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Arquitectura 168 y 169 - 1931

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C OR '· El L'Ostc so pr oceso d e fa bri cac ión, pad e es ta Co mpaiií a, es ta l qu e produ ce n na co n s titu c i ó n q uí mi c a m ás p e rf ec ta y una finur a m ncho d e l po r t land Graci&-s a est a s co nd ic ion es , e l h o rmig ó n a dqui e r e r ápidam e n t e su el e vada r es is t e n c ia

E L ahorr o d e t ie mpo En t oda obr a e n

• doncl c h a.va int e r és e n pon e r e n se rvicio e l h o rmig- ó n r:lpi dam en t e, e l C e m en to pe rm iti r á ha ce r lo a la s 2 1< h o r a , s i e mpr e qn e se h aga e l trab a jo c on e l d e bid o cu id ado. En l a co n st r u cc i ón y r epa ra c i ón d e p a , im e n tos se po dr á n e limi n ar lo s d e sví o s y l a s i nt e rru pc i o n es d e l trá f ico. En tod a rl:.tse d e ob r as, como se r: C im i e nto s, Viga s, Co l umn a s , Planchada s, Pi s o s, Entrada s Com e r ci al es, e t r., s u u o es s umam e nt e indi c ad o ,... OFRE CE mayo r r es i s t e n c ia . E l hormiw gó n h ec h o co n " I NC OR " no of r ece may o r r cs iste n< ia a la s 24 hora s que l o s ce m e nto s s i n ú qu e s u r es is ten c ia s ign e e n aume nt o o fr e ci é ndol e s i e mp r e un hormi-gón su p e rior a los q u e se o bt i ene n c o n los ee m e nto s c om un es

• EL hormi gón h ec ho c o n ce m en to " I XC OR " pod r á se r ut ilizado e n toda s cJa¡. es d e t r abajo s, par a tapa r una "cu e va d e r a to n es" o par a lrnwt ar un p a l a c i o.

EL ecmcn to p o rtland " IK C OR " es u n • , ·erdad e ro ce m e n to Portland p e r fc:eeioua d o. )Iil es d e e n s ayo!' d e lab o ra to ri o s , ailos • d e ex p e rien c i a y c ie nto s d e o br as e n qu e ha id o u sa d o, h a n co mprobado e l g ran , ·a l or de es t e pr o du cto la qu e m e r ece.

EN i g u a l fo rma a l a qu e se tra baja y se • e mpl ea e l ce m e nto c om ún. El ce m ento " IK C OR " d a e l mi s m o tie mpo par a tr abaj a rlo ant es d e f r agua r qu e el ce m e nto " ARTIGAS ", y r ec i é n d es pu és d e fraguado, e mp ieza a aum e ntar r ápi dam e nt e s u r es i s t e n eia.

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Juan Zorrilla de San Martín Arqto. R. Berr o. El Concurso Internacional del Monumenlo del Faro Colón.

Informe del jurado Internacional.

Memoria del Proyécto del Arqto J. L. Olea ve. /. L. Olea ve - H. Acosta y Lara.

Un punto de viMa sobre Arquitectura Contemporánea - Saarinen.

Con lere!J¡; ia del Dr w. Hegemann. Sección Bibliográfica.- Revista de Revistas. Acfas de de la Comisión Directiva Una nueva válvula Sanitaria.

uan Zorrilla de San M , IR

EN la plenitud de sus facultades, en medio .de su fecunda ancianidad, la muerte se lló para siempre s u exi s tencia laboriosa y austera. Dotado de las má s bellas cualidades, supo em· plearlas en todo s los sec tores del espíritu y dejó

, en todos ellos la huella perdurable de su genio, Poeta, orador, pensador, hi s toriador , periodista profe so r, diplomá tico, - imposible es senalar una actividad intelectual a la cual no haya vinculado su nombre.

Caballero andante del ideal, recorri ó con paso firme los s.mderos de la vida, - lleno de fe, e n hora de escepticism o. - a firmativo y dinámico en época de vaci la ció n y claudicaciones Consag ró su existencia al más noble apostolado. Todo lo entregó s in re serva a s u patria y a la sociedad, bajo el i mpul so g.meroso de su gran corazó n pueb.l.Q · y l o éUJlÓ · como a nadie : Con Ja· clarividencia instintiva de la s multitudes conoció, a pesar de su mode s tia característica, que é l era la figura repre se nt a tiva del alma nacional y lo veneró en vida co mo a un sím bolo glorioso.

En el momento augu s to de la muerte v ibró al uníso no junto a su férlltro coloca do sob re el al· tar de la patria, bajo lo bóveda azul del infinito. N o hubo una sola disonancict. Estaban allí los representantes de le s países amigos, Id escala entera de la jerarquía d e 1.1 nación. Toda s las clases socia les , todo s los sec tores político s, tod as la s tend encia s filosófica s se concertaron en una sola y magnífi ca armonía p ara rubricar su última jornada sobre la ti erra con Id apoteosis definitiva y su prema.

fué esa su mejor victoria, conquistada más allá de la muerte, la .del Cic\ legendari o. Vic- • to ria de unió rj y d e .fraternidad, la má.; digna de su n01iíbre, la má s grata a su 1i1emoria. Un pue· blo como e l uruguay o que con tal intensidad re· acciona ante lo s despojo s de su h ij o predilecto puede mirar s in temo r es al po r ven i r.

C uando la familia se reúne a raíz de la p m ti· da de uno de sus mi embros para "e l viaje sin retorno " , entre las palabras temblorosas y los silencios prolongados, s urge más v iv o que nunca el recuerdo del ausente.

Recordemo s tdmbi én nosotros lo s arquitecto s a Zorrilla de San Martín. Pe rt enecía a nuestra familia Comprendía y a maba nuestro arte. "L a arquitectura, si es un arte, es, a mi se n tir, e l arte so berano; es la epopeya de las artes plá s ticas , En ella desaparece por compleío la personalidad hombr_f!, y l.o mara.vffloso. Una · fuerza · invisible y misteriosa es la que va moditic.ando paulatinamente, al través de lo s siglos, las línea s arquitectónicas; 1 ;s v a agr upando en torno de

núcleos desconocidos, y formando así los estilos que aparecen definitivos cuando menos se pien• sa, sin autor personal, elaborados sólo por el

tiempo, brotados como flores de la primavera de un invierno de siglos. Por eso casi he puesto duda que la arquitectura fuese realmente un ar• te : porque el arte supone un artista personal. tiene s iempre algo de subjetivo; y los grandes ti• pos arquitectónicos son obra de la humanidad en marcha a travé s del tiempo .,. vestigios de su paso No son visiones del genio, estremecimientos ines· perado s del cerebro, voces repentinas de la os• curidad, como la inspiración literaria o musical sino obra l e nta y paulatina, como las grandes conqui stas de la ciencia. Una línea nica no es el trazo de un genio, es el trozo de ·1 , ' la trayectoria de un astro. " ' Fué durdnte ano s Profesor de Teo•ría del Arte en la Facultad drt Arquitectura. Al empezar la carrera, los jóvene s alumnos se ini• ciaban en s u clase en los secrc1os del arte y en las puras e mociones de la belleza. Su palabra, cálida y expresiva, animada por brillantes imá· genes, desarrollaba los principios de la estética y a h is toria de las artes plásticas. Trazaba con vivos caracteres Jos jalones fundamentales en la evolución de la arquitectura. El templo egipcio, o y sombrío, -e Partenón d e mármol sobre la Acrópolis sagra• da, - el anfitedtro romano envuelto en la clámi· de griega. - la ba sílica cristiana, - la cúpula bizantina , - la igi esia románica, grave y austera,la catedral gótica que eleva hacia el cielo sus m uros encaje, - la de los órde• nes en la Florencia del "cuatrocientos , - el re· · naCi111iento triunfal que propaga por toda · E u· ropa, - los capr ichos del barroco, - las fanta.:. · sías d el -la reacción neo clásica. Con visible emoción, hablaba luego de nuestra pequena herencia colo nial. La Matriz, armoniosa y serena, donde halldba un refugi o su espíritu creyen te , - e l Ca bildo, elegante y senorial, - la Ciudadela de piedrd, último baluarte de la domi• nación hi spana

No volverá a resonar en su cá tedra el encanto de su palabra. No cruzará más l os corredores s u figura familiar y so nriente No recibirán ya los estudian te s el ejemplo admirable de su fideli· dad en e l cumplimiento del deber.

Pero el recuerdo del Maestro no se borrará jamá s del ambiente de la Facultad Desde el tero del a ula , s u figura prócer presidirá las lec• · Símb oJo ideal, como la estátua de · · A riel en l a cáte dra de Próspero, evocará ante las nueva s generaciones de arquitectos "la parte n ob le y alada del espíritu, el entusiasmo genero• so, el m óvi l alto y desi:1teresado en la acción. "

Román Berro

El Concurso .:Internacional del Monumento del Faro a Colón

EL 17 de Octubre pasado fué hecho público en la Ciudad de Río de Janeiro y en pre sencia del Presidente y Ministros del Gobierno Provisorio del t)rasil, de las Alfas Autoridades Eclesiásticas. Municipales. Cu erpo Diplomático y se le c to pLH)Iico, el fallo del Jurad o Internacional, • presidido por nuestro compatriota Arquitecto Ho racio ..:\costa y Lara que lo integraba en repre· sentación ele la América Latina y del que acle · má s formaban parte los Arquitectos Frank Lloyd Wrigtll en representación de Norle América y E.liel S.aarlnen en representación ele Europa.

Pocas veces se habrá presentado al Arquitecto un problema de más difícil interpretación que el que constituía la finalidad de este Concurso.

A Cristóbal Colón casi todo s los pueblos de la Tierra, en una forma ú otra le habían consagrado en su memoria alguna manifestación que mate· rializara su veneración y proclamara su gloria. Pero estas manifestaciones llevaban impreso siempre el caracter nacional del pueblo que se la s dedicaba.

Sin embargo, el hecho histórico en que fué Co · Ión su principal protagonista perlenece a la Hu · manidad íntegra y en este caracter, no había recibido aún la memoria del insigne navegante, la consagración solemne y definitiva.

Este caracter precisamente era la fundamental dificultad del problema, y era tambi én lo que se buscaba y lo que se exigía. Lo est abl ecía el preámbulo de las Bases y Programa y el jurado al dictar su fa ll o en el Primer Grado del Concur&

-250 -

so l o había fundamentado en las s i g-uien tes con· siderc'lciones que reforzaban las d el n :

·El Jurado ha considerado que lo fundamental

" de l problema era encontrar un símbolo que

• expresara l as cu alidad es básica s qu e han co n·

• sagrado el descubrimiento el e América por Co ·

, Ión, como el acontecimiento má s g ran de en l a

, historia del mundo

"La influencia que ese ha teni·

• do en lo marcha de la civilización es tan vas·

• fa, su signi fi ca do tan trascendental, que un .rno· numento c onmemorati vo de tales hechos. debe

• de una natural eza especial, capaz de im·

• presionar indistintamente la imaginaci ón ele lo·

, dos los pueblos y en lodos los tiempos. ··

" Debe ser un men saje a nuestro espír itu Debe

• de llevar también el sello que lodo gran acon· , teci mi en to humano imprime a una ipoca. De·

• be simbolizar la fuerza, la visión y el \·alor del » homhre que ll evó a cabo oquella obra.··

El fallo del segundo grado del Concurso ha s t· do consecuente con el del primer gra d o, sien d o de notar que la Constitución del Jurado no era la misma, pues en este figmaba el Arquitecto Raymond H. Hood al que no le fué po s ible aststtr a Río de janeiro, hdbiendo sido sus tituid o entottccs por el A rquitecto Frank Lloyd Wrigth.

A continuacíón transcribimos el fallo del Jurad o y luego la Memoria del Proyec to que obtuvo el Primer Premio cuyo autor es el .4rquilecto J. L. Gleave.

A LA UNION PAN o AMERICANA

lnform'e del Jurado .nternacional constltu,-endo e- fallo ' pronunciado en el segundo grado del Concurso para el Monumento Faro a Co.lón .

EL criterio ge n era l del jurado , en el primer grado del co ncurso, fué el d e escoger ideas que debían de de sa rrollarse co n un nuevo es tu• dio posterior, n o esperán do se que la mayor parte de los · autores de los diez proyecto s escogidos, se conc retaran a repetir, sin grandes modifi cacio· ne s aquel:as mismas ideas anteriores.

En este segundo grado, algun os de los -proveelo s no han sufrido ma yores modifi c; acione s. otros so n co mpletam ente nuevos y algunos han mejo· rado considerable mente su primera idea. No obs· tan te , y solo en el empleo de un gran y moderno recurso, la luz artificial, ninguno de los diez pro· yectos presentado s ha hecho u so de otros me· dios, que los empl eados por las civ ili zaciones precedentes.

Apesar de no haberse aprovechado los nuevo s recursos de la con s trucción qu e caracterizan es te siglo, uno de lo s proyectos, haciendo uso de la luz , ha impreso a su composició n una si mpli ci · dad y fuerza , dignas d e los grandes monum en tos obteniendo una expresión simbólica, si n perjudi· car la belleza simp le de las obras de Arquit ec tu · ra. Visto este monumento desde la altura o de s• de la tierra, su m asa sin complicaciones , le pro· porciona un carac ter de dignidad y de noblez•

- 251 -

que expresa claramente el valor y el · espíritu de sacrificio del descubridor a quien se · le dedica _El p asaje descubierto que contiene, en forma de cruz, em i tiendo o re c ibiendo luz, producirá desde s u interior un efecto particularmente expresivo, proporcionando además una temperatura agrada• ble en un clima tropicaL

La idea del conj unto ha sido con una unidad y con una marcada expresión de fuerza, conseguido lodo, sin que haya sido necesa rio llegar a grandes altura s ni a un ab so· )u lo predominio · la vertical, cosas estas co· m un mente expresada s con la co.Iumm.a :o el so · porte vertica l. En es te proyecto queda eviden· ciado, que la ex presión de la dignidad y d e la fuerza no es una c u estión de allura solamente Ademá s su construcción es simple; no exige se· ria s fundacione s; puede hacerse, sin mucho cos lo , inmune a los movimientos sísmicos y huraca· ne s Su costo total es el menor de todo s lo s proyecto s pre se ntados y no excede, con toda probabilidad el monto fijado en el Programa del Concurso.

E! jurado deja con s tancia del agrado con que acuerda, por unanimidad, el PRIMER PREMIO al Proyecto del Arquitecto ). L. GLEAVE de

PRIM ER PREMfO- PLANTA GENERAL

Nottingham, Inglaterra.

El JuritdO considera de valor, otro de los proyectos. Su plano d e con junt o es excelente y ha contemplado, como un elemento, en su composi· ción general, el futuro desarrollo de la Ciudad de Santo Domingo y el propio mar. La idea de colocar el eje principal de la composición inclina· do, es recomendada por el Jurado aplicarla al proyecto clasificado en primer lugar. La for• ma escultural de las masas hace honor a su com· posición, y habiéndola s colocado hacia el mar, corno una proa, contribuye a su simbolismo y permite colocar una plaza en su parte posterior, desde la que se ve la alta abertura de la Capilla Conmemorativa, que junto con la lápida y las figuras, da un aspecto particular a esa plaza.

Este conjunto es de un gran interés y valor es• piritual, aunque la gran esplanada o avenida que continúa detrás de la plaza , puede considerarse como una exageración sin valor práctico en un clima tropical.

El costo de este proyecto, está probablemente dentro del límite fijado por el programa.

La transcripción bien elegida que hace su au• tor, de un pensamiento de Herman Melville:

" La verdadera fuerza jamás perjudica la • belleza o armonía, más bien contribuye

• a ella; la fuerza magnfiica con más éxito

• que la magia " puede aplicarse más propiamente al proyecto cla· sificado anteriormente, pues en el que comenta• mos, la fuerza esencial se ve disminuida por los refinamientos de las formas rebuscadas, emplea· das en los planos inferiores <id monumento En lo mismo que en otros aspectos de vertica• Hdad, pierde algo de su simbolismo y énfasis. Los detalles están bien estudiados y son expre· sivos y en el conjunto una relación justa entre las partes y un sentido general de simpli• cidad.

Teniendo en cuenta que la torre faro no está ubicada en el paraje indicado en el Programa, el jurado debería eliminar este proyecto del Con• <:urso, pero considerando que tiene cualidades y sugestiones dignas de tenerse en cuenta, le acuer da por unanimidad, al proyecto de los Arquitec• tos DONALD NELSON y EDGAR L YNCH, de París y Chicago el SEGUNDO PREMIO.

Después de hechas estas dos clasificaciones, el Jurado no encontró, si n alguna dificultad, los dos proyectos que debería calificar en tercer y cuarto lugar y que guardaran una relación semejante entre sí y con los anteriores, a la que guardan estos, y procedió a clasificar los ocho proyectos restantes, fundándose en las siguientes conside· raciones.

JOAQUIN VAQUEROS PALACIOS y LUIS MOYA BLANCO, de Madrid, Espana.

En una forma análoga a los hombres ocultos en el caballo Trpjan.o, eL aspecto _arquitectónico, un tanto complicado de este proyecto, está oculto detrás de un enorme y abstracto partido de tres masas, aprisonando una colosal figura de Colón con sus brazos abiertos. Esta exageración de la figura humana, empequenece el propio monu· mento y quila al observador todo el sentido de su gr<1ndeza. Analizado y reducido este proyec· to a sus elementos.. es una estátua sirviendo pa· ra un faro colocada en un parque que está des· vinculado de sus contornos. Además, admitien· do esta idea convencional pdra el monumento. su forma arquitectónica no expresa fielmente su función

El costo de este Proyecto, sería probablemente casi el doble del fijado en el Programa, por lo cual debería colocarse fuera de concurso, pero poseyendo un fino sentido de la proporción, una apreciable habilidad, que se muestra en la orga• nización y arreglo de las numerosas partes, re velando al mi smo tiempo un trabajoso y con· cienzudo estudio de la Arquitectura de Centro América, con el que se ha obtenido una particu· lar belleza, en su forma y en su detalle, el jura• do considera a este proyecto como digno de la calificación de que se le hace objeto en el párra• fo final de este informe

THEÚ, LESCHER , PAUL ANDRlEU, O ZA· VARONI y MAURICE GAUTHIER, París, Fran• Cid.

En este proyecto se ha usado un eclecticismo aplicado a la imitación de un templo Maya que • tiene una impresión de solemnidad, producida por sus dimensiones exageradas. Su interior abovedado, está en contradicción con su arqui• tectura exterior. Su conjunto está fuera de una escala humana y sobrepasa de tal manera ( por lo menos diez veces) el costo fijado en el Pro• grama, que lo colocaría enteramente fuera de concurso, presentando además el proyecto cierta discrepancia entre algunas de sus partes. Esto no impide observar una noble simplicidad y ha• bilidad de iluminación en el de conjunto, que lo hace digno de mención. La presentación de este proyecto es magnífica, lo que anadido a sus otras cualidades justifica la distinción de que se le hace objeto en el último párrafo de informe.

PROFESOR PIPPO MEDORI, Roma, Italia

Un buen plano de conjunto. Su expresión es la de un pseudo moderno que hace uso de un eclecticismo, que da a formas arbitrarias, solo el valor de quien las interpreta, con el fin de crear una apariencia simbólica. En este caso es Colón en la proa de un buque, a lo que no se le en· cuentra mucha justificación. No existe en este proyecto una idea única, presentando sus formas separadas, sin ninguna unidad y sin que esté ex· presada claramente la función de las mismas -252-

PREMIO - FACHADA LATERAL
· JJRIMER PR EMIO CORTES

Este proyecto no ha sido modificado en el se• gundo grado

CORBETT, HARRISON & MACMURRA Y, ROO· GERS ANO POOR ANO W. K. OLTAR IEVS· KY, New York City, U. S. A. tiermosa presen• !ación. Las cinco torres sup erpilestas, semejan tes a la de San con reminiscencias • de los muro s de Sienna y de arcadas romanas, soportan una pequef\a linterna. En el plano di· bujado con esmero y delicadeza, se nota una falta de relación entre las diversas partes. El fragmento de un buque, colocado sobre unas gradas, en actitud de deslizarse hacia el mar y sosteniendo una estátua de Colón, es una idea que perjudica la grandio si dad. Estos partidos no expresan el pen samiento moderno El monto fi· jado, solo permitiría co n struir una parte del mo· numento

OOUGLAS ELLINGTON, ASHEVILLE , N. C., U. S. A Un mal plano, excesivamente desarro· liado, en forma de una rebuscada roseta, desti• nada a crear un sentimental simbolismo acentua· do por olas de una llamativa alrura, que rompen fragmentariamente, constituyendo una masa de desagradable silueta y que nada puede materiali· zar arquitectónicamente en un· faro. Este pro· yecto no ha mejorado su primitiva idea

JOSEF WENTZlER, Oortmund , Alemania. Un inapropiado y alto edificio, co n una gran lámpa ra luminosa en su part e superior Carece del sentido de la proporción y su apariencia es ajena a la expresión de una conveniencia cualquiera. La misma presentación está falseada por los in· gratos oscuros de los planos, frecuentemente vistos en los concursos. Este proyecto, solo podría construirse en parte con el monto asignado en el Programa

LOUlS BERTHlN, GEORGES OOYON y GEORGES NESTEROF, Parí s, Francia Est e proyecto constituye un conflicto de centros con intereses de diversas clases. El monumento con· siste en seis enormes columnas colocadas en cír· culo, siendo un faro cada una de ellas y una , consagración del inmortal soporte vertical en su forma. Su plano poco se adapta para un mo· numento y su costo sobrepasa al estipulado.

WILL RICE AMON , New York Cily, U. S A. Una bifurcación sin justificación y sin que llegue a ser un símbolo conveniente. Partido estrava• gante, consistiendo en una estátua de Colón, en· tre dos sopor te s colocados sobre el centro de una rueda co n c uatro rayo s. La altura en este proyecto es su debilidad y c laramente constituye un abuso de esta dimen sió n Excede bastante el costo fijado y no ha sido más desarrollado en el segundo grado que en el primero. finalmente, el jurado resuelve adjudicar el TERCER PREMIO a los Arquitectos JOAQUIN VAQUERO PALACIOS y LUIS MOYA BLAN CO, de Madrid, Espaf\a; y el CUARTO PREMIO a los Arquitecto s THÉO, LESCHER, PAUL AN· ORIEU, O. SAV ARONI y MAURICE GAUTHIER de París, Francia.

Eliel Saarinen Deleg ad o en e l J-urado p or EUROPA

Frank Lloyd Wrigth

Del ega do en el Jurado po 1· NORTE AMERICA

Horacio Acosta y Lara

Delegado en el Jurado p or la AMERICA LATINA Presidente

PRIMERJ PREMIO - PLANTAS

Memoria del Pro¡r ecto del Arquitecto J. Lo Gl·e:ave

PREFACIO

C REDO

Creo que el ego del hombre en su al m a, y el propósit o de todo acto co n sciente es impresi o nar a es ta , lo que pued e llevarse a cabo por medios di s tint os clasificado s ( 1) como direc tos, (2) co · mo indirectos

E l medio directo es el que v a del alma del ar· li s ta al alma del espectador. El m edio indi recto es el qu e va al alma por m edi o de l os se ntidos f ísicos.

Creo qu e la Arq uitec tu ra es la má s gra nde de las Artes. La P int ur a, la Literatura , la Música, l a Es c ultura , llegan al alma de l hombre que van a i mpresionar por lo s se ntido s, (2) med i os esen· cialmente físicos. Cuando un ar ti s ta pinta un cu adro para producir u11a det er minad a emoción es a em oción, ésta va de sde el alm a d el ar ti sta a su cereb r o desde este a s u mano, des de la ma· n o a l a te l a y fina l mente de l a tela a la vista, p ara ir des p ués desde es ta al cerebro y d esde el ce r eb r o al alma del es p ectado r

Pero la Arquitectura además d e em p lear esto s m ed i os secundarios indirect os c uando l os necesi· la puede también infl u enciar direc t amente en un mayor grado el pen sa mi en to y el alma s ub cons · ciente del espectador

Por ejemplo: Yo sostengo que un especia ·

dor, en el interior de m i m on um ento, aún en el caso de llevar l os ojos vendados y es tar despo• jado de todo s l os se n tidos, se ría impresionado de tal m anera, que se nt iría en su alma l as mis· m as emociones de l os propios días d e Colón Como ade má s, yo s iento y co mp rendo al mismo tiempo, mi pmpia imperfección y la del especia· dor, he int roduci d o escu ltur as, s imb o li s mo, etc., p a ra ha ce r m ás i nco nf und ibl es m ás claro, el des• t ino del m onumento, cosas estas que el especia• dor usará e n el grado y m edi d a qu e le co nvenga o neces ite

Lo qu e yo realmente de seo mostrar es que es · te medio directo de impre siCtnar el alma es la característica más importante y perdurable de l a Arquitectura, y que l os s imple s signos y sí mbo· los serán ca da vez meno s us ado s a medida que el alma del h o m bre se haga más libre y más sensible.

El Ideal Este es un monum en to dedicado a Cristóbal Colón a l os ideale s por los c ual es él vi vió y por l o s c uale s a ún vivimos n oso tro s.

Es un monument o a l Progreso a Dios Progreso - la inn ata amb i ción, el anhelo, la irresistib l e as piración del hombre de s"' de qu e es hombre

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PRIMER PREMI O - M A QUETTE

Dios el Misterioso poder, que está detrás del Mundo que hizo el Mundo, que es el Mundo, y que terminará el Mundo.

Progreso, Dios. El ciego impulso hacia ade· Jan te que nos lleva hacia un fin desconocido que llamarnos Dios y que hdce que cada descubrí· miento nos haga avanzar un paso en la oscuri• dad, y que cada invento nos haga ganar terreno en la senda iluminada , hasta que todo sea expli· cado, hasta que sepamos quienes somos, lo que somos y porque somos.

La Interpretación del Ideal. Los Griegos construyeron su Partenon destinado a Palas Ale· nea, que personificaba los ideales de su época. Este monumento se eleva a Cristóbal Colón que representa ideales paralelos a nuestros propios ideales. Nos muestra a Colón partiendo de la nada, anirnado por la Cruz, navegando en el mar embravecido, sufriendo penurias y fatigas, luchas, contratiempos en sus acciones heroicas que terminan triunfalmen-te elevándose haeia Dios. Por eso debe qe vérsele claramente, eu una for• rna nítida inconfundible, y debe ser el vivido ger• men del monumento al rededor del cual flote corno un halo su espíritu. Debe de vérsele inde· finible en el espado, intangible, iluminado, dando vida a todo el material que tiene la for111a de una Cruz, simbolizando de una manera perma• nente sus ideales, impregnando su espíritu, guia· do por ellos, modelado por ellos, materializando el moderno progreso, representando el engrande· cimiento, el irresistible y valiente avance del Hombre a través de los siglos, marchando siem· pre hacia la luz, indicando que lo mismo que en Colón, nuestras aspiraciones se elevan hacia las alturas, hacia Dios La forma es clara y evi• dentemente comprensible. Puede la gran masa representar otra cosa que el Progreso, la contí· nua marcha avanzando, el gran esfuerzo hacia adelante y hacia arriba? Y puede ser la Cruz otra cosa que Dios ? La Cruz impregna toda la comarca y su atmósfera. La Cruz significa todo lo que es bondad.

Todas las buenas cualidades espirituales o ma· !eriales en el Mundo, están simbolizadas por la Cruz. ¡Que significado da ella a un monumento que adopte su forma ! Una sola ojeada y el vi· sitante queda con su ánimo preparado para re• cibir convenientemente las debidas impresio nes La Cruz no puede ser indiferente para nadie. Una ligera observación de cualquier otro sím· bolo que pudiera hacer uno de los mil visitantes y el monumento perdería mucho de su significa· do. Nadie se atreve a mofarse de la Cruz. Las Casas escribió en su Diario: ''Ellos hicieron • una costumbre en plantar una Cruz en todos ., aquellos paises e islas en que desembarcaron. El mismo Colón escribió "Voso tros debeis plan•

" tar Cruces en todos los caminos y sendas pa-

• ra que Dios sea alabado, porque estos paises • pertenecen al Cristianismo y su recuerdo debe • ser conservado siempre." Y esto tiene un gran significado. Descripción. Sigamos el curso de un visitante a través del monumento.

Primero se parará en el patio de Colón entre las dos loggias que lo abrazan fortaleciendo su ánimo para entrar en el gran pasaje semejante a un desfiladero. Por encima tiene la gran ma• sa, cuyo significado no puede confundir, no so· lo porque está bien definido, si no por que ade· más hay centenares de nombres grabados en los dos paramentos de los muros que lo encierran y que indican inequívocamente el Progreso. Se encontrará así fascinado por los nombres, haza· ñas , hechos y acciones que ellos recuerdan; lo• dos mostrando el avance. siglo por siglo, desde Colón hasta nuestros días Einstein, Lindberg. Mozart, Pizzarro ; cada uno en un recuadro. To· das las naciones del Mundo , todos los idiomas de la Tierra. ¡Que pequeño se sentirá él, que insignificante! Internándose en el pasaje, apri· sionado por los altos muros, ásperos , rústicos, y de un color rojizo, se sentirá atraído poderosa• mente hacia la brillante tumba que está en el centro de la Capilla, en el corazón del monu· mento , rodeado por una cortina de luz a través de la cual admirará su indescriptible riqueza. co· locada como una joya en el centro de un parque y una selva de 1500 hectáreas que le sirven de marco.

A cada lado de la Capilla las entradas a la Biblioteca y al Museo. Todo lo relacionado con Colón está situado en este espacio. Después de la tumba, entrará en el gran pasa• je de Colón en el medio del cual en todo su lar· go, como una serpiente de granito verde • negro se podrá ver esculpida la vida m aterial de Colón surgiendo del suelo balastrado. Los muros tie· nen un aspecto áspero y tosco, de un rojo te· rroso oscuro. Las misteriosas tiniebla s, el mor· tal silencio. imponiendo una paz respetuo sa. una perfecta paz. que l o rransportará a los lejano s días de Colón, y lo hará participar d el espíritu de Colón. En el encierro en que se vé se ntirá más aún la melancolía tri s teza, l a su per s tición d e aquella época y corno ellos lo hicieron, sintiendo una esperanza y valor al tener pre se nte y recor• dar el actual progre so Luego situándose en lo alto del monumento y mirando hacia abajo verá allá a lo lejo s el sutil e inextinguiole espíritu de Colón del cual todo monumento ha sac ado su forma. y sentirá la influencia de una inspiración de acuerdo con su naturaleza producida por et paseo a través del gran fc!lro, se rá como un altar del moderno progre so. Desearía él conocer

SEG U NDO PREMIO FAC H AD A
SEGUNDO PREMIO PLANTA GENERAL

el simbolismo de los veinJiún motivos que cir· cundan el monumento'? Todo él está saturado de significado. Todo tiene s u rol que no es la vul· gar variedad sentimental que se ve generalmente por todas parles. Cuando llegamos a conocer una cosa por el rótulo que ostenta no tardamos en olvidarla. Si durante nuestra visita la hemos descubierto por nuestro propio esfuerzo se nos gravará más, la recordaremos s iempre, la enten· deremos m ejor y la mejor. finalmente nuestro vi s itante volverá a la tierra y dirigirá una última mirada al monumento que le s ugerirá a s u es píritu más de un pensamiento: Una serpiente Azteca ; una Esfingie Egipcia; un imaginario y pensativo c uerpo humano posírado, sostenido orgullo s amenle , por sus ideas, con la vista puesta en la co nquista de nuevos mundos. Encontrará en la remini s cenle forma de los ae· roplanos, de los barcos, de los automóviles un absoluto símbolo del movimiento moderno. Y además bajo lcl influ encia de la s condiciones cli· a veces con e l cielo nublado y oscu• recido; a veces claro y límpido; a veces grisáceo semejante a la sombría de la Ci· vilización, vi sta durante siglos, algunas veces mo· viéndose rápidamente, vívidamente, se ntirá tal cual aparece en los últimos tiempos, el acelerado ritmo del moderno progre so. Y aún podrá suceder que se encuentre allí, en el profundo pasaje. cuando el sol pasa por s u eje, para verlo ilumi• nado vigorosamente.

Todo esto tiene una única finalidad que aumen• ta y caracteriza la del monumento.

Vista a •,eJjal'(» "' \maginemos · ahora el momento en que vemos tierra desde un trans• Atlántico del aire. Una enorme Cruz extendida en el suelo. llna doble Cl'uz mostrando temas e ideas paralelos. Una Ci·uz de alargada dando una idea de Progreso. , El adecuado y justo símbolo de Colón, expre• sando exactamente lo mismo desde lejos que desde cerc a, lo que tiene gran importancia. "' Habría sido t aJ vez más ameno el representar una misma cosa con dos aspectos; por ejemplo algo que de lejos fuera una cruz · y de cerca un barco, pero eso no tendría la fuerza ni el valor necesario en un monument o de esta índole donde el ideal debe ser expresado claramente, enérgicamente y con una lógica jrre sisli ble E ste es un caso en que la monotonía no es monotonía si no unidad expresando una s uprema simplicidad de propósito, tal como lo son por ejemplo Las Pi· rámides.

Los caminos al aeropuerto y al puerto de los hidroaviones armoniza con la floresta. Solo la Cruz es blanca y como una espada luminosa echada en el s uelo. No han firmado cada uno de l os hombre s de la cristianidad que

han contribuido a formar las Américas con el signo de la Cruz, como un acto de fé? Y no es una hermosa idea que las Américas, como una sola cosa, firmen nuevamente con la Cruz, mostrando así al viajero desde su primer mirada hacia la tierra que s us ideales están unidos a Dios

En los tiempos antiguos para conmemorar cualquier hecho, los hombres erigían cruces, marcaban cr uces, en las ciudades, en Jos monu• mentos conmemorativos, con las ligeras variantes que i mponían las de cada caso. Tal cucJ I ellos l o hicieron lo debemos hacer nos· otro s y así dehemos erigir la primera Cruz del atre.

Color Imaginemos el verde oscuro del bos· que, interrumpido por la Cruz verde pálido, de la cual su rge la intensa masa de la Cruz blancocrema, ostentando en su centro , una especie · d'e joya de brillante o ro, purpura y rojo, colocad a como su propio corazón.

La profundidad del pasaje color rojo terroso LOntrastando desde lejos con las masas que lo rodean cofor amarillo cremoso en la baS'l, blanco en el centro con sus inscripciones pinta· das en roj o, verde. y azul osc uro desvanecidas hacia abajo.

Los efectos de luz ¿Cuáles serán los efectos de noche'? Las dos grandes cruces iluminadas con una luz rojo de sa ngre. formando la Cruz de Colón, rodeadas por otras blancas más des· lumbrantes e inconfundibles, las Cruces del Mo· derno Progreso, rodeando a la primera, mante• niendo durante la noche mismo paralelismo que hemos visto de día Durante las noches ne· bulosas una cruz , reflejada en el Cielo, que pare• cerá suspendida el aire sobre todo Santo Do· mingo. La s nubes en alto arrojando una enorme Cruz de color rojo de sangre, hermana de la Cruz del Sur.

Est(.l luz no impresionará con un destello como el de_.. los faro s ordinarios, sin.o que su luz hará el efecto de un latido al que da vida todo el Monumento, que se nos aparecerá como una gran bestia recostada en el su elo, anhelando siempre, sie mpre despierta y sie mpre vigilante Como símbolo La cuestión más importante relacionada co n un m o numento la constituye el hacerlo inconfundible en cuanto al homb'e a quien es dedicado. No debe ser posible su con· fusión con otro, pero yo no conozco un rnonu· mento así. Como puede o btenerse en el caso presenle? Puede ponerse una carabela con una Cruz en sus velas lo que serviría para re presentar a cualquier cruzado; para obtener algo más definido, puede colocarse su nombre; tal vez un bu s to; pero todo esto presupone una familia ridad con el retrato del hombre y el conoci·

• mi en to de sus hechos a través ele relato s o lec tur as, lo qu e es lá l ejos de se r l a perfección. S in embargo , de l ejos o de cerca, debe ser el m onu· ment o y el hombre una so l a cosa inconfundibl e El único c a mino es dar al con jun to la f o rma de un símbol o. El único sím bolo que hac.e incon· fun dib le .a l os E s1a dos U nidos de Nor te Améri ca son la s Fr anjas y l as E s trellas lo que t odo el tnu ndo reconoce co mo la expresión de l os idea· le s de ese país E l únic o monumento qu e ha hllcho inconfundible a la C r istian i dad. es la Cruz Cri s tiana, a la que todo el mundo r econoce co .m o la expresión de los idea le s de la Cri stiani · dad , la que concre ta, en un símb o lo. todas la s creencias y las ense ñanza s de la Biblia Es mu• cho má s expresi v o co l oca r l a Cr u z Cri s tiana co · mo u n símbolo en un libro que escribió en él la pal ab ra : • C risti anismo " · Ella sim boliza el episodio má s grande de Cri s· to y por tien e un sign i f i cado esp ecial. Co · m o ha s ta ahor:a Coló n no ha tenido un sí mbolo yo he inven t ado uno que tiene t ambién un si gn i · ficado. E s t e símbolo se r á colocado en los l'ibros • d e hi s toria en l as biograf ías. en l as banderas y

Lo s c amino s de sus alred.edores, son bastante g rande s, pero no d e un ca r ac t er monumental, co• - 259'

• SEGUNDO PREMIO - FACHADA LATERAL

en l os Crear un símbolo parece una cosa ex tremadame nte di fíc il , p ero aún así ha si do necesari o c rearl o para mu chas cosas. Y porque serí a imposible :; rear uno ahora para Co• Ión ? Actua lm en te si un ni ño vé una Cruz s abe que se trata de la Cristian id ad, ' tan bien como si es te n om br e estuvie r a esc rit o. En el f uturo cuan· do se vea esta larga y pene t rante doble Cruz todo el mund o sa brá que se trata de C olón Es· toy pl ena111ente co nv encido qu e es t o se cumplirá. Deta lles y ubicación. L a ubicación proyecta• da para el monumento se vé por s u si mplicidad· c laramente en los pl anos. No habiéndose espe• ci ficado in struccio nes precisa s pa ra su disposición se decidi ó establecer co mo decisión final sol o una sugestión , teniéndo se sie mp re en cue nt a, natu· ralmente , la verdadera forma tamañ o y relación de la s di s tinta s unid ades. Sa nto Domingo es un p aís con una atmósfe r a y ca ract erísticas propias. Para no qu eb rantar es to, las o tras unidades que hay que tener en c uenta so l o pueden indicarse y c o nsiderarse como ele m en tos particulares.

mo lo son por ejemplo, los de Wáshington o Pa· rís, en el se nt ido exacto de la palabra Darle s ese carácte r n o sería razonable y además suma mente dispendio so, perjudicando, en último tér· mino, el delicado aspecto de Santo Domingo · \¡' aún mismo , el efecto de la gran Cruz, desmejo• rando su escala.

Antes de resolver s us detalles es indispensable hacer serios estudios del ambiente y demás fac· lores en el mismo lugar de SQ ubicaci ón

Pdra la comunicación entre el aero puer to y el puerto para hidroaviones el camino de la cos· ta es el más conveniente pues no so lo es un hermoso camino de circunvalación, s i no que manteniéndose alejado del · monumento ofrece hermosos puntos de vis ta al presentarse aislado· caso perdido en el bosque. Si el tráfico princi pal se hiciera m uy cerca del monumento no se • obtendría el efecto deseado Por la mi sma razón el puente entre la Ciudad y el paraje destinado al monumento se ha ubicado hacia abajo, cerca de la entrada del puerto, en la prolongación de 1& Calle Separación , disposición que deja espa• cios libres en el frente que podrán ser deco· rados con bosques y jardines adecuados. Los caminos conduciendo al mismo monumento ten· drán un carácter lo más natural posible y serán balastrados. Solo el camino que conduce "' puerto será elevado. Todos ellos serán anchos toscamente marginados con gramilla rodeados por el bosfJtie por todos lados, y desde ellos po drá verse el monumento.

La gran maso se dirige hacia el Oeste. La Civilización siempre viajó con esa dirección ; tal hizo Colón. Cudndo su marcha se vé detenida en esa dirección se vuelve hacia el Norte y ha· cia el Sur; hacia las dos Américas irradiando en forma de abanico, recorriendo los caminos nece sarios para llegar a cada una de las veinte y una Repúblicas Pan • americanas. Qué hermoso efecto producirían las veinte y una banderas co• locadas al término de caminos distribuidos en for• ma de abanico alrededor del monumento

En el frente principal del monumento va la :' gran esplanada Cuando una plaza está destina· da a una gran concurrencia y solo se ocupa la mitad de ella el efecto es pobre; pero es de peor efecto aún proyectar una pequena plaza para reunir grandes aglomeraciones. A este punto le he dedicado mucha atenc ión Cuando se trate de una pequena reunión el orador podrá situarse en la entrada del Canyon, teniendo a s us espaJ das el resplandor de la tumba, colocada detrás, en la oscuridad.

En el caso de una gran aglomeración el ora dor podrá colocarse en la escalinata, con filas de soldados, bandas y coros en la terra z-a detrás de él, y el públi co en la te rraza de

Si la aglomeración fuera ex t rao rdinar ia, la gran Cruz colocada sobre l a za ni d, podría usarse tambi én de modo que grande o pequena la mu· chedumbre, el monumento siempre podrá conte• nerla cómodamente.

No ha sido proyectado un órga no en el rn o · numento a causa de su costo; pero · qué hermoso y adecuado sería el instalar uno Tal vez un Requiem Colón podría ser ejecutado toda s la s noches. Imaginemos uno enorme empezando a sona r mu y piano, en el m o mento en que se en• cienden las luces, aumentando su sonido poco a poco, a medida que las luces suben cada vez más, para terminar en un gran Gloria final, un Excel si s cuando las luces inundan el espacio, iluminando a la sc,brecogida muchedumbre que es,tá debajo.

La maquinaria para la pr o ducción de la s luces se ha previsto en el centro de la Cruz. Existe ademas en el basamento debajo de la Capilla, con acceso desde los caminos laterales en la par• te baja dos entradas destinadas no solamente a mercaderías y maquinaria si no también en algu· nas reuniones a que.- por una escatera de caracol lleguen a lo al to del monumento en la Capilla pudiendo asomarse desde allí a los millares de que oc upan : el gran pasaje descubierto.

El terraplén exigido en el Programa no ha si• do adoptado en los planos del proyecto ni en la maquette, por que seguramente al formularse el Programa no fué previsto un monumento de esta índole.

Si fuera considerado necesario, se vé clara• mente que sería fácil colocar la gran Cruz un montículo de la altura que se considerdra ne• cesarlo, pero esto ocasionaría un gasto excesi• vamente grande. Lo mismo puede obtenerse con 1a si mple disposición de destacarlo del terreno por medio de fosas

Construcción. Tal como lo exige el Progra• ma, ctl esqueleto del monumento sería de acero con grandes losas de hormigón armado

Al hormigón puede dárse le un aspecto muy hermoso hoy día lo que hace que sea muy usa· do De todos los materiales y sistemas cons• tructivos adoptados se harían muestras y especi• ficaci o nes, pruebas, estudios y ensayos minucio· sos. El trabajo en acero es lodo standard, de secc iones planas, que formaría una gran caja con miembros muy juntos, ligados y entre· cruzados, constituyendo una fuerte y resistente estructura económica.

Las losas de hormigón se moldearían en el mismo sitio donde serían colocadas. Esta construcción sería cuidadosamente ejecu· tada y vigilada por varios expertos.

J. L. Gleave -260-

J. L. Gleave

Transcribimos el e "Th e ...\ r c hite c t:=- Journal" de ) 11lio t 0/931.

Concurso del aero -puerto en de Colón • me mona

En tr e los t O concursante s seleccionados en el primer grado d e este concur s o mundial se enc uentra M. J. L. Gleave . Es e l úni c o inglés que represent ó con é xito a s u país entr e c ompe1idores de nacione s di s tinta s.

D e 2 1 año s el e e dad, egre só ha ce un año de la Escuela de Arquit ec t ura d e la U nivers i d ad de Ma nches ter, entrand o en el es tudi o de Mr. T. C. H owith, arquitecto d e l Edifi c io d e la Bolsa d e Nottingham.

El Conc11r so fué pre s tigiad o por la Unión PanAm ericana de Repú blicas y s e refiere a la erec· ción de un mo n ument o a levantarse en la Isla de Santo Domingo, en cuya Ca tedra l reposa Co lón

Constará de var i os Edificios distribuidos e n un a s up erfic i e ele 2500 acre s En t r e e ll os se inclu ye una casa para el Pr es id e nte de la Rep úbli ca de Santo Domingo , Ofi c ina s Admini s trativa s. un

Museo d e la Aviaci ó n y la TUMBA DE CO· LON, culm inand o el monumento en un faro del aire de 600 piés de altura, expresando así " el aso mbro, la gloria y el r omance del Continente Español , La grandio s a concepció n d e Mr. Gleave pro• pone fusionar co n cr it erio realm en te moderno este sentimien t o c o n la inquietud y audacia de la época a c tual.

lHioracio Acosta 7 Lara

Como es n o to r io e n repre sentaci ó n de la A m é· rica Latina fué d es ignad o el Arq. Dn. H. Acosta y Lara s iend o e l ec t o pre s idente del Jurado que entendi ó en e l fall o del C o ncurso del faro de Colón Refleja h o n o r sobre el país el hecho de haber sido nombrad o un uruguayo para t an difícil y d e li c ada mi s ión , El Arq. H. Aco s t a y La ra h a sabi do de sempeñ a r su cometido con el acierto y seg uridad que ca· racterium todo s s us ac tos.

Saludamo s a l di s tin gu i do colega, felicit á ndo lo por s u destacad a ac tuación

Un punto de vista sobre la Arquitectura contemporánea

Continuación

Luego desp ués debem os considerar el factor co ns tituíct o por nue s tra s tradicione s.

¿ D zbemos adoptar la s f o rmas de nuestro s ante· pasados, moldeándolas de acuerdo con nuestros tiempos y de senvolver nuest ra arquitectura den· tro de esto s moldes tradicionales ?

é sa es la ev olución !

Esto no parece mal.

Pero donde encontramo s nue st ra tradici ó n ?

Si acudimos a las forma s de ayer, me temo que lleguem os a una confu sión, porque nos en· contraremo s con muchísimo s es tilos y no sabremos c ual de ello s a doptar a menos que hagamos una mezcla de todos resultándono s un raro pot • pourri.

Iremos m ás lejos aún para buscar nues tras nues tra tradición ?

Sabemos cuan bien la arquitectura góti c a ex· presa la vida de aquello s tiempos Pero la vida cambia día a día y ape sa r de su frío escolas ti· ci sma, la vida en la edad media trae algo nuevo. El pueblo empieza a conocer la antigua literatu· ra, el arte an ti guo y durante dos siglos o más el viejo ideal del hombre siendo el id eal gótico a tr avés del human ,!s mo Tenem os una nueva cultura de la época que nos da un nuevo estilo.

Hay tr es cos as que en co njunto forman un nuevo estilo

1 0 La s condiciones de l a vida mism a.

2 0 La tradición.

3. 0 Las influencias exteríores.

Cuando hablamos de la s influencia s ex teriores no queremos decir que se pueda o se deba lo· mar forma s ext rañas e incluirlas en nuestro es• tilo No. el a rt e es siemp re creador y si llega • m os a ser influenciado s por extraña s f ormas hasta el punto de adoptarla s, debemos ha cer lo a través de un proces o neutml.

Por ejemplo :

Si nosotros adquirimo s una escultura china y la coloca mo s en nues tro jardín, ella no dejará de ser siempre una escultura china. Si tomamos una copia d e ella será aún una escultura c hina

Pero cuando nos sentimos in spirado s po r su belleza, hacemos algo nues tr o y en el mis mo

espí ritu qu e nu es tra propia ob ra. H emo s pu es to algo de nues tra per so nalidad algo in dividual a través de un proceso mental qu e parte nu es• tra propia cultura

De la misma manera, la s antig uas forma s fue· r on mezcladas co n las formas góticas para for· mar un herm oso estilo que l e llamamo s: El primer Renacimient o. Pero pronto vino un cambio. En los últimos tiempos del Renacimiento se empezaron a emplear las mi smas formas de la época antigua. En lugar de us ar su espíritu, se emplearon regl as y números y se esc rib iero n teo ría s y se establecieron fórmulas, haciéndose una ciencia que prescribía para el uso práctico de un arte, form as que no le correspondían

Se fundaron escuelas donde se enseñaban esas teorías, esas f órmulas y esas proporciones. No era necesario m ás para tener una intuición a rlí s· tica para hacer buenas obra s. que un poco de gus to y mucha teoría. eso so lo bastaba. Los g rande s maestros de los último s tiempos del Re· nacimiento us aban aún su intuición. fueron edu· cados en el ec::píritu de intui ci ó n y erigieron ob ras ma es tra s. Pero el veneno de l a cop ia espilrcido p o r todas las esc uela s y en t oda la arquitectura empezó gradualmente a hacerle perder su lugar preponderante entre todas la s artes. La Arqui· l ectu ra se hizo má s imitativa que creadora y los má s grande s ta l entos de aquella época se hicie· ron escultores o pintores y l a escu ltura y l a pin · tura se convirti ero n en las arte s directrice s.

Esc ultores y pintores olvidaron los principios de la Arquitectura y usaron és ta co mo el r ec reo de su imaginación artística.

Bernini y su s di sc ípulos hi c ieron arquitectura esc ultural, y formas esculturale s coronaban co r• niza s y columnas. Trépolo pintaba sus efectos teatrales de nube s y cie los y o lvidaba las p ro· porciones del espacio limitad o por muros y bó· vedas.

Esto se convirtió más tarde en el Rococo. Ro· coco fué una cosa galante y la vida era enlon• ces galante, y jugando con los ornamentos fué una arquitectura ese ncialmente decorativa

Después de la Revolución Francesa la vida se hizo más simple. La vida social fué otra y hu· bo otra literatura , y una nueva ciencia. Aún los trajes nuevos y si mples y · expresaban el espíritu ,de la época. Parece existir el am biente un fuerte espíritu Creador. Pero el Dios de la Arquitectura estaba solo existía una imitación de la vieja Roma un neoclasi • clsmo.

Desde ent once s y durante el tiempo romántico y todo el siglo XIX hemos visto un alegre juego de formas arquitectónica s. Todos los estilos, Antiguo, Románico, Gótico, Renacimiento por aquí y por allá, torres, pináculos, entrelazos, to dos unidos en una rara y alegre mescolanza.

La imitación era la moda del tiempo. Imita · -ción en el estilo, imitación en el 111aterial, imita• ción en la Construcción.

La lógica y el sen tido del estilo habían si do enteramente olvidados.

Y yo pregunto : Esto es tradición ? Tom are mo s nuestra arquitectura contemporánea con for· mas que no tienen sig nificado?

Nó 111

Si nosotros hemos de buscar nuestra tradi ción en nuestros antepa sados, vayamos al tiempo en que el arte era c reador , a la Arquitectura Grie" ga, a la Arquitectura Gótica.

Pero, qué n os ha ensenado la Arquitectura

La Arquitectura Oriega nos ha dicho: Nuestra tradición viene del Egipto que tuvo una dualística construcción; el soporte y la ca rga $Opo rtada; la columna y el arquitrabe Usamos esos principios porque son prácticos y adapta• bie s a nues tro propó sito porque tienen su for.ma fundamental. Sería muy facil para noso tro s usar sus formas pero eso habría si do una ficción. El Arte debe expresar la verdad lo mismo que los hombres. Por eso nosotros debemos usar formas fundamentales y desarrollar y formar con ellas nuestro propio estilo.

La Arquitectura ha si do admirada durante si glos por que ha sido la ver dad en la forma y la verdad en la expre si ón.

• Esta es nuestra opinión y esla es la verdadera tradición de nuestro arte :

Seamos verdaderos en la forma y en la ex_ presión y el futuro admirará nuestro arte ".

Los arquitectos góticos nos dicen :

Nuestra tradición viene de Roma a travé s del Románico y a través de la Arquitectura Cristia· na. Aceptamos los planos y las formas de Jos Romanos porque servía nuestros propósitos En· contramos el arco puntiagudo en Oriente y lo 1 adoptamos, porque era adecuado para nuestr'('l5 .altas ventanas

Pero hemos tenido nuestras forma s fundamen..-

tales que han sido las que han gobernado nues• Ira Arquitectura

Mirad nuestras elevadas bóvedas y contrafuer• tes; mirad nuestras altas torres. El .conjunto es un organismo lógiCo; se eleva desde su nací· miento hasta su cúspide, construida piedra sobre piedra Se puede observar el poder a través del material y seguirlo durante todo su desarrollo, hasta su cúspide. Es verdadero en su material y verdadero en su construcción y por eso ha sido admirado durante siglos.

Esta es nuestra opinión y esto la tradición de nuestro arte.

Seamo s verdaderos en los materiales y la construcción, y el futuro admirará nuestras obras

Seamos verdaderos en la forma y en la expresi6n.

Ser en los materiales y en la construcción. Esta es nuestra tradición y nuestra ética.

Nuestra época es completamente distinta de las ,.., primera s épocas: Somos más o menos interna• cionales.

Nuestra época es la época de la máquina.

La c ien cia no s ayuda a comprender la cons ' frucción de todo el universo.

La f o rma de nuestra vida es nueva . Y la forllJa de nuestra arquitectura debe ser nueva para ser verdadera en su expresión

Pero nuestros problemas constructivos son mu chos má s en comparación con los de los pri me..ros tiempo s.

Cada dia aparecen nuevos materiales y nuevos métodos de construcción. Y nosotros pregunta• mos. ¿ Son nues tros arquiJectos capaces de con• centrarse ellos mismos, oir la voz n uestra forma fundamental?

¿ Tenemos nosotros bastante poder creador par(:! constituir nuestro propio estilo?

El E stilo no puede crearse artificialmente

• El aparece o no aparece; pero si aparece, aparec e so lo a través de la intuición.

El E s tilo se forma como se forma una raza, una na ció n

Los pueblos cantan sus canciones y aquellas que expre sa n más profundamente los sentimien., tos de su patria quedan como cantos nacionales. Es la forma fundamental de la patria la que can• ta a travé s del alma de la mi sma.

Por eso aquellos arquitectos que tienen más fuerte y poderosa imaginación no son los más conspicuos representantes Son los que sienten más profundamente el misterioso canto de la forma fundamental los que pueden expresarla con verdaderas formas. Ellos son nuestros co n• ductores y son los que construirán los funda• mentas de la futura arquitectura y los arquitectos del futuro continuarán su obra.

Eliel Saarinen

dei ·Dr.

Palabras del Arr¡lo. Cravolto ul pl'eFenlor al pr·ofesor \Verner Hegemllon con motivo de sus conferencias pr·onun ciad ns e 11 la i''llc ult ad de Arquitectura y ele Actos Público s de la Uuivenidarl.

Seiwres:

El Cousejo Directivo de la Fac ulta d d e Arquitedura. me ha co nfiado la hour o· sa mi s ión de presentar al Ur Werner ll cgc mau Bl prufesor 'V er ner Hcge mann, doct.ot· en cie n cias PoliticaP , Urbanista, organ i · zador de la s p t·i me ra s expo!lieiones de Urban is nw e n y llerlín, escritor, int elect u a l de va s ta c ultura oriundo de un paí s, dondo el est udio y el m é todo ll e · un a una J!'ran perfecció n ha dedicado U vida al análisis, a la rea lizaci ú n y a la d i fu s ión d e los principios y p•·oblema s ur·bani slieos.

Hev ista s co mo "S tadt e b nu ' ', libros c omo A• quileclura y (rbanh·nao rn Norte Amél'ica " , del dl•ctur Ht> ge mann, ban ll evado ensritanza.; e n lodo , • mundo

El doctor Hef!e mann ha vivillo, es tudi ado y lrub a jad u , en dh·ersos pai ses lla podido observar de cerca, la obra d e otro s urbanittlas.

Puede co mpara• , pued e juzgar, puede ofrc c.e•·

Y estas conclusiones l ienen gran valor por c uanto provien e n de un hombre de clara int e l igeneia y sólida p•·eparació n La Facultad dtl Arqu itectura s e ltoora con s u p• ·esencia, y c ree firmement e qu e s u s conferencias aporla•·¡in !'llllas euscrianzas n los léenic os y a los que de se an el bien del país

Dijo el Dr. Hegemann : Señoras y señores : El deficiente conocimiento de vuestro bello idio• ma me obliga a pre se ntaros mis escusas, confían• do en vuestra buena voluntad, que habeis ya de· mostrado al invitarme a disertar sobre problemas urbanísticos en esta ciudad.

Si es osadía, de mi parte, pretender dar una conferencia en castellano, má s osado sería ha· blaros de los problemas urbanísticos de Monte• video, ciudad que conozco so l amente por dos cortas visitas. felizmente puedo presentaros una película ani mada sobre " La Ciudad del Mañana , que,de una manera fácilmente comprensible y · mejor que lo que puede lograrse con palabras, - os dará una idea de las soluciones con que el urba· nismo trata los problema s d e la s vieja s y de las nuevas ciudades. Antes de mostraros esta peli· cula animada , permitidme ensayar una co mpara• ción entre alguno s de lo s problema s representa• dos en esa película y l os problemas de Montevideo que, quizá s, son semeja ntes.

Si me equivocase al hacer esta comparación, os ruego perdonar mi error y retener solamente có· mo se pres entan los problemas urbanísticos d z Montevideo a un extranjero que, desde hace veinticinco años ba estudiado de cerca los problemas de urbanismo en mucha s grandes ciudades eu• ropeas, americanas y australianas y que durante los tres últimos meses ha estudiado problemas urbanísticos en Buenos Aire s, Ro sa rio y Mar del Plata.

La película anir11ada que se proyectará a con• tinuación trata ampliamente los problemas de la vivienda.

Ayer he leído un articulo sobre "Vivienl)as para obreros " en vuestro periódico " El Día · fundado por el gran propulsor del progreso uru• guayo, don José Batlle y Ordonez. Se me ha que el periódico " El Día " expresa a menudo la opinión del presidente de vuestra Mu· nicipalidad

El artículo sobre las "Viviendas para obreros··, en ··El Día " de ayer, d:ce: " Monte• video, capital de un país avanzado, donde leyes liberales han abatido buena parte de las injustas desigualdad es soe iales, necesita comt) letar su fi· sonomía de moderna con la construcción de grandes edlfi éi os de stinJdos a viviendas paro. obreros.

El artículo de "El Día " termina así: "A nuestra man era de ver deb e imitarse a algunas cap itales europeas, V ie na. por ejemplo, donde el problemil d e l a vivie nda obrera se está re sol .viendo mu y sa li sfa c to riam ente, le van tando enorm es edi fi cios en el pro p i o centro de las urbes. en los c ual es se alojan cien to s de familia s, gozando d e to da s la s co modidades a un costo que no es ma yor que el que se en el alquiler d e una casita de s uburbios·

No estoy de acuerdo con este artículo de "El Día ". Viena, con sus "enormes el)ificios,. de viviendas obreras en se is y siete pisos, sin ascensores y generalmente sin baño particular. es considerado por mí y muchos de mi s colegas

urbanistas, corno un mal ejemplo de solución del problema de la vivienda obrera. Viena es una de las viejas metrópoli s que tienen excelentes so luciones del urbanismo artístico de un tiempo pa sado: enormes castillos bien ubicados y lujosos bulevares bordeados por altas y costosas casas colectivas. Pero VienéS, como París y muchas otras ciudades de Europa, ha estado rodeada por -estrechas y sofocantes fortificaciom: s durante mu <:hos siglos. Viena no fué una ciudad de exten -s ión libre, como Londres, Montevideo y muchas otras ciul!ades de América El tipo de vivienda que pudo levantarse en ciudades de extensión ¡¡ mitada como Viena, París o Berlín, no fué la ca• sa particular con jardín, sino, necesariamente, la -casa alta, con muchos pisos, o, - como dice el artículo de " El Día " de Montevideo - el " enor• me edificio en el cual se alojan cientos de fami• lias · es decir, el edificio que en Berlín se na ma la caserna o el cuartel. En Viena se ha con• tinuado, aún después de la revolución de 1918, Ja vieja rutina constructiva de la ciudad fortifi• cada En Viena, recientemente - como en una época anterior en Montevideo - "leyes líberales han abatido buena parte de las injustas desigual• dades sociales " , pero la mala rutina constructi• va de Viena continúa en los enormes edificios "

También amontonando "a cientos de familias en las partes viejas de las condiciones de las viviendas son muy malas. Sin embargo, estoy de acuerdo con la mayor parte de los críticos en que las grandes casas colectivas que se han construido recienremente en Berlín son más ca• ras, pero también más confortables y más her• mosas que los enormes edificios de Viena. Por otra parte, estoy también de acuerdo con el sei'\or Guerrico, Intendente de Buenos Aires, que criticó severamente estas casas berlinesas. Lo escuché decir, con suma satisfdcción de mj parte, que renunciaba a toda s esa s construccio· nes de ejecución artística de Berlín, porque no aprobaba el alojamiento de cientos de familias en inmensos cuarteles, aunque fueran obras de arte y contaran con grandes jardines.

Siempre he compartido esta opinión del lnten• dente de Buenos Aires, aunque eso no impide que vea también los inconvenientes de las casas bajas, particulares, si están amontonadas , mal construidas, sin desagües , sin aguas corrientes y, ante todo, sin jardín suficiente o sin parques pú· blicos. Condiciones de este género hacen hablár al articulista de "El Día justamente de "lo antihigiénico que resultan esas madera y zinc que se construyen con medios precarios -en los barrios de extramuros".

El articulista de " El Día " habla. ademá s, de

" la incomodidad y el gasto que sufren los habitante s de esas casillas al tener que hacer largos viajes cada día para acudir al trabajo. - Es ra• zonable, - dice e continuación, -que la gente modesta tenga su lugar de expansión para los días feriados y en tal sentido realizan una misión simpática las tan comunes casitas que llenan ac· tualmente los barrios suburbanos, pero no es ad· misible que en ellas se haga vida permanente, sufriendo las inclemencias del tiempo y los peli• gros de la falta de comodidades higiénicas",

De estas pdlabras deduzco que el articulista cree posible edificar dós casas distintas para ·la meyorfa de las familias de Mvnlevideo: casitas particulare s para los días feriados o de verano y edificio s enormes para amontonar cientos de familias durante el invierno. Yo feliciio a Mon· tevideo si es que puede pagar es te lujo agrada• ble y lamento que países más pobres, como Ale• manía y la Argentina, no puedan pagarse seme• jantes ventajas para la mayoría de su población.

Creo que una nación que está forzada- a eco• nomizar, debe darse por satisfecha si ella puede proporcionar una sola casa para cada familia y debe concertar sus esfuerzos para que esa casa sea buena

¿Qué es una casa buena ? ¿Có mo puede pro• curarse una casa buena?

Estas son las dos cuestiones más importantes del urbanismo.

Muchos aspectos del urbanismo cambian --con:. tínuamente. Nosotros no sabemos con qué ma· ferial construiremos casas dentro de diez anos, o en qué vehículos nos trasladaremos a nuestras casas en un futuro próximo Estas cosas pueden cambiar mucho; pero lo que no cambia mucho es el nino en su relación a la madre. Sabemos que aún por diez y muchos años, para que el nii'\o crezca bien, debe vivir cerca de la tierra y al aire libre. Sabemos aún más : si una familia vive en el quinto, sexto o séptimo pi so de una enorme casa colectiva, la madre que debe hacer todo el trabajo doméstico. a menudo no dispone de tiempo y de fuerza para descender con sus hijos y vigilar sus juegos• cosa que es fácil si la cocina y la habitación se encuentran en un piso bajo ampliado por un pe· queno jardín La pequei'\a casa con jardín, bien urbanizada, es el ideal de la familia con ninos· Yo he felicitado a las ciudades argentinas que conozco por el gran número de viviendas bajas construidas por el de iniciativa de sus habitantes. Este espíritu emprendedor merece gran re speto · aún si los resultados y las casitas de zinc producen fotografías menos impresionan· te s que las de los enormes edificios de Viena

Se ha dicho que en las pequei'las casds de Buenos Aires o de Montevideo, la mortalidad es muy grande. Pero las estadísticas que ha do el profesor Cravolto, en su admirable trabajo para un " anteproyecto de plan regulador de Montevideo ··• muestran que el crecimiento ve· getativo de Montevideo ha caído bruscamente durante la guerra, cuando los propietarios de las casitas de gran mortalidad, debieron regresar a Europa. La s estadísti cas de Montevideo, -se me dice, - son deficientes, pero me parece pro• bable, que el crecimiento vegetativo es más gran• de en las casita s mal urbanizada s que en lo s de· parlamentos co s to so s de la s grande s ca sas co· lectivas. Si lo s propietario s de la s casitas pu· diesen ganar más dinero y si sus esposas apren• diesen más las leye s de higiene, el crecimiento vegetativo de la República probablemente sería aún más grande.

Creo que el más gran deber urbanístico de una ciudad es el de procurar sitios bien urbani· zados y baratos para la con s trucción de peque· nas casas higiénica s Si he comprendido bien la ciudad de Montevideo ha hecho muy poco en este sentido. Se ha dejado a los rematadores y a los especuladore s, el cuidado de proveer de sitios para la ca sa pequena con jardín que pa• rece ser, también en Montevideo, un gran anhelo de la mayoría de la población - En Buenos Ai· res comprobé que los beneficios de los especula· dores eran muy grandes en relación a los serví• cios que aseguran a los futuros habitantes Creo ' que la Municipalidad debía ofrecer buenos lotes baratos para hacer una competencia educadora contra los rematadores sin responsabilidad.

Este servicio educador es hecho por muchas ciudades, especialmente por Estokolmo, de que os hablaré el lunes próximo. La competencia educadora es conocida también en el Uruguay, donde - según se me ha dicho - el Estado ha· ce, con su frigorífico, una competencia educadora contra los frigoríficos extranjeros

El esfuerzo enorme y respetable que la Muni• cipalidad de Montevideo ha hecho con la crea· ción de s u gran sistema de rutas pavimentadas, ha dado un buen resultado : ha creado en gran• des extensiones la posibilidad de edificar casas particulares con jardines.

Pero en Berlín se dice y se ha probado, la· mentablemente, que la calle costosa es la muerte de la casa barata. La pavimentación costosa debe ser reservada para las arterais de gran Irá· fico. Las pequei'las cesas requieren calles con

un pavimento muy barato. La tranquilidad del pequeño hogar debe ser protegida contra el ruido del gran tráfico que sólo debe pasar s0bre los pavimentos costosos de hormigón.

Si Montevideo continuase pavimentando con los mismos pavimentos caros, indiferentemente todas sus calles, yo podría creer, que la siguiente historieta chistosa no dejaría de tener sentido profundo : Se me ha dicho que la compañía que conslruye los interminables pavimentos de hormigón ha demos lrado su gratitud obsequiando amablemente con un planetario a la población de Monte v ideo. Un montevideano de chispa me di· jo que lo s habitante s de su ciudad deben mirar fijamente el cielo para no de:;cubrir el mal qu e se hace en el pavimento

Pero no tiempo para descubrir el sen• tido de esta historieta; debo deciros algunas pa• labras sobre el film animado que ustedes verán a continuación.

Este film mue stra que en las ciudades moder• nas, la concentración de la población en grandes edificios no es una necesidad El film está com· puesto por dibujos y " maqueltes ·· ideales y por vistas tomadas en bueno s y malos barrios de ciudade s alemanas

El film demuestra también las condiciones es· peciales que se encuentran en el distrito de in· dustria de la Alemania Central. Es el mismo distrito, habitado por dos millones de habitantes, alrededor de las ciudades de Halle y Merseburg para el cual se está preparando un plan regional. Partes de este plan regulador ustedes podrán ver en la Exposición de Urbanismo que se cele· brará en la facultad de Arquitectura en la pró· xima semana.

El film muestra el dis trito donde el carbón es extraído no en minas subterráneas, sino a cielo abierto. El film demuestra parques don· de las casas particulares no están aisladas, sino edificadas en largas tiras, sistema que es mucho más barato, pero que no agrada a los habitantes de ciertas ciudades El film muestra también el sistema de tráfico urbano circular y el aprove· chamiento para la industria de canales artificia les. dos cosas que yo creo equivocadas porque son más caras que el tráfico por ferrocarriles directos. fuera de esta s diferencias de opinión, el film dá una buena idea de los modernos con· ceptos urbanísticos y muestra como las ciudades del porvenir serán mucho más agradables que las ciudades congestionadas del presente.

(Cor1tínuará)

Sección Bibliográf·ica

Revista de Revistas

L' ARCHlTECTE. - París. Octubre de 1931. Museo permanente de las Colonias , París; Arqtos. A. Laprade y León Jausse• ly ......_ Con grabado s.

Oficina del trabajo en Kiel ( Alema· nía) - Con grabados.

Contiene este número, s ig u i endo un pro• grama que se ha trazado el Comité de re• dacción d e la r evis t a, la transcripción de algunos párrafo s del ilu s tre ·Juan N. Durand ;: escritos para una obra aparecida en 1800 El extracto - dice la reda cció n - pa re ce escrito ayer. El autor refuta la opinión del Padre Laugier, que en s u Es s ai sur 1 _' Architecture ( 1754) se ·. esfuerza en probar que la bell eza Arquitectónica se funda en la razón natural y que por ello está sometida a regla s inmutables , de las cuales no · podría apartarse s in caer en erro• res. La redacci ó n - su bra ya l a importan• · cia que Durand ( profesor en la Escuela Polit écnic a) atribuye a la fun ció n y considera que él tenía tonto e l sentido del ob· jetivo, que no pod fa admitir que se éodifi· cara sobre lo b ell o. Para é l l a Arquitectu· ra no se renueva má s- que por u n contj. ooo esfuerzo de adaptación T i tula Durand su escrito: El objeto principal de la Arquitectura

ART ET DECORATION- Parí s. Oc tubre de 1931·

Un arte del arreglo de la me sa por L. Cheronnet.

Estética y técnica del t ap i z moderno ' por Raym ond Cognial.

Del piano - Pap el · d e l piano, como ' muebles, en la de co raci ó n int erna de la ca· sa - Estudio de Nino Frank.

Trae este número numero sos y nítidos grabados que ilu s tran lo s artículos y algu· na s noticias de interés sobre museos, bi· blioteca s. co n c urso s y nota s bibliográficas.

LA CONSTRUCTION MODERNE - París. 6 de Setiembre de 1931.

El pabellón principal del Africa Ecuatorial. - Arqtos. L. A Fiche!- (ilustrado).

Palacios anexos a la s Secciones Metropo/ itanas - de la mismd Exposición Colonial de París. - Arqto. Roger Expert. La exposición de Berlln y el alojamiento actual. Impresione s y comentarios por Gruy, con erspecHvas· numerosos plano s y P

LA CONSTRUC TI ON MODERNE.- París. 13

Setiembre 1931. Hospital de Pero une, ol;>ra del Arq. Geor•¡ ge Jacquet - plantas y vistas- de conjunto. Una particularizada ,de este i mp o rtant e establecimiento de salud, hace des tacar la s co ndici o ne s de acertaqa distri· bución y de es merada labor de Conducto s de hpmQ.

Orupo escolar, proyecto de M Oudin• expuesto en e l Salón de .Arquitectura de · 1931. Sociedad N. de B. A _ '· ......-- - ·

REVISTA DE ARQUITECTURA - Buenos ! Aires, Noviembre 193 1 ·. ·: ·.\·. :

Edificio para e l Concejo Deliberante. Trae este número de L1 simpática revista, una amplia ilustración del nuevo ;hlificio para el H Concejo Deliberante de , Buenos Aires - Obra del Arq Héctór Aye.rza.

Edificio para el ftotel Nogar6 -l.- Arq. Angel Pa c ual. ·. .: Trabaj os d e - la · Esc-uela de Arquitectura.

Artículo s -b-reves so br e : Las · teorías del mecani s m o, por A. C.; lmpermeabiHz.adores e imperm eab iliza ción. '

Un elogio so artícu lo sobre las conferen· cías del Dr Werner Hegemann, hace resal· lar la importan c ia de la obra que desde hace ano s viene realizando eJ referido ur· banista, tendiente · a crear una conciencia soc ial que imponga fórmulas -racionales para el des arrollo de la s ciudades. - : : ' 1 --- "

COLEGIO DE ARQUJTECTOS. - La Julio de 1931. ' La residen c ia para D. Eduardo Albárrail .' Composición de · fachadas coloniales, por el Arq Silvio :A.costa.

Arquite c tura Maya _ La Casa del' Adi· v ino· Uxmal, por félix Cabarrocas: Sobre Coleg,iacíón obligatoria, }or el Arq. R. Sa ntana.

Arquitectura Colonial -:- Por Agustín Gómez. · · · Catedrales y Ra sc acielos , pór Guido. V. Congreso Pan - Americano de Arquitectos

Se publican e n este número los carteles premiado s en el Concurso y destinacos a la propaganda del V. Congreso Panamer.i:.cano de Arquitectos que ha de celebrarse en La Habana en 1933.

Interesante es , del punto de vista ameri· cano, la Conferencia del Arq. Silvio Acosta sobre la decoración de fachadas colonia· les. numerosas ilustraeiones - que , 1a complementan aumentan aún más su inte· rés para los Arquitectos.

y de paralelo entre diversos organismos típicos.

Ideas y proyecto : " El Mejor Berlín " de los Arqto s Kisch, Locvvirsch y Neuzil.

Presentado a la Exposición de ción Y construcción celebrada en Berlín este ano - Numerosas ilustraciones.

Oalería de Arquitectos: Luís Eche· varría

Arquitectura Colonial Cubana - por Agustín R Gómez.

La ffabana Antigua y Moderna- por Don José M. de la Torre (Habana 1857).

La Exposición Colonial de París Su aporte moderno. por J M. Beus Arrarte.

Arquitectura Maya- Pirámide de Zaiin. por D. Félix Cabarroca s

COLEGIO DE ARQUITECTOS. - La Habana. .... Agosto de 1931.

Composición Espacial, por Eug. Ba· lista - Conferencia - Crónica - En esta sección se da cuenta de que en el Colegio de Arquitectos 'cursos de Arquitectura de Jard1nes y de "City Plan• ning" - Los dictará el Prof Pedro Martí· nez lnclón. - El curso de Urbanismo tien· de a familiarizar a los técnicos con todos los principales problemas de los trazados de ciudades modernas. El trazado de ciu· dades constituye, dice la revista la más al• ta adquisición de la Arquitectura contem· poránea.

A CASA.- Río de Janeiro, Octubre de 1931. Modesta pero interesante revista, repro· duce en este fascículo correspondiente a Octubre pasado, algunos proyectos de edi· ficios sencillos. Trae además breves artí· culos sobre temas de Arquitectura y Urba· mzacwn.

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LA CONSTRUCCION MODERNA - Madrid, 30 de Setiembre 1931.

Descubrimiento de aguas s ubterráneas. Por el lng • Ramón Escobar.

La extensión de Madrid- El Oran Madrid y el Oros s er Berlln - XI articulo de H. González del Castillo

In Memoriam- t::l Arq Enrique Sagnier y Villavecchia - Por B Bassegoda. El asfalto fundido - La s aplicaciones al revestimiento de Calle s y edificios (Se continuará) Crónica.

ARQUITECTURA- Madrid- Octubre de 1931. Antiguas sinagogas de España, por el Arquitecto Otto C ukelius - Estudio con · ·'

Nuevo Bar en la Gr.an Vía de MadridArqto L. Gutierrez Soto - Ilustraciones del interior y dilenjos de plantas y cortes.

Noticia s de Espana y otros paises de Europa y de América

E ARTI DECORATIVE- Mi lán - Roma - Octubre de 1931.

El Palacio Ducal de Mantua - Por CJi nio Cottafari.

La Arquitectura y arreglo del ambiente la exposición de Arte sagrado modirno en Padua, por Plinio Marconi.

Concurso s, E xposiciones y Congresos -268•

Arquiteclurd por R. , fagnoni y G. - Reproduce dos palacetes recientemente construidos por los nombra• dos Arquitectos. lo

La .Jibr;eria: de .· los "Omenoni" en Mi· ;¡ lán - Una de las últimas obras de G. Zanicci para decoraciones exteriores de Comercios

Obras Funerarias del Arq. Manlio Cos ta, hechas en La Spezia.

Trae además este fascículo unas Roticias técnicas sobre el aislamiento acústico de los czdificios, bien detalladas e ilustradas. -

Notas bibliográficas muy suscintas y algu· nos comentarios sobre la vida sindical de los Arquitectos italianos, completan la in· formación de la revista.

LA CASA- Milán -Octubre de 1931.

Notas sobre condominios y condominos. por Guido Arosio.

Casas moi&Jeadas notas breves ilustradas con grabados, sobre - ensayos hechos en Berlín

El Problema · del rráfico respecro a los planos reguladores - Relación del Jng.° C Alberlini , pre sentada al XIII Congreso lnter· nacional de las habitacione s y de Jos pla· nos reguladores

En la nueva Milán- Ca sa de alquiler en la Vía Giuriati jurisprudencia - Legislación - Notas internaciCJnales. Apuntes sobre las revis· las, acerca de tiraje en chimeneas, el vidrio soluble en la protección del hormigón y de las piedras

Actas de Sesiones de la Comisión Directiva de la Sociedad de Arquitectos

(Viene de la Pág 246 del Número anterior)

ACTA N. o 181. En l\Iontevideo, a 18 de No\'iembre de 1931 , reunió la Comisión Directiva de la Soc iedad d e Arquitectos del Uruguay, bajo la preside1wia del Ar11ui· tecto BarMfio, y con asistencia. de sus Miembro s Arquitee· tos Acoota. y Lara. Añón, B auzá , Capra rio. J<'raschetti , Pla· gani, P.ecoste, Revli'llo y Rocco. - Declarado abierto el a c to a la hora 18 y 45, actua ndo en la Secreta ría el Ar· quitecto Revello, se pasa a considera r los sigurentes asun· tos: ACTAS. Leídas que fueron las Actas números 179 y 180, se Apruébanse. - TESORERIA Puesto a con s fderación el Movimiento de Caja por el me s de Octu· bre último , present.a!do por el señor Tesorero , Arq. Fede· rici, se re suel ve: Aprobado , archívese. - CURSOS EXTENSIVOS Y AMPLIATORIOS Acto seguiido se pone a c:onsideraC'ión el proyecto presentado por el Arq. PecOiSte sobre cnrsos extensivos• a cargo de los ca.tedráti.cos y profe s o res de la },a.c ult ad de A11quitectura El Arq. Rocco, luego de una breve exposición al re specto, en el tran s.curso de la cual felicita al Arq. Pecoste por su interesante inici&tiva., formula mo c ión para que se acepte en prin c ipio la idea del referido proyecto y se encomiende a los MiembrOiS -de esta Directiva que a la vez lo son del Consejo de la Facultad, lo presenten a.l Luego de uu detenido e&tu:diio d''e este a:sunto, se resuelve: Apruéb&se la mo ción del Arq. Rocco, y encomiénd•a,se a la Mesa pftlra que con_junt811nente con e.l Arq. Pecoste redia.eten la nota que al respecto .se patSará. a la }'a-cuitad de Arquitectura . - AR·

QUITECTO P. SALDUN. Vista la solicitud por el Arq P. Sa:ldún en el sentido de que •se l e admita como Socio Titular de esta So-ciedad , se resuelve: Oomo se pi:cte, hágase saber y archivese - SOCIOS CORRESPONDIENTES Leidas que fueron las notas de lO<S Arqui ,te ct os Arch imedes Memoria y José Cortez , agradecie.n:do .su d esi'g· nación como So.cios Correspoodi•e,ntes de es ta tSocieda.d e n Rio de Janeiro, se resuelve: Enterado, archivese. - CO'LEGIO DE ARQUITECTOS DE BARCELONA. Se dió lec · tura. a 1a. nota del Oolegio de Ar r• uitecto<; ele Barc e lona., agrftldeciEmdo las con dolen cias de esta .Soci-edad con moti vo del fallecimien t o del Acrq. Manuel Vega y March. Se r es olvió agregarla a su antecedente - CONSEJO SUPERIOR DE ENSE:&ANZA INDUSTRIAL. Leída que fu é la nota del Consejo Superior de E.nseñ.anza Industrial , invitando a concurrir a la inauguradón de la Plrimera Exposición de Quesos y Produ c tos J)erivado.s de la Leche, se l'esuelve: Acúsese recibo, agradézca-se y archívese. - Se l ev antó la tsesión a la hora 19 y 45.

ACTA N .o 182. En Montevideo, a 25 de Noviembre de 19 31, Se reunió la Comisión Directh·a .de la Sociedad de Arquitectos del Uruguay , ba.jo la presidencia. del Arqu i· 1ecto Baroffio y con asilstenci11. de sus :Mi-embros A.rquitec· to s Acosta y Lara , Capra rio, De los· Ca-mpos, Fed eri ci , y Rooco, y, a · la altura que s e illldi c&rá , el Arq. Revello, faltando con los Arquitectos Delgado Y DemieheH. De clarado abi-erto el acto a la hora 18 y .30, actuando en la Secretaria el A rq. Caprario, se pa sa

a considerar lo s sigui&nt e s asunto s : ACTA. Leída que fu6 el Acta N. 0 1 8 1 , s e resuel ve : Apruébase. - ™PUESTO

DEL 2 o / o o. F. l A re¡. Federici, en su cará c ter de 'l'esore ro, formula .moción para que se disponga con carácter general, que el fondo s oc ial, que se halla depo si ta do en el Banco de la República, no exceda de quiniento s pesos, y el ex.cedente se vuelque , en todos los casos, a la. ctienta del Irn· puesto del 2 °/oo, a fin de poder en e-sa forma cubri r la deuda que se' tiene con ese rubro. Oido lo expuesto por el seño r Tesorero , .:;e resuelve: Pro céd ase en la forma in· di:Cada. - A esta a-ltura. .de la sesión entra a saJa el Arquite-cto Revello. - REVISTA " ARQUITECTUB.A". El señor Presidente da cuen ta de que la Comi•s ión de Revista y Prensa está estudiando en esto.s momentos una nue-va pa.r.a el funcionamiento de la Revi&ta '' ARQUITECTURA'', y cree que para que di.eha pueda llevar a caLo esa ta.rea habría que d arle facult.aldee pa.ra ello y autorizar a la. :Mesa plllra hacer los nombra· mientos que fueran necesa rios. Oído lo expuesto, y luego de breve cambi o de idea s, se resuelve: Téngase i)Or resolur ión lo propue6to por el señor Preeidente. - TMPUÉS'fO A LA RENTA DE LOS EDIFICIOS Luego de un detenido estudio tlel i ,nfol'Ille de la <C oonisión E special sobre el Impues-to a la renta de los ediificioa, se resolvió: Que la Iniam.a Comi sión, atento a las conclus-iones de su infO'I'IIle,proponga l a.s medid.a.s que a SU juicio hebria que adopt&l" para obtener ec onomia.s en la construcción, 1o que de .por sí traería la rebaja de ftllquileres. - EXPOSICION DE LOS PROYECTOS DEL CONCURSO DEL MONUME!ft'O A COLON El Arq. Acosta y I.ara da lectura de un telegrama. que recibió de Rio de Janeiro y que se rela.ciona con el envio de los proyectos del 2. o Graldo del Concurao para el Monumento a Colón. Asimi•SJmo el señor Pr&si· dente dispone se de lectura a la nota de los d ia.ri-os ''La Mañana/' y ''E,l Di.ario' ', por la que mani.fles't81Jl qae, 6Diterados de lO<s prop6si•tos de esta Sociedad respecto de lftls eondiciones en que se haría el tra.sl&do a Montevideo de los proyectos referenciados, p&ra exhibirlOiS, ha contribuir pe cuniari'ft mente .con la cantidad que · resulte de la diferencia entre lo que .se .recaude y lo que en tot al dentftlnde la rea.lización de esa pa.triótica iniciativ.a. Leída. que fu é la nota, se cambia-n ideM! sob re el importe quo demandará la exposición de los referidos proyectos, asi como tam bi.én de las dis-tintftls contrilbucione.s que a \&1 efecto podrian obtenerse. Por último •se resue.Jve: Pá· no-ta de agradecimiento a lO<S diarios ''La Maña-na'' Y "E l Dia.rio" , expresándoles que oportunamente se les indicará e l resp e c tivo , y pásese circular a los · señores 8180-cia.dos •soli citándoles su contribución, que .se fija en $ 2.00 , a los fine s expue stO<S. - OFICINA TECNICA DE CASAS BARATAS - Vista la nota de la A1"9. Gyptie M-aysonave ofreciendo su cooperación a la Oficina Técni'C a de Casas Bara ta.e, se resuelve: Pase a.l Encargado tde la referiid a Ofl cina, y Mga.se conocer este trámite a la interesada. - No s·iendo para má!J el acto, <Se l eva.ntó la sesión a la. h ora 19 y 50.

Una nueva válvula . sanitaria

rí'stituir el equilibrio perdido y. por con s iguit>ntí'. l'l tií'tn· ¡>o dt> duración de la de·scarga pri-ncipa-L

Co n este sistema se han ron iif' guido las s iguiente s ventajas de orden tt>cnico:

Lo lJn cierrt- g ra dual , prorluci do por un nwdio lír¡uido elástico.

2.o La supresión de todo r esorte. pi s tón o mecani smo su-sceptib le de desgaste. desperfl'cto o ro tura.

3 .o El funcionamiento perfecto del aparato a cualquier altura del tanque, aun en edi fi cios de gran número de ' pisos, s in necesidad de recurrir a llave s de re· duceión de pre sión

4.o Un sistt>ma s t>n cillo de regular la de s ca r ga.

Otra funda -mental dHerencia dt- este aparato con su s similares , consiste en su posición vertical con respecto al caño de ba.jada. lo que impide Sf' obs-truya por c ualquier impureza del agua. tan común en nut-stro país.

Este modelo ha sirdo diseñado por la Fábritca, tenien-do en cuenta muy e s pecialmente la s condiciones de ltls aguas arenosa-s En efecto; todo cuerpo extraño que entre en el aparato , se deposita debajo de la boca de d escuga, no obstruyendo el paso del agua, pue s to que nunca ¡>uede Be· gar a tapar la boca menciona-da. pues en l•as desoargaK s ucesivas de la válvula, son absorbidas por la corriente s if9nica que se produce. E •sto no ocurre e n los aparatos sim ilare s de posición horizontal, ya que la fuerza de gra · vedad .se ejerce sobre toda la supt>rficie de la base , no dejando espacio libre alguno para el paso .del agua.

No necesitamos explicar a uuestro•s lectores el uso de la; válvula 'Sanitaria., ya que es bien cono.cilda entre nuestros prin dpales _prof esionales co mo el sistema más moderno de lavaje de inodoros.

Nos proponemos explicar aquí solamente ciertas caraoe· terí-sti-cas técnicas de su funcionamiento , que lo h81CEm úni-co entre su,s si-mila res , por su -simplici:da d y eficacia

En primer término podemo s observar que en este nuevo aparato se ha sustit ufdo con ventaja el si,stema mecáni -co del resorte, destina.do a interrumpir la salida del agua., por un sií&tema hi:dráulico basa-do en el juego comb inado de dos presiones de agua que se equi libra.n entre sí, re· gu'labhi a voluntad.

En efecto, si observamos e l aparato en su interior, en· -co ntraremo s una cámara de presión ( 1) , que se fomla con el agua conte1üda en la ca ja o cuerpo de la válvula , que va empotrado en la. pa.red, y otra cámara q ue llamaremos de compresión ( 2), que se fonna en el interior del cono de Ja tapa exterior del aparato. E&tas d o.s <láma.ra.s se hallan separadas tmtre sí por una membrana de cuero (3) provi.st& de una. goma ( 4) en SU centro, destinada a cerra.r la boca. de descarga ( 5 ).

Ahora bien; encon-trándose amba.s cámaras llenas de agua, la presión se mantiene en un equilibrio perfecto, hallándose en este <laso, la membrana de referenci'ft , ado· sada a la boca de descarga principal

En el momento que •Se oprime el botón (6), este equi· librio se rompe instantáneamente al vadarse, por efecto del mi>S1llo, la cámara que hemos llamado de compresión ( 2), por medio del conducto de descarga ( 7) correspon· diente, desplazándose la m emb ran-a haci-a adelante, -dando paso al a gua por la boca -de descarga ( 5)

Este equilibrio se restablece una vez que la cámara de compresión oSe llena paulatinamente otra vez, por medio del canal ( 8) q ue pa:sa. p9r el tórniJ.'lo que haUa en la parte superior d•el disco cromado.

El volumen del ,liquido que pasará por este canal ( 8) se regula a volun ta.d - con el tornillo cónico ( 9) que -se haBa en la parte superior de la ta.pa, apretándolo o afio· jándolo, ..según se desee que entre Ull'a cantida-d mayor o menor de · agu a a ' la cámara de compresión. Según sea la. que p ase, tiem po que tarde el aparat.o en

A estas ventaja s de orden técnico que ofr ece este nove· doso tipo de válvula sanitaria, se agregan condiciones -de es tética bien conocidas, que la hacen -superior, si n duda alguna , a toda s sus simila.res hasta ahora conocida.s. Hemo-s descripto la válvula s anitaria "Fluaaometer". que ha -sido ya instalada en varias escuelas pública-s y edidic ios de importancia, siendo excelentes l os resultad()8 obtenidos.

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SOCIOS HONORARIOS

ARGENTINA

Dr Marcelo T. de Alvear, ex Pre sidente de la República Al' q. Raúl E. F ' itte

Alberto Coni Molina Alejandro Christopheraen.EE. uu.

l:i r Wáshiugton L Per'e7ra de S ou u. ax Presidente de la República

Arq F ran c k R.

SUPLENTES

Arq Romualdo Peuina

Hér c ules Mazzuchelli

José H Domato

Ramón Ri cón F Rodrfguez

Améri co Ricaldoni

Rómulo Sciuto

HerA c1id es Santini

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J osé M O ses ,. .. .. ,. .. " •• DE J uan H Labadie

Dr. Arturo Aleasandri , ex Pre· •lden&e 41• la Rep6blica Arq. Ricardo Gonzilez Cert6a. ITALIA

Arq Ca7etan o Moretti. N A Watson

Arq Neator Endio de •iru•ired o " William L. Pla.ck • Adolfo Monlea de los Rlos " \Varren S. Laird

SOCIOS CORRESPONDIENTES

ARGENTINA CU BA

An¡ Seua.sti án Ghili a zu. Carlo s E. B ec ker Víctor Julio J a esc h k c. Raúl G. Pa&man

Ar q. Luis Ba7. M igu el A Hernández Roger. .. .. " .' " .. .. • • .. Raúl Alva r ez. F ortuna.to Pa sser o n. Ang el Croce Mu j ic a Lui s J :Moreno de ':\1es a Carl os M e nd onc;a. Exequiel Real de bú a Fra n cisco Squirru. Y í c t o r Julio Jal'sch'kd Osea r G onzález. Alfr edo E. Có p po l a J 'orge V. Riv a r ol a. BOL IVIA

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Pablo Gutiérrez :Moreno. Eugenio Fern&ndez Quintanilla Cé&ar Cort. Manue l Vega y March.

EE. UU. de N. A

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PARA GU AY

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Alfons o Pallarea

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Arq. •• •• Ar q. '

Alberto Calza Bin i. Ambrogio Annon i. Piero Portaluppi

INGLATERRA

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Cart de Lafontaine

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Ba.roffio, Eugenio P

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Abril , 34 1..1

· Agorio, Leopoldo C - Co lo nia, 2120

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Acqua.rone, Héctor. - BoiLI. Artigas , 14 39. Artucio, L Carlos. - 1.8 d t• ,J ILlio , 17 07

Abren, L ui s - Ca rab e la !> :{091.

Abadie Santos, Mario - Canelone s , 1 5 8 3

Arbeleche, Beltrán - Bri to dei Pino, 148 0

Bald.omir, Alfredo. - Durasno , 24«

Br.toffio, Eugenio P - Canelones , 1 429. Berro, Román - Per e yra , 2 951 (Poci tos).

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Br.rbieri, Armando - S alto

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Bardoni, José M - Ib ic uy, 1 393, 5. 0 p iM ( D ept. ,T )

Bonnecarrere, Antonio C - Trinidad , De · partamento de Flores

Bianchi, Roberto - Pa ysa n dú.

Benedetto, 'relmo - 8 de Octubre , 2747

BuUer, .JUI1o - Paracuay, 1615.

Bonomi, Bum'berto. - Gral : Luna, 1270

Bemporat, Ca.rlos A. - Gral. Fraga, 217 o Bera.J.do, Jorge A .-B o ul ev ard Españ a 258 4 (Dep t. 3).

Campos , AlfrMo &.-Chu oarro , 1018, Po cito s.

Ca.purro, Fernando. - Rin cón , 43 0 Caprario, .Jorge. - Durazno , 1748

Ca.rlevaro, Alvaro :&.--ci pri ano Payán , 2967

Crocco, Luis & - · Rin cón , 507.

Ca:riglia :&epetto, Luia. - 25 de Mayo, 575

Cravotio, ' Maurido. - 18 de Julio, 1698

Ca.t;taneo, Miguel A. - Lavalleja, 1714

Camp , Antonio. - 21" de S etiembre, 2928

Cuamayou, Enrique. - Santiago d e Chile e s'fl. So riano

CaseW Coppetti, Hédor - Rivera , 2248

Ciurich, Ellu - Merced es , 1705.

Cbia.rino, Antonio. - Conv e n ció n , 1511 ( p ri· mer piso)

Crespi, Luis. - S111n ti a go de Chile, 920

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Da. Silva, Boracio . - M&rtin G a.rcía.. 1 39'3 (Dep t. 7). ·

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Durán Guani, Enrique. - Misiones. 1489

Durán Veiga, Luis. - Ituzaingó , 1297

Dighiero , Italo - S antiago de Chile , 1304

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Gimeno, José - Ciudadela, 1 446

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Guarino Fiachert, Julia - Cubo del Norte , 3596 (Millán).

Giuria, Juan. - Burgues, 3022. Goyret, Luis A - Joaquín Re quc na , 1-5 80 Gori Salvo, Miguel A - Ronde a u , 1 5 78. Garese , Roberto I - Co n s ti tuyente, 14 7 5. Garc1a Blixen, Roque - Durazn o, 1722

Gómez Ga.vaZZD , Carlos A - La pi do. 287 4 Herrán, Jorge -· Ituzaingó 1467

Herrin, Teóftlo - 25 d e :Mayo, 555 Herrera Mac-Lean, Carlos A - Pied ra s, 3 61 (Bu e no s Aire s).

I1aria P., Am6rico. - Pay s andú , 16 74 Jauge, Amad.eo. - Obligado. 1204. !sola Piria., Albérico F. - U ruguay , 967

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Molins, Carlos A - Luis de l a Torre , 644

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Surraco, Carlos A - Ca s illa Correo , 685

Seba.stiaili, Marcos A - Victor ia, 1 0 71. Sciuto, Rómulo - l:S d -e Julio, 17 0 7

Tejua, · Elo:y G. - Libertad , 2482

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Vúquez Barriere, Gonzalo . - Constituyen · te, 1 959.

Va,nfni, Carlos - Mart ín Garcia 1656 • wnuma,n, José Claudio. - 26 de Marzo es· : YanuqJ. _ *dela. -;- R i v e ra 2939

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