las redes de la c ivilización cubrieron el mundo. La sociedad está constituida, hay un conjunto de leye s y existe un sistema de $lObierno

Lo¡ pueblos crecen, se transforman en ciudades, siguiendo siempre su caprichoso desarrollo, únicamente sus cinturas de murallas responden a una idea determinada (la defensa )

Pero, a pesar de todo, estos .pueblos sirven todavía,- ellos llenan sus func·iones , cumplen con su finalidad •

Su evolución es rápida , el progreso es palpa· ble Médicos, sociólogos, economistas, legislado· res ele., publican sus teorías revolucionarias o conservadoras, pero que contribuyen todas por igual a la preparación de los pueblos. •

La máquina encadena sus movimientos y a vanza velozmente, s.mtando prin c ipios y rev o lucionando el ll)Un do económico y sociaL

Un momen ro de in certidumbre se presenta, pe ro bi en pr on t o, el hombre vuelve a la realidad y utilizando los nuevos m ed ios in ic i a una vida ca· da vez má s activa, cada vez má s acelerada

Nues tr o s igl o padece el vértigo de la v eloci dad, la m áquina pa r ece se r el o r i gen de est e movimi ent o unánime p o r la co nquista del espacio y el tiemp o.

La' c i enci a en h a organizado s us leye s, pero la c iu d ad aú n permanece desarrollándose ca pr ichosamente o s obre t raza do s, sin un es tudi o pr o fu n do, sin contem plar l as n uevas · nece sida d es de la vida La ciudad 110 s irve má.s.

Per o el cer eb ro humano es fuert e, él luch a c o nt ra t oda s l as d ifi c ultades y su cons igna es producir Y el h om b re pro duce, marc ha con paso acelerado , s u obr a e s g rande y palp<1 bl e, l a

ciencia nos sorprende a cada momento, y gran des conquistas nos esperan.

Desgraciadamente eJ hombre no puede utilizar todo lo que él produce, ni producir todo Jo que él debiera. La ciudad, su gran taller, no se lo permite, está mal organizadl!

La ciudad no ha podido adaptarse a los ade lantos de la ciencia, pues mientras esta avanza derribando y substituyendo principios, eJJa se ha detenido s obre sus antiguos trazados y un orga• nismo que se detiene, es un organismo que muere · Es necesario dar vida a las ciudades existen tes y crear, las nuevas, con una salud envidia• ble, para que ayuden al hombre a producir más y mejor.

Cuatro principios fundamentales nos auxiliarán en esta tarea

1 0 Determinar la densidad ideal de población.

2 • Descongestionar el Centro ,_l

3 0 Aumentar las superficies plantadas. J. ,

4 o Ubicar el Centro del sistema circulatorio '

1 0 - La ciudad debe considerarse como un inmenso taller cuyos grandes movimientos se reglan por un sistema de taylorización perfecto. La taylorización de los actos humanos es un problema que requiere especialísima atención, un estudio profundo y consciente y que traerá como consecuencia determinar en que condicio· nes debe colocarse el hombre para constituir un agrupamiento social que produzca un estado económico • social satisfactorio.

La realización de este estudio dirá cual densidad de población llenará mejor las condiciones de vida; naturalmente que esta densidad será distinta para cada ciudad.

Muchos factores pueden modificarla , la topo, grafía del suelo, las cond i ciones del clima, las condkiones sociales, los estados de goJ>ierno, las raza s qu e habitan, etc. etc. y dentro de cada ciu· dad la densidad es di s tinta para cada zona, zona habitación, zona industrial, zona jardín ele

El 2. 0 y 3 .er principio son úna consecuencia del 1 0 porque es natural que p a ra m antener la den• si dad id eal de población, es necesa'rio descon gestiona r los Centros urbanos y au mentar las superficies plantada s

EsJas co ndiciones proporcio na n a l hom bre un mayor bienestar físico y moral.

4: - Ubicar el Centro del sistema circulatorio es el otro problema que debem o s estudjar. El sis t ema c irc ulatorio es l a ba se d e la a c tividad moderna, pe ro la ciencia mecánica tod a vía no h a dado tod o lo que de ella se espera, nuevo s invento s se ensaya n y todo hace presumir que al fina l de este siglo la m ecánica habrá dado otro gigant es co pa so y que éste será el último

Es necesario disponer de un espacio libre pues se utilizará a medida que nuevos sistemas de locomoción y distintos sistemas de manejo, exijan nuevas pi sJas, para poder ser utilizados con re· sultados prove chosos.

El campo para e l s istema circulatorio no drá nunca ser un espacio 1imitado.

¿ Po drán, en la ciuda d co ntemporánea, maniobrar có modam ente los aviones de tO O, 150 y 200 pasajero s en el espacio limitado por cuatro ra scacielos? ¿ Podrán, los dirigibles o nuevos inventos mecánicos ser adoptados en un espacio limitado?

¿Las grandes vías de ferrocarriles tendrán siem• pre la misma forma y exijirán las mismas condiciones? Es probable que no.

Por lo pront o, l a mecánica alemana ensaya actualmente ferroca rriles con hélices que propor-Cionan velocidades de 250 y 600 k. a la hora

No sabemos todavía lo que es la electricidad; difícilmente podemos imaginarnos cual será su fin

• Es pues de imperiosa necesidad considerar el s[stema circulatorio como un organismo viv o susceptible de desarrollo y crecimiento y para esto e.! necesario sacar su Centro del corazón de la ciudad y colocarlo en su periferia, de esta manera la ciudad crece hacia ua lado y -el sistema circulatorio hacia el otro.

_ En las ciudades de turismo es donde est a idea tiene su may or aplicación.

Los c u atro prin cip ios que anteceden relacionan los modernos trazados urbanos. al es tado social de nuestra época.

Se contemplan las múlliples manifestaciones de la vida, creando la ciudad parque, que propor ciona conjuntamente salud física y moral.

Se estudia la densidad de población tratando de determinar cual es el ritmo que debe seguir el hombre para dar el máximo de rendimiento con el menor gasto de energías.

Se estudia el problema circulatorio p restá ndole especialísima atención, adaptándolo en lo posibl e a la mecánica moderna y previendo la posibili• dad de utilizar sis temas de circ ulación aú n no inventados

Por últim o se estudia la mayor o menor faciJi dad de adaptar estos princip i o s a las ciu da des ya existentes.

A continuaci ón se prese n ta un c roqurs que ex pone una ide a de ag ru pamiento urb ano fu n dadé1 -en los conceptos an teri ores y que prese n ta · com o característica especial permit ir un desar rollo ili mitado para la ciudad y para el si ste m Q_ c irc ula· torio, manteniendo constante la d ens idad de pobla ción. En principio, es te traz ado es tá co ns ti· tuído por círculos tange n tes int eriore s formad os por zonas de parque s y en cuya zona se con struyen rascacielos que aumentan de capacidad a medida que se alejan del punt o de tangenci a. porque también en esa parte aumenta la superficie de parque, m anteniendo con esto. co n stante la den sidad de pobla ció n Hacia adentro y hacia fuera de ca da aro de

parque, se ubicará la zona de vivienda baja, tipo jardín Dentro de los aros de parque se ubica-

rán las grandes vías de circulaci ó n r áp ida y de paseo, vías qu e afluyen toda s al centro del sistema circulator io.

También se ha hecho un principio de estudio para la aplicación de esta teoría a Montevideo. ubic ando el Cen tr o del sis tema circulatorio, en las proximidades de l a desemboc adura del Arroyo Miguelete, zona que tiene actualmente una edifl· cación en general poca y pobr e. Este centro puede utilizar una ex tensa extensi ó n de tierra y también toda la Bahía Se han ubicado ráp idamente y sin previo estud io tres aros de parques constit uidos en la siguiente form a.

,

El primer o , Parque de Jos A l i ad os, Avenida Gariba ldi , A venida General fl ores, A venida La· rra n aga , y el A rro yo Migue lete. El segundo Ave n ida 8 de Oc t ub re , Ca mino Cuch'illa Grande y e l Arroyo M i g ue lete El terce ro Parque Rodó , Rambla O'H i ggin s, Carra sc o, Piedras Blan cas , desembo c adura del P Saldún

Urbanismo y Politica

y a Democracia va arraigando en nuestro País al amparo de una avanzada organización constitucio ..._,nal básica que es unanimemente respetada, y prospera y se afianza al calor de una conciencia cfvica que· va desbro z ando y depurando la s c o nvicciones y simpatías ciudadanas de lo que tenían en otro tiempo, de turbulentas y agre siva s

En pos de ello , se extiende en todo s lo s círculos vitales de l a Nación, el deliberado y resuelto propósito de intervenir sus hombre s, como ac tores eficaces en el gobierno de la cosa pública, como sana tendencia de que el interé s cole ct ivo hacia el pr o greso de la Ciudad y del País, hacia el bienestar de los vecinos de una y de l o s habi t ant es del otr o, son preoc upac io ne s de las multitudes ciudadana s.

Es así qu e, el U r ug u ay , mu es tra en este aspe cto d e su vi d a na c ional , un ejemplo re c onfort ante de una demo cr acia ef ec tiv a , c o ncie nt e y o r ie nt ad a a l as más pr ó digas y só lida s realizaciones

Y, en v ir tu d de esa c ultu r a cí vi ca que debe enor g ullecernos frente al panorama interno en convulsión de otros paí ses he rman os, el gob ie rn o de la Ciudad y de l País, es en tre nosotros accesible a todos los ciuda· danos sin c or tap is as n i r eti c enc ia s de ni n guna espe c ie. No ti ene p ués atenuante la falta que significa el ais· lamienlo del c a m p o de l a p oli ti ca, d o nd e los p artidos por medi o del juego de sus actividades internas y or• ,gánicas, elig en su s h omb r es de g o b ie rn o , de lo s que - p o r fu erza de sus estudio s universitarios - son aptos como po c os, par a asu mir la direcci ó n y defe n sa de Jos intereses colectivos

El gobiern o d e u na C iudad, de un Paí s, exige visiones de conjunto de vasto alcance tanto en extensión como en tiemp o; p re se nt a probl ema s dond e l a multiplicidad y simultaneidad de factores reclama la administra ción de medios realizadore s, que asegure una d i sciplina de conjunto, una armonía de acción y una positiva ejecurivid a d. N o cons tituy en est os problemas en realid ad otra co s a que programas de gran composición ar• quilectónic a, d e ur bani sm o, p a ra lo que l os arquitect os ti enen , c omo es lógico, singular y largo aprendizaje, seria y v ast a prep a r ac i ón . E l ur banismo qu e a f i na el sentido p a r a auscultar la esencia de las fuerzas deter• minant es del c rec im ie nto de las agl o me r ac io nes human as, qu e d oc umenta en forma cl a ra y palpitante sus fe· n ó m enos vi tales, qu e adiest r a y c ap acit a p ar a es t u di ar y aquil a t ar los maJe& colectiv os y proyectar las dispo• sic ione s, refo r mas y t raba j os qu e a temperen y destru ya n l os male s actual es, que corrij an y predispongan todo· ha ci a el m ejo r am ien to d e l os el em en tos c on s tif utivús de la c i ud ad y, por c o nsecu enc i a, d e qui ene s en ella s se mu ev en y agitan en procur d de l bi en es t ar personal, es pr ódig a es cu el a de h ombres de g o biern o para las c o m unas, o l as n acione s

La ac titu d p rescinden te de l os Ar quitectos alej ánd ose sin má s n i má s de la políti c a a ctiva y s ólo salien· d o al d eba te pú hlico para criti car las o br as de los g obi ern os na c ionale s o comuna les, cuando ya nada hay que h acer, so b re se r suicida desd e el p un to de v is t a gre mial, n o ti ene ju s tificación ac eptable en una Demacra cia com o la nu es tra , don d e n o s e pi d e o tr a c redenci al que l a qu e repre sentan Jo s comunes valores perso• nales del h o mbre d e bi en, par a al c a n zar lo s más alt o s, influyentes y r epiesentativo s c argos directores.

Lo s A r quil eclo s d ebe n int ervenir en política; deb en llevar a la dire c ción de Jo s partidos político s las nor• mas ori ent ad o r as q ue l es dá su es p eciulizada p r ep aración universitaria; d eb en impon er en las colectividades par• tidarias haciénd o la s let r a viv a de sus pr og ram as, s us ide as de progr eso general , ya que, quien, por fueza del diario y c o n s ta n t e proyect a r, l l egu e a o c up a r se de l os problema s de la c olectivid a d , tiene fatalmente qu e desarrollar una acción ge ner os a, o pti m i s ta , dep u rado ra en la form ac ión esp iritu al de lo s grupo s que constituyen la opi· nión públi ca.

El Arq uite cto d ebe a nhel a r l a c o nqui s ta de l os p ues tos c o l ec ti vos de g o biern o y debe influir desde ellos en las ac tivi d a des ge n er ale s, con l a con fi a nz a de qu e puede se r si n- reser va alguna , un ag en te ac tivo, un factor efic az d e regulación , d e a rm oni z aci ó n y de previ sión . Y en tre tod os Jo s Arquit ec tos, l os m ás jóven es, los que por fue rz a de su s es tud ios de u rba ni smo qu e ad q uieren en f ac ulta d tienen m ayo r especialización en la s cues tiones de gran alc an ce s oc i al. d eb en i r a las lu c h as po lí ti c as bu sc ando l os pue s t os, para "urbanizar·· la acción, par a conse guir el bi en.

No d ebe c on formar a nadi e, esper a r tranquilame n te , paci en t em ente. el turno año s y años, para llegar a la suprem:1 aut o ridad dir i ge nte del gremio y habl a r d esde allí contra l as autoridad es c riticar sus obras y cen• surar su s proye c t os c u ando ya es tarde; mejor que esto , es derecham ent e en la disputa de los cargos de dirección , c onqui s tarlos y d esde allí "urbanizar'' la gestión que, desde los distintos núcleos funcio· nales del mecan ismo gubernativo , pueda c orresponderle al Arquitecto , por el cargo cuya obtención haya lograd o

Juan Antonio Scasso

Af"quite.t•

Sobre las Conferencias del Dr. Hegemann

stuvo recientemente Montevideo el pro• fesor alemán W Hegemann Doctor en Ciencias Políticas, organizador con extraordina rio éxito de las Exposiciones de Urbanismo de Boston y de Berlín, Jefe redactor de las revistas de Arquitectura y Urbanismo de Wasmuth Au tor de " Arquitectura y Urbanismo en los Esta dos Unidos " , de dos obras históricas una de sobre Napoleón y de un Estudio crítico so bre la Ciudad de Berlín Es autor también en colaboración con Peets de los trazados regula-dores de Oakland y Berkeley

Trae el Dr. Hegemann en su gira por el Plata una interesantísima Exposición de Urbanismo y de Arquitectura en Planos de Hamburgo, Berlín, Madrid y Essen y con obras de los Arquitecto s Herllein , Balser, Mendetsohn, Wagner, Poelzig, Bo· natz etc faltando en su muestra la oera muy re• presentativa por cierto de tos Taut, Van der Robe, Gropius etc

Tal es la personalidad que nos ocupa Un a primera impresión : El Dr. Hegemann no parece Arquitecto. Hablo de un punto de vista personal de la profe sión y con el respeto debido al Dr. Hegemann

Porque ve los problemas urbanísticos en su de talle : para él el problema principal es la vivienda ·

La vivienda es un problema de urbanismo pero no es el único.

Y no parece Arquitecto porque es unilateral en la resoluci ó n de este problema. La vivienda individual que preconiza, puede ser un idees! social, puede ser un ideal higiénico; pero, es también un ideal económico ?

Creo que del punto de vista de Arquitectura y Urbanismo es tan mala lé'\ mala vivienda individual de nuestros suburbios como la mala cosa colectiva del Centro de Viena que él toma como ejemplo.

Hay factores sociales, económicos, higiénicos etc. que pueden influir a priori en nuestra deci• sión por uno u otro tipo de vivienda En cada caso particular un detenido estudio determinará cual de los dos es el más conveniente, si n des· cariar ninguno de antemano.

La afirmación del Dr Hegemann de que la vi· vienda económica requiere la calle económica, es un principio verdadero del Urbanismo y no ya la calle económica en su construcción que fué a la que se refirió el conferencista, sino la calle mínima, a los efectos de servir con menor super• ficte viaria zonas de mayor amplitud. Esperamos que esa sugestión encuentre apoyo en nuestras autoridades municipales, mientras no se haga el Plan Regulador de Montevideo, que todos deseamos y que contemplará estos princi , pios de Urbanismo.

En su primera conferencia proyectó el Dr. He·

Recibimos y publicamos:

gemann una cinta cinematográfica que es un magnífico curso sintético de Urbanismo.

Nos dió una segunda conferencia En esa se• gunda conferencia una lecci ón Es elegante ha• cerse el reporteado para que nuestras impresio• nes aunque sean meditadas parezcan espontáneas.

Aprovecho la lección : A la pregu n ta tan obJi gada de: "Le gu sta esta ciudad?

Corresponde en caso :

¿Qué impresión tiqne del conferenc i s ta, l e gusta o nó ?

Y como el Dr Hegemann debo re sponder sí y nó.

¿ ... . ?

Por lo que conozco de su o bra ; sí • ¿ ?

Por sus conferencias; n ó ¿ ?

En la segunda sobre todo se refiere demasiado .: • a temas de Arquitectura, y nos pide que parta• mos de una tradici ó n, que no es el rancho, que es la casa de los constructores italianos dignifi• cada por los ano s y los árboles

¿ ?

El problema de l a arquite ctura no es tradicio• nalisla, no es regionalista, es RACIONALISTA.

¿ ?

A m í tampoco me gu s ta el Palacio Salvo, por• que el rascaci elo es primero un problema de ur• banismo : Concentración. ·

Y el urbanismo debe ser i ntegral para ser efi· ciente. Urbanizar n o es ir del detalle al conjunto sino del con junto al detalle

¿ ?

No me gusta tampoco el Palacio Legislativo y creo como el Dr Hegemann que son más sere• nas las líneas de la Penitenciaría.

¿ ?

Creo que no se deben juzgar en pleno siglo XX las obras de arquitectura por su forma exte rior sin considerar su funcionamiento interior Y termino entregando a mi reporter un pensa· miento de W. Gropius que constituye una de las má s interesantes lecciones de urbanismo y ar• quitectura que he recibido

" Un nuevo sentido esencial de la arquitectura se ha desarrollado simultáneamente en todos los países civilizados. Crece la convicción de que en la arquitectura se inicia y termina, una viva voluntad de estructuración que asienta sus ralees en la totalidad de la Sociedad y de su vida y encierra todos los sectores de la forma. Consecuencia de este nuevo y más profundo co ncepto, y de sus nuevos medios técnicos h11 sido una nueva form6 arquitectónica, que no encuentra ya en si misma su razón de ser sino que nace de la esencia de la obra arquitectónica, de la función que la misma ha de cumplir. De aqul la expresión Arquitectura funcional.

O. de los Campoa

• LAS CRITICAS DEL DR · HEGEMANN

No somos responsables de los errores que ha seftalado

..A. cept amo s la c1 ítica del u rban ista al em án recie ntemente nos vi si tó.

La aceptamos en cuestiones de u rb an is mo como en lo que toca a Arquitectura

Pero , como urb ani s ta s o como Arquitectos de hemo s de cir en nuestro descargo : N o so mos respon sa b 1es.

En ef ecto, en materia de urbanismo que se nos permit a esta pregunta : han planeado hasta ahora nuestras poblaciones? ¿Quienes han modifi cado , mejorado o empeorado su originaria forma ? j amá s se ha cons ult ado a lo s Arquitec tos para el es tud io d e Jos planes de urbaniz ación o de reforma de Jos cen tros u rba nos Solo allá por el año 191 2 se r ealízó un Concurso intern a cional par a el estudio de urbanización de Monte· video. La s ideas que l os proyectos premiad os contenían, ¿se han tenido en cuenta? Un a Co· mi sió n especial nombrada por el Ministerio de O. Pública s a r aíz d e ese Conc urso planeó tam· bién un v asto conju nt o de reformas ¿Qué se ha he c h o d e es e plan ?

Ah o r a, r ecien tement e, un grupo de profesiona· les especializados en materia de planos regul adores, f o rmul ó un proyecto, amplio, de impor· tantes r eformas orgánicas y de previsoras solu· cienes de extensión urbana Ese proyecto, ofre · cido al Municipio d e M ontevideo, por una Comi · sión de pres tigio sas personalidades, ¿ h a sido apreciado debidame nte? ¿ Se estudia para com probar s us c ualidade s, como plan de futura s orientacione s edilícia s?

Y si el pr o yecto aludido no satisficiere todas las necesidades o previsiones, ¿porqué, la M u· nicipalidad no organiza un Concurso en tre profe sion ales del paí s ? Se pulsa ría así el sentir y el pensar de l os técnicos capacitados por una es pecial pr ep ara ció n, concretándose y defini éndose solucione s e ideas, capaces de ser realizadas o d e s u gerir n ue va s o rientaciones ur banísticas.

Lo que se ha expresado co n r es pecto a los planes de urbanización, puede tamb ié n extenderse en cierta me d ida a l a Arquitectura en su dS· pecio limitad o a la edifi c ación

¿Pueden se r responsab les l os Arquitectos de la falta de carácter. de unid ad y racional orien· tación orgánica, que acusa la edificación de Mon tevideo? No. Honradam ente cabe rec o nocerlo.

Si entre cinco mil permisos de edificación de s pachados p or la Munic i palidad en 1930 y

cas i cua tro mil en 1931 , solo en unos ochociento s c asos han intervenido Arquitectos , es natural que se considere como insignificante la cantidad de obras de cuya Arquitectura sean ellos respon· sab les. Sorprende realmente que una cantidad ta n elevada de edificios, más o menos importan· te s, puedan lev an tarse por la intervención de per sona s n o Arquitectos. Pero se explica este he· cho pensando que no existe hasta ahora una dis· posición legal efectiva que considere al Arquilec• t o el único facultativo capaz de responsabilizarse de l a ejecución de obras de edificación Esa ley, aspiració n unánime de los que, son llevados por el amor a una carrera, hacia la cual se sienten atraído s por su esencia misma, es el único medio de defensa que podrfan tener l os poderes públi· cos, contra las irracionales, antiestéticas, rutina• ria s forma s de Arquitectura con que se amasan los barrios nuevos de la Ciudad y se alteran las características de las zonas viejas de la misma.

La lucha que ha de mantener el Arquitecto f rente al propietario, al constructor empírico, al empr e sario co merciante, se ag rava por la ínter• posi ción de un ele mento extrano: el dibujante de planos Este instrumento, que con algunos conocimientos gráficos de Arquitectura, reempla• za al Arquitect o, es quien personifica la reunión de l os elementos en juego pa ra la realización de un a obra de edificación en la generali d ad de los cas os. Los constructores se valen de él para plantear sus proposiciones al propietario y éste lo halla a su gusto porque no le representa un gasto especialmente acusado de proyecto y di· rección de ob r as, aunque los honorario s estén siempre inclufdos en el mont o total del gasto que demanda la constr ucción propuesta por el em• presa no.

Cuando la generalidad de l os propietarios com• prendan que el Arquitecto no so lo será su más eficaz intérprete y el defen sor de sus intereses, sin o que su intervención no l e representa en la realidad mayor desembolso, se dirigirán a ese profesional con la convicción de que atienden mejor a sus intereses, generalizándose la obra del Arquitecto Entonces, si, seremos responsa• bies los Arquitectos del aspecto arquitectónico de Montevideo y diremos honestamente a cualquier crítico :

Somos efectivamente responsables

PAGINA DE ARTE

Los hierros de Marta y Elsa Carafi Arredondo

eaqui que en estos hierros t rabajados p or la s manos f inas y delicadas de dos j ó v enes artis t a s, n o.-w tros ve m os transp arentar s u esplritu Sen timos l as v ibraciones de s u s almas. Alma s que n ecesitan de Jos espacios infin i t os para volar. Hierro dur o v en c ido por una idea, ven cido p o r la constan c ia, venc ido po r el amo r, vencido t ambién por el tale nt o. Hie r ro duro que re siste al go lpe recio del obre ro fu ert e, y eede si n embargo d ocilm ente a la pre s ión de las mano s fina s y delicada s de /03 dos jóvene s. A cas o como un home naje He / o aquí ahora trans formado en idea Idea, se ntido, v i bración • arm onia Id ea expres ada noblemente Y t anto c omo idea eje c ución y t anto como ejecución, bell eza.

Be lleza que triunfa y qu e co n sagra. B e lleza que do m in a, Belleza que n os llena de lu z , y n os v a elevando el pen s amiento hacia arriba , muy arriba en el esp acio azu l

Hi erros que son el milagro y la revel ac i ón d e do s grandes espíritus f emen ino s que ya son una realidad que en orgull ece . . .. .

Nimiedades

Chum b ito so e nt e r ó q ue habían lleg:a.do a Montev id eo , va.ri0'8 ool e g&S e xtra.njeros q.ue &Si! di& rec ibi'dos en }a Soci edad de Arquitect0'8. Atento y gen t il com o si-empre, ae puso s u m ej or - y tra.j&, y s e dirigió a l a .social 06'& dí a , Ohumb ito b.a.bia. e &t.ado estucliando un ecli1ieio para un club (que seguram ente no se reali zada ) , y oon su fút i l wna.gi naeión de a.rti&ta, veta. majestllOA& escal-eras de entrada, b e llOoS y aan pli o s sa l <>ne.s do.nd& fuma.r tJ'&a los crista.les de aJegrM (como en el t.ango) , ulaa de lec tura. inundada.<; de luz y s oñ a.ndo a-(m en su proyecto llegó a la sede de }a Sociedad. ¡Y la. r ealidad l e dió e l duro golpe del contr8ollltel ¡Ah, n.o 1 ¡eso no podfa 'Sel' 1 e s a. la. cn tra.da de su S o.eie.da.dl de Arqui t eat011 t ¡ E ra, sil - U na pobrecit a. chepitr. de • · m a.lte bla.nw y a z ul, se lo gritaba a puñetazos en l os oj018', '' pend&n t'' c on la c.ha.pa enl r e nte, q ue pa red o. bailar un mi.nuet oon 6WI adorno6 roeocó. Ohumbi to, dec e pcionado y re.igna.do, se dispu.eo a eubiJ' ••• 1 U f La runpinl&da. y e-strech a escalera ¡Y pensar que habfan venido co)ega.s e x t ranj e ros ! 1!.: 1, m u y m odes t o, s e dijo q ue erutr a.Ji a ea'lla.dilto, Jri,n llama'T la 81tención. y , 1•7! , eM e ne.rv a.nt e y dela.oora c am1 pn.ni'llla. de la ea.ncell. A Chumbioto lo hi z o poner pero siguió s ubie.n do

Arriba, qui s o int c,n remitr e n }al'l p&Yo lo obM&iooaba metopr. d e l t.enón , ca.bez a. ab ajo detr á.li de una pue rta. y el empapt'lado viejo y deteriorado .•.

Chumbito o ptó por r efugi!a.I'Se en la sal8i de 1eetul'a.. j Ah 1 1qué &adi&l LlAma de luz , una las opaoa, impenetrable, que obliogr.ba, -en ple no dia, a encender la bomba eléotriea

Y al ü ·se, Ch umbito pensó que junto a la eha.pa d e errtrada, podria &gl'ega.rae : '' En c a.sr. de h rrero, cuch ill o d e palo ''.

Y mientras e s p e raba el tranvia (h&Jbta que apro-vecha.r el -abono) , rec0'8tado a un &rbol, ee puso a soñ111r: veía. una sede dilgna de la Soctedad de todoa loe Arquitecto&; vela. una &&idua y numeroea c oncurr encia. d'OoDdc se t.ra.tl&ba.n temas de a.ctua:lidlad en beneAcio de la profesión; vef a a la Sociedad con un ca.ráct e r má s amable, eon un ambiente de club , fomant81lldo l& ent..r-6 todos loe colegas; ve í&. porr vei ll! llega.r, al fin , su '• 38 in line'' con e.l atra.eo si&temát.ioo 7 oorJ • pond i-en te.

Chumbito necesitab a un libro de Arquilt&otuYa. Film>, 1hO'l'rOr 1, 0011 el peeo t..n bi!Qo el lib r o estaba tan a.l to , qu.e oChumbito, t.ra.n camante, desieti6 de adquilrirlo.

E ntonce-s se aCOJ"d6 de la Bibliote ca dl& la F.a.cultad rCuA.ntu hor&a de .eana r.l&gJ"ía babia pa-sado e.n oHa., rode ado de a.quellOIS' libros, siempre cli1q>ueetos ayudarlo en 81lg(m ''peludo'' 1

Y OhU!Dl bito e ntró, todo S(}nriente. 7 quedó eetnpef81Ctol

¡ L a Bi b li oteca no era má6 la misma 1

Y.a n.o h abla aque l p intore sco deS(}rden en loa estmtee, ni l i bro• 7 revietae ., las me8818.

A.h o r&, un c rden perfe ct o reinaba e n tod'818 pa.rtee, y hUW. le pa.reei ó que todos loe libr06 , su inm a.cula.da eti qu e ta bla.nea, le mi raban desde lo alto con un dejo de orgullo.

Un t 111nto cohibido , C humbLto ad.z6 la mamo pa.11a lllleanzar un volumen

E n el 81\lgu sio sdlencio de la tsad. & , r e sonó una voz profu.nd a como la v o z de la oonc ienei a :

-¡ P s h l ¡Qu é v a U d a ha-oor1

C hum b i to se s obresaltó

- Pues. a .a a mirar. un. un lib ro - talr'tamu.deó

Y todo azorado se ent e ró de la novedad.

Ya no existfa 1ná.s .aquel rég i-m e n d e mo.e.rá.t.ioo y de Terdadera cooper-.ción La Biblioteoa no ere ' ' tan del pueblo " como ant es. Ya no &stabw mAs loe libro.& a su alcanc e Ahora. debfa adivi.na.r e n eJ oa.t álog,o - fria lista de tftuloa qu.e .nada le augerlan- dónde encootraor lo qu e buscaba

&y m no acertaba t

Pnes, pedi r otro y Mi sueeeivam&nte

1All, no , decid id ame n,te la B ibliotec a no era más la miflmal

Y Chumbito, asombra d o , p.regu ntó: - ¡ ¡Por qué fl Y con dolo r qu e la. .culpa era de esa m.iSJJ14l oon fiad a li.bertad <¡ue r e gi a ante& loe altos destinoa de la Bibliote c a p el'SOna.s , que él no podf.a cr eer perteneciesen a la bul)Janguera y fa.lanje estudiantil , damdo muestr111s d e un egoismo i.ncreible y de una falta de cultura ine s pel'&'dla, tignos del m&s fran co r e pudio (Chumbito imaginaba .ea&tigoa m&s espelu zn81ltes que loa de un gobi erno de f aet o ), a.l'l'anc a ban lám.i natS, cortaban graba.do.s, se lle 'V'&ban r evi s tas, demO&trwdo no s entli.r e n absolu to n:i cariño p o r l os li bros ni respeto por e l alumnado

Cbumbito hahfa l e fd<l la orden&nz.a sobre pa.rcelamientoe, &probada recientemente por el Muni.eipl<l La. idea le p811' ec ió buena en pri.neip io , aunque e.refa .Uvi na.r la auiiMt'Cia del e.rilterio -de UiJl &I'C[Uitecto en la resolu ció n .a.doptlada

P'e1'o -se oonform6 pensando que la. Soci:ed'Bd, "como eiempre en ouoe an.6.1ogoe", emitirt.. ea opi.nión, aunque fu ese un poeo tarde; 7 bueeamdo una c:oo1irmaci6n • aue peDMIDientoe ee pu.eo a leer el diari<l , esperando ene ontra.r el -titulo conespondiente: '' La opinión d"& los ArquitectOoS sobre la &c:tn.al ordenanza'', o eoea parecida ¡Nada!. ¡ Ah 1 aquf ha.y algo: ' 'Los rema.tadol'es 6e .•• ''. &Los rem&'tadores t. No, no 6s esa opinión la que interesa a Ohumbito. • Sigue buecaml<l 1Aquf e8'tá 1: '' La opinión de los. Ag'l'imensol'es''. Tampoco ee ello. • • Pero, ¡ 7 los Posiblemente 186 han reunido hoy y a Chumbito no le Heg6 la eitamón. • • ¡Ese Correo l. Pero, con buena voluntad todo se remedia. Cbumbito toma 1JU eombrero, sa:le apurado, mira la hora ¡ Uyl 1lAs 7 menos 1,4 l y las reuniones que 80111 a 1aa 6 Ohumbito tiene jueto el tiempo de Begv con 10 mi.nutos de a la seei6n, peTo '91& a encootrw a todoe cue coleg• ya rellJUdoe en 1o1 pasillos , agitados 7 genero11os en opi!Jl.ionee, oonve1'88ndo febrilmente •obre el teme d.e eetoefildad Y Cbumbi to a la Soc:ied.ad. Entra. Esoa.lera. Oamp&IDilla. Eeealel'&. 7 1NADIE 1

Esa n-och e 811 a.eo&t&r.se, Ohumbito pens&'ba eon melanoolla:" Dios mto 1 ¡ Qu é .eoloe que ao.moe lo. Arquitecto.! ".

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Jorce Caprario

SOCIOS HONORARIOS

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Juan H Lt.ba.die

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CHII.E •

Dr Arturo Ale•andri, ex Preeidente de la Rep4blloa

Preaidente de la Rep'dbliea Arq Ra61 E Fitte AJbeáo Coni llollaa.

Dr Balt.aaar Brwn, ex Preli· Dr Mareelo T de Alvear, u: dente de la · Arq Jos6 P Carré

Dr Joa6 F. Ariu AlejUldro Chria\opheraen

Sr. W úhi -.toit L. Pereyra de Soasa, u Presidente de la Répúbliea

Arq Nu••r BQ'dio d.e ._dolfo llonlea de loa JUoe

Arq BLeardo Gonúles Certk ITALIA

Arq Cayetano Moretti.

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Arq .. .. Franek Jl. Wataoo. Willlam L Piack. Warren S Laird.

SOCIOS CORRESPONDIENTES

ARGENTINA · CUBA

Sebaat i án Ghiliazu

Cartoa E Becker

Vfctor Julio Jaeachk &. Ra61 G. Pa1man. !laúl

Fortunáto' Paaaeron

Ao&el C1'9ce Mujica

Luia J Moreno de· }ieaa. Carloa Mendonc;a

Exeqniel Real de Aa6a

Francisco Squirru

Vlctor Julio J'aeschlut

Oa car González

Alfredo E C6pp ola

Jorre V Rivarola BOLIVIA

Arq Emilio Villanueva P BRASIL

AJit. Alejaadro .Alburquerq•e lf. Machado ,, Ra6l Leaaa Saldanha Da Gama 1' Nereo de Sampaio

Oriltiano du - Neves Sto cklea l'raaelaco Preatea Maia ,. Roberto Magno de Carnlho

Ernesto E Xavier do Prado ., Aupsto de Vaa coneellos lo•' Cortes. Paolo Candiotta ,. Rafael Galvao. ,. Aa¡elo Brnhnw ., A.rqufmedea Memoria

ALEVANIA

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An¡ Luis Bay A Hernindes Rocer

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Pablo Gutiérrea Moreno. Eugenio Fernindea Q1Lintanllla Oort

Manuel Vega 7 Mardl

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Luis Newberr Thomaa

John G Ho1UM.. Kenneth M Murelúaon

Ra:ymond B Hood PARAGUAY

Mateo Talia

Mi cuel Mujica G6mea P&RU

Emilio Bart 'l'em

Santia¡o Baaueo. o neo

Arq. Alfonso Pallarea. Roberto Alvarea Eapiaoea. ITALIA

A.rq Alberto Ce.ba Biai. Ambrogio AanODi Piero Portaluppi I.NGLATill&R.A

Arq F Baniater FlMeher C&re de IAIOGiefne.

PORTUGAL

Arq A. R Adaec Bermudea.

Acoata 7 La.ra, Horacio

Arra.ne Victoria, Lu.U.

Arteaga, Juan Jolé de. Baldomir, Alfredo Ba.rotrio, EUJenio P • Berro, Bomán. Bota:, Elzeario Bonaba, Américo.

ARQUITEClURA

SOCIOS FUNDADORES

Campoa, AUredo R

Capurro, Fernando

Delcado, Juan K.

Faget, Raúl J ., Fernández, Luil -' G

Gera.nio, LaaaJa, Frandlco

Lerena Juan'icó, Cándido

Lerena Acevedo, Baúl. Mendivil, RodoUó. Pedemonte, Juan .J.

Bi cci '1 Toribio, Ca.rlos Sa.m bucetti, Octano

Váaquez Va.rela, Jacobo Vázquez, Antonino.

COMISIÓN REGULADORA DE HONORARIOS

Arquitecto• : Alfredo R Campos , Ja.cobo Vazquez Va.rela '1 Elzeario Bota:, 7 Dr Luía L Da'l'9'iere. ·,

AOOitA 7 Lan. Boraclo.- B. Mitre , 1314

Arrute Vldorta, Lm. - 18 4e J.Uo, 2190. .uteap, 31laD Jo u.-J c. G6me11 , 142 0. Acoata '1 L••a, Armando - Franoiaco Vi· dal, 667 (Pooitoa).

Addleco, BuenaftDtura. - Aunida 19 de Abril, 3411.

A.gorio, Leopoldo C - Colonia, 2120. Apene, .Alberto - Cerrito , 407 &ua.ri.ni, Horado - 1943 Amarc6a, BodoUo L - J Requena, 1244. Armaa O' Shanahan. Guillermo. - Urup&J N o 967. Apolo, Juan J . - Insper.ción Técnica, Du· ra.zno

A.fión, Ba.món. - Boul. España, 2444.. Aubriot, .Juan A - Williman, G46. Acquarone, H6ctor. - Boul Artigas, 14S9. Artucio, L. Carloe - 1.8 de Julio , 1707 Abreu, Luil - Ca rabela.s , 309 1. Abadie Santos, Mario - Canelones, 1583. Arbelecbe, Beltrán - Bri to dei Plino, 1480

Bal4omir, Alfredo - Durazno, 2444. Baroffio, Eqenio P. - Cuelones , 1429'

Beno, Bomán - Pereyra , 2 951 (Pocitoa). Boix, Elsearto - Ellauri, 1023 (Pocitos).

Bona_., Am6rtco - Cerrito , 685

Baasi, Julio C - Rfo Negro , 1285.

Ba.rb6, Luil Alberto. - J. Benito Blan co, 6 18 bis Barltieri, Armando - Salto

Butoa Jpiebe, Jttlio. - ConTención, 1136

B87a Ca70, lllaña. - Comerei o, 2275. B&rdoni, Jol6 M - Ibieuy , 1 393 , 5. 0 pi so (Dept. J).

BoDJlec.a.rrtre, Antohio C - Trinidad, De· partamento de Florea. Btancht, Boberto. - Paysandú. Benedetto, TeJmo. - 8 de Octubre , 2747

Butler, Julio - P aracuay, 1615

Bonomi, H11Dlberto - Gral Luna, 1270

Bemporu. Carlos A . - Gral. Fra¡a, 2170. Bera.Wo, Jorge A. - BO<ulevard Eap&ña, 2584 (Dept. 3). Bevilacqua, Ca.rlos Julio.- Emancipación, 12 Campos, Alfredo R .-übuoarro, 1018, PocHo s. Ca.purro, Fernando. - Rin cón , 4 30. Caprario, Jorge. - Dura11no, 17 48

Ca.rlevaro, Alvaro R .-cipria no Payán, 2967

Croeeo, Luil B. - Rincón, 507.

Canglia Bepetto, Luis - 25 de Mayo, 575. Cra.votto, Mauricio - 18 de Jul io, 1698

Cattaneo, Miguel A - Lavalleja, 1714. Camp, Antonio - 21' de Setiembre, 2928. Ca.aama.70U, Enrique - Santiago de Chile esq. Soriano

Ca.seW Coppettt, Héctor - R ivera, 2248

Ciurieb, Elfaa - Mercedes , 17 05. Cbiarino, Antonio - Convención , 1 511 ( pr i· mer piso)

Crespt, Luis - SMltiago de Ohile , 920. Delgado, Jaan M - Col ol6 , 272'2

Da.uber, RaúL - Canelones , 892. Da Silva, Hora.cio - Ma.rtín Ga.r cí a., 139 3 (Dept. 7)

Danera, Pedro F. - 18 d e Julio , 1465. Demi chellt, José . - 25 de Ma.yo , 279. Darh Gua.ni, Enrique. - Mision es, 1489. Durán Veiga., Luis - Ituzaing6 , 1297. Dighiero, lta.Io. - S antiag o de Chile , 1304

soctds TITULARES

De )OB c-.poa, Octano - 25 de Ma70, 555. Domalo, JOM · H - J M Blan ea, 1011 D' Apto, Arnalclo - PaLria Uta Elaaurdiar, Roberto F. - Taeuarl , 1987 Bidart, Julio.-J R equ na, Elena, CKlOL - Urucua7 , 1701 Fapt, B.OI J - San Jo.é, 1092. Pernández, Luis G. - Can e, SS (Col6n) Fr&ldletti Bai, Antonio - Yi , 1326. Federici, Badl - 18 de Julio , 1885 Ferreira., Oaca.r. - Ma.ldonado, 2018. PrNnedo Siri, BomA.n - Rondeau, 164 6 (2. 0 piso) FernA.ndez, Eustaquio. - 18 de Julio , 1466. Fernándes Elorza, S. Baúl. - Libres , 14M. Gera.nio, SU'Yio - R ive ra, 205 6. Garcia. Pico, Héctor - Pa7sandú , 908. Garcia. Arocena, Carlo.s. - Ituzaingó, 1'-67. Gimeno, Joa6. - Ci udad ela , 1446

Gaggioni, Julio - 25 de Agost o, 602 González Pose, Eduardo - 18 de Julio , 669 (Durazno).

Guarino Piachert, Jttlia - Cubo del Norte , 3596 ( Millán). Giuria, Jaa.n. - Burgues, 3022

Go7ret, Luis A - Joaqufn Requena , 1680. Gori Salvo, Miguel A - Rond eau , 1578. Garese, Roberto l - Constituy ente, 1475. Ga.reia Blixen, Roque - Durazno , 17 22. Gómez Gavuzo, Ca.rlos A - Lapido , 28 74

Herrán, Jorge - Ituzai ng6 , 14 67. Herrán, Teófilo - 2 5 de May o, 5.55. Herrera Mac-Lean, Carlos A - Piedras, S6 1 (Buenos Aires).

llar1a P., Am6ricO - Paysandú , 1674. Jauge, Amadeo - Obligado, 1204. Isola Pir1a, Alb6rteo F - Uruguay , 967 I-aaala, Francilco. - Juan C. Gómez, 1420. Lerena Juanicó , Cándido. - Ma rtl , 3105 (Pocitoa).

Lerena Acevedo, Raúl - Ituzaing6, 1467 Labadie, Juan H . - Canelones , 1635. La.rrobla. Salvador. - Simón Boll var, 1270. La'Yignaase, AUreclo - Ituzaingó , 1467. Lietti, Fernando - Ibiray 2308

Leborgne, Ernesto - 25 de Mayo , 555. Mendivil, Bodolfo - Colonia. Mondino, Héctor - Canelones, 2211. Mainero, Edmundo . - Francisco Aguilar, 878 (Pocitos).

Mariano, Juan M - Colol ó 2461

Manara, Jolé - Rambla Wil son., 675 MazzuccheW Hércules J. --S go. Vázquez, 1289. Ma.lherbe, A. de - Constitu7 ente, 1 959. Meier, Juan C -:- Paysandú. Moreau, Mario. - Cerrito, 407 Mol1ns, Carlos A. - Lui s de la Torre , 644. Mufioa del Campo, Alberto.-Ituzaing6 , 1467 , Muraeciole, Juan A Rondeau, 1578

Maisonave, Giptts. - Sa.nniento, 2195 Núflez, DuUo Jacinto. - Agraci a da, 2405. Noceto, Lui8. - - S an Mart l n, 3427. Noeett, Ca.rlos E - Timbó , 119 S. Nunes, C. - Carapé , 2182. O'Ne1U Arocena, Eduardo.-Mi siones , 1 S90. Oies, José M. - Minas, 1487 ( 4 .o piso A)

Ped.emonte, Jaau J - J. Requ ena , 1071 Paez Seré, Modesto - Avda.. Italia, 2590. Héctor A - Rin eon , 4 38. Pérez Montero,. Carlos - Cer r ito , 407

•

P6res Larra.fiaca, Francilco - Po11oa a..J Rey , 1880

Pii•mtcUo, H1Uil'Mño - Ejido , 1382 Oardoso, Fe.rnawlo - Soriano, 886 • PoiiDCO 1111110, Luia.-Jos6 B Lamas, 2968

Ptra Faentea, Daniel B.-:Maldonado, 1039

Pecotte, Eqen1o. - Juan Paulliel', 1278

P1lenk, E. 1111ton. - 25 de lb-70, Pesmna, Bomua.J.do. - Canelonea, ·· Pieri Campozqar, .JuNl C.-Vúques, 14.39 · Qaartino Henera, RafaeL - Rincón, 4..3•. Quinteiro, Muuel I . - J Requena, 1274

Qumteiro, Bosendo. - Victoria, 1018. Btcc:i '1 Toribf.o, Carlos - Suirez, 2925. Bempa, H6ctor - :Ma¡allanes, 1910

Beyello, Mipel H. - Juan PauUier, 1688. Boceo, Dantel - Buenos Aires , 519 bis Bivero, Julio - Roque Graeeru, 718. Rodrtgue,s ' (Jua.J.berto.-Sarandl, 528. WcaldoDi, Am6rico. - Lueu Obea, 88. Bllll, .Jaan Antonio. - 18 de Julio, 1698. Blvu, Enrique S - 8 de Octubre, 2619. Btcon. BND6n. - 25 de Mayo, 371. Bodripez, F - 25 de Mayo, 3 71. Bodrf¡uez Elltevan, Boberto..-.colonia, 909. Boare, Evaldo - Larraiiaga, 4211 Ruano, Rafael - Constituyente, ' 1959

Sambucettt, Octano - Gil, 942. Saldún, Pedro - 18 de Julio, 1908. Santtni, HericUdea. - Avda. Italia, 8165. Santtnf Peluffo, Juan 0.-J Requena, 1604. Sierra Morat6, .Tolé P. - Pasaje Salvo, 5 o • • PISO.

Siri, Juan C. - P&'f Sandú, 1S21. Sca'so, Juan A - Cebollatl, 2014. Schinca, Ca.rloa E . - 8 de Octubre , 3774. Segundo, Luis E. - Est ación del F. C. C., Sa.la de Dibujo. Stewart Va.rgaa, Enrique. - Ituzaing6, 1309 (Dpto N.o 8).

Surra.co, Carlos A. :_ Casilla Correo , 685. Sebutiani, Marcos A. - Victoria, 1071. Sciato, Rómulo - 18 d"6 Julio, 1707. Tejera. Elo7 G. - Libertad, 2482

Terra. Arocena, Horacio. - Misiones, 1454

Terra Arocena. Rafael - Ituzain¡ó , 1S08 (2. 0 piso).

Terra Urtoste, Ca.rlos D. - Rivera, 2804. Toet, Carloa D - VAzquez y Ve¡a, 1139 Tcai, 1-eopoldo J . - Co nstituyente , 1965. Trt&'l, Bartolomé R - Convención, 1511. Tournier, HipiSUto - 25 de Mayo , 55 5. · Uranga, Joaqu1n. - Inca, 2075. Ubilla, E Antonio. - Melo Vüquez Varela., Aires , 519 bia

Vúquez, Antonino - Avda. Italia 152. Valabrega, Wcarclo E - SuAres , 3075. Vizquez Echeve8te, Feo - Victoria, 1109. Vera Salvo, Héctor. - Durazno , 1 027 (Apto. 41)

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