dades ; la i mp ul s ión que s e recibe y q u e impr i me ca r ác t e r a cada m o m ento his t ór ico, es t á t oda v i n -
c u lada e n u na socie d ad reducidí s i ma, y a veces e n u n i ndiv i du o n o más El arte , la h ab i l i dad del h is t o riad o r co n s i s t e e n s abe r bu scar , e n s a b e r despe j a r , a tr avés de la i n men s idad d e f e n óme n o s q u e o fu s c an y e n v u e l ve n la a cc ió n dir ec tiv a, a l age nte , a l a p e r so na age nt e e n cada mom e nt o , al v e r dade r o á rbitr o i m p ul sivo d e la socie da d e n ca d a día hi s t órico El r es to s o n r eba ñ os h um a no s q u e v eget a n , q u e mar c h a n s in r u mbo, s in h o ri zo nt e, s in conc ie n c ia d e s u s p aso s
Cada é p oca h is tó r i c a t i e n e s u geog r afía y t iene s u pu eblo. S e rí a l inda c o sa una h is t o ri a tr azada so b r e e s t e cri t e ri o, do n d e no se d ie s e n va lo r es s ino a aq u e ll o qu e es pr og r esivo, a aq u e ll o qu e es d efin iti vo en cad a m ome n to; p e ro, d esg r acia da me nt e , la h is t o ri a est á h ec h a d e s d e ot r os pun t os de vi s t a, y ab ruma, m o l es t a co n la in me n s id ad d e c ir c un stan c ia s e n q u e se di s p e r sa la a t e n ció n del hi stor i arl o r y s e com pl i c a e l m ov i m ie n t o d e las socied a de s H oy mi s m o p ode m os t e n e r un e j e mpl o m u y claro , a p esa r de lo d ifí c il q u e es u na p e r s pectiva in m e d i a ta e n hi stor ia . H oy m ismo, e l m un do gi r a al r e de d o r d e d os n o mbr es, de d os p e r so n as ; so n pe r f e cta m e nt e conocida s , aunque q uiz á n o pres t emo s un a a t e n ció n cab al a su valía. Hoy e n e l mundo no h ay m ás que dos ag e n te s : Ll oy d G eor ge y
L e n i n e ; n ad a má s. E llos so n lo s imp u l so r es de la hi s t o ria ac tu al ; y ha y d os l u g ar es ge o g ráfi cos corr es p o ndi e nt es a esos dos c e nt r o s, a es o s d os ce r ebros, qu e es de do nd e h a n d e i rr adia r la p az , la gue rr a , la eco n o mí a , la d i r ecc ió!l del mundo futur o , h oy c omp l ica da s p o r el des pla z amie n to d e l os c e ntr os a nti g u os y p o r la int ro mi s ión d e o t r os d os , q u e es tán e n es p ec tativa y d e d o nde p o drán s alir e n e l día de mañ a na e l r ival q u e de s tr on e a l o s h é r o es d e h oy, a l os tiran os de h o y : N u e va Y o r k, p o r u n la d o y T o ki o, p o r e l o tr o . E s t a es la r e al i da d a ct u al. N o h a y má s mu n d o qu e e s o s c u a t ro punt os ; t odo ':. lo d e má s no t i e ne val o r d e p r e f er e n c i a.
El d ía q u e Mo sc ú, T o ki o o N u eva Y o r k se r e un a n , e se día v e ndrá al g o m u y g r an d e; po r q u e e l e j e vita l del m u nd o s igu e e s tando e n e s a lín ea. El ce ntr o d e la gravita c ión de l mundo an t ig u o, d es d e e l pr in c ipi o de la s o c ieda d , ¿ s abéi s do n d e e s tá?: e n Me so p o t am ia. B abilonia y A te n a s , B agdad y C o nsta n tinopla f u e r o n p o los d e l eje hi s t óri c o de l m u ndo . L o fue r o n y s ig u e n sié nd o lo acaso. A ll í se reso l v ió la g ran gu e rra: U n a campa ñ a e pi s ód ic a q u e qu i zá e n Los q u e m e o y e n n o dejase r ec u erdo , ma r c ó s u ho r a c rí t ica y fu é m o m e nt o d eci s ivo e n e l la. ¿Cuál? Un mero e p isod io , a l qu e a pena s se di ó va lo r, e ntr e o tr os m ás r esonant es : la t o ma d e Sa ma rr a p o r los i n g leses . E se f u é e l p unt o c ul mi n a nt e de la g u e rr a e ur o p e a; y e l lo es t á li gado co n e 1 f un da m e nt o de la g ue r ra , c o n s u raz ón de ser le jana: el f e rro c arr i l d e B agdad El domi n io de A sia; esa fu é la c au s a de l a g u e rr a, y ve r á nu evos tr ast ornos e l dí a q u e ese f erro c a rril t ra te d e c o nt i nuar se . A s í véi s có mo se pu ede acla r a r y c ó mo se pu e d e precisa r al g un a c o s a, de ntr o de es t e e nr edo soc ia l q u e h oy n os e n v u e l v e Pues lo mis m o p as a e n t odos lo s ti e mp os : co n cie rta fa c il idad, c u a n do se puede n r e u n ir da t o s s u ficie nt es, se rí a p os i b l e desc u b r i r o tr os f ocos, o t ras p e r s o nal ida d es, q u e m u c h as veces a pe n as s u e nan
El R e n aci m ie nt o se defi n e d e c u a lqu ie r mod o ; se le pu ede n b u sc ar m ó vi l es y s e p u e d e n r as t rea r s ínt o ma s s u yos e n c ual q u ie r p a rt e ¿Po r qu é fu é e l
R enac i miento? ¿ P o r qué esa ex pres ión rí e n t e de p r o s p e ri da d , de amo r a la v ida ? P o rqu e se al e jó uno d e los p o l os h ac ia e l ex tremo Ori e nt e, a Sama r c a n da . G e n e r a lm e nt e so n do s los p o l os h i stó ricos, los c e ntr os d ir ec t i y os q u e se a ce r c an o se alej a n Cua nd o se a ce r c an y n o riñ e n se e s t able ce un a co n c o r d ia ; c u ando se r e t i ran, y la r e t i r a d a es mu y l e j a na , se o r g ani za pa z en el mi smo se nt ido.
l P o r qu e fu é ent onces l a pa z? Porque el comercio
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ARQUITECTURA
orien t al se había cleuilitad o, y e l occide nte se enriqu ec i ó, libre de com pet enc i as De s pué s, co n el pr e d o minio tur co en e l Mediterráneo, vuelv e el desequ ili brio y vu e lven, durant e e l s i glo XV I, la decadenda Pspirit ual y la de c ad e n c i a p olí ti ca.
Lueg o , hay o tr os punt os de v i s t a c uri osos; hay varias c la ses de fo c os Hoy , por e j e mplo, e l f oco espirit ual puede es tar en Londr es, e n Mosc ú; p e ro el fo c o mat er ial está en Nueva York. Y ¿qué uá s u valor al fo c o mat e rial? Una cosa m u y mat er ial: e l or o. No h ay o r o nunca e n e l mundo más que en un s iti o o e n d os mu y al ej ado s No puede habe rl o e n má s; y c u a nd o a sí oc urre , inm edi atam e nte uno de l os f o co s, a tra e a 1 inmediat o y l o absorbe
Pues España ha t en ido también s u mom e nt o c rítico. Ha p oseído e l oro del mund o en un m o mento ¿Cuán, do? ¿Quizá cuando iba de América ? · No El o r o de América, s i acaso tocaba e n las costas d e España, pr o nto la gu e rra y el agio de los ba n q u eros lo hacía desaparec e r. El o r o d e Am é ri ca no enriq u e ció a España. C u ando e n E s paña hub o oro; c uando España fué directri z poderosa del mundo, co n s tituyendo uno de s u s dos p o los , fué del sig lo X al XIII. Ent onces fué dueña del pr e cioso metal con tal prodigalidad que se e ncareció la plata. Venía de Afri c a y lo amon eda ba n lo s mu s ulmane s ; d e allí, po co a poco , fu é co rriénd ose haci.a e l interior de Europa, ab s orbirl o por el comer- De s cendimiento cío del mediterráneo, progresivamente de s f avo rabl e por fa 1ta de produ cc ió n, y p oco a p oco se fu é p e rdient.lo D esa pareció al f in, co mo l o p e rdi e ron Fr a n c i a e ln g lat e r r a, a raí z d e la g ran · g u erra, ex a c tam e nt ·.
En e l s igl o XVI ¿ há cia dó n d e es t á e l cen tr o o cc idental de sobe r a ní a, de poder? Hacia n o ha y que di s i mularlo El e j e fttndame nt al de la p o líti c a, l a dirf' c tr iz d e l movimient o de los pu eblos occide ntale s r adicaba e n E s p J ña, a un q u e la tr eme nda ri validad de Fran cia y de Inglaterra habían de u s urpár se l o: y por de pronto su p o testad ya era al l á co mbatida duramente , q u ebra ntada de c o ntínu o , per o
n o p e rdida. S u cede , ad emás, o tro feno meno, y es q ue es tos polo s de poder, es t os polo s de fu e r za, estos ce ntr os del mu nd o de jan tras d e s í una este la, q u e ya no es p ode r y q u e ya no es fu e rza; es la estela esp iritual. Por q u e l os pu e ulos, después de hab e r lu c had o por la vida, después de po se fda int e nsame nt e la fa c ultad de atraer hacia sí esa p o t estad, a ún l es queda e n s u ruina algo de lo adquirido. A s í co m o el ri c o c u ando empobrece:- según e l adagi o - tiene más que el pobre cuando enrique ce , a sí lo s pu eb los q u e h an s id o ricos y ya son p ob r es conserva n algo, co nse r van la alc-urnia, conservan la hi dalgu í a, coa1se rva n se ntimi e nt os nobles, t o do ]0 q u e había sido reflejo· de s u potestad y de s u ve ntura. Queda un g rado de superioridad espiritual, que, gen e ralmente, c uando la lucha por lo material no llevó al tamp oco • logra disfrutarse c.o n dominio. S e n e - tanto ces ita sosiego, se n eces ita oreo , de superfhlidades - generosa s para q ue el jardín espiritual llegue a floré cP Ílci as exq ui s ita s. Y s i E s p a ñ a, e n la pr i mera mitad del siglo XVI s e mantiene s in fórmulas Clara s, precisas para su mundo espiritual, para su lit eratura, para su arte, luego, en c uanto la granrleza de c ae- y ya otra vez he llamado la atención sobre e ll o·se exaltan los valor es es pirituale s , y nace una E s paña sentimenta 1 y artística; de un valor e xtraordinario, a 1 pa so que la potestad mate-
M A da rial iba se paránd ose de • e lla, iba p e rdiéndo se y r e partié n dose p o r o tras naciones. Esa es Ja s ituac i ó n E s pañ a, precisamen te e ntonces, · debido a esa fu e r za co n ce ntr a da d e que gozó antes, mer ced a ]a e xa 1ta ció n que s u vida esp iritual activísima sos t enía, mer cect a s u mist i cis mo, m e rced a la base moral que l levaba consi go, más o men os inc o n scie nt e, merced a s u fanath:, mo,- no me arr e dra d d i c tado -a s u fanat i s m o, l og ró una personalidad d e a so mbr oso re 1i e ve
E spa ña ha s ido en l a Edad moderna una nac ión fanáti ca, y pobre de l pueblo que no tenga un fanatismo, sea e n e l o rd en qu e sea, ya fa Pa ti s mo
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ARQUITECTURA
doctrinal, ya antirelig ioso; es ig u a l, es fanatismo, y no están mu y distantes el uno de l otro. Más p a ra c reer, para sentir, para t e n e r espíritu, para r e flej a r ese espíritu e n ob ra s de arte , es m e n ester que el corazón y que l a conciP.ncia estén r emov id os , y que ha y a una vida intensa espi ritual , aunqu e s s a de mala l ey, aunque es té mal diri gida, aunqu e n o sea e l espirit uali smo, e n su co n ce pt o má s pu r o, el qu e motive aquello.
Efectivament e , la ed u cació n r e li g io s a p o pu lar e n
E s paña n o fué un modelo de austeridad ni u n modelo de perfeccio ne s; pero h abía un f o nd o e n o r me de espi rituali s m o, de religiosidad. en la forma que fuese, atrop e lJand o r ealidades, a tr opell and o leyes; providenciali s ta mu c ha s veces, busca nd o cie rta seg uridad optimi s t a en lo p o r ven ir , n o p o r el c umplí-
ese mismo p e ríod o; mirad s u s artes; es tudiadlo todo co n la mayor intensidad q ue pod ais , i Qué df'silus ión! i Qué po co se e n c uentra con vida! T od a Francia g ira alrededor d e tradi cio nes de r eceta s ; sobre un concepto plenamente f a lt o d e e s píritu, d e sen ti do de la realidad; co mpl e t a mente vacío, a cad é mico. En Italia, los man ieri s ta s, los ecléc ti cos Ya los co no c éis; n o ten go ne ces idad de ju zg arlo s , y ho y sob re e l los pesa l a sa n ció n má s c ruel, la d e l • olv ido. Qu e dan lo s dos po lo s españoles: e l polo de E spa ñ a y el polo d e los P aíses Bajos Habían sido g r a n des, a tad o uno a l o tro, en el período anterior. Fland es b a s u va lo r artístico presentando dos ge ni os ex tra ord inario s , Rub e n s y Van Di c k; H r>l a n da, a Rembraudt y Fran s Hal s, y tra s de ellos, los pe queñ os ma es tr os : una plét o ra de vida
mi e nt o d e la ley ni por la sa tisfacción de la cia, s ino por el milagro, por l o sob renatur a l, por lo i mprevisto. Y como h oy se bu sc a un porvenir en la lot e rí a y no e n el trabajo, así se cifraba entonces l a aspiraci'ón haci a un mundo m e jor, no mediante el c umplimi ento d e la ley si n o mediante la esperanza en un a interven c ión providencial. E sa , buena • -o mala, mala ciP- rt a mente, es la realidad. Ahora veremos la forma artí s ti c a de t o do ell o; co mo se r eprese nta en s u literatura, e n su teatro, en s us art es, dur a nte una parte del s igl o XVI a l XVII e n E s pañ a . P e ro e ll o ti e ne s u co ntrapru eb a. ¿Qué había ent ónces fu e ra de E s paña en ese mismo punto ? No pue do aquí li ge ram e nt e dedrlo. Parecería q ui zá exag e rada la antíte s is; m ás sería cuestión de un po co d e esfuerzo el indagarlo bien. Mirad la lit eratura de Francia y de Italia en
ext raordinaria, adm irabl e . Pero ese ar t e septen triona!, e se arte de los países que habían estado s ujeto s a la s ini c iati vas españolas, ligados a un mismo de s tin o , viven un poco de fórmula s prácticas, de n egocios; tra s tornado s u po s itivi s mo por la lu c ha religio s a, os c ilaban entre id ea le s d e burguesía c ómoda y se n s uali s ta por un lad o, y liri smos de aparat o celestial, sobre un fond o brillante o lóbr eg o, por otro En Ruben s, fantasías d eco rativas y co l ori s tas, maravillosos esce nario s dond e se repre se ntan mitolo gí a s e historia s, s aturadas de una opulen c ia carnal sin e j e mplo. Rembrandt, en vi s ion es mágicas, que impre s ionan com o e vo ca da s d e otr o mundo. Van Dick adobando sus modelos c on m e lancolías señoria les; Fran s Hal s, ri ye nd o pl e be y as s atisfacciones de r adia nt e prosaísmo.
Frente a esos ca ractere s, q u e co mo tenden c ia
:
El Entierro de Cristo
Ribera
ARQUITECTURA
represent a n puntos de vista falsos para la in terpreta c ión de la realidad, per o en arm oní a co n el d esa rrollo e s piritual, con la i dea estéti ca de cada una de estas escue l as: frente a ello es tá lo espa ñ ol, co n una sob ri edad, co n una fuerza unilateral ab s oluta. ¿En q ué se diferenciaba el ambi e nt e es pañol para el arte, del de los demás pu eb l os? En que E s paña no envaneció a los artista s , no se l es ex altaba, no se les dió superioridad sobre lo s otros oficios. Al artista n o se le endiosaba. L os rey es no solían pon e r delicad ez a en s us iniciativa s; los poderosos estaban completamente aislados y carecían de Corte y palacio s no dab a n vi da al art e Así, el
rumbo de é s t e se orien t ó sobre la d e jación he c ha por las clases directivas, de s u tutela y de su pod e r. Y ¿a quién se había ent r eg ado la impulsión directiva del arte? Al pueblo, a la iglesia. E s os eran los fa c tor es del arte; esos los q u e alentaban a artistas, y lo s artistas n o trabajaban s ino a gusto de ma sas, in se n s ibl es a fórmul a s de virtuosismo; para el pueblo, para l a religión, para iglesias y conventos Y esos pintores, ante el id ea l c ole c tivo que int e rpr eta han, adquirían co n cie n cia de su inferioridad.
Rubens fué a España como un príncipe, porque lo era, príncipe de la diploma c ia y príncipe de la pintura, con todo e l esplendor de su corte y de su fama. Y lós pintores italian os se habían impu esto cqmo un non plus ultra en todos los tiempos y sobre t odos . l os ' países . . En ca mbi ; ,' los pintores españoles e ran humildes, eran pobres; se
c ontentaban c on trabajar ba rato y, g ra c ia s a q ue a bu ndase tra bajo; y l os asuntos q u e desarrollaban ni e ran los q u e el l os preferían, ni lo s que ellos, qui z á, tuvies e n g u s t o en hacer, sino Jo s que el pueb l o, la igl es ia o el convento pa g aban. Todo para serv ir al pueblo, al id e al co lectivo, fuera de a rtific ios, fuera de co nv e n c ionalismos. ·
A hí, en l o sano de la nación está e l ce ntro, el fo co de l arte, y ahí radi c a s u valor. Por eso se forma un arte tan ingénuo, porque el pueblo neces it a si n ce rid ad para emocionarse, y toda ficción la re c haza. En Fr a ocia la pintura e ra cortesana. En 1ta 1i a , dond e e ra aristocrát i c a, podía pintarse bajo
Ribera
pri s mas e rudito s , p o rque no había que satisfacer sino el gu s to de cie rto s personajes, y podían pintores alimenta rse con rutinas o escolasticismos que no afectaban al común vulgo. En España no podía , ser a s 1.
Y ¿cómo se tr aduce eso? Con un amor a la realidad extrao rdinari o; con una vulgaridad simple; con un atar s e a la verdad, a la vida, a la emoción a c tual, en abso lut o. Pero esa atadura no quitaba que, sin perder sus características, sin dejar de ser humano todo que se hada, tendiese a las regiones del empí reo, y retratase la pintura una elevación de misticismo a que, desde el Renacimiento, no llegó ningún otro pueblo
Lo arraigado del se ntimiento r-eligioso en España está p e rfe c t3mente de acuerdo con el fondo tod o cordia l de la pintura española, que no vibra sino con estas n o ta s : por un lado, realismo absolu- 2.65 -
Martirio d-e San Bartolomé
ARQUITECTURA
to, naturalism o , sin gala s ct e atractiv o , pintura sin oropel de ningún g é n e ro; p o r otro lado, e l misti c ismo en grado máximo, h e rmanando perfecta y paracon su teatr o y su literatura.
Y ¿cómo se llegó a é s to? Ha y una evolución interesantísima. No era fácil romper de pronto con las trabas del Renacimiento y crear este mundo nuevo, este arte q ue h a bía d e r e flejar un ideal d i-
v e r s o a f o ndo d e l italian o Y e l s ín to m a d e la e m a nc ip ac ió n fué de s ha ce rse de la esc u e la, triunfar la indi sc iplina y f o rmars e una pl é y a d e d e a rti s ta s q u e, c ada cual con tend e n ci a s propia s, como s i vi v ie r a n se parado s uno s d e otros, co m o s i fuer o n tray e ndo piedr ec itas para
• n o se c on o c tese n, e l e difici o d e la r e n o va c ión , ba s e firme so br e q u e se ha co n s truíd o lu ego e l arte modern o
L a tarea era muy c o mpleja; e r a imp os ibl e at e nder a todo; c ada período ant e r ior, ca da esc u e la fu é r es olvi e ndo un pro b lema, un tip o d e f e nóm e n os El
R e nacimiento había atacado el dibujo, la armonía d e! línea s y tonos, una realidad siempre da. Por otro lado, apa s ionó a la e s c uela veneciana la magia del c o lorido y la depura c ión de Jos pro cedimient os té c ni cos, bu sc ando mayor limpieza y brillantez Ni un os ni otro s habían tra s pa s ado esos límites. Pero hub 0 , a fin e s del siglo XVI, un disid e nte, que n o sa b e m os de s eguro si ej e rció influjo
Zurbarán
so br e l o es p a ñ ol ; p e ro es e l úni co d e allá que tomó un ru mbo nu e v o , y fué Mig u e l An g el d e Caravaggio. Un ita li a n o ru do q u e vi ó, por encima de las antig ua s t eo rí as del co lo ri s mo y del di bu jo, el efecto má g ic o d e la l u z e ntr e so mbras, ante s d e Rembrandt. Arti s ta de p oco s v u e los , de poca sustancialidad, pero un r e v o lu c ionari o qu e e n Italia no fru c tificó sino p e rdi e nd o terr e no co n lo s e c lé c ticos, con el Guercino, p o r ej e mpl o En E s paña la c orri e nte innovadora tiene, desde e l punto d e vi s ta d e la t éc ni c a, un primer punto
- - 2.66-
Monje en ora c ión
ARQUITECTURA
que es similar, paralelo a este de Carava gg io: lograr la fuerza de luz median te el contraste de so mbra s; buscar en el c laro scuro una ilusión de poesía, de realidad exaltada, en armonía con los fine s qu e 1-Jersiguió, de un naturalismo violento siempre. E s la teoría de Ribera, el Españoletto, discípulo del e:;pañol Ribalta, que fué a Italia sintiendo ya, probaese ideal, y que luego al l í Jo d es arrol ló
clarosc uro a veces durísimo; pero, sobre todo, con un es tudio exquisito y por igual de exterioridades nimia s y de iU:terioridades psicológicas, del temperamento p e r s onal, de los tipos, sin rehuir la fealdad, si:1 rehuir lo desagradable o lo trivial, ateniéndose co n exactitud impla c able a lo que copiaba, pero exaltado, intenso, vivo s iempre. Esta es la tendencia que vem ')S en Herrera el Viejo, y que luego re•
San Andrés
con sobe rano éxito E s a misma fué la primera t end encia que dió personalism o a la e::>cuela sevilla na. Posiblemente tuvo conocimiento d e la revolución afirmada por Ribera en Nápoles; pero tamp oco esto se vé claro; las fechas son tan próximas y tan dudosos los influjos, que sería lícito reconocer independencia en este grupo sevillano.
Ello es que nace aquí un tipo de realismo de una intensided, de una delicadeza enorme, con un
cog ió Zurbarán y aún Velazquez en sus primeros ti em po s Después vino una reacción: siempre la reacción en España; el prurito ue no seguir un rumbo fijo y p e rmanente, preferir lo vario a lo perfecto; y este retroceso sale de la cscüe la misma que Velazquez, , co n Alonso Cano. El representa una rea cc ión hacia lo clásico; n·acción un poco acorde con la manera de sentir el arte que tenían los eclécticos italianos, '1.67-
ARQUITECTURA
pero si n perder su aire sincero, la intensidad ideal y la exal t ación de los tipo s; que no era Cano un artista vulga r, sino hombre de superior categoría. ' magistral en sus pro cedimientos, con notas típicas ' claras y sere na !::., t endiendo a una riqueza de va!ore s y a una profundidad desconocitlas de los otros maest r os coe tán eos suyos: Est os constituyen una primera ge n e ra ció n Luego, en la segunda mitad del siglo XVII, se exa ltan todas la s c ualidades afectiva s, bajo la acc ión de dos represe nt antes in signes : y Valdés L eal, m u y conocidos ambos para yo haga aquí la presentación de s us caracter es.
Se ju zga a Murillo como el místico por excel encia ; cas i es e l r ealista más convencido; el hombr e pro sá ico, en s u manera de conce bir e l mundo¡ el hombre que m e n os idealizó, pero que p oe ti zó la pintura; que di ó nub es y esp lendor a un cielo, a un a r eg ión ce les tial que presta ext ra ord in ario encanto a s u s c r eacio n es, y nos las h ace sabo r ear como verdaderamente espirituales y e tér eas Apart e ello, s u s perso naj es so n perfectamente hum anos; sus vírgenes so n mujeres s in elevación, y q u e s i tienen algo de c ie lo, es p o rqu e pone n los o j os e n blanco y miran ha c ia arriba. Tod os, tipos arranca dos a la soc iedad andaluza , co n r asgos de l t em p e rament o pa s ional típi co de la raz a Y donde 1\furillo descuella , donde él ti e ne una personalidad más clara es, pr ec isa m e nte, en lo s t emas prosaicos, en la s comp osic ione s d o nde copiaba lo real, si n exaltación, si n carác t er de ningún gé n ero Ahí está e n s u terreno; ahí es p e rfect o .
El ot r o, Valdés L eal, r ep re sen ta lo impulsiv o, e l movimiento, e l barroquismo, a q u e ante s ha cía alusión, ll evado P-n e l sentido de dinamis m o; y éste se revela e n s u pintura, en su paleta, por la des-
r • Cristo en c asa de Marta
viació n de t odo lo que era sereno, e ega nt e, plácido; buscando siempre l o duro, lo agitado; mu chas veces, ha::;ta lo grotesco, y no retrocedie nd o ni ant e cosas absolutamente repulsiva s, ante la desco mposición de los !"!luertos l\1e h e dejado atrás- lo h abrán notado- un n ombre: Velazquez. P ero Velazquez- providencialmen t e, di r emos - de j ó a tiempo su tierra na t al y ob tu vo campo más e n a r mo n ía con s u s co ndi c iones e n otra atmó s fera d1ferente. L o que hizo en Sevilla es inferior a lo de Zurbarán; adolece de una falta de sentido esté ti co, de una falta de es pirituali smo, de una falta de fantasía, absolu t as. Sus obras eran una fotografía, aten ta h asta en sus últimos detalles a co piar la realidad: si ello era n cacha rr os, verduras, t rebe jo s de cocina, es imposible hallarle d e f ecto; más s i era un sa nt q, una virge11, r es u l taban h o mbres y muj e r es, sin · má s carác t e r que el propio de se r es vulgares que se prestaban a servir d e mod elo : así empezó a revelar se
¿Qué más hubi era h ec h o en Sevilla? Eso es difícil de c al c ular; pués, dado lo q ue dejó allí, muy de primera juventud, no cabía prever sob re ello l o q u e luego sig ui ó h ac iend o. P ero estaba tan ce r c a de Zurb a rán y tan por debajo de él e n la pintura de caracte r es, a pr ec iables bajo un prisma exaltado de mi stic ismo y de ascetismo, en lo q u e fué maestr o Zur ba rán , que difícilmente allí e n s u terreno hubiese log rado vent:erlo. Más, por fortuna, se retira de Sevilla , marcha a la co rt e y a11í e ncu e ntra un amb ien te en armonía co n s u manera de ser.
Allí n o se co n ocí an aquel las exaltaciones; allí n o era n el clero ni el pu eblo lo s que d ic taban s u s asun t os a los pint ores, s in ó la Co rt e, una co rte frívola, reñida co n los ideal es del pueblo, dond e t odo era artificio e hip ocresía. Y ¿q u é hizo allí Velaz-
Velazquez
ARQUITECTURA
que z? Subir a donde n o se había subirlo nunca y donde no ha suh id o después nadie tampoco. Sorprend er la realictad, la verdad absol uta. Siguió copiand o moJel os, pero y u. no interpretaba san tos, y, por consiguiente, estaba en s u terreno: erun pícaros, bufones, reyes, príncipes . Todos representaban lo que eran. Llegó a retratar a un papa, úni c o papa c uya irnágen vive con más inten s idad carnal q u e
El Hombre del Mapamundi
si lo tuviés t: m o s en persona delante. Y ya no es la fotografía sóla; e s animación de la fotografía sin añadir nada a lo que hay delante de sí. Todo lo qu e no dá la fotografía: expresión, intensidad de vida , envoltura trasparente de un alma, muchas veces b aja , r astrera; tocio eso lo dejan ver sus pinceles. Nunca exalta; nunca levanta un ideal por encima de lo que realmente cada cuerpo llevaba dentro de sí.
En cuant o a pro c Pdirniento, emp ieza iluminando co n pardos y negros; empieza haciendo contrastes. duros, más exage r ados, a q u e los del mismo· Ribera; l u ego, va s utilizando su paleta; va limpiando sus colores; va, poco a poco, trasparentando sombra s , deshaciendo golpes de luz, fundíendo contornos, y así airea sus donde no queda sino· ambiente, merced a valores relativos, que acusan
Velazquez
aqu e ll o s grise s y platea dos típicos s u yos. No hay dibujo. no hay líneas; no retrata sino la impre s ión de lo que se vé a distancia, fantasma s de r eal idades tal corno se presentan a la re ti na, y que provocan una ilusión exactamente igual a la que setiene vienrlo las cosas. Inventa, en una palabra, la perspectiva aérea, lo que antes no se había formulado y lo que después no ha podido perfeccionarse, mas. - 2.Ó9-
ARQUITECTURA
Velázquez llegó a la meta, dentro de su punto de vista, dentro de su manera de se ntir el natural. Era imposible igualarl o y, mucho menos, excederlo, Dejó, más que discípulos, un par de co lab oradores incondicionales, y en genera l una parte de s u técnica y de s u equilibrio profesional a cuantos pintores constituyen la escuela mddrileña, brillantísima, pero que no añade quilates de va l o r sustancial a la evol u ció n de 1 maestro; antes b ie n, contami na ciones extrañas que la desvirtuaban: o tr o día, a l hablar de barroquismo, se presentaron unos cua ntos ejemplos sobre ello, y eso basta.
jo un prisma q u e en España nunca tuvo repre se ntación: el deleite morb os o ele la c arne, el sensualismo refinado, que nun ca se autorizaron en E spaña; la concu pi sce n c ia sonriente, bajo una más cara de co rt esa nía delicada; eso se pintó a t lí muy bien. Así llegamo s hasta fines del siglo XVIII, y, entonces, ya sabéis lo que ocurre: un reproche valiente contra tal es frivolidades, que determinó la Rev ol uc ión Francesa, con su renacimiento positivo de / alor es espirituales . E spa ña tuv o , a su manera, ot ra reac ción en tiemp os de Ca rlo s Ill, con fu e rte r e p e rc u sión artís ti ca, baj0 la ini c iat iva de pintare & ex -
Así ll ega el s iglo XVIII. Entonces es cu ando perdimos definitivamente la partida; entonces pasa a Francia el pred o minio occidental, como fruto de la superio ridad p o líti ca ya obten ida en el siglo XVII. Y la pintura fran cesa desarrolla entonces, dentro de su ideal , modalidades ind epe ndiente s : lo mi smo que en España, pero con un siglo de retraso. En e l sig lo XVIII, la floración d e su a rte, como la de su literatura, fué espléndida. Tiene ca ract e rí s tica s abso lutam e nte d¡versa s de l o espa ño l, e n armon-Ía con l a frivolidad del genio francés. Sus esce nas galantes no tienen rival e n España, y pintan la vida ba-
• tran]eros.
Fueron Ti é polo y Mengs, ya citados en otras ocasiones. S ob re todo Mengs fué e l verdadero maestro entonces de una generación nu eva de pintores. El era un gran té c nico; un hombr e c ulto y aplicado, con sentido exquisito al querer reunir todas la s perfeccioues de l os maestros antiguos; más de ahí no pasaba. No tenía un concepto propio del ideal; pero tuvo una virtud, cual fué la de descubrir a Ve1azquez.
Velazquez e staba obscu r ecido; s u s obras yacían en lo s pala c ios reales; el puebl o, lo s artistas, gene-
• Virgen con el Niño
Morillo
La Reina Maria Luisa· Goya
ARQUITECTURA
ralm e nte, no p odía n gozar de ellas Mengs, co m o pinto r del rey, las tuvo ante sí y las valoró c omo m e r ecía n. El n o imitó a Velázquez; p e ro exaltó su memoria, hi zo valer s u s perfe cc i o n es y s irvió de guía, probablemente para q u e otro pintor de Cámara pudiese hallar e 1 buen c amin o , r e tr oceder ha c ia el cas ticismo, y ligar el s i glo XVII co n el XIX: é sto hi zo Goya.
Goya empieza con un estilo artificios o y d esaliñado, dibujando mal, pla g ian do ob ra s age na s y co lorin ea ndo co n una fue r za que y a d esc ubr e s u , t empera ment o pt c tori co. D es arrollaba, como t o dos, asunt os r elig iosos, ni m e j o r es ni peo res q u e lo u s ua 1 de e nton ces; lueg o , aprend ió a d i bu ja r, cor r ec to y d e li c ad o , ha sta dejarse atrás a sus co leg a s todo s, , p e r o seg m a oc upando ca tegoría inf e ri o r; s u rud eza , con meno s precio de l os val o r es soc ial es y d e l academic i s mo l e perju dica ban g ra veme nte en la Cort e. Más , p o r lo mism o q u e e r a un pintor de pocas pret e n s ione s, s u s c uñ ados lo s Ba ye n le oc uparon en ayudarle s a pintar ca rt o n es para la s tapi ce ría s reales con asuntos populares, de gé ner o, donde había men o s rie sgo de escanda i iz ar co n s u s genialidad es
Ahí se p o n e en c onta c to Go ya , n o co n sa nt os qu e nun, , ca ace rto a t magmar se l os , s ino con h o mbre s, co n el puebl o. Empieza a pintar carJ óv en es ton es co n una dur eza de cla r oscu r o impropia y en desacu e rdo con lo s r ecetarios al u so; d isg u s t aba su obra y se le for zó a variar d e rum bo; Goya e r a r ebelde; a regañadient es evol u cionó, p e r o gra c ias a ello la luz brotó de s u pal e ta, y un ambi e nte alegre y aireado puso a tono sus com pos iciones, rebo s ante s de ingenuidad, con escena s cam pe s tres y plebe yas, que é l sentía y retrataba con expo ntaneidad c ariñ osa. Luego, no necesit ó más que abrir lo s ojos al
arte d e Velazqu ez, en t e rar s'e de como bosquejaba Mengs,- qu e e s proba ble m e nt e un fa c tor importantí s imo e n s u té c nica,-· y lanzarse a pintar lo que veía, seg ún e nseñaba a verlo y r ep r od ucirlo Velazq uez
Cop ió la C o rt e , copió los p e r son aj es r eales, cop ió n o bleza y pueblo; tod o revivía s in esf uerzo en s u s t e la s. P t ro no quedaba e n seguidor fiel de V elazqu e z , ni se sat is fil o con r e trata r l o que se l e p onía delante, s in a lt erar l o El e ra h ombre de una concen tra ció n esp iritual gr au de; po se ía espíritu de
Goya análi s is ex tra o r di nar i o, y una resisten c ia d e asi mila c ión al medio, qu e le h izo pa sa r por I talia si n co ntaminarse con la pintura n eoc lá s ica de en t o n ces; p e ro e llo m i s m o 1e di ó v i rt u el para a is lars e de todo conve n c i o nali s mo, y c r e ánd ose un mundo par a s u u so especial, hacerse árbitr o de s u pre se ntac ión , dar ri e n das a l a fantasía, moralizar sa tiri zar sob re todo impla cab lem e nte, y c rear la se ri e de o bra s má s ext r aord in a ria, d e sde el punto de vista de imp res i o ni smo, de ilusio ni smo, de r eadl is mo, de poes ía, de horrores en q u e l o más r ep ulsivo y b rut al s e d i g n ifi ca por el a rt e, y tod o co n una o rig inalidad de con ce pt os, co n una fu e r za, co n una int e n s ida d dramática que es tá e n armonía con el moYimiento popular y rev ol ucionari o d e en ton ces. R es pe cto d e t éc ni c a, una sutil iza ció n , llamémo s le a sí, de la pintur a, q ue está por encima de c uanto habían he c h o Velazquez y R e m brandt, ju s tifi c a la tra sce nd enc ia q ue se l e concede entre los modernos. Su a c tualidad no ha pasado, y ya sabemos qu e se le r e puta dignamente co mo precursor e iniciador del impresionismo y del modernismo de nue st ro s días.
REGLAMENTACION PROFESIONAL
1 ejercicio de la profesión de Arquitecto es asunto ligado íntimamente al interés general de. la Sociedad. En este hecho se basa ·de manera inconmovible, el derecho que la Sociedad tiene de reglamentar ese ejercicio , impidiendo .que el interés parti c ular s e desarrolle a su s anchas , a expensas de lo que constituye un bien común.
El bien común am e na zado en este ca s o por el ejercicio "libre'' de la pr ofe s ión de Arquitecto es ·de doble naturaleza: Por una parte Ja salud y la seguridad de la población; por la otra, s u derecho a crear un medio artí s ti c o d e acuerdo con su propia elevación c ultural, y a a la s g enera. ciones futuras una educación e s téti c a di g na de es a conquista.
Dos procedimientos ex i s t e n para s alvagu a rdar el interés general en e ste punto: El primero , en prácti c a de manera imp e rfe c ta , ino c ua y mal orientada entre nosotro s, es e l d e reglam e ntar directament e la constru c ción d e edifici o s, impidiendo . que, sea quien s e a el proye c ti s ta dire c tor, se violen en ella unos cuanto s prin ci pio s fundam e ntal es
El segundo pr oc edimi e nto, inexiste nte en la prá c tica de nu e stro paí s, e s eí d e r eg lamentar el ej e rcici o de la pr of es ión limitándol o a aquello s que, sea por haber alcanzad o un título en la Univer s idad del Est a do, s ea p o r haber d e mo s trad o e n una forma ronvinc e nt e s u co mpetencia, es t é n realm e nt e en c ondicione s de pro ye ctar y diri g ir una obra arquite c tóni c a, sin amena za par a la s alud , para l a vida o para la cultur a d e los pob lad o re s Am b os ,procedimientos no s on e x cl uye nt es e l uno d e l o tr o
U na bu e na reali zación arquit ec tóni c a deb e r e unir e s tas tr es c ondicion e s bási c a s : 1 ° La co nve nienci a d e s u organi za c ión para e l d e stin o pre fijad o. 2 0 La seguridad constru ctiva d e esta misma organiza c ión. 3. 0 La expr esión es tética; en la qu e están Comprendidas: la expre s ión de la conveniencia que se llama el carácter del edificio; la expresión de la seguridad que constituye su verosimilitud; y la expresión de abstracciones y ritmos de la naturaleza, supeditada a las otra s do s expresiones primeras, que -forma en las líneas arquitectónicas, lo decorativo y "lo simbólico
Esquematizada en esta enumeración, la tarea del arquitecto, repasemos en cada uno de los puntos mencionados lo que puede en ellos referirse al tinterés general, antes de discutir cual es el camino .que debiera seguirse para salvaguardarlo.
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en él hasta los más pequeños detalles del programa que se va a realizar. La tienen: el clima, la orientación, las condiciones del suelo, la naturaleza del material a emplearse en la edificación. No son agenas en manera alguna, las costumbres, el medio so· cial, ni mucho menos la salud de los habitantes .
"Hacer el plano" de una casa, según el término corriente de los arquitectos improvisados -llá" . . " " " " lb - ·¡ , mense propietariOs , constructores , a ant eses, también al decir de ellos, "tarea fácil".
¿Qué no será "fá c il" para la ignorancia?
Sin embargo, si hay problemas que merecen repo s o, · reflexión, conocimiento, conciencia d e la re s p o n s abilidad, éste es un o de ellos
Un plano mal h e cho i c uántas v e ces es responsabl e de una tuberculosis! Véanse fríamente las e stadísti c a s levantadas en muchos países europeos.
Las ca s a s e n cuyas piezas no entra el sol, son aliad a s in se parable s de la enfermedad; uno y mu c hos ca s o s s e r.e piten e n la misma pieza, y hay vivienda s que llevan e ncima, como el sello de una maldi, ClOn.
' Si en nu e5> tro país, lleno de espacio, lleno de sol, la s es tadí s ti c as fueran minuciosas y exactas i qu é cap í tulo d e c argos no surgiría contra la ignorancia c riminal de tantos y tanto s "fabricantes de plano s "! ic o ntra la ne g li ge ncia de tantos legisladores 1 Y hoy, ho y mi s mo, se s iguen despachando fav o r a blemente (!) e n nuestras oficinas muni c ipales, plano s en q ue aparecen dormitorios sin luz y s in aire p o rqu e no exi s t e una reglamentación de patios!... p o rqu e la inc o mp e tencia e s libr e , y ella puede s eguir siendo más g e n e ro s a qu e la c omp e ten c ia con la avide z de lo s propiet a rios!
Tod os los o tros problt>mas que se relacionan co n la conv e ni e ncia o adapta ci ón d e l edificio a sus fin e s, s e de s coloran ante la fllerza de tonos que pres e nta éste de la salud pública. No quiere esto de c ir que los otros no existan , ni que carezcan de importancia ·
La falta de los elementos ·de higiene necesarios para los habitantes, es uno de ellos ¿Quién es el inquilino que buscando casa no ha topado alguna vez con unas muy decoradas en la fachada y en el zaguán, y que no tenían un cuarto de baño decoroso en el interior?
Dejemos a un lado la falta de comodidad de circulación, la pésima independencia de los locales, la carencia de aislamiento de los vecinos, los innumetables defectos de composición de esas casas planeadas por ignorantes. También esto afecta sinembargo el interés general, ya que rebaja el nivel '
La conveniencia de un edificio para su destino, .es asunto de relativa complejidad. Tienen influencia de las construcciones e imposibilita a los que no · · •
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ARQU.ITECTURA
propietarios para encontrar casas c ómodas, útiles. ***
Entremo s en lo relativo a la seg·uridad. No ignoro que en los caso s sencillos y corriente s ; mejor di c ho: s egún el procedimiento rutinario de ca s a s ", cualquier construc tor medianament e prácti c o, s abe poner en su sitio las viga s y los tirantes, sin que la c on s tru c ción corra el riesgo de una ruina inm e diata. El arte de colocar un ladrillo sobre otro y e l de apoyar s obre l o s muros l o s tirante s de hierr o , más o m e no s aproximadamente c alculados, no e s como c reen muchos lo más fundamental ni lo má s important e entre lo s c on o cimientos d e l arquit e cto
Pero eso, y algo más que e s o d e b e c on o cer el arquite c to que proyecta y diri g e una obra, y ese "al g o más" es lo que ign n ra l a ma y oría de los no titulados en qui e ne s í o s propietarios depositan su plena c o nfianza , llenándose la bo c a al llamarl o s " hombres prácticos"; c o mo quien dice: " (: urandero s ". i Y pensar que el qu e esto escribe, ha visto esas y oído estas expresion'es procedentes d e titulados universitarios: "abogados" !"médi c o s "!. No ti e ne calificación!
En ese "alg9 más" que conoce el Arquitecto está la s olución de todos los casos que salen un poco de lo vulgar, de lo que se hace siempre; de esos casos en donde escolla a menudo el famoso "hombre práctico", porque no c onoce las leyes más fundamentales de la Mecánica aplicada a las ciones, o porque sus conocimientos c o nstructivos no pasan de un limitado número de recetas, sin criterio que las armonice y las vuelva fecundas.
Lejos, muy lejos de nosotros, la idea de despreciar a los hombres práctico s. Ellos tienen una misión muy digna y muy propia, como colaboradores de los arquitectos y como empresarios de obras bajo la dire e ción de los arquite c tos; pero no alteremos los papeles: a cada uno lo suyo. i Cosa curiosa 1
Los verdaderos hombres prácticos, los que valen,los que se vuelven a veces indispensables, son de ordinario los que r.1ejor conocen cual debe ser su posición, los que se colocan en s u sitio, sin pretender competencias de que care c en
El c onocimiento del Arquitecto hace de él un hombre que realiza sus trabajos a c onciencia. Un arquitecto por ejemplo, no aconseja jamás a un pro- , pietario que ahorre dinero violando una di s pos ición municipal justificada por la conveniencia o por la seguridad de los edificios.
Los alredores de Montevideo son la demostración evidente de como proceden los no titulados, cuya falta de conciencia en general es una lógi<:a con s e c uencia de su ignorancia. Los pozos negros de la c iudad de Montevideo están perforados intencio-
nalmente, por consejo o por disposición de los "arquitectos improvisados " . Es ya una práctica esta- . cuando el inspector municipal se retira de s pués de la última inspec c ión a las instalaciones sanitarias, el c onstructor ordena la p e rforación del pozo
1Y t e nemos en Montevideo un "Consejo N. de Higiene'' que lleva prolijamente las estadísticas d e l crecimiemto y del decrecimiento del tifus en el país! i y t e nem o s una Oficina Municipal de Salubridad en donde sigue un trámite de veinte o treinta días una d e nun c :a cualquiera s obre esta clase de delito s !
Hemo s tratado primero y de manera muy e sp ecial lo que se con la salud públi c a. No s parece que es este un al que nadie s e atreverá a n e gar interés genera 1, y él es sin duda el punto de apoyo más fuerte en que se basa la legitimidad, aún, la necesidad indispensable de la reglamentación profesional del arquitecto.
Existe además el aspecto estético de la c ues. t10n oi\
Dijimos que un .edificio debe tener c arác ter, es . de c ir, que debe transparentar en sus líneas arqui-t e ctónicas la concordancia con su propia finalidad. Dijimos que debe ser verosímil y para ello expresar · claramente p·or medio de esas líneas una organización constr;uctiva real o imaginada, pero lógica en sí misma, sin ; contradicciones. Por último indicamos también que admite el edificio expresiones de leyes , abstractas y de ritmos por las estiliza c ionés dec4;)rativas, y expresiones de ide-ts representadas· p<i>r los símbolos convencionales.
En· una palabra: la arquitectura es un arte bello , además de una ciencia aplicada; y como arte, tiene un lenguaje propio, complejo y rico; lenguaje · eón sus palabras de sentido adecuado, preciso las unas, vago y sugeridor las otras; imposible utilizarlas sin un dominio completo de su sentido.
Preciso es admitir que este lenguaje no lo conocen ni lo entienden por su falta absoluta de cultura, los hoR1bres que se su e len poner frente por frente a los ,arquitectos; sean "dibujantes proyectistas", sean "constructores" o tengan a su cargo uno de esos llamados "Estudios de Arquitectura" que de todo tendrán menos de estudios.
Por otra parte ¿qué leyes de estabilidad van a expresar, los que las ignoran? ¿los que se glorian muchas veces, de representar en sus creaciones un contrasentido constructivo, para que les sirvade "reclame" . pr.egonando sus "profundos" conocimientos del cemento l Qué carácter han de dar a sus edificios, los que no salen del ''cliché" eterno, así construyan una casa habitación, una oficina o un club?
l Qué ide3rs o abstracciones han de expresar, losque n o ven en las líneas arquitectónicas más que ·
ARQUITECTURA
'"''adornos'' que se compran por metro para fijar en las paredes y llenar los vacíos?
i Bendito arbolado el de Montevideo, que cubre -frondoso durante el verano, en que nos visitan los turistas, las vergüenzas de esas interminables filas de fachadas, sin una nota de artística! Fachadas que hablan en el lenguaje aren las que una expresión neutraliza la otra, sin que ninguna prevaJe,.,zca con nitidez, como si un muestrario de ·· detalles o un diccionario tuvieran más unidad expresiva! Y el interés general no tiene en esto nada que Así lo parece al menos A todos los miembros de nuestra comuna, nos es perfectamente indiferen-te este e3pectáculo de incultura, esta demostración de insensibilidad estética que damos al extranjero. A las clases dirigentes no les preocupa tampoco que el pueblo se eduque y se prepare para Ja comprer.sión artística. Así tenemos el derecho de pensar lo. De otra manera se habrían tcmado medidas para impedir el estado de cosas existente; y digámoslo --claro: esas medidas no han sirio tomadas.
***
No basta dictar unas cuantas disposiciones ten-dientes a evitar que· los edificios se derrumben, o se salgan la lín ea de la calle. En eso no puede ni debe parar una reglamentación municipal · de construcciones. Es preciso ir bastante más a11á, es preciso exigir la ventilación, la iluminacióQ 1 la cir-culación, de acuerdo con el destino de los ecfificios y de los locales. Y esto, mediante reglamentaciones -científicas La reglamentación .1 profesional del arquitecto habría dado con .eJlo un gran paso: los del '·cliché", los lqs tos, no sabrían marchar entre las disp osicion.es racionales; fracasarían por sí solos. Los desde luego, serían menos absurdamente exigentes nuestros colegas. Pero ¿es posible esta reg.Iamentación tan perfecta, tan inviolable?
No nos parece. Así como a las espaldas del inspector se perforan los pozos negros, a las espaldas también del inspector se techarían los patios. s-e Violarían por incomprensión y por ignorancia, una a una todas las disposiciones que se tomaran. Somos respecto de la eficacia de las leyes de esta índole en rruestro ruís.
Y estarán ·muchos de · acQerdo con nosotros.
La mayor seguridad :pa{a la población debe obtenerse pOr el otro camino: · por el de la severa Y práctica reglamentación del ejercido · profesional del Los conocimien tos de titulado, el propio cuidado de su le ponen a cubierto de los errores graves. El reglamento de construcciones pJdrá venir en ayuda de este orden de co• sas, y entonces su eficacia, estará inmensamente garantida.
Tal debe ser la que la Sociedad de · Arquitectos con l a colaboración de todos y de cada uno dt> sus miembros, se proponga alcanzar. Este es para nosotros un problema vital, ya que la acción t6xica del ambiente nos alcanza. el interés general defendiendo al mismo tiempo nuestra propia libertad. E1 día en que la reglamentación profesi(lnal se imponga, empezará recié n a penetrar e n la conciencia de los propietar.,ios, idea de su propia incapacidad p:tra .recetar plantas y fachadas y estilos y caprichos a arquitedos. Acostumbrados a tratar con los mercachifles del tistas", siguen sintiéndose para · su propio paternales mentores de los técnicos. El día llegará en que el orden se invierta, sometiéndose ellos al respeto· por los ajenos conocirhientos. y a los beneficios que la libertad científica y artística del ' arquitecto les pueda :brindar.
' H. T. A.
ARQUITECTURA
Fachada
Living- room
Comedor - 277
E s t e edificio, s ituad o en la ca lle J 9 de Abrí l esquina Irigoytia, r ea liza un interesante ti po de chalet normando, c uya arq uit ect ura pintoresca e ncuentra un marco adecuado en la zona Je jardine s lindante con el Prado Mont e vide o . L os proye ctistas se han preocupado de obtener, ant e todo, e l carácter sonriente y confortable de es ta clase de habita cio nes , log rándolo co n éxito.
El edificio se de s arrolla en dos plantas; la primera de ellas lleva e l escritorio, livin g - room, come-
d o r y se rvi cios, co modam e nte d istri b uidos y decorados como conviene a la part e de la c a s a que ha de ser más que nada, lu g ar d e recepción. En la seg unda part e se d esa rrolla la parte í ntima co nstituída por el dormitorio principal, dos dorm it o rios de niños, dos b añ os, c ua rt o de cos tura y boudo ir.
La servid umbr e tiene s u alojamiento en los tec hos, e n con tránd ose ai s l ada del resto de la casa, con co muni cació n y a cceso in dependie ntes.
ARQUITECTURA
ARQUITECTURA
- -,, n un s ol ar pe q u e ñ o co n limitación exc es iva e n s u an c hura, tan frec u ente entre n osot ros - aún e n las av e nida s excén tri c a s, d o nde los espa cios libres circ un da nt es desempe ña ría n un a función art ís ti c a e hi giénica, a la vez q u e debi e ra h acerl os i mpr esci n dibles - se ha co n s truid o la casa c u yas f o t og r afía s se acompa ñ a n y c u yo p rograma ha presc r ito el desarr ol lo en una so la planta co n la e xc e p c ión ,- apar t e de los alti l los disp u es t os en el e nt resuelo co m o es d e prá c tic a. - ue un departa men t o sobre e l f r en t e e n la planta alta. As í se ha co n segu ido, ademá s d e la ind e p e n de nc ia p ara é s te último , una f ac hada más pro p o rci onad a y qu e a la vez gua rd a ra r e la c ión co n la i m-
L a dist ribu ci ón de los loc ales y s u tam a ñ o pued e n apre c iarse e n el p la n o r e pr od u c id o En c uanto a l aspec t o exte ri o r es oc ioso d esc ribir nada q u e n o pu e da v e rse en la f-o t og r afía
E mpleando los elem ent os d el cl ási co se ha co n• seguido un fr en t e ar m ón ico que al par de ca r acteri za r el uestino del ed ifi c io y poner de r ealce la conf iguraci o n de la planta e n s u part e anteri o r, alcanz a un f el i z r es ultad o esté tico , a l aplicar se e n é l co n sobriedad los element os 1 eq u e rido s en cada caso y ob te ner ro mo e le ment o prin ci pal de bel lez a la varied ad, en es t e caso p er fe c tam e nte • .:o mpatibl e c on l a nece sa ria un iuad de b o b ra
• p o rt a n cia de la Avenida E s paña d o nde es tá s ituada la pr o pied a d
ARQUITECTURA
a evo lu c ión contí nua de los dis tinto s sistemas de trabajo que utilizan las indu st ri as en s u s variadas manifestaciones, trae paralelamente la n eces idad de contar co n obreros de cierto niv e l de intelectual i dad, que los capacita para int erpretar las distintas tran sfo rm aciones que se presentan co n motivo del perfeccionamiento antedicho. L as E sc uela s Industriales tienen pr ecisa m ente es a honr osa mi s ión, inculcando u todos los obreros que acuden a lo s cu r sos de perfeccionamiento, las normas fun damen tale s de cada oficio, desarrollando la enseñanza con un c rit er io excl u s iv ame nte intuitivo y experimental y co mpletándola co n los principios t eóricos in d ispensab l es que ju s ti fiq uen l os pro,
? 11rquitectónico
cedimiento s acon seja dos.
Además de l a fin a li da-J antedi c h a, la s E sc u e la s Industriale s e j e rcen un a influen cia de ca ráct er social emi n entemente beneficiosa, e l eva nd o el niv el moral e intele c tual d e l os obreros e indi cá nd oles a los mismo s, nu evas sendas para que puedan alca nza r lo s cargos dirij entes de la indu s tri a a q u e p e rtenecen.
La n eces id ad, cada vez más sentida, de preparar ob r eros aptos en el ramo d e la co n s tru cció n, movió al Con se jo S. de la Ens e ñan za Industria 1 a organizar la E sc ueia de Indu s tri as Edilicias, en la c ual, como se verá más adel ante, pueden re c ibir e nseñanza prove c hosa l os ob rero s de Jo s distint os gremios qu e abarca la cons tru c ción. Una parte imp ortantísima del éx it o qu e puede a l ca n za r un té c ni co - 2.8t
en s u tarea, radica e n l a i doneidad del personal que ha d e e j ec ut a r s u s concepc ione s, y ya se a e l obrero de la cons truc ció n o e l dib ujant e quienes han d e secunda rl o, es indudable que de l a preparación de los mismos de p e nde e n g r ado s umo la obte nción del fin perseguido
La aten ció n es pecial que se ha d ed i cado en esta E sc u ela a l a preparación del auxi liar d e l Arquitecto, preparación or i en tada co n mucho acierto, consti-
Modelado de 1.er Curso
Dibujo de Detalle Ornamental
Alumna : Estela Piñe y ro Pr of.: J P Sierra M ora t ó
Dibujo de Det alle Ornamental ? !1tquitectón ico
Alumna : Pauh Pa sto rino Prof J P Sierra Morató
A lurnno : Juan P Perrone
Prof Luis P. Cantú
Detalle de Cartela
•
ARQUITECTU-RA
ros, yeseros, pintores y escultores, instaladores sanitarios y zingueros .
2.° Cursos nocturnos de enseñanza de dibujo para las di!:>tintas profesiones anteriormente citadas.
Además de lo s cursos indicados se dictan cursos especia l es para dibujantes auxiliares de Arqui• tcctos e Ingenieros. El profesorado está en su mayoría por técnicos egresados de las Facultades de Arquitectura e Ingeniería.
Los cursos para l os dibujantes se dictan por la mañana de 8 a 12, los de aprendices de 17 y 1 / 2 a I 9 y 1 / 2 y los nocturnos de 20 h a 22 h.
Las materias que comprende la ensenanza edilicia son las siguientes:
tu y e un esfuerzo estimable qu e y a ha empezado a dar sus fruto s Alguno s d e lo s trabajos ejecutados 'por alumnos, muchos d e ellos simples obreros, y que reproducimos en nuestra s páginas, constituven una prueba de lo que afirmamos.
La Escuela de Industrias Edili c ias tiene a su frente a un técnico de autoridad indiscutida, el Ingeniero Don Cayetano Carcavallo a quien se debe la reorganización de la Escuela creada. como decíamos más arriba, exclu5!ivamente con el objeto de formar elementos aptos en los oficios que comprende la vasta rama de la construcción.
Los cursos que se dictan · en la Escuela son los siguientes: r .0 - Cursos de perfeccionamiento obrero para aprendices y oficiales albañiles, carpinteros, herre-
Modelado 2. o (u rso
Proyectado en Clase de Dibujo de Detalle O. y Arquitectónico.
Curso para Dibujantes, 1\uxil iares de e Ingenieros
l .e r AÑO
Dibujo y Matemáticas 1. 0 • 2. 0 AÑO
Dibujo Geométrico. Ma temáticas 2. 0 Ornato.
Modelado I .e r año.
Di b u jo Geométri e o, Dibujo de detalle ornamenta l Modelado 2. 0 Año. Matemáticas 3 ,. Año
Dibujo Técnico. , y arqmtectomco.
• Alumno: Alfonso Rodríguez
Prof.: Domingo Puig
Alumna: Estela Piñeyro p fl f. : l U j S p. Can tÚ
Alumn o : Alfonso Rodríguez Prof.: Domingo Puig
ARQUITECTURA
• Modelado 2 .o Curso
, Proyectados en cla se de Dibujo Ornamental y f\rquitectonico
• Alumna : Juanita Siccard i
Prof.: Luis P Cantú
A lu mna : Pauta Pastorino
Prof Luis P Gantú
CURSOS 'VESPERTINOS
Para· aprendices obreros albaftiles, herreros, carpinteros, escultores; e instalaciones sanitarias
ALBAÑILERIA
I. er AÑO
Dibujo y Matemáti c as 1. 0
o A- z. NO
Dibujo Geómetri co y Matemáti c a s 2· 0 Añ o
Te c nología 1 er Año.
3·er ANO
T ec nología 2 0 Año
CARPINTERIA
Dibujo
I.er AÑO
Matemáticas
Prá cti cas de Tall e r
• ztngueros
2. 0 AÑO
Dibujo
Matemática s
Tecnología J. 0
Práctica de Taller
3.t-r A ÑO
Tecnología 2 0
Prácti c a de Taller •
HERRERI A
1. {\r A ÑO
Dibujo
Matemáti Gas
Práctica de · Taller
o A- 2. NO ·
Dibujo
Práctica de Taller
ARQUITECTURA
• 3- tW AÑO
Prá c t ica de Tall e r
PINTORES DE OBRAS
er ' AÑO • •
Dibujo
Matem áti cas
Prác ti ca de Taller
2. 0 AÑO
Dibuj o Geométrico
Prá ct i ca de Taller
3·er AÑO
Prá ct ica Je T a 1\er
INSTALADORES SANITARIOS
er 1. AÑO
Dibuj o
Matemáticas
P ráctica de Tall e r
2. 0 A ÑO
T ec n ología
Pr áct i ca d e Taller
Y ESEROS Y ESC U LT ORES DE OBRAS
Di b uj o M at emát icas
2 0 AÑO
Di bu j o Geométrico
Ornato
Prá c ti ca de T aller
•
•
• Alumn o : Raúl Antognazza
3-e r AÑO
Co mpo sició n d e Ornato
Prá c tica de Talier
• ZING U EROS
• Curso de perfeccionamiento para obreros albafiiles, carp i nteros y herreros
Mat e máti c as
Di b uj o
Prá ctica de Tall e r
2. 0 AÑO
Tacnol ogía (curso teórico prá c ti co)
Práctica de T a ll e r
Rigen los mi smos programas que e n lo s r espectivos cu rs os de aprendices albañiles, h e rr e r os Y ca rpint e ro s, suprimiendo la s partes de prácti c a profesional.
• CURSOS MATEMATICOS
ALUMNOS ASISTENTES
Niñas . Varones
22 37
Total de alumnos 57
CURSOS VESPERTINOS
Para aprendice s y obreros albañiles, herr e ro s , c arpintero s, pinto re s y yese r os escultores .
ALUMNO S ASISTENTES
Varones
CURSOS NOCTURNOS
159
De per feccio namient o para ob r e ros albañiles, h e rrer os y ca rpint eros
Alumnos flS is t e nte s . . . . • • 41 -
T o t a l de alumnos q u e co n c urr e n a la escuela 257